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Diário Oficial do Ministério Público do Estado do Espírito Santo Vitória, segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Procuradores de Justiça
Luciana Gomes Ferreira de Andrade Catarina Cecin Gazele Maria de Fátima Cabral de Sá
Procuradora-Geral de Justiça
Célia Lúcia Vaz de Araújo Gustavo Modenesi Martins da Cunha
Elda Márcia Moraes Spedo Carla Stein
Subprocuradora-Geral de Justiça Administrativo Valdeci de Lourdes P. Vasconcelos Sídia Nara Ofranti Ronchi
Samuel Scardini Filho
Josemar Moreira Adonias Zam Luis Augusto Suzano
Subprocurador-Geral de Justiça Judicial Edwiges Dias
Sócrates de Souza Altamir Mendes de Moraes
Alexandre José Guimarães Karla Dias Sandoval Mattos Silva
Subprocurador-Geral de Justiça Institucional Fábio Vello Corrêa Humberto Alexandre Campos Ramos
Almiro Gonçalves da Rocha
Carla Viana Cola José Claudio Rodrigues Pimenta Antonio Fernando Albuquerque Ribeiro
Corregedora-Geral do Ministério Público Izabel Cristina Salvador Salomão
Andréa Maria da Silva Rocha Maria Beatriz Renoldi Murad Vervloet
Eliezer Siqueira de Sousa Márcia Jacobsen
Benedito Leonardo Senatore Elisabeth da Costa Pereira
Ouvidor do Ministério Público
Eder Pontes da Silva Cleber Pontes da Silva

CIRCULAÇÃO IRRESTRITA - SEGUNDA-FEIRA, 23 DE AGOSTO DE 2021


O Diário Oficial Eletrônico do Ministério Público do Estado do Espírito Santo - Dimpes, instituído pela Portaria nº 8560 de 09 de agosto de 2019, com
fundamento no inciso LXVII do art. 10 da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, é veiculado, sem custos, no sítio do Ministério Público
do Estado do Espírito Santo (www.mpes.mp.br) na rede mundial de computadores (Internet). O Dimpes é o instrumento oficial de publicação, divulgação e
comunicação dos atos processuais, procedimentais e administrativos do MPES e substitui a versão impressa das publicações oficiais. Sua publicação
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SUBPROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA ADMINISTRATIVA - SPGA

P O R T AR IA SP G A Nº 1902, de 30 de junho de 2021.


DESI GN A R, na forma do art. 10, inciso X I V da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, a P rocuradora de
Justiça, EL I SA B ET H DA CO STA P EREI RA, para exercer também a 10º P rocurador de Justiça Cível, sem prejuízo de suas funções,
(com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da referida Lei, no período de 07.07.2021 a
31.08.2021*.
Vitória, 30 de junho de 2021.
E LDA M ÁR C IA M O R AE S SP E DO
SU B P R O C U R ADO R A-G E R AL DE J U ST IÇ A ADM INIST R AT IVA
*R epublicada com alteração

P O R T AR IA SP G A Nº 2466, de 19 de agosto de 2021.


DESI GN A R, na forma do art. 10, inciso X I V, e art. 55, § 1º, da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, o
P romotor de Justiça, EL I O N VA RGAS T EI X EI RA, para exercer também a função de 5º P romotor de Justiça da P romotoria de Justiça
Criminal de Cariacica, (nas audiências) (sem ônus para a instituição), no dia *09.09.2021.

Vitória, 19 de agosto de 2021.


E LDA M ÁR C IA M O R AE S SP E DO
SU B P R O C U R ADO R A-G E R AL DE J U ST IÇ A ADM INIST R AT IVA
*R epublicada com alteração

P O R T AR IA SP G A Nº 2471, de 20 de agosto de 2021.


CO N CEDER licença para tratamento de saúde, por 15 dias, à P romotora de Justiça MA RI A Z U MI RA T EI X EI RA B O W EN, a partir de
18.08.2021, conforme art. 93, inciso I, da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, conforme procedimento
MP /Nº 19.11.1137.0021407/2021-38.

Vitória, 20 de agosto de 2021.


E LDA M ÁR C IA M O R AE S SP E DO
SU B P R O C U R ADO R A-G E R AL DE J U ST IÇ A ADM INIST R AT IVA

P O R T AR IA SP G A Nº 2472, de 20 de agosto de 2021.


DESI GN A R, na forma do art. 10, inciso X X V, da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, a P romotora de
Justiça, A DRI A N A CH I ST É CA RVA L H O, para exercer a função de P romotor de Justiça Chefe da P romotoria de Justiça da infância e
Juventude de Serra, no período de 12.08.2021 a 11.08.2022.
P O R T AR IA SP G A Nº 2473, de 20 de agosto de 2021.
DESI GN A R, na forma do art. 10, inciso X I V, e art. 55, § 1º, da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, o
P romotor de Justiça, A DRI A N I OZ Ó RI O DO N ASCI MEN TO, para exercer também a função de 2º P romotor de Justiça da P romotoria
de Justiça Criminal de Linhares, (2° Criminal de Linhares - para atuar nos autos da Ação Penal nº 0000122-36.2014.8.08.0030
(Gampes nº 2014.0017.2951-20)) (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da referida Lei, no
dia 01.09.2021.
P O R T AR IA SP G A Nº 2474, de 20 de agosto de 2021.
DESI GN A R, na forma do art. 10, inciso X I V, e art. 55, § 1º, da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, o
P romotor de Justiça, A DRI A N I OZ Ó RI O DO N ASCI MEN TO, para exercer também a função de 5º P romotor de Justiça da P romotoria
de Justiça Criminal de Linhares, (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da referida Lei, no
dia 09.09.2021.

P O R T AR IA SP G A Nº 2475, de 20 de agosto de 2021.


DESI GN A R, na forma do inciso X I V do art. 10 e do § 1º do art. 55 da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997,
o P romotor de Justiça, A DRI A N I OZ Ó RI O DO N ASCI MEN TO, para exercer também a função de 5º P romotor de Justiça da P romotoria
de Justiça Cível de Linhares, (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da referida Lei, no
período de 02.09.2021 a 03.09.2021.

Assinado Digitalmente pela Assessoria Legislativa do MPES Edição de 23/08/2021 Página 1 de 19


Diário Oficial do Ministério Público do Estado do Espírito Santo Vitória, segunda-feira, 23 de agosto de 2021
P O R T AR IA SP G A Nº 2476, de 20 de agosto de 2021.
DESI GN A R, na forma do art. 10, inciso X I V, e art. 55, § 1º, da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, o
P romotor de Justiça, A I LTO N B A RB O SA DO CA N TO, para exercer também a função de 3º P romotor de Justiça da P romotoria de
Justiça de Marataízes, (nas audiências) (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da referida
Lei, no dia 23.08.2021.
P O R T AR IA SP G A Nº 2477, de 20 de agosto de 2021.
DESI GN A R, na forma do art. 10, inciso X I V, e art. 55, § 1º, da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, o
P romotor de Justiça, A I LTO N B A RB O SA DO CA N TO, para exercer também a função de 1º P romotor de Justiça da P romotoria de
Justiça Cível de São Mateus, (nas audiências) (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da
referida Lei, no dia 24.08.2021.
P O R T AR IA SP G A Nº 2478, de 20 de agosto de 2021.
DESI GN A R, na forma do art. 10, inciso X I V, e art. 55, § 1º, da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, o
P romotor de Justiça, A I LTO N B A RB O SA DO CA N TO, para exercer também a função de 2º P romotor de Justiça da P romotoria de
Justiça Criminal de Vila Velha, (nas audiências) (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da
referida Lei, no dia 14.09.2021.

P O R T AR IA SP G A Nº 2479, de 20 de agosto de 2021.


DESI GN A R, na forma do art. 10, inciso X I V, e art. 55, § 1º, da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, o
P romotor de Justiça, A I LTO N B A RB O SA DO CA N TO, para exercer também a função de 2º P romotor de Justiça da P romotoria de
Justiça Criminal de Vila Velha, (nas audiências) (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da
referida Lei, no dia 17.09.2021.

P O R T AR IA SP G A Nº 2480, de 20 de agosto de 2021.


DESI GN A R, na forma do art. 10, inciso X I V, e art. 55, § 1º, da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, o
P romotor de Justiça, A I LTO N B A RB O SA DO CA N TO, para exercer também a função de 2º P romotor de Justiça da P romotoria de
Justiça Criminal de Vila Velha, (nas audiências) (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da
referida Lei, no dia 21.09.2021.
P O R T AR IA SP G A Nº 2481, de 20 de agosto de 2021.
DESI GN A R, na forma do art. 10, inciso X I V, e art. 55, § 1º, da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, o
P romotor de Justiça, A I LTO N B A RB O SA DO CA N TO, para exercer também a função de 2º P romotor de Justiça da P romotoria de
Justiça Criminal de Vila Velha, (nas audiências) (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da
referida Lei, no dia 30.09.2021.

P O R T AR IA SP G A Nº 2482, de 20 de agosto de 2021.


DESI GN A R, na forma do inciso X I V do art. 10 e do § 1º do art. 55 da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997,
o P romotor de Justiça, A I LTO N B A RB O SA DO CA N TO, para exercer também a função de 5º P romotor de Justiça da P romotoria de
Justiça Criminal de Cariacica, (nas audiências) (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da
referida Lei, no período de 30.08.2021 a 31.08.2021.
P O R T AR IA SP G A Nº 2483, de 20 de agosto de 2021.
DESI GN A R, na forma do art. 10, inciso X I V, e art. 55, § 1º, da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, o
P romotor de Justiça, B RU N O DE FREI TAS L I MA, para exercer também a função de 4º P romotor de Justiça da P romotoria de Justiça
Criminal de Linhares, (audiências) (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da referida Lei, no
dia 24.08.2021.
P O R T AR IA SP G A Nº 2484, de 20 de agosto de 2021.
DESI GN A R, na forma do art. 10, inciso X I V, e art. 55, § 1º, da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, o
P romotor de Justiça, B RU N O DE FREI TAS L I MA, para exercer também a função de 4º P romotor de Justiça da P romotoria de Justiça
Criminal de Linhares, (audiências) (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da referida Lei, no
dia 26.08.2021.
P O R T AR IA SP G A Nº 2485, de 20 de agosto de 2021.
DESI GN A R, na forma do inciso X I V do art. 10 e do § 1º do art. 55 da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997,
o P romotor de Justiça, CA RLO S AU GU STO G. AV EL I N O DO S SA N TO S, para exercer também a função de 1º P romotor de Justiça da
P romotoria de Justiça de Rio Bananal, (para atuar no procedimento Gampes nº 2021.0009.4197-68) (sem ônus para a instituição), no
período de 01.07.2021 a 31.10.2021.
P O R T AR IA SP G A Nº 2486, de 20 de agosto de 2021.
DESI GN A R, na forma do art. 10, inciso X I V, e art. 55, § 1º, da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, o
P romotor de Justiça, CESA R N ASSER FO N SECA, para exercer também a função de 5º P romotor de Justiça da P romotoria de Justiça
Criminal de Cariacica, (nas audiências) (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da referida Lei,
no dia 19.08.2021.
P O R T AR IA SP G A Nº 2487, de 20 de agosto de 2021.
DESI GN A R, na forma do art. 10, inciso X I V, e art. 55, § 1º, da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, o
P romotor de Justiça, CL AU DEVA L FRA N ÇA Q U I N T I L I A N O, para exercer também a função de 1º P romotor de Justiça da P romotoria
de Justiça de Rio Bananal, (nas audiências) (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da
referida Lei, no dia 01.09.2021.
P O R T AR IA SP G A Nº 2488, de 20 de agosto de 2021.
DESI GN A R, na forma do art. 10, inciso X I V, e art. 55, § 1º, da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, o
P romotor de Justiça, CL AU DEVA L FRA N ÇA Q U I N T I L I A N O, para exercer também a função de 1º P romotor de Justiça da P romotoria
de Justiça Criminal de Linhares, (audiências) (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da
referida Lei, no dia 14.09.2021.
P O R T AR IA SP G A Nº 2489, de 20 de agosto de 2021 .
CO N CEDER férias residuais à P romotora de Justiça, CRI ST I A N E VA L L E DO S SA N TO S SI LV EI RA, no período de 13.10.2021 a
15.10.2021, referente ao 2º semestre de 2019.
P O R T AR IA SP G A Nº 2490, de 20 de agosto de 2021.
DESI GN A R, na forma do inciso X I V do art. 10 e do § 1º do art. 55 da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997,
a P romotora de Justiça, DA N I EL L A L EÃO DE A L MEI DA, para exercer também a função de 11º P romotor de Justiça da P romotoria de
Justiça Cível de Vila Velha, (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da referida Lei, no período
de 18.08.2021 a 01.09.2021.
P O R T AR IA SP G A Nº 2491, de 20 de agosto de 2021.
DESI GN A R, na forma do art. 10, inciso X I V, e art. 55, § 1º, da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, o
P romotor de Justiça, GA B RI EL H ERI N GER DE MEN DO N ÇA, para exercer também a função de 2º P romotor de Justiça da P romotoria
de Justiça Criminal de Linhares, (para atuar nos autos Ação Penal nº 0908359-10.2009.8.08.0030 (030.09.908359-1, Gampes
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Diário Oficial do Ministério Público do Estado do Espírito Santo Vitória, segunda-feira, 23 de agosto de 2021
nº 2014.0028.6725-22)) (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da referida Lei, no dia
14.09.2021.
P O R T AR IA SP G A Nº 2492, de 20 de agosto de 2021.
DESI GN A R, na forma do art. 10, inciso X I V, e art. 55, § 1º, da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, a
P romotora de Justiça, I SA B EL MEN DES LO MEU, para exercer também a função de 5º P romotor de Justiça da P romotoria de Justiça
Criminal de Cariacica, (nas audiências) (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da referida Lei,
no dia 24.08.2021.
P O R T AR IA SP G A Nº 2493, de 20 de agosto de 2021.
DESI GN A R, na forma do inciso X I V do art. 10 e do § 1º do art. 55 da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997,
o P romotor de Justiça, L U I Z FL Á V I O VA L EN T I M, para exercer também a função de 3º P romotor de Justiça da P romotoria de Justiça
Cível de Cariacica, (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da referida Lei, no período de
13.10.2021 a 14.10.2021.
P O R T AR IA SP G A Nº 2494, de 20 de agosto de 2021.
DESI GN A R, na forma do inciso X I V do art. 10 e do § 1º do art. 55 da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997,
o P romotor de Justiça, L U I Z FL Á V I O VA L EN T I M, para exercer também a função de 5º P romotor de Justiça da P romotoria de Justiça
Cível de Cariacica, (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da referida Lei, no período de
13.10.2021 a 14.10.2021.
P O R T AR IA SP G A Nº 2495, de 20 de agosto de 2021.
DESI GN A R, na forma do inciso X I V do art. 10 e do § 1º do art. 55 da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997,
o P romotor de Justiça, MAT H EU S L EME N O VA ES, para exercer também a função de 2º P romotor de Justiça da P romotoria de Justiça
de Alegre, (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da referida Lei, no período de 15.09.2021 a
21.09.2021.
P O R T AR IA SP G A Nº 2496, de 20 de agosto de 2021.
CO N CEDER férias residuais à P romotora de Justiça, N EU Z A GO N ÇA LV ES SO A RES MA ÇÃO, no dia 21.09.2021, referente ao 2º
semestre de 2018.

P O R T AR IA SP G A Nº 2497, de 20 de agosto de 2021.


DESI GN A R, na forma do inciso X I V do art. 10 e do § 1º do art. 55 da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997,
a P romotora de Justiça, PAT RÍ CI A CA L MO N RA N GEL, para exercer também a função de 12º P romotor de Justiça da P romotoria de
Justiça Criminal de Vitória, (com ônus para a instituição), nos termos da alínea "g" do inciso I I do art. 92 da referida Lei, no período
de 08.10.2021 a 15.10.2021.
P O R T AR IA SP G A Nº 2498, de 20 de agosto de 2021.
DESI GN A R, na forma do art. 10, inciso X X V, da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, a P romotora de
Justiça, REN ATA LO RDEL LO CO L N A GO para exercer a função de P romotor de Justiça Chefe da P romotoria de Justiça da Infância e
Juventude de Vitória, no período de 16.08.2021 a 20.08.2021.
P O R T AR IA SP G A Nº 2499, de 20 de agosto de 2021.
TO RN A R SEM EFEI TO, a Portaria SP GA nº 2248/2021, publicada no Diário O ficial de 30.07.2021, que designa o P romotor de Justiça,
CESA R N ASSER FO N SECA, para exercer também a função de 3º P romotor de Justiça da P romotoria de Justiça de Marataízes, (nas
audiências) nos termos do art. 92, inciso I I, alínea "g" da Lei Complementar Estadual nº 95, de 28 de janeiro de 1997, no dia
23.08.2021.

Vitória, 20 de agosto de 2021.


E LDA M ÁR C IA M O R AE S SP E DO
SU B P R O C U R ADO R A-G E R AL DE J U ST IÇ A ADM INIST R AT IVA

PROMOTORIAS DE JUSTIÇA

C IE NT IFIC AÇ ÃO DE P R O M O Ç ÃO DE AR Q U IVAM E NT O
Notícia de Fato G ampes nº 2021.0015.9683-85
P romotoria de Justiça de Venda Nova do Imigrante
P essoas cientificadas: a quem possa interessar
Decisão: Trata-se de Notícia de Fato instaurada com o escopo de apurar denúncia recebida na O uvidoria/MP ES (O U V2021087159),
relatando suposto uso irregular de veículo da P refeitura Municipal, pelo servidor Maxuel Zulcão. Relata o manifestante anônimo que o
servidor municipal Maxuel Zulcão vem utilizando veículo público para fins particulares, ficando na posse constante do bem público.
Além do mais, informou que o veículo permanece na residência do servidor e que ele efetua o transporte de bens particulares. Com a
manifestação foi apresentada uma fotografia do veículo placa P P W 0025 estacionado em via pública. Foi expedido o
O F/P GV N/Nº/332/2021 para que o Município prestasse os devidos esclarecimentos acerca da presente Notícia de Fato. Em resposta
foi informado pela Secretaria Municipal de Saúde que, pelo teor da denúncia, não foi fornecida comprovação mínima em relação às
alegações imputadas ao servidor mencionado, já que a fotografia acostada mostra apenas o veículo municipal estacionado próximo à
residência do servidor, sem demonstrar periodicidade neste fato, transporte de produtos pessoais ou a permanência do bem público
no domicílio do servidor. Esclareceu que o veículo é utilizado pelo servidor Maxuel Zulcão no desempenho de suas funções, bem como
que o veículo aludido foi utilizado pelo servidor no dia 29.07.2021 para ir à Vitória buscar os imunizantes contra a Covid-19 e para
efetuar a manutenção da câmara refrigerada para as vacinas. Para melhor acomodação da Câmara, o servidor utilizou cintas com
catracas de uso pessoal de Maxuel. Após o retorno para o Município de Venda Nova do Imigrante, entrega dos imunizantes e da
câmara, no dia 30.07.2021, o servidor se deslocou com o veículo para sua residência para guardar as cintas que emprestou ao Poder
P úblico enquanto voltava para a P refeitura. Apresentou como documentos as atividades diárias do veículo e a ordem do serviço
mencionado. Ante o exposto, entendo que os fatos narrados na denúncia foram devidamente esclarecidos pela Secretaria Municipal
de Saúde, não havendo que se falar em ato que caracterizasse a utilização do veículo público para fins particulares. Ademais, a
denúncia não apresenta elementos suficientes para dar continuidade às investigações pelo Ministério P úblico, razão pela qual
determino o arquivamento do presente feito nos termos da Resolução CO P J nº 006/2014.
Comunique-se. Cumpra-se.

