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Pontes

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Breves considerações e historia das Pontes, 0

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15, Agosto de 2017

Pontes
Prof. Herman Mendes Dumby
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SECÇÃO TRANSVERSAL

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SECÇÃO TRANSVERSAL

EXISTEM CERCA DE DUAS DEZENAS DE TIPOLOGIAS DE SECÇÕES TRANSVERSAIS MAIS


COMUNS.

OS FACTORES FUNDAMENTAIS PARA A SUA ESCOLHA SÃO:

- SISTEMA ESTRUTURAL - MATERIAL - FUNÇÃO DA OBRA - PERFIL TRANSVERSAL - VÃO

NATURALMENTE O ENGENHO E A CRIATIVADE PODEM FAZER APARECER OUTRAS


TIPOLOGIAS, QUE NORMALMENTE RESULTAM DA COMBINAÇÃO DAS SOLUÇÕES MAIS
CLÁSSICAS.

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SECÇÃO TRANSVERSAL

• PONTE DE LAJE

• MACIÇA

• VAZADA

• PONTE DE VIGA

• SECÇÃO T

• SECÇÃO CELULAR OU EM CAIXÃO

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SECÇÃO TRANSVERSAL

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SECÇÃO TRANSVERSAL

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SECÇÃO TRANSVERSAL

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SECÇÃO TRANSVERSAL

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SECÇÃO TRANSVERSAL

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FASES E CONSTITUIÇÃO DO PROJECTO

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FASES E CONSTITUIÇÃO DO PROJECTO


• PROGRAMA PRELIMINAR

• PROGRAMA BASE

• ESTUDO PRÉVIO

• ANTEPROJECTO OU PROJECTO BASE

• PROJECTO DE EXECUÇÃO

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•PROGRAMA PRELIMINAR
• ESTUDO DO IMPACTO ESTÉTICO

• ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL

• IMPOSIÇÕES QUANTO ÀS REDES TÉCNICAS URBANAS

• OUTROS CONDICIONAMENTOS

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•PROGRAMA PRELIMINAR
• CONDICIONAMENTOS EM PLANTA

• SECÇÃO DE VAZÃO, PERFIL LONGITUDINAL, PERFIL TRANSVERSAL

• LEVANTAMENTO TOPOGRÁFICO (ESC. 1:500)

• CLASSE DA PONTE OU VIADUTO

• ESTUDO GEOLÓGICO E GEOTÉCNICO

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•PROGRAMA BASE
•ESPECIFICAÇÕES SOBRE AS FASES, A NATUREZA DA REALIZAÇÃO DAS PROSPECÇÕES
GEOTÉCNICAS.

•INDICAÇÃO DOS CONDICIONAMENTOS LOCAIS CAPAZES DE INFLUENCIAREM NA


SOLUÇÃO A ADOPTAR.

•INDICAÇÃO DOS ESTUDOS A REALIZAR E DOS REQUISITOS MÍNIMOS DOS MATERIAIS A


CONSIDERAR NO PROJECTO.

•REFERÊNCIAS SOBRE AS SOLUÇÕES TÉCNICAS MAIS ADEQUADAS À OBRA E


JUSTIFICAÇÃO DA NÃO ADOPÇÃO DE OUTRAS SOLUÇÕES.

•ESTIMATIVA DO CUSTO DA OBRA.

•DESENHOS DE DIMENSIONAMENTO (ESC. 1:100, 1:200 OU 1:500).

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•ESTUDO PRÉVIO
• DEMONSTRAÇÃO DA OBSERVÂNCIA DOS PADRÕES REQUERIDOS.

• ACESSOS, LIGAÇÕES, REDES PÚBLICAS.

• AVALIAÇÃO TÉCNICO-ECONÓMICA DAS SOLUÇÕES ESTRUTURAIS PROPOSTAS EM


RELAÇÃO AO COMPORTAMENTO EM SERVIÇO E À DURABILIDADE.

• PROCESSOS CONSTRUTIVOS ESPECIAIS DE EXECUÇÃO.

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•ESTUDO PRÉVIO
•TRABALHOS COMPLEMENTARES DA OBRA (ARRANJOS PAISAGÍSTICOS E ILUMINAÇÃO
DECORATIVA) • DESENHOS DE DIMENSIONAMENTO (ESC. 1:10, 1:200 OU 1:250).

