Você está na página 1de 292

Copyright © Gislane Azevedo, Reinaldo Seriacopi, 2018.

Diretor editorial Antonio Luiz da Silva Rios


Diretora editorial adjunta Silvana Rossi Júlio
Gerente editorial Roberto Henrique Lopes da Silva
Editora Nubia de Cassia de Moraes Andrade e Silva
Editores assistentes Rosane Cristina Thahira, Luis Gustavo Reis e Lucimara Vasconcelos
Assessoria Tathiane Gerbovic
Gerente de produção editorial Mariana Milani
Coordenador de produção editorial Marcelo Henrique Ferreira Fontes
Gerente de arte Ricardo Borges
Coordenadora de arte Daniela Máximo
Projeto gráfico Juliana Carvalho
Projeto de capa Sergio Cândido
Foto de capa Joaquin Ossorio Castillo/Shutterstock.com
Supervisor de arte Vinicius Fernandes
Editor de arte Alexandre Tallarico
Tratamento de imagens Ana Isabela Pithan Maraschin e Eziquiel Racheti
Coordenadora de ilustrações e cartografia Marcia Berne
Ilustrações Alex Silva, Getúlio Delphim, Hugo Araujo,
Rubens Domingos e Selma Caparroz
Cartografia Allmaps, Ericson Guilherme Luciano,
Renato Bassani e Vespúcio Cartografia
Coordenadora de preparação e revisão Lilian Semenichin
Supervisora de preparação e revisão Beatriz Carneiro
Preparação Mônica Di Giacomo
Revisão Tatiana Jaworski
Supervisora de iconografia e licenciamento de textos Elaine Bueno
Iconografia Danielle Alcântara, Mariana Veleiro e Priscilla Liberato Narciso
Supervisora de arquivos de segurança Silvia Regina E. Almeida
Diretor de operações e produção gráfica Reginaldo Soares Damasceno

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)


(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Seriacopi, Gislane Campos Azevedo
Inspire história : 6º ano : ensino fundamental : anos finais /
Gislane Campos Azevedo Seriacopi, Reinaldo Seriacopi. – 1.
ed. – São Paulo : FTD, 2018.

"Componente curricular: História."


ISBN 978-85-96-01962-0 (aluno)
ISBN 978-85-96-01963-7 (professor)
1. História (Ensino fundamental) I. Seriacopi, Reinaldo.
II. Título.
18-20710 CDD-372.89
Índices para catálogo sistemático:
1. História : Ensino fundamental 372.89
Maria Alice Ferreira – Bibliotecária – CRB-8/7964

Em respeito ao meio ambiente, as folhas


deste livro foram produzidas com fibras
Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610
obtidas de árvores de florestas plantadas,
de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à
com origem certificada.

EDITORA FTD.
Rua Rui Barbosa, 156 – Bela Vista – São Paulo-SP Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD
CEP 01326-010 – Tel. 0800 772 2300 CNPJ 61.186.490/0016-33
Caixa Postal 65149 – CEP da Caixa Postal 01390-970 Avenida Antonio Bardella, 300
www.ftd.com.br Guarulhos-SP – CEP 07220-020
central.relacionamento@ftd.com.br Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375

D3-PNLD20-MP-F2-HIS-GERAL.indd 2 10/10/18 11:40 AM


apresentação

Caro professor,

O trabalho do professor é prazeroso e realizador, mas, por vezes, solitário e desafia-


dor. Há inúmeras questões para resolver: planejamento das aulas, elaboração de ativi-
dades e de instrumentos de avaliação, análises e devolutivas desses instrumentos, entre
tantas outras.
Este Manual tem como proposta ser um canal de diálogo com você, professor.
Nele, expressamos nossos valores, crenças, propostas, sugestões e caminhos percorri-
dos na elaboração da coleção. Além disso, refletimos tanto sobre os marcos legais que
regem a educação brasileira como sobre as mudanças advindas com a Base Nacional
Comum Curricular (BNCC).
Você também encontrará neste Manual reflexões sobre a importância de a escola e
a educação serem cada vez mais democráticas e inclusivas e sobre como esses princípios
podem nos ajudar a viver em uma sociedade mais justa.
Portanto, tomando como base esses princípios em defesa da democracia e da cida-
dania, acreditamos que este Manual é uma importante ferramenta que pode auxiliá-lo a
melhor explorar esta coleção didática.
Boa leitura!
Os autores
MAURITIUS IMAGES GMBH/ALAMY/FOTOARENA

D3-PNLD20-MP-F2-HIS-GERAL.indd 3 10/10/18 11:40 AM


sumário

CONHEÇA O MANUAL DO PROFESSOR ................................. V


Orientações gerais ....................................................... VIII
PRESSUPOSTOS TÉORICOS DA COLEÇÃO ............................ VIII
A História como disciplina escolar no Brasil ..................... VIII
As mudanças na década de 1990: a LDB e os PCN ............ VIII
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) ........................ IX
O processo de ensino-aprendizagem ............................... XIV
Livro didático: crenças e caminhos trilhados .................... XIV
A história da África, dos africanos e
dos afrodescendentes..................................................... XVII
A história dos povos indígenas ...................................... XVIII
METODOLOGIA ..................................................................... XX
As unidades conceituais e o trabalho com conceitos......... XX
O trabalho com documentos e a ênfase
na leitura de imagens..................................................... XXII
A relação entre o passado e o presente ......................... XXIV
O ensino de História e os conhecimentos prévios ........... XXV
A ORGANIZAÇÃO DA OBRA .................................................. XXVI
A estrutura das unidades conceituais ............................ XXVI
A estrutura dos capítulos ............................................. XXVII
Aberturas de capítulo ...................................................... XXVII
Texto principal ................................................................ XXVII
Boxes e seções ............................................................... XXVIII
As atividades .................................................................... XXX
Seções de final de volume ................................................. XXXI
Material digital ............................................................... XXXII
AVALIAÇÃO ................................................................. XXXIII
BIBLIOGRAFIA .............................................................. XXXVI
QUADRO DE CONTEÚDOS, COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
DO 6O, 7O, 8O E 9O ANOS ..................................................... XL
Orientações específicas .................................................. 1

D3-PNLD20-MP-F2-HIS-GERAL-AV.indd 4 10/12/18 8:44 AM


CONHEÇA O MANUAL DO PROFESSOR
• Nas Orientações gerais, apresentamos os referenciais teóricos que
norteiam a coleção, algumas reflexões sobre ensino-aprendizagem
de História e as conexões entre a obra e a Base Nacional Comum
Curricular (BNCC).

A ORGANIZAÇÃO DA OBRA
Apresentamos a estrutura da obra e quais
são as propostas de trabalho de cada uma
das seções e boxes.

dos capítu-
primeira aproximação aos conteúdos
pe- Essa estrutura permite, ainda, uma a ser estu-
identificar e analisar as relações estabelecidas prévios dos alunos sobre o conceito
É importante que o professor busque planejar los e a sistematização dos conhecimentos e ampliadas
e os novos saberes, com o objetivo de que oferecemos podem ser alteradas
los alunos entre os saberes que já adquiriram utiliza- dado. Vale lembrar que as perguntas momento
com esse trabalho, uma das estratégias da turma ou com as discussões do
as intervenções adequadas. Para contribuir propõe pelo professor de acordo com a realidade
Nelas, a seção Começo de conversa
das na coleção são as aberturas de unidade. dos alunos pro- na mídia ou na escola.
disparadoras que buscam mobilizar os conhecimentos por atividades, organizadas na seção Fechando a uni-
algumas questões o pró- As unidades são encerradas s, pro-
cultural. Também ajuda nesse processo interpretação de documentos contemporâneo
venientes de seu cotidiano e de seu universo e dade, na qual, por meio da leitura e
vez que a abordagem é bastante compreensível opiniões e elaborem, de forma mais
sistematizada,
prio texto de abertura da unidade, uma do conteúdo. pomos aos alunos que emitam suas
exemplos para facilitar o entendimento indo além do que foi discutido inicialmente.
adequada à faixa etária, sempre com a unida- suas ideias a respeito do conceito trabalhado, centradas
nas seções Hora de refletir e Fechando que sintetizem, com base em discussões
Além disso, nas atividades propostas Desse modo, requer-se dos alunos possibilitam
ideias e conceitos trabalhados ao longo
das unidades conceituais da unidade. Essas atividades
de os alunos podem integrar as novas no presente, as principais questões de apropriação e o tipo
assim sistematizar novas informações. dos conteúdos, o grau
aos seus conhecimentos anteriores, buscando ainda que o professor avalie a apreensão
o professor também encontrará contribui- relação aos conceitos estudados.
Nas orientações específicas deste Manual, de elaboração feitos pela turma em re-
baseada na interação entre os saberes
prévios contam ainda com uma atividade que
ções para promover uma aprendizagem Quase todos os fechamentos de unidade
de tecnologia pelos alunos ou à inclusão,
dos alunos e os novos saberes aprendidos
na escola. laciona o conceito trabalhado à produção apresentadas visam
caso da tecnologia, as propostas
ambos com ícone de destaque. No

A ORGANIZAÇÃO DA OBRA
técnico de algu-
que envolve não apenas o domínio
contribuir para o letramento digital, de modo
também o uso crítico desses dispositivos,
mas ferramentas tecnológicas, mas criativa e cons-
destinados ao 6 ano, 7 ano, 8 ano
e 9o com a tecnologia de maneira ativa,
o o o

