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A ORIGEM

Federações Interestelares de Teta

+SHRNTHAR
11 I M ~
ÍNDICE DOS ASSUNTOS

• A ESTRUTURA DO UNIVERS0 _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _007


- Nebadon e sua estrutura O13
-A origem do conjunto Naoshi das 49 galáxias O18
- Origem de Teta e das 21 galáxias 022
- Os projctos Micahélicos 033
-Os projetos Luciferianos 037
- Os projetos Anhotak 052
- A função da Supraconfederação 063
-A função da Confederação Multidimensional 067
-A função da Confederação Intergaláctica 069
- Ordem Santa Esmeralda 071
- Ordem Voronandeck 073
-Ordem Goronandeck 074
- Ordem Micahélica 076
- Ordem Melchizedeck 076
- Ordem Lanonadeck 077
-A densificação da matéria no Universo 080
• A ORIGEM DAS 49 FEDERAÇÕES SISTÊMICAS 083
-A Federação Interestelar e a Pleiadiana 150
- A raça primordial de Lira 168
•ADUALIDADEDE RACIAL E GENÉTICA 173
- Lira e Vega- A linhagem inicial 182
• A TECNOLOGIA REVERSA E TEMPORAL'-_ _ _ _ _ _.235
-As Bases Secretas dos Reptilianos na Terra 239
- Planetas de Expiação e Pesquisa Colonial 241
- Os Anunakis e seus Oponentes 244
-Os Antigos Deuses e a Dominação 255
-As Diretrizes das Federações Galáetieas 268
-A Origem da Hierarquia Espiritual da Terra 276
• OS EXILADOS CHEGAM À TERRA 283
A ESTRUTURA DO UNIVERSO

O Universo está dividido em 7 superuniversos físicos equivalentes a nos-


sa realidade. Via Láctea e 5 superuniversos voláteis em frequências invisíveis,
gerando o fator 12 na distribuição de energia que pane do núcleo que é denomi-
nado de Havana.
Havana é uma gigantesca ilha central de emanação de todas as formas
de radiação e campos energéticos para a vida e sustentação da mesma. Havana é
um portal para outros desdobramentos do Universo e da FONTE QUE TUDO
É. Essa ilha possui, ao centro, um portal do fator 12x12, que gera 144 realidades
paralelas, motivo pelo qual dizemos que existem 144 superuniversos orbitando
Havana. Esse portal é definido como Shantar, e representa a conexão entre todas
as linhas cocriacionais das diversas hierarquias que residem em Havana e nos
demais superunivcrsos.

Esses grupos de hierarquias são:

Ordem Voronandeck
Ordem Micahélica
Ordem Goronandeck
Ordem Melchizedeck
Ordem Lanonadeck
Ordem Kumara
Ordem Aryelis
Ordem Auvonal
Ordem dos Anciões de Dias
Ordem dos Últimos dos Dias
Ordem dos Portões dos Dias
Ordem Elohínica
Ordem Shamuna

Cada uma dessas ordens representa organizações administrativas da es-


trutura dos superuniversos e da codificação criacional para cada seguimento ide-
alizado em cada universo. Todos os superuniversos possuem a mesma estrutura,
porém com seus agentes específicos que evoluíram nos universos anteriores. Cada
superuniverso seguiu um planejamento e evolui no processo de materialização
partindo do centro de Havona como pomo gerador.
Portamo, o mais amigo de todos é o 1° superuniverso. O qual teve a sua
formação cerca de 100 milhões de anos antes dos demais, posteriormente à dife-
rença entre os 6 restantes, que se limitaram na estrutura do mais novo, e que, até
aquele momento, era Orvotón, que é de no máximo, 25 milhões de anos. Isso
gerou um processo evolutivo equivalente em muitos pomos de suas principais
nebulosas internas, onde a energia primordial da energia umara e da matéria
moromial estavam ativas desde a sua formatação primordial.
Ou seja, a formação do nosso superuniverso de Orvotón iniciou-se cerca
de 125 milhões de anos após à do superuniverso Arathelyz. O qual representou
o marco inicial da evolução e materialização das energias internas de Havona/
Shantar. Estamos usando uma unidade de medida em milhões de anos, o que
não corresponde com exatidão à medida terrestre. O tempo sempre será relativo
a um pomo de referência, o que nos coloca numa situação adversa, pois sempre
criamos ou medimos o tempo partindo do nosso pomo de referência e com nos-
sos padrões de medida.
Para entender-se melhor a questão do tempo temos que levar em consi-
deração o pomo de origem da medição para gerar um padrão e uma unidade de
tempo ou de qualquer outra medida que se deseje.
Para os membros das federações residentes na administração da estrela
de Alcíone, da Constelação de Plêiades M-45, o nosso Sol Monmantia completa
uma volta ao redor de Alcíone aproximadamente a cada 25.775 anos. O que
define um ano solar em quase 26.000 anos terrestres. Esta unidade de medida
é empregada pelas Federações Sistêmicas que aceitam Alcíone como ponto de
referência.
Outras culturas mais avançadas empregam como centro de referência
temporal o tempo da rotação da nossa galáxia sobre seu próprio eixo, o que equi-
vale a aproximadamente quase 260.000 anos terrestres, sendo esta, portanto, a
referência de 1 ano galáctico. Para os representantes da Confederação que atuam
no conjunto das 49 galáxias de Naoshi, existe uma rotação orbital ao redor de
um centro administrativo que leva cerca de 5,8 milhões de anos. 1 ano de Naoshi
representa quase 5,8 milhões de anos terrestres.
Isso mostra-nos como o conceito de tempo nos estudos propostos neste
livro são relativos e devem ser levados em consideração, pois não é possível efe-
tuar uma correlação exata, uma vez que os registras estão em outra constante
dimensional e temporal distinta à que empregamos na Terra e no quadrante in-
terno da Via Láctea.

Havona -> Centro administrativo e co-criacional dos superuniversos.


1° superuniverso -> Arathelyz
2° superuniverso -> Mesaguar
3° superuniverso -> Aja-Luxa-Ham
4° superuniverso -> Merone
5° superuniverso -> Haratreya
6° superuniverso -> Linathyl
7° superuniverso -> Orvotón
8° superuniverso -> Unana
9° superuniverso -> Norashi
10° superuniverso -> Acadham
11° superuniverso -> Tharogan
12° superuniverso -> Micahel

Cada superuniverso representa um berço da criação, no qual bilhões


de mônadas apresentaram-se e foram criadas para aprender a cocriar da mesma
forma que seus criadores primordiais. O processo inicial no primeiro superu-
niverso gerou a condição para que as mônadas mais evoluídas dessem conti-
nuidade no 2° superuniverso, e posteriormente, algumas foram para os demais.
Porém, cada superuniverso teve a cocriação de seus próprios logos cósmicos e
suas supramônadas.
O processo evolutivo não é sequencial de um superuniverso para outro.
Isso fica a critério de cada mônada na sua proposta para cada etapa evolutiva de
experiências à criação e à capacidade criativa nas diferentes possibilidades, e que
são apresentadas nas diversas realidades que existem em cada superuniverso, nas
qualidades do espírito de cada mônada coletiva e nas mônadas individuais. Este
contexto será explorado mais profundamente em outro livro. A ideia para o atual
é dar uma base de material de estudo relativo ao contexto local do nosso universo
de Nebadon, assim como nas diversas federações que estão interligadas ao con-
texto da Terra.
Os registras originais relativos à estrutura do nosso universo que foram
passados no Livro de Urantia e no Confederação Intergaláctica (livro de minha
autoria, escrito em 1987) são válidas. Porém, não são aplicadas por todas as raças
sistêmicas das federações. São dados pertinentes à Confederação, que servem
como base do entendimento da diferença estrutural entre cada sistema adminis-
trativo que possui um ponto relativo de referência central do observador.

Havona ->Capital Shantar: 1 dia equivale à 1.000 anos da Terra.

O tempo de Havona não é o codificado pelo seu processo orbital, o qual


dura cerca de 25 milhões de anos terrestres para uma rotação completa sobre seu
próprio eixo equatorial. Esse tempo é o relativo para a compreensão humana das
entidades de Havona e os táquions que se projetam para o nosso planeta. Portan-
to é um valor relativo, fictício, apenas para ter-se como parâmetro.

Superuniverso Orvotón -> Capital Unversa: 1 dia equivale a 30 dias da Terra.


Universo local Nebadon -> Capital Salvingtón: 1 dia equivale a 18 dias,
G horas.
Setor Menor -> Ensa: quadrante Gama 14 dominação Kumara e Anhothen.
Cluster Maior 49 galáxias Naoshi ->Capital Naoran. 1 ano equivale a 5,8
milhões de anos da Terra. Tempo relativo ao ponto de referência interno da ro-
tação de Naoshi.

Naoshi está dividido em 2 setores: Naoxdrin e Teta.

Naoxdrin ->Capital Ok-chan. Possui 28 galáxias.


Teta ->Capital Edência. Localização da Via Láctea. Possui 21 galáxias.

Constelação Norlatiadeck (Órion, Sagitário, Perseu)-> Capital Eden-Hell


Essa capital fica no campo energético da estrela supergigante Betelgeuse
da constelação de Órion, e que, por sua vez, fica a aproximadamente 427,47
anos-luz da Terra, e representa a alfa de brilho dessa constelação. Uma estrela
cerca de 500 a 900 vezes maior do que o nosso Sol Monmantia. Esse aglomerado
de constelações possui aproximadamente 4.620 planetas habitados em 3D como
a Terra, apresentando variados genomas.
Quando falamos em 3D não estamos nos referindo a vibrarem na mesma
frequência vibracional da Terra, mas em oitavas similares, iguais ou distintas do
que consideramos físico ou na nossa fase dimensional, assim como os espíritos
vibram em outra frequência, comparado à nossa, à da fisicalidade.

Sistema Nebular de Satânia- Velatropa - Orionis -> Capital Jerusem. 1 dia


equivale a 2 dias, 22 horas, 56 minutos da Terra.
Nesse setor, no qual estamos inseridos diretamente, existem 619 planetas
similares à Terra na vibração de 3D, e mais de 2.358 em frequências acima da
nossa realidade de frequência. Aqui temos os lógos de referência das federações
como ponto de partida para a maior parte das canalizações dos grupos estelares
que se comunicam com a humanidade.
Um exemplo são os grupos da constelação das Plêiades M-45, sendo que
a estrela de Alcíone significa um lógos ao qual a nossa estrela Sol Monmantia
percorre uma orbita aproximadamente a cada 26.000 anos, motivo pelo qual
muitas pessoas a definem como o nosso Alfa e Ómega local. Justamente por ser
o centro administrativo de um grupo de 49 Federações Estelares sistémicas da
nossa galáxia.
O nome Velatropa é a denominação dos grupos das 49 Federações sis-
témicas locais, sendo que o nosso Sol Monmantia é o 24° a partir de Alcíone.
Já o nome Orionis, é a denominação dos grupos do antigo Império de Órion,
os quais atribuem a rodo o setor esse nome, devido a que todo esse conjunto de
estrelas encontra-se no braço espiral de Órion.

Alcíone - Plêiades M-45 -> Capital Alcíone


Representa o centro operacional e tecnológico de um grupo de antigos
impérios estelares, que para garantir a sua sobrevivência após a guerra de Órion,
unificaram-se para ampliar o seu poder e capacidade de evolução perante as gran-
des fronteiras que o universo apresentou além da nossa galáxia da Via Láctea.
A estrela de Alcíone localiza-se a aproximadamente 367,71 anos-luz da Terra,
segundo o catálogo do Estelarium. Essa constelação é considerada um aglome-
rado semiaberto que pertence à constelação do Touro, na qual fica a estrela gi-
gante Aldebarã. As estrelas vizinhas mais próximas são Atlas, Taygeta, Merope e
Electra, que representam as principais do conjunto habitado por formas de vida
humanoides, reptilianas, insectoides e anfíbias, e que possuem relações coloniais
com o histórico da Terra, há milhares de anos.
Via Láctea -> Centro gerador - Shamuna, Ordem Lanonadeck Lúcifer.
Shamuna é um cargo que sustenta a patente governamental de Lúcifer,
portanto, esse nome é uma paten te e não um ser único como se pensa, além de
ser confundido com Belzebu, Satã e muitos outros seres que representam os gru-
pos rebeldes das federações e da Confederação.

Imagem braços da Via Ldcttll. Notem que esta ímagnn fuma montagem parllllt<Xilíxar 1111 compremsdo.

Nesta imagem podemos ter uma visão aproximada de como temos ma-
peada a nossa galáxia, que denominamos de Via Láctea. Notamos que cada braço
espiral possui um nome, nós estamos no braço de Órion, motivo pelo qual mui-
tos denominam este setor de Orionis.
O núcleo de nossa galáxia é o centro administrativo de Shamuna, que
representa um portal que, internamente, é controlado pelo Lanonadeck Lúcifer.
Nosso contexto relativo à Terra esta inserido no processo colonial desta galáxia e
de suas vizinhas que perfazem o setor de Teta.
Nebadon e sua estrutura

O universo local de Nebadon representa um conjunto de, aproximada-


mente, 100.000 galáxias similares a nossa Via Láctea. Sendo rodas essas galáxias,
físicas como a nossa, e nas quais podemos inserir o conceito das realidades para-
lelas como é proposto pela Teoria das Supercordas e a Teoria M.
Nebadon representa um conjunto de galáxias que possui uma proposta
diferente a outros universos locais, devido à condição de pesquisas e experimen-
tos que em outros universos não são autorizados. Para poder entender melhor
esse aspecto temos que entrar na estrutura de quem é o dirigente de Nebadon,
e as consequências disso no processo evolutivo das supramônadas e mônadas
residentes nesse universo de polaridades e condições adversas em comparação a
seus vizinhos.
Nebadon foi configurado para poder efetuar pesquisas cocriacionais
com alto fator de dualidade, e suas respectivas polaridades por parte das supra-
mônadas e mônadas, que escolheram esse tipo de condição extrema em suas
pesquisas, e posteriores experimentos com os mais diversos genomas. Cada grupo
consciencial escolheu o genoma que se adequava aos experimentos com a duali-
dade entre as propostas emanadas em Havona pela egrégora de Mitch Ham Ell
c seu irmão Anhorak.
O processo administrativo dos 12 superuniversos e seus desdobramentos
cm realidades paralelas envolve outros seres além de Micah e Anhotak, porém,
para a nossa localidade, são apenas essas polaridades as que inicialmente repre-
sentam o foco da dualidade que estamos experienciando.
O universo de Nebadon apresenta diferentes características de seus vi-
zinhos. Pela condição orbital que apresenta em relação ao centro Cocriador e
energético do supcruniverso de Orvotón e sua capital Unversa. Essa capital ad-
ministrativa do superuniverso gera um pulso de radiação taquiônica similar ao de
Havona. E que representa o pulso de estímulo para rodas as supramônadas e as
mônadas que estão em desenvolvimento nas mais diversas realidades existenciais
do conjunto de universos existentes em Orvotón.
Quando Nebadon foi configurado, apresentava uma condição peculiar
na oscilação orbital, que permitia o experimento de um amplo espectro de fre-
quência das polaridades cocriacionais entre o filho paradisíaco Anhotak e seu
irmão Mitch Ham Ell. Este último foi o criador da Ordem Micahélica, que tem
o objetivo de sustentar e dar continuidade aos projetas cocriacionais da sua estru-
tura associada à de seus colaboradores, e que, entre eles, podemos citar a Ordem
Voronandeck e a Ordem Goronandeck.
A Ordem de Micah é a responsável pela aplicação e o estudo dos projetas
que suas supramônadas e mônadas realizam em diversos pontos dos 12 superu-
niversos. Porém, a disputa cocriacional entre Micah e Anhotak gerou uma condi-
ção diferente do potencial de dualidade no setor de Nebadon, criando a condição
mais adequada para o grande jogo de xadrez cósmico que está sendo realizado
pelas duas polaridades de Cristo e do Anticristo, em proporções mais intensas
em Nebadon.
O Setor Ensa Menor, no qual está localizado Nebadon, apresenta uma
condição diferente, pois não orbita o centro operacional da capital de Unversa
em Orvotón, criando assim, um aspecto assimétrico anormal no fluxo de energia
em algumas galáxias internas de Nebadon.

Unversa - Capital

SHINKARA
Notamos que a órbita de Nebadon excede o amplo campo gravitacional
do superuniverso de Orvotón. O que cria a condição para existir uma polaridade
na dualidade maior nos outros universos locais, como é o caso de Shinkara, que
orbita o centro em Unversa.
A polaridade inicial de Nebadon estava situada em aproximadamente
60%, quando os projetas foram demarcados por todas as partes que participa-
riam da Cocriação. que aceitaram o controle total sobre a egrégora de Micah
e suas equipes. Porém, devido às diversas situações que ocorreram com a partici-
pação de membros da Ordem de Anhotak, essa polaridade subiu para até 80%
de dualidade entre a luz e a não luz. Com o tempo, esse aumento considerável de
polaridade, gerou o afastamento de milhares de almas do seu centro de equilíbrio.
Tal processo deu origem ao contexto denominado de "Matriz de Contro-
le", no qual o Eu Sou entra para aprender a condição Cocriacional através de suas
partículas que são denominadas de almas. A matriz de controle foi criada para
garantir a condição do desdobramento abaixo da 12D densidade vibracional das
mônadas, que através do foco individualizado do corpo denominam de Eu Sou.
Na verdade, o Eu Sou é um corpo que vibra em realidades muito mais
sutis que o campo vibracional das realidades existentes na Matriz de Controle.
Como se fosse numa dimensão mais sutil e superior. Para as partículas do cons-
ciente de um Eu Sou poderem entrar nas realidades abaixo de sua existência, é
necessária a utilização de portais tecnológicos que geram a condição de projeção
das ondas cerebrais do Eu Sou para corpos clonados em laboratórios e que re-
presentam os milhares de genomas das galáxias sincronizadas com esse gigante
sistema computacional.
Nebadon possui um sistema de gerenciamento para mais de 100 mil
galáxias e suas realidades paralelas. Que cria assim, o universo quântico em que
nossa mônada subdividiu-se para aprender as condições cocriacionais na duali-
dade de cada sistema existencial.
A Cocriação é uma chave complexa de ser exposta pelos parâmetros hu-
manos, devido a sua consciência limitada. O nosso foco maior, denominado de
Eu Sou, apresenta uma sede de conhecimento e aprendizado muito amplo, o que
lhe permite experienciar diferentes formas de vida em cada sistema que deter-
mine. O que significa que o desdobramento de um Eu Sou pode estar entre 1O
e 2.000 partículas, ou mesmo mais, vivendo aventuras de consciência nas mais
variadas condições planetárias que possamos imaginar.
A base do desdobramento das supramônadas e mônadas em todos os
12 superuniversos é a mesma, o que permite que esses corpos maiores tenham a
condição de experienciar diversos projetas de vida na dualidade, sem, com isso,
desprender-se da Fonte Primordial. Desta forma, a conexão nunca se perde, pois
a energia vibra por todo o universo. Mas no caso da Terra, que possui a barreira
de frequência, acabou-se perdendo a memória estelar. O que gera a sensação de
estar desconectado da Fonte Primordial.
Nebadon apresenta uma vasta rede cocriacional, com milhões de geno-
mas, que se dividiram e efetuaram mutações, e que desenvolveram um número
incalculável de raças para formas de expressão da consciência. O processo selerivo
do que que é aproveitável para o aprendizado, esta a cargo da administração dos
Anciões de Dias e dos Portões dos Dias, que definem onde cada Supra mônada
c as divisões menores - definidas como mônadas - devem ter o melhor aproveita-
mento cocriacional para seus desdobramentos psíquicos.
As diretrizes da polaridade a ser vivenciada, também é um amplo traba-
lho entre todas as partes para se chegar a uma linha existencial para cada genoma
c aprendizado psíquico e emocional das almas que se desdobram do Eu Sou em
cada setor de Nebadon.
O próprio Micah sustentava todo o processo no início do projeto es-
trutural de Nebadon (nos primeiros 40 bilhões de anos). Nebadon possui apro-
ximadamente 400 bilhões de anos, um valor que não se enquadra com o que
pesquisadores têm descoberto com os satélites Os que definem a idade do nosso
universo entre 15 a 22 bilhões de anos, devido a ressonância de fundo emitida
no espectro eletromagnético, como se fosse uma assinatura da grande explosão
do Big Bang, que ainda é aceita mas parte da Singularidade original.
Mas o interessante é que esses valores definem a origem do universo em
outras esferas vibracionais muito antes da formação que nós conhecemos e en-
tendemos corno a 3a dimensão (3D). Aqui temos um ponto no qual não pode-
mos usar nosso parâmetro de tempo para avaliar a idade dos registras de Micah
e de muitas outras canalizações, pois podem haver erros de interpretação naquilo
que está definido nos registras akáshicos galácticos.
De qualquer forma, Micah controlou os projetas criacionais por ao redor
de 10% do tempo que estimamos que tenha o nosso universo de Nebadon. Pos-
teriormente, outros seres da mesma categoria de Filhos Paradisíacos e Cocriacio-
nal juntaram-se a ele, ampliando assim a vasta proposta de propagação de raças
e experimentos cocriacionais. Nebadon passou a apresentar uma proposta úni
no contexto relativo aos outros universos locais do conjunto de superuniversos,
que colocou-o em destaque e outros Filhos Paradisíacos e Criadores solicitararr
permissão para inserir novos códigos existenciais, e levaram suas propostas gen
ticas e existenciais para ampliar o contingente existencial de Nebadon.
Esse processo é o responsável pelo aumento do índice de dualidade pa
cerca de 80% no contexto de polaridade da psique da maior parte das raças q
deveriam desenvolver-se nas galáxias internas de Nebadon. Não se pode culp
alguém por esse aumento de dualidade, pois ocorreu naturalmente a medida qL
novos seres com suas criações, apresentavam-se no contexto existencial das qua
100 mil galáxias propostas na criação e expansão de Nebadon. Não podem
culpar somente a egrégora de Anhotak pelo aumento da dualidade em Nebado
Todavia, podemos verificar que a presença de seus filhos em pontos isolad
gerou essa condição; com a perda do controle sobre a proposta energética ,
Anticristo. Que é justamente a oposição à condição do Amor Incondicional
criação de Micah.
Entretanto, muitos seres em equivalência a Micah estavam realizan'
experimentos com a polaridade e se perderam no meio do caminho ao desdobJ
suas partículas na Matriz de Controle.
Um dos seres que mais interveio no livre-arbítrio de centenas de civili;
ções no princípio da Matriz de Controle foi Sarathen, que é um dcsdobramer
de Anhotak e o criador da entidade espiritual Satã. O aumento da dualidade (
muitas galáxias realmente deve-se, em parte, a esse ser e a seus grupos de cc
troladores Os que criaram oposição aos códigos genéticos de Micah e na Ordc
Kumara em Nebadon. Com o passar do tempo a criação proposta pelo arquéti
do Anticristo- que baseia-se na escravidão de seus filhos e na vampirização de~
força vital - acabou gerando um efeito "bola de neve", que ocasionou a perda
controle, e gerou anomalias no contexto criacional em diversos pontos isola<
de Nebadon.
Quando isso foi identificado, o Conselho dos Anciões de Dias, em cc
junto com a Ordem Voronandeck e Micah, decidiu criar o conjunto galáct
(ou Cluster de Naoshi) com 49 galáxias provenientes de diversos pontos de 1'
badon, onde apresentava-se o maior gradiente de polaridade. Esse processo oc
reu na formatação, ainda em 14D, há mais de 138 bilhões de anos da contag•
dos registras de Salvingtón, e que criou, posteriormente, a condição abaixo
120 para a existência do nosso universo visível O que acreditamos ser de 30.

A Origem do Conjunto Naoshi das 49 Galáxias

Naoshi foi configurado com condições adversas para poder permitir a


dualidade de seus filhos e seus desdobramentos psíquicos, que possui uma bar-
reira natural de isolamento que isolava as criações ps•quicas de seus cidadãos
abaixo de 80. I:ssa condição estava codificada na Matriz de Controle de forma a
gerenciar o processo da expansão de consciência de cada alma que se apresentasse
a viver nas 49 galáxias de Naoshi. Porém o gradiente de polaridade Autuava entre
23% e 82%, como no caso da galáxia de Arconis, que foi o reduto existencial da
maior parte dos filhos que sustentavam o foco primordial do Anticristo.
Portanro, existia uma configuração determinada que serviria de base para
o grande jogo cósmico de xadrez entre as polaridades de Cristo e do Anticristo.
No qual os jogadores seriam rodas as supramônadas c mónadas que aceitassem
participar c explorar as suas próprias capacidades criativas nessa contenda de pro-
porções cósmicas, o que até então não tinha sido realizado com essa ampla gama
no percemual de dualidade.
Os experimentos anteriores em outros universos não tinham chegado
além do fator de 35% de polaridade, portanto esses mesmos jogadores estavam
apresentando-se para uma nova etapa, com pelo menos o dobro do desafio origi-
nal que foi demarcado entre Micrh Ham Ell e Anhorak.
Í~ interessante verificar que os Cocriadorcs da Ordem Voronandeck acei-
taram esse jogo e não houve intervenção, pois eles são os engenheiros responsá
veis da estruturação dos superuniversos e suas galáxias, em parceria com a Ordem
dos Elohins. Ocorreu um conjunto de situações que permitiu essa no\ a proposta
exi~renc.ial, na qual cada representante da estrutura administrativa de cada supe-
runiverso ficou engajada para assumir e acompanhar.

Ordem Voronandeck ->Responsáveis pela engenharia criacional dos supcruni-


vcrsos, o que inclui os genomas das supramônadas e seus desdobramentos.

Ordem Melchizedeck ->Responsáveis pela legislação existencial dos universos


c pelo armazenamento das informações nos registras akáshicos do universo.
Ordem Lanonadeck -> Responsáveis pela execução dos projetas políticos e co-
criacionais dos Filhos Criadores, codificação e realização dos genomas etéreos
para as frequências abaixo de 8D.

Ordem Micahélica -> Responsáveis pela ativação dos códigos crísticos e ge-
nomas de Micah. Realizam o policiamento no desenvolvimento das raças e sua
conexão com a Fonte e processo de ascensão para as mônadas.

Ordem Goronandeck -> Responsáveis pelos direitos políticos de evolução nas


diretrizes da Confederação e federações, realizam o estudo da legislação de cada
setor evolutivo e ajudam na conexão e cumprimento das leis universais.

Ordem Kumara ->Responsáveis pela harmonização e intercâmbio da Confede-


ração e energia crística com os mundos em evolução ainda desconectados.

Ordem Aryelis ->Responsáveis pela fiscalização do contexto político evolutivo


de cada quadrante.

Anciões de Dias -> Conselho Cármico administrativo de cada universo local.

Portões dos Dias -> Responsáveis pelo foco criacional indicado a cada Su-
pra mônada e cada mônada, e que cria a condição de gerenciamento no
desdobramento da vida e da emanação psíquica de cada conjunto monádico nos
universos locais.

Último dos Dias-> Responsáveis pelo recebimento do espírito e da alma em


cada conjunto de reconexão do Eu Sou e desse para as mônadas maiores. Efetuam
a avaliação do projeto de cada ser na dualidade de suas aventuras de consciência.

Ordem Santa Esmeralda-> Estudo e desenvolvimento de genomas e raças no


universo. Capacitada a avaliar o grau evolutivo e a produtividade de cada geno-
ma, buscando viabilizar a sua condição cocriacional de conexão com a Fonte.

Ordem Santa Ametista -> Organização do Conselho dos Anciões de Dias jun-
to ao Conselho Local de cada quadrante solar. Representam o Conselho Cármico
de cada planeta.

Nestas definições vocês podem perceber que a estrutura previa um ir


e vir do fluxo de almas entre as diferentes realidades de Naoshi. Porém, com a
complexidade de interferências criadas propositalmente por Sarathen na Matriz
de Controle, o fluxo temporal no desacoplamento da psique do Eu Sou chegou
a quadruplicar em relação à previsão original do projeto.
Isso criou um excedente de almas presas na Matriz, o que gerou o
seu colapso em diversos pontos das 49 galáxias de Naoshi, como de fato ocorreu
na galáxia de Arconis que possui a maior densidade psíquica na dualidade
do conjunto.
Na galáxia de Arconis foram inseridas as principais almas desdobradas da
criação do arquétipo do Anticristo, movidas pelo poder da guerra e da escravidão.
Isso criou um império movido pelo ódio a tudo que fosse diferente desse foco,
o que desdobrou a dualidade e seus efeitos no contexto evolutivo das principais
raças que possuíam uma condição predadora natural, como ocorreu com os rep-
tilianos e insectóides nas primeiras formas de vida de Naoshi.
Foi a partir dessa política, inserida de forma desarmônica por parte de
Sarathen e seus correligionários, que Micah inseriu a sua própria codificação
genética duodecimal (12 filamentos) na estrutura genética de diversas raças que
estavam sendo preparadas contra o genoma bial (2 filamentos) dos reptilianos
originais de Anhotak e de Sarathen, o que criou uma maior polaridade e disputa
de poder entre ambas as facções atuantes no conjunto Naoshi.
Esse fato da intervenção direta de Micah gerou conturbação, pois o
genoma mais evoluído que existia pertencia aos Elohins Primordiais com a
estrutura decimal (lO filamentos), que representavam a Confederação e a Su-
praconfederação. Um genoma com mais filamentos foi considerado um ultraje
por alguns e outros viram uma excelente oportunidade de pesquisa e novos ex-
perimentos encarnacionais, o que prolongou ainda mais o contexto de Nebadon
e seus participantes.
Genoma Bial Genoma Decimal Genoma Adâmico

Assim iniciou-se outro contexto pela dominância genética das princip;


raças em Nebadon, mas principalmente nos domínios do Cluster de Naoshi. f
rém, com o passar do tempo, isso acabou por desdobrar no que viria a tornar-st
pirataria e o comércio de genomas pelas Casas de Comércio no contexto políti
das 49 galáxias, o que alterou o programa original das raças e criou novas ra~
que não estavam catalogadas pela Ordem Santa Esmeralda em Nebadon.
Dessa forma o programa de Nebadon passou a chamar mais a atenç
dos outros Cocriadores dos outros quadrantes e superuniversos, o que criou u
foco inesperado para a criação de diversos sistemas, e que gerou, por sua vez, cc
o tempo, a fusão de diversas realidades paralelas entre Nebadon e outros univt
sos locais como Shinkara, Thifany e outros mais distantes.
Com esse desdobramento, criadores de outros pontos do universo es1
vam requerendo junto ao Conselho Voronandeck de Havona e dos 12 superuJ
versos a possibilidade de experienciar novos códigos genéticos e novas propos·
que nunca tinham sido aceitas. Uma impressionante revolução nos paradigrr
criacionais estava ocorrendo com todos os representantes do nosso univer:
muito antes da Terra existir como planeta. Na verdade, isso ocorreu antes
formação de muitas constelações em Naoshi e em Teta.
Nessa época, Naoshi ainda não tinha se separado, o que criou o glóbt
de Teta, que é um pequeno desdobramento mais isolado do grupo de 21 galáx
do qual a Via Láctea faz parte. Todas as 49 galáxias estavam muito mais próxirr
e entrelaçadas sem uma definição clara de sua independência globular e espir
Em nosso quadrante, na Via Láctea, a nebulosa de Andronover ainda nem est::
definida com clareza, seu campo gravitacional era muito pequeno e não tinha
consistência. Andronover viria a formar posteriormente a constelação de Satânia
ou Velatropa, formando Sol Monmantia e as estrelas vizinhas próximas à Terra e
ao nosso Sol.
Com a criação do quadrante de Naoshi o restante do universo local
de Nebadon apresentou um fluxo mais equilibrado no contexto existencial. As-
sim, foi realizado um processo de exílio e transferência das raças e sociedades
mais polarizadas para Naoshi, criando assim parâmetros e legislação para a duali-
dade em cada quadrante interno de Nebadon. Nebadon possui cerca de 100.000
galáxias e Naoshi representa apenas um cerco de 49 galáxias. Dessa forma, ores-
tante da polaridade também representava um grande desenvolvimento no qual
as equipes estavam desdobradas ao máximo para sustentar a proposta de Micah
e seus colaboradores.
A representação de seres de diversos orbes fez-se presente em Nebadon de
forma abundante, o que gerou a multiplicação dos genomas nos diversos planos
existenciais do universo de Micah. E o que originalmente era uma programação
baseada em um pequeno grupo de Filhos Paradisíacos acabara por tornar-se um
contexto de influência de superuniversos. Representantes do 5° superuniverso
Haratreya e do 6° superuniverso Linathyl foram os primeiros a manifestar-se na
Cocriação de Micah solicitando autorização para evoluírem e testarem suas ca-
pacitações em Nebadon. alguns solicitaram o ponto de Naoshi como alvo direto
antes da aclimatação nos pontos mais amenos da dualidade de Nebadon.

A Origem de Teta e das 21 galáxias

A formação de Teta ocorreu naturalmente no processo de expansão do


conglomerado de Naoshi, o que permitiu um novo mapeamento dos genomas e
das propostas de polaridades existentes até aquele momento. Nesse momento as
equipes da Ordem Kumara resolveram efetuar um projeto relacionado aos mun-
dos decimais e aos logos, no qual a energia crística deveria ser codificada ao longo
do desenvolvimento racial e espiritual de Naoshi, tendo-se como foco temporal o
desenvolvimento de Teta como um projeto mais elaborado, com maiores rique-
zas no desenvolvimento da Matriz de Controle.
Para a formatação de Teta no centro gerador, que foi artificialmente in-
serido e chamado Edência, foram inseridos os códigos originais de Havona e c
Unversa, com as novas matrizes de todas as ordens superiores que pudessem s<
implantadas entre as diferentes realidades vibracionais para inserir novos parâm1
rros na disputa entre a energia do Cristo e do Anticristo, e assim foram criad<
novos patamares da consolidação das diferentes equipes governamentais.
Teta passava a ser um jardim evolutivo com novos genomas que tinha!
evoluído em Naoshi ao longo do tempo. Nesse novo contexto, a Ordem San1
Esmeralda passou a ser ativa e não mais passiva. Passou a controlar e monitor:
os novos genomas e as novas propostas genéticas que deveriam ser implantad:
pela Ordem Lanonadeck. Também passou a efetuar parcerias com todas as linh:
Cocriadoras atuantes nas 49 galáxias, porém mantendo os bancos de dados d<
144 superuniversos e o material genéticos dos principais Cocriadores além c
frequência de 35D.
Com essa dinâmica a Ordem Santa Esmeralda podia estar à frente d:
propostas realizadas pelos grupos residentes em Naoshi e em Teta, e podia est:
partindo dos diferentes superuniversos ou universos locais. Essa situação perm
tiu a colaboração do Comando Temporal e o seu envolvimento em pesquisas r
fluxo temporal não apenas de Naoshi, mas da evolução dos processos em Tet
cfetuando a comparação com o fluxo criacional em outros universos paralelo
Essa nova técnica gerou a formação de dezenas de realidades em paralelo, - qt
não estavam previstas no contexto original de Teta- por parte de todos os envc
vidos, além do próprio Comando Temporal.
As equipes de Anhotak desenvolveram, com seu próprio grupo, um o
mando pirata do tempo que tinha por objetivo a comercialização e a alteraçi
dos genomas existentes no fluxo temporal, criando anomalias no sequenciame1
to de milhares de genomas. Na galáxia de Arconis foram realizados os primeir•
experimentos com códigos genéticos que não deveriam existir. Neste contexto
polaridade chegou ao limite que uma alma e a sua chama trina podiam sustem;
o que criou o processo de involução em dezenas de projetos.
Esse processo deu origem a guerras pelo poder em Arconis, o qual e
sem sentido. E que criou raças que seriam a base genética de espécies como a X
patz, e que aprenderam a vampirizar a força vital de qualquer forma de vida. Pa
muitas criações geradas nessa corrida pela tecnologia nas esferas abaixo de 121
ocorreu uma perda de sentido na busca pelo poder, e o processo da desconex:
com seus criadores também acabou ocorrendo, pois o excesso de polaridade .
psique de muitas raças gerou um conceito de divindade deturpado O que criou
os falsos deuses em diversos impérios que passaram a controlar a evolução de
outros seres com menor graduação tecnológica e intelectual.
É interessante salientar que os experimentos idealizados pela consciên-
cia das mônadas e dos grupos de Eu Sou, ao entrarem na Matriz de Controle,
estavam muito além do que realmente seria a realidade. Existia uma idealização
de um projeto grandioso e fantástico no conceito cocriacional. No qual pode-
riam testar as suas capacidades de criação e o poder de Deus em planos inferio-
res, criando novos universos e realidades hipotéticas, numa realidade onde tudo
é perfeito. Entretanto, quando as almas iniciaram a sua jornada na Matriz de
Controle, entraram em outra realidade vibracional que os aprisionou em suas
próprias criações. Surgiu, desta forma, a malha do fluxo das formas-pensamento
nas esferas internas de Teta e do restante das galáxias, e criando realidades muito
mais densas e emaranhados de fluxos de energia do pensamento e do latente efei-
to da desconexão com a sua própria Fonte Primordial. Com tal feito as trocas de
informações acabaram por ficar muito mais irregulares do que tinha-se proposto
originalmente.
Esse acontecimento obrigou a Ordem Micahélica a criar o Projeto
Avatárico, de forma emergencial, para inserir almas ascendidas, para além da
estrutura de 15D, no contexto politico e psíquico de Teta e do conjunto Na-
oshi. A esta altura entra a Ordem Kumara com a proposta de codificar a energia
crística nas 49 galáxias, para inserir as diretrizes da Confederação e plantar
sementes importantes.
Uma dessas sementes foi a egrégora do Ancião de Dias e Arcanjo Me-
tratem que implantou, a partir do conjunto das Três-Marias da constelação de
Órion, a Fraternidade Rosa de Órion, assim como outros implantaram em im-
portantes lógos solares outros focos da energia crística primordial da Fonte.
O que realmente ocorreu é que não estavam capacitados para descender
de esferas além de 12D e simplesmente iniciar uma jornada em realidades de
SD a 7D com elevado fator de dualidade vibracional. Até as almas que que-
riam testar os projetes de Anhotak e de Sarathen acabaram ficando perdidas e se
desconectaram.O que criou uma legião de seguidores da proposta do Anticristo
que foi gradualmente deturpada e perdeu as diretrizes originais de oposição orga-
nizada em relação a Micah.
Os grupos decorrentes da energia do Anticristo acabaram por perder-
se e gerar deformações nas suas sociedades, que as levou à destruição e à rui
como impérios. O que eles originalmente queriam era provar que essa propo~
era mais organizada e produtiva que a de Micah. Contudo, eles mesmos criara
a sua autodestruição em diversos lugares através de guerras sem sentido. E:
processo gerou um aumento na disputa de poder entre as polaridades, e que n
deveria existir, pois Anhotak e Micah não são inimigos de confronto, apenas co
trolam e gerenciam de forma distinta seus impérios, mantendo o equilíbrio c
universos para poderem coexistir em harmonia, na medida em que a consciên,
de cada alma evolui em seus processos para cada polaridade.
No entanto, a deturpação criada pelos discípulos corrompidos criou ut
disputa de poder desarmônica e totalmente desastrosa para todos. O que obrig
Anhotak e Micah a ampliarem a barreira de isolamento sobre as 49 galáxias'
deixar cada grupo à sua própria sorte evolutiva. Foi nesse contexto que a Cc
federação passou a ignorar por muito tempo os resultados das disputas de po<
internas nas 49 galáxias. Durante esse período os líderes rebeldes adquiriram
registras da Matriz de Controle e passaram a controlar parte dela com a ins
lação de vírus cibernéticas na rede neural das principais galáxias, tais como a
Arconis. Os líderes e filhos de segunda e terceira linhagem de Sarathen, co1
Satã e outros, passaram a controlar as mônadas conectadas à Matriz de Contrc
criando um império em equivalência à Confederação em muitos pontos do cc
junto das 49 galáxias.
Essa situação passou despercebida da Confederação, o que levaria a p
turbações sem precedentes na estrutura galáctica de Naoshi. As galáxias de 1
apresentaram maiores interferências devido à proposta das novas mônadas . .
gumas controladas e clonadas pela tecnologia dos rebeldes. Parte do mate1
genético além de 15D de Anhotak e de Sarathen foi utilizado para conseg
inserir esses vetares de energia,assim como a linhagem direta desses seres na
láxia de Arconis, para posteriormente ser transplantada para outras galáxias
conjunto, como Andrômeda. A qual foi uma das primeiras a ser infectada o
a codificação genética de Anhotak. Entretanto, essa codificação foi adulter;
para parâmetros com elevada dominação e capacidade de controlar as out
formas de vida, liberando raças com alto poder psíquico para controlar ou1
formas de vida.
O poder da magia foi codificado partindo desse genoma que estava
serido em 13 famílias genéticas de Arconis e que deveria ser implantado nas
galáxias por decreto de Sarathen. Tendo sido Satã um dos principais encarregados
de inserir esses códigos em todos os genomas que fossem criados e aos que ele
pudesse ter acesso. Foi neste contexto que Satã sabotou os projetas de Lúcifer e
de Shamuna no núcleo da Via Láctea, e que contaminou diversos projetas gené-
ticos, o que inclui o Projeto Adâmico de Micah.
Teta acabou recebendo material genético contaminado dos experimen-
tos de Satã e de outros seres, pois a galáxia de Arconis dividiu-se. O que criou
uma ilha ou nebulosa de pequeno porte, mas de alta densidade, e que ficou nas
proximidades da galáxia de Andrômeda, ponto por onde iniciou-se o transporte
do material genético de Anhotak para pontos estratégicos nas imediações dos
principais portais estelares das estrelas massivas e dos pulsares. As equipes mais
antigas das civilizações coloniais de Sarathen e de Anhotak foram instruídas so-
bre a tecnologia da Confederação e do transporte através do campo gravitacional
das estrelas e dos pulsares, o que permitiu que esses grupos tivessem maior auto-
nomia evolutiva em comparação com os outros grupos de Micah.
Nesse contexto, formata-se uma situação desequilibrada, pois a primeira
diretriz da Confederação define a proibição de intervenção no processo evolutivo
de uma raça em evolução. Porém, os grupos de Anhotak e de outros seres não
respeitaram essa diretriz e inseriram tecnologia e conhecimento, o que adiantou
em milhares de anos a evolução de dezenas de raças que tinham sido criadas
artificialmente. E assim gerou o desequilíbrio na balança de forças e harmonia
de Teta.
Aqui temos a diferença entre os seres confederados e os não confederados:
Confederados -> Compelidos a seguirem as diretrizes e a não inrervir no livre
arbítrio das raças desconectadas.
Não confederados-> Interferem em proveito das raças e ajudam na evolução,
quebrando as diretrizes vigentes.
Essa diferença acabou por definir quem venceria na evolução tecnológi-
ca. Mas a imaturidade espiritual para tamanho poder tecnológico foi um desas-
tre por parte de muitos desses privilegiados seres descendenres dos interesses de
Sarathen e de seus correligionários. Teta acabava de ser classificada como campo
de pesquisas ilimitadas, o que despertou a preocupação de membros da Confe-
deração, que pediram autorização à Ordem Goronandeck para avaliar através da
Ordem Kumara uma ação de contra-ataque.
Depois de muito tempo, as ações foram autorizadas e inseridas nos lógos
que estavam sobre os pontos de controle da egrégora de Cristo, passando a ir
tensificar a codificação do Projeto Avatárico em Teta e nos outros grupos. Com
a Nuvem de Magalhães, por exemplo, que é uma nebulosa equivalente a urr
ilha da nossa galáxia, e que insere novos códigos de genomas com estruturas ma
avançadas do que a adâmica de 12 filamentos. Com esse procedimento a Order
Santa Esmeralda passa a ativar estruturas em Teta que não estavam autorizad<
devido às diretrizes. Começa a revisão das diretrizes para o setor de Teta pel
primeira vez em bilhões de anos, e os próprios seres da Confederação começam
questionar a validade das mesmas em um universo de pesquisa e de manipulaçã
como o encontrado nas 49 galáxias.
Diversos grupos de estudos e conselhos reuniram-se na capital de N<
badon (Salvingtón) para avaliar como modificar ou suspender as diretrizes, e
que isso significava perante as proposta até então assumidas pelos Cocriadore.
Um dos maiores desafios internos em Nebadon realmente foi o de possibilitar
evolução com o alto índice de polaridade e manter as diretrizes simultaneamente
Esse aspecto foi uma das maiores reservas e um dos maiores contribuintes para
expansão da dualidade entre as diferentes facções, pois muitos seres da Confed<
ração escolheram ajudar seus filhos indo contra as diretrizes impostas milhões d
anos antes.
Micah, sempre fiel às diretrizes, teve muitos desafios nesse contexto, po
em outros universos já tinha ocorrido a evolução de grupos nos quais os merr
bros cocriacionais tinham participado na evolução de seus projetas de form
direta, e com isso alterado o fluxo evolutivo, motivo pelo qual as diretrizes forar
criadas e estabelecidas como parâmetro. Em Nebadon, a ideia era, justamente
evitar ou até mesmo proibir essa intervenção, porém muitos seres no seu envoi
vimento psíquico com seus próprios desdobramentos acabavam por realizar ess
intervenção por amor e misericórdia, conforme o contexto.
A intervenção em muitos momentos ocorria para evitar catástrofes com
a destruição de um planeta devido a equívocos gerados na ilusão do uso indiscri
minado do poder, ou por algum motivo cósmico que pudesse gerar a destruiçã
de um mundo. Contudo, muitos dos grupos, ao perceberem o desequilíbrio gc:
rado pela descendência da linha filosófica de Anhotak, resolveram intervir a favc
de suas criações para poder garantir a sua sobrevivência frente ao processo prc
dador de raças geradas no foco da egrégora do Anticristo e de outras decorrente
dessa frequência.
Portanto, um não confederado não é uma definição de seres negativos
destruidores, mas em parte, de seres que interferem na evolução de seres em
mundos primitivos. Tanto para ajudar na sua evolução como para garantir a sua
posição de destaque no fluxo evolutivo frente a outros grupos. Desse processo
surgem as raças que podem ser consideradas não federadas, e que de forma si-
milar, não aceitaram as diretrizes da Confederação na sua trajetória evolutiva em
relação às outras Federações que as aceitaram. Ou seja, o contexto nesse fluxo da
evolução não é o bem contra o mal, mas a questão da aceitação e aplicação de
diversas leis ou diretrizes no contexto evolutivo do desenvolvimento social em
relação a outras formas de vida.
Trata-se de uma situação tênue e complexa no contexto de Teta e de
outros sistemas, que normalmente para a humanidade está além das referências
filosóficas e religiosas. Ambas partes podem gerar um fluxo de situações harmó-
nicas ou não, conforme o ponto de referência que queiramos avaliar.
Teta tornou-se um emaranhado de situações desse tipo, onde muitos
impérios foram construídos com a ajuda de seus criadores. Criadores estes das
esferas superiores à frequência de 1OD, o que criou verdadeiros universos
abaixo de 8D, nos quais o fluxo psíquico era controlado pela Matriz de Controle.
Podemos definir cerca de 485 grupos de destaque nas 21 galáxias de Teta que
atingiram a definição de impérios estelares ou até mesmo galácticos devido ao seu
desenvolvimento tecnológico. Todavia, pouco mais de 80 atingiram o desenvol-
vimento espiritual na mesma proporção, o que resulta em tornode 17% desses
impérios. Os quais conseguiram consolidar o poder do espírito na sua evolução
em paralelo à tecnologia.
Esse percentual representa àqueles que conseguiram inserir a codificação
da Confederação em sua evolução, e com isso passaram a representar os grupos
avatáricos de Micah e de outros seres equivalentes. que, ao se desdobrarem, ini-
ciaram a projeção do fluxo de Cristo Micah na evolução de milhares de outros
povos através do fluxo encarnacional de avatares: como ocorreu na Terra através
de pessoas como Sidarta Gautama, Maytreia, Jesus Cristo, Kuan Yin, Gandhi,
São Fransciso de Assis, e outros. Pessoas ou almas como essas existem justamente
para inserir ensinamentos ligados ao plano maior.
A expansão da consciência de Cristo Micah foi introduzida em Teta gra-
dualmente, através desses aproximadamente 17%, e passou a representar um
fluxo continuo que no momento representa pouco mais ou menos de 58% do
contingente de civilizações das 21 galáxias. O crescimento desta egrégora é just
mente o trabalho da Confederação, que teve, em muitos momentos, a ajuda tat
bém de seres cocriacionais considerados Não Confederados, porém associado!
linhagem de Anhotak, e que inseriram sua intervenção no propósito de ajudar
harmonização de outros impérios.
É fundamental entender que Micah não é inimigo de seus irmãos q
escolhem intervir na evolução de seus filhos ou descendentes, mas que ele pos~
uma diretriz e a respeita. Por outro lado, alguns de seus irmãos e associados ino
pretam de forma distinta e ajustam essas diretrizes de forma a criar condições
harmonização e do despertar da consciência.
Essa condição acabou ocorrendo com Micah no momento que ele de
diu encarnar na Terra como Jesus Cristo de Nazaré. Nesse momento Micah es
va decidindo vivenciar um processo encarnacional que estava totalmente fora c
diretrizes até então estabelecidas. Porém, com a diferença de que Micah pass01
encarnar fisicamente e não a intervir extrafisicamente como seus irmãos tinha.
no realizado até então.
Com essa situação Micah coloca Teta novamente no centro das atençi
de Havana, mas em especial, de milhares de Cocriadores de diversas magnitud
pois ele sempre foi cumpridor das diretrizes. Com a sua efusão como a de Cris
em um mundo em exílio em 3D, quebraram-se dogmas e referências relativ
Questionando-se até que ponto as diretrizes são realmente aplicáveis. Os r
confederados passaram a ter uma notoriedade importante no contexto polít
além de 12D. Novos paradigmas estavam configurando-se com a implantação
fluxo temporal de milhares de planetas, justamente para intensificar esses 5~
para patamares de 70% ou mais.
Novamente o fluxo do tempo passou a ser alterado e com isso novas r
!idades paralelas foram cocriadas em Teta, ajudando a salvar milhares de plane
da destruição, pois milhares de seres equivalentes a Jesus passaram a encar:
partindo da referência de Micah na Terra.
Até nesse contexto o universo local de Nebadon passa a ser diferer
o que gera uma condição única na qual a Ordem Voronandeck envolve-se
forma direta em assuntos para muito além de sua atuação no contexto polít
dos universos. Com o envolvimento dessa organização, outras passaram a dar
enfoque relevante a sua participação em busca de experiências como a de Mi•
na Terra. Cada Ordem decide preparar grupos específicos de mestres e enviá-
aos mais longínquos pontos para vivenciarem mundos equivalentes a Terra, e a
expressar o fluxo da energia criacional frente à polaridade expressa pela ilusão de
cada sociedade.
O estudo da polaridade no desenvolvimento da alma é um aspecto
relacionado com os mistérios do universo, pois cada raça gerada em busca da
perfeição apresentou diferentes performances nesse quesito. Cada qual passou
a encarnar em diferentes formas de vida para conseguir obter uma avaliação do
desenvolvimento psíquico no universo, e Nebadon ultrapassou todos os parâme-
tros até então praticados e experienciados pela maior parte das mônadas.
Havia outra questão crucial, o grau de dificuldade de retorno das partícu-
las de uma mônada em Nebadon era pelo menos 40% maior do que nos outros
universos. Contudo, em Teta, esse valor tinha chegado a 70% além do normal,
o que significava um alto gradiente de dificuldade, um desafio que chamava a
atenção de cocriadores e de mônadas.
Estima-se que o número de supramônadas e mônadas residentes em Ne-
badon seja superior, em pelo menos, 37% a média normal de outros universos
maiores do que Nebadon, uma vez que os universos vizinhos possuem entre 70%
e 150% mais galáxias do que Nebadon. Isso devido ao índice maior de dualidade.
Para ter-se uma ideia, o universo de Shinkara possui no máximo 5% de polari-
dade, Tifhany 3% e Nebadon iniciou sua proposta com 60% e atingiu 80%.
Portanto, o processo evolutivo e o desdobramento da personalidade em Nebadon
passaram a ser realmente um desafio em diversos setores para as mônadas que
solicitavam e conseguiam sua missão em Nebadon.
Por conseguinte, em Nebadon surgiram desdobramentos de diversos
grupos e organizações cósmicas a diferença de muitos outros universos, não por
existir algum tipo de diretriz sobre esse aspecto, mas porque cada qual exercita-
va a sua cocriação nos planos que eram mais harmônicos e práticos para si. O
desafio de Teta estava além do convencional, o que chamou a atenção - muitos
queriam sair da monotonia existente até esse momento.
Cada organização apresentou a solicitação e os projetas para os dirigentes
de Nebadon: propostas das melhores raças e genomas que já tinham sido realiza-
dos em outros universos. A biodiversidade proposta para a nova fase de Nebadon
estava muito além do previsto originalmente. Esse foi um dos motivos pelos
quais o setor de Naoshi foi criado e porque deste surgiu Teta: para acomodar de-
terminadas propostas e o seu desenvolvimento. Obviamente que nesse contexto
muitas facções ligadas à descendência de Anhotak e de ourros em equivalência
apresemaram seus projeros e propostas. Situação que ocorreu ames da forma-
ção estrutural de Naoshi. Em nossa comagem, estamos falando de cerca de 60
bilhões de anos, portanto uma comagem além do que consideramos a idade do
universo físico conhecida e aceita pela nossa atual tecnologia.
Não significa que seja correto ou incorrera, apenas não detemos ainda
uma condição de avaliar a idade do universo ou de seus serores nas outras fre-
quências dimensionais, além da que conhecemos como nosso plano físico e sua
densidade. É importante que essa nota seja considerada no estudo daquilo que
buscamos emender, pois o universo é muiro mais amplo e complexo nas suas
outras realidades além da nossa existência, que não pode ser mensurado apenas
pelos parâmetros físicos e humanos aceiros até o atual momento.
Definiu-se que Nebadon seria dividido em 7 serores internos pela gra-
duação de polaridade e pelo gradieme de dificuldade para expressar a alma em
cada etapa, dessa forma o pomo culminame das efusões ocorreria no quadrame
de Teta. Esses 7 níveis eram a base pela qual a Matriz de Controle estava dividida
em gradientes no amplo território de probabilidades de Nebadon. Sete serores
internos foram codificados para suportar desde a 1a efusão na Matriz de Comrole
por parte das mônadas e de suas partículas denominadas de Eu Sou. O que per-
mitiu que gradualmeme fosse autorizado, conforme o gradieme de crescimemo,
o aumemo do grau de dificuldade na dualidade de cada setor de Nebadon. Esses
sete setores tinham o aparte total das equipes e compreendiam cemenas de galá-
xias nas mais variadas condições.
O primeiro nível desse conjumo apresemava uma dualidade ou polari-
dade máxima de 20%, controlada pelas diretrizes e pelas organizações de policia-
memo de Micah. Para permitir a aclimatação do conjumo de mônadas foi criado
um seror cemral próximo a Salvingtón, que seria um campo neutro de pesquisa
e aclimatação da consciência em aparelhos equivalentes à Matriz de Controle.
Porém em ambiente conrrolado e fechado pela tecnologia local de Micah. Esse
ponto era obrigatório antes da Mônada iniciar sua projeção para os quadrantes
do jogo cósmico de Nebadon.

0° ponto de aclimatação 5% a 18% de polaridade. 12 Níveis internos.


Cerca de 13 mil galáxias destinadas a esse processo de adaptação.
1° quadrante 20% Saghera- Onerha ->8 mil galáxias.
2° quadrante 35% Adhara- Imphory -> 12 mil galáxias.
3° quadrante 45% Athemar - Galaran -> 15 mil galáxias.
4° quadrante 55% Zather- Galamy - > 22 mil galáxias.
5° quadrante 65% 'Iheony- Phock -> 13 mil galáxias.
6° quadrante 75% Unara- Theflos -> 15 mil galáxias.
7° quadrante 85% Namaren ( Naoshi e Teta) - > 2 mil galáxias.

O conjunto de Namaren é um grupo fechado com aproximadamente 2


mil galáxtas. Localizado no ponto inferior do plano equatorial desse conjunto fica
o conjunto de 49 galáxias de Naoshi, e dentro desse, o sistema de 21 galáxias de
Teta do qual fazemos parte. É considerado o lugar no qual ocorre o experimento
de maior polaridade de Nebadon, onde a matriz de controle foi adulterada pela
hierarquia do Anticristo, criando anomalias no fluxo espaço-tempo, motivo pelo
qual é a mais isolada e pesquisada, pois o índice de retorno das partículas para
suas mónadas é inferior a 18%, no prazo determinado pelos Anciões de Dias.
Essa definição de porcentagem apresentada aqui é puramente ilustrati-
va, pois não é exata, mas serve de parâmetro para entender como cada patamar
equivalia a um novo nível de dificuldade no processo evolutivo da alma e da
reconexão com a Fonte Primordial de sua mônada.
Aqui, o desafio a ser vencido relativo à condição ascensional é um fator
motivador, porém, para muitos, surge a questão que, para se querer passar por
e.sse processo existe uma conotação de "ego" pessoal por parte dessas mónadas.
Na verdade, não se trata do "ego" no conceito humano pejorativo, mas a busca
pela capacidade cocriacional da Fonte Primordial e suas emanações de todas as
possibilidades. Quando uma consciência consegue expressar-se nas mais variadas
condições de vida e o desdobramento da consciência atinge o plano mais alto
do equilíbrio, ela está pronta para ser uma cocriadora de um universo. Micah e
todos os outros dirigentes conseguiram essa condição que os coloca como auto-
outorgados na criação.
O desafio é ser um auto-outorgado pela capacidade ascensional nos pró-
prios projetas e ilusões que são sustentados a cada momento. A realidade que
cada alma manifesta nas mais variadas condições dos universos residentes para
sua consciência gera a capacidade de aprendizado e desenvolvimento na polarida-
de. Cada etapa envolve a busca do correto e inceno. Bem e mal buscando traba-
lhar a intuiçao no fluxo perfeito do universo, essas condições acabam por lapidar
uma alma. Toda essa informação é levada de volta para a mônada. Milhares de
partículas são produzidas pelas mônadas, justamente para poderem ter um maior
volumem de informações, que transmitam o conhecimento e a experiência de
cocriador nas mais variadas condições.
As mônadas representam, na verdade, super computadores de energia
que armazenam e avaliam as informações prestadas pelas partículas de consciên-
cia que atuam no vasto complexo cósmico denominado de Matriz de Controle.
Tudo é informação e holograma. Aqui colocamo-nos novamente no contexro
similar ao filme Matrix, na realidade podemos aplicar muitos conceiros desse
filme à nossa própria existência, entre cada uma de nossas encarnações na Terra e
nas realidades paralelas em outros planetas.

Os projetos Micahélicos

Micah definiu diversos projetos criacionais pessoais e muitos em parce-


ria com outros seres de Nebadon e fora do mesmo. Como foi com Shtareer no
desenvolvimento de diversos genomas, o que inclui o genoma Adâmico Kad
Amon, Felino, Cetáceo, Eletromagnético de Simbiontes. No entanto, o projeto
Adâmico era, na verdade, um projero da egrégora de Micth Ham Ell, que é um
fractal superior de Micah, e que fez a parceria com o Voronandeck do Conselho
de Havona e de Orvotón Shtareer.
A maior diferença dos genomas que tiveram essa parceria estava na es-
trutura fractal de seu DNA múltiplo, além do fractal decimal ou bial que eram
produzidos até esse momenro. Uma nova proposta com um DNA de 12-13, 16-
17, 22-23, 28-29, 32-33 filamenros na sua estrutura eletromagnética de conexác
com as outras realidades diretamente com a mônada. Algo que permitia ativaJ
filamentos além do controle da Matriz, o que, por sua vez, foi um faror revolu-
cionário muito além do projetado e proposto até então.
Essas cadeias de filamentos possuíam matrizes algorítmicas complexa!
que escapavam ao controle da realidade abaixo de 30D. O que significa apena!
o controle das esferas da Supraconfederação e da Ordem Voronandeck, e que
representava uma revolução política na estrutura das diretrizes até então aceita:
no contexto criacional de Havona, quanro mais em um universo local interno de
um superuniverso.
A estrutura do DNA e seus filamentos de conexão superluminal é sus-
tentada sempre pelo fator ímpar de ligação além da combinação do emaranhado
par do DNA. Por exemplo, o nosso DNA original de 12 filamentos possui um
Táquion de conexão que é justamente o 13° filamento e que está conectado ao
Fractal original e primordial junto a Micah. O mesmo ocorre com todos os ou-
tros genomas e seus filamentos pares e ímpares. Isso ocorre justamente para ativar
a frequência do táquion que é responsável pela conexão direta com Micah e com
as mônadas inseridas no projeto cocriacional dessa alma.
Tal proposta foi uma revolução decisiva na nova fatoração de Micah,
que empregou material genético e projetos diretos de Havana e de Shantar
com a colaboração da Ordem Voronandeck e Goronandeck. E ocorreu para
conseguir estabelecer parâmetros emergenciais para a alta dualidade que estava
prevista inicialmente em Nebadon, mesmo com o aumento substancial, os pro-
jetas com esses fatores de radiação taquiônica ainda apresentam muitas vantagens
aos desdobramentos da energia de Micah em diversos pontos onde a energia é
mais densa.
Mesmo nos pontos mais densos, a energia primordial inserida na codifi-
cação dos genomas de Micah possui um ponto de permeabilidade com a radiação
de Táquions emanada pela consciência de Micah. Por mais negativada e rebelde
que esteja essa consciência, essa condição é o fator de reversão psíquica nos mais
rebeldes que com o tempo adquirem a mestria na sua própria dualidade. E com o
tempo voltam à busca da reconexão com sua mônada, justamente pela existência
dessa radiação de táquions que está codificada no amor incondicional de Micah.
Esses genomas foram cuidadosamente criados pelas equipes da Ordem
Santa Esmeralda, seguindo os parâmetros de Mitch Ham Ell, Shtareer, Ema-
nuelis, Micah e outros desse patamar criacional. Criaram uma nova Matriz de
Controle interna nas configurações e combinações dos genomas que aqueles seres
sustentam em sua irradiação primordial, permitindo que esses genomas sejam
misturados com outros sem tal combinação. O que gera, com o tempo, a condi-
ção evolutiva e ascensional em CristO para todos os genomas mistos, e cria assim
a reconexão com a egrégora de Cristo para qualquer alma que não tenha sido
criada por Micah e seus colaboradores.
A ideia era conseguir absorver outros genomas de alta polaridade, como
os gerados pelas equipes dissidentes de Anhotak ou de Sarathen, e dar a essas
almas a condição ascensional na proposta do Cristo e das egrégoras equivalentes.
A amplitude genética representava um fractal sustentado diretamente em Havo-
na/Shantar. À diferença dos outros genomas que estavam sustentados apenas na
energia de seu cocriador de forma egoísta e simplificada. O que gerou a maior
parte dos genomas de estrutura de filamentos do DNA bial, quadra, sexta! e oc-
tagonal, porém sem estarem codificados no centro gerador de radiação universal
Havona/Shantar, com isso a limitação evolutiva sempre esbarraria na fonte que
a criou de forma limitada, não sustentando a possibilidade de conexão com a
Fonte Primordial do Universo Multidimensional no qual existimos.
A proposta realizada por Micah tinha um fator decisivo inesperado que
foi usar o banco de dados de Shantar como gerador radiônico permanente no
universo. O que criou a condição natural de reconexão à Fonte Primordial que
tudo é sem intermediários limitantes. Esse fator foi o estopim da guerra pelo
poder de Deus em diversos pontos dos superuniversos, mas em Nebadon, o pro-
cesso foi intensificado. Quando os cocriadores das outras linhas perceberam que
a possibilidade de seus filhos evoluírem além de sua estrutura era possível através
da mescla e damiscigenação racial dos filhos de Micah com suas criações signifi-
cou a perda do controle em diversos pontos do universo. O que criou, dessa for-
ma, uma condição não esperada pelos dirigentes de milhares de universos. Esse
foi um ponto que com o tempo gerou-se internamente nos grupos com maior
potencial militar e tecnológico. Uma corrida pelo poder e pelo controle genético
em centros coloniais.
Estes centros colônias estão inseridos abaixo de 12D como já foi dito,
embora espalhados por milhares de outros universos locais como Nebadon em
Orvotón, e nos outros superuniversos, conforme o grau de polaridade que foi ati-
vado em cada um. A questão é, que muitos cocriadores das esferas Melchizedeck,
Lanonadeck entre 15D e 18D acabaram entrando na Matriz de Controle abaixo
de 12D, para gerenciar os projetos e com isso criaram impérios que representas-
sem o ponto de equilíbrio. Mas esse ponto de equilíbrios seguia uma configura-
ção além de 12D, o que não se enquadrava totalmente nas realidades abaixo das
estrutura de 12D, Criaram assim, anomalias, que, com o tempo, fizeram com
que os grupos mais adiantados direcionassem seus impérios para o controle das
outras raças menos favorecidas pela tecnologia.
Esse fator não fazia parte dos planos de Micah, pois ele sempre partiu
da premissa do amor incondicional, e muitos emissários não compartilhavam
essa diretriz, criando impérios do poder pelo poder sem sentido. Essa situação
fez com que Micah enviasse seus emissários da Ordem Kumara e de outras para
gerar uma malha de contraposição na situação de Teta e dos outros sistemas que
fossem necessários. Ativar um gradiente maior de radiação Takiônica sintonizada
em Cristo foi outro importante fator do desdobramento ascensional em milha-
res de sistemas solares em Teta., O que gerou, dessa forma uma polaridade de
contraposição para cada quadrante. Essa condição permitiu a instalação de logos
operantes em Teta como radiadores e Pulsares de energia crística permanentes
em milhares de pontos de cada galáxia de Teta e o resto em Naoshi. Esses pulsos
radiônicos de amor e de despertar permitiram que os emissários Kumaras e ou-
tras organizações pudessem evoluir e sustentar suas missões dentro de centenas
de situações na evolução política de cada império que se formava na polaridade
entre o bem e o mal na busca pelo poder e pela reconexão com a fonte.
Com o tempo, esses centros de energia crística deram origem aos grupos
em evolução de maior destaque nessa mesma egrégora, como é o caso da civili-
zação da estrela de Canopus que foi a primeira a vivenciar e expressar a energia
de Cristo e consequentemente a ascensão de sua civilização. Posteriormente a
civilização da estrela de Sírios Alfa e de outras seguiram para esse mesmo parâme-
tro. Portanto, Micah semeou a irradiação de sua energia para milhões de filhos,
que permitiuque o equilíbrio entre as diferentes polaridades pudesse existir no
desenvolvimento da consciência de cada grupo Monádico de almas nas diversas
frequências existentes em Teta e em Naoshi.
Essa configuração permitiu que muitos projetas fossem realizados no
decorrer dos últimos quase 18 bilhões de anos do setor de Naoshi e Teta. Ini-
cialmente foram contabilizados aproximadamente 35 mil projetes com distintos
genomas primordiais, que com o tempo deveriam mesclar-se gerando novas raças
e a evolução de formas de vidas híbridas para o acoplamenro das almas na Matriz
de Controle entre o que entende-se de lD até 120. Os projetes baseavam-se na
busca da melhor condição cocriacional para cada grupo de alma nos quadrantes
estelares de Teta e de Naoshi.
Dos 35 mil projetes originais, ocorreu um desdobramento que nos leva
a quase 8 bilhões de projetes e genomas diferenciados no momento atual da
evolução do nosso quadrante de Naoshi. Milhares de almas desdobradas em re-
alidades paralelas desses 8 bilhões de possibilidades existenciais. Cada mônada
optou pelo desdobramento de diversos conjuntos de possibilidades, através de
partículas ou fragmentos de sua consciência, o que denominamos na Terra de
Eu Sou. Normalmente as mônadas podem desdobrar-se em até 144 partículas de
Eu Sou, o que significa que são 144 quadrantes estelares a viver o aprendizado
e as experiências cocriacionais da evolução nas diferentes raças e condições. Esse
faror evolutivo gerou a necessidade do ajuste de muitos genomas para conciliar as
propostas que deveriam ser pesquisadas e são provenientes de outros universos.

Os Projetos Luciferianos

Lúcifer é um cargo ou uma patente administrativa que governa cada ga-


láxia. Esse cargo esta apoiado pelo Conselho de Shamuna e que é um grupo de
12 seres. Lúcifer é o representante desse grupo e lidera as determinações gover-
namentais de uma galáxia. Cabe a tal representante e líder gerenciar e aprovar os
projetos apresentados pelos filhos paradisíacos de Nebadon e de outros universos
que estejam apresentando-se para solicitar experimentos na galáxia sobre a regên-
cia de um governante.
Lúcifer possui total liberdade e discernimento para avaliar as propostas
enviadas à sua galáxia de soberania, para poder, junto com o grupo do Conselho
dos 12, averiguar as consequências e o desdobramento que cada raça e seror da
galáxia terá com esse novo projeto. Dito Conselho dos 12 possui representação
em Naoran para avaliar em conjunto rodas as propostas apresentadas no aglome-
rado de Naoshi.
As configurações peculiares apresentadas em Naoshi, geraram condições
distintas no processo administrativo em comparação a outros aglomerados do
setor de Namaren. Com as quais os governantes tiveram que gerar suportes ad-
ministrativos flexíveis para as condições extremas da proposta elevada no requi-
siro da dualidade e condição psíquica e genética do que estava desdobrando-se
nas galáxias de Naoshi. O Conselho de Naoran criou uma maior abrangência e
poder administrativo para cada Conselho das galáxias, para poderem decidir em
separado as condições de governabilidade em relação às propostas apresentadas
pelo Conselho de Salvingtón de Micah.
O Conselho administrativo de Micah apresentava as propostas e os re-
querimentos de diversos Filhos Paradisíacos, querendo inserir novas propostas e
pesquisas evolutivas com alto gradiente de dualidade. Porém a responsabilidade
do acompanhamento desses projetos recaia sobre a administração de Micah, o
que era repassado diretamente ao Conselho de cada Cluster de galáxias. No caso
de Naoshi a situação tornou-se mais complexa, pois era justamente o setor com
o maior índice de dualidade permissível nas raças que estavam sendo criadas e as
que estavam propostas em outras etapas do desenvolvimento racial e genético.
Foi necessário aumentar a autonomia do Conselho dos 12 de cada galá-
xia, para que com isso pudessem ter maior envolvimento e pudessem desdobrar-
se nos emaranhados internos abaixo de 12D das distintas realidades que seriam
denominadas de Matriz de Controle. Nesse contexto, o líder da Via Láctea,
Lúcifer, desdobrou a Ordem Lanonadeck em 4 níveis distintos para dar a esses
grupos a condição de permeabilidade dimensional abaixo de 12D e para atuar
diretamente com os grupos em evolução, dando-lhes carta-branca no envolvi-
mento com os projetas que estavam em andamento.
Nesse ponto ocorre o início da contaminação entre seres de elevado gra-
diente de luz, de confederados para não-confederados no requisito de não interfe-
rir no livre arbítrio das raças em evolução. Esse foi o ponto crítico da autorização
dada por Lúcifer a seus subordinados, dentre eles Satã, que era o representante
mais elevado após a hierarquia dos Conselho dos 12 e do próprio Lúcifer.
Tanto Satã como seus colaboradores acabaram interferindo no livre ar-
bítrio de muitas raças, criando uma condição de favoritismo em relação a ou-
tras raças, ainda mais quando descobriram as configurações genéticas entre as
estruturas Bial, decimal, Duodecimal e outras, em diversos conjuntos de raças
na Via Láctea. Poderíamos dizer que aos poucos esses membros da Ordem La-
nonadeck secundária, terciária e quaternária corromperam-se com a condição do
poder pelo poder e pelas emoções que isso gerava. Muitos desses seres acabaram
desdobrando-se em clones nas raças de liderança para poderem estar atuantes e
vigilantes, mas com o tempo acabaram ficando presos na mesma Matriz de Con-
trole que as almas escolhidas para cada projeto.
Dito processo ocorreu sobre a liderança de Lúcifer, que por sua vez estava
envolvido nas deliberações multidimensionais, não apenas da Via Láctea, mas
do conjunto de Teta, devido à presença de muitos seres além de Micah. Dentre
eles, o próprio Anhotak tinha escolhido uma galáxia para sustentar suas pesquisas
com a permissão de Micah, essa galáxia chama-se Arconis e fica do outro lado
da galáxia de Andrômeda. O desdobramento da galáxia de Arconis era uma das
maiores preocupações de Lúcifer, pois os indícios de contaminação em direçáo
a Andrômeda estavam visíveis e isso poderia acarretar uma futura invasão na
Via Láctea. Enquanto o Conselho dos 12 deliberava sobre essa condição com os
outros Conselhos de Naoram e também deliberava em Salvingtón com o próprio
Micah, a situação dos desdobramentos dos outros membros da Ordem Lanona-
deck na Via Láctea passou despercebida em alguns pontos críticos, plantando
sementes que viriam a desestabilizar o conjunto da Via Láctea em alguns pontos
isolados. Esses pontos estavam sobre a administração e cuidados de alguns dos
membros mais influentes e confiáveis de Lúcifer.
A codificação de Anhotak foi implantada na Via Láctea através de Satã
e seus comandados diretos, todos portadores do conhecimento e dos códigos
de acesso dos principais genomas do quadrante de Pégaso, Órion, Antares, Plê-
iades, Auriga, Vela, Sextante, Draco, Cetus, Sculptor como os principais seto-
res contaminados pelos interesses de dualidade dos descendentes de Anhotak.
Esses descendentes eram as primeiras linhagens criadas em Arconis pelo pró-
prio Anhotak e pelos seus filhos diretos, após a sétima geração esses seres acaba-
ram degenerando-se em grupos rebeldes sem o entendimento dos fundamentos
originais de Anhotak, desvirtuando a proposta do Anticristo em relação à pro-
posta de Anhotak.
Essas codificações foram inseridas na Via Láctea justamente através do
portal estelar no conjunto da constelação de Pégaso entre as quatro estrelas desse
quadrado estelar. Sem material detectável para os astrônomos.As estrelas de Ma-
rkab, Scheat, Alpheratz e Algenib formam um quadrado de vários anos luz por
onde se iniciaria a invasão da grande guerra contra Andrômeda nos primórdios
das civilizações que se fundamentaram tecnologicamente nos últimos 7 bilhões
de anos da contagem terrestre.
Com esse incidente inicia-se o processo colonial da Via Láctea com có-
digos genéticos de Micah, Lúcifer, Anhotak, Sarathen, Metrom, Arack e Ranezi,
entre alguns dos cocriadores que dividiram a galáxia em territórios para suas
pesquisas em parceria com outros colaboradores externos ao conjunto.
Quando Lúcifer percebeu o gradiente de contaminação em diversos seto-
res da galáxia, reparou o alto índice de material genético e de almas provenientes
da galáxia de Arconis, e que tinham entrado através dos portais de diversos Logos
Solares. Pégaso não era o único foco de acesso como imaginava-se ate então, di-
versos outros tiveram a materialização e a transferência de almas e mônadas dite-
to da proposta do Anticristo Anhotak, para fazer frente às pesquisas e à proposta
de Micah. A partir dessa situação, Lúcifer decidiu estabelecer um parâmetro de
avaliação entre as polaridades do material genético de Micah e de Anhotak, e
decidiu traçar uma interatividade entre os dois genomas, em todos os genomas
até então praticados nas raças abaixo de 80. As cadeias de aminoácidos estavam
divididas em DNAs com diversas configurações, desde 2 filamentos até 22 fila-
mentos naquele momento, o que permitia um desdobramento imenso de variá-
veis genéticas para centenas de grupos raciais em formação, há mais de 7 bilhões
de anos do tempo Terrestre.
A ideia foi criar raças com ambas as polaridades genéticas em diversos
grupos humanoides, reptilianos, humanos e em outros, para permitir o teste der-
radeiro das almas com ambas condições em uma mesma espécie. Essa proposta
teria sido uma revolução até então, pois os grupos genéticos estavam inicialmente
isolados e separados pela egrégora de seus criadores. Teria sido a primeira vez que
tivesse ocorrido uma fusão genética de parâmetros entre o Anticristo e o Cristo.
E em raças da mesma espécie nos planetas escolhidos por Lúcifer.
Essa proposta não foi aprovada de imediato pelo Conselho de Salving-
tón, pois os Anciões dos Dias acreditavam ser um prenúncio de uma guerra racial
na linha do futuro. Porém Lúcifer defendia que uma guerra ocorreria de qualquer
forma entre as diversas polaridades. Na linha do tempo, da mesma forma, se esse
mesmo grupo de almas fosse obrigado a encarnar em processos sucessivos numa
mesma raça em planetas predefinidos, o processo encarnacional geraria uma con-
dição de amadurecimento entre a luz e as trevas de qualquer forma. Porém em
condições controladas pelos dirigentes de cada setor estelar, e criam assim os
quadrantes de exílio e de quarentena.
A proposta não foi aceita de imediato e o próprio Micah considerou-a
muito arriscada devido ao desdobramento que isso implicava para os diferen-
tes grupos de mônadas Por outro lado, uma formação de blocos bélicos estava
previsto em cada grupo monádico de forma independente. O Conselho de Or-
voton, no qual a Ordem Voronandeck presidia aceitou a proposta de Lúcifer
pelo amplo gradiente de possibilidades que isso gerava nas realidades paralelas.
Mas previa uma perda de controle no contexto cocriacional em diversos pontos
críticos, o que levou a incentivar a utilização de planetas decimais com genoma
Crístico dos Elohins como fator de segurança.
O projeto de Lúcifer foi vetado inicialmente em diversos setores e ficou
para avaliação técnica do conselho dos Anciões e Portões dos Dias. O grupo Ar-
cangélico liderado por Gabriel verificaria as configurações possíveis em cada setor
de Teta para a implantação dessa nova proposta, além de um Conselho entre as
Mônadas que Metratom estava presidindo para verificar a aceitação do projeto de
Lúcifer. No entanto, a situação complexa existente na Via Láctea devido à ação
de Satã e dos outros grupos rebeldes, obrigou Lúcifer a tomar uma decisão sem
o apoio direto do Conselho de Naoram ou de Salvingtón. Com isso o próprio
Conselho dos 12 da Via Láctea ficou numa situação complexa, deixando ao livre
arbítrio de Lúcifer a decisão final e a total responsabilidade do desdobramento do
que estava por vir com a fusão entre o genoma de Anhotak e de Micah.
Lúcifer assumiu a responsabilidade e iniciou um projeto sem o apoio di-
reta dos outros cocriadores, escolhendo alguns pontos estratégicos da Via Láctea
como o portal dessa nova raça e de um genoma Decimal e Duodecimal como base
para sua nova proposta. E projetou, inclusive na linha do tempo, a absorção das
raças criadas por Satã e seu grupo de Rebeldes. Lúcifer definiu que numa linha
temporal de 12 bilhões de anos terrestres seria possível realizar o seu projeto com
importantes frutos para as mônadas que aceitassem essa nova proposta. Lúcifer
utilizou seu livre arbítrio e a liberdade operacional como dirigente Lanonadeck
primário da Via Láctea para executar essas ações que alteraram muitas situações e
a evolução de milhares de civilizações no decorrer dos últimos 9 bilhões de anos
em nossa contagem.
A criação de setores de exílio para pesquisa genética e desenvolvimento
das almas, incluindo setores de exílio para grupos de mônadas, foram algumas das
projeções executadas pelas hierarquias fiéis ao Arcanjo Lúcifer. Muitas operações
de pesquisa realizadas pelos cocriadores de outros universos foram controladas e
vetadas pelos interesses do Arcanjo Lúcifer, que buscava uma linha de interesse a
seu projeto para provar a Micah que era viável a sua proposta. Para muitos essa
situação passou a ser uma usurpação aos interesses conjuntos de diversos Con-
selhos Superiores que estavam além da alça operacional e administrativa de Teta,
não aceitando as decisões e os vetos do Arcanjo Lúcifer. O controle da dualidade
em diversos setores foi inserido como se ocorresse uma ditadura militar, porém
com outra conotação mais abrangente. Para permitir que a expressão dos gene-
mas mesclados de cerca de 12 diferentes Logos Monádicos como os de Micah,
Anhotak, Voronandeck e de outros que pudessem desenvolver a sua proposta
num ciclo mais acelerado, dentro da visão do Arcanjo Lúcifer.
Os setores escolhidos para inserir a nova codificação de genomas mescla-
dos através do controle direto do Arcanjo Lúcifer são definidos como Constelação
de Hércules, Ml3, Constelação do Bote, M57, Constelação de Lira, Constelação
de Áquila, Constelação de Cisne, Constelação de Draco, Constelação da Ursa
Maior, Constelação de Leão, Constelação de Volans, Constelação de Vela, Cons-
telação do Centauro, Constelação do Escorpião, Constelação de Fênix, Cons-
telação de Capricórnio e Constelação de Cetus, tal como algumas das iniciais
onde o genoma misto seria testado e levado a diferentes gradientes de evolução
entre a 3D e a 8D. Cada grupo receberia uma classificação racial perante a den-
sidade planetária e o gradiente radioativo da localização galáctica, para poderem
evoluir em parâmetros controlados. As equipes gerenciadoras do Arcanjo Lúcifer
foram incumbidas de criar as diferentes Barreiras de freqüência e o isolamento
em relação aos projetas independentes realizados por Satã e pelos outros grupos.
Os pontos onde os projetas de Micah estavam implantados estavam estrategica-
mente inseridos nos projetas de Lúcifer, para garantir que a energia e a expansão
da proposta crística Micahélica pudesse, na linha temporal da evolução, guiar e
ajudar as raças implantadas pelo próprio Lúcifer. Ele previu que ao redor de 40%
de seus experimentos poderiam sucumbir à negatividade do poder Aquelas raças
teriam que receber o apoio e a troca genética de avatares provenientes dos Logos
de Micah e de seus descendentes, como ocorreu com as hierarquias da Ordem
Kumara, que foram espalhadas em diversos pontos da Galáxia.
As raças com alto coeficiente de mescla genética apresentavam a condição
natural para o bem ou para o mal, tendo-se a questão do uso do poder pelo poder
como um desafio natural na sua evolução. A egrégora dos projetas de Micah seria
um coringa secreto no desenvolvimento dessas raças, no momento que cruzas-
sem a linha evolutiva através das futuras Federações Estelares, e posteriormente,
com a ação da Confederação Intergaláctica nos pontos previstos para contenção
da polaridade.
Anhotak percebeu que a proposta de Lúcifer era uma forma de testar
ao máximo a condição das polaridades c passou a inserir propostas equivalentes
através das ações de seu filho Satã e das legiões que estavam sobre essa codifica-
ção dentro da Ordem Lanonadeck Secundária e Terciária. A ideia era implantar
avatares da polaridade da galáxia de Arconis nos pontos mais vulneráveis escolhi-
dos por Lúcifer c suas equipes, c implantar os interesses da energia do Anticristo
no projeto I uciferiano de dualidade. Para isso, seria necessário criar condições
para que seus agentes pudessem atuar no processo do desenvolvimento social
das civilizações sobre o controle das raças e seres descendentes diretos c indirctos
de Anhotak. Um projeto que seria atingido somente na linha temporal através
de muita perseverança por parte dos avatares da linha da descendência do An-
ticristo. Anhotak autorizou a inoculação de mais de 300 mil avatares da galá-
xia de Arconis para serem inseridos gradualmente nos projetas de Lúcifer e nos
de Micah, comprometendo a irradiação da energia crística em diversos lugares
da Via Láctea.
Como alguns centros, tais como o setor da estrela de Canopus e Sírios
Alfa, representavam o foco Kumara, Lúcifer teve o cuidado de inserir seus proje-
tas com avatares nesses pontos para poder sustentar eventuais ações das equipes
de Anhotak. Tratava-se, na verdade, de um jogo político entre seres que possuí-
am a capacidade de enxergar na linha temporal e nas realidades paralelas. Mas o
que estava além dessa capacidade era o próprio desdobramento das almas e das
mônadas dentro dos projetas da polaridade e da evolução natural que essas raças
desenvolveriam em suas realidades, o que criava assim situações e planos existen-
ciais imprevisíveis para a coordenação dos Logos estelares. Portanto, existia - e
sempre existiu- um faror aleatório que não podia ser previsto no grande jogo de
xadrez cósmico. Em muitos pontos que Lúcifer apostou teve derrotas e em outros
acertos e grandes vitorias. O mesmo que as jogadas de Micah e de Anhotak. Po-
rém o maior problema de todos os jogadores foi a situação na qual os peões desse
jogo acabaram por despertar a tomar as rédeas de suas próprias linha evolutivas
rebelando-se contra seus criadores.
Os cocriadores perderam o controle sobre seus filhos, criando uma nova
condição que não estava prevista na contenda, a linha de descendência de todos
os manipuladores acabou alterando o jogo na Matriz de Controle. Passou a bus-
car o poder e o controle total sobre as realidades existentes entre as 12 dimensões
de Teta. A descendência de Anhotak voltou-se contra ele e passou a buscar uma
fusão com os projetas mais poderosos. Com isso criou uma nova linhagem ge-
nética que possuia a totalidade da herança de Micah e de todos os outros juntos,
o que criou a araçá perfeita. Essa condição levou à Grande Guerra de Pégaso, e
posteriormente de Órion, na busca pelo poder supremo do controle da vida além
de 12D e na busca de controlar os grupos de mônadas através da tecnologia de
clonagem do espírito.
Define-se assim uma nova era na evolução de milhões de raças em Teta
que buscam reconectar-se com a Fonte Suprema. Adquirem o seu poder, para
ampliar a percepção da criação no foco da dualidade entre a energia harmônica
de Cristo e a desarmônica do Anticristo. Uma nova conotação ao poder surge
nessa nova busca, mas existe um fator importante nesse contexto: a herança Lu-
ciferiana passa a ser decisiva na estruturação dos maiores impérios da galáxia.
Pois sustenta o potencial genético de duas polaridades do universo de Nebadon
e de Havana, o que permite o equilíbrio conjunto dessa egrégora nas civilizações
de maior destaque tecnológico que se formariam na Via Láctea. Esse fator é, in-
clusive, uma definição de muitos comandos estelares que definem que a herança
Luciferiana gerou o florescimento e a destruição de civilizações importantes nos
últimos 9 bilhões de anos terrestres.
As constelações que receberam a codificação mista do projeto de Lúcifer
tiveram uma evolução conturbada em diversos momentos da sua trajetória. Nas
quais guerras pela supremacia racial ou ideológica sobre algum ponto, levaram à
destruição e ao extermínio de seus oponentes. Mas em outros pontos ocorreu o
surgimento de sociedades equilibradas que aprenderam com seus erros e torna-
ram-se impérios que existem até o momento.