Venda Nova do Imigrante/ES, 19 de agosto de 2021.


ADR IANA DIAS P AE S R IST O R I C O T T A
P R O M O T O R A DE J U ST IÇ A
C IE NT IFIC AÇ ÃO DE P R O M O Ç ÃO DE AR Q U IVAM E NT O
P rocedimento P reparatório G ampes nº 2019.0036.7294-64
7ª P romotoria de Justiça C ível de Vitória
P essoas cientificadas: a quem possa interessar
Decisão: Colendo Conselho Superior do Ministério P úblico,
O Ministério P úblico do Estado do Espírito Santo, representado por esta subscritora, com base nos arts. 9º da Lei nº 7.347/85, e 24
da Resolução nº 006/2014 do Colégio de P rocuradores de Justiça do Ministério P úblico do Estado do Espírito Santo, observando todo
Assinado Digitalmente pela Assessoria Legislativa do MPES Edição de 23/08/2021 Página 3 de 19
Diário Oficial do Ministério Público do Estado do Espírito Santo Vitória, segunda-feira, 23 de agosto de 2021
o apurado e colacionado nos presentes autos, delibera pelo seu AR Q U IVAM E NT O , nos autos do procedimento extrajudicial em
referência, em razão dos fatos e fundamentos jurídicos a seguir declinados:
I – R E LAT Ó R IO
Trata-se de P rocedimento P reparatório instaurado com o objetivo de apurar suposto descumprimento ao previsto no artigo 158, inciso
I I I, e artigo 159, inciso X I V, ambos da Lei Municipal nº 2.360/2001 - Estatuto dos Servidores P úblicos do município da Serra, com
base no Inquérito Administrativo Disciplinar - I A D nº 73.674/2015 em desfavor do servidor Gildézio Silva Petene, matrícula nº
27.581, tendo em vista a existência de pendências na prestação de contas junto à EMEF “Darcy Ribeiro”, no ano de 2014, quando o
mesmo era diretor da unidade de ensino.
Conforme consta no Relatório Final do I A D nº 73.674/2015 (doc. 00138775 - fls. 104/108) o servidor foi considerado CU L PA DO,
tendo sido penalizado com a suspensão das atividades laborais pelo período de 15 (quinze) dias, além de ter se comprometido ao
ressarcimento do prejuízo ao erário, referente aos valores utilizados indevidamente das verbas públicas oriundas do P RO A FE.
Foi oficiado à Secretaria Municipal de Educação da Serra - SEDU /P MS, através do ofício nº 208/2021, no sentido de que informasse
se o servidor GI L DÉZ I O SI LVA P EN ET E efetuou o pagamento do alegado prejuízo ao erário, e confirmada a aplicação da pena de
suspensão pelo prazo de 15 (quinze) dias, conforme conclusão do Inquérito Administrativo Disciplinar nº 73.674/2015.
Em resposta, a Secretaria Municipal de Educação da Serra - SEDU /P MS encaminhou o ofício nº 379/2021 informando que a
penalidade foi cumprida, bem como, o respectivo ressarcimento dos valores, conforme constam nos comprovantes em anexo da ficha
cadastral e fichas financeiras do servidor (doc. 01286715).
É o que importa relatar.
II- FU NDAM E NT AÇ ÃO :
A questão em análise se destina a apurar pendências na prestação de contas do servidor G ildézio Silva P etene, enquanto era diretor
da EMEF “Darcy Ribeiro”, fato ocorrido no ano de 2014.
O Relatório Final do I A D nº 73.674/2015 concluiu que o servidor era culpado, tendo sido penalizado com a suspensão das atividades
laborais pelo período de 15 (quinze) dias, além de devolver os valores indevidos que causaram prejuízo ao erário.
Conforme documentação comprobatória encaminhada pela Secretaria Municipal de Educação da Serra - SEDU /P MS, os valores foram
devidamente restituídos, tendo sido descontados em folha, e a suspensão de 15 (quinze) dias foi devidamente cumprida conforme
Portaria P nº 399/2019.
III - C O NC LU SÃO :
Feitas estas considerações, após apuração dos fatos e diligências cabíveis, observa-se a inexistência de razões ao prosseguimento
do presente procedimento, pois trata-se de um caso concreto ocorrido em 2014 que já foi apurado, aplicada a sanção e concluído,
não havendo necessidade de intervenção deste Ó rgão Ministerial, motivo pela qual se mostra recomendável o seu arquivamento.
A N T E O EX P O STO, submeto à apreciação de V. Exa., com fulcro no art. 9º, § 1º, da Lei nº 7.347/85, e art. 24, I, da Resolução nº
006/2014 do Colégio de P rocuradores de Justiça do MP ES, a promoção de AR Q U IVAM E NT O DO P R O C E DIM E NT O
P R E P AR AT Ó R IO em tela, requerendo, após análise por esse Colendo Conselho Superior, seja ela homologada, para que surta os
seus efeitos legais.
Desse modo, remetam-se os autos ao Cartório a fim de que sejam cumpridas as seguintes diligências:
1. Encaminhe-se e-mail à Comissão de Inquérito Administrativo Disciplinar da Serra, através do endereço
eletrônico ciad.serra@gmail.com, para ciência desta decisão de arquivamento;
2. Elabore-se extrato desta decisão de arquivamento:
Considerando que o presente expediente teve seu objeto cumprido e que não existem mais diligências a serem realizadas, tendo em
vista que a penalidade de suspensão de 15 dias imposta ao servidor Gildézio Silva P etene já foi cumprida, bem como o prejuízo ao
erário foi devidamente ressarcido pelo mesmo, não há necessidade de intervenção deste Ó rgão Ministerial, motivo pela qual promove
o arquivamento do feito;
3. P rovidencie-a publicação de extrato da decisão no Diário O ficial, em atenção à recomendação contida no art. 24, § 4°, in fine, da
Resolução n° 006/2014;
4. Acompanhe-se o decurso do prazo de recurso estabelecido no artigo 3º, §§ 5º e 6º, da Resolução nº 006/2014 do CO P J;
5. Caso seja protocolado recurso, façam-me conclusos;
6. Decorrido o prazo sem recurso, remetam-se os autos ao Egrégio Conselho Superior do Ministério P úblico, no prazo definido no art.
24, § 2º, da Resolução nº 006/2014 do Colégio de P rocuradores de Justiça do Espírito Santo;
7. Registrem-se todas as diligências com a devida certificação nos autos;
8. Cumpra-se.
Vitória/ES, 06 de agosto de 2021.
M AR IA C R IST INA R O C HA P IM E NT E L
P R O M O T O R A DE J U ST IÇ A

C IE NT IFIC AÇ ÃO DE P R O M O Ç ÃO DE AR Q U IVAM E NT O
P rocedimento Administrativo G ampes nº 2018.0017.2713-47
7ª P romotoria de Justiça C ível de Vitória
P essoas cientificadas: a quem possa interessar
Decisão: Trata-se de P rocedimento Administrativo instaurado a partir de denúncia realizada pelo Conselho de Defesa da Pessoa com
Deficiência de Vila Velha (CO MU DE-V I V E) e do Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência (CO N DEF-ES) com o fito de
acompanhar a oferta de educação voltada às pessoas com deficiência auditiva, especialmente em relação ao funcionamento da Escola
Estadual de Educação O ral e Auditiva “P rof.ª Alécia Ferreira Couto”, localizada no anexo da Superintendência Regional de Educação
de Vila Velha.
Como diligencia inaugural, à fl. 01, foi determinado estudo social atualizado ao Centro de Apoio O peracional de Implementação das
Políticas de Educação - CA P E.
Às fls. 02/14, conforme vemos da promoção do arquivamento do procedimento nº 2014.0006.8546-45, foi extraído cópias das fls.
03/06, 321/332, 893/897, 955/956, 1006/1023-v e 215/225-v (1º volume), bem como da decisão, para a instauração de P rocedimento
Administrativo, na forma do art. 33, I I, da Resolução CO P J nº 6/2014, cujo objeto foi “Acompanhar a política pública de educação
voltada às pessoas com deficiência auditiva, especialmente em relação ao funcionamento da Escola Estadual P rof.ª Alécia Ferreira
Couto”.
Às fls. 15/18, conforme ata de reunião com os membros do Conselho Municipal de Defesa de Direitos da Pessoa com deficiência de
Vila Velha, realizada no dia 22 de novembro de 2012, foi deliberado:
“1) P elo senhor assumido de enviar documento a esta P romotoria com o nome de pesquisadores da área de políticas públicas para a
educação de surdos; 2) P ela Senhora P residente do Conselho foi assumido o compromisso de entregar nesta P romotoria, cópia da
carta enviada aos Governadores e ao Secretário, tratando do crédito de 604.000,00 para reforma da Escola; 3) Foi deliberado que na
terça-feira 27 de novembro de 2012, às 14 horas, o P romotor de Justiça fará uma visita à Escola, ficando desde já agendada; 4)
Com a relação de deficiente mencionada no oficio da Subsecretaria de Direitos Humanos, o P romotor de Justiça irá requisitar ao
CREA S o envio de equipe para proceder ao estudo social; 5) O P romotor de Justiça recebe a presente como representação, nos
termos do art. 22 da Resolução nº 15/2000 do CO P J, deferindo-a, para fins de I nstauração de P rocedimento P reparatório; 6) Foram
entregues documentos a serem juntados ao bojo o P rocedimento P reparatório.”
Às fls. 31/44, foi encaminhado parecer técnico da equipe de assistentes sociais do CA P E e regramentos vigentes à inclusão escolar
de alunos com deficiência auditiva, além de encaminhar peças jurídicas relativas ao tema.
O Ministério P úblico do Estado do Espírito Santo, às fls. 45/55, representado pela 11a P romotoria de Justiça Cível de Vitória (idoso e
pessoa com deficiência), em forma de parecer, sugeriu que:
“1. O arquivamento do procedimento no que fiz respeito a atuação do Ministério P úblico pela manutenção e criação de escolas
bilíngues exclusivas e segregadas do ES, mantendo-se a opção pela educação inclusiva, em consonância com o ordenamento legal,
mormente o internacional incorporado; 2. Seja oficiado o Conselho Estadual de Educação para informar se houve regularidade formal
na transformação da Escola Estadual de Educação O ral e Auditiva P rofessora Alécia Ferreira Couto em CA S, inclusive quanto à
destinação de parte do espaço da escola à Superintendência de Educação sobre as classes e escolas bilíngues[…]”
A Secretaria Estadual de Educação, às fls. 56/66, encaminhou informações prestadas pela Superintendência Regional de Educação de
Vila Velha e pela gerência responsável pelo caso, analisando pontualmente os questionamentos.
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Diário Oficial do Ministério Público do Estado do Espírito Santo Vitória, segunda-feira, 23 de agosto de 2021
Às fls. 78/79, determinou reunião para o dia 07/12/2018, a fim de debater as medidas imediatas a serem tomadas em relação à
política educacional voltada ao público com deficiência auditiva, convidando para o ato a Superintendente Regional de Educação de
Vila Velha, o Secretário Municipal de Educação de Vila Velha, o diretor da escola Estadual P rof. Alécia Ferreira Couto, o presidente
do Conselho Municipal de Defesa de Direitos da Pessoa com Deficiência de Vila Vela, o presidente do Conselho Estadual dos Direitos
da Pessoa com Deficiência, bem como a assistente social do CA P E, responsável pela elaboração do relatório social retro.
Em seguida, a P romotoria de Justiça cível de Vila Velha, às fls. 82/83, declinou a competência de atribuição para esta P romotoria de
Justiça da educação, alegando que a de Vila Velha é muito restrita para atuar com eficiência no procedimento, visto que que a
referida promotoria apenas incube atuar em relação ao serviço público de educação (municipal e estadual) oferecido no território de
Vila Velha e para os estudantes daquele município, por tais razões, foi determinado a remessa ao 7º P romotor de Justiça da
P romotoria de Justiça Cível de Vitória/ES.
À fl. 84, foi determinado pela P romotora de Justiça, que se oficiasse o Superintendente Regional da Educação de Vila Velha, bem
como a Diretoria da Escola Estadual P rof.ª Alécia Ferreira Couto, tal como o P residente do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa
com Deficiência para comparecer na P romotoria de Justiça para reunião conjunta no dia 25 de novembro de 2019, objetivando
alcançar de forma consensual, melhor solução a respeito do tema.
Conforme solicitação do Ministério P úblico, foi encaminhado pela direção da escola EEEO A P rof.ª Alécia Ferreira Couto, o histórico
documental da referida escola, conforme fls. 93/161, para que fosse identificado sua localização anexa à Superintendência Regional.
Conforme extrato de audiência extrajudicial, realizada no dia 25 de novembro de 2019, foi deliberado que o Ministério P úblico iria
designar nova reunião com a Superintendente Regional de Vila Velha, a assessoria da educação especial da SEDU, bem como, o
Subsecretário de finanças Sr. Josivaldo Barreto e o de obras, Sr. Aurélio Miguel.
O Sr. José O nofre de Souza, a título colaborativo, no dia 25 de novembro de 2019, encaminhou via e-mail, dois estudos: “Anotações
sobre as legislações das pessoas com deficiência” e “Acessibilidade na Constituição Federal na Lei Brasileira de Inclusão nº
13.146/2015 (fls.166/179).
Em forma de despacho, foi designada nova Audiência Extrajudicial virtual, com a presença da Superintendência Regional de Educação
de Vila Velha e a assessoria da educação especial da SEDU, através do aplicativo “Microssoft Teams”, para o dia 15 de março de
2021, às 14:30 horas.
Em forma de despacho, foi determinado que se oficiasse à SEDU, na pessoa do secretário Estadual da Educação, Vitor de Angelo,
para informar a atual situação da escola Alécia Ferreira Couto no tocante ao atendimento às pessoas com deficiência (surdez), que
vem sendo prestado naquele local. Foi solicitado o número de estudantes matriculados/turno, número de profissionais em exercício e
as respectivas funções, plano de atendimento, proposta política-pedagógica da escola, entre outras informações que se fizerem
necessárias para subsidiar este Ó rgão, no tocante a política pública de atendimento às pessoas com deficiência da rede estadual de
ensino.
Em resposta, na data de 24 de março de 2021, conforme documento nº 01115794, a Secretaria Estadual de Educação , informou que
atende aos estudantes público-alvo da educação especial conforme o disposto nos documentos legais que regulamentam essa
modalidade de ensino, a saber: Constituição da República Federativa do Brasil – CF, 1988; Lei Federal nº 9.394/96 (L DB); Política de
Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva (B RASI L, 2008); Resolução CN E/CEB n° 04/2009; Decreto Federal n°
7611/2011; a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – L B I Lei Federal nº 13.146/2015 e Resolução CEE/ES nº
2152/2010; Resolução CEE/ES nº 3.777/2014 e; Resolução CEE/ES nº 5.077/2014.
Conforme extrato da ata de audiência extrajudicial instrutória, realizada no dia 26 de abril de 2021, em que, contatou-se a ausência
das partes, o Superintendente Regional de Educação de Vila Velha e a Assessoria de Educação Especial da SEDU, foi deliberado o
reagendamento de audiência extrajudicial instrutória para o dia 10 de maio de 2021, com a presença do Superintendente Regional de
Educação de Vila Velha e a Assessoria de Educação Especial da SEDU. (doc. nº 0164555)
Conforme extrato da ata de audiência extrajudicial instrutória, realizada no dia 10 de maio de 2021, compareceram o Sr. Gison
O liveira Soares, Sra. Jô Berger e Sr. Luiz Anhaia Vasconcelos, com o objetivo de esclarecer a política pública de educação voltada às
pessoas com deficiência auditiva na rede pública Estadual, especialmente em relação ao funcionamento da escola estadual P rof.ª
Alécia Ferreira Couto, em Vila Velha, em que foi deliberado, entre as tratativas, o seguinte:
“1) Determinar o sobrestamento do feito até o dia 31 de maio de 2021, para que a Secretaria de Educação possa publicar e
encaminhar, via e-mail a P ortaria sobre política pública de educação voltada às pessoas com deficiências. 2) Findo o prazo acima,
oficie-se ao Secretário Estadual da Educação para nos encaminhar a P ortaria da P olítica da educação especial no ES”.
A Secretária Estadual de Educação, conforme documento nº 01490347, datado em 21 de junho de 2021, informa que atende aos
estudantes público-alvo da educação especial conforme o disposto nos documentos legais que regulamentam essa modalidade de
ensino, a saber: Constituição da República Federativa do Brasil – CF, 1988; Lei Federal nº 9.394/96 (L DB); Política de Educação
Especial na perspectiva da Educação Inclusiva (B RASI L, 2008); Resolução CN E/CEB n° 04/2009; Decreto Federal n° 7611/2011; a Lei
Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência – L B I Lei Federal nº 13.146/2015 e Resolução CEE/ES nº 2152/2010; Resolução
CEE/ES nº 3.777/2014 e; Resolução CEE/ES nº 5.077/2014 e ainda encaminhou a Portaria nº 148-R, de 17 de Junho de 2021.
“[…] a SEDU estabelece Cooperação T écnica com os Municípios do Estado do Espírito Santo, tendo em vista ampliar a oferta do
Atendimento Educacional Especializado no contraturno do ensino regular aos alunos da rede pública estadual e municipal que
apresentem deficiência comprovada nos diversos Municípios do Estado do Espírito Santo, e Credenciamento de instituições
comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos para atendimento educacional especializado no contraturno do ensino
regular aos alunos da rede estadual e municipal que apresentam deficiências e/ou transtornos globais do desenvolvimento dos
mesmos Municípios, que firmam a Cooperação T écnica. As I nstituições Filantrópicas credenciadas, prestam serviço mensalmente à
SEDU , no A EE ofertado de seus CA EEs (Centro de Atendimento Educacional Especializado), percebendo por estudante em
atendimento, o valor de R$ 396,65 (trezentos e noventa e seis reais e sessenta e cinco centavos). T odas as ações desenvolvidas
por esta Assessoria de Educação Especial, estão articuladas com o P lano Estadual de Educação, no cumprindo da MET A 4.”
É o relatório.
Trata-se de P rocedimento Administrativo com o fito de acompanhar a oferta de educação voltada às pessoas com deficiência auditiva,
especialmente em relação ao funcionamento da Escola Estadual de Educação O ral e Auditiva “P rof. Alécia Ferreira Couto”, localizada
no município de Vila Velha.
Apesar da demanda ter percorrido a 12 P romotoria Cível de Vila Velha, a 11ª P romotoria Cível de Vitória e por último, esta 7ª
P romotoria de Justiça, podemos afirmar que através da Portaria nº 148-R, de 17 de junho de 2021, foi estabelecida a normatização e
a criação e o funcionamento das Núcleos Estaduais de apoio pedagógico à inclusão Escolar - N EA P I Es do Estado do Espírito Santo,
cujo objeto deste feito.
Art. 1º Normatizar a criação e o funcionamento dos Núcleos Estaduais de Apoio P edagógico à I nclusão Escolar - N EA P I Es, como
implementação da P olítica de Educação Especial na P erspectiva da Educação I nclusiva do Estado do Espírito Santo para os alunos
público-alvo da Educação Especial matriculados nas escolas públicas da Rede Estadual de Ensino.
A Secretária Estadual de Educação, informou que, com a criação dos Núcleos de Educação Especial em todo o território de
abrangência, dará atenção aos estudantes matriculados em sua rede que são público alvo da educação especial, de maneira
convincente de que essa modalidade de apoio não poderá substituir a escolarização, como segue:
“Conforme regulamenta a Resolução CEE/ES nº 5077/2019, as unidades escolares integrantes do sistema de ensino do estado do
Espírito Santo devem matricular os estudantes com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas
habilidades/superdotação nas classes comuns das escolas regulares. Cabe ressaltar que 100% dos estudantes público-alvo da
educação especial do ES estão matriculados nas escolas comuns e que não há no território nenhuma escola e classe especial.
(I N EP , 2020)5. A educação especial, é definida artigo 1º da referida Resolução como uma modalidade que não substitui a
escolarização, perpassando por todos os níveis, etapas e modalidades de ensino, e se efetiva por meio de ações planejadas e
desenvolvidas pelas escolas públicas e privadas, com vistas à aprendizagem na sala de aula regular e por meio de Atendimento
Educacional Especializado (A EE).”
“[…]a educação especial na perspectiva inclusiva, a SEDU mantém em sua estrutura organizacional a Assessoria de Educação
Especial (A SEE), que dentre outras atividades correlatas e complementares na sua área de atuação, é responsável pelas ações de
planejar, coordenar, implementar, acompanhar e avaliar a ampliação do acesso à educação especial e a melhoria do processo de
ensino e aprendizagem dessa modalidade de ensino com vistas à inclusão escolar dos estudantes que são público-alvo da educação
especial (CEE/ES, 2019) . O A EE é apresentado como um conjunto de atividades, recursos de acessibilidade e pedagógicos
organizados institucionalmente com a finalidade de identificar e eliminar barreiras no processo de aprendizagem com vistas à plena
participação dos estudantes público alvo da educação especial. Deve ser ofertado pelos sistemas de ensino, preferencialmente na
Assinado Digitalmente pela Assessoria Legislativa do MPES Edição de 23/08/2021 Página 5 de 19
Diário Oficial do Ministério Público do Estado do Espírito Santo Vitória, segunda-feira, 23 de agosto de 2021
escola regular de origem do estudante. A produção, as adaptações e as adequações dos materiais necessários à participação e à
aprendizagem desses estudantes nas classes comuns devem ser garantidas pelos professores especializados que atuam nas salas de
recursos multifuncionais em colaboração com os professores do ensino comum por meio de um trabalho colaborativo, conforme prevê
a Resolução CEE/ES nº 5077/2018”.
Da C onclusão:
Considerando satisfatoriamente a conclusão da presente demanda, com a expedição de regulamentação por parte da Secretaria de
Estado da Educação no tocante a educação especial, reconhecendo o funcionamento da Escola Estadual de Educação O ral e Auditiva
“P rof. Alécia Ferreira Couto”, como Núcleo Especializado de atendimento, dentro da nova política da educação especial no Estado do
Espírito Santo.
Pela conclusão satisfatória, promovemos o seu arquivamento do presente expediente.
Ante o exposto, tendo em vista o esgotamento das diligências necessárias, promovo o AR Q U IVAM E NT O DO P R E SE NT E
P R O C E DIM E NT O ADM INIST R AT IVO , com fundamento no artigo 37 da Resolução nº 006/2014 do Colégio dos P rocuradores de
Justiça do MP E, in verbis:
Art. 37. O procedimento administrativo previsto nos incisos I , I I e I V do art. 33 deverá ser arquivado no próprio órgão de execução,
com comunicação ao Conselho Superior do Ministério P úblico, sem necessidade de remessa dos autos para homologação do
arquivamento.
Desse modo, remetam-se os autos ao C artório a fim de que sejam cumpridas as seguintes diligências:
1. Expeça-se ofício ao Egrégio Conselho Superior do Ministério P úblico, para comunicar o arquivamento deste P rocedimento
Administrativo, nos moldes do disposto no artigo 37, caput, da Resolução nº 006/2014 do CO P J;
2. Dê-se ciência do extrato desta decisão ao manifestante, o Conselho de Defesa da Pessoa com Deficiência de Vila Velha
(CO MU DE-V I V E) e do Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência (CO N DEF-ES), solicitando ao destinatário a confirmação de
recebimento, em razão do § 5º do art. 2º da Resolução nº 006/2014 do Colégio de P rocuradores de Justiça do Espírito Santo,
juntando-se aos autos o comprovante de envio.
3. Acompanhe-se o decurso do prazo de recurso estabelecido no artigo 3º, §§ 5º e 6º, da Resolução nº 006/2014 do CO P J;
4.Não havendo confirmação do recebimento da decisão por parte do manifestante supracitado, elabore-se extrato da decisão e
publique-se no Diário O ficial, em atenção à recomendação contida no art. 24, § 4º, da Resolução n° 006/2014, que dispõe que “§ 4º:
A cientificação dos legítimos interessados poderá ser pessoal, por meio de carta com aviso de recebimento, correio eletrônico ou,
quando não for possível, por publicação no Diário O ficial”;
5. Caso seja protocolado recurso, façam-me conclusos;
6. Decorrido o prazo sem manifestação da parte interessada, arquivem-se em Secretaria, conforme artigo 37 da Resolução nº
006/2014 do CO P J;
7. Registrem-se todas as diligências com a devida certificação nos autos;
8. Cumpra-se.

