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SIMULADINHO #13

QUESTÃO 1 A os compostos químicos da morfina, produzidos por


humanos, são manipulados no Missouri.
B os ratos e os humanos possuem a mesma via metabólica
Italian university switches to English para produção de morfina.
By Sean Coughlan, BBC News education correspondent

LINGUAGENS
C a produção de morfina em grande quantidade minimiza
16 May 2012 Last updated at 09:49 GMT a dor em ratos e humanos.

Milan is crowded with Italian icons, which makes it even D os seres humanos têm uma predisposição genética
more of a cultural earthquake that one of Italy’s leading para inibir a dor.
universities — the Politecnico di Milano — is going to swit- E a produção de morfina é um traço incomum entre os
ch to the English language. The university has announced animais.
that from 2014 most of its degree courses — including all its
graduate courses be taught and assessed entirely in English
rather than Italian. QUESTÃO 3
The waters of globalisation are rising around higher educa-
tion — and the university believes that if it remains ltalian-s- No Brasil, a disseminação de uma expectativa de corpo com
peaking it risks isolation and will be unable to compete as base na estética da magreza é bastante grande e apresenta
an international institution. “We strongly believe our classes uma enorme repercussão, especialmente, se considerada do
should be international classes — and the only way to have ponto de vista da realização pessoal. Em pesquisa feita na
international classes is to use the English language”, says cidade na cidade de São Paulo, aparecem os percentuais de
the university’s rector, Giovanni Azzone. 90% entre as mulheres pesquisadas que se dizem preocupa-
das com seu peso corporal, sendo que 95% se sentem insa-
COLIGHLANI S. Disponível em. www.bbc.co.uk. Acesso em: 31 jul. 2012
tisfeitas com “seu próprio corpo”.
As línguas têm um papel importante na comunicação entre
SILVA, A. M. Corpo, ciência e mercado: reflexões acerca da gestação de um
pessoas de diferentes culturas. Diante do movimento de in- novo arquétipo da felicidade. Campinas: Autores Associados;
ternacionalização no ensino superior, a universidade Politec- Florianópolis: UFSC 2011
nico di Milano decidiu
A preocupação excessiva com o “peso” corporal pode provo-
A elaborar exames em língua inglesa para o ingresso na car o desenvolvimento de distúrbios associados diretamen-
universidade. te à imagem do corpo, tais como
B ampliar a oferta de vagas na graduação para alunos
estrangeiros.
A anorexia e bulimia.

C investir na divulgação da universidade no mercado B ortorexia e vigorexia.


internacional. C ansiedade e depressão.
D substituir a língua nacional para se inserir no contexto D sobrepeso e fobia social.
da globalização.
E sedentarismo e obesidade.
E estabelecer metas para melhorar a qualidade do ensino
de italiano.
QUESTÃO 4
QUESTÃO 2
Encontrando base em argumentos supostamente cientí-
ficos, o mito do sexo frágil contribuiu historicamente para
National Geographic News
controlar as práticas corporais desempenhadas pelas mu-
Christine Dell’Amore lheres. Na história do Brasil, exatamente na transição entre
Published April 26, 2010 os séculos XIX e XX, destacam-se os esforços para impedir
a participação da mulher no campo das práticas esportivas.
Our bodies produce a small steady amount of natural mor- As desconfianças em relação à presença da mulher no es-
phine, a new study suggests. Traces of the chemical are of- porte estiveram culturalmente associadas ao medo de mas-
ten found in mouse and human urine, leading scientists to culinizar o corpo feminino pelo esforço físico intenso. Em re-
wonder whether the drug is being made naturally or being lação ao futebol feminino, o mito do sexo frágil atuou como
delivered by something the subjects consumed. The new re- obstáculo ao consolidar a crença de que o esforço físico
search shows that mice produce the “incredible painkiller” seria inapropriado para proteger a feminilidade da mulher
— and that humans and other mammals possess the same “normal”. Tal mito sustentou um forte movimento contrário à
chemical road map for making it, said study co-author Mei- aceitação do futebol como prática esportiva feminina. Leis
nhart Zenk, who studies plant-based pharmaceuticals at the e propagandas buscaram desacreditar o futebol, conside-
Donald Danforth Plant Science Center in St. Louis, Missouri. rando-o inadequado á delicadeza. Na verdade, as mulheres
Disponível em: www.nationalgeographic.com. Acesso em: 27 jul. 2010. eram consideradas incapazes de se adequar ás múltiplas di-
ficuldades do “esporte-rei”.
Ao ler a matéria publicada na National Geographic, para a
realização de um trabalho escolar, um estudante descobriu TEIXEIRA, F L. S.; CAMINHA, I. O. Preconceito no futebol feminino: uma revisão

