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A.R.

Apó s, voltem-me conclusos.


Cidade (...), 19 de Maio de 2019
AUTO DE PRISÃO EM FLAGRANTE
Aos DEZESSETE (17) dia (s) do mês de MAIO (05) do ano DOIS MIL e DEZENOVE (2019),
nesta cidade de (...), no Cartó rio da Delegacia, onde presente se encontrava o Delegado de
Polícia Civil (Nome do Delegado), comigo, Escrivã o de Polícia, ao final assinado, aí
compareceu o CONDUTOR/1ª TESTEMUNHA: NOME DO CONDUTOR, (geralmente
policial), da Policia Militar, lotado em (...), onde recebe intimaçõ es, conduzindo preso:
FULANO DE TAL, nacionalidade (...), estado civil (...), profissão (...), naturalidade (...),
portador da cédula de identidade nº (...) e CPF nº (...), nascida aos (...), filha de (...) e
(...), residente e domiciliada na Rua (...), nº (...) bairro (...) na cidade de (...)/MA.
Em virtude de ter sido preso em flagrante, na situaçã o descrita no Art. 302, III do CPP, por
ter cometido o crime de:
FATO: Porte Ilegal de Arma de Fogo de Uso Permitido. Art. 14, Lei 10.826/2003
__________________________
Delegado de Polícia
Matrícula
TERMO DE DEPOIMENTO DO CONDUTOR
E RECIBO DE ENTREGA DE PRESO
Entrevistadas as partes e formado seu convencimento jurídico, deliberou a Autoridade
Policial por ratificar a voz de prisã o dada pelo condutor e, apó s, cientificado o (s) conduzido
(s) quanto ao (s) seu (s) direitos individuais previstos no artigo 5º da Constituição
Federal, dentre os quais o de manter-se em silêncio e/ou declinar informações que
reputar úteis à sua autodefesa, caso queira, de ter assistência da família e de seu
advogado, bem como o nome do autor de sua prisã o e testemunhas, e, se admitida,
prestar fiança e livrar-se solto, momento em que a Autoridade Policial se identificando
como responsá vel por seu interrogató rio, determinou a lavratura do presente Auto de
Prisã o em Flagrante com fulcro nos ditames do Artigo 304 do CPP e seguintes, ao que
passou a ouvir o CONDUTOR/1ª TESTEMUNHA: NOME DO CONDUTOR, (geralmente
policial), da Policia Militar, lotado em (...), onde recebe intimaçõ es Testemunha
compromissada na forma da Lei, advertida das penas cominadas ao falso testemunho,
prometeu dizer a verdade do que soubesse e lhe fosse perguntado, inquirida pela
Autoridade Policial, RESPONDEU: QUE neste dia ......./......./......., por volta das 20h,
patrulhava no comando da GU em rondas de rotinas pelos bairros da cidade, quando
abordou o conduzido, o qual já vinha sendo monitorado pela polícia em razã o de vá rias
denuncias de que corriqueiramente ele mostrava uma arma de fogo na cintura nos bares
locais; QUE na abordagem foi encontrada dentro das vértices do conduzido um revolver
marca (...), com numeraçã o suprimida; QUE o conduzido recebeu voz de prisã o logo apó s
confessar para GU que nã o possuía porte para a referida arma; QUE em seguida realizou
sua conduçã o juntamente ao objeto ilícito apreendido. Nada mais disse, e, servindo o
presente como RECIBO DE ENTREGA DE PRESO do ora conduzido, o qual é ora expedido
em favor do Condutor sendo lhe entregue có pia do referido termo e recibo, determinando a
Autoridade que depois de lido e achado conforme, vai devidamente assinado pela
Autoridade, pelo Condutor e por mim, Escrivã o de Polícia, lavrei e assino.
E ainda, sendo o presente caso de Apreensã o de bem e/ou materiais, serve a presente como
TERMO DE APRESENTAÇÃO E APREENSÃO, determinando a Autoridade que se fizesse a
real apreensã o de: Um revolver marca, modelo s/n, apreendido em poder de FULANO DE
TAL, ora apresentado pelo CONDUTOR: NOME DO POLICIAL, que a partir desta data de
00/00/0000, ficará depositada nesta Delegacia, até ulterior deliberaçã o, por constituírem
prova material de crime em apuraçã o. Nada mais havendo mandou a Autoridade que se
encerrasse o presente termo, que depois de lido e achado conforme, vai devidamente
assinado pela Autoridade, pelo Condutor/Apresentante, pelas testemunhas e por mim,
Escrivã o de Policia que o digitei e providenciei a impressã o.
