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QUALIDADE DA ENERGIA

a 47:Layout 1 1/7/2009 11:11 Page 38 QUALIDADE DA ENERGIA Testes de afundamentos de tensão em

Testes de

afundamentos de

tensão em

equipamentos

industriais

Andreas Eberhard, Power Standards Labs (EUA)

Tornar os dispositivos e instalações mais imunes às perturbações é uma prática que vem sendo cada vez mais adotada, elevando a importância dos testes de conformidade. Este artigo aborda as normas mais utilizadas e as particularidades dos ensaios de imunidade a afundamentos de tensão, incluindo os mecanismos de falhas mais comuns, e ainda a tendência de incorporar aos produtos funções inteligentes de qualidade da energia.

aos produtos funções inteligentes de qualidade da energia. A imunidade aos afundamentos de tensão é vital

A imunidade aos afundamentos de tensão é vital para uma ope- ração confiável dos equipa-

mentos e controles eletrônicos cada vez mais sofisticados. Todo produto elétrico deve ter capacidade de supor- tar afundamentos de tensão típicos; em muitos casos, contudo, o primeiro teste de afundamento ocorre com o equipamento em ope- ração, após ter sido ins- talado. Desta forma, é importante selecionar uma especificação apro- priada para propor- cionar imunidade a esses afundamentos, bem como verificar os testes de conformidade do equipamento. Os equipamentos

modernos podem ser sensíveis às pertur- bações de curta dura- ção que ocorrem na rede de energia elétri- ca da concessionária. Os sistemas elétricos estão sujeitos a uma ampla variedade de problemas associados à qualidade de ener-

gia, os quais podem interromper pro- cessos de produção e afetar equipa- mentos sensíveis, causando perdas de capacidade e paradas; algumas vezes, tais produtos viram sucata. O distúr- bio mais comum, sem dúvida, é o afundamento, que é uma redução pe- quena na tensão com duração de algu- mas centenas de milissegundos.

Normalmente, os afundamentos são causados pela operação de disjun-

tores ou fusíveis, partidas de motores ou chaveamentos de capacitores. Porém, eles também podem ser origi- nados por curtos-circuitos no sistema de distribuição de energia, os quais, por sua vez, são causados por diversos eventos, como cabos subterrâneos atingidos por escava- deiras, animais nos iso- ladores e ionização do ar provocada por des- cargas atmosféricas ao redor das linhas de alta tensão. Diversas con- cessionárias de energia elétrica reportam que 80% dos distúrbios elétricos têm origem dentro das instalações do usuário. Há uma década, a so- lução para enfrentar os afundamentos de ten- são consistia numa ten- tativa de armazenar, de alguma forma, energia

suficiente para ser inje- tada na rede de energia CA quando da queda da tensão. Algumas solu-

rede de energia CA quando da queda da tensão. Algumas solu- Fig. 1 – Os testes

Fig. 1 – Os testes de imunidade aos afundamentos de tensão tornaram-se comuns na indústria de semicondutores, com valor econômico comprovado. As novas normas IEC para imunidade aos afundamentos de tensão vão expandir esses tipos de testes e certificações para outras indústrias

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afundamentos de tensão vão expandir esses tipos de testes e certificações para outras indústrias 38 EM
afundamentos de tensão vão expandir esses tipos de testes e certificações para outras indústrias 38 EM
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ções antigas incluíam sistemas de energia ininterrupta (UPS), volantes de inércia (flywheels) e transfor- madores ferro-ressonantes. Mais recentemente, os engenheiros concluíram que o afundamento de tensão pode ser considerado, na reali- dade, um problema de compatibili- dade, existindo pelo menos dois tipos de solução: melhorar a energia ou tor- nar o equipamento mais robusto. A úl- tima alternativa é denominada “imu- nidade a afundamentos de tensão” e tem adquirido maior importância ao redor do mundo.

Normas desenvolvidas A seguir, são discutidas as três principais normas para imunidade aos afundamentos de tensão: IEC 61000- 4-11, IEC 61000-4-34 e Semi F47 (IEC - International Electrotechnical Commission; Semi - Semiconductor Equipment and Materials Institute). Existem outras em uso: IEEE 1100, Cbema - Computer Business Equip-

ment Manufacturers Association, Itic - Information Technology Institute Council, Samsung Power Vaccine, normas internacionais e a MIL-STD, que é a especificação do U.S. Defense Department. Porém, as três primeiras parecem ter maior aceitação no mer- cado.outras em uso: IEEE 1100, Cbema - Computer Business Equip- A IEC 61000-4-11 e IEC 61000-4-

A IEC 61000-4-11 e IEC 61000-4-

34 constituem um conjunto de normas

fortemente relacionadas que cobrem a

imunidade aos afundamentos de ten- são. A IEC 61000-4-11 Ed. 2 abrange os equipamentos especificados para

16 ampères por fase ou menos. Já a

IEC 61000-4-34 Ed. 1, escrita após a IEC 61000-4-11 (logo, parece ser

mais abrangente), cobre os equipa- mentos especificados para valores

maiores do que 16 ampères por fase.