M-13- A constelação de Hércules foi uma das quais, através de sua evolução em
relativo isolamento como restante da galáxia, gerou o surgimento conturbado
de um império que conseguiu libertar-se da dualidade e conseguiu criar uma
sociedade perfeita na fusão da tecnologia e do espírito que passou por vários mo-
mentos críticos de guerras e de revoltas internas As que foram provenientes de
sua herança genética e da herança Luciferiana, conseguindo ascender em diversos
momentos críticos, com uma civilização que possui mais de 2.300 planetas colo-
nizados. Desenvolvem uma sociedade pacífica e conectada À Confederação, um
exemplo do sucesso da proposta do Arcanjo Lúcifer.

Bote - A constelação do Bote, teve a destruição de sua civilização no quarto


planeta da estrela de Acturus, na qual a raça com a descendência Luciferiana
não conseguiu sobreviver a sua própria insanidade pelo poder. O que levou à
destruição o quarto planeta com mais de 60 milhões de habitantes pelo poder da
guerra nuclear. Essa raça foi transferida posteriormente para o planeta Marte e
depois de 500 mil anos reincidiu no mesmo ato de guerra levando à destruição
parcial de Marte.Seus sobreviventes foram transferidos em plano de alma para
a Terra há cerca de 3,5 milhões de anos terrestres, pertencendo a civilização do
nosso planeta desde então. As outras civilizações de Acturus, do planeta 1O e 11
rossuem uma codificação mais equilibrada e conectada diretamente à energia de
~ ficah. As outras duas, com a herança da proposta Luciferiana, são Acturus 5 e 7
que apresentam alta polaridade., Porém em busca de uma saída pacífica para suas
disputas de poder e busca pela tecnologia suprema. Nessas civilizações a herança
Luciferiana está equilibrada e desenvolvendo frutos interessantes que em um mo-
mento futuro devem cruzar-se com a futura humanidade.

Lira - Na constelação de Lira ocorreu o maior problema racial até então regis-
uado. A raça adâmica de Micah foi inserida nas proximidades da estrela de Vega
para iniciar a inoculação do registro genético duodecimal e decimal na estrutura
humana de Micah e das variações que essa matriz genética deveria desenvolver na
\'ia Láctea. Este foi um dos lugares que foi atacado de imediato pelas legiões de
Satã a mando das entidades espirituais de Sarathen, sabotando o projeto de Mi-
cah. Lúcifer inseriu uma raça espectral sutil em uma realidade paralela humana
de Lira 4, que era o planeta original do projeto adâmico de Micah. Mas foi nesse
sistema que Satã e suas equipes deram origem ao Projeto Draco, uma mistura
genética de 50% de humanos e répteis e que foi iniciado. Esse projeto era origi-
nal de Lúcifer, na busca de uma raça que pudesse inserir a total codificação de
Micah e Anhotak, porém este foi vetado pelo Conselho de Micah e pelo Arcanjo
Gabriel. Antes de Lúcifer iniciar esse projeto em Lira Satã e Sarathen iniciaram o
projeto com alto índice de dualidade pendente para o potencial predador da raça
reptiliana escolhida por Satã, proveniente de Rígel 6, de Draco Alfa e Draco Eda-
sich, originando uma das raças mais poderosas e guerreiras da Via Láctea, o que
deu início ao Império de Órion através do avanço racial reptiliano e draconiano.
A raça Luciferiana criada em uma densidade dimensional paralela viria a
ser chamada de Zeta, e foi aprisionada em parte. Desse aprisionamento surgiria a
raça Gray, que era escrava dos reptilianos de Rígel e de Draco, e serviriam de pes-
quisa para futuras mesclas entre humano e répteis. O desdobramento desse golpe
dado por Satã e Sarathen criaria alterações no contexto galáctico que não tinham
sido previstos pelo Arcanjo Lúcifer e nem pelo Conselho dos 12 de Shamuna,
que faziam vista gorda e aproveitavam-se do desdobramento dos acontecimentos
na galáxia. Nesse ponto, o Arcanjo Lúcifer foi usado como bode expiratório dos
interesses maiores de diversos grupos, um testa-dejerro que não tinha medo das
consequências de seus atos.
As raças envolvidas na contenda política de Lira foram transferidas, em
parte, para o setor da constelação de M-45 (Plêiades), que passou a ser o novo
jardim evolutivo das raças com a herança de Lúcifer, Anhorak e Micah. O que
criou uma nova configuração racial e uma nova proposta evolutiva na dualidade.
Nesse contexto a raça humana e a raça de Draco acabariam se confrontando por
questões raciais em diversas oportunidades.

ÁQUILA - A constelação de Áquila passa a ser outro reduto da herança Luci-


feriana que desenvolve uma evolução separada e atinge elevados resultados na
busca do equilíbrio entre o poder da tecnologia e do espírito. Porém a guerra
de Lira leva muitos dissidentes para a estrela de Altair e Tarazed como pomo de
fuga, criando novas anomalias e interferindo no projeto do Arcanjo Lúcifer e
seus comandados. A constelação de Áquila tornou-se um grande desafio e foco
de interesse do Arcanjo Lúcifer, pois foi inserido seu material genético através
do foco encarnacional. Foco este do seu próprio desdobramento na realidade de
7D através da efusão do Arcanjo Lanus, que por sua vez, inseriu e desdobrou-se
geneticamente entre as realidades de 6D a 7D de Altair.
O Arcanjo da não-confederação Belial seria o maior oponente de Lanus e teria
sido o autor da clonagem do material genético de Lanus que viria a ser conhecido
como Lucífugo. Este clone foi extraído através do material genético diretamenre
do Arcanjo Lanus, quando foi aprisionado pelos exércitos de Sarathen, cocriando
a imagem e filho de Lúcifer para o Império de Órion e outros como Lucífugo,
devido à semelhança do nome, muitos, até os dias de hoje, acreditam tratar-se
efetivamente do mesmo ser. São creditados a Lucífugo muitas guerras e pesquisas
genéticas reprovadas pelo Conselho dos 12 da Via Láctea.
O Arcanjo Lanus teria sido destruído no meio da grande guerra entre os focos de
Órion e de Altair, o que envolveu a raça humana adâmica e os draconianos. O ser
Lucífugo é uma mescla genética entre esses genomas e outros de raças descenden-
tes de insectoides de Amares.
Lucífugo acabaria por intervir em dezenas de outros sistemas estelares em de-
senvolvimento como o da constelação do Centauro, interferindo na evolução da
raça humana adâmica da estrela de Alfa Centauro (Toliman) e na expansão da
mesma nesse setor. Gerou uma alta dualidade que quase chegou a destruir essa
raça se não fosse a participação de uma partícula direra do Arcanjo Miguel, que
deu origem ao arquétipo de Asthar Sheran, que impedira a destruição dessa so-
ciedade contaminada pela energia de Lucífugo.
CISNE - Na constelação do Cisne, especificamente nos arredores da estrela de
Deneb, a raça com a descendência luciferiana conseguiu ultrapassar suas pró-
prias barreiras e destacar-se em uma trajetória evolutiva estável, além deajudar a
acolher e resgatar muitas outras civilizações. O quecriou fortes laços de amizade
e apoio com a raça humana de Canopus e de Sírios Alfa. A civilização de Cisne
evoluiu e passou a ser um reduto de avatares importantes que propuseram-se
encarnar em outros pontos da galáxia para perpetuar a paz e a proposta da du-
alidade na busca da mestria sobre sua própria dualidade interna. Essa sociedade
é um exemplo de seres iluminados que passaram a buscar a explicação da vida e
das emoções em outras raças, passando a transferir mestres para as colônias de
Plêiades, Hércules, Aldebarã, El Niath, Terra, Maldek, Graceia e Spica como
centros da evolução e pesquisa do crescimento da alma. Nessa constelação existe
uma parte da Fraternidade Cristal de Cisne que compartilha essa nomenclatura
com a sociedade de Canopus.

DRACO -A constelação de Draco foi uma situação Ímpar para o projeto do


Arcanjo Lúcifer. Primeiro pelo fato dele inserir códigos diferenciados na raça
Dragão,o quegerou diretamente uma raça ascendida em matrizes genéticas mais
densas. Aqui, a ajuda do Arcanjo Metratom foi primordial para permitir que essa
matriz genética não caísse nas mãos dos interesses de Anhotak. Foi criada uma
raça de dragões com energia crística que viria a ser a matriz genética de muitas
raças manipuladas na estrela de Rígel.
Inicialmente foram criadas e formatadas quatro raças distintas, além de dragões
com essa base genética. O que incluía material de Metratom e de outros seres
além da Matriz de Controle para ajudar na fundamentação do material genético
do próprio Arcanjo Lúcifer. Foram raças preparadas para suportar alterações am-
bientais extremas e posteriormente consolidá-las em planetas mais estáveis, crian-
do seres anfíbios, alados, terrestres, assim como o cruzamento dessas configura-
ções e de dragões mutantes capazes de suportar diferentes condições ambientais.
~-\s estrelas nas quais as primeiras experiências foram conduzidas dentro da cons-
telação de Draco foram Eltanin, lhuban, Edasich e Grumium. Como bases
do acoplamento genético, posteriormente parte desses genomas seria transferido
para os arredores da estrela de Rígel de Órion, na qual a raça reptiliana teve
muitas alterações e mutações naturais. Além de outras manipuladas, que geraram
parte do que foi a origem da raça reptiliana rebelde ou altamente predadora e
guerreira, a qual, por sua vez, chegaria a expandir seus domínios em diversas
outras regiões do espaço galáctico.

URSA MAIOR- Nessa constelação- especificamente na estrela de Merak- foi


criada uma variação da raça humana com material genético derivado dos Elo-
hins, partindo da base de um planeta decimal similar à Terra. Essa raça foi a base
para inserir nesse setor da galáxia seres do universo local de Atrixis, que fica do
outro lado do universo local de Shinkara. Esses seres tinham a condição de sim-
biontes e telepatas, e que seria a base encarnacional em 50 de antigos avatares
galácticos, com a função de ajudar na estruturação das raças mais densas. Essa
raça que foi denominada de Atraxis seriam os fundadores posteriormente dera-
ças que se fundiriam as primeiras raças felinas de Sírios Alfa e de Canopus. Para
ajudar a fundamentar no plano psíquico uma forma adâmica harmônica e fundi-
da com a proposta Micahélica. Esta raça foi implantada prevendo as dificuldades
no processo racial da Via Láctea. Posteriormente, as raças desse setor da galáxia
acabaram formatando-se e originando muitas variações e mutações adaptadas ao
ambiente dos planetas orbitais de Alkaid, Mizar, Alcor, Phecda e Megrez. Tudo
isso para formas humanoides similares à raça humana da Terra e na estrela de
Dubhe à formação de uma evolução anfíbia humanoide, que seria a base de algu-
mas formas de vida da estrela de Amares. As raças deste setor apresentavam uma
base harmônica e tinham uma proteçáo direta dos membros dos grupos de apoio
do Arcanjo Lúcifer, o que ajudou a impedir futuras contaminações.

LEÃO - Nesta constelação a formatação da matriz do universo local de Shinkara


foi passada a Lúcifer diretamente pelo Goronandeck S. e pelas equipes Voronan-
deck para inserir códigos de segurança de apoio aos interesses de Micah. Nesse
sctor surgiram as matrizes genéticas dos primeiros seres da raça felina que seria
preparada para servir como guerreira e para bloquear o avanço dos répteis e in-
sectoides.
Essa raça seria aperfeiçoada e estabilizada futuramente em Sírios Alfa, mas as suas
bases originais ocorreram nas imediações das estrelas de Régulos, Zosma e De-
nebola. Posteriormente a miscigenação dessas três espécies formataria a raça hu-
manoide ascendida de Sírios Alfa, que, por outro lado, seria a base genética para
a formação do genoma humano de Lira em Vega 4. Parte do material genético
de Lúcifer também foi inserida em uma dessas três raças felinas para sustentar os
interesses criadores de tal ser e garantir sua participação da evolução na dualidade
entre a energia Micahélica e Anhotak.

VOLANS- Nessa constelação, nas imediações da constelação de Carina, há um


conjunto de estrelas que está sobre um portal interestelar natural criado pelo
fluxo gravitacional de quatro estrelas que geram uma distorção gravitacional e a
ruptura da constante dimensional da Via Láctea ao centro dessas estrelas. Nesse
ponto, Lúcifer inseriu a codificação racial de um grupo etéreo de 7D que serviria
como base de entrantes dentro da Matriz de Controle galáctica com seres além
de 12D.E para empregar a condição de corpos clonados para poderem avaliar
a evolução das almas e das respectivas raças na galáxia. Foi escolhido como um
ponto ou válvula de escape para muitas raças e seres além do fluxo de 8D que
estivessem encarnando em alguma raça abaixo dessa 8D. Esse setor foi conside-
rado um coringa no jogo galáctico, pois permitia que os seres usassem formas
biológicas de qualquer parte da galáxia, adaptadas geneticamente aos interesses
dos hospedeiros que queriam entrar no campo existencial da Via Láctea e até de
outros setores de Teta. Isso permitia que seres como Micah e seus equivalentes
pudessem ter acesso direto aos experimentos.
Essa condição estava prevista nas atribuições de Shamuna. Por esse motivo foi
um salvo-conduto muito importante para Lúcifer nas situações políticas que pos-
teriormente iriam desenvolver-se com a traição de Satã no palco das manipula-
ções genéticas de diversos planetas.

VEGA- Nessa constelação Lúcifer criou uma raça anfíbia e outra etérea na es-
trela de Regor. O que teria alta dualidade e material genético dos experimentos
de Satã, com a mistura de genes dos filhos de Micah, Arcanjo Gabriel, Arcanjo
Ezequiel, Arcanjo Lemuel, Arcanjo Laudan, Arcanjo Jofiel, Astreia e Suria como
base para estudo e alteração das matrizes genéticas de Anhotak e de Sarathen,
criando condições de pesquisa e análise específicas para essas duas raças. Foi um
ponto no qual o parâmetro para a dualidade entre a luz e as trevas foi muito in-
tenso e gerou diversas polaridades em cinco distintos ciclos das civilizações que
foram criadas nessa estrela, e posteriormente expandiram-se para outras estrelas
dessa localidade.
Raças com emoções fortes e alta polaridade. Porém uma raça não destrutiva,
com ânsia de conhecimento, em busca de aventura e de viver ao extremo. Essa
civilização iniciou-se em 5D e atingiu 7D em alguns ciclos do seu tempo, o que
serviu de base para as alterações na emocionalidade de várias raças que foram
manipuladas a partir da base dessas duas de Regor.

CENTAURO - Esta constelação teve uma evolução interessante, pois teve a


atenção despertada para a filiação direta do material de Lúcifer junto à criação
da raça adâmica de Micah, e que originalmente tinha sido inserida no planeta
Ária 1 da estrela de Vega na constelação de Lira. Aqui, surgiu uma raça ariana
idêntica à do planeta Ária, porém com material genético misto com o de Lúcifer
e do conselho dos 12 da galáxia, foi uma das poucas raças a possuir a codificação
genética de Shamuna.
A dualidade nesta raça seria mais equilibrada, permitindo a estruturação dos
genes de Micah, do Conselho, de Shamuna e um pequeno percentual do ma-
terial de Anhotak e de seus discípulos. Mas em ambiente controlado e com a
possibilidade de grandes avatares poderem encarnar nessa raça. Aqui foi criada
uma condição para que o logos de muitos seres da Confederação pudessem ser
inseridos pelo processo espiritual e encarnacional no decorrer da evolução dessa
civilização. Como foi com o logos do Arcanjo Miguel, através do ser que viria
a ser Asthar Sheran, o libertador e o responsável pela fusão dessa civilização na
Federação e posteriormente na Confederação.
Apesar da dualidade e dos conflitos que essa raça humana passou no seu de-
senvolvimento tecnológico e espiritual, conseguiu evitar uma guerra catastrófica
graças à sustentação dos logos encarnados. No entanto, existiram alguns grupos
em planos e realidades paralelas à principal que apresentaram problemas com
maiores conflitos na sua evolução, o que conectou-os à linha do umbral galáctico
devido ao material genético desvirtuado de grupos de Sarathen.
Parte desse material genético foi inserido na Terra em diversas situações da evolu-
ção de antigas civilizações humanas e humanoides, pois esse sistema fica a apenas
4,5 anos-luz de distância na atualidade, e já foi mais próximo no passado. A
estrela de Alfa de Centauro já foi germinada com o Sol Monmantia do Sistema
Solar da atualidade.

ESCORPIÃO- Essa constelação é complicada, pois ali foram inseridos diversos


focos criacionais, além de material genético de diversos grupos de interesse. Não
apenas a energia de Cristo e do Anticristo, mas também cerca de 25 distintos
grupos de interesse usaram essa região com alta densidade estelar como palco
de suas experiências. Amares recebeu material de Sarathen e de Lúcifer, Shaula
recebeu de três distintos grupos de interesse, com política neutra entre Anhotak
e Micah; Lesath recebeu uma raça altamente agressiva de insectoides de Sarathen;
Graffias recebeu material de Uriel e elohínico para compensar os genomas na
linha temporal dessa constelação que esteve envolvida na evolução da raça insec-
toide e humanoide que evoluiu dos insetos. Muitas foram as guerras e conflitos
desse setor galáctico.

FÊNIX - Nessa constelação Lúcifer inseriu descendência genética direta da sua


linhagem além de 15D, para ser o reduto das experiências da Ordem Lanonade-
ck Primária e de outros grupos do contexto administrativo junto aos Anciões de
Dias de Nebadon. Essa constelação sustenta formas de vida etéreas, entre 6D e
8D, que servem de vigilantes na evolução de Teta e buscam ajudar no desenvol-
vimento evolutivo., Criam uma conciliação entre os membros da Confederação
e os representantes da não-confederação no quesito de manipulação e ajuda na
evolução de seus descendentes galácticos. Poderia ser considerado um Conselho
Evolutivo e mediador entre os diferentes grupos da Confederação na galáxia.

CAPRICÓRNIO- Foi escolhido para testar a evolução de diversas raças mamí-


feras e reptilianas com material genético das galáxias vizinhas, buscando equili-
brar o processo emocional e a psique das almas para receber esporos de vida de
outros setores de Naoshi e Nebadon. A ideia original foi de que esse quadrante
fosse ajustado como um zoológico experimental e encarnacional de centenas de
raças e material genérico de diversos pontos de Nebadon, distribuídas em 14 es-
trelas dessa constelação e depois disseminadas na galáxia, entre 3D e 6D.
CETUS - Setor que seria a primeira base de exílio das almas deturpadas da pri-
meira guerra de Andrômeda e do portal da constelação de Pégaso. Neste lugar se-
riam inseridos os prisioneiros da guerra de Pégaso e os descendentes de Satã e de
seus grupos. Porém, o destino também inseriu as primeiras matrizes raciais dos
cetáceos e codificou os mesmos com material genético Micahélico e Emanuélico
de forma a gerar a base bondosa e sábia da raça dos golfinhos e das baleias pela
galáxia. O que ajudou a transmutar muitas das formas de vida e as almas aprisio-
nadas durante as guerras de Pégaso. Deneb Kaito é o ponto original dos cetáceos.
O ponto de exílio das outras almas e raças ocorreu nas imediações das estrelas
Baten Kai tos e Mira.

Esses sistemas são os primeiros nos quais a descendência luciferiana foi


inserida para a evolução de diversos grupos genéticos, nos que a alma de seres de
outras esferas além de 8D iniciaram a sua aventura de consciência no que é defi-
nido como Matriz de Controle dentro do conglomerado de galáxias de Naoshi e
Teta. As polaridades vivenciadas pelos grupos de seres têm relação com as experi-
ências que as almas desejavam viver no contexto da dualidade, e com a condição
de poderem viver no extremo de diversas situações desejadas.
O Conselho dos 12 de Shamuna permitiu que situações não aceitas
até então fossem testadas na Via Láctea, justamente pela proposta de Teta e dos
governantes sistêmicos, além da barreira de frequência da Matriz de Controle
acima de 8D.

Os Projetos de Anhotak

Inicialmente os projetas que foram inseridos por Anhotak acabaram


por desvirtuar-se no decorrer da evolução de seus filhos de descendência direta
e indireta, já que esses seres acabaram buscando o poder supremo e a equi-
valência a Deus e às diferentes frequências da Fonte Primordial. A proposta
de Anhotak como um cocriador primordial e filho paradisíaco era cuidar da
evolução de suas linhagens e montar um processo evolutivo sob parâmetros fixos
de avaliação da sua prole no contexto das galáxias que originalmente estavam sob
a sua orientação.
Nesse momento ele considerou que seus filhos e toda a sua descendência
deveriam ater-se a seus parâmetros e paradigmas de criação, limitados nele como
fonte absoluta e suprema. Para cortar, dessa forma, o acesso às outras qualidades
de divindades equivalentes a ele. Aqui nasce o conceito do Anticristo, no qual as
formas de vida estão presas a um processo ditatorial de evolução, sem a opção de
escolha na dualidade e na variedade de condições da evolução em outras possibi-
lidades da existência.
Poderíamos colocar como um regime de escravidão na evolução encar-
nacional sincronizada com os interesses de uma estrutura piramidal de comando
administrativo limitado ao cume, sem permitir que essas almas transcendessem
além desse ponto máximo. Nesse ponto a estrutura da proposta crística permite
mais flexibilidade e, a condição de fusão com a Fonte Suprema.
Muitos dos descendentes de Anhotak como, por exemplo, Sarathen, aca-
baram por gerar uma alteração na conduta e nos projetas de seu cocriador Anho-
tak, criando impérios estelares de energia vampira na busca de outras raças para
dominar e escravizar, também gerando impérios que ocupassem os pontos máxi-
mos da escala evolutiva através da tecnologia. O poder do espírito foi controlado
artificialmente dentro de processos monádicos com dispositivos de implantes
para controlar e manter os hologramas de interesse dos líderes dessa estrutura.
O desdobramento da energia do ser que definimos como Anhotak é pro-
veniente de uma matriz que possui a codificação de Anhota-Takthen. Que é a
soma de dezenas de filhos paradisíacos que escolheram a polaridade da escravi-
dão para a sustentação de centenas de projetas em seus universos. Essa proposta,
como já foi apresentado, possui a facilidade de controle total do desdobramento
de milhares de formas de vida, e também assegurava o poder sobre as trocas de
energia nas esferas multidimensionais de diversos pontos do universo da época.
O desdobramento da energia de Sarathen permitiu que matrizes susten-
tassem a propagação dessa forma de codificação através de logos do Anticristo,
tais como Yawhithen, Balathen, Anhotakthen, Norladiethen, Sathen-Haz, Mer-
morel, Yogusdhey e Opus Graal Skrull. Esta última está presente na Terra há mais
de 2,4 bilhões de anos com a codificação de espécies insectoides e posteriormente
reptilianas. Mas a estrutura da Opus Graal Skrull possui ramificações em muitos
lugares, nas quais o principal foco é galáxia de Arconis em Teta.
A energia de Anhotak apresentou no Conselho da Havona a proposta de parceria
com Mitch Ham Ell, na busca do estudo e da avaliação do comportamento das
mônadas na disputa entre as polaridades,.E ele definiu que cerca de 20% de sua~
criações envolveriam-se em esse jogo com Mitch Ham Ell, pois o equilíbrio tinh2
que ser mantido enquanto houvesse franca expansão das galáxias aos arredare:
de Havona. Neste aspecto é importante lembrar que a função do tempo não t
contada pela nossa linearidade terrestre. Muitos dos projetas que ambos acorda·
ram foram inseridos em nosso universo milhões de éons após o acordo ter sid<
firmado, pois esperava-se o ajuste das galáxias e das condições ambientais do
planetas para que as raças escolhidas pudessem ser empregadas nesse contexto.
O jogo cósmico foi ativado em diferences etapas no fluxo do tempo como
nós o entenderíamos. A Terra é um desses lugares onde o jogo foi continuado
muito depois do início em Havana. No princípio não havia uma polaridade, os
filhos de Anhocak só conheceriam a sua emissão de energia, a evolução e a esta-
bilidade de sua criação, os quais escavam assegurados. A parceria e disputa com
Micch viria tempo depois, e foi aceita para que novos parâmetros pudessem servir
na avaliação da criação com centenas de formas de vida.
É importante entender que nunca existiu uma guerra entre Mitch Ham
Ell e Anhotak e parte de sua linhagem. Ambos sabiam de suas responsabilidades
e tinham que aplicar sua sabedoria na evolução da nova descendência que cada
um teria. Nesse ponto ambos tiveram, e ainda têm, problemas, pois centenas de
seus descendentes acabaram por adquirir o poder e usá-lo a partir de seu próprio
entendimento das polaridades, saindo do contexto original.
Os discípulos de ambas as partes, em seu fanatismo e na conveniência
pessoal, acabaram por criar impérios do poder desvirtuando o ponto original
do jogo cósmico entre Mitch e Anhotak, o que gerou um efeito em cascata
em centenas de galáxias e formatou a guerra entre civilizações em muitos pontos
dos universos onde essas polaridades acabaram por expandir-se. As raças com
maior potencial fisiológico para agressividade e maior resistência física acaba-
ram sendo os protagonistas da formação de impérios estelares, intensificando o
conceito entre o bem e o mal por parte dessas raças. Por esse motivo é que na
memória celular cósmica de milhões de seres as raças reptilianas e insectoides
representam seres do mal, pois elas foram as maiores protagonistas das guerras
entre as polaridades.
É interessante verificar que surgiram diversas raças e impérios que em-
pregaram o nome de Anhotak e suas derivações para intitular-se "senhores do
universo", inserir a codificação de deuses sobre as raças mais frágeis e empregar
a escravidão como fonte de poder. Por esse motivo a codificação de Anhotak
nos registras cósmicos de Nedadon e de outros universos locais é extremamente
confusa, já que temos pelo menos 43 impérios estelares empregando o nome e as
derivações de Anhotak desde o 1o superuniverso até o 9° superuniverso, entre as
raças relacionadas às disputas locais.
Somente por esse motivo a codificação fica extremamente carregada de
energias difusas, e gera a captação dissonante da dualidade e das guerras asso-
ciadas a esta codificação. O que gerou o engano entre a energia primordial de
Anho ta-Takrhen e Mirch Ham Ell, e posteriormente com a energia de Micah.
Este ponto é importante para que no futuro a maior parte de seus discípulos
possa romper e desfazer contratos do poder e das guerras que vivenciaram.
Os códigos genéticos empregados no início das civilizações sustentavam
o sistema bial, que significava possuir apenas duas firas elípticas em seu DNA.
Essa matriz apresentava a maior resistência às condições ambientais dos primei-
ros mundos com alta gravidade, com saturações atmosféricas em mundos de
metano, hidrogênio, carbonetos, e por fim planetas com atmosfera com taxas de
oxigênio. Posteriormente, foram utilizadas formas de vida com estrutura genética
com 4 e 6 firas mistas para a evolução das espécies mais adaptadas às novas formas
de vida que tinham se destacado do processo primordial.
As raças quadra e hexa foram as que maior rendimento apresentaram,
e passaram a ser a base genética das raças que sustentariam as primeiras raças a
formar seus impérios estelares, assim como a desenvolver a tecnologia que sus-
tentaria o poder, e com o tempo, tentariam imitar a FONTE QUE TUDO É.
Essas raças passaram a copiar seus progenitores superiores e a imitar a tecnolo-
gia criando um novo e vasto desenvolvimento racional e intuitivo no universo
da racionalização e da cocriação da Matriz de Controle nos superuniversos
mais antigos.
O império da raça quadra possuía um DNA de 4 filamentos intercalados
entre as dimensões de manifestação física e etérea. A codificação permitia que
em 4 diferentes dimensões o DNA possuísse 2 filamentos de conexão com os
respectivos planos de percepção, sendo 4x2. O que gerava uma estrutura de 8
filamentos intercalados e permitia a presença espiritual dos cocriadores para ava-
liação e acoplamento psíquico em seus filhos, além do processo de transmigração
incorporacional. Essa raça deu origem às primeiras estruturas insecroides dos três
primeiros superuniversos ao redor de Havona.
A raça hexa possuía uma estrutura de 6 filamentos alternados da mesma
forma nas diferentes dimensões de aruação, gerando a codificação de 6x2, e ao
mesmo tempo gerando uma estrutura primária de 12 filamentos manifestada em
três diferentes dimensões de percepção. A qual era semelhante à raça insecroide,
porém potencializada pela especialização e transformação dos insecroides em rep-
tilianos. Neste contexto surgem os répteis nos três primeiros superuniversos mais
próximos a Havona.
O mesmo princípio existe na raça adâmica da Terra, que possui um DNA
de 2 filamentos na fisicalidade desdobrado de uma matriz original de 12 filamen-
tos com desdobramento de 2, o que gera 12x2 = 24 aminoácidos atuantes de um
conjunto de 64.
A estrutura dessas duas raças primordiais, na qual existiam 8 e 12 bases
nitrogenadas ligadas ao fluxo da alma das matrizes monádicas primordiais, era a
base de tudo o que estava presente, nesse momento da evolução do universo. Era
a base que serviria como degraus para a multiplicação das espécies e o aperfeiço-
amento na corrida geneticista ao redor de Havana. Aqui, a Ordem Voronandeck
dá continuidade às propostas genéticas em diversos lugares além da abrangência
de Anhotak e dos outros cocriadores paradisíacos de Havana.
Devemos lembrar que a espécie adâmica da Via Láctea possui uma
codificação que está baseada nessas duas estruturas primordiais de Havana,
porém, melhorada e misturada com o genoma direto de Mitch Ham EU e
dos Voronandecks.
A descendência de Anhotak passou a efetuar mutações na base genética
primordial de 4 e 6 filamentos básicos e a criar novas configurações de seres ca-
pazes de sustentar o seu acoplamento nas diversas realidades de percepção, para
servir de base na criação da matriz de controle nos primeiros superuniversos sob
o seu domínio. Isso gerou a expansão da energia, da proposta da escravidão e da
evolução controlada conforme os interesses de cada controlador sistêmico nas
nebulosas de cada galáxia.
As galáxias, que esses seres mantinham sob seu controle, eram grandes
laboratórios de pesquisa de poder cocriacional para investir no futuro em grandes
projetas com aglomerados de galáxias ou clusters estelares que estavam em for-
mação. Neste ponto entramos numa das grandes questões do nosso universo que
é o controle de centenas de galáxias por um grupo de cocriadores que designo
como Superinteligências.
Podemos definir que o universo está dividido em grandes setores nos
quais existem centenas de aglomerados, cada um sob o controle de uma Superin-
teligência cósmica que controla a evolução de suas espécies, e que com o tempo
as coloca em choque com a de outros aglomerados para testar a sua capacidade.
Poderíamos chamar isso de jogos olímpicos de magnitude cósmica.
As Superinteligências acabaram por criar seus gladiadores na escala evolu-
tiva e com isso efetuaram um jogo na disputa pela liderança e absorção dos clus-
ters dos outros adversários. Uma verdadeira guerra psíquica entre suas criações
na disputa pela hegemonia racial que foi inserida nos primeiros superuniversos,
buscando manter o controle evolutivo de diversos universos. Cada cocriador ge-
rou uma seleção de supergenoma para serem criadas raças na busca da disputa de
poder, um jogo cósmico de proporções temporais que já conta com a idade dos
superuniversos ao redor de Havana.
A raça adâmica, criada por Mitch Ham Ell, é uma dessas raças, especi-
ficamente criadas para representar um aglomerado de clusters para tal disputa
com os outros grupos. Foram inseridos no início do "jogo" um conjunto de 385
genomas nos principais universos ao redor de Havana. A matriz adâmica foi uma
dessas, que foi desmembrada e alterada no decorrer desse processo há mais de
260 milhões de éons de Havana.
Algumas dessas Superinteligências dedicaram-se ao estudo do aprimora-
mento genético, inserindo códigos dos Deuses Primordiais nas esferas inferiores,
com base nas duas estruturas básicas utilizadas até os ajustes atmosféricos e geo-
lógicos desse período do Universo.Assim surgiu a raça Hex-Dra que seria a base
genética dos dragões anfíbios.
A matriz genética dessa raça é o ancestral da maior parte dos reptilianos
existentes no Universo. Desta estrutura surgem dezenas de raças com a capacida-
de de simbiontes energéticos, pois essa condição foi inserida na evolução com a
participação do fator multidimensional dos Filhos Paradisíacos.
Na disputa entre as Superinteligências cósmicas percebeu-se que quando
um genoma apresentava características dos criadores maiores, a raça apresentava
vantagens sobre as outras e aumentava a condição do poder dos Filhos Paradisí-
acos nas esferas inferiores da criação. Dessa forma, Sarathen e outros passaram a
codificar sua genética nas raças primordiais.
Ao perceber esta situação, a Ordem Voronandeck ajudou na evolução e
apresentou a Mitch Ham Ell um caminho para o surgimento de outras matri-
zes contendo um percentual maior da genética cósmica e divina proveniente do
universo Adoneshy, o qual está além do portal de Shanthar em Havana. Essa
configuração, que nunca tinha sido empregada, seria a matriz genética que iria
formatar a origem do genoma humano-adâmico no universo de Havana. Nessa
proposta, um percentual muito maior do genoma multidimensional dos Filhos
Paradisíacos estava inserido, o que permitiu o desdobramento de uma nova raça
em mais planos dimensionais dos que existiam até essa altura.
Existiam três dimensões básicas de expressão até o momento inicial dos
primeiros 300 milhões de anos da expansão primária das galáxias de Havona.
Quando ocorreu o que nossos cientistas definem como Big Bang, os ajustes pri-
mordiais de gravitação e expansão da matéria cósmica decorreram num processo
primário de ajusteàs primeiras condições gravitacionais e radioativas para a ma-
nifestação de formas de vida genética nas esferas sutis de 850 milhões de anos.
Não foi na estrutura material conhecida no momento pela ciência e nem no que
denominamos de plano físico 30.
As realidades dessa época poderiam ser enquadradas como sendo um
astral bem sutil em relação ao que poderíamos definir, na comparação com a
densidade da nossa realidade atual. Essas três realidades da época poderiam ser
enquadradas como algo entre a 130 e a 180 do momento (mas isso também é
uma ilusão pois não podem ser comparadas à nossa atual estrutura eletromagné-
tica). Pela ciência, essa realidade significaria um estágio de matéria etérea ou uma
fase gasosa de ajuste das cargas atômicas das primeiras estrelas em formação. Para
o atual entendimento não existia vida nesse estágio primário do Universo.
Entretanto, foi nesse processo que seformataram as primeiras formas de
vida e consciências criadas pelos Filhos Paradisíacos ou pelas Superinteligencias
cósmicas, o que no futuro seria configurado como mônadas primárias. Como
o universo ainda estava no processo de expansão primordial, que ocorreu em 7
etapas distintas de expansão e propulsão gravitacional promovida pelo centro de
Havana, na forma de explosões de supernovas cósmicas criando processos equi-
valentes a erupções vulcânicas de magnitude cósmica nos superaglomerados, o
que definiu a formatação desses aglomerados e as leis da Física para cada grupo.
Portanto, percebemos aqui que as primeiras mônadas (ou raças desse pe-
ríodo) estão nos planos suris do universo como o entendemos neste momento, e
o contexto da criação ocorria no que entendemos como plano espiritual. O ajuste
para o plano material viria, milhões de anos depois, a ser uma realidade como é
a nossa frequência existencial da expressão do espírito.
As Superinteligências acabaram por formatar em seus aglomerados gi-
gantes as bases da criação para posteriormente permitir o desdobramento da
densificação do átomo e o desdobramento das realidades paralelas. Cada aglome-
rado tinha que permitir a formação dos logos cósmicos para que o genoma dos
Filhos Paradisíacos pudesse ter a transferência de consciência entre as diferentes
frequências, e assim permitir que a vida iniciasse a jornada nas mais diferentes
realidades dimensionais.
Em relação ao universo de Adoneshy, do qual muitos filhos paradisíacos
eram provenientes, a expansão da matéria e do átomo no ponto crítico seria
diferente, possibilitando uma expansão em diversos ciclos de massa crítica. O
que permitiria um crescimento dimensional diferenciado e uma área a ser em-
pregada infinitamente maior e sem limitações como tinha ocorrido nas outras
experiências da Fonte Primordial em distintos universos, anteriormente à criação
de Havana.
Esses outros universos não existem nas diretrizes de Havana ou no con-
rexto cósmico como poderíamos querer enquadrar. Estão além, em outra condi-
cão, como em uma bolha do universo distante da percepção de todas as formas
de vida do universo ao redor de Havana.
Com base na estrutura criada, partindo de Havana, as raças Hex-Dra,
Bial e Hexo foram as primeiras estruturas genéticas a receber a consciência ar-
tificial criada pelos Filhos Paradisíacos, e que posteriormente desenvolveram
naturalmente formas de vida nas associações genéticas entre essas três bases de
aminoácidos. O ponto inicial foi a percepção de consciência de alguns Filhos
Paradisíacos como gene primordial para que a vida se manifestasse, posterior-
mente. Com a manipulação foram criadas mônadas e matrizes genéticas para o
Gniverso existente.
Os centros de controle dessa expansão da matéria e das formações dos
aglomerados e formação das primeiras galáxias estavam codificados nas ilhas
paradisíacas, e que equivalem a planetas e estrelas orbitando as imediações de
Havana. Essas ilhas paradisíacas que são relatadas no livro de Urantia represen-
tam magneto-estrelas de controle gravitacional na expansão do universo, que
interagem com o plano dévico do Universo, na interação nuclear forte e fraca, e
nas demais leis do universo atômico primordial. Nesse ponto surgem os Elohins,
como seres dessa realidade psíquica e atômica, com os primeiros Reinos e formas
de vida partindo de Havana.
Esse é o motivo pelo qual Anhotak utilizou a matriz genética de alguns
Elohins de base para suas primeiras 8 raças de estabilização genética nos aglo-
merados que estavam sob o seu controle. Conseguiram assim a vantagem nas
primeiras etapas de ajuste genético e dimensional para as raças com estrutura de
2, 4 e 6 filamentos entre as dimensões mais estáveis encontradas na expansão gra-
,-itacional e radioativa das estrelas. Muitas estrelas em formação ainda irradiavam
enormes quantidades de tempestades no espectro dos raios gama, que de forma
geral, são letais à maior parte das expressões de vida psíquica e material.
Nesse momento existiam situações que não propiciavam a formação de
formas de vida mais débeis. Por esse motivo Anhotak e seus seguidores emprega-
ram a nanotecnologia associada à capacidade atômica estrutural dos Elohins e do
reino dévico do universo nesse momento. Este último possuía maior capacidade
de adaptação às grandes Autuações de energia do universo em expansão. Nesse
momento da criação não existia dualidade entre o bem e o mal, apenas a busca
de uma super-raça capacitada a absorver as radiações do universo em formação e
iniciar o mais rápido possível as bases do material genético que seriam espalhadas
pelo 9° universo de Havona.
Portanto, esse início foi uma etapa de estudo e posteriormente uma cor-
rida entre os diferentes Filhos Paradisíacos para criarem a raça mais adaptada ao
ambiente, e desta forma iniciar a formatação dos primeiros impérios estelares,
conforme o plano proposto originalmente perante o Conselho de Anciões de
Dias e dos Voronandecks.
A proposta original da Ordem Voronandeck previa um plano temporal
de pelo menos 1 bilhão de anos, em nosso entendimento, para ajustar as bases
gravitacionais e radioativas para que as primeiras bases genéticas pudessem ini-
ciar a expressão na densidade da materialidade. Porém, Anhotak e outros, como
Daraodeshy, já tinham as bases constituídas em diversos sistemas planetários bem
antes disso As quais seriam posteriormente codificadas como mundos dos An-
ciões Cósmicos, e tornar-se-iam o fundamento das primeiras raças cósmicas dos
Elohins c os engenheiros do universo.
Mitch Ham Ell realizou um feito totalmente diferente na formatação dos
genomas até então, elaborou com a Ordem Voronandeck a criação da base gené-
tica da raça adâmica em Havona, dentro de seu próprio universo interno. Cada
Filho Paradisíaco possui um universo próprio em Havona, como se fosse um
castelo com milhares de ambientes, porém em proporções cósmicas e multidi-
mensionais. Nesse contexto, foi criada, junto a um grupo da Ordem Emanuclis,
da Shtareer e da Mitch, a primeira materialização do que viria a ser a estrutura
fractal de 3600 corpos multidimensionais da raça humana do Universo. Com
uma superioridade genética total e derradeira sobre todas as outras formas de
vida até então produzidas, devido ao gradiente de genoma de Filhos Paradisíacos
muito superior aos genomas até então produzidos e concebidos pelos outros Fi-
lhos Paradisíacos.
O genoma baseado numa estrutura de 3600 frequências distintas
permitia uma mutação entre desdobramentos de 12 filamentos para as frequên-
cias mais densas do átomo, e posteriormente a multiplicação pelo fator 7 e 12
para o desdobramento a cada nova gama vibracional, realizando assim um novo
genoma capaz de absorver todas as outras formas de vida produzidas ou a virem
a ser inventadas.
Essa condição foi fundamental para ativar a disputa futura no desenvol-
vimento da evolução das raças e a frequente busca pela miscigenação racial entre
todas as formas de vida possíveis. Neste ponto, Anhotak percebe que possui uma
chance interessante de empregar alguns de seus genomas para pesquisa na junção
com os genomas inventados pelo grupo de Mitch, o que colocaria a dualidade
a prova entre as diferentes condições da alma nessas tantas estruturas genéticas,
pois a percepção do universo era totalmente diferente em cada uma.
As mônadas criadas pela linhagem de Anhotak possuíam uma codifica-
ção distinta à proposta por Mitch, que tinha inserido a energia do criador pri-
mordial nas 3600 frequências de sua linhagem no fractal em Havana. Essa nova
condição fascinou Anhotak, pois ele poderia contrapor a sua imagem à de Mitch,
para o desenvolvimento do jogo cósmico entre ambos. A Ordem Voronandeck
percebe que nessa nova configuração a polaridade das mônadas defrontar-se-ia
com o Tudo e o Nada, onde as leis do Universo estariam em constante equilíbrio
e choque na percepção emocional, psíquica e mental das formas de vida criadas.
Surge nesse momento a condição de Cristo-Miguel e a do Anticristo.
Anhotak percebe que para ter acesso ao futuro do desdobramento das
novas dimensões, e, ajustes do universo ou multiuniverso precisava efetuar as-
sociações com o genoma criado por Mitch, para passar a solicitar formalmente
ao Conselho Voronandeck a concessão de associações de seus melhores gcnomas
com a proposta de Mitch. E inserir, inclusive, o seu próprio DNA nas matrizes a
serem mescladas nessa concepção.
O Conselho Voronandeck percebe que para o desdobramento dos fu-
turos universos e das possibilidades que aquilo significava na evolução das dis-
tintas bases genéticas e na criação de raças isso era importante. Anhotak recebe
a permissão para, junto a Mitch, realizarem um estudo e uma proposta para o
Conselho Voronandeck de como e o que deveriam expor nesse contexto, pois a
polaridade estava inserida nessa proposta.
São criados 12 genomas conjuntos com o potencial de ambos os Filhos
Paradisíacos, e iniciam o desdobramento nas frequências mais densas do Uni-
verso, aproveitando a estrutura de planetas com maior densidade e condições
atmosféricas adversas ou até extremas. Neste ponto originam-se as primeiras
super-raças mutantes com ampla capacidade de adaptação e mutação frente às
condições ambientais de planetas existentes nas mais variadas localidades do Uni-
verso. Iniciam assim, a colonização dos mundos na estrutura física propriamente
dita ou entendida por nós da Terra.
Isso ocorreu há aproximadamente 1,2 bilhões de anos após a última ex-
pansão gravitacional de Havona, o que está além da contagem terrestre da idade
aparente do nosso universo. Como sabemos, a ciência moderna define que, com
base nas radiações de fundo captadas pelos nossos melhores aparelhos, o universo
deve possuir entre 15 a 20 bilhões de anos. Porém, isso é apenas o registro da úl-
tima onda de expansão das ondas gama que Havona emitiu para expandir ainda
mais as diferentes frequências multidimensionais do Universo.
Todas as expansões provenientes das ondas de radiação gama geradas por
Havona foram precedidas da emissão da radiação taquiônica para inserir a cons-
ciência da Fonte nas mudanças que essas ondas gama geravam no Universo. Os
aglomerados cósmicos dissiparam essa radiação residual de gama e de outras fre-
quências que é entendida hoje como radiação de fundo, com a qual define-se um
tempo padrão do universo, codificando a sua idade. A raça dos Elohins possui
mais tempo do que essa última onda de gama que aparentemente encontra-se
entre os últimos 15 a 20 bilhões de anos terrestres.
A super-raça que Anhotak inicia nesse processo, possui 40% do genoma
de Mitch, pelo que passa a ser a raça primordial de muitas localidades do Univer-
so que entrava na sua fase da densificação para o que poderíamos definir como
ajustes para nossa realidade 3D. Mitch, por sua vez, inicia o mesmo processo es-
colhendo outros pontos dos superaglomerados sob a responsabilidade da Ordem
de Micah, que é um desdobramento de Micah em associação com a energia de
Emannuelis, distribuindo nos 144 superuniversos essa Ordem e suas responsabi-
lidades com todos os genomas inseridos na sua proposta.
Os postos de batalha são definidos, e são distintos para permitir o cresci-
mento e evolução no estágio primário de cada uma das raças escolhidas, e das que
viriam a criar-se naturalmente pela evolução das raças primogênitas. Nessa etapa
do processo a polaridade entre Cristo e o Anticristo não gerou maiores questões,
pois a distância entre as localidades era maior do que a capacidade tecnológica
apresentada pelos grupos., Não era o momento dessas distintas facções com ge-
nomas aparentados defrontarem-se.
Percebam que não existiu uma declaração de guerra entre Mitch e Anho-
tak, ambos são pesquisadores e filhos paradisíacos, cientes de suas responsabili-
dades. Os dois aceitaram o jogo e permitiram que suas raças tivesssem genomas
com bases mescladas para iniciar uma pesquisa cósmica no desdobramento da
personalidade da alma e do espírito, pois possuíam matrizes genéticas desses fi-
lhos paradisíacos. Inclusive, essa condição foi imitada por outros filhos paradisí-
acos no contexto genético de Havana.

A Supraconfederação

Esta estrutura foi criada pelo Conselho dos 21 Voronandeck de Hava-


na, para acompanhar e estudar o desenvolvimento dos projetas apresentados e
desenvolvidos pelos Filhos Paradisíacos. A Supraconfederação é constituída so-
mente de mônadas e seus desdobramentos primários definidos pela humanidade
de Eu Sou. Seres, estes, de uma estrutura acima de 15D, conectados à estrutura
criacional do universo, com amplo desenvolvimento e abrangência nos superu-
I'.i,·ersos e nos superaglomerados, além de manterem cantata direto com todos os
filhos Paradisíacos do Universo.
A avaliação do desenvolvimento dos genomas através da verificação do
Jesdobramento da percepção sensorial no universo, e a adaptação evolutiva para
" formatação das diferentes hierarquias evolutivas das galáxias foi o início da fu-
(ão que origina as federações sistêmicas em cada segmento do universo.
A Supraconfederação ajuda a estabilizar o processo criativo dos aglome-
rados cósmicos e a estabilizar a expansão das galáxias no Universo, como base
primordial de suas funções. Posteriormente cuida da evolução das raças e estuda
o seu desdobramento no interesse do controle evolutivo. Além disso, ela efetua
a seleção natural das melhores raças e as prepara para serem representantes da
Supraconfederação e membros da Confederação na interação multidimensional
dos universos existentes.
Os membros mais antigos da Supraconfederação habitam estruturas aci-
ma de 20D, estabelem as diretrizes evolutivas dos superuniversos e planejam a
expansão do Universo. São eles que controlam o desdobramento das supramô-
nadas e mônadas, conforme a necessidade, através das ordens cósmicas como
Voronandeck, Goronandeck, Melchizedeck - entre as estruturas administrativas
dos superuniversos - .
A criação de novas mônadas no desdobramento partindo das supramô-
nadas é parte das atribuições da Supraconfederação, atuando também na ma-
nipulação dos genomas cósmicos. Ela possui independência e pode criar novos
genomas conforme seus entendimentos e necessidades do Universo. Não neces-
sariamente tendo que trabalhar com material genético já existente dos Filhos
Paradisíacos. Está sustentada pelo Conselho Voronandeck de Havona, para as-
sim possuir autoridade direta e inquestionável perante os Filhos Paradisíacos,
pois esse Conselho possui equivalência a juízes e policiais do departamento de
segurança nacional de um país e é uma estrutura independente que pode realizar
auditorias nos projetos criacionais dos Filhos Paradisíacos.
A estrutura da expansão dos universos em sua multidimensionalidade foi
uma das primeiras responsabilidades atribuídas à Supraconfederação, uma vez
que esta organização foi criada no início da expansão dos universos, antes mesmo
da corrida dos Filhos Paradisíacos pela criação de raças. Foram os seus integran-
tes que criaram as primeiras clonagens de desdobramento dimensional de seus
membros, permitindo que essas mônadas fossem desmembradas em Eu Sou, e
que esses cuidassem do estudo evolutivo do contexto atômico do Universo.
A participação das equipes relacionadas ao fragmento dos Elohins (ou
engenheiros do universo) é direta na Supraconfederação, o que permite que as
bases da engenharia multidimensional fossem a origem das leis do Universo que
conhecemos e das que ainda estamos por conhecer.
Com o desdobramento progressivo da Supraconfederação e de seus
membros, que aruavam junto às equipes do Conselho da Ordem Voronandeck
e posteriormente da Ordem Goronandeck, acabou surgindo o desdobramento
setorial nos universos locais da atuação de um grupo que foi definido como Con-
federação Multidimensional. Este grupo deveria ajudar no desenvolvimento das
raças criadas no contexto político dos aglomerados menores, como é o caso do
universo local de Nebadon. Inicialmente as mônadas ou consciências existentes
na Supraconfederação desdobraram-se nas dimensões mais densas ou inferiores
para continuar estudando e vigiando a expansão dos universos na sua multidi-
mensionalidade, o que gerou a necessidade da existência da Confederação Mul-
tidimensional. Mas o estudo dos genomas foi uma das aventuras de consciência
maior valia para esses membros, que passaram a avaliar no fluxo temporal dos
ersos a necessidade de uma instituição capaz de estudar, avaliar e verificar o
·encial criacional de todas as formas de vida do Universo.
A esta altura, a Supraconfederação solicita a criação de um órgão cósmico
a incumbência criacional, além da sustentada pelos Filhos Paradisíacos, o
~ origina a estrutura primordial da Ordem da Santa Esmeralda, que passa a
controle e seleção natural de todos os universos. O maior banco de dado
..:tal, jamais imaginado pelos Filhos Paradisíacos, estava em formação, o que
_.:Luia a avaliar o desdobramento de todas as formas de vida no fluxo existencial
universos.
No meio desse contexto surgem mônadas criadas por Shtareer na egré-
~ ::ra dos Goronandeck, que dariam a vida a Yaslon Yas e a outros seres como o
-.:anjo Ariel e a Ordem Arielis, para ajudar na formatação do desdobramen-
- hactal das supramônadas e posteriormente das mônadas. Shtareer previa as
~ armações criacionais que viriam da proposta de Anhotak. Por esse motivo
_ xillicou a sua descendência da Ordem Goronandeck e posteriormente seus ge-
~as primogênitos com qualidades e condições de ajudar na evolução sistêmica
aglomerados, através de holoides de consciência com matrizes Voronandeck
urizadas com Mitch Ham Ell e Anhotak. Para criar o condicionamento jurí-
_._o universal para o controle da evolução das raças imperialistas que deveriam
......•·S\·irmar-se da proposta original de Anhotak, pois já existiam indícios da rcbel-
.:.:a d.1 descendência desse ser.
Shtareer, a partir da estrutura bem fundamentada da Supraconfederação,
xrmitc a criação em Orvotón do universo local Shinkara, para inserir a codifi-
.:.zcio total de sua linhagem com a combinação fractal adâmica de Mitch Ham
Eil. ~a qual é criada uma proposta de seres capacitados para trabalharem nas
:JOlaridades para sustentar a proposta de Crisro-Micah ou Cristo-Miguel, como
emendemos. São inseridas supramônadas da melhor qualidade potencial e di-
ididas em mônadas para coordenar a evolução de um conglomerado de aproxi-
madamente 231 mil galáxias que é definido como Shinkara.
A manifestação crística das primeiras formas de vida relatadas desse
processo é atribuída a dois fragmentos diretos do Voronandeck Shtareer que
rinham se subdividido com o material genético do foco feminino de Shinkara,
dando origem a Yaslon Yas, Alcon, Arielus, Azariel, Metrom, Ashirion, Voro-
.\mhan, Kurbalis e Oxalis. Esses dois focos na esfera de 35D acabaram entrando
em diferentes frequências do universo para poderem iniciar 1O novos genomas
fundamentais na evolução de Shinkara e nos demais universos locais internos
de Orvotón.
Esses 10 fragmentos passariam a ser os controladores da evolução dos
universos locais de Orvotón, e posteriormente, a auxiliar nas funções da Supra-
confederação nos outros 143 superuniversos e nos seus desdobramentos. Foram
eles que criaram as funções e as prerrogativas da Confederação Mulridimensonal
para os universos locais.
O Voronandeck S. Gorjhal era um dos membros do Conselho dos Voro-
nandecks que coordenava as estruturas evolutivas do 6° superuniverso Linathyl,
e era parceiro de Shtareer em diversas situações relacionadas na estabilidade cós-
mica de Havana e de seus 144 superuniversos existentes em milhares de fractais
dimensionais. Seguindo o exemplo de Shtareer, S. Gorjhal criou um grupo de
seres da Supraconfederação de Linathyl com as mesmas diretrizes de Shinkara.
Desse processo surgiria posteriormente a mônada de Ajabim Egueybê Rá Yam
Tôalá e de Samael Laruane Gotti, como os representantes do superuniverso de
Linathyl.
Uma junção desses seres seria posteriormente realizada pelo Conselho
Voronandeck e Goronandeck com a energia Samanael, para atuarem em ambos
superuniversos, e posteriormente nos restantes, amplificando as atribuições da
Supraconfederação no contexto das supramônadas existentes nas esferas entre
25D e 40D. Permitiramcom isso, que os Filhos Paradisíacos e outros seres pu-
dessem cuidar dos processos seletivos da evolução nas esferas internas de Havana
e no desdobramento além da configuração frequencial que os 7 primeiros supe-
runiversos apresentavam na direção da estrutura física.
Todas as galáxias acabariam por desdobrar-se na fisicalidade devido à
densificação, porém, além desses 7 superuniversos, os processos estavam em ou-
tra complexa ramificação de realidades sutis além da estrutura de 25D, motivo
pelo qual os engenheiros siderais tinham outras esferas da criação a sustentar e
estudar. Assim, a Supraconfederação foi um desdobramento das primárias su-
pramônadas - ou consciências da criação primordial - a herdarem os universos
abaixo de 25D para garantir a evolução, e para sustentar o jogo cósmico proposto
pelos Filhos Paradisíacos e os organizadores de Havana.
A Confederação Multidimensional

A Confederação Multidimensional acabou surgindo naturalmente


o desdobramento das atribuições da Supraconfederação e na necessidade de
.:omrolar os genomas, além de ampliar os estudos da evolução de todas as formas
d~ vida e da energia dos universos em constante mutação. A Ordem Santa Esme-
ralda é uma ramificação dessa organização com funções específicas na evolução
da_, raças e na análise das projeções futuras do que pode ser criado com base no
que existia na estrutura residual do universo genético dos Filhos Paradisíacos e
da.!- outras formas de vida do Universo, inclusive dos materiais secretos existentes
em Havana.
A Confederação Multidimensional, a princípio, deveria cuidar das ques-
róes evolutivas nos universos locais, ajudar seus coordenadores na expansão dos
projetas e garantir a segurança e o equilíbrio entre as diferentes facções na pro-
posta da polaridade entre a energia do Cristo-Micah e a do Anticristo, assim
como efetuar a avaliação psíquica das mônadas envolvidas com essa proposta.
Um universo local possui entre 80 mil a 300 mil galáxias na sua forma-
rncão evolutiva, o que significa um desdobramento entre 12D e 20D na distri-
buição das consciências a empregarem as suas experiências evolutivas. Cada qua-
drante, ou mesmo cada galáxia, apresenta distintas configurações atômicas para o
desenvolvimento da vida e da consciência, o que significa a condição das distintas
dimensões a serem estudadas e testadas pela vida. Dessa forma, a Confederação
:\fultidimensional acaba por ter a condição e responsabilidade do estudo das
realidades em paralelo dos universos que estão sob a abrangência dos universos
locais, para permitir que os membros da Supraconfederação possam usar essas
atribuições como trampolim para o estudo ou processo encarnacional nas esferas
inferiores da realidade psíquica e espiritual de seus membros além de 25D.
Muitos mestres de luz da Supraconfederação utilizam o desdobramento
da Confederação Multidimensional para criarem corpos adaptados ao ambien-
te, e com isso, iniciar a sua jornada evolutiva e a pesquisa do desdobramento
das criações dos Filhos Paradisíacos. E em alguns casos, até empregam genomas
criados por esses Filhos Paradisíacos para avaliação. Em tal ponto a Supraconfe-
deração e a Ordem Santa Esmeralda passam a ser importantes colaboradores para
gerar novas formas de vida perfeitas, empregando o melhor de rodos os genomas
para subsistir nas condições mais complexas existentes em cada universo e nas
galáxias em formação.
Dessa forma, ocorre naturalmente a formação da Confederação Inter-
galáctica que acaba por transportar os genomas dos membros mais evoluídos
das esferas maiores da Supraconfederação e da Ordem Santa Esmeralda para as
realidades abaixo de 12D, no âmbito galáctico e posteriormente, sistêmico do
contexto estelar.
Portanto, na medida em que o processo densificava, surgiram da Supra-
confederação a Confederação Multidimensional, a Ordem Santa Esmeralda e
posteriormente, a Confederação Intergaláctica. Nas quais o espírito dos Mestres
Maiores acabou por entrar nas diferentes realidades da vida e da psique evolutiva,
auxiliando no ajuste e estudo dos melhores genomas para cada galáxia e planeta.
O contexto político dos Filhos Paradisíacos era uma das maiores atribui-
ções de diversos membros da Confederação Multidimensional, pois as constantes
disputas, guerras e formatação de impérios energéticos entre esses seres criavam
profundas alterações na estrutura dimensional das nebulosas e das galáxias. A
destruição de uma galáxia era uma situação comum no choque entre essas ilhas
do espaço, devido à disputa de poder das Superinteligências. Essas Superinteli-
gências tinham magnitudes de consciência muito acima da vida de um planeta
ou mesmo de uma constelação, e jogavam com a vida atómica de galáxias in-
teiras. Dessa forma, a Confederação Multidimensional acabava por intervir em
muitas etapas da evolução das linhagens criadas pelos Filhos Paradisíacos. Foi o
que ocorreu em diversas situações nas quais a equipe de Egueybê confrontou os
discípulos de Sarathen e Molocshuan, que defrontavam-se em guerras ideoló-
gicas que levavam galáxias inteiras à derradeira destruição. Nessas situações do
passado estrutural de Orvotón Yaslon e Alcon passariam a trabalhar diretamente
com as equipes de Egueybê para manter o equilíbrio a inserir a Lei Primordial.
Pela ciência, após ter ocorrido o Big Bang, ocorreu um momento deno-
minado de Encruzilhada Cosmológica, no qual, inicialmente, acredita-se numa
expansão desacelerada, mas por alguma razão além do entendimento atual, ocor-
reu um processo de aceleração e constante expansão do universo. Isso foi provo-
cado pelas ondas de radiação gama.
No momento que isso ocorreu, as leis da dinâmica e da física também
passaram a ser válidas para todas as formas de vida e manifestação de energia do
átomo. Essa definição foi passada à humanidade no passado como a frequência
exu nos antigos relatos da criação do universo e dos reinos da natureza.
A Confederação Multidimensional passou a gerir essas leis para estabi-
lizar o processo da expansão dos universos partindo da constante gravitacional
adaptada a cada universo local, para gerar a estabilidade energética da vida a
cada proposta apresentada ao Conselho dos Voronandeck e dos Anciões de Dias
de cada universo local. A disputa entre as polaridades pela perfeição e pelo do-
mínio sobre essa perfeição gerou a necessidade de afastar uma galáxia da outra,
para permitir o desdobramento multidimensional do contexto galáctico dos uni-
versos locais. Por esse motivo a Confederação Multidimensional com base na
física cósmica ativou os mecanismos da expansão do universo para aumentar as
probabilidades de vida e de segurança de cada quadrante estelar nas esferas acima
de 12D.

A Confederação Intergaláctica

Esta organização é uma consequência natural da Confederação Multidi-


mensional, e neste caso os membros desta organização passaram a estudar a vida
e os processos evolutivos abaixo de 12D e verificar o desdobramento das raças na
formatação dos processos seletivos da sobrevivência nas galáxias de cada universo
local. A abrangência desta organização é normalmente confundida pelas pessoas
como a da Federação Intergaláctica, mas é um engano, pois os membros da
Confederação Intergaláctica pertencem à Supraconfederação e à Confederação
Multidimensional, além de empregar corpos geneticamente preparados para in-
tervir e interagir nas realidades abaixo de 12D.
Uma das funções mais interessantes da Confederação foi, no decorrer
da evolução dos universos e de suas realidades paralelas, apresentarem-se como
Elohins - Adonai em diversos povos em formação nas mais variadas estrelas
do Universo, criando o primeiro contato entre membros das frequências além
de 12D com formas de vida primitivas abaixo de 8D. Isso inseriu a codifica-
ção no universo dos Deuses Criadores do Universo, e nesse contexto surgem
os primeiros registros cósmicos dos Elohins, Ciclopes e Orixás Primordiais na
construção dos reinos dévicos e estelares nas religiões dos povos mais antigos de
universo entre lD e 7D. Dessa forma estava formada a base da Matriz de
Controle em centenas de universos locais, através dos representantes da Confe·
deração Interestelar.
Nesse ponto nasce uma situação interessante: a necessidade de inserir leis
e diretrizes no processo evolutivo abaixo de 12D para garantir o equilíbrio entre
as diferentes polaridades dos Filhos Paradisíacos. Essas diretrizes acabaram por
gerar um problema complexo, pois o choque entre ajudar ou não no desenvolvi-
mento das raças mais necessitadas em relação às que possuíam mais tecnologia,
criava uma questão relativa à seleção natural no universo abaixo de 8D. Essa
seleção muitas vezes era controlada pelos interesses dos Filhos Paradisíacos infil-
trados nas formas de vida mais avançadas e com capacidade psíquica de absorção
mental desses seres paradisíacos, que são os processos mediúnicos similares aos
que encontramos na Terra, entre a humanidade.
As diretrizes provenientes da Supraconfederação definiam as leis nas
quais todas as formas de vida, e principalmente os membros da Confederação
Intergaláctica, deveriam atuar e se basear, sendo que a não interferência no livre-
arbítrio e na evolução das raças era uma das mais severas, justamente para não
intervir diretamente no contexto político dos Filhos Paradisíacos.
Com o tempo, membros da Confederação perceberam que ocorriam
constantes injustiças e ajustes políticos, por parte dos Filhos Paradisíacos, fora
da legislação e das diretrizes consideradas corretas, o que os levou a intervir a
favor de raças e planetas em desvantagem. Isso gerou a errada codificação para os
humanos de confederados e não confederados.
Os confederados devem seguir as leis e diretrizes que existem no contexto
político do Universo, enquanto os representantes não confederados escolheram
intervir em situações e momentos críticos de algumas civilizações, porém, alguns
de seus representantes descobriram a polaridade proposta pelos Filhos Paradi-
síacos como Anhotak. Os não confederados perceberam que além de intervir e
garantir a vida de milhares de civilizações, poderiam viver da energia emocional
gerada pelas formas de vida sob sua proteção. Nesse contexto, os não confedera-
dos passaram a expressar emoções e situações similares aos filhos do Anticristo,
porém sem a conotação de poder e escravidão, mas de absorção e controle evolu-
tivo em seu favor para manter a conexão com seus protegidos através da troca de
sentimentos e emoções, e com o tempo, contato sexual com as diversas formas de
vida existentes abaixo de 8D.
Surge assim uma nova etapa no desenvolvimento psíquico dos membros
da Supraconfederaçáo desdobrados nas realidades da Confederação Intergalác-
tica, algo inédito para esses mestres que só conheciam as diretrizes da Fonte
Primordial e as leis criadas pela Ordem Voronandeck e Goronandeck. Dita etapa
obrigou a Ordem Santa Esmeralda a entrar nesse contexto e estudar os novos
desdobramentos cósmicos das formas de vida que estavam em formação e que
tinham material genético do desdobramento da Supraconfederação. Os que já
tinham desdobrado na Confederação Multidimensional e esta, por sua vez, na
Confederação Intergaláctica, chegando pela primeira vez à Matriz de Controle
inventada por Anhotak e sua equipe setorial na galáxia de Arconis.
O genoma adâmico de Mitch é processado pela Ordem de Micah e passa
a ser inserido abaixo de 8D pela primeira vez no universo local de Nebadon. Esse
genoma é partilhado pelos representantes da Confederação e posteriormente
pelos representantes não confederados, para inserir o equilíbrio e participação
no contexto da dualidade que já estava em pleno andamento entre Mitch Ham
Ell e Anhotak.
Tínhamos, portanto, um genoma cósmico de proporções fractais inédito
no desdobramento abaixo de 8D, algo que não estava previsto originalmente no
plano de Mitch, pois o surgimento de realidades abaixo de 8D não interessavam-
no devido ao contexto que ele tinha em mente em relação ao universo de Unana,
que estava sendo programado há éons em planos além do 28° superuniverso.
Essa condição trouxe para a Matriz de Controle a raça adâmica de Micah
e a codificação de um genoma paradisíaco direto para as realidades mais den-
sas, passando a concorrer diretamente com os genomas mesclados de Anhotak e
Mitch, os quais já estavam presentes através dos Dragões Primordiais de alguns
setores do universo de Nebadon. Essas raças foram semeadas em outras partes
dos universos, mas em Nebadon ocorreram condições inéditas que levariam às
disputas raciais diretas entre os descendentes de Anhotak e de Mitch, incluindo
a descendência de Shtareer.

Ordem Santa Esmeralda

A organização deste grupo passou a intensificar o estudo dos genomas e


a praticar a pesquisa e o desenvolvimento de novos genomas que permitissem as
matrizes genéticas dos Voronandeck, Goronandeck, Melchizedeck, Micahélicos
e outros grupos a interagir com as realidades abaixo de 8D, pois uma nova egré-
gora da evolução estava sendo aberra e requeria manter o equilíbrio com o que
tinha ocorrido no desdobramento das dimensões superiores antes da existência
da Matriz de Controle.
A transferência de material genético entre as dimensões foi uma das prin-
cipais tarefas e estudos dessa organização de forma independente dos Filhos Pa-
radisíacos, justamente para poder, posteriormente, controlar e avaliar o que os
Filhos Paradisíacos tinham efetuado dentro e fora das leis do Universo. O banco
de dados de genoma de Havana foi transferido para as realidades abaixo de 120,
para estudarem-se as condições da criação de novos universos nos que as raças
pudessem desenvolver-se, e com isso, a criação de novos planetas que pudessem
abrigar essa nova configuração. Por esse motivo, os Engenheiros Siderais, os Elo-
hins e outros juntaram-se à Ordem Santa Esmeralda para estudar os processos da
vida, criação e destruição dos diferentes ciclos do universo, o que dá origem ao
ciclo da energia Shiva.
A energia dessa estrutura supramonádica foi transferida das esferas da
vida além de 25D e inserido no Conselho Evolutivo dos 12 superuniversos mais
densos, para assim sustentar a transferência da vida dos membros da Supracon-
federaçáo e das outras organizações nas diferentes matrizes de consciência do
universo já existente para o novo em formação.
A Ordem Santa Esmeralda acumulou muitas atribuições no decorrer das
etapas evolutivas dos universos em formação abaixo de 12D, o que permitiu
que todas as polaridades dos Filhos Paradisíacos e os membros das outras orga-
nizações pudessem testar o desdobramento evolutivo nas esferas dos distintos
genomas. Além dos genomas, a estrutura das diretrizes e as suas aplicações a cada
nova configuração planetária estavam sendo testadas e colocadas em debate, para
que os Conselhos Evolutivos de cada quadrante estelar pudessem formatar os
parâmetros da evolução para cada raça.
A Ordem Santa Esmeralda ajuda a formatar a propagação energética dos
logos estelares, como os portais de troca energética, para que as emanações do
desdobramento das mônadas definidas como Eu Sou possam entrar nas novas
realidades. Podemos definir que a Ordem Santa Esmeralda acaba por atuar nas
bases do que viria a ser o Conselho Criacional de Nebadon, com representações
cm todas as quase 100 mil galáxias desse universo local, e cria o material genético
dos representantes criacionais de Nebadon nas realidades abaixo de 80.
Ordem Voronandeck

A Ordem Voronandeck é proveniente das estruturas criacionais mais an-


tigas desde que o Universo existe dentro de todas as suas realidades e possibilida-
des na linha de tempo-espaço e na multidimensional. Uma de suas funções é a
criação das especificações para a geração das supramônadas e das partículas que
delas são geradas, e que nós entendemos como Eu Sou.
Os vórtices de energia dessa Ordem têm relação com os seres divinos,
denominados de Anciões dos Dias, Últimos dos Dias, Portadores dos Dias e Por-
tões da Vida dentre algumas das ramificações e explicações das hierarquias que
atuam nos projetas da vida em Havona.
A estrutura da vida nos 144 superuniversos passa por diversos aspectos
de equilíbrio das energias de interação de uma dimensão com a outra. Essas situ-
ações são calculadas e projetadas para cada universo pelos Engenheiros Siderais,
que são membros da Ordem Voronandeck, que por sua vez é a responsável pelos
códigos da vida em todos os aspectos dos superuniversos. Essa Ordem é suprema
no Universo e vibra em todas as esferas da criação, e é subdividida em diversos
aspectos para cada universo e seus respectivos planos de vida. O ponto de atuação
entre 1O c infinito da criação está sob o seu controle e suas especificações.
A Ordem Melchizedeck possui os códigos do conhecimento do Univer-
so, como a ordem que cuida dos registras da vida, mas as especificações criacio-
nais partem da Ordem Voronandeck. A aplicação dessas especificações- muitas
vezes, o processo das manipulações genéticas - está sob a responsabilidade da
Ordem Lanonadeck, que é coligada com a Melchizedeck e Voronandeck, para
que a trindade criacional se manifeste em cada Eu Sou e nas suas ramificações de
vida que eles sustentam.
A Ordem Voronandeck possui diversos escalões internos para atuar no
desdobramento dos universos. Muitos deles são desconhecidos, mesmo para as
equipes administrativas dos universos locais e das outras esferas da criação relati-
va aos Filhos Paradisíacos. A maior parte dos seres dessa ordem vibra além da 30a
dimensão, orbitando outros universos. O multiverso, como alguns seres definem,
está aberto a todos os 144 superuniversos. Nossa mônada e o Eu Sou estão inse-
ridos nessa configuração.
São 21 membros do Conselho Criacional de Havona que controlam as
7.., esferas da vida através de mecanismos multidimensionais e da configuração
12 12 através das naves portavidas similares à da categoria Adobnon 5. Esses cen-
tros de controle gerenciam a vida e as propostas apresentadas pelos Filhos Para-
disíacos de cada esfera da criação. Como engenheiros siderais eles desdobram-se
em 7 níveis internos de qualificação hierárquica para controlar as esferas através
de ondas de alcance ao redor de Havana. Cada onda possui uma abrangência
relacionada à expansão dos superuniversos no âmbito da radiação taquiônica
ao redor de Havana. Eles medem a distância das galáxias e a dos aglomerados
cósmicos em energia táquion, e com isso a classificação das esferas de 7 níveis
internos de Voronandeck, e posteriormente as de 12 níveis para as esferas mais
externas, como o restante dos superuniversos além do 12°.
Não existe maior referência à estrutura operacional dos Voronandeck,
além da de serem primorosos engenheiros siderais e multidimensionais, pois
criaram as leis da configuração dos universos. Os Filhos Paradisíacos utilizaram
algo que estava disponível na malha cósmica da criação do átomo e das suas di-
ferentes frequências.
Podemos definir que as especificações do universo multidimensional
existente além de Havana foram transferidas através dos portadores da Lei Di-
vina- Ordem Voronandeck- para Havana, bem como o que definimos como
galáxias e tudo o que se procura entender na cosmologia moderna.

Ordem Goronandeck

A Ordem Goronandeck foi criada para coordenar os aspectos políticos


dos universos em formação e para acompanhar o desdobramento político evo-
lutivo que formataria o desdobramento das confederações, das federações e das
demais estruturas de cada contexto político a ser vivenciado pelas raças e seres es-
pirituais; bem como o jogo político entre cada Filho Paradisíaco e suas interpre-
tações sobre a vida e a sua manifestação, que passam a inserir as leis do Universo,
através da estrutura cósmica que no momento entendemos como Tronados.
A energia primordial dos Tronados representa seres que estabelecem e
aplicam as leis cósmicas que regem os universos. Podemos definir que as especi-
ficações técnicas do multiverso e suas leis de ação e reação foram passadas para o
aspecto jurídico e para o controle da Ordem Goronandeck de forma a sustentar
o equilíbrio em cada seguimento dos universos desdobrados de Havana. Com o
surgimento dos desdobramentos da Supraconfederação esses seres também en-
viaram seus representantes a cada nova esfera da vida nas diversas dimensões que
fossem necessárias, o que gera a transferência das leis multidimensiona.is para
cada nova realidade a ser estabelecida no fluxo atômico do Universo.
A Ordem Goronandeck passou a utilizar grandes estrelas massivas das
galáxias como foco da emanação de suas almas e como inspetores no Universo,
atuando junto ao almirantado da Supraconfederação e tendo autoridade junto
aos Filhos Paradisíacos para acordos e sentenças no contexto político criacional.
As galáxias de exílio a serem formatadas e as futuras barreiras de quarentena
dos centros mais controversos estavam a cargo da jurisprudência Goronandeck
em cada universo local e nos quadrantes próximos às capitais administrativas
do Universo. A Ordem tinha acesso ao contexto político das disputas de poder
e dos jogos cósmicos entre os irmãos paradisíacos, podendo intervir e autorizar
à Supraconfederação a executar suas resoluções sumárias no contexto jurídico
dos universos.
Ela foi extremamente importante para que se avaliasse o processo do
desdobramento do espírito e da alma em novas formas de vida e para poder defi-
nir até que ponto as diretrizes da Supraconfederação podiam ou não ser válidas.
Foi através dela que o contexto de confederados e não confederados não gerou
problemas, pois o entendimento de um pai perante um filho na busca pela per-
feição e superação passou a ser analisado de forma distinta do que ocorria nos
primórdios da criação de Havana. O contexto da evolução nas relações psíquicas
estava em constante avaliação pelos membros da Ordem Goronandeck, o que
representou o amadurecimento dos Filhos Paradisíacos primordiais. Porém, nem
todos os descendentes dos Filhos Paradisíacos primordiais entenderam o proces-
so e o aceitaram, o que gerou o desvio de conduta e as guerras pelo poder que se
seguiram a esse desentendimento cósmico.
As descendências como Sarathen e outros buscavam apenas o entendi-
mento do poder e da corrida entre os primordiais mais antigos. Não estavam
a amadurecer com os distintos processos ocorridos nos diferentes universos, e
passaram a atuar na clandestinidade e ampliaram o contexto da polaridade entre
a proposta do Cristo e do Anticristo. Nos níveis mais densos surge, nesse sentido
de polaridade, a busca do poder e do controle de um ser como Satanás e como
Leviatã, que no contexto de Teta acabariam por gerar complicações a centenas
de raças e planetas, seres ligados a descendência indireta do genoma de Anhotak,
que interpretaram as leis e diretrizes de Anhotak em seu benefício e interesse
próprio. Este contexto é muito importante para que futuramente possam vocês
quebrar os contratos que os mantém presos à dualidade entre o bem e o mal.
Inclusive, o provável contexto de exílio na Terra está associado às leis que as
federações copiaram da Ordem Goronandeck na evolução de seus contextos po-
líticos e sociais.

