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UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO LAURO


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EXAME PROTOPARASITOLÓGICO
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1. OBJETIVOS

Descrever os procedimentos técnicos desenvolvidos no setor de Parasitologia do


HULW para a realização dos exames parasitológicos, importantes na identificação de diversas
infestações parasitárias.

2. MATERIAL

2.1 Material utilizado para o método direto ou exame a fresco:

- Equipamento de proteção individual (máscara cirúrgica, óculos de proteção e luva


de procedimento);
- Microscópio;
- Palito;
- Solução Salina fisiológica;
- Lâmina;
- Lâminula.

2.2 Material utilizado para o método sedimentação espontânea-HPJ(HOFFMAN, PONS E


JANER):

- Equipamento de proteção individual (máscara cirúrgica, óculos de proteção e luva


de procedimento);
- Microscópio;
- Cálice 250 ml;
- Bastão de vidro;
- Gaze ou Parasitofiltro;
- Pipeta;
- Lâmina;
- Lugol.
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2.3 Material utilizado para o MIF (MERTHIOLATE-IODO-FORMOL)

- Equipamento de proteção individual (máscara cirúrgica, óculos de proteção e luva


de procedimento);
- Microscópio;
- Cálice 250 ml;
- Bastão de vidro;
- Gaze ou Parasitofiltro;
- Pipeta;
- Lâmina;
- Lugol.

Figura 1: materiais utilizados pelo método MIF.

FONTE: Atlas de parasitologia FCMMG.

2.4 Material utilizado para o método KATO-KATZ

- Equipamento de proteção individual (máscara cirúrgica, óculos de proteção e luva


de procedimento);
- Microscópio;
- Tela de Nylon;
- Palito;
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- Lâmina;
- Papel celofane embebido em solução de verde de malaquita a 3%;
- Cartões plástico de 0.137mm de espessura com orifício no meio de 6mm de
diâmetro.

2.5 Material utilizado para pesquisa de gordura fecal

- Equipamento de proteção individual (máscara cirúrgica, óculos de proteção e luva


de procedimento);
- Microscópio;
- Palito de madeira;
- Lâmina;
- Corante Sudan III.

2.6 Material utilizado para rotavírus

- Equipamento de proteção individual (máscara cirúrgica, óculos de proteção e luva


de procedimento);
- Tira reativa, selada individualmente em bolsa de alumínio com dessecante: contém
1uc de anticorpos monoclonais anti rotavírus; 1,2d de anticorpos anti IgG; 0,5g de BSA-Albumina de
Soro Bovino; 0,6mg de Caseina e 5,0g de látex-Mab conjugado;
- Tampão extrator: solução salina de TRIS e azida sódica;
- Relógio ou temporizador.

2.7 Material utilizado para pesquisa de leucócitos nas fezes

- Equipamento de proteção individual (máscara cirúrgica, óculos de proteção e luva


de procedimento);
- Microscópio;
- Tubo de ensaio;
- Solução salina (NaCl);
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- Palito de madeira;
- Lamínula;
- Lâmina;
- Lugol.

2.8 Material utilizado para pesquisa de sangue oculto nas fezes

- Equipamento de proteção individual (máscara cirúrgica, óculos de proteção e luva


de procedimento);
- Embalagens individuais seladas: 1 dispositivo de teste e 1 dessecante;
- Dispositivo de coleta de fezes, cada cotendo 2mL de tampão extrator;
- Adesivos para identificação do paciente;
- Relógio ou temporizador.

3. DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

a. Método direto ou exame a fresco

1) Espalhar, utilizando um palito, uma pequena quantidade de fezes em uma


gota de solução salina fisiológica previamente colocada na lâmina;
2) Observar, ao microscópio, nos aumentos de 10x e 40x;
3) O exame deve ser procedido tão logo às fezes tenham sido eliminadas no
máximo até 30 minutos após a defecação, uma vez que o objetivo do método é a busca de
trofozoítos.

b. Método sedimentação espontânea-HPJ(HOFFMAN, PONS E JANER):

1) Observar o aspecto macroscópico das fezes (eventual presença de sangue,


larvas e proglotes) e, após, colocar cerca de 5g de fezes (coletada em diversas partes do material
fecal) em um cálice de 250 ml (Figura 2a);
2) Adicionar aproximadamente 50 ml de água corrente para desfazer o material
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fecal (Figura 2b);