Autoridade: _______________________________
Condutor:_______________________________________
Escrivã o: ___________________________________
Em continuidade ao Auto de Prisã o em Flagrante, passou a Autoridade a ouvir a 2ª
TESTEMUNHA: XXXXXXXXXX, Policial Militar, lotado no Destacamento da Policia
Militar de (...), aonde recebe intimações, Testemunha compromissada na forma da lei,
advertida das penas cominadas ao falso testemunho, prometeu dizer a verdade do que
soubesse e lhe fosse perguntado, inquirida pela Autoridade Policial, RESPONDEU: QUE
SEMELHANTE AO DEPOIMENTO DO CONDUTOR. Nada mais a tratar, determinou a
Autoridade que, depois de lido e achado conforme, fosse devidamente assinado pela
Autoridade, pela 2ª Testemunha e por mim, Escrivã o de Polícia, lavrei e assino.
Autoridade: _________________________________
2ª Testemunha:_________________________________
Escrivã o: _____________________________________-
Em continuidade ao Auto de Prisã o em Flagrante, passou a Autoridade a ouvir o
CONDUZIDO: FULANO DE TAL, nacionalidade (...), estado civil (...), profissão (...),
naturalidade (...), portador da cédula de identidade nº (...) e CPF nº (...), nascida aos
(...), filha de (...) e (...), residente e domiciliada na Rua (...), nº (...) bairro (...) na cidade
de (...)/MA. O qual antes de iniciada sua qualificaçã o, pela Autoridade Policial foram lhe
esclarecidos seus direitos e garantias constitucionais, previstos no art. 5º, LXII, LXIII, e
LXIV, em especial quanto ao seu direito de comunicar-se com um advogado, de ter sua
prisã o informada a sua família, do direito à manutençã o de sua integridade física, mental e
moral, além de poder permanecer em silêncio e só se manifestar em Juízo. Desse modo, o
conduzido informou que DESEJA QUE SUA PRISÃ O PARA SEU ADVOGADO. Inquirido pela
Autoridade Policial e cientificado das imputaçõ es que lhe sã o feitas fora interrogado,
momento em que RESPONDEU: QUE DESEJA FAZER USO DO SEU DIREITO
CONSTITUCIONAL DE FICAR CALADO; QUE perguntado se a arma de fogo apreendida no
presente procedimento é de sua propriedade; QUE perguntado de quem adquiriu a referida
arma; QUE perguntado com que intençã o portava a arma; QUE com relaçã o à s referidas
indagaçõ es nada respondeu; QUE nunca foi preso nem processado. Nada mais a tratar,
determinou a Autoridade que se encerrasse o presente auto, que depois de lido e achado
conforme, vai devidamente assinado pela Autoridade, pelo conduzido e por mim, Escrivã o
de Polícia, que lavrei e assino.
Autoridade: _______________________________________
Conduzido:_______________________________________
Advogado______________________________________
Escrivã o:_____________________________________
NOTA DE CULPA E DE CIÊNCIA DAS GARANTIAS CONSTITUCIONAIS
O Delegado de Polícia Civil NOME DO DELEGADO, com fulcro no Art. 306, § 2º do CPP faz
saber ao: CONDUZIDO: FULANO DE TAL, já qualificado, o qual recebeu voz de prisã o por
prá tica de Porte Ilegal de Arma de Fogo, previsto no: ARTIGO 14, Lei 10.826/2003,
tendo figurado como CONDUTOR: NOME DO POLICIAL, lotados no Destacamento da
Policia Militar de (...), onde recebe intimaçõ es.
Informando ao conduzido ainda, que o mesmo tem os direitos previstos nos incisos LXII,
LXIII e LXIV do artigo 5º da Constituiçã o Federal, os quais seguem mencionados abaixo:
ARTIGO 5º DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL:
1. INCISO LXII - A prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados
imediatamente ao Juiz competente e família do preso ou à pessoa por ele indicada;
2. INCISO LXIII - O preso será informado de seus direitos, entre os quais o de permanecer
calado, sendo-lhe assegurada a assistência de família e de advogado;
3. INCISO LXIV - O preso tem direito à identificação dos responsáveis por sua prisão ou por
seu interrogatório policial.
Tendo entã o, tomado ciência de seus direitos e garantias fundamentais, DESEJA QUE
COMUNIQUE A SEU ADVOGADO.
Por ser verdadeiro, firmo o presente termo, dando nesta oportunidade recibo da 1ª via
deste, assinado, juntamente com a Autoridade Policial e Escrivã o.
Cidade (...), data (...)
Delegado de Polícia Civil
Matrícula
Recebi a 1ª via da Nota de Culpa, em ............/............/.......................
O PRESO: _______________________________________________________
COMUNICAÇÃO DE PRISÃO EM FLAGRANTE DELITO.