A coleção é composta de quatro volumes, a formar cidadãos que se relacionem


organiza-se em quatro Unidades conceituais, ciente. (MOREIRA; NASCIMENTO, 2012)
ano do Ensino Fundamental. Cada volume de capí- em uma sociedade democrática a escola
deve
, que são trabalhados em um conjunto Em relação à inclusão, acreditamos que
dedicadas a um ou mais conceitos-chave pessoas com
maneira integrada o trabalho com o
conceito-chave modo a garantir a todos, inclusive às
tulos. Os capítulos desenvolvem de respeitar e valorizar a diversidade, de desen-
a cidadania plena. Assim, procuramos
da unidade e a história cronológica. deficiência, condições para que alcancem tema para a sala de aula, com
trazer a reflexão desse
A distribuição dos conceitos por volume
é a seguinte: volver algumas atividades que visam a superação de preconceitos e
e comunidade escolar para
diversidade. o objetivo de mobilizar alunos
• 6o ano:tecnologia; civilizações; política;
trabalho; deslocamentos populacionais. a valorização das diferenças.
• 7o ano:território e governo; tolerância;
S
• 8o ano:igualdade; liberdade; nação
e nacionalismo; terra e meio ambiente. A ESTRUTURA DOS CAPÍTULO
comunicação; consumismo. domínio de múltiplas habilidades e competên-
• 9o ano:cidadania; violência; meios de A preocupação de formar alunos com traba-
articulam os assuntos tratados nos com propostas variadas, como pesquisa,
As unidades conceituais, como já explicamos, cias levou à criação de seções e atividades escrita, entre
recortes dos conteúdos apresentados,
a fim de de textos escritos, expressão oral ou
capítulos e auxiliam o professor a fazer lho em grupo, leitura de imagens e e recur-
apresenta um conjunto de estratégias
torná-los mais significativos para os
alunos. outras possibilidades. Assim, cada capítulo
conceito a seguir.
a função, entre outras, de vincular o sos variados como detalhamos
O texto de abertura das unidades tem
da cultura dos alunos, para que se possa atribuir sen-
da unidade a aspectos do universo Aberturas de capítulo
5
LO O Saara verde

um conhecimento escolar significativo.


U
T
o continente
o Saara é um deserto que divide

Como você viu no capítulo anterior,

tido ao que será abordado e construir


CA

A África
de capí-
desértica como nos
mas nem sempre essa região foi

Como as aberturas de unidade, as aberturas


africano em duas grandes áreas, subsaariana.
África setentrional e ao sul a África
dias de hoje. Ao norte fica a chamada
antiga Há cerca de 5 mil anos, parte do
atual deserto era verde e com recursos
hídricos

CONCEITUAIS
crocodilos,
encontraram fósseis de animais como
permanentes. Recentemente, cientistas

será estudado, rela-


A ESTRUTURA DAS UNIDADES
milenares, o
pesquisadores encontraram anzóis
elefantes e hipopótamos. Além disso,

tulo problematizam o conteúdo que


da região praticavam a pesca.
Antes de iniciar o trabalho com os alunos,
veja orientações no Manual do Professor. que sugere que os grupos humanos representando
exemplo, existem pinturas rupestres
No continente africano nasceram Na região onde hoje é a Líbia, por
A África foi o berço da humanidade. se que o Saara teve uma fauna bastante
diversificada.
ancestrais mais remotos. Na África girafas. Essas evidências indicam

da atualidade.
e deram seus primeiros passos nossos de desertificação do Saara iniciou-se
em algum
uma das mais antigas do mundo, estu- Segundo os cientistas, o processo

cionando-o a algum fato ou acontecimento


desenvolveu ainda a civilização egípcia, Pouco a

AVALIAÇÃO
por causa de diversas mudanças climáticas.

e imagens de
momento entre 5 mil e 2 mil a.C., e os grupos

Cada unidade inicia-se com um texto


dada no capítulo 4 deste volume. desaparecendo, os rios e lagos secaram
do mundo: em 2011, foi declarada pouco, as espécies animais foram
Também é africano o país mais recente em busca de terras para a pastagem
do gado.
humanos que ali viviam migraram

e sistematizar
já existe
Sul. Por que Sudão do Sul? Porque
oficialmente a criação do Sudão do em direção à chamada África setentrional,

Assumem também as funções de mobilizar


e do qual fazia parte o território agora Muitos migrantes foram para o norte,

o conceito a
um Sudão, país situado ao sul do Egito região, como os ancestrais dos berberes.
enquanto outros permaneceram na

abertura, que, em seu conjunto, introduzem


pertencente ao Sudão do Sul. um impor-
Nessa região, floresceu no passado

como motivá-los
Kush. Esse reino Berbere: grupo formado por vários povos

bem
tante reino africano conhecido como

alunos,
como
nômades naturais do norte da África,

prévio dos
Objetivos de aprendizagem existiu por mais de
surgiu por volta do século IX a.C. e tuaregues, azenegues e tamazights.

o conhecimento
1
estratégias
• Conhecer a organização das o Reino

ser estudado. O texto e a imagem constituem


DAD
E que tem como objetivo a resolução
de
antigas sociedades africanas. 1 200 anos. Cortado por rotas de mercadores,
NI Técnica é um conjunto de procedimentos nas mais da África na

significativo, levan-
U específicas. A técnica pode ser observada • Entender a importância das de Kush foi um grande centro comercial
problemas ou a execução de tarefas

para o estudo. Assim, tornam o tema


para fazer evidências para os estudos
O pintor usa uma determinada técnica Antiguidade.
variadas áreas do conhecimento humano. Ao lado, pintura rupestre com

problematização do
históricos. de Kush
técnicas para alcançar um bom desempenho Neste capítulo conheceremos o Reino
DE AGOSTINI/C. SAPPA/GETTY IMAGES

representação de girafa, Líbia,


um quadro; o atleta faz uso de diferentes • Compreender a diversidade

de antecipação, de sensibilização e de
que viveram milhares de anos atrás
confeccionavam surgidas na África 2016. Abaixo, pintura rupestre
e outras importantes civilizações
Técnicas e
do continente africano.
esportivo. O modo como as pessoas representando seres humanos e

semelhanças, mudan-
uma roda constitui técnica. milhares de anos atrás. animais, Argélia, 2015. Líbia e Argélia
um machado de pedra ou faziam

do o aluno a identificar diferenças e


de uma estão localizados em uma região
amplo. Ele abrange as diversas técnicas
Já o conceito de tecnologia é mais produção conhecida como África setentrional.
as técnicas de controle do fogo e de
tecnologias
Milhares de
sociedade ou de uma época. Por exemplo, pelos primeiros sul-sudaneses
faziam parte da tecnologia desenvolvida
de machados de pedra e de lanças

eixo conceitual adotado.


celebram a
independência

passado.
ças e permanências no presente e no
seres humanos. técnicas desde do Sudão do
capacidade de desenvolver novas
O ser humano vem exercendo sua a 100 anos
Sul na capital
Portanto, podemos pensar que daqui Juba, 2011.
anos não existiam celular nem internet os primeiros tempos da humanidade.

de conver-
Você sabia que há pouco mais de 30 atualmente. Será que a bicicleta ou
o celular como

Faz parte desse escopo a seção Começo


algumas décadas, não encontraríamos surgirão novidades que desconhecemos
MAURITIUS IMAGES GMBH/ALAMY/FOTOARENA

no Brasil? E que, se recuássemos mais Ou, se eles ainda existirem, serão muito
diferentes

variadas, que po-


THOMAS MUKOYA/REUTERS/LATINSTOCK

aos jogos e brincadeiras atuais? Eles


se conhecemos hoje estarão ultrapassados?
televisão, rádio ou telefone? E quanto

São compostas de textos e imagens


as crianças de outras gerações se divertiam dos que utilizamos hoje? da espécie
parecem com os de nossos avós, ou Nesta unidade estudaremos onde
e como ocorreu o desenvolvimento

o conceito a
sobreviver
de modo diferente das crianças de
hoje? fez uso da técnica e da tecnologia para

sa, um conjunto de questões que relacionam


Para chegar ao modelo que conhece- humana e veremos como a humanidade
Pense, por exemplo, na bicicleta.

mapas etc.
mudanças e aperfeiçoamentos. Por às adversidades.
mos atualmente, ela passou por diversas

dem ser fotografias, quadros, ilustrações,


como videogame, smartphone,
Provavelmente os alunos mencionarão palavras
Drais von Sauerbronn em 1817, considerada produtos eletrônicos bastante anuncia-
87
exemplo, a bicicleta criada por Karl computador, notebook, tablet e outros
a primeira, era feita de madeira e
não tinha pedais. dos e/ou que fazem parte do dia a dia.

As questões par-
ser estudado com a realidade do aluno.
desejavam criar um meio de trans- começo de CONVERSA 86
Ao projetar a bicicleta, seus inventores 10/5/18 5:40 PM
há e tecnologia, quais são
um invento criado pelo ser humano 1. Quando falamos em técnica
porte sobre rodas, fazendo uso de
87
à mente? Por que D3-2056-HIST-F2_V6-U02-LA-G20_AVU.indd
as primeiras palavras que lhe vêm
10/4/18 6:36 PM
é usado
mais de 5 mil anos, que ainda hoje

mundo contempo-
86
você pensa nessas palavras? D3-2056-HIST-F2_V6-U02-LA-G20.indd

tem de situações do cotidiano ou do


em inúmeras funções.

Expomos a concepção de avaliação que


cotidiano, como celular,
2. Pense em um objeto de uso
BIBLIOTECA NACIONAL DA FRANÇA.

