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Oito Idades do Homem.

Em: “Infância e Sociedade”


de Erik H. Erikson

QUEM É Erik Erikson?

Erik Homburger Erikson: nascido em 1902, na Alemanha. Morreu em 1994. Juntou-se


ao grupo de psicanalistas em 1927, sob influência de Anna Freud, sua analista e filha de
Sigmund Freud, tornando-se um psicanalista de crianças. Emigrou aos EUA em 1933 por
conta da ascensão da ideologia nazista na Europa. Um dos teóricos da Psicologia do
Desenvolvimento e responsável pelo desenvolvimento da Teoria do Desenvolvimento
Psicossocial. Erik Erikson teceu diversas críticas à psicanálise principalmente no que diz
respeito à Psicanálise não valorizar as interações entre indivíduo e o meio e privilegiar
os aspectos patológicos e defensivos da personalidade.

1. Confiança básica versus desconfiança básica (impulso e esperança)


A primeira demonstração de confiança social da criança pequena é a facilidade de
alimentação, profundidade do sono e relaxamento do intestino. Aos poucos, a
continuidade da experiência vai ajudando a criança a desenvolver uma identidade
rudimentar e capacidade de separar-se da mãe sem demasiada ansiedade. Essa fase está
compatível com a fase oral, descrita por Freud, o que fica evidente quando Erikson fala
da compulsão da criança por morder tudo e todos. Esse momento na vida humana pode
ser relacionado com a aquisição da esperança.
Erikson utiliza-se do termo “confiança” por guardar em si um quê de ingenuidade e
de mutualidade. Esse termo diz respeito ao que o indivíduo aprendeu a confiar na
continuidade com que o mundo se apresenta a ele assim como no que diz respeito a
confiança que deposita em si e em seus próprios órgãos para saciar seus desejos.
Ademais, Erikson acredita que a confiança derivada das experiências infantis está
majoritariamente ligada à qualidade da relação materna, porque essa tarefa de
confiança é a primeira tarefa do ego e como ego ainda está em desenvolvimento essa
tarefa ficará sob os cuidados maternos.

Até mesmo na psicopatologia, nos casos de esquizofrenia infantil o tratamento


terapêutico irá envolver necessariamente o restabelecimento da confiança.

Há poucas frustrações nesta ou nas etapas seguintes que a criança em crescimento não
possa suportar, contanto que a frustração conduza à experiência sempre renovada de
uma maior uniformidade e de uma continuidade mais acentuada do desenvolvimento
no sentido de uma integração final do ciclo de vida individual com uma mais ampla
pertencividade significativa.
Os pais não se devem limitar a métodos fixo de orientar por meio da proibição e da
permissão, mas ser capazes de afirmar à criança uma convicção profunda, quase
somática, de que tudo o que fazem tem um significado.

“As crianças não ficam neuróticas por causa das frustrações, mas da falta ou da perda
de significado social nessas frustrações.”

Essa fase da vida é marcante então pela introdução na vida psíquica dessa divisão entre
mundo interior e mundo exterior fático. No entanto, é justamente nessa situação de
perda do “paraíso” que é necessária a conservação da confiança básica.
“A psicanálise supõe que o processo de diferenciação na primeira fase da vida
infantil entre o interno e o externo é a origem da projeção e da introjeção, que
permanecem como dois de nossos mais profundos e perigosos mecanismos de defesa.

Na introjeção, sentimos e atuamos como se uma bondade exterior se tivesse


transformado em uma certeza interior.
Na projeção, experimentamos um dano interno como externo: atribuímos às
pessoas significativas um mal que na realidade existe em nós. Supõe-se, então, que
esses dois mecanismos, a projeção e a introjeção, estão modelados segundo o que se
passa nas crianças quando elas têm vontade de externalizar a dor e internalizar o prazer,
intento que deve ceder ao testemunho dos sentidos em maturação e, finalmente, da
razão.”
Cada etapa da vida do ser humano pode ser relacionada com um dos elementos
básicos da sociedade, por conta da sincronicidade da evolução da vida humana com a
vida social. Essa fase o autor relaciona com a religião organizada devido a
particularidade do desenvolvimento da confiança nascida do cuidado que é a base das
religiões e que ocorre nessa fase do desenvolvimento infantil. Daí:
Confiança básica versus desconfiança básica (impulso e esperança)

