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Por um momento joguei tudo fora. Fiquei sem nada!

Foi a neste
instante fora do tempo que o nada se tornou tudo e tudo se expandiu no
nada que fui. Era tudo, era vc é eu, éramos nós, pedra, vento, estrelas, luz.
Todos éramos. Tudo em todos. Somos todos em um, Um em todos. Vi a
multidão de iluminados que somos. Prontos para sermos o infinito em nós. E
isto acontece agora!!!
O CHAMADO

O Logos - a Consciência Holográfica Cósmica, o Eu sou - no fluxo


informacional de seus movimentos n-dimensionais, chama seus fractais
holográficos para o final da experiência de separatividade ilusória. Nós somos
seus fractais conscienciais e holográficos e estamos chegando ao final de
nossa experiência de linearidade espaço/temporal limitadas pela dinâmica
eletromagnética dos círculos energéticos conscienciais vigentes neste plano.
Estamos sendo reconectados, pelo fim da barreira consciencial
eletromagnética, com a Consciência Cósmica, magnetizando nossos corpos
em vibrações superluminares (vibrações com velocidade acima da luz)
impulsionadoras das sinapses de entrelaçamento quântico que nos unifica.
Muitos já estão em pleno campo de unificação, e sentem em seus múltiplos
níveis a transformação de consciências fractais holográficas, desconectadas
para a Consciência Unificada do Eu sou.
Aqueles que já sentem este fluxo, escutam o chamado cósmico para expandir
o processo para toda a humanidade. Estes se tornam semeadores planetários
das frequências unificadoras. Se tornam terapeutas, curadores, místicos,
orientadores espirituais, simplesmente respondendo ao chamado cósmico de
despertar da humanidade. Este é o papel de todo aquele que escolheu estar
na Terra nestes belos tempos: Trabalhar pelo Despertar de todos na Terra.
Somos Um. Iant Fantar.
Os Terapeutas a serviço da Ascensão
A Terra já iniciou o processo de inversão dos seus polos magnéticos em
sincronismo com os ciclos cósmicos. Estamos em processo de Ascensão!
Aqueles que vieram a Terra como terapeutas, curadores, orientadores
espirituais, etc, estão profundamente envolvidos neste processo. Estes não
trabalham apenas por seu despertar, mas, trabalham pelo despertar de toda
a humanidade! Ser terapeuta nestes tempos significa preparar-se para a
ascensão planetária e acompanhar todos aqueles que estão passando pelas
ampliações energéticas que este processo gera. No processo de ascensão
planetária podemos dizer que estamos na fase da “Noite escura da alma”,
como nos diz São João da Cruz. Fase em que a sombra emerge com toda a
força, para ser transmutada. Os canais energéticos estão recebendo cargas
enormes de energias que abrem dolorosamente seu caminho, dissolvendo
os bloqueios físico, etéricos, emocionais e mentais que limitaram nosso Ser
neste período de ilusão de separatividade. São os chamados sintomas de
Ascensão! É de extrema importância que compreendamos estes processos e
aprendamos a trabalhar com eles. Isto será vital para todos aqueles que nos
procuram como terapeutas. Este curso tem como objetido ajudar o trabalho
pessoal de auto conhecimento, bem como ajudar terapeutas a compreender
a profunda transformação que nós estamos passando, e então, poder ajudar
outros neste processo. Esperamos ser capazes de atingir estes objetivos.
Iant Fantar
O Processo da Ascensão em cada um de nós
Como psicoterapeuta, tenho visto o aumento significativo de alguns sintomas
que nós chamamos de sintomas ascensionais. Eles estão ligados aos
processos energéticos decorrentes da Ascensão Planetária.
Para que nós entrássemos nesta experiência de separatividade, alguns
fluxos energéticos foram diminuídos e até interrompidos. Houve uma
desconexão com a energia Yin, o aspecto feminino, unitivo e ascendente, de
nossa chama Trina. Ocorreu uma limitação da conexão de nossos chacras
principais com nossos chacras cósmicos; consequentemente, um
desligamento de nossos meridianos com as linhas Ley da Terra e com as
linhas cósmicas de energia. Isto faz com que nossos chacras percam a
sincronização com os chacras cósmicos e os spins galácticos – as galáxias
são chacras do Universo. Desta forma, com a diminuição do aspecto
feminino na chama trina, o Amor deixou de ser sentido de forma plena e
começamos a ter um sentimento de falta e carência. Este sentimento nos
trouxe a emoção do medo e ânsia de poder.
Tendo perdido a consciência de Unidade, psiquicamente começamos a nos
identificar fortemente com os eus impermanentes das experiências de 3ª
dimensão, expandindo estas identificações para a 4ª dimensão. Assim,
criamos o ego, falsa identificação que buscamos ferrenhamente proteger
como forma de ludibriar o sentimento da falta gerado pela perda da conexão
com o Eu Maior.
Agora que estamos “voltando para casa”, ou melhor, estamos encerrando a
experiência de separatividade, estamos experimentando uma religação de
circuitos individuais de 3ª dimensão com energias cósmicas
multidimensionais. Por isso, nosso corpo físico está reconectando sinapses
quânticas, formada por entrelaçamento quântico. Nossa dimensão etérica
tem refeito as conexões de seus meridianos. Nossos chacras tem se
conectado aos chacras cósmicos e retomado a sincronia com os spins
galácticos. A kundalini expande suas energias em nossas colunas reforçando
nossas conexões com as linhas Ley. Nosso corpo emocional tem aberto a
sintonia com o Amor Cósmico. Nossas mentes se abrem para conceitos
multidimensionais. O eu começa a se expandir no Eu.
Porém, no primeiro momento deste despertar, podemos sentir dores no
corpo, um profundo cansaço, perda de sentido de vida, pois o que
achávamos importante se torna sem importância, o esforço psíquico de
sustentar a falsa auto importância do ego se torna sem sentido e isto pode
trazer tristeza e depressão. As relações sociais marcadas pelo exacerbamen
to do ego e a busca de poder desvirtuado passam a ser vistas com
desinteresse. Se não houver uma busca pela espiritualidade e a Unidade,
esta fase se torna muito difícil.
Com a quebra da barreira consciencial no planeta, determinadas energias
cósmicas que não podiam chegar até nós, agora estão nos banhando de
forma intensa. Isto está acelerando muito nossa vibração e aumentando a
foeça dos sintomas ascensionais que estamos sentindo.
Somente com o trabalho energético consciente e o caminhar espiritual
podemos avançar em nosso caminho ascensional e ajudar a Terra neste
processo.
Ciclos Cósmicos e Ascensào Planetária
Através dos registros magnéticos em rochas vulcânicas, os cientistas
descobriram o que já se sabia há muito tempo nos meios esotéricos: A terra
inverte seus pólos magnéticos há cada 200.000 anos! E ainda, eles afirmam
que fazem mais de 750.000 anos que a Terra não passa por esta inversão.
Ou seja, estamos “atrasados”. Porém, nos últimos anos, a Terra perdeu 10%
da intensidade de seu campo magnético. De forma mais acelerada do que se
seu núcleo tivesse parado de girar ( é o giro do núcleo que sustenta o campo
magnético da Terra). Isto nos sugere que o núcleo inverteu seu giro! O Polo
Norte está se deslocando a uma velocidade de 50 km por ano em direção a
Sibéria, e está acelerando.
O equador Magnético também se deslocou!

Uma outra prova de que a inversão já começou, é a presença da


Anomalia Magnética do Atlântico Sul (AMAS). Nesta região do Atlântico, o
campo magnético já inverteu, e esta anomalia está crescendo a cada ano.
Ela envolve já grande parte do nosso país! No AMAS, os Aneis de Van Allen
se aproximam da superfície e a barreira Consciêncial diminui sua forca.
Explicaremos isto mais adiante. O Brasil e toda a América do sul está aberto
a influências cósmicas por conta da AMAS.
A imagem a seguir mostra o AMAS:

Energéticamente, a américa do sul esta no centro desta inversão pois


as energias mestras do Himalaia – que é o Raio Masculino de Deus - se
transferiram para os Andes – raio feminino de Deus. Esta transferência já
aconteceu, e a próxima era será regida a partir dos Andes. Shambala, cidade
sagrada dos mestres ascencionados, agora já está no Vale das Flores, nos
Andes. Vamos lembrar a profecia do 13º Dalai Lama: “No Ano do Tigre e da
Terra (1950) a religião e a administração secular do Tibete serão atacadas
pelas forças da Fênix Vermelha (O Tibet foi invadido pela China comunista
em 1950). O 14º Dalai Lama e o Panchen Lama serão vencidos pelos
invasores. As terras e as propriedades dos mosteiros lamaístas serão
distribuídas. Os nobres e as altas personalidades do estado terão suas terras
e seus bens confiscados e serão obrigados a servir às forças invasoras.
Contudo a grande luz espiritual que há séculos brilha sobre o Tibete não se
apagará. Ela aumentará, difundir-se-á e resplancederá nas Terras da
América do Sul e principalmente nas Terras de O Fu Sang ( o BRASIL), onde
será iniciado um novo ciclo de progresso com a nova sétima raça dourada.”
Esta profecia se confirmou, em parte, com a invasão do Tibet pela China. A
segunda parte da profecia está se cumprindo!
Da mesma forma que esta inversão já começou em nosso planeta, tudo que
o habita começou a se inverter. Nós individualmente estamos passando por
uma inversão de polaridade. E esta inversão começa, também, em nosso
chacra cardíaco. Durante milênios o raio masculino do Ser, imperou na
Terra, pois só assim poderíamos manter uma fantasia de separatividade. Um
excesso de Yang se manteve sustentando uma expansão do ego e da
individualidade. Nos fazendo alimentar a competição e a luta de poder. Agora
no máximo de Yang surge o Yin, que é a energia unitiva que surge em
nossos cardíacos como o sentimento de Amor Cósmico. Um Amor que nos
religa a tudo e a todos. Uma energia que acentua a cooperação e o senso de
unidade de todos. Esta inversão já chegou no coração de muitos e tende a
se expandir. Entretanto para esta energia de Amor continuar se expandindo,
as estruturas externas e internas que sustentam a separatividade e a luta de
poder irão ruir. Nossos egos irão passar por uma quebra da importância
pessoal, e aqueles que mantiverem o ego como centro irão sofrer até o Ser
Cósmico em cada um tomar as rédeas de seus mundos. Isto já está
acontecendo e nossos egos já estão sofrendo.
Para que este processo se torne menos doloroso, podemos meditar com a
consciência no coração, expandindo o Amor Cósmico e buscando a
consciência de que somos todos Um. Podemos trabalhar na diminuição da
auto importância e desenvolvermos um senso de comunhão com todos os
seres da Terra. Parando o esforço psíquico de nos tornarmos amados e
entrando no fluxo perene de amar. Este movimento ajudará individualmente
e planetariamente! É o movimento de nossa ascensão!
Bem vindo à nova Terra!
As Profecias
A Terra está passando por uma transição! Isto tem sido dito por várias vias:
Cristãos, hinduístas, Maias, Várias tradições indígenas, esotéricos, entre
outros. Esta transição está sincronizada com os ciclos cósmicos. Responde a
mudanças que afetam a todo o universo. Afinal, somos Um! Mas, que ciclos
são estes?
Algumas fontes sugerem que estamos actualmente a aproximar-nos do final
do Kali Yuga (Idade do Ferro) que, segundo a tradição Hindu, é a última e
mais negativa das quatro eras evolucionárias do grande ciclo manvantárico.
Existiu uma Idade de Ouro (Satya Yuga), mas à medida que o tempo
avançou, o planeta entrou numa espiral descendente negativa e a qualidade
de vida em cada Yuga (Idade ou Era) tornou-se gradualmente removida do
conhecimento da verdade e da lei natural. O Kali Yuga é caracterizado pela
intoxicação, prostituição, matança de animais, destruição da natureza e pelo
vício do jogo. Esta é a era onde a gratificação dos sentidos é a meta da
existência, onde se acredita somente no que se vê, onde não existe
misericórdia e onde Deus se tornou um mito. Existem guerras, o vício e a
ignorância são dominantes e a verdadeira virtude é praticamente inexistente.
Os líderes que governam a Terra são violentos e corruptos e o mundo
tornou-se completamente pervertido. No “Brahma-Vaivarta Purana”, que é
um texto religioso Hindu, o senhor Krishna diz a Ganga Devi que uma nova
Idade de Ouro irá começar 5 000 anos depois do início do Kali Yuga e que
esta durará 10 000 anos. Isto corrobora a visão dos Maias para o período
atual.(http://ciclodaseras.blogspot.com.br/2008/12/calendrio-maia-corrobora-
profecia-hindu.html)
Os HOPI, tribo de índios americanos, também acreditam na emergência e
extinção cíclica dos Homens, que se renovam em raças cada vez mais
evoluídas rumo a uma purificação espiritual que chegará ao termo ideal na
Sétima Raça ou Sétimo Mundo (Em tudo muito semelhante à cultura hindu
dos Vedas).
“O Quarto Mundo terminará em breve e o Quinto Mundo então começará. Os
anciões sabem disto. Os Sinais no decorrer dos anos foram se realizando e
assim são poucos os que restam:”
“Quando a Estrela Azul Katchina fizer sua aparição nos céus, o Quinto
Mundo então começara. Este será um dia de purificação”.
Então haverá muito para reconstruir. E logo após Pahana ter (significa irmão
branco dos céus) desaparecido, retornara e trará com ele o amanhecer do
Quinto Mundo. (http://thoth3126.com.br/profecias-dos-indigenas-hopi/)
Neste momento cósmico e planetário são muitas as profecias. Nos resta
compreende-las dentro dos ciclos cósmicos.
Os Maias possuíam dois calendários: Um usado no cotidiano e para a
agricultura, o Haab. E o calendário sagrado usado religiosamente e
profeticamente, o Tzolkin. Tzol significa contar, Kin significa dia, portanto o
Tzolkin é um instrumento para contar os dias.