Essas observações

Texto principal
FOTO: AKG-IMAGES/FOTOARENA

você imagina que


nos levam a refletir a res- computador ou televisão. Como
eles serão daqui a 20 anos?
peito da tecnologia e do Resposta pessoal. Veja orientações no
Manual do Professor.

a presença do do
aquele que desenvolve o assunto central
AURORA PHOTOS/ALAMY/FOTOARENA

uso que fazemos dela em

râneo, nas quais os alunos podem verificar


nosso cotidiano. Observe

Compreendemos como texto principal


que há diferença entre

no
técnica e tecnologia.

algumas carac- desde a abertura até a seção de atividades,


Gravura de cerca de
1830 representando
conceito apresentado e, com isso, discutir qual deriva todo o restante do material,
evidenciam-se
bicicleta de madeira

terísticas dessas situações. Dessa maneira,


construída pelo
alemão Karl Drais

encerramento do capítulo.
von Sauerbronn
em 1817. Os pés
serviam como pedal.

abordado.
os conhecimentos prévios sobre o conceito XXVII
11

adotamos na obra e mostramos algumas


Bicicletas feitas de bambu,
Buenos Aires, Argentina, 2016.
10
10/4/18 1:19 PM

11
10/4/18 1:19 PM D3-2056-HIST-F2_V6-U01-LA-G20.indd

10
D3-2056-HIST-F2_V6-U01-LA-G20.indd

XXVI
10/10/18 11:00 AM

estratégias avaliativas que podem ser


10/10/18 10:59 AM 27
D3-PNLD20-MP-F2-HIS-GERAL.indd

26
D3-PNLD20-MP-F2-HIS-GERAL.indd

utilizadas em diferentes etapas do processo


de ensino-aprendizagem.

Material digital
Além dos quatro volumes
AVALIAÇÃO
impressos deste Manual,
volumes de Manual a coleção apresenta
do Professor – Materia quatro
dam a enriquecer o l digital. Trata-se de
trabalho do professo recursos que aju-
-aprendizagem em sala r e a potencializar As questões relaciona
de aula. Os materiais as relações de ensino- das ao tipo de avaliação
e cada um deles possui digitais estão organiza zes e mesmo a o que, a utilizar, aos instrumen
a composição a seguir. dos em bimestres como e quando avaliar, tos mais efica-

BIBLIOGRaFIA
sores, por vezes tornam-s embora inerentes ao
Plano de desenvolvimento e preocupantes. cotidiano dos profes-
bimestre, relacionando-os : apresenta os temas
que serão trabalhados Não há respostas definitiva
aos objetos de conhecim ao longo do s. O que oferecemos
sentes na BNCC. Também ento, habilidades e competên teóricas e metodoló a seguir são algumas
são sugeridas estratégia cias pre- gicas que conduzem propostas
professor na gestão da s didático-pedagógic da prática docente. a reflexões importan
sala de aula e fontes as que auxiliam o tes para uma atualizaç
de pesquisa complem ão
consultadas pelo professor entares que podem ser A avaliação formativ
ou apresentadas aos a é um dos pressupo
Cada Plano de desenvolv alunos. nem um tipo de avaliação stos teóricos e metodoló
imento apresenta um no qual o mais relevante gicos que defi-
tornar a aprendizagem Projeto integrador, conceito, mas obter não é mensurar, atribuir
dos alunos mais concreta, cujo objetivo é informações sobre a uma nota ou
curriculares a situações articulando diferente de ajudá-lo a avançar aprendizagem de cada
de aprendizagem relaciona s componentes e aprender. Uma avaliação aluno, com a finalidade

Lista de obras que serviram de


dos projetos, é possível das ao cotidiano da desenvolvido em sala como essa deve balizar
explorar temas transvers turma. Por meio de aula, desde a adequaçã todo o trabalho
competências socioemo ais, estimular o desenvolv sempenho dos alunos o do planejamento até
cionais e trabalhar com imento das e das situações de ensino. a análise do de-
ponentes curriculares. habilidades próprias Esse tipo de avaliação
de diferentes com- é visto como um processo,
Sequências didática posta de diversos instrumen ou seja, como uma avaliação

referência para a elaboração deste


s: são um conjunto tos capazes de avaliar com-
que relacionam objetos de atividades estrutura aprendizagem. É importan diferentes aspectos
de conhecimento, das aula a aula te, para isso, estimular e momentos da
na BNCC, de modo habilidades e competê os critérios nos quais a participação do aluno,
a ajudar o aluno a ncias presentes se baseia a avaliação explicitando
finido. Nas sequênci alcançar um objetivo objetivos a serem alcançado , os meios utilizados
as didáticas, são proposta de aprendizagem de- s. para isso e, sobretud
o, os
das complementarme s atividades que podem O professor Charles

Manual.
nte ao livro impresso ser aplica- Hadji é um dos autores
avaliações que ajudam . Também estão presente Ele aponta três caracterí que tratam da avaliação
o professor a aferir s sugestões de sticas principais desse formativa.
aprendizagem proposto se os alunos alcançara modelo de avaliação
s. m os objetivos de A primeira caracterís .
tica é o fato de ser
Proposta de acompa dados sobre a condução uma avaliação informat
nhamento da aprendi do processo de ensino iva, que oferece
com dez atividades (e zagem: trata-se de e aprendizagem.
seus respectivos gabaritos um conjunto A segunda caracterí
de fichas que podem ) destinadas ao aluno, stica, decorren te da
ser preenchidas pelo acompanhadas ao professo r uma reflexão primeira , é a possibilid
ajudar a verificar a professor. Esse material sobre o seu trabalho ade de permitir
aprendizagem dos alunos, tem o objetivo de pelos alunos. Da mesma com base nos dados
habilidades previstas especialmente quanto forma, os alunos também fornecid os
para o período, e a ao domínio das suas dificulda des, possibilit podem tomar consciên
das pela turma, auxiliand mapear as principais ando a ambos o reconhec cia de
o o trabalho de planejam dificuldades apresent erros. imento e a correção
da própria prática pedagóg ento do professor e a- dos seus
ica. a autoavaliação A terceira caracterí
Material digital audiovis stica é a função “correti
ual: são vídeos, videoaula é resultado da existênci va” desse tipo de
os alunos. Nesses materiais a da variabilidade didática, avaliação, que
s e áudios produzid afirma que: sobre a qual Hadji (2001,
, tivemos a preocupa os para p. 48)
sonagens pouco privilegia ção de trazer à tona grupos
dos nos materiais didáticos e per-
presente, por exemplo e dialogar com
, os desdobramentos questões do o professor, assim
dos regimes ditatoriai como o aluno, deve
s na América Latina. poder “corrigir” sua
sitivo pedagógico, ação, modificando,
com o objetivo de se necessário, seu
dática”. A avaliaçã obter melhores efeitos dispo-
o formativa implica, por meio de uma
ajuste. Este é sem por parte do professo maior “variabilidade
dúvida um dos únicos r, flexibilidade e di-
indicativos capazes vontade de adaptaçã
avaliação formativ de fazer com que o, de
a: o aumento da se reconheça de
implicações “variabilidade didática”
História e consciência histórica: modificação das fora uma
CERRI, Luís Fernando. Ensino de práticas do professo . Uma avaliação
que não é seguida

BIBLIOGRAFIA
r tem poucas chances
. Rio de Janeiro: FGV, 2011. de ser por uma
didáticas de uma discussão contemporânea As correções a serem
feitas com o objetivo
formativ a! [...]
tanto, tanto à ação de melhorar o desempe
São Paulo: Ática, 1995. de ensino do professor nho do aluno, e que
CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. função da análise quanto à atividade concernem, por-
São Paulo: Cengage Learning, 2010. da situação, tornada de aprendizagem
ABUD, Katia et al. Ensino de História. uma do aluno, são escolhida
da aprendizagem no currículo escolar: co, o que permite possível pela avaliação s em
COLL, César; MARTÍN, Elena. A avaliação aos atores retificar formativa. O remédio
para o ensino de história e cultura afro-brasileira. sala de aula. as modalidades da baseia-se no diagnóst
ALBERTI, Verena. Algumas estratégias César et al. O construtivismo na ação em andamen i-
e perspectiva construtivista. In: COLL, to.
Ana Maria (Org.). Ensino de História
In: PEREIRA, Amilcar Araújo; MONTEIRO, São Paulo: Ática, 2009. (Fundamentos). A avaliação formativ
Rio de Janeiro: Pallas, 2013. a, portanto, insere-se
culturas afro-brasileiras e indígenas. no Brasil: história, direitos e cidadania. São e aprendizagem. E, em um processo
de CUNHA, Manuela Carneiro da. Índios XXXII como vimos, esse de ensino
Célia. Conhecimento prévio e aprendizagem significativa conhecimentos e competê processo não é uniforme
e depende dos
ALEGRO, Regina Paulo: Claro Enigma, 2012. ncias desenvolvidos
2008. 239 f. Tese (Doutorado em Educação) anteriormente pelos
conceitos históricos no Ensino Médio. Disponível em: Brasília: MEC/SEESP, 2006.
alunos. Assim, a
de Mesquita Filho, Marília: 2008. DUK, Cyntia. Educar na diversidade.
– Universidade Estadual Paulista Júlio D3-PNLD20-MP-F2-HIS-GERAL

/11449/102251/alegro_rc_dr_mar.pdf?- e .indd 32

<https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle (Org.). Cultura digital e escola: pesquisa


em: 22 ago. 2018. FANTIN, Monica; RIVOTELLA, Pier Cesare
sequence=1&isAllowed=y>. Acesso Papirus, 2012. XXXIII
formação de professores. Campinas: 10/10/18 11:00 AM
básicos. In: D3-PNLD20-MP-F2-HIS-GERAL
de História: conteúdos e conceitos Renato. Aprendendo história: reflexão
e .indd 33

BEZERRA, Holien Gonçalves. Ensino e propostas. 5. FERREIRA, Marieta de Moraes; FRANCO,