A segunda idade do homem:


2. Autonomia versus vergonha e dúvida (autocontrole e força de vontade)
Essa é a fase que a criança inicia suas experimentações com o “agarrar” e o
“soltar”. Está em consonância com a fase anal, descrita por Freud, que se relaciona com
a aquisição de vontade própria.
“Como acontece com todas essas modalidades, seus conflitos básicos podem
levar afinal a expectativas e atitudes hostis ou favoráveis. Assim, agarrar pode vir a
significar uma retenção ou repreensão destrutiva e cruel, e pode-se tornar um padrão
de cuidado: ter e conservar. Do mesmo modo, soltar poderá consistir em uma
libertação hostil de forças destrutivas ou então em um moderado ‘deixar passar’ e
‘deixar acontecer’.” Repare então que a vivência neuropsicossocial para a criança é a
mesma: agarrar ou soltar, mas a forma como essa vivência inerente a fase irá se
desenrolar depende das vivências que o ambiente proporciona. Podendo se transformar
em algum destrutivo ou construtivo, na adolescência e adultez.
Dessa forma, para que a criança desenvolva atitudes favoráveis a partir de sua
vivência, é necessário que o controle externo seja firme, porém tranquilizador. Dessa
forma, a criança poderá sentir fé básica na existência sendo capaz de superar momentos
de raiva da etapa oral a partir da garantia de que não estará em perigo quando
experienciar sentimentos destrutivos pois o ambiente firme a protegerá dessa “anarquia
potencial de seu sentido de discriminação não exercitado” segundo Erikson.
“À medida que seu meio ambiente a encoraja a ‘parar sobre seus próprios pés’,
também deve protegê-la contra as inexpressivas e arbitrárias experiências de
envergonhamento e de dúvida precoce.”
A ausência da experiência de autonomia e livre escolha (ou o enfraquecimento
dessa autonomia por conta de um mal desenvolvimento da confiança inicial) faz com
que a criança volte contra si mesma seu anseio de discriminar e manipular. Esse é o
modelo infantil para uma neurose obsessiva, pois a criança volta para si mesma
deixando-se obcecar pela própria repetitividade que lhe traz um reapossar-se da
realidade.
A vergonha na nossa civilização é facilmente absorvida pela culpa e é a sensação
de estar completamente exposto. O sujeito se torna extremamente autoconsciente de
si e sente-se não preparado para determinada situação onde o sentimento é de estar
sendo fixamente observado. Sentimento de pequenez desenvolvido a partir das
medidas das dimensões e do poder observáveis pela criança.

A vergonha demasiada nem sempre faz com que o sujeito se torne muito contido, mas
sim leva-o a realizar tudo o que gostaria tomando o maior cuidado para não ser visto,
fazendo as coisas as escusas, por trás. “Muitas crianças pequenas, forçadas a se
envergonhar além da capacidade de tolerância, podem ficar nesse estado de ânimo
crônico.”