Vitória/ES, 16 de julho de 2021.


M AR IA C R IST INA R O C HA P IM E NT E L
P R O M O T O R A DE J U ST IÇ A

C IE NT IFIC AÇ ÃO DE P R O M O Ç ÃO DE AR Q U IVAM E NT O
Notícia de Fato nº 2021.0004.9184-88
7ª P romotoria de Justiça C ível de Vila Velha
P essoa cientificada: possíveis interessados
Extrato da Decisão: O Ministério P úblico do Espírito Santo (MP ES), na pessoa do 7º P romotor de Justiça da P romotoria de Justiça
de Vila Velha, atendendo ao disposto no artigo 2º, § 5º, da Resolução nº 006/2014 do Colégio de P rocuradores do MP ES (CO P J),
cientifica aos possíveis interessados sobre a promoção de arquivamento da Notícia de Fato Gampes nº 2021.0004.9184-88, oriunda
de reclamação anônima dirigida à O uvidoria do MP ES O U V2021080937, na qual o manifestante narra, em síntese, ter acionado a
O uvidoria do Município de Vila Velha, relatando a presença de caramujos africanos no parquinho situado nas imediações da U MEF
Mario Casanova, no bairro Ilha da Conceição, informando depósito de lixo nas proximidades e doenças causadas pelo não tratamento
da areia do parquinho. A decisão de arquivamento está sujeita a recurso que poderá ser oferecido no prazo de 10 (dez) dias a contar
da data de publicação.

Vila Velha/ES, 20 de agosto de 2021.


G U ST AVO SE NNA M IR ANDA
7º P R O M O T O R DE J U ST IÇ A C ÍVE L DE VILA VE LHA

C IE NT IFIC AÇ ÃO DE DE C ISÃO DE AR Q U IVAM E NT O


Inquérito C ivil M P E S nº 2021.0005.5981-42
11ª P romotoria de Justiça C ível C ariacica
P essoa cientificada: eventuais interessados
Extrato da Decisão: O Ministério P úblico do Estado do Espírito Santo, por meio da 11ª P romotoria de Justiça Cível de Cariacica,
vem por meio deste, nos termos do art. 24, inciso I, da Resolução nº 006/2014 do Egrégio Colégio de P rocuradores de Justiça do
Ministério P úblico do Estado do Espírito Santo c/c artigo 9º da Lei nº 7347/85, informar, a quem possa interessar, o
A RQ U I VA MEN TO, após adoção das diligências cabíveis, do Inquérito Civil nº 2021.0005.5981-42, que apurou notícia apócrifa
registrada na base de dados da O uvidoria/MP ES sob o código O U V2021081323, dando conta de supostas irregularidades cometidas
no âmbito das Centrais de Abastecimento do Espírito Santo – CEASA/ES, no tocante a aprovação do aumento da remuneração dos
conselheiros em 149,14%, para a Comissão Permanente de Avaliação de Imóveis, utilização de veículo da CEASA/ES para uso
pessoal de diretores, entre outros atos supostamente ímprobos.

Cariacica/ES, 18 de agosto de 2021.


LE O NAR DO DA C O ST A B AR R E T O
P R O M O T O R DE J U ST IÇ A

C IE NT IFIC AÇ ÃO DE DE C ISÃO DE AR Q U IVAM E NT O


Notícia de Fato M P E S nº 2021.0012.6396-83
3ª P romotoria de Justiça C ível de Serra
P essoa cientificada: anônima
Extrato da Decisão: Trata-se de Notícia de Fato formulada a partir de manifestação anônima, perante a O uvidoria do MP ES,
registrada como (O U V2021085560), no qual o(a) autor (a) se manifesta no seguinte sentido: “ O upa de C astelândia funciona já
a mais de um mês sem ar condicionado atendendo pacientes de C ovid confirmado”.
A partir disso, a 3ª P J Cível de Serra diligenciou pela instauração do presente como Noticia de Fato para apuração dos fatos contidos
na denúncia.
Fora expedido e-mail à Gerência da U PA de Castelândia, solicitando informações acerca de inoperância no sistema de ar-
condicionado, bem como para apresentar relatório de manutenção preventiva/reparadora dos respectivos equipamentos.
Em resposta, a Gerência da U PA de Castelândia, apresentou a relação de aparelhos de ar condicionados instalados no U PA de
Castelândia, com seus respectivos setores, modelo e marca, bem como os relatórios de manutenção preventiva/reparadora dos
respectivos equipamentos do mês de janeiro até o mês de julho/2021.
Por derradeiro, a 3ª P romotoria de Justiça Cível de Serra requereu a notificação do(a) autor(a) da manifestação, para que informasse
se o problema de ausência de refrigeração na U PA de Castelândia continua, em caso positivo, que informasse em qual sala da U PA
estaria sem ar condicionado.
Nesse sentido, o noticiante, não obstante notificado para apresentar a informação supracitado, quedou-se inerte, conforme certidão
carreada aos autos (01669382).
Diante disso, o arquivamento da presente Notícia de Fato é medida que se impõe, segundo dispõe o § 4º do art. 2º da Resolução nº
Assinado Digitalmente pela Assessoria Legislativa do MPES Edição de 23/08/2021 Página 6 de 19
Diário Oficial do Ministério Público do Estado do Espírito Santo Vitória, segunda-feira, 23 de agosto de 2021
06/2014 do CO P J:
§ 4º A notícia de fato será arquivada quando:
I – (Revogado)
I I – o fato narrado já tiver sido objeto de investigação ou de ação judicial ou já se encontrar solucionado;
I I I – a lesão ao bem jurídico tutelado for manifestamente insignificante, nos termos de jurisprudência consolidada ou orientação do
Conselho Superior ou de Câmara de Coordenação e Revisão;
IV – for desprovida de elementos de prova ou de informação mínimos para o início de uma apuração, e o noticiante não
atender à intimação para complementá-la;
V – (Revogado).
Não atendida a prestação de informações complementares acerca dos fatos contidos na denúncia, diante da falta de elementos de
provas ou informação mínimos, resta inviabilizada qualquer medida investigativa.
Ademais, diante das informações prestadas pela U PA de Castelândia entende-se que o fato, se existente, já fora solucionado, tendo
em vista as O rdens de serviços apresentadas referente as manutenções preventivas e reparadoras dos aparelhos.
Ante o exposto, determino o AR Q U IVAM E NT O da presente Notícia de Fato, com a intimação do(a) representante, através da
O uvidoria (O U V2021085560) e via Dimpes, para que, ciente do teor desta decisão, possa apresentar recurso no prazo de 10 (dez)
dias, nos termos do parágrafo 5º do art. 2º da Resolução nº 06/2014, dando ciência, também, do teor desta decisão à O uvidoria
(O U V2021085560).
Havendo recurso, seja certificada a tempestividade do mesmo, vindo os autos conclusos para a análise de suas razões, para exercício
ou não do juízo de retratação. Não havendo recurso, depois de certificado o trânsito, proceda-se ao imediato arquivamento da
Notícia de Fato, com os devidos registros no sistema.

Serra/ES, 19 de agosto de 2021.


P AB LO DR E W S B IT T E NC O U R T C O ST A
P R O M O T O R DE J U ST IÇ A
C IE NT IFIC AÇ ÃO DE P R O M O Ç ÃO DE AR Q U IVAM E NT O
Inquérito C ivil M P E S nº 2021.0001.6933-90
P romotoria de Justiça de Laranja da T erra
P essoas cientificadas: possíveis interessados
Extrato da Decisão: Trata-se de P rocedimento Administrativo instaurado no intuito de fiscalizar, de forma continuada, as instituições
e acompanhar políticas públicas e fatos relativas à Educação, tendo como base informações obtidas em redes sociais, dando conta da
paralisação das obras as erem entregues em julho de 2021, custeadas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação;
Conforme letreiro da obra da nova sede da escola U nião Laranjense, esta deveria ter início em junho de 2020 e término em junho de
2021, contudo a presente obra foi abandonada durante sua realização pela vencedora do certame licitatório, o que resultou na
necessidade de chamar os próximos licitantes. Por ocorrência da não aceitação da obra pelos demais licitantes, restou necessário a
abertura de novo processo licitatório na modalidade concorrência, tendo sido consagrado vencedora a empresa W V S Construtora Ltda.
Nesse sentido, foi solicitado por esta P romotoria de Justiça a cópia de todo procedimento licitatório, não tendo sido encontrado
inconsistências legais ou administrativas. Ressalta-se que o atraso da entrega da obra é algo normal e esperado diante do quadro de
abandono da parte contratada e do período de pandemia mundial. Além disso, não chegou ao conhecimento desta P romotoria de
Justiça qualquer notícia de evasão escolar ou de alunos que foram prejudicados pelos eventos noticiados neste procedimento
extrajudicial. Dessa forma, após a homologação do contrato em 21 de junho de 2021, resta aguardar a conclusão da obra. Dessa
forma, não havendo sinal de irregularidade ou ilicitude, bem como não havendo outras medidas a serem adotadas, determino o
arquivamento dos autos com base no artigo 37 da Resolução nº 006/2014.

Laranja da Terra/ES, 19 de agosto de 2021.


C AR LO S FU R T ADO DE M E LO FILHO
P R O M O T O R DE J U ST IÇ A
C IE NT IFIC AÇ ÃO DE P R O M O Ç ÃO DE AR Q U IVAM E NT O
Notícia de Fato nº 2021.0011.3391-11
12ª P romotoria de Justiça C ível de Vitória
P essoa cientificada: possíveis interessados
Extrato da Decisão: Trata-se de Notícia de Fato Gampes nº 2021.0011.3391-11, instaurada a partir do recebimento de manifestação
apresentada através do canal da O uvidoria/MP ES registrada sob o nº O U 2021085048, denunciando supostos maus-tratos e abandono
de cachorros na Rua Rita P rofilo Pereira, Tabuazeiro, Vitória/ES.
Da análise detida dos autos, verifica-se que a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, através do expediente O f. nº 4527/2021–
SEMMA M/GA B, ressaltou que: a) em vistoria realizada no local objeto da denúncia, a Dr. Ana Maria Ramos, Médica Veterinária,
constatou que: “Realizado contato com o Sr. Marcos em 09.08, relatou que por ocasião de sua mudança da rua P rofilo Pereira, pediu
à sua prima, moradora do mesmo logradouro, que hospedasse seus cães até que pudesse levá-los ou decidir destinação. Após alguns
dias, a prima alegou que não conseguia mais manter os cães em casa e deixou que tivessem livre acesso à rua. Diante das
dificuldades, o Sr. Marcos optou por promover a adoção do filhote e levou a mãe, a cadela Luna, para sua nova residência, onde está
até hoje, solucionando o problema”; e b) o problema foi solucionado, não tendo sido constatado, até o momento, maus-tratos.
Assim, considerando que não foi constatado a existência de maus-tratos no caso em tela, determino o A RQ U I VA MEN TO da presente
Notícia de Fato, com fulcro no artigo 2º, parágrafo 4º, inciso I I, da Resolução nº 006/2014, com base na orientação do Conselho
Nacional do Ministério P úblico – CN MP por meio da Resolução nº 189, artigo 2º, que modificou a redação do art. 4º da Resolução nº
174 do CN MP.

Vitória/ES, 20 de agosto de 2021.