O nome maia para dia era k'in. Vinte destes k'ins são conhecidos como um
winal ou uinal. Dezoito winals fazem um tun. Vinte tuns são conhecidos como
k'atun. Vinte k'atuns fazem um b'ak'tun.( Wikipédia)Um calendário de 260
dias, 13 vezes 20 dias. Existem 13 Baktuns num ciclo Maia de 5.125. Um
ciclo dura 1872000 dias, isto é, 5125 anos (1872000 = 13 x 144000). É neste
momento que o centro galáctico lança seu raio sincronizador que harmoniza
todos os sóis e seus sistemas.
Através de estudos sobre o Sol, os maias descobriram que o tempo se
comporta de maneira cíclica, e não linear. Segundo eles, não apenas a Terra
gira ao redor do Sol, mas também todo o Sistema Solar se move em um
movimento periódico. Tal movimento faz com que o Sistema Solar se
aproxime ou se afaste do centro da galáxia, que possui uma grande fonte de
luz e energia. Descobriram que esse movimento se trata de uma elipse, e
que seu ciclo completo tem duração de 25625 anos. Cinco ciclos de 5125
anos. Chamamos esse ciclo de Dia Galáctico. Quando o percurso chega na
metade, estamos perto do centro da galáxia, ou seja, estamos próximos da
luz central e dizemos que estamos no Dia da Galáxia.
Na continuação do percurso, o Sistema Solar vai se afastando do centro da
galáxia, estando na sombra ou escuridão, o que chamamos de Noite da
Galáxia. Dessa forma podemos concluir que a galáxia possui ciclos de
estações. O resultado do nosso movimento de rotação ao redor do Sol são
as estações: primavera, outono, verão e inverno. Já o resultado do
movimento de rotação do Sistema Solar em relação ao braço da galáxia são
os seguintes estados: Manhã da Galáxia, Meio-dia da Galáxia, Tarde da
Galáxia, Entardecer da Galáxia/Noite da Galáxia e Profunda Noite da
Galáxia.
A cada passagem de estados, de 5125 anos em 5125 anos, o Sol recebe
uma intensa energia vinda do centro da galáxia (Sol central da galáxia), que
faz com que aconteçam as erupções solares. Os maias dataram o início do
atual ciclo galáctico em 10 de agosto de 3113 a.C., e determinaram que, ao
fechamento desse ciclo de duração de 5125 anos, o Sol receberá um forte
raio sincronizador proveniente do centro da galáxia, produzindo uma
gigantesca labareda radiante. Com o Sol ativando energéticamente, a Terra
tem seu campo magnético alterado, haja vista a influência gravitacional que o
Sol exerce sobre nosso planeta. E essa data de fechamento se deu
exatamente no ano de 2012. As imagens a seguir mostram três perspectivas
deste ciclo cósmico.
A ciência,hoje tem descoberto que do centro de nossa via-láctea, são
emitidas enormes quantidades de energia. Novas imagens da missão
espacial europeia Planck mostram ilhas desconhecidas de formação estelar
e um misterioso brilho de emissões radioativas em nossa Via Láctea.
“As imagens revelam dois aspectos interessantes da nossa galáxia”, afirma o
cientista da missão, Krzysztof M. Gorski. “Elas mostram um brilho ao redor
do centro da galáxia, e gás gelado aonde nunca vimos antes”.
“O brilho vem da região que circunda o centro da galáxia e parece uma forma
de energia produzida quando os elétrons aceleram através de campos
magnéticos”, comenta outro cientista, Davide Pietrobon.
(http://hypescience.com/radiacao-misteriosa-e-encontrada-no-centro-da-via-
lactea/)
Cientistas suspeitam da relação destas emissões com toda a situação da
galáxia:
“O fluxo de saída do Centro Galáctico está emitindo não apenas gás e
elétrons de alta energia, mas também fortes campos magnéticos”, disse o
membro da equipe do Dr. Marijke Haverkorn da Radboud University
Nijmegen, na Holanda.
“Nós suspeitamos que isto vai desempenhar um papel importante na
geração de campo magnético geral da Galáxia.”
(https://caminhoalternativo.wordpress.com/2013/01/02/enorme-emissao-de-
energia-no-centro-da-galaxia-detectada-por-astronomos/)
Aos poucos estamos descobrindo aquilo que os Maias afirmavam: O centro
da Via-láctea emite energias magnéticas que sincronizam magneticamente
toda a galáxia. Isto afeta o campo magnético do nosso sol e
consequentemente a inversão magnética que hoje vemos acontecer na Terra
Parece que os Maias acertaram em suas predições. O mundo não acabou
em 2012 mas, vemos uma mudança magnética em nosso planeta. O fim de
uma era e o inicio de outra!
Entretanto há algo que os Maias não diziam. Estas sincronizações parecem
ser um comportamento normal de muitas galáxias.
“Algumas galáxias apresentam um núcleo extraordinariamente luminoso,
algumas vezes mais luminoso que o resto da galáxia: são os núcleos ativos
(NAs, ou AGN em inglês: active galactic nuclei). Muitas galáxias apresentam
um starburst nuclear, algumas vezes muito forte. Mas supõe-se que, nos
NAs, a fonte de energia não é a fusão nuclear nas estrelas, mas sim a
captura de matéria por um buraco negro supermassivo.”
(http://www.astro.iag.usp.br/~laerte/aga295/13_agn_hp.pdf).
É aí que entram informações recentes nos dadas por irmãos extraterrenos.
Todo o universo funciona sincronicamente e as influências magnéticas se
iniciam a partir do Ponto de singularidade . No centro das galáxias e no
Ponto de singularidade, do qual vamos falar no próximo módulo, há forças
maciças que sincronizam e harmonizam todo o universo.
Isto acontece porque tudo no universo se organiza de forma espiralada e
toroidal. Inclusive nosso universo como um Todo. Isto será aprofundado no
próximo capítulo.
Nós, conhecendo estes ciclos planetários, solares , galácticos e cósmicos,
precisamos também nos sincronizar com o fluxo cósmico que ativa as
pulsações galácticas, que por sua vez, atua nas atividades solares que
finalmente ativa a inversão polar da terra. Sincronizando nossos campos
magnéticos com as novas energias que atuam em nosso ser.
Nossas malhas magnéticas estão se invertendo e reintegrando nossa
experiência terrena com nossa existência cósmica. Nossa aglutinação
perceptiva esta se ampliando para compreendermos vários níveis da
realidade ao mesmo tempo. Nossas noções de espaço/tempo estão se
ampliando para além das dimensões conhecidas e isto nos assusta bastante.
Nossos corpos sentem esta ampliação.
Coletivamente, estamos saindo da competividade para a cooperação.
Estamos mais conscientes de nossas sombras e a Luz começa a brilhar para
além delas. É um despertar coletivo que nos leva cada vez mais para a
consciência de que somos um com todo o universo. Isto nos abre portas de
contato com nossos irmãos cósmicos e com a nossa liberdade consciencial.
Nos levando além de nossos níveis de consciência cotidianas, para vivermos
a amplidão do universo em nós.
O Ego e os anéis de Van Allen

Somos seres cósmicos! Mas perdemos a consciência disto e a


memória de todas as nossas vivências extrafísicas e multidimensionais. Não
recordamos nossa origem cósmica nem nossas experiências em outros orbes
e dimensões. Muito menos a consciência de que somos Um com a Grande
Consciência Universal. Isto nos gera uma hiper identificação com a identidade
egóica que temos nesta atual experiência na Terra. Nos identificamos tanto
com esta experiência terrestre que nos esforçamos ao máximo defendendo
esta identidade como se fosse nós mesmos. Isto é o que chamamos defesas
do ego.
Isto acontece porque a Terra possui um campo de contenção que
se estrutura junto aos anéis de Van Allen, que são anéis de partículas de alta
energia no campo magnético terrestre. O campo de energia de um indivíduo é
um fractal do campo magnético terrestre, ou seja, possui também este campo
de contenção que gera a perda da consciência da identidade cósmica e
exacerba a identificação com o ego.
Entretanto, este campo de contenção está sendo atingido por raios
cósmicos e solares identificados pelas sondas RBSP e que geram mudanças
nos anéis de Van Allen. Estas mudanças estão abrindo o campo de contenção
e facilitando o contato com nossas identidades cósmicas. Isto faz parte dos
ciclos cósmicos e da transição planetária que estamos vivendo. Nossos
campos de contenção individuais estão se enfraquecendo e poderemos em
breve ter completa consciência de quem realmente somos. Isto trará a real
mudança em nossas realidades e no planeta.
O cinturão é composto principalmente de prótons de alta energia, presos numa
faixa de 600 a 6.000 km da superfície terrestre. Essas partículas são
particularmente prejudiciais para satélites e seres humanos no espaço.
A Estação Espacial Internacional (ISS) orbita abaixo deste cinturão entre 330
e 410 km.
O segundo cinturão de radiação também foi descoberto em 1958 usando
instrumentos projetados e construídos por James Van Allen, que foram
lançados nas missões Pioneer 3 e Explorer IV.
Este cinturão maior está localizado entre 10 mil e 65 mil km acima da superfície
terrestre e é mais intenso na faixa 14.500 a 19 mil km. O segundo cinturão é
muito mais variável do que o interior. Além de prótons, ele contém íons de
oxigênio e hélio.
Mas, existe um terceiro cinturão. Esta nova zona exterior é composta
principalmente de elétrons de alta energia e íons positivos muito energéticos
(principalmente prótons). Conforme relatado, recentemente, na revista
Science, este torus formou-se em 2 de setembro de 2012 e persistiu inalterado
num faixa de 20 mil a 23 mil km da Terra por quatro semanas. Em seguida, foi
interrompido por uma onda de choque do sol.
Agora, a equipe da missão Van Allen acredita ter encontrado uma explicação
para o quase inexplicável terceiro anel, formado por partículas tão rápidas
que são conhecidas como ultra-relativísticas.
"Alguns dos elétrons alcançam energias tão gigantescas que eles são
dirigidos por um conjunto inteiramente diferente de processos físicos," diz a
nota da NASA.
As energias envolvidas são tão altas que os elétrons atingem velocidades
equivalentes a 99,9% da velocidade da luz.
As teorias sobre o plasma conhecido - o ambiente de partículas carregadas
onde os anéis se formam - simplesmente não conseguem explicar como os
elétrons podem ser acelerados a energias tão elevadas e, sobretudo, como
eles duram tanto a ponto de formarem um anel.

As sondas gêmeas da missão Van Allen viajam constantemente através dos


anéis de radiação. [Imagem: NASA]
Segundo os pesquisadores, ondas EMIC muito fortes podem afetar as
partículas ultra-relativísticas - os elétrons movendo-se a 99,9% da velocidade
da luz - fazendo-as perder energia e deixando apenas um estreito anel de
radiação protegido no interior de uma fronteira conhecida como
plasmapausa.
As previsões indicam que, se nada de "extraordinário" acontecer, os elétrons
supervelozes podem durar até 100 dias.
Contudo, os anéis podem ser alterados por nuvens de radiação emitidas
pelas tempestades e erupções solares - foi o que aconteceu rapidamente no
evento que registrou a descoberta do terceiro anel.
Este terceiro anel está relacionado a novos movimentos de interrupção do
processo de separatividade, por gerar um aumento vibratório nas dinâmicas
da Barreira de consciência. Esta aceleração gera novas dinâmicas
temporais, que quebram as dinâmicas lineares do tempo terrestre e
consequentemente as dinâmicas cármicas de causa e efeito. Por isso 2012
foi, como disse os Maias, o fim do tempo da forma como conhecíamos.
Desde 2012, novas energias supervelozes estão presentes no planeta,
iniciando a quebra da Barreira consciencial.
A corrente aprisionante do pensamento

Nossas mentes estão tomadas por um fluxo incessante de


pensamentos. Fluxo este que nos aprisiona em conceitos e realidades que
nos impedem o acesso a Realidade Maior. Como dizem os Hindus, “é mais
fácil dominar mundos e fazer de deuses escravos que silenciar a própria
mente”. Esta corrente de pensamento nos cerca e define a realidade na qual
estamos vivendo. Nossa realidade criada se materializa a partir desta
corrente e, gera alegrias ou dores, prazeres ou sofrimentos. Porém, todos
impermanentes. Este fluxo incessante é mantido pela barreira consciencial
nos anéis de Van Allen. A quebra da barreira consciencial irá nos
proporcionar maior facilidade em entrar no silêncio interior.
Quando temos lampejos de silêncio interior, podemos dar uma
“cambalhota no pensamento para o inconcebível”, como dizia Dom Juan de
Carlos Castañeda. Nesta “cambalhota” quebramos a corrente que nos
aprisiona em uma realidade impermanente e criada. E mergulhamos em uma
Realidade Maior, indescritível, ou como diz Dom Juan, “inconcebível”. O
termo inconcebível significa algo que não se pode limitar em conceitos e
pensamentos mas, o nosso Eu Maior conhece. Vamos além do que os
hindus chamam de Namarupa, o mundo dos nomes e das formas. E
passamos a compreender a Vacuidade, transcendente e icognoscível. Neste
ponto deixamos de nos identificar com um mundo impermanente e nos
unificamos com o Ser.

