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TEORIA DE CONTATO DE HERTZ

PROF. GILMAR CORDEIRO DA SILVA


Introdução
 Quando duas superfícies estão em contato, o contato
real deve ser relacionado ao contato microscópico, pois
por melhor que seja o acabamento, dificilmente a
superfície será perfeitamente lisa.
Introdução
 Assim, é de se esperar, que a área real de contato seja muito
menor que a área nominal, e que vá aumentando
proporcionalmente com a aplicação de uma força externa no
sentido normal à superfície, devido à deformação dos picos das
heterogeneidades superficiais ou asperezas (Hutchings, 1992).
Introdução
 No final do século XIX, Hertz desenvolveu as primeiras análises,
sobre a teoria de contato entre dois sólidos.
 Modelamento matemático das tensões de contato, referenciado
como contato de Hertz, que ocorre quando dois corpos sólidos.
Introdução

 No inicio de seu trabalho Heinrich Hertz procurava descrever


como as propriedades ópticas de lentes se alteravam quando
estavam em contato, sob uma força de contato entre elas. A
descrição deste fenômeno se estendeu a todos os campos da
engenharia no que se refere aos fenômenos de contato entre dois
corpos rígidos que sofrem pequena deformação sob ação de
cargas entre eles.
Introdução
Introdução

Modo de Contato Circular


Considere-se um problema de
deformação elástica de duas
esferas de raios R1 e R2 em
contato com uma carga normal
W aplicada.
Introdução
Introdução
Introdução
Introdução
FRICTION
Introdução
• Quando duas superfícies sólidas são
colocadas juntas o contato geralmente
ocorrerá somente sobre em partes isoladas da
área de contato nominal
 É através destas regiões localizadas de
contato que forças são exercidas entre os
dois corpos, e são estas forças que são
responsáveis pelo atrito.
 estudar as origens das forças de atrito e sua
magnitude entre metais, polímeros,
cerâmicos e outros materiais.
Introdução
 Atrito e gravidade são as duas forças com as quais os
engenheiros se deparam com mais freqüência ao
longo do desenvolvimento de projetos mecânicos,
contudo essas são ainda as forças da natureza menos
compreendidas.
 Ao longo dos últimos séculos esforços combinados de
engenheiros, cientistas e pesquisadores tem
fracassado em responder questões a respeito de suas
origens e natureza.
 o atrito é extremamente útil e importante em algumas
circunstâncias e exerce uma função vital em freios,
embreagens, acoplamentos e nas propriedades anti-
derrapantes dos pneus. Embora em outras situações
seja altamente indesejável, e muito do estudo da
tribologia esta concentrado sentido de minimizar seus
efeitos.
SISTEMA TRIBOLÓGICO
Superfícies de dois componentes em contato móvel um com
o outro e com a área adjacente.
O tipo, evolução e extensão do desgaste são determinados
pelos materiais e acabamentos dos componentes, eventuais
materiais
intermediários, influências da área
adjacente e condições de operação.

 1 Objeto de base; 2 Corpo oponente


 3 Influências adjacentes: Temperatura, umidade relativa, pressão
 4 Material intermediário: Óleo, graxa, água, partículas, contaminantes
 5 Carga; 6 Movimento
Introdução
• Atrito no Nível Molecular
Em última análise as forças de atração e repulsão entre átomos e moléculas
são a origem do atrito. As forças moleculares são compreendidas, ou
explicadas, em sua totalidade pela mecânica quântica.
 A força entre dois átomos F é expressa em função da

distância r entre ambos. F= k/r7


onde k é uma constante que depende das moléculas.
 Um dos exemplos mais comum na engenharia mecânica de atração
molecular esta na montagem de blocos padrão para metrologia.
Os blocos padrão caracterizam-se por terem elevada exatidão dimensional,
geométrica e superfícies com alta qualidade superficial, obtida por
lapidações sucessivas.
Bloco padrão é escorregado sobre outro com cuidado, a elevada planeza
das superfícies permite a adesão dos blocos através da atração entre
átomos de ambas as superfícies em contato (Feynmann, 1977).
Conceito de Área de Contato Real