3) Preparar a suspensão, adicionando aproximadamente 100ml de água
corrente;
4) Filtrar a suspensão para um cálice, utilizando uma gaze dobrada em quatro
(Figura 2c);
5) Lavar a gaze com água até o cálice estar com ¾ do volume ocupado (Figura
2d);
6) Manter a suspensão em repouso, por um período de duas (mínimo) a vinte e
quatro (máximo) horas;
7) Após este intervalo de tempo, observar o aspecto do líquido sobrenadante,
antes da realização do próximo passo; duas circunstâncias podem ocorrer: Sobrenadante turvo:
Descartá-lo sem levantar ou perder o sedimento e adicionar mais água até o volume anterior,
mantendo em repouso por mais uma hora; Sobrenadante limpo: Dar prosseguimento à técnica;
8) Colher o sedimento, utilizando um dos seguintes modos:
Técnica 1: Descartar o líquido (sobrenadante) cuidadosamente, homogeneizar o
sedimento e obter uma gota do mesmo (esse processo é mais adequado, uma vez que a gota colhida
é mais representativa do sedimento) (Figura 2e);
Técnica 2: No cálice completo com o sedimento e o fluido, inserir uma pipeta até o
fundo (e centro) e colher uma gota do sedimento (a pipeta deve ser introduzida até o fundo do
cálice, com a ponta obliterada pelo dedo indicador; em seguida, retirar o indicador para que uma
pequena porção do sedimento entre na pipeta; recolocar, prontamente, o indicador e, ato contínuo,
retirar a pipeta obliterada).
9) O sedimento obtido é depositado em uma lâmina, adicionando-se uma gota
de lugol;
10) Examinar ao microscópio com aumento de 10x e 40x, observando se há
presença de ovos, cistos e larvas. Caso haja necessidade, examinar as fezes diarréicas a fresco.
OBS: No MIF a técnica utilizada é idêntica ao HPJ, porém, as fezes são colhidas em
solução Mertiolato-Iodo-Formol (MIF).
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Figura 2: Sequencia do método de hoffman, pons e janer.

Fonte: Heminia Yohko Kanamura. DIAGNÓSTICO LABORATORTIAL DA ESQUISTOSSOMOSE: métodos, vantagens e


limitações. https://slideplayer.com.br/slide/368875/

c. Pesquisa pelo MIF (MERTHIOLATE-IODO-FORMOL)

11) Observar o aspecto macroscópico das fezes (eventual presença de sangue,


larvas e proglotes) e, após, colocar cerca de 5g de fezes (coletada em diversas partes do material
fecal) em um cálice de 250 ml;
12) Adicionar aproximadamente 50 ml de água corrente para desfazer o material
fecal;
13) Preparar a suspensão, adicionando aproximadamente 100ml de água
corrente;
14) Filtrar a suspensão para um cálice, utilizando uma gaze dobrada em quatro;
15) Lavar a gaze com água até o cálice estar com ¾ do volume ocupado;
16) Manter a suspensão em repouso, por um período de duas (mínimo) a vinte e
quatro (máximo) horas;
17) Após este intervalo de tempo, observar o aspecto do líquido sobrenadante,
antes da realização do próximo passo; duas circunstâncias podem ocorrer: Sobrenadante turvo:
Descartá-lo sem levantar ou perder o sedimento e adicionar mais água até o volume anterior,
mantendo em repouso por mais uma hora; Sobrenadante limpo: Dar prosseguimento à técnica;
18) Colher o sedimento, utilizando um dos seguintes modos:
a. Técnica 1: Descartar o líquido (sobrenadante) cuidadosamente,
homogeneizar o sedimento e obter uma gota do mesmo (esse processo é mais
adequado, uma vez que a gota colhida é mais representativa do sedimento);
b. Técnica 2: No cálice completo com o sedimento e o fluido, inserir uma pipeta
até o fundo (e centro) e colher uma gota do sedimento (a pipeta deve ser introduzida
até o fundo do cálice, com a ponta obliterada pelo dedo indicador; em seguida, retirar
o indicador para que uma pequena porção do sedimento entre na pipeta; recolocar,
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prontamente, o indicador e, ato contínuo, retirar a pipeta obliterada).


19) O sedimento obtido é depositado em uma lâmina, adicionando-se uma gota
de lugol;
20) Examinar ao microscópio com aumento de 10x e 40x, observando se há
presença de ovos, cistos e larvas. Caso haja necessidade, examinar as fezes diarréicas a fresco.

d. Método de KATO-KATZ

1) Depositar, sobre um pedaço de papel higiênico, a porção de fezes a ser


examinada;
2) Comprimir a parte superior da porção de fezes com uma tela de 200m, a qual
só permite a passagem dos ovos de helmintos e de detritos menores que eles;
3) Retirar as fezes que passaram pela tela e transferir, com auxílio de um palito, um
pouco das mesmas para uma lâmina;
4) Transferir-las para o orificio central do cartão de plástico o qual deve estar
colocado sobre a lâmina de vidro, nivelando a superfície com o palito;
5) Depois de encher o orifício central, remover com cuidado o cartão, deixando as
fezes sobre a lâmina de vidro;
6) Cobrir as fezes com a lamínula de papel celofane embebida em solução de verde
de malaquita, comprimindo a lâmina, após tê-la invertido, contra uma folha de
papel higiênico;
7) Aguardar cerca de uma a uma a duas horas e examinar ao microscópio.

Figura 3: Processameno de amostra método KATO-KATZ.

Fonte: Universidade de taubaté/superintendência de controle de endemias.


