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BRUNO DAVI PELEGRINI

O MUNDO PRECISA DE FILOSOFIA


EDUARDO P. MENDONÇA

Resumo apresentado segundo as exigências


da disciplina de Introdução à Filosofia,
lecionada pelo Rev. Donizeti Rodrigues
Ladeia, do 2º Período do 1º Ano Noturno do
Seminário Teológico Presbiteriano José
Manoel da Conceição.

SÃO PAULO, 2006


INTRODUÇÃO
Qual é o maior poder do mundo? Se pensarmos nos maiores poderosos podemos
ligar o poder às riquezas, porque os poderosos são os mais ricos. Contudo podemos nos
perguntarmos, como um dia eles chegaram lá? Através de suas idéias, através de seu
conhecimento...
“Certa vez a esposa de Hieron, rei de Siracusa, perguntou ao poeta Simônides o que
valia mais: ser rico ou ser sábio? - Rico, respondeu o poeta; pois vejo os sábios estarem
batendo à porta dos ricos1...Bem, é verdade que os sábios em geral batem à porta dos ricos,
e que os ricos não batem à porta dos sábios; mas, isto é porque os sábios sabem o de que
precisam, e se os ricos não procuram os sábios é porque não conhecem quais são as suas
necessidades (atribuído a Antístenes)2”.
Porque seria importante a sabedoria e o conhecimento? Se é importante, devemos
dar valor àqueles que o fazem da vida a busca por tal? Os filósofos, a Filosofia?
Sem ela somos o que? Se é que podemos ser sem...

I. AS IDÉIAS MOVEM O MUNDO


Este capítulo trata do valor da sabedoria e da riqueza, relacionadas entre si.
A riqueza julga-se ser o maior poder porque geralmente os ricos são os mais
poderosos; riqueza chama riqueza, quanto mais riqueza, mais poder. Este poder exterior dá
a aparência de liberdade, através do poder que dá ao rico de ter e mandar em seus
inferiores, que são os pobres.
O poder do rico não está intimamente em si mesmo, mas às pessoas mais pobres que
necessitam dele e do que ele pode oferecer 3, e este toma consciência disso em sua forma
soberba, ou na simples troca de interesses de ambas as partes.
Aristóteles diz em sua filosofia que a vida não é isso, como não é mesmo. “(o rico)
tem todas as características de um homem feliz, a quem falta, no entanto, o bom senso4”.
O autor deixa bem claro que sua preocupação não é com a riqueza e sua forma de
administração, mas se preocupa em fazer o contraste entre esta e a sabedoria. Ele
argumenta sobre a riqueza para somente demonstrar que existe um poder maior por trás até
mesmo da riqueza, essa é a tese do autor.
A importância são as idéias, a Filosofia (eis o nome da obra: “O Mundo Precisa de
Filosofia”), não é algo que está preso somente ao ambiente acadêmico, mas está presente
nas ruas, em cada um, a diferença está em sabermos disso ou não.
O autor destaca que estamos numa era em que a Filosofia está em seu alvorecer, o
mundo é formado e dirigido pelas idéias, ideologias, do qual ele define da seguinte forma:
“são os conjuntos de fatores afetivos e voluntários que, envolvendo uma idéia, a
transformam em uma poderosa energia dinâmica5”.