que sistemática. Movimento, Porto Alegre, n. 1,2013 (adaptado).


SIMULADINHO #13

No contexto apresentado, a relação entre a prática do fute- C propõe que o padrão normativo deve ser usado por falan-
bol e as mulheres é caracterizada por um tes escolarizados como ele, enquanto a norma coloquial

A argumento biológico para justificar desigualdades deve ser usada por falantes não escolarizados.
históricas e sociais.
D acredita que a língua genuinamente brasileira está em
B discurso midiático que atua historicamente na
LINGUAGENS

construção, o que o obriga a incorporar em seu cotidiano


desconstrução do mito do sexo frágil.
a gramática normativa do português europeu.
C apelo para a preservação do futebol como uma
modalidade praticada apenas pelos homens. E defende que a quantidade de falantes do português brasi-
leiro ainda é insuficiente para acabar com a hegemonia
D olhar feminista que qualifica o futebol como uma
atividade masculinizante para as mulheres. do antigo colonizador.

E receio de que sua inserção subverta o “esporte-rei” ao


demonstrarem suas capacidades de jogo.

QUESTÃO 6
QUESTÃO 5
Entrevista com Marcos Bagno

Pode parecer inacreditável, mas muitas das prescrições


da pedagogia tradicional da língua até hoje se baseiam nos
usos que os escritores portugueses do século XIX faziam da
língua. Se tantas pessoas condenam, por exemplo, o uso do
verbo “ter” no lugar de “haver”, como em “hoje tem feijoada”, é
simplesmente porque os portugueses, em dado momento da
história de sua língua, deixaram de fazer esse uso existencial
do verbo “ter”.

No entanto, temos registros escritos da época medieval em


que aparecem centenas desses usos. Se nós, brasileiros, as-
sim como os falantes africanos de português, usamos até hoje
o verbo “ter” como existencial é porque recebemos esses usos
de nossos ex-colonizadores. Não faz sentido imaginar que
brasileiros, angolanos e moçambicanos decidiram se juntar Nessa campanha, a principal estratégia para convencer o lei-
tor a fazer a reciclagem do lixo é a utilização da linguagem não
para “errar” na mesma coisa. E assim acontece com muitas
verbal como argumento para
outras coisas: regências verbais, colocação pronominal, con-
cordâncias nominais e verbais etc. Temos uma língua própria, A reaproveitamento de material
mas ainda somos obrigados a seguir uma gramática normati- B facilidade na separação do lixo.
va de outra língua diferente. Às vésperas de comemorarmos
C melhoria na condição do catador.
nosso bicentenário de independência, não faz sentido continu-
D preservação de recursos naturais.
ar rejeitando o que é nosso para só aceitar o que vem de fora.
E geração de renda para o trabalhador.
Não faz sentido rejeitar a língua de 190 milhões de brasileiros
para só considerar certo o que é usado por menos de dez mi-
lhões de portugueses. Só na cidade de São Paulo temos mais QUESTÃO 7
falantes de português que em toda a Europa!
Informativo Parábola Editorial, s/d.
Mal secreto
Na entrevista, o autor defende o uso de formas linguísticas co- Se a cólera que espuma, a dor que mora
loquiais e faz uso da norma padrão em toda a extensão do texto. N’alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Isso pode ser explicado pelo fato de que ele Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;
A adapta o nível de linguagem à situação comunicativa,
uma vez que o gênero entrevista requer o uso da norma
Se se pudesse, o espírito que chora,
padrão.
Ver através da máscara da face,
B apresenta argumentos carentes de comprovação cientí- Quanta gente, talvez, que inveja agora
fica e, por isso, defende um ponto de vista difícil de ser Nos causa, então piedade nos causasse!
verificado na materialidade do texto.
SIMULADINHO #13

