Você está na página 1de 7

MASP - Histórias da Arte Moderna e Contemporânea | 2o semestre 2019

Bibliografia:

Livros gerais introdutórios:

ARGAN, Giulio Carlo, Arte Moderna: do iluminismo aos movimentos contemporâneos,


Tradução Denise Bottmann, Frederico Carotti, São Paulo: Companhia das Letras, 1992.

ARCHER, Michel. Arte contemporânea: uma história concisa. São Paulo: Martins Fontes,
2001.

CAUQUELIN, Anne. Arte contemporânea: uma introdução. São Paulo: Martins Fontes,


2005.

GOMBRICH, Ernst H., A história da arte, 15ª ed. Tradução Álvaro Cabral. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan S.A., 1993.

Livros gerais aprofundados:

Coleção “Arte Moderna: Práticas e debates” da Open University.

Volume 1: Modernidade e modernismo: a pintura francesa no século XIX, São Paulo:


Cosac Naify Edições, 1998.

Volume 2: Primitivismo, Cubismo, Abstração: começo do século XX, São Paulo:


Cosac Naify Edições, 1998.

Volume 3: Realismo, racionalismo, surrealismo: a arte no entre-guerras, São Paulo:


Cosac Naify Edições, 1998.

Volume 4: Modernismo em disputa: a arte desde os anos quarenta, São Paulo: Cosac
Naify Edições, 1998.

ARGAN, Giulio Carlo. A arte moderna na Europa: de Hogart a Picasso. Tradução


de Lorenzo Mammi. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.

CLARCK, T.J. Modernismos. São Paulo: Cosac & Naify, 2007.

SCHAPIRO, Meyer. A arte moderna: séculos XIX e XX. Tradução de Luiz Roberto Mendes
Gonçalves. São Paulo: EDUSP, 1990

ZANINI, Walter (org.). História geral da arte no Brasil. São Paulo: Fundação Djalma
Guimarães: Instituto Walther Moreira Salles, 1983.

Livros teóricos:
BATTCOCK, Gregory, A nova arte, DORE, Ashton et al, São Paulo: Perspectiva, 2004

CHIPP, H. B. Teorias da arte moderna. São Paulo: Martins Fontes, 1988.

HARRISON, C. e WOOD, P (eds) Art in Theory 1900-1990, Oxford, Blackwells, 1992.

HARRISON, Charles. Modernismo. São Paulo: Cosac & Naify Edições, 2000.

Aula 1 | Moderno e Modernidade: introdução aos conceitos. Revoluções industriais e sociais:


a poesia e a vida na capital do século 19. As exposições universais e o contexto imperialista.

BAUDELAIRE, Charles, O pintor da vida moderna, [Org.] DUFILHO, Jerôme ;


TADEU, Tomaz, Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2010.

------------------------------, As flores do mal, Edição bilíngue, Tradução Ivan


Junqueira, São Paulo: Nova Fronteira, 2015

BENJAMIN, Walter. Charles Baudelaire: um lírico no auge do capitalismo.


Tradução de José Carlos Martins Barbosa e Hemerson Alves Baptista. 2. ed. Rio de
Janeiro: Brasiliense, 1991 (Obras escolhidas, vol. III).

Aula 2 | Pintar ou mudar a capital: o artista como cronista, produtor autônomo ou agitador
político. Os salões oficiais e seus recusados. A experiência da Comuna de Paris.

BATAILLE, Georges, Manet, Ohio: Ed. Skira, 1955. Pode ser lido aqui:
https://monoskop.org/images/7/70/Bataille_Georges_Manet_Biographical_and_Critic
al_Study.pdf

CLARK, T. J, A pintura da vida moderna, Tradução José Geraldo Couto, [Org]


MICELI, Sergio, São Paulo: Companhia das Letras, 2004

----------------, Image of the people: Gustave Courbet and the 1848 revolution,
Londres: Thames and Hudson, 1973.

MARX, Karl & ENGELS, Friedrich, O manifesto comunista, 12a ed. Tradução Maria
Lucia Como, Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998

Aula 3 | Imagens em massa e imagens da massa: a invenção da fotografia e da pintura ao ar


livre. O impressionismo e os subúrbios parisienses. A autonomia do olhar e a reinvenção da
crítica de arte.