Ordem Micahélica

Tinham como principais funções ativar os códigos e genomas da Or-


dem de Micah e dos outros criados por Mitch Ham Ell, verificar a disputa entre
Mitch e os outros Filhos Paradisíacos e ajustar os Tronos da Evolução nos uni-
versos locais pertencentes a essa emanação de Micah. Além de amplificar os in-
teresses dessa organização através de outros grupos como a Ordem Kumara para
espalhar o genoma de Miguel e enfrentar as diferentes etapas evolutivas nas esfe-
ras abaixo de 8D.
O conceito de expressar a vida e suas experiências estava inserido nesta
Ordem cósmica, existente somente no contexto fractal criado pelos genomas de
Mitch Ham Ell em associação com todos os grupos que sustentassem associações.
O estudo dos genomas de origem Micahélicos, em parceria com a Ordem Santa
Esmeralda, foi importante para criar o projeto avatárico de Metratom, Metrom,
Micah-Sananda, Kuan Yin, Shiva, Samanaã, Beroguê, Ajabim, Yaslon Yas, Al-
con, Amuak, Arielus, Shidoma, Vóltica Parcos, Sanat Kumara e Sidarta Gautama
entre alguns dos mais próximos do contexto de Teta.

Ordem Melchizedeck

Responsáveis pela legislação existencial dos universos e pelo armazena-


mento das informações nos registras akáshicos. Tinham que realizar o ponto de
equilíbrio entre as outras ordens do Universo e buscar codificar e resguardar as
informações geradas pelo desenvolvimento da vida em todos os planos possíveis.
O Comando Temporal que já atuava em sincronicidade com as outras seções da
Supraconfederação e Confederação Multidimensional passava a ajudar no desdo-
bramento da Ordem Melchizedeck para amplificar a capacidade de absorção dos
equipamentos do chamado Registro Akáshico Universal (RAU), que é uma das
atribuições mais importantes dessa organização. Com base nesse registro é possí-
vel decodificar as leis do Universo para cada planeta sistêmico no qual a Ordem
Melchizedeck possui representantes.
Os processos evolutivos e o entendimento de Deus, da natureza e dos
seus diferentes reinos cósmicos são responsabilidade da Ordem Melchizedeck,
que basicamente significa "Senhor do Mundo". Garantir que as bases primordiais
dos Filhos Paradisíacos e dos Engenheiros Siderais Voronandeck sejam preserva-
das e ensinadas em todos os planetas é a sua maior responsabilidade. O contexto
da geometria sagrada fractal do Universo é uma das codificações Melchizedeck
para garantir a ação atômica do reino dévico nos distintos planetas do Universo.
Esta organização acabou por ser o chamariz do Conselho Cármico galáctico de
forma natural pelas suas atribuições, e com isso definiu o processo encarnacional
de todas as almas e espíritos desdobrados de seus Eu Sou e mônadas além da
esfera de 8D.
Essa condição acabou por gerar a interdependência de todas as ordens do
Universo, nas quais seus ocupantes e administradores tinham que consultar uns
aos outros para verificar como estava o desdobramento dos milhões de formas
de vida nas distintas realidades dos universos. Criou, naturalmente, diferentes
níveis de responsabilidade em Melchizedeck, o que lhe permitia acesso ás outras
ordens e às esferas do universo e da FONTE QUE TUDO É. Por esse motivo
a Ordem de Melchizedeck é a mais conhecida e citada nos contextos religiosos
das distintas federações abaixo de 8D, por serem os mais presentes e possuírem
a interatividade com as diferentes raças de cada planeta, sendo que seus repre-
sentantes são sacerdotes da Fonte, que ajudam a transmitir os ensinamentos da
energia Cristo-Miguel e de tantas outras do plano superior. Desta organização
surgiu, em conjunto com representantes Voronandeck, a Ordem Lanonadeck,
que foi confundida como Engenheiros Siderais, por serem aqueles que deram
fisicalidade às especificações do éter.

Ordem Lanonadeck

Uma hierarquia responsável pela execução dos projetas e especificações


dos Filhos Cocriacionais de Havona, membros desdobrados da Ordem Voronan-
deck e Goronandeck que necessitavam das codificações de Melchizedeck para
cada galáxia em conjunção com a Supraconfederação, para ajustarem a criação
sistêmica em planetas abaixo de 12D. A criação das condições ambientais e da
qualificação dos genomas para as diferentes situações da criação abaixo de 12D
foi conseguida pela Ordem Lanonadeck Primária que possuía uma equipe repre-
sentante em cada galáxia.
Esta ordem acabou por ser dividida em quatro grupos conforme suas
atribuições e o desdobramento dimensional nos planos da densificação dimen-
sional das galáxias. A partir da codificação Melchizedeck, tinham como tarefa
realizar e dar condições para que as especificações superiores pudessem ser cum-
pridas e manifestadas pelo espírito das mônadas. Isso lhes permitia gerenciar o
processo energético das estrelas e a dinâmica evolutiva de uma galáxia inteira,
além de intervir ou não nos genomas escolhidos para cada quadrante galáctico.
Normalmente, a Ordem Lanonadeck Primária está relacionada com o
comando evolutivo dos genomas de uma galáxia (denominado de Shamuna para
a Via Láctea). Cada galáxia possui esse conselho de 12 governantes, que são os
responsáveis pela viabilidade dos projetas Voronandeck e Melchizedeck. Os gru-
pos internos estão associados à capacidade de interaçáo com as dimensões mais
densas habitacionais das galáxias, até chegar à realidade de 3D como a entende-
mos na Terra.
Os arcanjos são uma das linhas de comando que atua no Conselho de
Shamuna no âmbito das galáxias de Teta. Para a história de muitos planetas os
antigos Elohins ou Ciclopes eram representantes da Ordem Lanonadeck, assim
como para outros antigos deuses do espaço. A conexão com o plano espiritual e
físico de cada planeta ocorria com frequência entre as populações e os membros
de Lanonadeck e Melchizedeck. O processo de aprendizado e acoplamento de
matrizes genéricas foi realizado por Lanonadeck na maior parte dos planetas de
Teta, o que gerou dúvida com relação ao contexto de Deus e sua verdadeira
expressão física e espiritual. Muitos genomas que foram densificados pelo surgi-
mento de vida em mundos mais densos acabaram por perder o registro de sua
origem cósmica, e com isso entraram na ignorância da natureza do espírito e de
Deus, servindo como base para o acoplamento do poder por parte das raças mais
desenvolvidas e conectadas aos interesses do Anticristo e seus representantes, o
que inclui representantes Lanonadeck, como é o caso de Satã e Satanás nas suas
realidades abaixo de 7D.
Satã e Satanás eram representantes de Lanonadeck Secundário e Terciário
na escala de poder e controle ambiental na administração de Orionis e Sagita-
rium, importantes braços da espiral da Via Láctea, com centenas de mundos
habitados e outros a serem colonizados.
É importante salientar que no decorrer da evolução tecnológica das di-
versas federações e impérios estelares da Via Láctea, muitos povos que passaram a
colonizar outros planetas acabaram por executar funções que eram especialidade
da Ordem Lanonadeck, dentro de suas três ordens primárias. Com o tempo, aca-
bou aceitando-se uma 4a qualificação ligada aos representantes mais avançados
das federações de cada galáxia interna do conjunto de Teta ou mesmo de Naoshi.
Muitas das colonizações realizadas pelos impérios de Amares, Sírios,
Órion e outros grupos não eram representantes da Confederação, e portanto,
não eram Lanonadeck, senão raças estelares criadas nessa galáxia com alta tecno-
logia que lhes permitia explorar, pesquisar e construir bases e colônias em outros
mundos, conforme seus interesses. Inicialmente esses interesses tinham ligação
com a questão da obtenção de recursos naturais dos planetas, satélites e asteroides
encontrados pelo espaço sideral, posteriormente com a ampliação do império na
questão de colônias estratégicas. Depois surgiu, com o tempo, a busca pela tec-
nologia de clonagem e genomas, passando a criarem novas raças e pesquisas, da
mesma forma que os antigos criadores tinham realizado nas outras galáxias dos
superuniversos. Ou seja, os filhos repetiam os passos de seus criadores.
Este conceito é fundamental de ser entendido, pois muito do que iremos
ler na sequência é relativo ao surgimento dos maiores impérios desta galáxia,
provenientes das raças criadas pelos grupos que estudamos até este momento. A
maior parte dos antigos deuses do passado da Terra ou da humanidade, não é re-
presentante da Ordem Lanonadeck, mas membros dos impérios estelares próxi-
mos à orbita da Terra, que surgiram nos últimos 800 mil anos. Porém, esses 800
mil anos estão divididos em duas etapas, antes e depois da chegada dos Anunakis
de Nibiru-Pleiâdes há cerca de 450 mil anos.
A presença de Lanonadecks verdadeiros neste planeta ocorre muito antes,
com a formatação do conceito estrutura de planeta decimal ligado aos Elohins e à
primeira linhagem de Ciclopes e dos antigos arquitetos do Universo provenientes
de Urano e do Sol, que representam outra antiga civilização anterior à chegada de
Sanat Kumara.
Os líderes dos antigos impérios que conseguiram o cantata com os repre-
sentantes da Confederação Intergaláctica e sustentaram essa conexão na busca da
fusão, geraram por herança e confiabilidade, a Ordem Lanonadeck de 4° grau,
que acabarou por chegar à Terra no decorrer da história galáctica, como foi o caso
de Sanar Kumara e suas equipes, representando a Fraternidade Azul de Sírios,
que era, na ocasião, a representante da Confederação Multidimensional e da Or-
dem de Micah. Devido a essas conexões é fácil entender a dificuldade ao tentar
identificar a origem dos membros estelares na história da evolução humana.

A densificação da matéria no Universo

Temos aqui um item fundamental para que possamos entender os pro-


cessos que serão abordados neste livro. O que se refere à formação da energia
como a entendemos cientificamente em nossa atualidade na Terra. O Universo
surgiu antes de Havana, o que é denominado de singularidade. Nesse estado a
energia era totalmente diferente, algo que não se sabe e nem se consegue conce-
ber com as nossas limitadas equações matemáticas.
A matéria e a energia possuíam outro estado vibracional e outra magnitu-
de nunca antes vistos ou estudados pela nossa sociedade, e nem, obviamente, por
muitas outras que viriam a surgir nos últimos 15 a 20 bilhões de anos terrestres.
A singularidade também chamada de Era de Planck, que denota um tem-
po aproximado de 10-43 I oo segundos, seria o início do ponto crítico da ener-
gia do Universo ou do antiuniverso. Nesse momento, a matéria que entrou em
colapso energético ou gravitacional divide-se em partículas muito menores do
que o átomo conhecido. Essas partículas seriam a base, os tijolos da formação da
energia e da matéria nos estados multidimensionais do universo e das realidades
paralelas em formação e estabilização. Algo em que não poderiam existir formas
de vida como nós da Terra a entendemos, mas a consciência de Deus Fonte e sua
linhagem, pois o Universo é inteligente.
Essas partículas viriam a ser os bósons, bósons de calibre, bósons de Hi-
ggs, Fótons, glúons, grávitons, e posteriormente a formação dos quarks virtuais
seguidos dos outros quarks, elétrons, neutrinos, prótons e nêutrons. Esses me-
canismos de energia, em estados multidimensionais, acabariam por formatar as
diversas etapas da expansão da energia em todas as direções e criariam a matéria
como a entendemos. Em fases distintas de densificação, e definidas como era a da
Teoria do Campo Unificado, processo da inflação do Universo, da Era Eletrofra-
ca, Era dos Quarks, Era dos Léptons na qual se formaram os hádrons, e por fim,
o processo de radiação na expulsão da energia em todas as direções para formar
a condensação que construiria a massa de energia interestelar e posteriormente a
matéria interestelar. Tudo isso daria origem às nossas galáxias há bilhões de anos.
O diagrama de Hertzprung-Russell (H-R) é a representação dos estudos
de astrofísica aceito, na atualidade, pela sociedade científica, o qual deve ser le-
vada em consideração nos ajustes da interpretação para a evolução no universo.
Estes conceitos da cosmologia moderna nasceram em 1923 com Edwin Hubble,
os quais foram seguidos por dezenas de pesquisadores. Portanto, ainda é muito
cedo para considerarmos este modelo como exato e estático, pois a cada dia estão
sendo descobertas novas informações, assim como também a tecnologia desen-
volvida permite rever parâmetros constantemente.
Atualmente o estudo dos superaglomerado de galáxias já tem deixado os pes-
quisadores do setor de astrofísica perplexos, pois existe mais energia escura no
Universo do que se previa pelos cálculos anteriores, o que está obrigando a rever
os conceiros.
Coloco isso, pois muiro do que está neste livro fica fora do âmbito cien-
tífico pelo fluxo temporal que se apresenta em alguns pontos deste livro. Para
entender-se uma estrela e a sua vida poderíamos aplicar o diagrama de Hertzs-
prung-Russel, no qual classificaram as estrelas conforme a sua luminosidade e a
temperatura, com base no que se conhecia na astrofísica em 1946.
O diagrama HR apresenta a relação entre a luminosidade estelar no eixo
vertical em unidades solares, por oposição à temperatura estelar de superfície e
à classificação espectral no eixo horizontal, pois a cor da estrela está relacionada
com a sua temperatura de superfície. Com base nisso, usando o Sol como refe-
rência, era possível definir a condição aparente de uma estrela para poder gerar
planetas similares a Terra, empregando os parâmetros do nosso Sistema Solar
como base de estudos.
Pela luminosidade alaranjada do Sol poderíamos definir que todas as es-
trelas da classe espectral G/K seriam similares ao Sol, o que permitiria uma pos-
sibilidade de vida similar à terrestre. Porém, verifica-se a questão do tamanho e
da massa das estrelas nesse gráfico. Outro faror que também gera a possibilidade
ou impossibilidade de vida como nós a entendemos, devido à forte emissão de
radiações provenientes das estrelas.
A partir do princípio acadêmico da astrofísica, uma estrela é uma esfera
de plasma ionizado, emitindo energia na forma de radiação. No entanto, ao es-
tudarmos as estruturas internas de um átomo, também se verifica a emissão de
radiação e energia, portanto uma estrela pode existir ames de sua formação física
como esfera de plasma, dentro do entendimento da espiritualidade. Pela física
ocorre a atração de matéria cósmica que, devido ao aquecimento excessivo das
partículas atômicas, gera um forte campo de atração gravitacional pelo excesso de
massa, o que gera o processo nuclear das estrelas.
A ORIGEM DAS 49 FEDE~ÇÓES SISTÊMICAS
NA VIA LACTEA

O surgimento dessas estruturas ocorreu com o desenvolvimento racional,


mental, psíquico e espiritual das raças implantadas pelos Filhos Paradisíacos e
pelos outros grupos da Confederação e das Ordens envolvidas na transferência de
espíritos e almas para os planos mais densos, como foi a participação da Ordem
Melchizedeck e Lanonadeck, as que desenvolveram as bases das matrizes raciais
em paralelo a muitos projetas dos Filhos Paradisíacos.
Por outro lado, uma parte dos Filhos Paradisíacos aceitaram trabalhar em
conjunto com os Lanonadecks e Melchizedecks para conseguirem manter uma
correlação dentro das especificações raciais para cada planeta e dimensão onde o
projeto previa a formação de uma nova raça.
No entanto, os filhos da linhagem de Anhotak, Sarathen e outros aca-
baram efetivando projetas por conta própria, trazendo material genético do su-
peruniverso de Anhotak e da galáxia de Arconis, que era o reduto criacional
em Teta de Anhotak e sua linhagem. Isso gerou raças fora do controle original
dos Lanonadecks e da Ordem Santa Esmeralda. Devido à condição extrema de
segurança criacional aceita no conjunto de Naoshi, era aceita essa condição que
contrariava a prerrogativa da Ordem Lanonadeck e Melchizedeck. Porém intera-
gia obrigatoriamente com as bases dos Elohins devido à estrutura do universo ter
sido estabelecida por esses seres denominados de Engenheiros Siderais.
O surgimento de raças e impérios não estava destinado somente àqueles
que tinham seguido as regras de Micah ou da Fonte. Existiam muitas formas
de vida criadas com base no interesse pessoal de cocriadores além de 120,
que com o tempo acabariam por confrontar a harmonia e os interesses de
Micah e do próprio Anhotak. Poderíamos dizer que muitos filhos do Anticristo
voltaram-se contra seu criador e acabaram por distorcer o conceito do que é um
Anticristo. Geraram guerras sem sentido, guerras que não foram criadas entre
Micah e Anhotak.
Os primeiros impérios acabaram formando-se com ajuda artificial de
seus criadores, gerando condições para aperfeiçoar as raças e inserir tecnologia.
Esse processo foi sustentado com a tecnologia de clonagem e a transferência de
entrantes das esferas acima de 12D para as raças abaixo de 80. Após o ajuste
biológico das principais raças escolhidas, os Filhos Paradisíacos empregaram o
processo de transferência de alma para corpos adaptados artificialmente a essa
nova realidade dimensional e atmosférica. Para, através da troca de material
genético, gerar a força, a aceleração da evolução das principais espécies em siste-
mas solares que tinham condições e interesse estratégico do poder que se queria
inserir na galáxia.
Inicialmente na Via Láctea surgem representantes da Confederação, mas
devido à condição peculiar de Teta, em que a dualidade era uma das principais
bases do estudo entre as raças a serem implantadas, permitiu-se que Filhos Para-
disíacos da oposição inserissem seus projetos alterando, inclusive, os genomas de
raças primitivas para seus interesses. Essas raças mais primitivas estavam ainda na
base primária do desenvolvimento genético ou cultural. Com base nos interes-
ses, a técnica de entrantes foi largamente empregada nos sistemas solares, como
ocorreu com alguns que foram os mais marcantes no desenvolvimento racial e
imperialista da galáxia.
Os não confederados acabaram por inserir a sua participação e ajudaram
a criar raças com o processo de transferência da alma em corpos adaptados ao
ambiente para iniciar a multiplicação e a evolução das raças deixadas pelos Ciclo-
pes na galáxia. A raça dos Elohins, através dos Ciclopes, tinha deixado uma vasta
descendência em Teta, motivo pelo qual os representantes da Confederação e os
não confederados tinham mais capacidade de intervenção emocional nas raças.
Foram os primeiros a iniciar a evolução forçada das raças para permitir que as
matrizes de Micah fossem instaladas abaixo de 8D.
Os não confederados escolheram inicialmente as raças anfíbias dos pla-
netas estabilizados no ambiente oceânico para inserir o genoma mamífero, com
base no conhecimento do genoma adâmico que estava guardado em patamares
além de 12D. O genoma adâmico já tinha evoluído em outros universos e apre-
sentava uma das raças em evolução entre 12D e 25D nas esferas de Micah e dos
Voronandeck. Mas nunca havia existido uma raça desse tipo abaixo de 8D, o que
era do interesse de Micah e seus filhos, que tinham declinado para não se ater a
todas as diretrizes da Supraconfederação. Acabaram aceitando realizar essa codi-
ficação em Teta, mas era necessário inserir a codificação das raças no âmbito dos
mamíferos. Existia uma série de formas de vida na evolução dos mamíferos que
tinha que ser inserida em milhares de mundos para que posteriormente a raça
humana pudesse ser produzida em escala galáctica.
O líder não confederado Onara realizou neste ponto associações e parce-
rias com os confederados para criar um projeto amplo para inserir a codificação
mamífera em mundos estrategicamente espalhados na Via Láctea e nas outras
galáxias de Naoshi. Entre alguns dos acordos, ele solicitou a ajuda de Lúcifer e
das equipes do Conselho de Shamuna. Firmou-se assim a intenção de inserir a
raça mamífera e suas derivações para evolução em pelo menos 5o/o dos mundos
da galáxia.
Esses seres receberiam a codificação inicial direta dos genomas além de
120 para permitir que a energia dos membros da Ordem Kumara pudesse ser
inserida em raças que viriam a ser no futuro os avatares da Ordem de Micah.
Onara sabia o que estava por vir no futuro das realidades paralelas do
universo de Teta, pois era um dos membros do Comando Temporal de Salving-
tón de Nebadon, e tinha trabalhado com o alto comando da Supraconfederação.
Percebera os erros de muitos de seus colegas ao tentar cumprir de forma mecâni-
ca as diretrizes da Supraconfederação. Ele fora um dos responsáveis que impedira
uma punição aos representantes dos não confederados, justamente pelo fato de
que uma grande parte tinha adquirido sentimentos de amor e compaixão para
com sua criação, algo que também existia em Micah.
Micah vivia uma dualidade delicada, pois tinha que dar o exemplo como
líder de um universo local, mas ao mesmo tempo era Pai-Mãe de bilhões de
formas de vida, o que o impedia de empregar somente a lógica fria de outros co-
criadores que já tinham fracassado. Era necessário conceber uma nova condição
de avaliar a evolução, e dessa forma, a dualidade que é aceita para pesquisa em
Naoshi e em Teta.
Isso permitiu aos representantes dos não confederados provar a tese da
evolução, e provarem ter o apoio de Micah em ações para com os novos filhos
que estavam sendo criados abaixo de 80. Onara aproveitou essa condição para
plantar as matrizes de Micah e a dos outros cocriadores ligados a Micah no âm-
bito de Teta.
Onara inicia a implantação dos registras genéticos mamíferos e solicita
a transferência de representantes da Ordem Santa Esmeralda abaixo de 80 para
ajudar a sustentar o propósito de Micah. Nesse momento a energia do Mestre
Shiva Hama Kur é transferida das altas esferas de Nebadon para o centro gera-
dor da Via Láctea, passando a coordenar a participação direta da Ordem Santa
Esmeralda na formatação racial dos principais genomas de Teta. As bases para
a formação de futuros impérios estavam edificadas para contrapor ao que viria
pela parte das edificações de Satã e de outros Lanonadecks que representavam os
interesses de Anhotak e Sarathen.
As primeiras raças mamíferas anfíbias tinham relação com os cetáceos e
suas derivações, para naturalmente conseguirem estabilizar esse genoma nos pla-
netas com atmosfera de oxigênio e outras misturas gasosas similares. Já na parte
terrestre, utilizando a estrutura mamífera, tivemos a participação e ajuda direta
dos representantes de Voronandeck Shtareer e dos Goronandecks Samanael e
Samanaã, que deram origem à proposta da raça primitiva dos felídeos.
Posteriormente, outras formas de vida adaptadas ao ambiente terrestre
com mutações entre cetáceos, felídeos e canídeos deram origem a uma vasta li-
nhagem de raças com alto padrão energético e espiritual, que permitia o processo
de entrantes usarem seus corpos para ajudar na evolução intelectual e intuitiva
dessas raças. Estavam sendo inseridas as bases genéticas para poderem posterior-
mente introduzir a codificação do genoma humano adâmico na galáxia.
Onara e os Cíclopes da linhagem de Maruá trabalharam entre os mundos
de 40 a 70 para estabilizar as condições necessárias para esses genomas. Porém,
em diversas situações tiveram que recorrer à ajuda das frotas da Confederação
Intergaláctica para ajudar na proteção e para intervir na espionagem e roubo de
material genético por parte dos membros de Leviatã, que tinha erigido um grupo
de piratas cósmicos na busca de material genético dos mais variados pontos do
universo Teta.
Existia uma preocupação na preservação das espécies para garantir a sua
evolução, e no momento oportuno, deixar cada raça seguir o caminho escolhido.
Porém, até aquela altura estavam sob a proteção total da Confederação. Essa
situação, na contagem de tempo terrestre, possui cerca de 11 bilhões de anos, o
que significa que a própria galáxia não estava totalmente formada e as estrelas, em
estado gasoso. Muitas das estrelas como o Sol Monmantia não estavam formadas.
Nossa galáxia possuía a metade de sua massa atual, pois a maior parte ainda era
gás e matéria interestelar amorfa, e o mesmo ocorria com as outras galáxias de
Naoshi. Não existiam planetas em condições de sustentar vida em 30. O índice
de radiações estava muito alto e a estabilidade atmosférica e geológica era muito
débil, motivo pelo qual a escolha dos planetas era uma das questões mais comple-
xas, assim como das estrelas que seriam utilizadas - todas muito novas, com altos
índices de radiação e instabilidade orbital.
Poderíamos então entender e interpretar que a vida só existia no que
chamamos de plano espiritual sutil. Nenhum planeta estava em condições de
sustentar vida como nós a conhecemos neste momento na Terra. O material ge-
nético era adaptado a planos sutis, e dessa forma era mais fácil a sua transferência
e o tempo de estabilização. Ambas as polaridades trabalhavam com base no que
era possível sustentar além de 4D, conforme as condições radioativas e gravita-
danais das estrelas e mundos disponíveis. Em alguns casos aguardando o ajuste
e melhores condições das estrelas, em outros a tecnologia da Supraconfederação
e dos Filhos de Anhotak. Alteravam a órbita e as condições das estrelas conforme
o que lhes conviesse, para dessa forma, acelerar seus projetas.
Como num tabuleiro de xadrez de proporções galácticas cada lado plane-
jou e semeou aquilo que considerava importante para o futuro relativo da evolu-
ção da galáxia e do ponto estratégico que isso representava em diferentes épocas
da galáxia.
Em nossa contagem de tempo, passaram-se milhões de anos para que
as primeiras matrizes genéticas dos planos sutis pudessem ser transferidas para a
realidade de 3D como a entendemos agora. Os arquitetos da galáxia trabalhavam
no plano astral, não existiam condições atómicas para precipitar todo esse ma-
terial na esfera tridimensional da matéria mais densa, embora isso estivesse em
seus planos. Todavia a galáxia era muito nova para poder sedimentar isso. Ambos
os lados eram cientes disso e apostavam na evolução de seus impérios nos planos
sutis, antes de criarem representações de seu desejo na matéria mais densa.
Onara e Maruá criaram as primeiras condições para ajustar planetas na
especificação física de 3D, com raças mais primitivas na esfera dos insectoides e
reptilianos, além de terem trabalhado na formatação de mundos aquáticos em
pontos estratégicos da galáxia em 3D. Estabilizar o átomo em 3D era uma ques-
tão relativamente simples, mas as trocas de energia entre estruturas orgânicas, no
que diz respeito às trocas de energia entre alma e corpo material, eram complexas
e exigiam a participação e a especialidade de muitos seres de Santa Esmeralda c
de outros seguimentos.
Esta foi uma das considerações que fez com que outros seres da Supra-
confederação e dos Filhos Paradisíacos de Havana e de outros superuniversos se
interessassem pela proposta da evolução plena em rodos os filamentos do átomo,
além da vida dos Devas. Surgiria vida inteligente individualizada, algo que tinha
sido ampliado no máximo a 4D, contudo 3D era um novo campo de trabalho e
futuro do espírito de muitos cocriadores.
Onara e seus colaboradores trouxeram para Teta a condição e o projeto
de realizar algo novo: a transferência das realidades dos Deuses Criadores além de
12D para 30, servindo de base para o que significaria a nova Matriz de Controle
abaixo de 80. Inicia-se uma nova era na criação e na transferência do intelecto
para novas raças. Os Ciclopes esferas superiores iniciam a jornada de acoplamen-
to nas raças mais primitivas para darem vida e testar toda forma biológica orgâni-
ca possível de sobreviver em cada planeta que apresenta as condições atmosféricas
e geológicas para a nova vida material.
Por esse motivo os Ciclopes são denominados de engenheiros da nature-
za, pois criaram a sustentação básica para que 30 existisse como o entendemos
neste momento da evolução humana. Onara passou a ser um dos membros do
Conselho Shamuna e viria, tempo depois, a substituir Lúcifer nas suas funções
no advento da Guerra de Órion. Atualmente Onara é um dos Anciões de Dias
do Conselho de Salvintgón em Nebadon, mas ele fez parte de uma grande parte
do histórico da evolução das principais raças da Via Láctea.
Outro aspecto importante, relativo à transferência de seres dos patamares
superiores para as realidades abaixo de 80, foi que a tecnologia e o conhecimento
também foram transferidos para acelerar a evolução e para aperfeiçoar as espé-
cies. Porém, do que não se tinha conhecimento na totalidade era de que os Filhos
Paradisíacos e a linhagem descendente de Anhotak estavam criando mônadas em
regime controlado entre 80 e 100, algo que até então não tinha sido realizado.
O que significava que essas mônadas e seus desdobramentos não possuiriam o
que a humanidade entende como Eu Sou. Seriam formas de alma, vida espiritual
contida dentro de um holograma permanente e forma de alimento para a eter-
nidade do controle total da Matriz de Controle que estava sendo formatada por
essas linhagens. Essas formas de vida não tinham como retornar a algo maior do
que a sua formatação primordial, pois eles eram criados em laboratórios e con-
trolados tecnologicamente e espiritualmente para essa limitação.
Os Ciclopes tiveram o primeiro encontro com essas formas de vida li-
mitadas a um condicionamento sem a conexão Divina com a FONTE QUE
TUDO É. Eles não tinham acesso à Fonte Primordial, pois não a conheciam e
não tinham sido fabricados espiritualmente com essa essência divina de Havona.
Surgia uma nova proposta evolutiva e criacional que não tinha sido concebida
até esse momento. As regras do jogo cósmico estavam mudando e apresentavam
uma variável nova e desconhecida. As recentes configurações apresentavam um
DNA diferenciado e limitado a 2, 4 e 6 filamentos com algumas exceções para 1O
filamentos de forma similar à hierarquia dos Elohins, porém um DNA limitado
e controlado tecnologicamente na esfera de 1OD, permitindo que a estrutura
dos seres acima dessa magnitude pudessem usar essas matrizes como corpos de
clonagem ou hospedeiros. Algo novo apresentava-se. Essas novas raças possuíam
a configuração dos Elohins, contudo um potencial até então desconhecido, até
mesmo para seus idealizadores, os que iniciaram a busca pelo poder nessa matriz
genética e nos novos mundos que se descortinavam abaixo de 8D.
A aquela altura, surgiu o ponto pelo qual passaram a existir seres pro-
venientes de realidades além de 12D e outros abaixo de 10D, onde passamos a
diferenciar quem possui ou não Eu Sou. Essa diferença foi essencial para os im-
périos que viriam a formatar-se no decorrer da evolução das galáxias de Naoshi
e Teta. Essa condição criou a configuração psíquica de que a materialidade e os
planos da realidade imediata são absolutos, diferente aos seres criados em esferas
além de 12D, que possuem naturalmente a conexão com o infinito. Essas formas
de vida só entendem o imediatismo e deles fazem um império absoluto na busca
pelo poder e pela perfeição. A sua realidade é o absoluto e a busca por transfor-
mar isso no poder de Deus está no imediatismo, não na expansão da alma. Não
têm o interesse de expandir o espírito, pois essa parte é controlada e limitada pela
configuração genética e psíquica da programação criacional que receberam.
Nesse contexto surge a situação importante de entender: O vasto univer-
so da fiscalidade em cada plano relativo a cada raça, de imitar Deus e ser a sua
própria extensão. Lembrem-se da acusação feita ao Arcanjo Lúcifer em algumas
interpretações antigas das sagradas escrituras, na qual se diz que Lúcifer quis ser
melhor que Deus e que o teria imitado para ser superior a Ele. Pois bem, essa acu-
sação equivocada cm relação a Lúcifer ocorreu por parte de outros seres criados
nessa configuração - Leviatã, Belzebu, Astoroth, Satã e outros - que realizaram
esse intento através de sua tecnologia e do controle de milhões de formas de vida.
Que por sua vez foi através dessa intenção implantada em seus discípulos e nas
raças que eles controlavam.
Por esse motivo, abaixo de 8D a dualidade passa a ter uma configuração
diferenciada e conturbada, pois parte desses filhos criados abaixo de 1OD passam
a buscar o poder de Deus através da tecnologia e das suas capacidades limitadas
a uma Matriz de Controle falsa numa rede e no programa fractal do universo
fictício criado abaixo de 12D.
A seguir, procurarei descrever os principais impérios criados pelas hierar-
quias paradisíacas em nossa galáxia nos últimos 12 bilhões de anos. Muitas dessas
raças deram origem a mutações na escala evolutiva, além de que as mais antigas
não existem mais na sua frequência original.

• Constelação de Dragão

Estrela Raça Dimensão


Thuban Alfa Dracos/ Dragões Alados 60
Rastaban Dragões Anfibios 50
Hidra Anfibia 50
Eltanin Dragões Terrestres 40
Dinossauros 40
Altais Répteis Alados 50
Aldhibah Alfa Dracos 60
Etamin Dragões Mamíferos 50/70
Grumium Coacervados 40
Osiban Insecto ides 40

Thuban de Draco foi um dos sistemas no qual, inicialmente, inseriu-se


o projeto reptiliano que daria origem aos antigos dragões alados, porém, neste
caso, com a genética alterada pelos filhos de Sarathen. Nesse sistema, os genes
foram controlados e manipulados a mando do Lanonadeck Secundário Satã e
sua equipe de geneticistas, o que criou as primeiras raças reptilianas com alto
condicionamento predador da galáxia. Thuban teve 6 planetas preparados para
pesquisa e desenvolvimento da raça dragão entre 40 a 60. Essa raça foi adaptada
a respirar, inicialmente, misturas de metano, hidrogênio e gás hélio, e posterior-
mente modificada para conseguirem absorver misturas contendo oxigênio.
Em contraposição, os representantes de Micah colonizaram genes simila-
res com a egrégora de Metrom, e posteriormente de Metratom nas estrelas pró-
ximas dessa constelação de Oraco em Altais, Aldhibah e Rastaban. Para inserir a
codificação da energia crística nessas matrizes e gerar o processo avatárico através
de membros da Ordem Kumara. Isso foi realizado para conceber o equilíbrio no
desenvolvimento dessa raça, acabando por inserir também alto condicionamento
psíquico e intelectual aos membros dessa raça e das mutações posteriores. Ao fi-
nal eram 6 planetas associados aos interesses de Satã e 21 associados aos interess'
de Micah, justamente pelo fato do que a raça reptiliana representa na expans~
tecnológica em seu progresso pela galáxia.
As bases de uma grande parte da disputa de poder na linha do temr
entre a Ordem do Dragão Negro e a Ordem do Dragão Dourado surgem a part
dessa criação, há aproximadamente 1O bilhões de anos da nossa contagem. Pe
cebam que nenhum desses répteis pertence a nossa realidade física que denom
namos de 3D, mas a planos sutis que podem ser considerados como pertencend
ao alto astral, e, invisíveis a nossa percepção sensorial física. Aqui se criou a pr
meira matriz que com os milênios traria a forma física 3D para a origem d<
répteis na galáxia.
Os principais colonizadores de estrelas foram os descendentes da civil
zação dos três planetas de lhuban e dos cinco planetas de Altais, como represei
tantes do Dragão Negro e Dourado, Anhotak e Micah respectivamente. Des:
linhagem, mais de 40 sistemas solares diferentes foram colonizados, entre eles
Terra, que recebe material genético de ambas as partes há pelo menos 750 m
lhões de anos, o que deu início o surgimento em 3D dos primeiros dinossauros
formas reptilianas.
Os representantes da constelação do Dragão são famosos em toda a gaL
xia e geram respeito, pois foram os ancestrais dos seres que se radicaram em Ríg
e tornaram-se o maior império tecnológico e maior poderio de toda a galáxi
tornando-se temidos e respeitados em âmbito galáctico. Milhares de raças foral
escravizadas ou destruídas por essa raça na sua busca pelo poder de imitar De1
na plenitude de sua capacidade tecnológica. Foram os primeiros a estudar a g'
nética e o aperfeiçoamento racial de sua própria espécie para conquistar outn
planetas com diferentes composições atmosféricas.
A busca pela raça perfeita partiu desses seres que tiveram somente w
oponente à altura no início do surgimento dos impérios, os insectoides. Amh
as raças proliferavam por ovos, e portanto, de forma rápida, o que os obrigava
ter que se expandir o mais rápido possível para buscar alimentos e escravos pa
seu império em expansão.
Da constelação do Dragão surgiram as bases para pelo menos 25 distim
raças relacionadas a dragões. Outras formas reptilianas viriam a formatar-se e1
espécies intermediárias de 2 planetas da estrela de Etamin, que seriam a base <
outras 14 raças. Posteriormente essas matrizes, mais as mutações ocorridas eJ
outras constelações pelo genoma reptiliano e as colonizações que viriam a ocor-
rer, geraram ao redor de 715 variações raciais dentro da espécie reptiliana.
Essas 715 variações foram a base da expansão racial reptiliana na Via
Láctea e muitas representam os ancestrais reptilianos da Terra nos períodos pre-
-históricos dos ajustes climáticos da Terra e de outros planetas com oxigênio. O
aperfeiçoamento dos répteis para mundos de oxigênio ocorreu ainda na conste-
lação do Dragão com o aperfeiçoamento de material mamífero para estabelecer
uma etapa evolutiva que interessava a Micah e a Onara, no contexto do surgi-
mento da raça adâmica.
Os primeiros répteis com material genético mamífero seriam a base para,
no futuro, a criação da raça Draco, que só seria possível com o genoma adâmico
Micahélico extraído na constelação de Lira. Alguns dos membros do Conse-
lho de Shamuna tinham essa configuração racial. O genoma Oraco, que possui
aproximadamente 50% de genoma humano e outros 50% reptiliano, já existia
no universo além de 120. Muitas mônadas tinham sido criadas com essa confi-
guração no 4° superuniverso de Merone. Tal configuração surgiu naturalmente
no desenvolvimento misto e equilibrado entre os projetas de Mitch Ham Ell e
Anhotak com Parucky, outro Filho Paradisíaco.
Parucky era um auto-outorgado da mesma linhagem de Emanuelis, e
buscava estabelecer uma linha evolucionário com genomas misturados para con-
ceber a raça perfeita nas diferentes realidades existências de Marone. O que na
época estava entre 150 e 260, passando a estabilizar mônadas para essa especi-
ficação dimensional. O projeto previa que o superuniverso de Marone se densi-
ficasse ao ponto de criar vida abaixo de 120, porém Parucky desejava o controle
prévio das matrizes genéticas para inseri-las de forma mais detalhada e sistemáti-
ca, junto com seus colaboradores, e não queria testar o potencial cocriacional
de formas de vida primitivas sem a sua coordenação.
Já a proposta de Anhotak e Micth deixava a alma e o espírito a vontade
para cocriarem conforme a sua intuição e capacidade emocional em cada raça.
Mas devido à interferência das linhagens descendentes o processo foi alterado e
recebeu intervenções opostas à resolução original.
O genoma draco veio a ser inserido na realidade abaixo de 80 da Via
Láctea pela manipulação de Satã e Asthorot, no início da estabilização dos pri-
meiros mundos entre 60 e 70.
A índole psíquica dos reptilianos com material genético de Micah e seus
associados era benevolente. Voltada ao estudo e à conexão com os planos superio-
res. Possuíam uma mentalidade analítica, porém com capacidades psíquicas bem
desenvolvidas, como ternura e vontade de associação com outros povos. Tinham
uma índole de compartilhamento, o que lhes custou confrontos em desvantagem
- a seus primos - com a índole guerreira e escravagista. Foram vigorosos inimigos
da outra linhagem do Dragão Negro e acabaram por desenvolver, além da tecno-
logia, o poder do espírito para bloquear as investidas constantes de seus primos.
Os primeiros registras de confronto na Via Láctea surgiram na constela-
ção de Dragão entre estas duas linhagens de superseres. Onara ajudou no desen-
volvimento tecnológico e espiritual dessa raça, para conseguir impor o equilíbrio
contra os Dragões Negros que tinham constantemente a intervenção de Satã
e dos outros Filhos Paradisíacos intermediários da descendência de Anhotak ou
de Sarathen.
A evolução conjunta entre reptilianos e insectoides teve que ocorrer em
muitos planetas devido à seleção natural, o que obrigou a fusão de algumas es-
pécies para poder aproveitar o melhor de cada uma para determinado ambiente
planetário. Estamos falando de um processo de ajuste ambiental de sobrevivência
em planetas entre 4D e 6D, o que para os parâmetros físicos de 3D é difícil de
entender. Porém, podemos empregar a nossa realidade física como equivalência
em outros patamares sutis, nos que existem os mesmos relevos e configurações
geológicas que a Terra, embora menos densa no aspecto entendimento da frequ-
ência eletromagnética dessas realidades.
Estudem os relatos que possuímos das entidades que já partiram da nossa
fisicalidade, que falam de cidades, escolas e universidades etéreas. Os relatos de
cidades intraterrenas e intraoceânicas abordam planos sutis nos que a relação de
fisicalidade existe, porém em outra oitava vibracional em relação ao nosso estado
mais denso da matéria. Esses planetas, dos que estamos relatando, entre 4D e 6D
ou mesmo além desse patamar, pertencem a essas outras realidades, mesmo que
não possamos neste momento ter comprovações cientificas.
No momento existem, na Terra, 4 grupos dessas civilizações da conste-
lação do Dragão que mantém contato. Todas, intraterrenas e ligadas à linha de
ancesrralidade da humanidade, e que empregam a linha de contato mediúnico
para ajudar a humanidade em sua caminhada. Possuem muitos seres encarnados
no genoma humano para evolução e aprendizado das emoções e sentimentos.
Fazem parte do Conselho Melchizedeck da Terra e estão ajudando a concretizar
a transferência de material genético da Terra para outros planetas.
Os representantes mais desarmônicos estão ligados à linha dos reptilianos
negativos que habitam a Lua e ajudam a manter a humanidade presa a seus inte-
resses, através do controle e vampirizarão psíquica. A dualidade entre essas duas
linhas é bem complexa e está além da humanidade. É uma luta pelo poder inter-
no da Terra, e pelos seus segredos como planeta decimal dos Elohins Primordiais.

• Constelação do Escorpião

Estrela Raça Dimensão


Amares Insetos Abelhas SD
Escorpiões Humanos 4D
Shaulla Insetos Humanos 4D
Graffias Reptil Insectoide SD
Humano Reptiliano SD
Dschubba Draco-Humanoide 4D
Lesath Inseto Anfibio 3D
Inseto Terrestres 3D
Inseto-Draco 3D

Outro foco importante da raça insectoide foi inserido nas proximidades


da estrela de Antares, onde, sob o foco de Satã e suas equipes, acabaram por
preparar raças sob seu controle e projetas de expansão, mantendo investimento
tecnológico nas misturas de genomas para gerar 15 matrizes insectoides nesse
setor, que era muito próximo aos projetos que Lúcifer tinha inserido.
Nesse setor foram efetuadas 20 pesquisas com o genoma reptiliano e
insectoide para iniciar o ajuste na proposta de planetas em 3D. O material gené-
tico que foi selecionado tinha capacidade avançada de adaptação e sobrevivência
nas mais variadas condições, inclusive em suportar altas gamas de radiação. As
mutações que foram criadas em pesquisa deram origem a variedades de insetos, e
posteriormente a reptilianos com associação genética com os insetos, dando-lhes
alta capacidade de absorver a radiação e empregá-la como alimento.
Na constelação de Escorpião surgiram as primeiras formas de vida bioló-
gica em 3D, sustentando as adaptações genéticas de insetos e posteriormente de
reptilianos. Esse processo foi introduzido artificialmente no decorrer do aperfei-
çoamento das cadeias genéticas e da estabilidade das estrelas nesse ponto denso
da Via Láctea.
A estrela de Lesath, por estar relativamente próxima à estrela de Shaula,
obteve condições geológicas e radioativas que permitiram o estudo da densifica-
ção a 3D de vários genomas, o que permitiu as primeiras pesquisas com o cruza-
mento de insetos e reptilianos. Foi também nos planetas externos de Amares e de
Shaula que foram inseridos os primeiros genes da raça humana de Micah, a que
tinha sido extraída de Lira pelas equipes de Belzebu e Asthorot.
Muitas matrizes dos mamíferos estavam em estudo pelas equipes, e o
grupo avançado de Asthorot conseguiu surrupiar material genético dos mundos
mais avançados da galáxia de Andrômeda e trazê-lo através do portal de Pégaso,
que fica dentro do quadrilátero dessa constelação. Roubaram mais de 340 amos-
tras de genomas de raças mamíferas em fase de estudo pelos grupos da Ordem
Santa Esmeralda para serem inseridas no contexto de 3D no centro da galáxia de
Andrômeda em clima controlado. Esse material era considerado secreto e serviria
como base para futuros projetas, porém foi introduzido nas raças e genes insec-
toides e reptilianos que estavam sendo estudados na constelação do Escorpião.
Desta forma, a polaridade estava inserida no futuro de muitas raças humanoides
que estavam sendo plasmadas em laboratório.
A constelação do Escorpião está localizada num setor com muitos aglo-
merados e com alto índice de radiação solar, pois as estrelas estão muito próximas
umas das outras, o que dificultava o surgimento de formas de vida em 3D. Por
esse motivo criaram raças com alta capacidade de absorção dos raios radioativos
das estrelas aglomeradas e percebeu-se que os insetos apresentavam as melhores
configurações de adaptação à radiação e às mutações de adaptação. Isso levou
um grande número de representantes da descendência genética de Sarathen a
desenvolver clones e formas adaptadas ao ambiente para iniciar acoplamentos
psíquicos às formas de vida capazes de suportar os fluxos de radiação desse setor.
Se essas raças fossem capazes de subsistir nessas condições ambien-
tais, poderiam, a partir de então, iniciar a conquista de planetas em condições
mais favoráveis. O genoma humanoide tinha sido roubado em Andrômeda para
servir de base para as novas raças nos mundos mas adequados à fragilidade da
espécie mamífera.
A constelação do Escorpião tornaria-se um dos maiores impérios da Via
Láctea, com amplo poder em todas as ramificações da tecnologia e com diver-
sas raças com a capacidade de simbiontes de acoplamento com outras raças.
Neste local ocorreria uma arena de disputa de poder entre as raças produzidas
por Sarathen e sua equipe, como pelas criadas posteriormente por Lúcifer e ou-
tros membros do Conselho de Shamuna, além das raças com material derivado
de Micah.
Ali surgiriam os maiores opositores ao império de Sírios. O que estava em
formação no plano sutil entre 8D e 9D. Parte do contexto de guerras no incons-
ciente interestelar é dividida entre Órion, Escorpião e Pégaso.
A estrela de Amares possui um diâmetro aproximado de 1.108.430.000
km, algo em torno de 796 vezes maior que o Sol. O que significa que a vida ao
redor dessa estrela não poderia ocorrer em planetas muito próximos à sua órbita.
Entre 3D e 6D, essa estrela teve, originalmente na sua primeira fase, cerca de 23
astros, entre planetas, asteroides e satélites. Vida implantada em fases de pesquisa
e posterior sedimentação estável nas realidades mais densas até chegar a 3D e 4D.
Muitas naves cocriadoras que são do tamanho de planetas médios pas-
saram a exercer as funções de planetas estáveis para estabilizar outros planetas, e
dessa forma criar vida, inserindo as configurações desejadas dos genomas escolhi-
dos. A Nave Fu-Fither foi uma das primeiras a acoplar-se nas imediações da estre-
la de Amares para germinar os primeiros genomas insectoides e posteriormente
os reptilianos.
Essa nave possui perto de 186.000km de diâmetro, e representa uma das
primeiras de Sarathcn a sair de Arconis e iniciar suas pesquisas e ações na Via Lác-
tea. Essa nave foi a primeira a passar pelo quadrilátero da constelação de Pégaso
e abrir o portal para a invasão que veio por esse ponto proveniente da galáxia de
Andrômeda e por consequência, de Arconis há mais de 9,7 bilhões de anos.
A Fu-Fither possuía um vasto arsenal de genomas extraídos de Arconis.
Calcula-se que pelo menos 90% dos registras e banco de dados da galáxia de Ar-
canis estavam ali presentes. Arconis já tinha trazido para Nebadon cerca de 27%
dos registras de material genético do superuniverso controlado por Anhotak. A
polaridade inicial que ele tinha previsto para sua descendência foi alterada e po-
tencializada na totalidade na galáxia de Arconis, a que fica logo atrás de Andrô-
meda a cerca de 6,5 milhões de anos-luz- algo em torno de 9 bilhões de anos-luz
em linha reta da Via Láctea.
A nave Fu-Fither representava a capitânia de uma frota composta por
241 naves dessa magnitude. As quais entraram em diversos pontos da Via Lác-
çoamenro das cadeias genéticas e da estabilidade das estrelas nesse ponto denso
da Via Láctea.
A estrela de Lesath, por estar relativamente próxima à estrela de Shaula,
obteve condições geológicas e radioativas que permitiram o estudo da densifica-
ção a 3D de vários genomas, o que permitiu as primeiras pesquisas com o cruza-
mento de insetos e reptilianos. Foi também nos planetas externos de Amares e de
Shaula que foram inseridos os primeiros genes da raça humana de Micah, a que
tinha sido extraída de Lira pelas equipes de Belzebu e Asthorot.
Muitas matrizes dos mamíferos estavam em estudo pelas equipes, e o
grupo avançado de Asthorot conseguiu surrupiar material genético dos mundos
mais avançados da galáxia de Andrómeda e trazê-lo através do portal de Pégaso,
que fica dentro do quadrilátero dessa constelação. Roubaram mais de 340 amos-
tras de genomas de raças mamíferas em fase de estudo pelos grupos da Ordem
Santa Esmeralda para serem inseridas no contexto de 3D no centro da galáxia de
Andrómeda em clima controlado. Esse material era considerado secreto e serviria
como base para futuros projetos, porém foi introduzido nas raças e genes insec-
toides e reptilianos que estavam sendo estudados na constelação do Escorpião.
Desta forma, a polaridade estava inserida no futuro de muitas raças humanoides
que estavam sendo plasmadas em laboratório.
A constelação do Escorpião está localizada num seror com muitos aglo-
merados c com alto índice de radiação solar, pois as estrelas estão muito próximas
umas das outras, o que dificultava o surgimento de formas de vida em 3D. Por
esse motivo criaram raças com alta capacidade de absorção dos raios radioativos
das estrelas aglomeradas e percebeu-se que os inseros apresentavam as melhores
configurações de adaptação à radiação e às mutações de adaptação. Isso levou
um grande número de representantes da descendência genética de Sarathen a
desenvolver clones e formas adaptadas ao ambiente para iniciar acoplamentos
psíquicos às formas de vida capazes de suportar os fluxos de radiação desse setor.
Se essas raças fossem capazes de subsistir nessas condições ambien-
tais, poderiam, a partir de então, iniciar a conquista de planetas em condições
mais favoráveis. O genoma humanoide tinha sido roubado em Andrómeda para
servir de base para as novas raças nos mundos mas adequados à fragilidade da
espécie mamífera.
A constelação do Escorpião tornaria-se um dos maiores impérios da Via
Láctea, com amplo poder em todas as ramificações da tecnologia e com diver-
sas raças com a capacidade de simbiontes de acoplamento com outras raças.
Neste local ocorreria uma arena de disputa de poder entre as raças produzidas
por Sarathen e sua equipe, como pelas criadas posteriormente por Lúcifer e ou-
tros membros do Conselho de Shamuna, além das raças com material derivado
de Micah.
Ali surgiriam os maiores opositores ao império de Sírios. O que estava em
formação no plano sutil entre 8D e 9D. Parte do contexto de guerras no incons-
ciente interestelar é dividida entre Órion, Escorpião e Pégaso.
A estrela de Antares possui um diâmetro aproximado de 1.108.430.000
km, algo em torno de 796 vezes maior que o Sol. O que significa que a vida ao
redor dessa estrela não poderia ocorrer em planetas muito próximos à sua órbita.
Entre 3D e 6D, essa estrela teve, originalmente na sua primeira fase, cerca de 23
astros, entre planetas, asteroides e satélites. Vida implantada em fases de pesquisa
e posterior sedimentação estável nas realidades mais densas até chegar a 3D e 4D.
Muitas naves cocriadoras que são do tamanho de planetas médios pas-
saram a exercer as funções de planetas estáveis para estabilizar outros planetas, e
dessa forma criar vida, inserindo as configurações desejadas dos genomas escolhi-
dos. A Nave Fu-Fither foi uma das primeiras a acoplar-se nas imediações da estre-
la de Antares para germinar os primeiros genomas insectoides e posteriormente
os reptilianos.
Essa nave possui perto de 186.000km de diâmetro, e representa uma das
primeiras de Sarathen a sair de Arconis e iniciar suas pesquisas e ações na Via Lác-
tea. Essa nave foi a primeira a passar pelo quadrilátero da constelação de Pégaso
e abrir o portal para a invasão que veio por esse ponto proveniente da galáxia de
Andrômeda e por consequência, de Arconis há mais de 9,7 bilhões de anos.
A Fu-Fither possuía um vasto arsenal de genomas extraídos de Arconis.
Calcula-se que pelo menos 90% dos registras e banco de dados da galáxia de Ar-
canis estavam ali presentes. Arconis já tinha trazido para Nebadon cerca de 27%
dos registras de material genético do superuniverso controlado por Anhotak. A
polaridade inicial que ele tinha previsto para sua descendência foi alterada e po-
tencializada na totalidade na galáxia de Arconis, a que fica logo atrás de Andrô-
meda a cerca de 6,5 milhões de anos-luz- algo em torno de 9 bilhões de anos-luz
em linha reta da Via Láctea.
A nave Fu-Fither representava a capitânia de uma frota composta por
241 naves dessa magnitude. As quais entraram em diversos pontos da Via Lác-
tea. Algumas não pelos portais de Pégaso ou outros centro da galáxia, mas pelos
portais externos como no aglomerado de Sextante, que fica logo abaixo da nossa
galáxia pelo plano do eixo equatorial e pelas nebulosas de Magalhães que são ou-
tros importantes centros de criação de estrelas. Os portais intergalácticas de con-
trole da Supraconfederação também foram empregados para permitir que essa
frota tivesse livre acesso a diferentes pontos do universo multidimensional da Via
Láctea. O mesmo ocorreu com as naves da Supraconfederação e com as enviadas
pela equipe do Arcanjo Miguel e Miguel-Atom Este último é um desdobramento
da hierarquia do Arcanjo Miguel, que parte do foco primordial de Micah.
A estrela de Shaulla foi outro ponto de muitas pesquisas e acoplamento
de formas de vida insectoide com genoma humano. Este material genético de
4D continha interessantes capacidades de adaptação a mundos com alto teor
radioativo e ambientes extremos com gravidade e temperaturas extremas, o que
resultou nos primeiros experimentos de insetos com mamíferos, que serviria de
base para a inserção da nanotecnologia e da mecatrônica em formas de vida
biológica. Neste ponto surgiram os primeiros borgs da Via Láctea, com material
misto de pelo menos 43 raças insectoides e humanoides combinadas com a alta
capacidade da mecatrônica. Formas de vida cibernéticas capazes de adaptarem-se
a ambientes extremos. Foi por esse motivo a vanguarda do império de Amares no
desenvolvimento político desse setor da galáxia.
Escorpião chegou a possuir perto de 538 planetas sobre seu total do-
mínio, e ampliou seu império para os quadrantes de Libra, Lúpus, Ophiuchus,
Sagitário e Ara no início da corrida estelar. Posteriormente acabaria por fazer
parte das primeiras negociações da fusão das federações com Sírios e Canopus.
Porém, passou a maior parte do tempo alheia às questões políticas das federações,
passando a criar a sua própria Federação de Escorpião. A qual, até o momento, é
independente e não aceita Alcíone como liderança política nas disputas tecnoló-
gicas e raciais do setor central da galáxia na constelação de Órion.
A dissidência política tem relação com a questão entre Sírios e Amares.
O que foi conhecido como Conversão Amares e levou à guerra Sírios e Amares
através de seus representantes de Sírios Delta e Shaulla com Graffias. O que
criou um contexto político e ascensional complexo na linha temporal de todos
os envolvidos. A partir de essa situação o Império de Escorpião passou a não mais
fazer parte oficial do contexto político e das diretrizes da federação de Plêiades e
de outras desse setor, tendo autonomia total, sem, no entanto, declarar guerra a
aquelas outras.
Formas de vida anfíbias vieram a ser criadas pela descendência Luciferia-
na em dito setor. E depois, pela interferência dos seres criados através de Lucí-
fugo em 6D, viriam a ser transferidas pela tecnologia Borg para 3D. Esses seres
anfíbios foram usados para expandir o império de Amares nas imediações das
constelações próximas e levar, pela primeira vez, agentes para a Terra, há mais de
350 milhões de anos terrestres.
Recordemos que a Terra é um dos 350 planetas decimais da Via Láctea,
o que a tornava importante para projetas em diversos segmentos. A condição
decimal da Terra permitia a configuração dos Elohins e Ciclopes primordiais
com material genético direto de Havana. O que torna esses planetas e portais de
acesso diferentes a outros focos do Universo, junto às chaves da criação de Mitch
Ham Ell e de outros Filhos Paradisíacos, o que inclui também a energia primor-
dial de Anhotak.
A Terra foi um planeta cobiçado por vários motivos, assim como os ou-
tros 349 planetas espalhados pela galáxia, o que gerou uma ampla corrida e uma
guerra pela posse desses planetas entre as diferentes facções da galáxia. Na atu-
alidade existem na Terra civilizações representantes dos seres de Antares e dos
outros mundos do Império de Escorpião - ou Império de Antares, como tam-
bém é denominado -, sendo duas delas bases interoceânicas, com uma grande
população. Uma das bases fica no litoral do Brasil, no estado de São Paulo, a
aproximadamente 247 km da costa entre 3D e 5D, com uma gigantesca cidade
tecnologicamente ativa e contatada pelo SGS e por outros grupos da Terra ainda
desconhecidos pela civilização humana.
A outra cidade também é interoceânica. Está no oceano pacífico nas ime-
diações da costa do estado da Califórnia a cerca de 230km em águas profundas.
Essas cidades mantêm contato com pessoas da civilização humana e trabalham
com pesquisas e abduções de seres humanos conforme os contratos que estejam
em vigência. Eles fazem suas próprias regras e possuem interesses próprios rela-
tivos aos experimentos que tiveram na Terra na linha anfíbia e insectoide. Seus
antigos parceiros de trabalho e pesquisa na Terra foram os seres espirituais do pla-
neta Vênus há mais de 230 mil anos no passado. Com eles criaram várias formas
de vida anfíbias e humanoides que foram levadas para os três planetas externos
da estrela de Pollux, na constelação de Gemine.
As raças das imediações de Antares encontram-se neste momento entre
4D e 7D, sendo que muitas já ultrapassaram essa conotação. Algumas, no entan-
to, ainda permanecem na Terra por questões políticas de exílio e procuram viver
a sua pesquisa evolutiva com agentes encarnados na raça humana. Temos hoje
cerca de 12 a 13 milhões de representantes dessa civilização humano-anfíbio de
Antares, além das outras relacionadas ao Império Antariano.
Temos na Terra vários representantes etéreos da estrela de Sagras. Na cau-
da do Escorpião, seres transparentes que lembram a raça dos Laurins e que têm
relação com manifestações que são confundidas com o reino dévico. São seres
benévolos e têm ajudado nas tarefas da Fraternidade Branca no desenvolvimento
da humanidade, atuando com canalizações e ensinamentos ligados à natureza.
Esses seres foram os que inicialmente ajudaram a introduzir o conhecimento da
acupuntura e naturopatia na humanidade, quando os Anunakis escravizavam as
formas de vida humanoides existentes na Terra. Posteriormente, esse conheci-
mento perdeu-se e , há cerca de 6 mil anos, viria a ser transferida para os repre-
sentantes do Oriente pelas equipes de Dragão e Sargas.
Os filhos da estrela de Sargas perderam seu planeta original numa guerra
c na explosão de uma supernova com alta produção de radiação gama. O que os
trouxe à Terra há mais de 2,3 milhões de anos. Passaram a trabalhar e viver com
os representantes de Dragão. Por serem seres harmônicos conseguiram guarida
em mundos das federações em formação, mas foi na Terra, um dos 13 planetas
escolhidos para sua sequência evolutiva, devido a paz relativa e a configuração
ambiental muito rara nessa época da galáxia, que eles evoluíram. Esses seres re-
presentam anciões na evolução da Terra e fazem parte dos mundos etéreos e
interdimcnsionais que este planeta possui e a maior parte desconhece. Os mem-
bros de Sargas habitam na Terra a energia de 7D e ajudam no desenvolvimento
espiritual da humanidade através da linha de Orixás, Fraternidade Branca e espi-
ritismo, no amplo espectro desse campo.
O foco de ação desses seres é bem amplo e ocorre em toda a extensão
da Terra, mantendo relações amistosas com outros grupos na busca de soluções
harmônicas para a atual situação do despertar da humanidade. Seus maiores ini-
migos no passado, na Terra, foram os rebeldes Anunakis e os representantes de
Rígel que tinham uma índole questionável, além de ações reprováveis para o
conceito harmônico desses seres. Muitos Mestres Ascensionados pertencem à li-
nhagem desses seres que em diversos momentos ajudaram a guiar a evolução da
humanidade por caminhos menos tortuosos.
A linhagem fundamental dessa raça foi inserida na galáxia pela supra-
mônada de Emanuelis, criando uma linha paralela com o material genético de
Micah associada aos arcanjos Uriel e Jofiel, no entendimento religioso da huma-
nidade. Os Sargas representam harmonizadores e iluminação para quem deseja
contará-los, o que somente ocorre com pessoas harmonizadas e em uma linha
oriental zen pela meditação. O amado e querido Yogananda é um representante
dessa linha de seres iluminados, assim como alguns outros de sua linhagem.

• Constelação de Leão:

Estrela: Raças Dimensão Distância


Régulo Raça Felina 9D 77,49 anos-luz
Zosma Simbiontes de Gelatinosos 5D 57,71 anos-luz
Denebola Humanoides 5D e6D 36,18 anos-luz
Algieba Humanos Sirianos 7D 125,6 anos-luz
Adhafera Colonia Genética Mamífera 7D 259,6 anos-luz
Rasaras Colonia Humanoide Gatos 6D 133 anos-luz

Na constelação do Leão temos importantes raças da linhagem mamífera


que foram inseridas no contexto galáctico com material genético de civilizações
entre 15D e 23D. Muitos desse genes possuíam material da hierarquia Voronan-
deck e Goronandeck, além de representantes da Supraconfederação que queriam
participar do projeto de Teta abaixo de 12D. A evolução em outros universos dos
mamíferos na linhagem dos felinos originou o que poderíamos chamar da raça
dos Thundercats, uma raça híbrida na qual a evolução dos felídeos foi misturada
à proposta genética dos adâmicos de Mirch, criando uma raça inovadora com
capacidades psíquicas, físicas e intelectuais. Essa raça foi a primeira das esferas
além de 120 a tentar a manifestação abaixo dessa dimensão em Teta e em outros
universos como em Shinkara, conseguindo resultados promissores na alta capaci-
dade de absorção de outros genomas e na evolução.
O genoma dos felinos foi implantado primeiro nas proximidades da es-
trela de Régulo numa egrégora de 9D, justamente pelo fato de que o Eu Sou des-
se grupo de almas e as suas mônadas estavam sob cuidado especial e atenção da
Ordem Goronandeck. Pela primeira vez membros de Shinkara estavam inserindo
material genético para gerar uma raça que herdaria atribuições do alto comando
da capital de Shinkara em Anfatem, para iniciar secretamente as codificações de
Micah e Shtareer em Teta. A diferença das outras raças e da energia primordial
dos felinos seria construída entre 9D e 13D, para garantir condições aos mem-
bros da Supraconfederação de atuarem com seus corpos em estado de criogenia
em toda a estrutura genética dos felinos e das raças que viriam a ser associadas à
matriz primordial de Shtareer e que estava inserida nessa raça cósmica.
Os membros da Supraconfederação tinham criado uma base genética
superior às outras para garantir que uma matriz cósmica contendo um fractal de
3200 corpos frequênciais pudesse ser acoplada à estrutura adâmica de 3600 frac-
tais. Para gerar uma malha de realidades nas quais a mente e psique dos membros
da Supraconfederação pudesse entrar de forma independente de suas realidades
físicas além de 12D. O que significava que eles poderiam viver realidades para-
lelas sem estarem conectados em tempo integral aos corpos hospedeiros de sua
consciência, tendo a liberdade de ir e vir no momento que quisessem e que ainda
pudessem deixar a sua psique controlando por controle cibernético as realidades
das raças felinas. Isso permitia entrar no processo evolutivo e controlar todas as
etapas psíquicas e emocionais ao mesmo tempo em que acompanha a evolução
das raças da descendência de Anhotak.
A estrela de Régulo apresentava condições fantásticas para isso, como
Canopus, porém esta estava dedicada e reservada especificamente a Micah. Por
esse motivo Régulo foi adaptada na sua configuração orbital, assim com a sua
companheira de constelação que passou a ser binária de Algieba que passaria
sustentar condições futuras para sustentar vida em 3D e 4D. Era um laboratório
perfeito no qual muitos Arcanjos da linhagem de Micah e dos Anciões de Dias
escolheram como ponto de entrada para pesquisa e observação.
O material genético da raça etérea de felinos em 9D foi usado para criar
a versão genética adâmica de Ária, planeta da estrela de Vega na constelação
de Lira. Esse material viria a ser combinado com a dos mamíferos cetáceos e o
genoma dos Elohins Ciclopes para iniciar a hibridação trina da raça humana de
Árie, Sírios Alfa, Canopus, Toliman, Aldebará, Hércules e Plêiades há cerca de
7,5 bilhões de anos.
Na estrela de Zosma foi inserido um genoma que deveria ser a base dos
simbiontes. Uma forma de vida multicelular que possuía a capacidade de conec-
tar-se através de filamentos no sistema nervoso de outra forma de vida e passar
a ser como um parasita, similar a algumas plantas da Terra. Porém, neste caso,
os simbiontes podem ser parasitas ou não, conforme a índole de sua espécie.
No caso dessa, foi criada para serem seres etéreos de 5D para estudarem o acopla-
mento da consciência de outras formas de vida que estavam sendo implantadas
em todos os cantos da galáxia. Esse contexto iniciou-se há aproximadamente
10,3 bilhões de anos, momento no qual rodas as estrelas eram novas, muitas
já nem existem mais em nosso momento atual e outras não tinham sido
formadas ainda.
Em Zosma foram preparado 6 planetas para permitir que essa espécie
de simbiontes pudesse florescer em distintas condições ao redor de uma estrela
recém-nascida que apresentava forte campo gravitacional nos planos suris. Existe
um aspecto delicado neste tema. A idade das estrelas não pode ser medida ape-
nas na escala terrestre como nós a entendemos, pois vemos apenas o desgaste do
seu processo de fusão nuclear em 3D - entre o hidrogênio e o gás hélio. Como
tudo, as estrelas também estavam antes de 3D em estado embrionário nas fases
superiores da matéria multidimensional, portanto, muitas delas só viriam a surgir
na realidade material de 3D apenas alguns bilhões de anos depois, sendo que a
maior parte das estrelas enquadra-se entre 5 a 9 bilhões de anos pelos estudos
astrofísicos. Este ponto é significativo pois permite que a nossa percepção entre
a ficção científica e a realidade seja mais equilibrada e permita-nos entender a
espiritualidade como um plano além da ficção, em um ponto que a ciência ainda
está buscando explicações.
Outro fator quer não podemos esquecer ao efetuar esta leitura é que a
correlação de tempo entre a contagem terrestre e as existentes nas outras esferas
dimensionais é totalmente distinta, o que gera confusão no momento de ser tra-
duzida em números relativos e absolutos neste contexto da cosmologia espiritual.
Com certeza devem existir erros de tradução ou interpretação no ponto de tentar
entender o tempo no qual um processo ocorreu entre as dimensões superiores e
a nossa realidade 3D.
Espero que busquem não deixar isso interferir na fluidez do espírito du-
rante a leitura, deixando o racional lógico de lado para que a intuição possa amar
e ativar os mecanismos internos de reconexão.
A raça simbionte foi posteriormente empregada por rodos os Filhos
Paradisíacos como uma importante ferramenta de estudo das outras raças, e
como avaliação dos processos psíquicos da evolução e da estabilidade material em
cada fase de ajuste até chegar-se a 3D. Posteriormente, nos arredores da estrela
de Denébola foram criadas as primeiras variações humanoides com aparência si-
milar à do humano atual, porém com base em outra raça mista entre reptilianos,
felinos e insecroides que tinham conseguido adaptar-se melhor à estrutura entre
5D e 6D.
Essa raça humanoide estava longe de ser humana, mas possuía genoma
adâmico dividido em percentual de 33% felina, 15% reptiliana, 34% humana e
18% insecroide, o que permitiu aproveitar o melhor dos genomas dessas quatro
bases de aminoácidos e combinações espirituais com as esferas mais sutis de con-
trole de suas mônadas e do corpo Eu Sou entre 10D e 120. As raças desenvol-
vidas nessa estrela serviriam de base para a proliferação do arquétipo humanoide
da silhueta humana para muitas partes da galáxia, incluindo a Terra.
Na estrela binária de Algieba foram inseridos os códigos da raça humana
que viria a ser transferida para as estrelas de Sírios Alfa e Sírios B (Mirzam). Para
ajudar a expandir e sustentar a chegada dos Kumaras em Sírios e Canopus. Essa
base genética e a realidade de 7D foi a primeira a receber material direto de 120
sem intermediários. Para garantir uma raça pura que acabaria por atuar de forma
independente à raça humana de Lira, a que estava, em paralelo, sendo implanta-
da na Via Láctea.
Para alguns estudiosos a estrela binária de Algieba é o berço do material
genético para dezenas de animais existentes nos planetas similares à Terra. Além
de ser um importante farol estelar para a navegação das astronaves dos grupos co-
lônias da Federação Intergaláctica nos últimos milênios. As estrelas de Adhafera
e Rasaras foram o palco do estudo e codificação do genoma de versões adaptadas
a ambientes extremos com várias atmosferas para mamíferos, os que incluíam os
felídeos e aves mamíferas, e que com o tempo dariam base aos marsupiais, focas,
leões-marinhos e morsas. Essas raças estavam sendo pesquisadas para serem aco-
pladas em futuros mundos 30 como a Terra.
Parte dos mundos da estrela de Canopus e de Cassiopeia receberam aque-
le material genérico para sustentar outras propostas da evolução desses genomas:
raças harmônicas com pouca inclinação à dualidade e em confrontos nesse perí-
odo de sua existência.
• Constelação de Câncer:

Estrela: Raças Dimensão Distância


Acubens Repilianos Lagartos 60 173,6 anos-luz
Altarf/Beta Cancer Reptilianos Dracos/ Humano 60 290 anos-luz
Asellus Borealis Base da Supraconfederação 50/80

Esta constelação foi o palco do surgimento de reptilianos com um alto


índice de agressividade. Justamente pela capacidade de sobrevivência e adaptação
ambiental, com um genoma quase exclusivamente desenvolvido com material
das raças reptilianas da galáxia de Arconis. O que permitiu que poderosos guer-
reiros e conquistadores fossem criados no plano suril dos 9 planetas ao redor
dessas duas estrelas. Esse material genético iria ser transferido posteriormente por
Satã para a estrela de Rígel no 8° planeta da estrela. Rígel é um planeta gigante,
maior do que Júpiter, com uma atmosfera artificial controlada para o desenvol-
vimento das espécies. Na qual surgiria uma variação da raça humana negra pela
genética dos Draco/Humanos que tinham sido criados com o material dos aria-
nos de Lira, humanos sequestrados por Satã para iniciar a corrida genética com o
fractal adâmico de Mitch Ham EU de Havona.
As estrelas da constelação de Câncer serviram de palco para importantes
episódios da evolução e da corrida genética entre os diferentes cocriadores, além
de possuir um planeta decimal similar à Terra. Porém, habitado, até o momento,
pelos Cíclopes. Motivo pelo qual não foi invadido pelos outros seres. Por ser uma
base operacional da Supraconfederação.
A estrela de Aseluis Borealis é um portal de acesso multidimensional en-
tre as realidades abaixo de 80 e acima desse patamar, sustentado pela tecnologia
cósmica da Supraconfederação. Esse ponto é um dos quais as mônadas desdo-
bram-se para entrar na Matriz de Controle abaixo de 80.

• Constelação do Cão Menor:

Estrela: Raças Dimensão Distância


Prócion Humanos Grandes 50 11,41 anos-luz
Gomeisa Humanos c/ Zetas 40 170,2 anos-luz
O principal local que continha dois planetas similares à Terra, com at-
mosfera de oxigênio, foi a órbita da estrela de Prócion. Esses dois planetas foram
significativas colônias da expansão tecnológia no segmento da engenharia gené-
tica de criação de espécies de Sírios Alfa e seus protegidos. A forma de vida era a
raça humana siriana, adaptada às configurações atmosféricas desses dois grandes
planetas, similares a Júpiter, com aproximadamente 150.000 km de diâmetro,
nos quais formas genéticas adaptadas da raça humana foram preparadas para
serem transferidas de 7D para dimensões inferiores, onde a densidade atômica
era maior, gerando maior massa. Esses experimentos foram imprescindíveis para
as federações que estavam em formação, ajudando a expandir a tecnologia de
colonização de novos mundos.
Tal raça humana possuía um tamanho aproximado de 3,25mts, com va-
riações de 4 etnias distintas. Baseados nas configurações de resistência e absorção
das mutações para sobrevivência nestes mundos, denominados de Prócion Alfa
e Prócion Beta, responsáveis pela preparação da adaptação de futuros projetas
para 3D, que viriam incluir a Terra em seus programas de pesquisa na sequência
das pesquisas com as raças criadas para Prócion. Essa raça era melhorada gene-
ticamente para superar as dificuldades da alta gravidade daqueles planetas e as
distintas concentrações dos gases da atmosfera.
A raça siriana, empregada como base, era justamente a variação da etnia
liriana dos arianos com o desenvolvimento da etnia caucasiana natural de Sírios
Alfa e de Mizard, que possuía configurações adâmicas diferenciadas, o que criava
um aspecto caucasiano e eventualmente mulato conforme o planeta de origem
das primeiras matrizes genéticas. Ambos os planetas da estrela de Prócion eram
essenciais para Sírios, devido à proximidade entre Prócion e a Terra para levar
adiante as pesquisas genéticas realizadas pelos grupos colonizadores do Império
Siriano.
Levemos em consideração que durante o período que estamos relatando
as órbitas das estrelas não eram as que temos na atualidade da Terra. Porém, as
distâncias possuem cerra similaridade. Os mundos de Prócion serviram para pes-
quisas com Urano e Saturno, relativas aos antigos registras das raças multidimen-
sionais dos arquitetos do universo, e que tinham como habitat o planeta Urano.
Os seres de Urano eram antigos parceiros dos Canopeanos da Ordem
Kumara, motivo pela qual os seres de Sírios possuíam interesse na manutenção
de coligações e projetas conjuntos. O que servia para manter a supremacia tecno-
lógica e espiritual nas demais colônias e federações da Via Láctea. Com o tempo,
a estrela de Prócion passou a ser uma referência interestelar. Como um farol para
a navegação entre as linhas comercias das Casas de Comércio do sistema regio-
nal entre Órion, Sagitário, Plêiades, Pégaso, Lira, Eridianus, Lepus e Acturos, e
criando uma rota constante de intercâmbio cultural das federações representadas.
A estrela de Gomeisa passou para outro plano nesse contexto, no qual
quatro planetas foram usados como base para outra tecnologia de mudança cli-
mática, para a criação de condições atmosféricas de oxigênio e similares a outros
mundos de gases respiráveis para a raça humana e humanoide. Naquela altura
surgiram associações com a raça dos Zetas e similares para promover o resgate de
parte dessa raça destruída junto com a raça reptiliana na antiga guerra de Pégaso
e de Lira, e que gerou, pela escravidão dos reptilianos de Rígel, a raça artificial
dos Grays como são chamados na Terra.
A raça humana e os Zetas acabaram criando uma evolução paralela e uma
simbiose genética na realidade de 4D. Justamente para iniciar uma nova colônia
longe da interferência dos reptilianos do império de Rígel, os que ainda tinham
questões políticas e tecnológicas contra os Zetas de 6D. Por esse motivo surgiu
uma nova ramificação da raça Zeta, que tinha entre outros objetivos, além da so-
brevivência, o resgate da carga genética original dos Zetas convertidos em Grays
e o inicio de uma nova civilização. Contudo, os Zetas misturados com o genoma
humano dos antigos Sirianos de Prócion tiveram dificuldades devido a diferenças
na estrutura celular que tinha sofrido mutação nas guerras nucleares que os Zetas
tinham vivenciado até aquele momento em Prócion.
Fazia-se necessário curar os Zetas das mutações e das alterações em seus
genomas. O que foi um desafio pelas configurações das radiações da estrela de
Gomeisa. As radiações dessa estrela, que por um lado ajudavam a manter a vida
humana de sirianos, não eram iguais para os Zetas, que passaram por mutações e
desconfigurações nesses mundos, e passando a viver em realidades interplanetá-
rias. Esse processo acabaria por gerar uma raça zeta-humanoide com seres entre
1,80 e 2, 15 mts, com aparência similar à dos Grays, embora maiores e com a pele
alaranjada ou amarelocobre.
Essa raça passaria a ter interesse pela Terra no meio da busca e solu-
ções pela sobrevivência. Solicitariam a Sírios a possibilidade da cooperação no
sentido de colonizar alguns pontos da Terra, processo que ocorreu há cerca de
3,8 milhões de anos terrestres. Desse processo, uma raça nova surgiu e passou a
evoluir muito além do esperado e iniciou a conexão com a Confederação ainda
no processo Terrestre, há cerca de 1,8 milhão de anos. Essa raça atualmente é de
70 e pertence ao grupo de Zetas confederados que buscam evoluir suas outras
realidades em paralelo.
Os grupos que ficaram em Gomeisa acabaram buscando pesquisas gené-
ticas com os Grays para colonizar mundos próximo a essa estrela e terminaram
por negativar-se no uso da nanotecnologia genética e militar, entrando em guerra
com as outras raças de Prócion e Gomeisa. Muitos tiveram que voltar ao planeta
Serpro de Reticulum. Essa guerra matou milhões de humanos e zetas na conste-
lação do Cão Menor e acabou com a interferência definitiva de Sírios Alfa.
Parte desses zetas estão na atualidade trabalhando na Terra em parceria
com o SGS, outros grupos de xopatz e a Ordem do Dragão Negro na busca pelo
aperfeiçoamento genético de sua raça abduzindo humanos e outras espécies para
criar novas variações híbridas com os grays e reptilianos. Elas são algumas das ra-
ças que buscam o genoma de Micah na Terra, e pertencem à linhagem que pode
ser definida como descendentes dos projetos de Satã na seleção das espécies em
nossa galáxia.
Atualmente a situação evolutiva da constelação do Cão Menor apresenta-
se dentre 3D a 50, com civilizações similares à da humanidade da Terra. Porém
com tecnologia mais avançada e uma sociedade controlada por fortes mecanis-
mos tecnológicos que regem a sua evolução, legislação e comportamento. Essas
civilizações têm semelhança com os filmes de ficção científica relativos ao futuro
da humanidade nos próximos 600 anos de tecnologia e ajuste social.

