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Alunas: Mayara Lemos - Biomedicina

Rafaela Teixeira da Cruz – Odontologia

Curitiba, 11 de junho de 2021.

RELATÓRIO SOBRE PIPETAGEM

INTRODUÇÃO

Os laboratórios precisam garantir a qualidade de uma aula prática com bons


equipamentos, e os instrumentos de medição são fundamentais em aferições exatas
de volume, o balão volumétrico destaca-se por ser o instrumento de maior precisão.
É valido lembrar que existe alguns fatores que podem alterar a exatidão na medição
de volumes, como por exemplo, o conhecimento e habilidade do estudante durante o
manuseio desses equipamentos.

Na aula de hoje, 11 de junho de 2021, manuseamos líquidos em diferentes


recipientes de medição e fizemos o comparativo de cada um deles, tivemos o auxílio
de pipetas (automáticas e manuais) para transferir os volumes.

OBJETIVO

 Ambientar o aluno na manipulação adequada de uma pequena parte das


vidrarias e equipamentos utilizados em química analítica;
 Conhecer os tipos de pipeta existentes e as diferenças entre elas;
 Conhecer a forma correta da utilização de pipetas;
 Ambientar o aluno na medida de alíquotas, procedimento o qual e realizado
com o auxílio das pipetas.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Em primeira hora, fizemos o manuseio de alguns instrumentos medidores e


comparamos suas devidas precisões.

Primeiramente, usamos um béquer e dispersamos um reagente (solução corada) até


que atingisse o nível de 100ml. Para aferir sua medição exata, transferimos o líquido
para um balão volumétrico, como apresentado a seguir.

Como visto acima, a solução não alcançou o marco exato (risco azul) de 100ml do
balão. Logo, o béquer não se encaixa como medidor preciso.

Logo em seguida, usamos um frasco Erlenmeyer para a medição dos 100ml.


Repetimos o processo e transferimos o reagente para o balão volumétrico.
Igualmente ao outro instrumento, o frasco Erlenmeyer não obteve uma precisa
medição do líquido, reprovando assim no teste de precisão.

Por último, foi utilizado um cilindro graduado para uma última tentativa de precisão
de medida. Depositamos os 100ml no cilindro e logo em seguida o transferimos para
o balão.
Como visto, com o uso do cilindro o líquido acertou o marco dos 100ml com
satisfatória precisão.

Num segundo momento da aula, fizemos a medição de volumes com o uso de


pipetas automáticas e manuais, e soluções misturadas (solução corada e H2O).
Usamos como referência a seguinte tabela:

E tivemos os seguintes resultados, como mostrados a seguir:


A letra “M” refere-se a pipeta manual; a letra “A” refere-se a pipeta automática; a
numeração refere-se a série de tubos.
Todos tiveram praticamente a mesma quantidade em seus tubos.

CONCLUSÃO

Após a aula prática realizada no instituto, os alunos tomaram entendimento sobre


tipos de vidrarias e experimentos realizados, em especial, a pepita e o balão
volumétrico, aprendendo suas respectivas funções e seu correto manuseio.

REFERÊNCIAS

https://lidoc.paginas.ufsc.br/files/2013/10/SPlabor-Boas-pr%C3%A1ticas-de-pipetagem.pdf

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