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UNIVERSIDADE ANHANGUERA -UNIDERP

Centro de Educação a Distância – Polo Maceió

ASPECTOS FILOSÓFICOS, SOCIOLÓGICOS E PEDAGÓGICOS NA


EDUCAÇÃO INFANTIL

Maceió/AL
2019
UNIVERSIDADE ANHANGUERA-UNIDERP
Centro de Educação a Distância – Polo Maceió

Carleane Araújo dos Santos

ASPECTOS FILOSÓFICOS, SOCIOLÓGICOS E PEDAGÓGICOS NA


EDUCAÇÃO INFANTIL

Trabalho apresentado como exigência a aprovação da


disciplina de (Sociologia), ministrada pela Profª. (Ila
Figueira), no curso de graduação (Pedagogia-
Licenciatura) do (Universidade Anhanguera –
UNIDERP).

Maceió/AL
2019

SUMÁRIO

Apresentação..................................................................................................................4
Como a Educação Infantil se Apresenta na BNCC (Base Nacional Comum Curricular). 5
Aspectos Sociológicos na Educação Infantil ....................................................................6
Aspectos Filosóficos na Educação Infantil........................................................................7
Aspectos Filosóficos na Educação Infantil........................................................................8
Aspectos Filosóficos na Educação Infantil........................................................................9
Aspectos Filosóficos na Educação Infantil.......................................................................10
Aspectos Pedagógicos na Educação Infantil....................................................................11
O eu, o outro e o nós.......................... .............................................................................12
Corpo, gestos e movimentos...........................................................................................13
Traços, sons e formas......................................................................................................13
Escuta, fala e pensamento..............................................................................................14
Considerações finais.......................................................................................................15
Referências bibliográficas ..............................................................................................16
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APRESENTAÇÃO

O presente trabalho, tem como principal objetivo, a abordagem aos aspectos


filosóficos, sociológicos e pedagógicos da Educação Infantil. Neste, serão abordados tópicos
importantes, apresentados pela Base Nacional Comum Curricular-BNCC.
Com o intuito de ensinar aos alunos o que é necessário para o aprendizado ano a ano,
independentemente de onde estudam, e ajudar na diminuição das desigualdades educacionais,
garantindo a todos os mesmos conhecimentos essenciais na aprendizagem.
Também serão abordados exemplos de aprendizado, com enfoque a desenvolver
habilidades específicas de raciocínio, em conversação, interpretação, formular perguntas,
compreender conexões entre partes dentre outras abordagens. Outro ponto importante a ser
abordado, é o que garante condições as crianças um papel participativo e ativo que as
estimulem a vencer desafios como; conviver, brincar, participar, explorar, expressar e
conhecer-se.
Podemos observar ainda, a questão filosófica e sociológica que é pouco abordada,
principalmente na educação infantil, e que é um fator de grande importância para a formação
educacional das crianças.
Veremos também que ao participarem de cuidados especiais, relações sociais a
criança desenvolve um senso de autocuidado, interdependência, autonomia e reciprocidade, e
que para isso é necessários profissionais capacitados que saibam o que os alunos estudaram
em ano anterior, para que haja um planejamento de aula adequado a serie dos mesmos. A
competência para tal preparação, fica a cargo da Secretaria de Educação e Ministério da
Educação para capacitar esses profissionais.

COMO A EDUCAÇÃOSE APRESENTA NA BASE NACIONAL


COMUM CURRICULAR – BNCC

Foi a partir de 2019 que a Bncc, propôs diversas mudanças nas escolas de todo o
país. Trazendo um conjunto de normas que devem ser estabelecidas até ano de 2020, em todas
as turmas da Educação Infantil.
Um dos principais pontos da Banco Nacional Comum Curricular – BNCC, é trazer
orientações de trabalho com eixos estruturais, onde as crianças tenham o direito de aprender
brincando, e praticando experiências diárias.
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A BNCC disponibiliza 6 (seis) opções/direitos de aprendizagem que são; conviver,


brincar, participar, explorar, expressar e conhecer. São direitos, que garantem condições para
que as crianças, consigam desempenhar um papel ativo e participativo que as estimulem a
vencer desafios provocados e assim resolvê-los.

 Conviver – é muito importante o convívio com outras crianças e adultos.