Quanta gente que ri, talvez, consigo As redes sociais são espaços de comunicação e interação
Guarda um atroz, recôndito inimigo, on-line que possibilitam o conhecimento de aspectos da pri-
vacidade de seus usuários. Segundo o texto, no mundo do
Como invisível chaga cancerosa!
trabalho, esse conhecimento permite

LINGUAGENS
Quanta gente que ri, talvez existe, A identificar a capacidade física atribuída ao candidato.
Cuja ventura única consiste B certificar a competência profissional do candidato.
Em parecer aos outros venturosa! C controlar o comportamento virtual e real do candidato.
CORREIA, R. In: PATRIOTA, M. Para compreender D avaliar informações pessoais e comportamentais sobre
Raimundo Correia. Brasília: Alhambra, 1995.
o candidato.
E aferir a capacidade intelectual do candidato na resolução
Coerente com a proposta parnasiana de cuidado formal e de problemas.
racionalidade na condução temática, o soneto de Raimundo
Correia reflete sobre a forma como as emoções do indivíduo
são julgadas em sociedade. Na concepção do eu lírico, esse
julgamento revela que QUESTÃO 9
A a necessidade de ser socialmente aceito leva o indivíduo
a agir de forma dissimulada. A pátria
B o sofrimento íntimo torna-se mais ameno quando
Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste!
compartilhado por um grupo social.
Criança! não verás nenhum país como este!
C a capacidade de perdoar e aceitar as diferenças neutraliza
o sentimento de inveja. Olha que céu! que mar! que rios! que floresta!
A Natureza, aqui, perpetuamente em festa,
D o instinto de solidariedade conduz o indivíduo a apiedar-se
do próximo. É um seio de mãe a transbordar carinhos.

E a transfiguração da angústia em alegria é um artifício Vê que vida há no chão! vê que vida há nos ninhos,
nocivo ao convívio social. Que se balançam no ar, entre os ramos inquietos!
Vê que luz, que calor, que multidão de insetos!
Vê que grande extensão de matas, onde impera,
Fecunda e luminosa, a eterna primavera!
QUESTÃO 8 Boa terra! jamais negou a quem trabalha
O pão que mata a fome, o teto que agasalha...
Rede social pode prever desempenho profissional,
diz pesquisa
Quem com o seu suor a fecunda e umedece,
Pense duas vezes antes de postar qualquer item em seu per- Vê pago o seu esforço, e é feliz, e enriquece!
fil nas redes sociais. O conselho, repetido à exaustão por
consultores de carreira por aí, acaba de ganhar um status,
Criança! não verás país nenhum como este:
digamos, mais científico. De acordo com resultados da pes-
quisa, uma rápida análise do perfil nas redes sociais pode Imita na grandeza a terra em que nasceste!
prever o desempenho profissional do candidato a uma opor- BILAC, O. Poesias infantis. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1929.
tunidade de emprego. Para chegar a essa conclusão, uma
equipe de Publicado em 1904, o poema A pátria harmoniza-se com um
projeto ideológico em construção na Primeira República. O
pesquisadores da Northern Illinois University, University of discurso poético de Olavo Bilac ecoa esse projeto, na medida
Evansville e Auburn University pediu a um professor univer- em que
sitário e dois alunos para analisarem perfis de um grupo de
universitários. A a paisagem natural ganha contornos surreais, como o
projeto brasileiro de grandeza.
Após checar fotos, postagens, número de amigos e inte-
B a prosperidade individual, como a exuberância da terra,
resses por 10 minutos, o trio considerou itens como cons-
independe de políticas de governo.
ciência, afabilidade, extroversão, estabilidade emocional e
receptividade. Seis meses depois, as impressões do grupo C os valores afetivos atribuídos à família devem ser aplicados
foram comparadas com a análise de desempenho feita pe- também aos ícones nacionais.
los chefes dos jovens que tiveram seus perfis analisados. D a capacidade produtiva da terra garante ao país a riqueza
Os pesquisadores encontraram uma forte correlação entre que se verifica naquele momento.
as características descritas a partir dos dados da rede e o E a valorização do trabalhador passa a integrar o conceito
comportamento dos universitários no ambiente de trabalho. de bem-estar social experimentado.
Disponível em: http://exame.abril.com.br.
Acesso em: 29 fev. 2012 (adaptado).
SIMULADINHO #13