Leandro (Org.). História na sala de aula: conceitos, práticas
KARNAL, ensino. Rio de Janeiro: FGV, 2013. 10/10/18 11:00 AM

ed. São Paulo: Contexto, 2008. experiências,


e prática de ensino de história:
Ensino de História: fundamentos
e métodos. FONSECA, Selva Guimarães. Didática
BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Papirus, 2003.
reflexões e aprendizados. Campinas:
2. ed. São Paulo: Cortez, 2008. Laboratorio
e competências sociais. Santiago:
ou, o ofício de historiador. Rio
de Janeiro: GATTI, B. A. Habilidades cognitivas Unesco, 1997.
BLOCH, Marc. Apologia da história, Qualidade da Educação. (LLECE),
Latinoamericano de Avaliação de df>.
Zahar, 2001. .unesco.org/images/0018/001836/183655por.p
Disponível em: <http://unesdoc
analto.gov.br/
210. Disponível em: <http://www.pl Acesso em: 18 ago. 2018.
BRASIL. Constituição (1988). Artigo
Acesso em: 2 ago. 2018. Dóris Bittencourt. A docência em
História:
ccivil_03/constituicao/constituicao.htm>. GIL, Carmem Zeli de Vargas; ALMEIDA, finais do
setembro de 1969. Disponível em: <www.planalto
. Edelbra, 2012. (Entre Nós – Anos
BRASIL. Decreto-lei n 869, de 12 de
o
reflexões e proposta para ações. Erechim:
.htm>. Acesso em: 23 ago. 2018. Ensino Fundamental, v. 5).
gov.br/ccivil_03/decreto-lei/1965-1988/del0869
São Paulo:
Educação Nacional. Brasília, DF, 1996.
Disponível e o Brasil: passado, presente e futuro.
BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da GOMES, Mércio Pereira. Os índios
23 ago. 2018.
ivil_03/Leis/L9394.htm>. Acesso em: Contexto, 2017.
em: <http://www.planalto.gov.br/cc
de 1971. Disponível em: <http://www.pl
analto. . Porto Alegre: Artmed, 2001.
BRASIL. Lei n 5.692, de 11 de agosto
o
HADJI, Charles. Avaliação desmistificada
Acesso em: 23 ago. 2018. mundo. Rio de Janeiro: Civilização
gov.br/CCIVIL_03/Leis/L5692.htm>.
MEC: IANNI, Octavio. Enigmas da modernidade-
Nacional Comum Curricular. Brasília:
BRASIL. Ministério da Educação. Base em: 16 Brasileira, 2003.
ionalcomum.mec.gov.br/a-base>. Acesso of
2018. Disponível em: <http://basenac of the Image. Chicago: The University
KOERNER, Joseph Leo. The Reformation
ago. 2018.
de Chicago Press, 2004.
Nacional de Educação. Brasília, Secretaria nativas na
BRASIL. Ministério da Educação. Plano em: 31 olhar sobre a presença das populações
em: <http://pne.mec.gov.br/>. Acesso LIMA, Antonio Carlos de Souza. Um Benzi (Org.).
Educação Fundamental, 2014. Disponível Lopes da; GRUPIONI, Luís Donisete o
invenção do Brasil. In: SILVA, Aracy de 1 e 2o graus.
ago. 2018. novos subsídios para professores
A temática indígena na escola:
Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais:
BRASIL. Secretaria de Educação
MEC, 1998. Brasília: MEC/MARI/Unesco, 1995.
do ensino fundamental. Brasília, DF: memória e
história: terceiro e quartos ciclos f>. Ensino de História: usos do passado,
ec.gov.br/seb/arquivos/pdf/pcn_5a8_historia.pd MAGALHÃES, Marcelo et al. (Org.).
Disponível em: <http://portal.m
mídia. Rio de Janeiro: FGV, 2014.
Acesso em: 23 ago. 2018. das ilustrações
Peter que educam e instruem: usos e funções
seu passado e seu futuro. In: BURKE, MAUAD, Ana Maria. As imagens
BURKE, Peter. Abertura: a nova história, In: OLIVEIRA, Margarida Maria Dias de;
STAMATTO,
perspectivas. São Paulo: Unesp, 1992. nos livros didáticos de História.
(Org.). A escrita da História: novas didático de História: políticas educacionais,
Paulo: Cengage Maria Inês Sucupira (Org.). O livro
(Coord.). O ensino de História. São 2007.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de pesquisas e ensino. Natal: EDUFRN, XXXVII
Learning, 2010.

XXXVI
10/10/18 11:01 AM

10/10/18 11:01 AM 37
D3-PNLD20-MP-F2-HIS-GERAL.indd

36
D3-PNLD20-MP-F2-HIS-GERAL.indd

D3-PNLD20-MP-F2-HIS-GERAL-AV.indd 5 10/12/18 8:44 AM


• As Orientações específicas são sugestões de estratégias didático-pedagógicas que bus-
cam auxiliar o trabalho do professor dentro e fora da sala de aula.

A BNCC nA UNIDADE PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS PARA


Indicamos os objetos de A ABERTURA DA UNIDADE
conhecimento, competências e
Apresentamos orientações sobre o conceito da unidade
habilidades da BNCC trabalhados
e algumas indicações de como as imagens e o texto de
em cada unidade.
abertura podem ser trabalhados em sala de aula.

1
DDAADDEE
A BNCC NA UNIDADE NNII PROCEDIMENTOS
UU
Técnica
Técnicaééum umconjunto
conjuntode deprocedimentos
procedimentosque quetem temcomo
comoobjetivo
objetivoaaresolução
resoluçãode de DIDÁTICOS
OBJETOS DE problemas
problemasou ouaaexecução
execuçãode detarefas
tarefasespecíficas.
específicas.AAtécnica
técnicapode
podeserserobservada
observadanas nasmais
mais
CONHECIMENTO • Ao tratar sobre técnicas e
variadas
variadasáreas
áreasdodoconhecimento
conhecimentohumano.
humano.OOpintor
pintorusa
usaumaumadeterminada
determinadatécnica
técnicapara
parafazer
fazer tecnologias, procure desna-
• A questão do tempo, sincro-

Técnicas
Técnicas ee
um
umquadro;
quadro;ooatleta
atletafaz
fazuso
usode dediferentes
diferentestécnicas
técnicaspara
paraalcançar
alcançarum umbom bomdesempenho
desempenho turalizar a ideia de que tec-
nias e diacronias: reflexões sobre
esportivo.
esportivo.OOmodo modocomo
comoasaspessoas
pessoasquequeviveram
viverammilhares
milharesde deanos
anosatrás
atrásconfeccionavam
confeccionavam nologia diz respeito apenas
o sentido das cronologias.
ao mundo contemporâneo e
• Formas de registro da história um
ummachado
machadode depedra
pedraououfaziam
faziamumaumaroda
rodaconstitui
constituitécnica.
técnica.

objetos de
tecnologias
tecnologias
a aparelhos eletroeletrônicos.
e da produção do conhecimento JáJáooconceito
conceitode detecnologia
tecnologiaéémaismaisamplo.
amplo.EleEleabrange
abrangeasasdiversas
diversastécnicas
técnicasde deuma
uma Ressalte que o desenvolvimen-
histórico. sociedade
sociedadeou oude deuma
umaépoca.
época.PorPorexemplo,
exemplo,asastécnicas
técnicasde decontrole
controledo dofogo
fogoeede deprodução
produção to tecnológico e de técnicas
• As origens da humanidade, tem sido um dos pilares da so-
de
demachados
machadosde depedra
pedraeededelanças
lançasfaziam
faziamparte
partedadatecnologia
tecnologiadesenvolvida
desenvolvidapelospelosprimeiros
primeiros
seus deslocamentos e os proces- brevivência do ser humano ao

conhecimento
sos de sedentarização. seres
sereshumanos.
humanos.
OOserserhumano
humanovem vemexercendo
exercendosua suacapacidade
capacidadede dedesenvolver
desenvolvernovas
novastécnicas
técnicasdesde
desde longo do tempo.
COMPETÊNCIAS Você
Vocêsabia
sabiaque
quehá hápouco
poucomais
maisdede3030anos
anosnão
nãoexistiam
existiamcelular
celularnem
neminternet
internet • Explique aos alunos que a
ososprimeiros
primeirostempos
temposda dahumanidade.
humanidade.Portanto,
Portanto,podemos
podemospensarpensarquequedaqui
daquiaa100 100anos
anos fabricação de instrumentos de
• Gerais: 1, 3, 6 e 9 no
noBrasil?
Brasil?EEque,
que,seserecuássemos
recuássemosmais maisalgumas
algumasdécadas,
décadas,nãonãoencontraríamos
encontraríamos
surgirão
surgirãonovidades
novidadesque quedesconhecemos
desconhecemosatualmente.
atualmente.SeráSeráque
queaabicicleta
bicicletaououoocelular
celularcomo
como caça, o domínio do fogo, a in-
• Específicas de Ciências Hu- televisão,
televisão,rádio
rádioou outelefone?
telefone?EEquanto
quantoaosaosjogos
jogoseebrincadeiras
brincadeirasatuais?
atuais?Eles
Elessese