M AR C E LO LE M O S VE IR A
P R O M O T O R DE J U ST IÇ A
C IE NT IFIC AÇ ÃO DE P R O M O Ç ÃO DE AR Q U IVAM E NT O
Inquérito C ivil nº 2019.0029.1024-39
12ª P romotoria de Justiça C ível de Vitória
P essoa cientificada: possíveis interessados
Extrato de Decisão: Trata-se de Inquérito Civil Gampes nº 2019.0029.1024-39, instaurado a partir do Relatório Técnico nº 14/2019,
com escopo de apurar possível ocupação irregular de mesas e cadeiras na calçada do estabelecimento "Dim Dom Dom", localizado na
Rua João da Cruz, 150, P raia do Canto, Vitória/ES.
Da análise detida dos autos, verifica-se que o estabelecimento denominado “Dim Dom Dom”, localizado na Rua João da Cruz, 150,
P raia do Canto, Vitória/ES, se encontrado devidamente licenciado pelo Município de Vitória.
Através do Espelho de Cadastro Mobiliário do estabelecimento, é possível constatar que o empreendimento possui licenciamento de
posturas (SEDEC) com validade até 03 de outubro de 2020; bem como licenciamento ambiental (SEMMA M) com validade até 04 de
fevereiro de 2023. No que tange ao Alvará de Mesas e Cadeiras, o pedido está sendo analisado pela Comissão de Análise de
Posturas (CA P ) da SEDEC através do P rocesso nº 960798/2021.
Pelo exposto, não há razões para que o Inquérito Civil em epígrafe continue a tramitar.
Por tais razões, verifico que foram esgotadas todas as possibilidades de diligências, bem como a inexistência de fundamento para a
propositura de ação civil pública, razão pela qual promovo o A RQ U I VA MEN TO dos presentes autos, conforme determina o art. 24,
inciso I, da Resolução nº 006/2014 CO P J, bem como o art. 9º, caput, da Lei Federal nº 7.347/85 (L A CP ).
Vitória/ES, 20 de agosto de 2021.
M AR C E LO LE M O S VIE IR A
P R O M O T O R DE J U ST IÇ A
Assinado Digitalmente pela Assessoria Legislativa do MPES Edição de 23/08/2021 Página 7 de 19
Diário Oficial do Ministério Público do Estado do Espírito Santo Vitória, segunda-feira, 23 de agosto de 2021

C IE NT IFIC AÇ ÃO DE DE C ISÃO DE AR Q U IVAM E NT O


Notícia de Fato M P E S nº 2021.0015.5027-46
27ª P romotoria de Justiça C ível de Vitória
P essoas cientificadas: a quem possa interessar
D ecisão: Trata-se de Notícia de Fato instaurada a partir de manifestação registrada junto à O uvidoria/MP ES (O U V2021086939),
relatando possível (i)legalidade praticada pela Guarda Civil Municipal de Vitória, haja vista que as viaturas da Ronda O stensiva
Municipal (RO MU ) estariam transitando pelas vias do Município sem as placas traseira e dianteira de identificação, em afronta ao
disposto no artigo 115 do Código de Trânsito Brasileiro. Após a autuação da presente denúncia como Notícia de Fato, foi
determinado no Despacho registrado sob o nº 1597471, a notificação ao Secretário Municipal de Segurança U rbana, Dr. Ícaro Ruginski
Borges Nascimento da Silva, conhecimento da instauração da Notícia de Fato, facultando-lhe a manifestação sobre os mesmos. Em
resposta, o Secretário Municipal de Segurança U rbana, informou que as referidas viaturas destinadas a Ronda O stensiva Municipal –
RO MU, foram adquiridas por meio de doação da Polícia Rodoviária Federal, após a devida baixa no acervo patrimonial daquela
instituição, sendo necessária a manutenção de ambas as viaturas para reparação de problemas mecânicos. Ainda salientou que foi
realizada a descaracterização, pintura, plotagem e adaptações nas viaturas, uma vez que estavam plotadas no padrão da Polícia
Rodoviária Federal. Em síntese. É o relatório. Como é cediço, o termo improbidade designa, em linhas gerais, desonestidade,
falsidade, desonradez, corrupção, negligência e, no sentido em que é empregado juridicamente, serve de adjetivo à conduta do
agente público que culmina por desvirtuar o bom funcionamento da Administração P ública direta ou indireta de qualquer dos Poderes
da U nião, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. A temática, além de ser tratada na Constituição da República, é
abordada pela Lei nº 8.429/92, a qual prevê a obrigação dos agentes públicos de qualquer nível ou hierarquia a velar pela estrita
observância dos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade no trato dos assuntos que lhe são afetos, e,
ainda, dispondo sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos, nos casos de improbidade no exercício de mandato, cargo,
emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional. A mencionada lei prevê a responsabilização do agente
público quando da prática de atos de improbidade administrativa que importem enriquecimento ilícito (art. 9º), que causem prejuízo
ao erário (art. 10) e que atentem contra os princípios da Administração P ública (art. 11). Dito isso e após a análise do conjunto
probatório produzido no presente procedimento, verifica-se que não há elemento sólido capaz para dar continuidade as investigações
ou ajuizamento de eventual ação por este órgão de execução. Isso porque, em que pese o artigo 115 do Código de Trânsito
Brasileiro estabelece que “o veículo será identificado externamente por meio de placas dianteira e traseira, sendo esta lacrada em
sua estrutura, obedecidas as especificações e modelos estabelecidos pelo CO N T RA N”; no presente caso, se verifica que foi
realizado de forma imediata o emplacamento, a pintura, a plotagem e adaptações das viaturas doadas pela Polícia Rodoviária Federal
ao Município de Vitória. Conforme asseverado pelo Secretário Municipal de Segurança U rbana “1) as referidas viaturas destinadas a
Ronda O stensiva Municipal – RO MU, foram adquiridas por meio de doação da Polícia Rodoviária Federal, após a devida baixa no
acervo patrimonial daquela instituição; 2) foi necessária a manutenção de ambas as viaturas para reparação de problemas mecânicos;
3) a seguir, foi realizada a descaracterização, pintura, plotagem e adaptações na viaturas, uma vez que estavam plotadas no padrão
da Polícia Rodoviária Federal; 4) para a realização dos serviços acima referidos se fez necessário da retirada das placas dos veículos”.
Ademais, não obstante o alegado patrulhamento da Ronda O stensiva “sem as placas traseira e dianteira de identificação”, frisa-se
que diante da essencialidade do serviço prestado, o patrulhamento não poderia ser paralisado. Como é sabido, a segurança é um
direito fundamental em si mesmo, por expressa determinação constitucional, além de instrumental para a concretização de outros
direitos de status fundamental, como a vida, a integridade física e a propriedade. Diante disso, e, analisando caso em tela dentre de
uma ponderação de valores, a proteção à vida se encontra em patamar mais elevado do que a mera irregularidade quanto a
circulação de viatura por curto período, sem o devido emplacamento. O ra, não havia possibilidade do patrulhamento permanecer no
aguardo, pois, em se tratando de segurança pública, todos os cidadãos tem o direito de serem protegidos contra riscos a que possam
estar expostos no espaço público e em casa, conforme dispõe o artigo 144 da Carta Magna. Ainda assim, repita-se, que foi
informado pelo Secretário Municipal de Segurança, que a realização do emplacamento dos veículos foi imediatamente efetuada.
Diante desse cenário, não há elementos que indiquem suposta prática de atos de violação ao patrimônio público material ou ao
patrimônio imaterial, não se vislumbrando outra diligência que possa ser realizada no sentido de levar a conclusão diferente; inexiste
justa causa para o prosseguimento da investigação ou o ajuizamento de eventual ação por este órgão de execução.
Consequentemente, não resta outra alternativa a não ser a de arquivar o feito. Nesse sentido, de acordo com Hugo Nigro Mazzilli:
“Em suma, o inquérito civil pode ser arquivado seja porque a investigação dos fatos demonstrou inexistirem os pressupostos fáticos
ou jurídicos que sirvam de base ou justa causa para propositura da ação civil pública, seja porque a investigação demonstrou que,
embora tivessem existido tais pressupostos, ficou prejudicado o ajuizamento da ação.” C onclusão Diante de todo o exposto, com
fundamento no disposto no artigo 2º, § 4º, inciso I V, c/c artigo 3º, § 1º, da Resolução CO P J nº 006/2014, INDE FIR O A
INST AU R AÇ ÃO DE P R O C E DIM E NT O INVE ST IG AT Ó R IO , determinando, por conseguinte, o arquivamento do presente feito. Nos
termos da mencionada Resolução, dê-se ciência aos interessados, ao Secretário Municipal de Segurança U rbana, Sr. Ícaro Ruginski
Borges Nascimento da Silva, preferencialmente por correio eletrônico e por publicação no diário oficial (§ 5º do art. 3º da CO P J nº
006/2014) por se tratar de denúncia anônima. Por sua vez, não existindo recurso quanto ao indeferimento da instauração de
investigação na seara cível, proceda-se a competente baixa e arquivamento. Certifique-se o Cartório da efetiva notificação aos
interessados, juntando-se aos autos a comprovação de recebimento dos e-mails, mediante expressa manifestação em resposta ao e-
mail enviado, ou através de informação por telefone, W hatsApp ou qualquer outro meio que demonstre a efetiva cientificação.

Vitória/ES, 17 de agosto de 2021.


R AFAE L C ALHAU B AST O S
P R O M O T O R DE J U ST IÇ A

C IE NT IFIC AÇ ÃO DE P R O M O Ç ÃO DE AR Q U IVAM E NT O
Notícia de Fato nº 2020.0008.4620-96
2ª P romotoria de Justiça de Nova Venécia
P essoa cientificada: possíveis interessados
Extrato da Decisão: Tramita nesta P romotoria de Justiça a Notícia de Fato nº 2020.0008.4620-96, instaurada a partir de pedido de
providências cadastrado no sistema de O uvidoria do MP ES n° O U V2020068109, em que são relatadas irregularidades no atendimento
na Rede Cuidar/CI M Norte ES. Segundo reclamação os atendimentos de doenças crônicas e urgências que dependiam da Rede Cuidar
teriam sido suspensos, agravando a situação dos pacientes. Ainda conforme relato, foram desligados do quadro 50 servidores da
Rede CI M Norte/ES, colocando os servidores em situação de vulnerabilidade econômica. E, por fim, consta ainda do pedido de
providências, informação de que estaria havendo favorecimento de profissionais, em desrespeito à classificação processo seletivo
realizado pelo Consórcio. É singelo o relatório. Inicialmente, oficiou-se a Superintendente Executiva do CI M N O RT E/ES, com o
escopo de obter informações de como o consórcio procedia no atendimento de exames considerados urgentes e como encontrava-se a
situação deste, em razão da pandemia do Covid-19 (I D de n° 00172432). Em resposta foi informado que a partir de 23/03/2020, os
atendimentos presenciais da U nidade Cuidar Norte (REDE CU I DA R), levando em conta os riscos de contaminação da referida
pandemia, foram suspensos, alegando ainda o risco de contaminação dos usuários do sistema da unidade regional de atendimento,
caso os atendimentos presenciais não fossem suspensos, e para que não houvesse a interrupção do serviço público, foi implantado o
atendimento dos usuários via remoto, ou seja, via telefone, conforme I D de n° 00267702. Desse modo, oficiou-se novamente o
consórcio requisitando informações se na época dos fatos, existia alguma unidade de saúde da rede do consórcio com a interrupção
dos serviços públicos, solicitando ainda informações sobre a logística de quantidade de funcionários para a demanda dos
atendimentos, conforme I D de n° 00709999. Em resposta, nos foram prestadas as informações solicitadas, bem como encaminhada a
documentação pertinente, conforme I D’s de n° 00895111 e nº 00895266. Eis, em síntese, o relatório. Vieram-me os autos. Entende-
se que o procedimento deve ser arquivado. Inicialmente, verifica-se que o procedimento tramitava na 4ª P romotoria de Justiça de
Nova Venécia e foi redistribuído a esta P romotoria em razão de nova dinâmica de atribuições estabelecida pela Resolução de nº 006,
de 07 de junho de 2021. Destaca-se que no dia 20 de março de 2020 entrou em vigor a Portaria 038-R e considerando o Decreto de
nº 4.593-R, do dia 13 de março de 2020 em seu artigo 3º, ficou estabelecido que: Está SU SP E NSO , enquanto durar o estado de
emergência, no âmbito do SU S, na rede de Hospitais próprios e guiados por O S, filantrópicos e contratualizados pelo Estado e no
H U C A M , T O DO S P R O C E DIM E NT O S C IR Ú R G IC O S E LE T IVO S, com exceção das C IR U R G IAS O NC O LÓ G IC AS E
C AR DIO VASC U LAR E S. (grifo nosso). Ainda, no artigo 8º do referido Decreto, ficou pactuado que “ficam suspensos cirurgias
Assinado Digitalmente pela Assessoria Legislativa do MPES Edição de 23/08/2021 Página 8 de 19
Diário Oficial do Ministério Público do Estado do Espírito Santo Vitória, segunda-feira, 23 de agosto de 2021
ambulatoriais eletivas, as consultas e os exames ambulatoriais especializados ofertados pelos serviços próprios e contratualizados
pela SESA”. Ademais, pela análise das respostas ofertadas em I D’s nº 00895111 e nº 00895266, nota-se que o CI M N O RT E, na
condição de consórcio público, tem suas decisões adotadas de maneira colegiada pela Assembleia Geral, órgão máximo de
deliberação de um consórcio público, na forma preconizada no inc. V I I do art. 4º da Lei Federal nº 11.107/2005. Destaca-se ainda,
que a extinção dos contratos temporários na Rede Cuidar visaram o atendimento do interesse público, e foi executada em
conformidade com o disposto na deliberação dos prefeitos, conforme contexto existente à época dos fatos, na forma relatada no
Item 01 da Ata da Assembleia Geral realizada em 01/04/2020, com publicação no DO M/ES na data de 06/04/2020, conforme cópia
resposta ofertada em I D 00895111. Além do mais, constata-se que os casos de emergências puderam ser realizados por intermédio
das unidades hospitalares, tendo em vista a suspensão do atendimento do consórcio, não gerando desamparo a
população. O utrossim, segundo o que dispõe o artigo 2º, § 4º, inciso I I, da Resolução CO P J nº 006/2014 do Conselho Superior do
Ministério P úblico: § 4º A notícia de fato será arquivada quando: I I – o fato narrado já tiver sido objeto de investigação ou de ação
judicial ou já se encontrar solucionado; (grifo nosso). Percebe-se que o caso dos autos, houve a perda do objeto tendo em conta
que as cirurgias eletivas não essenciais e as consultas ambulatoriais retornaram em todo Espírito Santo, tanto na rede pública como
na rede privada, estando o consócio com o seu efetivo funcionamento e funcionários recontratados. Assim, dentro da linha de
prioridades, não se vislumbra irregularidade que justifique a continuidade das investigações, razão pelo qual, P R O M O VO O
AR Q U IVAM E NT O INT E G R AL do feito, nos termos do artigo 2º, § 4º, inciso I I, da Resolução nº 006/2014 do Conselho Superior do
Ministério P úblico, sem prejuízo de eventual propositura futura de ação, desarquivamento ou instauração de novo
procedimento. Ciência ao CI M N O RT E/ES por e-mail e, aos terceiros interessados, pelo Dimpes. Não havendo interposição de recurso
arquive-se o presente com as cautelas de estilo. Façam os devidos registros no sistema Gampes. Cumpra-se.
Nova Venécia/ES, 17 de agosto de 2021.
LÉ LIO M AR C AR INI
P R O M O T O R DE J U ST IÇ A

C IE NT IFIC AÇ ÃO DE P R O M O Ç ÃO DE AR Q U IVAM E NT O
Notícia de Fato nº 2020.0010.9818-79
2ª P romotoria de Justiça de Nova Venécia
P essoa cientificada: possíveis interessados
Extrato da Decisão: Acervo advindo da 4ª P romotoria em virtude da Resolução CO P J nº 007 de 07 de junho de 2021 que alterou as
atribuições funcionais das P romotorias, delegando a esta a matéria de saúde que antes era de atribuição da 4ª P romotoria. Cuidam
os autos de Notícia de Fato instaurada com base em relato que denuncia o protocolo de atendimento adotado em pacientes com
sintomas de Covid-19 por unidade de saúde no Município de Vila Pavão/ES. Instaurado o P rocedimento no âmbito desta P romotoria
para apurar as situações levantadas na manifestação, oficiou-se a Secretaria Municipal de Saúde, conforme o ofício nº 016/2021. Em
resposta, de acordo com o documento I D 00793839, a Secretaria Municipal de Saúde informou o passo a passo adotado por essa ao
lidar com pacientes que possuem suspeita de Covid-19. Esclarece que o protocolo aderido bem como a testagem segue os critérios
da Nota Técnica Covid-19 nº 73/2020 GEV S/SESA/ES, onde deverão ser coletadas amostras para investigação em todos os pacientes
que preencham os requisitos de suspeita de Covid-19. Por fim, afirma que os pacientes são orientados pessoalmente sobre a
testagem na U nidade de Saúde. Eis, em síntese, o relatório. Vieram-me os autos. Entende-se que o procedimento deve ser
arquivado. Conforme elementos probatórios acostados à resposta apresentada, restou ausente indícios de irregularidade no protocolo
aderido pela Secretaria de Saúde no atendimento dos pacientes com suspeita de Covid-19. Portanto, ficou demonstrado que a
Secretaria Municipal de Saúde de Vila Pavão tem seguido o que estabelece a Nota Técnica Covid-19 nº 73/2020 GEV S/SESA/ES,
documento que define os casos operacionais e os critérios de coleta, servindo de base para todas as U nidades de Saúde do Estado.
Desse modo, não se vislumbra irregularidade que justifique a continuidade das investigações. Diante ao exposto, discorrido os
esclarecimentos pertinentes verifico que não existem elementos que caracterizam ato de improbidade, por isso P R O M O VO O
AR Q U IVAM E NT O INT E G R AL do feito, nos termos do artigo 2º, § 4º, da Resolução nº 006/2014 do Conselho Superior do
Ministério P úblico, sem prejuízo de eventual propositura futura de ação, desarquivamento ou instauração de novo
procedimento. Ciência aos interessados. Façam os devidos registros no sistema Gampes. P reclusa a decisão, arquive-se.

Nova Venécia/ES, 17 de agosto de 2021.


LÉ LIO M AR C AR INI
P R O M O T O R DE J U ST IÇ A

C IE NT IFIC AÇ ÃO DE P R O M O Ç ÃO DE AR Q U IVAM E NT O
Notícia de Fato nº 2020.0022.6003-41
2ª P romotoria de Justiça de Nova Venécia
P essoa cientificada: possíveis interessados
Extrato da Decisão: Tramita nesta P romotoria de Justiça a Notícia de Fato nº 2020.0022.6003-41, instaurada para apurar os motivos
de inúmeros casos de Covid-19 nas Escolas Maria Dalva e Tito Santos Neves - que funcionam no mesmo bem público. Inicialmente,
foram emitidas notificações as escolas com o escopo de obter as seguintes informações: como estavam sendo realizadas as aulas
(presencial ou remota) e se havia retorno para a volta; se houve algum planejamento estratégico de estruturação com o uso de
materiais de prevenção à não proliferação do Covid-19; se os funcionários da administração estão trabalhando e caso positivo, como
se procede este trabalho; se algum funcionário foi detectado com Covid-19 e se existe algum tipo de recomendação de como deve se
proceder nesses casos; como é feita a recomendação aos alunos, professores, pais e funcionários quanto a utilização do recinto
escolar; se a escola fora utilizada no dia das eleições e se foi feito algum mutirão de desinfecção; qual é o horário de funcionamento
da escola e se existe algum trabalho de fiscalização do cumprimento dos protocolos de segurança; se existe algum teste de Covid-19
à disposição da escola e por fim, para informar o que mais entender necessário, conforme I D’s de n° 00656729 e n° 00656788. Em
resposta, a gestora da Escola Municipal Maria Dalva nos prestou as informações solicitadas, bem como encaminhou a documentação
pertinente, conforme I D’s de n° 00669318, n° 00669420, n° 00669420, n° 00669433, n° 00669452, n° 00669473, n° 00669483, n°
00669501, n° 00669553, n° 00669598 e n° 00669613. Diante análise aos autos, verifica-se que o gestor da Escola Tito Santos
Neves não ofertou resposta a notificação que fora emitida em I D de n° 00656788. Eis, em síntese, o relatório. Vieram-me os
autos. Entende-se que o procedimento deve ser arquivado. P rimeiramente, verifica-se que o procedimento tramitava na 4ª P romotoria
de Justiça de Nova Venécia e foi redistribuído a esta P romotoria em razão de nova dinâmica de atribuições estabelecida pela
Resolução nº 006, de 07 de junho de 2021. Destaca-se ainda, que tramita procedimento similar instaurado na 3ª P romotora de
Justiça de Nova Venécia registrado sob o nº 2020.0009.7888-23, destinado ao acompanhamento de medidas adotadas na utilização
de aulas não presenciais e atividades remotas aos alunos matriculados na rede pública de ensino municipal de Nova Venécia, em
decorrência da Pandemia da Covid-19. Nesse sentido, segundo o que dispõe o artigo 2º, § 4º, inciso I I, da Resolução CO P J nº
006/2014 do Conselho Superior do Ministério P úblico: § 4º A notícia de fato será arquivada quando: I I – o fato narrado já tiver
sido objeto de investigação ou de ação judicial ou já se encontrar solucionado; (grifo nosso). Ademais, conforme se extrai do site
do Governo do Estado do Espírito Santo, consta que por meio da Secretaria da Educação (SEDU ), foi autorizado, a partir do dia 21
de julho de 2021, o retorno das aulas presenciais em todos os níveis de escolaridade, independe do nível de risco para o novo
Coronavírus (Covid-19) em que os municípios estão inseridos. Percebe-se que o caso dos autos, houve a perda do objeto tendo em
conta que o fato narrado é objeto de investigação, conforme o P rocedimento Administrativo de acompanhamento de Políticas P úblicas
registrado sob o nº 2020.0009.7888-23 que tramita na 3º P romotoria. Assim, dentro da linha de prioridades, não se vislumbra
irregularidade que justifique a continuidade das investigações, razão pelo qual, P R O M O VO O AR Q U IVAM E NT O INT E G R AL do
feito, nos termos do artigo 2º, § 4º, inciso I I, da Resolução nº 006/2014 do Conselho Superior do Ministério P úblico, sem prejuízo de
eventual propositura futura de ação, desarquivamento ou instauração de novo procedimento. Ciência aos terceiros interessados. Não
havendo interposição de recurso arquive-se o presente com as cautelas de estilo. Façam os devidos registros no sistema Gampes.

