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A crise mais visível do capitalismo no cenário recente da economia mundial


apresenta pessoas mais afiadas para que os bens de acumulação de capital, cujo impacto
não se espalhe em todos os continentes.
O processo de produção e circulação de bens conjuga a realização entre formas
tradicionais e formas modernas com todos essas modernizações ainda existe exploração
de grandes contingentes de trabalhadores desqualificados, incluindo crianças e
mulheres. Desse modo, com a ampliação realizada com os setores sociais do capital,
identificando o quanto o processo de cada setor aumentou individualmente. A indústria
das confecções ficou como exemplo no Rio de Janeiro, os estudantes de Abreu (1986-
1993) e Sorj e Abreu (1994) in Soares (1998, p. 141) essa modalidade requer trabalho
domiciliar, trabalho por peça e trabalho por tarefa, essa modalidade requer melhoria
para o trabalho e melhor produtividade de qualidade, a segunda requer redução nos
custos operário-produtivo.
A terceirização atingiu as indústrias metalúrgicas de auto-peças e a indústria de
computadores, envolvendo o trabalho domiciliar de famílias inteiras, incluindo as
crianças. Até hoje essa exploração vem acontecendo nos canaviais, nos cafezais,
exploração de sal, carvão. Essas empresas terceirizadas se aproveita das famílias mais
pobres para o trabalho domiciliar.
Essa realidade é confirmada pelos pesquisadores do IBGE (1990) e pela CUT/DIEESE
(1994) que aponta dados alarmantes. Os donos de indústrias sempre explorando a força
de trabalho feminino e infantil, as realidades estão concentradas os movimentos de
produção dos países periféricos com os países de capitalismo central.
Com a descentralização da produção vem o surgimento de pequenas e médias
empresas desenvolvendo um padrão de produção pós-fordista, em que se mostra o uso
flexível da tecnologia, trazendo um trabalho de qualidade e de grandes.
Segundo Murray ± seu ponto de vista não pode ser considerada uma utopia para os
trabalhadores, a mudança que ocorreu poderá a vim prejudicar as pequenas empresas.
Com esses novos avanços as indústrias só vem a ganhar, com pessoas qualificadas as
indústrias terão produtos de qualidade.
Nessa perspectiva, embora na concepção de uma política de educação seja
imperativo levar em consideração as exigências do novo paradigma tecnológico e de
gestão organizacional industrial, deve-se destacar que ela será entretanto, incapaz de por
si só garantir as condições de acesso ao mercado de trabalho e de construções de
condições objetivas para que se reduzam os níveis de concentração de renda e de
diferenciação econômica e social cada vez mais aprofundadas.
Os serviços educacionais inerentes ao governo atualmente são onerosos aos
cofres públicos, forçando a administração pública a reduzir gastos através da
terceirização de serviços obrigatórios, como o Programa do Livro Didático, o Programa
Educação à Distância e dos Pacotes de qualidade total de ensino.

Segundo Gentilini (2001) fundamentado na teoria comunicativa proposta por


aquela escola de pensamento e sua aplicação às organizações educacionais. Parte de
alguns pressupostos para a formulação de uma teoria de gestão, como visão da
organização, comunicação, poder e autoridade, na ótica da racionalidade técnica e
instrumental para chegar, ao final, a um modelo de gestão em que estes mesmos
pressupostos aparecem sob a racionalidade comunicativa.

Ê    : Indústria Cultural, Racionalidade, Organização, Comunicação, Gestão


Educacional.