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Engenharia Elétrica, Engenharia de Energia e Engenharia da Computação

Tema 9 – Circuitos em Corrente Contínua (CC)


Teorema da superposição

Prof. Solivan Valente


solivan@up.edu.br

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Circuitos CC – Teorema da superposição

Esta técnica de análise é útil quando temos mais de uma fonte independente no
circuito. Ela é baseada no princípio (ou teorema) da superposição dos efeitos,
que é aplicável apenas a sistemas lineares.

Consideramos como circuito elétrico linear aquele que possui apenas:


 Elementos lineares: resistores (𝑅), indutores (𝐿) e capacitores (𝐶).
 Fontes independentes.
 Fontes dependentes lineares – cuja grandeza varia linearmente com outra
grandeza do circuito.
2
Exemplos: 2𝑖𝑥 4𝑣𝑥 −3𝑖0 5𝑖𝑥2 3 𝑖0
𝑣0

Esta técnica não se aplica a circuitos com elementos não lineares (diodos,
transistores etc.), a não ser que estejam operando em uma região linear.

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Circuitos CC – Teorema da superposição

Teorema da Superposição

Em qualquer circuito linear com várias fontes, a tensão (ou corrente) em um


elemento pode ser obtida somando-se algebricamente todas as tensões (ou
correntes) causadas pela ação individual de cada fonte independente.

• Consideramos uma fonte independente por vez enquanto todas as demais


fontes independentes estão desligadas:

𝑣𝐹 Fontes independentes de tensão Substituídas por curtos-circuitos 𝑣𝐹 = 0 𝑉

𝑖𝐹 Fontes independentes de corrente Substituídas por circuitos abertos 𝑖𝐹 = 0 𝐴

• As fontes dependentes são mantidas intactas, porque elas são controladas por
variáveis do circuito.

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Para aplicar o teorema da superposição, seguimos 3 passos simples:

Desligue todas as fontes independentes, exceto uma, e calcule a tensão


Passo 1 (ou corrente) desejada devida à ação da fonte ativa (se houver fontes
dependentes, deixe-as intactas).

Passo 2 Repita o Passo 1 para cada uma das fontes independentes.

Calcule o valor final da tensão (ou corrente) desejada como a soma das
Passo 3
contribuições de cada fonte independente.

Por exemplo, se o circuito possui 3 fontes independentes e desejamos calcular


a tensão 𝑣 em um determinado elemento, fazemos:

𝑣 = 𝑣1 + 𝑣2 + 𝑣3 Calculamos as tensões parciais 𝑣1 , 𝑣2 e 𝑣3 (Passos 1 e 2) e,


em seguida, somamos todas elas para determinar a tensão
desejada 𝑣 (Passo 3). Esse procedimento é o mesmo para
Contribuição da Contribuição da Contribuição da calcular qualquer tensão ou corrente desejada do circuito.
Fonte 1 para a Fonte 2 para a Fonte 3 para a
tensão desejada 𝑣 tensão desejada 𝑣 tensão desejada 𝑣

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Importante!
O teorema da superposição é aplicável para o cálculo da tensão (ou corrente) final em um
elemento a partir das tensões (ou correntes) parciais, devidas à contribuição de cada fonte
independente.
Não utilize o teorema para calcular potências finais em função de potências parciais!
Calcule primeiro a tensão (ou corrente) final e, depois, utilize o resultado para obter a
potência desejada.

Isto ocorre porque as potências dos resistores dependem do quadrado da sua tensão
(ou corrente). Lembre-se que 𝑎 + 𝑏 2 = 𝑎 2 + 2𝑎𝑏 + 𝑏2 ≠ 𝑎2 + 𝑏2 e observe:

Correto: 𝑃𝑅 = 𝑅. 𝑖 2 = 𝑅. 𝑖1 + 𝑖2 2

𝑅 𝑖 = 𝑖1 + 𝑖2
Errado: 𝑃𝑅 = 𝑃1 + 𝑃2
Contribuição da
Fonte 1 para a
Contribuição da
Fonte 2 para a
𝑃𝑅 = 𝑅. 𝑖12 + 𝑅. 𝑖22 = 𝑅. 𝑖12 + 𝑖22
corrente 𝑖 corrente 𝑖

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Exemplo 1:
Use o teorema da superposição para determinar a tensão 𝑣 no circuito abaixo.

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Vemos que o circuito possui 2 fontes independentes.


Então, escrevemos a tensão desejada 𝑣 como a soma de duas tensões parciais:

𝑣 = 𝑣1 + 𝑣2

Contribuição da Contribuição da
Fonte 1 para a Fonte 2 para a
tensão desejada 𝑣 tensão desejada 𝑣

Fonte 1 Fonte 2

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Contribuição da Fonte 1
Deixamos apenas a Fonte 1 ativa e anulamos a outra fonte
independente. Como a Fonte 2 é uma fonte de corrente, ela é
substituída por um circuito aberto.

+ − IMPORTANTE!
Note que, quando redesenhamos o circuito com
apenas uma fonte ativa, a tensão que surge no
elemento não é a tensão final 𝑣, mas a tensão parcial
que é a contribuição apenas da fonte ativa. Neste
caso, a tensão é 𝑣1 .