Silenciar a tagarelice da mente se torna um caminho de quietude


para encontrarmos a Realidade Maior e saírmos daquilo que nos aprisiona
em identificações falsas. A quebra da barreira consciencial irá facilitar nosso
silenciar. Nele, o tempo cessa de existir. A roda de samsara, que sustenta o
ciclo de reencarnações na Terra, para de existir.
Imanifesto e Manifesto
O Nada é potencialmente Tudo. É o que os Taoístas chamam de Tao,
do qual nada pode ser dito pois, ao se qualificar se limita e deixa de ser a
Totalidade. Os Nórdicos o chamavam de Alphadur, os cabalistas de Ain Soph.
Os hindus chamavam o Nada/Tudo de Parabrahman É o Imanifesto,
Inconcebível, como chamava Carlos Castaneda. É a plenitude do Vazio. Hoje
se descobre na Física que o Vácuo Quântico tem potencial energético Infinito,
É em si, o fundamento de toda pártícula, fundamento da matéria e energia. E
físicos colocam a Consciência como inerente ao vácuo. Ou seja, Tudo surge
do Nada. O Nada é Tudo
O Nada, podemos chamar, esotericamente de Imanifesto. O Tudo de
Manifesto. Aspectos duos de uma mesma Unidade. O que os Taoístas
chamavam de Yin e Yang. Yin é o Imanifesto. O Vazio fértil O Nada. Aspecto
unitivo. O que arquetipicamente podemos conceber como aspecto feminino. O
Tudo é toda manifestação, o aspecto expansivo, masculino. O Yang dos
Taoístas. Juntos formam o Universo. Unidade e diversidade. Nada e Tudo. Um
em tudo.
Vera Gomes (1989) afirma :”Apesar de exposta com palavras e de
formas diferentes, a Doutrina secreta de qualquer religião ensina e preconiza
a mesma Verdade: ‘Todas as coisas procedem do Único e para Ele voltam’ “(
Gomes, 1989)
Esta afirmação pode ser levada a todas as formas de conhecimento
humano. A ciência procura a TST – teoria sobre tudo . Uma forma científica
de buscar o Uno. A religião, por sua vez, possui em sua base o que Vera
Gomes chamou, a partir do seu conhecimento Teosófico, de Doutrina Secreta.
“Desde remotas eras a ciência, as religiões e as escolas filosóficas
buscam respostas para o grande enigma da Criação”(Vera Gomes,1989).
Esta busca é a base de todo o conhecimento humano. Está presente em
nosso simbolismo, nossos alfabetos, nossa matemática. Está presente na
estrutura de nosso psiquismo, na maneira como nos desenvolvemos. Está
presente em tudo. Esta é na verdade a busca de retornarmos a Unidade.
A doutrina secreta que é mencionada por Vera Gomes é o
conhecimento que fundamenta a milhares de anos o saber humano. Segundo
os esotéricos, as religiões possuem dois aspectos: Um exotérico e ensinado
para as massas; e outro, esotérico, ensinado nas escolas iniciáticas a poucos.
Este conhecimento esotérico nos chegou através das experiências
transpessoais e no contato com seres de outras dimensões que nos
trouxeram como verdadeiros mestres esta compreensão do Universo.
Este conhecimento é a revelação da criação do universo. De onde
viemos e para onde vamos.
Os Mestres ensinam que Deus possui dois aspectos: Um manifesto
e outro imanifesto. Sobre o Aspecto Imanifesto nada podemos falar pois toda
definição limitaria o que não tem limites. É Alfadur anterior a Odin, para os
nórdicos. É Parabrahman além de Brahman, para os Hindus.É o Ain Soph,
acima da Sephirah Keter, na Cabala. É o Vazio budista.
Como nos fala Lao-Tsé: “Todas as coisas nascem do Ser; o Ser
nasce do não-ser.”(Lao-Tsé,Tao Te Ching:77)
O Aspecto Manifesto, ou o Ser, se mostra em tríplice Forma. Três
Emanações Divinas de onde provêm tudo no Universo.
“Em algumas religiões temos a Trindade do Pai, Mãe e Filho. Deste
tipo de Trindade temos exemplo em Osíris, Ísis e Hórus da religião egípcia,e
em Odin, Freva e Thor da mitologia escandinava. Os assírius e fenícios
adoravam uma Trindade cujas pessoas eram Anu,Ea e Bel. Os druidas tinham
Taulac, Fan e Mollac. No Budismo do Norte são Amithaba, Avalokiteshvara e
Manjushri. Na Cabala dos judeus são as três pessoas Kether, Binah e
Chokma. No Mazdeísmo há Ahuramazda, Asha e Vohumano, ou também
Ahuramazda, Mithra e Ahriman. Por toda a parte é reconhecido o princípio da
Trindade, embora difiram as manifestações”(Leadbeater,1975:253)
Leadbeater(1975) nos lembra ainda da Trindade Hindu de Shiva,
Vishnu e Brahma, onde não aparece o elemento materno mas, onde cada um
tem sua consorte ou shakti. E da Trindade cristã Pai, Filho e Espírito Santo
onde o Espírito Santo aparece no lugar do aspecto feminino.
No “Tao Te Ching” de Lao-Tsé lemos:”O Tao produziu o Um, o Um
produziu o Dois, o Dois, o Três e o Três, todas as coisas”(Lao-Tsé, Tao Te
Ching:80).
No livro de Urântia, canalizado no início do século passado se lê: “A
Trindade das Deidades eternas do Paraíso possibilita ao Pai eximir-se do
absolutismo da personalidade. A Trindade associa perfeitamente a expressão
ilimitada da vontade pessoal infinita de Deus com a absolutez da Deidade. O
Filho Eterno e os vários Filhos de origem divina, juntamente com o Agente
Conjunto e os seus filhos do universo, efetivamente proporcionam ao Pai a
liberação das limitações inerentes, por outro lado, à primazia, perfeição,
imutabilidade, eternidade, universalidade, absolutez e infinitude”(Urântia:108
Como vemos a trindade esta presente na visão antiga e moderna de
varias cosmogonias.
No contato com os mestres, Eles nos esclarecem que estas três
manifestações são Pai, Mãe e Filho que carregam em si Vontade, Amor e
Sabedoria. Leadbeater (1975) coloca que esta forma tornaria amor presente
duas vezes já que Sabedoria, para ele, já contém este aspecto, e propõe
Vontade Sabedoria e atividade. Acreditamos que Atividade já é um quarto
aspecto onde os três primeiros –Vontade, amor e sabedoria – iniciam sua
descida manifestando as varias dimensões do Ser.
Saint Germain nos esclarece que o Um ao surgir se torna Um em
relação a algo, este algo já se torna o Dois. Sendo assim, o Um não pode
surgir sem o Dois. E ainda, a interação destes dois aspectos é imediata e dela
surge o Três. Desta forma, do Vazio (Deus Imanifesto) surge o Um, que é,
simultaneamente, Dois e Três, isto é, a Trindade Divina (Deus Manifesto).
Esta Tríplice Manifestação, diminui sua freqüência gerando várias
dimensões superluminais a princípio, até a nossa dimensão de freqüência
inferior a velocidade da luz, a dimensão etérico-física.
Isto acontece de forma fractal e holográfica onde Um, Dois e Três se
repetem infinitamente.
Os chineses nos mostram isto quando falam do encontro entre duas
forças que eles conhecem como Yin e Yang e que podemos relacionar aos
aspectos do masculino (Pai) e feminino (Mãe) que na sua interação (filho)
estão presentes em todas as coisas.
Uma imagem belíssima e que nos ajuda a compreender a descida
holográfica e fractal das três primeiras emanações, é a imagem da árvore.
Encontramos esta imagem na Cabala, com a Árvore Sephirótica e na
Yggdrasil, a Árvore do Mundo na mitologia nórdica. Uma árvore desenvolve-
se de forma fractal, isto é, um pequeno galho dela se assemelha a árvore toda
como num holograma. A Trindade Divina descende pelos diversos planos
como numa árvore de forma que cada parte da criação, em todos os níveis,
seja “a imagem e semelhança de Deus” como nos diz a Bíblia e assim, o
axioma hermético que diz que “o que está acima é como o que está abaixo”,
se realiza.
Detalharei aqui um pouco do que significa cada uma para entendermos
este descenso na visão da Cabala.
Segundo David Godwin, “De acordo com Idries Shah, a Árvore foi
baseada em um diagrama anterior produzido pelos Confrades da Sinceridade
em Basra, Iraque”. Zacharias Sitchin nos mostra uma tábua suméria, a
primeira civilização humana conhecida pela ciência, com uma imagem
semelhante a da Árvore Sephirótica, porém com 13 sephirot. Isto nos mostra
a antiguidade deste conceito.
Na Cabala, antes das Sephirots, temos os três véus da existência
negativa: Ain, Ain Soph e Ain soph Aur, que são o imanifesto e inexprimível.
A partir daí temos Keter (coroa) que é o Uno indiferenciado e que se une
a Chokmah (Sabedoria). Da união das duas surge Binah (compreensão)
formando a Trindade Divina na Cabala. Depois desta trindade temos a quarta
Sephirah, Chesed (Misericórdia) que se equilibra com Gueburah
(Severidade)e forma Tipharet (Beleza). Em um nível mais baixo temos
Netzach (vitória) e Hod (esplendor) que são unidas em Yesod (Fundação) que
é a fundação de Malkut (Reino), o mundo material.
Anteriormente falamos das Sephirot e suas relações com os quatro
mundos. Godwin nos fala que esta relação pode ser feita como mencionamos
no capítulo 3, onde determinadas Sephirot correspondiam a mundos
específicos, ou de forma que todas as Sephirot se manifestem em todos os
quatro mundos.
Nesta segunda forma, na correspondência com o nível físico (Assiah),
as Sephirot se manifestam nas esferas celestes e são relacionadas as
constelações e aos planetas.
Esta correlação nos faz pensar no vínculo das Sephirot com os Deuses
das diversas tradições panteístas pois são eles, também expressões de uma
Deidade Maior.
Zacharias Sitchin, um arqueólogo que se especializou nas tábuas
sumérias com sua escrita cuneiforme, relaciona a cosmogonia suméria a
criação do nosso sistema solar. Ele cita as tábuas sumérias onde encontramos
a epopéia da criação, “ o drama celeste do Enuma Elish”:
“Quando nas alturas o céu não fora nomeado,
E embaixo, a terra não fora chamada;
Nada, exceto o primordial APSU, seu criador,
MUMMU e TIAMAT – ela que os deu a luz, a todos;
As suas águas foram reunidas.

Nenhum junco se formara, nenhum pântano aparecera.


Nenhum dos deuses tinha sido trazido a vida,
Nenhum tinha nome, seus destinos estavam indeterminados;
Foi então que os deuses se formaram no meio.” (Sitchin, 1978,
pg198).
Sitchin nos esclarece que neste princípio da criação,“existem apenas
três corpos” APSU (“um que existe desde o princípio”); MUM.UM (“um que
nasceu”), e TIA.MAT (“donzela da vida”).
Sitchin afirma ser APSU o sol; MUMMU, mercúrio; e TIAMAT, um
planeta desaparecido que mais tarde originaria outros planetas.
Porém, esotéricamente os deuses são na verdade emanações
energéticas da divindade, mais conhecidas como raios, relativos a origem
do nosso universo e não apenas de nosso sistema solar. Desta forma
podemos perceber que APSU, TIAMAT e MUMMU são as três emanações
de Deus manifesto, a Trindade Divina que se desdobram em varias
emanações.
“As suas águas foram confundidas...
Deuses foram gewrados entre elas:
O deus LAHMU e o deus LAHAMU foram dados a luz;
Pelo nome eles foram chamados.
Antes que eles avançassem nos anos
E em estatura até o tamanho idealizado-
Formaram-se o deus ANSHAR e o deus KISHAR,
Que os ultrapassava em tamanho.
A medida que os dias se alongavam e os anos se multiplicavam,
O deus ANU tornou-se filho deles- um rival dos seus
antecessores.
Depois o primogênito de ANSHAR, ANU,
Engedrou à sua imagem e semelhança NUDIMMUD.”

Sitchin relaciona estes deuses sumérios aos planetas da seguinte


forma:

Sol-APSU
Mercúrio- MUMMU
Vênus-LAHAMU
Marte-LAHMU
Planeta destruído-TIAMAT
Júpiter-KISHAR
Saturno-ANSHAR
Plutão-GAGA
Urano-ANU
Netuno-NUDIMMUD
Para ele a terra e a lua ainda não teriam surgido, isto aconteceria
depois.
Podemos, entretanto, a partir do ponto de vista das emanações
divinas, afirmar que os deuses que surgem a partir de Tiammat, são
emanações posteriores como as sephirot da Árvore da vida.
Marduk, último planeta de nosso sistema solar segundo os sumérios,
destrói Tiammat e gera uma nova configuração para nossa hierarquia de
deuses:

Sol – Apsu
Mercúrio – Mummu
Vênus – Lahamu
Terra – ki
Lua – Kingu
Marte – Lahmu
Júpiter – Kishar
Saturno – Anshar
Urano – Anu
Netuno – Nudimmud
Plutão – Gaga
Marduk

Marduk, o deus que aniquila Tiamat, o aspecto feminino da trindade


suméria, é a dimensão mais densa onde a matéria – de mater, Isto é, mãe- se
dilacera e se manifesta sob várias formas.
A suméria foi o berço de nossa atual civilização e os mitos egípcios,
gregos, babilônicos, hindus, etc, tem sua origem aí. Sendo assim se
consideramos esta cosmogonia não apenas como Sitchin, uma história de
nosso sistema solar, mas, como a historia das emanações divinas na criação
das múltiplas dimensões do universo, temos as mitologias como um mapa de
retorno as dimensões mais sutis da consciência.
Na Doutrina Secreta de Helena Blavatsky vemos que a terminologia
oriunda das deidades antigas descreve também os vários ciclos ou rondas da
terra onde as diversas raças se manifestam no descenso das mônadas,
parcelas divinas, em vários níveis de consciência. Isto reforça a idéia de que
a saga suméria descreve a cosmogênese .
Estes ciclos acontecidos em nosso processo evolutivo mostra que neste
processo de manifestação do Uno em diversas formas e níveis passamos por
vários níveis e estágios até chegarmos no estágio atual. O próximo passo será
o desenvolvimento de uma raça mais espiritual que compreenda o processo
que descrevemos e já entenda o mapa que nos leva de volta para casa: Deus.
Os hindus possuem um conceito que é semelhante as idéias já
mencionadas: Os Tattvas. Segundo eles, há uma realidade anterior que
chamam Paratattva que se manifesta sob multiplas formas chamadas Tattvas.
No início são 5 as primeiras manifestações:

1- Shiva-tattva – Este nível de manifestação é de pura consciência;


2- Shakti-tattva – Nível de puro poder;
3- Sadashiva-tattva- O puro poder em ação, atuante;
4- Ishvara-tattva- Neste nível Deus inicia a concepção do universo
em sua mente;
5- Satvidya-tattva- No poder de ação de Deus inicia a possibilidade
de manifestação em múltiplas formas.

A partir deste ponto os tattvas deixam de ter um caráter divino e iniciam


o descenso em múltiplas manifestações até nossa realidade se completar em
um total de 36 tattvas.
Algumas escolas esotéricas ocidentais como a Golden Dawn,
relacionam os cinco tattvas iniciais com os cinco elementos primordiais: água,
terra, fogo, ar e éter. E falam de 25 tattvas ao todo, onde estes cinco
elementos relacionam-se entre si( 5 x 5 = 25).