• PROPOSTA DOS PRINCIPAIS ACABAMENTOS.

• PROPOSTA DOS CRITÉRIOS PARA CONSERVAÇÃO OU DEMOLIÇÃO DE ELEMENTOS


EXISTENTES NO TERRENO.

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•ANTEPROJECTO
• ESBOÇO COROGRÁFICO (ESC. 1:25000).

• ELEMENTOS DE TRAÇADO COM INSERÇÃO DA OBRA.

• IMPLANTAÇÃO À ESCALA ADEQUADA À EXTENSÃO DA OBRA.

• DESENHOS DE DIMENSIONAMENTO E DE PORMENOR (ESC. 1:10 – 1:100).

• ELEMENTOS ILUSTRATIVOS DO PROCESSO CONSTRUTIVO.

• DESENHOS DE OBRAS ACESSÓRIAS E INSTALAÇÕES COMPLEMENTARES.

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•PROJECTO DE EXECUÇÃO
•APARELHOS DE APOIO, JUNTAS DE DILATAÇÃO, DISPOSITIVOS ANTISÍSMICOS.
•SISTEMA DE DRENAGEM

•ENQUADRAMENTO PAISAGÍSTICO

•ESPECIFICAÇÃO DAS ACTIVIDADES PERIÓDICAS DE MANUTENÇÃO.

•SOLUÇÕES DAS MEDIDAS DE MINIMIZAÇÃO DO IMPACTO AMBIENTAL.

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•PROJECTO DE EXECUÇÃO

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•PROJECTO DE EXECUÇÃO

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•PROJECTO DE EXECUÇÃO

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ASPECTOS FUNDAMENTAIS DE CARACTERIZAÇÃO DE UMA OBRA

FUNÇÃO

SISTEMA ESTRUTURAL

MATERIAIS

PROCESSO CONSTRUTIVO

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OUTROS ASPECTOS QUE CARACTERIZAM UMA OBRA

LOCALIZAÇÃO

INTEGRAÇÃO (URBANA, RURAL, MARÍTMA ETC.)

ACÇÕES PREDOMINANTES

PERÍODO DE VIDA

REGULAMENTAÇÃO APLICÁVEL

CLIMA

INTEGRAÇÃO PASIGÍSTICA

CONDIÇÕES DE FUNDAÇÃO/TIPOLOGIA DE APOIOS, ETC.

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ASPECTOS QUE CARACTERIZAM UMA OBRA

A DEFINIÇÃO DO SISTEMA ESTRUTURAL E DA SECÇÃO

TRANSVERSAL, A ESCOLHA DOS MATERIAIS E A DEFINIÇÃO DO

PROCESSO CONSTRUTIVO SÃO PROCESSOS INTERDEPENDENTES

QUE NÃO PODEM SER EFECTUADOS ISOLADAMENTE.

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ASPECTOS QUE CARACTERIZAM UMA OBRA

AO ANALISAR-SE UMA PONTE ESTÁ-SE FREQUENTEMENTE A

ANALISAR DE FORMA INTERLIGADA O SISTEMA ESTRUTURAL, A

SECÇÃO TRANSVERSAL, OS MATERIAIS E O PROCESSO

CONSTRUTIVO

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EXEMPLO DE ALGUNS ELEMENTOS DO PROJECTO DE UMA PONTE

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EXEMPLO DE ALGUNS ELEMENTOS DO PROJECTO DE UMA PONTE

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EXEMPLO DE ALGUNS ELEMENTOS DO PROJECTO DE UMA PONTE

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EXEMPLO DE ALGUNS ELEMENTOS DO PROJECTO DE UMA PONTE

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EXEMPLO DE ALGUNS ELEMENTOS DO PROJECTO DE UMA PONTE

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CATEGORIAS DE OBRAS

•AS OBRAS SÃO CLASSIFICADAS EM QUATRO CATEGORIAS


CONSOANTE A MAIOR OU MENOR DIFICULDADE DA CONCEPÇÃO E
O GRAU DE COMPLEXIDADE DO PROJECTO.

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CATEGORIAS DE OBRAS
CATEGORIA I – OBRAS DE NATUREZA SIMPLES

• CONCEPÇÃO FÁCIL PELA SIMPLICIDADE DE SATISFAÇÃO DO PROGRAMA DE


EXIGÊNCIAS FUNCIONAIS.