“A dúvida é irmã da vergonha. Enquanto a vergonha é dependente do sentimento de


ser honesto e desprotegido, a dúvida, segundo a observação clínica me faz crer, tem
muito que ver com a consciência de que se tem frente e costas - e principalmente de
um ‘atrás’.” Diz Erik. Foco agressivo e libidinal nos esfíncteres e nas nádegas que não
pode ser visto pela criança, tão somente sentido, mas pode ser dominado por outros
podendo fazer com que a criança se sinta invadida e perdendo sua autonomia. Essa
dúvida básica acerca do ficou atrás pode desenvolver-se num estado de dúvida
compulsiva ou, na vida adolescente e adulta, em temores paranóicos (perseguições).
“Esta etapa, portanto, passa a ser decisiva para a proporção de amor e ódio,
cooperação e voluntariedade, liberdade de auto-expressão e sua supressão.
Vale lembrar que de um sentimento de autocontrole sem perda da auto-
estima, resulta um sentimento constante de boa vontade e orgulho; de um sentimento
de perda do autocontrole e de supercontrole exterior, resulta uma propensão
duradoura para a dúvida e a vergonha.” Segundo o autor
Associando com o desenvolvimento da sociedade humana, Erikson destaca essa
fase como sendo ligada ao princípio da lei e da ordem.
A terceira idade relatada por Erik Erikson é a que ele denomina:
3. Iniciativa versus culpa (direção e propósito)
Esta fase pode ser associada com a fase chamada por Freud de fase genital, e ela
é ligada à aquisição de um sentido de finalidade na vida. Nessa fase, a criança
experiencia um sentido de fusão entre corpo e mente, mostrando-se mais terna, rápida
no raciocínio e estimulante. Segundo o autor, nesse momento a criança possui um
excedente de energia que a permite superar rapidamente possíveis frustrações e
fracassos e buscar mais enfaticamente aquilo que lhe parece desejável. A criança está
plena de iniciativa, o que sugere prazer pelo ataque e pela conquista.
Como nos diz textualmente Erik Erikson: “A iniciativa soma à autonomia a
capacidade de empreender, de planejar e de ‘atacar’ uma tarefa pelo gosto de ser ativo
e de estar em movimento, enquanto anteriormente a obstinação muito
frequentemente inspirava atos de rebeldia ou pelo menos de independência declarada.”
O perigo desta etapa é um sentimento de culpa relacionado com os alvos que a
criança tem em vista e os atos que ela dá início no próprio gozo exuberante com base
no próprio e novo poder locomotor e mental, e em alguns momentos seus atos acabam
ultrapassando a capacidade executiva do organismo e da mente da própria criança, o
que acaba obrigando-a a uma contenção da iniciativa que houvera planejado. Por
exemplo, a criança intenta construir um objeto ou algo grandioso (um aplicativo) e não
tem condição de medir sua capacidade física, mental ou motora para tal e ao não obter
o desejado sente-se culpada por decepcionar as pessoas ou por não entregar o que
prometera.
Portanto, essa fase está intimamente ligada ao “complexo de castração” descrito
por Freud porque a criança apresenta temor intenso a partir da percepção de seus
genitais, seguida da renúncia da ligação exclusiva, pré-genital, com seus pais, sendo,
desta forma, também um importante momento na vida emocional da criança no mundo
ocidental moderno que diz respeito o surgimento do SUPEREGO no aparelho psíquico.
Esse momento é relacionado socialmente com o tempo de aquisição do senso
de responsabilidade MORAL o que acaba ocasionando a diminuição da força que as
muitas fantasias infantis poderiam exercer em atitudes da criança sobre o ambiente.

A quarta idade do homem Erikson chama de


4. Indústria versus Inferioridade (método e capacidade)
A fase a seguir descrita coincide com o que Freud chamou de “período de
latência”, relacionado com a aquisição de competência. Todas as fases anteriores
preparam a criança para a “entrada na vida”, dessa forma ela deve se esquecer das
“esperanças e desejos do passado” a fim de subordinar-se às leis e ordens morais e
desenvolver um sentido de produtividade a partir das necessidades apresentadas pelo
mundo. Nessa fase também começam a emergir as questões do pertencimento ao grupo
e identificações - a partir principalmente de diferenças sociais e materiais.
Nesse período de latência, a criança num desenvolvimento saudável meio que esquece,
ou melhor, sublima a necessidade de “fazer”, fazer fazer...aprende agora a conquistar
consideração produzindo as coisas que é capaz de produzir dentro da sua condição.
Perigo: sentimentos de inadequação e inferioridade na criança. A criança pode
acabar se desesperando frente às ferramentas e habilidades que necessita ou frente ao
seu status perante o grupo e isso pode desencadear uma não identificação com esse
mundo utilitário. Isso pode gerar um sentimento de que ela estará sempre aquém do
esperado, sendo inadequada e medíocre.
É neste período de latência que o método e a técnica se apresentam na maneira
da criança se inserir no mundo, surge um alinhavo social levando a criança,
saudavelmente estimulada, ao entendimento da própria capacitação frente ao ethos
tecnológico de sua cultura. Esses são os primórdios do juízo a respeito da divisão do
trabalho e das oportunidades que a cultura oferece de desenvolvimento de habilidades
ao indivíduo em desenvolvimento.