 É sabido que a distâncias muito pequenas forças atômicas


muito fortes
se estabelecem, em geral, distâncias na ordem de angstrons (10-10
m), o que representa o tamanho médio dos átomos. Assim é
possível simplificar o problema assumindo que todas as interações
ocorrem nestas regiões onde ocorre nos contatos atômicos.
 Estas regiões são denominadas de junções, e a soma das áreas
destas junções constituem a área real de contato
Introdução
•Definição de Atrito: A força conhecida como
atrito pode ser definida como a resistência
encontrada por um corpo em movimento em
relação a outro.

 Duas classes importantes de movimento


relativo:
- Rolamento e Deslizamento.
Introdução
 No Rolamento e Deslizamento “ideal” uma
força tangencial F é necessária para mover
o corpo sobre a superfície. A relação entre
esta força e a carga normal W é conhecida
como coeficiente de atrito,
µ=F/W
Introdução
• A distinção entre Rolamento e Deslizamento é
útil, mas as duas não são exclusivas, e mesmo em
uma condição de Rolamento aparentemente”
puro quase sempre envolve algum deslizamento.
• O COF pode variar sobre uma ampla faixa: de
cerca de 0,001 em um mancal de Rolamento
levemente carregado a maiores que 10 para
metais em deslizamento entre si mesmo no
vácuo.
• Para a maioria dos materiais comuns em
deslizamento no ar, contudo, o valor esta em
uma faixa mais estreita entre 0,1 a 1,0.
As Leis do Atrito
 Sob algumas condições de deslizamento, o
coeficiente de atrito µ para um dado par de
materiais em condições fixas de lubrificação
ou não, pode ser quase constante.
 Essa observação levou a formulação das duas
leis empíricas de atrito por deslizamento, assim
chamadas após terem sido redescobertas por
Amontons em 1699.
 Leonardo da Vinci, entretanto já tinha descrito
elas a cerca de 200 anos antes.
As Leis do Atrito
Primeira Lei
A FORÇA DE ATRITO É PROPORCIONAL A CARGA
NORMAL;
 Para muitos materiais sob condições de
deslizamento lubrificado ou não, isto é
verdade.
 Amontons em seus experimentos a partir dos
quais as leis foram deduzidas, usou muitos
metais e madeira, todos lubrificados com
gordura de porco; nestes casos portanto o
sistema estava sob condições de lubrificação
limítrofe.
As Leis do Atrito
Primeira Lei
A FORÇA DE ATRITO É PROPORCIONAL À CARGA
NORMAL;
 Lubrificação Limitrofe (LL): Não há contato físico
entre as superfícies.
 As forças são transmitidas pelos picos de
rugosidade da superfície, os quais estão em
contato físico um com o outro.
 O atrito é determinado pelas camadas aderidas à
superfície. O (µ) tem valores geralmente entre 0,1
e 0,3
As Leis do Atrito

Deslizamento não lubrificado do aço sobre alumínio polido no


ar.
As Leis do Atrito


Segunda Lei
 A força de atrito é independente da área
aparente de contato.
 A segunda lei não tem sido amplamente
explorada como a primeira lei, mas, contudo é
confirmada para a maioria dos materiais, com
exceção dos polímeros
Segunda Lei
Variação do coeficiente de atrito, μ , com a área
aparente de contato para madeira em condição de
deslizamento sobre uma superfície de aço não
lubrificado. A carga normal foi mantida constante,
enquanto a área aparente de contato sofreu
variação. O valor de µ demonstrou ser efetivamente
constante.
Terceira Lei
A FORÇA DE ATRITO É INDEPENDENTE DA
VELOCIDADE DE DESLIZAMENTO.
 É menos fundamentada do que as duas
primeiras leis
 É fruto da observação de que a força de atrito
necessária para iniciar o deslizamento é
normalmente maior do que a força necessária
para manter o movimento.
 Coeficiente de atrito estático - μs
 Coeficiente de atrito dinâmico – μd,
 μs > μd
Terceira Lei
A FORÇA DE ATRITO É INDEPENDENTE DA
VELOCIDADE DE DESLIZAMENTO.
 μs > μd
 Uma vez estabelecido o deslizamento, o μd é
para muitos sistemas quase independente da
velocidade de deslizamento para uma ampla
faixa, contudo em altas velocidades de
deslizamento, da ordem de dezenas ou
centenas de metros por segundo para metais,
μd diminui com o aumento da velocidade.
MODELO DE COULOMB