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Ou seja, para um maior esclarecimento, é como se o rico deixa-se de ser assim, perde ele suas riquezas, e daí
seus inferiores não existiriam mais, porque pode ser, num exemplo disso: que venha seu inferior tomar o seu
lugar! O poder não está na pessoa, mas naquilo que ela tem.
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Na História do mundo vemos quatro forças que dominaram o mundo: (1) o militar;
(2) o pensamento religioso na Idade Média; (3) e a partir da burguesia e seu valor
econômico, através dos problemas sociais surgiu o poder que é o atual (4) o poder político.
Os outros poderes foram submetidos a este. E diante deste poder, nunca foi tão essencial e
característico as ideologias presentes e assim discutidas.
E o papel da Filosofia está presente na preocupação da vida humana, coisa que os
políticos não podem responder como os filósofos.
Nas palavras de Bochenski, ele é contra a idéia de que a Filosofia é ignorada por ser
rotulada como “um conjunto de especulações abstratas sem interesse para a existência 6”.
Dizem que se deve dar mais valor às ciências todas, elas responderão “como” devemos agir
e fazer, mas antes do “como” vem o “porquê”, e somente, diz ele, a Religião e a Filosofia
podem dar a última resposta ao ultimo “porquê”. O homem é um animal racional, se ele não
age consciente dela, da razão, ele age irrefletidamente e diletante. Para ele todos são
filósofos, porque todos “constroem suas próprias filosofias, inúteis e medíocres 7” (referindo
àquele que não busca a Filosofia).
Ele ainda continua dizendo que mesmo que o filósofo propriamente dito não tenha
lugar na realidade cotidiana, ninguém pode negar de forma sincera que a Filosofia é vã. Ele
diz que o filósofo só é reconhecido após sua morte, em vida como alguns casos raros
(Plotino, Aquino, Hegel, Bérgson), são valorizados por moda, e não porque foram
realmente compreendidos. Isso porque o filósofo não leva em conta a exigências da hora e
das modas do dia, ele é um ser que está além de seu próprio tempo; que não se prende ao
momento presente fazendo o homem se encontrar em si mesmo cada vez mais.
Bochenski finaliza dizendo ainda que a Filosofia é também uma força histórica. Pois
é o pensamento que transforma a face da humanidade. Ele cita o exemplo de Hegel 8 que
através de seu pensamento abriu as portas ao fascismo, ao nacional-socialismo e ao
comunismo. Para ele o filósofo tem o verdadeiro poder, de convencer homem a homem até
chegar às massas. O mundo busca nos filósofos a direção da história e não nos políticos, “o
que os filósofos anunciam hoje será a crença do amanhã9”.

