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METODOLOGIA

DO ENSINO DE
HISTÓRIA

Carla Renata
Antunes de Souza
Gomes
Diulli Adriene Lopes
Trindade
Márcia Cristina
Furtado Eco ten
Livros didáticos de História
para os anos iniciais do ensino
fundamental: entre propostas
estimulantes e abordagens
tradicionais
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
„„ Analisar os materiais didáticos e seu uso nos anos iniciais do en-
sino fundamental.
„„ Compreender os critérios que devem orientar a escolha dos livros
didáticos de História nos anos iniciais do ensino fundamental.
„„ Perceber as intencionalidades na produção dos livros didáticos de
História nos anos iniciais do ensino fundamental.

Introdução
Neste capítulo, você vai aprender como analisar a estrutura dos livros
didáticos e os modos de utilização desse material didático para a disci-
plina de História nos anos iniciais do ensino fundamental. Além disso,
você vai compreender a orientação no processo de escolha dos livros,
respeitando alguns critérios importantes para uma escolha adequada
à faixa etária. Veremos que o saber histórico é importante nos primei-
ros anos para o processo de reconhecimento e pertencimento da sua
cultura pela leitura e escrita. No 4º e 5º ano, o aluno deve estar apto
a conhecer conceitos históricos simples. Também neste capítulo va-
mos conhecer as intencionalidades na produção dos livros didáticos
e como lidar com elas.
92 Metodologia do ensino de História

Os materiais didáticos e seu uso nos


anos iniciais do ensino fundamental
Primeiramente, ao falarmos dos livros didáticos, devemos conceituá-los. Os
livros didáticos surgiram como meio de padronizar conteúdos relevantes para
alcançarmos as exigências básicas de ensino. Sabemos que os livros não são
todos iguais, mas o que deve ser levado em conta, nesse caso, são as propostas
apresentadas nesses livros para que elas nos levem a cumprir os objetivos
propostos. Portanto, o livro didático é uma forma de sintetizar, apresentar e
disponibilizar conteúdos que se integram, englobando toda a população que
frequenta ensino público ou privado.
Buscamos compreender que o uso do livro didático de História, em si,
tem vínculo direto com a sua linguagem e cuidado com os famosos conceitos
de permanências e mudanças. Enquanto especialistas da área da educação se
preocupam com a estrutura teórica discursando e avaliando as relevâncias em
relação à produção dos livros didáticos, aqueles que os recebem, os alunos,
têm uma resposta mais visual.
A construção teórica dos livros didáticos é bem complexa, afinal o fazer
História acontece todos os dias e de maneira tão rápida, que nem todos os
especialistas conseguem dar conta das mudanças. Se tudo é História, como
selecionar as diferentes tendências? Isso justifica o fato de existir uma quan-
tidade imensa de coleções didáticas de uma mesma editora.
Aos professores, caberá a análise e escolha dos livros didáticos aprovados
pelo MEC, portanto esse material didático já vem pré-selecionado para as
escolas. O docente não participa do processo de qualificação dos livros.
Sobre a produção de materiais didáticos, Bittencourt (2006, p. 10) declara:

[...] O problema se situa no controle que os materiais têm exer-


cido em relação não apenas aos métodos, mas ao conjunto dos
elementos que constituem as disciplinas ou matérias escolares.
Dominam os objetivos, os conteúdos e o processo avaliativo, de-
terminando externamente o trabalho dos professores e alunos.
Daí o desvirtuamento do papel essencial que devem desempe-
nhar os materiais didáticos.

No caso dos anos iniciais do ensino fundamental, a escolha é bem mais


complicada por vários motivos. Boa parte dos cursos de pedagogia não tem
Livros didáticos de História para os anos iniciais do ensino fundamental 93

disciplinas focadas no ensino de História, o que dificulta e torna frágil a es-


colha do livro didático de História por parte desses professores.
Muitos educadores escolhem trabalhar a disciplina de História em con-
junto com a disciplina de Geografia, voltando aos tempos remotos dos antigos
Estudos Sociais, ou até mesmo privilegiando uma ou outra das disciplinas por
ter maior afinidade.
Outra questão muito discutida ocorre ao concluirmos que muitos dos au-
tores de livros didáticos têm dificuldades em aproximar o material ofertado
e a prática escolar. E como isso acontece? Bem, muitos têm alto nível inte-
lectual de formação na área de pesquisa, porém não executam a prática, ou
seja, muitos autores de livros didáticos escrevem sobre práticas em sala de
aula para a Educação Básica, mas nunca tiveram tais experiências. Ambas as
experiências agregam na construção do material com qualidade.
A disciplina de História tem um fator social impregnado nela que torna
necessária uma maior atenção para que o primeiro contato do aluno com ela
seja compreendido em sua dimensão. Já aos professores, em sala de aula, resta
a tarefa árdua de se manter em constante formação intelectual para transmitir
no seu ensino/aprendizagem.