Nova Venécia/ES, 17 de agosto de 2021.


LÉ LIO M AR C AR INI
P R O M O T O R DE J U ST IÇ A

Assinado Digitalmente pela Assessoria Legislativa do MPES Edição de 23/08/2021 Página 9 de 19


Diário Oficial do Ministério Público do Estado do Espírito Santo Vitória, segunda-feira, 23 de agosto de 2021
C IE NT IFIC AÇ ÃO DE P R O M O Ç ÃO DE AR Q U IVAM E NT O
Notícia de Fato nº 2021.0005.2164-20
2ª P romotoria de Justiça de Nova Venécia
P essoa cientificada: possíveis interessados
Extrato da Decisão: Tramita nesta P romotoria de Justiça a Notícia de Fato nº 2021.0005.2164-20 encaminhada pela P rocuradoria da
República do Município de São Mateus/ES, a qual relata uma denúncia de suposta situação de maus tratos a animal em Nova
Venécia/ES. Expedido ofício à Secretaria Municipal de Meio Ambiente com a finalidade de obter informações sobre o fato. Em
resposta I D 01099167 foi relatado que, apesar de não se conseguir realizar vistoria no local, verificou-se que o animal estava em
abrigo coberto, a fim de se proteger das variações climáticas. A Secretaria de O bras do Município também foi notificada para vistoria
ao local e providências necessárias referente a existência de ervas daninhas. Além disso, foi expedido novo ofício à Secretaria de
Meio Ambiente do Município de Nova Venécia para nova vistoria no imóvel, a fim de identificar se o animal estava em situação de
abandono ou maus tratos. Em resposta a Secretaria Municipal de Meio Ambiente informou que, em nova vistoria, foram
recepcionados pela Sra. Creuza que informou residir no local há 30 dias e que os antigos donos haviam se mudado da residência. A
Secretaria Municipal de O bras esclareceu ainda que foi emitida notificação em desfavor da proprietária do imóvel e várias foram as
tentativas de realizar fiscalização no imóvel, sem êxito, já que ninguém é encontrado na residência. Eis, em síntese, o relatório.
Vieram-me os autos. Entende-se que o procedimento deve ser arquivado. Diante das informações prestadas nos protocolos resposta
de I Ds n° 01539767 e n° 01630567, foram procedidas diligências no local e não foi possível se constatar eventual situação de
abandono ou maus-tratos ao animal, visto que os antigos moradores se mudaram da residência. Por outro lado, após o evento não
mais foram noticiadas situação de higiene inadequada no imóvel. Ademais, segundo o artigo 2º, § 4º, inciso I I, da Resolução CO P J
nº 006/2014 do Conselho Superior do Ministério P úblico: § 4º A notícia de fato será arquivada quando: I I – o fato narrado já tiver
sido objeto de investigação ou de ação judicial ou já se encontrar solucionado; (grifo nosso). O bserva-se que o caso dos autos,
houve a perda do objeto tendo em conta que o antigo proprietário do imóvel se mudou, sem ser possível saber qual o novo
endereço. Assim, considerando que não há elementos que demandem atuação ministerial e que justifiquem a continuidade do
procedimento, P R O M O VO O AR Q U IVAM E NT O do feito, nos termos do artigo 2º, § 4º, inciso I I, da Resolução n° 006/2014 do
Conselho Superior do Ministério P úblico, sem prejuízo de eventual propositura futura de ação, desarquivamento ou instauração de
novo procedimento. Ciência aos interessados. Não havendo interposição de recurso arquive-se o presente com as cautelas de estilo.
Anotações no sistema Gampes. Cumpra-se.
Nova Venécia/ES, 17 de agosto de 2021.
LÉ LIO M AR C AR INI
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C IE NT IFIC AÇ ÃO DE INDE FE R IM E NT O DE INST AU R AÇ ÃO


P rocedimento de G estão Administrativa nº 2021.0017.2843-93
2ª P romotoria de Justiça de Nova Venécia
P essoa cientificada: possíveis interessados
Extrato da Decisão: Trata-se de P rotocolo Expediente DECCO R nº 1726 encaminhado ao MP ES, no qual relata que a Sra. Maria da
Penha Zem Baldoco e o Clínico Geral Carlos Henrique falsificam laudos de comorbidade para conhecidos e indicados serem vacinados
contra o Covid-19 em Nova Venécia. Diante dos documentos acostados ao protocolo, verifica-se que foram realizadas diligências pela
DECCO R com intuito de localizar Maria da Penha Zem Baldoco e o Clínico Geral Carlos Henrique, contudo não fora identificado
vínculo de ambos com o Município, sendo ainda que inexiste médico com este nome laborando para o Município de Nova Venécia. Eis
o relatório. No caso dos autos, não foram apresentados elementos suficientes que demonstrassem a necessidade de instauração de
um procedimento, visto que carece de informações pertinentes a apuração. Ademais, ante as apurações feitas pela Delegacia de
Combate à Corrupção, verificou-se que Maria da Penha Zem Baldoco e o Carlos Henrique não possuem vínculo com o Município de
Nova Venécia conforme o fato narrado na denúncia. Com isso, ausente as informações necessárias para uma apuração inicial, a
manifestação é desprovida de elementos que justifiquem a instauração de procedimento. Assim, I N DEFI RO a instauração de Notícia
de Fato, nos termos do § 13 artigo 2° da Resolução n° 006/2014 do CO P J. Anotações no sistema Gampes. P ublicação no Dimpes
para publicidade da decisão. Em caso de recurso, faça-me os autos conclusos.

Nova Venécia/ES, 17 de agosto de 2021.


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Notícia de Fato nº 2020.0006.6109-23
2ª P romotoria de Justiça de Nova Venécia
P essoa cientificada: possíveis interessados
Extrato da Decisão: Tramita nesta P romotoria de Justiça a Notícia de Fato nº 2020.0006.6109-23, instaurada por meio do
Memorando/CA O P S/nº SEI 0197281, referente ao piso salarial dos Agentes Comunitários de Saúde – A CS. Inicialmente, oficiou-se o
município de Nova Venécia, para que prestasse informações quanto ao piso salarial dos Agentes Comunitários de Saúde, e a
regulamentação nos termos da Lei Federal nº 13.708, de 14 de agosto de 2018, bem como para que informassem como estava sendo
destinado o incentivo aos municípios para o fortalecimento das políticas afetas a esses profissionais, conforme artigo 9º da Lei
Federal nº 11.350/2006, conforme I D de n° 00692225. Em resposta, nos foram prestadas as informações solicitadas, bem como
encaminharam a documentação pertinente, conforme I D de n° 00754917. Eis, em síntese, o relatório. Vieram-me os autos. Entende-
se que o procedimento deve ser arquivado. P rimeiramente, verifica-se que o procedimento tramitava na 4ª P romotoria de Justiça de
Nova Venécia e foi redistribuído a esta P romotoria em razão de nova dinâmica de atribuições estabelecida pela Resolução de nº 006,
de 07 de junho de 2021. O bserva-se ainda, que tramitava procedimento similar instaurado na 4ª P romotora de Justiça de Nova
Venécia registrado sob o nº 2020.0006.6108-10, com o mesmo objeto. Nesse sentido, segundo o que dispõe o artigo 2º, § 4º, inciso
I I, da Resolução CO P J nº 006/2014 do Conselho Superior do Ministério P úblico: § 4º A notícia de fato será arquivada quando: I I – o
fato narrado já tiver sido objeto de investigação ou de ação judicial ou já se encontrar solucionado; (grifo nosso). Ademais,
destaca-se o Ministério P úblico do Estado do Espírito Santo não possui legitimidade para atuar como substituto processual, haja
vista, tratar de direito disponível, e declinou a matéria de averiguar a aplicação da assistência financeira complementar e do
incentivo fiscal para o Ministério P úblico Federal, por se tratar de recursos federais. Portanto, conclui-se que não há nos presentes
autos justa causa para o oferecimento de qualquer ação civil pública ou denúncia. Percebe-se ainda que o caso dos autos, houve a
perda do objeto tendo em conta que o fato narrado já foi objeto de investigação. Assim, dentro da linha de prioridades, não se
vislumbra irregularidade que justifique a continuidade das investigações, razão pelo qual, P R O M O VO O AR Q U IVAM E NT O
INT E G R AL do feito, nos termos do artigo 2º, § 4º, inciso I I, da Resolução n° 006/2014 do Conselho Superior do Ministério P úblico,
sem prejuízo de eventual propositura futura de ação, desarquivamento ou instauração de novo procedimento. Ciência aos
interessados. Não havendo interposição de recurso arquive-se o presente com as cautelas de estilo. Façam os devidos registros no
sistema Gampes.

Nova Venécia/ES, 17 de agosto de 2021.


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C IE NT IFIC AÇ ÃO DE P R O M O Ç ÃO DE AR Q U IVAM E NT O
P rocedimento Administrativo nº 2021.0006.8683-36
2ª P romotoria de Justiça de Nova Venécia
P essoa cientificada: possíveis interessados
Extrato da Decisão: Tramita nesta P romotoria de Justiça o P rocedimento Administrativo nº 2021.0006.8683-36, instaurado a partir
de manifestação registrada no sistema de O uvidoria do MP ES acerca de suposta violação à Lei O rgânica Municipal por descumprir o
prazo do mandato do controlador geral municipal de 02 anos. Inicialmente, oficiou-se à P refeitura, Controladoria e P rocuradoria Geral
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Diário Oficial do Ministério Público do Estado do Espírito Santo Vitória, segunda-feira, 23 de agosto de 2021
de Nova Venécia, com o escopo de se obter informações quanto ao mandato do controlador geral municipal e possível violação à Lei
O rgânica Municipal (LO M), conforme I D’s de n° 01119371, n° 01119429 e n° 01119558, respectivamente. Através dos O fícios
O F/447/2021/GP N V, O F/049/2021/CCI (Controladoria) e O F/P MN V 133/2021 (P rocuradoria Municipal), informações a respeito da
situação foram apresentadas. Entretanto, restaram esclarecimentos necessários, na qual foi expedido novo ofício (I D de n°
01287577), solicitando informações quanto há existência de projeto de lei em trâmite para regulamentar a função de O uvidor do
Município de Nova Venécia, em atendimento à Lei O rgânica Municipal. Em resposta, por meio de ofício nos foram prestadas todas as
informações solicitadas, bem como a documentação pertinente, conforme I D de n° 01415087. Eis, em síntese, o relatório. Passo à
análise. Tem-se que o procedimento deve ser arquivado. Ao compulsar os autos, observa-se que em virtude da Lei Complementar n°
173/2020, P rograma Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus SA RS-CoV-2, com validade prevista para até o dia 31 de dezembro
de 2021, prevê expressamente em seu artigo 8° que a U nião, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios afetados pela
calamidade pública decorrente da pandemia da Covid-19, ficam proibidos até 31 de dezembro de 2021 de criar cargo, emprego ou
função que implique aumento de despesa. Ademais, conforme se extrai do Parecer Consulta de n° 09/2021-5, do Tribunal de Contas
ofertado em cópia resposta de I D de n° 01415087, verifica-se que não é possível a edição de lei municipal ou estadual no ano de
2021, para vigorar em 2022, nem para conceder revisão geral anual aos servidores, ainda que adstrita a um indenizador oficial da
inflação. Desse modo, nota-se a impossibilidade de edição de P rojeto de Lei em 2021, para vigorar em 2022, tendo em conta que se
editada uma lei neste ano, automaticamente cria-se obrigações para o ano seguinte, gerando insegurança jurídica, bem como conflito
entre duas regulações. Portanto, considera-se a desnecessidade de adoção de novas medidas por parte deste Ó rgão Ministerial, haja
vista não se vislumbrar, por ora irregularidades no caso concreto, bem como ante a impossibilidade da edição do P rojeto de Lei em
comento. Desse modo, P R O M O VO O AR Q U IVAM E NT O do feito, nos termos do artigo 37, caput, da Resolução nº 006/2014 do
Colégio de P rocuradores, sem prejuízo de eventual propositura futura de ação ou instauração de novo procedimento em caso de
novas informações. P roceda-se às devidas baixas no sistema Gampes. Ciência aos interessados. Comunique-se ao Conselho Superior
do Ministério P úblico o arquivamento do presente procedimento, nos termos do artigo 37, caput, da Resolução nº 006/2014 do
Colégio de P rocuradores de Justiça. Tudo cumprido, arquive-se com as cautelas de estilo. Cumpra-se.

Nova Venécia/ES, 17 de agosto de 2021.


LÉ LIO M AR C AR INI
P R O M O T O R DE J U ST IÇ A
C IE NT IFIC AÇ ÃO DE INDE FE R IM E NT O DE INST AU R AÇ ÃO
P rocedimento de G estão Administrativa nº 2021.0016.5002-31
2ª P romotoria de Justiça de Nova Venécia
P essoa cientificada: possíveis interessados
Extrato da Decisão: Trata-se de manifestação encaminhada à O uvidoria do MP ES sob o n° O U V2021087323, na qual informa
possível irregularidade no setor de transportes da P refeitura Municipal de Nova Venécia/ES. Aduz no pedido de providência que no
âmbito da administração pública municipal entre o ano de 2017 ao ano de 2019, o atual prefeito que na época era secretário de
saúde e o atual motorista efetivo Sr. Raniere Salvador, que na época dos fatos era coordenador do setor de ambulâncias, estes
faziam ressarcimentos em dinheiro de forma irregular aos motoristas que viajavam desta comarca para outras. Segundo às
informações acostadas na denúncia, os motoristas da prefeitura saiam desta cidade com os veículos abastecidos, entretanto como o
combustível era insuficiente para o retorno à cidade, estes abasteciam os transportes com a sua própria remuneração, na qual ao
chegar na administração pública eram ressarcidos em dinheiro “em espécie”. É o breve relatório. Passo à análise. Inicialmente, tem-
se que a instauração do procedimento deve ser indeferida, visto que os fatos apresentados são genéricos e amplos, não havendo
especificações e elementos que permitam a instauração do procedimento sobre fato específico. Nota-se ainda que os fatos narrados
são de caráter isolado, além de distintos entre si, carecendo de coerência que leve a uma averiguação dos acontecimentos, tendo em
conta linha do tempo extensa narrada (ano de 2017 ao ano de 2019). Ademais, percebe-se que a manifestação mingua de
informações pertinentes para uma apuração inicial, sendo desprovida de elementos que justifiquem a instauração e investigação em
procedimento no Ministério P úblico. Além disso, vale ressaltar que já houve procedimento similar instaurado no âmbito desta
P romotoria de Justiça nº 2021.0008.5103-52, com o mesmo objeto e partes. Diante da análise do referido procedimento, verifica-se
que o Município de Nova Venécia, possui contrato com a empresa T I CK ET SO L U ÇÕES H DFGT S/A, a qual gerencia o abastecimento
de combustível dos veículos no Setor de Transportes. Nesse sentido, percebe-se ainda que o caso da denúncia, houve a perda do
objeto tendo em conta que o fato narrado já foi objeto de investigação (2021.0008.5103-52), na qual tais fatos não foram
comprovados. Dessa forma, segundo o que dispõe o artigo 2º, § 4º, inciso I I, da Resolução CO P J nº 006/2014 do Conselho Superior
do Ministério P úblico: § 4º A notícia de fato será arquivada quando: I I – o fato narrado já tiver sido objeto de investigação ou de
ação judicial ou já se encontrar solucionado; (grifo nosso). O utrossim, vale ressaltar que as informações que instruem os autos não
constituem prova inequívoca a respeito da presença de tais circunstâncias e não fora juntado nenhum documento comprobatório sobre
as informações mencionadas. Dessa forma, considerando que não há direito coletivo a ser tutelado, diante da inexistência de
elementos mínimos que comprovem os fatos descritos, bem como a incidência de hipótese de necessária intervenção deste órgão,
tem-se que o pleito deve ser indeferido. Diante ao exposto, INDE FIR O A INST AU R AÇ ÃO DE NO T ÍC IA DE FAT O , com fulcro na
Resolução nº 006/2014 do Colégio de P rocuradores do Ministério P úblico do Estado do Espírito Santo. Cientifique-se os interessados
pelo Dimpes. Não havendo interposição de recurso arquive-se o presente com as cautelas de estilo. Façam os devidos registros no
sistema Gampes.

Nova Venécia/ES, 18 de agosto de 2021.


LÉ LIO M AR C AR INI
P R O M O T O R DE J U ST IÇ A
C IE NT IFIC AÇ ÃO DE P R O M O Ç ÃO DE AR Q U IVAM E NT O
P rocedimento de G estão Administrativa nº 2021.0017.2831-36
3ª P romotoria de Justiça de Nova Venécia
P essoa cientificada: possíveis interessados
Extrato da Decisão: Trata-se de pedido registrado n a O uvidoria do MP ES por pessoa que não quis se identificar, que solicitou
providências em relação ao retorno das aulas presenciais no município de Nova Venécia. Sobre o assunto este órgão está
acompanhando a situação através do P rocedimento Administrativo MP ES nº 2020.0009.7888-23, inclusive fora enviado O fício
questionando o retorno das aulas presenciais, tendo sido informada a data de 23/08/2021. Sendo assim, entendo desnecessária a
tramitação de procedimento paralelo, considerando que a demanda é coletiva, não sendo viável a instauração de procedimentos para
casos individuais. Ante o exposto, indefiro a instauração de procedimento e promovo o arquivamento dos autos nesta P romotoria de
Justiça. Encaminhe-se cópia do presente para a O uvidoria, indicando o número da manifestação a que se refere. Encaminhe-se cópia
do presente para publicação no Diário O ficial para ciência dos interessados sobre a possibilidade de interpor recurso na forma do §
5º do art. 2º da Resolução nº 006/2014 do Colégio de P rocuradores de Justiça do Ministério P úblico do Estado do Espírito Santo,
certificando nos autos a data da ciência. Não havendo recurso no prazo de 10 dias a partir da ciência dos interessados, arquive-se
sem remessa ao Conselho Superior nos termos do previsto no artigo 2º, § 8º, da mencionada Resolução.

Nova Venécia/ES, 18 de agosto de 2021.