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Hegel introduziu um sistema para compreender a história da filosofia e do mundo mesmo, chamada
geralmente dialética: uma progressão na qual cada movimento sucessivo surge como solução das contradições
inerentes ao movimento anterior. Por exemplo, a Revolução Francesa constitui, para Hegel, a introdução da
verdadeira liberdade às sociedades ocidentais pela primeira vez na história escrita. No entanto, precisamente
por sua novidade absoluta, é também absolutamente radical: por um lado, o aumento abrupto da violência que
fez falta para realizar a revolução não pode deixar de ser o que é, e, por outro lado, já consumiu seu oponente.
A revolução, por conseguinte, já não pode voltar-se para nada além de seu resultado: a liberdade conquistada
com tantas penúrias é consumida por um brutal Reinado do Terror. A história, não obstante, progride
aprendendo com seus erros: somente depois desta experiência, e precisamente por causa dela, pode se postular
a existência de um Estado constitucional de cidadãos livres, que consagra tanto o poder organizador benévolo
(supostamente) do governo racional e os ideais revolucionários da liberdade e da igualdade.
Nas explicações contemporâneas do hegelianismo - para os estudantes universitários, por exemplo -
a dialética de Hegel geralmente aparece fragmentada, por comodismo, em três momentos chamados: tese (em
nosso exemplo, a revolução), antítese (o terror subseqüente) e a síntese (o estado constitucional de cidadãos
livres). No entanto, Hegel não empregou pessoalmente essa classificação absolutamente; ela foi criada
anteriormente por Fichte em sua explicação mais ou menos análoga à relação entre o indivíduo e o mundo. Os
estudiosos sérios de Hegel não reconhecem, em geral, a validade desta classificação, ainda que possivelmente
tenha algum valor pedagógico.
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O autor usa de Bochenski para enfatizar que o homem vive preso no momento
presente e imediato à medida que desconhece a razão de ser em sua vida, e isso é refletido
na mesma proporção que ele se agarra as pequenas coisas do cotidiano. Este não sabendo
aonde ir e aonde chegar, é tomado por grande ansiedade, que é encontrada na sua solução
de transformar o mundo, mas “revolver não é revolucionar, evolver não é evoluir, nem
processamento é necessariamente progredir10”.
E como a modernidade é caracterizada por uma era mecânica e digital, sua mente
acompanha e se acomoda ao que é pragmático, daí se perdeu a contemplação das coisas, e
assim a perspectiva do ser; do ser a idéia de produção; da idéia de produção o senso de
perfeição. Na perspectiva do mais se esqueceu a perspectiva do melhor.
A contemplação não é alienação, antes, ela está contida na ação, ação de passar aos
outros o que se contemplou. A vida contemplativa só se choca com a vida operativa se ela
tem seu fim fora do sujeito em si, porque a vida contemplativa busca a perfeição do ser,
daquilo que é, daquilo que quer ser, que pode ser, que deve por fim ser.
Quando o autor diz da vida contemplativa e sua sincronização à vida real e prática,
está, como já foi dito, no “como” fazer, que é o terreno da Filosofia, porém, o “como”
ligado as preocupações do “porque” e “para que” fazer julgando “o que” fazer diante do
dever e da vontade, para que se apofunde mais na vida do próprio pensador.
“Fausto” de Goethe11, é uma obra do qual retrata a ambição da vida humana pelo
poder sem pensar no que faz, entregando assim sua alma ao diabo 12. O problema não é
possuir riquezas, mas antes, ser dominado por elas. E as riquezas pendem a este lado, o
homem nunca está contente com o necessário, com aquilo que tem.
Mas qual relação teria as idéias e a vida do homem de forma específica? O autor
responde com três argumentos:
1. Idéia e sentimento;
“O que os olhos não vêem o coração não sente”. O autor usa do ditado para