Critérios que devem orientar a escolha


dos livros didáticos de História nos
anos iniciais do ensino fundamental
Dentre os objetivos principais dos anos iniciais do ensino fundamental, nós
temos assegurado pelos órgãos competentes que todas as crianças devem estar
alfabetizadas no 3º ano do ensino fundamental. Por esse motivo, as etapas de
letramento e alfabetização são prioridades.
O saber histórico é importante nos primeiros anos para o processo de reco-
nhecimento e pertencimento da sua cultura pela leitura e escrita. Já no 4º e 5º
ano, o aluno deve ser capaz de conhecer conceitos históricos simples.
Segundo o Guia do Livro Didático, nessa fase o aluno tem a capacidade
de conhecer e aprender as relações do ambiente com o homem; compreender
a sociedade e seus valores; entender o papel das tecnologias no cotidiano;
aprender a respeitar o outro e suas particularidades pela tolerância; conquistar
uma visão crítica e etc. (BRASIL, 2016).
É papel da escola auxiliar a chegada e permanência da criança no espaço
escolar, lembrando que esse acesso deve respeitar o seu convívio social e o
94 Metodologia do ensino de História

seu tempo de desenvolvimento. “Ensinar exige respeito aos saberes dos edu-
candos.” (FREIRE, 2016).
Nessa etapa do processo de ensino/aprendizagem, as crianças devem se re-
conhecer como sujeitos históricos de sua própria história e saber que existem
variadas interpretações sobre o passado. Devem ser atuantes na sociedade,
refletindo sobre o tempo vivido e seus direitos e deveres como cidadãos cons-
cientes para formar a sua identidade cultural.

O “foco na alfabetização”, todavia, não pode perder de vista as


diversas dimensões que o processo envolve, pois, como nos en-
sinou Paulo Freire, ler é ler o mundo: não podemos aprender a ler
as palavras sem a busca da compreensão do mundo, da História,
da Geografia, das experiências humanas, construídas nos diver-
sos tempos e lugares. Isso requer de nós outra concepção de
aprendizagem da Língua Portuguesa e da História [...] À pergun-
ta de muitos: “é possível ensinar História sem antes alfabetizar?”,
respondemos com outra questão: “é possível alfabetizar sem a
História?”. É necessário, sim, alfabetizar as crianças, ensinando e
aprendendo História. Aprender História é ler e compreender o
mundo em que vivemos e no qual outros seres humanos vive-
ram (SILVA; FONSECA, 2010, p. 24).

O Plano Nacional de Livros Didáticos tem critérios como ética, cidadania


e respeito à constituição, princípios em comum em todas as disciplinas esco-
lares.
O objetivo do livro didático de História para os anos iniciais do ensino
fundamental deve ser apresentar conceitos históricos que tornem o aluno
mais crítico, mostrando registros iconográficos variados que ajudem na sig-
nificação visual. Os livros ainda devem apresentar, além do conteúdo, um
manual para orientar o professor com a utilização do material didático com
sugestões de atividades e temas complementares.
No passado, os materiais de ensino e aprendizagem tiveram muitas bar-
reiras, ora linguísticas, ora de compreensão do próprio saber. Encontramos
um exemplo disso ao longo da história da humanidade. Primeiramente o
acesso ao ensino estava condicionado a um pequeno grupo seleto, daqueles
que sabiam ler, isso lá na antiguidade, quando saber ler era uma possibilidade
e condição hereditária, como acontecia com os escribas, que pertenciam a um
grupo social específico.
Livros didáticos de História para os anos iniciais do ensino fundamental 95

Ainda na antiguidade, com a divisão do Império Romano, o Oriente se


desenvolveu mais na prática de traduções dos livros para outros idiomas além
do latim para que mais pessoas tivessem acesso. Isso porque anteriormente
o ensino estava nas mãos dos líderes religiosos do cristianismo, portanto a
população dependia de suas interpretações, já que não era letrada. Na Grécia
Antiga, surgiam os sofistas, falsos professores acusados de vender informa-
ções sem embasamento, como se o ensino fosse um comércio. Mais tarde, já
na Idade Medieval, os monges copistas eram os detentores do “saber”, pois o
ensino estava relacionado ao fato de copiar livros.
Sabendo que os livros didáticos devem ser um recurso de apoio pedagó-
gico ao professor para ajudar no crescimento da aprendizagem entre aluno
e professor, fazendo com que esse aluno desenvolva suas habilidades para
adquirir novas capacitações, devemos conhecer suas propostas, selecionar e
utilizá-los da melhor forma possível. Atualmente temos, afinal, muitas ofertas
disponíveis que podem acrescentar ao nosso trabalho.

