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DISTRAÇÃO (LADRÕES DE

SONHOS E EGO)
Uma das coisas que mais faz com que as pessoas não
andem para frente são os ladrões de sonhos. O cemitério é
o lugar mais rico do planeta, porque nele há as lives que não
fizemos, o livro que não lançamos, as declarações de amor
que não fizemos etc.

TIMIDEZ E MEDO

Hoje, os maiores ladrões de sonhos chamam-se timidez


e medo de julgamento. Infelizmente, muitas pessoas
estão perdendo vários sonhos por causa deles. Quando se é
atingido por eles, nós procrastinamos.

Além disso, ficamos com medo de não sermos


reconhecidos, amados e aceitos. Essa necessidade faz com
vivamos o tempo inteiro para os outros.

Quando falamos que começaremos a criar nossos


produtos, quando começamos a gravar vídeos e lives, o
cancelamento começa na nossa casa. O problema não é a
falta de apoio do outro, mas sim quando não apoiamos a
nós mesmos. Enquanto não desistirmos de nós mesmos,
está tudo bem.

As outras pessoas não são obrigadas a compartilhar dos


nossos sonhos. O nosso carisma e a nossa persuasão são
mais do que suficientes para atrairmos as pessoas que,
realmente, vão nos ajudar.

ESPERA POR UM EMPURRÃO

O 3º ladrão de sonho são as pessoas que não entenderam


que a jornada é delas e ficam sempre esperando alguém
para empurrá-las.
QUEM ESTÁ INDO E QUEM ESTÁ VOLTANDO

O 4º ladrão de sonhos é aquela pessoa que joga “água


fria” em nós. É quem não está indo na mesma direção que
nós e irá querer minar nossos sonhos.

O 5º é quem está voltando de onde queremos ir. São


aquelas que começaram no digital após estudarem um
pouco de marketing digital, desistiram fácil e, quando
vamos nos posicionar, elas nos falam que não dá certo.

REALIZADORES DE SONHOS

Por outro lado, há os realizadores de sonhos, que são as


pessoas que vão na mesma direção que nós ou que não
são capazes de nos dar um “banho de água fria”, elas nos
darão força e incentivo.

Quando mapeamos isso, entendemos quem são maiores


distrações do nosso sucesso.

O marketing digital não é uma onda, é um oceano; já os


aplicativos sim. Nós somos surfistas de ondas, mas o marketing
digital é um mar que veio para ficar e só começou.

Atualmente, as três principais ondas são o Instagram,


YouTube e TikTok. Nessa mesma sequência, há o grau de
importância para vendermos.

EGO

No momento em que começamos no digital, as coisas que


mais tiram a nossa atenção são o número de pessoas ao
vivo, dos stories e dos vídeos no Instagram.

Essas são as distrações mais perigosas quando estamos


começando, porque podemos ficar presos no ego.

O que temos feito nos últimos 2 meses para merecer mais


de 5, 10, 20, 30 ou 100 pessoas em uma live? Temos que ter
consciência e pé no chão, para podermos desenvolver. O
ego atrapalha o nosso processo de crescimento.

Hoje em dia, tudo chega muito rápido para nós e,


por isso, acabamos querendo que o sucesso chegue
da mesma forma. Quando desejamos isso, f icamos
sem base e, consequentemente, começamos e não
terminamos as coisas.

As primeiras lives não são para a nossa audiência, são


para nós mesmos.

*Quando não tivermos alguém junto a nós, que


nos dê dose de dopamina, que é a força e coragem
para avançarmos, precisamos utilizar o cinto de
utilidades: músicas e vídeos ativacionais.

A música é responsável por 15% do nosso


potencial, mas uma música mal colocada
diminui a nossa performance em até 20%,
aquelas que são depressivas.*

DISTRAÇÃO ▶
DESSENSIBILIZAÇÃO
Distração é o primeiro passo dentro da Terapia Cognitivo
Comportamental. Quando temos medo de algo, utilizamos
a técnica da distração positiva. Ela envolve tirar o
nosso cérebro da distração e levá-lo para um lugar de
serotonina, prazer.

Por exemplo, se temos medo de elevador, quando estivermos


dentro dele, podemos jogar um jogo no celular. Assim, nos
distraímos da presença do estímulo estressante.

Tudo que o cérebro recebe muito estímulo, ele cria uma


dessensibilização. Por exemplo, mendigos no sinal de trânsito.
A distração consiste em distrair a ação; a
dessensibilização é dessensibilizar a ação. Quando
pegamos o nosso celular, ainda estamos sensíveis para
gravar vídeos, no modo ataque e fuga.

Quanto mais gravarmos, mais o nosso cérebro irá


dessensibilizar; não teremos mais timidez e medo do
julgamento, logo, não liberaremos cortisol e não ativaremos
o modo fuga e luta. Quanto mais o nosso cérebro vê isso
como algo natural, menos energia ele gastará.