 O modelo de Coulomb para atrito falha quando faz-se


o balanço de energia entre dois pontos do
movimento.
 Tomando os pontos 1 e 3 como sendo o
deslocamento total do corpo, tem se que a energia
total do processo (ET) equivale a variação da energia
cinética (△Ec) menos a energia dissipada pelo atrito
(Ea): ET =△Ec−Ea
MODELO DE COULOMB

 Neste caso a energia dissipada pelo atrito (Ea)


equivale a variação da energia potêncial (Ep)
necessária para subir a aspereza da superfíce inferior,
que corresponde aos pontos 1 e 2 da Figura.
 Contudo essa energia é devolvida ao sistema durante
o deslocamento entre os pontos 2 e 3, tendendo a
anular-se com a energia armazenada durante a
subida da superfície.
MODELO DE COULOMB

 Desta forma tem se:


 ET1 ,3= △Ec− (E ap1,2− Eap2,3 ) tal fato resulta
em:
 ET1 ,3 =△Ec −0 o que não corresponde a
realidade, pois só terá validade se o atrito for
desprezado.
ET1 ,3 ≠ △Ec
MODELO DE BOWDEN E TABOR
 maioria das teorias de atrito de deslizamento
correntes originaram dos trabalhos realizados por
Bowden e Tabor entre 1930 e 1970 em Cambridge,
Base para as recentes teorias de atrito e
cisalhamento
 O modelo desenvolvido na sua forma simples,
assume que a força de atrito é provocada por
duas fontes:
força de adesão e força de deformação
 Para efeitos de avaliação, e principalmente
didáticos, os efeitos da adesão e da deformação
na força de atrito, normalmente são estudados
separadamente.
MODELO DE BOWDEN E TABOR
FORÇA DE ADESÃO
 A força de adesão é desenvolvida nas áreas de
contato real entre as superfícies (as junções de
asperidades).
 A força de deformação é a força necessária para
identar as asperidades da superfície mais dura sobre a
superfície mole.
F = Fadh + Fdef Onde:
F – força de atrito
Fadh – componente da força de atrito devido a
adesão
Fdef – componente da força de atrito devido a
deformação
MODELO DE BOWDEN E TABOR - FORÇA DE
ADESÃO
Em metais muitos macios e ductéis a adesão pode
ser facilmente demonstrada em condições normais
laboratoriais normais

Indium é um componente secundário nos minérios de


sulfetos de zinco e é produzido como um subproduto
do refinamento do zinco. É usado na indústria de
semicondutores, em ligas metálicas de baixo ponto
de fusão e na produção de revestimentos
condutores transparentes de óxido de índium-
estanho
MODELO DE BOWDEN E TABOR - FORÇA DE ADESÃO
Recentes simulações computacionais da
interação entre metais limpos dissimilares em
contato, empregando modelos para as forças
inter-atômicas tem também mostrado que
significante adesão e transferência de material
tem ocorrido.