Perceber as intencionalidades na produção


dos livros didáticos de História dos
anos iniciais do ensino fundamental
Após a discussão sobre o uso do livro didático nos anos iniciais do ensino
fundamental, devemos tomar conhecimento de que existem livros didáticos
que seguem uma linha teórica mais tradicional e outros que trabalham com
uma história revisada mais moderna.
O professor deverá avaliar tais propostas e escolher aquela que venha a
acompanhar sua didática em sala de aula. Tudo que se faz em excesso é pre-
judicial para a qualidade do ensino. Quando se fala nas correntes históricas
de pesquisa, um livro de história tradicional nem sempre totalmente ruim.
Ele pode servir para uma atividade mais direcionada em sala de aula ou até
mesmo como objeto de estudo para que o aluno compreenda o que seria a
“História dita tradicional”.

A escolha do material didático é assim uma questão política


­torna-se um ponto estratégico que envolve o ­comprometimento
do professor e da comunidade escolar perante a formação do
aluno. O material didático, pode ser um instrumento de t­ rabalho
do professor, é igualmente instrumento de trabalho do aluno;
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nesse sentido, é importante refletir sobre os diferentes tipos de


materiais disponíveis e sua relação com o método de ensino
(BITTENCOURT, 2004, p. 298).

Quanto ao livro de História mais visionado, ele pode ser ótimo para ajudar
a entender o cenário histórico atual, mas, por ser próximo demais das novas
estruturas recentes da história atual, devemos ter um cuidado maior para não
utilizarmos apenas um livro ideológico. A história é feita de ideologias, mas é
preciso conhecê-las e não apenas transmiti-las.
A construção de um material didático está assegurada pelas propostas e
entendimento de seus autores, mas quem é esse(a) autor(a) que escreve? Para
quem escreve? Em que tempo histórico escreve? E quais são as influências
disso? Vamos conferir um exemplo.
Os livros didáticos dos anos iniciais no Brasil, entre as décadas de 30 e
40, eram ofertados como uma cartilha ideológica, em defesa do governo. Os
conteúdos deveriam ter uma única abordagem, e a implementação da política
defendida estava declarada nos próprios livros didáticos, destinados à alfabe-
tização. Aspectos como civismo, trabalho, família, ordem, educação, valores
morais e propriedade eram bastante trabalhados nos então chamados “Ma-
nuais de Leitura” para que as crianças já incorporassem esses pensamentos.
A hierarquia social também era consagrada pelos livros didáticos, dando uma
naturalidade à ordem e às desigualdades sociais presentes na sociedade brasi-
leira, como podemos perceber no exemplo abaixo, uma citação de um destes
Manuais de Leitura do período:

Todos os empregados seguem uma regra, que mamãe repete,


para que a casa esteja sempre em ordem. Essa regra é: um lugar
para cada coisa e cada coisa em seu lugar. Siga também esta re-
gra. [... ] As desigualdades que existem são inevitáveis, e conside-
ram-se desigualdades necessárias: — dependem da inteligência,
da saúde e da fortuna (RIBEIRO, 1917, p. 91)
Qualquer que seja a idade ou condição de um filho, deve ele
sempre reconhecer, tanto em seus pais como em seus legítimos
superiores, uma autoridade necessária e incontestável (RIBEIRO,
1917, p. 101).
Os criados são os domésticos. Eles recebem pagamento pelo
serviço que prestam. São pessoas de confiança. [...] Todos em
Livros didáticos de História para os anos iniciais do ensino fundamental 97

casa trabalham para si e para o bem de todos. Os domésticos


têm dia de folga e hora de repouso. Eles, porém, servem de boa
vontade em todas as ocasiões que a família precisa de seus servi-
ços (BRAGA, 1944, p. 06-11).