Os “amigos” que sempre nos dão um “banho de água fria”


fazem com que fiquemos sensíveis ao julgamento deles.

EXPOSIÇÃO IMAGINATIVA

Na exposição imaginativa, imaginamos a exposição.


Antes de fazer uma live, imaginamo-nos fazendo-a, com
todos os detalhes.

Temos que ter uma mentalidade positiva alinhada com


o nosso propósito e objetivo. Porque depois da exposição
imaginativa, virá a real.

O problema é que, na maioria das vezes, fazemos a


exposição imaginativa de forma negativa. Ou seja, ficamos
imaginando que não dará certo o tempo inteiro. Isso
acaba liberando muitos neurotransmissores e uma química
ruim. Consequentemente, a chance de performarmos
bem é muito baixa.

Quando melhoramos a nossa comunicação interna,


tornamo-nos mais dispostos e corajosos. Nossa linguagem
não verbal reflete os nossos pensamentos.
Primeiro, imaginamos acontecendo positivamente
e, depois, fazemos. A exposição imaginativa é uma
simulação. Na sequência da exposição real, faremos
exercícios de manutenção.

CONSIDERAÇÃO X AUTORIDADE
A internet é sobre pessoas, logo, é sobre relacionamentos.
Existem dois tipos de seguidores:

• Seguidor por autoridade;


• Seguidor por consideração.

A maioria das pessoas tem seguidores por consideração e,


por isso, quando começam a posicionar o Instagram delas
dentro de um nicho, eles não dão importância. Esse é o pior
tipo de seguidor para quem quer fazer dinheiro na internet.

Psicologicamente falando, nós apenas compramos aquilo


que queremos ser. Nós temos que ser vistos como maiores.
Precisamos dos seguidores por autoridade, que possuem
uma alta percepção de valor sobre nós. Quanto mais alto o
valor, mais as pessoas continuam seguindo.

CONTEÚDO DE VALOR E
QUEBRA DE PADRÃO
Temos que ter um caderno com, pelo menos, 15 “diamantes”
de conteúdo para pessoas que estão entrando no nosso
nicho — iniciantes, intermediários e avançados.

Temos que entregar para as pessoas uma solução para


a dor delas, isto é, uma pequena ou grande vitória. Gerar
valor é entregar um conteúdo que diz “Olha como eu sou
e eu vou te ajudar a ser assim também!”, não prometendo,
mas levando as pessoas em direção a sua melhor versão. O
marketing digital é uma escola de valores, onde colocamos
a intenção de compartilhar pequenas e grandes vitórias.

Buscamos que o nosso seguidor transforme-se em cliente


dentro de uma jornada de tempo. Isso vai depender da
quantidade de conteúdo nutritivo que geraremos.

O nosso Instagram tem que ser uma vitrine. Tudo o que


entregarmos precisa ser uma amostra grátis do nosso
potencial. Para isso, é preciso técnica.

Transicionamos do arquétipo do homem comum para


o herói quando não desistimos. Os conquistadores são
pessoas que não desistem, são os resistentes e resilientes.
Cada vez que erramos, aprendemos.

Temos que quebrar o padrão e ir além. Nossa linguagem


tem que ser direta e específica para os nossos seguidores
que virarão clientes, não para os nossos concorrentes. Ela
precisa ser acessível o suficiente para que o nosso seguidor
consiga se conectar conosco.

APRENDIZADO CONSTANTE
É fácil fazer dinheiro na internet, o problema é continuarmos
com a cabeça de perfeccionista, achando que temos que
ter o Iphone 12 Pro para começar; ou com a cabeça do
simplório, achando que não é para nós.

O resultado que estamos tendo hoje é graças a tudo que


acumulamos de aprendizado e o próximo nível exigirá coisas
que não sabemos. Temos que aprender o tempo inteiro. A
aprendizagem é contínua.

Se continuarmos vibrando no medo ou na vergonha


de começar, não conquistaremos os nossos sonhos,
passaremos a vida inteira abrindo mão de algo que queremos.
Temos que gravar com vontade e coragem de não
agradar, saindo da necessidade de sermos aceitos, amados
e reconhecidos a qualquer custo. O vício em ser um
“agradador” nos mantém na escassez.

A autoestima é uma mesa. O tampo dela se chama amor-


próprio e cada uma das 4 pernas se chamam autoaceitação,
autoconfiança, grupo de apoio e habilidades sociais.

Não podemos permitir que a nossa referência interna fale


baixinho, enquanto a externa grita. Quando a referência
externa é maior que a interna, continuamos travados e
vivendo de acordo com as expectativas dos outros.

Temos que resolver a treta que temos em nossa vida:

T ▶ TRABALHO
R ▶ RESISTÊNCIA
E ▶ EXPOSIÇÃO
T ▶ TENSÃO
A ▶ AÇÃO

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