• Constelação do Cão Maior

Estrela: Raças Dimensão Distância


Sírios Alfa Humanos 80 a 150 8,7 anos-luz
Felinos Humano ides 90 a 120
Felinos Alados 80 a 120
Sírios Beta-Mirzan Humanos 60 499,47 anos-luz
Humanoides Aquáticos 60
- írios delta Humanos Reptilianos 60
Adhara Reptilianos Dracos 5D
\\'ezen Reptiliano Draco 5D 1792,02 anos-luz
Citraks Humano ides 70
Aludra Réptil Humanoide Draco 60 3197,61 anos-luz
O Império de Sírios foi um dos mais evoluídos da nossa galáxia, no en-
tanto, sua história é bem complexa e divide-se em realidades paralelas que aca-
baram se fundindo em etapas distintas de sua linhagem espiritual e tecnológica.
Esse Império foi montado pelos membros da Supraconfederação que escolheram
ajudar diretamente na evolução da galáxia, que contem representantes da Confe-
deração e dos Não Confederados. Foi um dos pontos escolhidos pelo Ancião de
Dias Onara para inserir a codificação de Micah e de outros, incluindo a Ordem
Kumara. Para alcançar tal fato, a evolução dos membros do Império de Canopus
foi trazida para as principais estrelas desta constelação para criar gradualmente,
cada qual em sua realidade e dimensão, o Império que viria a se contrapor à
evolução dos reptilianos e dos seus impérios.
Sírios teve a programação realizada em diferentes etapas através de ava-
tares cósmicos que incluíam membros dos Elohins Primordiais, Supraconfedera-
ção, Kumaras, Micahélicos, Voronandeck, Melchizedeck, Goronandeck, Anciões
de Dias, Conselho Shamuna, Arcanjos, Arielus e outros membros das esferas
além de 120. Motivo que fez desse império um ícone galáctico em diversas eras
distintas entre 50 e 150.
A criação de planetas colônias em 30 também tem relação com as pes-
quisas e o desenvolvimento de propostas realizadas pelo Conselho da Supracon-
federação, motivo pelo qual os mais antigos do Império de Sírios passaram a
desenvolver a tecnologia com os Elohins ou arquitetos do universo para criarem
planetas adaptados artificialmente a uma sociedade em 30. Esses ajustes ocorre-
ram muito antes do planeta Terra existir. Portanto o Império de Sírios é muito
mais antigo, mas não em 30, em frequências de tempo e dimensão sueis além de
70 naquela época da galáxia. Avaliar a evolução do Império Siriano é complexo
pois ele está dividido em pelo menos 13 notáveis estrelas, não apenas a Sírios
Alfa, que está a apenas 8,7 anos-luz da Terra neste momento, mas de outras mais
distantes como Wezen que está a 1. 792 anos-luz da Terra.
O Império de Sírios foi criado artificialmente com a ajuda direta dos
clones da Supraconfederação inseridos na Via Láctea com o objetivo de inserir
a codificação genética de Micah e dos outros seres ligados à energia de Cristo-
Miguel. O crescimento e evolução desses 13 planetas foram realizados de forma
controlada e equivalente nas diferentes dimensões para gerar artificialmente a
fusão de todos. Assim, com isso, sustentar um império que ajudaria a criar o
equilíbrio entre os seres da egrégora do Anticristo e do Cristo-Miguel na evolu-
ção e formatação das diversas federações da Via Láctea.
Um dos colaboradores desse processo foi realmente a participação e ajuda
tecnológica e espiritual dos seres de Canopus, mas isso faz parte do estratagema
evolutiva inserida artificialmente na galáxia. O Império Canopeano é parte des-
se programa para deixar posteriormente em Sírios o processo de interatividade
com os outros povos na evolução natural da galáxia. Canopus tinha outra fun-
ção nos planos superiores ligados à conexão permanente com os membros da
Supraconfederação,enquanto a proposta de Sírios era sustentar o plano divino
nas realidades mais densas da galáxia e incentivar o projeto de avatares em todos
os lugares possíveis.
A história da evolução dos mundos e das sociedades existentes no Impé-
rio Siriano estende-se pelo menos há mais de 9 bilhões de anos da nossa galáxia,
desde o início da sua formação, a partir do aglomerado maior de Andronover,
que iniciou a separação do grupo de 4 galáxias mais próximas. Esse processo
formataria a atual Via Láctea no aglomerado gravitacional que foi criado inten-
cionalmente pelos engenheiros siderais dos Elohins.
Sírios foi escolhido como um portal para os membros da Supraconfede-
ração e para outras linhagens atuarem no estudo da evolução e da dualidade. Por
isso as estrelas e planetas de Sírios foram artificialmente controlados e ajustados
para as intenções e necessidades que os líderes da Supraconfederação e seus cola-
boradores tinham para gerar a oposição às linhagens de Anhotak. Essa configu-
ração requereu que as estrelas da constelação possuíssem gradientes diferenciados
e condições inéditas para uma mesma região da galáxia, além de especificações
astrofísicas controladas entre 3D e as demais realidades de forma artificial através
da tecnologia de merkabas e da espiritualidade dos Confederados.
A evolução de Sírios pode ser considerada uma exceção na Via Láctea e
até em Teta, pois foi o reduto dos Deuses de Havana e de Nebadon. Até Micah
escolheu esse ponto da galáxia como morada para preparar o corpo e a alma
que viria à Terra como Jesus Cristo de Nazaré. O Império de Sírios acabaria por
transformar-se no reduto de uma das maiores escolas para Kumaras e avatares
da galáxia, passando a interagir com todo o seu processo evolutivo, tendo alguns
pontos da galáxia como suas escolas remotas e centros de pesquisa evolutiva junto
à Ordem Santa Esmeralda e Santa Ametista.
O centro do poder foi erigido na estrela de Sírios Alfa, mas acabou por
ser dividido estrategicamente em diversos pontos nas 13 principais estrelas dessa
constelação e em outras mais distantes para descentralizar o poder em caso de
guerra com os outros impérios que estavam em formação ou já instalados, como
é o caso do Império de Órion e de Rigel, o que era o centro de pesquisas e poder
de Satã e seus correligionários.
Um dos centros de treinamento e estudo da evolução nas esferas mais
densas foi criado em 4 estrelas da constelação do Cruzeiro do Sul, sendo a estrela
de Mimosa a central operacional do portal de transferência da alma e das mô-
nadas para esse quadrante. Outro interessante processo é que o Império Siriano
secretamente ajudou na evolução e formatação evolutiva das raças humanoides e
humanas das estrelas de Alfa Centauro e Beta Centauro, conhecidas como Toli-
man eAgena.
O Império de Sírios fez associações na evolução galáctica com importan-
te centros de evolução natural e artificial como Betelgeuse, Amares, Aldebarã,
Plêiades, Lira, Cisne, Eridianus, Lúpus, Hidra, Altair, Formalhaur, Draco, Ta-
rântula, Baleia, Sagitário, Magalhães, Andrômeda, Virgo, Popus, Boeiro entre os
de maior destaque na evolução e formação das federações sistêmicas, ajudando e
controlando esse desenvolvimento. O que acabou por inserir aspectos benéficos
e constrangedores a Sírios, pois muitas vezes agiu como ditador e controlador na
evolução desses grupos. Em outros momentos ajudou a evitar guerras e proces-
sos graves na evolução de raças na galáxia. Podemos dizer que o Império Siriano
controlou o que poderia ser definido como livre-arbítrio na evolução de outros
impérios ou povos, evitando que tivessem desaparecido do contexto evolutivo da
galáxia, o que pode ser avaliado como positivo ou negativo, conforme o ponto de
avaliação do estudo.
Inicialmente nas proximidades da estrela de Sírios Alfa ocorreu o surgi-
mento controlado da raça humana adâmica de Micah em quatro planetas artifi-
cialmente controlados pela Supraconfederação, para ser ocupada posteriormente
pelos membros da Confederação Multidimensional em missão na Via Láctea.
Essa raça era na verdade de clones aprimorados da genética direta da raça adâ-
mica de Micah nas outras esferas além de 150, que foi ajustado a patamares
entre 80 e 120, permitindo que outras formas de vida com base em carbono
pudessem ser empregadas na densificação do genoma que viria a ser considerado
humano no entendimento da escala da evolução natural.
Existiu um símio que seria a base ancestral dos arianos que viria a ser a
base genética artificial para o surgimento da raça humana de Sírios Alfa. Essa
raça foi aperfeiçoada até conceber o acoplamento das almas dos Eu Sou de 12D
em diante, permitindo com que o projeto de avatares além de 12D pudesse ser
inserido na Via Láctea sem dificuldades em 8D, para posteriormente inserir essa
codificação genética sutil nas esferas mais densas nas outras estrelas do conjunto
que viria a ser o Império Siriano.
Essa base genética foi o ponto inicial da criação da raça humana nesse
setor em paralelo ao que estava codificado para a constelação de Lira e de Carina,
permitindo que nesses três pontos da galáxia surgisse a raça humana de Micah,
sem a intervenção dos descendentes de Anhotak ou de outro ser. Mas a base
desse genoma no contexto do material mamífero teve que ser mesclado com o
genoma dos Voronandeck proveniente da raça felina e dos cetáceos para codificar
na plenitude a raça humana adâmica de Micah, pois a bases genéticas necessárias
estavam justamente nos felinos de Shtareer e nos cetáceos de Emanuelis para
criar a base genética necessária à formatação do humano como ele foi criado em
outras esferas além de 12D.
Pelo que entendo no momento, a raça adâmica de Mitch Ham Ell foi
criada há mais de 260 milhões de éons de Havana. Já tinha em sua constituição o
material genético do que seria a base estrutural da raça dos felinos e dos cetáceos,
portanto também fez parte da densificação na Via Láctea.
A importância e a conexão que os egípcios davam aos gatos e a outros
animais tem relação com os registras da origem das raças que participaram junto
à criação da raça humana. Obviamente que esse conhecimento se perdeu e ficou
apenas o aspecto folclórico .
A evolução das espécies humanas e felinas nos 5 planetas ao redor da
estrela Sírios Alfa ocorreu apenas em planos sutis, onde era possível efetuar a
cruza racial sem a complexa relação de aminoácidos e das cadeias peptídicas que
estudamos neste momento da nossa evolução científica no campo da genética. A
raça humana foi adaptada e concebida com a ajuda do genoma dos antepassados
dos golfinhos da Terra e dos felinos da Terra, seres que ainda existem em planos
paralelos em sua evolução até os dias de hoje. Portanto, a vida e a evolução em
Sírios Alfa nunca foi em 3D como alguns pensam, mas apenas no plano sutil
para a nossa percepção e entendimento. Passou a ser um dos centros de controle
ligado à evolução espiritual e às hierarquias dos Elohins e da Confederação. Viria
a desenvolver o projeto avátarico e mediúnico em toda a galáxia para contatar
raças com os Deuses Maiores.
Na verdade, o contexto de deuses surgiu no Império Siriano e foi gradu-
almente espalhado pelos outros povos da galáxia. Sírios Alfa passaria a controlar
muitos aspectos do Império de Sírios, mas não a totalidade para não haver pro-
blemas na administração do conjunto, criaram um projeto de descentralização
e interconexão através da energia psíquica entre os líderes de cada uma das 13
grandes estrelas, passando a controlar a evolução de suas colônias nas mais de
78 estrelas e 1.168 planetas coloniais. Todas as diferentes raças desse império
tiveram funções definidas e atribuições para com a galáxia de forma a espalhar ao
máximo o potencial e a tecnologia siriana, além dos genomas desse império.
O Império Siriano gerou mais de 2. 700 genomas derivados de seus ge-
nes originais em suas colônias e no acasalamento com outras raças encontradas
na expansão sideral das frotas. Com esse processo o Império Siriano passaria a
atuar entre 3D e 8D no contexto da política interestelar e posteriormente inter-
galáctica, passando a representar um foco da Confederação Intergaláctica, que
viria a ser a base para a formação dos grupos das distintas federações sistêmicas
na Via Láctea.
Devido aos mundos de Sírios Alfa serem muito sutis, passaram a atuar
como líderes e orientadores espirituais para os outros povos que viviam nas di-
mensões mais densas, além de desenvolver a técnica de passar de uma dimensão
a outra com corpos adaptados artificialmente às diferentes realidades. Esses seres
passaram a ser membros da Confederação, interagindo e ajudando na evolução
dos outros povos, controlando a parte do desenvolvimento da alma e preparando
avatares para as outras realidades. Por serem sutis e terem a capacidade de apare-
cer e desaparecer nas outras realidades pelo poder mental e psíquico, tornaram-se
Deuses para muitas culturas na Via Láctea.
Os humanos e humanoides que foram criados nas imediações da estrela
de Mirzan ou Beta-Cão Maior já tinham a sua configuração ligada a 6D e foi o
grupo do Império Siriano que realizou as grandes expedições e colônias em cen-
tenas de planetas, passando a representar o poder político e cultural de Sírios para
os outros mundos. Uma grande parte das pesquisas genéticas do Império Siriano
partiu desse povo que tinha acesso às realidades entre 3D e 6D com facilidade.
Parte das raças implantadas artificialmente por este grupo foram inseri-
das nas colônias da constelação M-45 ou Plêiades, dentro de sua nebulosa semia-
berta e depois na estrela de Electra, tendo em vista que os mundos da estrela de
Alcíone estavam em fase de estudo e desenvolvimento pelos grupos de Aldebarã e
Lira. Muitos códigos de raças amigas da Terra foram também parte das pesquisas
colônias de Sírios Beta ou Mirzan, representando amigas civilizações, há mais de
230 mil anos, ligadas ao continente de Mu.
O genoma humano foi espalhado pelos representantes de Mirzan em
pelo menos 46 planetas em diversos pomos da Via Láctea, para ajudar na pro-
pagação da espécie e garantir que ela sobrevivesse aos reptilianos nas sucessivas
guerras políticas pelo poder que estavam presentes em pomos isolados na for-
mação dos outros impérios. O Império de Sírios também teve sob seu domínio
algumas raças reptilianas, mas comidas no programa da Supraconfederação e
portamo codificada com a energia do genoma de Micah. A raça de humanoides
aquáticos foi uma das variações naturais entre os cetáceos e o genoma adâmico
de Sírios Alfa, criando uma raça similar às lendas relativas às sereias e tritões da
antiguidade terrestre.
Já na estrela de Delta Canis Maior ocorreu o desenvolvimento controla-
do de uma raça humana reptiliana, similar aos dracos, porém com configuração
de mamíferos para inserir a capacidade emocional e dessa forma estar no contex-
to político que a Supraconfederação desejava. Essa raça humana reptiliana possui
pele escamosa como couro de lagartos, o restante é muito similar à humana. Es-
ses seres representam parte do segmento bélico do poderio militar e tecnológico
que ajudou na expansão do Império Siriano na galáxia. Esta foi uma das raças do
Império Siriano que confrontaram, na guerra entre Sírios e Amares, as diversas
situações do conflito.
Essa guerra política pelo poder administrativo na Federação dos 49 foi
grave e gerou divergências no contexto das manipulações genéticas, na criação de
novas espécies e com o poder sobre o controle do senado das Federações. O Im-
pério Antariano é muito poderoso, tendo condições de confrontar políticameme
em pomos isolados o Império Siriano, o que gerou guerrilhas e contendas no
âmbito político da credibilidade entre os demais membros das federações.
Os amarianos questionavam a supremacia política de sírios no senado
das federações, exigindo equivalência no poder de voto, pois o Império Siriano
chegara a sustentar 85% do poder definitivo de voto, algo considerado absurdo
pelos representantes de Antares, freme a uma federação com mais de 113 plane-
tas membros e com poder de voto. Uma ditadura mascarada de diplomacia. Isso
ocorria pelo simples fato de que o Império Siriano não possuía políticos e nem
representantes eleitos. Era uma forma de controlar a possível corrupção e imerfe-
rência na evolução das sociedades, que já tinham se mostrado corruptas em busca
do poder em benefício próprio .. Por isso o Império Siriano limitava-se a colocar
no poder apenas representantes escolhidos pela sua capacitação e indicação do
Centro de Processamento de Informações e Dados das Federações, não pelo voto
como é feito na Terra.
Isso não fazia parte dos interesses de Amares que passou a induzir
um levante contra o Império Siriano, o que fez com que Sírios Delta demons-
trasse o seu poderio militar frente a Amares e outros grupos, originando em
Sírios a separação entre o patamar espiritual de Alfa Sírios e os demais membros.
O que por sua vez criou 12 colônias de liderança e uma de controle ascensional
e conexão monádica, que é justamente Sírios Alfa. A isso foi dado o nome de
Convergência Amares.
A forma híbrida entre humanos e reptilianos gerou uma raça poderosa
e capaz no contexto militar e no confronto corpo a corpo, além de possuir uma
alta capacidade racional e psíquica de avaliação das situações, com capacidades
paranormais, motivo pelo qual foram escolhidos como membros da elite militar
do Império Siriano juntamente com membros das outras estrelas e colônias, que
possuíam capacidades específicas e alto poder na linha do confronto.
Nas imediações da estrela de Adhara, na realidade de 5D, foi criada uma
raça reptiliana decorrente da evolução do Draco de Thuban e Algeiba da cons-
telação do Dragão, para aprimorar a sua capacidade bélica e predatória, como
soldados perfeitos para atuarem em mundos de metano e de outras condições
atmosféricas distintas ao natural dessa raça. Essa espécie foi também empregada
na expansão do Império Siriano e no bloqueio do avanço militar dos reptilianos
de Rígel no Império de Órion.
A raça da estrela de Adhara foi artificialmente criada e manipulada atra-
vés da nanotecnologia e da mecatrônica para ser uma raça robótica capaz de
enfrentar e destruir os Citraks e Alfa Dracos de Rígel e ao mesmo tempo garantir
a sobrevivência do Império Siriano frente a inimigos. Por esse motivo ela foi ins-
talada em 5D e posteriormente foi transferida para capacidades operacionais até
3D. Essa raça, que serviu de laboratório para os sirianos, acabou por ser transfe-
rida para a estrela de Wezen a mais de 1. 792 anos-luz. Para iniciar a expansão do
império nesse setor e propagar os registras das federações e da Confederação em
direção ao núcleo e ao exterior da galáxia.
Em Wezen foi criada a primeira experiência de fusão genética entre os
Citraks de Rígel aprisionados e usados em pesquisas genéticas com o genoma
humano. Isso para criar uma raça de supersoldados dentro da estrutura psíquica
dos humanos, utilizando material do genoma adâmico e de mais 32 configura-
ções humanoides com a estrutura artificial dos Citraks, o que resultou em uma
das melhores raças artificiais de combate na expansão das Federações da galáxia.
Porém, no processo inicial essa raça de Citrak humano só podia coexistir entre
7D e 8D, devido a complexidade das combinações genéticas para o campo fre-
quência! abaixo de 7D, o que exigiu a configuração de mais eletrônica e robótica
para as dimensões inferiores de até 5D, que era a proposta original de uma nova
arma de combate contra Rígel.
Essa raça acabou por evoluir em paralelo em 7D e gradativamente con-
seguiu ser estabilizada pela eletrônica nas esferas de 6D e 5D. Foi uma das raças
que mais demorou a ser densificada e transferida dos planos sutis para a realidade
densa próxima à da Terra em 5D. Essa raça teve pouca conexão na história da
evolução da Terra, esteve presente apenas em alguns momentos, a pedido de Sí-
rios Delta, para resolver questões políticas com opositores no contexto da supre-
macia racial contra os filhos de Anhotak há mais ou menos 1,2 milhões de anos.
Já os seres de Aludra são uma evolução indireta dos Citraks humanos,
que possuem uma evolução mais voltada à capacidade mutacional entre as ca-
pacidades naturais dos reptilianos, dracos e humanos, com parte do material
dos citraks. O que gerou uma raça mais flexível na evolução e com potencial
intelectual desenvolvido, capaz de possuir emoções e conviver com elas de forma
similar à raça humana da Terra. Essa raça foi criada e sustentada em 6D e com
o tempo adquiriu a capacidade de atravessar as realidades entre 4D e 6D como
forma de expansão e evolução. Todas as almas dessa raça estão buscando regressar
à mônada, diferente das outras que querem manter o poder e as suas experiências
dentro da Matriz de Controle.
Os seres de Aludra são diferentes e têm relevantes trabalhos de intercâm-
bio e de apaziguar contendas no contexto político das federações da galáxia. Essa
estrela e seu povo estão a mais de 3.197 anos-luz da Terra e representam outra
esfera da evolução no outro quadrante interestelar que pertence ao Império Si-
riano, muito além do contexto político do setor de Velatropa ao qual pertence
a Terra. Motivo pelo qual são muito raros os seres desse setor no contexto da
evolução das raças da Terra. Mas esse genoma foi usado em Órion por grupos de
Belatrix e Betelgeuse, o que os trouxe à Terra há cerca de 360 mil anos para testar
a adaptação na atmosfera de oxigênio.
Essa raça é uma das muitas que na nossa atualidade representam seres in-
traterrenos, outros são habitantes de planetas próximos à Terra em nosso próprio
Sistema Solar, além de possuirem um grupo de cerca de 31 Omil habitando o lado
escuro da Lua em bases intralunares nos últimos 150 mil anos.
O Império Siriano possui cerca de 6,8 milhões de agentes encarnados na
Terra e outros 12 milhões de exilados na Terra, além de existirem pelo menos 4
milhões de membros da frota siriana ajudando na Operação Resgate ligados à
hierarquia espiritual terrestre e à Fraternidade Branca. A participação no contex-
to da evolução da Terra por parte de membros do Império Siriano é muito ampla
e além dos Kumaras possui representantes dos outros mundos do Império Siria-
no e das coligações que esse império possui com outros quadrantes da galáxia.
O Império de Sírios foi responsável pela evolução de aproximadamente
3.700 genomas somente no setor estelar do braço de Órion, Perseu e Sagitário,
sendo que no genoma da raça humana o principal herdeiro adâmico está entre
Plêiades, Órion, Toliman, M-13 da constelação de Hércules e Aldebarã de Tou-
ro, que por sua vez, tem ligação com a evolução da Terra. Esse império estende-se
pela linha temporal em vastos campos, além das realidades paralelas que sustenta.
A Terra foi um dos mais de 1.168 planetas que recebeu material genético
e interesse pela exploração dos recursos naturais, mas devido a grande proximi-
dade com Sírios Alfa, teve a presença de importantes Kumaras na sua evolução e
na atual proposta do salto quântico planetário.
• Constelação de Órion

Estrela: Raças Dimensão Distância


Betelgeuse Humano Mamífero 50 a8D 427 Anos-luz
Humano Réptil 60
Humano Aquático 60
Humano Insectoide 70
Humano Negro 70/80
Reptiliano Draco 50 a6D
Belarrix Diversas Raças 4DA8D 243 anos-luz
Onu Estelar
MEISSA Reptilianos Humanoides 50-70 1055 anos-luz
Insectoide Humanoide 40-50
Alinitak Humano ides 60 817,4 anos-luz
Mintaka Draco Humanoide 50 916,1 anos-luz
Alnilan Humano-Aves 50 1.342 anos-luz
Rígel Draconianos 40-60 772,8 anos-luz
Cirraks 50
Alfa Cytrak Alien 50
Humano Negro Réptil 40
Répteis Eretos 50-60
Répteis Felinos 50
Saiph Répteis Insecroides 50 721,6 anos-luz
Répteis Draconianos 60
Humano Réptil Insero 50/40
Insetos Barata 40
lnseto Aranha 40

O Império de Órion é, sem dúvida, um dos mais complexos e interessan-


tes de todo o nosso quadrante galáctico, pois é muito grande e possui uma vasta
estrutura racial e cultural, além de ser o berço de centenas de civilizações nos
últimos 11 bilhões de anos de nossa galáxia. Esse berço possui mais de 413.000
genomas entre 3D e 80. Muitos dos Filhos Paradisíacos das esferas superiores es-
colheram esse centro como o ponto de partida de miríades de raças e consciências
interestelares, para serem a base das raças mais avançadas da Matriz de Controle
abaixo de 8D.
O contexto da evolução dessas raças é muito complexo, pois envolve no
mínimo 3.200 estrelas e 6.300 planetas em distintas épocas da evolução da Via
Láctea e das próprias espécies no seu processo seletivo natural e artificial criado
pelos grupos externos como de Sírios e Canopus, que são os pais de algumas raças
interessantes na estrutura anfíbia de muitos planetas dessa constelação.
O estudo e o relato sobre Órion é complexo pelo motivo que teríamos
que ter uma enciclopédia para expor o contexto dos planetas e das raças envolvi-
das nessa sequência de evoluções e de paradoxos temporais que essa constelação
possui, muitas além da linha temporal da Terra e dos outros impérios e Federa-
ções que estamos relatando neste livro.
A vida de algumas raças iniciou-se pela estrela gigante de Betelgeuse,
porém não foi somente por essa estrela, existem outras que não são visíveis aos
instrumentos, que estão atrás da grande nebulosa de Órion e do conjunto de ne-
bulosas do Cavalo e das Três-Marias, criando assim uma visão superficial do que
é esse berço natural e importante do setor no qual estamos localizados.
Órion funciona como um centro gerador de energia Micahélica e de
Emanuelis nos planos mais sutis, além de ser um poderoso farol interdimensional
com seus portais entre a galáxia e os demais pontos de Teta e Salvingtón. De ma-
neira similar à estrutura da constelação do Cão Maior como Sírios, Betelgeuse foi
escolhido para abrigar um conjunto de raças selecionadas e fazer a linhagem dos
Elohins desenvolver uma sequência genética aperfeiçoada com o material atômi-
co das estrelas desse sistema, o que levou à formação de dezenas de inovações na
configuração genética pela Ordem Santa Esmeralda. Foram colocadas em prática
a formação de novos parâmetros encarnacionais e evolutivos com mônadas e com
o conjunto de Eu Sou desdobrados em realidades paralelas de centenas de almas
gêmeas combinadas pelo ajuste das matrizes do DNA e da cadeias peptídicas
entre diferentes dimensões.
Esse processo criou a condição tecnológica de interaçáo entre diversas
dimensões através da alteração da frequência dos pulsos do DNA de cada nova
espécie. Essa diferença encontrada na forma de adaptar as cadeias genéticas entre
as dimensões, foi a responsável pela formatação do intercâmbio entre os corpos
sutis em diferentes realidades. Esse processo era artificial e condicionado à alta
tecnologia cibernética da Supraconfederação.
Através das descobertas encontradas pelos Elohins em Betelgeuse, a evo-
lução em outros pontos da galáxia estaria dentro do contexto da seleção natural
criada por eles. Isso de forma a transformar a tecnologia de luz e merkabas da
geometria sagrada e seus fractais em ligamentos de sistemas nervosos, que permi-
tiriam pela primeira vez a realidade 3D em mundos especificamente adaptados
para posteriormente deixar essas raças evoluírem por sua própria seleção natural.
Betelgeuse foi preparado para ajustar a vida em 15 diferentes planetas
e astros. Porém, devido ao seu excessivo tamanho, a irradiação das diferentes
radiações exigia que os planetas estivessem em órbitas mais distantes e com pro-
teção atmosférica através de camadas de reagentes químicos. De forma similar ao
que ocorre com a Terra em suas diferentes camadas atmosféricas. Esses 15 mun-
dos foram planejados e preparados para servirem de base operacional de Santa
Esmeralda e dos Elohins, dos quais Onara foi um dos colaboradores assim como
o Arcanjo Lúcifer e o Conselho de Shamuna. Foram escolhidos os genomas
primordiais já preajustados em outros sistemas da galáxia ou de Teta dos regis-
tras humano adâmico, draco, reptiliano, humano aquático, humano insectoide,
variações da etnia humana, raças anfíbias, coacervados como base da primeira
fase evolutiva.
Cada planeta possuía uma linha de tempo diferenciada, além de distintas
frequências dimensionais, para permitir maiores variáveis na pesquisa e no aco-
plamento das almas criadas artificialmente e também para aquelas que vinham
das mônadas entre 8D e 13D, que tinham solicitado essa pesquisa e vivência no
acoplamento encarnacional.
Essa estrela de Betelgeuse, que na época não era a gigante vermelha da nossa
arualidade, possuía um elevado campo gravitacional e constantes tempestades ra-
dioativas na sua coroa e nas camadas internas, o que prejudicava parte dos expe-
rimentos. Por esse motivo o processo em planos 3D foi transferido para mundos
mais distantes, entre eles a Terra com as primeiras raças insectoides e reptilianas
dos períodos prehistóricos.
Os experimentos de Betelgeuse fizeram com que estrelas da classe G,
G1,G2 eG3 fossem as mais escolhidas para ajustar a transferência do material
genético para 3D. Todavia, o Império de Órion floresceu de forma independen-
te dessas pesquisas com seus descendentes em outros mundos, formatando um
poderoso e vasto celeiro natural de raças que se espalharam pela galáxia na sua
evolução tecnológica natural. Alguns com a ajuda da Supraconfederação e outros
com a ajuda dos filhos de Anhotak, formatando mais tarde a dualidade no setor
de Orionis.
As raças de Betelgeuse foram controladas e ajudadas no processo inicial
e posteriormente deixou-se que a seleção natural da evolução em seus mundos
ocorresse. Nela, os Deuses passaram a orientar e estabelecer contato através do
processo mediúnico e psíquico de cada raça conforme a condição que isso exigia.
Em alguns mundos a evolução foi interferida pelas guerras e dessa seleção sobre-
viveram somente os mais fortes e inteligentes. Em outros mundos o contato com
seres estelares foi o ponto de partida para a fusão com outras realidades. Separar
essas situações é complexo, pois cada planeta dos 15 possui pelo menos 12 reali-
dades em paralelo no contexto dos paradoxos temporais em sua evolução.
O mesmo ocorre com as escolhas dos membros da Ordem Santa Esme-
ralda que interviram em algumas realidades e não em outras, ampliando ainda
mais o contexto do que realmente ocorreu na evolução de Orionis. Nas distintas
fases da evolução das estrelas e dos planetas contidos nas nebulosas do passado
que sáo estrelas do presente.
Órion é um milagre que concilia ciência e amor simultaneamente nas
distintas fases da sua formatação e aprimoramento na seleção natural das pri-
meiras raças nos últimos 12 bilhões de anos. Diferentemente dos outros grupos,
apresenta a participação, náo apenas dos Elohins, mas de outros seres do Conse-
lho de Nebadon e de Shinkara para consolidar os interesses de Micah e permitir
a energia Metrom e de Metratom nas etapas do xadrez cósmico entre Mitch Ham
Ell e Anhorak.
Antes do nosso momento atual Beteugeuse não era tão grande, ela sofreu
o processo de expansão no decorrer de sua vida entrando no envelhecimento.
Betelgeuse é hoje uma supergigante de aproximadamente 905.125.000kms. de
diâmetro. Com essas dimensões ela é um irradiador de energia em diversos es-
pectros, servindo de laboratório para formas de vida entre 4D e 10D. Possui ma-
nifestações de vida e civilizações da Supraconfederação além de 12D, mas essas
realidades que se coadunam com as de Sírios Alfa e Canopus não estão inseridas
no contexto político das federações e do processo evolutivo escolhido para planos
dimensionais abaixo de 8D.
As raças escolhidas para manifestarem-se ao redor de Betelgeuse entre
humanos, reptilianos, insectoides e dracos foram devidamente aprimoradas com
material genético de outras constelações. Foi realizada uma seleção dos melhores
genomas e preparados para serem aperfeiçoados especificamente nas condições
energéticas dessa estrela. Nesse setor nada foi deixado ao acaso da natureza, tudo
foi devidamente preparado pelo Conselho Criacional dos Elohins e da Supra-
confederação para servir de modelo na dualidade e nas propostas apresentadas
pelas equipes de Mitch Ham Ell através da energia de Micah e das especificações
propostas diretamente por Anhotak.
As raças em desenvolvimento nas proximidades da estrela de Betelgeuse
atingiram um elevado gradiente evolutivo e também passaram por aventuras de
consciência no seu desenvolvimento, pois esse setor da galáxia foi um dos mais
atribulados no contexto racial e tecnológico. O setor de Órion é o meio do céu
na referência terrestre e é também no contexto das principais rotas de navegação
espacial das Casas de Comércio e das federações localizadas nesse eixo da galáxia.
Percebam que a localização de Betelgeuse e do conjunto da constelação de Órion
está entre as constelações de Eridianus, Lepus, Cão Maior, Monoceros, Auriga,
Perseu e Touro, o que a coloca no centro das atividades dos diversos grupos que
desenvolveram alta tecnologia de navegação espacial e psíquica entre 40 e 70.
O berço de outras raças derivadas das raças primordias também ocorreu
no desenvolvimento cultural de dezenas de raças reptilianas e humanoides. Sen-
do a base genética para a evolução de novas formas de vida, dentre elas a raça hu-
mana negra da estrela de Órion, que fica nas proximidades da estrela de Mintaka.
Betelgeuse foi um setor que teve profundo envolvimento com as federa-
ções e com a Confederação Intergaláctica, além de ter muitos projetos em parce-
ria com o Império de Sírios, Antares e Plêiades nas frequências de 40 a 60. As
relações além desse patamar já fazem com que os seres da estrela de Betelgeuse
envolvam-se com Sírios Alfa e Canopus, ligados à Supraconfederação e aos de-
mais grupos de Micah. Os representantes da raça humana em Betelgeuse estão
ligados não apenas à Federação Intergaláctica, mas também a outros grupos que
buscam espalhar a evolução e a perpetuar a espécie humana nas galáxias.
Esse projeto está relacionado aos representantes humanos de outras cons-
telações, buscando manter a essência da raça matriz adâmica em equilíbrio e a
evolução além da polaridade que apresenta em Teta. A evolução de muitas raças
da Terra nos últimos 800 mil anos do nosso planeta tem relação com projetas
colônias de antigas raças nas proximidades da estrela de Betelgeuse e do restante
da nebulosa de Órion.
Órion é responsável por ser o berço de milhares de raças, sendo que
muitas tiveram a sua primeira experiência em 3D na Terra, por ser um planeta
decimal mais próximo dentro das rotas das Casas de Comércio e das federações.
A estrela de Belatrix é interessante, pois foi um dos primeiros pontos de
ancoramento das raças provenientes do universo local de Shinkara, no qual as
equipes de Yaslon Yas e seus colaboradores apartaram na Via Láctea, no início de
sua formação. Antes disso as equipes de Shinkara já estavam na galáxia, mas foi
nas imediações da estrela de Belatrix que foi construído um dos maiores portais
de interação entre a capital Salvingtón e a nossa atual galáxia.
Idealizava-se criar uma estrutura para radicar o que viria a ser uma or-
ganização interestelar de todos os povos galácticos do setor de Teta. Para isso, as
imediações dessa estrela foram trabalhadas e adequadas para essa intenção por to-
das as equipes que queriam inserir a sua participação na evolução das espécies. O
germe de 375 espécies foi inserido nas imediações do setor da estrela de Belatrix,
nas naves portadoras da vida, que representam naves dos Filhos Paradisíacos e da
Supraconfederação, onde são criados os processos entre a irradiação da energia e
dos corpos frequênciais das mónadas e das suas frequências até o Eu Sou, que é
um corpo que existe entre a estrutura de 8D a 130, conforme a origem da mô-
nada que gerou essa energia.
Nas naves portadoras de vida é possível executar as clonagens para criar
um ser sem a sua estrutura monádica, com um Eu Sou artificial conectado à
energia de criadores entre 8D e 120. Como se fossem corpos clonados para de-
senvolver os experimentos abaixo de 80 como corpos adaptados ao ambiente dos
planetas a serem pesquisados. Essa técnica foi muito utilizada por parte dos Fi-
lhos Paradisíacos, pelos membros da Supraconfederação e também pelas equipes
de Anhotak e de Sarathen. O que criou o início da estrutura racial sem conexão
com um Eu Sou independente com sua própria mónada, mas conectados a uma
consciência coletiva e controlada diretamente por algum Filho Paradisíaco que
desejava efetuar as escolhas e experiências abaixo de sua realidade, sem ter que
utilizar a sua própria energia.
Foi dessa forma que surgiu a base da Matriz de Controle, na qual não
apenas mónadas e supramônadas estavam desdobradas no universo Teta, mas
clones adaptados para receber o espírito e a alma de Filhos Paradisíacos. Esses
filhos cósmicos acabaram por criar uma nova proposta, na qual os corpos clo-
nados e adaptados eram os receptáculos dos deuses estelares vivendo aventuras
de consciência em centenas de planetas e começando a cocriar com base nesse
tipo de aventura e estrutura. Nas imediações da estrela de Belatrix foram feitos
os acertos do início desse processo por parte dos representantes da linha crística,
mas nas imediações da constelação de Pégaso ocorreu um processo similar com
base nos Filhos Paradisíacos ligados à proposta de Anhotak.
O setor da estrela de Belatrix é um centro de colisão de centenas de po-
vos. Não apenas de nossa galáxia, como de muitas outras, que escolhem vir estu-
dar as diferentes propostas evolutivas. É um dos maiores centros de criogenia de
corpos sutis e de outras densidades da galáxia, pois a maior parte emprega corpos
clonados ou adaptados para viverem as suas experiências entre 4D e 8D, mas
existem desdobramentos além, realizados a partir das bases e cidades ao redor
dessa estrela. Muitas das frotas da Supraconfederação e da Confederação Multi-
dimensional estão nesse setor uma vez que é um centro de troca de pesquisas e
desenvolvimento tecnológico importante para todos os grupos, motivo pelo qual
é uma Organização Cósmica de Interação (OCI).
A Ordem Santa Esmeralda possui uma estrutura importante e abran-
gente nesse setor. Justamente pela interação com projetas que foram realizados e
codificados partindo de Belatrix e espalhados pelo aglomerado de Teta. Em cada
galáxia de Teta existem pelo menos de 8 a 12 pontos similares a Belatrix, com
as mesmas funções. Para o setor galáctico no qual se localiza a Terra e parte das
constelações que enxergamos daqui, temos Belatrix, mas existem outros centros
similares como no aglomerado de Eta Carina, Aspidiske, Acrux, M-22, Kaus
Australis, ao longo da nebulosa leitosa que foi denominada Via Láctea.
Definir quais as raças existentes nas imediações da estrela de Belatrix é
complexo, pois existem muitas representações, sendo que seres dessa estrela en-
viaram representantes à Terra nos últimos 3,5 milhões de anos. Existem registros
de seres de Belatrix envolvidos no processo evolutivo do planeta Maldek, que foi
destruído há mais de 252 milhões de anos, tendo parte de sua civilização migrado
para a Terra nessa época.
A maior parte dos representantes da estrela de Belatrix encontram-se nos
planos suris da realidade atual da Terra, envolvidos com a Fraternidade Branca e
outras linhas paralelas como a da raça dos Elfos, com as quais uma grande parte
dos experimentos já se encontra ascendida entre 5D e 8D nas linhas e paradoxos
da Terra.
A estrela de Meissa e suas companheiras próximas são o berço de alguns
dos projetas de adaptação dimensional dos Filhos Paradisíacos que migraram
com seus corpos e genomas de Belatrix, para inserir a codificação humanoide
em formas de vida primitiva artificialmente inseridas tempo antes em reptilia-
nos e insectoides em 23 planetas e asteroides nas imediações de Meissa e mais 4
estrelas próximas. Acabou-se por consagrar na linha evolutiva 13 raças com alto
desempenho e capacidade tecnológica e espiritual que com o tempo acabaram
por migrar para pontos mais profundos na direção do bojo galáctico que não é
visível do ponto relativo da Terra.
As raças de Meissa não migraram para a parte periférica da galáxia, na di-
reção externa onde se localiza a Terra e muitas das constelações que são vistas por
nós, mas para o núcleo da galáxia, de forma a iniciar a jornada de fusão com as re-
alidades mais sutis das dimensões da alma. Em geral as raças de Meissa acabaram
por caminhar em direção a ascensão e fusão com a Confederação pelas escolhas
realizadas na linha evolutiva de suas 13 raças mais desenvolvidas. Eles criaram a
Fraternidade de Meissa, que é um grupo de seres que busca inserir a codificação
da ascensão a todas as formas de vida insectoides e reptilianas da galáxia. Criaram
um segmento aliado à energia de Emanuelis de forma a irradiar a iluminação e a
paz interior. São missionários que têm encarnado em centenas de planetas pata
ativar a chama trina de Cristo em seus parentes raciais em Teta.
A Fraternidade de Meissa tem atuado em projetas com o Ancião e Ar-
canjo Metratom para inserir a energia de Cristo Miguel em grupos insectoides e
reptilianos além de Órion, ajudando a equilibrar as contendas que já existiram
em diversos pontos da Via Láctea e das outras galáxias vizinhas.
O Cinturão de Órion que fica marcado pelas famosas Três-Marias é um
setor importante no contexto da Grande Guerra de Órion entre as diferentes
raças desse setor da galáxia. Esse cinturão é composto pelas estrelas Alinitak,
Mintaka e Alnilan, sendo a base da Fraternidade Rosa de Órion, berço de impor-
tantes Mestres Cósmicos e projetas missionários fundamentais para equilibrar as
polaridades na galáxia depois da Grande Guerra.
Foi nas Três-Marias que foram introduzidos os parâmetros de Cristo Mi-
cah em diversas raças rebeldes através do processo avatárico, no qual mestres de
luz acabaram encarnando nessas raças para ativar pelo processo genético heredi-
tário a energia do amor e da paz. Aqui residem importantes e grandes avatares
como a mestra Kuan Yin, Shiva Hama Kur, Metratom, Sandalfon, Minerva,
Ezequiel, Shontor, Arielus, Wivamus, Vóltica Parkos, Aeolos, Beranis, Maytreia,
Suria, Rowena e Mercedez, entre alguns dos que vocês já ouviram falar nos livros
da Fraternidade Branca na Terra. Por esse motivo a importância desse setor da
Constelação de Órion, pois foi o ponto de desenvolvimento do projeto de ava-
tares, como ocorreu e ainda ocorre na Terra, para ajudar no despertar de milhóes
de seres de todas as raças.
Notem pelas distâncias dessas três estrelas em relação à Terra, que a sua
abrangência está irradiada para as profundezas desse setor da galáxia. Não apenas
para a parte externa onde se localiza a Terra, mas para os aglomerados estelares na
direção do bojo galáctico. Nesse contexto as raças humana, reptiliana, insectoide
e outras foram favorecidas e trabalhadas pela egrégora de amor e benevolência,
trazendo o caminho do equilíbrio da própria polaridade, para que se tornassem
mestres na evolução de outros mundos.
Muitos desses mestres acabaram vindo para a Terra para prestar esse ser-
viço de mestria e ajuda. Além dos já citados, existem pelo menos 2.400 mestres
provenientes do Cinturão de Órion que estão na Terra trabalhando como mes-
tres na espiritualidade através da linha dos orixás, vedantas, linha do Oriente e
do Mar como mensageiros do amor e do equilíbrio.
Esse contexto do processo avatárico no Cinturão de Órion decorreu em
longos períodos na escala evolutiva de cada planeta envolvido nas suas proximi-
dades. E que não ficou consolidada apenas ao cinturão, mas a outros lugares, que
incluem a constelação do Dragão e outros centros nos quais os filhos de Sarathen
e Satã estavam inseridos na política galáctica. O conglomerado de M-42 foi um
dos pontos nos quais um grupo ligado diretamente a Metratom foi designado
para ativar o poder de Cristo em seres simbiontes, que no decorrer dos momen-
tos mais críticos, serviriam como instrumentos para a pacificação e nos acordos
armistícios bélicos da Grande Guerra.
Na estrela de AJinitak ocorreu um processo muito importante. Desen-
volveu-se a energia crística nas raças humanas e adâmicas que estavam envolvidas
na descendência luciferiana e na genética de Anhotak, para criar a polaridade do
equilíbrio dessas raças, pois elas estiveram diretamente envolvidas no contexto da
guerra racial entre reptilianos e insectoides. As raças humanas desse setor tinham
muita dualidade, eram guerreiros cegos pela raiva e pela fúria. Conquistadores e
destruidores devido à grande polaridade introduzida pela genética de Sarathen e
pela herança da dualidade de Lúcifer.
Entendam que a polaridade introduzida por Lúcifer era justamente dar
às raças infectadas e codificadas com essa energia a condição entre o bem e o mal,
para que descobrissem o caminho do meio. Porém, devido à grande presença da
energia de Satã e da frequência de Satanás e Belzebu nesse setor, essa polaridade
acabou por ser contaminada e totalmente controlada pelas ramificaçóes dos inte-
resses de Satanás e seus colaboradores. A busca pelo poder e pela alta tecnologia
para conseguir ser igual a Deus foi codificada com intensidade nos planetas desse
setor central do braço de Órion. O que contaminou mais de 400 planetas e povos
que atingiram o alto padrão da tecnologia sideral e navegação entre as estrelas.
Formatando, assim, as primeiras Casas de Comércio e posteriormente as repúbli-
cas e federaçóes estelares e planetárias, as quais estavam divididas pela segregação
racial entre humanos, humanoides, reptilianos, insectoides, dracos, arbóreos, eté-
reos, simbiontes, anfíbios, metadianos, xopatz, zetas, aviários e outras formas de
vida desconhecidos nos registras da Terra.
De alguma maneira a raça humana e humanoide acabou sendo usada
como catalisador de experiências genéticas com essas raças, para criar a coligação
ao material genético de Micah e dessa forma buscar o poder de Deus nas futuras
raças que estavam sendo testadas.
É importante vocês lembrarem que um DNA possui ramificaçóes no
plano físico e nos planos multidimensionais muito além da fisicalidade que apre-
senta o experimento fisiológico. Portanto quando esses seres usavam o genoma
humano como base de carga cromossômica para misturá-lo com outras bases
genéticas, acabava por ocorrer uma fusão entre os planos sueis, inclusive até o pa-
tamar das mônadas, ao qual pertencia o registro do material genético empregado.
Com isso ocorria o processo de clonagem e a busca pelo controle e a réplica do
potencial genético nas esferas mais densas do universo. Buscava-se copiar Deus
nas realidades mais densas do universo atômico. Não era apenas o genoma huma-
no de Micah que estava sendo procurado. Existiam outros, como por exemplo,
o material da egrégora de Emanuelis e dos Voronandeck além de muitos outros
que foram usados em raças para experimentos.
Na estrela de Mintaka a estrutura da raça draco foi totalmente modificada
e plasmada na egrégora de Emanuelis para poder estabilizar o processo psíquico
agressivo dos dracos. A raça draco é uma mistura entre adâmicos e reptilianos que
ocorreu inicialmente nas imediaçóes da estrela de Vega, na constelação de Lira.
Inicialmente o processo psíquico dos dracos foi difícil, eles foram manipulados
para serem conquistadores e destruidores, atacando tanto a raça reptiliana quan-
do a humana, o que gerou a sua fama de serem seres perversos e destruidores.
Para acabar com isso a Fraternidade Rosa de Órion criou um projeto avatárico
para introduzir nessa raça brandura e mudança de postura psíquica, o que demo-
rou muitas gerações. Porém foi conquistado gradualmente até se conseguir uma
raça draco equilibrada e que buscasse ajudar a sua linha de ancestralidade.
Para isso foram criadas colônias onde a raça draco seria inserida com ou-
tras para gradualmente gerar a fusão e a capacidade de tolerância. Nesse contexto
a Terra também se tornou um dos campos dos experimentos. É por essa razão
que a raça humana da Terra possui mistura genética das antigas 22 civilizações
das principais federações sistêmicas de Órion. A ramificação da raça draco é mui-
to maior do que se imagina. São, pelo menos, 380 raças derivadas dos dracos ori-
ginais de Lira, Thuban e Rígel espalhadas pela galáxia e apenas 30% conseguiram
ser abrandadas e despertas. As outras ainda estão ligadas às Federações Imperia-
listas que utilizam a tecnologia para manter o poder e conquistar mundos para
seus interesses. Só são controlados parcialmente pelos tratados realizados perante
a Federação Interestelar durante o armistício da Grande Guerra de Órion.
A constelação de Lepus, nos arredores da estrela de Arneb, foi um dos
pontos conquistados pelos dracos de Rígel e expandiram o seu domínio na dire-
ção da estrela de Cursa, da constelação de Eridanus e Columbia, para garantir a
sua supremacia em diversos pontos estratégicos das rotas das Casas de Comércio
desse setor. Os grupos controlados através do Projeto Avatárico de Mintaka bus-
caram instaurar parâmetros e regras para a evolução das raças desse setor, o que
gerou outras batalhas e a intervenção de Cristo Miguel para evitar a destruição
de estrelas com as armas de antimatéria que os dracos empregavam como forma
de poder e contenção de seus opositores.
Nas imediações da estrela de Alnilan das Três-Marias ocorreu a evolução
de uma raça derivada dos insetos que foi adaptada ao arquétipo humanoide,
evoluindo para o que pode ser definido de humanoide alado. Essa raça conseguiu
evoluir no meio dos problemas. Uma parte esteve envolvida nas conquistas dos
dracos, por terem sociedade em diversas etapas da guerra racial. Mas com o tem-
po acabaram por afastar-se e buscar moradas mais tranquilas nas imediações do
aglomerado de M-42, Moceratos e na constelação do Cão Maior. Vindo pedir
ajuda e a fazerem parte do Império Siriano no decorrer da evolução das colônias
sirianas em outros lugares da Via Láctea.
Na Terra existem relatos da presença de seres alados, o que é uma reali-
dade entre 4D e 5D, relativo à presença de alguns anunakis, mas não necessa-
-
riamente do planeta Nibiru, mas de outras delegações reptilianas aladas. Muitas
raças intraterrenas são parentes desse tipo de humanoide, que evoluiu a partir de
pássaros em nosso entendimento humano. Os relatos dos anjos alados possuem
cerra relação com esses seres- todavia nem todos eram alados.
A raça dos seres alados humanoides esteve envolvida parcialmente nas
questões de pesquisa genética em conjunto com os anunakis de Nibiru e de Sí-
rios Beta e Delta, devido a projetas conjuntos para elaborar novas formas de vida
para outras colônias. Uma parte dos seres alados não respira oxigênio, mas uma
mistura de metano e hidrogênio altamente tóxica para os terráqueos, motivo pelo
qual existem registras de astronautas visitando a Terra nas escrituras do México e
nos Sumérios.
Rígel representa o berço do Império de Órion no contexto de desbra-
vadores e conquistadores de novos mundos e aperfeiçoamento genético. Rígel é
uma estrela gigante e possui muitos planetas e asteroides em sua volta, o que per-
mitiu a expansão de um império respeitável que teve total dedicação de Satanás
e seus correligionários. Esse foi o centro de aprimoramento da energia do Anti-
cristo em muitos aspectos e permitiu que o maior império bélico da Via Láctea
pudesse ser criado através das raças reptilianas, draconianas e rodas as variações
geneticamente aperfeiçoadas para a guerra e a conquista. As raças trabalhadas
geneticamente através de Satã e seu desdobramento de 6D. Satanás representou
o contexto do Anticristo para os antigos povos da Via Láctea e a contenda entre
as diferentes raças.
A estrela de Rígel apresenta interessantes aspectos no contexto estelar e
astrofísico para os astrônomos. Sendo a Beta Orionis a estrela mais brilhante da
constelação e a sétima mais brilhante do céu. Betelgeuse é uma estrela variável,
o que lhe concede curtos períodos nos quais atinge o brilho de Rígel. A Beta de
Órion possui um diâmetro de aproximadamente 97.300.000km, cerca de 70 ve-
zes maior do que o Sol Monmantia e 7.628 vezes maior do que o planeta Terra.
Sua luminosidade, é aproximadamente 62 mil vezes maior que a do SOL, o que
gera uma condição extrema de radiação a todos os planetas ao seu redor. E que
ajudou a fundamentar as condições entre 4D e 6D como berço para o desenvol-
vimento de raças derivadas dos reptilianos.
Um fator interessante é que a estrela de Rígel possui outros nomes para
os humanos, como Algebar ou Elgebar e que possuem relação com a palavra
africana Legbara, que significa "senhor do corpo". Pois os antigos representantes
deste planeta tinham a capacidade de tomar os corpos humanos pelo processo
mediúnico da incorporação e até pelo controle psíquico. Isso levou muitas pesso-
as do passado a temer o processo de controle psíquico denominado "demoníaco",
pois os reptilianos empregam até os dias aruais essa técnica para se comunicar
com a humanidade.
A linhagem de Satanás foi introduzida em muitas das raças dos planetas
e asteroides próximos a essa estrela. Além de terem sido inventadas raças como
os grays e os medianos como escravos e arautos do avanço imperial da raça dra-
coniana. Basicamente os draconianos são produto desse setor com a ajuda de
Satanás e dos outros integrantes que transferiram material genético de 15D para
7D para poderem criar através de clonagem e de adaptações a estrutura racial dos
draconianos e a expansão dos projetas da galáxia de Arconis.
Da estrela de Rígel surgiram delegações que tinham como base a busca e
conquista de diversos sistemas solares em toda a galáxia, como o sistema de Cur-
sa, Saiph, Arneb, Nihal e Dorado. Os registras apontam para pelo menos 320
sistemas anexados pelos draconianos de Rígel no comando de Satanás, Saratu-
el, Bara-Bhan, Leviatã, Belzebu, Asmodeus, Astoroth, Ishithar, Demian, Kellar,
Molock, entre alguns dos líderes da expansão draconiana para esses 320 sistemas
solares no contexto periférico e central da Via Láctea, criando pontes de conexão
através de portais artificias com a galáxia de Arconis para manter o abastecimento
de material genético e militar para o constante crescimento do Império de Rígel.
Foi através do programa de aperfeiçoamento genético de Satanás que foi
criada a raça Alfa Citraks, uma raça reptiliana com genoma draconiano alterado
para ser um predador invencível e capaz de assimilar outras espécies genetica-
mente, de forma a conquistar e absorver o contexto cultural e genético de suas
presas e alimento. Essa raça foi a responsável pelo avanço predatório em centenas
de planetas que foram anexados pelas forças militares de Satanás e das equipes
de Leviatã que controlaram grande parte do setor central de Órion, tanto no
hemisfério norte como sul dessa constelação. Nesse local existem pelo menos 37
variações de seres reptilianos sem parentesco com a estrutura humanoide e outras
40 com material humanoide, o que atrapalha qualquer historiador desse setor
de Órion.
A raça humana negra foi desenvolvida por Satã com material genético
roubado dos Árianos de Vega e adaptado às condições de alta radiação e lu-
minosidade de Rígel, criando naturalmente na adaptação, humanos com pele
negra para suportar a carga radioativa e o calor do planeta Orionis, que fica nas
imediações da vigésima órbita ao redor de Rigel. Essa raça foi a maior conquis-
tadora e guerreira que esse quadrante conheceu e esteve envolvida na escravidão
de outras raças humanas e humanoides, principalmente no setor da constelação
de Plêiades e Aldebarã de Touro, os quais foram os maiores inimigos no entrave
da supremacia racial adâmica. O registro de combate racial entre arianos e negros
de Aldebarã e Rigel é complexo e demarca mais de 350 mil anos de conflitos na
linha temporal orioniana.
Esse contexto tem relação com a aversão inconsciente que a maioria dos
humanos tem de serpentes, insetos e outros reptilianos, pois gerou-se o medo e
a fundamentação de graves disputas raciais entre diferentes etnias humanas no
segmento das trajetórias e órbitas da constelação de Órion, Plêiades, Touro, Au-
riga, Canis Maior, Lepus, Eridanus, Phoenix, Monaceros e Gêminis como palco
de grandes contendas na busca pela supremacia racial e tecnológica.
Nas pesquisas de Astoroth foi desenvolvido um genoma que conquistou
muitas batalhas entre o cruzamento e aperfeiçoamento de felinos e reptilianos,
criando uma criatura que possuía as capacidades mistas e melhoradas de versati-
lidades, resistência, agressividade e inteligência de ambas as espécies e adaptadas
para conquistar e escravizar as outras formas de vida. Normalmente este grupo
amava na sequência dos alfas citraks, por serem mais eloquentes que estes, que
possuíam a arte da destruição em sua genética.
Os felinos reptilianos foram chamados de gradors. Com uma aparência
de grandes tigres na estrutura corporal, com asas e cabeça de dragões, possuíam
cerca de 20mts., capacidade de assimilar atmosferas de oxigênio, metano, amônia
e algumas versões anfíbias foram criados a partir desse genoma que representou
a introdução de nanotecnologia cibernética na estrutura orgânica de formas de
vida por parte dos discípulos e engenheiros de Satanás e de Astoroth. Essa raça
sustentou o poderio bélico nas grandes guerras e foi uma das responsáveis pela
conquista de planetas da constelação de M-45 também chamada de Plêiades.
Esses seres tinham a capacidade de transitar entre 4D e 5D e se alimentavam de
outras formas de vida como devoradores carnívoros- o que ajudou a criar medo
e antipatia por essa raça.
É interessante salientar que a raça dos felinos é uma criação da Ordem
Voronandeck. Que foi empregada pelo grupo de Astoroth sem autorização dos
Voronandeck. Esse projeto foi realizado na galáxia de Arconis e posteriormente
transferido para Rígel pelas naves de Satã e passado aos seus engenheiros geneti-
cistas. Dentre eles, Astoroth, que é um excelente engenheiro no desenvolvimento
de mais de 40 raças distintas entre 40 e 70, sendo um dos responsáveis pelas
pesquisas na Terra para adaptar draconianos para 30.
Na estrela de Saiph ocorreu a extensão natural do Império de Rígel no
qual foram aprimoradas raças e empregados centenas de astros, planetoides, co-
metas e planetas como centros do desenvolvimento tecnológico e abastecimen-
to de recursos naturais para a formação das frotas. O poder de mineração dos
draconianos sempre foi avançado para conseguir manter o amplo crescimento
da reprodução dos reptilianos que normalmente se reproduzem por ovos e por
clonagem. A hegemonia entre Rígel e Saiph permitiu estruturar um amplo setor
da galáxia para criar rotas de transferência de recursos naturais entre os diversos
pontos de abastecimento e ao mesmo tempo criar uma poderosa frota de pirata-
ria para atacar os concorrentes nas imediações.
A Federação Reptiliana, como ficou conhecida, tinha o poderio militar
supremo em muitos pontos, além de uma quantidade maior de naves comparada
às outras federações e impérios próximos. Isso gerou a corrida tecnológica entre
os diferentes grupos, na busca pela melhor tecnologia e capacidade de destruição
de seus oponentes.
Através dessa linha de pensamento foram criados os canhões conversas
de matéria e antimatéria, canhões de pulso que utilizavam a energia das estrelas,
canhões de teletransporte de ogivas nucleares, tecnologia de nanovírus para infec-
tar os inimigos. A criação de frotas robotizadas e de clonagem para substituição
rápida das forças de infantaria e desembarque nos mundos a serem conquistados.
Foi nesse contexto de Rígel e Saiph que se formou o maior exército que a galáxia
conheceu entre os últimos 500 milhões de anos e 150 mil anos.
Porém, muitas dessas situações ocorreram em realidades paralelas além
de 40, por esse motivo o tempo não é coerente e apresenta essa absurda dilatação
para nossa contagem terrestre. Em outras palavras, é difícil mensurar o que real-
mente ocorreu nessa estrutura toda entre os povos em termos de tempo terrestre.
Foi através dos planetas colonizados ao redor da estrela de Saiph que foi possível
.adaptar o genoma de insetos e reptilianos e de insetos e humanoides para ampliar
.) poderio do Império de Rígel e ampliar o contingente racial nas diferentes castas
Ja sociedade rigeliana.
Existiam sete castas em ordem de prioridade e poder na estrutura de
Rigel, de forma a enquadrar rodas as formas de vida perante o governo central
que era sustentado pela energia psíquica de controle de Sará e de seus protegidos
como Satanás, Asroroth, Asmodeus e tantos outros. A estrutura governamental
de Rigel estava dividida entre um conjunto de 24 anciões na primeira casta que
controlavam um segundo grupo de 72 guardiões para a segunda casta.

Governo Rigeliano:
24 Anciões de Satã ->Primeira casta - citraks e draconianos.
72 Guardiões ->Segunda casta - citraks, alfa-citraks e draconianos.
128 Guardiões-> Terceira casta- insecroides, reptilianos e dracos.
364 Guardiões ->Quarta casta - humanoides, humanos, inseros e répteis.
650 guardiões-> Quinta casta- gradors, aquáticos, reptilianos, etc.
720 Guardiões ->Sexta casta - raças artificias e colônias avançadas.
1500 Arautos ->Sétima casta - avanço bélico com diversas raças.

Essa estrutura permitia governar mais de 6. 720 planetas e asteroides, em


540 estrelas nas imediações do bojo galáctico e na parte periférica da Via Lác-
tea, com uma civilização próxima a 380 quarrilhões de formas de vida entre as
realidades de 3D e 7D. Para manter um império dessas proporções exigiam-se
quantidades enormes de alimento, matérias de consumo, etc. O que fez com
que o crescimento fosse um dos maiores problemas desse império e o motivo de
revoltas internas. A estabilidade do Império de Rigel foi afetada pelas constantes
instabilidades desse inchaço forçado que seus governantes inseriram na psique
das raças que lideravam a evolução.
Os relatos de canibalismo e conquista de planetas para servirem de cam-
po agrícola estão relacionados ao crescimento descontrolado que os líderes de Ri-
gel estimularam no contexto político das colônias em diversas partes da galáxia,
o que gerou também os choques e conflitos com outros grupos que estavam no
meio do caminho dessa corrida pelo poder e pela expansão territorial.
Apesar dos líderes de Rígel terem uma forte conotação ligada ao Anti-
cristo, as demais raças e seres foram usadas e programadas no seu inconsciente
coletivo para agirem como predadores, por esse motivo o Projeto Avatárico de
Merratom na Fraternidade Rosa de Órion foi importante e surtiu tantos frutos,
pois esses seres não eram malvados na sua essência. Foram programados e instruí-
dos a serem dessa forma através da tecnologia e religião que assumiam no decurso
do processo psíquico de controle mental dos líderes das sete castas.

• Constelação de Auriga

Estrela: Raça Dimensão Distância


Capela Humanos 40 42,20 anos-luz
Reptilianos Dracos 40
Humano Reptil 50
Menkalinan Insectoides Aranha 40 82,11 anos-luz
Insectoide Louva Deus 4D

Essa constelação é vizinha da constelação do Touro, que faz fronteira com


a estrela de El Nath do Império de Aldebarã, e que tem relação com o conflito
racial com Rígel. Na estrela de Capela também surgiu a evolução colonial da
raça humana. Essa raça originalmente enviada pelos dirigentes do planeta Ária 2
de Aldebarã criou uma colônia para resguardar dos conflitos a espécie humana
e suas variações étnicas, frente aos problemas gerados nas contendas contra as
frotas de Rígel e a disputa de genomas entre os líderes Odin e Asmodeus.
A estrutura nórdica que conhecemos na Terra é proveniente de Aldebarã
e de Capela, no início de sua colonização. Porém, Capela posteriormente acaba-
ria por receber os exilados do processo políticos da Federação de Alcíone há pelo
menos 340 mil anos terrenos. O que com o tempo foi transferido para a Terra a
pedido de Caligasto, há 90 mil anos terrenos na primeira leva de quase 6 milhões
de exilados de Capela 4 e 6, e posteriormente mais 21 milhões de almas exiladas
entre 27 mil a 15 mil anos da Terra, que levariam à destruição da energia na
Atlântida e em Mu.
Nas estrelas próximas à Capela e em Aurigha foram colonizados mundos
para dar continuidade ao projeto de Metratom com a descendência de Cristo
~liguei. O que permitiu que antigas raças com alto gradiente de polaridade e
agressividade pudessem viver sem o controle psíquico das hordas de Satã. O que
:ez desse setor um ponto importante para as etapas intermediárias encarnacionais
na fusão racial e emocional.
Na estrela de Menkalinan surgiu a raça insectoide dos louva deuses, que
a tem sido relatada por várias pessoas abduzidas nos últimos 40 anos. São pes-
quisadores da evolução genética entre as diferentes raças e são um produto da
fusão entre outros insetos no projeto de Metratom para inserir nos insectoides
uma benevolência e capacidade analítica além das emoções de dualidade que as
outras raças insectoides manifestaram em muitos planetas, a exemplo do império
de Amares e Escorpio.
Quando ocorreu a fusão das 49 federações ao redor do ponto central
denominado de Alcíone foi necessário inserir urna nova linha de diretrizes para
poder sustentar essa fusão de 49 distintos impérios, raças, tecnologias e concei-
tos entre esses povos. As novas diretrizes acabaram causando muita polêmica e
desajustes iniciais. O que fez com que rebeldes se manifestassem contra a sua
aplicação, gerando o exílio de povos para planetas colônias nas órbitas de estrelas
importantes na rota comercial dessas federações, justamente onde Capela exerceu
uma condição fundamental para a expansão das federações nesse setor da galáxia.
Os dirigentes políticos da nova fusão das 49 federações escolheram os
planetas 4 e 6 como principais pontos de intercâmbio tecnológico e genético,
que serviria também como base de exílio para ajustar gradualmente os povos e
representantes rebeldes que não aceitavam as novas diretrizes implantadas nas
principais capitanias da Federação. Dessa forma, todos os representantes das 49
federações escolheram 37 mundos para o exílio, dentre eles, esses dois da estrela
de Capela.
estrela de Capela apresenta cerca de 17 astros ao seu redor, sendo que a
maior parte possui atmosfera de metano, amônia e outros gases tóxicos a muitas
formas de vida. O que fez desse sistema estelar um centro de pesquisa tecnológica
avançado para o desenvolvimento de tecnologia para a conquista de novos mun-
dos e de raças adaptadas ao ambiente extremo com elevada gravidade e condições
atmosféricas adversas. Lembrando que por ser uma estrela gigante a quantidade
de radiação e raios x é maior do que na Terra. Portanto as formas de vida nesses
mundos tiveram que ser adaptadas artificialmente, e a maior parte na condição
de grandes cidades subterrâneas, pois a estrela de Capela é instável no que diz
respeito à variação na radiação que emite.
O desenvolvimento entre 4D e 5D é bem sutil e permitiu que essas for-
mas de vida fossem criadas e sustentadas na elaboração de alta tecnologia conjun-
ta das 49 federações. Na verdade, poderíamos assinalar como uma das maiores
fusões que essas 49 federações conseguiram criar antes mesmo das diretrizes. O
ajuste das colônias para a sobrevivência de raças e formas de vida distintos, antes
mesmo dos exilados que acabariam por dar continuidade aos projetas até conse-
guirem a sua própria autonomia frente as 49 federações.
Cada um dos mundos de exílio acabou por adquirir uma autonomia
em relação ao protetorado das 49 federações, criando a sua própria hierarquia
espiritual e fraternidade responsável pela ascensão de cada grupo. O sistema
solar de Capela acabou por tornar-se o maior entreposto comercial fora das di-
retrizes das federações. Amando nos bastidores, no que não era permitido. Mas
todos utilizavam e recorriam a ele, como se fosse um centro de contrabando
aceito informalmente.
Essa situação tem relação com a evolução de forma independente das
Federações Unidas em Alcíone, e do entreposto com outras federações que não
aceitaram a fusão entre as 49, como é o caso das Federações de Amares, Nunke,
Zubenelgenubi, Sabik, Alchiba, Zaniah, Spica, Capricornius e outras no centro
da galáxia. Existem mais de 34 federações que não aceitaram se unir ao contra-
to das 49 sediadas na estrela de Alcíone, elas mantinham constantes contratos
comerciais com os planetas da estrela de Capela e de outras de exílio similares.
Essa situação acabou por manter a convicção de que em Capela as leis das 49
federações não eram aceitas e que esse sistema era totalmente independente. Para
evitar-se uma possível guerra ou conflito com as outras federações acabou-se por
considerar o sistema de Capela e depois de Auriga como um centro neutro fora
das legislações vigentes, o que intensificaria atitudes e coalições na dualidade
conforme o ponto de vista de cada grupo.
No sistema de Auriga não existe o imoral ou moral, tudo estava desen-
volvendo-se conforme a lei da necessidade, a exemplo do Império Canopeano.
~o desenvolvimento das necessidades encontradas nas trocas tecnológicas e na
própria logística do desenvolvimento do sistema de Capela, uma nova cultura
surgiu naturalmente, fora do contexto do certo ou errado. Porém, essa configura-
cão acabou por gerar a independência da sociedade dos planetas de Capela, que
na época contava apenas com 13 planetas e satélites (luas) naturais habitados nas
mais variadas condições, sustentando uma civilização de aproximadamente 23
bilhões de seres, entre 4D e 5D.
Cada ser que não aceitava a condição política do seu mundo natal aca-
hava por solicitar a radicação em algum mundo ao redor da estrela de Capela.
Isso permitia o livre desenvolvimento da tecnologia e das culturas em todos os
egmentos. A autonomia foi algo natural que permitiu servir de ponto de exílio
e do êxodo de centenas de povos de Teta.
O sucesso do sistema capelino foi copiado em diversos pontos de Teta,
sendo um parâmetro na unificação das raças e o término de muitas guerras, nos
quais as diferenças acabaram por ser trabalhadas de forma construtiva. No mo-
mento, existem mais de 1.400 sistemas solares em Teta com esse mesmo parâme-
tro de Capela, ajudando no crescimento. O mesmo deveria ocorrer no futuro da
Terra e do sistema solar com o salto quântico que está previsto com a ignição do
planeta Júpiter e a transferência da Terra para 5D.
As almas que foram transferidas para a Terra em distintas ocasiões repre-
sentavam seres que foram considerados não desejáveis na sociedade capelina, pois
não se adaptaram à estrutura social desenvolvida a acabaram por gerar anarquia
em alguns planetas, em especial, Capela 4 e 6 que tinham como base as antigas
raças humanoides, humanas e reptilianas. Porém, esses seres eram provenientes
de outros exílios anteriores ou do êxodo no decorrer da evolução desse sistema. Já
estavam há muito tempo, mas não se adaptaram e foram considerados não gratos
à nova proposta social que naturalmente surgiu no sistema capelino.
Caligasto acabou por realizar acordos com Satã e dessa forma conseguiu a
transferência de um total de 31 milhões de seres de Capela em três fases distintas,
para poder potencializar a construção das frequências do umbral da Terra inter-
ligado ao umbral da galáxia de Arconis, sob a jurisprudência dos xopatz. Por essa
razão, os primeiros grupos transferidos de Capela 6 eram xopatz que não tinham
se adequado à estrutura social que estava em andamento, gerando anomalias,
intrigas e distúrbios entre os governos locais. O consenso governamental de Ca-
pela criou uma configuração psíquica na tecnologia radiônica e verificou todas as
formas de vida que estavam abaixo do mínimo exigido pelos parâmetros conside-
rados válidos para essa sociedade, o que gerou um gradiente de aproximadamente
530 milhões de seres impróprios e insatisfeitos na administração capelina.
Uma grande parte já era de seres desajustados em outros sistemas estela-
res das federações de Teta, o que incluía seres de Arconis. Devido ao interesse de
Satã e Sarathen na Terra, por sua configuração decimal dos Elohins, era necessá-
rio construir um portal umbralino nas infradimensões da Terra. Convenceram
Caligasto a solicitar a petição de transferência dos exilados de Capela 4 e 6, além
de outros mundos como do sistema de Tau Ceti e Boronak.
Apesar de Capela ter estado sob a proteção hierárquica do Império Ária-
no de Aldebarã e dos interesses de Odin e seus nórdicos, esse sistema acabou
por ter a independência decretada para Aldebarã concentrar-se na sua evolução,
mantendo interesses comerciais e tecnológicos que as diretrizes da Federação não
aceitariam. Foi um jogo político dar independência e proteção a Capela e seus
m undos, pois dessa forma todos acabavam por aproveitar o desenvolvimento
tecnológico sem com isso c~mtrariar as diretrizes vigentes.

• Constelação do Touro

Estrela Raças D imensão D istância


Aldebarã Humano Ariano Puro 5D/7D 65,11 anos-luz
Humano Caucasiano 5D/7D
El nath Humanos Dracos 5D
Humano Negro 5D

Essa constelação é a responsável pela evolução de uma parte da raça hu-


mana adâmica na Via Láctea e faz parte de uma rede de sistemas que foram
escolhidos para manter a evolução da raça humana adâmica de Micah, junto a
Plêiades, Toliman, Sírios, Canopus, Lira e Hércules como fontes da evolução e
com a ajuda direta da Supraconfederação. O centro do desenvolvimento da raça
adâmica e suas variações ocorreu entre o conglomerado de Hyades, que possui
muitas estrelas que foram ajustadas para permitir o desenvolvimento da raça adâ-
mica entre 5D e 7D. Todavia, na estrela de Aldebarã de Touro ocorreu o êxodo
original do planeta Ária 1 na órbita da estrela de Vega de Lira quando ocorreu a
conflito gerado por Satã, que originou a criação dos primeiros dracos.
Quando ocorreu a guerra entre adâmicos arianos e os reptilianos de Rígel
de Satã, os líderes do planeta Ária 1, por orientação dos membros ascensos de
Canopus e da Supraconfederação através do Almirante Alcon, acabaram transfe-
rindo-se para os planetas mais externos de Aldebarã, que apresentavam melhores
condições atmosféricas e eram menos afetados pelas altas taxas de radiação que
eram irradiados por Aldebarã.
No decorrer da evolução da sociedade de Aldebará com a raça nórdica
dos arianos, surgiram governantes importantes como Sara-El, Odin, Vorak, We-
saklan, Oden-Otto, Fenix, Blazereth, Thor, Loki, Gardhal, Protheus, Oranus,
como os principais regentes do Império de Aldebarã. Na Terra apenas alguns des-
ses regentes acabaram por chegar trazendo a raça ariana nórdica através do portal
12:12, focado na Escandinávia em quatro fases distintas na cronologia terrestre.
As lendas do deus Thor e seus colaboradores são mais recentes e têm
relação com as últimas apresentações diretas desses deuses na contenda contra os
anunakis de Nibiru de Marduk, Apu e seus filhos Enki e Enlil, que entraram em
choque nos interesses de Odin para a evolução da Terra, a que deveria ter sido
dividida pelas 22 delegações.
O Império de Aldebarã que acabaria por absorver a constelação de Plêia-
des e as estrelas de Alcíone fez frente a Rígel, mas teve ajuda do Império Canope-
ano e Siriano, gerando uma coligação fundamental para a sobrevivência da raça
humana e suas diversas etnias.
Odin acabou por realizar trabalhos junto às equipes do Comando Asthar
de Miguel e realizar a fusão com a hierarquia de Gonozal de Hércules em M-13
que evoluiu de forma independente e apresentou suporte tecnológico importante
na parte militar aos humanos de Aldebarã contra o avanço dos reptilianos e dra-
cos de Rígel. O contexto da evolução da raça humana em Aldebarã está dividido
em questões de segregação racial, pois os planetas com a denominação Ária apre-
sentam apenas a raça adâmica ariana original e os outros mundos apresentam as
derivações e mutações da raça humana no decorrer do processo colonial.
Basicamente o sistema estelar sob o controle de Aldebarã apresenta qua-
tro raças humanas em destaque no desenvolvimento social e tecnológico:

Árianos nórdicos gigantes -> Ária 2, 3 e 5 -Aldebarã


Árianos nórdicos -> Alcíone, Danúbio, Taygeta, Maia, Electra- Plêiades.
Caucasianos -> Argera, Berak, Aldebarã 12, satélites variáveis - Aldebarã.
Caucasianos -> Celaeno, Asterope, Atlas, Pleione, Merope - Plêiades.
Humanos negros -> Merope, Alcíone, Adas- Plêiades.
Humanos caucasianos -> Atridy, Barethy, Terra Nova- El Nath.
Humanos mutantes -> Tantur 1 e Tantur 3 - Hyades.

Algumas dessas raças como a mutante, que é uma variação direta que teve
que se adaptar a mundos extremos com alta gravidade e atmosfera com oxigênio
e amônia, acabaram sendo absorvidas pela raça humana do sistema estelar da
constelação de Cisne em Deneb, que em muitos momentos fez parceria com a
evolução e a transferência de humanos de Aldebarã, para criarem colônias fora
do alcance político de Rígel. O mesmo ocorreu com a constelação de Hércules
em M-13 para conseguirem garantir a evolução e preservação da espécie humana
na galáxia. Houve uma coesão de todos os sistemas estelares que possuíam a raça
humana. Em conjunto criaram colônias nos mais afastados pontos da galáxia
para garantir a preservação da raça frente à guerra e perseguição sofrida contra os
reptilianos e draconianos durante os conflitos da Guerra de Órion.
O Mestre Wivamus teve algumas encarnações nos planetas ao redor da
estrela de Aldebarã e de Merope, passando a fundir-se com a energia de sua rea-
lidade em paralelo, que na Terra é conhecido como Sanar Kumara. Esse mesmo
foco de Wivamus também teve realidades paralelas no sistema de Capela através
do Lenduce, que foi um dos governantes da estrutura capelina de interação com
as federações, também membro dos Kumaras. Portanto, muitas almas da Ordem
Kumara realizaram projetos encarnacionais nos planetas habitados no Império de
Aldebarã, assim como a raça do planeta que já foi desintegrado no sistema solar
chamado de Maldek, que era uma antiga colônia de arianos de Lira e de Aldebarã
há mais de 252 milhões de anos terrestres.
A raça ariana de Maldek representava a primeira em 3D da galáxia, tinha
sido inserida nesse planeta através do êxodo de Vega para Alrair 4 e 7, Maldek
e Aldebarã 13, que viria a ser denominado de Ária 3. O sistema de El Nath foi
um ponto avançado no desenvolvimento da tecnologia e interação com outros
grupos ligados aos interesses de Betelgeuse e Belatrix, passando a ser um local
de outras raças além do genoma adâmico. A raça draco humana que conseguiu
libertar-se do controle mental de Satã e Astororh acabou por radicar seus lares ao
redor dessa estrela e dessa forma iniciar uma nova ordem social fora do controle
da polaridade do Anticristo. Esses seres iriam ajudar na reeducação de muitas
colônias que foram conquistadas pelos humanos depois das guerras, passando a
representar os dracos humanizados Kumaras, como foram reconhecidos.
Muitos desses seres acabaram por ascensionar e voltar a encarnar para
ajudar na evolução dos povos draconianos mais radicais. Foram os dracos huma-
nizados Kumaras que realizaram a fusão com a Supraconfederação e abriram o
caminho para o processo mediúnico de incorporação com os Elohins em muitos
planetas. Também foram esses seres que buscaram a evolução com os felinos rép-
teis para iniciar uma fusão e evolução, buscando conquistar pela paz os mundos
em conflito no seio de Rígel e do Império Rígeliano que estava em desequilíbrio
pelo inchaço desmensurado que tinha ocorrido.
Os representantes de Aldebarã e de El Nath criaram seus próprios mun-
dos de exílio e pesquisa. Esses mundos estavam ao redor da estrela de Algol na
constelação de Perseu, representando um equivalente a Capela, porém sob do-
mínio estrito de Aldebarã Plêiades no contexto das 49 Federações. Poderíamos
classificar Algo! e seus 25 mundos como um presídio de segurança máxima onde
pesquisas e tecnologias proibidas foram desenvolvidas pelas exigências da guerra.
É um dos principais campos onde se encontram os corpos criogênicos dos seres
entre SD e 7D que estavam envolvidos nas contendas políticas da Grande Guerra
de Órion. Esses seres representam um banco de dados e de material genético que
sustenta ligações importantes com os Filhos Paradisíacos que se perderam na po-
laridade de Teta. Seus desdobramentos ainda estão perdidos no contexto político
da galáxia, muitos dos quais estão presos no ciclo encarnacional da Terra.
A coalizão entre os planetas de Aldebarã e muitos da constelação de
M-45 Plêiades acabou por gerar uma forte aliança em dezenas de planetas com
seus interesses relacionados à expansão das Casas de Comércio. A fusão que isso
ocasionou criou oposição por parte dos grupos que não aceitaram a formatação
das diretrizes impostas no processo da fusão das federações. No entanto, isso não
significou uma guerra aberta com as federações envolvidas na constituição de um
corpo robusto entre os planetas dependentes do Império de Aldebarã e de suas
raças, com os outros relacionados às principais estrelas de M-45.
A constelação de Plêiades é uma nebulosa semiaberta com aproximada-
mente 370 estrelas, sendo que do ponto relativo da Terra enxergamos inicialmen-
te 7 estrelas devido ao seu brilho e proximidade, denominadas de Sete Irmãs.
Pelo processo político gerado na evolução das diversas espécies de vida no eixo
Aldebarã, Órion, Sírios, Toliman, Agena e outros ocorreu naturalmente o encon-
tro de interesses pela sobrevivência em relação à expansão de outras raças além do
arquétipo humano e humanoide. O que incentivou a fusão tecnológica e social
dessas formas de vida em relação as reptilianas e suas descendentes.