As escolas relacionadas a chamada Fraternidade Branca ou


Fraternidade dos Mestres ascensos mencionam a existência de 7 emanações
primordiais chamadas de raios ou chamas. Estas sete emanações divinas
seriam a base da existência de nossa realidade.
É fácil perceber as semelhanças destes diversos conceitos – Sephirots,
deuses, tattvas, raios, etc.- entretanto, como entender as divergências, já que
são 10 sephirots, 12 deuses, 5 tattvas básicos e 7 raios. Porque esta
divergência numérica? Saint Germain esclarece que na matemática sagrada
estes números estão profundamente interligados.
Os números, na visão espiritualista, manifestam não apenas
quantidades, mas, também qualidades. No aspecto imanifesto de Deus temos
o Nada/Tudo expresso no número zero que na esquerda de um número
qualquer não significa nada, mas, a sua direita o multiplica por 10, por 100,
por 1000, etc. Sua forma circular, indica um número infinito de ângulos e desta
forma é nada e infinito.
O um é unidade, mas, como vimos anteriormante, quando o um se
manifesta no meio do Vazio, ele se diferencia, por isso, na diferença ele se
torna dois, pois é o um e aquilo do qual se diferenciou. Entretanto, esta
dualidade possui, na relação entre estes dois aspectos, o germe do terceiro
aspecto.Este germe é o filho que surge desta relação. Desta forma quando o
um se manifesta ele já é três. Em uma equação mística: 1=3 !
Se o um é três, o um (ou o três) ao manifestar-se na realidade material
que espiritualmente é 4, pode ser 7=3+4, ou, 5=1+4. Desta forma, os 7 raios
e os 5 tattvas são expressões da mesma realidade.
Pitagóricamente, 4=10, pois, 1+2+3+4=10. Isto esclarece que as 10
sephirots podem ser vistas como uma forma ampliada de entender os quatro
elementos. Os quatro elementos da materialidade: água, terra, fogo e ar, são
expressões dos quatro corpos inferiores (físico, etérico, astral e mental), mas,
são, também, divididos na cabala em quatro mundos, como falaremos
posteriormente.
Esta característica dos números, dentro da visão espiritualista, se
manifesta também nos alfabetos de diversas culturas onde os números são
representados pelas letras. Aleph, do hebraico, Alpha, do grego representam
o um. Da mesma forma, as outras letras seguem representando, também, os
números. Assim os vários alfabetos são representações da criação do
universo em seus tattvas, raios ou emanações, assim como da transformação
de Deus em eus.
Segundo a bíblia, é na torre de Babel que os homens passam a falar
diversas línguas. Se lembrarmos de Sitchin, a suméria, como berço da
civilização, na atual ronda guardava o início da civilização e a primeira escrita:
a cuneiforme. É provável que a babilônia histórica seja a Babel bíblica onde a
língua sofreu diversas mudanças e gerou diversas civilizações e línguas.
A língua original, suméria ou anterior a suméria, guardaria
provavelmente os segredos do conhecimento secreto da cosmogênese, e da
escada que nos leva de volta para casa.
Vemos que o conhecimento humano holograficamente, ou como um
fractal, expressa, em sua linguagem, em sua matemática, em sua religião,
visões de uma mesma realidade: Como Deus imanifesto se tornou manifesto.
E desta forma também como nós expressões de Deus voltaremos a Ele.
Vamos ver este processo a partir da Geometria Sagrada.
A GEOMETRIA SAGRADA – A LINGUAGEM CÓSMICA

O Ponto de Singularidade, o Círculo e o Eu Sou

Quando falamos de singularidade, falamos de algo que matematicamente


tem como resultado o infinito. Encontramos a singularidade no início do
universo, antes do Big Bang. Encontramos em um buraco negro. E também,
como nos diz Nassim Haramein, encontramos no vácuo. No desenho único
do Universo, que é o Tórus, com seu eixo de duas espirais, e que é a forma
energética de tudo, de um átomo a um universo, encontramos o ponto de
singularidade em seu centro. Todo Torus possui este ponto. É o ponto onde
todas as dimensões se encontram. Onde todos os lugares e tempos se
tornam um só! Este ponto está no centro de todos os Torus, mas, é um ponto
só. Ele é não local. Sendo assim, o ponto de singularidade que existe no
meu Torus é o mesmo ponto que está no teu. É o mesmo ponto que está no
centro de uma partícula, no centro de um buraco negro ou do Universo. Não
é que eles estejam interligados. É o mesmo ponto. Os Mestres o chamam de
Eu Sou. Está, no ser humano, no seu chacra cardíaco. É onde o ser
mergulha no infinito, no inconcebível. É onde está o vazio e a plenitude.
Onde tudo retorna e de onde tudo veio. Se conectar a este ponto é encontrar
a consciência Cósmicas. Este é o ponto n-dimensional onde Nada e Tudo se
encontram. O ponto é a base da geometria sagrada. Onde tudo se inicia e
para onde tudo volta. Este movimento de inicio e volta é representado pelo
círculo, aspecto manifesto do ponto. O círculo que possui n lados é infinito
em si e traz a noção de movimento infinito. É a base da flor da vida. Estrutura
que forma a tecido do Universo. A Flor da Vida mostra que, como nos diz a
música da Tradição do Feminino Sagrado, “somos um círculo dentro de um
círculo, sem um começo nem um fim”. Compreendendo desta forma, vemos
o que a Flor da Vida nos mostra: o centro do Universo está infinitamente em
todas as partes. Como nos fala a Geometria: em uma circunferência de raio
infinito, o centro está em todas as partes! Esta é a estrutura básica do
universo. O Tecido do Nada/Tudo. As cordas do violão onde todas as
vibrações e formas se criam.
O Tórus

De forma multidimensional, o ponto/circulo se expressa em uma forma


comum a tudo: o Tórus. Tudo no universo possui este desenho único. De
uma partícula a todo o Universo.
O Circulo dentro de um círculo pode ser traduzido por : Um Tórus dentro de
um Tórus! O Torus é o ponto/circulo.Tudo/Nada, Imanifesto/manifesto. A
partir deste desenho, toda a geometria cósmica se constroi. Aprofundaremos
este tema mais adiante.

Triangulo e octaedro

O Nada/Tudo, Yin e Yang estão em Tudo. Tudo é Vazio e Plenitude


Contração e expansão. É a respiração de Brahma. Estes dois aspectos ao
interagirem trazem um terceiro aspecto. No conhecimento sagrado, é o
aspecto filho que equilibra o masculino, Pai. E o feminino, Mãe. Nas diversas
culturas são conhecidas como a Trindade Divina. É quando Brahma passa a
representar o criador, surge Vishnu, o Mantenedor, e Shiva, o destruidor. É
Odin, Freya e Thor, dos nórdicos. Osiris, Isis e Hórus, dos egípcios. Estes três
aspectos no cristianismo são Pai, Filho e Espirito Santo. Pela condição de forte
patriarcado, o aspecto feminino foi retirado. Veremos depois que isto faz parte
da dinâmica da separatividade. Na estrutura geométrica do Universo, que
denominamos Desenho Único, encontramos o Triangulo como manifestação
do Divino. O Polígono mais simples, que pode formar todos os outros.

Geometricamente, as Três Manifestações primeiras podem ser representadas


por três eixos básicos.

Estes três eixos se expandem, a partir do centro, para seis direções.


Segundo o xamanismo, as seis direções mais o centro formam as sete
direções ou os ráios cósmicos que sustentam a estrutura do Universo! Se
percebermos cada eixo como retas de tamanho limitado e ligarmos suas
extremidades, teremos o octaedro.
Se em cada extremidade formarmos um plano, teremos um cubo.

Ainda em uma compreensão geometrica, estas sete direções formam


um símbolo cósmico presente em várias tradições: A estrela de seis pontas. A
energia descendente do pai e a energia ascendente da mãe se unindo na
criação do universo. Enxergando tridimensionalmente podemos ver dois
tetraedros superpostos, que formam o Merkabah: carruagem consciencial
multidimensional. Falaremos do Merkabah mais adiante.

Vemos, a partir destes três eixos principais, quando se forma o octaedro,


surgir duas estrelas de cinco pontas em cada pirâmide do octaedro. A piramide
é a forma tridimensional da estrela de cinco pontas, como podemos observar.
Nas duas estrelas de cinco pontas encontramos as dez sephirots que por sua
vez formam a Árvore da vida. As dez dimensões que formam o Universo.

Vemos que a partir dos tres eixos iniciais se constroem vários simbolos
presentes nas diversas culturas deste planeta. Isto acontece porque esta
simbologia é cósmica. Nós a aprendemos antes mesmo de nossa primeira
encarnação na Terra.
O Universo se desenvolve fractalmente a partir deste ponto, se
multiolicando fractalmente em multiplas dimensões e realidades. A
Consciência Una se manifesta de várias formas e possibilidades formando as
primeiras mônadas, ou sementes de consciência individual. Estas se
expandem nas infinitas dimensões e possibilidades, criando os vários planos
espirituais. Somos estas consciências vivendo estas infinitas possibilidades!

A Proporção Áurea e a Espiral Fibonacci


A sequência Fibonacci se constrói a partir da soma dos dois primeiros números
para formar o terceiro: 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34... Desta sequência surge o
número Phi, da proporção Áurea, a partir da proporção entre dois números
seguidos. Vejamos o quadro a seguir:

Observamos que o número 1, 618 se repete a partir da proporção gerada entre


os números 144 e 233. Este é o número Phi. Este é um número que se repete
nas proporções presentes em toda a natureza e no Universo. Vejamos a mão
humana:
No corpo humano:

Nas flores:

Em toda a natureza encontramos esta proporção. Ela fica presente nas


estruturas espiraladas. Vejamos a espiral Fibonacci:
Ela está presente, desde uma galáxia:

À toda a natureza:

A espiral Fibonacci está presente em nossa anatomia energética também.


Vamos falar disto mais adiante.
O Cubo de Metatron
De uma forma geométrica, a estrutura básica do universo, simbolizada
pela Flor da Vida e onde encontramos os três eixos básicos e o Tórus com seu
ponto de singularidade, se expande fractalmente. Esta expansão fractal é
simbolizada pelo cubo de Metatron. O nome Metatron significa o anjo mais
próximo ao trono de Deus. O símbolo do Cubo de Metatron é o simbolo da
energia que emerge da estrutura básica do Universo: As doze mônadas que
sustentam todas as existências que surgem nas diversas dimensões do Ser.
São os doze círculos em torno do círculo central.
Esta estrutura dos doze círculos em torno do círculo central, esta simbolizado
nos diversos panteões com a estrutura de doze deuses principais, aspecto
manifesto de Deus imanifesto. Está presente nos doze signos do zodíaco. Está
presente na imagem do Cristo cercado por seus doze apóstolos.
A estrutura do cubo de Metatron, quando em sua forma tridimensional,
cria um octaedro como vimos anteriormente. Isto acontece porque o Cubo de
Metatron surge dentro dos três eixos originais. É o cubo que surge a partir do
octaedro formado pelos três eixos. Em uma visão tridimensional, os doze
círculos são doze esferas que circulam a esfera central, ponto de
singularidade, o Eu Sou. Estas doze esferas são as doze mônadas que
guardam os códigos de todos os seres do Universo. Guardam as informações
das doze raças originárias bem como dos doze raios de luz. É a partir das
doze mônadas que toda a existência surge.

Código Monádico
Esta estrutura monádica do Cubo de Metatron se expande formando o
DNA Cósmico de doze hélices, que os mestres chamam de Código Monádico.
Como o DNA físico, o Código Monádico possui as informações das estruturas
energéticas dos diversos corpos nas diversas dimensões. Assim como nosso
DNA físico possui a história da vida, do Universo, na terceira dimensão, o
Código Monádico possui a história da vida em todas as dimensões. Quando
falamos história, envolvemos os eventos futuros também, já que o tempo se
expressa diferentemente nas múltiplas dimensões.

Dentro das várias possibilidades, a Consciência Una experimenta viver o


esquecimento de sí mesma se manifestando em consciências que esquecem
ser a Consciência Una. Surge a ilusão de separatividade!

A Nossa História
Dentro da lógica linear, podemos chamar de história, Dentro da
multidimensionalidade, tudo que será narrado está acontecendo agora! Por
motivos didáticos, usaremos a compreensão da linearidade do tempo da
terceira dimensão!
A partir das 12 mônadas as famílias cósmicas se expandem fractalmente em
infindáveis consciências nos infinitos planos de Luz. Então, desenvolvemos
experiências de vida, em todos os planos e lugares do universo.
Experimentamos vivências em todas as famílias e em vários orbes. Todo o
Universo é rico de Vida!
Em todas estas experiências de Vida, apesar de desenvolvermos
individualidades, permanecíamos em constante Samadhi, isto é, sentindo a
plenitude da Consciência de Unidade. Sempre conscientes da Consciência
Cósmica, sabendo se Deus nos vários eus!
Cada individualidade desenvolve corpos e experiências nas varias dimensões
do Cosmos. Em cada dimensão temos corpos. Em cada recanto deste
Universo temos chacras. Nos tornamos seres multidimensionais. Nestas
dimensões e recantos criamos teias de relacionamentos. Nestas diversas
experiências desenvolvemos vínculos de irmandades cósmicas em campos
familiares de dimensões universais.
Nestes momentos, com plena liberdade de consciência, temos plena memoria
de todas as experiências, podemos ir a qualquer dimensão e lugar no cosmos
e vivenciar varias formas. É plena liberdade consciencial. Até decidirmos
vivenciar uma experiência de maior distância da Unidade. A Unidade é o pleno
Yin e o pleno Yang significa o maior distanciamento do ponto de singularidade
no Tórus Universal. Neste ponto de distanciamento, entramos na experiência
de ilusão de separatividade.
A experiência se inicia quando a Chama Trina, que é a Trindade Divina em
todos nós, tem seu aspecto feminino limitado em sua expansão. Isto se dá
com implantes energéticos nos plexos solares, que bloqueiam o fluxo feminino
ascendente. Chama Trina é Luz (Filho), Amor(Màe), e Poder(Pai), e ao limitar
o Amor, o Poder e a Sabedoria se distorcem. O Masculino Sagrado se perde
no poder distorcido. Neste momento, os seres que passam por este processo
perdem a consciência de Unidade, de que são Um com o Todo. Passam a
viver uma ilusão de separatividade. Isto aconteceu na 3ª e 4ª dimensão, pois
nas dimensões superiores a Unidade se torna intocável. Neste processo, a
consciência do ser começa a perder o sentimento de pertencimento e viver um
sentimento de profunda falta. Pela primeira vez, os seres começaram a
vivenciar o sentimento de medo!
Esta experiência é coordenada por dois seres: Lucifer, responsável pela
experiência de ilusão de separatividade, e Miguel, responsável pelo retorno a
Unidade. Junto a eles seres de Andrômeda, Órion, Pleiades Sírius e vários
outros lugares e dimensões do Universo nos acompanham neste experimento
cósmico. Mesmo seres que não passam pela separatividade, estão
aprendendo com este processo. Irmãos queridos de vários orbes nos auxiliam.
O sentimento de que estamos sós é pura ilusão.
Quando a ilusão de separatividade atingiu um grupo de seres em Órion, o
medo presente e a busca de Poder, outro sintoma desta ilusão, levaram seres
a guerrear entre sí. Todos nós participamos destas guerras que duraram êons.
As consequências destas guerras foram tão desastrosas que as hierarquias
decidiram limitar a experiência a determinados orbes. Planetas, entre eles a
Terra, tiveram em seus campos a criação de barreiras energéticas de
isolamento consciencial. Os seres poderiam viver suas ilusões de
separatividade sem gerar distúrbios no restante do Universo! A barreira
consciencial esta em ressonância com as distorções da energia do Amor
localizada no Plexo solar. A partir de então, começam nossas experiências na
Terra! É importante ressaltar que continuamos seres multidimensionais e
cósmicos. Apenas nossas experiências de 3ª e 4ª dimensões estão
desconectadas da Unidade. A maior parte de nossos seres permanecem em
Samadhi. A Ascensão significa rompermos a barreira que desconecta nossas
3ª e 4ª dimensões das dimensões de Unidade do nosso Ser.
Anatomia Energética Cósmica e o Processo Ascencional

Tórus, o Desenho Único.


