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MÁRIO,

GUILHERME e
HENRIQUE
CSON8B

CINEMA
CUBANO
NÃO
ENTENDI
O QUE
ELE
FALO!!!!
HISTÓRIA DE CUBA

Em sua origem, era povoada por várias etnias e culturas que foram extintas com a
colonização do país. Dominada pela Espanha durante quatro séculos, foi invadida e
conquistada pelos Estados Unidos em dezembro de 1898, que estabeleceu um
governo militar na ilha.
Os Estados Unidos mantiveram a ocupação no país por mais alguns anos, até que
em 1959 o exercito rebelde dirigido por Fidel Castro derrota os atuais governantes.
Cuba finalmente obtém sua definitiva independência em relação aos EUA.
Atualmente, Cuba é o único país socialista do Ocidente e um dos poucos do mundo.

Fonte: Wikipedia
POLÍTICA DE CUBA

Cuba é uma república socialista .


Organizada por um modelo onde existe apenas um partido sem eleições diretas para
cargos executivos.
Fidel Castro é chefe de governo desde 1959 e chefe de estado desde 1976.
Afastou-se do poder somente em 2006 por problemas de saúde. Seu irmão Raúl
Castro assumiu.
Em 2008, Fidel renuncia definitivamente. Depois disso seu irmão é eleito presidente
de cuba em uma eleição de candidato único.
A política dos Estados Unidos no país foi marcada por grandes conflitos de interesse.

Fonte: Wikipedia
GOVERNO DE RAÚL COSTA

Prometeu eliminar proibições.


Em março de 2008 liberou a venda de computadores pessoais e DVD’s.
A venda de telefones celulares e televisores para pessoas comuns também está
liberada.

Fonte: Wikipedia
ECONOMIA DE CUBA

Somente em 2006, os Cubanos conseguiram recuperar quase o mesmo padrão de


vida que tinham em 1980.
Ainda hoje sofrem as conseqüências do rígido embargo comercial imposto elos
Estados Unidos. Estipula-se que o embargo tenha causado uma perda de mais de 79
bilhões de dólares em sua economia.
Em 2004, Cuba tinha o sexto menor índice de pobreza entre os países em
desenvovimento.
Está entre os 70 países do mundo que apresentam um alto índice de
desenvolvimento Humano.
Em 2006 seu crescimento econômico foi de 11.1%.
Atualmente, grandes investimentos são feitos nas áreas de turismo, energia e
telecomunicação.

Fonte: Wikipedia
EDUCAÇÃO DE CUBA

A educação é controlada pelo Estado e a Constituição de Cuba determina que o


ensino fundamental, médio e superior devem ser gratuitos a todos os cidadãos
cubanos e obrigatório até o 9º ano.
Em 1958, 23,6% da população cubana era analfabeta, o índice entre a população
rural alcançava 41,7%
Em 1961 é realizada uma campanha de alfabetização, e Cuba foi o primeiro país a
erradicar o analfabetismo.
99,8% da população de Cuba acima de 15 anos sabe ler e escrever.
Nos testes de avaliação de estudantes latino-americanos realizados pela UNESCO,
Cuba lidera por uma larga vantagem nos resultados obtidos por estudantes de 3ª e
4ª série em matemática e compreensão de linguagem.