Em obediência ao ditame do Art. 306 caput do CPP e Art. 5ª, LXII, a autoridade policial ora
indicada, comunicou a prisã o do autuado para o advogado de nome xxxx. O referido é
verdade e dou fé
Ofício nº / (...)/DPC
Cidade (...) e Data (...)
A Sua Excelência o (a) Senhor (a)
JUIZ (A) DIREITO DESSA COMARCA
Cidade/Estado.
Assunto: Comunicaçã o de Prisã o em Flagrante.
Senhor (a) Juiz (a),
Comunico a V. Exa. a prisã o em flagrante da nacional FULANO DE TAL, nacionalidade
(...), estado civil (...), profissão (...), naturalidade (...), portador da cédula de
identidade nº (...) e CPF nº (...), nascida aos (...), filha de (...) e (...), residente e
domiciliada na Rua (...), nº (...) bairro (...) na cidade de (...)/MA por prá tica de crime
previsto no ART. 14, Lei 10.826/2003. Conforme documentaçã o em anexa.
Informo que o autuado foi cientificado do valor arbitrado em seu favor, porém alegou
hipossuficiência, nã o podendo arcar com o valor, razã o pela qual será encaminhado ao
presídio local, onde ficará à disposiçã o da Justiça Pú blica.
Respeitosamente,
Delegado de Polícia Civil
Matrícula
Ofício nº / /DPC
Cidade/Data
A Sua Excelência o (a) Senhor (a)
PROMOTOR (A) DE JUSTIÇA DESSA COMARCA
Cidade/Estado.
Assunto: Comunicaçã o de prisã o em flagrante.
Senhor (a) Promotor (a),
Comunico a V. Exa. a prisã o em flagrante da nacional FULANO DE TAL, nacionalidade
(...), estado civil (...), profissão (...), naturalidade (...), portador da cédula de
identidade nº (...) e CPF nº (...), nascida aos (...), filha de (...) e (...), residente e
domiciliada na Rua (...), nº (...) bairro (...) na cidade de (...)/MA por prá tica de crime
previsto no ART. 14, Lei 10.826/2003. Conforme documentaçã o em anexa.
Informo que o autuado foi cientificado do valor arbitrado em seu favor, porém alegou
hipossuficiência, nã o podendo arcar com o valor, razã o pela qual será encaminhado ao
presídio local, onde ficará à disposiçã o da Justiça Pú blica.
Respeitosamente,
Delegado de Polícia Civil
Matrícula
Ofício nº 92/2017/DPC
Cidade/Data
A Sua Excelência o (a) Senhor (a)
DEFENSOR (A) PÚBLICO ESTADUAL ou ADVOGADO DO PRESO
Cidade/Esatdo.
Assunto: Comunicaçã o de prisã o em flagrante.
Comunico a V. Exa. a prisã o em flagrante da nacional FULANO DE TAL, nacionalidade
(...), estado civil (...), profissão (...), naturalidade (...), portador da cédula de
identidade nº (...) e CPF nº (...), nascida aos (...), filha de (...) e (...), residente e
domiciliada na Rua (...), nº (...) bairro (...) na cidade de (...)/MA por prá tica de crime
previsto no ART. 14, Lei 10.826/2003. Conforme documentaçã o em anexa.
Informo que o autuado foi cientificado do valor arbitrado em seu favor, porém alegou
hipossuficiência, nã o podendo arcar com o valor, razã o pela qual será encaminhado ao
presídio local, onde ficará à disposiçã o da Justiça Pú blica.
Respeitosamente,
Delegado de Polícia Civil
Matrícula
GUIA DE RECOLHIMENTO
O Delegado de Polícia (xxxxxxxxxxxxxxxxxx) – Delegado de Polícia Civil, no uso de suas
atribuiçõ es,
MANDA recolher a Unidade Prisional de Viana, o preso de Justiça FULANO DE TAL,
nacionalidade (...), estado civil (...), profissão (...), naturalidade (...), portador da
cédula de identidade nº (...) e CPF nº (...), nascida aos (...), filha de (...) e (...), residente
e domiciliada na Rua (...), nº (...) bairro (...) na cidade de (...)/MA., preso em flagrante
delito por ilicito previsto no ART. 14, Lei 10.826/2003. Informamos que o referido preso
deverá ficar à disposiçã o da Justiça, até ulterior deliberaçã o.
Data da Prisão
......../......../.............
Local da Prisão
.................
Flagrante (x) Preventiva () Condenaçã o ( )
Ilícito
ART. 14, lei 10.826/2003
Unidade Instauradora do Inquérito
....................
Anexa, có pia da Nota de Culpa.
Cidade (.....) data/ano (...)
Delegado de Policia Civil
Matrícula

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