demonstrar que não podemos ter idéia de algo se não temos a sua figura em nossa mente, a
propria palavra idéia da origem grega significa “visão, o que é visto, a forma, a figura”. E
os sentimentos dependem da variação de nossas idéias.
Ele ainda ilustra este argumento pela maneira de ver o mundo dos estóicos. Se os
prazeres do mundo é algo externo da dor - o “não sofrer”, logo tem eles prazer na morte.
Um estóico cristão espera com paciência pela morte na idéia de vida eterna (após a morte).
Em Electra de Eurípedes, a personagem principal se encontra com o irmão após longos
anos, mas antes de identificar-se, conversam entre si por considerável tempo, o que produz
na platéia um forte impacto emocional. Outros exemplos são citados ainda pelas tragédias
gregas como Ulisses em Odisséia de Homero, que esperado em seu lar após a guerra
mesmo dito como morto, volta disfarçado de mendigo, identificando-se primeiro ao filho, e
depois a todos13.
Até mesmo no sentimento religioso vemos a idéia, variando de cada força ou deus,
tal é o sentimento nesta religião, daremos a idéia de esperança que o autor ilustra do nosso
Cristianismo pela idéia de um Deus de amor e graça.
As idéias dão o tom aos sentimentos, como dão cor à própria existência.
2. Idéia e vontade
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Para consultar a obra completa: http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/faustogoethe.html
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Mt. 16.26.
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Gn. 45.1-15.
Vontade aqui é o expressar daquilo que se pensa, do qual até mesmo os grandes
pensadores erraram na maneira de exprimir esta vontade. Kant definiu “vontade pura” por
uma vontade apenas por ser vontade.
Toda vontade é transitiva.
Quando dizemos um homem de vontade, dizemos que ele sabe o que quer, e quer o
que sabe. A vontade leva à ação, e a vontade vem das idéias, logo a importância das idéias
para a motivação de buscar algo e possuir.
A idéia assim decide a ordem moral da vida. Ele faz o que é bem rejeitando o mal
porque sabe discernir em sua mente o que é um e o que é o outro. O discernimento vem
pelas boas idéias, ninguém pode dizer que age de certa forma errônea por outro lado porque
recebeu idéias erradas, uma má educação. Ninguém se torna indesculpável de algum crime
por simples ignorância14, somente os loucos de alguma forma não sabem o que fazem com
consciência plena. O bem é um obstáculo ao mal, que comete maldades se choca com a
idéia do bem, e isso o aflige, e então, ocorre uma separação entre a idéia e o
comportamento, que busca uma solução. Eis a idéia mais uma vez como força
determinante.
3. Idéia e ação
“Até hoje, os filósofos só fizeram interpretar o mundo; devemos, agora, transformá-
lo”, diz Kar Marx em “A Ideologia Alemã”. De nada adianta a teoria sem a sua prática.
O homem busca a liberdade, mas não entende isso até que domine seus atos, e para
dominar seus atos, necessita de entender as suas próprias idéias. Um homem é infeliz
mesmo buscando a felicidade, mas por quê? Porqe não sabe o que seja a idéia de
felicidade...
Sem idéias não há ações, idéias obscuras e vagas espelham ações sem firmezas,
como o louco ou o teimoso, suas ações são fruto de suas mentes.
Assim, “ou vivemos de acordo com o que pensamos, ou acabamos pensando de
acordo com o nosso modo de viver15”. Logo, o homem deve saber o que está fazendo com
sua própria vida, parar para pensar. Sem idéias e pensamentos somos enganados pela força
do hábito a vivermos sem saber para onde ir, viver por viver. O mal nisso tudo é que a
responsabilidade e obrigação de seus deveres são amenizados ou até mesmo, ignorados,
esquecidos.
A Filosofia é necessariamente importante tanto em aspectos gerais como no
particular e individual, por iso ela é presente em nossas vidas. Deste modo as idéias movem
o mundo.