• Constelação de Plêiades M-45

Estrela Raça D imensão


KapaM45 Humano Insectoide 5D
Delta M45 Humanoide Alado 6D
TetaM45 Draconiano 5D
OmegaM45 Cetáceos 4D/6D
Estrela Raça Dimensão
LinuxM45 Humanos Ariano 50
Cabera M45 Minotauro 40
Oegara 6 M45 Reptil Anfíbio 40
Anfoba 2 M45 Reptil Alado 50
KuarkM45 Zetas e Grays 40/70
Mushab Anunakis 40 I 50

• Constelação de Plêiade periférica externa M-45

Estrela Raça Dimensão


Alcíone Humanos Arianos 50
Humanos Asiáticos 40
Humanos Caucasianos 50
Humano Oraco 50
Hebreu Mutante 50
Humano Negro 50

• QG das 49 federações Galácticas

Estrela Raça Dimensão


Prewier/Maia Humanos Arianos 50
Humanos Oracos 40
Humanos Alados 40
Anunakis 40
Lendik Humanos Zetas 60
Grays 40
Pochard Cetáceos Etéreos 70
Colonia Siriana Golfinhos 70
Taygeta Colonia Humanoide 50
Merope Colonia Multirracial 40/60
Pleione Colonia Multirracial 40/60
Adas Colonia Áriana 40
Colonia Oraco 40/50
Celaeno Colonia Insectoide 40
Estrela Raça Dimensão
Colonia Alada Humana 50/60
Electra Colonia Alada Reptil 40 I 50
Humanos Extremos 50

Esta constelação é complexa porque é o berço de milhares de formas de


vida entre 40 e 70, mas desenvolveu também vida em 30 como entendemos na
Terra. Lembrando a vocês que a Terra percorre uma órbita ao redor da estrela de
Alcíone a cada 26 mil anos, portanto o nosso sistema solar pertence à nebulosa de
Plêiades, assim como Sírios, Toliman e outras estrelas pouco conhecidas, sendo
que este conjunto possui uma órbita definida como hexágono a cada 560 mil
anos ao redor de outro conjunto estelar que envolve a constelação de Órion.
O eixo existencial desse conjunto é um dos mais complexos no contexto
da vida e das diversas formas desenvolvidas nos últimos 5 bilhões de anos, en-
volvendo realidades paralelas e colonizações nos mesmos planetas em diferentes
épocas do contexto geológico de centenas de planetas. O que inclui a Terra, que
já foi visitada dezenas de vezes em diferentes momentos de sua evolução.
Falar das Plêiades é falar do nosso passado e da maior parte das canaliza-
ções que viraram ficção científica nos livros e filmes dos últimos 100 anos, devido
ao fato de que a maior parte dos humanos encarnados e no umbral são antigos
residentes de planetas do âmbito político de Plêiade.
Vamos entender melhor essa situação ao percebermos que essa nebulosa
é como uma microgaláxia, com vida em muitos planetas além daquilo que se
imagina. Primeiramente a vida não se expressa apenas da forma como a conhece-
mos na Terra, o que já deve estar claro para os leitores. Além disso, a densidade
existencial que erroneamente definimos como dimensão muda de planeta para
planeta c as condições para a manifestação da vida também.
No conjunto dessa nebulosa, com cerca de 367 estrelas, existe a mani-
festação de vida em diferentes parâmetros da biosfera estelar, algumas podendo
ser consideradas apenas insetos, micróbios e outras formas primitivas na primei-
ra escala da evolução, mas existem estrelas que sustentam formas de vida mais
complexas que chegaram a se manifestar no plano espiritual pelo processo de
reencarnação em vários outros planetas, incluindo a Terra.
Plêiade, antes de unir-se aos interesses de Aldebarã de Touro, teve federa-
ções e grupos de alto desenvolvimento tecnológico. Foram cerca de 37 impérios
no seu desenvolvimento pleno, muitos não existem mais, outros continuaram até
a fusão com Aldebarã e posteriormente com outras federações até chegar-se ao
contexto das 49 Federações Sistêmicas Locais da Via Láctea.
Essas federações ou repúblicas internas que existiram na área da nebu-
losa de Plêiade criaram muitas aventuras de consciência e experiências encar-
nacionais, muito além do imaginado inicialmente pelos Filhos Paradisíacos que
plantaram suas sementes nesse setor da galáxia. Em Plêiade, ocorreram conflitos
raciais antes mesmo de Órion. Disputas pelo poder e pela supremacia racial já
eram comuns dentro da busca da hegemonia militar e política entre os mundos
internos. Quando falamos de Alcíone estamos nos referindo a uma estrela relati-
vamente próxima da Terra e de Aldebarã, que foi colonizada e anexada pela sua
posição estratégica em relação a Órion e outros grupos de poder, mas não por
essa estrela ser a capital central do conglomerado de M-45 ou Plêiade. Alcíone
não é uma estrela grande e muito menos central no contexto de M-45, fica na sua
periferia e poderia ser considerada externa ao resto do conglomerado.
A estrela de Merope foi palco de muitas colonizações em seus 13 pla-
netas, devido à riqueza de recursos minerais, mesmo não possuindo planetas
de oxigênio como a Terra, apresentava importantes recursos de extração para a
tecnologia reversa e construção de ligas de alta resistência empregadas na cons-
trução estelar das frotas espaciais e também na elaboração de supercondutores e
nanotecnologia, devido aos planetas possuírem alta densidade e forte gravidade,
criando geologicamente inúmeros elementos raros para mundos menores.
Esses 13 planetas foram descobertos e redescobertos várias vezes pelos
grupos de liderança em diferentes épocas entre as disputas de poder militar era-
cial dos grupos próximos a Merope, porém, nunca ouve formas de vida originais
dessa estrela, embora ainda funcionam mais de 11 colônias subterrâneas ligadas à
pesquisa de tecnologia e extração de recursos naturais. Muitos dos seres que vive-
ram nesse contexto foram enviados à Terra para ajudar no contexto de mineração
·unto às equipes dos seres do planeta Nibiru há mais de 400 mil anos, sendo que
~ es seres não estavam envolvidos na política governamental dos anunakis, mas
eram excelentes técnicos de mineração e conversão dos materiais extraídos na
ferra, e grande parte está encarnada na Terra.
A estrela de Atlas possui um histórico diferente, pois foi empregada como
~c de pesquisas astrofísicas pelos grupos das estrelas mais profundas de M-45.
~oram os primeiros grupos de pesquisa a encontrar vida em outros mundos e
iniciar as conversações que geraram federações e parcerias de desenvolvimento
conjunto, pois eram seres que já vinham das antigas guerras internas entre hu-
manos e reptilianos relativos aos experimentos antigos realizados por Sarathen e
Micah há mais de 4 bilhões de anos, em paralelo ao processo de Órion e Vega.
Além de M-45 outras constelações similares na Via Láctea passaram pelo
mesmo foco criacional dos Filhos Paradisíacos devido ao elevado gradiente ener-
gético proporcionado pela proximidade das estrelas, gerando um elevado gra-
diente de radiação, que é significativo para as pesquisas além de 8D. O ambiente
existencial nas altas esferas além de Teta é complexo e possui um espectro muito
amplo de radiação que seria letal a qualquer forma de vida abaixo de lOD, justa-
mente porque a vida existe no meio desse emaranhado de radiações cósmicas que
para as formas terrestres é letal.
Por esse motivo os ajustes monádicos e a preparação dos corpos clonados
de Eu Sou são realizados em patamares mais elevados de radiação, para poder
ajustarem-se em relação ao foco criacional primordial. Posteriormente o processo
é densificado e adaptado às formas de vida nas esferas abaixo de 8D, nas quais o
gradiente de absorção às radiações é mais limitado.
Alcíone acabou tornando-se um dos maiores entrepostos comerciais dos
contingentes internos de M-45 e das colônias de Aldebarã e de Betelgeuse, que
acabaram por tornar-se independente na sua evolução. Após os conflitos entre
Rígel e os demais sistemas tornou-se necessário um ponto estratégico para cen-
tralizar a tecnologia dos grupos de oposição a Rígel, o que acabou por ser Alcío-
ne, justamente por estar num setor que estava afastado da influência militar dos
reptilianos de Rígel e das guerras que estavam em andamento no contexto das
realidades paralelas e disputas raciais.
M-45 acabava por ser um sistema isolado e capaz de autossuficiência de-
vido à sua condição peculiar nesse setor da galáxia, com várias raças e povos em
desenvolvimento avançado e colônias secretas implantadas pelos colonizadores
da constelação de Lira e de Sírios, o que ajudou a criar raças que se desenvolve-
ram rapidamente. Essas raças são as humanas adâmicas da linhagem de Mitch
Ham Ell que tinham escapado da perseguição dos draconianos no setor de Vega
e Pégaso. Devido a essa condição o desenvolvimento da raça humana no contexto
da nebulosa de M-45 foi mais rápido que em outros lugares e ao mesmo tempo
secreto, pois os draconianos não sabiam da existência dessa civilização.
Podemos definir que a evolução dessas colônias ocorreu de forma inde-
pendente e em paralelo com a dos sistemas centrais como Sírios, Rígel, Betelgeu-
se e o eixo dos principais povos, correndo em segredo perante as federações, mas
em sintonia com os sacerdotes ligados à Confederação.
Em M-45 muitos projetos avatáricos foram direcionados para permitir
que matrizes de mestres encarnassem e deixassem a sua herança genética, exis-
tindo uma importante linhagem de Micah, Ezequiel, Miguel Amon, Sanar Ku-
mara, Emanuelis, Voltica Parkos, Maria, Miriam, Vanushy e outros mestres que
representam a ascensão de povos que surgiram na sociedade Pleiadiana. Projetos
similares ao planeta Terra existiram em quantidade na estrutura planetárias de
M-45, o que ajudou na evolução e na seleção desses sistemas e civilizações, sendo
que uma parte foi colocada a disposição de planetas de exílio local na periferia da
nebulosa M-45, como Nibiru, que outrora orbitava a estrela de Alcíone.
Esse corpo celeste foi removido da órbita de Alcíone pelo nosso Sol Mon-
mantia numa conjunção e alinhamento entre Herculovos, Monmantia e Alcíone.
Alinhamento que gerou alterações importantes na estrutura desses dois sistemas
solares há mais de 5 milhões de anos. O planeta Nibiru foi um dos 32 mundos
de exílio relacionados as diversas raças em conflito que não se enquadraram na
seleção natural da evolução dos sistemas com maior evolução e contato estelar
e espiritual com outras civilizações, criando naturalmente um processo seletivo
entre aqueles com a capacidade de adaptação e os rebeldes com alto índice de
dualidade e negatividade remanescente da polaridade experimental deixada pelos
Filhos Paradisíacos da linhagem de Sarathen com a ajuda de Satanás e as demais
equipes dessa polaridade.
Nibiru recebeu a transferência de diversas civilizações, não apenas anu-
nakis, que é, inclusive, um nome empregado de forma equivocada, pois no anti-
go sumeriano essa palavra significa 'aqueles que vieram do céu', e não uma raça
específica. O planeta Nibiru possui um tamanho um pouco maior do que os pla-
netas Urano e Netuno, porém menor do que Saturno, recebeu aproximadamente
25 milhões de exilados em diferentes estágios evolutivos, sendo que, devido às
condições orbitais originais desse planeta ao redor de Alcíone, estava apto apenas
para a vida em plano subterrâneo para a maioria de suas raças implantadas arti-
ficialmente. Era um planeta que não possuía atmosfera estável para formas que
respirassem oxigênio, com altas taxas de gases como amônia e gases sulfurosos das
reações vulcânicas existentes nesse período geológico de Nibiru.
Nibiru estava numa órbita externa da estrela de Alcíone. O que permitia
que o lixo social fosse enviado como uma prisão para esse planeta sem interferir
na estruturação do restante da sociedade de M-45. Foram 32 mundos com essa
função devidamente espalhados no amplo segmento da distribuição de M-45 e
dos povos que iniciavam a liderança evolutiva e tecnológica. O que formataria
inicialmente a Federação Pleiadiana, que, com o tempo, iria associar-se à delega-
ção de Aldebarã e gradualmente ser a sede política da fusão de 49 Impérios que
formatariam as 49 federações galácticas.
Essas federações aplicariam novas regras e diretrizes para manter a coesão
do novo grupo e a proposta de expansão pela galáxia. O que geraria conflitos
relativos a seguir ou não tais diretrizes que proibiam a prática de alguns aros de
pirataria, até então considerados comuns no âmbito social das federações e gru-
pos de liderança política de M-45 e de outros grupos estelares.
Processo similar ocorreu na nebulosa de M-27 nas imediações de Sa-
gitário com Áquila, que receberam o material genético e espiritual de Lira no
contexto da criação dos dracos por parte de Satã. Parte desse material foi trans-
ferido para as estrelas mais profundas de M-45, dando continuidade ao processo
evolutivo. Porém, abandonados à própria sorte, pois o Lanonadeck Satã foi im-
pedido pelo Arcanjo Lúcifer de dar continuidade a suas experiências em M-45,
como tinha sido realizado em Lira e Rigel pelas equipes rebeldes de Satã. Aqui
entraríamos na guerra dos Lanonadeck, pouco sabe-se a respeito da mesma, pois
ocorreu em esferas acima de 120 e não teve conexão direta com as realidades
abaixo delas, mas teve a repercussão pelos filhos criados pelas partes envolvidas
na Matriz de Controle de ambas as partes.
A guerra da Ordem Lanonadeck estava na fase da punição e afastamento
do poder entre a Ordem Lanonadeck e os Filhos Paradisíacos e seus seguidores
que desviaram os projetes originais ou que alteraram a proposta primordial da
cocriação. O que foi evidentemente um conflito político de tribunais e não uma
guerra militar. A sentença para muitos Lanonadeck condenados foi de iniciar o
processo encarnacional nas esferas abaixo de 80, que eles mesmos tinham coeria-
do para com isso resgatar seus erros. Foram mandados para essa missão/punição
cerca de 200 Lanonadeck das altas esferas. Todos envolvidos com o mal uso da
energia e do poder cocriacional, sendo submetidos por Lúcifer a um processo de
resgate cármico severo, justamente por terem desvirtuado a sua ordem e terem
manchado o seu nome em diversas situações.
Muitos dos Lanondadeck que foram punidos e enviados a Teta foram
transferidos para mundos experimentais em M-45 e em outros setores desdo-
brados em fragmentos, para dessa forma não permitir o regresso de imediato via
ascensão, mas para entrar mais profundamente na ramificação do que geraram
com seus experimentos sem a autorização do plano maior.
Essa configuração de inserir um Lanonadek e outros Filhos Paradisíacos
desdobrados em diversas realidades paralelas gerou a amplificação da Matriz de
Controle, pois muitos desses seres acabaram por tornar-se poderosos magos ne-
gros com alto conhecimento e que serviram de base para a transferência psíquica
de Sarathen e dos outros filhos de Anhotak. Inserindo dessa forma a dogmati-
zação do Diabo em milhares de culturas de Teta. O que, a princípio, era uma
forma inteligente de aprendizado para os pecadores da Ordem de Lanonadeck
que tinham traído a confiança dos filhos superiores, acabou por transformar-se
no abastecimento de material genético e psíquico que a energia do Anticristo
necessitava para depositar seus códigos e ampliar o poder do umbral da galáxia
de Arconis em Teta.
Dessa forma M-45, M-27, M-13, M-57, M-35, M-42 e M-7 são alguns
dos pontos aos quais esses missionários foram enviados em diferentes linhas de
tempo e dimensão para desenvolverem um trabalho de aprendizado e posterior-
mente de avatares. Porém, cerca de 134 do grupo inicial de 200 Lanonadeck
se perdeu devido a ação e codificação do Anticristo, passando a representar a
manifestação dessa energia e amplificar o seu poder em pontos estratégicos da
Via Láctea, além dos outros pontos de Teta onde outros Lanonadeck também
estavam em missão similar.
Para nós, da Terra, o contexto de M-45 Plêiades é mais importante e to-
cante, pois a Terra pertence ao campo gravitacional de Alcíone e está diretamcntc
envolvida no ciclo evolutivo encarnacional de almas dessa constelação e da sua
vizinhança, o que com os outros grupos mencionados não ocorre de forma dire-
ta. Para muitos representantes da constelação de Plêiades ou M-45 a civilização
da Terra representa o umbral da sociedade Pleiadiana, o que nos deixa numa
situação interessante no contexto da evolução e da quantidade de problemas que
a nossa sociedade reflete diariamente com suas guerras e corrupção, demonstran-
do a sua imaturidade. É o reflexo de um passado ou de realidades paralelas que
existem em nossos fragmentos fractais da alma, que estão em outras partes do
universo manifestando-se, porém intensificadas na realidade da Terra como um
catalisador do processo da dualidade que vivenciamos.
Terra é um catalisador da dualidade pelo processo tecnológico, no qual
muitas civilizações escolhem uma alma dentro de um grupo de consciência co-
letiva e deixa que essa alma expresse a dualidade do grupo, encarnando na Terra
ou no umbral para viver o extremo da dualidade e da expressão da não luz do
Anticristo. E permite que nas outras almas e realidades vividas exista um maior
equilíbrio. Isso pode parecer injusto, mas é uma realidade de um contrato que foi
assumido há milhares de anos.
Muitas de nossas almas gêmeas ou realidades paralelas vivem neste mo-
mento em Alcíone ou em outras constelações sua expressão de alma. Nós, na
Terra, atraímos os experimentos mais difíceis que essas sociedades não podem re-
alizar. Mas onde fica então a ascensão que tanto é exigida de nós? A resposta é que
as realidades paralelas de cada alma que manifesta o seu experimento Terra na
dualidade são catalisadoras do processo de ascensão, que foi proposto há muito
tempo no contexto dos mundos de exílio, porém o projeto foi adulterado, como
vimos através da corrupção de Caligasto, que alterou as bases operacionais da
Terra há aproximadamente 350 mil anos. Envolvendo-se com os representantes
negativos de Nibiru para fortalecer a formatação do umbral da Terra conectado à
galáxia de Arconis que é a matriz de reprodução da energia do Anticristo.
O fato das almas ficarem presas ao processo encarnacional repetidas vezes
através dos preconceitos religiosos, afasta o processo de ascensão e a fusão das
almas como deveria ocorrer após um contingente médio de 25 a 40 encarnações,
deixando as almas presas em processos repetidos e em clonagens por mais de 120
ciclos em média. Cada ciclo é controlado pelos preconceitos religiosos e cármicos
adquiridos, e fortalece a formatação das colônias de controle de clonagem do
umbral e da ligação com as cidades Dakar ou Daktarin no Umbral, servindo de
alimento a uma sequência de outras situações além do controle da Confederação.
Como quartel general administrativo das 49 Federações, a estrela de Al-
cíone apresenta realidades paralelas manifestadas pelos integrantes dessas 49 fe-
derações de diferentes realidades da Via Láctea. Vibra entre 3D e 8D, o que faz
de Alcíone um dos mais complexos laboratórios de pesquisa evolutiva da galáxia,
pois possui seres de seis diferentes frequências vibracionais, distintas raças com
tecnologia, ideologia religiosa e social. Manter essas 49 civilizações coesas é um
dos maiores desafios da Federação e esse foi um dos motivos pelos quais as outras
federações não aceitaram participar, devido à impossibilidade técnica e psíquica
que envolve essa empreitada.
Não pensem que a Federação é composta apenas de seres humanos. Mas
de diferentes formas de vida em muito mais aspectos do que vossa imaginação é
capaz de cocriar. Está presente nesse propósito o contexto de alma e do Eu Sou
monádico que realizou essa conjectura social estelar, da qual muitas almas da
Terra fazem parte e acabaram perdendo-se no meio do caminho.
As atribuições do quartel general em Alcíone estão relacionadas na pros-
peridade da fusão de todas as raças conveniadas e no estudo da ascensão coletiva
de muitos povos e da integração tecnológica, o que requer representantes e ava-
tares entre todos os grupos, ligados à hierarquia da Confederação Intergaláctica
para conseguir absorver o aprendizado e transferí-lo para a sociedade que aceitou
viver essa realização nas esferas abaixo de 9D das 49 Federações.
Muitas das diretrizes que foram inseridas no contexto político durante
a fusão dessas federações inseriram profundas modificações sociais e culturais,
além de parâmetros em relação às demais federações que não estão associadas,
mas que convivem de forma harmônica e com trocas de interesses. Os membros
não oficiais, como por exemplo, o grupo da estrela de Amares, que não é da Fede-
ração dos 49, possui uma relação equilibrada e harmônica com as 49 federações,
porém não concorda com todas as considerações políticas e segue a sua evolução
de forma independente, sem guerras.
Antares separou-se da Federação há muito tempo, quando ocorreu a
Conversão Antares contra Sírios, acabando por envolver-se numa guerra absurda
e sem resultados, mas que definiu o caminho de Antares e de Sírios Alfa para
novos patamares ascensionais e culturais. Quando Caligasto aceitou a linha de
corrupção oferecida por Satã e Astoroth afastou a Terra da conexão com Alcíone
perante a Federação dos 49, pois interferiu na linha de comunicação entre am-
bas, o que é mencionado nas antigas escrituras como o afastamento entre o Céu
e a Terra.
Essa situação envolve a Terra na guerra das 22 delegações, os problemas
causados pelos anunakis e suas próprias questões internas de disputa de poder.
Caligasto era anunaki, membro da Ordem de Apu, que é um dos representantes
da Ordem Liriana de Aldebarã da raça adâmica primordial, que por razões nunca
reveladas ao Conselho de Anciões da Terra corrompeu-se com as hordas de As-
toroth e Satã, levando a Terra e a humanidade da época para patamares que não
estavam dentro das diretrizes das federações.
Restaurar esse equilíbrio era uma das missões dos enviados de Alcíone, o
que se tornou um desafio que exigiu a presença de membros dos outros grupos
da Federação e acabou por tornar-se o projeto Operação Resgate de Urantia.
Percebam o contexto crítico dessa situação perante as 49 Federações. Possuir
um planeta tão próximo ao QG (quartel general) da federação envolvido com a
energia da dualidade dos filhos do Anticristo, justamente uma oposição que não
estava prevista pelo fato de que esses representantes tinham gerado mundos de
exílio para afastar essa ramificação psíquica de seus planetas.
A Terra representa um empecilho na evolução de muitos membros da
Federação e ao mesmo tempo uma escola de ascensão. Temos, portanto, um forte
paradoxo na existência da Terra com suas condições no seio de uma proposta de
união social e cultural que é a Federação dos 49. Cada um de nós é parte desse
paradoxo, no qual escolhemos vir à Terra desenvolver um papel na linha da evo-
lução e do aprendizado sobre a dualidade entre Cristo e o Anticristo, passando a
expressar ambas as polaridades, para poder efetuar a sua escolha.
Querer ascensionar é a escolha de Cristo Micah, buscando o reto viver e
reto pensar, enquanto a escolha oposta é querer ficar na Terra e expressar a dua-
lidade ao máximo, entrando na linha de controle da Ordem do Dragão Negro
e ser uma marionete nas articulações políticas que essa organização sustenta na
humanidade.

A Federação Interestelar e a Pleiadiana

Outro ponto a ser esclarecido é relacionado a duas facções que foram


montadas e sustentadas nas delegações provenientes da constelação de Plêiades.
Inicialmente devem entender que Plêiade é uma constelação com aproximada-
mente 370 estrelas, dentro de um conglomerado de poeira e nuvens estelares se-
miabertos, um verdadeiro berço de estrelas e de planetas de diversas qualificações.
Dentro dessa estrutura, existem diversas raças que utilizam tecnologia espacial
e outros tipos de tecnologia. Esse grupo viria a formatar a federação unida dos
planetas dentro desse conglomerado, posteriormente eles iriam anexar-se à Fe-
deração Intergaláctica, que já possuía integrantes de outros sistemas estelares e
constelações. No entanto, as disputas de poder entre as raças adâmica de Ária e
dos Semitas acabou criando duas facções políticas.
A Federação Pleiadiana é relativa à raça de Ária que é de 3D a 50. For-
mataram a realidade do novo Império Pleiadiano. Essa estrutura não reconhecia
na totalidade a idoneidade da Federação Interestelar e a da Unida de Planetas,
justamente por questões de ordem político racial.
Existiam muitas formas de vida além da humana, que já estavam susten-
tando a sua respectiva dualidade e poder cocriacional dentro do que podemos
colocar como harmônico e não harmônico. Isso gerou a competividade, a disputa
de poder e a vontade natural de escravizar seus concorrentes, o que levaria à guer-
ra e a confrontos de diversos aspectos.
O conglomerado de Plêiades sustenta até o presente momento etnias
raciais de insectoides e derivações de seres alados muito anteriores ao surgimento
da espécie humana. Isso fez com que a dualidade e as disputas pelo espaço nas co-
lonizações dos arianos e dos dracos se tornassem complexos e cheios de situações
de disputa de poder e de guerras pela posse de planetas e tecnologia dos seres que
já existiam antes deles.
Esse fator, de por si, já ajudou a formatar grupos de federações inter-
nas no conglomerado estelar e ao mesmo tempo diferentes posições políticas
no histórico dos povos internos. A Federação Pleiadiana acabou por formatar-se
a partir dos povos internos e não dos externos, justamente por existirem muitas
federações estelares. Cada constelação criou em seu processo de desenvolvimento
uma equivalência à Federação Interplanetária Unida de Planetas. Somente com
o tempo esses grupos acabariam por formatar o que entende-se erroneamente
por Federação Interplanetária, que por sua vez, acabou sendo anexada pela
Federação Interestelar Galáctica, que já possuía diversos grupos estelares den-
tro de sua formatação política e militar. Em outro ponto existiam as Casas de
Comércio que possuíam a proteção das diferentes federações e os interesses
coloniais de expansão.
Em Plêiade existiam perto de quatro grupos de poder, ou seja, quatro
federações com poder de comando e disputa de planetas e interesses políticos di-
ferenciados, que disputavam comercialmente a exploração de diversos mundos.
Essas quatro federações tinham acesso a aproximadamente 640 planetas e astros
dentro do conglomerado, dos quais acabavam extraindo os recursos minerais e
básicos para a sua expansão. Esses mundos estavam no conglomerado e represen-
tavam o universo tangível deles entre 3D e 7D.
Os recursos que neles existiam serviam de base para todo o processo ope-
racional tecnológico e espiritual dos diversos grupos de atuação da época. Es-
tavam contidos os portais estelares de comunicação com outras localidades, que
só mais tarde viriam a ser explorados pelos grupos que tinham atingido maior
percepção espiritual e científica.
Devido à condição genética especial do fractal adâmico existente nos aria-
nos e nos semitas derivados do experimento draco, esses dois grupos acabaram
destacando-se e imperando na escala evolutiva. Com o tempo os experimentos
genéticos e a seleção natural acabaram criando uma ligação maior com os povos
de Plêiades e unindo os grupos, mas para isso, muitas guerras foram necessárias.
Os dracos acabaram guiados por Satã em seus experimentos. Para absor-
ver o DNA e o genoma de outros povos internos de Plêiades, e para gerarem
uma raça independente, que tinha por objetivo evolucionar os insectoides e se-
res alados, além de uma ramificação de anfíbios. Desses experimentos surgiram
variações de seres ligados aos mundos aquáticos e ligações profundas com raças
mestiças com os golfinhos e com certos tipos de baleias. Nesse processo raças com
derivação genética humana alada acabaram por formatar-se. Todos esses grupos
acabariam por serem anexados aos interesses da federação local interna.
Os grupos arianos acabaram por manter-se isolados, somente uma pe-
quena parcela deles acabou participando desses projetos genéticos. A maior parte
criou a sua própria linha temporal e entrou em uma realidade paralela para não
ter mais guerras e nem envolvimento político com os outros grupos. Dessa forma
os arianos fundaram a sua própria Federação Pleiadiana que acabou por manter-
se isolada, apesar de manter contato com as outras federações que mantêm autar-
quia e isolamento político.
Este processo levou um tempo paralelo ao desenvolvimento da Terra, em
planos de 3D a 7D, gerando realidades em paralelo. Ambas as federações coloca-
ram na Terra material genético e grupos de colonização para gerarem vida num
amplo espectro de interesses políticos e sociais. A Terra representa um planeta
interessante, pois em sua órbita, nos 260 mil anos de deslocamento na trajetó-
ria, passa pelas proximidades da estrela de Alcíone. A Terra recebeu material e
produtos dos grupos de Plêiades em várias oportunidades, entre elas, a Luar, que
é uma grande nave orbital dos pleiadianos com centenas de bases e instalações
técnicas dos grupos dos dracos e dos semitas. Isso acabou por inserir na Terra um
aumento da dualidade no decorrer das disputas políticas dos grupos residentes e
de exílio na mesma.
Luhara era inicialmente o nome pleiadiano dado ao vosso satélite que por
vários motivos da derivação linguística acabou por ser chamado de Lua. A Terra
recebeu esse satélite para estabelecer uma órbita estável ao redor do Sol Moman-
tia quando ocorreram as guerras galácticas de Plêiades e isso gerou a destruição
de alguns mundos e o desequilíbrio orbital de diversos astros. A passagem de um
planeta de dimensões equivalentes a Júpiter nas proximidades da órbita entre a
Terra e Marte acabou por gerar sérias alterações sísmicas na Terra. Na ocasião, a
Lua foi inserida de forma artificial para estabilizar a órbita terrestre, e ao mesmo
tempo, inserir uma base operacional permanente ao redor da Terra e dentro do
Sistema Solar, como ocorre até o momento.
Esse planeta que se perdeu da sua órbita original acabou por ser absor-
vido pelo sistema de Aldebarã de Touro muito tempo depois e permanece sob
sua influência. Ele possuía uma civilização draco e humana bem desenvolvida
que permaneceu nas profundezas desse planeta e criou uma civilização de 4D
na sua jornada pelo espaço. A viagem desse astro levou perto de 350 milhões
de anos terrenos até ser absorvido e ter a sua órbita estabilizada. No decorrer
desse período, foram muitas as gerações que nele se desenvolveram em diferen-
tes linhas do amadurecimento da tecnologia e entendimento do universo e da
própria divindade.
No tempo terrestre o acoplamento da Lua ocorreu há cerca de 353 mi-
lhões de anos, se forem analisados pelo aspecto do tempo linear de vocês, o que é
na verdade um equívoco, pois os acontecimentos dessa ordem estelar não podem
ser contabilizados pela cronologia linear de tempo. Isso ocorreu muito antes da
destruição do planeta Maldek que ficava entre Júpiter e Marte, onde atualmente
vocês tem um cinturão de asteroides.
Portanto, durante este tempo em que vocês estão analisando a Terra e o
Sistema Solar, já passaram centenas de vezes pela órbita de Aldone. A distância
que o Sistema Solar percorre as proximidades de Alcíone fica em torno a 1,4 anos
luz de distância dessa estrela, o que gera interferências orbitais e gravitacionais.
Isso gera uma profunda mudança de ciclo evolutivo a cada passagem para todos
os envolvidos.
Para todos os habitantes dos planetas envolvidos essa ocorrência é um
salto quântico importante na escala evolutiva e nos desígnios que se seguem ao
processo. O mesmo leva perto de 13 mil anos terrenos, onde a proximidade é
bem marcante entre os dois sistemas solares.
A órbita do Sistema Solar passa também nas proximidades de Sírios e de
Toliman, criando assim o caminho de ligação dos 49 planetas e estrelas ligados à
Federação Pleiadiana que se formatou dentro dos interesses políticos dos grupos
de Plêiades e dos antigos colonizadores, como é o caso do grupo de Sírios Alfa e
Beta. A presença da Lua foi um fator importante nas negociações e na influência
de Plêiades nesses 49 mundos.
A ordem dos 49 tem início nessa situação política, na qual a presença
da Lua terrestre serviu de base para inserir os interesses dos pleiadianos dentro
de 49 sistemas planetários no decorrer da trajetória da órbita do sistema solar
de Monmatia.
O processo colonial do planeta Nibiru, do qual os anunakis são proce-
dentes, ocorreu a partir da transferência de dracos do planeta que se perdeu e foi
absorvido por Aldebarã. Muitos seres acabaram por escolher Nibiru devido às
condições equivalentes e à distância dentro da trajetória de aproximação entre
ambos planetas. Isso deve-se ao fato de que a órbita de Nibiru perfura em 30
graus o eixo equatorial do nosso Sistema Solar, o que fez com que no momento
do translado Nibiru estivesse quase no ponto de intersecção da Terra, a aproxi-
madamente 8 unidades astronômicas, permitindo assim o transbordo para naves
de mais de 20 mil refugiados para Nibiru, isso viria a criar a civilização de Nibiru
e a posterior raça dos anunakis.
Esse fator acabou por fortalecer os interesses da Federação Pleiadiana e o
intercâmbio com os outros mundos. A parte relativa aos sirianos gerou profun-
dos interesses, pois Sírios foi, em parte, responsável pela colonização de Plêiades e
tinha enviado várias delegações. Para o escalão político de Sírios Alfa, Plêiades era
uma colônia protegida pelos interesses sirianos e por diversos acordos da Fede-
ração Siriana, que estava negociando anexar Plêiades aos outros grupos políticos
estelares para fortalecer sua posição perante os grupos de Amares e Shaula, ambos
de Escorpião.
Essa relação viria mais tarde ter sérias influências políticas contra Sírios,
devido ao que ficou conhecido como Convergência Antares, há mais de um mi-
lhão de anos Sirianos. No entanto, muito antes disso ocorrer já existiam tensões
políticas entre os insectoides de Escorpião e os humanos de Sírios.
Devemos lembrar que Sírios possui outras raças além da espécie huma-
na. Répteis e insecroides também fazem parte dos povos tutelados e anexados
pela Federação Siriana da época. Esse seres acabaram por fazer parte dos grupos
coloniais que foram inseridos em Plêiade no decorrer das expedições. Assim, os
49 mundos acabaram por fazer pane de uma planilha de translado natural da
órbita do Sistema Solar. Na linha temporal dos seres de 5D a 7D da época, os
260 mil anos que o Sistema Solar demora para percorrer sua órbita são insignifi-
cantes e estratégicos para o desenvolvimento das matrizes de vida e das mutações
necessárias do genoma de cada raça que estava sendo experienciada pela Ordem
Lanonadeck e pelos outros grupos de interesse estelar.
A malha da Matriz de Controle entre 3D e 7D começou a estabelecer-se
dentro desse panorama, devido aos problemas de exílio de vários grupos dos 49
mundos. Ao mesmo tempo, pela interferência de Satã e de seus colaboradores,
pois todos tinham interesses no desenvolvimento de diversos assuntos genéticos
e políticos.
Os grupos de Órion e de Rígel tinham interesse no grupo dos 49 devido
ao envolvimento de diversas raças e projetas genéticos. Os anunakis eram um dos
exemplos disso, pois eles eram o projeto de Satã nas Plêiades, que estava sendo
monitorado desde a sua partida do planeta viajante. Além disso, a presença dos
rigelianos em diversos mundos dos 49 planetas gerou a presença de reptilianos
e insectoides nesse grupo. Todos os seres que acabaram por - de alguma forma
- marcarem presença na Terra dentro do seu histórico colonial.
A Federação Interestelar acabou por instalar-se e desenvolver-se na in-
terligação política dos 49 mundos e na dos outros conglomerados que tinham
interesses políticos e coloniais no grupo dos 49.
Cada grupo colonial, representa uma estrutura planetária diferenciada,
que tem por objetivo o desenvolvimento setorial de diferentes matrizes genéticas.
Cada matriz foi desenvolvida pela Ordem Lanonadeck com objetivos não apenas
coloniais, mas de pesquisa e demais interesses no aspecto genético e psíquico de
cada estudo do genoma existente.

• Constelação de Perseu

Estrela Raça D imensã o


Algo! Laboratório Racial Alcíone/Aldebarã 4D I 6D
Humanoides, Dracos, lnsectoides, Medusas
Mirfak Cetáceos com Pernas 5D
Menkib lnsectoide Aranha 4D
Esta constelação e algumas de suas estrelas representam um canteiro de
obras da sociedade pleiadiana de Alcíone e de Aldebarã, e sustentam importantes
laboratórios de pesquisa nos mais variados segmentos do desenvolvimento tecno-
lógico. Não apenas tecnologia genética racial, mas outras que envolvem a nano-
tecnologia temporal, portais estelares, navegação psíquica, controle emocional e
outras na busca da fusão com as esferas da Confederação não apenas pelo poder
do espírito, mas da tecnologia que o espírito pode desenvolver.
Essas tecnologias foram desenvolvidas inicialmente na guerra contra os
draconianos de Rígel e continuaram mesmo após a fusão das federações, pois
eram ultrasecretas e estavam baseadas na necessidade de sobrevivência da espécie
humana adâmica. Com o tempo essas pesquisas passaram a interessar a própria
fusão das federações na busca da perfeição.
A estrela de Algol é o maior ícone no desenvolvimento de nanotecnologia
e robótica, que inicialmente era no campo da biogenética e de clonagem de seres,
para poderem abastecer de soldados a linha de frente contra os draconianos. Po-
rém, com o fim da guerra, essa linha de pesquisa foi desviada para o poder mental
de controle da matéria nas diferentes linhas do átomo, e com isso a capacidade
de transcender a linha do tempo com a mente e posteriormente com a tecnologia
virtual das diferentes dimensões da consciência. O que demonstrou que algumas
raças tinham maior capacidade do que outras, permitindo dessa forma a associa-
ção na pesquisa por parte das outras delegações além de Aldebarã e de Alcíone.
Quem mais contribuiu para o poder mental nessas pesquisas foram os se-
res derivados da linha dos cetáceos, com alta capacidade de projetar o fluxo men-
tal na linha da matéria e da antimatéria para a abertura de portais entre diversas
realidades, o que permitiu que esse setor fosse um amplo centro de pesquisas
para as 49 federações. Essa linha de cetáceos que menciono são os sucessores em
5D dos antigos anciões cetáceos que deram origem à raça das baleias e golfinhos
milhares de anos antes. Essa linha já tinha a capacidade de andar ereta em solo,
por possuírem pernas, sendo similares a uma forma humanoide. Foi uma descen-
dência criada artificialmente pelo Lanonadeck Lúcifer na constelação de baleia
que foi transferida por Sírios Alfa para Aldebarã e este, por sua vez, os radicou em
Perseu devido a sua alta capacidade psíquica de projeção mental e emocional.
Essa constelação, ou pelo menos parte de suas estrelas, ainda é um fan-
tástico laboratório de pesquisas genética e tecnológica que tem permitido às 49
federações entender a tecnologia espiritual da Confederação e o projeto da Ma-
triz de Controle que foi criada pelos Filhos Paradisíacos muito tempo antes
sua existência. Esses seres têm conseguido entender o jogo de xadrez cósmico
qual estão inseridos e as escolhas realizadas em ourras linhas de tempo e esp<
pela sua mônada ou mesmo pelo Eu Sou, buscando irradiar projetas e ener:
de resgate para todas as almas perdidas. Contudo, eles ainda estão na sua próp
dualidade em busca de si próprios e do seu Cristo interno, pois são dependen
da tecnologia como base para o seu desenvolvimento.

• Constelação de Áries

Estrela Raças Dimensão


H a mal Reptilianos Humanoides 6D
Sheratna Reptiliano Insectoide 4D
Mesartim Reptilianos Aquáticos 6D
Peixes Humanoides 6D
Sapos Gigantes 6D
Medusas 4D

Esta constelação foi basicamente um projeto idealizado pela linhagem


Conselho dos 12 Anciões de Shamuna, tendo a descendência luciferiana co1
dizem alguns pesquisadores, pois o genoma de Shamuna e de Lúcifer foi emp
gado para estabilizar algumas das raças desse setor da Via Láctea. Porém, o ger
ma adâmico não reside nesse setor, o que é um fator importante, pois Lúcifer é
regência adâmica. Esse setor foi selecionado para ajudar na evolução do gcno.
dos insetos e verificar qual a melhor escolha seletiva da evolução com genomas
reptilianos e humanoides para semear outros setores da galáxia. Podemos defi
que o setor de Áries foi escolhido para selecionar os melhores dentre os melho
e depois semear outros locais com essa seleção natural de genomas reptiliano
insecroides, que foram aprimorados aos níveis muito além do normal na fre<
ência de 6D.
Estava sendo realizado nesse segmento o acoplamento de material ge1
rico de 9D diretamente em 6D, permitindo a configuração de um genoma d
filamentos contra os de 2 e 4 até então empregados nos demais reptilianos e
sectoides. Essa coofiguração estava sendo amplificada para permitir o processo
ascensão das outras raças insectoides de filamentos reduzidos para poder aju'
na equalização racial desse genoma em âmbito galáctico. Foi um elo motriz na
evolução e no aperfeiçoamento do genoma insectoide e a sua mistura com rep-
tilianos e humanoides, permitindo que outras raças evoluíssem de forma linear
sem maiores contrastes na linha evolutiva, como ocorreu com seus parentes na
dualidade e na guerra entre insectoides e draconianos, inúmeras vezes.

• Constelação de Cetus

Estrela Raça Dimensão


Kaffaljidhma Cetáceos Humanoides SD
Humanos Anfíbios SD
Sereias SD
Menkar Cetáceos Primordiais 7D
Baten kaitos Cetáceos Primordiais 8D
Deneb Kaitos Cetáceos Intermediários 7D/6D

Aqui temos a origem primordial da raça das baleias e golfinhos, além de


outras que nunca estiveram manifestadas na Terra. Essa codificação genética tem
relação com linhagem monádica direta, sem o Eu Sou. Foi uma proposta do Fi-
lho Paradisíaco Klen Har Ell, um primo, por assim dizer, de Mitch Ham EU, que
escolheu participar do projeto de Micah por outra linha, ajudando a transferir o
genoma morontial e a energia umara do 38° superuniverso diretamente para Teta
através da codificação de Micah e de Shtareer na linha dos cetáceos, porém uma
raça com conexão direta sem intermediários, ligada a FONTE QUE TUDO É.
Klen Har Ell escolheu o setor denominado de Cetus como base operacio-
nal da codificação e transferência de energia dessas megamônadas ou supramô-
nadas que originaram em 8D as primeiras formas de vida de parentes das baleias
conhecidas na Terra. Seres de extrema beleza e amor foram a base da codificação
do Cristo Klen, que é uma linha paralela à de Micah, porém sem dualidade e
sob uma doutrina mais búdica, na busca do amor e do autoconhecimento, na
qual essas almas aprenderam a usar o poder da mente e do espírito em sua evo-
lução. Com isso atingiram elevados patamares ascensionais em toda a galáxia
sem se envolverem na dualidade dos draconianos e dos insectoides, pois tinham
a capacidade de controlar a mente de seus opositores e de tornarem-se invisíveis,
evitando assim o conflito direto ou mesmo indireto com outras espécies.
Muitas raças devem a sua vida e harmonia à ajuda que os cetáceos pres-
taram em sua evolução, pois muitos aceitaram a missão de encarnar em outras
raças para ensinar o amor e o equilíbrio, numa linha zen, por buscar uma melhor
definição. No momento, a maior parte dessa raça já ultrapassou novamente o
patamar de 9D e são poucos os que ainda se mantém em contato com realida-
des abaixo de 8D, porém existem muitos planetas com raças descendentes dessa
linhagem. Assim como na Terra ainda existem baleias e golfinhos, em outros
mundos temos representantes além de 3D até 7D que estão interligados por uma
linha psíquica coletiva de consciência.
Em muitos desses planetas a presença dos cetáceos é ajudar no despertar
das almas provenientes do mesmo arquétipo, em missão, encarnadas em outras
formas de vida, para ajudar no despertar. É o que ocorre na Terra, todos os cetá-
ceos possuem uma missão psíquica com a humanidade, ajudando-a no despertar
e na captação dos planos mais sutis. A civilização venusiana foi uma das que
mais trabalhou o arquétipo genético dos cetáceos para o desenvolvimento de
uma nova raça humanoide, que nos antigos contos e lendas terrenas representam
as sereias e os tritões, seres meio peixes e meio humanos. O que para muitos é
uma lenda, foi na verdade um importante trabalho genético com a raça dos elfos
em 5D, que se ofereceu para ajudar no desenvolvimento dessa espécie, e que foi
transferida para os mundos aquáticos nas proximidades das estrelas de Pólux e
Polaris na constelação de Gêmeos, além de outros setores mais profundos na
constelação do Cão Maior, pertencente a Sírios Alfa.
Essa raça ainda existe em planos paralelos da Terra, ligados às civilizações
intraoceânicas e dimensões entre 5D e 6D, ligados à Fraternidade Branca e a
outros grupos do passado evolutivo da humanidade do antigo continente de Mu.
Ainda existe muito que aprender com o alto desenvolvimento psíquico dos cetá-
ceos para a evolução humana, pois a fusão do arquétipo dos cetáceos tem relação
com a criação da espécie adâmica micahélica na Via Láctea. Existe uma linha
comum no desenvolvimento da raça humana e dos cetáceos que se funde nas
altas esferas entre 9D e 13D, assim como no contexto do Eu Sou e das mônadas
que aceitaram essa transferência genética de alma primordial. O mesmo envolve
o material genético dos felinos que também participaram da constituição do ge-
noma adâmico de Micah em Teta, mas especialmente na Via Láctea.
• Constelação de Pégaso

Estrela Raças D imensão


Markab Humano Réptil 5D
Draconiano 4D
Alpheratz Insetos Louva Deus 4D
Insetos Reptilianos 4D
Algenib Humano lnsectoide Mosca 4D

Esta constelação apresenta uma conturbada história no desenvolvimento


da dualidade e da entrada do material genético da linhagem de Anhotak e de seus
seguidores. Foi através do portal multidimensional que fica dentro do quadriláte-
ro dessa constelação que Satã e sua equipe entraram na Via Láctea contrabande-
ando material genético da galáxia de Arconis, porém através do portal da galáxia
de Andrômeda.
Inicialmente o material e os seres de Arconis invadiram a galáxia de An-
drômeda, conquistando e semeando a energia do Anticristo, gerando conflitos,
guerras e sequestro do material genético original dessa galáxia, além de manipu-
larem o material micahélico em proveito próprio, sem a autorização do Conselho
Shamuna-Erell de Andrômeda.
Aqui existe um fator importante na evolução dos acontecimentos. Satã
era um Lanonadeck de primeira linha em Arconis e foi trabalhar em Andrômeda
através de plano sinistro criado por Sarathen na busca do poder de alguns dos
principais sistemas estelares nas proximidades dos portais naturais dessa galáxia.
Atingindo, dessa forma, o poder e a condição de manipulação da alta tecnologia
da sua hierarquia perante a existente em Andrômeda e contrapondo-se à Supra-
confederação em muitas situações.
O Lanonadeck Satã efetuou clones de si próprio para amar em vários
planos ao mesmos tempo e enviou para o Conselho de Shamuna da Via Láctea
um representante clonado para poder assumir funções na classe de Lanonadeck
Secundário perante o Conselho, com a indicação do Conselho de Andrômeda.
Isso era um golpe disfarçado e foi dessa maneira que Satã chegou ao poder na Via
Láctea e conseguiu usar o poder de Lúcifer em seu proveito, inserindo a codifica-
ção do Anticristo na mesma.
Desde o início de seu trabalho em Teta, o Lanonadeck Satã foi um in-
filtrado que ativou os projetas de Sarathen e dos outros governantes da energia
do Anticristo. O Conselho Shamuna da Via Láctea foi enganado assim como os
representantes da Supraconfederação atuantes na Via Láctea e em Andrômeda,
o que explica a negligência da mesma em relação ao forte avanço das equipes do
Anticristo em vários setores de Teta.
A constelação de Pégaso foi o portal de entrada da negatividade do Anti-
cristo, inserida nas matrizes insectoides, reptilianas, humana, humanoides e em
outras matrizes genéticas existentes nesse setor. O que com o tempo acabou por
espalhar-se em outros sistemas escolhidos por Satã e sua equipe, que inicialmente
era composta por Astoroth, Leviatã, Belzebu, Ishithar, Molock e Sarathen como
linha de frente nos interesses da reprodução do umbral da galáxia de Arconis,
para poder estabelecer a linha de conexão do hiperespaço Sextadin e das bolhas
Dakar ou Daktarin, que foram a base do grande ganho de poder do Império do
Dragão Negro em Teta.
Em Pégaso as bolhas dentro do hiperespaço foram o início da conquista
de novos sistemas solares e do roubo de material genético original de muitos
sistemas, nos quais as naves das frotas da Confederação não conseguiam detectá-
los. Essas bolhas, denominadas de Dakar ou Daktarin, são universos em paralelo,
numa infradimensão, similar ao umbral da Terra, porém com a capacidade de
armazenar planetas e até galáxias inteiras dentro de sua malha, pois são desdobra-
mentos do espaço contínuo entre cada linha dimensional já existente, servindo
de cópia estrutural de cada realidade dimensional.
Anhotak desenvolveu essa técnica para expandir o seu universo e fazer
literalmente uma cópia do universo existente e com isso conseguir efetuar suas
pesquisas sem o conhecimento do Conselho de Anciões de Havona e sem a par-
ticipação do Conselho dos Voronandecks, conseguindo dessa forma burlar a pró-
pria Fonte Primordial com a sua própria energia cocriadora. O próprio umbral
existente na Terra é uma bolha Dakar que foi manipulada para sustentar os labo-
ratórios e presídios do sofrimento, todos eles dentro de uma bolha artificialmente
sustentada pela energia do Anticristo.
As primeiras matrizes genéticas roubadas da raça ariana da estrela de Vega
foram levadas para Pégaso para ser criada a raça Draco, que possuía a mistura ge-
nética 50% humana e 50% reptiliana. Dessa manipulação, com o material exis-
tente e uazido de Andrômeda, surgiu o draconiano. Esse experimento ocorreu
em dois planetas ao redor da estrela de Markab, que tinham sido estabilizados ar-
rificialmeme para poder conter as condições específicas para tal desenvolvimento.
Os outros mundos dessa constelação foram utilizados para outras pesqui-
sas, permitindo que o genoma proposto pelo Anticristo nas versões dos descen-
dentes de Anhotak pudesse ser inserido em outras raças da Via Láctea, a exemplo
do que tinha sido realizado na galáxia de Andrômeda. Essa constelação foi o pal-
co de grandes guerras, porém ames do surgimento dos principais impérios como
Sírios, Betelgeuse e Canopus, pertence ao início do processo colonial da galáxia
há mais de 7 bilhões de anos.
Essa baralha entre a luz e a não luz faz parte das lendas das raças mais
amigas, inclusive dos Elohins e dos Ciclopes que participaram da mesma e ajuda-
ram a delimitar as fronteiras para cada grupo. Foi uma baralha na qual a Confe-
deração participou com seus enviados de diversos lugares, entre eles de Shinkara
e de Salvingtón.
Nesse ciclo de batalhas e de definição na busca do equilíbrio que ocorreu
em simultâneo na galáxia de Andrômeda e na Via Láctea, seres como Yaslon Yas,
Alcon, Ajabim, Arielis, Metrom e Miguel entraram no conflito e iniciaram a eva-
cuação e delimitação dos territórios para cada grupo da luz e da não luz. A grande
batalha dos Orixás Sublimes ocorreu nesse contexto conseguindo após muitos
processos equilibrar os diversos quadrantes e colocar as leis da Confederação para
os povos. Porém, os grupos do Anticristo recuaram para o hiperespaço em suas
realidades paralelas dakar, o que não estava previsto para os grupos da linha de
frente da Confederação.
Mais de 40% dos grupos de combate do Anticristo conseguiram refugiar-
se na linha dakar, escapar e passar a atuar como piratas e corsários em intervalos
regulares na evolução de diversos sistemas solares, até estabelecer a sua linhagem
através do processo encarnacional nos lugares predelimitados e aguardar com
paciência a evolução das raças dominadas pelos seus genes, como ocorreu em
mundos da estrela de Rígel de Órion.
Até o momento existem duas bolhas Dakar sitiadas pelas frotas da Supra-
confederação e dos Voronandeck nas imediações da estrela de Algenib de Pégaso,
além de existir uma base operacional de Shinkara e de Salvingtón em 51-Pegaso
como ponto de controle do portal entre a Via Láctea e Andrômeda, monitorando
o transporte e a transferência de naves e outras energias entre as galáxias.
Podemos definir que o setor de Pégaso está em quarentena há mais de 7
bilhões de anos na contagem terrestre e ainda representa um lugar conturbado e
perigoso, devido à instabilidade de seus habitantes e das duas bolhas Dakar que
já estão sob aprisionamento parcial em sua linha dimensional que foi isolada por
uma outra bolha externa da Supraconfederação. Porém, estima-se que no mo-
mento existam por volta de 35 mil bolhas daktarin em pontos estratégicos da Via
Láctea e outras 76 mil em Andrômeda. Além da própria galáxia de Arconis que
sustenta portais internos com a maioria dessas bolhas.
Como existem tratados e acordos entre a linhagem de Anhotak e de Mi-
cah, outra guerra não está prevista, porém atas de sabotagem e de rebeldia por
parte de ambos lados ocorrem com frequência, criando conflitos locais e delimi-
tados à Matriz de Controle.
Pégaso foi o primeiro setor onde a Matriz de Controle foi alterada vi-
sando ativar a energia desequilibrada do Anticristo e não permitindo com que o
equilíbrio proposto por Micah se mantivesse. As duas bolhas Daktarin que estão
localizadas nesse setor aguardam julgamento por parte do Conselho Galáctico
Shamuna e dos Anciões de Dias de Salvingtón.
Os membros da Confederação foram instruídos a trabalhar a energia
crística através dos avatares dentro dessas bolhas, criando tecnologia e inserindo
a energia micahélica, como está ocorrendo na Terra desde a Convergência Bar-
mônica de agosto de 1987, criando uma nova configuração no plano espiritual.
Existem poucos residentes na Terra provenientes do setor de Pégaso no
ciclo encarnacional, porém muitos no umbral e na linha de comando junto aos
xopatz, que originalmente entraram na Via Láctea através desse portal. O próprio
Satã é um xopatz da linhagem primordial da galáxia de Arconis, filho da linha-
gem direta de Sarathen que pertence à quinta linhagem de Anhotak.
Satã foi criado em outro superuniverso, porém foi inserido na Matriz de
Controle na raça Xopatz para ser um dos seus líderes e levar a sua genética para
Teta. A população original dos xopatz governou e foi a liderança reptiliana dos
dragões alados de Sarathen em mais de 70% de Arconis, que é uma galáxia com
o dobro do tamanho da Via Láctea.
Parte dessa civilização, com suas grandes capacidades de adaptação e mu-
~ação, migrou para o genoma humanoide, passando a contar com dois genomas
!<'ásicos: o reptiliano para dominar essas raças e o humanoide para conseguir aco-
plar-se a todas as formas de vida similares a humanos e humanoides. A Ordem
dos Xopatz está composta por duas linhas genéticas e de comando, justamente
para conseguir dominar o genoma reptiliano e humanoide. Porém, o insectoide
está inserido na junção dos mesmos devido a matrizes equivalentes para ambas
raças primordiais. Além dos Xopatz terem um elevado poder de adaptação e se-
rem simbiontes psíquicos e genéticos.
Satã entrou através do portal de Pégaso com aproximadamente 2 milhões
de xopatz para fundamentar seus projetas e as diretrizes de Sarathen, que é um
dos dirigentes de Arconis no ápice político dessa galáxia. Parte da liderança polí-
tica dos principais reinados de Arconis foi trazida por Satã, como é o caso de As-
toroth e Asmodeus, ambos da linhagem reptiliana e que tinham a incumbência
de controlar a evolução dos dragões da Via Láctea. Belzebu e Leviatã representa-
vam a linhagem xopatz humanoide com a incumbência de controlar as formas
humanoides e a raça adâmica de Micah.
Por esse motivo o setor de Pégaso acabou sendo o palco de um conflito
que não se limitou a essa constelação, mas ocorreu em suas adjacências, como
no portal de Andrômeda. A guerra em pontos estratégicos da galáxia de Andrô-
mcda foi muito mais abrangente do que na Via Láctea, que estava latente, pois
o envolvimento das forças de Arconis representavam alguns milhões de frotas e
almas acopladas na busca da dominação de Andrômeda, processo que exigiu da
Supraconfederação o uso do poder bélico que nunca tinha empregado até essa
ocasião contra qualquer ser.
Foi um dos momentos mais complexos para os seres da Supraconfedera-
ção por terem que desintegrar em plano monádico seus semelhantes e combater
a energia desvirtuada dos filhos do Anticristo de forma dura e implacável. Muitos
seres da Supraconfederação nunca tinham trabalhado esse lado do poder, pois
viviam em planos muito equilibrados. Foi um grande teste para milhões de se-
res de ambos os lados, perderam-se muitos comandantes da Supraconfederação
dentro da própria dualidade e a presença de milhares de não confederados fez-se
presente, e esses também tiveram um grande aprendizado sobre a polaridade.
Para todas as partes foi um aprendizado que nunca tinha sido vivenciado.
Não houve vencedores e nem perdedores, a não ser no contexto de valores. Ape-
sar da desintegração de milhões de mônadas e almas, ocorreu gradualmente um
armistício e um cessar fogo de ambos lados para reiniciar a proposta de Micah e
de Anhotak. Por esse motivo seres como o Lanonadeck Satã não foram aprisio-
nados, pois esses seres estavam cumprindo os desígnios de um plano maior.
Após a guerra inicial, esse ser e outros foram incumbidos de iniciar a
evolução e o armistício nas raças que tinham sido controladas e manipuladas.
Lembrem-se que Satã tinha clonado-se e estava presente em várias realidade
em paralelo, como a sua duplicata inferior de 6D Satanás. Obviamente que '
cumprimento dos novos acordos não ocorreu na integralidade e o processo fc
alastrando-se até os conflitos subsequentes em Órion e outras partes da Via Lác
tea, tendo Satã e seus colaboradores entre os mandatários do processo.
Existem laboratórios xopatz ainda funcionando nas estrelas de Homar:
e Baham de Pégaso.Esses seres possuem bases intraterrenas na Terra, no setor d
Sedona nas proximidades do Grand Canyon, além de outras bases na China
no Palo Ártico. São os dominadores da Ordem do Dragão Negro e subsequente
mente dos Iluminattis e outras organizações na Terra, possuindo a capacidade d
acoplarem-se como entrances simbiontes em qualquer forma de vida da Terra
controlar a mente e a psique de suas vítimas.
Atualmente existem aproximadamente 150 Xopatz controlando o prc
cesso do Anticristo na Terra. Esses seres possuem o controle do SGS, grays, zeta.
rígelianos e draconianos conforme os acordos que existem em vigência. São c
responsáveis por muitas das manipulações negativas que foram realizadas pele
Anunakis de Nibiru no passado. A maior parte dos conflitos dos Anunakis ent1
Enlil, Enki, Apu, Inana, Marduk, Molock, Yawé, Astoroth e Asmodeus forar
criados holograficamente pelos Xopatz liderados por Satã e suas equipes, atrav(
do processo de simbiose e entrantes ultrapsíquicos, que controlaram parte d:
ações desses seres, criando os conflitos das 22 delegações e demais situações pol
ticas dos últimos 450 mil anos na Terra.
A busca pelo controle do planeta Terra e sua estrutura decimal do gen<
ma dos Elohins e dos Ciclopes teve mais repercussão do que podem imagina
pois está além da simples questão de um planeta 3D Mas das interações mult
dimensionais que a Terra e suas hierarquias primordiais apresentam perante
malha crística galáctica.
Não se esqueçam que o material genético de Micah esteve plasmado r
forma de Jesus Cristo na Terra, o que é bem significativo no contexto da políti(
galáctica. Isso foi conseguido pelo fato da Terra ser um planeta decimal susteJ
tando o gradiente decimal do genoma dos Elohins e Ciclopes de Havana. Po
tanto, é um planeta que naturalmente sustenta a energia micahélica e a propos
da energia de Cristo Micah, o que em muitos outros mundos não ocorre.
• Constelação de Cepheus

Estrela Raças Dimensão


Alderamim Reptilianos Cinzas 40
Dragões Alados 60
Dragões Terrestres 40
Alfink Humano Reptiliano 40

A Constelação de Cepheus está localizada nas proximidades da estrela


de Polaris da Ursa Menor, ao centro do hemisfério norte do céu visto do ponto
relativo da Terra. Essa constelação foi basicamente um berço para a evolução do
material genético dos reptilianos de Pégaso e Órion, tendo recebido muito ma-
terial genético do setor da constelação de Lacerta. O interessante é que esse setor
foi um dos escolhidos para consolidar em 40 algumas raças reptilianas remanes-
centes do conflito de Pégaso e de Lira, no qual ocorreu o roubo do genoma dos
arianos de Vega Ária 1.
Atualmente a evolução desse setor apresenta raças em 3D e 50 vivendo
processos evolutivos tanto na alta tecnologia ligados à Casa de Comércio de An-
thuerphia como a estrutura prehistórica equivalente à mezosoica da Terra, devido
ao estágio geológico em 3D de quatro planetas nesse setor nas proximidades da
estrela de Alderamim.

• Constelação de Cisne

Estrela Raça Dimensão


Deneb Humanos Arianos 60/70
Sadr Humanos Arianos 60
Federação Ariana III

Esta constelação possui uma importante ramificação da raça ariana pri-


mordial de Lira, que escapou ao conflito criado por Satã em Vega no planeta
Ária 1, partindo em êxodo para a estrela de Deneb e construindo uma nova linha
evolutiva separadamente do restante das outras raças humanas. Essa raça ariana
passou a viver entre 60 e 70, seguindo a linha e os passos da Ordem Kumara e
uma parceria secreta com os mestres do Império Canopeano, com os quais existe
uma forte linha bilateral de ajuda e impulso ascensional.
A sociedade dessa constelação tem atuado em projetas avatáricos ao longo
de sua existência, pois saíram do palco dos conflitos ainda no início dos mesmos
com a ajuda de Yaslon Yas e Metrom num êxodo multidimensional nas barbas
dos Xopatz, colocando a frota pessoal de Metrom como bloqueio e disfarce da
nova residência criada pela Supraconfederação.
Criou-se um plano paralelo na linha temporal dessa estrela para poder
colocar na órbita dela um planeta similar à Terra e a Sírios Alfa para sustentar
a vida dessa raça entre 6D e 7D, ajudando a manter o projeto micahélico confor-
me os planos originais. Esse grupo acabaria por criar a Federação Áriana de Cis-
ne, e por sua vez, servir de base de apoio e projeto avatárico para outros mundos
onde a raça humana estava em conflitos ou sendo perseguida pelos reptilianos c
pelos insectoides.
A outra estrela que naturalmente foi visitada e colonizada pelos arianos
foi Sadr que possuía cinco planetas em condições técnicas de servir de colónia e
extração de recursos naturais, com a ajuda da Supraconfederação e de muitos não
confederados. Essa sociedade conseguiu sair adiante na escala evolutiva e trans-
cender situações que os outros grupos enfrentaram contra seus vizinhos e rivais
de evolução e na supremacia racial.
Os filhos de Deneb são muito pacíficos e atuam em planos sutis junto ao
Conselho Shamuna da galáxia, mantendo um grupo avançado de mestres na Ter-
ra, junto à Fraternidade Branca. As equipes do grupo acturiano possuem tarefas
em conjunto com os denebianos no Comando Temporal, justamente para sus-
tentar o salto quântico planetário. Além disso, o Conselho da Federação Áriana
de Cisne ajuda no projeto de Aldebarã da expansão da raça humana e na criação
de dezenas de colónias evolutivas em pontos estratégicos da galáxia e fora da
mesma. A maior parte dos membros da sociedade Áriana de Cisne possui cons-
ciência coletiva e um grau de ascensão próximo a fusão com seu Eu Sou e com o
contexto monádico.
O setor da estrela de Deneb possui 3 portais naturais de ligação com
'alvingtón e outros pontos estratégicos além de Teta. Além de possuir vórtices de
acesso a NGC-7000 que é outra galáxia ligada a outro universo local vizinho de
~ebadon. A única forma de conseguir contato com os seres de Deneb é através
da meditação, partindo da conexão mínima do corpo morontial e ligando-se
diretamente a essa localização da galáxia, para, dessa forma, ser notado pelos vigi-
lantes silenciosos desse povo, e iniciar um trabalho de fusão psíquica e espiritual.

• Constelação de Lira

Estrela Raça Dimensão


Vega Humano Ariano 50
Humano Zeta 60
Oraco 1a Geração como Humano 30
Draco/ Zeta/ Humano 30/40

A constelação de Lira é considerada por muitos o berço do surgimento


da raça adâmica de Micah em nossa galáxia Via Láctea, como já foi informado.
Para que possam ter melhor entendimento disponho a seguir de um texto muito
explicativo que encontra-se em outro livro de minha autoria.

A raça primordial de Lira

Lira é uma constelação definida como nebulosa planetária M57. Essa


nebulosa possui três estrelas de grande brilho que se destacam a alfa Vega, a beta
Sheliak e a gama Sulafat, sendo que a estrela Vega dista aproximadamente 26
anos-luz da órbita terrestre, fazendo fronteira com as constelações de Hércules,
Oraco, Cygnus e Vupecula. Lira possui diversas estrelas duplas como a Epsi-
lon Lira que fica muito perto de Vega, a cerca de 1,5° ao noroeste, no qual foi
descoberto um sistema quádruplo de estrelas nas observações mais recentes dos
observadores.
Esse sistema foi escolhido para desenvolver um vasto trabalho de ger-
minação de material genético de diversas raças há mais de 9 bilhões de anos da
contagem terrestre. Lira possui várias estrelas duplas e estrelas variáveis, o que
confere uma grande quantidade de radiação e de força gravitacional e interação
com a singularidade cósmica das diversas membranas de intercâmbio com outras
realidades do universo.
Outras estrelas duplas encontradas em Lira, a Zeta Lira fica a 1,5° graus
sudeste de Vega, beta Lira ou Sheliak que são na verdade duas estrelas de cor
amarela e azul suave, portanto trata-se de uma estrela binária, excelente para a
formatação de diversas espécies reptilianas e outras de energia variável entre 4D
e 5D. Delta Lira fica no vórtice norocidental de Lira que também é binária e
possui coloração avermelhada, além da Eta Lira que fica a leste de Vega, todas
emitindo um elevado grau de radiação sobre os planetas que orbitam nas diversas
esferas de energia e dimensionalidade. Do ponto de vista da astronomia moder-
na, a estrela de Vega possui um elevado grau de matéria estelar e poeira, portanto
a presença de diversos planetas similares a Júpiter e até maiores que ele.
A nebulosa de Lira apresenta diversos aspectos que foram considerados
ideais para a configuração de densificação do material genético das dimensões
mais sutis para a fisicalidade relativa em conformidade com os efeitos radioati-
vos e energéticos desse setor, como o foram outros setores para a formatação de
outras raças como a insectoide e a reptiliana há aproximadamente 12,4 a 13,8
bilhões de anos. O fractal da espécie humana foi inserido nos patamares sutis
de energia acima de 12D pela esfera de seres que denomino de Confederação
Interdimensional, que se baseia a partir da 8D em direção à unidade central de
mônadas estelares.
A Confederação lnterdimensional sustenta a ordem da Confederação In-
tergaláctica que atua em Teta entre as diversas dimensões, e esta por sua vez, faz
parte do que denominamos de Confederação Multidimensional. Que é a organi-
zação que integra todas as realidades paralelas dos fractais genéticos das diversas
espécies do universo. Nessa estrutura temos a conexão da geometria sagrada dos
fractais cósmicos da existência da vida e da relação matemática do universo. A
Confederação Multidimensional representa a somatória de consciências coletivas
do universo dentro daquilo que na Terra denominam de Deus.
Lira como nebulosa apresenta um campo de energia e densidade radioa-
tiva, que permitiu o experimento com diversas matrizes genéticas de muitas ra-
ças, não apenas a humana ou adâmica, mas também a estrutura draco primordial
que viria a unir-se ao genoma humano, criando a primeira raça draco humanoide
com aproximadamente 86% do DNA adâmico em sua estrutura.
A estrela de Vega foi escolhida como o palco das manipulações devido
a existência de diversos planetas com condições de energia e massa planetária
ideais para consolidar a fisicalização das esferas de 8D para 7D, na qual foi ino-
culada a matriz adâmica primordial da raça nórdica ariana original. Lembrando
que planetas como Júpiter, que aparentemente não têm condições climáticas e
geológicas em 3D como nós o entendemos, em outros patamares de energia,
são práticos para a formação de pesquisas, devido ao elevado gradiente de inter-
câmbio energético e de portais que o próprio campo eletromagnético do planeta
sustenta.
A vida nos três planetas escolhidos de Vega iniciou-se na esfera etérea
de 7D durante muito tempo, até que as condições climáticas e geológicas em
analogia com as condições energéticas foram aos poucos permitindo que a vida
passasse a manifestar-se nas dimensões mais densas como a 60 e sucessivamente
até consolidar o parâmetro de 4D, que na ocasião era o patamar físico mais está-
vel e denso conhecido.
realidade que nós da Terra entendemos como 3D, naquela época não era
possível estabilizar, pois os planetas não comportavam as condições ideais para
essa possibilidade. O que viria a ser resolvido com a expansão e colonização de
futuros mundos com similaridade à Terra.
Esses três mundos foram preparados para sustentar modelos distintos de
vida. O mais próximo do sol, Vega, possuía a matriz draco original derivada dos
reptilianos, que já tinham recebido DNA etéreo dos adâmicos entre 6D e 7D,
como já ocorrera em outras galáxias. O mundo intermediário seria a base ope-
racional da raça adâmica e o mais externo, o de uma raça intermediária de seres
humanos, que, com o tempo, viriam a formatar a raça do planeta Ápice que seria
a base original dos futuros Zeta Reticulli.
O nome do planeta original dos humanos em Lira foi inicialmente Ária,
por tratar-se da raça primordial que estava sendo plasmada nesse mundo, de con-
dições similares à Terra, mas em 7D. O processo de densificação e ajuste das di-
versas matrizes genéticas para consolidar esse projeto levou perto de 1,2 milhões
de anos da contagem local, sendo que o ano desse mundo em equivalência ao
nosso padrão equivale a aproximadamente 7,2 anos da Terra, portanto o tempo
era bem diferente da média que empregamos como referencial terrestre. Esse
mundo, por ser um gigante gasoso similar a Júpiter, do ponto de vista terrestre
de 3D, necessitou de muitos anos para poder sustentar vida na energia de 7D.
Esses mundos são muito quentes e possuem condições similares às estrelas na in-
teração energética e por esse motivo foram a base para inserir as matrizes fractais
do genoma de quase todas as raças nas esferas acima de 70.
As matrizes fractais da vida não são fabricadas apenas na estrutura básica
de 8D. Mas bem além disso, entre 150 e 200, de onde a estrutura das trocas
entre as mônadas e os fractais dessas mônadas sustentam a ligação com as dife-
rentes matrizes do universo e das superconsciências coletivas que chamamos de
mônadas e supramônadas.
A vida no que pode-se definir como 7D é material, mas não possuem a
mesma densidade eletromagnética da nossa realidade física de 3D a 4D. Por essa
razão, explicar que uma civilização de 7D possa ser física é difícil, pois eles entre
eles são seres físicos, mas para a nossa realidade e a nossa densidade molecular,
eles são como espíritos invisíveis. Este é um ponto no que residem umas das
maiores complicações quando se aborda o tema de vida em outros planetas, pois
o nosso referencial dimensional é completamente falho e incorrera.
Ária, por ser um gigante equivalente a Júpiter em tamanho e densidade,
permitiu a existência de enormes campos de energia e portais telúricos nas rea-
lidades acima de 7D, o que era exatamente a necessidade para implantar-se uma
nova semente de genes, que aos poucos devem ser adaptados às novas condições
gravitacionais e às novas interações nucleares que a gravidade e campo eletromag-
nético exigem. A elevada quantidade de estrelas binárias e variáveis e a profusão
de radiação permitiram que nas esferas acima de 7D fosse possível sustentar ele-
vados portais de intercâmbio com as matrizes fractais das diversas raças e projetas
que foram inseridos nesse quadrante.
Quando uma nave cósmica semeadora de vida e de material genético,
como a da classe Adobnom, manifesta-se na interação de energia a sua estrutura
mescla-se à da constante gravitacional de interação multidimensional e energé-
tica da galáxia ou do quadrante em questão. Para que a troca de material possa
ser inserida nas dimensões mais densas é necessária uma ativação prévia nos pa-
tamares mais sutis, que se baseiam na interação com estrelas variáveis, pulsares,
quasares, estrelas duplas e buracos de minhoca, para que a troca de energia possa
gradualmente estabilizar-se entre as diferentes estruturas do átomo e do tempo.
O setor de Lira e das estrelas vizinhas tiveram um importante papel devi-
do a aspectos astrofísicos que permitiam um intercâmbio de energias com outros
planos dimensionais do universo de Teta e com setores além deste. A escolha
estava relacionada com a facilidade da troca de energia entre diversos portais que
com o tempo seriam estabilizados com outros setores da Via Láctea no que estava
sendo projetado.
O fractal adâmico já tinha passado por mutações e evoluções nos ourros
universos, mas não tinha entrado em um universo com elevado grau de dualida-
de e de densidade energética como estava sendo inserido na Via Láctea e no setor
próximo a Órion. Existiram muitas mudanças de projetas e interferências devido
à alta dualidade de interesses entre os servidores do projeto crístico de Micah e
os seguidores de Anhotak e de seus seguidores.
A dualidade aqui se estabelece de forma rígida e em uma grande experi-
ência estelar de raças e de jogos estelares. Temos um verdadeiro jogo de xadrez
cósmico que é jogado por duas facções de poder cósmico muito acima do que
entendemos por Deus e divindades.
Nessa dualidade temos diversas raças que partiram de distintos princípios
de sua criação. A primeira linhagem foi projetada para servir e ser temente a Deus
e a outra para ser Deus em todas as suas qualificações. Aqui surge a manifestação
dos interesses genéticos de intercâmbio para gerar condições para que as raças
que foram criadas para serem tementes a Deus pudessem entrar na Lei de Cristo,
ascensionar e superar essa diretriz.
A importância desta informação naquele momento iria marcar até o pre-
sente a realidade da humanidade, não apenas da Terra, mas de outros mundos
no universo local de Teta. As raças derivadas de répteis e de outros segmentos de
insetos vinham de uma linhagem de submissão aos deuses e aos Elohins, enquan-
to a matriz cósmica adâmica vinha com a condição de unir-se à Fonte Suprema
como parte de sua jornada interna da espiritualidade. Isso era sustentado devido
ao enorme fractal de corpos e de frequências cósmicas que ainda sustentam a raça
adâmica. Devido a essa condição, muitas experiências genéticas com misturas de
material genético entre humanos e outras raças começaram a ser desenvolvidas
sem a autorização do conselho cármico universal ou sistémico.
Ou seja, são atividades subversivas, sem aprovação do conselho, e que
foram realizadas devido à corrupção e à passividade de grupos vigilantes que não
deram a devida atenção aos efeitos do que iria ser criado a partir dessas experiên-
cias. Muitas raças acabaram por sucumbir ainda nos projetos originais devido à
incompatibilidade de genes e a diferentes padrões de energia dimensional.
Os dirigentes entre 13D e 16D acabaram por preparar um projeto de
densificaçao em níveis mais baixos de frequência para poderem estabelecer um
patamar mais equilibrado das energias moleculares, criando um intercâmbio di-
mensional entre 3D e 8D das cadeias de proteínas e demais componentes quí-
micos para estabelecer uma ligação entre a linhagem de carbono, silício e demais
formas de vida.
A DUALIDADE RACIAL E GENÉTICA