Fonte: Wikipedia
HISTÓRIA DO CINEMA CUBANO

O cinema chegou pela primeira vez em Havana em 24 de janeiro de 1897, trazido do


México por Gabriel Veyre, para a apresentação de quatro curta metragens mexicanos
("Partida de Cartas", "El tren", "El regador y el muchacho" e "El sombrero cómico")
exibidos ao lado do Teatro Tácon, hoje chamado de o Grande Teatro de Havana.
Pouco tempo depois, o próprio Veyre participa do primeiro filme rodado na ilha,
"Simulacro de Incendio", um documentário sobre os bombeiros de Havana. A partir
de então, o cinema se espalhou rapidamente por Havana, e diversos locais
começaram a exibir filmes, sendo o Teatro Irioja, hoje conhecido como Teatro Martí,
foi o primeiro a divulgar o cinema como uma de suas atrações.
O primeiro gênero com grande produção cinematográfia em Cuba foi o revisionismo
histórico. Nesse interím, filmes como "El Capitán Mambi" e "Libertadores o
guerrilheros" (1914) de Enrique Díaz Quesada, com o apoio do General Mario García
Menocal, se destacam. Além disso, nessa época também eram produzidas diversas
películas adaptadas de obras literárias (o próprio Quesada adaptou uma obra do
novelista espanhol Joaquín Dicenta) e imitações de comédias francesas, de Charles
Chaplin e de aventuras de vaqueiros.

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HISTÓRIA DO CINEMA CUBANO

Até antes da revolução cubana em 1959, Cuba tinha produzido apenas 80 longa-
metragens, com destaque para "La Virgin de caridas" de Miguel Santos e "Romance
del palmar" de Rámon Peon. Logo depois da revolução, Cuba entrou no que seria a
sua "era de ouro" do cinema e mergulhou dentro do chamado Novo Cinema Latino
Americano e junto com Argentina, México e Brasil, expuseram essa nova corrente
cinematográfica para o mundo. Logo após a revolução cubana, nos primeiros dias de
1959, o novo governo criou um departamento cinematográfico na Dirección de
Cultura Del Ejercito Rebelde (Divisão de Cultura do Exército Rebelde), que
patrocinou a produção de documentários, como “Esta tierra nuestra” de Tomás
Gutiérrez Alea e “La vivienda” de Julio García Espinosa. Essa Divisão seria o embrião
do que seria posteriormente o ICAIC (Instituto Cubano Del Arte y la Industria
Cinematográficos), fundada em março, como resultado da primeira lei de cultura do
governo revolucionário. O ICAIC presta um incalculável serviço para o cinema
cubano, porque além de financiar o cinema cubano (e também muitas outras
produções latino-americanas), ele montou uma das maiores acervos cinematográficos
do mundo, a Cinemateca de Cuba, e construiu cinemas populares espalhados por
praticamente toda a ilha.

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HISTÓRIA DO CINEMA CUBANO

No final da década de 60, Cuba produziria os dois maiores filmes da sua história:
“Memórias do Subdesenvolvimento” de Tomas Gutiérrez Alea (1968) e “Lucía” de
Humberto Solás (1969). Esses dois diretores são frequentemente considerados os
melhores diretores cubanos da história e “Memórias do Subdesenvolvimento” foi
selecionado entre os melhores filmes de todos os tempos pela Federação
Internacional de Cine Clubes. Nos últimos anos, o filme cubano que obteve maior
destaque mundial foi “Morango e Chocolate” de Tomás Gutiérrez Alea e Juan Carlos
Tabió (1994), retratando uma belíssima história sobre a intolerância e a amizade
entre um homossexual e um membro da juventude comunista cubana. “Morango e
chocolate” foi o primeiro filme cubano a ser indicado para o Oscar de Melhor Filmes
Estrangeiro.