Tudo no Universo possui este desenho energético. De uma partícula
sub-atômica à todo o Universo, passando pelo ser humano.

O Tórus possui algumas características importantes de serem entendidas e


que tem haver com o processo de construção de todo Universo, dentro da
visão esotérica e geométrica que explicamos anteriormente. No centro de todo
Tórus, está o Ponto de singularidade que é o imanifesto. Como explicamos
anteriormente, só há um ponto de singularidade. Ele é não-local, isto é, está
em todas as partes. Paradoxalmente, ele é o centro do tórus mas, está em
todos os pontos deste. Pois, todos os pontos do tórus são tórus em potencial.
Em um sentido mais profundo, o ponto de singularidade é o Tórus não
manifesto, e Tórus é o Ponto de Singularidade manifesto. Todos somos
Pontos de Singularidades/Tórus, dentro de Pontos de Singularidade/Tórus,
infinitamente!

A partir do Ponto de singularidade, se expande a Chama Trina. Como falamos


anteriormente, a Trindade Divina, presente na Chama Trina pode ser
representada geometricamente por um triângulo ou pelos três eixos. Os três
eixos constituem a Dinâmica
Energética do Tórus. Cada eixo se expande em uma dualidade
masculina/feminina. Em um entrelaçamento espiralado. O Eixo vertical
expande a energia masculina para baixo onde se abre formando o ovo do
Tórus subindo criando linhas de energia até o topo e descendo pelo eixo
central até o ponto de singularidade. O movimento do feminino se inicia do
ponto de singularidade, sobe ate o topo do Tórus se abre formando o ovo,
desce formando linhas de energia até o ponto mais baixo e sobe pelo eixo
central até o ponto de singularidade. O fluxo da energia masculina se
movimenta de forma espiralada em um sentido horário e a feminina no sentido
anti-horario. Esta rotacao espiralada de ambas as energias, se estende por
todo o eixo e por todo o ovo do tórus.
O eixo vertical, constitui o centro energético por onde os chacras
principais dos seres se organizam para formar os diversos corpos ou veículos
de consciência de cada dimensão. Os chacras principais se constituem no
encontro dinâmico das energias feminina e masculina. Nestes pontos de
encontro, vórtices energéticos se criam, que os hindus chamam de chacras
(Rodas). Esta formação se dá dos níveis mais elevados aos níveis mais
densos, até formar o nível físicos. As energias feminina e masculina vão se
expandindo em linhas de luz formando chacras secundários que ajudam a
constituir estes corpos, nos vários níveis dimensionais.
Outro aspecto importante desta estrutura é o horizonte do Tórus. Ele surge a
partir do movimento espiralado dos dois eixos horizontais. A dinâmica
energética do horizonte do Tórus fica bem visível no Tórus Galactico.

A dinâmica energética do horizonte do Tórus é tão intensa que forma um


duplo tórus dentro do tórus maior.
No horizonte do tórus esta a ressonância com todos os outros tórus. A partir
desta ressonância o entrelaçamento quântico entre todos os diversos tórus do
Tórus Universal se forma!
A dinâmica energética do tórus, em todo o seu fluxo, é espiralada. Tanto o
Ovo, quanto o eixo central e o horizonte do tórus se movimentam no fluxo
energético da espiral Fibonacci. É esta forma básica que constrói todas as
várias formas e vibrações. Ativar esta dinâmica conscientemente, resgata a
unicidade com todo o Universo.

Chacras, Chacras externos e Chacras Cósmicos – Resgatando nossa


cosmicidade
Para podermos nos sincronizar a este momento cósmico onde a Terra esta
em plena mudança de polaridade, precisamos ativar as dimensões cósmicas
de nosso Ser. Ativando todos os nossos chacras, inclusive os externos que
formam nosso Merkabah e os cósmicos que nos vincula a dimensões
maiores do Cosmos.
Nós somos energia manifesta em várias dimensões, incluindo a dimensão
física. Como dizem os físicos: Matéria é energia condensada. Sendo assim
nos manifestamos energeticamente primeiro para, depois, nos
condensarmos em um corpo físico. Todo o universo é assim um campo de
energia consciencial que se organiza de um plano mais sutil para outro mais
denso, até chegar ao plano físico. As dimensões energéticas são conhecidas
em algumas tradições como “corpos sutís”. Na visão destes corpos, somos
como um ovo(torus) de energia composto de camadas que se sobrepõem,
da mais sutil a mais densa. A maioria das tradições é setenária em suas
concepções sobre os corpos. Seguiremos uma visão setenária em essência,
sabendo dos diversos níveis energéticos que cada corpo possui. Podemos
dividir os corpos em dois níveis: Corpos densos e corpos espirituais.
Os corpos densos são em número de quatro e respondem por nossas
características de personalidade que estão imersas na separatividade: Corpo
Físico, feito de matéria densa; etérico, corpo energético que sustenta o corpo
físico e que finda com ele na morte; Corpo Astral emocional, que se mantém
após a morte está envolvido na ilusão de separatividade; e Corpo Mental,
que, como o nome diz, envolve nossos aspectos mentais. O corpo etérico e
físico podem ser vistos como um só trazendo a nós, a ideia de três corpos
densos. Geometricamente, este é o triângulo Material, símbolo da matéria e
do feminino.
Os Corpos espirituais são três e estão ligados às Três emanações divinas:
Corpo Causal, ligado a emanação do Aspecto Feminino de Deus; Corpo
Búdhico, Ligado ao Aspecto filho; e o Corpo Átmico, ligado a emanação do
Aspecto Masculino de Deus. Este é o triângulo espiritual. Símbolo do espirito
e do masculino.
Ambos formam a estrela de Davi . Símbolo da união do material e espiritual e
do masculino e feminino.
Permeando os vários corpos estão os chacras, vórtices energéticos que
organizam a energia em qualidades e dimensões. Eles se formam a partir do
encontro dos meridianos ou nádis, canais de energia que percorrem todos os
corpos. Em um nível mais denso os meridianos ou nádis tem funções
específicas e organizam nossos corpos mais densos e os chacras internos.
Em um nível mais etéreo, nos conectam aos meridianos da terra, as linhas
leys, e aos fluxos cósmicos que organizam todo o universo formando, então,
os chacras externos e os chacras cósmicos.

Chacras internos

A cada encontro de nossos meridianos surgem vórtices energéticos, que são


nossos chacras internos. Existem vários chacras secundários, principalmente
nas articulações e nas palmas dos pés e mãos. E existem sete chacras
principais dispostos ao longo de nossas colunas e fluindo com nossos canais
centrais: ida, píngala e sushuma. Os pontos onde estes três canais se
entrecruzam e se ligam a outros meridianos formam os chacras principais.
O primeiro chacra é o chacra raiz que nos liga as energias da terra, a
kundalini, serpente de fogo, energia telúrica que sustenta a vida. Podemos
visualiza-lo como um sol vermelho e entoar o mantra U, como forma de
harmoniza-lo.
O segundo chacra, umbilical, expande esta energia a todo o organismo
podendo, na forma de energia sexual, gerar nova vida. Sua cor é laranja e
seu mantra é Ô.
O terceiro chacra, no plexo solar nos define emocionalmente e esta ligado a
nosso poder pessoal. Com a cor amarela , usamos o mantra Ó para alinha-
lo.
O quarto, no centro do peito, nos conecta aos outros seres, as emoções
elevadas e ao amor incondicional. O verde o harmoniza junto com o mantra
A.
O quinto, na garganta, organiza nossa energia criadora e expressão de
nosso ser. Com a cor azul celeste e o mantra E, conseguimos alinha-lo.
O sexto chacra, entre as sobrancelhas, nos conecta aos planos espirituais e
ativa nossa pineal. O azul índigo é sua cor e seu mantra é o I.
E o sétimo, no topo da cabeça, nos liga às dimensões cósmicas de nosso
ser. Eles organizam a energia em todos os corpos interligando-os. Usamos a
cor violeta e o mantra cósmico OM.
Chacras externos

Nas camadas mais externas de nosso ovo energético, existem vórtices de


energia que conectam as linhas internas de nossos meridianos com as linhas
cósmicas e telúricas formando chacras externos que interligados geram
formas geométricas que viram merkabahs multidimensionais. Através das
formas ativadas, podemos acessar dimensões específicas ou aspectos de
nossa experiência cósmica. Devemos visualizar estas formas para ativa-las.

O duplo tetraedro é a forma mais conhecida do Merkabah, mas, várias


formas poliédricas se constituem de acordo com as frequências vibratórias
que se manifestam. Aprofundaremos mais adiante este tema.
Chacras Cósmicos

Somos um com todo o Universo. Esta unidade é real e por isso podemos
dizer que no nível mais profundo nossa aura tem o tamanho do universo
inteiro! Sendo assim nossa raiz primeira, temporalmente surgida no início do
universo, está no centro dele. Isto é, cada um de nós possui um chacra,
centro energético chamado de chacra cósmico, no núcleo do universo que
alguns chamam de sol central Alpha e Ômega. Este núcleo é o ponto de
singularidade no centro de nosso Tórus cósmico que ao mesmo tempo se
constitui o centro de todo torus no universo, de uma partícula a todo o
cosmos. A nossa ciência diz que muitas das partículas de nosso corpo foram
forjadas no princípio do universo, no Big Bang. Da mesma forma, nossa
existência começou neste ponto, e a partir dele começamos nossa jornada
pelo cosmos. Este chacra está para além dos corpos como os outros chacras
cósmicos, sustentam os vários corpos ou dimensões humanas nos cinco
níveis da expansão cósmica.
A partir desta dimensão original ou primeiro nível da expansão cósmica,
vivenciamos experiências em vários lugares e dimensões do universo. Em
cada experiência, constituímos vórtices de energia – chacras – que
sustentam cada uma destas vivências nos corpos que sustentamos em cada
uma delas. Cada galáxia, sol e planeta em que vivemos possui chacras
nossos. Temos chacras em Órion, Plêiades e Sírius, em galáxias como
Andrômeda e Ciantius. Ou seja, em vários lugares vivemos experiências
cósmicas. Andromeda é o Sol Central de nosso universo local. Nela está o
ponto de singularidade do Tórus do universo local. Universo onde reside a
Via Láctea. Em nossa atual experiência na terra, possuímos um chacra no
centro da Via-Láctea, chacra galáctico, segundo nível da expansão cósmica
que organiza o padrão espaço-temporal desta espiral galáctica em todos os
nossos corpos. A vibração espiralada deste chacra se difunde por cada
vórtice energético nos trazendo esta dimensão galáctica.
Nosso sol sustenta vibração neste sistema solar através de chacras que
cada um de nós têm em seu núcleo estelar. O chacra estelar vibra nossa
essência estelar e nos vincula a dimensão cósmica maior. Este é o terceiro
nível da Expansão cósmica e a partir dele nosso ser toma dimensões
cósmicas.
Nosso planeta Terra guarda em seu interior os Chacras Planetários, que
ancoram nossa experiência neste planeta e vibram a essência da Grande
Mãe para nós. Eles organizam todas as nossas experiências e guardam a
memória de nossas encarnações neste planeta. Este é o quarto nível das
expansões cósmicas e dá a base de vivências de cada um de nós, nos
vários níveis ou corpos. Como já foi dito, temos chacras em outros planetas e
podemos interligar nossos chacras destes vários planetas em que vivemos,
nos reconectando às nossas experiências extraterrenas.

Chacra além dos chacras

Além dos Chacras cósmicos existe o nível não manifesto de nosso Ser. O
Alphadur dos nórdicos, o Ain-soph da Cabala, o sol além dos sóis presente
em todos os lugares e em lugar nenhum. A Vacuidade dos budistas. Este é o
chacra além dos chacras. Nossa profunda ligação com a vacuidade, onde
somos Tudo e Nada. Lugar além de todos os conceitos. É o infinito em nós!
Só o profundo silêncio e a liberação de todos os conceitos podem nos levar a
este estado pleno e vazio.

Unificação dos chacras

A partir de nossos chacras centrais – nossos chacras cardíacos, onde fica o


Eu Sou ou Ponto de Singularidade no centro de nosso tórus – podemos
unificar todos os nossos chacras, incluindo nossos chacras externos e
chacras cósmicos. Isto pode nos trazer a consciência de todas as
experiências cósmica que vivemos, inclusive antes de nossa queda para a
dualidade. Esta queda aconteceu como uma diminuição do fluxo energético
pelos nossos canais e resgatar este fluxo nos cosmifica. Com todos os
chacras unificados podemos enfim, retornar a Vacuidade. Nossos irmãos
cósmicos nos orientam a usar como mantra de unificação o SAMAUM
THERAVATCHAI. Mantra que unifica todos os chacras e nos interliga ao
Uno.
Nosso planeta está resgatando o seu lugar dentro do Plano Cósmico. Por
isso, precisamos também compreender que somos seres cósmicos e
descobrir qual nosso lugar neste Plano Maior. Assim, assumiremos que
somos Um com o Todo e sairemos da ilusão de separatividade que nos faz
esquecer quem somos realmente. Cosmifiquemo-nos!