QUESTÃO 10 país. “No Brasil, já fechamos parceria com a São Paulo Com-
panhia de Dança para adaptar os espetáculos deles! Isso já
é um avanço. Concorda?”

Disponível em: http://veja.abril.com.br. Acesso em: 25jun. 2014 (adaptado).


LINGUAGENS

Por ser múltipla e apresentar peculiaridades de acordo com


a intenção do emissor, a linguagem apresenta funções dife-
rentes. Nesse fragmento, predomina a função referencial da
linguagem, porque há a presença de elementos que

A buscam convencer o leitor, incitando o uso do aplicativo.


B definem o aplicativo, revelando o ponto de vista da autora.
C evidenciam a subjetividade, explorando a entonação
emotiva.
D expõem dados sobre o aplicativo, usando linguagem
denotativa.
E objetivam manter um diálogo com o leitor, recorrendo a
uma indagação.

QUESTÃO 12
BARDI, P. M. Em torno da escultura no Brasil.
Carta ao Tom 74
São Paulo: Banco Sudameris Brasil, 1989.

Rua Nascimento Silva, cento e sete


Com contornos assimétricos, riqueza de detalhes nas vestes
Você ensinando pra Elizete
e nas feições, a escultura barroca no Brasil tem forte influên-
As canções de canção do amor demais
cia do rococó europeu e está representada aqui por um dos
profetas do pátio do Santuário do Bom Jesus de Matosinho, Lembra que tempo feliz

em Congonhas (MG), esculpido em pedra-sabão por Aleijadi- Ah, que saudade,

nho. Profundamente religiosa, sua obra revela Ipanema era só felicidade


Era como se o amor doesse em paz
A liberdade, representando a vida de mineiros à procura da
salvação. Nossa famosa garota nem sabia
A que ponto a cidade turvaria
B credibilidade, atendendo a encomendas dos nobres de
Minas Gerais. Esse Rio de amor que se perdeu
Mesmo a tristeza da gente era mais bela
C simplicidade, demonstrando compromisso com a
contemplação do divino. E além disso se via da janela

D personalidade, modelando uma imagem sacra com feições Um cantinho de céu e o Redentor
populares. É, meu amigo, só resta uma certeza,
E singularidade, esculpindo personalidades do reinado nas É preciso acabar com essa tristeza
obras divinas.
É preciso inventar de novo o amor
MORAES, V.; TOQUINHO. Bossa Nova, sua história, sua gente.

QUESTÃO 11 São Paulo: Universal; Philips,1975 (fragmento).