A Semi F47 é a norma para imu-

nidade aos afundamentos de tensão utilizada na indústria de fabricação de semicondutores, onde um único afun- damento pode resultar em uma perda de produtos da ordem de milhões de dólares, caso a instalação não seja protegida adequadamente.

A indústria de semicondutores de-

senvolveu especificações para seus equipamentos de produção e também para os componentes e subsistemas

de produção e também para os componentes e subsistemas Fig. 2 – Um exemplo típico de

Fig. 2 – Um exemplo típico de uma curva de sustentação durante afundamentos de tensão comparada à especificação da Semi F47, normalmente usada na indústria de semicondutores

desses equipamentos. Nesse tipo de indústria, o atendimento aos requisi- tos das especificações é totalmente impulsionado pelos consumidores; por sua vez, os fabricantes de se- micondutores reconhecem as conse- qüências econômicas das falhas provocadas pelos afundamentos, recu- sando-se, em geral, a adquirir novos equipamentos que não estejam em conformidade com os requisitos de

imunidade da Semi F47. Atualmente, essa norma passa por um processo de revisão e atualização. Todas as três normas especificam determinadas amplitudes e tempos de duração dos afundamentos de tensão para os equipamentos sob teste (EST). Por exemplo, uma especificação pode estabelecer 70% do valor nominal para 500 milissegundos. O percentual é a quantidade de tensão remanes- cente, e não a quantidade perdida. Ca-

da norma especifica critérios de clas- sificação (pass-fail criteria) para o EST quando da aplicação do afunda- mento de tensão. As normas IEC pos- suem uma faixa de critérios pass-fail, porém a norma Semi F47 é mais ex- plícita (figura 2).

O que torna diferentes os testes de afundamentos de tensão Ao contrário da maioria dos en-

de afundamentos de tensão Ao contrário da maioria dos en- saios de imunidade e emissões, os

saios de imunidade e emissões, os testes dos afundamentos de tensão exigem que o engenheiro controle e manipule toda a potência fornecida para o EST. Para dispositivos me- nores, como computadores pessoais, isso não é um grande desafio. Con- tudo, para equipamentos industriais maiores, por exemplo, de 480 volts trifásicos e 200 ampères por fase, com uma corrente de inrush esperada de 600 ampères ou mais, o engenheiro de aplicação dos testes deve estar pre- parado para grandes desafios de segu- rança e desempenho. O gerador de afundamentos de ten- são consiste numa peça do equipa- mento de testes que é inserida entre a rede de energia elétrica CA e o EST. Ele gera afundamentos de tensão de qualquer profundidade e duração. Alguns, como o PSL Industrial Power Corruptor, inclui afundamentos pré- programados para todas as normas IEC, Semi ou MIL. Considerando que um mecanismo de falha comum do EST é a atuação de um disjuntor ou a queima de um fusí- vel durante a corrente de inrush após um afundamento de tensão, o gerador de afundamentos deve ser especifica- do para fornecer elevados valores de correntes de pico (normalmente da or- dem de centenas de ampères). Nas normas IEC, esse requisito referente

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de pico (normalmente da or- dem de centenas de ampères). Nas normas IEC, esse requisito referente
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Fig. 3 – Engenheiro insere um gerador de afundamentos entre a fonte CA e o equipamento sob testes. Freqüentemente é preciso lidar com elevadas correntes (200 A) e tensões (480 V, trifásica)