DA UNIDADE
manas: 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7 conhecemos
conhecemoshoje hojeestarão
estarãoultrapassados?
ultrapassados?Ou, Ou,seseeles
elesainda
aindaexistirem,
existirem,serão
serãomuito
muitodiferentes
diferentes venção da roda e a prática da
parecem
parecemcom comososde denossos
nossosavós,
avós,ou
ouasascrianças
criançasde deoutras
outrasgerações
geraçõessesedivertiam
divertiam agricultura são exemplos de
• Específicas de História: 1, 2, dos
dosquequeutilizamos
utilizamoshoje?
hoje?
de
demodo
mododiferente
diferentedas dascrianças
criançasde dehoje?
hoje? desenvolvimento tecnológico.
3, 4, 5 e 6 Nesta
Nestaunidade
unidadeestudaremos
estudaremosonde ondeeecomocomoocorreu
ocorreuoodesenvolvimento
desenvolvimentoda daespécie
espécie
Pense,
Pense,porporexemplo,
exemplo,na nabicicleta.
bicicleta.Para
Parachegar
chegarao aomodelo
modeloque queconhece-
conhece- humana
humanaeeveremos
veremoscomocomoaahumanidade
humanidadefez fezuso
usodadatécnica
técnicaeedadatecnologia
tecnologiaparaparasobreviver
sobreviver • Pergunte aos alunos quais
HABILIDADES são as diferenças e as seme-
mos
mosatualmente,
atualmente,ela elapassou
passouporpordiversas
diversasmudanças
mudançaseeaperfeiçoamentos.
aperfeiçoamentos.Por Por àsàsadversidades.
adversidades.
• EF06HI01 • EF06HI05 lhanças entre a bicicleta feita
• EF06HI02 • EF06HI06 exemplo,
exemplo,aabicicleta
bicicletacriada
criadapor
porKarl
KarlDrais
DraisvonvonSauerbronn
Sauerbronnem em1817,
1817,considerada
considerada
Provavelmente
Provavelmenteososalunos
alunosmencionarão
mencionarãopalavras comovideogame
palavrascomo videogame , smartphone
, smartphone
,, em 1817 e a de bambu, usada
• EF06HI03 • EF06HI07 aaprimeira,
primeira,eraerafeita
feitadedemadeira
madeiraeenão nãotinha
tinhapedais.
pedais. computador,notebook
computador, notebook, tablet
, tablete eoutros
outrosprodutos
produtoseletrônicos
eletrônicosbastante
bastanteanuncia-
anuncia- atualmente.
• EF06HI04 • EF06HI08 Ao
Aoprojetar
projetaraabicicleta,
bicicleta,seus
seusinventores
inventoresdesejavam
desejavamcriar
criarumummeio
meiodedetrans-
trans- dos
dose/ou
e/ouque
quefazem
fazemparte
partedododia
diaa adia.
dia.
COMEÇO DE CONVERSA
porte
portesobre
sobrerodas,
rodas,fazendo
fazendouso usodedeumuminvento
inventocriado
criadopelo
peloserserhumano
humanohá há começo
começode
deCONVERSA
CONVERSA
SUGESTÃO DE LIVRO • 1. Esta questão pode ser
mais
maisdede55mil milanos,
anos,que
queainda
aindahoje
hojeééusado
usado 1.1.Quando
Quandofalamos
falamosememtécnica
técnicaeetecnologia,
tecnologia,quais
quaissão
são utilizada para mapear os co-
Para o professor asasprimeiras
primeiraspalavras
palavrasque
quelhe
lhevêm
vêmààmente?
mente?Por
Porque
que nhecimentos prévios dos alu-
BIBLIOTECA NACIONAL DA FRANÇA.
NACIONAL DA FRANÇA.

ememinúmeras
inúmerasfunções.
funções.
AKG-IMAGES/FOTOARENA
FOTO: AKG-IMAGES/FOTOARENA

• GAMA, Ruy. A tecnologia Essas


Essas observações
observações você
vocêpensa
pensanessas
nessaspalavras?
palavras? nos. Aproveite a resposta da-
e o trabalho na história. São nos
noslevam
levamaarefletir
refletiraares-
res- 2.
2.Pense
Penseem emumumobjeto
objetode deuso
usocotidiano,
cotidiano,como
comocelular,
celular, da por eles para diagnosticar
Paulo: Nobel: Edusp, 1987. computador
computadorou outelevisão.
televisão.ComoComovocêvocêimagina
imaginaqueque o grau de aprendizagem do
BIBLIOTECA

peito
peitoda datecnologia
tecnologiaeedo do grupo.
O autor propõe um traba- eles
elesserão
serãodaqui
daquiaa20 20anos?
anos?
FOTO:

lho em que se estabelece o uso


usoque
quefazemos
fazemosdela
delaem em Resposta
Respostapessoal.
pessoal.Veja orientaçõesnonoManual
Vejaorientações Manualdo
doProfessor.
Professor. • 2. Se considerar conve-
nosso
nossocotidiano.
cotidiano.Observe
Observe niente, estabeleça uma re-

AURORA PHOTOS/ALAMY/FOTOARENA
AURORA PHOTOS/ALAMY/FOTOARENA
contraponto entre técnica e
tecnologia e desenvolve esses que
quehá hádiferença
diferençaentre
entre lação interdisciplinar com
conceitos com base em sua Geografia, comentando so-
técnica
técnicaeetecnologia.
tecnologia. bre a internet das coisas, ter-
definição de técnica – “o con-
junto de regras práticas para mo que se refere a uma tec-
fazer coisas determinadas en- nologia capaz de conectar
volvendo a habilidade de exe- diversos tipos de dispositivos
Gravura
Gravurade decerca
cercadede
cutar e transmitidas, verbal- 1830
1830representando
representando e objetos à internet, interli-
mente, pelo exemplo, no uso bicicleta
bicicletade
demadeira
madeira gando cada vez mais o mun-
das mãos, dos instrumentos e construída
construídapelo
pelo do real e o digital. A internet
ferramentas e das máquinas”
alemão
alemãoKarl
KarlDrais
Drais das coisas já existe, mas a
von
vonSauerbronn
Sauerbronn tendência é que ela se torne
– e de tecnologia – “o estu- em
em1817.
1817.Os
Ospés
pés cada vez mais presente.
do e conhecimento científico serviam
serviamcomo
comopedal.
pedal.
das operações técnicas ou da
técnica, que compreende o Bicicletas
Bicicletasfeitas
feitasde
debambu,
bambu, NO DIGITAL - 1O BIMESTRE
estudo sistemático dos instru- 10
10 Buenos
BuenosAires,
Aires,Argentina,
Argentina,2016.
2016. 11
11 • Veja o plano de desenvolvi-
mentos, das ferramentas e das mento para esta unidade.
máquinas empregadas nos di- • Desenvolva o projeto inte-
versos ramos da técnica, dos TEXTO DE APOIO
D3-2056-HIST-F2_V6-U01-LA-G20.indd
D3-2056-HIST-F2_V6-U01-LA-G20.indd1010
técnica, um ofício humano “adobe”, das casas de adobe
10/4/18
10/4/181:19
1:19
PMPM
MAIS ATIVIDADES
D3-2056-HIST-F2_V6-U01-LA-G20.indd
D3-2056-HIST-F2_V6-U01-LA-G20.indd1111
• Em seguida, peça que escre- dos na sociedade e na nature-
10/4/18
10/4/181:19
1:19
PMPM grador sobre história e me-
gestos e dos tempos de traba- para satisfazer suas necessi- a casas de tijolo, das casas vam em um cartaz as estratégias za. Questione-os sobre a con- mória.
lho e dos custos, dos materiais Para o professor dades e desejos. [...] em toda de tijolos a casas de bloco, e Inventar um objeto e os passos necessários para de- tribuição das invenções para o • Consulte as sequências di-
e da energia empregada”. e qualquer ação humana se assim sucessivamente. dáticas: Tempos: conhecen-
A técnica e a tecnologia • Solicite aos alunos que se senvolver esse objeto. bem-estar do ser humano; se
faz presente a técnica. do o passado; Nossas ori-
A técnica é o saber fazer, FERNANDES, Elizangela da R.; ZITZKE, reúnam em grupos de três ou • Organize a apresentação elas têm um grande alcance e
A partir da curiosidade, Valdir A. A evolução da técnica e o gens; e Rotas de povoa-
palavra proveniente do grego quatro integrantes e conversem dos grupos, que devem ex- quem pode usufruí-las.
percepção, imaginação e surgimento da tecnologia no con- mento: teorias e vestígios.
techne que significa arte, téc- necessidade, o homem foi sobre um objeto que gostariam plicar aos colegas o objeto in- • Por fim, se for conveniente,
texto econômico e educacional. • Acesse a proposta de
nica, ofício; a arte nada mais desenvolvendo técnicas e Anais do III Congresso Internacional que existisse, como um tele- ventado. Aproveite para deba- realize uma exposição dos car- acompanhamento da apren-
é do que criar, fazer algo, al- criando a cada dia [...] das de História da UFG/Jataí: História e transporte, um helicóptero por- ter sobre a importância das in- tazes para a apreciação da co-
guma coisa se utilizando da dizagem.
casas de palhas a casas de Diversidade Cultural, set. 2012. p. 2. tátil ou uma bicicleta voadora. venções e os impactos causa- munidade escolar.
10 11

SUGESTÕES
D2-HIS-F2-2056-V6-U01-MP-G20.indd 10 10/11/18 6:41 PM D2-HIS-F2-2056-V6-U01-MP-G20.indd 11 10/11/18 6:41 PM

Sugestões de sites, livros, jogos digitais e vídeos para os


alunos e para você, professor, que contextualizam um tema
ou um conceito estudado.