O trecho da canção de Toquinho e Vinícius de Moraes apre-


senta marcas do gênero textual carta, possibilitando que o
Deficientes visuais já podem ir a algumas salas de cinema eu poético e o interlocutor
e teatros para curtir, em maior intensidade, as atrações em
cartaz. Quem ajuda na tarefa é o aplicativo Whatscine, re- A compartilhem uma visão realista sobre o amor em sintonia
cém-chegado ao Brasil e disponível para os sistemas ope- com o meio urbano.
racionais iOS (Apple) ou Android (Google). Ao ser conectado B troquem notícias em tom nostálgico sobre as mudanças
à rede wi-fí de cinemas e teatros, o app sincroniza um áudio ocorridas na cidade.
que descreve o que ocorre na tela ou no palco com o espetá-
C façam confidências, uma vez que não se encontram
culo em andamento: o usuário, então, pode ouvir a narração mais no Rio de Janeiro.
em seu celular. O programa foi desenvolvido por pesquisa-
dores da Universidade Carlos III, em Madri. “Na Espanha,
D tratem pragmaticamente sobre os destinos do amor e da
vida citadina.
200 salas de cinema já oferecem o recurso e filmes de gran-
des estúdios já são exibidos com o recurso do Whatscine!”, E aceitem as transformações ocorridas em pontos turísticos
diz o brasileiro Luis Mauch, que trouxe a tecnologia para o específicos.
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QUESTÃO 13 QUESTÃO 14
A Casa de Vidro O rap, palavra formada pelas iniciais de rhythm and poetry
(ritmo e poesia), junto com as linguagens da dança (o bre-
Houve protestos.

LINGUAGENS
ak dancing) e das artes plásticas (o grafite), seria difundido,
Deram uma bola a cada criança e tempo para brincar. Elas para além dos guetos, com o nome de cultura hip hop. O bre-
aprenderam malabarismos incríveis e algumas viajavam ak dancing surge como uma dança de rua.
pelo mundo exibindo sua alegre habilidade. (O problema é
O grafite nasce de assinaturas inscritas pelos jovens com
que muitos, a maioria, não tinham jeito e eram feios de noite,
sprays nos muros, trens e estações de metrô de Nova York.
assustadores. Seria melhor prender essa gente - havia quem
As linguagens do rap, do break dancing e do grafite se torna-
dissesse.)
ram os pilares da cultura hip hop.
Houve protestos.
DAYRELL, J. A música entra em cena: o rap e o funk na socialização
Diminuíram o preço da carne, liberaram os preços dos ce- da juventude. Belo Horizonte: UFMG, 2005 (adaptado).
reais e abriram crédito a juros baixos para o agricultor. O
Entre as manifestações da cultura hip hop apontadas no tex-
dinheiro que sobrasse, bem, digamos, era o dinheiro que so-
to, o break se caracteriza como um tipo de dança que repre-
brasse!
senta aspectos contemporâneos por meio de movimentos
Houve protestos.
A retilíneos, como crítica aos indivíduos alienados.
Diminuíram os salários (infelizmente aumento o número de
assaltos) porque precisamos combater a inflação e, como se B improvisados, como expressão da dinâmica da vida urbana.
sabe, quando os salários estão acima do índice de produtivi- C suaves, como sinônimo da rotina dos espaços públicos.
dade eles se tornam altamente inflacionários, de modo que.
D ritmados pela sola dos sapatos, como símbolo de protesto.
Houve protestos.
E cadenciados, como contestação às rápidas mudanças
Proibiram os protestos. culturais.
E no lugar dos protestos nasceu o ódio. Então surgiu a Casa
de Vidro, para acabar com aquele ódio.

QUESTÃO 15
ANGELO. I. A casa de vidro. São Paulo: Círculo do Livro, 1965

Publicado em 1979, o texto compartilha com outras obras da


literatura brasileira escritas no períodos as marcas do con-
texto em que foi produzido, como a

A referência à censura e à opressão para alegorizar a falta


de liberdade de expressão característica da época.
B valorização de situações do cotidiano para atenuar os
sentimentos de revolta em relação ao governo instituído.
C utilização de metáforas e ironias para expressar um olhar
crítico em relação à situação social e política do país.
D tendência realista para documentar com verossimilhança o
drama da população brasileira durante o Regime Militar.
E sobreposição das manifestações populares pelo discurso
oficial para destacar o autoritarismo do momento histórico.

GUTO MUNIZ. Disponível em www.focoincena.combr. Acesso em: 30 maio 2016

A principal razão pela qual se infere que o espetáculo retra-


tado na fotografia é uma manifestação do teatro de rua é o
fato de

A dispensar o edifício teatral para a sua realização.

B utilizar figurinos com adereços cômicos.

C empregar elementos circenses na atuação.

D excluir o uso de cenário na ambientação.

E negar o uso de iluminação artificial.

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