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ATIVIDADES

Com base nos conhecimentos adquiridos nessa aula, vamos responder as


questões abaixo, de acordo com o enunciado.

1. João ajuizou reclamatória trabalhista para pleitear o pagamento de adicional


de horas extras trabalhadas entre junho e dezembro de 2020. Na análise dos
documentos instrutórios, notou-se que, no período em que se baseou o
pedido, existia convenção coletiva da categoria fixando o referido adicional
em 52% sobre a hora normal, contrato de trabalho entre as partes indicando
adicional de 55% sobre a hora normal e regulamento da empresa
determinando adicional de 65% sobre a hora normal. Considerando que a
reforma trabalhista trouxe, e seu artigo 611-A da CLT, a possibilidade de
prevalecer o negociado sobre o legislado. Considerando, ainda, que a
Constituição Federal de 1988 (CF) prevê que o referido adicional deve ser
pago no patamar mínimo de 50% sobre a hora normal, à luz da hierarquia das
fontes de direitos na seara trabalhista, caso o pedido seja deferido, qual deve
ser o adicional a ser pago a João? Justifique.

R: Será pago o que consta no regulamento da empresa determinando


adicional de 65% sobre a hora normal. Por que em relação aos conflitos, o
que prevalece é a decisão que mais beneficia o empregado.

2. Hércules pretende fundamentar uma tese na petição inicial de reclamatória


trabalhista utilizando o ditame segundo o qual, ainda que haja mudanças
vertiginosas no aspecto de propriedade ou de alteração da estrutura jurídica
da empresa, não pode haver afetação quanto ao contrato de trabalho já
estabelecido. De acordo com o estudado na aula 1, qual o princípio de Direito
do Trabalho sustentará a tese de Hércules?

R: O princípio da continuidade da relação de emprego. Em face do princípio da


continuidade, as relações para o Direito do
Trabalho são vinculações que se desenvolvem, não se permitindo a sua rescisão
a não ser em casos justificados e de relevante motivo social, dado que o emprego
é necessário para a subsistência do ser humano.
Por esse princípio, se o empregado renunciar às férias legais, tal fato não
terá validade alguma. O mesmo se diga se o empregado “vender” as
férias. Entretanto o empregado pode renunciar a um benefício voluntário
do empregador, como uma gratificação ou prêmio, justamente por não
serem obrigatórios.
Por outro lado, também por aplicação do referido princípio, tem-se a
integração do trabalhador na estrutura e dinâmica empresariais, logo, a alteração
na estrutura jurídica da empresa não irá afetar os direitos adquiridos dos seus
empregados (arts. 10 e 448, CLT). Em face do fenômeno da sucessão trabalhista,
os contratos de trabalho permanecem inalterados.

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