 Brincar – Cotidianamente de brincadeiras e formas.
 Participar – Diretamente de atividades propostas com crianças e adultos.
 Explorar – Seus movimentos, sons, gestos entre outras atividades ampliando
seus saberes.
 Expressar – Seu modo de pensar e agir, criativo, sensível a suas necessidades.
 Conhecer-se – Construir sua identidade pessoal.
Essas mudanças trazidas pela BNCC são de muita importância a serem aplicadas,
para que não haja nenhum padrão de desigualdade entre escolas Públicas e Particulares.

ASPECTOS SOCIOLÓGICOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A sociologia na Ed. Infantil nos permite enxergar um mundo pouco observado, o da


infância. Nela conseguimos encontrar uma visão única e proveitosa acerca desse tipo de
educação. Uma das grandes responsáveis pela sociabilidade infantil é a escola, atuando assim
de maneira eficaz na vida da criança. A visão que se tinha acerca da criança, aos longos dos
tempos foi mudando.
Passou-se a ver que ela tem a capacidade de se desenvolver a partir do seu
nascimento e até por toda a infância. Umas das etapas da educação básica é a educação
infantil que comporta crianças de 0 a 5 anos de idade. É bem verdade que durante essa fase
inicial de suas vidas a criança está a passar por processos de desenvolvimentos em várias
áreas como a cognitivas e vão se interagindo umas com as outras, desenvolvendo assim a
questão social a partir da interação com o próximo.
Na Educação Infantil pode-se encontrar o processo de humanização que a criança
está sujeita a passar. Nela a criança está a passar por uma evolução, tentando assim
aperfeiçoar as suas funções através da comunicação com o seu meio envolvente.
A troca de experiências é de tamanho fundamental na vida da criança, pois ela irá
conviver com outras crianças de cultura, linguagem e formas diferentes de si mesma. É a
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partir daí e por meios educativos onde a criança irá interagir uma com a outra adquirindo
assim experiências em sua vida, que sem dúvidas a levará por toda a sua vida.
Verificam assim como as crianças podem contribuir e se organizar enquanto atores
sociais. Não é fácil compreender como a criança participa de uma maneira ativa na construção
de sua vida, como também em termos de produções voltadas a área de cultura na parte
infantil. Isso sem dúvidas acarreta desafios para grande parte dos estudiosos envolvidos no
assunto.
As crianças como atores sociais podem atuar como produtoras de culturas,
comunicação e expressão. A criança é possuidora dos mesmos direitos que qualquer outra
pessoa do povo. Necessário é que seja conscientizado a todos dessa realidade. E é por meio do
processo social que serão alcançadas pessoas justas e coerentes em uma sociedade tão carente
de uma atenção especial nesse enfoque. Só é por meio do processo social de igualdade que as
crianças poderão ter o perfeito desenvolvimento na infância. No desenvolvimento integral ela
se tornará um sujeito com identidade e subjetividade, potencialidades e capacidades.

