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ETEC Prof.

Aprígio Gonzaga
DSP – Prof. Marcelo
Nomes: Lucas Cunha Série: 3° ano A
Lucas Maia
Rafhael Brito

Relatório de Teste do TRIAC

1. Desenhe o circuito do TRIAC em funcionamento em CC, explicando o funcionamento


do circuito. E desenhe as formas de onda das medições realizadas com o
osciloscópio.

R: Este circuito simula o set (disparo) e reset (corte) do TRIAC em corrente contínua
(carga CC e disparo CC). No terminal de disparo chamado “gate”, ao receber um pulso
de corrente o TRIAC dispara, este pulso é feito pelo botão “SET” que mesmo apertado
novamente não cortará o tiristor, isso porque o gate não controla mais o TRIAC.
Quando opera com carga CC e disparo CC, o TRIAC tem comportamento idêntico ao do
SCR, ou seja, requer um circuito de corrente ou de tensão para ser cortado.
Sabendo que carga CC e disparo CC o TRIAC é equivalente ao SCR, usa-se a mesma
técnica de corte, que consiste num botão em paralelo com um resistor antes do terminal
de entrada de tensão do TRIAC, ou então o botão poderia ficar em paralelo com o
próprio TRIAC, dependendo do valor da corrente. No circuito o botão está sendo
chamado de “RESET”.
2. Desenhe o circuito do TRIAC em funcionamento em CA, explicando o funcionamento
do circuito. E desenhe as formas de onda das medições realizadas com o
osciloscópio.

R: Este circuito mostra o funcionamento do TRIAC em CA, onde é muito utilizado pois é
um componente que conduz diretamente ou inversamente a tensão.
O funcionamento do circuito é bem simples, pois o disparo e corte do TRIAC é feito por
um único botão que fica ligado junto ao gate do TRIAC. Uma vez que o botão é acionado
o TRIAC entra em condução, e a porta não controla mais a condução.
Sendo assim o TRIAC permanece no estado ligado até que a corrente caia abaixo da
corrente de retenção IH. Isso é feito diminuindo a tensão da fonte, que também é feito
pelo mesmo botão.
Gráfico Superior: Fonte
Gráfico Inferior: Tensão na Carga.
3. Faça a conclusão sobre o TRIAC.
O TRIAC tem dois ânodos chamados (MT1 e MT2) e uma porta G. A polaridade da porta
G e a polaridade do ânodo 2 são medidas em relação ao ânodo 1. O triac pode ser
disparado em qualquer um dos dois lados dos gráficos, com um pulso positivo ou
negativo entre os terminais G e MT1 da porta. Isso lhe dá grande facilidade de uso.
O TRIAC muda do modo de corte para o modo de condução quando a corrente é injetada
na porta. Após o disparo, o portão não tem controle sobre o status do TRIAC. Para
desligar o TRIAC, a corrente do ânodo deve ser reduzida abaixo do valor da corrente de
retenção IH.
A aplicação do TRIACS, ao contrário dos SCR, é basicamente em corrente alternada. Sua
curva característica reflete uma operação muito semelhante à do SCR, mas conduzindo
nos dois lados. Isso se deve à sua bidirecionalidade.
A principal utilidade do TRIACS é como regulador da potência entregue a uma carga, em
corrente alternada. Como vimos, estes dois circuitos que regulavam a potência entregue
a lâmpada, um dos circuitos em CC, que funciona semelhantemente ao SCR, e outro em
CA trabalhando como chave estática, liberando o funcionamento da lâmpada através do
pulso recebido pelo gate.

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