Hunab ku, o mergulho no inconcebível


Sagittarius A* é o nome dado pelos cientistas ao buraco negro no centro de
nossa galáxia. Como confirma Stephen Hawking, como todos os buracos
negros, sagittarius A* quando absorve algum corpo celeste, emite grande
parte de energia. Inclusive, foi detectado uma emissão de raios gama que
forma uma imensa bolha de energia, como falamos antes. Através destas
emissões, o centro da galáxia sincroniza todos as suas estrelas e corpos
celestes com seu intento cósmico. Esta sincronização está acontecendo,
trazendo a consciência de unidade para toda a galáxia. O centro da galáxia
para os maias é Hunab ku. O grande vazio onde tempo, espaço e vazio
desaparecem. Os físicos chamam este vazio de ponto de singularidade. Os
maias é muitas tradições indígenas da América, falam do mergulho em
Hunab ku. É o mergulho no vazio pleno, no nada/tudo que nos leva a
encontrar a Unidade. Como nos falava Carlos Castaneda, é o mergulho no
inconcebível! O raio Sincronizadpr de Hunab ku nos convida nestes tempos,
a fazer este mergulho, para encontrarmos a Consciência Cósmica! Iant
fantar!
Mudanças na dinâmica do tempo.
O Campo magnético da terra funciona como fixador Vibracional! Isto é, fixa
nossas vibrações auricas em padrões cuja velocidade é inferior a da luz. Isto
nos trás a ilusão da linearidade do tempo e nos prende na dimensão carmica
da causa e efeito.
Com o enfraquecimento do campo magnético da terra, poderemos sentir
dilatações temporais, ou lapsos temporais, que podem trazer confusão. Ou
podemos mergulhar mais facilmente no não tempo quando meditarmos. Isto
se dá pela aceleração vibratória a níveis super luminares. Somos um. Iant
fantar!
Portal AMAS e as mudanças de consciência
As pesquisas do médico russo Alexander V. Trofinov, do Instituto de
Antropologia Cósmica, tem mostrado que o campo magnético da terra filtra
os fluxos do tempo, como chamou o físico dr. Kozyreve, o que alguns
denominam como energia do ponto zero. Isto nos leva a ter as experiências
de tempo linear, e, eu diria de espaço tridimensional. Quebra com a dinâmica
da infinitude presente em toda realidade. Trofinov percebeu que próximo aos
pólos do planeta, as experiências de expansão da consciência são mais
fortes, pela menor influência do campo magnético.
Ora, o campo. Magnético da Terra está diminuindo abrindo para a
humanidade a possibilidade para um despertar Cósmico. Salto evolutivo de
todo o planeta! O Portal AMAS como uma grande falha no campo magnético
terrestre, trás para toda a América do sul a possibilidade de abertura
consciêncial. A crise no Brasil é uma resistência do ego coletivo a esta
inevitável abertura consciêncial. Podemos nos ajudar e ao planeta, alinhando
nossas Consciências com esta grande abertura. Isto gera um sistema de
retroalimentação do processo de ascensão planetária. Ou seja, ao
meditarmos contribuirmos com o fluxo cósmico que dirige este salto
evolutivo. Namaste

Os Raios Cósmicos e a Ascensão Planetária


A todo instante, a Terra é banhada com muita energia, os chamados raios
cósmicos. Eles podem vir do Sol, de supernovas, de buracos negros, do
centro da galáxia, ou de outras galáxias e aglomerados de galáxias. Isto é,
todo o universo nos enche de energias. O campo magnético terrestre nos
protege das radiações intensas que podem alterar o dna, causando doenças
e mutações. Cientistas acreditam que podem inclusive, contribuir com a
evolução na Terra. Com a diminuição e a eminente inversão dos pólos,
estamos mais vulneráveis aos raios cósmicos, principalmente no Brasil, com
a anomalia magnética do atlântico sul- AMAS, nos tornando susceptíveis a
mudanças em nosso código genético. Nosso DNA está mudando. Segundo
os mestres, está ativando as energias das doze famílias cósmicas em um
padrão multidimensional de doze hélices. Estamos resgatando nossas
dimensões cósmicas com esta mudança que é a chave de nossa ascensão.
O universo inteiro está mandando energias para darmos este salto
consciêncial. Os raios cósmicos são instrumentos cósmicos da Ascensão!
São a parte física, detectável das ondas ascencionais.

O Merkabah e as Ondas de Ascensão


As Ondas de Ascensão são fluxos de alta energia que banham a Terra. São
oriundas de vários pontos do universo. As galáxias, sincronizadas com nossa
via láctea, em seu coração que é um buraco negro, vibram em uníssono com
o Sol Central, cantando como um coral Cósmico, as vibrações para nossa
Ascensão. É tanta energia, que mexe com todos os nossos corpos,
desacostumados a fluxos tão elevados, o que pode ser bastante difícil para
nós. Uma boa de tornarmos este processo mais tranquilo é a ativação do
Merkabah, que além de ser veículo consciêncial, e também instrumento de
sincronização com o Canto Cósmico do Universo. Junto ao alinhamento com
os chakras cósmicos, se torna ferramenta importante para surfarmos nas
ondas ascensionais!
Merkabah e poliedros
Nos pontos externos de nosso tórus energético encontramos chacras que se
formam a partir do encontro dos meridianos do torus com as linhas
energética do campo universal. São vórtices espiralados que nos conectam
ao fluxo cósmico. As posições destes chacras externos são fluidas e
manifestam aspectos conscienciais e vibratórios dos indivíduos. Dependendo
destas posições o s chacras se posicionam manifestando determinadas
formas geométricas: os poliedros. Através das formas ativadas, podemos
acessar dimensões específicas ou aspectos de nossa experiência cósmica.
Devemos visualizar estas formas para ativa-las.
Octaedro
Um dos merkabas que nos conecta diretamente com o poder criador é o
octaedro. Nos início, a partir da vacuidade, e segundo a geometria sagrada,
o universo se expandiu em seis direções: Em um nível mais denso, as seis
direções, planificadas formam o cubo, ou hexaedro, que nos organiza em
nível mais material e nos liga a energia da Terra. O Hexaedro nos organiza
fisicamente dentro da ordem cósmica trazendo harmonia ao nosso corpo
físico.
Com a direção de dentro formam as sete direções xamãnicas: Norte, sul,
leste, oeste, acima, abaixo e dentro. Que interligadas formam o octaedro.
Ativando esta forma, acionamos o poder criador em nós. O poder de
manifestar a realidade que queremos como seres crísticos.
O tetraedro ativa as energiasl ascendentes e descendentes, podendo nos
harmonizar a ambas as energias na forma da estrela de Davi tetraédrica.
Cada tetraedro que forma a estrela se liga a uma das duas energias: da terra
e do céu. Unidas estas energias mobilizam nossa capacidade de viajar pelo
espaço-tempo, acelerando nossas vibrações superluminarmente.
O icosaedro organiza nossa pluridimensionalidade nos ligando a todas as
dimensões do universo reintegrando-as dentro de nós. O dodecaedro reativa
as dimensões tênues de nosso código genético com as doze qualidades
cósmicas que alguns chamam de raios. Estes raios se dividem em doze
aspectos, formando no final, 144 raios. Estes 144 aspectos nos reorganizam
com o poder de manifestação do Universo, nos cosmificando.
De forma mais ortodoxa, estas formas nos chegaram como os poliedros e
foram relacionados aos cinco elementos e aos nossos corpos:
Terra(hexaedro) – corpo físico; Fogo(tetraedro) – corpo etérico;
Água(icosaedro) – corpo astral/emocional; Ar(octaedro) – corpo mental; e
éter(dodecaedro) – corpo espiritual que envolve os três corpos superiores.
As 5 formas definem o pentagrama, estrela de 5 pontas que é outro símbolo
das várias dimensões humanas e nos liga aos nossos chacras cósmicos.
Nos prepara para a cosmicidade de nosso Eu maior
Estes são os cinco poliedros de Platão.

Poliedros de Kepler-Poinsot
Um poliedro de Kepler-Poinsot é um poliedro regular não convexo. Todas
as suas faces são polígonos regulares iguais. E em todos os vértices
encontram-se o mesmo número de faces (comparar com sólidos platónicos).
Johannes Kepler apresentou dois deles – pequeno dodecaedro estrelado e
grande dodecaedro estrelado – em seu trabalho Harmonice Mundi, em 1619.
Embora ilustrações desses sólidos já existissem, Kepler recebeu os créditos
por ser o primeiro a considerá-los matematicamente.
Em 1809, Louis Poinsot descreve os quatro - pequeno dodecaedro estrelado,
grande dodecaedro estrelado, grande icosaedro e grande dodecaedro - na
sua obra Polygons and Polyhedra. Assim como no caso dos poliedros
descritos por Kepler, há ilustração do grande dodecaedro anterior à obra de
Poinsot.
Esses poliedros passaram, então, a ser conhecidos como poliedros de
Kepler-Poinsot.

Eles estão relacionados aos chacras cósmicos. O pequeno dodecaedro


estrelado está ligado ao chacra planetário no centro da Terra, e de todos os
planetas de nosso sistema solar. O Grande dodecaedro estrelado nos
conecta com o chacra solar, no centro do sol. O Grande Icosaedro, nos
conecta ao centro galáctico e o Grande dodecaedro nos vincula ao centro de
Andrômeda.
Poliedros de Arquimedes
Assim como o Cubo de Metraton, como Código Monádico, possui 13 círculos
representando o ponto de singularidade com suas doze raças cósmicas, os
treze poliedros ajudam na ativação deste “DNA Cósmico”.

Os treze poliedros de Arquimedes surgem a partir dos Poliedros de Platão.


São vibrações que surgem das cinco vibrações básicas. Forma é vibração! A
vibração destas formas ativam nosso Código Monádico. A meditação com
estas formas é um poderoso instrumento ascensional! Apesar destas formas
serem chamadas com nomes de pensadores históricos, sempre foram
conhecidos pelos irmãos cósmicos. São conhecimentos cósmicos.

Politopos

Para compreender os polítopos, que são poliedros de 4 ou mais dimensões,


podemos ver esta sequência que vai do ponto, com zero ou N dimensões, ao
hipercubo, de 4 dimensões.
Da mesma forma, todos os poliedros possuem seus aspectos
multidimensionais, os politopos. Vemos a seguir

Pentácoro, aspecto quadridimensional do


tetraedro.
Tesserácoro, Hipercubo ou octácoro. Aspecto de 4
dimensões do cubo.

Hexadecácoro, também polícoro do tetraedro

Hecatonicosácoro. Polícoro do dodecaedro.


Icositetrácoro ou Hiperdiamante
quadridimensionalidade do octaedro

Hexicosácoro, também aspecto


quadridimensional do tetraedro.
Percebemos que o tetraedro possui três polícoros e o Icosaedro, nenhum.
Apesar disto, o conjunto de posícoros tem as mesmas ativações dos
poliedros, mas trazem para nossa consciência a perspectiva da
multidimensionalidade.

Também existem esferas na 4ª dimensão. A esfera de 2 dimensões é


o círculo. A esfera de 3 dimensões é a esfera. A esfera de 4 dimensões é
chamada de 3-esfera, ou esfera tridimensional, na qual o toro de clifford é um
subconjunto. O Toro de Clifford também é um objeto quadridimensional.
Podemos, então, compreender a relação interdimensional entre tórus e
esfera. Aspectos diferentes da mesma geometria! Tanto esfera quanto tórus
são os aspectos manifestos do ponto de singularidade. Meditar nestas
formas ativa a Totalidade em nós.
O Campo Holo-informacional Não-local e a Liberdade Consciêncial
Alain Aspect (Apud Goswami, 1993) mostrou a existência de relações não-
locais. O que foi confirmado em grande escala por Nicolas Gisin. (Apud
Goswami, 1993).
Goswami (1993) utiliza a existência de relações não- locais para nos trazer a
noção de transcendência, numa visão da mecânica quântica, como uma
realidade não-local fora do espaço-tempo. Relações não- locais são sinais
que conectam partículas, átomos, células, mentes, independente de tempo e
espaço, sincronizando-os.
Em experimentos realizados por Peeter Saari e Kaido Reivelt, do Instituto de
Física de Tartu, na Estônia, e por Lijun Wang (Apud Arantes, 1989) e
colaboradores do Instituto de Pesquisas NEC, em Princeton, Estados
Unidos, sinais luminosos foram acelerados a velocidades de até seis vezes a
velocidade da luz. Isto fez com que os sinais saíssem do túnel antes de
entrar. Isto é o efeito veio antes da causa. Apesar destes experimentos ainda
estarem relacionados a existência de ondas, o que não acontece nas
evidências de não-localidade, nos traz fenômenos que transcendem nossa
lógica causal. Em todos os experimentos sobre sinais superluminais, ou
ondas x como estão sendo chamados estes sinais, a causa pode acontecer
depois do efeito ou em alguns casos até ser eliminada por ele. Estas
anomalias, como dizem os físicos, nos fazem pensar em um universo onde o
tempo possa funcionar “de trás para frente”. O espaço-tempo sofre um abalo.
A compreensão da não-localidade como uma troca instantânea de
informação sem sinais nos traz a idéia de que a informação independe da
matéria ou da energia. Francisco Di Biasi (1999) e Mario Sérgio F. Rocha,
(1999) em seu texto: informação, auto-organização e consciência, citam
Norbert Wiener que diz “informação é informação, não é matéria nem
energia”. Eles dizem:
Wheeler (1990) e Chalmers (1995) perceberam a importância da informação
nesse contexto. Chalmers, ao afirmar que a informação deve ser
considerada uma propriedade tão essencial da realidade quanto a matéria e
a energia, e que a experiência consciente seja considerada uma
característica fundamental, irredutível a qualquer coisa básica. (DI BIASE E
ROCHA, 1999:3).
Eles afirmam mais adiante a relação entre informação e uma ordem básica
no universo definindo a informação como base de uma entropia negativa, ou
neguentropia, que fundamentaria o universo como uma grande mente. Se
referindo a não localidade Di Biase e Rocha afirmam a consciência como
uma característica holoinformacional do universo sendo ela uma totalidade
inteligente auto-organizadora indivisível.
John Wheeler, da universidade de Princeton afirma: “It from bit” que significa
algo como a existência vem da informação. Segundo ele o universo poderia
ser comparado a um grande computador quântico. Isto acontece por ser a
matéria capaz de processar informação. Sendo assim, “o Universo está
computando a si-mesmo... O Universo computa campos quânticos ,
substancias químicas, bactérias, seres humanos, estrelas e
galáxias...Computação é existência”( Lloyd e Jackin, 12.2004,pg. 49).Esta
computação se acelera para além da matéria quando o processo ocorre não-
localmente. Neste nível, poderíamos comparar o Universo, não a um
computador, mas a uma mente transcendente da matéria.
Amit Goswami (1993) em seu livro “O Universo Autoconsciente” nos
apresenta a hipótese do idealismo monístico onde considera a Consciência
como o elemento básico da realidade e a matéria como secundária. O
idealismo de Goswami (1993) é monístico pois considera o universo como
Consciência única de onde as diversas consciências se apresentam. O
grande erro da Física Moderna, segundo os mestres é a insistência numa
visão atomista do Universo. Em vez de buscar elementos básicos como
átomos, partículas ou cordas e membranas, deveria aprofundar o conceito de
um campo universal holoinformacional, dentro do desenho único do Tórus e
da Geometria Sagrada. A teia da Flor da Vida, como uma teia de Tórus
dentro de Tórus, é a estrutura informacional do Universo. Sendo ela N-
dimensional, holoinformacional e fractal.
OS DIVERSOS ESTADOS DA CONSCIÊNCIA