ASPECTOS FILOSÓFICOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL


O aprendizado filosófico acontece, a partir do momento em que são oferecidas
oportunidades, para se desenvolver habilidades específicas de raciocínio, e aplica-las a temas
de valores.
Através do diálogo, desenvolve-se habilidades de raciocínio, como a realização de
conversões lógicas, a interpretação de validades, o reconhecimento da consistência e da
contradição em narrativas e descrições.
Com a iniciação filosófica, adquirimos instrumentos para lidar com ambiguidades,
formular perguntas, compreender as conexões entre as partes e o todo. Treinar o raciocínio
analógico, formular relações de causa e efeito, e também construir hipóteses. A partir do
objetivo de incentivar o pensamento reflexivo e crítico, a metodologia da filosofia e
educacional, propõe a criação de comunidades de investigação.
Através do diálogo podemos expor ideias, escutar-se uns aos outros, questionar-se,
compara pontos de vista e enfim, travar um processo de cooperação intelectual, afetiva e
criativa. Nesse diálogo, são praticados o respeito mútuo, interesse por objetivos comuns e
avaliação crítica, elementos indispensáveis para o exercício democrático na sociedade.
Em sala de aula, é proposta uma situação fictícia como objeto de discussão, levando
os alunos a descobrir regras nos exemplos. Havendo sempre o incentivo a reflexão filosófica.
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E esta deve ser uma reflexão feita em profundidade rigorosa, porque não pode ser uma
reflexão feita de qualquer jeito, dispersa, fragmentada e ametódica.
E deve também ser de conjunto ou seja, no sentido de que não pode ser parcial,
tendenciosa, mais sim relacionada com os demais aspectos do contexto em que está inserido.
Se a filosofia é uma reflexão radical, rigorosa e de conjunto que se faz a partir dos
problemas propostos pelo nosso existir, é inevitável que entre esses problemas estejam os que
se referem à educação. Portanto, cabe ao filósofo acompanhar reflexiva e criticamente a ação
pedagógica, de modo a promover a passagem de uma educação sistêmica (guiada pelo senso
comum) para uma educação sistematizada (alçada ao nível de consciência filosófica).
O pensamento rigoroso consigo mesmo de acordo com Kant, a principal tarefa da
educação comprometida com a maioridade da razão e com a liberdade da vontade humana, é
educar o pensamento para apoiar-se em suas próprias bases. Cunha faz referência a Kant, que
afirma a educação apoiada na liberdade e autonomia que gera cultura acerca da dignidade
humana. E diz que esse é o ponto de apoio para a discussão sobre o quanto se pode aprender a
pensar, e se há ideias ou critérios a respeito do que seja educar o pensamento.
O ensino da filosofia enquanto o conhecimento e habilidade humana, nasceu com o
propósito de educar o pensamento, isto é, orientar um ser e ter a essência determinada, e que
por isso, pode tomar diferentes direções, apropriando-se de leis, princípios e buscar bases para
a universalização das descobertas de todo o pensamento humano.
Tornar os indivíduos cidadãos do mundo, da humanidade, eis o sonho da filosofia.
Nenhum ato pedagógico, ainda que seja arte de educar, pode se dar sem uma finalidade ética.
Assim, qualquer ideia de filosofia tem que se basear numa concepção otimista de que o ser
humano, já traz em suas potencialidades reflexão crítica e aplicação prática das virtudes
morais e basta desenvolve-las com uma orientação pedagógica adequada.
Mas então, o que é o pensar? O filosofo “Heidegger” entendeu que pensar
filosoficamente corresponde a repensar o já pensado, para pensara o ainda não pensado, Dessa
forma, estão propostos dois modos de pensamento, que são; O pensamento crítico e o criativo.
O primeiro se dá sobre o que já foi pensado e o segundo sobre o que ainda não foi pensado.
A educação do pensamento, é o principal problema filosófico da educação. Neste
sentido, a filosofia se constitui como conjunto de conhecimentos sobres bases para pensar a
vida, de uma modo válido, livre e autônomo o pensamento filosófico precisa ser rigoroso
consigo mesmo. Precisa ser rigoroso tanto na crítica daquilo que ele mesmo aceita, como na
base segura quanto na criação daquilo que pode ser aceito, como base melhor, crença mais
digna da liberdade e felicidade humana.
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Rigoroso porque não pode ser de qualquer jeito, dispersa, fragmentada ametódica.
Portanto, o desafio de ensinar filosofia é preparar as novas gerações para serem melhores que
as anteriores,
Este é o propósito da filosofia na educação infantil. As crianças aprendem a pensar
enquanto aprendem a falar, falando, conversando com os adultos e com outras crianças, e
consigo mesmas, isto significa que aprendem a refletir. O aprendizado do pensamento
reflexivo é, além disto, rigoroso consigo mesmo, é o que busca uma educação filosófica do
pensamento.

BASES DA EDUCAÇÃO PARA O PENSAMENTO RIGOROSO

A filosofia na educação infantil abre a primeira porta do ato de filosofar com criança.
Mas ela necessita de sentimentos como o amor, afeto positivo, pathos compartilhados –
empatia que consiste em perceber a referência interna do outro com os significados e
componentes emocionais que contém, como se fosse a outra pessoa, mas sem perder essa
condição.
O dialogo baseado no pensamento cuidadoso, envolve habilidades como;
“sinceridade reciproca em cada parte de um diálogo, interesse pela verdade a ser
insistentemente buscada, e interesse em uma real concordância em bases razoáveis”. E ainda
outras habilidades na vertente do pensamento do cuidado, são as de prudência, equidade e
isonomia.
O uso dessas habilidades justifica-se com o objetivo de cultivar por meio das aulas
de filosofia para crianças e jovens, novas descobertas e ressignificações.