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HISTÓRIA DO CINEMA CUBANO

Os documentários e os curta-metragens cubanos também obtiveram grande sucesso


internacional. O documentário “Now” de Santiago Alvarez (1965) é considerado o
primeiro video clip da história. “Now” combina uma canção com uma seqüência
ininterrupta de imagens mostrando a discriminação social nos EUA. Os filmes de
animação também tem sido um grande destaque cubano nas últimas décadas. Em
1974, o diretor Juan Padrón deu vida à Elpidio Valdes, um personagem inesquecível
para todas as crianças cubanas que lutava pela independência cubana contra a
ocupação espanhola no século XIX. Outro grande sucesso da animação cubana é o
longa metragem “Vampiros em La Habana” também dirigido por Juan Padrón (1983).
Cuba além de uma rica, mas ainda pouco conhecida, produção cinematográfica,
também se destaca pela divulgação e ensino de cinema na América Latina. Além do
ICAIC, que realiza e patrocina um grande número de filmes latino-americanos, Cuba
também possui uma escola internacional de cinema, a Escuela Internacional de Cine,
Televisión y Video de San Antonio de los Baños, localizada em San Antonio de los
Baños, próximo à Havana. Esta escola é referência para o ensino de cinema no
mundo e é mantida pelo governo cubano, por Gabriel Garcia Márquez, por Fernando
Birri (pai do Novo Cinema Latino Americano) e pela Fundación Del Nuevo Cinema
Latinoamericano. Em Havana, se realiza anualmente, desde 1979, o maior festival de
cinema latino-americano, o Festival Internacional Del Nuevo Cine Latinoamericano.
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TOMÁS GUTIÉRREZ ALEA
11/02/1928 – 16/04/1996

Tomás Gutiérrez Alea foi um dos principais diretores de cinema cubano. Escreveu e
dirigiu mais de 20 filmes, documentários e curta-metragens. Uma característica
marcante de sua filmografia é o delicado equilíbrio que faz entre a dedicação à
Revolução Cubana e a crítica sobre a situação econômica, social e política de Cuba.
Seu trabalho é representando entre 1960-1970, conhecido como o Novo Cinema
Latino Americano, preocupado com a construção de uma identidade cultural latino-
americana e com os problemas causados pelo neocolonialismo.
Este movimento rejeitou a perfeição comercial de Hollywood, o cinema artístico
europeu e procurou criar um cinema que servisse como instrumento político e de
transformação social.
De acordo com a estética do Novo Cinema Latino Americano, os filmes deveriam
apresentar de forma clara um problema atual do seio da sociedade aos
telespectadores, que se sentido como integrantes do filmes, estariam dispostos a se
tornarem agentes de mudanças sociais.

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TOMÁS GUTIÉRREZ ALEA
11/02/1928 – 16/04/1996

Nasceu de uma família de progressistas, graduou-se em Direito pela Universidade de


Havana, em 1951 e foi estudar cinema no Centro Sperimentale di Cinematographia
em Roma, graduando-se em 1953, sob grande influência do neo-realismo italiano.
Em Roma, filmou seu primeiro longa, o documentário “El Mégano” (1953), com a
ajuda de outro jovem cineasta cubano, Julio García Espinosa.
Com o triunfo da Revolução Cubana em 1959, Alea, Espinosa e outros jovens
cineastas fundaram o ICAIC (Instituto Cubano Del Arte y la Industria
Cinematográficos), com a filosofia de que o cinema era a forma mais importante de
arte moderna e que ele era o melhor meio para difundir o pensamento revolucionário
entre o povo.
“Esta Tierra Nuestra” (1959) de Gutiérrez Alea – primeiro filme realizado após o
triunfo revolucionário.
Nos primeiros anos de Revolução, o ICAIC se dedicou a documentários e noticiários
da época, dedicando-se eventualmente a filmes de ficção, incluindo “Historias de la
revolución” (1960) e “Las doce cadeiras” (1962) de Gutiérrez Alea.

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TOMÁS GUTIÉRREZ ALEA
11/02/1928 – 16/04/1996

Em 1966, Gutiérrez Alea alcança grande reconhecimento com o filme “Morte de um


burócrata”, onde faz uma espécie de homenagem à história da comédia
cinematográfica, fazendo alusões diretas ao trabalho de Buster Keaton, Laurel &
Hardy e Luis Buñuel. Mas, é em 1968 é que Gutiérrez Alea produz o que seria
considerada a sua maior obra-prima, “Memórias do Subdesenvolvimento”. Este filme
é baseado no livro homônimo de Edmundo Desnoes e apresenta a história de um
burguês, que ao ver sua família migrar para os EUA após o triunfo da revolução,
decide ficar em Cuba e tentar entender o processo pelo qual Cuba está passando,
mesmo sem estar disposta a tomar uma postura política. “Memórias do
subdesenvolvimento” desde então, tornou-se um grande clássico do cinema latino-
americano e mundial, sendo cultuado até hoje por seus longos plano-sequencia e
pela colagem de imagens documentais, fotos, arquivos, clips de Hollywood e
discursos de Fidel Castro e John F. Kennedy, criando um filme aparentemente
desarticulado, mas bastante reflexivo.

