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1.

Sabendo-se que a os tributos estão ligados diretamente com as leis brasileiras, descreva com
as suas palavras, onde podemos encontrar a fundamentação legal? (2 Pontos)

R: 77. O art. 150 , I , da Constituição Federal , consagra o princípio da legalidade tributária ao


ditar que "é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios exigir ou
aumentar tributo sem lei que o estabeleça". Em matéria tributária, nos termos do Código
Tributário Nacional , não depende de lei :

Em outras palavras o fato da legalidade está simplesmente ligada no tocante de sermos


cidadões e exigirmos nosso direitos, direitos estes que para serem cumpridos depende de
verbas e Assim a nossa Constituição Federal defini as regras para esta cobrança compulsória.

Isso significa que, para cobrar tributos do seus cidadãos-contribuintes, há todo um conjunto de
diretrizes que precisa ser respeitado pelo Poder Público, Nosso texto constitucional regula a
matéria no Capítulo I (“Do Sistema Tributário Nacional”) do Título VI (“Da Tributação e do
Orçamento”), além de diversas outras disposições tributárias espalhadas pelo corpo da Lei
Maior.

2.Tributo é regido pelas esferas previstas na Constituição Federal, separa em 3 grupos. Quais
são estes grupos? (1 Ponto)

R: União, Estados, Distrito Federal e Municípios.

3.Os tributos previstos em seguem uma rotina para sua criação. Como podemos definir esta
rotina? (2 Pontos)

R: Esta rotina deve ser definida através dos elementos: atualização monetária da base de
cálculo; a definição do fato gerador da obrigação tributária principal; a extinção de tributos; a
fixação de alíquota do tributo e a sua base de cálculo. Todos estão dentro do artigo 97.

a atualização monetária da base de cálculo. Somente a lei pode estabelecer: II - a majoração


de tributos, ou sua redução, ressalvado o disposto nos artigos 21, 26, 39, 57 e 65;(...)§ 1º
Equipara-se à majoração do tributo a modificação da sua base de cálculo, que importe em
torná-lo mais oneroso. § 2º Não constitui majoração de tributo, para os fins do disposto no
inciso II deste artigo, a atualização do valor monetário da respectiva base de cálculo 

a definição do fato gerador da obrigação tributária principal. Somente a lei pode estabelecer:


III - a definição do fato gerador da obrigação tributária principal, ressalvado o disposto no
inciso Ido § 3º do artigo 52, e do seu sujeito passivo;

a extinção de tributos. Somente a lei pode estabelecer: I - a instituição de tributos, ou a


sua extinção.

a fixação de alíquota do tributo e a sua base de cálculo. Somente a lei pode estabelecer: IV -


a fixação de alíquota do tributo e da sua base de cálculo , ressalvado o disposto nos artigos
21, 26, 39, 57 e 65;

4.Qual a necessidade de se realizar a cobrança de tributos? (2 Pontos)


R: para conseguir cumprir com seu papel, o Estado precisa de recursos financeiros,
estes valores entregues ao Estado sempre devem ser retribuídos com serviços públicos
à sociedade, que suporta a carga tributária. para pagar o salário de servidores, policiais
e contratar empresas para realizarem obras públicas etc...
No entanto, além de custear as atividades estatais, os tributos também servem como
instrumento de intervenção no domínio econômico. Quando os tributos forem criados
com a função primordial de arrecadação, estaremos diante da função fiscal. Já quando
a arrecadação fica em segundo plano e o Poder Público visa interferir no
comportamento das pessoas, desestimulando o uso de determinados produtos ou
facilitando o acesso a outros, verificamos a presença da função extrafiscal. Mas, apesar
dessa separação, podemos encontrar em nosso sistema tributário tributos que sejam
abrigados pelas duas funções.

5.O que é necessário para criar os tributos? (1 Pont o)


R: deve conter todos os elementos que o definem: fato gerador, sujeitos, base de cálculo e
alíquota

6.Que tipo de lei pode criar tributo? (1 Ponto)


R:Os tributos somente podem ser criados através de Lei, via de regra, ordinária, por essa razão
que somente os entes federativos poderão criar os tributos. Existem 4 tributos que somente
poderão ser criados por meio de Lei Complementar, quais sejam Contribuição social residual,
Empréstimo compulsório, Imposto sobre grandes fortunas e Imposto residual.

Nos termos do art. 62, §1º e §2º, CF, a medida provisória poderá criar e majorar impostos, se
estes puderem ser criados por Lei Ordinária. Também poderá criar ou majorar outras espécies
tributárias, se obedecidos os requisitos constitucionais, quais sejam, ser a medida convertida
em lei, para que possa ser cobrada no exercício financeiro seguinte, para evitar surpresa ao
contribuinte.

7.Podemos ainda dizer que os tributos são contribuições que se dividem em?
R: Existem, na verdade, diferentes espécies de tributo que integram o sistema tributário
nacional. A concepção mais difundida, atualmente adotada pelo Supremo Tribunal Federal,
distingue cinco espécies tributárias, ou seja, cinco formas diferentes de o Estado exigir
compulsoriamente do cidadão uma contribuição pecuniária. São elas: impostos, taxas,
contribuições de melhoria, contribuições especiais e empréstimo compulsório.

Professor estas duas últimas não ta no material mas eu encontrei em pesquisa e resolve
colocalas.

As contribuições especiais (art. 149) – contribuições sociais, de intervenção no domínio


econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas –  destinam-se a custear
uma atuação específica do Estado, ou seja, suas receitas têm destino certo. É essa sua
característica essencial. Sua cobrança em geral decorre de um fato do contribuinte, como é
caso das contribuições previdenciárias, destinadas ao financiamento da previdência social (por
exemplo, pagamento de aposentadorias).

O empréstimo compulsório (art. 148) distingue-se dos demais tributos por uma peculiaridade: o
dever de restituição ao contribuinte dos valores cobrados. Além disso, sua instituição é
condicionada à edição de lei complementar, que exige maioria absoluta para sua aprovação no
Congresso Nacional, e à ocorrência dos graves fatos previstos na própria Constituição. A
instituição desse tipo de tributo somente é admitida para: (1) atender a despesas
extraordinárias, decorrentes de calamidade pública, de guerra externa ou sua iminência ou (2)
no caso investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional. Deparando
com tais circunstâncias, cabe ao legislador definir os fatos sobre os quais devem recair esses
tributos.
Qualquer uma dessas espécies pode ser chamada de tributo, porque têm em comum serem
prestações pecuniárias compulsórias em moeda decorrentes de fato lícito. São, portanto,
aplicáveis à sua cobrança as disposições próprias do regime tributário.

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