LÉ LIO M AR C AR INI
P R O M O T O R DE J U ST IÇ A
C IE NT IFIC AÇ ÃO DE INDE FE R IM E NT O DE INST AU R AÇ ÃO
P rocedimento de G estão Administrativa nº 2021.0007.5248-43
2ª P romotoria de Justiça de Nova Venécia
P essoa cientificada: possíveis interessados
Extrato da Decisão: Tratam-se de reclamações encaminhadas à O uvidoria do MP ES, nas quais são relatados vícios de iniciativa
(formalidade) dos projetos de Lei n° 06/2021 e nº 07/2021. Consta dos autos cópia do projeto de Lei n° 06/2021, que trata da
declaração de utilidade pública da AV EDESE - Associação de Esporte e Desenvolvimento Sócio Educacional - de iniciativa do
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Diário Oficial do Ministério Público do Estado do Espírito Santo Vitória, segunda-feira, 23 de agosto de 2021
Vereador Vanderlei Bastos Gonçalves; e o P rojeto de Lei n° 07/2021 da lavra do Vereador José Luiz da Silva, que declara
determinadas atividades privadas empresariais ou desenvolvidas por profissionais autônomos e liberais, como sendo essenciais no
Município de Nova Venécia. Vieram-me as reclamações para deliberação. Inicialmente, a declaração de utilidade pública dá à
entidade beneficiária a possibilidade de obter a colaboração do Poder P úblico para custeio de suas atividades em prol da
coletividade. Nos Termos da Lei Municipal nº 3.048/2010, a pessoa jurídica poderá receber subvenções do Poder P úblico Municipal
para subsidiar serviços voltadas para o bem-estar social nas áreas educacional, social, cultural, ou que traga benefícios à coletividade
ou a determinado seguimento, com a finalidade prevista em seu estatuto, sem quaisquer fins lucrativos. Segundo a reclamação feita
à O uvidoria do MP ES a iniciativa para declaração de utilidade pública seria de iniciativa do Executivo Municipal, nos termos da Lei
Municipal n° 1.269/1971. Entretanto, a norma que estabelece quais são as pessoas jurídicas e os requisitos para declaração de
utilidade pública no âmbito municipal é a Lei nº 3.048/2010. Verbis: Art. 2º Consideram-se pessoas jurídicas, para a finalidade de
que trata esta lei as seguintes: I - entidades; I I - sociedades; I I I - associações; I V - fundações. Parágrafo único. Enquadra-se
também nos termos do caput deste artigo, a pessoa jurídica que preste serviços voltados para o bem-estar social, nas áreas
educacional, social, cultural, ou que traga beneficias à coletividade ou a determinado segmento, com finalidade prevista em seu
estatuto e sem quaisquer fins lucrativos. Art.3º Para ser declarada de utilidade pública a pessoa jurídica prevista no art. 2° desta lei,
deverá, obrigatoriamente, preencher aos seguintes requisitos: I - ser constituída no Brasil; I I - possuir personalidade jurídica; I I I -
servir perene, desinteressada e efetivamente à coletividade ou a um de seus segmentos no âmbito do Município; I V - estar em
atividades há pelo menos um ano no Município; V - não remunerar de forma alguma os ocupantes de cargos e conselhos em sua
diretoria ou estrutura hierárquica; e V I - não distribuir a seus sócios lucro, dividendo ou vantagem de qualquer espécie. Parágrafo
único. A comprovação dos requisitos de que trata o caput deste artigo, deverá ser previamente verificada antes da declaração de
utilidade pública. Por outro lado, a Lei O rgânica Municipal estabelece no artigo 44 que: “a iniciativa das leis cabe a qualquer
vereador ou comissão, ao prefeito e aos cidadãos, na forma e nos casos previstos nesta Lei O rgânica”. O rol de iniciativas privativas
do P refeito está descrito no § 1° do artigo 44 da Lei O rgânica Municipal. Frise-se ainda que a declaração de utilidade pública citada
na norma como sendo de competência privativa do Chefe do Executivo (artigo 64, inciso X V I I) se refere à desapropriação, não se
tratando, portanto, da matéria noticiada à O uvidoria do MP ES. No que diz respeito à declaração das atividades essenciais, também
não se observa vício de iniciativa, consoante já esclarecido. Além disso, a matéria tem amparo constitucional e, conforme decisão do
ST F de abril de 2020 (A DI 6341), os Governadores e P refeitos tem autonomia para regulamentar medidas de isolamento social,
fechamento de comércio e outras restrições. Assim, considerando que não há, a princípio, vício de iniciativas nas citadas normas,
bem como, por ora, não há necessidade de intervenção ministerial, INDE FIR O a instauração de Notícia de Fato, nos termos da
Resolução nº 006/2014 do CO P J. P ublique-se no Dimpes. Decorrido prazo sem recurso, arquive-se com as cautelas de estilo.
Nova Venécia/ES, 16 de agosto de 2021.
LÉ LIO M AR C AR INI
P R O M O T O R DE J U ST IÇ A

C IE NT IFIC AÇ ÃO DE P R O M O Ç ÃO DE AR Q U IVAM E NT O
Inquérito C ivil nº 2019.0026.7439-37
2ª P romotoria de Justiça de Nova Venécia
P essoa cientificada: possíveis interessados
Extrato da Decisão: Trata-se de Inquérito Civil MP ES de nº 2019.0026.7439-37, instaurado para apurar eventual prática de
improbidade administrativa pela servidora Geisiany Merlim Banza, consistente em dano ao erário e violação de princípios da
Administração P ública. De início, oficiou-se à P refeitura Municipal de Nova Venécia solicitando cópias do P rocedimento Licitatório –
P regão P resencial de n° 30/2019, com o escopo de instruir o presente feito, onde nos fora encaminhado cópia integral, na qual
verificou-se que o objeto deste trata-se da Locação de equipamentos instalados (transformadores e postes) para atender a demanda
da Festa de 65 anos de Emancipação Político-Administrativa da cidade de Nova Venécia/ES, conforme I D de n° 00181957. Em
seguida, oficiou-se novamente o ente municipal, requerendo cópias dos respectivos atos de nomeação dos servidores: Geisiany
Merlim Banza e Gean Fabio Merlim Banza, conforme I D de n° 00182186. Após a apresentação da resposta procedeu-se análise nos
autos, na qual, oficiou-se o P refeito Municipal, para que informasse a este MP ES se a servidora guarda relação de subordinação
direto ou indireta (nepotismo) com o atual P rocurador-Geral Gean Fábio Merlim Banza, tendo em conta que este é seu irmão,
conforme I D de n° 00263102. P restadas às informações pela P refeitura Municipal de Nova Venécia, junto com as documentações
pertinentes, conforme I D de n° 00337920, vieram-me os autos. Passo à análise. Entende-se que o procedimento deve ser
arquivado. Inicialmente, destaca-se que consta nos autos que a servidora Gesiany Merlim Banza, não guarda relação de subordinação
direta com o procurador à época Gean Fábio Merlim Banza, tendo em vista que esta é lotada no Gabinete do P refeito, conforme
cópia do decreto de nomeação ofertado em I D de n° 00337920. Ademais, observa-se que a servidora não se encontra em função
gratificada, haja vista que fora substituída na Comissão de Licitação, conforme cópia da Portaria de n° 3.485, de 07 de abril de
2020, também ofertada em I D de n° 00337920. Nem mesmo o procurador Gean Fabio Merlim Banza faz parte do quadro de
procuradores do Município de Nova Venécia. Pois bem, caracteriza-se nepotismo o uso da máquina pública em proveito próprio ou
para praticar atos que levam ao favoritismo de parentes ou amigos que direta ou indiretamente usufruam vantagens e outras
benesses à custa dos cofres públicos. O nepotismo representa a quebra do princípio da impessoalidade, já que estará sendo
sobreposto o interesse particular ao público, com o direcionamento de nomeações. Caracteriza a quebra do princípio da moralidade
administrativa, na medida em que se afigura pouco razoável a transformação da administração pública em um negócio de natureza
familiar. Nesse sentido, nota-se que ambos os servidores não entram em confronto da Súmula Vinculante nº 13 do ST F, tendo em
conta que a servidora é efetiva, e apesar destes possuírem grau de parentesco (irmãos), estes não guardam relação de subordinação
direta ou indireta, bem como estão alocados em setores distintos. Q uanto ao P rocedimento Licitatório – P regão P resencial n°
30/2019, não ficou evidenciado a prática de improbidade administrativa pela servidora Geisiany Merlim Banza, consistente no
favorecimento a licitantes utilizando-se de parecer jurídico ratificado pelo P rocurador Gean. O bserva-se que Geisiany substituiu a
pregoeira Tatiany da Silva P irola no cargo de Chefe do Setor de Licitação nos seguintes períodos: Decretos nº 11.710, de
31/08/2015; nº 13.829, de 09/07/2018; nº 14.218 de 11/01/2019; nº 14.650 de 06/08/2018; nº 14.612 de 06/09/2019 e nº 14.653,
de 09/10/2019. O P rocurador Geral Gean foi nomeado em 02/01/2019. Foi ouvido o Sr. Lorenzo Ceolin Pestana - procurador da
empresa N O RT EC - Serviços em Eletricidade - EI REL I - fls. 64/65 volume 03 - I D 00182186, oportunidade em que disse que o
P rocurador Gean teria comparecido no ato do julgamento e apresentado um precedente do Tribunal de Contas quanto a irresignação
do licitante, o que não tem o condão de macular o procedimento. Por derradeiro, insta salientar que o P rocurador Geral Gean apenas
ratificou o Parecer nº 310/2019 que opinou pela homologação do procedimento licitatório - I D 00182115 - fls. 192/196 volume
2. Assim, a substituição esporádica da pregoeira titular pela servidora Geisiany não comprometeu a lisura do procedimento licitatório
objeto dos autos, não havendo mácula no procedimento que caracterize ato de improbidade administrativa. Em face do
exposto, P R O M O VO O AR Q U IVAM E NT O INT E G R AL do feito, nos termos do artigo 24, inciso I, da Resolução nº 006/2014 do
Colégio de P rocuradores de Justiça do Estado do Espírito Santo, sem prejuízo de fatos novos justificarem a reabertura das
investigações. Submeto esta decisão ao Egrégio Conselho Superior do Ministério P úblico do Estado do Espírito Santo, nos termos da
Resolução nº 006/2014 do Colégio de P rocuradores de Justiça do Estado do Espírito Santo. P roceda-se às devidas baixas no sistema
Gampes. Ciência ao Município por e-mail e, aos terceiros interessados, pelo Dimpes. Em caso de interposição de recurso, façam-me
conclusos. Informações à O uvidoria via e-mail.

Nova Venécia/ES, 17 de agosto de 2021.


LÉ LIO M AR C AR INI
P R O M O T O R DE J U ST IÇ A
C IE NT IFIC AÇ ÃO DE P R O M O Ç ÃO DE AR Q U IVAM E NT O
Inquérito C ivil nº 2017.0023.1725-39
2ª P romotoria de Justiça de Nova Venécia
P essoa cientificada: possíveis interessados
Extrato da Decisão: Cuidam os autos de Inquérito Civil instaurado a partir de manifestação registrada na base de dados da
O uvidoria do MP ES, notificando eventual ausência de profissionais responsáveis pelo programa de Tuberculose e Hanseníase no
Município de Vila Pavão. Assim, o objetivo do procedimento era acompanhar a regularização do atendimento da população de Vila
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Pavão/ES no que toca ao serviço médico junto ao P rograma Hanseníase e Tuberculose. Foram realizadas inspeções nos Postos de
Saúde e, com base nos relatórios de cada equipe, foram identificadas as necessidades de cada U nidade. Assim, oficiou- se a
Secretaria de Saúde do Município de Vila Pavão solicitando informações quanto a existência de profissional responsável pelo
P rograma Hanseníase e Tuberculose, inclusive com envio de ficha funcional a esta P romotoria de Justiça. Em protocolo resposta
informaram que nos dias 26 e 27 de outubro de 2017 foram convocados os profissionais aprovados no P rocesso Seletivo Simplificado
de Edital nº 001/2017, sendo eles Maurício de Araújo Campo Dallorto e Kaio Roger de Souza P into, ambos para assumirem
respectivamente o cargo de médico Clínico Geral do P rograma Hanseníase e Tuberculose, entretanto nenhum deles aceitou. Assim,
informaram que seria solicitada a abertura e execução de novo processo seletivo simplificado para a seleção pública de profissionais
habilitados para trabalharem no cargo mencionado da Administração P ública. Entretanto, o novo processo seletivo só contou com
uma médica aprovada, mas a mesma não compareceu na data marcada para apresentação. Em novo processo seletivo, novamente os
médicos não compareceram; por fim, a vaga foi assumida pela Médica Poliana Maria Nunes da Silva no dia 24 de setembro de 2018,
mas a mesma entrou de licença maternidade no mês fevereiro/2019 e em momento posterior teve o contrato rescindido. Deste modo,
foi requisitado à Secretaria Municipal de Saúde de Vila Pavão, na figura de seu Secretário Municipal, que fosse apresentada
juridicamente uma solução ao problema apresentado de falta de médico no cargo para atendimento no P rograma Hanseníase e
Tuberculose na rede de atendimento municipal, até que haja um processo seletivo com o cargo almejado, e devidamente
ocupado, bem como , que informasse o prazo razoável para cumprimento de novo processo seletivo para preenchimento da vaga, e
ainda a análise pela procuradoria da possibilidade de contratação direta e temporária de profissional para atender à
necessidade apresentada, até que o referido processo seletivo seja realizado. Em resposta de I D 00922700, informaram a vaga para
o P rograma Hanseníase e Tuberculose foi assumida pelo Dr. Simonton Arruda Pereira, CRM/ES 6768, a partir do dia 08 de fevereiro
de 2021. O vínculo contratual foi intermediado pelo credenciamento junto ao Consórcio P úblico da Região Noroeste- CI M
Noroeste. Vieram-me os autos. O procedimento tramitava na 4ª P romotoria de Justiça de Nova Venécia e foi redistribuído a esta
P romotoria em razão de nova dinâmica de atribuições estabelecida pela Resolução nº 006, de 07 de junho de 2021. O presente
procedimento foi instaurado para acompanhar a regularização do atendimento da população de Vila Pavão/ES no que toca ao serviço
médico junto ao P rograma Hanseníase e Tuberculose. Conforme elementos probatórios acostados aos autos, a irregularidade presente
na situação foi sanada, já que a vaga foi devidamente preenchida. Foi encaminhada cópia resposta (I D 00922700) informando que a
vaga para o P rograma Hanseníase e Tuberculose foi assumida pelo Dr. Simonton Arruda Pereira, CRM/ES 6768 a partir do dia 08 de
fevereiro de 2021. O vínculo contratual foi intermediado pelo credenciamento junto ao Consórcio P úblico da Região Noroeste - CI M
Noroeste. Desta forma, não há, portanto, qualquer indício de irregularidade que demande novas ações por parte deste órgão, sendo
assim, P R O M O VO O AR Q U IVAM E NT O INT E G R AL do feito, nos termos do artigo 24, inciso I, da Resolução 006/2014 do Colégio
de P rocuradores de Justiça do Estado do Espírito Santo. Submeto esta decisão ao Egrégio Conselho Superior do Ministério P úblico do
Estado do Espírito Santo, nos termos da Resolução nº 006/2014 do Colégio de P rocuradores de Justiça do Estado do Espírito
Santo. P roceda-se às devidas baixas no sistema Gampes. Ciência ao município por e-mail e, aos terceiros interessados, pelo Dimpes.
Informações à O uvidoria via e-mail. Em caso de interposição de recurso, façam-me conclusos. Cumpra-se.

Nova Venécia/ES, 17 de agosto de 2021.


LÉ LIO M AR C AR INI
P R O M O T O R DE J U ST IÇ A

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P rocedimento de G estão Administrativa nº 2021.0017.0354-10
3ª P romotoria de Justiça de Nova Venécia
P essoa cientificada: possíveis interessados
Extrato da Decisão: Trata-se de pedido registrado n a O uvidoria do MP ES por pessoa que não quis se identificar, que solicitou
providências em relação ao retorno das aulas presenciais no município de Nova Venécia. Sobre o assunto este órgão está
acompanhando a situação através do P rocedimento Administrativo MP ES nº 2020.0009.7888-23, inclusive fora enviado O fício
questionando o retorno das aulas presenciais, tendo sido informada a data de 23/08/2021. Sendo assim, entendo desnecessária a
tramitação de procedimento paralelo, considerando que a demanda é coletiva, não sendo viável a instauração de procedimentos para
casos individuais. Ante o exposto, indefiro a instauração de procedimento e promovo o arquivamento dos autos nesta P romotoria de
Justiça. Encaminhe-se cópia do presente para a O uvidoria, indicando o número da manifestação a que se refere. Encaminhe-se cópia
do presente para publicação no Diário O ficial para ciência dos interessados sobre a possibilidade de interpor recurso na forma do §
5º do art. 2º da Resolução nº 006/2014 do Colégio de P rocuradores de Justiça do Ministério P úblico do Estado do Espírito Santo,
certificando nos autos a data da ciência. Não havendo recurso no prazo de 10 dias a partir da ciência dos interessados, arquive-se
sem remessa ao Conselho Superior nos termos do previsto no artigo 2º, § 8º, da mencionada Resolução.

Nova Venécia/ES, 16 de agosto de 2021.