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TOMÁS GUTIÉRREZ ALEA
11/02/1928 – 16/04/1996

A partir da década de 70, Gutiérrez dividiu o seu tempo entre o ensino de cinema a
jovens cineastas e a direção de novos filmes. Em 1972 e 1976, respectivamente, Alea,
lança mais dois filmes históricos “Una pelea cubana contra los demonios” e “La
ultima cena”. Ambos os filmes são ambientados na época do domínio espanhol sobre
Cuba e analisam as contradições da sociedade cubana da época, causadas pelo
imperialismo, pela religião e pela escravidão. Em 1979 lança “Los Sobreviventes”,
uma pequena obra-prima, mas ainda pouco conhecida do público.
Nos anos 1990, Gutiérrez adoece, forçando-o a dirigir seus próximos filmes com o
amigo Juan Carlos Tabió. Em 1993, lançam “Morango e Chocolate” que alcançou um
grande sucesso internacional e se tornou o primeiro filme cubano a ser indicado para
o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Ele conta a história de uma conflituosa
amizade entre um artista homossexual em um jovem comunista cubano. Em 1995,
lançam “Guantanamera”, último filme de Gutiérrez Alea, que viria falecer em 16 de
abril de 1996 aos 68 anos de idade.

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TOMÁS GUTIÉRREZ ALEA
11/02/1928 – 16/04/1996
1947 – La caperucita roja – Curta;
F 1950 – El fakir – Curta;
1950 – Una confusión cotidiana – Curta (Baseado no livro de Franz Kafka);
I 1953 – Il sogno de Giovanni Bassain – Curta;
L 1955 – El Mégano (com a colaboraçao de Julio García Espinosa);
1958 – La toma de La Habana por los ingleses;
M 1959 – Esta tierra nuestra;
O 1960 - Historias de la revolución;
1960 – Asamblea general;
G 1961 – Muerte al invasor;
1962 – Las doces sillas;
R 1964 – Cumbite;
A 1966 – La muerte de un burócrata;
1968 – Memorias del subdesarrollo;
F 1971 – Una pelea cubana contra los demonios;
1974 – El arte del tabaco;
I 1976 – La última cena;
A 1977 – De cierta manera.
1979 – Los sobrevivientes;
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1983 – Hasta cierto punto;
1988 – Cartas del parque;
1991 – Contigo en la distancia;
1993 – Fresa y chocolate (co-dirigido com Juan Carlos Tabió);
1995 – Guantanamera (co-dirigido com Juan Carlos Tabió).
TOMÁS GUTIÉRREZ ALEA
FRESA Y CHOCOLATE (1993)

Sinopse
David (Vladimir Cruz, à esquerda na foto), um rapaz universitário, comunista, que
tem consciência o tempo todo de que está tendo a oportunidade de fazer faculdade
graças à revolução cubana, aproxima-se de Diego (Jorge Perugorría, à direita na foto),
um sujeito que é a essência de tudo o que o regime condena: homossexual
assumidérrimo, defensor arraigado do direito básico de não seguir a cartilha imposta
pelos donos do poder, do partido único, crítico inabalável do governo de Fidel, leitor e
admirador de escritores estrangeiros que não seguem o modelo traçado pelo
socialismo cubano.
A princípio, David é convencido por Miguel (Francisco Gattorno), um colega
comunista fidelíssimo ao regime, a aproveitar a aproximação com Diego para obter
informações sobre suas atividades clandestinas, contra-revolucionárias, entreguistas,
imperialistas (tais como: querer organizar uma exposição de esculturas de figuras
religiosas, santos e quetais, e ter em casa revistas e uísque estrangeiros). Com o
tempo, a amizade entre os dois vai se solidificando, embora David continue fiel à sua
ideologia.
TOMÁS GUTIÉRREZ ALEA
MEMÓRIAS DO SUBDESENVOLVIMENTO
(1968)

