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ANÁLISE E ENTENDIMENTO

Giovana Hidalgo, 2° ano ETIM logística.

1. O que diferencia fundamentalmente o conhecimento que a estética pretende atingir do


conhecimento lógico matemático?
A estética nem sempre é tão lógica, o agradável pode estar nos mais complicados traços,
diferentemente da matemática que é objetiva e clara.

2. “Gosto não se discute”. O que você acha que opinariam sobre essa máxima uma pessoa que
sustenta uma posição idealista e outra que defende uma concepção empirista a respeito da
beleza?
Estariam de acordo com a frase? Por quê?
O empirista discordaria por pensar que o belo pode estar nas vivências, naquilo que o outro se
identifica.
O idealista também discordaria por acreditar que o ideal é irreal, que a beleza pode ser algo
sonhado mas nem sempre aplicado.

3. Muitos pensadores procuraram associar o belo ao bom, entrelaçando os campos da estética


e da
ética. Será o sentimento do belo sempre bom? E a percepção do bem, será sempre bela?
Como é
para você? Procure recordar momentos que exemplifiquem essas condições e imaginar
situações
futuras. Depois escreva uma reflexão sobre as suas percepções e conclusões.
Me veio a cabeça uma discussão atual sobre o que a beleza pode significar no sentido
estético. Sempre vemos a retratação de pessoas feias com a esteriotipagem de espinhas,
pêlos, dentes desalinhados e acima do peso. Fora dos padrões. O que seria bom e ideal é o
contrário disso tudo.
Sempre me questionei quem foi que disse que essas coisas são consideradas ruins quando a
maioria são originais do corpo humano.
Outro pensamento que também me recordo é sobre a associação das religiões. Falo aqui
como alguém que não segue nenhuma, vou pelo meio lógico, então fiz essa constatação.
Mesmo a figura de Jesus tendo nascido no Oriente médio, a igreja o retratou como branco,
magro, loiro e de olhos azuis, buscando a imagem de pureza e tranquilidade. Enquanto Exu,
uma figura de pele negra e traços fortes é considerado um ser mau.
Fico com essas reflexões sobre como o bom e o ruim são retratados atualmente.

4. Analisando o relativo consenso entre as pessoas acerca de quais são as coisas ou pessoas
belas,
Kant e Hegel chegaram a conclusões distintas. Discorra sobre elas.
Kant acreditava que a beleza era resultado do entendimento e da imaginação. E assim seria
parecido para todos.
Hegel sugeria que o belo era de momento, que dependia do contexto e da vivência, das visões
de mundo de cada pessoa. Então, o belo seria individual.

5. Você concorda com algum desses autores? Sim ou não? Justifique sua resposta elaborando
uma
construção semelhante ao que fizeram esses filósofos.
Concordo parcialmente com Hegel.
Acredito que o belo pode ser mutavel, quando crianças nos encantamos com castelos e
quando adultos com faixadas de casas. A concepção de belo também pode ser influenciável,
se você se encontra num meio em que X é apreciado por todos não se tem o costume de
contestar, apenas aceita que aquilo realmente é beleza.

6. Arte é uma forma de conhecimento? Será que ela pode expressar uma cultura? Pode ainda
ser
uma forma de comunicação? É possível ensinar arte? É possível existir prazer na arte? Utilize
a estas
questões para fazer uma redação e seu caderno de no mínimo oito linhas e no máximo de doze
linhas.

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