LÉ LIO M AR C AR INI
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Notícia de Fato nº 2021.0013.5558-92
1ª P romotoria de Justiça C ível de Linhares
R epresentante: anônimo - O uvidoria M P E S
R epresentado: Município de Linhares
P essoa(s) cientificada(s): eventuais interessados
Extrato da Decisão: Trata-se de manifestação anônima oriunda da O uvidora do Ministério P úblico do Estado do Espírito Santo –
MP ES registrada sob o nº O U V2021085952 narrando que o Município de Linhares abriu processo seletivo para a área da saúde e está
pretendendo fazer prova ao invés de só solicitarem títulos, o que indica, segundo o denunciante, irregularidade. Considerando a
regulamentação do Manual de Padronização e O rganização Administrativa do Ministério P úblico do Estado do Espírito Santo -
P ropad/MP ES em que orienta o cadastro de todas as petições no sistema Gampes, determino: 1) Autue-se o presente como Notícia
de Fato, com as seguintes descrições: Representante: O uvidora-MP ES; Representado: Município de Linhares; Descrição: Apurar
suposta irregularidade quanto à exigência de realização de prova no processo seletivo para a área da saúde do Município de
Linhares. Dando continuidade, em análise apurada da manifestação anônima oriunda da O uvidora do Ministério P úblico do Estado do
Espírito Santo (I D 01462392), insta ressaltar que a regra constitucional é a realização de certame competitivo para a investidura de
cargo ou emprego público, conforme a redação do dispositivo abaixo: Art. 37, da Constituição Federal de 88: (...) I I - a investidura
em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a
natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão
declarado em lei de livre nomeação e exoneração; (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998). Excepcionalmente
Carta Magna prevê duas hipóteses de contratação sem concurso público, uma delas está disposta na parte final do inciso I I
supratranscrito e consiste na livre nomeação para cargos em comissão e também na sua livre exoneração (ad nutum). A outra
hipótese está prevista no inciso I X do artigo 37 da CF que prevê a possibilidade da lei estabelecer casos de contratação por tempo
determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público. A Lei que estabelece esses casos de
contratação temporária, na esfera federal, é a Lei nº 8.745/93, que poderá ser usada como diretriz para os demais entes da
federação também regulamentarem a matéria. No que tange à necessidade temporária de excepcional interesse público o artigo 2º
da aludida Lei, traz exemplificativamente os seguintes casos: a) assistência a situações de calamidade pública; b) combate a surtos
endêmicos; c) admissão de professor substituto e professor visitante; d) admissão de professor e pesquisador visitante estrangeiro;
e) atividades especiais nas organizações das Forças Armadas para atender à área industrial ou encargos temporários de obras ou
serviços de engenharia. Com propriedade observa o P rof. Hely Lopes Meirelles (Direito Administrativo Brasileiro, 2007, 33ª ed., pág.
440) que a lei ao estabelecer esses casos de contratação deverá "atender aos princípios da razoabilidade e da moralidade. Não
podem prever hipóteses abrangentes e genéricas, nem deixar sem definição, ou em aberto, os casos de contratação. Esta, à
evidência, somente poderá ser feita sem processo seletivo quando o interesse público assim o permitir". Portanto, a abertura de
processo seletivo e contratação temporária depende da verificação das hipóteses em que o interesse público reclama a contratação
temporária de servidores, bem como se faz necessária a demonstração da real necessidade temporária das funções a serem
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exercidas. E, ainda, complementa que o regime especial de contratação deve atender a três pressupostos constitucionais
inafastáveis: a determinabilidade temporal da contratação, a temporariedade da função e, por fim, a previsão legal dos casos de
excepcionalidade do interesse público que ensejam a contratação de novos servidores temporários. Não obstante, convém destacar
que, nas hipóteses de legais de excepcionalidade em que se admite a contratação temporária, em caso de realização de processo
seletivo por parte da municipalidade, correta e louvável está sua opção em realizar prova para a seleção dos profissionais,
juntamente com a análise de títulos, uma vez que tal método é mais uma forma de restringir a admissão por pessoas qualificadas,
não se limitando a avaliar títulos, conforme sugere o denunciante. Desnecessárias, portanto, maiores considerações sobre o assunto,
uma vez que não há a possibilidade da adoção de quaisquer outras medidas administrativas ou judiciais por parte do Ó rgão
Ministerial, visto que conforme supracitado, a competência para realização de processo seletivo e contratação temporária é do Poder
P úblico, somente se justificando em casos excepcionais para atendimento do interesse público. Nesse contexto, até o
apresentado, P R O M O VO O AR Q U IVAM E NT O da presente Notícia de Fato, com fundamento no art. 2º, § 4º, c/c § 13, da
Resolução nº 006/2014 do Colégio de P rocuradores de Justiça do Estado do Espírito Santo, sem prejuízo da adoção de outras
providências. Encaminhe-se e-mail à O uvidoria do M P E S, referenciando a manifestação O U V2021085952 com cópia desta decisão,
bem como publique-se extrato no diário oficial do MP ES, haja vista tratar-se de denúncia anônima, a fim de cientificar o reclamante
e eventuais interessados de seu teor, na forma do § 2° do art. 5º da Resolução CO P J nº 006/2014. Após o registro no sistema
Gampes desta P romoção de Arquivamento e realizadas as comunicações determinadas pela Resolução nº 006/2014 do Colégio de
P rocuradores de Justiça do Estado do Espírito Santo, encaminhe-se os autos à Secretaria Cível desta P romotoria de Justiça para
baixa definitiva no sistema Gampes, bem como o arquivamento dos autos. Cumpra-se.
Linhares/ES, 06 de julho de 2021.
R E NAT A B E AT R IZ O LIVE IR A FE R R E IR A NE M E R
P R O M O T O R A DE J U ST IÇ A
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Notícia de Fato nº 2021.0013.7273-.13
1ª P romotoria de Justiça C ível de Linhares
R epresentante: anônimo - O uvidoria M P E S
R epresentado: Município de Sooretama
P essoa(s) cientificada(s): eventuais interessados
Extrato da Decisão: Trata-se de manifestação anônima registrada no sistema de O uvidoria do Ministério P úblico do Estado do
Espirito Santo, sob o n° O U V2021086020, em que o denunciante narra que o Município de Sooretama possui um Covidário no antigo
N A P S, entretanto não possui médico no local. Relata, ainda, que os profissionais da área da Covid estão dando P lantão no PA,
ocasião em que não é separado os pacientes com Covid dos demais, sendo todos atendidos no mesmo local. Considerando a
regulamentação do Manual de Padronização e O rganização Administrativa do Ministério P úblico do Estado do Espírito Santo -
P ropad/MP ES em que orienta o cadastro de todas as petições no sistema Gampes, determino: 1. Autue-se o presente como Notícia
de Fato, nos termos dos artigos 1º e seguintes da Resolução nº 006/2014 do Colégio de P rocuradores de Justiça do Estado do
Espírito Santo, devendo constar: Representante: anônimo - O uvidoria MP ES; R epresentado: Município de
Sooretama; Descrição: Apurar suposta falta de médicos no PA Covid do Município de Sooretama, bem como supostas irregularidades
quanto a não separação entre pacientes com Covid-19 e os demais pacientes atendidos pela rede pública de saúde. 2. Inclua-se na
taxonomia deste procedimento o assunto “(12612) Q U ESTÕES DE A LTA CO MP L EX I DA DE, GRA N DE I MPA CTO E REP ERCU SSÃO >>
CO V I D-19”. Pois bem. Em análise do teor da presente Notícia de Fato, verifica-se que tramita nesta P romotoria de Justiça a Notícia
de Fato MP ES nº 2021.0013.4903-91, cujo o objeto é “Apurar suposta falta de médicos e outros profissionais no PA Covid do
Município de Sooretama no período noturno, bem como supostas irregularidades quanto a não separação entre pacientes com Covid-
19 e os demais pacientes atendimentos pela rede pública de saúde”, expediente este que trata sobre os mesmos fatos narrados na
reclamação registrada na O uvidoria MP ES sob o nº O U V2021086020. Desse modo, considerando a existência de procedimento que
apura o mesmo fato, a fim de evitar a duplicidade de procedimentos com o mesmo objeto, não resta outra alternativa senão o
arquivamento do presente procedimento. Diante do contexto apresentado, o Ministério P úblico Estadual toma ciência dos fatos,
oportunidade em que P R O M O VE O AR Q U IVAM E NT O da presente Notícia de Fato, com fundamento no art. 2º, § 4º, inciso I I, da
Resolução nº 006/2014 do Colégio de P rocuradores de Justiça do Estado do Espírito Santo, sem prejuízo da adoção de outras
providências. Encaminhe-se e-mail à O uvidoria do MP ES, referenciando a manifestação O U V2021086020 com cópia desta decisão,
bem como publique-se extrato no diário oficial Dimpes, haja vista tratar-se de denúncia anônima, a fim de cientificar o reclamante e
eventuais interessados de seu teor, na forma do § 2° do art. 5º da Resolução CO P J nº 006/2014. Junte-se cópia da presente
n a Notícia de Fato nº 2021.0013.4903-91, a fim de instruir o referido procedimento com os demais dados encaminhados pela
noticiante. Após o registro no sistema Gampes desta P romoção de Arquivamento e realizadas as comunicações determinadas pela
Resolução nº 006/2014 do Colégio de P rocuradores de Justiça do Estado do Espírito Santo, encaminhe-se os autos à Secretaria Cível
desta P romotoria de Justiça para baixa definitiva no sistema Gampes, bem como o arquivamento dos autos. Cumpra-se.

Linhares/ES, 07 de julho de 2021.


R E NAT A B E AT R IZ O LIVE IR A FE R R E IR A NE M E R
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P rocedimento P reparatório M P E S nº 2020.0022.8561-31
2ª P romotoria de Justiça de Nova Venécia
P essoas cientificadas: a quem possa interessar
Extrato da Decisão: Cuidam os autos de P rocedimento P reparatório MP ES nº 2020.0022.8561-31, instaurado através de O fício
encaminhado pela Direção da Escola Dom Daniel Comboni, relatando possível dano ambiental e ofensa às normas urbanísticas
provocadas pelo vazamento de esgoto na unidade escolar, advindo de moradores no entorno. Instaurado o procedimento no âmbito
desta P romotoria de Justiça, inicialmente, oficiou-se à Secretária Municipal de O bras e a Superintendência Regional de Educação de
Nova Venécia (I D’s de n° 00687076 e n° 00687158), na qual em resposta nos fora informado que é de responsabilidade da CESA N o
serviço de rede de esgoto no bairro centro, conforme I D de n° 00854157. À vista disso, oficiou-se à CESA N para que prestassem
esclarecimentos se os moradores do entorno da escola foram notificados para realização de ligação no sistema de esgotamento
sanitário, bem como se o sistema que passa no terreno da escola foi desativado, visto que trata-se de rede antiga que não está
conectada à rede da Concessionária do Serviço P úblico, conforme I D de n° 01279739. O ficiou-se também à Secretária Municipal de
Meio Ambiente e de Secretária Municipal de O bras, com o escopo de se obter informações quanto a realização da vistoria in loco,
bem como solicitar a apresentação de relatório de possível dano ambiental, conforme I D’s de n° 01286985 e n° 01385212. Em
resposta, nos foram prestadas as informações solicitadas, bem como encaminharam as documentações pertinentes, conforme I D’s de
n° 01389906, n° 01383626, n° 001339111. Eis, em síntese, o relatório. Vieram-me os autos. Registre-se, de início, que a equipe da
Secretária Municipal de Meio Ambiente esteve no local indicado no pedido de providências, na qual procederam vistoria no dia 14 de
junho de 2021, conforme I D de n° 01389906. Conforme relatório acostado, nota-se que ficou constatado a ausência de vazamento de
esgoto in loco, portanto, estando o solo em perfeito estado e sem nenhuma movimentação de terra. Ademais, junto ao relatório de
fiscalização foram acostadas fotos do local, onde é possível verificar a ausência de dano ambiental, bem como ofensa às normas
urbanísticas, haja vista que não há vazamento de esgoto, conforme averiguado pelo Chefe do Setor de Fiscalização, Educação e
Q ualidade Ambiental, conforme I D de n° 01383626. Por todo o exposto, não se vislumbrando a ocorrência de dano ao meio ambiente
na escola em comento e diante do esgotamento de todas as diligências, conclui-se que não subsistem os fundamentos necessários
para a continuidade das investigações ou instauração de ação judicial cabível. Desse modo, P R O M O VO O AR Q U IVAM E NT O
I N T E G R A L do feito, nos termos da Resolução nº 006/2014 do CO P J, sem prejuízo de novos fatos resultarem
desarquivamento. Submeto a decisão ao Conselho Superior do Ministério P úblico do Estado do Espírito Santo, nos termos da
Resolução nº 006/2014 do Colégio de P rocuradores de Justiça do Estado do Espírito Santo. Ciência ao município por e-mail e, aos
terceiros interessados, pelo Dimpes.
Nova Venécia/ES, 19 de agosto de 2021.
Assinado Digitalmente pela Assessoria Legislativa do MPES Edição de 23/08/2021 Página 14 de 19
Diário Oficial do Ministério Público do Estado do Espírito Santo Vitória, segunda-feira, 23 de agosto de 2021
LÉ LIO M AR C AR INI
P R O M O T O R DE J U ST IÇ A
C IE NT IFIC AÇ ÃO DE P R O M O Ç ÃO DE AR Q U IVAM E NT O
Notícia de Fato nº 2021.0007.8625-87
1ª P romotoria de Justiça C ível de G uarapari
O bjeto: Saúde - Apurar as providências adotadas pela Secretaria Municipal de Saúde de G uarapari para garantir o
atendimento/tratamento ambulatorial e tutela do direito individual indisponível à saúde do morador em situação de rua Sérgio
Filho antes de seu falecimento
Decisão: Trata-se de Notícia de Fato instaurada para apurar as providências adotadas pela Secretaria Municipal de Saúde de
Guarapari para garantir o atendimento/tratamento ambulatorial e tutela do direito individual indisponível à saúde do morador em
situação de rua Sérgio Filho antes de seu falecimento, a partir do recebimento de O F/Nº 624/GA B.SEC/SEDH/2021 encaminhado pela
Secretaria de Estado de Direitos Humanos remetendo a demanda nº 141/2021/GP DDH.
O manifestante relatou a situação ocorrida com o Sr. Sérgio Filho, morador em situação de rua, referenciado no Centro Pop e pelo
SEAS no munícipio de Guarapari que, após duas idas e vinda à U nidade de P ronto Atendimento - U PA de Guarapari, morreu na praça
de Muquiçaba, onde passava seus dias na companhia de muitos outros moradores de rua.
Noticiou o manifestante que o Sr. Sérgio, idoso, doente, poderia ter recebido maior atenção se não fosse a visão equivocada da
gestora da Assistência Social, manifestando que o paciente poderia ter sido acolhido no abrigo que está equipado e preparado, mas
que não acolhe aqueles que precisam sair das ruas, pelo menos por um tempo, enquanto estão debilitados.
Afirmou que o abrigo está vazio, montado, equipado, com contrato de locação vigente e não estaria sendo utilizado, questionando o
manifestante quantos “Sérgios” e idosos precisariam falecer diante da situação narrada.
Por fim, destacou ainda a situação de crianças e adolescentes em situação de risco que estão trabalhando em praias, feiras e
semáforos.
A fim de averiguar os fatos noticiados, foi determinada a expedição de ofício à Secretaria Municipal de Saúde - SEMSA de Guarapari
(O F/CA RT/1ª P CGU /Nº 01165660/2021), encaminhando cópia da demanda apresentada para conhecimento e manifestação, bem como
solicitando o encaminhamento de cópia da Certidão de Ó bito de Sérgio Filho; informações sobre as providências adotadas pela
respectiva Secretaria para garantir a tutela do direito individual indisponível à saúde do morador em situação de rua Sérgio Filho,
antes de seu falecimento e encaminhamento dos prontuários médicos dos atendimentos ocorridos na U nidade de P ronto Atendimento
- U PA de Guarapari e as providências adotadas para garantir o tratamento integral do cidadão.
Em resposta ao O F/CA RT/1ª P CGU /Nº 01165660/2021, a SEMSA encaminhou o O F/SEMSA/GA B/AT/Nº
253/2021 (1266431), informando que acredita que tenha ocorrido algum equívoco nas informações encaminhada na denúncia, tendo
em vista que o Sr. Sérgio Alves P into Filho (pessoa em situação de rua) evoluiu a óbito na U PA-24h, e não na rua.
Para tanto, encaminhou cópia da certidão de óbito do paciente, assim como registros médicos do paciente referente ao seu
atendimento na U PA-24h (prontuário, resultado de exames, entre outros), os quais comprovariam a devida assistência em saúde
prestada ao paciente no dia 17 de fevereiro de 2021.
Nos documentos encaminhados pela Secretaria Municipal de Saúde há a informação de que o paciente apresentou um mal súbito por
volta das 15:30 horas, evoluindo à óbito, após atendimento, por volta das 16:00 horas.
Diante das informações apresentadas através do O F/SEMSA/GA B/AT/Nº 253/2021 (1266431), foi determinada a expedição de ofício à
Secretaria Municipal de Saúde de Guarapari, para que informasse se o paciente já havia sido atendido anteriormente na U nidade de
P ronto Atendimento - U PA ou em alguma outra U nidade de Saúde deste Município, encaminhando os documentos pertinentes a esta
P romotoria de Justiça, em caso positivo (O F/CA RT/1ª P CGU /Nº 01287421/2021).
Em atenção ao O F/CA RT/1ª P CGU /Nº 01287421/2021, o O F/SEMSA/GA B/AT/Nº 331/2021 (1383338) informou que não foram
localizados dados de atendimento médico anterior do referido paciente na U PA24h, registrando que acredita que pela ausência de
documentos o mesmo possa ter sido atendido sem registro, sendo também inviável a busca dos dados nas unidade de saúde em
razão da ausência de informação de residência/território sanitário de abrangência.
Esclareceu ainda, que nos autos do processo judicial nº 5000360-50.2021.8.08.0021, observou-se a informação da Assistência Social
(SETA C) que dá conta do devido acompanhamento do paciente pelo serviço de assistência social do município por aproximadamente
02 (dois) anos, não sendo possível a localização de familiares próximos para liberação do corpo após o óbito em decorrência do
extravio dos documentos deste.
É a síntese do necessário.
Analisando os autos, tendo em vista a atribuição deste P arquet em toda matéria relativa à saúde, verifico que não foi possível
constatar deficiências/irregularidades no atendimento prestado pela Secretaria Municipal de Saúde de Guarapari ao paciente Sérgio
Alves P into Filho (pessoa em situação de rua) antes de seu falecimento.
Considerando as informações prestadas pela SEMSA, constato que o paciente foi devidamente atendido pelo SA MU no dia 17 de
fevereiro de 2021, sendo encaminhado posteriormente à U nidade de P ronto Atendimento - U PA de Guarapari, recebendo toda a
assistência necessária. Contudo, em decorrência de um mal súbito, o paciente teria evoluído a óbito no mesmo dia, conforme registro
do profissional Marcos Sousa O liveira, CRM 13589.
Q uanto a possíveis atendimentos ambulatoriais em U nidades de Saúde e na U nidade de P ronto Atendimento - U PA, restou
esclarecido pela SEMSA que não foram localizados registros de atendimentos médicos anteriores do paciente na U PA-24h, nem
mesmo em U B S, haja vista a ausência de documentos de identificação do paciente, o que impossibilita o registro e localização de
eventuais atendimentos realizados.
No que se refere a deficiências/irregularidades no atendimento prestado ao paciente pela Secretaria Municipal de Trabalho,
Assistência e Cidadania - SETA C, registro que se trata de competência da 7ª P romotoria de Justiça Cível de Guarapari, que possui
atribuição em toda matéria relativa a LO AS - Lei O rgânica da Assistência Social.
Ante todo o exposto, considerando que foram constatadas irregularidades no atendimento prestada pela SEMSA ao paciente antes de
seu falecido, verifico que não há elementos de informação mínimos que possibilitem o início de uma apuração por esta P romotoria de
Justiça, razão pela qual determino o AR Q U IVAM E NT O da presente NO T ÍC IA DE FAT O , nos termos do art. 2º, § 4º, IV, da
R esolução nº 006/2014 do C olégio de P rocuradores de Justiça do Ministério P úblico do Estado do Espírito Santo e determino
as seguintes providências:
1 - O ficie-se à Secretária de Estado de Direitos Humanos do Estado do Espírito Santo, Sra. Nara Borgo Cypriano Machado, através
da P rocuradoria-Geral de Justiça, encaminhando cópia da presente Decisão de Arquivamento para conhecimento;
2 - O ficie-se à Secretária Municipal de Saúde de Guarapari, Sra. Alessandra Santos Albani, através do e-mail
secretariadesaudeguarapari@gmail.com, encaminhando cópia da presente Decisão de Arquivamento para conhecimento;
3 - O ficie-se ao 7º P romotor de Justiça Cível de Guarapari, Dr. Saul Cláudio Guimarães Maimeri, em atenção ao O F/Nº
624/GA B.SEC/SEDH/2021 encaminhado pela Secretaria de Estado de Direitos Humanos distribuído àquela P romotoria de Justiça,
encaminhando cópia da presente Decisão de Arquivamento para conhecimento;
4 - Considerando que o manifestante não se identificou, remeta-se a presente Decisão de Arquivamento para publicação no Dimpes
para conhecimento de eventuais interessados, através do sistema SEI, com a ressalva de que cabe recurso da Decisão de
Arquivamento, no prazo de 10 (dez) dias, que deverá ser encaminhado ao e-mail cartorio.pjguarapari@mpes.mp.br, nos termos do art.
2º, § 5º, da Resolução nº 006/2014 do Colégio de P rocuradores de Justiça do Estado do Espírito Santo;
5 - Junte-se aos autos extrato da publicação no Dimpes;
6 - Em caso de interposição de recurso pelo manifestante, junte-se aos autos da presente Notícia de Fato, que deverá ser remetida,
no prazo de 03 (três) dias, ao Conselho Superior do Ministério P úblico para apreciação, caso não haja reconsideração por
este P arquet, nos termos do art. 2º, § 6°, da Resolução nº 006/2014 do Colégio de P rocuradores de Justiça do Ministério P úblico do
Estado do Espírito Santo;
7 - Em atenção ao § 8° do art. 2º da Resolução nº 006/2014 do Colégio de P rocuradores de Justiça do Ministério P úblico do Estado
do Espírito Santo, não havendo recurso, certifique-se nos autos e remeta-se os autos ao gabinete para o devido arquivamento no
sistema Gampes.
Cumpra-se.