Sinopse
Retrato lúcido e poético de Cuba no começo dos anos 60, Memórias do
Subdesenvolvimento é considerado um clássico do cinema latino-americano. O
mestre Tomás Gutiérrez Alea oferece um olhar ao mesmo tempo carinhoso e crítico
sobre os rumos da revolução de Fidel Castro, narrado pelos olhos de Sérgio, um
homem que aos 38 anos se vê subitamente sozinho em Havana, depois que sua
mulher e seus pais resolvem migrar para os Estados Unidos. Ao acompanhar Sérgio,
o espectador é convidado a passear pelas ruas da capital cubana e a encontrar
personagens reais, num filme que mistura com habilidade recursos da ficção e do
documentário.

O filme Memórias do Subdesenvolvimento revela explicitamente o posicionamento do


intelectual diante da arte e suas propostas estéticas, questionando as instâncias
narrativas mediante a disputa entre a imagem e o som e o uso político das vozes, ora
subjetivas, ora objetivas.
JUAN CARLOS TABÍO
03/11/1943

Juan Carlos Tabió é um diretor de cinema cubano nascido em Havana no dia 03 de


novembro. Começou a trabalhar em 1961 para o ICAIC (Instituto Cubano del Arte e
Industria Cinematográficos) como assistente de produção e posteriormente como
assistente de direção. Em 1963, produz seu primeiro documentário, produzindo entre
1963 e 1980 mais de 30 documentários. Nos anos de 1989 e 1990, Tabió trabalhou
como professor de direção na Escuela Internacional de Cine y TV de San Antonio de
los Baños y en la Escuela de Radio, Cine y TV. Também ministrou cursos de direção
em vários países da América Latina e seus filmes vêm obtendo grande destaque em
festivais internacionais.

Fonte: http://cineclubeybitukatu.blogspot.com/
JUAN CARLOS TABÍO
03/11/1943

Juan Carlos Tabió co-dirigiu "Morango e Chocolate" e "Guantamera" com o grande


diretor cubano Tomás Gutíerrez Alea. Para Tabió, Gutiérrez Alea foi fundamental na
sua formação, pois ajudou-o a perceber a realidade imediata e a condição do homem
não só em Cuba, mas em todo o mundo e, deste modo, transpor estas questões para
trabalhos arrojados, onde não há propaganda rasgada do regime.
Ao contrário do escritor Guilhermo Cabrera Infante, que chegou a assumir o
conselho de cultura após a expulsão de Fulgêncio Baptista, mas se exilou quando
percebeu o potencial de Fidel Castro para as arbitrariedades, Tabío e Alea
questionaram a ilha dentro da ilha. Foram sutis e mordazes. Hábeis e maliciosos.

Fonte: http://cineclubeybitukatu.blogspot.com/
JUAN CARLOS TABÍO
03/11/1943
1973: Miriam Makeba
F 1974: Soledad Bravo
1974: Chicho Ibáñez
I 1984: Se permuta
L 1986: Dolly back
1987: Entrevista, La
M 1988: Demasiado miedo a la vida o Plaff
O 1993: Morango e Chocolate
1994: O elefante e a bicicleta
G 1995: Guantanamera
1998: Enredando sombras
R 2000: Lista de Espera
A 2003: Aunque estés lejos
2008: El cuerno de la abundancia
F
I
A

Fonte: http://cineclubeybitukatu.blogspot.com/
JUAN CARLOS TABÍO
LISTA DE ESPERA (2000)