ASPECTOS PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Uma proposta pedagógica deve ter em conta o âmbito no qual irá ser desenvolvido e
deve partir de um diagnóstico específico. Estas questões permitem justificar a proposta e
assentam as bases para o cumprimento dos objetivos estipulados.
Entre as características fundamentais que se considera que deve ter qualquer proposta
pedagógica ou sobre aquelas que está se deve sustentar destacam-se a qualidade educativa, a
atenção à diversidade, à globalidade e à interação.
Na hora de elaborar uma proposta deste tipo, a pessoa em questão deve estrutura-la
em objetivos, conteúdos, atividades, metodologia e, claro, por critérios de avaliação, que
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serão aqueles que permitirão conhecer o resultado final da referida proposta. É importante ter
em conta que os primeiros, os objetivos, devem ser de dois tipos: gerais e específicos.
Na Educação Infantil, os alunos têm em média de 1 a 5 anos. Dividimos esse
segmento da escolarização em cinco turmas: Grupos 1, 2, 3, 4 e 5.
As crianças do ciclo 1 (1 e 2 anos) estão iniciando sua vida escolar, começando um
processo de muitas vivências. Nessa fase há grande necessidade de investimentos que
estimulem a oralidade, a autonomia e as interações. No ciclo 2 (3 a 5 anos), os alunos
aumentam significativamente suas habilidades em relação ao desenvolvimento da fala que se
torna mais elaborada e coerente e há um grande aumento no tempo de concentração e nas
possibilidades de compreensão.
Nessa fase, as crianças já têm autonomia para realizar várias atividades, fazer
escolhas e executar ideias, trazendo a este campo favoráveis mudanças, garantindo assim um
melhor desenvolvimento e resultados satisfatórios na educação.
A interação entre as crianças também se intensifica, surgem brincadeiras em grupos,
com repertório mais elaborado e alternância de papéis.
Podemos destacar a importância de organizar dessa forma os grupos, para que haja um
processo de desenvolvimento de aprendizagem, interações e atividades apropriadas para cada
idade. O papel do grupo escolar é orientar os alunos, para que haja uma interação uns com os
outros, de forma a realizar atividades em conjunto. Porém, para que isso aconteça com
sucesso, necessário se faz, uma qualificação adequada a esses profissionais, que irão
transmitir a compreensão e principalmente o amor e o respeito ao próximo.

O EU, O OUTRO e O NÒS

No que diz respeito à educação infantil, a Base Nacional Curricular (BNCC)


reestruturou as áreas de conhecimento tradicionais (Linguagens, Matemática, Ciências
Humanas e da Natureza) em campos de experiências com abordagem interdisciplinar.
O objetivo é fazer com que as crianças sejam capazes de atribuir, de fato, um sentido
prático aos conhecimentos a elas ensinados. A BCN estabeleceu alguns campos de suma
importância para o desenvolvimento da criança. Este campo é muito importante pois trabalha
com o conhecimento e a construção de relações com todas as especialidade como: consciência
cidadã, incentivar a construir vínculos sociais com base no respeito.
Com isso vai trabalhando em quanto criança e vai compreendendo que as diferenças
e respeito. Com O EU, O OUTRO e O NÒS tem com o objetivo de aprendizagem e
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desenvolvimento atuando de maneira independente com confiança em suas capacidades e


reconhecendo suas conquistas.
A metodologia da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) divide as crianças do
ensino infantil em três categorias: crianças de 0 meses a 1 ano e 06 meses; de 01 ano e 07
meses a 03 anos e 11 meses; e crianças de 04 anos a 05 anos e 11 meses.
Para cada faixa etária, existe uma forma de trabalhar diferente que é necessária e os
objetivos de aprendizagem e desenvolvimento também mudam.

Brincadeiras

Todos os participantes ficam em pé, em uma fila indiana com as mãos na cintura um
do outro, formando um dragão. O primeiro integrante da fila, representando a cabeça do
dragão, terá como objetivo pegar o último da fila, que representará a cauda. Ao sinal do
educador, o "dragão" passará a se movimentar, correndo moderadamente, sob o
comando da cabeça que tentará pegar a cauda. Esta, por sua vez, fará movimentos no sentido
de evitar que isso aconteça. A brincadeira continuará enquanto durar o interesse das crianças.