A BNCC NESTA DUPLA PROCEDIMENTOS


OOtempo
tempohistórico
histórico DIDÁTICOS
COMPETÊNCIAS
Processo
Processohistórico:
sequência
histórico:
sequênciadedefatos,
fatos,dede
As
As fontes
fontes do
do historiador
historiador
• Geral: 2 Ao
Aoestudar
estudarososacontecimentos
acontecimentosdo dopassado,
passado,ososhistoriadores
historiadores • Pergunte aos alunos o que
acontecimentos
acontecimentosououdede
Como
Comoacabamos
acabamosde dever,
ver,oohistoriador
historiadorestuda
estudaososacontecimentos
acontecimentosocorridos
ocorridoseede deque
quemodo
modo são fontes históricas. Colete as
• Específica de Ciências Huma- mudanças.
mudanças.AAideiaideiadede fazem
fazemusousododotempo
tempocronológico
cronológicopara paraidentificar
identificarquando
quandodetermi-
determi-
processo
processosupõe
supõea aação
ação sesevivia
viviaem
emdeterminadas
determinadasépocas
épocas(tempo)
(tempo)eelugares
lugares(espaço).
(espaço).MasMascomocomoeleelefaz
fazesse
essetrabalho?
trabalho? respostas e, com base nesses
nas: 5 nado
nadofato
fatoaconteceu.
aconteceu.Porém,
Porém,esseessenão nãoééooúnicoúnicotempo
tempoutilizado
utilizado
dodotempo
tempoe eenvolve
envolvea a Como
Comoencontrar
encontrarinformações
informaçõesaarespeito
respeitodo doque,
que,muitas
muitasvezes,
vezes,aconteceu
aconteceuvários
váriosséculos
séculosatrás?
atrás? conhecimentos prévios, cons-
• Específicas de História: 2 e 6
noção
noçãodedemovimento.
movimento.OO nos
nosestudos
estudosde deHistória.
História.EmEmseuseutrabalho,
trabalho,ososhistoriadores
historiadoresutilizam
utilizam trua na lousa um quadro divi-
processo
processodedeformação
formação Esse
Essetrabalho
trabalhode deanálise
análisedodopassado
passadoééfeitofeitocom
combase
baseem emfontes,
fontes,vestígios,
vestígios,indícios
indícios
HABILIDADE também chamadotempo
tambémoochamado tempohistórico.
histórico.OOque quevem
vemaaserserisso?
isso? dido em fontes escritas, ima-
• EF06HI02 dodoBrasil
Brasilcomo
comopaís,
país, ououevidências
evidênciashistóricas,
históricas,quequesão
sãomarcas
marcasda daexperiência
experiênciados dosseres
sereshumanos
humanosao aolongo
longodosdos géticas, entrevistas, tecnológi-
por
porexemplo,
exemplo,envolveu
envolveu OOtempo
tempohistórico
históricoéédiferente
diferentedo dotempo
tempocronológico.
cronológico.OOtempotempo
muitos
muitosacontecimentos,
acontecimentos,
tempos.
tempos.ElasElaspodem
podemser sermateriais
materiaisou ouimateriais.
imateriais. cas e outras.
cronológico
cronológicoéémedido
medidopor pormeio
meiodededatas
datasque quesesesucedem.
sucedem.Ele Eletem
tem
PROCEDIMENTOS entre
entreososquais
quaiso o Como
Comoexemplo
exemplode deevidências
evidênciasmateriais,
materiais,temos
temosdocumentos
documentosescritosescritos(cartas,
(cartas,manuscri-
manuscri- • Peça que enumerem os ob-
DIDÁTICOS povoamento
povoamentododoterritório
território uma
umaduração
duraçãoprecisa:
precisa:sabemos
sabemosque queum umano anotem
tem365365dias,
dias,umumdiadia jetos que podem ser utilizados
tos,
tos,artigos
artigosdedejornal
jornaleecertidões
certidõesde denascimento),
nascimento),visuais
visuais(fotografias,
(fotografias,pinturas
pinturaseegravuras),
gravuras),
pelos
pelosindígenas,
indígenas,a a tem
tem24 24horas,
horas,eeassim
assimpor pordiante.
diante.JáJáootempo tempohistórico
históriconãonãotemtem como fontes históricas para
• Promova a leitura coletiva chegada
chegadados dosportugueses
portugueses mobiliários
mobiliários(móveis)
(móveis)eevestuários
vestuários(roupas),
(roupas),alémalémde deumaumasérie
sériede deoutros
outrosobjetos,
objetos,comocomo
emem1500
1500e emuitos
muitosoutros.
outros. duração
duraçãoprecisa.
precisa.Ele
Eleestá
estárelacionado
relacionadoao aotempo
tempoque quedurou
duroudetermi-
determi- descobrir um pouco da histó-
do texto “O tempo histórico”, moedas,
moedas,ferramentas
ferramentasetc. etc.EEhoje,
hoje,graças
graçasàsàsnovas
novastecnologias,
tecnologias,oohistoriador
historiadortambém
tambémpode pode
nadoprocesso
nado processohistórico
históricoou oumodo
modode devida
vidadedeuma
umasociedade,
sociedade,grupo
grupo ria da família de cada um de-
destacando os trechos que ex- utilizar
utilizardepoimentos
depoimentosorais oraisgravados,
gravados,filmes,
filmes,exames
examesda daárea
áreamédica
médicaeemuitomuitomais.mais.JáJáasas
WOWNOGNSTGST
OCOK/CSKH/SH les. Eles poderão apontar as
plicam o conceito e faça duas UTTUTT
ER ER ououindivíduo
indivíduo(chamados
(chamadospelospeloshistoriadores
historiadoresde desujeitos
sujeitoshistóricos).
históricos).
ST ST
OC OC
K.C K.C evidências
evidênciasimateriais
imateriaissão
sãooomodomodode defazer
fazerum umdeterminado
determinadobordadobordadoou oualimento,
alimento,oojeitojeito certidões de nascimento, fo-
colunas na lousa: uma para O O
Por
Porexemplo:
exemplo:quando
quandoestudamos
estudamosaahistóriahistóriado doBrasil,
Brasil,vemos
vemosque que específico
específicode decontar
contarumaumahistória,
história,de deproduzir
produzirum umobjeto,
objeto,entre
entreoutras.
outras. tografias, correspondências e
M
M

tempo cronológico e outra pa- ootempo


tempohistórico
históricodadaescravidão
escravidãoteveteveinício
inícionasnasprimeiras
primeirasdécadas
décadasdo do Como
Comoososhistoriadores
historiadoresfazem
fazementão
entãopara
paraestudar
estudaraavida vidadas
dasmulheres
mulherestrabalhadoras
trabalhadoras objetos pessoais e de uso co-
ra tempo histórico. Em seguida,
século
séculoXVIXVIeepermaneceu
permaneceuaté até1888,
1888,quando
quandoaaAboliçãoAboliçãoprovocou
provocouuma uma mum da família, filmagens e
peça aos alunos que verbalizem nas
nasplantações
plantaçõesde decana-de-açúcar
cana-de-açúcarda daParaíba
Paraíbaem emdeterminada
determinadaépoca? época?Que Quefontes
fonteseleseles
ruptura
rupturano notrabalho
trabalhoescravo
escravodo dopaís.
país.JáJánosnosEstados
EstadosUnidos
Unidosootempotempo conversas com parentes mais
as diferenças entre o tempo his- podem
podemutilizar?
utilizar?Para
Parapesquisar
pesquisarooassunto,
assunto,oohistoriador
historiadorpode:
pode:consultar
consultarasasleisleisrelativas
relativasaa
CESAR DINIZ/PULSAR IMAGENS
CESAR DINIZ/PULSAR IMAGENS

velhos.
tórico e o cronológico e regis- histórico
históricoda daescravidão
escravidãoééoutro:
outro:começa
começanas nasprimeiras
primeirasdécadas
décadasdo do essa
essaquestão;
questão;analisar
analisarrelatórios
relatóriosmédicos
médicoscomcominformações
informaçõessobre sobreasasdoenças
doençasprovocadas
provocadas • Ao lado de cada item, soli-
tre na lousa as características de século
séculoXVII
XVIIeetermina
terminaem em1863.
1863.Como
Comopodemospodemosobservar,
observar,ootempo
tempo por
poresse
essetipo
tipodedetrabalho;
trabalho;ler
lerromances
romancesde deépoca
épocaque querelatem
relatemaavida vidadessas
dessastrabalhadoras;
trabalhadoras; cite aos alunos que escrevam o
cada medida temporal.
histórico
históricotem
temumaumaduração
duraçãoeeum umdosdospapéis
papéisdo dohistoriador
historiadoréépesquisar
pesquisar reunir
reunirreportagens
reportagenseefotografias
fotografiassobre
sobreootrabalho
trabalhodessas
dessasmulheres
mulheresnos noscanaviais;
canaviais;entrevistar
entrevistar que aquela fonte pode “con-
• Observe com a turma a li- tar” sobre a história da famí-
nha do tempo com os perío- eeinterpretar,
interpretar,com
combase
baseem emfontes,
fontes,aaduração
duraçãodos dosprocessos
processoshistóricos
históricosee algumas
algumasdessas
dessastrabalhadoras
trabalhadorasou oupessoas
pessoaspróximas
próximasaaelas,elas,entre
entreoutras
outrasfontes.
fontes.
lia. Eles poderão citar um rolo
dos históricos que foram ca- asaspermanências
permanênciaseerupturas
rupturasao aolongo
longodo dotempo.
tempo. AAanálise
análisedessas
dessasfontes
fontesajudará
ajudaráoohistoriador
historiadorem emsuasuatarefa
tarefade deinter-
inter-
de macarrão e, ao lado, escre-
tegorizados pelos historiado- Como
Comoaahistória
históriada
dahumanidade
humanidadeéémuito muitolonga,
longa,ososhistoriadores
historiadoresconven-
conven- pretar
pretarooperíodo
períodoestudado.
estudado. ver que a avó costumava fazer
res (Pré-História, Antiguidade,
cionaram
cionaramdividir dividirootempo
tempoem emperíodos
períodosdistintos.
distintos.São Sãocinco
cincotempos
temposde dediferentes
diferentes pão ou outras massas em ca-
Idade Média, Idade Moderna,
durações,
durações,marcados marcadospor porpermanências
permanênciaseerupturas
rupturas(veja
(vejaaalinha
linhado dotempo
tempoaaseguir).
seguir). sa, porque não havia mercado
Idade Contemporânea). Auxi-
nas proximidades da moradia.
lie os alunos a entender a du-
ração desses processos his- Idade
IdadeContemporânea
Contemporânea
SUGESTÃO DE FILME
tóricos, enfatizando o tempo Pré-História
Pré-História Queda
Quedadede Idade
IdadeMédia
Média Idade
IdadeModerna
Moderna
transcorrido entre um evento Roma
Roma(476)
(476)
Para o professor
e outro.
• OS NARRADORES de Javé.
• Informe aos alunos que a Antiguidade
Antiguidade
Direção: Eliane Caffé. Brasil:
duração dos acontecimentos Invenção
Invençãodadaescrita
escrita
Queda
QuedadedeConstantinopla
Constantinopla(1453)
(1453) 2003 (100 min.).
históricos também apresenta (por
(porvolta
voltadede4 000
4 000a.C.)
a.C.)
Revolução
RevoluçãoFrancesa
Francesa(1789)
(1789)
O filme conta a história dos
um ritmo próprio: os eventos
moradores do Vale de Javé,
de curta duração geralmente AAroda
rodadedecapoeira
capoeiraintegra
integrao o
Muitos
Muitoshistoriadores,
historiadores,entretanto,
entretanto,criticam
criticamesse
essetipo
tipode
dedivisão.
divisão.Isso
Issoporque
porqueela
elafoi
foi patrimônio
patrimôniocultural
culturalbrasileiro.
brasileiro.
que, para impedir que o local
levam menos de um ano, co-
OsOsbens
bensculturais
culturaisproduzidos
produzidos seja inundado por uma repre-
mo uma gestação humana, feita
feitaconsiderando-se
considerando-seprincipalmente
principalmenteaahistória
históriada
daEuropa.
Europa.AAconsequência
consequênciadisso
dissoééque
queasas por
poruma
umadeterminada
determinada sa, precisam provar que a cida-
uma greve ou um campeo- teorias
teoriaseeasaspesquisas
pesquisashistóricas
históricasacabam
acabamtendo
tendocomo
comoponto
pontodedepartida
partidaososacontecimentos
acontecimentos sociedade
sociedadesão sãofontes
fontesdede de possui um valor histórico e,
nato esportivo; os eventos de eeasasconcepções
concepçõesde demundo
mundodaquele
daquelecontinente,
continente,deixando
deixandodedelevar
levarem
emconsideração
consideraçãofatos
fatos informação
informaçãopara parao ohistoriador.
historiador.
Crianças
Criançasjogam
jogamcapoeira
capoeiraemem portanto, deve ser preservada.
média duração levam até um
eeideias
ideiasque
quesão
sãoimportantes
importantespara
paraoutros
outrospovos.
povos. Araruama
Araruama(RJ),(RJ),2015.
2015.
século e modificam as circuns-
tâncias do cotidiano das pes-
soas, como a ditadura civil- 18
18 1919
-militar ou a Guerra Fria; e há
os eventos de longa duração,
que podem durar muitos sécu-
TEXTO DE APOIO MAIS ATIVIDADES do na página 15 do Livro do • Estimule-os a perceber
D3-2056-HIST-F2_V6-U01-LA-G20.indd
D3-2056-HIST-F2_V6-U01-LA-G20.indd1818 10/4/18
10/4/181:20
1:20
PMPM D3-2056-HIST-F2_V6-U01-LA-G20.indd
D3-2056-HIST-F2_V6-U01-LA-G20.indd1919 10/4/18
10/4/181:20
1:20
PMPM
los, como é o caso da escravi- deste ensaio insistindo no damentais do historiador,
dão antiga ou moderna ou a fato de que o historiador mas deve fazer-se acompa- Aluno. que essas formas de marcar
expansão do cristianismo no Para o professor deve respeitar o tempo nhar de outra manipulação Comparar calendários • Eles devem comparar os ca- o tempo coexistem (existem