5. Identidade versus confusão de papel (devoção e fidelidade) é segundo Erik


a quinta idade e corresponde ao período da adolescência propriamente dita, advento
da puberdade onde ocorre rápido crescimento do corpo e maturação dos órgãos
genitais e nesse momento também se dá a aquisição do sentido de fidelidade.
É no interesse em estabelecer relações íntimas e físicas quando o corpo é
estimulado pelos hormônios da maturação sexual que acontece o anseio pelo toque,
pela proximidade o que também é gerador de angustia pelas múltiplas sensações que
tais experimentações trazem. No entanto Erikson revela que a etapa da “ ‘paixão’ (...)
não é, de modo algum, total ou sequer fundamentalmente um problema sexual, a não
ser que os costumes o exijam. Em grande parte, o amor adolescente é uma tentativa de
chegar a uma definição de sua identidade projetando a própria imagem difusa do ego
em outra pessoa para, assim, vê-la refletida e gradualmente definida.”

Erikson nos fala ainda que “... preocupam-se agora principalmente com o que
aparentam aos olhos dos outros comparado com o que sentem que são, e com a questão
de como associar os papéis e as habilidades anteriormente cultivadas com os protótipos
ocupacionais do momento.”
Nessa fase, os adolescentes tendem a mentalmente trabalhar na dicotomia de
construção de adversários e adoração de ídolos através de um desígnio artificial como
parte da formação de sua identidade.
Dessa forma, faz-se necessária uma maior integração para identidade do ego a
partir do acúmulo das experiências passadas integradas, tanto identificações, como
aptidões e também oportunidades recebidas socialmente. Essa identidade do ego gera
a sensação de segurança do jovem através da coerência e continuidade de sua história
e projeções para o futuro.
Perigo: confusão de papel no jovem; episódios delinquentes e psicóticos
quando existir uma ruptura muito grave na continuidade do seu sentido histórico;
incapacidade de fixar-se em uma identidade ocupacional.
Socialmente se constrói o senso de “estou no mundo” e “vejo as pessoas e elas
me vem” e “inevitavelmente tenho que me inserir em algum grupo” nem que seja no da
Baleia Azul, se é nesse que me sinto aceito.
“Os jovens também podem apegar-se demasiado ao espírito de clã e ser cruéis
na exclusão de todos que sejam ‘diferentes’ ” (como defesa contra a confusão no sentido
de identidade).

Para Erik Erikson, em consonância com essa fase, socialmente se desenvolvem


os sensos de ideologia e aristocracia, no sentido mais amplo dessas palavras.

6. Intimidade versus Isolamento (filiação e amor)


Essa fase se aplica ao adulto jovem que emerge da busca por identidade
ansiando pela integração dessa identidade e ansiando também pela fusão identitária
com outros. A partir desse momento, o ser humano se encontra capaz de enfrentar a
intimidade e desenvolver relações concretas com força moral para ser fiel a elas. O
jovem busca a integralidade para que possa enfrentar o medo da perda do ego em
situações que exigem auto abandono como nessas situações de intimidade, nos
orgasmos e uniões sexuais, na amizade íntima e em experiências de inspirações
intelectuais.
Assim, o maior perigo dessa fase se encontra em evitar a todo custo viver essas
experiências para que não se perca o ego, ou seja não viver experiências profundas de
intimidade pelo receio fantasioso de se perder no outro. O que pode conduzir a uma
profunda sensação de isolamento e auto-absorção. Ou seja, a evitação de contatos que
obriguem a intimidade, pode conduzir a problemas de caráter, entendendo caráter
como qualidade inerente a uma pessoa, que o distingue de outra pessoa. Uma
modalidade desse isolamento também ocorre quando um casal jovem se isola em dupla
para evitar o enfrentamento de outros relacionamentos humanos.
Socialmente esse é o momento da constituição de vínculos estáveis, onde a
família nuclear tradicional ou as famílias construídas pelas amizades profundas se
estabelecem.