Diante de todas essas intencionalidades, o futuro professor deverá evitar


trabalhar o ensino com apenas uma perspectiva ideológica. Fazer História
é um ato político, e é necessário que o aluno se posicionar criticamente no
futuro. Claro que, para isso, ele precisa ter alguns conhecimentos, como os
motivos para aquele autor escrever e com que propósito, bem como as inten-
cionalidades por trás da escrita e da fala, tendo, assim, a liberdade de con-
cordar ou discordar.
Para fazer essa abordagem nos anos iniciais do ensino fundamental, é pre-
ciso observar também o modo como os livros didáticos fazem essa problema-
tização. Se estaremos trabalhando com crianças recentemente alfabetizadas e
que estão em um processo contínuo de formação, é necessária uma linguagem
apropriada para aproximar esses indivíduos. E de que forma vamos conse-
guir isso? Por um envolvimento emocional por parte dos autores de livros
didáticos. É preciso haver uma sensibilização, uma afetividade no modo de
apresentar os conteúdos e atividades propostos, de maneira que encorajem o
desenvolvimento cognitivo e revelem as habilidades existentes desses alunos.

Ficou curioso para conhecer melhor a História do Brasil no período entre 1930 e 1940?
Então acesse: https://www.youtube.com/watch?v=EFyJcDxqPTE
98 Metodologia do ensino de História

Figura 1. Foto de alguns Manuais de Leitura utilizados durante os anos de 1930 a 1940.
Fonte: A autora.

1. A construção teórica dos livros disciplina para que os professores


didáticos é bem complexa. Se tudo possam escolher.
é História, como se desenvolve a e) Quem seleciona e escolhe o livro
produção de diferentes tendên- didático é a equipe diretiva da
cias? escola, pois é a instância máxima
a) Quem seleciona e escolhe o livro de poder no ambiente escolar.
didático é a editora, que decide 2. A aproximação entre o material
entrar em contato com a escola. ofertado e a prática escolar ocorre
b) O MEC deve aprovar somente quando:
um livro didático, e ele deve ser a) Os autores têm mais nível intelec-
adotado por todas as escolas. tual teórico do que experiência
c) Cada editora tem direito a esco- prática.
lher uma única tendência teórica b) Os autores têm mais experiência
por disciplina. prática do que conhecimento
d) Uma mesma editora, normal- teórico.
mente, apresenta mais de uma c) Os autores não têm experiência
coleção didática de uma mesma nenhuma tanto na teoria quanto
na prática.
Livros didáticos de História para os anos iniciais do ensino fundamental 99

d) Os autores não conhecem os com sugestões de atividades e


alunos que frequentam o am- temas suplementares.
biente escolar. c) Para orientar o professor com a
e) As experiências teóricas e prá- utilização do material didático
ticas agregam na construção do com sugestões de atividades e
material com qualidade. temas suplementares.
3. O saber histórico é importante no d) Para esclarecer qual a única
3º ano dos anos iniciais do ensino ideologia que o professor deverá
fundamental: abordar nesse conteúdo.
a) Para o processo de reconheci- e) Para explicar ao professor, a título
mento e pertencimento da sua de curiosidade, como o livro foi
cultura pela leitura e escrita. feito.
b) Porque a disciplina de História é a 5. Crianças recentemente alfabetizadas,
mais completa de todas. que estão em um contínuo processo
c) Para que esse aluno seja capaz de de formação, necessitam de livros
escrever um texto com coerência didáticos que proponham:
sobre a crise política atual. a) Uma linguagem sem envol-
d) Porque o aluno precisa ouvir vimento emocional, já que é
histórias, já que não sabe ler e preciso que elas amadureçam.
nem escrever. b) Uma linguagem mais direta e
e) Porque o aluno faz história a partir objetiva.
do momento em que nasce. c) Uma linguagem mais formal,
4. Os livros ainda apresentam, além do já que essas crianças já estão
conteúdo, o manual do professor, alfabetizadas.
que serve: d) Uma linguagem de envolvimento
a) Para orientar o aluno com as emocional, apresentando uma
respostas das atividades, já que certa sensibilidade para apro-
ele não compreendeu nada do ximá-las.
que foi ensinado. e) Uma linguagem de repetição, já
b) Para orientar o professor com a que o trabalho de alfabetização
utilização do material didático foi concluído.
100 Metodologia do ensino de História

BITTENCOURT, C. M. F. Ensino de história fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2004.

BITTENCOURT, C. M. F. Materiais didáticos: concepções, produções, usos. [S.l.: s.n.], 2006.


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Leituras recomendadas
CAIMI, F. E. Escolhas e usos do livro didático de história: o que dizem os professores. In:
BARROSO, V. L. M. et al. (Org.). Ensino de história: desafios contemporâneos. Porto Alegre:
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CAINELLI, M. O que se ensina e o que se aprende em história. In: OLIVEIRA, M. M. D.


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