Com a LTK determinamos a corrente na malha:


−6 + 8𝑖1 + 4𝑖1 = 0 12𝑖1 = 6 𝑖1 = 0,5 𝐴

Assim, a tensão parcial é:

𝑣1 = 4𝑖1 = 2 𝑉

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Contribuição da Fonte 2
Deixamos apenas a Fonte 2 ativa e anulamos a outra fonte
independente. Como a Fonte 1 é uma fonte de tensão, ela é
substituída por um curto-circuito.
E, agora, como a fonte ativa mudou, a
𝑎 tensão que surge no elemento também
muda. Neste caso, a tensão é 𝑣2 .

Com um divisor de corrente no nó 𝑎, determinamos a corrente 𝑖3 :


8 24
𝑖3 = 3. = =2𝐴
8+4 12
Assim, a tensão parcial é: Logo, a tensão final desejada é:
𝑣2 = 4𝑖3 = 8 𝑉 𝑣 = 𝑣1 + 𝑣2 = 2 + 8 𝑣 = 10 𝑉

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Exercício 1:
Use o teorema da superposição para determinar a tensão 𝑣𝑜 no circuito abaixo.

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Vemos que o circuito possui 2 fontes independentes.


Então, escrevemos a tensão desejada 𝑣𝑜 como a soma de duas tensões parciais:

𝑣𝑜 = 𝑣1 + 𝑣2

Contribuição da Contribuição da
Fonte 1 para a Fonte 2 para a
tensão desejada 𝑣𝑜 tensão desejada 𝑣𝑜

Fonte 1 Fonte 2

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Contribuição da Fonte 1
Deixamos apenas a Fonte 1 ativa e anulamos a outra fonte
independente. Como a Fonte 2 é uma fonte de tensão, ela é
substituída por um curto-circuito.

Com um divisor de corrente no nó 𝑎, determinamos a corrente 𝑖1 :


5 25
𝑖1 = 5. = = 2,5 𝐴
5+ 3+2 10

Assim, a tensão parcial é:


𝑣1 = 2𝑖1 = 5 𝑉

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Contribuição da Fonte 2
Deixamos apenas a Fonte 2 ativa e anulamos a outra fonte
independente. Como a Fonte 1 é uma fonte de corrente, ela
é substituída por um circuito aberto.
𝑖2

− + − +
𝑣2

Com a LTK determinamos a corrente na malha (sentido anti-horário):


−12 + 5𝑖2 + 3𝑖2 + 2𝑖2 = 0 10𝑖2 = 12 𝑖2 = 1,2 𝐴

Assim, a tensão parcial é: Logo, a tensão final desejada é:


𝑣2 = 2𝑖2 = 2,4 𝑉 𝑣𝑜 = 𝑣1 + 𝑣2 = 5 + 2,4 𝑣 = 7,4 𝑉

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Exemplo 2:
Use o teorema da superposição para determinar a tensão 𝑣𝑥 no circuito abaixo.

Note que 𝑣𝑥 é uma tensão nodal, ou seja, é a tensão no nó superior à direita em relação à
referência do circuito (nó inferior). Podemos resolver os circuitos parciais por análise nodal
ou não. O que importa é determinar a tensão entre o nó desejado e a referência; ela
também pode ser calculada como a tensão sobre o resistor de 4 Ω com o polo + na parte
superior.

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Vemos que o circuito possui 2 fontes independentes e 1 fonte dependente.


Então, escrevemos a tensão desejada 𝑣𝑥 como a soma de duas tensões parciais.
Lembre-se que não vamos desativar a fonte dependente em nenhum momento.

𝑣𝑥 = 𝑣1 + 𝑣2

Contribuição da Contribuição da
Fonte 1 para a Fonte 2 para a
tensão desejada 𝑣𝑥 tensão desejada 𝑣𝑥

Fonte 1 Fonte 2

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Contribuição da Fonte 1
Deixamos apenas a Fonte 1 ativa e anulamos a outra
fonte independente. Como a Fonte 2 é uma fonte de
corrente, ela é substituída por um circuito aberto.
A fonte dependente é mantida intacta.

25 𝑉 𝑣1 A tensão nodal no nó superior é a tensão


parcial resultante da contribuição da Fonte 1.
Note que, neste caso, isto também muda a
variável de controle da fonte dependente.
0,1𝑣1

Com a análise nodal determinamos facilmente a tensão nodal 𝑣1 . Note que a fonte de
tensão estabelece uma tensão nodal de 25 𝑉 à esquerda. Assim, pela LCK temos:
𝑣1 − 0 𝑣1 − 25
0,1𝑣1 = + 4𝑣1 = 25 𝑣1 = 6,25 𝑉
4 20
Corrente que Correntes que
entra no nó saem do nó

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Contribuição da Fonte 2
Deixamos apenas a Fonte 2 ativa e anulamos a outra
fonte independente. Como a Fonte 1 é uma fonte de
tensão, ela é substituída por um curto-circuito.
A fonte dependente é mantida intacta.
𝑣2 A tensão nodal no nó superior é a tensão
parcial resultante da contribuição da Fonte 2.
Novamente, isto também muda a variável de
controle da fonte dependente.
0,1𝑣2

Novamente, a análise nodal nos permite determinar facilmente a tensão nodal 𝑣2 .