Para que possam entender esta questão teremos que voltar no tempo. Há
muito, antes dos 12 superuniversos estarem estabilizados nas amais constantes
gravitacionais de tempo, há cerca de 260 milhões de éons de Havona, o Filho
Paradisíaco Mith Ham Ell junto a Shtareer e a Manu Aurelis chegaram à nova
proposta de criação, que se baseava no amor incondicional e na fusão de todas as
partículas monádicas criadas na própria FONTE QUE TUDO É.
Essa proposta era inédita e ia de encontro a tudo o que até então tinha
sido criado e sustentado pelos orbes criacionais que partiam do princípio de que
toda criação e forma de vida era propriedade de seu criador e estava submetida
a ele de forma incondicional. Aqui surge a questão da submissão a Deus e de
ser temente a Deus, como muitas religiões terrestres e de outros povos estelares
sustentam ainda hoje.
A oferta gerada pelo grupo de Mith Ham Ell baseava-se em uma propos-
ta de ascensão cósmica de todas as partículas criadas e de que se pudesse efetuar
uma transcendência cósmica para novos patamares além da estrutura dos 12 Su-
peruniversos, conseguindo chegar à malha dos 144 Superuniversos, como de fato
foi feito. Isso gerou um choque criacional e um confronto de interesses entre os
seguidores e sustentadores da proposta original de submissão e os que seguiram a
proposta crística universal. O que resultou na dualidade e a separação de interes-
ses e o início do gigantesco jogo de xadrez cósmico.
Essa situação gerou a dualidade no Universo e um movimento criacional
e rotacional em toda a estrutura dos universos na busca da perfeição, da ascensão
e do aprendizado por parte de todas as partículas envolvidas no processo de cada
alma. Em todos os universos conhecidos ou a serem criados surgiu uma nova
oportunidade entre a Matriz de Controle original e a nova oferta de que cada
alma e partícula é uma partícula integra da Fonte e que a Ela pode retornar com
todo o seu aprendizado.
Todas as outras raças que não tinham recebido originalmente essa con-
dição buscavam um caminho para chegar a essa nova oferta. Surge então a enge-
nharia genética entre todas as raças e grupos estelares na busca das respostas para
essa nova oportunidade de gerarem híbridos com a somatória de capacidades
estelares e divinas de seus criadores e das matrizes cósmicas existentes em cada
plano cósmico.
As raças que representavam as antigas matrizes de seguidores e de
submissão escolheram através da tecnologia criar espelhos fractais junto ao ma-
terial genético adâmico e conseguir entrar na malha fractal crística universal que
estava destinada a essa nova raça. Esse movimento gerou a condição cósmica
interessante de que rodas as outras raças acabariam por entrar nessa nova fre-
quência, na qual os conceitos do amor incondicional passariam a ser parte de
sua nova etapa de aprendizagem e deixariam com o tempo o padrão resoluto de
submissão e de escravidão.
Esse era inicialmente o projeto e o desejo do orbe superior. No entanto,
nem todos os grupos queriam realmente que esse tipo de situação se propagas-
se e gerasse uma anarquia no poder obtido até então. Isso viria a gerar grandes
movimentos de guerrilha estelar e de confrontos ideológicos nos diversos orbes
da criação, mesmo entre esferas de 16D a 22D, onde teoricamente as esferas já
estavam elevadas o suficiente para poderem estabelecer o equilíbrio entre os dife-
rentes fluxos do tempo e do espaço em cada realidade que estava sendo plasmada
e tutelada pelos grupos de poder.
Aqui, as diversas realidades paralelas do Universo começam intercam-
biar-se devido à existência de milhões de fractais das diversas raças do Universo e
de seus criadores, que escolheram matrizes e objetivos definidos para seus filhos.
Muitos desses objetivos, não eram e ainda não são de orbe crístico como se ima-
gina, apenas trata-se de experiências cósmicas de duração limitada para expressar
e entender a vida entre as diversas dimensões, energias e emoções que cada uma
delas pode gerar.
Nesse aspecto entramos em uma situação delicada, na qual nem rodas as
formas de vida foram criadas para serem felizes, mas para serem experiências de
aprendizado por parte de seres de orbes mais elevados e menos densos. Isso vai
contra tudo o que foi ensinado nos conceitos religiosos da humanidade.
No entanto, temos que lembrar que não estamos falando da FONTE
QUE TUDO É, mas de seres que dentro do seu conhecimento e sabedoria têm
outros planos que não fazem parte do amor incondicional ou do que nós da
Terra acreditamos ser esse sentimento. Estamos tocando em uma ferida muito
profunda da humanidade terrestre e de outras do passado, as quais se deram
conta de que as divindades faziam aquilo que lhes interessava e não aquilo que
acreditávamos ser o amor e a justiça divina.
Essa situação é algo que está diretamente relacionado à disputa de poder
entre as forças de Anhotak e seus seguidores que acabaram por gostar do poder
e da linhagem de escravidão em relação a suas criações. Isso acabaria por gerar
sérias consequências inclusive à Anhotak, pois muitos de seus filhos acabaram
seguindo caminhos totalmente radicais e contrários aos interesses de seu pai e
causaram guerras sem sentido. A linhagem de Anhotak conta com mais de 23 7
seguidores diretos e possuem uma malha que ultrapassa 6.730 seres e comandan-
tes em diversos setores do universo entre 14D e 20D, que geraram seus próprios
planos e projetas sem a autorização do Conselho Evolutivo Ascensional e Cria-
cional Voronandeck, Melchizedeck e Lanonadeck.
Essa ramificação de seres de elevado gradiente de energia possui tecnolo-
gia e conhecimento das matrizes monádicas e da energia umara e morontial den-
tro das mônadas e Eu Sou, permitindo a clonagem estelar de reservas de material
para seus experimentos, mesmo sem a autorização do conselho. Por esse motivo o
abuso de poder acabou tornando-se algo comum nas relações cósmicas e faz parte
dos registras de Havana e de outros setores do Universo.
Com base nesses registras surgem as primeiras clonagens de supramô-
nadas e de mônadas em setores afastados dos conglomerados estelares de vida
tutelados pelo orbe de luz. Surgem assim, os universos experimentais sem luz
e dentro de esferas de isolamento, como barreiras de frequência ou campos de
contenção estelar, onde galáxias inteiras eram inseridas de forma a não serem de-
tectadas pelos orbes de luz. Dessa forma foram formatados os primeiros grupos
de poder das trevas e experimentos de engenharia genética sem autorização, os
que geraram raças e estruturas energéticas de envergadura questionável e peri-
gosas para o bemestar das outras raças. A questão do poder sem controle era
uma das maiores consequências dessas combinações genéricas no campo de
contenção. Manifestou-se assim o poder pelo poder de forma a criar o alto grau
de competitividade.
A competitividade estelar é um gene que foi inserido pela raça reptilia-
na e insectoide devido a diversos fatores naturais dessas espécies em seu grau
de desenvolvimento planetário e de predadores para sobreviverem. Esse gene
foi inserido em algumas espécies da raça adâmica, em alguns setores do Univer-
so, com diferentes gradientes de intensidade e concentração. Justamente para
testar o gene crístico que era parte da pesquisa da maioria dos grupos de poder
;gados às linhagens de Anhotak e de outros seres que acabaram por descender
dessa linhagem.
Os servidores da luz, quando se deram conta do ocorrido, escolheram
aproveitar esses experimentos para realizar um estudo das capacidades da energia
crística em setores isolados, o que viria a dar origem a universos similares a Teta.
O percentual de negatividade e competitividade foi alterado em cada grupo des-
ses universos para realizar um longo estudo das almas e dos grupos monádicos
originais e clonados para saber-se efetivamente o verdadeiro potencial da energia
crística nos níveis de energia abaixo de 12D.
A proposta original desses seres rebeldes, por assim denominá-los, era
saber se realmente um ser com alta dualidade poderia expressar o amor e a re-
denção de Cristo em todos os níveis de energia, e com isso descobrirem os genes
e os respectivos fractais cósmicos de ligação com essa energia que estava além da
estrutura proposta por Anhotak e seus filhos diretos. O que uma parte dos gru-
pos queria era romper o poder da submissão.
Por esse motivo os Anciões de Dias ajudaram-nos para que essa nova
linhagem e possibilidade pudessem ser usadas como meio de estudo para ambos
os lados. A Ordem de Micah aceitou e ajudou nos estudos da potencialidade
de Cristo nos diversos programas cósmicos da energia espiritual nos planos abai-
xo de 12D.
Nesse ponto o jogo de xadrez cósmico começa a ficar complexo e a ter a
participação de um número de seres e egrégoras de diversos pontos do Universo
em vários dos 144 Superuniversos que estão baseados ao redor de Havana. Nesse
ponto as coisas começam a tomar uma envergadura complexa e interessante,
antes mesmo dos Universos estarem totalmente formatados entre 15D e 23D.
Estamos falando de uma época muito anterior à existência do nosso Superuni-
verso Orvoton ser formatado e cristalizado como o é neste momento. As forças
da luz aproveitam as energias das trevas para aprender e criarem mais luz através
do sofrimento e do aprendizado das trevas e dessa forma formata-se a dualidade
que tanto se estuda e buscam-se resposta nas diversas escolas herméticas na Terra.
O início de tudo ocorreu antes da formatação dos Universos e faz parte
de uma constante aprendizagem para ambos os lados. Por essa razão é que não
existe o bem e nem o mal, mas uma complementação de energias e de valores de
aprendizado e de mestria para todas as partes envolvidas.
A partir desse processo, surgem os conselhos cármicos e evolutivos em cada uni-
verso e setor onde se façam necessários para avaliarem o desenvolvimento dos
experimentos setoriais do universo e das mônadas que estão sendo empregadas
nesses projetas em diversos pontos dos Universos. Inicialmente o projeto previa
o estudo na egrégora superior, mas depois foi necessário que a densificaçao para
níveis mais baixos fosse estudada. O que gerou a condição dos Superuniversos
implodirem gravitacionalmente para esferas abaixo de 120, como é o caso dos
que são captados pelos telescópios e sondas espaciais. A codificação do DNA
de um ser não ocorre nas esferas abaixo de 120, mas entre 160 e 250,
nas quais se localizam os fractais das mônadas que sustentam os campos de ener-
gia da Divina Presença e do espírito. Os gradientes de energia passam gradual-
mente para os campos de energia mais baixos até criarem a matéria densificada
como o entendemos.
O colapso gravitacional de cada uma dessas realidades acaba por criar a
realidade logo abaixo da outra. Portanto, o Universo é uma sucessão de degraus
de carga gravitacional. Quando um Universo chega a seu ponto de colapso abre
uma brecha interdimensional para outro Universo ou outra realidade, que é uma
nova constante gravitacional do Universo anterior, que foi ajustado para que no-
vas etapas da evolução se desenvolvessem sistêmicamente nos projetas que forarr
colocados em debate pelo conselho maior.
As formas de vida são selecionadas para que possam desenvolver as sua:
funções e desenvolvimentos de alma em respectivos projetas e sistemas a quc
foram codificados. Essa codificação está diretamente relacionada à carga estrutu·
ral do DNA desde a supramônada e respectivas mônadas que fazem parte dess<
conjunto. Aqui entram os mistérios dos odus estelares e da verdadeira codificaçã<
cósmica de um ser e de sua origem cósmica.
As combinações de orixás e de frequências da divindade estão nesse pro
cesso interdimensional que faz parte dos diferentes componentes do conjunte
desse ser. Esses odus estão diretamente ligados desde a Fonte até a programaçã<
do que denominamos de Eu Sou. O que temos é uma sucessão de codificaçõe
que são ajustadas em conformidade com rodos os processos encarnacionais na
diversas realidades em paralelo que esse ser e suas partículas irão expressar em su
jornada evolutiva.
Esse aspecto vale para rodos no Universo, mesmo para os grupos rebelde
que acabaram entrando nesse sistema. Mesmo quando tentavam manipular d
forma isolada e sem valores éticos os seus experimentos genéticos e centenas d
raças nas diversas dimensões em que eles atuavam, e ainda atuam.
A codificação dos odus faz parte da programação original das altas es-
feras, mas os grupos de Anhotak conseguiram efetuar clonagens e replicantes
desses odus baseando-se nas matrizes de Havona e de outros setores importantes
do Universo através da influência de seres diretamente ligados a Anhotak. Um
desses seres é Satã que representa um alto comandante das esferas rebeldes que
fazem parte da linhagem de criação Lanonadeck Secundária e que utilizou o
nome de Lúcifer como base para manipular informações e códigos da criação em
outros universos. O mesmo foi feito na Via Láctea nos últimos 7 bilhões de anos,
lembrando que estamos falando de realidades paralelas e fora do fluxo linear de
tempo terreno.
Esses grupos de experiência com elevado grau de dualidade na busca da
compreensão do poder do Cristo na malha fractal do genoma de milhares de
raças criaram um movimento evolutivo em todos os universos. Mesmo os grupos
negativos acabaram contribuindo para que novas raças e novas fronteiras do es-
paço interdimensional fossem gradativamente colonizadas e atingidas pela luz de
Cristo em diversas modalidades.
Essa energia acabou interagindo com milhares de formas de vida e de
realidade sem que eles tivessem realmente percebido o que estava ocorrendo nas
respectivas transformações da psique de cada raça e deles próprios, que acabavam
sendo contaminados pela frequência da energia crística universal. A malha de
Cristo passou a codificar-se em todo o Universo de forma a gerenciar uma nova
forma de vida e de capacitação sensorial em diversos seres que seriam posterior-
mente coroados com a representação de arcanjos. Os que passariam a avaliar e
estudar o processo evolutivo e o desenvolvimento de cada setor em relação aos
experimentos cósmicos e estelares.
Nesse movimento a dualidade passou a ser um aspecto de evolução para
ambos os lados de forma a que a energia de Cristo pudesse entrar em todas as
formas de vida do Universo.
A questão temporal é outro assunto, pois em muitos aspectos o processo
passou a ser codificado em linhas de tempo muito longo em relação à durabili-
dade de cada raça, fazendo com que muitas passassem de uma dimensão a outra
para dar continuidade ao seu processo pessoal de evolução ou mesmo em con-
junto racial planetário. Isso ocorreu com centenas de milhares de formas de vida
em todos os universos, onde alguns elevavam a sua potencialidade dimensional
e outros a diminuíam de forma a poderem entrar na fisicalidade relativa de seu
antigo patamar dimensional.
Devido a esse processo o genoma universal foi adaptado a cada realidade
em paralelo e a cada etapa respectiva dessas raças e do processo no desenvolvi-
mento da psique da alma para que os grupos monádicos pudessem interagir entre
si e entre as linhas temporais e as realidades paralelas para efetuar a troca de valo-
res e de experiências. Quando essa situação ficou demonstrada para todos os gru-
pos de poder, Anhotak e seus seguidores criaram outro conselho de estudos que
iria trabalhar em paralelo às hierarquias de Anciões e de Arcanjos para poderem
avaliar realmente o processo monádico que estava sendo gerido pelos dois grupos
de poder. Além de efetuar a melhor avaliação possível do processo evolutivo e do
desenvolvimento das emoções e da racionalidade de cada grupo de poder e dos
respectivos experimentos estelares.
Notem que a dualidade se manteve, mas ocorreu uma união de inte-
resses, pois a nova realidade dentro do processo monádico estava gerando uma
configuração da criação que nunca tinha sido experienciada dessa forma. Com
isso a nova geometria sagrada do Universo começou a formatar-se e a propagar-se
criando novos códigos no Universo e na própria Fonte Primordial.
A matriz universal do genoma adâmico passou por várias mutações e
adaptações para poder atender a muitas raças e intercâmbios genéticos para ex-
pressar essa nova matriz de Cristo com outros irmãos, que eram mais antigos e
que não a possuíam em seu genoma original. Isso gerou a ramificação da forma
humanoide no Universo, em centenas de milhares de formas de vida, muitas das
quais não se tem conhecimento através das canalizações.
As raças reptilianas e insecroides foram as primeiras a efetuar o intercâm-
bio genético com o adâmico no passado, posteriormente foram as raças aquáticas
e outras formas de vida etéreas e energéticas, ainda em patamares acima de 12D.
Com o tempo esses experimentos iriam ser inseridos abaixo dessa frequência, no
que poderíamos chamar de fisicalidade. Essa fisicalidade corresponde justamente
às frequências dos universos de dualidade como é o exemplo do Universo Teta do
qual a Terra faz parte.
Cada universo local passou a adotar seu equivalente a Teta em seus res-
pectivos programas de evolução e de pesquisa, para poder gerar uma nova condi-
cão de estudos perante o conselho e poder gerar um equilíbrio com a dualidade e
diminuir os confrontos que ocorreram em inúmeros setores do Universo. Todas
as formas de vida queriam a capacidade e a oportunidade de possuir o genoma
de Cristo e do amor incondicional em sua linhagem evolutiva e mesmo aqueles
que eram contra acabaram por entender que isso era uma nova etapa. Ainda hoje
existem grupos que não aceitam essa energia e são os falsos deuses do passado
universal e da humanidade da Terra.
O genoma estelar passou por muitas fases de mutação e de alteração nos
respectivos grupos de poder, muitos dos quais passaram a ser seres confedera-
dos no decorrer de seu próprio processo pessoal. Isso gerou grupos de apoio ao
direcionamento da energia crística e posteriormente à energia Mahatma para
o Universo e para os respectivos grupos de poder e de treinamento criacional.
Nesse momento a Ordem Voronandeck e a Melchizedeck desenvolveram um
importante papel na programação, nas especificações criacionais e na ética da
criação baseando-se no acúmulo de experiências já adquiridas no decorrer de
milhões de éons durante esse processo de confronto entre as duas linhas de poder
e de entendimento da criação e do processo que cada grupo teria que passar.
Esse confronto gerou uma nova e terceira condição de que novas for-
mas de vida e de aprendizado passariam a ser codificadas para outros universos
sob novos parâmetros. Quando a densificação de parte do Universo começou a
ser manifestada, cada grupo criador e Filho Paradisíaco, gerou o seu respectivo
ponto de criação e solicitou aos respectivos grupos do Conselho Voronandeck e
Melchizedeck uma nova programação para seus universos.
A linhagem Melchizedeck ficou com o encargo de gerar o aprendizado
e as leis universais da vida, assim como a ligação com a divindade e com a parte
superior das mônadas e a filosofia universal. A Ordem Voronandeck, passou a ser
a criadora dos projetas de criação do Universo e da codificação dos odus univer-
sais e do próprio espaço sideral dos Superuniversos para permitir que uma nova
consciência pudesse ocupar os universos através das diversas mônadas que são
criadas pela Ordem Voronandeck, e assim pudessem atender às solicitações dos
diversos conselhos e aos da Ordem Melchizedeck.
Essas duas ordens trabalham mutuamente em diferentes gradientes
de energia, mas interligadas para que o propósito divino possa manifestar-se
nas respectivas etapas de energia pessoal de cada grupo estelar e psíquico da alma
do todo. Essa alma do todo representa o foco de união dos conjuntos supramo-
nádicos de cada Universo local e dos respectivos grupos de comando e de poder
da criação.
Toda a malha da criação está diretamente interligada. Mesmo nos dife-
rentes gradientes de dualidade de um universo e de seus respectivos filhos. Todos
estão ligados a uma enorme malha de energia similar à rede da internet para
efetuar uma comparação simplificada. A malha da criação está diretamente li-
gada aos logos estelares e estes, por sua vez, a um grupo de distintos conselhos
criacionais que em conjunto organizam o processo da vida e das decisões e das
pesquisas em cada universo. Cada grupo monádico é sustentado nesse conjunto.
Dele partem os respectivos filamentos que passam a ser os Eu Sou dos quais os
fragmentos (almas) ramificam-se para a vida nas diversas realidades do universo
e da forma cósmica que se deseja estudar ou experimentar.
Esses logos estelares representam centros de controle e de estudo do
processo evolutivo de cada grupo de filamentos e de seus respectivos centros
monádicos. Eles representam um conselho equivalente ao Conselho Cármico,
que estuda o desenvolvimento de cada partícula divina em seus experimentos.
Essa ligação é efetuada através da malha de corpos sutis que cada raça possui.
As diversas combinações de genomas realizaram um aumento e uma equivalên-
cia de frequências corporais entre muitas raças, mas nem sempre foi conseguido
efetuar a equivalência do fractal adâmico com mais de 3.60012 dentro da malha
dos 144 Superuniversos.
Esse fractal adâmico é único nessa configuração e permite que os outros
fractais sejam absorvidos por eles, além de serem elevados a um patamar superior
de energia e de consciência cósmica para cada partícula envolvida. A diversida-
de de frequências do fractal adâmico é um dos maiores mistérios que as outras
raças buscam estudar e acoplar a seu genoma. Isso fez com que as mônadas e as
supramônadas entrassem em constame poder associativo de imercâmbio para
que ocorresse uma absorção parcial desse fracral para a evolução do conjunto de
almas envolvidas nos projetos de cada grupo. Por essa razão que abusos de poder
e manipulações genéticas foram permitidas pelo conselho, pois existem diretrizes
que estão acima do conceito de bem e de mal.
Um dos mistérios de Lira e do setor de Vega ocorreu quando Satã criou
um experimento não autorizado entre o genoma de draconianos e de humanos
de Lira. Esse foi o início de uma longa história de guerra racial que até o momen-
ro atual representa uma disputa de poder racial e político no quadrame estelar no
qual a Terra está direrameme envolvida.
Lira e Vega - A linhagem inicial

O setor de Lira representava um ponto de intercâmbio energenco e


dimensional ideal para o projeto de inserir códigos adâmicos entre 70 e nas
respectivas oscilações de frequência a partir desse foco. Foram escolhidos dois
mundos para o projeto adâmico e um para um projeto draconiano. Portanto,
estamos falando de três mundos habitados entre a energia de 50 a 70, nos quais
seriam inseridos pela primeira vez códigos e genomas de raças que só existiam em
patamares sutis.
As condições energéticas e geológicas dos planetas de Vega não permi-
tiam, na ocasião, a vida em frequências mais baixas, por isso a energia de 70 foi
a escolhida, por ser a que melhor atendia às condições inicialmente requeridas
paraas formas adâmica humana e humanoide. Gradualmente o processo do ex-
perimento iria gerar a vida em frequências mais baixas, até se chegar ao patamar
de 40, que era o foco real dessa experiência. No entanto, o foco draconiano exis-
tente não estava inserido nos interesses diretos da raça adâmica. Era uma questão
que poderia gerar a condição de intercâmbio genético entre as realidades futuras
e paralelas entre 50 e 60.
Inicialmente esse experimento sugerido por Lúcifer e por outro grupo de
seres foi recusado porque não estava estabilizado o potencial da raça adâmica na
Via Láctea.
Um dos planetas possui a matriz draconiana de uma raça direta de
reptilianos já com conformação humanoide. Já possuíam alguns genomas de ou-
tros universos, que tinham sido combinados com o genoma adâmico. Eram seres
reptilianos eretos com braços e pernas, mas ainda possuíam cauda com cerca
de 4 metros para o padrão humano. O seu processo foi totalmente controlado
c manipulado para acelerar o desenvolvimento de sua psique e da consciência
individual, não passando pela consciência grupal, como é comum em muitos
grupos reptilianos.
O outro planeta intermediário denominado Ária seria a base criacional
e de adaptação do genoma adâmico original de Salvingtón de Nebadon, susten-
tado pela energia de Micah e de seu grupo de pesquisadores. Esse mundo, nas
energias de 70, representava um paraíso equivalente à Terra na sua biodiversi-
dade, além da ligação direta com Salvingtón através de inúmeros portais. Era
especificamente um planeta artificial que foi constituído para gerenciar uma nova
proposta de vida.
O outro planeta denominado Ápice seria a base humanoide de seres hu-
manos com uma leve mudança estrutural que tinha recebido o genoma de seres
alados e de reptilianos em outros universos, mas com forma humana. Esses seres
viriam a ser denominados depois da guerra com os dracos de Zeta Reticullis.
Originalmente eram humanos com um genoma diferenciado, mas faziam parte
de um experimento importante, pois tinham sido os primeiros a receber a com-
binação direta entre 12D a 15D de três distintos genomas entre humanos, répteis
e insectoides, dando preferência à mônada humana.
Essa raça já estava sendo testada em outros universos entre linhas de ener-
gia de 12D a 15D de forma bem equilibrada mas não tinha sido colocada em
uma egrégora tão densa como era a proposta em 7D e eventualmente em realida-
des de 4D ou mais baixas. Foram necessários cerca de 1,2 milhões de anos para
consolidar o projeto de colocar a raça adâmica nesse planeta com todas as condi-
ções genéticas e supramonádicas autossustentáveis. Era a primeira vez que uma
mônada iria entrar em frequências tão baixas e expressar a vida. Nesse momento
surgiu a codificação de outros corpos sutis menores e da linhagem dos corpos
planetários que toda forma de vida necessita para poder manter a ligação com os
planos sutis de seu espírito.
Esse mundo, por ser um gigante gasoso similar a Júpiter do ponto de
vista terrestre de 3D, necessitou de muitos anos para sustentar vida na energia de
7D por ser muito quentes e possuir condições similares às estrelas na interação
energética. Por esse motivo foram a base para inserir as matrizes fractais do geno-
ma de quase todas as raças nas esferas acima de 7D. As matrizes fractais da vida
não são fabricadas apenas na estrutura básica de 8D, mas além disso, entre 15D e
20D, de onde a estrutura das trocas entre as mônadas e os seus fractais sustentam
a ligação com as diferentes matrizes do Universo. Nesse aspecto, a vida começa a
desenvolver um processo interno de adaptação às novas frequências e aos novos
corpos que estão sendo sustentados e criados pela malha criacional de cada pla-
neta. Lembrando que cada proposta planetária gera as respectivas condições de
corpos sutis para que a vida possa manifestar-se.
A vida no que se pode definir como 7D é material, mas não possui a
mesma densidade eletromagnética da nossa realidade física de 3D a 4D. A fi-
sicalidade é uma condição direta do plano energético, no qual o ser se localiza,
mas não do ponto de vista de onde ele é encontrado ou supostamente habita. Os
seres de cada plano dimensional tocam-se entre eles, mas para a nossa realidade e
densidade molecular eles são espíritos invisíveis.
O nosso referencial dimensional é falho e incorreto. E por esse motivo
acredita-se que os planetas encontrados não tenham condição de abrigar seres
humanos. Nas nossas condições e crenças eles podem ser vazios e sem vida, mas
em outros planos a vida existe, da mesma forma que a vida dos espíritos das pes-
soas que já partiram das nossas vidas físicas. Lembrem-se das colônias espirituais
etéreas que existem na Terra e que muitas pessoas têm contato.
O que pode-se diferenciar de um plano para o outro é apenas a energia
vibracional e a tecnologia que cada uma dessas realidades emprega. Aqui reside
um fator importante de diferença entre cada dimensão, pois alguns confundem
isso com evolução espiritual. A evolução tecnológica não tem relação com a evo-
lução espiritual, pode existir um paralelo, mas nem todas as raças empregam isso
em harmonia.
Muitas das raças dos falsos deuses utilizaram a tecnologia de forma ne-
gativa, e com isso acabaram por qualificarem-se como renegados e anjos caídos.
Existe uma grande diferença entre tecnologia e sabedoria. Nem todas as raças
estelares de Teta e dos universos equivalentes possuem maturidade para empregar
a sua tecnologia de forma harmônica. Existem muitos exemplos disso e a própria
história terrena demonstra-o. Se avaliarem pelo efeito de ressonância cósmica o
que a Terra e a humanidade estão vivenciando, é um reflexo de realidades parale-
las das guerras estelares do passado e das realidades que cada um sustenta.
Cada realidade dimensional é um universo paralelo, no qual a alma se
manifesta, são os diferentes ciclos encarnacionais nos quais os fragmentos do Eu
Sou ramificam-se para desenvolver as respectivas experiências de vida e de apren-
dizado. Esse aprendizado compreende o poder de criar cada realidade através de
sua alma e de sua vontade. Cocriar é uma das condições que todas as formas de
vida buscam, pois estão a cada momento criando e realizando coisas que refletem
o seu processo de crescimento e aprendizado pessoal e espiritual.
O processo evolutivo da raça adâmica de Ária ocorreu sem maiores in-
cidentes, pois foi tutelado e acompanhado de perto em suas etapas pelo orbe
superior. Além disso, tratava-se de uma raça pura ariana que possuía ligaçáo di-
reta com o fractal primordial da raça adâmica desde Havona, o que significava
inserir uma semente nova na Via Láctea para futuros genomas que estavam em
planejamento. Esses outros genomas estavam direcionados para o sistema de Ca-
nopus e de Sírios, de forma a gerar uma elite de adâmicos para dar sustentação ao
plano em Teta.
O projeto previa um profundo ancoramento desse genoma para geren-
ciar entre 30 e 120 toda a nova linhagem de seres que já tinham encarnado em
outras esferas, partindo das mônadas que já tinham vivenciado realidades acima
de 130. Assim, ele estava direcionado para inserir o projeto crístico adâmico
de forma a dar suporte às outras raças que viriam pelo processo de clonagem de
mônadas por parte de Satã e seus seguidores. Na verdade já se sabia parte do seu
plano, o próprio Anhotak tinha dado informações quanto a essa intenção, para
realizar uma nova leva de experiências com essa matriz.
A espécie ariana de Lira ou de Ária apresentava originalmente em sua
estrutura de 70 uma altura média de 2,30 mts., tendo pessoas que chegavam a
cerca de 4 mts. Essas mutações eram devido à adaptação telúrica de seus corpos,
mas com o tempo eles ficavam entre a faixa de 2,15mts. a 2,35mts. de altura.
Eram loiros de olhos e pele claros. Entretanto, muitas vezes a pele era escurecida
pelo efeito da radiação solar. O seu nível intelectual era bem elevado e possuíam
a diretriz emocional bem desenvolvida. A sua civilização baseava-se em um grupo
de governo centralizado que possuía dons telepáticos para manter o equilíbrio do
desenvolvimento tecnológico e emocional de seus membros.
Toda a comunidade, apesar de possuírem a consciência individual, tinha
um efeito telepático conjunto com esse grupo de liderança que equivalia a um
conselho central governamental. O desenvolvimento tecnológico foi ampliado
no decorrer do seu desenvolvimento emocional e com o suporte do orbe externo.
Inicialmente eles possuíam uma ligação forte com a natureza e com as realida-
des de outros mundos e dimensões estelares. Sabiam utilizar os portais cósmicos
de forma a manter a comunicação com os outros planos e tinham noção
de suas realidades paralelas em planos superiores, devido a tratar-se de uma
primeira linhagem.
Todas as mônadas que participaram dessa primeira mônada estavam di-
retamente ligadas a processos ascensionais bem centrados e de orbes além de
150, o que lhes permitia gerar matrizes criacionais equilibradas. Com o decorrer
do tempo as novas linhagens passaram a ser criadas e a estabilizar o processo
cultural dos lirianos de Ária de forma a criar uma civilização estável e centrada
nas capacidades do mental e do emocional. Quando essa civilização atingiu o
seu apogeu cultural teve seus genomas raptado por grupos clandestinos de Satã,
gerando um programa paralelo que não estava autorizado.
Satã raptou pelo processo de abdução cerca de 300 exemplares de huma-
nos e utilizou o seu DNA em experiências com os reptilianos do planeta mais
próximo da estrela de Vega, criando com isso a primeira versão do que é denomi-
nado de Draco. Os dracos possuíam um DNA 50% reptiliano e 50% humano.
Surge assim a nova raça matriz entre humanos e reptilianos entre 6D e 7D, raça
essa que viria com o tempo a ter representações em 3D nas sucessivas mutações
e manipulações genéticas que foram inseridas dentro do processo estrutural de
cada parte do projeto.
A primeira mutação genética do híbrido Draco apresentou características
interessantes por ser um humanoide bem formado com pele de réptil e estrutu-
ra craniana humana, mas com todos os aspectos e instintos reptilianos. Foram
necessários 500 mil anos de pesquisa para poderem chegar a um exemplar não
híbrido capacitado a reproduzir-se sexualmente como a forma humana adâmica.
Os primeiros projetas dos dracos eram hermafrodites e outros assexuadas. Ocor-
reram várias falhas no processo e muitas mudanças de genoma para conseguirem
adaptar-se.
Quando o processo estabilizou-se o draco possuía cerca de 67% de geno-
ma humano em relação ao reptiliano. Posteriormente, esse processo evolui para
mutações e aperfeiçoamentos nos quais a herança adâmica passou a manifestar-se
de forma acentuada. Essa raça mista de Vega seria a base da raça semita do povo
judeu da Terra. Naquele momento começa uma das maiores questões raciais e
guerras políticas do quadrante interno de Orionis. A raça adâmica de Lira nunca
aceitou os seus meio irmãos dracos e isso gerou uma guerra e disputa de poder
sem precedentes.
Os seres de Ária eram pacíficos, enquanto seus vizinhos dracos tinham
o gcnoma da guerra e do aspecto de predadores naturais dos reptilianos, sendo
assim, por natureza, uma raça guerreira e conquistadora. Como receberam ajuda
e manipulação excessiva, o gradiente tecnológico e cultural deles foi forçado ao
máximo para que pudessem acelerar o desenvolvimento tecnológico em relação
a seus vizinhos e colocá-los em condições de confronto e de conquista. Os pri-
meiros inimigos diretos desses dracos foram os apicianos do terceiro planeta, que
já tinham um elevado grau de tecnologia no setor biogenético e nas questões de
propulsão primária de naves. Os arianos estavam mais ligados ao poder do espíri-
to e não ofereciam risco imediato aos interesses de Satã e de Asmodeus, que eram
os regentes desse projeto clandestino.
Gradativamente Satã e Asmodeus criaram situações para testar seus filhos
e sua nova condição psíquica, na qual eles podiam prever as condições emocio-
nais de um ser humano e ainda manter as condições físicas e o instinto de auto-
preservação dos reptilianos. Através de muita ajuda e de intrantes eles elevaram o
poder tecnológico dos dracos em tempo recorde e colocaram-nos em condições
de superar aos seus vizinhos.
Ao perceber isso a hierarquia superior ativou os arcanjos responsáveis, e
verificou a sua negligência no que dizia respeito às atividades de Satã e do grupo
que deveria estar sob a orientação de Lúcifer. Como tinha sido dado o nome
de Lúcifer, rodos os grupos de segurança não deram importância e permitiram
a abertura para que os experimentos fossem realizados sem uma investigação.
Neste local existem registras falhos e indícios de corrupção passiva em seres da
Federação lnterdimensional e da própria Confederação Intergaláctica.
Quando se deram conta do ocorrido, o poder bélico e mental dos dracos
já era superior ao dos seus vizinhos e eles tinham intenções de conquistar e de
ocupar os mundos de seus vizinhos e criar um pequeno império colonial. Nesse
momento tem início a grande problemática cultural dos arianos e a raiva e a alta
competitividade com eles, pois foram invadidos pelos dracos e só receberam aju-
da após os primeiros confrontos que levaram à morte de milhares de seres.
O ódio que os arianos de Ária desenvolveram em relação a rodas as for-
mas de seres descendentes dos reptilianos iniciou naquela época. O genoma hu-
mano passa a ter medo dos répteis nesse processo. O mesmo viria a ocorrer muito
tempo depois com relação aos insetos.
O ataque dos dracos ao planeta Ária foi selvagem e inesperado, pois o de-
senvolvimento técnico dos arianos colocava-os em contaro com outras realidades
paralelas através de seus portais, mas eles tinham pouco interesse no espaço e nos
mundos vizinhos, estavam envolvidos com o crescimento interno e espiritual. A
sua racionalidade dizia-lhes que não existia sentido em ataques ou conquistas.
Por essa razão eles nunca se preocuparam em expandir a tecnologia espacial,
o que seus vizinhos vinham desenvolvendo com mais interesse. Eles possuíam
sondas espaciais e sistemas de telescópios, tinham percebido o desenvolvimento
de seus vizinhos de forma superficial e não acreditavam em ataques ou invasões,
pois existiam outros planetas na órbita de Vega e nas outras estrelas.
Por parte de seus sensitivos, eles sabiam que as abduções do passado
tinham relação com experimentos genéticos, mas não sabiam que esses experi-
mentos tinham sido efetuados no próprio sistema deles. Eles estavam mais en-
volvidos com o crescimento de seu desenvolvimento intelectual e racional na
lógica matemática, pois desenvolviam tecnologia de interdimensionalidade entre
os portais e o espírito. Estavam aprendendo a utilizar seus outros corpos e a de-
senvolver pesquisas entre as outras dimensões acima e abaixo deles. Dessa forma,
eles passaram a vivenciar outras realidades e deram mais atenção a essas outras
realidades que à própria.
Isso permitiu que os dracos aproximassem-se com facilidade de seu mun-
do e instalassem bases secretas para estudar os arianos, e aos poucos tentassem
apoderar-se de seu mundo. Em paralelo, o planeta Ápice já tinha sido sondado
pelos dracos e já existiam conflitos políticos e militares de pequena ordem, pois a
tecnologia dos apicianos era compatível com a draco e eles possuíam um intelec-
to muito desenvolvido e alta capacidade de reatividade. Além disso, seus recursos
naturais permitia-lhes uma riqueza de material e tecnologia que fazia frente à
tecnologia doada por Satã aos seus filhos dracos.
Os arcanjos responsáveis pelo setor deram suporte técnico aos seres de
Ápice e de Ária aos perceberem a chegada e a invasão dos dracos. Foram coloca-
dos nos portais de Ária instrumentos e instruções de defesa de como combater
um eventual ataque por parte dos dracos. Mas isso só seria levado a sério pela
população quando o primeiro ataque foi efetivado matando cerca de 350 mil
pessoas na destruição de uma cidade do continente central de Ária.
Somente depois desse fato foi que os arianos deram atenção aos avisos
sensoriais e de seus colaboradores das outras dimensões. Com isso uma forte e
importante corrida tecnológica desenvolveu-se na sociedade ariana e assim des-
pertou-se o poder de combate e a competividade, algo que eles não possuíam.
Por outro lado, os apicianos viriam a receber ajuda direta com naves da
Confederação e de outros grupos estelares de Andrómeda e da galáxia de Adoran,
que é uma das vizinhas fora do quadrante de Teta e representa uma galáxia saté-
lite de observação dos mundos de dualidade de Teta. A partir da frota e da tec-
nologia dos filhos de Adoran, os filhos de Ápice receberam ajuda e entendimento
da envergadura do problema, uma vez que também eram seres de uma genética
primordial e primária que tinha sido, pela primeira vez, inseridos na realidade
dimensional de 7D.
O seu envolvimento na pesquisa genética foi uma questão direta, pois
ao aprisionarem alguns dracos em combate, deram início à pesquisa dos genes
desses seres e descobriram a origem ariana e a mescla com três ramificações repti-
lianas distintas, que eram originárias do setor de Rígel de Órion. Na ocasião esse
setor era o centro de poder do Império Reptiliano de Satã e de seus seguidores, o
que viria muito tempo depois a ser denominado de Império de Rígel ou Império
de Órion.
As frotas de Adoran e de Andrômeda assentaram-se em Ápice e passaram
a dar suporte a Ária, criando um bloqueio direto às naves e às investidas dos
dracos. No entanto, isso fez com que alguns grupos de Rígel enviassem suas
armadas para dar suporte técnico e moral às frotas iniciantes de dracos. Nesse
momento da história de Vega perde-se a linha do raciocínio de uma invasão
simples de poder e passa-se para o poder pelo poder, para mostrar força e poten-
cial de destruição e de ódio. Isso viria a gerar a profunda aversão por parte dos
humanos a outras formas de vida, algo que ficou no que poderia ser denominado
de inconsciente coletivo da humanidade, e que viria a ser passado geneticamente
de geração para geração.
A raça draco passaria por muitas mutações e aperfeiçoamento dando
origem ao que se denomina raça semita. Ela, por sua vez, também foi vítima
de um experimento, que inicialmente não tinha sido autorizado, mas que re-
cebeu ajuda para poder levar a bom termo todo o investimento que tinha sido
realizado nessa matriz. Já existiam em ouuos universos matrizes equivalentes a
essa mistura racial, mas todas entre 12D e 15D. Era a primeira vez que essa raça
e estrutura passava a viver entre 6D e 7D. Com um grande potencial para ser co-
locada emre 3D e 4D. Por essa razão foi permitido, sem que as lideranças locais
tivessem conhecimento.
O que foi colocado como negligência da parte de Lúcifer no seu coman-
do era um plano de ordem superior que tinha sido traçado e que estava fora da
visão dos líderes políticos e dos elohins guardiões do setor de Lira e de outros.
Por essa razão é que tinham sido enviadas matrizes para Canopus e Sírios, para
poder manter o genoma ariano puro e livre dessa eventual invasão que tinha sido
prevista pelos Anciões de Dias de Teta.
Podemos notar que existia um plano de ordem superior que estava
delineado além de 20D e do qual as outras esferas de liderança não tinham co-
nhecimento ou acesso. Podemos inclusive questionar a corrupção de muitos
dos seres que faziam parte desse projeto. Tudo tinha sido planejado de uma for-
ma direta através de artifícios obscuros do aprendizado das almas e dos grupos
maiores envolvidos.
A raça ariana tinha que ser a base da raça draco que viria a ser a raça se-
mita. Estava previsto nas esferas maiores, mas no conflito o que se criou foi raiva
e racismo sem precedentes. A guerra entre arianos e judeus é algo que se iniciou
em Vega e prolongou-se por muitos sistemas estelares, inclusive em Plêiade, onde
ambas as raças iriam refugiar-se para criarem uma nova sociedade. As sociedades
ariana e semita evoluíram em diferentes patamares frequênciais de densidade
do Universo Teta, mas acabaram encontrando-se em determinados momentos
retomando as disputas de poder e guerras. Essas guerras foram levadas às colô-
nias para o desenvolvimento tecnológico em muitos pontos, classificando assim
a formação de impérios da humanidade.
Os jogos estelares de ordem maior já tinham definido o intercâmbio ge-
nético entre répteis, humanos e outras formas de vida para poder inserir a estru-
tura da chama trina nas outras formas de vida e potencializar o que viria a ser a
manifestação da consciência crística, búdica e mahatma nos diferentes aspectos
da vida e diferentes bioquímicas que estavam sendo testados.
A maior parte dos manipuladores genéticos da Ordem Lanonadeck não
tinha acesso a essas informações e não sabiam o que realmente estava sendo cria-
do e programado pelo orbe superior. Não é possível falar-se em culpa ou respon-
sáveis pelo projeto draco, pois isso partiu de uma dimensão e proposta da alta
esfera criacional de Nebadon e de Orvotón. Essa codificação trina é a base do
triângulo equilátero que é a verdadeira estrutura fractal da chama trina.
A chama trina é um foco importante nas trocas de informações entre os
corpos sutis e a regência monádica de todas as formas de vida, pois nela existe
uma codificação de energias e de aspectos do experimento emocional e mental
na troca de material genético das diferentes raças. Queremos que entendam que
o intuito maior reside na evolução de todas as formas de vida, o que dentro da
linha temporal terrestre leva alguns milhões de anos, mas na linha de tempo dos
criadores maiores são frações de tempo pequenas em relação ao Universo. Portan-
to, o que relatamos aqui tem a condição de ajudá-los a despertarem e entenderem
o que existe dentro do processo colonial e das guerras e disputas de poder.
Todas as raças do Universo têm a capacidade de cocriar. Isso significa a
capacidade de inventar. De optar por uma capacitação dentro das escolhas do
que até o momento acham que é o livre arbítrio. Coloco assim porque temos
sido enganados em relação a muitas coisas, e dentre elas, o que realmente é o livre
arbítrio e a capacidade de cocriar. Geram formas pensamento e sentimentos, o
que é uma resposta às nossas emoções e às respectivas reações bioquímicas que
isso representa. Cada um é responsável pelas suas emoções?
De certa forma não, pois elas possuem relação com as codificações dos
contratos e crenças. Aqui entramos na Matriz de Controle e na programação do
genoma a raça humana vem sofrendo desde a formatação das combinações mo-
nádicas que foram feitas pelo orbe maior. Iremos aprofundar mais essa questão
para que vocês possam entender a envergadura do que realmente ocorreu com as
trocas de genomas entre as diferentes raças e com o surgimento da espécie huma-
na em Teta.
Teta é um Universo de livre arbítrio, embora possuímos isso dentro de
cada um, a capacidade de optar por fazer o "certo" ou o "errado". Mas que é
na verdade a escolha de cocriar de forma harmônica ou desarmônica. Este é o
significado para livre arbítrio. Entendendo isso vocês poderão entender melhor
a problemática que trataremos neste livro relativa aos comandos estelares e à co-
lonização de diversos mundos, dentre eles a Terra.
A partir desses parâmetros vocês iniciam uma jornada no que vem a ser
a formatação das posições raciais e dos impérios estelares em Teta entre o que
erroneamente denominamos de bem e mal. Conceitos que serão alterados e har-
monizados ao perceberem o que realmente ocorreu com todas as partes envol-
vidas na guerra pelo poder e pela ilusão que cada grupo adorou conforme sua
percepção de livre arbítrio.
O planeta Ária tinha sido artificialmente preparado para dar seguimen-
to a várias gerações de humanos da espécie ariana entre 3D e 7D, sendo que a
disposição disso estava sustentada em planos paralelos da administração serorial
do Universo de Teta. Todos os preparativos tinham sido gerados na capital Sal-
vingtón de Nebadon, e em parte transladados para Teta em Jerusém. Entretanto,
a maior parte dos registras e projetas foi codificada e escondida de maneira que
mesmo o alto escalão administrativo de Teta não tivesse acesso direto às infor-
mações que previam o intercâmbio não autorizado de material genético entre os
genomas disponibilizados de Teta.
Os projetas estavam baseados em experiências em outros universos e em
linhas paralelas que já tinham dado resultado, mas com índices de negatividade
. : dualidade totalmente diferenciados, os quais não estavam na estrutura desejada
para Teta. Assim receberiam novos aspectos e codificações, que fossem de interes-
se dos grupos aparentemente renegados. Os pesquisadores de outros universos,
que tinham interesse em gerar experiências não autorizadas, receberam a autori-
zação para usar determinados setores internos de Teta com suas 21 galáxias para
criarem projetas e extrapolar as normas e capacidades criacionais.
Em Teta, além das 21 galáxias encontram-se outros setores criacionais e
universos internos, totalizando um setor de 212 galáxias entre as 12 dimensões e
os universos internos no quadrante denominado Teta Maior. Foram permitidas
experiências e atividades fora da normalidade estrutural dos outros universos. O
planeta Ária tinha nessas condições importantes requisitos para todos os outros
setores, que foram copiados e sustentados em cada um dos 212 setores galácticos
e em planos dimensionais diferentes. Entre 4D e 7D a sustentação de projetas
equivalentes à raça adâmica para verificar o processo de desenvolvimento gené-
tico e psíquico dos grupos de mônadas e almas que tinham sido convidados a
participar da nova proposta criacional e das experiências evolutivas.
A codificação do livre arbítrio foi um dos fatores preponderantes que foi
extrapolado na nova codificação, além de um excesso de dualidade e competitivi-
dade. Esses genes foram inseridos em diversos grupos de genoma no Universo de
Teta, o que viria a gerar uma nova psique das almas que estavam sob formas de
vida regidas por essa proposta. Cada grupo de mônadas e suas respectivas almas
estavam dentro de uma codificação experimental entre 8D e 12D, sendo que a
parte mais densa ficava na frequência de 8D a 1OD e os patamares acima estavam
ligados à administração dos patamares inferiores. No entanto, toda a estrutura
era sustentada e controlada a partir da frequência de 13D, que não interage dire-
tamente com 12D, mas possui acesso a essa.
Dessa forma os grupos monádicos tinham desde seus focos de 15D ou
acima deles funis ou buracos negros de interligação, para que através da carga
gravitacional houvesse o intercâmbio com os grupos monádicos menores dentre
10D a 12D. Esses grupos menores são os que sustentam o projeto e o manan-
cial de almas da maior parte das almas que residem em Teta. Na medida do que
pode ser classificado como Eu Sou podemos expor que esses grupos de 1OD a
12D representam o foco dessa expressão, mas que ela é apenas uma parte de algo
maior que é o restante da mônada estrutural acima dessa frequência.
• Constelação de Áquila

Estrela Raça Dimensão


Altair Humanos Negros SD
Humanos Caucasianos 5D
Alshain Humano Asiático 4D

Esta constelação também apresenta importantes fatos no decorrer da evo-


lução da espécie humana na galáxia, tendo recebido exilados de Lira, que deram
origem a uma parte da linhagem da raça negra adâmica. Inicialmente existe uma
interessante situação no núcleo dessa constelação, entre a estrela de Altair e a de
Tarazed fica localizada uma fenda dimensional que dá acesso a um bolsão similar
a uma bolha dakar. Porém, naturalmente criada pela própria carga gravitacional
da Via Láctea, onde os seres que fugiram do contexto político e do conflito entre
a Supraconfederação e os Xopatz em Lira vivenciaram.
Com a ajuda dos arcanjos Sandalfon e Gabriel foi proporcionado um
êxodo e exílio equilibrado para muitas raças dissidentes da guerra que Yaslon Yas
estava liderando como almirante da Supraconfederação. A qual era para afastar o
poder dos Xopatz na Via Láctea e em Andrômeda. Com a ajuda de Metrom foi
estabilizada a constante temporal do contínuo espaço tempo de Áquila para sus-
tentar a vida entre 4D e 6D. A presença do almirante Yaslon Yas e de sua equipe
na galáxia data desde a origem do conflito direto entre Xopatz e o aprisionamen-
to das raças e genomas dos Filhos Paradisíacos em Teta, sendo que em Andrôme-
da e na Via Láctea ocorreu a necessidade de plasmar a sua energia de 13D a 15D
para patamares abaixo de 9D, justamente para confrontar e inviabilizar parte dos
projetos dos Xopatz e da energia do Anticristo.
A constelação deÁquila acabou sendo um ponto de referência para a evo-
lução com dualidade, porém equilibrada e sob a constante presença de Sandalfon
e de outros membros da Confederação que passaram a encarnar nas principais ra-
ças. Forçando a evolução e o despertar, no qual, mais uma vez, os representantes
confederados e a não confederação em conjunto ajudaram a salvar raças inteiras
do extermínio e perseguição dos Xopatz e do Anticristo.
Saliento que os acontecimentos relatados de cada uma das constelações
relacionadas neste livro ocorreram em um tempo relativo ao processo evolutivo
geológico de cada planeta.
Altair e seus mundos estão em contaro com os membros da raça humana
de Deneb, devido à proximidade e às bases dentro da bolha interdimensional de
Áquila, na qual ocorreu a evolução de outra espécie humana que é a evolução
natural proposta por Micah com um DNA de 24 filamentos que está na escala
intermediária de evolução em 5D. Essa raça possui parentesco com a evolução
do genoma terrestre para a nova configuração de 5D que a Terra deverá susten-
tar após o salto quântico do Sistema Solar de Monmantia. Parte do elo perdido
da evolução da raça humana e das etnias negra, caucasiana e asiáticas está inserida
no processo seletivo dos planetas ao redor da estrela de Altair e dentro da bolha
de Áquila.
Todos os outros grupos das federações e dos impérios que sustentam a
vida humana e humanoide têm buscado acesso a essa bolha de Áquila para po-
derem continuar a fusão dos genomas e de almas gêmeas. Porém, someme com a
permissão de Sandalfon e de outros membros da Supraconfederação, isso é apro-
vado. A bolha de Áquila é um reservatório com mais de 100 estrelas sustentando
dezenas de formas de vida livre da interferência externa da disputa de poder emre
Micah e Anhotak, o que permitiu que cada raça siga seu caminho conforme a
evolução e o despertar psíquico manifeste-se.

• Constelação de Ophiuchus

Estrela Raça Dimensão


Rasalhangue Inseros Louva Deuses 6D

Base matriz ligada ao surgimento da raça insectoide dos louva-a-deus,


seres que se especializaram na pesquisa dos genomas e na evolução das diversas
raças no contexto político das federações. Presente desde o início da explosão
tecnológica e social das raças mais antigas, essa raça soube viver fora dos confli-
tos, como observadores, e soube manter uma linha de equilíbrio e parceria com
rodos os grupos. Soube aplicar o conceito de "jogo de cintura", trabalhar com
diversos grupos em oposição sem participar de forma direta nas guerras, embora
tenham tido no início de sua evolução tecnológica conflitos militares com outras
raças insectoides.
Na atualidade, esses seres fazem parte das 49 Federações e possuem par-
cerias com M-45 em projetos de pesquisa genética, estando ligados à Terra pela
pesquisa genética junto aos Grayz e aos Zetas Reticulli na criação da raça híbrida
entre Zetas, Grays e humanos da Terra, para consagrar uma nova realidade encar-
nacional às almas dessas três raças em 50. Existem relatos de pessoas abduzidas
que tiveram contaro com esses louva-a-deuses, que se apresentam como enge-
nheiros genéticos e que buscam ajudar nas pesquisas de reprodução sexual entre
humanos e outras formas de vida humanoides.
Sua maior base está na lua ou satélite de Ganímedes na órbita de Júpiter,
como entreposto de pesquisas e elaboração de projeros junto aos grupos de atu-
ação na Terra. Podemos definir que os louva-a-deuses não possuem emoções e
tampouco uma posição com respeito a Cristo ou a Anticristo. Apenas buscam a
evolução de forma harmônica, o que os coloca, segundo a sua percepção, na linha
de Cristo. Todavia, muitas vezes suas pesquisas encontram-se no limiar do que as
diretrizes permitem perante a Federação.
Esses seres têm desenvolvido um trabalho em parceria com grupos de
Antares na coleta e estudo dos diversos genomas da Terra, incluindo rodo o con-
texto animal e vegetal - além do humano - nos últimos 30 mil anos, com base na
experiência das antigas colônias de Órion e de Sírios. São estudiosos por natureza
e estão buscando entender o contexto evolutivo das diversas raças e da união dos
genomas com as esferas maiores dos Elohins, pois buscam o elo de conexão com
a Fonte Primordial, em busca dos antigos arquitetos do Universo.

• Constelação de Boates

Estrela Raças Dimensão


Acturus 11 Humanos 70
Humanoides Alados 60
Acturus 10 Seres de energia Luminosa 60
Seres Geométricos Psíquicos 60
Consciências Coletivas 70/80
Acturus 7 Humanoide Zeta Alto 50
-\cturus 6 Humanoide Zeta Rosado 50
Acturus 4 Humanoide Baixo Quadrado 40
:-Jekkar Humanoides Zetas 50
Seginus Reptilianos 3D I 40
lzar Arbóreos 40
A constelação de Bootes é conhecida pela presença da estrela gingante
Acturus, a qual foi colocada em destaque devido aos trabalhos do Calendário
Maia e a uma série de canalizações com esses seres. É necessário entender que essa
estrela possui vários planetas em sua órbita e pelo menos cinco apresentam ma-
nifestação de vida em diferentes esferas dimensionais Todas distintas à da Terra,
num patamar mais sutil.
Vamos nos aprofundar nas principais raças dessa estrela que apresen-
tam membros e representantes na Terra com a Operação Resgate e o despertar
da humanidade.
No planeta definido como Acturus 11 a forma de vida mais antiga é
de humanos similar aos arianos, porém mais baixos. Existe outra raça humana
similar aos Zetas, contudo com características um pouco distintas, de aproxima-
damente 1,40 mts., pele e olhos claros, pouco cabelo, cabeça grande mas não
desproporcional como a dos outros Zetas. Essas duas raças de Acturus 11 estão
presentes na Terra, ajudando no desenvolvimento psíquico e espiritual. Muitos
são mestres Reiki no astral, ajudando os reiquianos, além de usarem a linha da
umbanda para manifestarem-se através dos caboclos e da linha cigana.
Os filhos de Acturus 11 são pacíficos e estudiosos do processo evolutivo
da galáxia, buscando sempre conexão com a Confederação e membros do Conse-
lho de Segurança das 49 Federações. São representantes recentes nessa federação,
a convite de Plêiade e de Sírios, devido a sua grande harmonia. A raça alada de
Acturus 11 é uma miscigenação artificial que ocorreu com os Ciclopes que lá
residiam, passando a ser a linha de conexão psíquica e espiritual com a Confe-
deração. Essa raça alada é capaz de projeções mentais além da galáxia e possuem
corpos multidimensionais que podem mudar de frequência conforme a sua von-
tade. Foram os seres que conectaram os Acturianos com o resto das federações,
e nos resgates de outras raças como ocorreu em Tolimam. Possuem profunda
parceria com seus vizinhos de Acturus 1O, que é uma raça totalmente distinta.
Acturus 1O é um planeta similar a Júpiter, que não é apto à vida como
a conhecemos na Terra. Mas foi o palco do surgimento de uma raça simbionte
que se denomina de esporos da vida, são seres equivalentes a fótons de luz, como
grandes vaga-lumes, que possuem uma ampla linha telepática que possibilitou-
lhes contatar seus vizinhos de outros planetas. Construíram em conjunto a tec-
nologia que possibilitou a visita aos planetas ao redor de Acturus e assim se fundi-
rem como Federação Local Acturiana. Os filhos de Acuturs 1O são apresentados
em algumas canalizações do Calendário Maia, porém não são humanos, apenas
energia muito amorosa. Para eles, a dualidade entre a luz e a não luz não tem
sentido, o que fez com que o sofrimento pelas raças que se destroem seja muito
acentuado.
Normalmente os seres de Acturus 11 apresentam-se para a humanidade
por possuírem uma forma humanoide aceitável aos terráqueos. Porém, os que
fazem maior número de conta tos são os de Acturus 1O, pela alta capacidade
de incorporação e de compatibilidade energética com os missionários acturianos
na Terra.
O planeta Acturus 7 apresenta uma raça de 5D humanoide, similar aos
zetas, com uma estatura média de 2,15mts., provenientes de uma sociedade po-
larizada entre ambas as frequências do restante da galáxia, que evoluiu através
da tecnologia e do autoconhecimento. Uma raça que passou guerras e conflitos
no decorrer dessa evolução de forma similar à terrestre, que por pouco não se
autodestruíram num genocídio nuclear, passando a fazer parte da Federação com
forma de escapar da aniquilação pelo poder sobre si mesmos. Na atualidade fa-
zem parte das raças ligadas às Casas de Comércio nas 49 Federações e buscam
dar continuidade a sua evolução social. Quando ascensionam passam a viver na
realidade de Acturus 11 ou dos outros mundos das 49 Federações.
A raça de Acturus 6 é similar à de Acturus 7, contudo são mais altos,
com a pele rosada, são uma variação que foi inserida artificialmente pelos antigos
Elohins que escolheram esses mundos para resgatar as raças Zetas primitivas do
conflito entre Satã e Yaslon em Vega. O próprio Onara salvou parte dessa raça e
levou-os para Acturus 7, 6 e 4, para dar continuidade a essa raça que estava ame-
açada de extinção.
Acturus 4 apresentou uma raça similar aos zetas. Mas com anomalias
em seu comportamento devido à alta carga genética dos Xopatz em sua codifica-
ção genética, o que Onara não esperava que se acentuasse tanto no decorrer da
evolução sucessiva. Os filhos desse planeta acabaram por entrar em guerra até o
descobrimento da tecnologia nuclear, tendo destruído a sua civilização há apro-
ximadamente 4 milhões de anos. Quase que a totalidade dessa civilização, algo
em torno de 283 milhões de habitantes acabou vítima desse genocídio pelo poder
sem sentido.
Os membros dos outros planetas, em especial de Acturus 1O, devido à
alta capacidade de projeção espacial com o poder da mente, foram os primeiros
a ajudar no resgate e reconstrução desse mundo que era muito similar ao que a
Terra já foi no passado. Passou a ser um mundo similar a Marre, com grandes
desertos inférreis. Nessa linha temporal os seres de Acturus 10, com a ajuda
tecnológica de seus irmãos de Acturus 11, transferiram o material espiritual dos
sobreviventes e dos morros no astral desse planeta de 4D para o planeta Marre do
Sistema Solar, então um planeta fértil similar à Terra. A ideia era dar continuidade
à evolução dos Acturianos 4 de Mechara para permitir uma nova oportunidade
em um novo planeta. Junto com essa delegação encontraram os antigos parceiros
de caminhada da estrela de Amares, que se encontravam em uma mesma situação
de um planeta próximo à órbita da estrela de Graffias, os que tinham destruído
numa guerra nuclear.
Ambas civilizações apresentavam um mesmo histórico na busca do poder
pelo poder. Forte descendência luciferiana e dos antigos Xopatz, que a essa altura
eram apenas lendas antigas das raças mais velhas da galáxia, na maior parte todas
ascensionadas e residentes além de 8D. Isso ocorreu há cerca de 4 milhões de
anos terrestres. Porém houve um grande erro por parte de ambas as delegações
de Acturus e Amares, nunca lhes ocorreu a necessidade de tratamento psíquico
das almas envolvidas no genocídio nuclear, o que permaneceu como memória
celular interdimensional, levando na marca de 3,5 milhões de anos a uma nova
destruição pela guerra nuclear, o que acabaria por destruir parcialmente o planeta
Marte. Essa raça foi novamente resgatada e transferida para a Terra, que apresen-
tava configurações geológicas e atmosféricas para essas almas perdidas novamente
na dualidade do poder.
Esse é o momento no qual os filhos de Acturus e de Amares colocam os
olhos na Terra e iniciam suas ações de resgate e ajuda para a nova proposta evo-
lutiva dessas raças provenientes do êxodo de três mundos destruídos pela guerra.
Por esse motivo que acturianos e antarianos atuam normalmente dentro da linha
temporal, por terem tarefas no fluxo do tempo com essas raças do passado de
Velatropa, como eles definem o setor do Sol Monmamia.
A estrela de Nekkar apresenta outra variação da raça dos Zetas que mi-
grou de Acturus 7 para esse mundo e fez associações com os Reticullis, na busca
da evolução do elo perdido entre eles desde o processo de Ápice em Vega. Essa
raça busca, através das abduções na Terra, material genético da linha de ancestra-
lidade adâmica dos pleiadianos residentes na Terra antes da chegada dos anunakis
de Nibiru há 450 mil anos. Essa raça possui a coloração da pele mais escura,
podendo ser confundida com Zetas de pele negra. Tem tido alguns trabalhos e
contratos com o SGS e o grupo de 4° Reich desde 1969 no encontro do Projeto
Apolo com as naves desses seres ainda na órbita lunar. Até o momento, existe
uma forte colaboração de levar humanos do SGS para Reticulli e Nekkar em tro-
ca de favores do SGS, esses favores têm relação com o projeto Rainbow e Majestic
12 do planeta Serpo.
Já a estrela Seginus é um berço para o desenvolvimento de répteis na for-
ma primitiva de dinossauros e similares entre 3D e 4D, sendo um laboratório de
pesquisas de vários povos, que estudam a evolução das diferentes formas de vida
na galáxia. Muitas espécies que já existiram na Terra, como o Tiranossauro Rex
e similares, estão presentes nesse mundo que apresenta uma configuração artifi-
cialmente mantida similar à da Terra há cerca de 90 milhões de anos. Lembrando
que esse artificial é composto da tecnologia da Confederação muito além do que
podem os humanos entender.
A estrela de Izar apresenta outra raça interessante que é a evolução da
consciência coletiva das plantas, dando origem ao termo arbóreos. É uma raça
pacífica de 4D ligada aos planos dos Elohins e dos Ciclopes, a que sustenta uma
ampla capacidade psíquica de comunicação entre sua comunidade e o restante da
sociedade acturiana. São os principais conselheiros dos acturianos 1O e 11 devido
á sua sabedoria zen e à conexão secreta com os confederados de Cano pus e outras
localidades de Teta, pois possuem a capacidade de entrar na linha magnética das
estrelas e com isso comunicarem-se com outros segmentos de alma da galáxia.

• Constelação da Corona Borealis

Estrela Raça Dimensão


Alphecca Anfíbios Etéreos Diversos 6D

Constelação próxima a Bootes, ligada a experimentos da Confederação


para criar um laboratório para diversas raças em extinção nos outros mundos.
Teve a sua linhagem evolutiva assentada há apenas 350 milhões de anos, o que é
recente. É um centro de avaliação da evolução de mais de 320 espécies anfíbias
numa linha de 6D para permitir a fusão com outras raças dos mundos em ex-
tinção. Como ocorreu com os planetas nas imediações da estrela ou supernova
1987, que explodiu próximo à constelação de Magalhães. Poderíamos definir esse
setor como um sistema solar de recolocação de raças ameaçadas de extinção por
parte dos membros da Confederação.

• Constelação da Ursa Maior

Estrela Raça Dimensão


Alkaid Dragões Alados 5D
Dragões Terrestres 5D
Dinossauros Anfíbios 5D
Alioth Répteis Anfíbios 4D
Phecca Draco Humanoide 4D
Merak Dragões Alados 5D

Esta constelação apresenta uma interessante evolução em paralelo ao se-


ter de Dragão, contendo uma ampla variedade de raças reptilianas. Essas raças
passaram pela evolução mais demorada por não terem sofrido alteração artificial
por parte dos colonizadores das Federações ou da Confederação, tampouco ten-
do a interferência dos Xopatz. Desenvolveram naturalmente a sua índole e evolu-
ção psíquica na busca pela sobrevivência social e racial. Aprenderam a projetar-se
espiritualmente para outros mundos sutis até atingirem a compreensão da explo-
ração espacial e aprenderem a projetar-se para os planetas vizinhos e encontrar
outras formas de vida.
Inicialmente eram raças pacíficas, até o momento de contatarem os re-
presentantes da constelação de Draco, onde conheceram a polaridade. Seres pa-
cíficos e outros guerreiros, que fizeram suas escolhas e passaram a servir a ambas
as polaridades em busca da evolução e da sobrevivência frente aos grupos de
poder. Alguns dos representantes dessas raças da estrela de Alkaid foram das 22
delegações residentes na Terra nos últimos 400 mil anos, justamente pela busca
da tecnologia dos Elohins. Os demais representantes dessa constelação migraram
a outros planetas e constelações à medida em que evoluíam e encontravam estí-
mulo na busca pelo conhecimento e evolução tecnológica.
Na maior parte não são membros das 49 Federações, mas apresentam
uma colaboração. Apenas os representantes da estrela de Phecca aliaram-se
aos interesses dessas 49 Federações filiadas a Alcíone de Plêiade. O resto
apresenta apenas a colaboração desde que isso não interfira em seus interesses
como sociedade.
Os dragões alados de Merak foram importantes inimigos de Enlil e Enki
na Terra, tendo negócios com Molock na colonização da Terra e na busca pelo
genoma micahélico, porém buscando colonizar outros mundos sem a linha de
escravização que os Anunakis infringiram a parte da humanidade. Como esses
seres tinham evoluído livres, sem a interferência de outros povos, como ocorria
na Terra, os representantes da constelação da Ursa Maior defendiam a liberdade
para todos os povos, realizando sequestros das espécies em cativeiro e colocando-
as em segurança em sistemas que eles encontravam nas suas andanças estelares.
Dessa forma raças primitivas da Terra foram levadas para outros mundos nas
imediações da constelação e de Leão, com as quais as relações eram pacíficas.
Assim como com grupos de M-45 e M-13 na Ordem Gonozal que ajudava na
libertação de povos escravos da linhagem de Satã.
Em geral os dragões da Ursa Maior fizeram mais amigos que inimigos
e possuem uma imensa representação de seres da sua descendência nas cidades
intraterrenas desde a época da Lemúria e dos antigos atlantes. Existem projetas
em parceria com Sírios e com os representantes das estrelas de Polaris da Ursa
Menor, que é confundida com a da Ursa Maior. Os membros de Polaris atuaram
na Terra em parceria devido às 22 delegações buscarem a supremacia sobre a tec-
nologia dos Elohins existente no núcleo da Terra, com os quais os seres de Merak
e Phecca constituíram um projeto de liberação tecnológica para os membros não
reptilianos na busca de um armistício entre as diferentes raças. O que não foi
bem sucedido e recebeu a intervenção de Órion Belatrix para intermediar as ne-
gociações de paz. Molock fez parte desse projeto e por isso procurava prejudicar
os filhos de Apu do planeta Nibiru.

• Constelação de Gêmeos

Estrela Raça Dimensão


Castor Humanos da Lemúria 6D
Pó lux Humanos da Lemúria 6D

Possui uma civilização humana descendente do antigo continente de Mu


da Terra, que se transferiu para 4 planetas dessas estrelas há cerca de 263 mil anos
terrenos. Esses planetas foram adaptados artificialmente pela tecnologia Siriana
e dos representantes de Régulos e Denébola da constelação de Leão, buscando
resgatar e garantir a evolução de raças primordiais inseridas antes da chegada
dos Anunakis na Terra. O continente de Mu foi escolhido para sustentar raças
híbridas das antigas etnias humanas provenientes das 13 famílias estelares da
Via Láctea.
Essas raças humanas possuíam diferentes configurações genéticas adap-
tadas à condição terrestre. Inicialmente eram 19 raças que tinham sido inseridas
nos últimos 1,2 milhões de anos nesse continente e em outros que já deixaram
de existir antes da formação definitiva de Mu, que se submergiu em 3 etapas.
O continente de Mu é considerado por muitos a terra mãe de quase todas
as raças, entrando em equivalência com a herança dos sumerianos, que teve a
manipulação dos filhos do planeta Nibiru. A diferença é que em Mu o processo
foi mais suave e as manipulações ocorreram por parte de deuses benevolentes que
deixaram a Terra há aproximadamente 270 mil anos, pouco antes da ascensão
coletiva da civilização mais desenvolvida e espiritualmente capacitada de Mu. À
diferença da manipulação escravagista que os Anunakis inseriram na África e no
setor do rio Eufrates.
Das 19 raças existentes em Mu e seus territórios, apenas 8 grupos con-
seguiram a ascensão coletiva de sua raça, e outros apenas parcialmente, o que
acabou por contar com a ascensão e transferência para os planetas da conste-
lação de Gêmeos de representantes de 15 grupos raciais. A transferência desses
seres ocorreu por uma necessidade vibracional, pois já tinham transcendido a
frequência de 40 e estavam iniciando a jornada para 50, entrando em conta-
to com os outros seres da Terra nessa mesma realidade. Além de estarem con-
frontando abertamente os deuses caídos que visitavam a Terra com frequência,
como os Anunakis.
Por outro lado, o propósito evolutivo das raças mais importantes de Mu
já tinha sido alcançado e estava prevista essa transferência para outros mundos.
O desenvolvimento dessas raças na Terra era um projeto genético de aperfeiçoa-
mento de seres de 50 e 40 dos sistemas estelares de Toliman, Agena, Sírios Beta
e de mais 6 planetas de M-45 para estabelecer uma nova linha em 3D. Uma vez
conseguida a evolução desejada, seriam transferidos ao acoplamento monádico
em Castor e Pólux. Uma parte da sociedade de Mu foi transferida posterior-
mente para as realidades intraterrenas presente até o momento na humanidade.
A outra acabou entrando em conflitos com os atlantes e os deuses nas disputas
pelo poder.
Na atualidade a sociedade humana desses planetas em Gêmeos encontra-
se muito mais estável e equilibrada, transcendendo a fusão com outros planos
mais elevados e conseguindo servir de base para a fusão com outros genomas
humanos além de 6D, ajudando no resgate da espécie adâmica perante o con-
texto galáctico. Esses seres procuram ajudar a Terra e mantêm ligação psíquica
com a humanidade intraterrena e com a sociedade de Telas e com canais entre a
humanidade para ajudar no despertar. Possuem cerca de 5.200 mestres ascensos,
atuando na Terra para ajudar no despertar. Que utilizam a espiritualidade como
meio de comunicação, junto à linha do mar pelo processo das incorporações.

• Constelação de Sagitário

Estrela Raças Dimensão


Ascella Anfíbios Etéreos Medusa 6D
Nunki Répteis 5D
Simbiontes Psíquicos 6D
Kaus borealis Réptil Humanoide 4D
Alanasi Répteis Gigantes 3D
Rukbat Répteis Jacarés/ Cobra 3D

Essa constelação possui seus planetas num setor altamente povoado de


estrelas e de radiações estelares, não sendo propícia a formação de vida conven-
cional perante o entendimento científico atual. Mas, contrariando essas configu-
rações, existem formas de vida 3D adaptadas ao excessivo campo radioativo desse
setor, em planetas com atmosferas muito densas e úmidas. O processo de acopla-
mento das almas nesse setor ocorreu apenas no campo do alto astral além de 6D,
porém como os planetas apresentavam ampla e espessa atmosfera foi possível o
desenvolvimento induzido de formas de vida, empregando o material genético
reptiliano e insectoide na linha natural do surgimento dos coacervados, formas
de vida unicelulares e gradualmente o surgimento de formas mais complexas.
Nesse local a descendência dos projetas de Lúcifer, de seres da linhagem de Sara-
then e de outros Filhos Paradisíacos criou uma configuração interessante. A raça
com maior destaque desse setor de Sagitário e a Simbionte da estrela de Nunki, a
sigma dessa constelação, seres com alta capacidade analítica e simbiontes astrais.
Os que acabaram projetando-se em outros planetas e aprendendo com outras
formas de vida através da capacidade de acoplamento e compartilhamento.
Em geral, as raças de Sagitário ainda apresentam condições primitivas na
sua escala evolutiva, mas a riqueza dos planetas desse setor transformou-o em um
vasto local de pesquisas e exploração pelos diversos grupos, sendo que o grupo
de Amares e Capricórnio apresentam bases de pesquisa e colônias avançadas. A
predominância dos insecroides é marcante nesse setor da galáxia e algumas for-
mas de vida como as serpentes foram introduzidas na Terra pelos pesquisadores
de Amares há mais de 40 milhões de anos, ames mesmo das equipes oficiais de
Amares chegarem aqui. Isso ocorreu porque parte dos integrantes de Amares é do
Comando Temporal dessa estrela, possuindo a tecnologia de projeção no tempo
ames de fazerem parte das primeiras federações junto a Sírios e Betelgeuse.
A constelação de Sagitário é um celeiro de vida e possui um grande po-
tencial que no futuro aguarda novos desbravadores e uma importante sequência
evolutiva. Principalmente no meio da nebulosa entre as estrelas de Nunki, Kaus
Borealis, Ascella, Kaus Media, Kaus Ausrralis e Alani, além é claro, dos grupos
M-17, M-22, M-20 e M-8, nos quais ainda existe muito a ser cocriado e colo-
nizado. Um potencial de pelo menos 2.000 estrelas e mais de 700 planetas com
potencial geológico para vida entre 4D e 6D.

• Constelação da Serpente

Estrela Raça Dimensão


Unukalhai Insecroide Barata 4D
lnsecroide Abelha 4D
lnsecroide Mosca 4D
lnsecroide Formiga 4D
Insecroide Aranha 4D

Aqui temos outro importante reduto da criação de dezenas de insectoi-


des que foram adaptados pelo processo natural em seus mundos, servindo de
estudo para a multiplicação dos insectoides em outros mundos, no setor central
da galáxia. Muitas das raças insectoides, que foram artificialmente colocadas nos
planetas próximos a Rígel, são provenientes desta constelação e de seus mundos
afastados. Em geral, mundos frios e com configurações de planetas gigantes.
A raça insectoide provou ser capaz de adaptar-se às condições mais intri-
gantes possíveis, pois adquiriram a capacidade de projeção astral e acoplamento
em outras formas de vida diferentes à original de seus corpos para poderem sobre-
viver nas adversidades dos planetas escolhidos pela seleção natural. Obviamente
que essa seleção natural foi um capricho dos antigos Elohins e dos Ciclopes que
colonizaram esses mundos mais afastados. A raça dos insectoides surge parcial-
mente nesse setor e posteriormente é colocada em outros mundos para ajudar na
metabolização dos planetas pelo ajuste evolutivo e seletivo de cada reino dévico
para cada planeta escolhido.
Por serem seres bem densos, foram capacitados a suportar alterações am-
bientais muito elevadas, e dessa forma, bons colonizadores para seus cocriadores
que os emprendiam como preparadores do campo atmosférico e para a seleção
natural nas diferentes etapas de colonização dos planetas escolhidos pelos Ciclo-
pes e posteriormente pelas Federações mais antigas.
A raça dos insetos é muito importante para acomodar o processo geoló-
gico dos planetas e as trocas de gases, adaptando gradualmente os processos ge-
ológicos dos mundos mais primitivos para que posteriormente possam suportar
formas de vida mais delicadas. O mesmo ocorreu na Terra quando surgiram pri-
meiro os insetos, para, posteriormente, dar lugar aos répteis e depois à forma de
vida dos mamíferos. Essa receita é similar para outros planetas e foi inserida pelos
antigos Ciclopes em milhares de planetas, antes do surgimento das Federações e
da intervenção dos Filhos Paradisíacos.

• Constelação do Pavão

Estrela Raças Dimensão


Peacock Simbionte Medusa 5D
Seres Vegetais-Humanoides 5D

Outro plano existencial proveniente das manipulações dos Ciclopes e dos


antigos engenheiros siderais da galáxia. Os que aproveitaram material genético
direto do plano morontial de 8D e o transportaram para a realidade de 5D crian-
do formas de vida diferentes do resto da galáxia e dando a esses seres uma capa-
cidade de discernimento muito elevado. Em geral seres de mundos aquáticos e
.igados de forma profunda à natureza, aprenderam pelo processo mediúnico a se
comunicar com as outras espécies de seu mundo. Com o tempo foram descober-
tos pelos integrantes das naves colônia de Betelgeuse e incorporados à Federação
como importantes membros de comunicação e intercâmbio racial, pois possuem
a capacidade de comunicação com qualquer forma de vida. São seres pacíficos,
possuem uma psique amável e são curiosos pelo aprendizado.
Representam uma das linhas de frente de comunicação até o mom ento
das Federações e possuem muitos membros amando na Terra na linha mediúni-
ca. Eles possuem total fusão com o plano dévico do Universo e utilizam as linhas
gravitacionais leis como ponto de deslocamento psíquico entre as estrelas. Fize-
ram parte das 22 delegações ajudando na comunicação dos diferentes grupos e
na troca de informações tecnológicas. Sua forma primitiva existente na Terra são
as medusas, águas vivas e similares.
Nesse aspecto, também vale a informação de que a Terra é um gigantesco
zoológico estelar contendo formas de vida e espécies de diversos lugares da Via
Láctea e mesmo fora da mesma. Cada uma das 22 delegações e demais povos
deixaram sua marca e registro genético neste planeta.

• Constelação de Capricórnio

Estrela Raças Dimensão


Dabih Humano ides 50
Algeid Humano Draco 40
Deneb Algeid Humano Draco 50
Nashira Réptil Insectoide 40

Nesta constelação ocorreu o alto desenvolvimento das equipes de Andrô-


meda que escaparam pelo portal de Pégaso e conseguiram refúgio com a ajuda de
Onara nesse setor. Sua evolução ocorreu de forma isolada no início do ciclo pla-
netário e com a ajuda de Onara, para assim sustentar mais uma variação racial de
Andrômeda que estava em ameaça de extinção nessa outra galáxia. Os registras
da guerra entre a Ordem do Dragão Negro e suas equipes com os grupos locais e
depois a frota de 149 almirantes da Supraconfederação para acabar com o avanço
do Anticristo em Andrômeda e na Via Láctea foi sem precedentes.
Os registras apontam a que a armada constituída pelas equipes da Su-
praconfederação em Teta estava composta de 4 grupos, que se dividiram para
bloquear o avanço de Arconis e das duas frotas nas principais galáxias de Teta,
permitindo apenas o desenvolvimento dos projetes acordados por Anhotak
e Micah. Tudo isso com a autorização da Ordem Voronandeck e do Conselho
de Anciões. O que definiu um bloqueio militar raro por parte das frotas da Su-
praconfederação. De qualquer forma, os sobreviventes da constelação de Capri-
córnio oriundos de Andrômeda construíram um novo império que viria juntar-
se às 49 delegações após trabalhar com os grupos colônias do Império Siriano
e com os grupos do Comando Asthar na coalizão racial humana e humanoide
na Via Láctea.
As principais colônias dos povos de Capricórnio propagaram-se por 7
planetas na órbita da estrela gigante Formalhaut da constelação de Pisces Autri-
nus. Esses planetas foram o palco da expansão e fusão do draco positivado com
outras formas humanas que se adaptaram à evolução próximo a essa estrela, e
que posteriormente, migraram para mundos periféricos do Império de Órion,
juntando-se aos grupos de Belatrix e Betelgeuse. Poucos representantes desse seg-
mento chegaram à Terra, pois existiam outras colônias com mais atrativos no
contexto dos mundos de exílio e de colonização das Casas de Comércio em ati-
vidade no eixo Nashira, Formalhaut, Achemar, Canopus, Wazn, Adhara e Sírios,
que era o mais importante para distribuição dos recursos naturais extraídos em
mais de 28 planetas nesse eixo de navegação espacial entre 4D e 6D pelos povos
da Federação.
A Terra, por ficar próxima a Sírios, acabava por ser visitada e usada como
entreposto comercial e de abastecimento, mas nem sempre isso era uma constan-
te para os grupos coloniais.

• Constelação do Aquário

Estrela Raça Dimensão


Skat Humano Ariano SD
Sadalmelik Humano Caucasiano e Negro SD

Aquário será o local de exílio de parte da civilização terrestre, distribuída


em quatro planetas entre as estrelas de Sadachbia, Skat e Gama Aquário. Essa
constelação já recebeu material genético de outros sistemas solares como ponto
de exílio e transmutação social. Possui planetas adaptados e modificados gradual-
mente ás novas especificações indicadas a cada ciclo galáctico pelo Conselho dos
Anciões de Dias e o Conselho de Shamuna, além de mais 13 planetas artificiais
criados pelos confederados justamente para a realização de Operações Resgate
similares a que está em andamento na Terra e nos demais planetas de exílio.
A raça ariana existente nas imediações da estrela de Skat é proveniente
de Deneb de Cisne, que se refugiou no passado quando ainda estava latente o
conflito com Satã e a Supraconfederação em Lira. Essa raça acabou adaptando-se
à realidade de 5D pelas condições climáticas favoráveis do planeta Áriak que era
uma adaptação próxima ao mundo Ária 1 de Vega em Lira. Posteriormente, os
grupos avançados de Hércules em M-13 chegaram a esse local e deixaram uma
colônia humana ao redor da estrela de Sadalmelik e em Ancha (Teta Aquário),
que viria unir-se com os humanos de Skat, realizando uma república indepen-
dente sob a proteção da Ordem Gonozal. Essa ordem é uma variação em plano
paralelo e concomitante com outras realidades do Arcanjo Miguel, que foi con-
solidado através de um importante avatar na nebulosa de Hércules em paralelo
com o processo de Lira/Vega no início da criação da raça humana adâmica.

• Constelação do Cruzeiro do Sul

Estrela Raças Dimensão


Mimosa Ordem Kumara 9D
Acrux Ordem Melchizedeck 9D
Gacrux Ordem Micahélica llD

Uma das mais importantes bases operacionais para formação de avatares


e mestres ascensos que decidem entrar abaixo de 8D nas missões do despertar
e da ajuda ao próximo. A constelação do Cruzeiro do Sul é como um portal de
conexão direto com Salvingtón de Nebadon e outras capitais importantes, sendo
um reduto da Ordem Kumara e dos Micahélicos em missão na Via Láctea.
Muitas mônadas cósmicas têm deixado seus corpos Eu Sou em estado
latente nessa constelação. nos pontos chave, desdobram-se como almas para ha-
bitarem corpos nos mais variados mundos que necessitem de avatares e mes-
tres na linha de Cristo Micah. Trata-se de uma escola fundamental na operação
resgate galáctica.
O acesso a esse local é possível nas projeções e meditações Voronandeck
e Melchizedeck, devido ao alto gradiente radioativo desse setor, onde os aglome-
rados estelares são muito intensos e próximos. Além de exigirem maior gradiente
psíquico dos prováveis habitantes dessas regiões mais irradiadas pelo bojo galác-
tico central.
O centro de projeção da consciência de muitos mestres da Ordem Mi-
cahélica e Kumara da galáxia é proveniente desse setor. Sírios Alfa é o segundo
ponto de irradiação dos Kumaras e Micahélicos, já devidamente balanceados
para a energia estrutural do setor galáctico dessa estrela e dos povos. Em Cruzeiro
do Sul o gradiente é muito maior e é adaptado para a conexão monádica e supra-
monádica dos Filhos Paradisíacos, fazendo parte do contexto direto do jogo de
xadrez entre o Cristo e o Anticristo.

• Constelação da Mosca

Estrela Raças Dimensão


Alfa Mosca Insetos Reptilianos 60

Centro de pesquisas insectoides e de formas de vida etéreas por parte


dos Xopatz, desenvolveram diversas variações dos Alfa dracos e dos Citraks de
Rígel em mundos extremos no âmbito atmosférico e gravitacional. Foram cria-
dos para servir de alimento, e posteriormente, de exércitos controlados eletroni-
camente através da tecnologia dos borgs, que une a parte biológica à mecatrô-
nica para controlar formas de vida orgânica. Esse setor ainda é bem desabitado,
possuindo planetas densos e estrelas com excesso de radiação, estrutura gasosa e
pouca navegação.
Existem pelo menos umas 4 bolhas Dakar dos Xopatz identificadas pela
Confederação nesse local. A aproximação desses centros de pesquisa foi intencio-
nalmente inserida nesse local para conseguir clonar material genético e espiritual
dos centros Kumaras e Micahélicos da constelação do Cruzeiro do Sul, na busca
pela condição de clonagem direta dos filhos de Micah. Tentativa que ainda é
prioritária para membros dissidentes da Ordem do Dragão Negro e dos Xopatz
isolados em mundos coloniais e de exílio.
• Constelação do Centauro

Estrela Raças Dimensão


Menkent Humanos Metamorfos 50
Alfa Centauro Humanos Arianos 50/60
Comando Asthar 80
H adar/Agena Humanos Arianos 70
Comando Asthar 80

A constelação do Centauro é uma das protetoras do Cruzeiro do Sul, ten-


do tido como filho primogênito o arquétipo do Arcanjo Miguel no personagem
Asthar Sheran.
A estrela de Toliman, também denominada de Rígel Kenrauros ou Alfa
de Cenrauri, é similar ao nosso Sol Monmantia, possuindo - segundo fotos do
telescópio Hubble - planetas em sua órbita, assim como Agena, que é a Beta
Bentauri ou Hadar no atual catálogo estelar.
As formas de vida que foram desenvolvidas nesse sistema tiveram a ajuda
de Lúcifer e também a sua herança genética, criando um plano paralelo para a
raça humana adâmica de Micah. Prevendo os acontecimentos, fez com que essa
raça humana tivesse contato com os sirianos e canopeanos para assegurar a sua
evolução e susrenração no contexto galáctico. Pouco se fala desse sistema por
parte dos canalizadores, justamente pelo fato de que são muito reservados, mas
atuam profundamente no plano espiritual da Terra.
No seu contexto evolutivo estelar foram privilegiados pela presença da
Ordem Kumara e de muitos mestres encarnados na sua sociedade, de maneira
similar à Terra. Mas com um gradiente menor de dualidade e numa raça pura,
com apenas o arquétipo ariano, sem miscigenação racial.
As sociedades de Toliman e de Agena acabaram por entrar na linha evolu-
tiva ligada à dualidade com apoio dos mestres ascensionados de Canopus, permi-
tindo que a sua sociedade pudesse viver a dualidade de forma mais equilibrada.
A evolução desse grupo, que atingiu o ápice da tecnologia entre os parâmetros da
Federação e da Confederação, foi possível graças à fusão com as equipes dos Elo-
hins e à busca pelo plano espiritual como parâmetro na ascensão social, diferente
de outros grupos que buscavam apenas o desenvolvimento tecnológico. Devido
aos ensinamentos dos mestres canopeanos, eles buscaram o processo espiritual
como ponto de intercâmbio entre a matéria e os planos superiores, escapando da
dualidade mais densa que outros povos tiveram que trilhar.
A constelação do Centauro representa um império independente que
está ligado tanto a Confederação como as 49 Federações Galácticas e a outros
grupos isolados, buscando manter equilíbrio e missionários para diversos setores
da galáxia. Sua parceria com os grupos de Betelgeuse e Aldebarã é intensa e re-
sulta no desenvolvimento de diversas Operações Resgate em mais de 31 O plane-
tas nos últimos ciclos galácticos. Basicamente a estrutura adâmica permitiu-lhes
mostrar a evolução linear na dualidade.
Os conflitos do povo humano de Centauro ocorreram mais no âmbito
pessoal e interno do que com outras raças, o que ajudou na sua evolução para
que se sobressaíssem em relação aos outros povos. O Comando Asthar mantém
projetas de ajuda às raças rebeldes e busca o equilíbrio das mesmas, ajudando,
inclusive, com os acordos e tratados na evolução dos Zetas e Grays decorrentes
dos conflitos com os reptilianos. Estão presentes em muitas questões de ordem
galáctica, porém são discretos e uma parte de sua sociedade é ascensionada e to-
talmente etérea, vivendo além de 7D e 8D.
A raça humana metamorfa é uma variação criada artificialmente por Lú-
cifer. Com a capacidade de absorção genética e psíquica de outras formas de vida,
similar a um simbionte, porém adaptação biológica como os camaleões. Essa raça
está na frequência mais densa da sociedade centauriana entre 5D e 6D, repre-
sentando equipes de elite do Comando Estelar junto aos centuriões de Órion,
Dragões e Tigres Azuis, Dourados e Violetas da Confederação que interagem
com essa raça em missões mais extremas nas bolhas Dakar.
Devido a sua configuração humana são descritos como os homens do es-
paço pelos antigos canalizadores como Eugênio Siracusa, que foi um importante
contatado do Comando Asthar e já se encontra junto a ele em plano espiritual.
Muitas pessoas na Terra possuem ligação encarnacional e missionária com o Co-
mando Asthar, por terem seus corpos criogênicos dentro das naves desse grupo
estelar, além de pertencer a este comando em realidades paralelas.
A frota do Comando Asthar é bem complexa, pois possui diversas ca-
tegorias de naves, desde os modelos antigos até os modernos merkabas de luz,
o que torna esse comando muito mais amplo. A classificação das naves e dos
grupos internos está dividida em pelo menos 24 grupos distintos, ligados a dife-
rentes planetas, raças, dimensões e gradiente evolutivo ao longo de toda a galáxia,
não apenas dos seres da constelação do Centauro estão presentes, mas represen-
tantes de diversos planetas e sistemas muito além do grupo local ao qual a Terra
pertence, incluindo seres do outro lado da galáxia.
Podemos afirmar que o Comando Ashtar é a materialização das naves de
Micah no conjunto Teta. Portanto, são em número muito maior do que possam
acreditar e estão atuantes em diversos setores de Teta em parceria com outros
comandos e com a sustentação e apoio da Supraconfederação. Muitos coman-
dantes estelares fazem parte desse grupo, mas se identificam pela linha de origem
sistêmica para ajudar na captação psíquica das pessoas sendo treinadas para odes-
pertar de seus corpos sutis, devido à sua possível origem nesses sistemas estelares.
A presença do Comando Asthar na Terra é antiga e foi requerida quan-
do os Anunakis iniciaram as guerras na Terra com a utilização de armamentos
proibidos, tais como artefatos nucleares e com armas de deslocamento matéria,
antimatéria e fluxo temporal, que é proibida pela convenção de Órion. Partindo
disso, a presença do Comando Asthar na Terra como vigilantes e grupo de paci-
ficação conta com aproximadamente 40 mil anos. Mas antes disso houve mem-
bros do Comando Asthar na Terra em missão junto aos grupos colónias de Sírios
e de Órion, além dos projetas de M-45 e Aldebarã com o projeto do genoma
adâmico na Terra.
A presença do Comando Asthar foi intensa também nas etapas de resgate
dos cataclismos do continente da Adântida e de Mu, nas suas diferentes etapas,
e ajudando a levar os escolhidos pelo processo de arrebatamento para os planetas
de Pólux e Castor, além de Vênus. No processo encarnacional de Jesus Cristo
ocorreu o maior ponto de aproximação da mónada de Micah. Aconteceu um
alinhamento monádico sem precedentes na Terra para permitir a vinda e a encar-
nação de Jesus.
Por essa e outras rações o alto número de fanáticos relativos ao Comando
Asthar, sendo que a maior parte nunca teve realmente contato com o alto escalão
desse comando, mas apenas com os grupos externos que amam como mensagei-
ros e missionários de Asthar Sheran ou com seres que se fazem passar por tais.
O setor da constelação do Centauro possui inúmeros astros e portais de c
ligação com Nebadon e outros centros administrativos além de Teta e serve de e
portal para a Ordem Kumara Galáctica, sendo parte operacional da Supraconfe- s
deração em situações na amplitude mais densa das realidades como a da Terra e g
dos outros mundos em exílio.
e filhos acaba por ser um dos maiores obstáculos no sucesso missionário desses
agentes do Comando Asthar e de outros comandos que também estão inseridos
na ajuda à humanidade.
O controle e exame dos novos genomas estão inrerlaçados entre a Ordem
Santa Esmeralda e o Comando Asthar para estabelecer parâmetros conjuntos re-
lativos aos missionários que estão programados a cumprir a sua missão terrestre.
Nas estruturas do Comando Asthar e dos grupos da Federação de Centauro exis-
te uma intrínseca tarefa com a Ordem Santa Esmeralda, pois essa federação tem
buscado colonizar mundos além do cinturão central da Via Láctea, buscando na
direção do bojo galáctico novos mundos para o desenvolvimento da raça humana
adâmica e outras humanoides que estão numa proposta de busca pela energia e
pela consciência crística.
O futuro de muitas pessoas na Terra está dividido entre a projeção dentro
do Império de M-45 e a respectiva Federação de Alcíone e a de Centauro, tendo
as duas maior capacidade de absorção, pelo menos 60% da população mundial
apta ao despertar espiritual nos próximos anos. O restante acaba por ficar dividi-
do entre os outros grupos presentes na Terra, como os Sírios, Betelgeuse, Alde-
barã, Prócion, Amares, Capela, Acturus e outros menos conhecidos. Lembrando
que o setor de M-45 Plêiade está dentro do âmbito de Órion, assim como o
nosso sistema solar e Centauro, por estarem dentro do braço espiral denominado
de Órion. Esse 60% representa pessoas que estão em busca de um despertar na
espiritualidade e buscam elevar o seu padrão psíquico e mental, estando aptos a
serem contatados.
A diferença entre o grupo de M-45 e o de Toliman reside na capacidade
da inteligência emocional e coeficiente intelectual racional, basicamente os gru-
pos de Plêiade estão mais desenvolvidos no estudo e nas capacidades psíquicas
emocionais da raça humana, na busca das emoções e sentimentos. Enquanto os
grupos ligados a Toliman têm uma conotação mais intelectual e raciocínio lógi-
co na busca do reto viver e reto pensar, um complementando o outro. Como o
Comando Asthar possui membros de diversos setores da galáxia, acaba por ser
mais abrangente em alguns aspectos nessa seleção de resgate, conexão astral e dos
corpos criogênicos.
Querer compreender as funções do Comando Asthar e da Federação do
Centauro é complexo, pois são muitas tarefas distribuídas em grupos que habi-
tam diferentes dimensões e condições nessa estrutura galáctica. Por esse motivo
muitas das canalizações recebidas desde a camarada Tuela nos anos 60 são ape-
nas fragmentos do que realmente é essa estrutura. Podemos dizer que cada um
captou parte das funções do Comando Asthar e das atribuições de alguns grupos
internos que trabalham para essa estrutura.
Por esse motivo é que normalmente denominamos apenas de Comando Estelar,
pois assim fica implícito que são diversos membros da linha estelar aruando e não
apenas a linhagem de Asthar.