• ELEVADO GRAU DE REPETIÇÃO DAS DIFERENTES PARTES QUE COMPÕE A OBRA.

• SISTEMAS OU MÉTODOS DE EXECUÇÃO CORRENTE.

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CATEGORIAS DE OBRAS
•CATEGORIA II – OBRAS EM QUE A ELABORAÇÃO DO PROJECTO ESTÁ
CONDICIONADA RELATIVAMENTE ÀS OBRAS CORRENTES.

• CONCEPÇÃO FUNDAMENTADA EM PROGRAMAS FUNCIONAIS COM EXIGÊNCIAS


ESPECIAIS.

• INSTALAÇÕES TÉCNICAS COM A NECESSIDADE DO ESTUDO DE SOLUÇÕES POUCO


CORRENTES.

• OBRIGATORIEDADE DE PESQUISA DE VÁRIAS SOLUÇÕES QUE LEVEM À APLICAÇÃO DE


ELEMENTOS DE CONSTRUÇÃO DIFERENTES DA PRÁTICA CORRENTE.

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CATEGORIAS DE OBRAS
•CATEGORIA III – OBRAS EM QUE A ELABORAÇÃO DO PROJECTO ESTÁ
CONDICIONADA RELATIVAMENTE ÀS OBRAS CORRENTES.

• INTEGRAÇÃO AO CONTEXTO AMBIENTAL, VISUAL OU HISTÓRICO.

• OBRIGAÇÃO DE INOVAÇÃO TÉCNICA OU ARTÍSTICA DO PROGRAMA.

• OBRIGATORIEDADE DE PESQUISA DE SOLUÇÕES QUE GARANTAM A REDUÇÃO DOS


CUSTOS.

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CATEGORIAS DE OBRAS
CATEGORIA IV

• OBRAS COM IMPOSIÇÕES E CARACTERÍSTICAS MAIS SEVERAS EM RELAÇÃO ÀS


CATEGORIAS ANTERIORES.

• OBRAS EM QUE É FUNDAMENTAL A PESQUISA DE SOLUÇÕES INDIVIDUALIZADAS.

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• MERECE AINDA DESTACAR O DESENVOLVIMENTO RECENTE DE SUPERESTRUTURAS DE
FRP (POLÍMERO REFORÇADO COM FIBRAS), TENDO EM VISTA, PRINCIPALMENTE, OBRAS
(PONTES) DE CARÁCTER EMERGENCIAL.

• DE UMA MANEIRA GERAL, DEVEMOS COMPREENDER QUE UMA DETERMINADA PONTE


PODE, TAL COMO VIMOS, ESTAR INCLUÍDA EM MAIS DE UM CRITÉRIO DE
CLASSIFICAÇÃO UMA VEZ QUE A ENGENHARIA DE PONTES É UMA ÁREA QUE COMBINA
OS DIFERENTES MÉTODOS QUE EXISTEM NO SENTIDO DE ATENDER AS NECESSIDADES
QUE SE REQUEREM DAS PONTES.

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ASPECTOS RELEVANTES

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ASPECTOS RELEVANTES
• EXIGÊNCIA DE INTEGRAÇÃO PAISAGÍSTICA E AMBIENTAL

• ASPECTOS ECONÓMICOS

• CONDICIONAMENTOS GEOTÉCNICOS

• CONDICIONAMENTOS HIDRÁULICOS

• CONDICIONAMENTOS COMPLEMENTARES

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ASPECTOS RELEVANTES
• EXIGÊNCIA DE INTEGRAÇÃO PAISAGÍSTICA E AMBIENTAL

• ESCOLHA DO NÚMERO DE VÃOS

• EM SUPERESTRUTURAS POUCOS EXTENSAS - Nº IMPAR DE VÃOS / Nº PAR DE PILARES

• DEFINIÇÃO DE TRAÇADO E IMPLANTAÇÃO QUE LIMITEM A ALTURA DE ATERROS ATÉ


10 – 11M DE ALTURA.

• ANÁLISE DA TOPOGRAFIA DE FORMA A MINIMIZAR O IMPACTO VISUAL DA OBRA DE


ARTE.