às correntes de pico significa que as fontes CA dos amplificadores ele- trônicos podem, em geral, somente ser usadas para testes pré-conformidade, não para certificações (figura 3). Alguns softwares, como o de testes da imunidade aos afundamentos do PSL - Power Standards Lab, incluem extensas listas de verificações (check- lists) de segurança com alguns itens óbvios (Quem da equipe de testes tem treinamento em primeiros socorros? Onde fica o extintor de incêndio mais próximo?) e outros menos (Como ter acesso a pelo menos dois disjuntores localizados a montante? Onde fica a lata de lixo mais próxima?). Este tipo de teste requer um EST totalmente funcional, bem como al- guém que saiba operá-lo. A única for- ma de determinar se um EST está imune aos afundamentos de tensão re- queridos é certificar-se de que ele per- manece totalmente operacional du- rante esses eventos. Em muitos casos, os afundamentos precisam ser aplica- dos durante diferentes etapas da ope-

ração do EST. Va - le destacar que, com freqüência, o EST não está pron- tamente disponí- vel para ser sub- metido aos testes dos afundamentos de tensão: traba- lhos em desenvol- vi men to precisam ser completados; ninguém está dis- ponível para ope- rar o EST; os ma- teriais necessários para operação do EST (matéria-pri- ma, água de resfri- amento, ar com- primido, etc.) não estão disponíveis; ou o software do EST está com de- feito. Os enge- nheiros de testes devem estar pre- parados para esses tipos de proble- mas.

Além disso, os mecanismos de falha do EST podem ser complicados e o engenheiro de testes deve também estar capacitado para auxiliar no diagnóstico. Os os- ciloscópios digitais incorporados na maioria dos geradores de afundamen- tos são bastante úteis, mas o enge- nheiro de aplicação do teste tem de compreender onde conectar os canais aos circuitos no interior do EST.

Mecanismos de falha comuns devidos a afundamentos de tensão O mecanismo de falha mais comum é a falta de energia. Isso pode se ma- nifestar de forma tão simples quanto uma tensão insuficiente para manter um contator ou um relé crítico ener- gizado, ou algo tão complexo quanto um sensor eletrônico em que uma fa- lha de alimentação provoca uma leitu- ra incorreta, o que pode causar uma resposta inadequada do software do EST. O segundo mecanismo de falha mais comum ocorre, surpreendente-

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resposta inadequada do software do EST. O segundo mecanismo de falha mais comum ocorre, surpreendente- 42
resposta inadequada do software do EST. O segundo mecanismo de falha mais comum ocorre, surpreendente- 42
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mente, logo após o término do afunda- mento. Nesse caso, todos os capaci- tores internos ao EST são recarrega- dos ao mesmo tempo, provocando grande aumento na corrente da rede de energia CA, que pode causar atuação de disjuntores, queima de fusíveis e até destruição de retificadores de esta- do sólido. A maioria dos engenheiros projetistas realiza corretamente a pro- teção contra essa corrente de inrush no caso de um ciclo liga-desliga (power cycling), porém, vários não conside- ram efeitos similares em afundamen- tos de tensão. Durante a definição dos procedimentos de testes, é necessário ser extremamente cuidadoso. Se usa- do um gerador de afundamentos cuja capacidade de corrente seja limitada, o equipamento passará indevidamente nos testes, caso a corrente disponível seja insuficiente para atuação do fusível ou do disjuntor num tempo de meio-ciclo. Outro mecanismo de falha comum ocorre quando um sensor detecta o afundamento de tensão e decide desli- gar o EST. Num exemplo simples, um EST trifásico pode ter um relé de se- qüência de fases que interprete incor- retamente um afundamento de tensão desequilibrado como uma inversão de fases e, conseqüentemente, desligue o equipamento. Para citar um exemplo mais atípi- co, vamos considerar um sensor do fluxo de ar instalado próximo a umrealiza corretamente a pro- teção contra essa corrente de inrush no caso de um ciclo liga-desliga

ventilador, que detecta a redução mo- mentânea de velocidade deste, porém

o software do equipamento interpreta

incorretamente a mensagem do sensor como uma indicação de falha do sis- tema de resfriamento do EST. Nesse caso, uma temporização do sinal de falha do ventilador no software é a solução para melhorar a imunidade aos afundamentos. Um mecanismo mais típico de fa-

lha do EST envolve uma seqüência incomum de eventos. Em um caso, por exemplo, um afundamento de ten- são foi aplicado ao EST e seu conta- tor principal abriu bruscamente. Contudo, investigações adicionais revelaram que um pequeno relé, conectado em série com a bobina do contator principal, atuou na verdade porque recebeu um contato de abertu-

ra de relé vindo de um sensor de vaza-

mento de água — por sua vez, este sensor atuou porque a tensão de saída de sua fonte de alimentação caiu de 24 VCC para 18 VCC durante o afun- damento. A solução foi instalar um capacitor de baixo custo no circuito da fonte de 24 VCC. Outros mecanismos de falha po- dem ocorrer durante afundamentos de tensão (figura 4, pág 46.). A questão, para o engenheiro de testes, sempre será: Como resolver este problema? Usualmente, uma vez que o problema tenha sido identificado, haverá uma solução simples e de baixo custo.