• Constelação de Lupus

Estrela Raça Dimensão


Beta Lupus lnsetos Humanoides 4D
Louva-a-Deuses Abelhas

Este grupo apresenta-se como um setor de pesquisas que foi colonizado


bem no início da expansão da Via Láctea, mas com o tempo ficou reservado
ao próprio processo evolutivo de suas poucas espécies. Basicamente essas
formas de vida insectoides chegaram ao auge de sua capacidade evolutiva há
pelo menos 25 milhões de anos, entrando em colapso devido às disputas raciais
pela sobrevivência.
Praticamente autodestruíram-se em guerras e no canibalismo, e após um
complexo processo, outros grupos estelares da raça dos insectoides das imedia-
ções da estrela de Graffias de Escorpião, e membros do Comando da Federação
do Centauro ajudaram na reconstrução e implantação de projetas de resgate.
Essa civilização floresceu e passou a ser um parâmetro na coesão entre huma-
nos e insectoides, surgindo uma nova raça mista. Esses seres fazem parte de um
segmento interno do Comando Asthar que estuda e ajuda na evolução das raças
insectoides de planetas em extinção ou sociedade em sofrimento, atuando sob os
parâmetros da Operação Resgate.
• Constelação de Libra

Estrela Raça Dimensão


Zubenelgenubid Simbionte Água Viva 6D
Zubeheschamalis Humanoide Zeta Branco 5D
Humanos Prateados e Albinos

Esta constelação serviu de refúgio para algumas raças que tinham reali-
zado um êxodo dos complexos processos políticos da constelação e Império de
Órion. A maior parte dos zetas e humanos que residem nos planetas ao redor
dessas duas estrelas de Libra apresentam um histórico de fuga e busca por novos
horizontes fora da linha política desenvolvida pela dualidade entre os filhos de
Cristo e do Anticristo.
Mas a raça original do planeta Arack, que pertence à oitava órbita da
estrela de Zubenelgenibid é uma raça similar às águasvivas da Terra, com capa-
cidades simbiontes psíquicas e emocionais com as quais os refugiados acabaram
fundindo-se e criando uma nova sociedade equilibrada que busca não se envolver
nas questões políticas das federações estelares. Eles isolaram-se e buscam a sua
evolução tendo inicialmente cortado contato com os grupos externos. Na atuali- I
dade as únicas formas de vida que eles contatam são representantes da Federação (

Canopeana que já estão na Confederação. r


é
• Constelação da Hydra fi
a
Estrela Raça D imensão
Alfard Reptilianos Arbóreos 5D
Mi-Hydra Seres Árvores 4D

Sistema sob a proteção dos interesses de Arashuan, que é um dissidente


das equipes de Satã no início da guerra de Vega contra a Supraconfederação,
quando ocorreu a invasão pelo portal de Pégaso. Arashuan era um dos coman-
dantes ligados a Sarathen e Satã que tinha ficado incumbido de cocriar junto a
Satanás uma trajetória de conquistas e manipulação genética. Porém, devido aos
problemas que isso representava, esse ser resolveu desertar e iniciar a sua própria
linha cocriacional enfrentando seus superiores e cortando relações e projetos eles.
Por causa disso acabou tendo a ajuda e o apoio do almirante Alcon e das equipes
do Arcanjo Gabriel, passando a residir na estrutura fictícia que é a constelação de
Hidra para a humanidade. Especializou-se numa tarefa interessante que foi dar
evolução a formas de vida vegetal com genomas de reptilianos, criando uma linha
existencial inédita para esta galáxia.
Essa realidade só possui conotação em algumas frequências do umbral de
Órion em Rigel16, que foi conectado à Terra na época das pesquisas dos Adantes
que realizavam misturas genéticas com diversas formas de vida.

• Constelação do Crater

Estrela Raça Dimensão


Alkes Humanos Cibernéticas Borgs 4D
Experiência Siriana/ Andrômeda

Esta constelação possui o desenvolvimento de uma cultura que se voltou


praticamente para a cibernética e a otimização de uma sociedade controlada pela
lógica dos computadores. Essa sociedade apresenta outras dissidências em vários
pontos afastados da constelação de Crates, sendo pelo menos 14 grupos espalha-
dos na galáxia que optaram pelo alto desenvolvimento da tecnologia cibernética e
robótica em sua sociedade, apresentando algumas que a própria forma biológica
é controlada e possui membros cibernéticas. Verdadeiros cyborgs, relatados na
ficção científica que no passado estiveram envolvidos em grandes conflitos com
as outras raças biológicas.
Ao perceberem que cada um tinha a sua escolha, resolveram fechar-se em
um processo de autoconhecimento e crescimento ordenado, e com isso, cons-
tituir a sua própria sociedade sem contatos com as outras. Eles possuem uma
representação no contexto das 49 Federações, mas não são membros ativos, pois
buscam evoluir e conquistar mundos que satisfaçam as suas necessidades seguin-
do uma lógica cibernética. A evolução tecnológica dessa sociedade tem encanta-
do muitos visitantes das outras federações e mantêm consultaria no contexto de
avanço mecatrônico que possa ser empregado nas outras sociedades biológicas.
• Constelação de Ara

Estrela Raça Dimensão


Alfa Ara Humanoides/ Reptilianos 4D
Bera/ Gama Ara Reptilianos/ Draco 4D

Este é um dos maiores centros de pesquisa biológica e genética dos rep-


tilianos e dracos remanescentes do Império de Rígel. Esse seror é um centro
no qual insecroides e reptilianos desenvolvem pesquisas no segmento genético e
tecnológico para a evolução dos grupos envolvidos. Todavia, não são membros
da Federação e suas açóes são consideradas ilegais por muitos seres, pois parte de
suas pesquisas fere as direrrizes das Federações de Alcíone.
Muitos Xopatz solicitam pesquisas para esse grupo de pesquisadores,
muitas dessas pesquisas estão relacionadas à ativação da tecnologia no umbral
tecnológico da Terra junto à Ordem do Dragão Negro e ao Próprio SGS. O
poder que esses seres detêm é sustentado pela proteção dos grupos que mantêm
esse centro de pesquisas em planos de 4D e do umbral local em bolhas dakar.
De qualquer forma, algumas pessoas na Terra são membros dessa organização e
encontram-se encarnados em diferentes períodos da nossa história. Alguns dos
seres que representam essa civilização em nosso mundo são os pesquisadores em
engenharia genética avançada, normalmente trabalhando para forças militares
com intuito da cocriação de supersoldados e alta tecnologia de controle, tortu-
radores, pessoas que se alegram com o sofrimento alheio. Os pesquisadores nos
campos de concentração e equivalentes nos dias de hoje, além dos pesquisadores
da guerra biológica, que representam exemplos de pessoas ligadas ao grupo da
Constelação de Ara. I
2
• Constelação do Corvo

Estrela Raça Dimensão d


Alchiba Reptilianos 5D n
Algorab Arbóreos 4D G
Gienah Reptilianos 5D fc
d:
Nesta constelação remos uma linha evolutiva que é dissidente dos mem-
bras da constelação do Crater, ligados à parte cibernética, porém com um foco
mais voltado ao aperfeiçoamento genético na nanotecnologia e acoplamento ao
espírito. Por serem reptilianos que tiveram contato com outras formas de vida
também reptilianas mais sutis, de 60 e 70, provenientes de outros setores da
galáxia. Eles buscam aperfeiçoar a sua conexão psíquica com os outros planos,
desenvolvendo tecnologia temporal e dimensional.
Não se envolvem com as questões políticas das federações, buscam ape-
nas aprender com os contatos que mantém com elas e seguem seu caminho e
seu histórico em relação ao grupo de Crates é equilibrado. Essa linha reptiliana
assemelha-se a lagartos em pé, com cerca de 5mts. de altura e de coloração azula-
da em suas escamas, não são malévolos, são curiosos e com alto grau de intelecto,
desenvolvendo a parte psíquica junto às raças vegetais que possuem capacidade
psíquicas de comunicação.
Em alguns momentos prestam serviços de pesquisa tecnológica para o
Comando Estelar na troca de serviços de comunicação com os planos mais sutis.
O seu objetivo é encontrar uma estabilidade psíquica e emocional para poderem
entra e navegar espiritualmente entre as diferentes dimensões. A linha da ioga
mental e corporal é comum nessa raça.

• Constelação de Virgem

Estrela Raça Dimensão


Spica Humanos/ Réptil/ Zeta 50
Mistura dos 3
Gray c/ Humano
Por rima Réptil c/ Zeta Primordial 40
Zaniah Gray com Reptiliano 40

Esta constelação é o recanto dos zetas e dos dracos refugiados de Rígel e


de Lira e tem representantes dos mundos de Reticulli e de outros povos na linha
reptiliana, existindo mais de 25 raças reptilianas nas imediações da estrela deSpi-
ca. A sua sociedade é complexa, não são agressivos no momento, mas no passado
foram guerreiros. Atualmente buscam evoluir sem a interação direta da política
das Federações.
São membros representantes do Conselho de Alcíone, porém procuram
deixar claro que querem evoluir sem a interferência dos outros grupos. O seu
desenvolvimento tecnológico visa estabilizar a sua civilização perante os demais
grupos de poder, mas sem com isso disputar poder. Essa sociedade, por ter tantos
representantes, é confusa em primeira análise devido a sua biodiversidade social e
intelectual. Poderíamos definir que é a sociedade do futuro da Terra no contexto
tecnológico e social, porém com o um ótimo equilíbrio e sistema social.
Alguns de seus planetas são importantes entrepostos comerciais das naves
zetas e dos outros povos que são dissidentes dessa raça e encontram-se espalhada
pela galáxia. Somente nesse setor, entre Porrima e Spica, existem, no mínimo,
quatro raças parentes dos grays e dos zetas vivendo em equilíbrio e buscando
seguir a conexão com o Comando Estelar. Esses seres podem facilmente ser con-
fundidos com os grays e zetas que atuam na Terra em diferentes situações das
abduções e pesquisas genéticas. Muitas das quais ligadas aos interesses do SGS e
da Ordem do Dragão Negro. O que faz com que evitem o contato com a huma-
nidade, pois mantêm-se fora desse contexto político com a Ordem do Dragão
Negro (ODN).

• Constelação de Carina ou Quilha

Estrela Raça Dimensão


Canopus Humanos 17D
Humanos Alados 17D
Humanos Anfíbios 15D
Avio r Portal Monádico 9D/13D
Muitas Raças Diferentes
Apidiske Humanos Ascensos 8D
Felinos Ascensos 9D
Portal Monádico
Miaplacidus Portal Monádico
Arcanjo-Micahélico llD
Eta-Carina Portal Kaalash 12D/15D

A constelação de Carina ou de Quilha, como era conhecida, representa


um ícone importante e inédito em nossa galáxia. Foi o primeiro grupo estelar da
Via Láctea no setor externo a conseguir uma ascensão coletiva de sua sociedade,
sem se envolver nos problemas políticos externos. Obviamente que passou por
muitos processos intermediários na dualidade, mas sempre conseguiu superar as
dificuldades com equilíbrio, evitando as guerras sem sentido.
Tornou-se um império pela sua grandiosidade e justiça. No entanto, por
ser um império antigo, que há muito ascensionou, representa um mito no passa-
do das antigas civilizações e são poucos os seres estelares que realmente conhecem
algo sobre os canopeanos. A estrela de Canopus sustentou um império que colo-
nizou e expandiu-se apenas em 23 planetas restantes nos arredores, mas manteve
um alto crescimento interno na busca da espiritualidade e da conexão com o Eu
Sou e com as mônadas maiores. Foi o primeiro centro de pesquisas e desenvolvi-
mento da Ordem Kumara fora da constelação do Cruzeiro.
Pelo seu histórico, um grupo de Kumaras que chegou através da estrela
de Mimosa do Cruzeiro do Sul, radicou-se no início da evolução dos humanos de
Canopus, passando a representar os sacerdotes dos Elohins que levaram a cultura
dessa raça humana voltar-se para o crescimento psíquico e espiritual em paralelo
com o tecnológico. Eles conseguiram o equilíbrio entre o desenvolvimento tec-
nológico perante seus concorrentes galácticos e a espiritualidade, permitindo que
seus cientistas e guias espirituais efetuassem a linha de conexão encarnacional
com muitos representantes da Supraconfederação e de muitos Filhos Paradisíacos.
Importante frisar que a evolução original dos mundos humanos de Ca-
nopus estabilizaram-se inicialmente em 70, e desse ponto transcenderam para os
patamares superiores, passando a fundirem-se com a realidade do Eu Sou além
de 120. Foi esse processo que motivou a grande evolução e o diferencial entre
essa sociedade e as outras, a exemplo de seus afilhados e protegidos de Sírios que
em alguns momentos foram parceiros de evolução tecnológica e espiritual. A
sociedade canopeana entendia que tudo na sua evolução era decorrente da neces-
sidade, esse era o ponto que efetivava a evolução e o processo de desenvolvimento
de uma sociedade, não a conquista e as guerras como foi para muitos reptilianos.
Esse diferencial foi o pivô de toda a evolução relâmpago que esse grupo desen-
volveu, e o consagrou perante o Conselho Shamuna, que reconheceu nessa civi-
lização a verdadeira realização da proposta de Micah.
Quando se busca entender o que Mitch Ham Ell e a Ordem Voronande-
ck desenvolveram na proposta do genoma adâmico micahélico fica claro que o
exemplo dos canopeanos deveria ter sido estendido a mais grupos de Teta. Os re-
presentantes da estrela de Sírios Alfa seguiram esse caminho após um grande in-
Essas raças existentes nessas realidades executam funções de zeladores
galácticos para o despertar das outras almas ainda em processo mais denso. Por-
tanto, podemos definir que as raças que habitam alguns planetas nas imediações
desse sistema binário de Aspifiske são missionários intermediários entre as altas
esferas de consciência de Canopus e Avior e o restante da galáxia que ainda reside
em planos de consciência abaixo de 8D. Por esse motivo é possível encontrar re-
presentantes de diversas raças que possuem remanescentes na galáxia ou mesmo
em Teta abaixo de 8D.
A estrela de Miaplacidus é outro portal. Porém, este é artificial, equiva-
lente ao portal Kaakash da estrela de Eta-Carina. Miaplacidus possui as configu-
rações tecnológicas que deram aos seres do passado de Canopus um diferencial
tecnológico e militar na evolução em relação aos outros grupos imperialistas da
concorrência dos canopeanos, ainda antes do seu processo de ascensão.
Na verdade, eles tinham descoberto como empregar o poder gravitacio-
nal das estrelas para criar vórtices na curvatura gravitacional da galáxia e abrir
buracos de minhoca onde fosse de seu interesse, e assim, aprenderam a viajar
pela galáxia e colonizar estrategicamente novos sistemas muito além do que as
suas naves podiam chegar com a propulsão da época. Aqui existe um fator inte-
ressante, apesar do Império Canopeano oficialmente possuir apenas 23 colônias,
perante seus parceiros, eles tiveram acesso a milhares de outras estrelas e planetas
com essa tecnologia que os diferenciava dos outros impérios da época. Nesse
contexto descobriram as civilizações dos Ciclopes e de outras raças muito antigas,
que representavam os alicerces do material genético de Teta.
Foram os canopeanos, através desse portal, em Miaplacidus, que chega-
ram a visitar outras galáxias além da orla de Naoshi e encontraram representantes
dos Filhos Paradisíacos, o que iniciou os processos ascensionais de quase toda a
civilização canopeana. Existem registras arqueológicos da presença de canope-
anos em mais de 350 mil planetas ao longo de Teta, muitos dos quais se con-
fundem com os registras dos Ciclopes e dos arquitetos do Universo que são os
Elohins, que antecederam aos Ciclopes.
Os Canopeanos foram os primeiros a criar a Polícia Temporal e com isso
desenvolveram registras de pesquisa temporal no desenvolvimento evolutivo de
Teta e de Naoshi. Foi através dessa tecnologia adquirida no intercâmbio com ou-
tros seres que se tornou necessária a criação de outro portal. Dessa forma o portal
Kaalash, construído no próprio campo gravitacional da estrela de Eta-Carina,
tornou-se realidade, permitindo o desdobramento da consciência e das naves em
diversos planos e dessa forma ampliando a magnitude operacional do Império
Canopeano.
Esses portais deram ao Império Canopeano a possibilidade operacional
em diversas linhas do tempo, além do processo de ascensão, na qual eles continu-
avam a evoluir nas outras esferas já fundidas ao seu Eu Sou e à própria mônada,
mas tendo condições de atuar nas outras realidades paralelas abaixo de 12D e
interagindo com Teta. Foi dessa forma que os canopeanos conseguiram transfor-
mar seus afiliados de Sírios Alfa em avatares da Ordem Kumara.
Muitas ações realizadas pelas equipes Canopeanas nunca foram descober-
tas devido à sua condição de atuação na linha temporal e multidimensional um
tanto além do conhecido pelos outros grupos. Foram eles que resgataram povos
ameaçados de extinção e os colocaram em planetas distantes e fora do âmbito
político convencional.
O interessante é que para poderem desenvolver essas ações, sem a quebra
das diretrizes da Confederação, eles colocavam seus emissários em projetas ava-
táricos e encarnacionais como entrantes para empregar o livre arbítrio e dessa
forma ajudar no resgate daqueles que realmente emitiam a energia necessária
para o resgate. Muitas das ações do comandante Asthar Sheran tiveram o apoio e
a ajuda de entrantes canopeanos, assim como podemos definir que boa parte dos
mestres galácticos era membros da Ordem Canopeana em missão como avatares.
Outro centro de pesquisa espiritual importante para os canopeanos que
era compartilhada pelos membros de Havana e Shinkara que foi um dos centros
de pesquisa inicial da Supraconfederação é o aglomerado estelar de IC-2602,
próximo a Eta-Carina e ao portal Kaalash. Essa foi uma das primeiras bases da
Supraconfederação introduzidas nesse setor que permitia a transferência energé-
tica das naves portadoras de vida em escala multidimensional abaixo de 15D para
a atuação nas esferas superiores de Teta. O centro desse aglomerado IC-2602 per-
mitia acesso direto ao centro do bojo galáctico, tendo, portanto, a configuração
de conexão dos logos galácticos como Ordem Shamuna e conselho cocriacional
de Naoshi, além da linha temporal.
Nesse centro estelar existe o Registro Akáshico Universal de Naoshi e de
cada uma de suas galáxias, contendo os registras do que foi proposto e do que
está ocorrendo em cada uma das realidades paralelas dessas galáxias, sendo o cen-
tro operacional do Conselho Evolutivo dos Anciões de Dias de Naoshi. Quando
os canopeanos já em ascensão descobriram esse caminho através de IC-2602
acabaram definitivamente entrando no processo entrópico de fusão monádica,
tornando-se uma raça única e monadicamente atuante nas esferas da evolução
galáctica como zeladores e orientadores. O caminho da evolução de muitos im-
périos e civilizações teve a ajuda e suporte em diversas etapas pelas equipes de
avatares de Canopus, mas muito além do contexto abordado aqui pelos outros
povos. Estamos descrevendo avatares entre 130 e 170, atuando com seres de
80 que eram preparados para a interação com civilizações abaixo de 70, que é o
contexto social das realidades que entendemos como formas de vida biológica da
Via Láctea e de Naoshi.
Para muitos a civilização canopeana nunca existiu, pois ela deixou as
realidades mais densas de 70 em Teta há mais de 3 bilhões de anos. O que de-
fine essa sociedade como muito antiga e lendária. Mas sua existência se reflete
em parâmetros além de 130 no âmbito do Eu Sou e de outras manifestações
do espírito. Eles têm realizado a tarefa de veladores silenciosos da galáxia junto
a outros avatares. Poucos seres possuem contato e interação com os canopeanos
como Sírios Alfa, que realizam tarefas em conjunto.
Podemos definir que os canopeanos apresentam-se apenas para os grupos
galácticos já em estado ascensional e missionário, ajudando a equilibrar a balança
do grande jogo cósmico entre Cristo Micah e o Anticristo.

• Constelação de Vela

Estrela Raça Dimensão


Rego r Humano Anfíbios 50
Humanos Alados 50
Suhail Reptilianos 50
Insectoides 50

A constelação de Vela recebeu o desenvolvimento, inicialmente, como


antiga colônia canopeana que passou aos cuidados do Império Siriano quando
os canopeanos desapareceram pela sua ascensão. Os membros dessa constelação
têm procurado uma evolução independente em relação ao contexto político das
federações. Sua linha no desenvolvimento psíquico e espiritual é uma priorida-
de e tem como base os antigos fundamentos da sociedade canopeana. Poucos
representantes desse sistema estão presentes na Terra, a maior parte esteve envol-
vida no contexto das 22 delegações e teve o seu auge na Terra com a civilização
da Atlântida e início das primeiras dinastias egípcias, deixando a Terra quase
por completo.
Ainda existem poucos representantes no plano espiritual de 5D da Terra
e na esfera intraterrena participando de projetas com os representantes de Anta-
res e de Sírios Delta. Podemos definir esses povos como neutros no contexto no
que a Terra encontra-se de dualidade. Eles buscam a sua evolução e estudam a
psique humana para entender as reações emocionais e sentimentais da humani-
dade com base na interatividade com outros povos, principalmente com os repti-
lianos e insectoides que existem nas órbitas externas da estrela de Suhail, também
presentes na Terra e nas bases lunares. O número desses representantes na Terra
e na Lua deve chegar a um grupo de 3.400 membros.

• Constelação de Lepus

Estrela Raça Dimensão


Arneb Humano Reptiliano 5D
Nihal Reptiliano Insectoide 5D

Este grupo de estrelas nas imediações da estrela de Saiph de Órion foi


um dos refúgios naturais no processo de expansão militar e colonial do império
de Rígel, tendo diversos povos representantes dessas raças. Conseguiram man-
terem-se em isolamento em relação às guerras e serviram de refúgio para as raças
que buscavam um êxodo no contexto político de Rígel e de Saiph. Basicamente
existem raças que foram criadas no contexto das manipulações e do aperfeiçoa-
mento genético na Grande Guerra de Órion, surgindo novas variações genéticas
que buscaram a sua própria linha de destino na evolução.
O grupo de Lepus é representado por três casas de poder. São três insti-
tuições políticas na busca de sua independência frente à influência rigeliana e aos
outros grupos políticamente influentes nesse seror da galáxia. Esse grupo possui
muitos interesses na Terra devido às manipulações genéticas que os Anunakis
realizaram com a raça humana e com os dracos, além de terem experiência em
parceria com os mesmos que ainda não foram terminadas.
Também possui fortes ligações políticas com os reptilianos que habitam
a Lua da Terra e as bases no planeta Saturno e as suas luas. Fazem parte do grupo
de reptilianos humanoides que estudam o processo emocional da h umanidade e
buscam pela técnica de entrantes avaliarem o desenvolvimento humano. Os rep-
tilianos dracos desse grupo trabalham em projetas com os zetas e os grays junto
ao SGS para o desenvolvimento de colônias no umbral Dakar que foi criado en-
tre o portal Rígel e a Lua há mais de 200 mil anos. Esse portal é o que permite a
quebra da barreira de frequência por parte das naves da Ordem do Dragão Negro
que ainda atuam na Terra.
Não podemos definir esses seres como negativos, mas como pesquisado-
res que têm o objetivo além dos valores éticos da humanidade. Não têm preten-
sões bélicas contra o Comando Asthar ou da Confederação. Procuram, dentro
do que é possível, acordos que favoreçam o desenvolvimento de suas pesquisas
através de entrantes e almas colocadas na roda de samsara na Terra e em outros
mundos de exílio.

• Constelação de Eridanus

Estrela Raça Dimensão


Cursa Anfíbios Etéreos 5D
Simbionte Psíquico 6D
Beid Simbiontes Psíquicos 7D
Tipo Água Viva
Rana Réptil Anfíbio Humano 4D
Acamar Humanos Zetas 5D
Achemar Humanos Zetas 5D

Esta constelação possui diversos representantes, a maior parte saiu, em


êxodo, dos conflitos centrais de Órion e dos arredores. São raças que foram aju-
dadas pela Supraconfederação a afastar-se dos conflitos e a construir uma nova
jornada rumo à ascensão. Podemos simplificar que na constelação de Eridanus
houve uma nova oportunidade para milhares de sobreviventes dos conflitos bé-
licos e políticos existentes em seus mundos natais, como ocorreu no processo
da Primeira e Segunda Guerra Mundial na Terra, nas quais muitos emigrantes
transferiram-se para América.
A raça natural dessa constelação surgiu nos mundos intermediários da
órbita da estrela de Beid, são seres similares a medusas e águas vivas. Possuem
a peculiaridade de serem seres astrais e levitarem no meio atmosférico do pla-
neta Kaballi. Não se trata de um ser aquático como imaginamos, mas de seres
que voam nas densas camadas atmosféricas de metano e amônia de Kaballi. Essa
raça ou espécie é capaz de comunicação psíquica e são simbiontes com uma
grande curiosidade. Eles foram responsáveis pelo ajuste de outras raças nas ime-
diações dessa estrela, pois têm a capacidade de projeção fora do planeta com
a expansão mental.
Basicamente, a raça dos zetas nas estrelas de Achemar e Acamar são os
povos que representam essa constelação no contexto político das federações em
Alcíone, o resto procura manter a sua evolução resguardada. Essa constelação
apresenta mundos a serem ainda colonizados, e outros planetas em estado em-
brionário que em poucos milhões de anos estarão apresentando configurações
similares aos da Terra no período jurássico.
Podemos definir esse setor como um jardim em desenvolvimento para ser
semeado por milhares de raças no futuro. Por encontrar-se num meio galáctico
muito ativo de diversos povos fora do contexto político das federações represen-
tadas em Alcíone com portais de ligação para o centro e o bojo da galáxia.

• Constelação de Fênix

Estrela Raça Dimensão


Ankaa Zetas Marrons 60

Esta estrela é mais um centro de refugiados dos antigos zetas do planeta


Ápice que foi desviado da órbita da estrela Vega em Lira quando ocorreu a guerra
de Satã pelo roubo e manipulação que criaria a raça draco. Nessa guerra os zetas
eram os oponentes diretos dos agressores reptilianos liderados espiritualmente
por Satã, e tiveram seu mundo deportado por armamento gravitacional e trans-
ferido para a Constelação de Reticulli.
Os exploradores siderais desses povos procuraram nesse processo diver-
sos lugares na galáxia para dar continuidade à sua evolução e preparar-se para
confrontar os reptilianos quando chegasse a oportunidade. Para isso buscaram
colonizar planetas nos pontos mais distantes da galáxia, buscando preservar a sua
espécie e criando poder tecnológico e manipulação genética para aperfeiçoar suas
condições de sobrevivência.
Os Zetas da constelação de Fênix representam um grupo de explorado-
res e geneticistas que busca elevar o gradiente psíquico e espiritual de sua raça
para poderem superar as atividades reptilianas que tenham que enfrentar even-
tualmente no processo de escravização. A raça, ou degeneração, que originou os
Grays é um produto dos draconianos que usaram como escravos e nas pesquisas
genéticas os antigos Zetas, transformando-os em Grays. Os Zetas remanescen-
tes tinham como missão ajudar no resgate e na libertação de seus antepassados
Grays, que é uma raça mutilada que se reproduz por clonagem, mediante a tec-
nologia reptiliana.
Os Zetas, como um todo, têm nos reptilianos inimigos naturais e com-
petem tecnologicamente em muitos pontos, menos na ferocidade que os draco-
nianos possuem. Além de terem raças como os Alfa Citraks e os próprios dragões
alados como predadores na sua história. Em geral, a sociedade Zeta está espalha-
da em diversos lugares na galáxia e fora da mesma, para garantir a sobrevivência
de sua espécie.

• Constelação do Reticulli

Estrela Raça Dimensão


Alfa reticulu Zetas Beges 6D
Beta reticulu Zetas Verdes Altos 6D

Como já descrito no contexto de Fênix, a constelação do Reticulli é o


local onde a raça dos Zetas acabou por ser exilada pela tecnologia militar dos
reptilianos quando essa raça humana antiga de Zetas confrontava os ataques e a
dominação dos draconianos de Satã ainda na constelação de Lira. Basicamente
o povo Zeta tornou-se ambulante, tendo diversos planetas sob sua influência.
Como ocorre com alguns planetas nas imediações da estrela de Prócion, que
pertence ao âmbito militar e colonial de Sírios.
Existem mais de 250 planetas colonizados nos quais existe a presença de
raças derivadas dos antigos Zetas, cada qual passando pelas suas variações genéti-
cas no processo de adaptação ambiental nos planetas escolhidos para habitarem e
continuarem a sua evolução. Em geral, os representantes dessa raça atuam entre
4D e 7D, conforme a evolução e as configurações atmosféricas do planeta e da
radiação da estrela mãe que habitam. O planeta Serpo equivale a Alfa Reticulli,
onde possuem uma civilização bem estabelecida no desenvolvimento social e
cultural. Contudo, nos outros mundos ocorre a parte do desenvolvimento tec-
nológico e militar em relação às disputas com os draconianos.
Na Terra existe, pelo menos, um grupo de 43 mil Zetas vivendo em bases
subterrâneas e intraoceânicas, além daqueles que mantêm contato com o SGS
e outros grupos terrestres. Os Zetas possuem uma linha política de não interfe-
rência no processo terrestre, mas efetuam pesquisas na evolução humana, além
de terem interesse particular na Terra, porque o genoma terrestre possui chaves
para a libertação dos Grays que estão presentes na Terra, devido à presença dos
reptilianos na Lua e nas outras bases intraterrenas. Curiosamente os Zetas e repti-
lianos não entram em choque, ambas as partes entendem que existe um trabalho
de pesquisa, e cada qual procura realizar a sua parcela conforme as negociações
com as diferentes hierarquias espirituais da Terra e com o Comando Estelar.
A Terra sustenta mais de 26 projetos diferentes dos Zetas em relação a
genética, portais temporais, negociações com as 22 delegações e parceria com
os dissidentes reptilianos que buscam ajudar na liberação do genoma dos grays,
além de processos encarnacionais que os Zetas mantêm na Terra.
A Terra está envolvida pelo menos com 23 planetas relacionados à pes-
quisa genética entre Zetas e outras raças, o que envolve a humanidade. Além de
existirem conexões umbralinas tecnológicas muito poderosas que ligam os Xo-
patz e Grays aos processos de clonagem da humanidade e à tecnologia de chipa-
gem planetária. Nesse contexto muitas vezes aparecem Zetas de diversos grupos
participando dos estudos.
Existem pelo menos 15 variações genéticas de Zetas, o que pode con-
fundir a pessoa que tem contato com esses grupos. Uma parte está envolvida de
forma negativa no contexto político estelar, mas a maior parte busca uma inte-
ração mais harmônica com os grupos de poder. Normalmente os Zetas mandam
delegações para negociar acordos perante o Conselho das Federações em Alcíone,
mas em geral não são seres federados. Tem acordos com o Comando Asthar e
outros comandos na busca da resolução do impasse genético que os liga à huma-
nidade e aos Grays.
A civilização geral da raça dos Zetas deve possuir aproximadamente 23
bilhões de representantes no âmbito galáctico de Teta entre 4D e 7D, por isso é
considerada uma raça comum em muitos quadrantes do conjunto das 21 galáxias
de Teta.

• Constelação de Dourado

Estrela Raça Dimensão


Tarântula Zetas com Insectoide SD

Outro grupo pertencente ao êxodo dos Zetas de Lira que no aglomerado


de NGC-2070 desenvolveu várias planetas para o seu desenvolvimento. Devido
às condições ambientais nos quatro planetas na órbita da estrela de Tarântula
surgiu uma raça com as capacidades insectoides mais desenvolvidas do que as
humanoides, originando uma interessante variação com asas entre Zeta e louva-
a-deus. Raça pouco frequente no contexto terrestre, mas presente no Conselho
de Alcíone e das colônias pleiadianas em M-45.
Essa raça é pacífica e tem buscado interação com os demais povos das Fe-
derações, e gradualmente tem sido evacuado para as Nuvens de Magalhães como
novo plano existencial.

• Constelação do Pintor

Estrela Raça Dimensão


Alta Pintor Zetas e Grays 6D

Outro reduto importante da raça dos Zetas que representa uma colô-
nia de reabilitação dos remanescentes Grays resgatados de Lira e da Terra, além
de outros Zetas. O planeta Radhar é um centro clínico de reprodução e reabilita-
ção das raças derivadas dos Zetas. Esse centro é controlado pelos representantes
dos Zetas de Reticulli e do grupo de Prócion, material genético de humanos
abduzidos na Terra que tem sido inserido por esses grupos nas cobaias da pesqui-
sa em Radhar, e dessa forma o projeto dos híbridos entre humanos com outras
raças dos Grays e Zetas foi transferida para esse planeta em 1.987. Após a Con-
vergência Harmônica para estabelecer parâmetros confiáveis perante as Federa-
ções na busca de uma continuidade nas raças Gray e Zeta envolvidas com esse
genoma híbrido.
Estamos abordando um projeto que envolve genoma de 3D e de outras
dimensões no plano físico e espiritual. O que significa a continuidade de projetas
importantes iniciados pelos nazistas em 1.931 e que tiveram continuação por
parte do SGS e depois pelos próprios Grays até o momento atual e deve continu-
ar até o salto quântico do sistema solar nos próximos anos.

• Outras Constelações

Estrela Raça Dimensão


Formalhaur Tartarugas Humanoides 6D

A estrela de Formalhaur, outro importante farol de navegação das Fede-


rações no hemisfério sul da galáxia, apresenta vida em quatro planetas, sendo al-
gumas formas de vida reptilianas parentes das tartarugas humanoides, reptilianos
semelhantes a lagartixas gigantes, humanos e dragões etéreos. Por ser uma das
mais brilhantes da galáxia essa estrela acabou por chamar a atenção de antigos
navegadores e serviu de base para diversos povos nos últimos 5 bilhões de anos
da galáxia, possuindo um histórico bem complexo de dezenas de raças que se
desenvolveram em diferentes épocas desse sistema estelar.
No plano de 4D existem formas de vida simbiontes astrais que já se
comunicaram e migraram para outras localidades da galáxia devido às mudan-
ças climáticas promovidas pela estrela de Formalhaur, que já passou por várias
alterações em sua coroa. A maior parte dos habitantes de Formalhaut acabou por
transferir-se ao aglomerado planetário de Hélix NGC-7293 a poucos anos luz de
distância, no qual existem entre 4D e 7D mais de 25 espécies distintas espalhadas
em 15 planetas desse aglomerado.
No passado um grupo de Formalhaut, junto às 22 delegações, desenvol-
veu pesquisas e explorações na Terra. Ainda existem muitos representantes dessa
estrela na Terra e acabaram por acomodar-se e radicar-se, vivendo em planos
paralelos entre 5D e 6D. Em muitos momentos foram importantes amparadores
da evolução terrestre e ajudaram a coibir a ação nefasta dos deuses. Adquiri-
ram muito amor e simpatia pela humanidade e entendem as questões políticas
que fizeram da humanidade escrava de anjos caídos devido às crenças religiosas
do passado.
A TECNOLOGIA REVERSA E TEMPORAL

Basicamente a maior parte dos grupos que conseguiu desenvolver nave-


gação espacial acabaria esbarrando com a física quântica e toda a sua complexida-
de. Nesse patamar, a questão sobre viagens no tempo, deslocamento dimensional
e realidades paralelas acaba por ser uma linha muito tênue na qual esses grupos
acabaram por envolver-se e expandir naturalmente o desenvolvimento tecnológi-
co de forma similar à nossa sociedade científica vive no momento, descobrindo
novidades a cada dia.
Quando se fala em tecnologia reversa, automaticamente as pessoas lem-
bram de discos voadores, do caso Roswell e outros similares no Novo México,
pois essa linha é natural devido à mística criada pelas próprias pessoas envolvidas
nessas questões de conspirações governamentais. Mas a tecnologia é uma realida-
de que não pode ser negada. A famosa e discutida Área 51 no deserto de Mohavi
nos Estados Unidos, era originalmente um centro de pesquisas e desenvolvi-
mento de tecnologia antes da Segunda Guerra Mundial, onde parte do projeto
Manhattan da primeira bomba atômica foi desenvolvido. Assim como muitos
aviões secretos e invisíveis eram desenvolvidos e testados nesse setor. Não apenas
naves e artefatos extraterrestres eram desenvolvidos, como a própria evolução da
tecnologia humana, derivada dos projetos de Nikola Tesla, Vopn Braum e muitos
outros que eram incógnitos da mídia, por, em sua maioria, serem pesquisadores
alemães do 3° Reich, que trabalhavam para o governo dos Estados Unidos sem
que os políticos soubessem.
No fim das contas a tecnologia reversa nada mais é do que empregar
o poder atômico no desenvolvimento de propulsores que permitam levar uma
nave à projeção próxima à velocidade da luz e à criação de portais temporais e
acesso a realidades paralelas, como foi demonstrado no projeto Filadélfia por
volta de 1.937.
Os representantes dos Zetas e Grays desenvolveram tecnologias similares,
nas quais seus pulsos psíquicos e emocionais podiam comunicar-se com as má-
quinas e computadores de sua tecnologia, algo que os pesquisadores norteame-
ricanos da área 51 e suas ramificações buscaram sem êxito até meados de 1.983,
quando conseguiram os primeiros êxitos nesse ramo da conexão neural entre
humanos e máquinas. Essa tecnologia está presente agora nos aviões secretos e
nos F-22 raptor, no qual através do capacete o piloto controla diversas funções
do avião. Pois bem, isso é, na verdade, parte do que foi encontrado na nave de
Roswell e nas outras encontradas em mais de 30 lugares diferentes da Terra, tanto
pelos americanos, russos, alemães e israelitas.
A tecnologia reversa é simplesmente a evolução natural da nossa ciência
limitada pelos parâmetros da física Newtoniana, que entra em colapso quando
comparada ao que a Ciência Quântica apresenta-nos nas suas diferentes possibi-
lidades. Desde a criação de computadores quânticos que se baseiam na utilização
de luz como processadores ao invés de chips de silício, até a criação de computa-
dores orgânicos similares ao cérebro humano, com a capacidade somada de toda
a civilização em quantidade de processos simultâneos. Os primeiros passos para
esse tipo de tecnologia foram apresentados por Nikola Tesla ainda no final do
século 19, criando mais de 1.000 registros importante para o avanço da nossa
sociedade, porém a maior parte foi utilizada apenas para fins militares e de supre-
macia tecnológica de uma minoria. Tesla tinha como base oferecer à humanidade
energia elétrica gratuita, o que ia contra os interesses dos grupos de liderança
mundial, que queriam vender e ganhar dinheiro e poder com o controle da dis-
tribuição da energia elétrica para a humanidade, como ocorre desde o inicio com
Jéferson. Veículos que não empregam combustíveis fósseis eram outro legado de
Tesla que foi negado à humanidade. Quando falamos em tecnologia reversa, não
apenas é uma técnica de extraterrestres, mas pertence aos centros secretos da Ter-
ra denominados de SGS ou Sinistro Governo Secreto, que possui conexão direta
com os reptilianos que habitam a Lua e outros lugares secretos na própria Terra.
Privar à humanidade o acesso a essa tecnologia que poderia ter evitado a poluição
e a deterioração ambiental em todo o planeta foi uma terrível interferência dos
reptilianos negativos, mas acima de tudo uma condição aberta pela ganância e
corrupção do ser humano, que muitas vezes faz escolhas erradas pelos motivos
também equivocados de centralizar o poder apenas em poucos.
Basicamente nos centros mais importantes do desenvolvimento huma-
no nos últimos 9 mil anos, a humanidade contou com a presença de entrantes
reptilianos desviando o projeto Micahélico do seu contexto original, devido à
presença de muitos exilados no processo encarnacional físico e astral da Terra.
Com isso esses seres tiveram almas nos momentos chaves, nos quais a humani-
dade teve que realizar escolhas. Essas escolhas acabaram por, em muitos casos,
desviar a humanidade do caminho que tinha sido originalmente traçado para sua
evolução. Dessa forma a Terra e a sua civilização entrou no Jogo dos reptilianos
servindo de escrava. O desenvolvimento tecnológico foi gradualmente controla-
do sempre que possível para manter a humanidade sob domínio desse grupo que
definimos como Ordem do Dragão Negro, ordem que controla os entrantes dos
Iluminattis, do SGS e das outras ordens existentes na Terra de forma a controlar
os rumos que a sociedade humana acabe por acatar.
A nossa sociedade nunca percebeu como os reptilianos negativados que
pertencem não apenas aos Xopatz, mas aos Anunakis, a Rígel, a Plêiades, a Boro-
nak e a outros sistemas representam o verdadeiro poder atrás de ações conflitan-
tes que os lideres governamentais tem tomado nos últimos 9 mil anos de histó-
ria. Devido à existência desses grupos, torna-se natural que muitos canalizadores
tenham medo dos reptilianos que se apresentam pelas vias mediúnicas e pelo
processo de abdução, já que realmente esses seres tem aprisionado a humanidade.
Mas como vimos, não são todos os reptilianos que possuem esse tipo de atitude
perante a humanidade. No entanto aqui entra a questão da ressonância vibra-
cional, cada qual atrai para si aquilo que possui dentro de si mesmo. Portanto,
quando buscamos o contato com seres de outrosplanos, temos que entender que
se estivermos ressonantes com energia desequilibradas dentro de nós, acabare-
mos por atrair para o contato entidades que possuem o mesmo parâmetro e têm
intenções desarmônicas. Por esse motivo em mais de 70% dos casos de contato
com seres de outros planos, temos o envolvimento com seres reptilianos e negati-
vados que utilizam a humanidade como base de pesquisas genéticas em busca do
poder do Micah existente no genoma humano.
A tecnologia reversa é apenas uma das formas de seduzir a humanida-
de, pois é mais fácil buscar na tecnologia do que no poder do espirita o alto
desenvolvimento para acessar outras realidades paralelas. Dessa forma a nossa
sociedade buscou através da tecnologia o controle sobre o próximo como ocorre
na atualidade, com as mensagens subliminares que controlam a psique humana
através da mídia mundial.
O arual desenvolvimento das pesquisas com nanotecnologia e genética
nos principais centros de pesquisa mundial e as pesquisas com alimentos trans-
gênicos são o reflexo da liberação da tecnologia reversa encontrada no início dos
anos 20 pelas equipes de pesquisa de Hitler e dos projetas de Nikola Tesla. Os
relatos de implantes removidos cirurgicamente de pessoas pelos médicos, que
apresentam materiais desenvolvidos pelas empresas secretas que constroem aviões
para o governo dos EUA é um exemplo do uso de tecnologia reversa. Portanto
estamos compartilhando essa tecnologia com seres de outras realidades, dentro
da nossa estrutura social, porém não para o bem estar da humanidade, mas para
o controle da mesma por parte de grupos ligados aos rebeldes criados pela facção
dos filhos de Anhotak, associados ao contexto da energia do Anticristo. Cada
qual tem o direito à sua escolha nesse contexto político que a humanidade vive
atualmente. Basicamente esses grupos de reptilianos negativados dentro do ar-
quétipo da energia do Anticristo, sustentam pelo menos uns 210 planetas de
expiação no aglomerado de Teta. A Terra é apenas um dos planetas na linha
comercial do eixo com Órion. Esses 21 O planetas estão espalhados ao longo do
eixo do desenvolvimento tecnológico e social dos impérios nos últimos 3 bilhões
de anos. Embora atuantes em pelo menos 15 realidades paralelas entre 3D e 70,
o que torna muito mais difícil o entendimento dessa rede dentro da Matriz de
Controle. Os próprios reptilianos e os Xopatz não entram numa linha clara de
seus objetivos, pois as castas que já mencionamos nas esferas menores são muito
confusas e não seguem uma diretriz clara na sua evolução.
Podemos definir que essas castas, assim como as que estão presentes na
Terra, apenas querem sobreviver e garantir o momento atual e não preveem o
futuro e os seus desdobramentos sociais e tecnológicos em que estão envolvidos.
Por essa razão eles também são afetados quando ocorre o despertar de uma civi-
lização. Pois parte deles também passa pelo processo desse despertar e as compli-
cações que isso implica na sua forma de pensar e agir. Muitos desses seres tiveram
um despertar ascensional decorrente dos processos em que se envolveram nos
momentos em que grandes avatares estavam amando nos planetas escolhidos.
Assim como ocorreu na Terra com a presença dos Mestres encarnados que dei-
xaram importantes lições no despertar, foram milhares de reptilianos e inclusive
de Xopatz que acabaram despertando e questionando a sua linha consciencial até
aquele momento. Mesmo quando elas roubavam material genético dos mestres
através de implantes ou abdução, acabavam por receber a irradiação da ener-
gia Crística em suas bases secretas e intraterrenas. Mesmo naquelas presentes no
Umbral, pois a energia de Cristo propaga-se pelo fluxo da radiação takiônica,
que atravessa as massas estelares e planetárias, o que acabou por gerar o despertar
de muitos seres convictos na energia do Anticristo. O próprio uso da tecnologia
reversa tem sido alterado para parâmetros mais harmônicos por parte desses gru-
pos desde a convergência harmônica de 1.987, criando uma nova condição de
diálogo entre as diferentes facções da Ordem do Dragão Negro e os representan-
tes do Comando Estelar. O que gerou muitos novos acordos de paz e trabalhos
conjuntos para conseguir-se o despertar e a evolução de todos os envolvidos que
estejam receptivos a essa nova proposta.

As Bases Secretas dos Reptilianos na Terra

O planeta Terra possui algo em torno de 36 bases secretas em poder da


manipulação dos reptilianos considerados negativos atualmente. Outras 127 es-
tão sob domínio de grupos neutros que buscam acordos para ajudar a humanida-
de e a sua raça. Existem 238 bases intraterrenas e intraoceânicas ligadas a diversos
grupos, entre eles o SGS, que estão atuantes no desenvolvimento de realidades
paralelas à da humanidade da superfície.
Existem, portanto, perto de 40 1 cidades e bases secretas em diversos pon-
tos do planeta, além de grandes cidades etéreas na estratosfera e nos núcleos
planetários como Shamballa e Agartha, além de Telas, Aurora, Erks, Mitisdan,
Paititi, Posêidon, Arales, Cidade dos Sete Planetas, Templos da Fraternidade
Branca e outras estruturas ligadas às realidades paralelas da Terra e das outras
humanidades, totalizando cerca de 27,3 bilhões de almas vivendo no campo ele-
tromagnético da Terra.
Muitos dos seres humanos vivem em realidades paralelas nesses outros
centros populacionais, mas sem a consciência. Possuem seus outros corpos sutis
vivendo planos paralelos, e até seus corpos criogênicos em plena atividade nessas
outras existências. Por esse motivo temos que entender que a nossa realidade é
multidimensional na estrutura planetária da Terra, não apenas no contexto es-
telar das almas gêmeas. Estamos vivendo planos paralelos na evolução da Terra
e das humanidades e outras raças que residem a nossa volta, além do processo
encarnacional atual. Temos outros patamares de energia a serem considerados em
nossa evolução e o mesmo ocorre com os reptilianos e os Xopatz que atuam no
controle da evolução e na vampirização da humanidade.
As bases secretas têm a função de controlar o abastecimento da vampiri-
zação planetária, porém a sua chave de acesso são as escolhas de cada pessoa em
sua caminhada evolutiva. A Terra é, na verdade, uma réplica controlada, num
planeta, do que já ocorreu no Universo externo nos últimos 5 bilhões de anos.
Essas bases secretas estão interligadas pelos portais do umbral e acessam os setores
de sofrimento contidos nos seus campos de concentração, checando a ressonân-
cia vibracional dos implantes etéreos que a humanidade possui. Essas bases pos-
suem várias funções, mas basicamente são redutos e refúgios para que esses seres
não sejam identificados ou capturados pelas equipes da Confederação que atuam
a mando de Micah/Sananda na Terra.
As bases acabam por ser clandestinas e desenvolvem ações que são consi-
deradas contrárias às diretrizes da Confederação. Pertencentes a grupos rebeldes
de exilados que são controlados pelos reptilianos das castas mais elevadas como
os Xopatz. Nesse grupo encontraremos alguns remanescentes dos Anunakis re-
beldes ligados a Marduk e Caligasto, além de Lucífugo, que pertencem às cidades
tecnológicas do umbral.
Todos esses são seguidores da energia proposta por Satã e sua equipe. São
36 vórtices de energia do Anticristo que orbitam diversas esferas umbralinas da
Terra e controlam o processo encarnacional estando sempre em oposição à Gran-
de Fraternidade Branca da Terra e às equipes da espiritualidade, mantendo-se um
equilíbrio para que ocorra a evolução de todas as almas presas à dualidade.
Cada centro operacional dessas bases espalhadas na Terra e na galáxia
apresentam sua ligação com bases Dakar que permitem o fluxo das naves e das
almas que representam os interesses dos centros de pesquisa e aprisionamento
das outras almas que são utilizadas nos clones para manter a Matriz de Controle
do Anticristo nos mundos sob seu controle. Essa situação gera a amplificação da
dualidade a patamares extremos, como ocorre na Terra.
Na galáxia de Arconis os gradientes são de quase 98% na egrégora do An-
ticristo e espalha-se gradativamente para os outros planetas de Naoshi, conforme
as almas são enviadas pelas bolhas Dakar, criando o processo da dominância dos
Xopatz e dos outros grupos das castas do Anticristo. O poder de cada uma dessas
bases é bem amplo e não pode ser mensurado pelo conceito linear terrestre, pois
não se trata de poder militar, mas da abrangência da energia psíquica emanada
do Anticristo distorcido de cada habitante que existe nessas bases. Cada qual
desvirtuou essa energia conforme o seu entendimento. Por esse motivo é que os
veladores silenciosos de Naoshi atuam em cada sistema em uma linha temporal
que permita o despertar de cada grupo.
Nesse contexto fica mais claro como as diferentes equipes do Comando
Estelar atuam para desenvolver um despertar em diversos sistemas planetários,
muitos em estado ainda mais crítico que a Terra. Todas essas bases acabaram
criando o seu próprio arquétipo da representação da energia do Anticristo, dis-
torcendo os parâmetros criados na galáxia de Arconis, que eram justamente a
unificação do poder centralizado em um ser que representava essa energia. Cada
qual criou a sua própria personificação dessa energia e buscou-a de forma inde-
pendente, pois um desconfiava da outro, o que criou a amplificação dessa energia
de forma descontrolada, cada ser que trabalhou ao máximo essa energia acabou
por ser seu escravo e por perder o controle sobre seu processo criacional.
A energia do Anticristo propagada e trabalhada pelos seus servos acabou
e ainda está por consumir cada um gradualmente. Por esse motivo é que os líde-
res que trabalham ainda para a energia do verdadeiro Anhotak estão buscando
efetuar parcerias com os Micahélicos e Voronandecks. Para conseguir salvaguar-
dar pontos fundamentais no equilíbrio da evolução de centenas de planos exis-
tenciais, o que para os discípulos negativados é uma traição para os fundadores
do movimento pelo poder e a vampirização das sociedades mais fracas.
O reflexo desses processos está visível em parte nos principais impérios
da dualidade e também nos planetas de exílio como a Terra, devido a existirem
constantes acordos entre as polaridades em busca de uma saída mais harmônica,
e na quebra de contratos que no passado não podiam ser negociados como ocorre
na atualidade. A própria presença dos membros da Ordem Goronandeck e Voro-
nandeck no contexto umbralino é uma severa mudança na estrutura existencial
para todas as realidades de Teta.

Planetas de Expiação e Pesquisa Colonial

Esses planetas representam o centro das atenções para as equipes rebeldes


e para a Confederação atuantes em Teta. Os planetas que são considerados de
expiação, são planetas similares à Terra, que receberam muitas raças nos processos
de exílio e de êxodo, relativos ao contexto político galáctico e à polaridade enrre
a energia do Cristo-Micah e do Anticristo Anhotak e seus represenranres. Porém,
originalmenre esses planetas represenravam centros de pesquisa colonial onde era
permitido desenvolver qualquer tipo de experimento sem, com isso, infringir as
leis e diretrizes das diferentes Federações e da Confederação.
Para isso a galáxia foi dividida em quadrantes e cada qual recebeu a cata-
logação de pelo menos 72 planetas de expiação nos quais se permitia o desenvol-
vimento de qualquer tipo de experimento. A Terra era um desses planetas, mas
possuía uma diferença fundamental, era um planeta decimal com herança dos
Elohins, o que a coloca num patamar diferente. Pesquisar o desenvolvimento
da alma e das diferentes matrizes genéticas foi o início. Porém, com a incisão da
energia do Anticristo em muitos genomas reptilianos e insectoides, ocorreu um
desvio acentuado na linha do equilíbrio que deveria ter existido na maior parte
dos projetas da galáxia. A maior parte das experiências acabou por ser desarmá-
nica e cruel para quem foi cobaia.
O desdobramento desse processo acabou sendo naturalmente a quebra
no equilíbrio a cada nova geração de forma sucessiva, criando a perda de controle
sob esses desdobramentos na ordem galáctica. Mesmo dentro da galáxia de Arco-
nis ocorreram inúmeras perdas e quebras no equilíbrio que tinha sido calculado,
gerando um efeito destrutivo em etapas diferenciadas para muitas civilizações.
Ocorreu a evasão para as demais galáxias de Teta na busca desse equilíbrio, mas
como ele não existia internamente em cada representante de ambas as polarida-
des, ocorreu um processo conturbado no crescimento tecnológico e espiritual
para a maioria das almas no contexto do grupo de Naoshi.
Podemos definir que Teta, ou o setor de Naoshi, é um conjunto de expia-
ção na busca do entendimento da condição cocriacional das almas desdobradas
do Eu Sou e dos grupos monádicos existentes e projetados nas realidades parale-
las dessas 49 galáxias. Além disso, no contexto mais profundo, o que está em jogo
é a capacidade cocriacional de cada um. O que cada um é capaz de produzir na
sua busca pelo poder e pelo uso do mesmo. Essa é a maior questão que envolve a
evolução de todos os bilhões de almas envolvidas nas aventuras de consciência de
Naoshi e inclusive no resto do Universo.
O surgimento da Matriz de Controle acabou por ser uma consequência
natural na busca pelo poder e pelo controle da condição cocriacional de cada alma
na rede neural de Naoshi. O setor de galáxias de Naoshi é como uma rede neural
de energia do cocriador da Fonte que foi estabelecido como seror experimental
e de expiação para o desenvolvimento do jogo cósmico entre Micah e Anhotak.
Isso já esta claro, porém o envolvimento de milhares de Filhos Paradisíacos, que
se desdobraram em mónadas e Eu Sou para posteriormente desdobrarem-se em
fragmentos de alma é algo inusitado, que envolveu seres que nunca antes tinham
descido para esferas mais densas do que 30D.
A maior parte da criação é etérea e está além do patamar 30D na regência
das supramônadas. Mas, abaixo desse patamar foi unicamente na proposta de
Havona que isso ocorreu, especialmente em setores definidos para essas novas
egrégoras, o que torna tudo mais complexo para os observadores paradisíacos.
A matriz é uma realidade fictícia que acabou por tornar-se concreta. As
almas que dela participam acabaram por cocriar e dar a ela uma densidade real
que não estava prevista nos planos originais dos Filhos Paradisíacos, nem Anho-
tak tinha definido tamanha densidade e crueldade na fragmentação das açóes
que seriam praticadas pelas almas desviadas do equilíbrio interno. Nesse contexto
surge um sentimento que não existia, a crueldade, e todos os desdobramentos
que carrega consigo. Essa energia não existia, pois o Universo tinha experimenta-
do apenas a razão lógica e uma linha ditatorial por parte dos filhos de Anhotak e a
linha harmônica e amorosa dos crísticos, mas não a crueldade e a busca do poder
pelo poder sem sentido. Nas bases secretas, assim como na Terra, perdeu-se esse
princípio e cada qual passou a desenvolver aquilo que considerava o correto na
busca do poder e da capacidade de escravizar seus oponentes.
Cada uma dessas bases passou a formatar o poder conforme o que con-
siderava ideal para seu consumo e controle, mas não para manter o equilíbrio
de sua própria estrutura interna, o que colocou a maior parte dessas bases em
ciclos críticos de subsistência e em muitos casos de ciclos de autodestruição como
ocorreu na Terra com diversas guerras entre os povos. O mesmo ocorreu interna-
mente em cada uma dessas bases secretas em Teta, portanto podemos traçar uma
linha comportamental que nos revela que o problema é interno e não apenas das
bases ou dos planetas. As almas na não aprenderam a viver com o próprio poder
interno cocriacional que possuem, e na busca pela sua compreensão acaba por
envolver-se na dualidade de forma desequilibrada.
Esta condição ocorreu tanto com os filhos da luz como os da não luz.
O problema não é apenas concentrado nas espécies reptilianas ou insectoides,
como poderia aparentar nas primeiras análises, mas no fundamento do processo
colonial por parte dos Filhos Paradisíacos que antes do experimento em Naoshi
e em outros setores dos 144 Superuniversos de Havona nunca tinham sido expe-
rienciados por esses seres. Eles não tinham a capacidade de avaliação de como a
alma que eles mesmos criam na sua divisão fractal acaba por apresentar desvios
de personalidade, condicionados ao meio onde se manifestam e desenvolvem as
suas experiências cocriacionais.
O teste ainda está em desenvolvimento constante, mas entre as mônadas
e as almas desdobradas existem diferentes níveis de compreensão sobre o que é
o Universo e o que é a Fonte, o que dificulta o aprendizado e o torna mais lento
do que foi inicialmente avaliado nas esferas maiores. Por esse motivo os plane-
tas de expiação são um reflexo dessa incapacidade de avaliar o desdobramento
das almas na busca pelo poder e pelo controle de suas próprias ambições para o
entendimento de suas missões. As almas ficam presas às ilusões que elas mesmas
criaram em um forte novelo de situações e energias que as afastam da linha de
comunicação com as esferas mais sutis do seu próprio ser interno.
Todos os planetas de expiação estão à mercê dos próprios fluxos de ener-
gia que seus habitantes criam e com a ajuda e controle dos Xopatz esse proces-
so acaba por estender-se muito além do que poderia ser considerado o correto,
gerando situações de vampirização e linhas paralelas de umbrais que mantêm
bilhões de almas presas em suas próprias ambições. Controladas pelas forças da
Ordem do Dragão Negro, mantendo a linha de comunicação com outros plane-
tas que vibram na mesma frequência, o que sustenta a malha fractal das bolhas
Dakar nas diferentes galáxias e planetas de Naoshi.
Muitas das bases secretas existentes na Terra estão interligadas, realizando
as antigas pesquisas que a Terra como colônia dos Anunakis e de outros povos
desenvolveram, continuando projetas que foram interrompidos devido às guer-
ras e à intervenção do Comando Estelar. Essas bases são secretas justamente pelas
práticas que são desenvolvidas estarem além do que as diretrizes permitem.

Os Anunakis e seus Oponentes

Existiu, e ainda existe, uma forte concorrência nas pesquisas sobre


diversos setores por parte dos grupos das 22 delegações, o que inclui grupos
internos dos Anunakis e dos Xopatz. Os Xopatz foram, em muitos momen-
tos, os dominadores dos Anunakis no plano mental e espiritual. A relação entre
Anunakis e Xopatz nunca foi amistosa. Mas não eram inimigos declarados, pois
as tarefas desenvolvidas pelos Anunakis interessavam aos Xopatz. Portanto eles
utilizavam-nos e permitiam que desenvolvessem suas ações, pois isso representa-
va ectoplasma psíquico da humanidade e dos escravos que os Anunakis susten-
tavam na Terra.
A relação entre Anunakis e os outros grupos nunca foi muito equilibrada,
pois os Anunakis consideravam-se mais capazes do que realmente eram, sendo
uma civilização de refugiados de 40 relativos aos outros mundos internos de
M-45 em Pleiâde e possuíam grupos rebeldes e cientistas de diversos planetas.
Devido a essa situação os outros grupos criaram bases secretas na busca do desen-
volvimento de suas pesquisas, sem ter que compartilhá-la com os Anunakis ou
com os Xopatz. Inicialmente essas bases tinham objetivos individualistas perante
cada delegação residente na Terra.
Os Xopatz, que estavam ligados psiquicamente com os arquidemônios
nas esferas espirituais e astrais da Terra, tinham contratos contundentes com Ca-
ligasto, que era o príncipe planetário da Terra perante as 49 federações sistêmicas
de Alcíone. Casligasto era um pleiadiano corrupto nas esferas da Federação de
Alcíone que deu cobertura a muitas ações ilegais dos Anunakis e dos capelinos,
tendo sido absolvido por falta de provas quando foi enviado à Terra há cerca
de 450 mil anos. Ele tinha saído do escândalo adminitrativo de Capela 8 com
Aldebarã relativo ao contrabando de material genético para Rígel e Pégaso, justa-
mente com os grupos controlados pelos Xopatz.
Caligasto nunca foi um Melchizedeck ordenado pela Ordem Shamuna
Galáctica ou mesmo pela Ordem Melchizedeck Planetária. Então, por que sua
presença na estrutura política de liderança na Terra? Voltamos aos problemas
relativos aos ajustes das diretrizes e concessões realizadas pelas lideranças políticas
das 49 Federações e demais grupos envolvidos nos ajustes.
Caligasto é um Anunaki e quando chegou à Terra trouxe mais 200 Ne-
filins para governar este planeta. Onde ficaram os outros seres que já existiam
na Terra, a Ordem Kumara, Sanar Kumara, os mestres da Fraternidade Branca
e os representantes das outras Federações e dos Elohins? Realidades paralelas.
O problema da Terra é que nessa época existiam diversas realidades em paralelo
entre 3D e 80 sustentando planos paralelos de existência, mas devido às guerras
criadas pelos Anunakis e pelos Xoparz essas realidades acabaram por convergir
em pontos críticos que abriram os paradoxos temporais alterando o fluxo dos
acontecimentos na história da Terra.
Este é um dos pontos pelos quais as canalizações não são claras e em mui-
tos momentos acabam contrariando-se, pois cada médium capta um fragmento
e não consegue colocá-lo em sincronia com as outras informações captadas. Po-
demos dizer que muitas histórias estão corretas, porém aconteceram em planos
dimensionais paralelos.
A raça dos Anunakis também é complexa para ser definida, pois sen-
do Nibiru um planeta de exilados e aventureiros interplanetários existem pelo
menos 4 raças (humanos, humanoides, reptilianos e insectoides) e 25 etnias,
o que já deixa claro a situação conturbada que é tal planeta. Os grupos humanos
estavam ligados à dissidência política dos arianos da Casa de Creàtor, e da casa
de Adam-C'ator dos aldebareanos do planeta Ária 3, que eram um dos mais
radicalistas quanto à questão racial e à segregação racial entre humanos e as
demais raças.
Também existiam os grupos renegados dos draconianos da casa de
Sariack, que foi traduzida para Saurion, por serem parecidos a grandes reptilianos
eretos em 2 pernas. Esse grupo era muito radical no contexto a evolução de to-
das as formas de vida reptilianas. Descrever o planeta Nibiru é interessante, pois
ele se assemelha à arual condição da Terra, com suas centenas de grupos reli-
giosos, raças, partidos políticos, etc. Toda a condição cosmopolita que a Ter-
ra apresenta foi herança do que é o planeta Nibiru e a sua sociedade interna.
O planeta Nibiru é uma gigantesca nave orbital construída dentro de M-45
Plêiade há milhares de anos.
Muitos habitantes de M-45 foram transferidos para essa nave para po-
derem desenvolver projetas e pesquisas que dentro da estrutura estagnada dos
representantes das Federações eram impossíveis. Uma grande parte devido à apli-
cação das diretrizes administrativas da Federação Galáctica. Em Nibiru e em
outros planetas era possível viver sem as limitadas diretrizes, o que permitiu a
abertura para um gradiente maior de negatividade.
Os representantes humanos da casa de Cre'Ator estão ligados aos
antigos representantes lirianos do sistema da estrela Vega em Avyon que são
representantes da primeira raça humana criada pelos felinos e os cetáceos etéreos
de Sírios Alfa.
Os nibiruanos descrevem como Vegan esse setor próximo à estrela de
Vega, que é dupla. Os planetas desse setor estavam sob a influência binária de
Vega e de outra anã branca. Essa linhagem tem relação com o Projeto Micahélico
que os nibiruanos denominam de energia de Amelius. A qual é uma realidade
paralela desdobrada de Micah/Sananda para os humanos. Portanto, essa linha
fractal residente na nave de Nibiru acabou por experienciar a negatividade a
bordo dessa nave diferente do que estava previsto. Como esses seres não podiam
viver com a polaridade negativada devido às diretrizes das Federações, em Nibiru
o processo permitiu conhecerem a dualidade e a negatividade em patamares que
não tinham conhecimento e com a ajuda psíquica dos Xopatz o processo tornou-
se mais intenso e descontrolado.
Os representantes da casa de Avyon, e portanto dos grupos de outra reali-
dade paralela de Cre'Ator, acabaram por entrar no fluxo da negatividade em suas
ações. A casa de Cre'Ator é a mesma que sustentou o processo evolutivo da Casa
de Nodia e do planeta Maldeck em outra realidade paralela, criando mais um
paradoxo no processo evolutivo da galáxia, e que entram em choque em diversos
momentos críticos através das guerras que já existiram no passado e na atualidade
galáctica.
O planeta Nibiru tornou-se um artefato da negatividade quando Mar-
duk assumiu o poder de Apu/Anu há mais de 4.500 anos terrenos. Mas antes
disso o processo da dualidade e da guerra entre Marduk e sua família, em parceria
com os reptilianos negativos dos Xopatz, já era uma realidade que distorceu todo
o processo original que estava previsto para a Terra. A linha de corrupção já vem
antes nas estruturas políticas de Plêiade, o que é ainda no momento atual um
duro golpe para os seres que vivem em M-45, pois são obrigados a perceber que
a busca pelas aventuras de consciência fora das diretrizes sociais acabou por gerar
anomalias psíquicas e emocionais em grande parte das almas dessa sociedade.
Não conseguiram viver com a estabilização e a sociedade perfeita, pois ela ficou
estagnada, o processo positivo da sociedade galáctica gerou estagnação, o que
acabou por tornar os planetas de exílio campos de pesquisa e colonização fora das
diretrizes para gerar a condição de extravasar as limitadas configurações sociais.
Isso deu a oportunidade aos reptilianos e aos Xopatz de controlarem al-
guns planetas e de inserirem-se secretamente em outros para aproveitar e domi-
nar ao máximo o maior número de almas vivendo essa polaridade psicoemocio-
nal. Dessa forma o planeta Nibiru acabou sendo palco de experiências complexas
sobre dualidade e as polaridades da consciência na busca da evolução, nas quais
a tecnologia confunde-se com a parte emocional.
A inexperiência e a arrogância do povo pleiadiano foram a porta para o
controle que os Xopatz conseguiram impor a grande parte da delegação dos ni-
biruanos e de outros povos. A afirmação de muitos nibiruanos de que em M-45
existem as maiores colônias da raça humana nesta galáxia não são totalmente cor-
retas, mas realmente existem muitas colônias humanas no complexo aglomerado
de M -45, onde a dualidade foi muito mais profunda, lembrando que a Terra
pertence ao campo orbital de Plêiade.
As atividades de Nibiru são hoje conturbadas devido ao controle exercido
por Marduk no comando dessa nave/planeta, que está completamente assistida
pela energia negativa dos Xopatz. Podemos definir que os Xopatz possuem vá-
rios entrantes em diferentes níveis da consciência de Marduk. Muitas das bases
secretas a que nos referimos pertencem aos controles dos Xopatz e parte delas às
ações de Marduk pelo controle do umbral e da Terra junto às outras equipes das
22 delegações, que sustentam fortes conexões com a galáxia de Arconis.
Arconis nesse momento é o quartel general operacional de todas as
bolhas Dakar e com isso a ligação dos umbrais entre todas as possíveis realida-
des existenciais que possam coordenar, o que coloca esses centros como colônias
de obtenção do fluxo mental e emocional de alimento. Quando comentamos
que os Xopatz alimentam-se das emoções humanas, é necessário entender isso
de forma direta.
A raça humana possui emoções que são resultado de reações endócrinas,
como respostas ao comportamento e ao pensamento da pessoa. Essa condição
gera reações químicas e bioquímicas no plano astral e em outros planos multidi-
mensionais onde vivemos, o que serve de rede neural de abastecimento energéti-
co para os Xopatz e para a maioria dos reptilianos considerados negativos. A cada
reação psicoemocional de raiva ou ódio de um humano implantado, pelo menos
quatro reptilianos abastecem-se energeticamente.
Nossas reações endócrinas geram volumes enormes de ectoplasma no
plano astral com o qual os implantes acabam por estabelecer uma linha devam-
pirização e drenagem energética direta para os centros de abastecimento. Esses
centros estão nas cidades ou bases intraterrenas ou intraoceânicas, uma parte nas
bases da Lua e as outras são controladas a partir do planeta Nibiru.
A concorrência dos Anunakis é complexa, pois o próprio Marduk é um
dos líderes que gerou fortes atritos com os outros membros da Casa de Avyon em
Nibiru e no contexto político pleiadiano há pelo menos 5.000 anos, além dos
fortes conflitos com os reptilianos decorrentes da guerra contra Rígel.
Na Terra o processo também acabou por repetir-se e a disputa de poder
entre Alfa Citraks e humanos de Plêiade foi novamente continuada e não teve
resolução até a atualidade. Os próprios reptilianos de Nibiru possuem problemas
a resolver com os Alfa Citraks de Rígel presentes em bases secretas na Terra.
Além dos Xopatz temos o grupo dos romanianos que pertencem a um sistema
estelar nas imediações da estrela de Antares, que são inimigos dos nibiruanos,
sejam eles aliados de Marduk ou de Anu/Apu no contexto político e de
dominação galáctica.
Os representantes de Roman, um sistema tríplice há pouco mais de 3
meses luz de Antares sustentam uma raça reptiliana descendente de insectoides
de Antares que foram colonizar mundos sem a interferência das federações locais
e criaram seus próprios parâmetros de conquista, o que os colocou em choque
com os interesses de conquista dos nibiruanos e de outros povos. Os choques
acabaram por ser mais intensos em planetas de uso comum, como Boronack e a
Terra. Com a presença dos Xopatz a situação ainda agravou-se mais. Molock fez
muitas parcerias com os romanianos, o que agravou a situação contra os nibirua-
nos, principalmente na liderança de Enki e Enlil, que já tinham uma disputa pela
liderança da monarquia de Anu-Apu.
Molock soube utilizar essa disputa para enfraquecer o poder deles na
Terra e colocar o povo egípcio das primeiras dinastias contra os nibiruanos, além
de conceder passagem aos romanianos em muitas batalhas conrra os nibiruanos,
o que acabaria por oferecer a oportunidade a Marduk de assumir o poder e depor
seus avôs do comando da nave Nibiru.
Portanto, a novela do controle nibiruano pelo poder e pela liderança da
nave Nibiru e pelas colônias gerenciadas pela família real de Avyon de Anu foi
severamente perturbada, na qual uma sucessão de assassinatos e confrarias foram
criadas para usurpar o poder. Podemos definir que o processo pelo qual a Terra e
a humanidade vêm passando nos últimos 1O mil anos é um reflexo e uma repeti-
ção dos problemas vividos pelas 22 delegações e pelos nibiruanos.
A situação econômica mundial que vivemos agora é resultado das ma-
nipulações dos Xopatz e de outros reptilianos no poder arravés da Ordem do
Dragão Negro e dos Iluminattis no poder. Tudo isso é um reflexo das anomalias e
perturbações que já ocorreram em Nibiru e em outros planetas que se encontram
interligados à Terra pelos portais do umbral, pois existem bilhões de almas en-
carnadas em realidades paralelas entre a Terra e esses outros mundos em choque
total com suas próprias estruturas do passado.
Os inimigos dos Anunakis são muitos no contexto político das Federa-
ções, além de existirem oposições fortes dentro de sua própria sociedade no mo-
mento entre Marduk e seus subordinados e a família real de Avyor e das outras
casas políticas das repúblicas. A realidade existencial de Nibiru em 4D encontra-
se ligada às cidades tecnológicas do umbral, e por outro lado estão presas às ações
rebeldes dos Xopatz de linha cruzada nos centros de poder na constelação de
Pégaso, Lira, Rígel, Magalhães, Reticulli, Arconis, Saiph e outras localidades do
processo histórico colonial da Via Láctea.
O reflexo dessa situação no conjunto de Naoshi é também um efeito
colateral das realidades paralelas das almas fractalizadas no contexto dos clones
e das mônadas artificiais sustentadas pela energia de Anhotak. Podemos definir
que nem os próprios nibiruanos sabem onde estão no meio desse processo que
eles iniciaram há mais de 800 mil anos em M-45 com seus antigos líderes e as
disputas com Torank pelo poder e liderança da Federação de Plêiade.
A entidade denominada de Torank é um humano ariano da descendência
dos lirianos de Avyor de Vegan com o material genético dos reptilianos, gerando
a raça hebraica original com características humanas muito similares aos arianos
originais. Quando os Dracos foram inventados por Satã a mando de Anhotak e
Sarathen no setor de Lira em Vega, ocorreu o ajuste posterior com a ajuda dos
felinos de Sírios Alfa, permitindo o surgimento de uma nova raça humana, simi- é
lar à raça ariana original, contendo, no entanto, material genético reptiliano, que e
deu maior amplitude e capacidade à dualidade em relação à raça ariana original. d
Dessa forma, ocorreu um choque existencial entre arianos e hebreus. V•
Torank é um dos mais importantes líderes da raça hebraica que foi trans- o
ferida e assentada no quadrante de M-45, e com o tempo, fincando moradia ci
permanente ao redor da estrela de Alcíone, passando a serem vizinhos dos arianos A
puros de Avyor de Vegan em Ária 2 e 3. O que inclui os planetas Ária da estrela ra
de Aldebarã. Torank passou a negociar os acordos de paz e coesão com os arianos
puros e fortaleceu os laços da raça humana, mesmo os hebraicos sendo uma raça pt
com um grande percentual de DNA reptiliano. d<
Torank passou a negociar com Anu e o Conselho de Alcíone uma linha fo
de cooperação para garantir a sobrevivência da espécie humana, acordo que o nc
colocou no comando de muitas negociações e fusões com os grupos de Toliman, til.
Berelgeuse, Belatrix, Sírios Alfa, Sírios Beta, Prócion, Canopus e M-13, criando te}
um projeto colonial para a expansão da raça humana e das variações humanoides.
Esse processo acabou por ser comprometido em parte com as negociações de dit
~larduk e os reptilianos dos Xopatz, tanto na Terra como em Rígel, o que criou Ga
uma quebra política em situações de guerrilha entre os grupos liderados por To- M;
rank e os de Marduk e de Anu. pia
Essas quebras acabaram por representar na memória celular da humani- gal,
dade parte da guerra entre os deuses, que são relatadas nas amigas escrituras em
todas as culturas. No meio, entre Torank e os nibiruanos, está Molock, que busca
desestruturar a política pleiadiana como puder, o que demonstra um quadro bem
complexo. Um verdadeiro mosaico com peças diferentes conforme os jogos polí-
ticos que foram montando-se no desdobramento das ações das 22 delegações.
Outro ser que foi forte opositor das ações dos nibiruanos foi o Arcanjo
Sandalfon, quem apadrinhou a raça negra na Terra e ajudou a trazer representan-
tes de Altair 4 para a Terra nos últimos 15 mil anos, além dos já existentes pro-
venientes de Rigel. Temos na oposição os líderes de Aldebarã através da energia
de Odin, e o pessoal de Órion com Zeus e Shonthor. Cada qual buscando resol-
ver as suas questões em acordos que muitas vezes foram quebrados pelas forças
dissidentes de cada grupo e pelas distintas humanidades e colônias existentes
na Terra.
O motivo dessa oposição a alguns dos nibiruanos é simples, Marduk
é uma realidade paralela de Satã, controlado pelos Xopatz para manter o controle
e expandir o poder dos reptilianos de forma descontrolada, até a total destruição
da humanidade. O contexto político no qual a história galáctica ocorre envol-
ve os pleiadianos, e os outros grupos de humanos em constantes conflitos com
os répteis. Em que as maiores guerras entre essas duas civilizações têm a parti-
cipação de alguns membros da Ordem de Avyon e de Nibiru, o que torna os
Anunakis inimigos dos reptilianos e de toda a humanidade que eles desenvolve-
ram na Terra.
A maior parte dos reptilianos negativos entende que a Terra é de sua pro-
priedade, pois eles chegaram primeiro do que os nibiruanos e suas pretensões de
dominação e colonização. Mas, devidos às guerras anteriores, acordos e tratados
foram feitos entre os humanos e os reptilianos. Parte dos acordos era realizado
nos casamentos entre os líderes das casas governamentais entre humanos e rep-
tilianos, garantindo a durabilidade dos tratados, mas não a paz total. Nesse con-
texto Marduk passa a representar a personificação em 4D de Satã.
Marduk e Satã possuem sete níveis distintos de desdobramentos multi-
dimensionais, sendo que três já foram aprisionados e encontram-se no Conselho
Galáctico perante Lúcifer para averiguações e procedimentos administrativos.
Mas os outros planos ainda estão atuantes não apenas na Terra, como nos outros
planetas ligados ao Império Reptiliano espalhados em centenas de planetas e na
galáxia de Arconis que é o reduto da energia do Anticristo. O que ocorre é que
esse desdobramento está além da percepção dos povos galácticos. O que deixa a
polaridade apenas como um jogo entre almas, sem o entendimento de como isso
desdobra-se nas realidades além do campo vibracional de 6D e 7D que são os
patamares mais elevados da média galáctica.
Nos últimos 4.600 anos a Terra foi, e ainda é, controlada por Marduk.
Embora antes disso ele teve parte da responsabilidade da destruição da Lemúria
e da Atlântida. Portanto, tem conexão com os contextos que geraram realidades
paralelas e paradoxos temporais na Terra e com os outros planetas no passado
da Terra e do sistema solar. Como ocorreu com o planeta Marte, que teve uma
guerra entre seus povos há cerca de 3,5 milhões de anos, incentivada pela descen-
dência luciferiana na energia de Marduk. Que destruiu milhões de pessoas e ani-
quilou um planeta. Antes disso, o mesmo ocorreu com Maldek que foi destruído
pelo conflito entre reptilianos e humanos, com a descendência direta dos lirianos
e da casa de Avyon e de Cre'Ator de Nodia. Houve uma guerra e isso liquidou
Maldek com a ajuda de Nibiru em uma realidade paralela devida à extensão de
tempo que isso ocorreu.
Os conflitos nos quais a raça humana dos pleiadianos envolveu-se são
bem além do que está revelado, assim como os sirianos e os outros povos que se
opuseram à expansão dos reptilianos buscando seu lar.
A mentalidade dos reptilianos é, em geral, de conquistar tudo que for
possível com a sua tecnologia, pois acreditam serem herdeiros do Universo e
qualquer raça que se oponha a essa situação deve ser aniquilada. Essa é a visão
dos reptilianos negativados ou rebeldes, mas não de todos os povos reptilianos.
Muitos aprenderam a evoluir em paz e harmonia com outras civilizações, pois
tiveram mestres do Projeto Avatárico em seu processo evolutivo.
Os próprios reptilianos dragões do passado da Terra eram mais benevo-
lentes e aceitaram parceria com a humanidade da Lemúria e de outros povos mais
antigos, antes da chegada dos nibiruanos. Portanto, não é colocar os nibiruanos
como o ponto das desavenças, mas um lembrete de que a sua sociedade teve mui-
tos reveses com os reptilianos e essa condição ainda continua. Ainda mais pelo
fato de que a humanidade da Terra possui o DNA de ambas as raças, o mesmo
ocorre com parte da sociedade nibiruana e do restante de Plêiade.
Temos uma guerra racial pelo poder e muitas vezes os reptilianos extermi-
naram planetas inteiros para conseguirem essa condição. No momento a situação
é delicada, pois o líder que controla Nibiru é Marduk, um ser que está possuído
pela energia de Satã e dos Xopatz, e possui em seu plano inicial a destruição da
sociedade pleiadiana e a dominação da galáxia através do poderio reptiliano, ob-
jetivo que ele persegue cegamente. O único obstáculo entre ele e a consagração
desse desejo é a presença da Confederação Intergaláctica e do Comando Estelar,
que estão além das questões políticas locais das federações.
Marduk nunca foi detido, por que Anu/Apu teve clemência e o deixou
livre, gerando todas as situações de destruição e mortandade na Terra e nas outras
realidades paralelas. Se Marduk tivesse sido morto no episódio da Arlântida, até
o dilúvio talvez pudesse ter sido evitado e a sociedade terrestre teria chegado a
outros patamares de evolução. As falhas no projeto foram a benevolência e a ir-
responsabilidade de Anu e de seus líderes e familiares no processo administrativo
das colônias como a Terra.
Esse é o processo ao qual respondem Enki, Enlil, Anue todos os outros
líderes de Nibiru, que além de tudo, perderam a nave que tinha sido confiada a
Anu, uma nave militar e colonial pleiadiana de proporções planetárias. As forças
de Satã contam na atualidade com pelo menos 34 naves dessa configuração simi-
lar a Nibiru, além de outras pertencentes a Sarathen na galáxia de Arconis, já em
posição de intervenção contra as naves da Federação. No momento o bloqueio é
efetuado pela frota da Confederação e da Supraconfederação para evitar mais um
genocídio na galáxia, que neste momento é de proporções gerais para o setor de
Naoshi, devido à configuração do salto quântico galáctico que se projeta para a
próxima etapa evolutiva do conjunto estelar de Naoshi.
O único meio de superação desse impasse é o despertar interno da hu-
manidade da Terra e das outras raças nos outros pontos de conflito, sejam eles
humanos, reptilianos ou insectoides. Por esse motivo, o projeto da reativação do
DNA e seus 12 filamentos que foram mutilados pelos nibiruanos, para diminuir
o fluxo evolutivo da humanidade. Eles alegam que se a humanidade continuasse
evoluindo com seu DNA de 12 filamentos, poderiam entrar em risco de auto-
destruição. Reativar o DNA é uma das formas de acelerar o despertar psíquico e
espiritual da humanidade e ativar a linha de consciência superior para ajudar na
seleção universal entre aqueles que escolheram a luz e a não luz.
Esse é um dos maiores trabalhos nos quais o Comando Estelar trabalha,
mas também um castigo para os nibiruanos que utilizaram de forma inadequada
o poder que lhes foi conferido, traindo a confiança da Supraconfederação e do
Conselho de Shamuna. Muitas vezes os problemas pessoais dos nibiruanos e dos
Anunakis estavam além do projeto de ajudar a construir uma nova raça para o
segmento evolutivo da espécie humana na Terra e nas outras colônias, contra-
riando inclusive os ensinamentos Canopeanos e Kumaras.
Muitas vezes o povo de Nibiru e de Plêiade contrariou as diretrizes
dos sirianos, por motivos de disputa de poder na sucessão política entre Enki e
Enlil, devido a representarem uma monarquia falida dos louros do passado da
família de Avyor ou Cre'Ator, permitindo que um projeto muito maior caísse por
terra abaixo.
Nos dias de hoje isso poderia ser enquadrado como incompetência ad-
ministrativa, além de não saberem delegar poderes a seus subordinados. Por esse
motivo uma grande parte da antiga sociedade pleiadiana está encarnada no pro-
cesso seletivo da dualidade terrestre, o que liga a sociedade humana da Terra aos
nibiruanos ainda mais do que estão informados.
Os sirianos alfa etéreos que representam seres e almas que buscam elevar
o padrão mental e psíquico de muitas raças através de sua capacidade de encarnar
em qualquer forma de vida estão diretamente envolvidos e presos ao processo,
pois no passado remoto entre a formação de Tiamat e da posterior Terra, ini-
ciaram o processo encarnacional para ajustar parte da biosfera de ambas etapas
do planeta. Porém, a sociedade espiritual siriana acomodou-se por completo no
ajuste das raças e formas de vida mais simples, deixando a sua iniciativa de apri-
moramento racial para outros grupos. Esse processo foi delegado aos pleiadianos,
que eram os herdeiros em muitas questões coloniais de Sírios Alfa, Beta e Delta,
mas o processo foi errôneo, pois os sirianos não realizaram o que tinham pro-
posto, fixando-se em formas de vida primitivas e não buscando elevar sua gama
vibracional para o desenvolvimento de raças mais complexas.
Isso foi o ponto de partida para que as raças dos felinos e os seres pássa-
ros de Sírios Alfa ativassem outros grupos para dar continuidade ao projeto da
evolução de diversas formas de vida na biosfera da Terra e de outros mundos, nos
quais estariam presentes os seus afiliados pleiadianos.
Mas os seres etéreos de 9D dos felinos e suas diferentes hierarquias de-
paravam-se com um sério problema. Na medida em que uma alma entrava nas
esferas mais densas da matéria, menor era a sua capacidade de compreensão do
contexto galáctico e do plano maior da criação, originando um efeito de amnésia
parcial, o que dificultou até o momento o desenvolvimento dos projetas da Or-
dem Micahélica e Voronandeck, assim como as de Anhotak, o que explica o por
que dos projetos terem planificações de milhões de anos na contagem terrestre.
Cada grupo buscou ajudar da forma que era possível, mas o desdobra-
mento da consciência das almas seguiu os hologramas que cada um construía na
sua própria caminhada, associado à disputa de poder entre Xopatz, os felinos e
outros seres. Ocorreu uma sequência de equívocos na ordem galáctica que che-
gou às grandes guerras e aos extermínios de bilhões de formas de vida ao longo
da história de Teta e de Naoshi.