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ASPECTOS RELEVANTES
• ASPECTOS ECONÓMICOS

• AVALIAÇÃO DOS MATERIAIS DISPONÍVEIS NA REGIÃO

• A EXISTÊNCIA DE PEDRA EM ABUNDÂNCIA E COM CARACTERÍSTICAS ADEQUADAS


PODERÁ FACILITAR A EXECUÇÃO DE BETÃO PRODUZIDO IN SITU.

• LOCALIZAÇÃO DA OBRA PARA DEFINIR A NECESSIDADE DE MONTAGEM DE CENTRAL


DE BETÃO JUNTO À OBRA.

• ESTUDO DE SOLUÇÕES ESTRUTURAIS VIABILIZANDO O BINÓMIO INTEGRAÇÃO


PAISAGÍSTICA / ECONOMIA.

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• CONDICIONAMENTOS GEOTÉCNICOS

• RELATÓRIOS DE PROSPECÇÃO GEOLÓGICA GERAL NO LOCAL DE IMPLANTAÇÃO;

• RELATÓRIO DA CAMPANHA DE SONDAGENS GEOTÉCNICAS EFECTUADAS, COM A


INDICAÇÃO DE:

• LOCALIZAÇÃO

• TIPO DE EQUIPAMENTO UTILIZADO

• PROFUNDIDADES ATINGIDAS

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• CONDICIONAMENTOS GEOTÉCNICOS

• HETEROGENEIDADES ENCONTRADAS

• NATUREZA E ESPESSURA DAS DIVERSAS CAMADAS ATRAVESSADAS

• EXISTÊNCIA DE NÍVEIS FREÁTICOS E DA SUA EVOLUÇÃO NO TEMPO

• RELATÓRIO COM OS RESULTADOS DOS ENSAIOS DE CARACTERIZAÇÃO E DEFINIÇÃO


DE PROPRIEDADES FÍSICAS E MECÂNICAS DOS SOLOS ENCONTRADOS.

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• CONDICIONAMENTOS HIDRÁULICOS

• INFLUÊNCIA DA OBRA NO REGIME DO CURSO DE ÁGUA.

• ACÇÕES HIDRODINÂMICAS SOBRE PILARES.

• EROSÃO NA ZONA DE FUNDAÇÃO DOS PILARES.

• NATUREZA DO FUNDO DO RIO E DAS SUAS MARGENS;

• CARACTERIZAÇÃO DAS MÁXIMAS CHEIAS.

• PERÍODO DE RETORNO MÍNIMO DE 100 ANOS

• DEFINIÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA A MONTANTE DA SECÇÃO ONDE SE LOCALIZARÁ A PONTE.

• NATUREZA E QUANTIDADE DO CAUDAL SÓLIDO.

• MOBILIDADE DO LEITO DO RIO AO LONGO DO TEMPO.

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CONDICIONAMENTOS COMPLEMENTARES

• CONDIÇÕES LOCAIS.

• EXISTÊNCIA DE ELEMENTOS AGRESSIVOS.

• CONDICIONAMENTOS SÍSMICOS.

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ACÇÕES

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Acções
NOTA PRELIMINAR:

AO LONGO DO CURSO DE PONTES VAI SER SISTEMATICAMENTE USADA A SEGUINTE


SIMBOLOGIA PARA CLASSIFICAÇÃO DE MÁTÉRIAS:

MATÉRIAS QUE OS ALUNOS DEVEM DOMINAR COM BASE NOUTRAS DISCIPLINAS

MATÉRIAS QUE OS ALUNOS DEVEM DOMINAR COM BASE NA PRESENTE DISCIPLINA DE


PONTES

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Acções
♦♦ ♦ AÇÕES PERMANENTES

♦♦ ♦ AÇÕES VARIÁVEIS

♦♦ ♦ AÇÕES ACIDENTAIS

NOTA: AÇÕES SÍSMICAS - EM VÁRIOS REGULAMENTOS SÃO TRATADAS COMO ACÇÕES


ACIDENTAIS.

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Acções
♦ AÇÕES PERMANENTES

• •• • PESO PRÓPRIO

• •• • EQUIPAMENTOS FIXOS (“REST. CARGA PERM.”)

• •• • REVESTIMENTOS (“REST. CARGA PERM.”)