BAUDELAIRE, Charles, “O público moderno e a fotografia, In: Ensaios sobre


fotografia, de Niépce a Krauss [Org.] TRACHTENBERG, Alan, Lisboa: Orfeu
Negro, 2003. Disponível no link:
https://fotografiaeteoria.files.wordpress.com/2015/05/a-
trachtenberg_p2_baudelaire.pdf

KRAUSS, Rosalind E., “O impressionismo: narcisismo da luz”, In: O fotográfico,


Barcelona: Editorial Gustavo Gili, 2002
REWALD, John, A história do impressionismo, São Paulo: Martins Fontes, 1991

ZOLA, Émile. Écrits sur l’art, édition établie, présenée et annotée par Jean – Pierre
LeducAdine. Paris: Gallimard, 1991

Aula 4 | O interesse pelo “primitivo” nos salões independentes. O fauvismo entre máscaras
africanas e maçãs de Cézanne. A natureza do moderno e seu avesso colonial.

CEZANNE, Paul, Correspondência, 1a edição, São Paulo: Martins Fontes, 1992

MERLEAU-PONTY, Maurice. “A Dúvida de Cézanne”. In: _______. O olho e o


espírito. São Paulo: Cosac Naify, 2004: 125.

RILKE, Rainer Maria. Cartas sobre Cézanne, Rio de Janeiro: 7Letras, 2006.

RUBIN, W. (ed.) Primitivism in 20th Century Art: Affinity of the Tribal and the
Modern, catálogo da exposição, Museu de Arte Moderna de Nova York, 1984

Aula 5 | Decomposição, abstração e construção: o Cubismo em movimento nas vanguardas


internacionais. Revolução, engajamento e pesquisa. Artistas na sala de aula: Vkhutemas,
Bauhaus, De Stjill.

APOLLINAIRE, Guillaume. Pintores cubistas: meditações estéticas. Tradução de


Sueli Tomazini Barros Cassal. Porto Alegre: L&PM, 1997.

ARGAN, Giulio Carlo. Walter Gropius e a Bauhaus. Tradução de Joana Angélica


d’Ávila Melo. Rio de Janeiro: José Olympio, 2005.

BOERSMA, Linda. 0,10. The Last Futurist Exhibition of Painting, Rotterdam: 010
Publishers, 1994.

JALLAGEAS, Neide, Vkhutemas: o ensino das artes sob o signo da revolução russa,
São Paulo: Edições Aurora, 2015. Pode ser lido aqui:
http://www.edicoesaurora.com/ensaios/Ensaio4.pdf

Aula 6 | Conferência com Thiago Gil


A Antropofagia de Oswald de Andrade e o “primitivo" como antidote: Vicente do Rego
Monteiro, Cícero Dias, Tarsila do Amaral e Maria Martins.

AMARAL, Aracy. Tarsila: sua obra e seu tempo. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo:
Ed.34; Edusp, 2003[2010].

ANDRADE, Oswald de. "Em prol de uma pintura nacional" In: Estética e Política.
Organização, introdução e notas Maria Eugenia Boaventura. 2.ed. ver. e ampl. São
Paulo; Globo, 2011a. (Obras Completas de Oswald de Andrade).

ANDRADE, Oswald de.  "Manifesto da Poesia Pau Brasil";"Manifesto Antropófago"


Estética e Política. In: A utopia antropofágica. 4. ed. São Paulo: Globo, 2011b.
(Obras Completas de Oswald de Andrade).
ASSIS FILHO, Walmir S. Cícero Dias, oito décadas de pintura: catálogo. Curitiba:
Museu Oscar Niemeyer, 2006.

MARIA Martins: Metamorfoses. Curadoria e texto Veronica Stigger; textos de Raul


Antelo e Tiago Mesquita. São Paulo: Museu de Arte Moderna de São Paulo, 2013.
Disponível em http://mam.org.br/en/wp-content/uploads/sites/2/2014/06/Completo-
MM_Catalogo.pdf

MONTEIRO, Vicente do Rego. Do Amazonas a Paris: as lendas índigenas de


Vicente do Rego Monteiro. Organização de Jorge Schwartz. São Paulo:
EDUSP;Imprensa Oficial, 2005.

ZANINI, Walter. Vicente do Rego Monteiro: vida e obra. São Paulo: Empresa das
Artes, 1997.

Aula 7 | O readymade entre Dadaísmo e Surrealismo. Retirada e avanço, nonsense e


estratégia. Qualquer coisa na hora certa: a pintura como instantâneo fotográfico.