Sinopse
Na estação rodoviária de uma pequena cidade cubana, uma comédia (ou tragédia,
dependendo do ponto de vista) está prestes a acontecer. Dezenas de passageiros aguardam
ansiosamente a chegada do ônibus, com a esperança de que tenha lugares vazios para eles.
A esperança se torna desolação quando o ônibus chega, mas tem uma pane em seguida.
Aquilo que seria uma disputa por um lugar vazio, torna-se uma lição de solidariedade. Todos
os passageiros tentam dar a sua colaboração para o conserto do veículo. Baseado em um
livro homônimo do escritor cubano Arturo Arango, Lista de Espera conta de forma bem-
humorada as pequenas tragédias do dia a dia da população cubana.
Duração: 102 minutos
HUMBERTO SOLÁS
14/12/1941 - 18/09/2008

Humberto Solás é uma figura emblemática dentro do cinema do terceiro mundo. Sua
estréia ocorreu durante a década de 60 quando se converteu em um dos fundadores
do Cinema Novo Latino-Americano. Foi neste período que filmou "Lucía", considerado
pela crítica mundial como um dos dez filmes mais importantes da história do cinema
latino-americano, assim como também um dos dez filmes antológicos do cinema do
terceiro mundo.

"A arte e a cultura de Cuba, em particular o cinema, acabam de perder um dos seus
criadores mais brilhantes" com Humberto Solas, segundo um comunicado do ICAIC,
que não precisa a causa da morte.

Entre as obras mais marcantes do realizador figuram "Barrio Cuba" (2005), "Lucia"
(1970) e "O século das luzes" (1991), segundo o romance de Alejo Carpentier.

Em 2003, Humberto Solas fundou o Festival do Cinema Pobre de Gibara (leste de


Cuba) que apresenta anualmente filmes da América Latina ou da Europa rodados,
segundo o cineasta, "com poucos meios mas muitas ambições conceptuais".
HUMBERTO SOLÁS
14/12/1941 - 18/09/2008
Adela (2005) [direção e roteiro]
Barrio Cuba (2005) [direção e roteiro]
F Miel para Oshún (2001) [direção]
I Retrato de la Habana (1998) [direção e roteiro]
Siglo de las luces, El (1992) [direção e roteiro]
L Obataleo (1988) [direção]
M Un hombre de éxito (1985) [direção e roteiro]
Amada (1983) [direção e roteiro]
O Cecilia (1982/I) [direção e roteiro]
Wifredo Lam (1979) [direção]
G Nacer en Leningrado (1977) [direção]
R Allá lejos (1976) [roteiro]
La cantata de Chile (1975) [direção e roteiro]
A Simparelé (1974) [direção]
Un día de noviembre (1972) [direção e roteiro]
F Crear 1, 2, 3… (1970) [direção]
I Lucía (1968) [direção e roteiro]
Manuela (1966) [direção e roteiro]
A Pequeña crónica (1966) [direção]
El acoso (1965) [direção]
El retrato (1963) [direção]
Variaciones (1963) [direção]
Minerva traduce el mar (1962) [direção]
Casablanca (1961) [direção]
La huida (1959) [direção]
HUMBERTO SOLÁS
LUCÍA (1968)

Sinopse
O filme conta a vida de três mulheres cubanas chamadas Lucía, pertencentes a
três períodos históricos diferentes: A guerra da independência de Cuba (contra a
Espanha), os anos 30 e os anos 60.
É absolutamente esplêndido e revela o vasto talento de Solàs para a
comédia.

Selecionado entre os dez melhores filmes do cinema ibero-americano pelos


críticos da América Latina, Espanha e Portugal, no VII Festival de Cinema
Ibero-americano de Huelva, Espanha, 1981.
FERNANDO PÉREZ
1944

Fernando Pérez Valdés é um dos diretores mais consagrados na nova safra do cinema
cubano. Pérez se fromou em Língua e Literatura Espanhola na Universidade de
Havana e começou a trabalhar com cinema em 1971, como assistente de direção,
antes de dirigir seu primeiro documentário em 1975, "Crónica de la Victoria".