• •• • IMPULSOS DE TERRAS

• •• • PRESSÕES HIDROSTÁTICAS

• •• • PRÉ-ESFORÇO

• •• • RETRAÇÃO

• •• • ASSENTAMENTOS DE APOIO

• •• • OUTRAS NORMALMENTE TRATADAS PELOS VALORES CARACTERÍSTICOS K

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Acções
♦ AÇÕES VARIÁVEIS

• •• • SOBRECARGAS

• •• • VENTO

• •• • VARIAÇÕES DE TEMPERATURA

• •• • NEVE / GELO

• •• • ATRITO DE APARELHOS DE APOIO

• •• • PRESSÕES HIDROSTÁTICAS / HIDRODINÂMICAS

• •• • AÇÕES DOS EQUIPAMENTOS/ MÉT. CONSTRUTIVOS

• •• • OUTRAS

TRATADAS PELOS VALORES CARACTERÍSTICOS K OU POR VALORES REDUZIDOS Φ

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Acções
♦♦ ♦ AÇÕES ACIDENTAIS

• •• • SISMO

• •• • CHOQUES DE EMBARCAÇÕES / MATERIAIS FLUTUANTES

• •• • CHOQUES DE VEÍCULOS

• •• • EXPLOSÕES

• •• • INCÊNDIOS

• •• • AÇÕES ACIDENTAIS DOS EQUIPAMENTOS CONSTRUTIVOS

• •• • AÇÕES DE EROSÃO NOS APOIOS

• •• • OUTRAS

TRATADAS PELOS VALORES NOMINAIS

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AÇÕES ESPECÍFICAS DE PONTES, VIADUTOS E PONTES PEDONAIS


REGULAMENTAÇÃO ÚTIL

• •• • RSA – REGULAMENTO DE SEGURANÇA E ACÇÕES (PORTUGUÊS)

• •• • EUROCODE

• •• • ONTÁRIO BRIDGE DESIGN CODE (CAN)

• •• • AASHTO (USA)

• •• • REGULAMENTO INDIANO – RDSOL 226011

• •• • NORMAS BRASILEIRAS NBR 7187, NBR 7188

• •• • OUTRAS

NOTA: EM VÁRIOS PAÍSES DO MUNDO NÃO INCLUÍDOS NA EUROPA E USA, SÃO VÁLIDOS AASHTO
OU MESMO EUROCODE.

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QUANTIFICAÇÃO DE AÇÕES COM BASE EM NORMAS ASPECTOS


FUNDAMENTAIS:

CAMPO DE APLICABILIDADE

CLASSE DAS PONTES

LIMITES DE APLICABILIDADE

FORMA DE CONSIDERAÇÃO DE FACTORES DINÃMICOS (INTRÍNSECA OU EXPLÍCITAMENTE)


SIMULTANEIDADE DE EFEITOS

REDUÇÕES DE INTENSIDADE DE AÇÕES EM CASOS PARTICULARES EM FUNÇÃO DE DIMENSÕES


CONSIDERAÇÃO CRITERIOSA DE VALORES REDUZIDOS

IMPORTANTE:

CLARA PERCEPÇÃO DOS FACTORES ENVOLVIDOS ACONSELHÁVEL: USO DE FERRAMENTTAS PARA O


CÁLCULO FIÁVEL E SISTEMÁTICO DE AÇÕES COM EXPRESSÕES MAIS COMPLEXAS

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QUANTIFICAÇÃO DE AÇÕES COM BASE EM NORMAS ASPECTOS


FUNDAMENTAIS:

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Partes importantes do Eurócódigo 1 :

EN 1991-1-1 General actions – Densities, selfweight, imposed loads for buildings April 2002

EN 1991-1-2 General actions – Actions on structures November 2002 exposed to fire

EN 1991-1-3 General actions – Snow loads July 2003

EN 1991-1-4 General actions – Wind actions April 2005

EN 1991-1-5 General actions – Thermal actions November 2003

EN 1991-1-6 General actions – Actions during execution June 2005

EN 1991-1-7 General actions – Accidental actions July 2006

EN 1991-2 Traffic loads on bridges September 2003

EN 1991-3 Actions induced by cranes and hi machinery, July 2006

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Partes importantes do Eurócódigo 1 :

EN 1991-1-1 General actions – Densities, selfweight, imposed loads for buildings April 2002

EN 1991-1-2 General actions – Actions on structures November 2002 exposed to fire