mais ATIVIDADEs
Ocidente. que, de diversas formas, é a necessária da duração – a • Peça aos alunos que pes- lendários e anotar as seguin- ao mesmo tempo, isto é, no
História e memória
condição da história e que periodização – para que a quisem em sites, livros e re- tes informações: em que ano mesmo tempo cronológico),
[Continuidade e ruptura]
deve fazer corresponder os datação se torne historica- vistas e tragam para a sala de estamos de acordo com cada mas que possuem tempos
No que se refere à con-
seus quadros de explicação mente pensável. [...] aula um calendário chinês, calendário? Cada um deles é históricos diferentes porque
tinuidade e à descontinui-
dade, já falei do conceito cronológica à duração do LE GOFF, Jacques. História e memó- um islâmico e um gregoriano composto de quantos me- correspondem às demandas
de revolução. Gostaria de vivido. Datar é e será sem- ria. Campinas: Editora da Unicamp, e que consultem o calendário ses? Qual é a duração de cada culturais de cada sociedade

São propostas de atividades extras,


acabar a primeira parte pre uma das tarefas fun- 2013. p. 49. indígena Huní Kuín, localiza- mês? Quando é o Ano-Novo? que os utiliza.
18 19

como jogos, pesquisas, entrevistas e D2-HIS-F2-2056-V6-U01-MP-G20.indd 18 10/11/18 6:41 PM D2-HIS-F2-2056-V6-U01-MP-G20.indd 19 10/11/18 6:41 PM

propostas interdisciplinares.

VI

D3-PNLD20-MP-F2-HIS-GERAL-AV.indd 6 10/12/18 1:30 PM


COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DA BNCC PROCEDIMENTOS
Nessa seção, são indicadas as competências gerais, as específicas de Ciências DIDÁTICOS
Humanas e as específicas de História da BNCC, assim como as habilidades Apresentamos orientações
de História trabalhadas na dupla de páginas. sobre abordagens possíveis
para os conteúdos e os

3
DDAADDEE
A BNCC NA UNIDADE NNII PROCEDIMENTOS
UU

OBJETOS DE
CONHECIMENTO
que
Sempre
alguma
Sempre que
algumaproposta
quenão
nãosão
que expomos

sãoapenas
expomos nossos
propostaestamos
estamosfazendo
apenaspresidentes,
nossos argumentos
fazendoum
argumentos em
umato
presidentes,governadores
em defesa
atopolítico.
político.Isso
governadoreseeoutros
defesa dede
Issosignifica
significa
outrosrepresen-
represen-
DIDÁTICOS
• Procure valorizar as expe-
riências pessoais e os conheci-
conceitos trabalhados na
Política
Política
• O Ocidente Clássico: aspectos

página do livro do aluno.


tantes
tantespolíticos
políticosque
quefazem
fazempolítica.
política.OOimportante
importanteéépercebermos
percebermos mentos prévios dos alunos rea-
da cultura na Grécia e em Roma.
lizando questões disparadoras
• As noções de cidadania e po- que
queososgrupos
gruposmais
maisbem
bemorganizados
organizadosou oucom
commais
maisrecursos
recursostêmtêm que permitam o relato de epi-
lítica na Grécia e em Roma.
✓ Domínios e expansão das cul-
As
As várias
várias formas
formas mais
maischance
chancededefazer
fazerprevalecer
prevalecersuassuasideias.
ideias. sódios em que eles exerceram
Nesta
Nestaunidade,
unidade,conheceremos
conheceremosos osantigos
antigosgregos
gregoseeromanos,
romanos, habilidades políticas. A partir
turas grega e romana.
✓ Significados do conceito de
de
de fazer
fazer política
política que
queconstruíram
construíramduas
duascivilizações
civilizaçõesque,
que,em emdeterminados
determinadosmomen-
momen- disso, aproveite para desmisti-
ficar a ideia de política como
“império” e as lógicas de conquis- tos
tos de
de sua
sua história,
história, valorizaram
valorizaram de de maneira
maneira significativa
significativa aa algo enfadonho, complicado
ta, conflito e negociação dessa for- participação
participaçãopolítica
políticados
doscidadãos.
cidadãos. ou até mesmo negativo.
ma de organização política. Geralmente,
Geralmente,quando
quandoouvimos palavrapolítica,
ouvimosaapalavra política,logo
logonos
noslem-
lem- • Reforce a ideia de que as
COMPETÊNCIAS bramos
bramosda daépoca
épocadas
daseleições,
eleições,dos
doscandidatos
candidatosem emcampanha,
campanha,das das decisões políticas dependem
• Gerais: 1, 2, 3, 5 e 10. pessoas
pessoasnonoatoatode
devotar.
votar.Porém,
Porém,política
políticaéémuito
muitomais
maisdodoque
quevotar
votar da participação de todos os ci-
• Específicas de Ciências Hu- dadãos e exigem a capacidade
manas: 3, 5, 6 e 7 em
emumumvereador,
vereador,prefeito,
prefeito,governador,
governador,deputado,
deputado,senador
senadorou oupre-
pre- de dialogar com pessoas que
• Específicas de História: 1, 2, sidente
sidentedadarepública.
república. pensam diferente de nós.
3, 4, 5 e 6 AAvereadora
vereadora
Quando
Quandohá háumumconflito
conflitonanafamília,
família,nanaescola,
escola,ououaté
atémesmo
mesmo
Marielle
MarielleFranco
Francoemem COMEÇO DE CONVERSA
HABILIDADES discurso
discursona Câmara em
naCâmara emuma
umabrincadeira
brincadeiraentre
entreososamigos
amigoseetentamos
tentamosresolver
resolverooproblema
problema • Essa seção visa valorizar o
• EF06HI02 • EF06HI14 Municipal
Municipaldo doRio
Riode
de por
pormeio
meiodododiálogo,
diálogo,estamos
estamosfazendo
fazendopolítica.
política.Quando
Quandolançamos
lançamos conhecimento prévio dos alu-
Janeiro
Janeiro(RJ),
(RJ),2017.
2017.
• EF06HI10 • EF06HI15 nos. No caso das atividades
Marielle
Marielleatuava
atuavanana em emnossa
nossacomunidade
comunidadeuma umacampanha
campanhapara paraconscientizar
conscientizaraapopu-
popu-
• EF06HI11 • EF06HI16 luta
lutapelos
pelosdireitos
direitos lação propostas, espera-se que os
laçãoaanão
nãodesperdiçar
desperdiçarágua,
água,aanãonãojogar
jogarlixo
lixonas
nasruas
ruasou
ouaazelar
zelar
• EF06HI12 • EF06HI19 humanos
humanose efoi foi conhecimentos que eles têm
• EF06HI13 assassinada
assassinada pelos
pelosespaços
espaçoscoletivos,
coletivos,como
comopraças
praçaseeprédios
prédiospúblicos,
públicos,também
também dos lugares que frequentam
emem2018.
2018. fazemos
fazemospolítica.
política. permitam pensar melhorias na
NO DIGITAL - 3o BIMESTRE convivência.
• Veja o plano de desenvolvi- • 2. Aproveite para reforçar
mento para esta unidade. a importância de compreen-
• Desenvolva o projeto inte- der melhor a política para que