Resultado de um simulação dinâmica molecular de contato entre


um indentador de níquel e uma superfície inicialmente plana de ouro
MODELO DE BOWDEN E TABOR- FORÇA DE ADESÃO

 Na prática, a adesão não é observada a olho


nú, pois na maioria dos casos a presença de
filmes de óxidos inibe o fenômeno; ou a energia
elástica acumulada durante a compressão
(tensões residuais) geram tensões suficientes
para quebrar as junções de asperidades
durante o processo de descarregamento , a
menos que o metal seja particularmente dúctil.
 Assim, somente em metais dúcteis macios e
onde filmes de óxidos são no mínimo
parcialmente removidos, pode-se observar
apreciável adesão sob estas condições.
MODELO DE BOWDEN E TABOR – FORÇA DE
ADESÃO
 A evidência dos experimentos de adesão e
modelamento teórico adicional sugere que
quando dois metais dissimilares deslizam um
sobre o outro, as junções de asperidades
formadas serão de fato mais fortes do que o
mais macio dos dois metais, levando ao
arrancamento e transferência de
fragmentos do metal mais macio para o
mais duro.
MODELO DE BOWDEN E TABOR – FORÇA DE
ADESÃO

 Se chamarmos a área real de contato, ou seja,


a soma das áreas das seções transversais de
todas as junções de asperidades, por A, e
assumindo que todas as junções tem a mesma
tensão de cisalhamento “s” ,
 então a força de atrito devido a adesão é
dada por: Fadh = A.s
MODELO DE BOWDEN E TABOR
FORÇA DE ADESÃO

 Conforme visto anteriormente, se o contato


entre asperidades é predominantemente
elástico ou predominantemente plástico, a
área real de contato é quase linearmente
proporcional a carga normal aplicada.
MODELO DE BOWDEN E TABOR
FORÇA DE ADESÃO

 Para contato entre superfícies reais de


engenharia os contatos das asperidades
iniciais serão efetivamente plástico e podemos
escrever:
W≈ A.H
Onde W é a carga normal e H é a dureza do
material mais mole no contato.
MODELO DE BOWDEN E TABOR - FORÇA DE ADESÃO

 A contribuição do coeficiente de atrito a


partir das forças adesivas é portanto: Fadh =
μadh. W
μadh = Fadh/ W ≈ s/H
Fadh – componente da força de atrito devido
a adesão
μadh – Coeficiente de atrito adesivo.
W - carga normal
s – tensão de cisalhamento
H é a dureza do material mais mole no
contato.
MODELO DE BOWDEN E TABOR -FORÇA DE
ADESÃO
 Considerando que as junções de
asperidades falham por ruptura dentro do
material mais macio, podemos tomar s ,
como uma primeira aproximação ser a
tensão de cisalhamento deste material; H
ser a dureza deste mesmo material.
 Para metais, a dureza é cerca de 3 vezes a
tensão de escoamento uniaxial do
material. Para metais: H ≈ 3.Y Onde, Y é a
tensão de escoamento (ensaio de tração)
MODELO DE BOWDEN E TABOR - FORÇA DE ADESÃO

 A tensão de escoamento, Y, será cerca de 1.7


a 2 vezes a tensão de escoamento no
cisalhamento puro, s , o fator preciso depende
do critério de escoamento.
 Podemos esperar portanto que: H ≈ (5.1 a 6).s
Tomando-se: H ≈ 5.s e sabendo que μadh = Fadh/
W ≈ s/H
Então: A parcela, devido a adesão, para o
coeficiente de atrito é de: μadh ≈ s/H ≈ 1/5 ≈
0.2
MODELO DE BOWDEN E TABOR
FORÇA DE ATRITO DEVIDO A DEFORMAÇÃO