EN 1991-1-3 General actions – Snow loads July 2003

EN 1991-1-4 General actions – Wind actions April 2005

EN 1991-1-5 General actions – Thermal actions November 2003

EN 1991-1-6 General actions – Actions during execution June 2005

EN 1991-1-7 General actions – Accidental actions July 2006

EN 1991-2 Traffic loads on bridges September 2003

EN 1991-3 Actions induced by cranes and hi machinery, July 2006

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♦♦ ♦ AÇÕES VARIÁVEIS

• •• • SOBRECARGAS

• •• • VENTO

• •• • VARIAÇÕES DE TEMPERATURA

• •• • NEVE / GELO

• •• • ATRITO DE APARELHOS DE APOIO

• •• • PRESSÕES HIDROSTÁTICAS / HIDRODINÂMICAS

• •• • AÇÕES DOS EQUIPAMENTOS/ MÉT. CONSTRUTIVOS

• •• • OUTRAS

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♦♦ ♦ AÇÕES VARIÁVEIS

NO EUROCODE 1 A QUANTIFICAÇÃO DE SOBRECARGAS DE VEÍCULOS É FEITA COM BASE EM


HISTOGRAMAS DE CARGAS VERTICAIS DE EIXOS DE VEÍCULOS

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METODOLOGIA GERAL DO EUROCÓDIGO PARA QUANTIFICAÇÃO DE AÇÕES


E DOS SEUS EFEITOS:

Fi Action

Fk,i Characteristic value of the action

Fd,i = ψγf,iFk,i Design value of the action

E(Fd,i ; ad) Effect of actions

Ed = γSdE(Fd,i ; ad) Design value of the effect of actions

Ed = E(ψγF,iFk,i ; ad) Design value of the effect of actions (simpl. express.)

γF,i = γf,i ×γSd

ad – design value of geometrical data

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SOBRECARGAS EM PONTES RODOVIÁRIAS

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Em vários regulamentos o veículo tipo reproduz os efeitos de um veículo


militar (veículo condicionante – mais desfavorável)

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Eurocode 1:

Pontes rodoviárias: Ações definidas com base em “Modelos de Carga” –


“Load Models” definidos em função da verificação a efetuar, com
caracterização simultânea de cargas concentradas e cargas distribuídas
diferenciadas.

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SOBRECARGAS HORIZONTAIS

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SOBRECARGAS HORIZONTAIS

Sobrecargas distribuídas Longitudinais (frenagem)

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Breves considerações e historia das Pontes, 66

SOBRECARGAS HORIZONTAIS

Sobrecargas distribuídas transversais (força centrífuga) Aspetos


fundamentais: Carga Vertical; raio de curvatura

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SOBRECARGAS EM PONTES FERROVIÁRIAS

CARGAS PONTUAIS (VEÍCULOS TIPO) - VÉICULOS CARGAS LINEARES HORIZONTAIS


LONGITUDINAIS - FRENAGEM CARGAS LINEARES HORIZONTAIS TRANSVERSAIS -
FORÇAS CENTRÍFUGAS CARGAS VERTICAIS DISTRIBUÍDAS EM PASSEIOS - MULTIDÃO
MODELOS DE CARGA ESPECÍFICOS PARA FADIGA ESSENCIAL: CONSIDERAÇÃO DE
FATORES DINÂMICOS EM ALGUNS REGULAMENTOS: CONSIDERAÇÃO DE COMBOIOS
DE MINÉRIO – CARGAS MUITO ELEVADAS

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OUTRAS AÇÕES VARIÁVEIS:

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VENTO

ASPECTOS FUNDAMENTAIS: MODELOS ESPECÍFICOS PARA DETERMINAÇÃO DE ÁREAS


DE INCIDÊNCIA CONSIDERAÇÃO DA LOCALIZAÇÃO

– IMPORTANTE A INFORMAÇÃO LOCAL CONSIDERAÇÃO DA ALTURA / ALTITUDE /


PERMEABILIDADE / EFEITOS DINÂMICOS ABORDAGEM DINÂMICA ESPECÍFICA PARA
OBRAS COM FREQ. NATURAL < 0.5 HZ: NECESSÁRIO NESSES CASOS
AVALIAR/CONSIDERAR AEROLASTICIADADE ESSENCIAL: CONSIDERAÇÃO DE FATORES
DINÂMICOS E EFEITOS DE FADIGA - PONTES SUSPENSAS E PONTES DE TIRANTES,
PONTES PEDONAIS

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