CORPO, GESTO E MOVIMENTO

É na idade em que estão na Educação Infantil, que as crianças vão desenvolvendo


suas habilidades, vão ajustando a coordenação motora, por isso, é importante que as escolas
promovam atividades lúdicas, onde as crianças possam explorar seus movimentos, gestos,
olhares, sons, com o corpo, para descobrir variados modos de ocupação e uso de espaços, tais
como, sentar com apoio, rastejar, dar cambalhotas etc.

BRINCADEIRAS

Todos em fila, forma uma centopeia, onde vão andando e cantando. (Dona centopeia
saiu pra passear, preste atenção porque agora vai voar). “Todas” as crianças param e faz um
gesto) continua a música, sempre pedindo para que façam algum movimento (gritar, abaixar,
sentar, levantar e parar).

TRAÇOS, SONS E FORMA


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O contato com essas experiências é fundamental para que a criança entenda a


diversidade do mundo que a cerca. É importante também para que as criança desenvolva
senso crítico e estético, entenda mais sobre si mesmo e sobre o outro
É nessa fase em que a criança quer brincar, trazer para a sala de aula, uma forma
mais lúdica, que ela possa aprender brincando é mais fácil e divertido para ambos, professor e
aluno. O professor entra no mundo de diversão com os alunos, onde este aprende de uma
forma mais descontraída.

BRINCADEIRA

Dança com tecidos de diferentes cores e formas. As crianças podem dançar uma
música animada movimentando os tecidos.

DIA DE ARTE: as crianças podem criar o que quiserem com; argila, massa de modelar,
tintas, papeis diversos, cola e sucata. Tudo com muita cor e formas.

Escuta, Fala, Pensamento e Imaginação

A comunicação é bastante ativa na vida da criança desde o seu nascimento, realizado


assim com pessoas próximas e distantes do convívio social. Haja vista, como a vida trata-se
de um ciclo, as crianças antes da fala, passa a se comunicar de uma forma diferente, como por
meios de gestos corporais e faciais.
Com o passar dos tempos a criança vai assimilando palavras a fim de se
comunicarem. Por meio das narrativas textuais, leitura individual, interações uns com os
outros é que as crianças podem se desenvolverem, construindo assim a sua identidade e o ser
social. Uma das formas para as crianças desenvolverem questão imaginária são as leituras de
livros onde trazem histórias, fábulas e entre outras, promovendo assim o despertar da criança
para o pensamento e a imaginação - contar uma história, onde a criança possa assim ser
levada a uma dimensão muito grande no campo imaginário.
Como por exemplo, fábulas, cordéis e entre outros. Logo após, peça aos alunos para
que eles venham a desenhar tanto os personagens como os lugares onde foi desenrolado a
história e dar cores a pele dos personagens, as vestimentas e os lugares.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
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A Educação Infantil em uma expectativa assistencialista, transforma-se em uma


proposta pedagógica aliada ao cuidar, procurando atender a criação de forma integral, onde
suas especialidades (psicológicas, emocional, cognitiva e física), devendo ser respeitadas.
Diante de tantos avanços sobre a evolução do conceito de infância, visto em tudo o
que foi abordado, ainda restam muitas dúvidas sobre o tratamento dado as crianças nos dias
atuais, De acordo com os dados do IBGE, cerca de 9%, frequentam creches e 52% das
crianças de quatro a seis anos frequentam pré-escolas. Estes dados vem nos mostrar que
apesar dos programas e políticas públicas criadas para assistir a infância, ainda existem muitas
crianças fora da sala de aula.
O conjunto das experiências vividas por elas em diferentes lugares históricos,
geográficos e sociais, são muito mais que uma representação dos adultos sobre essa fase da
vida. É preciso representações determinadas a mudar ou até mesmo adequar o sistema
educacional e considerar a criança como alguém que precisa de uma educação igualitária.

REFERÊNCIAS

http://escolamiro.com.br/educacao-infantil/aspectos-gerais/acesso em 24/10/2019
https://www.webartigos.com/acesso em 15/10/2019
https://novaescola.org.br/bncc/disciplina/6/educacao-infantil acesso em 06/10/2019
https://www.pedebrincadeira.com.br/acesso em 24/10/2019
https://cursos.novaescola.org.br/curso/12/competencias-gerais-na-bncc/resumo acesso em
23/10/2019
https://educacaoinfantil.aix.com.br/acesso em 20/10/2019
https://educadores.diaadia,pr.gov.br