BRETON, André, Nadja (1928), Trad. Ivo Barroso, São Paulo: Cosac & Naify, 2007.

———————, Manifesto Surrealista (1924), Disponível em:


http://www.culturabrasil.org/zip/breton.pdf

CABANNE, Pierre. Marcel Duchamp: Engenheiro do Tempo Perdido, São Paulo:


Ed. perspectiva, 1987.

DUCHAMP, Marcel, “O ato criador”, In BATTCOCK, Gregory, A nova arte, DORE,


Ashton et al, São Paulo : Perspectiva, 2004

DE DUVE, Thierry, "Pictorial Nominalism; On Marcel Duchamp's Passage from


Painting to the Readymade" Minneapolis: University of Minnesota Press, 1991.

RICHTER, Hans. Dadá: arte e antiarte. São Paulo: Martins Fontes, 1993.

Aula 8 | Degeneração, expressão e crítica social na Alemanha: As escolas da forma, do signo


e da boêmia contra o Nazismo.

BARRON, Stephanie (org.). Degenerate Art: The Fate of the Avant-Garde in Nazi


German, Los Angeles County Museum of Art, New York : H.N. Abrams, 1991.

BEHR, Shulamith. Expressionismo. São Paulo: Cosac & Naif, 2000.

MATTOS, Cláudia Valladão de., Lasar Segall. São Paulo: Edusp, 1997.

KANDINSKY, Wassily. Do espiritual na arte. São Paulo: Martins Fontes, 2001

[Filme: A arquitetura da destruição, 1989, SWE, 123”, dir: Peter Cohen]


Aula 9 | High e Low, kitsch e vanguarda: o papel da indústria cultural, da crítica de arte e do
expressionismo abstrato no contexto norte-americano. Modernismo, liberdade e ideologia.

GREENBERG, Clement. “Kitsch e vanguarda” in Arte e Cultura. São Paulo: Ática,


1996.

------------------------------. “Pintura Modernista” in: Clement Greenberg e o debate


crítico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997

HORKHEIMER, Max & ADORNO, Theodor. A indústria cultural: o iluminismo


como mistificação de massas. Pp. 169 a 214. In: LIMA, Luiz Costa. Teoria da cultura
de massa. São Paulo: Paz e Terra, 2002. 364p

GUIBAULT, Serge, How New York Stole the Idea of Modern Art: Abstract
Expressionism, Freedom, and the Cold War, Chicago, University of Chicago Press,
1983.

HESS, Thomas B, “A história de duas cidades” In BATTCOCK, Gregory, A nova


arte, DORE, Ashton et al, São Paulo: Perspectiva, 2004

Aula 10 | O efeito Duchamp: consumo, reprodução e crise da autoria na Arte Pop. A pintura
como imagem de si mesma.

DANTO, Arthur, A Transfiguração do Lugar Comum, Trad. Vera Pereira, Cosac


Naify, 2006)

--------------------, Andy Warhol, São Paulo: Cosac & Naify, 2012.

CRIMP, Douglas. “Sobre as ruinas do museu” In Sobre as ruinas do museu, São


Paulo: Martins Fontes, 2006.

FRANCIS, Harris [Ed.] POP, FOSTER, Hal, London: Phaidon Press, 2005

Aula 11 | Conferência com Sergio Martins (RJ)


"Concretismo, Neoconcretismo e a Teoria do Não-Objeto"

ACRESCENTAR BIBLIOGRAFIA

Aula 12 | Minimalismo, arte pòvera, arte processual, arte conceitual: novas vanguardas
internacionais reunidas na exposição When Attitudes become form (1969).

BACHELOR, David. Minimalismo. São Paulo: Cosac & Naify, 1999.

JUDD, Donald, “Objetos específicos”, In Escritos de artistas anos 1960 e 1970,


FERREIRA, Glória & COTRIM, Cecília [ORGS.], Rio de Janeiro: Jorge Zahar
Editor, 2006.