Pela LCK no nó temos:
𝑣2 − 0 𝑣2 − 0
5 + 0,1𝑣2 = + 4𝑣2 = 100 𝑣2 = 25 𝑉
4 20
Correntes que Correntes que
entram no nó saem do nó

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Logo, a tensão nodal desejada é:


𝑣𝑥 = 𝑣1 + 𝑣2 = 6,25 + 25

𝑣𝑥 = 31,25 𝑉

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Exemplo 3:
Use o teorema da superposição para determinar a corrente 𝑖 no circuito abaixo.

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Vemos que o circuito possui 3 fontes independentes.


Então, escrevemos a corrente desejada 𝑖 como a soma de três correntes parciais:

𝑖 = 𝑖1 + 𝑖2 + 𝑖3

Contribuição da Contribuição da Contribuição da


Fonte 1 para a Fonte 2 para a Fonte 3 para a
corrente desejada 𝑖 corrente desejada 𝑖 corrente desejada 𝑖

Fonte 2

Fonte 1 Fonte 3

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Contribuição da Fonte 1
Deixamos apenas a Fonte 1 ativa e anulamos as outras
fontes independentes. A Fonte 2 é substituída por um
curto-circuito e a Fonte 3 por um circuito aberto.
em série

Em série: 8 + 4 = 12 Ω Assim, a corrente parcial é:


12.4 12
Em paralelo: 12||4 = =3Ω 𝑖1 = 𝑖1 = 2 𝐴
12 + 4 3+3

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Contribuição da Fonte 2
Deixamos apenas a Fonte 2 ativa e anulamos as outras
fontes independentes. A Fonte 1 é substituída por um
curto-circuito e a Fonte 3 por um circuito aberto.
Podemos resolver o circuito por análise de malhas. Indicamos
as polaridades e as 2 correntes de malha. Precisamos calcular
apenas 𝑖𝑏 , já que 𝑖2 = 𝑖𝑏 .

LTK na malha 𝑎:
+ − 24 + 8𝑖𝑎 + 4𝑖𝑎 + 4 𝑖𝑎 − 𝑖𝑏 = 0
16𝑖𝑎 − 4𝑖𝑏 = −24 (1)
− + − +

+ LTK na malha 𝑏:
−4 𝑖𝑎 − 𝑖𝑏 + 3𝑖𝑏 = 0

7𝑖𝑏
𝑖𝑎 = (2)
4

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Substituindo a Equação (2) na Equação (1), temos:

16𝑖𝑎 − 4𝑖𝑏 = −24 (1)


7𝑖𝑏
7𝑖𝑏 16 − 4𝑖𝑏 = −24
4
𝑖𝑎 = (2)
4 28𝑖𝑏 − 4𝑖𝑏 = −24
24𝑖𝑏 = −24
𝑖𝑏 = −1 𝐴

Assim, a corrente parcial é:

𝑖2 = 𝑖𝑏 𝑖2 = −1 𝐴

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Contribuição da Fonte 3
Deixamos apenas a Fonte 3 ativa e anulamos as outras
fontes independentes. As Fontes 1 e 2 são substituídas por
curtos-circuitos.
Podemos resolver o circuito por análise nodal. Indicamos as
correntes e as 2 tensões nodais. Precisamos calcular apenas
𝑣1 , já que 𝑖3 = 𝑣1 3.
LCK no nó 1:
𝑣2 − 𝑣1 𝑣1 − 0 𝑣1 − 0
= +
4 3 4
10𝑣1 − 3𝑣2 = 0 (1)

LCK no nó 2:
𝑣2 − 𝑣1 𝑣2 − 0
3= +
4 8
−2𝑣1 + 3𝑣2 = 24 (2)

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Somando a Equação (1) e a Equação (2), temos:

10𝑣1 − 3𝑣2 = 0 (1)


−2𝑣1 + 3𝑣2 = 24 (2)

8𝑣1 = 24
𝑣1 = 3 𝑉

Assim, a corrente parcial é:


𝑣1 3
𝑖3 = = 𝑖3 = 1 𝐴
3 3

Logo, a corrente desejada é:


𝑖 = 𝑖1 + 𝑖2 + 𝑖3 = 2 − 1 + 1

𝑖 = 2𝐴

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Exercício 2:
Use o teorema da superposição para determinar a corrente 𝑖 no circuito abaixo.

Resposta: 𝑖 = 0,375 𝐴

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Exercícios complementares:
(Capítulo 4 do livro texto “Fundamentos de Circuitos Elétricos”, de Matthew SADIKU, 2003).

Problemas:
4.6, 4.7, 4.8, 4.9
4.10, 4.11, 4.15 e 4.16.

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Exercícios complementares

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Exercícios complementares

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