GUILHERME ARTIGAS/FOTOARENA
GUILHERME ARTIGAS/FOTOARENA
grador sobre a participação ci- a convivência seja mais justa e
dadã no cotidiano. equilibrada. Ao abordar temas
• Consulte as sequências di- como o proposto, é comum
dáticas: Do Genos à Pólis, A que debates fiquem mais aca-
sociedade romana e Política lorados. Garanta que todos os
em Roma: da monarquia ao 1.1.Resposta
Respostapessoal.
pessoal.OOimportante
importanteé éososalunos
alunoscompreenderem
compreenderemque quesão
sãocapazes
capazesdede posicionamentos sejam ouvi-
Professores
Professorese e
MARIO VASCONCELLOS/RIO DE JANEIRO MUNICIPAL CHAMBER/AFP
MARIO VASCONCELLOS/RIO DE JANEIRO MUNICIPAL CHAMBER/AFP

império. sugerir
sugerire eorganizar
organizarações
açõessimples,
simples,mas
masque
quepodem
podemmelhorar
melhorara arealidade
realidadelocal.
local. dos e respeitados, destacando
começo
começode deCONVERSA
CONVERSA Veja
trabalhadores
trabalhadores
• Acesse a proposta de orientaçõesnonoManual
Vejaorientações Manualdo doProfessor.
Professor.
dadaárea
áreada
da
sempre os princípios éticos.
1.1.Pense
acompanhamento da apren- educação
educação
Pensenos
noslugares
lugaresque
quevocê
vocêfrequenta
frequenta––aaescola,
escola,aabiblioteca,
biblioteca,
dizagem. uma
umapraça
praçapública
pública––eeresponda:
responda:de
deque
quemaneira
maneiravocê
vocêpode
pode protestam
protestam SUGESTÃO DE LIVRO
atuar
atuarpara
paramelhorar
melhoraresses
essesespaços
espaçosde
deconvivência?
convivência? contra
contraa apolítica
política
dedeeducação
educação Para o professor e o aluno
2.
2.Em
Emsua
suacomunidade,
comunidade,de deque
quemodo
modoaapopulação
populaçãoseseorganiza
organiza dodogoverno
governodo do • ALVES, Rubem. Ensinando
quando
quandoprecisa
precisalutar
lutarpor
pormelhorias,
melhorias,como
comoconstruir
construiruma
umapraça,
praça, estado,
estado,Curitiba
Curitiba
política a crianças e adultos.
instalar
instalaruma
umarede
redededeesgotos,
esgotos,abrir
abrirum
umposto
postode
desaúde
saúdeetc.?
etc.? (PR),
(PR),2016.
2016.
Curitiba: Nossa Cultura, 2010.
2.2.Resposta
Respostapessoal.
pessoal.OsOsalunos
alunospodem
podemrelatar
relatardiferentes
diferentesformas
formasdedeorganização
organizaçãoe eatuação
atuação O autor usa a linguagem lú-
dadacomunidade,
comunidade,bem
bemcomo
comofazer
fazersugestões
sugestõese ecríticas
críticascom
combase
baseem
emsituações
situaçõesobservadas.
observadas. dica para explicar aos públicos
124
124 125
125 infantil e adulto a estrutura
política do Brasil.

D3-2056-HIST-F2_V6-U03-LA-G20_AVU.indd
D3-2056-HIST-F2_V6-U03-LA-G20_AVU.indd124
124 10/5/18
10/5/186:12
6:12
PMPM D3-2056-HIST-F2_V6-U03-LA-G20_AVU.indd
D3-2056-HIST-F2_V6-U03-LA-G20_AVU.indd125
125 10/5/18
10/5/186:12
6:12
PMPM
TEXTO DE APOIO refere à cidade e, conse- meiro tratado sobre a na- coisas qualificadas de um último, cibernética. O termo deu seu significado original, que, de alguma maneira,
quentemente, o que é ur- tureza, funções e divisão certo modo pelo adjetivo “po- “política” foi usado durante substituído pouco a pouco têm como termo de referên-
Para o professor bano, civil, público, e até do Estado, e sobre as várias lítico”, para a forma de saber séculos para designar prin- por outras expressões como cia a pólis, ou seja, o Estado.
mesmo sociável e social, o formas de governo, com a mais ou menos organizado cipalmente obras dedicadas “ciência do Estado”, “doutri- BOBBIO, Norberto. Política. In:
O significado clássico e termo “política” se expan- significação mais comum de sobre esse mesmo conjunto ao estudo daquela esfera na do Estado”, “ciência polí- BOBBIO; Norberto; MATTEUCCI, Nicola;
moderno de política diu graças à influência da arte ou ciência do governo de coisas: uma transposi- de atividades humanas que tica”, “filosofia política” etc., PASQUINO, Gianfranco. Dicionário
Derivado do adjetivo ori- grande obra de Aristóteles, [...]. Ocorreu assim desde a ção não diversa daquela que se refere de algum modo às passando a ser comumente de política. 11. ed. Brasília: Editora
ginado de pólis (politikós), intitulada Política, que deve origem uma transposição de deu origem a termos como coisas do Estado [...]. Na épo- usado para indicar a ativida- Universidade de Brasília, 1998.
que significa tudo o que se ser considerada como o pri- significado, do conjunto das física, estética, ética e, por ca moderna, o termo per- de ou conjunto de atividades p. 954. v. 1.

124 125

TEXTO DE ApoiO PARA O PROFESSOR


D2-HIS-F2-2056-V6-U03-MP-G20.indd 124 10/12/18 2:08 PM D2-HIS-F2-2056-V6-U03-MP-G20.indd 125 10/11/18 7:01 PM

As respostas aparecem grafadas em magenta


Nessa seção, são apresentados textos variados, cujos conteúdos na parte correspondente ao livro do aluno
auxiliam o professor em sua prática pedagógica e complementam e algumas são complementadas e recebem
informações sobre o conteúdo abordado no livro do aluno. orientações adicionais nas laterais do material.

NaNapintura,
pintura,a arainha
rainhafoifoirepresentada
representadacomcomfeições
feiçõeseuropeizadas:
europeizadas:uma umamulher
mulherbranca,
branca,cabelo
cabelo
A BNCC NESTA DUPLA longo
longoe ecom
comroupas
roupasdodoséculo
séculoXIX.
XIX.NoNorelevo,
relevo,a arainha
rainhafoifoirepresentada
representadadedeperfil,
perfil,com
comcabelo
cabelo PROCEDIMENTOS
esquema-resumo
esquema-resumo curto
curtoondulado.
ondulado.AsAsdiferenças
diferençaspodem
podemser serexplicadas
explicadaspelopelofato
fatodedenão
nãohaver
havercomprovações
comprovações DIDÁTICOS
COMPETÊNCIAS atividades
atividades dedeque
quea arainha
rainhaexistiu;
existiu;portanto,
portanto,oomodomododederepresentá-la
representá-laacaba
acabavariando
variandodede
• Gerais: 1 e 6 acordo
acordocom
comooimaginário
imagináriodadaépoca
épocae edodolugar.
lugar.
Para organizar as ideias
• Específicas de Ciências Hu- Civilizações
Civilizaçõesda
daÁfrica
Áfricaantiga
antiga AAcidade
cidadededeAxum
Axumpossuía
possuíaoomais maismovi-
movi- (continuação)
manas: 3 e 5 mentado
mentadoporto
portododoMar
MarVermelho,
Vermelho,elemento
elemento • 3. a) O Reino de Axum es-
para
para
para organizar
organizar
organizar as
as
asideias
ideias
ideias

PROPOSTA DE
• Específicas de História: 1 e 2 importante
importantenonodesenvolvimento
desenvolvimentoeconômico.
econômico. tava em local privilegiado, ou
Veja orientaçõesnonoManual
Vejaorientações Manualdo doProfessor.
Professor. seja, no caminho marítimo e
1.
1.OOdeserto
HABILIDADE Norte
NortedadaÁfrica
África– –atuais
atuais Povos
Povosnômades
nômadespromoveram
promoveram
África
Áfricasubsaariana
subsaariana desertododoSaara
Saaradivide
divideaaÁfrica
Áfricaememduasduasregiões
regiõesdiferentes.
diferentes.Identifique
Identifiqueessas essas
Egito,
Egito,Líbia
LíbiaeeTunísia
Tunísia oocomércio
comércioentre
entreasasregiões:
regiões: terrestre da passagem de di-
• EF06HI07 intercâmbio
intercâmbiocultural
cultural regiões
regiõeseeexplique
expliquequais
quaisforam
foramasassoluções
soluçõesencontradas
encontradaspelos pelosgrupos
gruposhumanos
humanospara para versos grupos de mercadores.
ocupar
ocuparoodeserto
desertoeetransitar
transitarpor ele. Região
porele. Regiãonorte
norteououÁfrica
Áfricasetentrional
setentrionale eregião
regiãosul
sulououÁfrica
África b) Axum, situada no interior,
PROCEDIMENTOS subsaariana.
subsaariana.Veja orientaçõesnonoManual
Vejaorientações Manualdo doProfessor.
Professor.

AVALIAÇÃO
2.
2.AAseção
−−AApartir