Nas últimas décadas, a psicologia começou a se interessar por um


estudo mais aprofundado da consciência. Deparou-se com fenômenos de
“transe”, estados não comuns de consciência que podiam ser causados por
drogas ou por meio de técnicas mediativas, respiratórias, entre outras. Dentro
da concepção ortodoxa, estes fenômenos eram vistos como patalógicos ou
eram desprezados.
A partir de então, estes pesquisadores traçaram um novo perfil de
consciência, além da antiga concepção consciente/inconsciente. Este novo
perfil, entretanto, foi relacionado com os antigos conceitos orientais sobre o
homem. Como nos fala Kenneth Ring: (Apud Weil, 1978) “Uma das primeiras
lições apreendidas pelos modernos estudiosos da consciência é o estado
rudimentar em que estão nossas concepções ocidentais de consciência.
Charles Tart observa que de acordo com Frederick Spiegelberg, em Sânscrito
existem vinte palavras para diferenciar estados de consciência: nós porém,
estamos acostumados a fazer uma única distinção entre o consciente e o
inconsciente.” (APUD WEIL, 1978 Vol. V: 55).
Nestes estudos recentes sobre a consciência, desenvolveu-se o
termo “estado de consciência” que se entende como “... uma estrutura, um
estilo de organização” (TART, 1979: 19) que a mente pode tomar num dado
momento na sua relação com o todo universal. A partir deste primeiro termo
surgiu o conceito de “estados alterados da consciência”, definido como um
estado diferente do estado de vigília em que normalmente nos encontramos
ao estarmos acordados.
Kenneth Ring (Apud Weil, 1978) nos apresenta um mapa concêntrico
da consciência partindo do centro com o consciente de vigília, passando pelo
pré-consciente, inconsciente psicodinâmico, inconsciente ontogenético,
inconsciente transindividual, inconsciente filogenético, inconsciente
extraterreno, superconsciente, e, por último, o vácuo.
MAPA CONCÊNTRICO DA CONSCIÊNCIA DE KENNETH RING

(Apud Weil, 1978 Vol. V:57)


Neste mapa, o consciente de vigília, o pré-consciente e o
inconsciente psicodinâmico são relacionados às instâncias da consciência
estudadas por Freud, (Apud Weil, 1978).
O inconsciente psicodinâmico foi bastante estudado pela psicanálise.
Os psicanalistas definiram fases no desenvolvimento da psique, encontrando
nas relações parentais a estruturação do psiquismo. A definição das relações
com os pais a partir do que chamaram “Complexo de Édipo” é o ponto central
da teoria psicanalítica.
Stanislav Grof (1971) acrescenta, entretanto,mais um aspecto deste
nível de inconsciente: os traumas físicos:

A psicologia, psiquiatria e psicoterapia tradicionais focalizam, de


modo exclusivo, traumas psicológicos. Os traumas físicos não são
encarados como influência direta no desenvolvimento do indivíduo
ou como participante na gênese da psicopatologia. Isto constrasta
agudamente com profundos trabalhos experiências em que as
lembranças de traumas físicos parecem ser de suprema importância
(...). As experiências de sérios traumatismo físicos representam uma
transição natural entre o nível biográfico (psicodinâmico) e o setor
cujos principais constituintes são os fenômenos gêmeos de
nascimento e morte (...). O fato de levarem a pessoa às portas da
morte e o extremo desconforto e dor, liga-os ao trauma do
nascimento. (GROF, 1971: 71)

Em suas experiências Grof (1971) diferencia 4 níveis da psique


humana: 1) A barreira sensorial; 2) O inconsciente individual; 3) O nível de
nascimento e morte; 4) O domínio transpessoal. O nível do nascimento e morte
é o que Ring chamou de ontogenético em seu mapa. Grof (1971) desenvolveu
um trabalho muito amplo sobre este nível e classificou a experiência intra-
uterina em 4 classes, ou como ele mesmo chamou, 4 matrizes perinatais
básicas (MPB). A 1ª MPB se relaciona com a vida intra-uterina propriamente
dita, caracterizada pela simbiose organísmica do feto com a mãe. A 2ª MPB
está relacionada aos primeiros sintomas do parto biológico onde o equilíbrio
original é perturbado. Simbolicamente, este estágio é revivido como um
“engolfamento cósmico” onde se sente uma opressiva ansiedade e certeza de
iminente perigo.
A 3ª MPB é muito complexa. Segundo Grof (1971) ela relaciona-se
com o segundo estágio clínico do parto biológico, onde continuam as
contrações uterinas, o colo do útero se dilata e o feto é impulsionado para fora.
Há nessa fase, uma luta pela sobrevivência; “em esmagadoras pressões
mecânicas e, muitas vezes, alto grau de anoxia e sufocamento” (Grof,
1971:211), havendo contato com sangue, muco, líquido fetal, etc. Grof (1971)
relaciona esta matriz com diversas patologias.
A 4ª MPB relaciona-se com o real nascimento da criança. Termina a
agonia da luta do nascimento. A tensão cede lugar ao relaxamento. Há a
separação da mãe com o corte do cordão umbilical. Surge a sensação de
liberdade extrema. Grof (1971) desenvolveu toda uma psicopatologia a partir
destas matrizes e mostra a real importância deste nível de nossa experiência
humana colocando-o como nível de transição entre os níveis pessoais e
transpessoais, por isso, sua importância se torna ainda maior.
Passamos, agora, ao inconsciente transindividual, 1ª instância
transpessoal de nossa psique. Ring caracteriza este nível pela identificação
do indivíduo “com outras pessoas ou com tipos universais” (Apud WEIL, 1978.
Vol. V:68), e classifica 4 subtipos das experiências transindividuais: 1)
Experiências ancestrais; 2) Experiências de encarnações passadas; 3)
Experiências coletivas e raciais; 4) Experiências arquetípicas.
Nas experiências ancestrais, os indivíduos exploram sua linhagem
genética, revivendo de seus ancestrais. Grof é novamente citado por Ring
(Apud Weil, 1978). Diz ele, que esta experiência é marcada pela convicção do
sujeito, de estar lendo o seu próprio código genético. Pierre Weil cita Thimoth
Leary com suas experiências com LSD e diz que com LSD os indivíduos
“revivem os ancestrais do homem, assim como toda evolução da humanidade,
reencontram mesmo, no código genético do ADN, a memória da existência
passada de seus ancestrais imediatos.” (WEIL, 1989:72).
As experiências de encarnações passadas estão atreladas ao
conceito de reencarnação. Como dissemos antes, este conceito vem do Egito,
passa pela Grécia, está presente nas filosofias e religiões orientais, é
encontrada na Cabala e no Zohar, livros sagrados Judaicos. Também o
encontramos no espiritismo, na teosofia e em diversas escolas esotéricas.
Esta presente na maioria das culturas do mundo.
As experiências coletivas e raciais se diferenciam das anteriores pelo
sujeito não acreditar ver sua própria experiência pessoal ou ancestral e sim
uma vivência coletiva, independente de sua raça, cultura, educação.
O conceito de arquétipos de Jung (1971) se faz presente nas
experiências arquetipais, onde os indivíduos experimentam contato com
símbolos e padrões humanos universais.
Passando para mais um nível inconsciente encontramos o nível
filogenético caracterizado pela vivência de etapas evolutivas da vida com um
todo. Ring cita Grof, (Apud Weil, 1978), as categorias que este apresentou:
Consciência de órgão, de tecido, de célula, onde o indivíduo sintoniza-se com
partes do corpo; consciência animal. Carlos Castañeda, (1976) em seus livros,
cita suas experiências neste nível. Os antigos xamãs indígenas passam por
este nível de consciência, onde se conectam com seus animais de poder, e os
mitos de lobisomem e minotauro também. Há também a identificação com
vegetais – a consciência vegetal; ou com a vida como um todo-unidade com a
vida e com toda a criação; ou com materiais inorgânicos; e, por fim, com todo
planeta.
Weil (WEIL 1989:70) reproduz o quadro sinótico de Ferenczi onde
este relaciona a filogênese com a ontogênese:
ONTO E
FILOGÊNESE
PERIGÊNESE
1ª Aparecimento da vida Manutenção das
CATASTROFE orgânica. células sexuais.
Aparecimento de seres Nascimento da célula

unicelulares sexual madura da
CATASTROFE
individualizados. glândula sexual.
3ª Início da reprodução
Fecundação.
CATASTROFE sexuada.
Evolução das espécies no

mar. Secagem do oceano, Nascimento.
CATASTROFE
adaptação à vida terrestre.
Desenvolvimento da
Aparecimento de espécies
5ª preeminência do
animais com órgãos
CATASTROFE órgão sexual. Período
sexuais. Era Glaciária,
da latência.
evolução até a
hormonização

(WEIL, 1989:70)

Ferenczi (Apud Weil, 1989) chamava catástrofe os fatos marcantes


dos 2 níveis de evolução. Ele nos apresenta um trabalho que mostra que a
filogênese reproduz-se na ontogênese. É uma participação teórica que ajuda
a compreender a vivência do inconsciente filogenético.
O nosso 7º nível de consciência é o inconsciente extraterreno, vivido
além de nosso planeta. Ring estabelece 3 tipos de vivências: 1) Experiências
fora do corpo; 2) Percepção extra-sensorial; 3) Fenômenos mediúnicos.
O 1º tipo de vivência, experiência fora do corpo, é muito citada em
diversas religiões. Ring cita Robert Monroe (Apud Weil, 1978) que escreveu
livros sobre o assunto (“Viagens fora do corpo” e “Viagens além do Universo”).
Está implícito neste tipo de vivência, a capacidade de que a consciência pode
existir além do corpo.
Ao estudar as experiências de indivíduos que passaram pela morte
clínica, o Doutor Raymond A. Moody (1978) encontrou uma série de
evidências que o levaram a concluir que a consciência pode existir fora do
corpo. Ele nos mostra isto em seu livro “Vida após vida”.
A percepção extra sensorial engloba fenômenos como telepatia,
clarividência, etc... E foi extensamente e comprovada pela Parapsicologia.
Os fenômenos mediúnicos envolvem contatos com espíritos
(inteligência não dotada de corpo material) e, como nas experiências fora do
corpo, tem como base a compreensão de consciências existindo sem corpo
físico.
Vamos aos fenômenos do supraconsciente, a penúltima região do
nosso mapa, onde o êxtase e a confluência com o universo como um todo são
as características principais. Explicando este nível, Ring cita John Lilly (Apud
Weil, 1978) que narra sua experiência:

Eu sou uma fina camada de todos aqueles seres em 3,


misturando-se ligados um ao outro em sua superfície esférica ao
redor do Universo inteiro.Nossas ‘costas’ estão viradas para o vácuo.
Estamos criando a energia, a matéria e a vida na face entre o vácuo
e toda a criação que é conhecida. Estamos olhando para o universo
conhecido criando-o, preenchendo-o. Sou uma unidade com eles –
distribuídos numa fina camada ao redor da esfera, com uma pequena
concentração ligeiramente maior, de mim, numa pequena zona. Sinto
a polêmica da Galáxia fluindo através de mim. Estou seguindo o
programa, o programa de conversão do vácuo em espaço, em
energia, em matéria, em vida, em consciência, em nós criadores. Do
nada, de um lado, para tudo criado no outro lado. Eu sou o próprio
processo da criação, incrivelmente forte, incrivelmente poderoso...
(Apud WEIL, 1978; Vol. V:59).

Lembrando do conceito de Deus manifesto e imanifesto, presente no


esoterismo, este nível é a compreensão total do manifesto em seu próprio
processo de manifestação.
O último nível, o vácuo, seria a vivência do imanifesto, a
compreensão do UNO. O estado além dos estados, indivisível pois manifesto.
Não seria mais um nível de consciência.

Conhecendo estes níveis, vemos como o homem é possuidor em si


de todo o universo. Este mapa de Kenneth Ring (Apud Weil, 1978) encontra
paralelos com outros, de Pierre Weil, (1979) do próprio John Lilly (Apud
Tabone, 1993).
Pierre Weil, (1989) em seu livro “Fronteira da Regressão”, utiliza este
termo, regressão, para explicar estes níveis da consciência. O indivíduo
utilizaria a memória (cortical, subcortical, celular, ADN, ARN, Atômica
energética, potencial) dependendo do nível regressivo em que se encontrar.
Entretanto, alguns destes fenômenos acontece no presente – saídas do corpo,
fenômenos mediúnicos – ou mesmo no futuro – clarividência. Desta forma, o
termo regressão não funciona bem em todos os casos. Por isso, prefiro utilizar
o termo ampliação, em lugar de regressão, e potencial em lugar de memória.
O termo regressão,ainda, está preso dimensão espaço – tempo /que
discutimos,/ e alguns níveis transcendem esta circunscrição dimensional.
Sendo assim, a consciência não regrediria a níveis de memória, mas, se
ampliaria atualizando seus potenciais. A parte não guardaria só informações
sobre o todo, mas, o todo realmente, potencialmente.
Estes níveis de consciência encontram paralelo no conceito místico
de “corpos”. Em muitas religiões se diz que Deus projetou mônadas, ou partes
de si, e estas foram se projetando em cada nível ou plano dimensional. Desta
forma, foram criando-se corpos, até se chegar no plano físico com o corpo
físico. “Na 2ª fase da criação, a energia emanada de Deus vai interpenetrando
os diversos planos, revestindo-se da substância de cada uma, assimilando
conhecimentos, até alcançar o mais grosseiro, o Físico.” (GOMES, 1989: 17).
Na teosofia, o uno se diferenciou e “desceu” a dimensões ou planos.
Plano divino ou Adi, Plano modárdico, Plano nirvânico, Plano Búdico, Plano
mental, Plano astral, e, por fim Plano físico. Nesta descida, a mônada foi
adquirindo corpos. Madame Blavatsky (1971) apresenta-nos um quadro,
mostrando e explicando estes corpos, em seu livro “A chave da teosofia”.
(BLAVATSKI, 1971:86)
OS CORPOS DO HOMEM
TERMOS SIGNIFICADO
EXOTÉRICO EXPLICAÇÃO
SÂNSCRITOS
a) Rupa, ou a) É o veículo de todos os outros
a) Corpo físico
Sthula-sarira “princípios” durante a vida
b) Necessário apenas a a, c, d e
b) Vida, ou às funções do Manas, inferior,
b) Prana
princípio vital que englobam todas as
limitadas ao cérebro (físico).
c) Linga –
c) Corpo Astral c) Duplo, ou corpo fantasma
Sarira
d) Este é o centro do homem
d) A sede dos animal, onde fica a linha de
d) Kama –
desejos e paixões demarcação que separa o
Rupa
animais. homem mortal da entidade
imortal.
e) O estado futuro e o destino
Kármico do homem dependem
e) Mente, de Manas gravitar mais em
inteligência que direção a Kama-Rupa, a sede
é a mente das paixões animais, ou mais
e) Manas um
humana em direção a Buddhi, o ego
princípio
superior cuja espiritual. No último caso, a
dual em
luz, ou radiação consciência superior das
suas
une a mônada aspirações espirituais
funções
durante a vida, individuais da mente (Manas)
ao homem assimilando Buddhi, são
mortal. absolvidas por este e formam
o Ego, o qual entra em deleite
devachânico.
f) O veículo do espírito puro
f) Buddhi f) Alma espiritual
universal.
g) Um com o Absoluto, com sua
g) Alma g) Espírito radiação (Blavatsky, Sd, pág.
85/86).
(BLAVATSKI, 1971:85 e 86)

Este quadro, como foi dito por Madame Blavatsky, é uma síntese da
compreensão budista do homem. A teosofia muito se baseia no Budismo.
Na Yoga, há também uma divisão que muito se assemelha a esta.
Nos diz Haridas Cahudhuri: (Apud Tart, 1975) “De acordo com a Psicologia
Yoga, a personalidade constitui uma estrutura de múltiplos níveis ou
multidimensional. Possuem diversos níveis ou dimensões tais como: o Físico
(annamaya), o racional ou gnóstico (Vijnanamaya), a função do eu (ahankara),
função da memória com suas impressões e suas disposições latentes (Smiriti
e Samkaras) o puramente espiritual (amandamaya) e o ontológico (Brahman
sunyata)” (APUD TART,1975:21).
Falando sobre Hermes, Edouard Schuré (1986) nos mostra a visão
hermética do homem:

E o grande setenário que abraça o Universo, não vibra


unicamente nas sete cores do arco –íris, nas sete notas da gama,
mas, manifesta-se também na constituição do homem, que é triplo
por essência mas, sétuplo por sua evolução”. E continua em nota de
rodapé: “Vamos dar aqui os termos egípcios desta constituição
setenária do homem que se encontram na cabala: Chat, corpo
material, Auch, força vital; Ká, duplo etéreo ou corpo astral; Hati, alma
animal;Bai, alma racional; Cheibi, alma espiritual; Ku, espírito divino.
Encontrar-se-á o desenvolvimento destas idéias fundamentais da
doutrina esotérica mais adiante no livro de Orfeu e, sobretudo no de
Pitágoras. (SHURÉ, 1986: 44).