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e. Pesquisa de gordura fecal

1) Uma pequena amostra é dissolvida em água ou solução salina;


2) Ácido acético glacial é adicionado para hidrolisar os sais insolúveis de ácidos
graxos;
3) Adicionar gotas de solução alcoólica de Sudan III;
4) Amostra é espalhada sobre uma lâmina para microscopia;
5) Valores normais:
gotículas de gorduras: raras ou ausentes.
cristais de ácidos graxos: raros ou ausentes.

f. Pesquisa de rotavírus

1) Tomar um tubo de ensaio por amostra. Adicionar aproximadamente 1,0 a


1,5ml de tampão extrator;
2) Seguidamente tomar uma pequena quantidade de fezes (50 a 100mg) e
ressuspende-la no tampão;
3) Se utilizar um swab submergi-lo no tampão e pressionar a haste contra as
paredes do tubo fazendo-a rodar;
4) Deixar decantar uns segundos;
5) Introduzir a tira reativa com a precaução de que o nível de líquido não supere
a linha indicada pelas flechas;
6) Espere 05 minutos e interprete os resultados.
7) NEGATIVO - Somente uma linha preta aparece na parte superior da janela de
visualização da tira reativa;
POSITIVO - Além da linha preta (controle), aparece uma tira roxa-rosa na tira reativa;
DUVIDOSO - Toda linha que por natureza da amostra possa aparecer passados 05
minutos, não terá valor diagnóstico. Se não aparecer nenhuma linha colorida na zona
central branca da tira, o teste será inválido porque não se procedeu corretamente ou
porque os reativos se deterioraram. Repetir o teste com uma nova fita reativa.
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g. Pesquisa de leucócitos nas fezes

1) Colocar cerca de 2ml de salina em tubo de ensaio;


2) Com o auxilio de um palito de madeira se pega uma pequena porção de fezes
e coloca no tubo com salina, homogeneizando;
3) Coloca uma gota da suspensão de fezes sobre uma lâmina;
4) Adiciona sobre esta uma gota de lugol recobrindo com uma lamínula;
5) Leva ao microscópio e observa o material com a objetiva 40x;
6) Finaliza a pesquisa com o achado dos leucócitos e a anotação do resultado;
7) Resultado qualitativo:
POSITIVO - (presença de leucócitos nas fezes);
NEGATIVO - (ausência de leucócitos nas fezes).

h. Pesquisa de sangue oculto

1) Retirar a placa teste (1) do envelope laminado;


2) Abra o dispositivo de coleta de fezes, desapertando a parte superior e usar o
bastão de coleta para perfurar aleatoriamente as amostras de fezes em cinco locais diferentes.
Certifique-se que as amostras de fezes esta só nas ranhuras do bastão de coleta. O excesso de
amostra pode levar a um resultado de teste inválido;
3) Recolocar o bastão de coleta, quebrar a ponta do coletor de amostra e aperte
bem para fechar o dispositivo de recolha de fezes;
4) Agitar o dispositivo de recolha de fezes vigorosamente;
5) Pingar 2 gotas da amostra extraída na cavidade da amostra (S) na placa teste.
Não sobrecarregue de amostra
6) Fazer a leitura dos resultados entre 5 minutos;
7) Resultado:
NEGATIVO - somente uma banda colorida aparecerá na área controle (C).
POSITIVO - aparecerão duas bandas, uma na área teste (T) e outra na área do
controle (C), qualquer grau de rosa deve ser considerado positivo.
INVALIDO - se não surgir uma banda na área do teste (T) e do controle (C), ou se não
surgir banda no controle (C). Nesta situação repete-se o teste.
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4. REFERÊNCIAS

WILLCOX, Henry P.; COURA, J. Rodrigues. Nova concepção para o método de Baermann-Moraes-
Coutinho na pesquisa de larvas de nematódeos. Mem. Inst. Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro , v. 84, n.
4, p. 563-565, Dec. 1989 .
Neves, D.P. al., PARASITOLOGIA HUMANA. 11 ed. São Paulo Atheneu, 2005. Zeibig, Elizabeth
A. Parasitologia Clínica: Uma abordagem clínico laboratorial, Elsevier, 2014.
BARBOSA, Constança S. et al. Controle de qualidade das lâminas pelo método Kato-Katz para o
diagnóstico parasitológico da infecção por esquistossomose por Schistosoma mansoni. J.
Bras. Patol. Med. Lab. Rio de Janeiro, v. 53, n. 2, p. 110-114, abril de 2017.

Norma operacional EBSERH. Elaboração e controle de documentos institucionais – 30 de julho de


2019.

5.HISTÓRICO DE REVISÃO

VERSÃO DATA DESCRIÇÃO DA ALTERAÇÃO

1.0 25/01/2019 Elaboração do POP

Atualização dos Procedimentos Operacional Padrão do Laboratorio


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Elaboração Data: 30/01/2020

Ana Paloma Tavares de Araújo


Viviane Araújo da Silva
Francisco Cunha Nunes
Saraghina Maria Donato Cunha
João Carlos Lima Rodrigues Pita

Revisão: Data: 05/02/2020

Inácio Ricardo A Vasconcelos

Validação Data: 05/03/2021

Enfª Drª Larycia Vicente Rodrigues

Aprovação (Nome, Função, Assinatura) Data: _08_/_04/_2021_

Dr. Rubens Batista Benedito – Farmacêutico


Chefe da Unidade de Laboratório de Análises Clínicas

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