Nova tecnologia de medição da qualidade de energia incorporada a produtos Existe uma nova forma de aumen- tar a confiabilidade dos produtos em relação aos problemas mais comuns de afundamento de tensão e qualidade da energia. Por que não tornar o pro- duto mais inteligente, de forma que possa reagir em função da severidade do afundamento de tensão? Monitores de qualidade da energia instalados de forma permanente em nível do produto serão cada vez mais utilizados. Esta nova tecnologia em- butida apresenta uma grande van- tagem: os problemas de qualidade e o consumo de energia podem ser avali- ados diretamente no produto ou máquina. O novo monitor (figura 5, pág 47.) tem as mesmas funções e característi- cas dos já bem conhecidos instrumen- tos de qualidade da energia tipica- mente usados no nível da instalação, os quais, além de muito mais caros, são grandes para ser integrados e pro- jetados dentro dos produtos. Instru- mentos tradicionais de qualidade da energia têm sido projetados com o próprio, e exclusivo, invólucro. Ao se incluir esse novo e pequeno instrumen- to de qualidade de energia no “pacote” de um disjuntor para montagem em tri- lho DIN 35 mm, a instalação é enorme- mente simplificada. A tendência se- gue na direção de uma funcionalida-

tri- lho DIN 35 mm, a instalação é enorme- mente simplificada. A tendência se- gue na
tri- lho DIN 35 mm, a instalação é enorme- mente simplificada. A tendência se- gue na
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a 47:Layout 1 1/7/2009 11:11 Page 46 QUALIDADE DA ENERGIA Fig. 4 – “Anatomia” do afundamento

Fig. 4 – “Anatomia” do afundamento de tensão – a) Para testar um novo produto, um afundamento de tensão é introduzido na fonte de alimentação; b) A forma de onda, que antes do afundamento tinha cerca de 40 A de pico, aumenta para

450 A de pico após a perturbação; c) A mesma corrente, dessa vez expressa

como valor eficaz : antes do afundamento, era de aproximadamente 23 A eff (este

equipamento foi especificado para 30 A), e, após o afundamento, aumentou para

175 A eff, , comportamento que não é usual; d) Saída de uma fonte de alimentação

CC durante o afundamento de tensão

de de qualidade da energia inteligente e incorporada aos produtos. O sistema detecta quaisquer tipos de problemas de energia nas linhas CA e pode se co-

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municar diretamente com o produto, máquina ou equipes técnicas das ins- talações. A versão mostrada na figura 5 pos-

municar diretamente com o produto, máquina ou equipes técnicas das ins- talações. A versão mostrada na
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Fig. 5 – Monitor de qualidade da energia PQube, de baixo custo, para integração e instalação permanente

sui conectividade Ethernet (e inclui um servidor de web, um servidor FTP

e um gerador de e-mails), conectivi-

dade para rádio wireless e conexão via modem. Contudo, é otimizada para funcionar sem qualquer conec- tividade — pode facilmente armaze- nar os dados de um ano no cartão de memória removível SD. Seguindo o modelo utilizado em

câmeras digitais, o monitor não requer absolutamente nenhum software. Ao conectar uma câmera digital no com- putador, as fotos são imediatamen-

te

vistas numa pasta do disco rígido.

O

mesmo ocorre com os dados de

qualidade de energia contidos no monitor.

Com o uso cada vez mais crescente

de equipamentos e controles sofistica-

dos nas instalações industriais, comer- ciais, institucionais e governamentais,

a continuidade, confiabilidade e a

qualidade dos serviços elétricos tor-

naram-se extremamente cruciais para

a maioria dos usuários de eletricidade.

A energia elétrica dificilmente vai

melhorar no futuro; logo, o principal objetivo de qualquer fabricante é tornar os produtos imunes aos afun- damentos de tensão. Assim como to- dos os carros modernos devem estar preparados para suportar os solavan- cos das irregularidades das rodovias, todos os produtos elétricos devem ter capacidade de sustentação durante todo afundamento de tensão comum, que vai ocorrer mesmo que a insta- lação ofereça a melhor qualidade de energia elétrica.

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comum, que vai ocorrer mesmo que a insta- lação ofereça a melhor qualidade de energia elétrica.
comum, que vai ocorrer mesmo que a insta- lação ofereça a melhor qualidade de energia elétrica.
comum, que vai ocorrer mesmo que a insta- lação ofereça a melhor qualidade de energia elétrica.