Na Cabala, existem 10 planos da existência, que são chamadas as


10 sephirot e formam a Àrvore da vida. Keter, a Sephirah da coroa pertenceria
ao primeiro dos quatro mundos: Olam Atzilut, ou mundo da nobreza, onde se
encontra o nível divino. O segundo mundo, o mundo da criação ou Olam há-
Briah, onde as idéias tomam forma, envolvem a Sephirot Chokmah e Binah.
Olam ha-Yetzirah, o mundo da formação, envolve Chesed, Gueburah,
Tipharet, Netzach, Hod e Yesod. No mundo mais denso, Olam há-Assiah,
encontramos a última Sephirah: Malkut, o plano Físico.
Nestas várias Sephirot e nestes vários mundos encontramos a alma
do homem. Segundo David Godwin:
“A alma tem três partes: neshamah, ruash e nephesh...Em todo
caso,nephesh não é a mesma coisa que o corpo físico, que se chama
guph, mas melhor representa os instintos animais. Ruash é a
faculdade racional e neshamah é a alma mais alta. Na Árvore da
Vida, neshamah corresponde as Sephirot Supremas, ruash a
Tipharet e as quatro Sephirot que a cercam, nephesh a Yesod e guph
a Malkut .(Godwin,2004:30)
Podemos ver então que diversas religiões e filosofias compreendem
o homem como o ser possuidor de vários aspectos, sugerindo um paralelo
com a nova cartografia da consciência dos Psicólogos transpessoais.
Nem todas as religiões falam de tantos níveis ou corpos do homem.
Algumas subdividem o homem em menos aspectos, mas respeitam sempre a
existência da essência divina neste:
Os druidas pregavam que em sua longa peregrinação, a alma
percorre três círculos, que correspondem a três estados sucessivos.
No anoufn, onde se originam, período mais primitivo, imersa na
matéria, sofre o julgo da animalidade. Em seguida, penetra no abred,
círculo das migrações que povoam os mundos das experiências e
dos sofrimentos, quando, mais depurada, completa seu aprendizado
em diversos orbes. A Terra é um deles e a alma nela reencarna
muitas vezes. À custa de incessante luta, liberta-se das influências
materiais, livrando-se da roda das encarnações. Continua sua
jornada em gwynfyd, círculo dos mundos venturosos ou da felicidade,
completamente desportada de anseios e sentimentos terrenos.
Além dessas duas regiões, encontra-se o ceugat, círculo do
infinito, morada da essência divina, que engloba todos os outros.
(GOMES, 1989: 100).

Segundo Wade Davis, (1985) o Vodu, religião praticada no Haiti e


muito semelhante ao Candomblé brasileiro, nos fala de vários níveis ou
dimensões no homem:

...os componentes básicos do homem: o z’étoile, o Gros bon


ange, o ti bon ange, o n’ame e o corps cadavre. Este último é o
próprio corpo, a carne e o sangue. O n’ame é o espírito da carne que
permite a cada célula do corpo funcionar. É a presença residual de
n’ame, por exemplo, que dá forma ao cadáver muito depois da morte
clínica do corpo...
O z’étoile é o único componente espiritual que não reside no
corpo. É a estrela do destino do indivíduo, e é vista como uma cabaça
que transporta a esperança do indivíduo e todos os muitos eventos
ordenados para a próxima vida da alma...
Os dois aspectos da alma vodu, o ti bon ange e o Gros bon
ange...se o Gros bon ange é a energia indiferenciada, o ti bon ange
é a parte da alma diretamente associada ao indivíduo...
...Após a última das 16 reencarnações, o espírito vai para
Damballah Wedo, onde se torna indiferenciado como parte do Djo, o
sopro cósmico que envolve o universo. (DAVIS, 1985:171,172 e 173).

Nas religiões Cristãs, inclusive no Espiritismo encontramos uma


divisão, mais simples: corpo,alma e espírito. Um finito, outro eterno mas
individualizado,que carrega as características pessoais, e outro eterno,
“imagem e semelhança de Deus”.
É interessante a presença de uma visão multidimensional em várias
religiões e culturas diferentes se afinando com as cartografias atuais da
consciência. Dentro desta visão de homem multidimensional pode-se supor
que o processo humano é “a subida até a mônada” ou, ampliação da
consciência até o vácuo. Neste processo, o homem entra em contato com o
seu ser divino, ou melhor, se torna uno com o Absoluto, com o Universo com
todos os seres em todos os níveis. A seguir, mostramos um quadro, onde
diversas cartografias podem ser observadas, e onde fica fácil observar as
semelhanças entre diferente visões científicas e religiosas da
multidimensionalidade humana e cósmica.
ASSAGIOLI
JUNG
- INCONSCIEN
- PERSO TE INFERIOR DE ROPP GROF
NA - INCONSCIEN
- EGO TE MÉDIO - SONO S/ - NÍVEL DA
- SOMBR - INCONSCIEN SONHOS BARREIRA
A TE SUPERIOR - SONO C/ SENSORIAL
- ANIMA OU SONHOS - NÍVEL
OU SUPERCONS - SONO PSICODINÂMIC
ANIMU CIENTE ACORDADO O
S - CAMPO DA - TRANSCEN - NÍVEL
- SELF CONSCIÊNCI DÊNCIA DO PERINATAL
- INCON A EU - NÍVEL
SCIENT - EU - CONSCIÊNC TRANSPESSOA
E CONSCIENTE IA CÓSMICA L
- COLETI OU SELF
VO PESSOAL
- INCONSCIEN
TE COLETIVO
KEN PIERRE KENETH RING
WILBER WEIL
- VIGÍLIA
- SOMB - PÓS- - PRÉ-
RA UTERINO CONSCIENTE
- EGO - INTRA- - INC.
PROJECIOLOGI
- BIO UTERINO PSICODINÁM
SOCI - PRÉ-UTERINO ICO A
AL *Fecundação - ONTOGENÉT
- CORPO FÍSICO
- EXIST ICO
ÊNCIA *Espermatozói - TRANSINDIVI - HOLOCHACRA
- TRAN - PSICOSSOMA
de e DUAL
- MENTALSOMA
SPES óvulo - FILOGENÉTI
SOAL - PROGRAMA CO
- MENT GENÉTICO - EXTRATERR
E *ADN ENO
(UNIV *Ancestral - SUPERCONS
ERSO *Animal CIENTE
) *Vegetal - VÁCUO
*Celular
*Mineral
*Molecular
*Atômica
*Energética
- METAPROGR
AMA
POTENCIALIZ
AÇÃO ZONA
DO VAZIO
LILLY/ GURDJIEFF
BÁRBARA A.
BRENNAN JOHN
+3 3 - Satori-
Consc. Cósmica PIERRAKOS
- CORPO
+6 6 - Fonte de
FÍSICO - CORPO
cons. +
+12 12 - Consc. - CORPO FÍSICO
Corpórea e planetária ETÉRICO - CAMPO
- CORPO BIOELÉTRICO
+24 24 - Estado
EMOCIONAL (DUPLO
de concentração
- CORPO ETÉRICO)
+48 48 - Vigília
MENTAL - CORPO
+24 96 -
Dor,culpa,medo,embriaguê - CORPO EMOCIONAL(AS
s ASTRAL TRAL)
- CORPO - CORPO
+12 192 - Extrema
ETÉRICO MENTAL
dor de cabeça
PADRÃO - CORPO
+6 384 - Contato
- CORPO ESPIRITUAL
c/ Fonte de cons. –
CELESTIAL
+3 768 - Inferno,
fusão com o mal,terror - CORPO

CARTOGRAFIAS DA CONSCIÊNCIA
Quadro sintético de diversos níveis de consciência dentro de
várias teorias e tradições espirituais.
PATHWO
RK
(EVA
PATRICK DOUOT
PIERRAK
OS)
- NC 7 – VIGÍLIA
- NC 14 – CORPO
- MÁSCA
ADORMECIDO,
RAS
ONDAS ALFA
- AUTO CRISTIANIS
- NC 21 –
IMAGE MO
SENSAÇÃO DE ESPIRITISMO
M
EXPANSÃO
IDEALIZ - CORPO
- NC 28 – - FÍSICO
ADA
FRONTEIRA - PERISPÍRITO
- EU - ALMA
ENTRE FÍSICO - ESPÍRITO
INFERI
E EXTRAFÍSICO
OR - ESPÍRITO
- NC 35 – ALÉM
(SOMB
DO TEMPO E
RA)
ESPAÇO
- EU
- NC 42 – LUZ E
SUPERI
UNICIDADE
OR
- NC 49 - VÁCUO
- CENTE
LHA DE
DEUS
BUDISMO E
TEOSOFIA VISÃO
CABALÍSTICA
- RUPA OU E
STHULASA HERMÉTICA
KAHUNAS RIRA
(FÍSICO) - CHAT
- UNIHIPIL - PRANA (FÍSICO)
TRADIÇÃO - AUNCH
I: EU - LINGA-
LAKOTA (PRANA)
BÁSICO SARIRA
- UHANE: (ASTRAL) - KÁ (CORPO
- MUNDO
EU - KAMA- ASTRAL)
INFERIOR
MÉDIO RUPA - HATI (ALMA
- MUNDO MÉDIO
- AKUAHA (SEDE DOS ANIMAL)
- MUNDO
IAMIO: DESEJOS) - BARI (ALMA
SUPERIOR RACIONAL)
EU - MANAS
SUPERI (MENTE) - CHEI BI
OR - BUDHI (ALMA
(ALMA ESPIRITUAL)
ESPIRITUA - KU
L) (ESPÍRITO
- ATMA DIVINO)
(ESPÍRITO)
YOGA DRUÍDAS VODOO GRUPO
AVATAR
- ANAMAY - MUNDOS - CORPS
A - ANOUFN – CADAVRE- - FÍSICO
(FÍSICO) ANIMALIDADE FÍSICO - ETÉREO
- PRANAM - SBRED- CICLO - N’AME- - MENTAL
AYA DAS ETÉRICO - EMOCIONAL
(ETÉRE MIGRAÇÕES E - TI BON - SANTO SER
O) EXPERIÊNCIAS ANGE- CRÍSTICO
- MANOM - GWYNFYD- ALMA - CORPO
AYA CIRCULO DOS INDIVIDUA CAUSAL
(EMOCI MUNDOS L - PRESENÇA
ONAL) VENTUROSOS - GROS BON “EU SOU”
- VIJNANA - CEUGAT- ANGE- - CORPO DE
MAYA INFINITO, ALMA LUZ BRANCA
(MENTA ESSÊNCIA VIVA INDIFEREN
L) CIADA
- AHAMKA - Z’ÉTOILE-
RA ESPIRITO
(FUNÇÃ
O DO
EU)
- ANANDA
MAYA
(TRANS
CENDEN
TAL)
- ATMAN
(ESPIRIT
O)
ROSACRUZ MAX HEINDEL
LOGOSOFIA
- CORPO DENSO
- SISTEMA INSTINTIVO - CORPO VITAL- ETÉRICO
- SISTEMA SENSÍVEL - CORPO DE DESEJOS
- SISTEMA MENTAL - MENTE
INFERIOR SUPERIOR - ESPÍRITO HUMANO
- ESPÍRITO - ESPÍRITO DE VIDA
- ESPÍRITO DIVINO
(Quadro criado pelo autor)

Como dissemos antes, vendo a consciência como um epifenômeno do sistema


nervoso, é impossível compreendermos estes trabalhos da parapsicologia e da
psicologia transpessoal. Para entendermos as diversas dimensões da
consciência temos que procurar a consciência para além do sistema nervoso. A
física quântica pode nos ajudar com esta busca, nos emprestando os conceitos
de não-localidade e velocidades superluminais. Mas, somente através da
libertação da consciência na Ascensão é que poderemos vivênciar a infinitude da
experiência multidimensional e perceber que somos Um com a Consciência
Cósmica.
Esperamos que estas informações auxiliem você em seu processo
ascensional. Se você for terapeuta, espero que lhe ajude a auxiliar aqueles
que te procurarem com os sintomas ascensionais. Experimente os exercícios
que estamos disponibilizando em nossos vídeos. Eles auxiliarão em muito
seu processo de ascensão. Quando trabalhamos por nossa ascensão,
trabalhamos por todo o planeta. Ou seja, nossa responsabilidade envolve
toda a rede de seres do planeta. Estamos muito próximos de uma libertação
planetária que irá transformar a Terra em um planeta de iluminados. Você faz
parte deste processo! Iant fantar ( Iant Fantar significa Somos Um)

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