 A força de atrito (Fdef) devido ao sulcamento


de asperidades duras através da superfície de
um material mais macio, a componente
deformação, pode ser estimada considerando
uma asperidade simples de uma forma
idealizada.
MODELO DE BOWDEN E TABOR
FORÇA DE ATRITO DEVIDO A DEFORMAÇÃO
 Se uma asperidade cônica rígida de semi-
ângulo α deslizar sobre uma superfície plana, a
força tangencial necessária para deslocá-la
será de uma determinada quantidade de
pressão, a qual pode se tomar como sendo a
dureza H do material multiplicada pela área
da seção transversal da ranhura
MODELO DE BOWDEN E TABOR
FORÇA DE ATRITO DEVIDO A DEFORMAÇÃO
 Modelo - Considerando uma asperidade cônica, com
semi-ângulo α, movimentando sobre um plano liso
(riscando-o a uma profundidade x):
 A força tangencial para movimentar o cone sobre o
plano e consequentemente promover certa
quantidade de deformação é dada por: Fdef = H. a. x
.....como a = tgα . X tem se Fdef = H. x2. tgα
 Onde, H é a dureza do material e a.x é a área frontal
do cone (área deslocada)

MODELO DE BOWDEN E TABOR
FORÇA DE ATRITO DEVIDO A DEFORMAÇÃO
 Um modelo de deformação plana, onde a
asperidade é
assumida ser uma cunha de semi-ângulo , leva
de maneira similar a: μdef = cotgα
 Estas relações são suportadas pela
evidencia de experimentos no qual
asperidades macroscópicas são
arrastadas sobre superfícies de metais mais
macios.


Porque tamanha
discrepância
entre o modelo e
os valores reais,
medidos ???????
AVALIAÇÃO DO MODELO
• Dois importantes fenômenos não foram
considerados no modelo: ENCRUAMENTO;
CRESCIMENTO DE JUNÇÕES
• No modelo o material é assumido ter um fluxo de
tensão constante. Contudo, quase todos materiais
encruam de alguma quantidade, e portanto a
carga normal é suportada pelo fluxo plástico de
alguma distância a partir da vizinhança
intermediária das junções de asperidades.
AVALIAÇÃO DO MODELO
• As junções encruarão significantemente, o que tenderá a
aumentar o valor relativo da tensão “s” em comparação com a
dureza “H”.
Mas, μadh ≈ s/H

Portanto, μadh tende a aumentar!


AVALIAÇÃO DO MODELO
CRESCIMENTO DE JUNÇÕES

• Nos modelos descritos, assumiu se que a área real


de contato é determinada somente pela carga
normal, e que não é afetada por forças
tangenciais. Isto de fato é uma grande
simplificação.
• Se o metal flui plasticamente ou não isto é
determinado por um critério de escoamento, que
leva em consideração a ação de tensões normais
e de cisalhamento.
AVALIAÇÃO DO MODELO
CRESCIMENTO DE JUNÇÕES

A figura mostra uma placa de material carregada contra uma


superfície plana rígida, representando uma forma muito idealizada
de um contato de asperidade.

Um elemento do material interno a esta placa ( Figura a ) está


sujeito a compressão uniaxial pela tensão normal P0 e pode-se
assumir que ela seja um ponto de escoamento, visto que sabe-se
que quase todo contato de asperidades entre metais são plásticos
AVALIAÇÃO DO MODELO
CRESCIMENTO DE JUNÇÕES

• Quando uma tensão tangencial é então aplicada a uma junção


de asperidade, como mostrado na figura em (b), o elemento do
material experimenta uma tensão de cisalhamento adicional .
• Para o material permanecer no ponto de escoamento, a tensão
normal sobre o elemento deve ser reduzida a P1 .
• Se a carga normal permanecer constante, então a área de contato
deve crescer: O fenômeno é então conhecido como crescimento
de junção.
AVALIAÇÃO DO MODELO - CRESCIMENTO DE
JUNÇÕES
AVALIAÇÃO DO MODELO - CRESCIMENTO DE
JUNÇÕES
AVALIAÇÃO DO MODELO - CRESCIMENTO DE
JUNÇÕES

• No modelo, não existe limitação para o crescimento da


área real, A
• Na maioria dos casos o crescimento está limitado à
ductilidade do material e/ou à presença de um filme na
interface, de baixa resistência ao cisalhamento, entre as
duas superfícies.
Modelagem do efeito do filme interfacial de baixa
resistência ao cisalhamento
Modelagem do efeito do filme interfacial de baixa
resistência ao cisalhamento

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