KRAUSS, Rosalind. Os caminhos da escultura moderna. São Paulo: Martins Fontes,


2001.
KWON, Miwon, One place after another: Notes on Site Specificity, October, Vol. 80.
(Spring, 1997), pp. 85-110. Pode ser lido aqui:
http://cam.usf.edu/CAM/exhibitions/2008_8_Torolab/Readings/One_Place_After_An
oterMKwon.pdf

When Attitudes become form, Bern 1969 / Venice 2013, CELANT, Germano [Ed.],
Milan: Progetto Prada Arte, 2013

SZEEMANN, Harald, Méthodologie individuelle, DERIEUX, Florence [Ed], Paris,


Les presses du réel, 2008

Aula 13 | A fotografia como arte, a arte como fotografia: olhares artísticos e conceituais sobre
o mundo dos objetos. Museus imaginários e livros de artista.

Light years: conceptual art and the photograph, 1964-1977, WITKOVSKY, M. S.


[Org.], New Haven and London: Yale University Press, 2011.

William Egleston: a cor americana, NOGUEIRA, Thyago [Org.]. São Paulo, Instituto
Moreira Salles, 2015

RUSCHA, Ed. Twentysix Gasoline Stations, Third Edition, Cunningham Press


Alhambra, California, 1969

WALL, Jeff, “Marcas da indiferença” In Revista ZUM #12, São Paulo: Instituto
Moreira Salles, 2017

Aula 14 | Formas híbridas de arte: happening, performance e instalação. Formas indefinidas


de história: anti-moderno, pós-moderno, contemporâneo.

BELTING, Hans. O fim da história da arte. São Paulo: Cosac & Naify, 2006.

Installation Art: a critical history, BISHOP, Claire [Ed.], London: Tate Publishing,
2005.

DANTO, Arthur C. Após o fim da arte: arte contemporânea e os limites da história.


São Paulo: Edusp, 2006.

KAPROW, Allan, “O legado de Jackson Pollock” (1958) In Escritos de artistas anos


1960 e 1970, FERREIRA, Glória & COTRIM, Cecília [ORGS.], Rio de Janeiro:
Jorge Zahar Editor, 2006.

O que á Fluxus? O que não é! O porquê = What's Fluxus? What's not! Why,
HENDRICKS, Jon [Ed.] SALLES, Evandro [Coord.]; textos por DANTO, Arthur C.
et al.], Brasília: CCBB, 2002

Aula 15 | Conferência com Ana Maria Maia (SP)


“Hoje a arte é esse comunicado!” - algumas estratégias conceitualistas

ACRESCENTAR BIBLIOGRAFIA
Aula 16 | A emergência do curador como autor e o fantasma de um novo árbitro do gosto.
Instituição, crítica e comunidade. Feminismo nos anos 1970 e retorno à pintura nos anos
1980.

BISHOP, Claire. “O que é um curador? A ascensão (e queda?) do curador auteur”,


Trad. Daniel Jablonski, In Concinnitas | ano 16, volume 02, número 27, dezembro de
2015.

FRASER, Andrea, “O que é critica institucional?” Trad. Daniel Jablonski, In


Concinnitas | ano 15, volume 02, número 25, dezembro de 2014.

NOCHLIN, Linda, Por que não houve grandes mulheres artistas?, Trad. Juliana
Vacaro, São Paulo: Edições Aurora, 2016. Pode ser lido aqui:
http://www.edicoesaurora.com/ensaios/Ensaio6.pdf

OBRIST, Hans U. Uma breve história da curadoria, São Paulo: BEI. Comunicação,
2010. 

Aula 17 | Arte por toda parte: o boom das bienais, galerias, feiras e leilões. Obsolescência do
novo e as potências do passado: outras estratégias museológicas na construção de narrativas
históricas.

BARTHES, Roland, “A morte do autor”, In O Rumor da Língua. São Paulo: Martins


Fontes, 2004. Pode ser lido aqui:
http://www.artesplasticas.art.br/guignard/disciplinas/critica_1/A_morte_do_autor_bar
thes.pdf

BISHOP, Claire, Radical Museology: Or What's Contemporary in Museums of


Contemporary Art?, London: Koenig Books, 2013

CRIMP, Douglas. “A atividade fotográfica no pós-modernismo” & “Aporpriando-se


da apropriação”, In Sobre as ruinas do museu, São Paulo: Martins Fontes, 2006.

HEARTNEY, Eleanor. Pós-Modernismo. São Paulo: Cosac Naify Edições, 2002.

Making Art Global Part 2: Les magiciens de la terre 1989, STEEDS, Lucy et al,
London: Afterall Books, 2013

Você também pode gostar