II. OS FILÓSOFOS CONVIVEM CONOSCO


Qual é a idéia que temos de um filósofo? Um ser estranho, diferente e alienado,
destaca o autor. Pitágoras morre numa versão deste acontecimento, num incêndio que o
povo da localidade fizeram em sua escola sentindo-se ameaçados pelo estilo de vida dele e
de seus discípulos. “O homem prefere eliminar o que não compreende16”.
Nas palavras que se seguem o autor toma por base Platão em “Teetetos”, num
diálogo ente Sócrates e Teodoro...

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Rm. 2.12
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De certo modo o filósofo é alguém fora de sua época, ele está além dela, ele vive ali
no local do qual reside, mas nada ali o prende.
Por outro lado, o filósofo a viver filosofando não sabe qual a necessidade do seu
mais próximo ali. Tales caiu uma vez no poço enquanto observava os astros, quando lhe
chega uma serva da Trácia dizendo com zombaria: como cuida de saber o que se passa no
céu, se não sabe ver o que tem diante de si, a seus pés.
Contra sua vontade o filósofo comparece diante das realidades do cotidiano, do
local, da vontade dos homens, e ali demonstra sua sabedoria. Não insulta ninguém porque
tem os olhos para o que é bom, não insulta, não elogia, ri dessas ridicularidades e assim é
tomado por um alienado. Não faz distinção entre as pessoas. Mas ele mesmo é objeto de
riso do povo, “quer porque esteja voltado para coisas muito fora de alcance, como se crê,
ou porque não se preocupa de ver o que está intimamente diante de seus pés17”.
O autor segue em seus argumentos, alguém que desconhece um filósofo, não lhe dá
merecida confiança.
O filósofo não surge somente para confundir os pensamentos e fazer jogo com
palavras. Ele demonstra com sua vida que o humano tem uma capacidade reflexiva, tem um
conhecimento do conhecimento.
O problema está no sofismo de alguns, e isso que acaba impressionando as pessoas,
com uma falsa lógica e um bom literalismo. Os filósofos surgem para clarear as idéias, e
não confundi-las.
O autor cita vários exemplos de filósofos e suas teses, de forma isolada. A
importância de ver estas é que eles buscavam a verdade, então, mesmo em seus erros
podemos aprender a juntar cada coisa e chegarmos a um censo comum.
Mesmo que haja uma diferença no modo de viver do filósofo e os demais, a “busca”
está em cada ser, e isso nos une a eles, e deste modo, o filósofos convivem conosco. De que
forma? Como aspiramos seres inúmeros invisíveis, nossos pensamentos tem os
pensamentos dos filósofos, eles apenas descobrem aquilo do qual não conseguimos definir,
ou mesmo, não nos preocupamos em fazer, mas mesmo assim, eles definem e isto chega a
nós.
Um exemplo disso está em nossa bandeira o lema “Ordem e Progresso” de August
Comte. A ordem com o amor por base pregado com filantropia e fraternidade; e o progresso
através da evolução social e política da humanidade. “Contra fatos não há argumentos”
vindo também do positivismo, uma critica à interpretação dos fatos e a teorização, que
poderiam assim deformar os fatos numa fábula ou enredo.
É assim quando encontramos uma pessoa que defende a vida ser feita dos prazeres
(epicurista); de quem não dá crédito à verdade (cético); a verdade só é verdade para si
mesmo (relativista). E todos têm os seus erros. O prazer contínuo leva ao tédio, à fadiga e
ao enjôo, o que Epicuro separou prazeres móveis de estáveis. O cético, se afirma que tudo é
mentira, logo sua própria afirmação é mentira também! E por último, se a verdade é
relativa porque não podemos chegar ao pleno conhecimento da verdade, como saberemos
que temos algum conhecimento que se aproxime dela?
Todos carregam em si mesmo posições filosóficas, e não somente uma. Mesmo que
não saibam quais, mesmo que não saibam o porquê que as assumem. Deste modo quem se
afasta da realidade? Quem pode responder melhor sobre a vida, de alguém que medita
sobre ela e tudo que a cerca? Os filósofos convivem conosco.

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CONCLUSÃO
Como as idéias movem o mundo?
1. Porque aqueles que têm poder, comandam através das idéias, e não da riqueza que
tem;
a. O Poder dominante no mundo hoje é o político, que governa o militar, o
religioso e o econômico. A política é basicamente constituída de idéias.
2. Porque o ser humano passa a maior parte da vida se preocupando na verdade é
consigo mesmo, em seu lar, em sua família. Ele pensa sobre estas coisas e procura
um melhor meio, melhores idéias.
3. Podemos afirmar através do texto que sem as idéias, o mundo não se move, não há
progresso, evolução. As coisas ficam pela metade, e sem fins proveitosos, porque
nenhum fim é fim sem os seus meios, todo meio é uma idéia18.
4. Porque como no texto as idéias:
a. Dão tom aos sentimentos, como dão cor a existência.
b. Motivam a vontade e seus fins;
c. Dão razão às ações e as firmam com fim perseverante.
De qual modo os filósofos convivem conosco?
1. Mesmo que estranho aos demais, ele vive em nossos pensamentos que não
enxergamos mais claramente ou mesmo nada sobre. Convivem hoje mesmo que
existiram um dia no passado, através de suas idéias imortais, porque são ainda as
nossas idéias.
2. Eles convivem e existem para nos achegar à realidade e não nos afastarmos dela,
através da reflexão sobre a própria vida, a definindo o que seja, pra que vivemos
e pra que morremos.

BIBLIOGRAFIA

 Mendonça, Eduardo P. O Mundo Precisa de Filosofia. AGIR. Pág.5-51.

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Lc. 14.28-32.

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