7. Generatividade versus estagnação (produção e cuidado)


A fase da generatividade, que ocorre na vida adulta, é vista como a fase central
para Erikson. Tal centralidade se encontra no fato de Erik Erikson entender o ser humano
como o animal que ensina, que institui e que aprende, passando para as seguintes
gerações seus aprendizados, o que contribui imensamente para o desenvolvimento
evolucionário do ser humano. Dessa forma, nessa fase desenvolve-se mais
aprofundadamente o sentido de cuidado, pois o homem maduro precisa se sentir
necessário para guiar a próxima geração.
“o conceito de generatividade abrange sinônimos como produtividade e
criatividade, que, entretanto, não podem substituí-lo.”
Perigo: “Assim, a generatividade é uma etapa essencial do detalhamento
psicosexual como do psicossocial. Quando esse enriquecimento falha completamente,
ocorre uma regressão a uma necessidade obsessiva de pseudo-intimidade, muitas
vezes acompanhada por uma sensação penetrante de estagnação e infecundidade
pessoal.” Do tipo tem que estudar mais, tem que saber mais, se não fizer um pós
doutorado não vai conseguir nada e gira em círculos, como muitos jovens adultos que
aos 30 anos patinam nessa estagnação sem conseguir gerar alguma coisa fixados nas
etapas anteriores
Porque esse é o momento que o homem coloca seus filhos no mundo, filho /
criança; filho / livro; filho/projetos profissionais etc.

O que Erikson afirma em toda sua obra é a interdependência entre as idades e,


portanto o perigo de cada idade não ser vivida de forma construtiva, o que em muito
depende do ambiente em que o sujeito seja criança, adolescente ou adulto esteja
inserido. E uma vez uma dessas etapas sendo mal equacionada, e não tendo a
serventia apropriada que lhe é destinada psicossocialmente, o indivíduo estanca não
tendo conseguindo experimentar os desafios concernentes a etapa seguinte.

8. Integridade do ego versus desesperança (renúncia e sabedoria)


“Só naquele que de alguma forma tem cuidado de coisas e pessoas e tem-se
adaptado aos triunfos e desilusões inerentes à sua condição de criador de outros seres
humanos e gerados de produtos e ideias, somente nele pode amadurecer os frutos
dessas sete etapas. Não conheço melhor termo para isso que integridade do ego.”
Então, quando finalmente o ser humano atinge a velhice, o que é esperado de
um desenvolvimento saudável é essa segurança acumulada do ego humano, um amor
pós-narcisista, e sua predisposição para ordem e expressão espontânea a partir de suas
próprias crenças e valores.
A ausência ou perda dessa integração acumulada do ego é simbolizada no medo
da morte. Desesperança, pessimismo e descontentamento. Tal como se costuma
assistir em grande parte das pessoas que atingem essa etapa.

Não experimentar, não passar pelos desafios de cada fase, implica restringir-se
a uma vida limitada e de desfecho provavelmente desesperançoso.
A qualquer tempo qualquer pessoa pode tomar pé de onde se encontra e
descobrir meios para desfrutar do crescimento a partir do ponto de onde estagnou...sim
se por um lado o ambiente pode ter interferido para que o desenvolvimento natural não
acontecesse por outro lado cabe ao indivíduo restaurar-se e encontrar sua plenitude.
Daí a importância de termos visto esse teórico e sua contribuição sob o ponto de
vista psicossocial e assim cada um, que se encontra aqui, nesse momento, nesse
Programa tomar para si a responsabilidade de autoajustes e desta forma se preparar
para propiciar as crianças, adolescentes e as gerações vindouras, novos horizontes.

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