Guarapari/ES, 20 de agosto de 2021.


ANA C AR O LINA G O NÇ ALVE S DE O LIVE IR A
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P R O M O T O R A DE J U ST IÇ A

INST R U Ç ÃO DE SE R VIÇ O N° 095/2021.


ESCALA DE PLANTÃO DIURNO DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA
REGIÃO: VI SEDE: COLATINA MÊS/ANO: SETEMBRO/2021
DIA DA PROMOTOR(A) DE E-MAIL
DIA/MÊS SEMANA JUSTIÇA INSTITUCIONAL
Sergio Geraldo Dalla Bernardina
04/09 Sábado sseidel@mpes.mp.br
Seidel
05/09 Domingo Rafael de Melo Gariolli rgariolli@mpes.mp.br
06/09 Segunda-feira Mariana Ferreira Ottoni mottoni@mpes.mp.br
(ponto facultativo)
Terça-feira Bruna Legora de Paula
07/09 (feriado) Fernandes bpaula@mpes.mp.br
Quarta-feira
08/09 Marcelo Ferraz Volpato mvolpato@mpes.mp.br
(feriado)
Antonio Carlos Gomes da S.
11/09 Sábado acjunior@mpes.mp.br
Junior
12/09 Domingo Izaias Gomes Vinagre ivinagre@mpes.mp.br
Roger Guimarães de Melo
18/09 Sábado rgbarreto@mpes.mp.br
Barreto
Arthur de Carvalho Meirelles
19/09 Domingo aneto@mpes.mp.br
Neto
25/09 Sábado Gabriella Candido Cardoso gccardoso@mpes.mp.br
26/09 Domingo Tiago Baptista Naumann tnaumann@mpes.mp.br
Colatina, 20 de agosto 2021.
MARIANA FERREIRA OTTONI
PROMOTORA DE JUSTIÇA COORDENADORA
Portaria nº 7.255, de 8 de julho de 2019.
Região VI: Colatina - sede, Baixo Guandu, Marilândia, São Domingos do Norte, Pancas e
Alto Rio Novo.
OBSERVAÇÕES: 19.11.1120.0000126/2021-58

INST R U Ç ÃO DE SE R VIÇ O N° 096/2021.


ESCALA DE PLANTÃO NOTURNO E AUDIÊNCIAS DE CUSTÓDIA -
PROMOTORES DE JUSTIÇA
LOCALIDADE: COLATINA MÊS/ANO:SETEMBRO/2021
DIA/MÊS DIA/MÊS E-MAIL
PROMOTOR(A) DE JUSTIÇA
INÍCIO FIM INSTITUCIONAL
Emmanuel Nascimento Gonzales dos
01/09 02/09 ensantos@mpes.mp.br
Santos
02/09 03/09 Carlos Eduardo Rocha Barbosa cebarbosa@mpes.mp.br
03/09 João Emmanoel Gagno Júnior jjunior@mpes.mp.br
04/09 Edilson Tigre Pereira etpereira@mpes.mp.br
05/01 Felipe Pacífico de Oliveira Martins fmartins@mpes.mp.br
06/09 Lélio Marcarini lmarcarini@mpes.mp.br
07/09 Roger Guimarães de Melo Barreto rgbarreto@mpes.mp.br
08/09 09/09 Arthur de Carvalho Meirelles Neto aneto@mpes.mp.br
09/09 10/09 Gabriella Candido Cardoso gccardoso@mpes.mp.br
10/09 Tiago Baptista Nauman tnaumann@mpes.mp.br
Sergio Geraldo Dalla Bernardina
11/09 sseidel@mpes.mp.br
Seidel
12/09 13/09 Rafael de Melo Gariolli rgariolli@mpes.mp.br
13/09 14/09 Mariana Ferreira Ottoni mottoni@mpes.mp.br
14/09 15/09 Bruna Legora de Paula Fernandes bpaula@mpes.mp.br
15/09 16/09 Marcelo Ferraz Volpato mvolpato@mpes.mp.br
16/09 17/09 Antonio Carlos Gomes da Silva Junior acjunior@mpes.mp.br
17/09 Izaias Gomes Vinagre ivinagre@mpes.mp.br
18/09 Isabel Mendes Lomeu ilomeu@mpes.mp.br
19/09 20/09 Raphael Guimarães dos Santos rgsantos@mpes.mp.br
20/09 21/09 Luiz Carlos de Vargas lvargas@mpes.mp.br
21/09 22/09 Geraldo Marques Vasconcelos de gabreu@mpes.mp.br
Abreu
Emmanuel Nascimento Gonzales dos
22/09 23/09 Santos ensantos@mpes.mp.br
23/09 24/09 Carlos Eduardo Rocha Barbosa cebarbosa@mpes.mp.br
24/09 João Emmanoel Gagno Júnior jjunior@mpes.mp.br
25/09 Edilson Tigre Pereira etpereira@mpes.mp.br
26/09 27/09 Felipe Pacífico de Oliveira Martins fmartins@mpes.mp.br
27/09 28/09 Lélio Marcarini lmarcarini@mpes.mp.br
28/09 29/09 Roger Guimarães de Melo Barreto rgbarreto@mpes.mp.br
29/09 30/09 Arthur de Carvalho Meirelles Neto aneto@mpes.mp.br
30/09 01/10 Gabriella Candido Cardoso gccardoso@mpes.mp.br
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Colatina, 20 de agosto 2021.
MARIANA FERREIRA OTTONI
PROMOTORA DE JUSTIÇA COORDENADORA
Portaria nº 7.255, de 8 de julho de 2019.
Portaria nº 7.256, de 8 de julho de 2019.
Localidade da
audiência de Localidades abrangidas
custódia
Colatina, Alto Rio Novo, Baixo Guandu, Marilândia, Pancas, São Domingos
do Norte, Barra de São Francisco, Ecoporanga, Mantenópolis, Água Doce
Colatina
do Norte, Águia Branca, São Gabriel da Palha, Boa Esperança, Pinheiros,
Montanha, Mucurici e Nova Venécia.
OBSERVAÇÕES: 19.11.1120.0000126/2021-58

INST R U Ç ÃO DE SE R VIÇ O N° 097/2021.


ESCALA DE PLANTÃO DIURNO DAS PROMOTORIAS DE JUSTIÇA
REGIÃO: V SEDE: LINHARES MÊS/ANO: SETEMBRO/2021
PROMOTOR(A) DE E-MAIL
DIA/MÊS DIA DA SEMANA
JUSTIÇA INSTITUCIONAL
04/09 Sábado Fábio Halmosy Ribeiro fribeiro@mpes.mp.br
Marcelo Victor Amorim
05/09 Domingo Gomes de Melo mvmelo@mpes.mp.br
Segunda-feira
06/09 Elias Gomes Zam ezam@mpes.mp.br
(Ponto Facultativo)
07/09 Terça-feira (Feriado) Itamar de Ávila Ramos iramos@mpes.mp.br
08/09 Quarta-feira(Feriado) Olga Maria Tedoldi Spalenza orosa@mpes.mp.br
Rosa
Marcelo Victor Amorim
11/09 Sábado mvmelo@mpes.mp.br
Gomes de Melo
12/09 Domingo Cleber Tadeu Tótola ctotola@mpes.mp.br
14/09 Terça-feira Blandina Irene Junqueira bjunqueira@mpes.mp.br
(Feriado Rio Bananal) Gutmann
Quinta-feira Márcio Augusto Gonçalves
16/09 (Feriado Jaguaré) Cardoso macardoso@mpes.mp.br
18/09 Sábado Hudson Colodetti Beiriz hbeiriz@mpes.mp.br
19/09 Domingo Hudson Colodetti Beiriz hbeiriz@mpes.mp.br
Terça-feira Gustavo Michelsem Monteiro
21/09 gmbarros@mpes.mp.br
(Feriado São Mateus) de Barros
Graziella Maria Deprá
25/09 Sábado gbittencourt@mpes.mp.br
Bittencourt Gadelha
Gabriel Heringer de
26/09 Domingo gmendonca@mpes.mp.br
Mendonça
Linhares, 20 de agosto de 2021.
EMMANOEL ARCANJO DE SOUZA GAGNO
PROMOTOR DE JUSTIÇA COORDENADOR
Portaria nº 7.255, de 8 de julho de 2019.
Região V: Linhares - sede, Aracruz, Ibiraçu, Rio Bananal, João Neiva, São Mateus,
Conceição da Barra, Pedro Canário e Jaguaré.
OBSERVAÇÕES: 19.11.1127.0021590/2021-97

COORDENAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS - CREH

P O R T AR IA C R E H Nº 2518, de 20 de agosto de 2021.


SU SP EN DER, por necessidade do serviço, as férias do servidor MA RCI EL Z A MP I RO L L I GI RO N DO L I, a partir de 17.08.2021,
referente ao período aquisitivo de 27.06.2020 a 26.06.2021, com o direito de poder gozá-las oportunamente, conforme procedimento
MP /Nº 19.11.1190.0021282/2021-96.

P O R T AR IA C R E H Nº 2519, de 20 de agosto de 2021.


SU SP EN DER, por necessidade do serviço, as férias do servidor JO N A CY L U I Z P EREI RA DO S SA N TO S, a partir de 10.08.2021,
referente ao período aquisitivo de 29.06.2020 a 28.06.2021, com o direito de poder gozá-las oportunamente, conforme procedimento
MP /Nº 19.11.1117.0021257/2021-23.

P O R T AR IA C R E H Nº 2520, de 20 de agosto de 2021.


DEFERI R o pedido de transferência de férias do servidor MA RCELO A MA RA L DA L MO N ECH, do mês de setembro de 2021 para
novembro de 2021 referente ao período aquisitivo de 03.12.2018 a 02.12.2019 para gozo a partir de 04.11.2021, conforme
procedimento MP /Nº 19.11.0063.0021730/2021-55.

P O R T AR IA C R E H Nº 2521, de 20 de agosto de 2021.


CO N CEDER licença para tratamento de saúde, por 14 dias, à servidora RA Í SSA MA CEDO P EÇA N H A DA FRA GA, a partir de
12.08.2021, na forma do art. 129 da Lei Complementar Estadual nº 46, de 31 de janeiro de 1994.

P O R T AR IA C R E H Nº 2522, de 20 de agosto de 2021.


CO N CEDER licença para tratamento de saúde, por 4 dias, ao servidor CRI ST I A N O SI LV EI RA RO DRI GU ES, a partir de 17.08.2021,
na forma do art. 129 da Lei Complementar Estadual nº 46, de 31 de janeiro de 1994, conforme procedimento MP /Nº
19.11.1148.0021426/2021-39.

P O R T AR IA C R E H Nº 2523, de 20 de agosto de 2021.


Rescindir o contrato de Bolsa de complementação educacional da estagiária de graduação GA B RI EL A CA RN EI RO N U N ES, a partir de
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Diário Oficial do Ministério Público do Estado do Espírito Santo Vitória, segunda-feira, 23 de agosto de 2021
24.08.2021, conforme procedimento MP /Nº 19.11.1132.0020347/2021-21.

P O R T AR IA C R E H Nº 2524, de 20 de agosto de 2021.


Rescindir o contrato de Bolsa de complementação educacional da estagiária de graduação L U CI A N A SI MÕES GASPA RI N I, a partir de
18.08.2021, conforme procedimento MP /Nº 19.11.1140.0020704/2021-59.

P O R T AR IA C R E H Nº 2525, de 20 de agosto de 2021.


Rescindir o contrato de Bolsa de complementação educacional do estagiário de graduação JEA N B A ZZO N I, a partir de 09.08.2021,
conforme procedimento MP /Nº 19.11.1127.0020408/2021-98.

P O R T AR IA C R E H Nº 2526, de 20 de agosto de 2021.


Rescindir o contrato de Bolsa de complementação educacional do estagiário de graduação MI GU EL A RRA I S, a partir de 18.08.2021,
conforme procedimento MP /Nº 19.11.1120.0021174/2021-85.

P O R T AR IA C R E H Nº 2527, de 20 de agosto de 2021.


Rescindir o contrato de Bolsa de complementação educacional da estagiária de graduação A MA N DA MO U L I N MA CAT ROZZO, a partir
de 04.08.2021, conforme procedimento MP /Nº 19.11.1140.0020354/2021-03.

P O R T AR IA C R E H Nº 2528, de 20 de agosto de 2021.


Rescindir o contrato de Bolsa de complementação educacional da estagiária de P ós-graduação N ATA L I A EL I AS MA CEN A, a partir de
05.08.2021, conforme procedimento MP /Nº 19.11.1140.0019485/2021-89.

P O R T AR IA C R E H Nº 2529, de 20 de agosto de 2021.


Contratada, L A RI SSA RI B EI RO CA MP O S, através do X I V P rocesso Seletivo de Estágio de Complementação Educacional de P ós-
Graduação, para exercer a função de estagiária em Vila Velha, no período de 03.08.2021 a 05.02.2022, conforme procedimento MP /Nº
19.11.2107.0015325/2021-31.

P O R T AR IA C R E H Nº 2530, de 20 de agosto de 2021.


Rescindir o contrato de Bolsa de complementação educacional da estagiária de P ós-graduação L A RI SSA RI B EI RO CA MP O S, a partir
de 10.08.2021, conforme procedimento MP /Nº 19.11.2107.0015325/2021-31.
Vitória, 20 de agosto de 2021.
E LIZ ÂNG E LA P E R U C HI R AM P INE LLI
G E R E NT E DA C O O R DE NAÇ ÃO DE R E C U R SO S HU M ANO S

COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO - CPL

AVISO DE LIC IT AÇ ÃO
R E G IST R O DE P R E Ç O S
P R E G ÃO E LE T R Ô NIC O Nº 056/2021
O Ministério P úblico do Estado do Espírito Santo torna público que realizará licitação na modalidade “P regão Eletrônico”, por Sistema
de R egistro de preços, cujo objeto é a aquisição de veículos tipo Sedan executivo, híbrido, flex, de representação zero
quilômetro, conforme processo MP nº 19.11.0040.0008373/2021-05. O julgamento do certame está previsto para o dia 03/09/2021,
com início da sessão às 15h. O valor total máximo estimado da licitação é de R $ 354.325,36. O Edital e informações adicionais
poderão ser obtidos pelo site: www.licitacoes-e.com.br, nº licitação: 891317.
Vitória, 20 de agosto de 2021.
E DU AR DO DA SILVA KR Ü G E R
P R E G O E IR O

R E VO G AÇ ÃO
P R E G ÃO E LE T R Ô NIC O Nº 049/2021

A P rocuradora-Geral de Justiça do Ministério P úblico do Estado do Espírito Santo, REV O GA o Edital de P regão Eletrônico nº
049/2021, P rocesso nº 19.11.0040.0014744/2021-66, cujo objeto é a contratação de empresa para o fornecimento de veículos
administrativos tipo VA N, sob sistema de registro de preços, isso porque a única empresa participante não foi capaz de perfazer as
exigências do Edital, resultando em licitação fracassada.
Vitória, 20 de agosto de 2021.
LU C IANA G O M E S FE R R E IR A DE ANDR ADE
P R O C U R ADO R A-G E R AL DE J U ST IÇ A

COMISSÃO PERMANENTE DE CREDENCIAMENTO E LEILÃO - CPCL

E DIT AL DE C R E DE NC IAM E NT O DE LE ILO E IR O O FIC IAL DE B E NS M Ó VE IS Nº 001/2021


R E SU LT ADO P R E LIM INAR DO S R E Q U E R IM E NT O S DE C R E DE NC IAM E NT O
O Ministério P úblico do Estado do Espírito Santo - MP ES, por meio da Comissão Permanente de Credenciamento e Leilão - CP CL, em
cumprimento ao subitem 9.4 do Edital de Credenciamento de Leiloeiro O ficial de Bens Móveis nº 001/2021, P rocesso SEI nº
19.11.2118.0002538/2021-86, torna público o R E SU LT ADO P R E LIM INAR da análise dos pedidos de credenciamento recebidos em
função do referido procedimento.
a) Foram julgados HAB ILIT ADO S (em ordem alfabética):
- CA RO L I N E DE SO U SA RI B AS, conforme Ata de Julgamento 0600886;
- FERN A N DO CA ETA N O MO REI RA FI L H O, conforme Ata de Julgamento 0600835;
- H I DI RL EN E DU SZ EI KO, conforme Ata de Julgamento 0600887;
- JO N AS GA B RI EL A N T U N ES MO REI RA, conforme Ata de Julgamento 0600884;
- L U CAS RA FA EL A N T U N ES MO REI RA, conforme Ata de Julgamento 0600881;
- REN A N N ERI S DA SI LVA, conforme Ata de Julgamento 0600874.
b) Foram julgados INAB ILIT ADO S (em ordem alfabética):

- P I ET RA N GELO RO SA L ÉM, conforme Ata de Julgamento 0600883;


- RO N A L D DE FREI TAS MO REI RA, conforme Ata de Julgamento 0600876;
- SA N DRA DE FÁ T I MA SA N TO S, conforme Ata de Julgamento 0600882.
As referidas atas de julgamento podem ser obtidas no sítio oficial do Ministério P úblico do Estado do Espírito Santo, em SERV I ÇO S
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Diário Oficial do Ministério Público do Estado do Espírito Santo Vitória, segunda-feira, 23 de agosto de 2021
> L I CI TA ÇÕES > L EI LÃO.
Aos interessados, fica facultado, na forma do item 10 do Edital, da Lei nº 8.666/93 e da legislação aplicável,
apresentar recurso contra as decisões da comissão, o que deverá ser feito por meio do e-mail cpcl@mpes.mp.br no prazo de 5
(cinco) dias úteis a contar da presente publicação, devendo-se observar as condições do subitem 10.6 do mesmo.
O utras informações que se façam necessárias poderão ser obtidas pelo telefone (27) 99309-0424 ou pelo e-mail cpcl@mpes.mp.br.

Vitória/ES, 20 de agosto de 2021.


DANIE L B E R NAR DO B E SSA
P R E SIDE NT E DA C O M ISSÃO P E R M ANE NT E DE C R E DE NC IAM E NT O E LE ILÃO

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