Os antigos Deuses e a Dominação

Essa situação é apenas o reflexo da imaturidade com a qual os coloniza-


dores, sejam de Nibiru ou de outros setores, demonstraram na história colonial
de dezenas de mundos que possuem um histórico similar ao da Terra. A estrutura
de monarquia na qual os pleiadianos viviam, devido à questão de sucessão racial
e familiar, partindo da casta direta de Amelius, que é um desdobramento direto
na energia genética de Micah gera o desdobramento direto para os filamentos
de Asthar Sheran, Arcanjo Miguel, Sananda, Mith Ham EU, Gonozal, Metrom,
Emanuel e outros, criando uma linha genética de descendência direta desses tro-
nos mawres.
Na estrutura pleiadiana acredita-se na conservação da pureza do sangue,
o que explica o hábito entre os nibiruanos e outros povos das Plêiades o acasa-
lamento entre irmãos para manter a integridade da linhagem genética. Isso foi
repassado para a humanidade em inúmeras situações e épocas, como demons-
tram as pesquisas arqueológica sobre os egípcios. No entendimento limitado
dos líderes das castas principais de M-45 e de outros setores, era uma questão
de honra manter o poder dentro das castas de liderança primordiais, o que aca-
baria por gerar a disputa de poder no processo de sucessão entre as colônias e o
próprio governo. Esse processo gerou quebras da estrutura evolutiva, sendo uma
das que mais contrariou a estrutura das diretrizes que estavam sendo introduzidas
nas 49 Federações.
A quebra da sucessão hereditária é uma condição que até o momento os
nibiruanos e outros grupos não aceitam, mas é uma condição que a Confedera-
ção exige para gerar igualdade e maturidade no processo evolutivo galáctico. A
condição de liderança deveria ser pela capacidade e não pela herança sanguínea
como os nibiruanos defendem. As raças dos reptilianos defendem a mesma linha
de raciocínio de sucessão pelas castas, explicando que Marduk deseja o poder,
pois defende que o povo reptiliano deve comandar o Universo.
Entender as razões das guerras entre os deuses que estão descritas nas
antigas escrituras é muito complexo, pois a maior parte baseia-se na vaidade e
na busca da quebra do processo sucessivo de poder entre as diferentes castas que
estavam presentes na Terra. Marduk possuía uma vasta vanguarda de seguidores
que estavam comprometidos com os interesses dos reptilianos e desejavam que a
Terra se tornasse uma colônia dos reptilianos intraterrenos da família das serpen-
tes e dragões, sendo que Enki deveria ser eleito o príncipe e regente totalitário da
Terra, por possuir o DNA dos nibiruanos com a dos reptilianos de Tiamat.
Isso obviamente quebraria a linha de sucessão da monarquia, na qual
o filho primogênito é o herdeiro legal de um império. Portanto, a Terra, como
colônia sob os cuidados de Nibiru, deveria ser passada a Enlil, que é o filho pro-
mogênito, o que para os reptilianos é totalmente inaceitável. Da mesma forma
para as outras delegações estelares presentes na Terra, seres entre 4D e 6D que
desenvolviam as suas pesquisas e trabalhos não concordam com que a Terra seja
anexada pelos nibiruanos, pois isso representa um problema político com os rep-
tilianos de Rígel e com os xopatz que no passado tinham dominado Andrômeda,
pois a raça dos nibiruanos possui muitos seres com genoma reptiliano.
Esse contexto gera diversas situações de guerrilha e sabotagem contra os
planos dos nibiruanos e ao mesmo tempo alimenta as intenções de Marduk, que
é possuidor do espírito de Satã dentro de sua psique. Os xopatz aproveitam essa
condição psíquica de rebeldia de Marduk para armar o golpe contra todos os
líderes planetários das colônias estelares de forma gradual através do processo de
entrantes e infiltração que é uma das marcas cósmicas dos reptilianos e de Anho-
tak: dividir para conquistar.
A sucessão de guerras e disputas de poder entre os diferentes deuses ocor-
re com base nessa situação política crítica, entre a sucessão de poder político e
tecnológico que existe em cada grupo das 22 delegações e dos outros comandos
intraterrenos. Isso justifica a construção de bases secretas profundas, chegando-
se a descobrir a possibilidade da construção de verdadeiras cidades nos bolsões
ocos existentes a mais de 70km de profundidade. Algumas cidades passam a ser
construídas próximas ao núcleo magmático da Terra, através da tecnologia em-
prestada dos andromedianos, para garantir que as raças mais antigas pudessem
sobreviver a uma nova guerra na superfície.
A própria Supraconfederação a mando da Ordem Voronandeck cons-
truiu 12 cidades nas proximidades do núcleo da Terra para abrigar milhares de
seres e almas no processo evolutivo conturbado que se apresenta para a Terra e
suas sucessivas humanidades. Todos os povos da história terrestre e mesmo de
outros planetas têm usado as cavernas e a construção de bases subterrâneas como
uma opção de sobrevivência para possíveis catástrofes naturais ou militares. Isso
está na memória celular quântica de todas as raças da galáxia.
Marduk reside não apenas em bases do umbral tecnológico, como tam-
bém em cidades subterrâneas a mais de 130km de profundidade, nunca estando
plenamente fixo a lugar nenhum, pois sabe que é um ser perseguido e para man-
ter o controle de seu império e dominação psíquica junto aos demais xopatz é
necessário estar em todas as partes. Isso lhe possibilitou a condição de se autoclo-
nar em 48 corpos simultaneamente para poder escapar e estar atuante no maior
campo de possibilidades. Ele e sua equipe de liderança do umbral e das estruturas
negativas utilizam esse mesmo processo.
Astoroth, Belzebu, Asmodeus, Leviatã e outros estão desdobrados em
clones entre 48 e 72 corpos distintos atuando em diferentes gradientes vibracio-
nais para manter o poder e garantir a sua invulnerabilidade corporal e espiritual
frente à ação da Confederação. Por isso que quem irá decidir essa guerra são as
almas presas a essa disputa de poder através do seu despertar interno e da recone-
xão do DNA.
A tarefa de ajudar na reconexão do antigo fluxo energético do DNA
humano de 12 filamentos faz parte de todos os grupos que estiveram envolvidos
nas colônias terrestres, nos distintos momentos da história da Terra. Além da
participação de outros grupos estelares que resolveram ajudar na finalização do
ciclo. É preciso entender um aspecto importante e ao mesmo tempo confuso
para a humanidade, que é o papel da Terra no meio do jogo de poder entre os
nibiruanos e os demais grupos de poder estelar.
Além do fato do planeta Terra ser um mundo decimal com herança na-
rural da hierarquia dos Elohins ancestrais dessa galáxia, e possuidor de códigos
antigos da própria estrela de Sírios Alfa, a Terra foi palco de alguns dos embates
mais fechados entre nibiruanos, pleiadianos e os reptilianos de Órion, que cul-
minou na destruição de muitas civilizações, cidades e planetas. O planeta Maldek
teve a sua destruição provocada pelo envolvimento entre a energia dos reptilianos
na lógica pura dos arianos, que colonizaram Maldek antes dos reptilianos. Com
a ajuda dos Xopatz esse planeta foi dizimado a um grupo de destroços, poste-
riormente ocorreu a destruição parcial do planeta Marte, onde a sua civilização
vivenciou mais uma vez a ação psíquica dos repdianos, opositores a evolução da
raça humana.
O palco dos acontecimentos que envolvem a raça humana, não apenas da
Terra, mas do processo colonial e evolutivo de Plêiade, Sírios, Órion, Lira, Alde-
barã e outras colônias coloca em choque a cultura reptiliana contra a humana. É
uma codificação existente nos jogos internos desse grande xadrez cósmico.
A raça humana do Universo, salvo poucas exceções possui a codificação
genética dos reptilianos como mecanismo para entender a evolução reptiliana. O
mesmo ocorre com os reptilianos, que possuem codificação do genoma adâmico.
Os construtores de ambas as codificações são os mesmos seres etéreos de 9D da
raça dos felinos ascensos e de seus amigos acarianos que juntos concluíram um
ciclo completo no jogo cósmico muitas eras antes da formação da nossa galáxia.
Eles são os geneticistas universais que pertencem à Supraconfederação e desen-
volvem pesquisas para a mesma.
Essa combinação de genomas nas altas esferas permite que uma mesma
alma possa estar encarnada em um humano e em um reptiliano e compartilhe do
mesmo processo evolutivo sem saber da existência do outro. As codificações estão
inseridas em esferas de mônada e de Eu Sou além de 9D, como já explicamos.
O jogo deve continuar, porém ele está fora de controle perante os coor-
denadores planetários, uma vez que a maior parte dos jogadores das altas esferas
teve que entrar no processo do desdobramento psíquico planetário para jogar
e equilibrar as suas falhas no decorrer da administração das colônias como a
Terra. A recuperação do equilíbrio do jogo é a meta neste momento, o que
exige a ascensão de muitas almas para uma nova oitava de energia na ordem
galáctica, não apenas na Terra ou outros planetas de exílio, pois existe uma malha
eletromagnética a ser reconfigurada, o que exige mudanças no córtex neural do
conjunto Teta.
O fluxo da radiação taquiônica, que é a emissão da Divina Presença,
é um fluxo de energia cósmica hiperluz que deve transpassar a todos e tudo,
mas tem encotrado pontos de desvio e obstáculos nos centros onde a energia
do ódio, da maldade e da negatividade atingiram patamares extremos. Onde
almas estão focalizando uma vibração respectiva ao Anticristo fora da realidade e
do propósito dessa energia, desconfigurando por completo o papel assumido
por Anhotak perante o Conselho em Havona com Mitch Ham Ell e o restante
do Conselho Universal.
Ocorreu uma overdose de energia para sustentar o denominado Anticris-
to, sem o fundamento original do seu verdadeiro propósito nesse jogo, por parte
de seus descendentes que enlouqueceram dentro de seus próprios hologramas.
O salto quântico a que se referem muitos escritores é uma nova etapa para des-
configurar a formação e dominância dessa energia desequilibrada gerando um
movimento rumo à reconexão parcial ou total, conforme o gradiente de energia
emitido quando houver o grande chamado.
A Terra possui portais magníficos dentro de sua estrutura que represen-
tam vórtices de energia para esse momento. A maior parte dos extraterrestres sabe
que esses portais existem, mas não entendem o que eles realmente são, pois são
muito mais antigos que a sua própria história cósmica. Saber que a Terra!Urantia
é um planeta decimal é um aspecto, entender o verdadeiro significado disso é
outro bem distinto.
O segredo está na formação da Terra, na sua formação geológica, não no
aspecto ambiental que ela apresenta nos últimos bilhões de anos. A Terra perten-
ce a um sistema solar denominado de Monmantia, que orbita a cada 26 mil anos
a estrela de Alcíone. Existem três estrelas muito próximas à Terra que fazem parte
desse conjunto orbital e carregam consigo outras estrelas. Temos a estrela de Alfa
Próxima há cerca de 4,3 anos-luz da Terra, a Alfa de Centauro ou Toliman a 4,5
anos-luz, Sírios Alfa a 8,7 anos-luz e a anã marrom Herculóvos a apenas alguns
meses-luz do Sol.
Todo esse conjunto faz parte de um complexo jogo de engrenagens side-
rais que alternam suas órbitas ao redor de Alcíone. Essa sucessão de órbitas rege
um acordo de transferências de planetas em órbitas estáveis periodicamente nesse
conjunto em ciclos médios de 560 mil anos para completar o período do hexá-
gono orbital.
Esse hexágono representa um dos jogos do ciclo de poder encarnacional
de milhões de almas que recorrem ao processo do aprendizado entre as polari-
dades. O que inclui o império humano, reptiliano e insectoide num jogo de po-
der e controle para compreensão da capacidade cocriacional. Porém, todas essas
almas não percebem isso até o momento do despertar que ocorre entre a 5D e
6D, conforme a dinâmica social que esses povos desenvolveram em suas trocas
emocionais e psíquicas.
Mas além desse hexágono o conjunto de Alcíone, Terra, Sírios, Toliman e
demais estrelas percorre um trajeto a cada 2,4 milhões de anos ao redor de outro
centro monádico próximo à parte do bojo periférico da galáxia, no qual ocorrem
as divisões dos ciclos cósmicos monádicos dentro desse jogo do aprendizado.
O controle desse processo é do Conselho Shamuna, portanto pertence a Lúcifer
e suas equipes que são os responsáveis pela escolha do fluxo no aprendizado na
Via Láctea.
Todos os impérios estelares abaixo da consciência de 7D não percebem
esse jogo, são atores seguindo um roteiro. Porém, todas as estrelas que foram
formadas nesse anel do bojo externo da galáxia são estrelas e astros que possuem
a codificação primordial da consciência galáctica, por esse motivo são denomina-
dos de logos solares, justamente o caso da estrela de Sírios, Betelgeuse, Canopus,
Aldebarã e de Monmantia.
Um logos solar é parte da massa corporal da consciência divina que con-
trola o crescimento de uma galáxia e de tudo o que está dentro dela. Ser um
logos é ser um representante cósmico da Fonte Universal emanando o chamado
taquiônico da Divina Presença para todas as formas de vida. É um portal de co-
nexão com a Fonte Primordial e ao mesmo tempo um regulador das emanações
cósmicas da Fonte nas esferas mais densas da consciência.
O planeta Terra/Urantia/Chan foi originado a partir de uma parte que
foi desprendida da estrela de Sírios Alfa há mais de 6,2 bilhões de anos terre-
nos. Quando ocorreu um alinhamento entre Toliman, Alfa Próxima, Alcíone,
Herculóvos e a antiga estrela Anagora ocorreu uma ruptura na massa da estrela
maior, que era na ocasião Sírios Alfa. Essa ruptura removeu massa de Sírios Alfa
originando quatro planetas, além de gerar o desvio da rota de Anagora para outro
sistema solar externo na direção da periferia galáctica.
O planeta que se formou foi denominado muito tempo depois pelos
Pleiadianos de Tiamat, que ocupava uma órbita mais externa em relação à atual
da Terra. Esse planeta Tiamat teve o seu crescimento e formatação geológica para
permitir o surgimento das primeiras variações de seres em 5D e 6D.
O Conselho de Sírios Beta, a estrela anã negra que orbita Sírios Alfa, pos-
sui raça humana descendente da linhagem de Micah. Essa raça solicitou ao Con-
selho Galáctico de Shamuna a permissão para usarem Tiamat recém-formatado
para seus projetas de expansão da raça humana em um novo ciclo, que permitiria
com o tempo a formatação de vida em 3D. As primeiras manifestações do novo
genoma adâmico foram inseridas em Tiamat, que foi ajustado artificialmente
através da tecnologia da Confederação.
Posteriormente a raça dos reptilianos solicitou a oportunidade de viver
com os humanos e iniciar uma nova tentativa de coesão para a formação de rep-
tilianos benevolentes unidos ao genoma matriarca! dos humanos da linhagem de
Micah. O processo teve sucesso e durante milhões de anos essas raças evoluíram,
tendo como parceiros no ajuste evolutivo os antigos Ciclopes e Elohins. Era uma
raça reptiliana de dragões que estava sendo preparada para o processo da benevo-
lência e de ajustes com a hierarquia Kumara. Esse projeto estava sob a proteção e
coordenação do Ancião Metratom e seu complemento Metrom.
O Sol representava dois Elohins importantes do ajuste colonial cósmico,
provenientes de outras galáxias através do portal estelar de Sírios Alfa, conhecidos
na Terra como Hélios e Vesta. Esses dois Elohins sustentaram o plano evolutivo,
como uma estrela mais nova sua cor era azulada intensa emanando mais radia-
ção do que na atualidade. Foi possível com os ajustes naturais da Terra, com um
mundo com muita mais umidade e gás carbônico formatar um planeta mais tro-
pical, controlado artificialmente pelos Elohins e Ciclopes. As primeiras matrizes
de reptilianos benevolentes foram criadas e transferidas a outros mundos no bojo
central da galáxia, para equilibrar o genoma reptiliano.
Terminado o primeiro ciclo evolutivo de Tiamat, humanos e reptilianos
entraram em choque novamente, pois a presença do genoma de dualidade era
uma realidade que não podia ser deixada de lado, pois ambas as raças buscavam
o aprendizado no jogo do poder entre a luz e a não luz. Os xopatz iniciaram uma
forte campanha de abduções e atuaram como obsessores dos reptilianos e huma-
nos em Tiamat, o que geraria uma nova era de conflitos e a possível destruição
das matrizes adâmicas e reptilianas de Metratom. Com base nisso o Conselho
de Sírios decidiu evacuar o planeta Tiamat das almas com maior gradiente de
energia benevolente e destruir o restante, libertando as almas Sirianas de outros
povos das matrizes fisicas de 4D e SD em estado de rebeldia. Dessa forma, foi
permitido que Nibiru fosse colocado em rota de colisão para chocar-se com Tia-
mar e alterar o seu rumo na história galáctica.
Como Tiamat possui a mesma codificação interna da estrela Sírios Alfa,
os portais internos efetuariam o restante do processo no projeto interno previsto
pelos Elohins e pelos sirianos felinos e acarianos, que faziam parte do jogo etéreo
relacionado à criação da espécie humana e reptiliana na galáxia.
Os felinos e homens pássaro, que são os carians, eram os representantes
dos Filhos Paradisíacos das esferas além de 12D, além de outros grupos. Mas
como a colônia humana estava sob a orientação dos geneticistas felinos e seus
parceiros carians, eles passaram a tomar muitas das decisões sobre os passos da
disputa de poder entre parte dos reptilianos e humanos.
Há cerca de 4,3 bilhões de anos Nibiru já estava inserido na órbita do
conjunto estelar de Monmantia e Alcíone, ocorrido em outro alinhamento. Po-
rém, devido às massas existentes entre ambos os sistemas solares, os planetas
externos começaram a aproximar-se muito nos momentos de alinhamento solar,
o que provocou o choque entre o planeta Nibiru e Tiamat. Esse choque ocorreu
com a intervenção dos grupos de Plêiade no comando de Nibiru através de tec-
nologia existente no subsolo desse astro.
Um dos astros utilizado para a primeira colisão com Tiamat foi Plutão
que era uma lua orbital de Saturno. As órbitas de Tiamat e Nibiru foram modi-
ficadas posteriormente e o restante dos destroços foram colocados na órbita dos
asteroides externos do atual sistema solar, o anel de Orbis. Oficialmente para o
Comando Estelar nunca houve um choque real entre Nibiru e Tiamat. Senão
a utilização de um poderoso canhão de pulsos de energia, similar a um grande
laser que aproveitou o estrago feito por Plutão no primeiro choque e destruiu o
restante de Tiamat de forma controlada como uma grande explosão vulcânica, o
suficiente para exterminar todas as formas de vida do planeta.
Em Nibiru foram resgatadas parte das civilizações humana e reptiliana
que tinham atingido um elevado gradiente de luz. Os que estavam acima da mé-
dia foram transferidos pelas equipes de Sírios para outros sistemas solares de sua
proteção, colocando répteis em um planeta no centro da galáxia, nas imediações
da estrela gigante de Amares e os humanos em uma colônia nas proximidades da
estrela de Toliman. O restante que foi destruído entrou no limbo das almas e fi-
cou vagando esperando a nova possibilidade encarnacional. Essas almas estavam
em tratamento pela Ordem Santa Esmeralda, pois tinham perdido a referência
física habitual dos últimos milhares de anos encarnados. Foram colocados no
sistema de Kumatsu, que é um importante centro clínico da Ordem Santa Esme-
ralda. Seriam colocados à disposição encarnacional nos próximos planetas com
capacidade de absorção dessas almas.
Em Nibiru já existiam formas de vida no contexto intraterreno em gran-
des cidades no subsolo, em Tiamat a vida era na superfície. Os resgates efetuados
em Tiamat e Nibiru, que sofreram abalos estruturais foram efetuados pela Con-
federação e pelos grupos de apoio das Federações de Sírios e de Plêiade. Tiamat
foi reduzido quase à metade do seu tamanho original, esse resto viria a ser deno-
minado de Terra Chan para o Comando Asthar e Urantia para a Supraconfede-
ração. Parte do que restou desse choque viria a ser formado como Plutão, outros
como pequenas luas de Júpiter e Saturno.
Mas o tema original era sobre o segredo verdadeiro que encerra um pla-
neta proveniente de uma estrela que é um logos estelar. Todos os logos possuem
uma linha de consciência direta com a Fonte Primordial, um portal de interação
entre o núcleo de sua galáxia de origem e o restante da mesma, permitindo que
uma vez ativado esse portal ocorra a transferência de energia direta entre núcleo
galáctico e a periferia do planeta ou estrela. A Terra herdou essa condição ao ser
formada pela massa rochosa da estrela de Sírios Alfa quando essa chocou-se gra-
vitacionalmente com a estrela Anagora.
A Terra possui parte da estrutura cristalina do núcleo da Via Láctea,
a codificação do Conselho Shamuna e por esse motivo é que os Xopatz tanto
queriam chegar à Terra ou a Tiamat em diferentes momentos, pois buscavam
influenciar o controle administrativo de Lúcifer, alterando a linhagem da descen-
dência luciferiana.
Os felinos e pássaros de Sírios escolheram a Terra ou Tiamat para elevar
os experimentos de alma com seres etéreos de Sírios, pois sabiam do potencial
radioativo desse planeta, com o qual a dualidade seria controlada e observada
em cada etapa, gerando a condição de um gradiente de almas em processo de
ascensão regular. O que em outros planetas tinha fracassado, como em planetas
das órbitas internas de M-45 e de Aldebarã e no setor de Lira nas proximidades
da estrela de Vega, que não apresentava a linhagem decimal, que para os Sírios é
muito importante.
As almas sirianas podem transferir-se através desses portais internos que
são controlados pela grande concentração de rocha e cristais de astrastone, uma
rocha ou cristal composto de silício e carbono. Sírios é completamente composto
por essa estrutura e por esse motivo é um logos diferenciado. A Terra ou Tiamat
herdou essa configuração geológica, o que permite a existência de Ciclopes e
Elohins no plano espiritual do planeta. Esse também é um dos motivos pelos
quais as 22 delegações inseriram tantas bases no subsolo da Terra, na busca pela
mineração desse raríssimo material, que é parte da tecnologia dos antigos cristais
dos atlantes.
Os reptilianos aprenderam a utilizar esses cristais de astrastone para po-
tencializar suas armas de raios, torpedos de impulso gravitacional e os propulso-
res de suas naves. Foi um desses disparos que causou a ruptura e inchaço de Tia-
mar, quando atingido por Nibiru. As antigas guerras do setor de Órion tiveram
o uso desse tipo de disparo e choques de tecnologia entre humanos e reptilianos.
Normalmente os reptilianos sempre contaram com o apoio dos Xopatz que os
obsediavam e instruíam pelo processo mediúnico ou de intrantes.
Para os Xopatz o controle da galáxia é um objetivo importante, pois pre-
cisam transferir suas almas presas em Arconis para outras galáxias para gradual-
mente sustentarem o propósito do Anticristo em Teta e eventualmente em Na-
oshi criando perante o conselho de Salvingtón de Nebadon um choque definitivo
entre Micth Ham Ell e Anhotak no controle do poder entre as polaridades. O
jogo que era de dois Filhos Paradisíacos acabou por ser de interesse e domínio de
seus filhos.
Muitas das bases no interior da Terra são absolutamente conquista dos
Xopatz através de outras raças que foram manipuladas, algumas delas próximas
do manancial de astrastone que existe a partir dos 90km de profundidade além
da crosta terrestre. Quando se consegue a manipulação específica do astrastone é
possível obter acesso ao centro do bojo galáctico, o que permite acessar a frequ-
ência vibracional da Fonte Primordial e controlar um poderoso fluxo de radiação
de táquions. O que significa adquirir um poder equivalente ou superior às na-
ves da Supraconfederação em determinadas situações. O astrastone é um cristal
que possui capacidades muito mais importantes do que simplesmente ser um
poderoso indutor de raios. O astrastone possui a condição de controlar e produ-
zir emissões de raios gama, raios táquions, raios gravitacionais e raios de pulso
eletromagnético devido à sua configuração atômica que combina as proprieda-
des do carbono e do silício em sincronismo com as ondulações do decaimento
atômico para os cátions e ânions à esquerda e à direita da 4a família de tabela
periódica. Além de permitir interação de fusão com outros elementos, gerando o
supercondutor ideal para todas as situações necessárias na tecnologia empregada
normalmente pela Confederação e outros grupos mais evoluídos.
Portanto, obter o poder sobre um manancial de astrastone que foi codi-
ficado através de uma estrela que é um logos é muito importante. Porém, efetuar
a remoção desse material existente em estrelas vivas é uma tarefa muito difícil
mesmo para os Xopatz e por esse motivo eles andam em busca de sois mortos,
estrelas mortas, o que também não é fácil. Quando encontram planetas que fo-
ram criados a partir de estrelas logos como é a situação da Terra com Sírios Alfa,
encontra-se uma condição mais acessível para a obtenção desse material. Uma
parte dos reptilianos da linhagem dos Dracos e draconiano são os que buscam
com maior intensidade essa tecnologia, pois estão buscando equivalência tecno-
lógica com as frotas da Confederação, já que os seus encontros com essas frotas
nunca foram a contento para seus interesses de dominação.
Os membros da Federação Galáctica possuem apenas algumas amostras
limitadas desse cristal, que foi oferecido pelos membros da Confederação num
passado muito distante para equalizar o poder entre os poderosos reptilianos
e os novatos seres humanos. Demorou muito para que os humanos aprendes-
sem a manipular e entender o funcionamento dos cristais de astrastone. Nesse
processo a raça humana adquiriu a equalização tecnológica no segmento bélico
com as frotas dos reptilianos e passaram a derrotá-los em diversas batalhas estela-
res, inicialmente pelo fator surpresa, depois pela ótima capacidade de raciocínio
dos Dracos.
Percebam o significado de estar encarnado num planeta que possui uma
codificação primordial do centro galáctico, que é uma continuidade da energia
do Criador Primordial. O significado dessa condição está além do que podem
imaginar, pois quando um ser adquire o processo de ascensão em nosso planeta,
ele salta milhares de etapas simultaneamente. Consegue a reunificação de muitas
de suas almas gêmeas nas realidades paralelas e agrega valores relativos à disputa
de polaridades entre a energia do Cristo e a do Anticristo, que demoraria muito
mais a adquirir em planetas que não possuem essa codificação. Isso é muito im-
portante para os seres que representam o papel da energia negativa, pois o seu
aprendizado é muito mais intenso e a condição de mestria pela negatividade gera
um processo de evolução maior do que em outros mundos.
Por esse motivo que quando se estudam os tronos da espiritualidade
relativos ao umbral, as entidades quiumbas, eguns, exus quiumbas, demônios,
arquidemônios e outros seres que controlam as forças do lado das trevas, existe
um processo evolutivo que não é inimigo em relação às forças da luz, mas um
processo complementar que é difícil de ser entendido.
Quando os mestres dizem que tudo está certo, que nada é por acaso,
que o lado das trevas tem que existir para que possa existir a luz significa que o
entendimento desse jogo cósmico foi realizado e está no fim para esses seres que
conseguiram a mestria sobre tal. Os Xopatz sabem disso e por esse emotivo in-
vestem na polaridade negativa, mas eles se alimentam das emoções e sentimentos
produzidos no processo do sofrimento nas sombras. Quanto maiores forem seus
domínios, maior será o poder das trevas no Universo, fazendo frente ao poder
do Cristo Micah e de seus outros colaboradores. Em tese é essa a convicção dos
Xopatz e dos outros grupos que buscam a obtenção do poder através do controle
das raças menos favorecidas. Não existe um entendimento sobre o próprio po-
der interno e a capacidade de fusão com a Fonte partindo da chama rrina. Esse
aprendizado se obtém através do sofrimento para esses seres, até quando atinjam
o máximo de sua crueldade e percebam que nada conseguiram, e então inicia-se
o caminho do retorno interno.
Muitos dos Filhos Paradisíacos que se desdobraram na energia das po-
laridades entre a luz e a não luz acabaram perdendo-se na busca do poder sem
fronteiras. Outros conseguiram retornar à luz e estão sustentando recursos de
ajuda no despertar dos outros, sem com isso interromper as escolhas que cada
alma efetua.
A maior parte dos membros das federações está ainda perdidos no meio
desse jogo, devido as suas atitudes e inclinações políticas e conceituais que ma-
nifestam. Como podem ver nas ações geradas pelos Anunakis ou nibiruanos na
Terra, que ao manter o processo da monarquia pleiadiana na Terra, geraram parte
dos conflitos e deram a Marduk a oportunidade para alcançar o poder e a sobera-
nia na Terra. Se o líder de Nibiru Anu tivesse sido mais inteligente e previsor teria
concedido a seu filho Enki a soberania da Terra, pois o mesmo era um Draco
com descendência humana e reptiliana, justamente o ser exato para governar um
planeta de reptilianos que tinham herdado do processo de Tiamat e das outras
federações reptilianas.
A não aceitação dessa condição em relação a Enki favorecendo Enlil
como sucessor no trono administrativo da Terra gerou a revolta dos reptilianos
e de Marduk, quem também foi um Draco que foi possuído pelo arquétipo dos
Xopatz na energia de Satã, passando a destruir o poder Nibiruano na Terra ao
ponto de retirar Anu do comando de Nibiru e roubar para si o planeta e as ins-
talações militares dos Anunakis para o poderio dos Xopatz. Perante o Conselho
Galáctico isso foi uma imaturidade da parte dos nibiruanos governados por Anu,
além de ser uma mostra da falta de competência perante a Federação Galáctica. A
maior parte das guerras entre as 22 delegações na Terra estão relacionadas a essas
disputas de poder entre reptilianos e humanos na administração das tarefas e pro-
jetas q ue estavam sendo desenvolvidos na Terra. Cada um passou a desenvolver
sem sincronicidade com os outros povos seus próprios interesses, o que gerou
mais choques e disputas de poder emre os 22 grupos presentes na Terra.
O processo da dominação que os antigos deuses exerceram sobre a hu-
manidade ainda continua disfarçado de religiões e rituais que geram o fanatismo
e a dependência das pessoas. Isso é um sinal importante para os estudiosos, pois
a humanidade continua presa a falsos valores e a um processo político mundial
gerenciado e controlado pelos amigos deuses do poder. As escolas herméticas
amigas, muitas delas possuem dentro de suas estruturas pessoas comprometidas
com os falsos deuses sustentando os jogos políticos de poder e de favorecimento
da mesma forma que ocorreu no passado da humanidade.
Esse processo só irá terminar quando a maturidade se instaurar nos seres
humanos e eles mesmos definam o término dessa postura entre seus semelhan-
tes. No entanto, isso gera um caos na estrutura política governamental dos últi-
mos 2.000 anos que vocês têm registras. Seja capitalismo ou socialismo, ambos
acabam por desaparecer quando ocorrer o despertar da humanidade. Por esse
motivo é que os líderes mundiais estão corrompidos pelos Xopatz e seus des-
cendentes reptilianos que controlam isoladamente cada grupo de poder político
na Terra, gerando a estrutura do SGS, da Ordem dos Iluminattis e do Dragão
Negro, como algumas das mais influentes no âmbito global. Ir contra esse mo-
vimento é um ato de suicídio social, pois toda a estrutura do planeta é regida
por esses mecanismos sinistros. Mas efetuar um processo inrerno de seleção da-
quilo que é bom ou não para vocês é o começo do processo seletivo que a alma
desenvolve na busca por um equilíbrio interno, o que acaba por aproximar as
entidades de proteção e iniciar o processo de reconexão com as esferas mais sutis
da espiritualidade.
A humanidade encontra-se num ponto crítico do processo planetário e
social. O processo que se aponta para a humanidade criará obrigatoriamente um
despertar, seja pelo amor ou pelo medo, mas cada um terá que fazer escolhas de
como passar pelos processos de seleção que o planeta está manifestando, pois
o chamado já foi efetuado e cada um dentro do seu coração tem que buscar o
caminho. A denominada Operação Resgate que se fala em muitos livros não é
apenas para com a humanidade encarnada, mas para todas as diferentes esferas
da espiritualidade e das demais realidades paralelas que existem no planeta Terra.

As Diretrizes das Federações Galácticas

Quando ocorreu a necessidade de fusão entre as diferentes representações


imperiais na Via Láctea existiam diversos aspectos a serem resolvidos para efeti-
var essa unificação. Existiam diferentes intelectos, tecnologias, raças, idiomas,
religiões e além de tudo, diferentes patamares vibracionais entre as dimensões
nas quais esses membros viviam em seu habitat natural. Ajustar tudo isso era um
processo lento e gradual de amadurecimento que exigia a formatação de parâme-
tros e a criação de diretrizes era um aspecto fundamental a ser instaurado nessa
aliança que estava formando-se.
Inicialmente as diretrizes da Confederação eram uma das soluções, po-
rém elas não se adequavam às reais necessidades que as federações exigiam para
estabelecerem-se na nova proposta. Criar uma condição tecnológica de intercâm-
bio e que ao mesmo tempo permitisse a evolução coordenada de todos os distin-
tos grupos era realmente um dos maiores obstáculos a serem vencidos. Mais do
que a superação racial era efetivar esse intercâmbio de tecnologia e comunicação
entre diferentes povos que buscavam essa comunhão.
Inicialmente as raças humanoides e humanas foram as primeiras a buscar
esse tipo de interação através do contexto da unificação para sobrevivência peran-
te a raça reptiliana e insectoide. Mas antes dessa proposta dos humanoides, a raça
dos reptilianos já existia na forma de uma vasta e ampla Federação Draconiana,
que provinha desde a galáxia de Arconis. Ou seja, os Xopatz e seus colaboradores
já tinham criado uma estrutura para a expansão dos reptilianos em Teta.
Os seres humanos e humanoides tiveram que perceber que essa era a
única solução para poderem criar uma estrutura capaz de opor-se ao avanço tec-
nológico dos reptilianos pela corrida territorial e tecnológica na galáxia.
As federações foram formando-se por uma necessidade de sobrevivência, isso é
uma realidade presente na sua própria estrutura socioeconômica na Terra. Po-
rém, fazer esses ajustes requer parâmetros de legislação e diretrizes no contexto
da engenharia para o desenvolvimento dessa proposta. Não era apenas copiar
as diretrizes da Confederação, que representa um grupo etéreo muito além das
realidades físicas existentes para a maior parte das raças da galáxia.
fu leis de física aplicada na realidade existencial da Confederação não se
aplicam abaixo de 80. Portanto, não se tratava de copiar uma estrutura de seres
ascensionados. Era necessário adequar as reais necessidades das civilizações que
estavam sendo anexadas pelo processo político de sobrevivência que envolvia po-
vos de 40 até 70, o que significa, do ponto de vista da engenharia psicológica,
uma profunda mutação de valores e parâmetros. Isso não se insere na população
sideral da noite para o dia. Exige procedimentos, tempo e maturação das próprias
almas dispostas a aceitarem essas mudanças que geram novas realidades.
Quando as primeiras raças draconianas aceitaram unir-se às federações,
uma nova fase de adaptações teve que ser inserida. Inicialmente a proposta da
Federação situada na estrela de Alcíone previa somente as raças humanas e as
descendentes denominadas humanoides, mas à medida que essa federação com-
posta por pleiadianos, sirianos, lirianos, tolimanses, aldebarianos, procionanos e
orionanos atingiu um alto patamar de desenvoltura, outras raças além das huma-
noides, que incluíam seres reptilianos benevolentes, foram solicitar para serem
anexados a essa estrutura que já apresentava uma ampla capacidade de defesa
contra a ação pirata dos reptilianos negativados.
Com a chegada dos denominados reptilianos benevolentes surge uma
condição de unificação tecnológica que dá à Federação de Alcíone a condição de
superar a tecnologia dos reptilianos de forma bem evidente. Foi uma jogada po-
lítica por parte dos humanos e do conselho humano perante a aceitação dos rep-
tilianos benevolentes na estrutura. Mas isso definiu que novas leis e regras fossem
estabelecidas para incorporar essa nova adesão de cerca de cinco povos reptilianos
e Dracos diferentes, o que veio assegurar com o tempo que os representantes dos
insectoides humanoides filiassem-se à Federação.
Portanto, a Federação teve várias etapas nas quais foi necessário avaliar
o seu crescimento, a configuração política e a adaptação do intercâmbio tecno-
lógico para permitir que seres de diversas raças e procedências pudessem ter um
convívio amistoso e próspero para todas as partes integrantes. Estruturar diretri-
zes foi uma necessidade fundamental.
Ajustar uma sociedade dentro de novos parâmetros legislativos é uma
parte do processo, mas ajustar diversas civilizações perante novos parâmetros que
busquem atender a todos é algo demorado. Por isso a aplicação das diretrizes
levou mais tempo do que o esperado e foi sendo implantada por setores nos qua-
drantes onde a Federação operava com suas frotas, e com seus interesses políticos
e mercamilistas. Cada grupo tinha um prazo de tempo e amadurecimento para
vivenciar e aplicar as novas diretrizes perame o Conselho Planetário da Federação.
Os quadrames foram divididos por setores de segurança e pelo envolvimemo nas
principais rotas de navegação das naves que estavam sob a proteção da Federação
e desenvolviam imercâmbio com as demais Federações isoladas da galáxia.
Existiam setores onde a legislação da Federação não apresemava legitimi-
dade perame os opositores ou grupos neutros. Isso criava uma condição na qual
mesmo os membros da Federação que não estavam ainda acostumados às novas
diretrizes podiam exercer funções e ações fora das diretrizes, desde que isso ocor-
resse fora dos locais de imeresse comum da Federação. Esses locais eram setores
galácticos onde a bandeira oficial da Federação não estava em vigor.
Apesar da proximidade do sistema solar de Monmantia, ou Velatropa,
com as estrelas de Sírios e de Toliman, que eram importames membros da Fe-
deração de Alcíone, o sistema solar não estava comemplado na totalidade no
cumprimemo das diretrizes da Federação. Isso é muito interessante, pois foi um
dos fatores que gerou a sucessão de erros por parte dos nibiruanos no compor-
tamento político no comando da Terra em relação às 22 delegações e ao jogo de
poder entre os reptilianos e os insectoides que estavam sustemando oposição à
presença dos Anunakis na Terra.
Essa brecha foi o ponto de partida que os Xopatz empregaram para con-
trolar a parte psíquica dos reptilianos intraterrenos da Terra e aos poucos pu-
dessem apoderar-se da psique de Marduk e de outros Dracos de Nibiru. A falta
de diretrizes para serem seguidas foi uma das condições que gerou anarquia na
colonização da Terra, pois cada representante estelar inseria as suas condições e
conceitos, sem haver um consenso equilibrado entre os diferentes grupos. Por
mais que tivessem dividido a Terra em setores para cada grupo representante, os
problemas somavam-se, pois não existiam parâmetros do que era aceitável e po-
liticamente correto. Existia uma disputa de poder entre os grupos, mesmo entre
aqueles que tinham tribuna na mesma Federação em Alcíone ou em Belatrix de
Órion, esses não se entendiam na Terra.
Os reptilianos recorreram inúmeras vezes a queixas e denúncias no parla-
mento das Federações presentes na Terra, mas não foram ouvidos e quando exis-
tia algum tipo de auditoria por parte da Federação ou mesmo da Confederação,
sempre que possível eram destruídos ou ludibriados através de jogos políticos.
Os confederados começaram a aplicar energia para a ascensão dos grupos
que apresentavam condições para essa mudança vibracional, para remover da
Terra o maior número possível de almas capacitadas a uma nova vida em outro
planeta e dimensão. O continente que apresentava as melhores pontuações nesse
sentido era Mu e alguns pontos no Himalaia, na Oceânia, na América do Sul,
na Antártida e no Círculo Polar Ártico. Foram os pontos de atenção e de ajuda
coletiva para remover o máximo de almas da Terra, o restante ficaria seguindo a
sua convicção psíquica e política junto às Federações. Porém, para executar isso a
Confederação teria que intervir. O que é contra a sua primeira diretriz em relação
ao livre arbítrio dos povos planetários.
Nisso eles criaram o projeto avatárico na Terra com os mestres ascensos
através da Grande Fraternidade Branca da Terra. Com essa estratagema montada
na marca dos 268- 235 a.C., mil anos foram removidos pelo processo de ascen-
são de cerca de 68 milhões de almas ascensas da Terra. Almas que foram locadas
para continuar a sua evolução em outros planetas ao redor das estrelas Castor,
Pólux, Sírios Wezen, Skat de Aquário, Jorn de M-27, como os mais próximos ao
parâmetro de 40 e 50. Parte dessas almas escolheu viver nos planos intraterre-
nos ascensos e sustentar um plano de ajuda e ampliação das funções da Grande
Fraternidade Branca e fortalecer a nova hierarquia espiritual da Terra, para garan-
tir que mais almas pudessem ascensionar nas etapas seguintes do planeta.
A confederação quando percebeu que os povos das Federações ainda
eram imaturos nas suas atitudes e nas responsabilidades assumidas, resolveu efe-
tuar um plano paralelo nas realidades alternativas da Terra e do sistema solar. Os
filhos etéreos de Sírios que tinham usado os nibiruanos como ponta de lança para
atingir seus objetivos para colonização e para motivar o processo encarnacional
de bilhões de sirianos estagnados no processo encarnacional em animais ou sim-
plesmente no processo astral perceberam que a situação novamente iria repetir-
se. Como em Argus, em Acturus 4, em Lira e em outras colônias sob a coordena-
ção Siriana. Com isso, solicitaram ajuda à Confederação e aos canopeanos para
criar um plano alternativo para a evolução e completar os projetas criacionais
que tinham sido acordados com os Filhos Paradisíacos no início do jogo cósmico
em Teta.
Por outro lado, os representantes das raças reptilianas recorreram à sua
convicção de que o Universo é a herança natural da raça reptiliana, por serem
filhos das primeiras raças da galáxia. Nas diretrizes dos povos reptilianos, a Terra
pertence à dominação e ao interesse reptiliano. O que motivou as ações rebeldes
contra a presença dos nibiruanos e dos outros povos humanos na Terra, moti-
vando no inconsciente desses povos a necessidade de escravizar e dominar a raça
humana, fortalecendo as intenções obscuras dos Xopatz que se projetavam como
obsessores dos reptilianos e em muitas situações atuavam como intrantes nos
povos da Terra, criando e ampliando as desconfianças e disputas de poder entre
as diferentes facções políticas existentes.
Os principais genomas de liderança na Terra nos últimos 450 mil anos
passam pela raça dos dragões alados, depois pelos seres serpente que representam
uma raça ampla e ardilosa. Posteriormente os Dracos que são os mestiços de
genoma humano e das serpentes similares a lagartos eretos com feições huma-
nas. Depois os draconianos com genoma humano e reptilianos com aparência
humana. Depois vieram os humanos das raças vermelha, ariana, laranja, amarela
asiática, e posteriormente, a chegada dos nibiruanos. Cada qual teve seu auge e o
desenvolvimento político na busca da supremacia perante as outras raças. Mas os
que mais mantiveram o equilíbrio na linha de sucessão pelo poder foram os rep-
tilianos que possuem diretrizes bem fundamentadas em suas crenças e na história
galáctica de dominação.
Uma das diretrizes básicas das raças reptilianas reside na crença de que
eles devem ser dominadores da galáxia, de que todas as raças são inferiores e de
que devem ser submetidas à sua dominação política e social. Isso está implan-
tado no genoma reptiliano como memória celular das antigas matrizes desses
seres. Não agem assim por maldade, mas porque foi inserido na sua matriz pelas
equipes geneticistas de Anhotak para alavancar a condição de supremacia das
raças originalmente inventadas diretamente por ele há bilhões de éons ainda nas
imediações de Havona.
As matrizes genéticas introduzidas no quadrante de Teta já tinham essa
informação inserida, que deveria ser ativada no amadurecimento social e tecno-
lógico desses seres e de suas mutações na medida em que outros genes fossem
cocriados e transferidos para outras formas de vida. Da mesma forma que Mith
Ham Ell codificou a energia fractal da energia crística em seus projetos, Anho-
tak codificou a estrutura fractal de ressonância da escravização e dominação dos
predadores em suas criações, que também são alimentadas pela radiação de sua
energia através do fluxo de radiações emitidas da base operacional do próprio
Anhotak e de seus descendentes.
Para cada estágio de consciência existe um gradiente diferente de comu-
nicação entre as esferas cósmicas e as almas que se encontram encarnadas nas di-
ferentes esferas vibracionais de cada galáxia. Quando descrevemos o fractal criado
por Micth Ham Ell e pelos Voronandeck estávamos referindo-nos à estrutura
de astrastone em estado plasmático vibrante, que é a matéria umara cristalizada
além da frequência atômica conhecida na Terra. A sua forma mais conhecida é
a energia morontial que ela emite, a que pode ser entendida como radiação de
táquions, grávitons, mésons pi e outras frequências. A estrutura fractal da matéria
umara é proveniente das esferas anteriores à formação e materialização do núcleo
de Havona no centro dos Universos e dos Superuniversos, proveniente de outras
moradas do Criador, que se fragmentou em milhões de Universos. Essa energia
é uma densa estrutura de milhares de camadas e escalas de energia e matéria em
diferentes estágios vibracionais, que sustentam os intercâmbios cósmicos na ex-
pansão dos Universos. A sua estrutura fractal é uma sucessão de cristais de astras-
tone e outros cristais mais ricos em energia, que não são encontrados além dos
núcleos das galáxias, funcionando como emissores de energia para as mônadas
sustentarem a comunicação com seus fragmentos denominados de almas.
Os cristais de astrastone controlam a emissão de ondas cerebrais e espiri-
tuais da estrutura da chama trina e dos esporos de consciência de todas as formas
de vida e energia do Universo, permitindo que a Fonte Primordial possa manter
sempre o contato com o experimento de cada filho, independente da sua conexão
com a sua mônada emissora.
Por essa razão é que as almas e os seres são classificados conforme o
gradiente de consciência que emitem no Universo. A classificação pode ser
definida em:

Consciência setorial -> Planetária


Consciência Interplanetária ->Federações
Consciência Galáctica -> Confederação

São três classificações que denominam em qual gradiente cósmico as al-


mas estão vibrando e comunicando-se entre os diferentes planos espirituais das
entidades locais de cada planeta, conforme o desenvolvimento de sua sociedade,
além dos outros que indicam o contato com as equipes tronadas estelares até a
conexão com os representantes da Confederação.
Na Terra estamos vivendo um momento interessante, pois existem no
momento, representantes dessas três classificações, através dos movimentos espi-
ritualistas pelo processo mediúnico. O que já ocorreu no início da formatação da
nossa sociedade através dos sacerdotes e magos da espiritualidade. No entanto,
no momento existem representantes de todas as comunidades estelares sem que
as pessoas entendam quem são essas comunidades e as suas reais intenções em
relação ao despertar da consciência da humanidade.
Analisando essa classificação da expansão da conciência das almas em
suas formas encarnadas podemos perceber como a dualidade entre o entendi-
mento de luz e não luz pelo poder acaba manifestando diversas facetas na busca
da perfeição. Cada grupo estelar acabou por formatar uma consciência sistêmica
relativa aos padrões genéticos que foram manipulados pelos Filhos Paradisíacos
e pelos Xopatz na configuração genéticas das matrizes mais antigas do DNA das
primeiras raças a serem plasmadas em Teta.
Ocorreu uma programação com base na estrutura genética e na codifica-
ção dos fractais de emissão de cada agrupamento estelar do bojo galáctico. Cada
genoma apresenta uma frequência de comunicação específica com os cristais de
astrastone do centro da galáxia e dos seus logos estelares, onde as almas irão ocu-
par os corpos para manifestar a experiência encarnacional.
Os Filhos Paradisíacos de Onara, quando iniciaram o processo da
concepção do aprimoramento das matrizes raciais para Teta e Naoshi, estabe-
leceram parâmetros de comunicação com esses fractais e com os logos estelares
de cada braço espiral das respectivas galáxias. Porém, os Xopatz e os emissários
de Sarathen definiram parâmetros mais exigentes para o acoplamento de seus
interesses, que viriam a criar uma egrégora psíquica e de consciência no contex-
to sistêmico através das estrelas retransmissoras inseridas especificamente pelos
filhos de Anhotak.
Essas estrelas emitem em pulsos específicos a energia codificada da pro-
gramação que ativa no genoma dos reptilianos e de outras raças a configuração
das trevas na busca do poder pelo poder. O mesmo ocorre por parte da energia
crística através dos logos estelares. O que acabou por gerar no âmbito galáctico a
divisão entre seres que buscaram a evolução em cada uma das polaridades.
No envolvimento e na miscigenação racial na própria evolução das
espécies, ocorreu a fusão desses vetares de energia criando uma nova evolução
dessas matrizes, nas quais a dualidade passaria a marcar diferentes etapas do
amadurecimento de cada grupo racial na galáxia. Isso é definido como evolução,
na qual cada raça passa pela experiência das polaridades conforme amadurece
e aprende novos parâmetros, gerando o processo do aprendizado e despertar
da consciência.
A consciência de cada grupo acaba por definir as necessidades relativas
que as diretrizes têm que apresentar na funcionalidade dos interesses da coleti-
vidade. Isso gera aspectos no ajuste dos grupos maiores, como na formação das
Federações, na busca de diretrizes que conseguissem equilibrar os interesses de
todas as almas em cada gradiente de consciência em suas respectivas dimensões.
As diretrizes são complexas, pois não atendem a todos, o que exigiu que
fossem configurados patamares de responsabilidade para cada grupo componen-
te da Federação conforme a dimensão que vibrassem, para ajustar leis e parâme-
tros. Essa etapa das diretrizes acaba por atingir a humanidade no seu desperrar
de consciência devido ao processo de memória celular que está sendo ativado
pela aproximação do cinturão de fótons e pela presença dos Mestres Ascensos e
Tronados ativando os corpos criogênicos da humanidade.
A humanidade está buscando aperfeiçoar suas leis com base em novo despertar
de consciência, mas isso é um reflexo da presença de suas entidades espirituais
que inserem um despertar da consciência. O processo coloca vocês na sintonia
dos mestres estelares das Federações e da Confederação que estão sintonizando os
passos futuros do salto quântico planetário.
O processo ocorre no plano genético, pois quando a consciência começa
a desenvolver alterações no comportamento é porque ocorreu a mutação dos
genes correspondentes para que ocorra essa alteração. A disputa de polaridades
entre a luz de Cristo e a energia do Anticristo é uma codificação genética arrifi-
cialmente criada para permitir as condições para que cada alma desenvolva suas
tarefas entre a luz e a não luz, conforme o genoma que escolheu. As codificações
foram inseridas em todas as raças da galáxia e do setor de Naoshi abaixo de 12D
e depois intensificadas abaixo de 8D, para criar o jogo entre os Filhos Paradisía-
cos e as Supramônadas que escolheram vivenciar esses experimentos entre ambas
as frequências do Cristo e a do Anticristo. Os jogadores do lado do Anticristo
alteraram as regras para prolongar o "jogo" em detrimento do poder que estavam
adquirindo, ao ponto de clonar seus cocriadores e manter o poder que era dos
Filhos Paradisíacos.
Quando avaliamos a ação das 22 delegações e dos outros grupos estelares
no contexto colonial da Terra, como o processo dos nibiruanos e seus anunakis,
percebemos que eram seres com falhas de comportamento e moral, assim como
é a nossa humanidade atualmente. Herdamos os erros de postura, bem como a
nobreza, portanto os criadores da raça dos Lulus são tão passíveis de erros quan-
to a raça humana. O mesmo aplica-se aos reptilianos que possuem condutas
e comportamento similares aos da humanidade. São povos que também sofre-
ram a manipulação de seus genes antes de serem fisicalizados por parte do jogo
cósmico que se desenvolve em Naoshi e em outros setores dos 12 Superuniversos
mais centrais.
A Ordem Voronandeck e a Ordem Goronandeck estão ajudando gradu-
almente a sincronizar os processos cósmicos do despertar e das novas etapas do
jogo. A conclusão ocorrerá quando todas as almas atingirem o patamar estipula-
do de equilíbrio para que possam retornar a suas mônadas e ocorra naturalmente
a fusão nas dimensões mais próximas a 12D.

A Origem da Hierarquia Espiritual da Terra

Algumas pessoas confundem as equipes estelares com as diferentes facções


da espiritualidade terrestre. Como já foi explicado, a Terra passou por diversas
etapas em seu processo geológico. Não é um planeta natural do Sol Monmantia,
foi produzido pelo choque gravitacional da estrela Anagora com a estrela Sírios
Alfa e como resultado da disputa gravitacional foram criados alguns desprendi-
mentos de massa rochosa. Um desses desprendimentos da estrela de Sírios Alfa
gerou a Terra, que era denominada de Tiamat pelos pleiadianos e sirianos beta.
Nesse processo geológico o planeta Tiamat possuía em seu núcleo uma
alta concentração ectoplasmática do cristal de astrastone, o que permitiu que essa
estrutura geológica se incluísse na classificação de planeta decimal. Dessa forma
surge originalmente uma hierarquia espiritual primordial de Tiamat com sua
estrela original que é Sírios Alfa. O processo evolutivo que ocorre nas primeiras
etapas de adaptação geológica desse planeta que foi artificialmente inserido na
órbita intermediária de Monmantia representam as etapas que os geólogos expli-
cam, no qual teve que ocorrer o resfriamento das camadas da crosta para permitir
o surgimento de uma atmosfera. Posteriormente, os processos de rotação na ór-
bita solar para estabelecer os novos parâmetros ambientais.
Tudo isso foi realizado pelos Elohins etéreos de 6D e 7D que residiam no
planeta. Essa era a primeira hierarquia espiritual que o planeta recebeu, e é a refe-
rência que existe no Brasil e na África de Antigos Orixás ou Orixás Primordiais.
Posteriormente esse planeta recebeu vida externa a mando do Conselho de Sírios
Alfa, inserindo matrizes de almas etéreas dos antigos ciclos inacabados por parte
de civilizações das colônias mais antigas de Sírios e de outros povos galácticos,
o que incluía seres da galáxia de Andrômeda. Essa evolução foi adaptada para a
frequência de 5D com formas etéreas relativas às primeiras consciências no plano
vegetal para ajudar no desenvolvimento de uma estrutura tropical controlada
pelos Elohins, justamente para possibilitar as condições futuras para o desenvol-
vimento de formas de vida mais complexas.
A segunda forma de vida poderia ser codificada como sendo uma vasta
e complexa forma de vida vegetal consciente de almas que usavam plantas como
forma de experiência no plano bidimensional na 5a dimensão. Surgiu assim uma
segunda equipe espiritual de seres que junto aos Ciclopes e aos Elohins criaram
as bases da espiritualidade no planeta para poderem, futuramente, ajudar no
acoplamento de outras almas para vivenciar novas formas de consciência.
Milhões de anos, posteriormente a esse processo, ocorreu a chegada de
material genético para a formação de vida animal no segmento insectoide e rep-
tiliano, já com almas que tinham passado pela experiência na estrutura vegetal,
passando a assumirem formas de vida mais complexas no desenvolvimento do
raciocínio e da movimentação corporal, o que foi implantado em 4D. Surge
posteriormente um novo grupo de almas que representariam os guardiões dessas
novas almas na proposta animal que estava presente. Cada qual buscando o aper-
feiçoamento das matrizes genéticas para cada espécie presente no planeta.
Somente após essa estabilização, que ajudou inclusive no ajuste ambien-
tal, que os colonizadores de Lira e de Sírios inseriram a codificação dos seres hu-
manos da estrutura adâmica em Tiamat. Isso significa que a raça humana é muito
mais antiga, mas não esteve sempre presente em nosso planeta. As equipes etéreas
de Lira e de Sírios criaram em conjunto com os Elohins e Ciclopes uma junta
evolutiva e com isso uma nova equipe espiritual que solicitou a participação das
almas que já tinham concluído e ainda estavam no planeta. Isso culminou na
formação da primeira Fraternidade Planetária de almas encarregadas da avaliação
evolutiva de todas as almas e formas de vida do planeta e foi denominada de Or-
dem Elohínica Melchizedeck.
Essa é a primeira estrutura oficial da hierarquia espiritual do nosso plane-
ta há mais de 5 bilhões de anos. Posteriormente houve novas hierarquias confor-
me os processos geológicos da evolução foram inseridos no decorrer dos bilhões
de anos.
Para o nosso plano de consciência a Terra iniciou a projeção de vida bio-
lógica há cerca de 3,6 bilhões de anos, mas antes disso existiam formas de vida em
plano consciente, fora do contexto biológico. A vida não precisa necessariamente
ser baseada no contexto de reações biológicas para seres vivos como vocês tem na
realidade material da Terra. A vida pode existir em planos espirituais na troca de
campos energéticos baseadas na interação nuclear fraca e forte, na qual existem as
trocas de quantuns de energia entre léptons e quarks, o que é uma forma de vida
psíquica no plano atômico-espiritual.
Essa é a realidade dos antigos Elohins e Orixás da Terra, desde a sua
formação no interior da estrela de Sírios Alfa. As formas de vida que podem
ser consideradas a partir desses últimos 3,6 bilhões de anos são formas vegetais,
protozoários, insectoides, reptilianos e as formas mamíferas até se chegar na es-
trutura humana. Porém, antes disso, o que reinava eram seres com consciência
espiritual em esferas de 50, que sustentavam os patamares mais elevados, até a
conexão do núcleo terrestre com as 12 dimensões de Teta.
O núcleo contendo astrastone permite uma interação completa com os
gradientes de energia e consciência do Universo em suas 12 dimensões. Esse é um
dos fatores que deixavam alguns dos representantes das 22 delegações, como o
grupo de Andrômeda e de Órion, na busca para o entendimento dos portais in-
ternos da Terra em relação a outras realidades do Universo, além de sua condição
tecnológica de avaliação.
Saber que existem dimensões distintas é um fator, porém dominar a tec-
nologia que permite o controle dessas realidades é uma situação bem distinta.
Conforme outras civilizações e suas almas foram sendo assentadas no desenvol-
vimento do planeta Terra em suas distintas etapas, naturalmente acabou-se por
desenvolver hierarquias espirituais que fossem confluentes para cada ciclo das
respectivas civilizações. Isso criou a condição pela que as equipes anteriores po-
diam ter a condição de retornar para seus planetas de origem antes da missão Ter-
ra, ou escolhiam juntar-se às hierarquias mais antigas, assumindo a nomenclatura
de Conselho de Anciões de Urantia.
Esse Conselho tem como função coordenar os processos evolutivos nas
respectivas etapas de cada civilização perante os diferentes grupos de almas que
são enviadas para o planeta. Cada grupo de Anciões, conforme a sua etapa evolu-
tiva, governa por ciclos de 12 etapas, cada uma de 26 mil anos. Portanto, a cada
312 mil anos deveria ocorrer a troca completa dos ciclos de samsara na evolução
das almas que foram inseridas no ciclo da Terra. Isso ocorreu há cerca de 430 mi-
lhões de anos da contagem terrestre. Esses 312 mil anos estavam inseridos entre
as realidades 4D e 5D, um lapso de tempo que realmente permitia que ocorresse
um grande salto de consciência nas almas que estavam pesquisando e experien-
ciando os processos da vida no planeta.
Porém, quando as condições atmosféricas foram ajustadas para que a
Terra pudesse sustentar vida em 30, o fator tempo mostrou-se ser inadequado
perante os parâmetros anteriores, exigindo muito mais tempo para ajustar as al-
mas. Desse ponto em diante o Conselho de Anciões passou a conviver com novas
gerações de seres para interação com a Hierarquia Espiritual da Terra, criando
novos status e novas falanges para poderem administrar as novas condições que o
planeta apresentava. Essa situação acabou por criar realidades paralelas na evolu-
ção do próprio sistema espiritual e suas diferentes equipes e falanges, uma reali-
dade em paralelo em relação à 3D, que se manifesta nas dimensões superiores até
o presente.
Podem considerar que até o momento presente o planeta Terra conta
com 21 civilizações de grande porte que desenvolveram a sua evolução ao longo
dos diferentes ajustes geológicos do planeta nos últimos 3,6 bilhões de anos, sem
contar a civilização dos Elohins antes dessa fase cronológica, que permanece até
o presente momento. Muitas dessas civilizações têm relação com o ciclo da rota
hexagonal que o sistema solar percorre regularmente a cada 560 mil anos, permi-
tindo uma troca constante de almas e civilizações dos planetas encontrados nesse
percurso nas diferentes etapas da evolução. Da mesma forma que a Terra recebeu,
também transferiu para outros planetas almas e civilizações que continuam a sua
jornada de reintegração para suas mônadas além de 12D.
A história do planeta Terra é um projeto que será contado num próximo
material, mas para estarem mais cientes da situação atual de hierarquia espiritual
terrestre podemos informar que ela foi reestruturada há cerca de 13.800 anos
com as alterações que deveriam ocorrer na destruição do continente da Atlânti-
da e com o processo complementar do dilúvio. Isso fez com que as hierarquias
espirituais anteriores a esse processo fossem transferidas para outros planetas ou
realidades mais distantes no fluxo temporal da Terra e uma nova equipe relacio-
nada ao que iria manifestar-se nesse processo assumisse até o término do ciclo de
26 mil anos, que é o que está próximo do fim em nosso calendário atual.
Nesse marco de 13.800 anos a barreira de frequência foi recalibrada de 5,5D para
7,5D a mando do Conselho Central dos Elohins do planeta Terra para sustentar
um processo mais rígido e com maior controle sobre as almas que estavam nas
diversas frequências da Terra. A ideia inicial era aprisionar o maior número de
seres extraterrestres dentro do campo vibracional e encarnacional da Terra. Des-
sa forma os mestres ascensos e as diferentes equipes de coroados e tronados da
Terra teriam maior controle a poderiam trabalhar melhor com os diversos planos
espirituais dos Anunakis e dos outros seres das 22 delegações que estavam presos
nas diferentes linhas de tempo e dimensões da Terra, além de gerar uma eficiente
barreira no campo umbralino existente nas fendas dimensionais da Terra.
Estava previsto que nas próximas décadas a Terra deveria passar pelo pro-
cesso final das mudanças dimensionais para ser adaptada para o salto quântico
planetário a ocorrer tempo depois. Dessa forma, a hierarquia espiritual da Terra,
com suas diferentes falanges e equipes espalhadas, teriam tempo para avaliar o
processo de separação do joio e do trigo, preparando os projetas ascensionais
para a humanidade. Os mestres aceitaram passar esse tempo trabalhando inten-
samente com todas as realidades possíveis que se apresentassem.
A atual hierarquia espiritual da Terra tem situações a serem resolvidas dos
últimos 2,4 milhões de anos, o que corresponde, pelo calendário solar, a algo
próximo a 92,3 anos de Alcíone. Esse marco tem um fato r importante de divisão
a ser considerado antes e depois da chegada dos Anunakis, portanto na marca os
450 mil anos ocorre uma profunda divisão nos acontecimentos da Terra junto às
hierarquias espirituais. Esse marco reflete aproximadamente 17,3 anos de Alcío-
ne, o que é um acontecimento muito recente para os habitantes de Nibiru e de
Plêiade em seus diversos planetas na constelação de M-45.
Para terem uma análise aproximada, os seres dos planetas de Alcíone
possuem uma vida biológica média de 250 anos. O que, se for contabilizado no
ciclo de 26 mil anos da Terra, gera uma condição que os pleiadianos de Nibiru
podem viver aproximadamente 6,5 milhões de anos pela contagem linear de
tempo terrestre, o que torna esses seres virtualmente imortais para nossos parâ-
metros. Por esse motivo é que existem tantas confusões no contexto da existência
desses seres, pois muitos humanos acreditam que eles nem existam mais, o que
é um erro. A forma de vida biológica de um ser existente em 4D é muito mais
extensa do que a existente do que a mesma forma na realidade 3D. Quanto mais
sutil for a frequência, maior pode ser a configuração da relativa expressão de vida.
Vocês possuem registras nos livros antigos de seres como Matusalém e
Enoch que viveram muito mais do que o contexto atual de sua civilização no
momento em que se acham, o que para vocês é uma lenda. Se a nossa civilização
evitasse consumir alguns tipos alimentos quimicamente nocivos a saúde, além de
práticas de meditação e vida mais saudável, a vida da população seria muito mais
extensa, como é conhecido pelos iogues e mestres tibetanos.
No DNA lixo da raça humana existem parâmetros de prolongamento da
vida fisica que permitiria que se tornem iguais a Enoch e até mesmo a Matusalém
na extensão da vida. O mesmo ocorre no desenvolvimento tecnológico dos povos
estelares que prolongaram a sua expectativa de vida empregando tecnologias não
nocivas à sua estrutura molecular.
Muitas entidades da atual hierarquia espiritual representam membros
que estiveram envolvidos nos acontecimentos das 22 delegações, sendo que algu-
mas já foram descritas nos segmentos das constelações e dos próprios nibiruanos,
que tiveram que se desdobrar em almas e fragmentos de entrantes em centenas de
pessoas na Terra, desde que o Mestre Jesus/Sananda os sentenciou a resolverem
suas pendências na estrutura terrestre com as atitudes imaturas realizadas perante
os Lulus/Neanderthal e as outras espécies que eles manipularam. Outros povos
como os de Odin, Zeus e outros deuses estão envolvidos nos projetas de resolu-
ção das pendências na Terra.
OS EXILADOS CHEGAM À TERRA

Há cerca de 89 mil anos terrenos chegam à Terra seres exilados de outros


mundos e que tinham passado por um processo de dualidade marcante. Esses
seres vinham de um processo similar ao terrestre, mas em planos mais sutis.
Uma parte desses seres acabou por negativar-se a níveis extremos de maldade e
de magia na busca do poder sem sentido. Em geral eles acabaram por formatar
o que poderia ser definido como cocriações desarmônicas em geral ao Universo
material deles e a tudo o que estava no externo e no interno.
Dentre esses seres podemos citar os grupos de três etnias da estrela de
Capela, que eram descendentes do processo colonial da constelação de Plêiade.
Os seres que foram inseridos em Capela 4 e 6 eram exilados do processo co-
lonial pleiadiano entre os semitas, os arianos e um outro grupo mestiço deles,
que ficavam nas proximidades da estrela de Alcíone entre 4D e 6D. Esses seres
participaram da grande guerra de Plêiade e de Órion e fazem parte do proces-
so de dualidade e de formatação da política da Federação Pleiadiana e estelar
desse quadrante. O tempo no qual isso ocorreu não é linear na escala terrestre,
mas pode ser enquadrada em termos aproximados, há cerca de 1,2 a 1,6 milhões
de anos.
Esses três grupos de poder eram o processo evolutivo dos antigos seres da
estrela de Vega e das colônias de Lira, que por vários motivos escolheram Plêiade
como ponto de escape e nova vida. No entanto, os problemas desses grupos con-
tinuaram devido às suas escolhas. A seleção de exílio para Capela 4 e 6 ocorreu
por vários motivo dentro da seleção natural evolutiva que estava formatando-se
nas diferentes matrizes de consciência. Capela apresentava as condições ideiais
em 4D para dar continuidade à proposta desse grupo de aproximadamente 3 mi-
lhões de seres. Além disso, Capela também recebeu seres de exílio do quadrante
das estrelas de Órion Saiph, Rígel e Aldebarã de Touro, totalizando um volume
aproximado de 8 milhões de seres que deveriam dar início a uma nova etapa
evolutiva entre 4D e 5D, e ao mesmo tempo continuar o que estava proposto
anteriormente em seus mundos, e que não tinham conseguido consolidar.
Capela transferiu para o orbe terrestre cerca de 6 milhões de exilados
entre 90.400 anos e 89.000 anos na região central do que é conhecido como
Atlântida, inicialmente no campo astral e depois na fisicalidade. O ponto de
chegada foi um portal astral que estava sustentado em um importante templo
e formação de pirâmides construídas pelos antigos anciões dessa cultura. Esse
ponto era chamado de Edência, em homenagem à capital de Orvóron. Essa ca-
pital administrativa e tecnológica, Edência da Atlântida, sustentava na verdade
uma ligação de diversos portais e entradas subterrâneas com outros pontos da
Terra. Esse ponto era onde a maior parte das naves chegava para o orbe terrestre
entrando na realidade 3D.
Esse portal tem relação com o que chamamamos atualmenre de Portal
11: 11, ou seja, os seres de uma outra dimensionalidade entravam de patamares
de 60 para 3D através da densificação energética desse portal de Edência. Por
esse motivo os exilados e outros povos chegavam por ele. A partir dele ocorria a
formatação do corpo criogênico e a preparação dos corpos terrestres e do material
genético eram cocriados no astral e formatados pelo Conselho Cármico da Terra,
que denominamos de Conselho dos Anciões da Terra. Eles possuem a qualifica-
ção de efetuar o estudo e os preparativos para que os exilados entrem na roda de
samsara encarnacional, tanto na fisicalidade humana, quanto de outras formas
de vida da Terra e no plano astral.
Além do grupo de Capela, na mesma época a Terra recebeu exilados de
Boronak, um planeta que pertencia à influencia siriana nas proximidades do que
poderia ser considerado de Sírios Kapa, que era uma colônia avançada de pesqui-
sas genéticas e tecnológicas, que abrigava uma civilização de quase 17 milhões de
habitantes há cerca de 3,5 milhões de anos. Essa colônia era formada por seres de
6D e 7D, mas que tiveram muitos problemas com os fenômenos da Convergên-
cia de Amares, causando sérias interferências de ordem política e racial.
O gradiente de dualidade começou a gerar condições complexas, o que
acabou por produzir um excedente de seres exilados para a Terra em diferentes
épocas. Na marca de 87 mil anos terrenos eles enviaram para a Terra cerca de 1,2
milhões de exilados de 5D, para darem continuidade às suas buscas de cocria-
ção desarmônicas com o magismo e a tecnologia sensorial. Nesse ponto temos a
chegada de seres de origem insectoide e alguns de descendência reptiliana, que
em parte, acabaram por entrar no ciclo encarnacional humano da Terra, sendo
que uma grande parte partiu para o ciclo encarnacional das cidades telúricas e
intraterrenas de raça reptiliana. Esses seres acabaram por interagir em muitos
aspecros com os capelinos e isso gerou distúrbio e guerras no ciclo terrestre, pois
eles lutavam pelo poder e pela posse da materialidade e uma parte denomina-se
de senhores da guerra e da magia. Possuem um elevado conhecimento dos planos
energéticos e da espiritualidade em Boronak além de um excelente envolvimento
com o reino dévico e com isso eles acabaram por gerar muitas linhas de comuni-
cação com a espiritualidade e com o astral da humanidade.
O confronto com os seres de Capela ocorreu devido ao fato desse planeta
ter sido um importante centro de intercâmbio cultural, e Boronak tinha uma
relação profunda com esse desenvolvimento no que refere-se à troca tecnológica
e cultural. Na verdade, situações cármicas foram confrontadas na Terra por parte
desse grupo. Outro grupo, por volta de 87.200 anos atrás, viria à Terra por parte
da estrela Tau Ceti. Esse grupo era guerreiro e tinha participado de confrontos e
do mau uso do poder militar e de elevadas técnicas de guerrilha e tortura. Eram
seres de linhagem mongoloide e humanoide, que viriam a ser em parte responsá-
veis pela origem das raças mongólicas da Terra.
Eles eram experientes no que diz respeito à parte de tecnologia da guerra e da
tortura. Foram inseridos por exílio na Terra cerca de 2,6 milhões desses seres que
provinham de 4D. Foram também colocados à disponibilidade da Terra cerca
de 850 mil seres exilados de Sírios Beta há 85 mil anos. Esses seres tinham sido
negativados pelo uso indevido do conhecimento da alta magia dentro da Ordem
Melchizedeck em relação às colônias sirianas, entre elas os grupos que deveriam
ter cuidado da evolução de Boronak.
Na mesma época chegaram à linha temporal um fluxo de seres de Mal-
dek, o que já tinha sido destruído muito antes. Foram quase 2 milhões de seres
de Maldek que chegaram de 5D para viverem na Terra na fisicalidade huma-
na, pelo mesmo portal. Esses seres da espécie humana descendentes dos antigos
colonizadores de Lira tinham como proposta encarnacional na Terra realizar a
continuidade do processo cocriador no desenvolvimento racional sem emoções
e aprender a relação emocional na Terra. Todos eles estavam ligados a uma pro-
posta racional muito desenvolvida na questão do poder tecnológico e queriam
aprender a emocionalidade.
Como podem perceber, durante esse período, a Terra recebeu uma carga
energética, emocional e mental de seres de outros mundos que tinham diversos
aspectos a serem trabalhados. A densidade energética da Terra acabou por cair
durante esse período, pois todos eles viriam a somatizar a condição da barreira de
frequência e da falta de consciência em muitos aspectos. Isso gerou um bloqueio
nos ciclos encarnacionais de milhares de almas que já estavam em processo de as-
censão. O uso indevido da magia e do poder da espiritualidade foram potenciali-
zados ao máximo pelos grupos rebeldes encarnados e pelas estruturas umbralinas.
Todo esse contexto será abordado com mais profundidade no próximo
livro, no qual estudaremos a origem do planeta Terra e suas civilizações até a raça
humana atual com os diferentes grupos e equipes espirituais, a estrutura de um
planeta morontial e as almas que nele evoluem, a fusão entre a energia crística
e anticrística no processo encarnacional e no amadurecimento das almas e das
federações estelares.

Convido a todos para continuar a jornada em busca do despertar cons-


ciencial no estudo do Planeta Chan.

Fiquem na paz e harmonia com meu sincero agradecimento.

Rodrigo Romo
ISBN 978-85-911874-4-7

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