Dirige seu primeiro filme não documental em 1987, "Clandestinos", mas só atinge o
reconhecimento internacional com o filme "La vida es Silbar" (1998). Em 2003, dirige
o documentário "Suíte Havana", que é considerado o melhor filme cubano desde a
década de 80, colhendo elogios e prêmios nos festivais em que era exibido.

Atualmente trabalho em um filme sobre a vida de José Martí, um dos heróis da


Indepêndencia Cubana.

José Martí (1853-95), poeta e jornalista, fundador do Partido Revolucionário Cubano


e iniciador da segunda guerra de independência contra a coroa espanhola, é uma
figura política e literária pouco abordada pelo cinema cubano.

Fonte: http://cineclubeybitukatu.blogspot.com/
http://cinemagia.wordpress.com/2008/08/05/jose-marti-por-fernando-perez/
FERNANDO PÉREZ
1944
1975: Crónica de la victoria
F 1975: Cascos blancos
1978: Siembro viento en mi ciudad
I 1987: Clandestinos
L 1990: Hello Hemingway
1994: Madagascar
M 1998: La vida es silbar
O 2003: Suite Habana
2006: Madrigal
G
R
A
F
I
A

Fonte: http://cineclubeybitukatu.blogspot.com/
FERNANDO PÉREZ
SUÍTE HABANA (2003)

Sinopse
Uma diversidade de rostos e lugares misturam-se às histórias de várias figuras
anônimas neste documentário musical sobre Havana, capital cubana. Cada uma
das pessoas representa a curiosa multiplicidade dos grupos sociais que vivem
hoje na cidade. Os dez personagens reais representam na película as suas
próprias vidas sem entrevistas, diálogos ou narração. Um jovem bailarino, uma
senhora vendedora de amendoins, uma criança com síndrome de Down, um
médico que sonha em ser ator, entre outros. No final, cada um dos protagonistas
é apresentado com seu nome, idade e sonhos, num panorama da cidade onde um
dia é sempre igual ao outro, com poucas diferenças. As profissões, os costumes,
os ritos e as idiossincrasias de um povo que exibe alegria, apesar de todos os
problemas. Vencedor de 19 prêmios em festivais internacionais, entre eles,
Melhor Filme no Festival de Cartagena (2004), Melhor Documentário no
Festival de Goya (2004) e dois kikitos no Festival de Gramado (2004).
Duração: 84 minutos

"Suíte Havana" (2002), premiado em San Sebastián, Havana, e Marrakech em


2003 e em Cartagena, Gramado e Mar del Plata, em 2004.
JUAN CARLOS CREMATA
18/11/1961

Em 1991 se formou na International Film School of San Antonio de los Baños em


Havana.

VIVA CUBA (2005)


Os pais de Jorgito são pré-Castristas, enquanto Malu foi educada
por uma mãe burguesa e católica (Larisa Vega Alamar) que decidiu
que chegou a hora de emigrar, depois de se apaixonar por um
estrangeiro. Viva Cuba é um “road movie” que vai de uma ponta a
outra da geografia insular, na qual duas crianças escapam de casa
para não ser separadas por seus pais. Na viagem “para o coração da
esperança”, Jorgito e Malú, os dois íntimos protagonistas percorrem
a ilha “buscando um desejo, estarem juntos e salvarem as diferenças
e encontrarem um futuro melhor”.
Conforme a sinopse, as crianças se prometeram amizade eterna e
fugiam da proposta da mãe da menina de partir do país e levá-la
consigo. “A primeira de nossas intenções é fazer um chamado à
reflexão dos pais para que levem em conta as opiniões dos pequenos
na hora de tomar decisões tão importantes”.
EVÉLIO LEON
1980

Evelio León. Graduado del Instituto Superior Pedagógico Enrique José Varona,
en la especialidad de Artes plásticas. Ha realizado la producción de varios
documentales de la Escuela Internacional de Cine y Televisión (EICTV). Se
presenta en esta muestra con el documental Guanabo 23, realizado en co-
dirección con Liván Magdaleno y Beatriz García.
ADRIANA,
TÁ ME
OVIÑO??
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