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MANUAL CSR25M

APRESENTAÇÃO,
MECÂNICAE INSTALAÇÃO
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Manual

Atuador - Linha CSRM

CSR25M

Emissão Original: Junho/2009


Versão: 1
Código: MN055
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Sumário

SEÇÃO 1- Apresentação.....................................................................................................4

1. Identificação...................................................................................................................5
2. Introdução......................................................................................................................5
3. Recomendações de técnicas de segurança para o usuário...........................................5
4. Função do Atuador no Sistema......................................................................................6
5. Modelos de Atuadores....................................................................................................7

SEÇÃO 2 – Mecânica........................................................................................................ 8

1. Introdução......................................................................................................................9
2. Modelos de Atuadores....................................................................................................9
3. Detalhes Construtivos dos Atuadores...........................................................................10
4. Dados Construtivos......................................................................................................12
4.1. Reduções Entre a Manga e o Sistema Sensor de Posição...................................12
4.2 Descrição do Mecanismo Anti-Retorno.................................................................14

SEÇÃO 3 – Manuseio e Instalação...................................................................................16

1. Introdução....................................................................................................................17
2. Manuseio dos Atuadores..............................................................................................17
3. Instalação dos Atuadores.............................................................................................18
3.1. Preparação:........................................................................................................................18
3.2. Instalação e Fixação...........................................................................................................19
4. Conexões Elétricas.......................................................................................................21
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5. Aterramento..................................................................................................................21
6. Montagem Mecânica – Ajustes.....................................................................................21
6.1. Ajuste dos Limites de Posição do Atuador:...........................................................21
6.3. Ajuste dos Limites de Posição do Atuador/Redutor:..............................................22
6.4. Ajuste dos Limites de Torque do Atuador:.............................................................22
6.5. Ajuste do sinal 4 a 20mA (Atuador standard com TAM):.......................................23
7. Montagem Mecânica – EPI’s........................................................................................23
8. Montagem Eletromecânica – Cuidados Especiais........................................................24

SEÇÃO 4 – Diagramas e Desenhos..................................................................................25

1. Diagrama elétrico CSRxxM..........................................................................................27


2. Atuador elétrico CSR12_25M Forma ''E''......................................................................28
3. Atuador elétrico CSR12_25M Forma ''B''......................................................................29

Histórico das Revisões......................................................................................................30


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APRESENTAÇÃO

SEÇÃO 1
Revisão: 0

Manual Atuador CSR25M Seção 1 Pag.: 4


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1 Identificação

Este documento faz parte do projeto dos Atuadores COESTER da


Linha CSRM que fazem parte do STVM (Sistema de Telecomando de
Válvulas Motorizadas).

2 Introdução
O Atuador COESTER da Linha CSRM, foi desenvolvido baseado na
experiência acumulada de vários anos na fabricação de Atuadores
aliado a mais alta tecnologia de Hardware e Software disponível no
mercado a fim de dar ao usuário a maior flexibilidade possível na
configuração e emprego do Atuador.
Este manual foi dividido em seções específicas para facilitar a
utilização, atualização e localização dos itens relevantes. Como os
Atuadores podem ter configurações diferentes, o manual contem
apenas as seções pertinentes ao Atuador fornecido.
A seção 2 trata da parte mecânica e é incluída em todos os
fornecimentos.
A seção 3 trata dos cuidados durante manuseio e instalação.

OBSERVAÇÃO

Este Manual foi elaborado para uma utilização máxima do


Atuador. Se forem descritas entradas/saídas, funções,
parametrização e outros detalhes, que não são possíveis
com o Atuador em questão, estas devem ser
desconsideradas.

ATENÇÃO !

Este manual foi elaborado para a instalação, colocação em


serviço, e manutenção do Atuador. A multiplicidade dos
parâmetros de ajuste não pode abranger qualquer possível
variante imaginável e são por este motivo considerados
somente como auxílios.

3 Recomendações de técnicas de segurança para o usuário


Esta documentação contém as informações necessárias para a
utilização específica do produto nele descrito. É dirigido a pessoal
qualificado.
Indicações de perigo As indicações seguintes são para a sua segurança pessoal e para a
segurança contra danos ao produto descrito e dos equipamentos a ele
conectados. Recomendações de segurança e alertas para a
prevenção de perigos para a vida e saúde dos usuários ou do pessoal
de manutenção, ou respectivamente para a prevenção de danos
materiais, são ressaltadas nesta documentação através dos símbolos
ou sinalizações aqui definidas. Os conceitos utilizados, tem no
sentido desta documentação, os seguintes significados:

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PERIGO !!!

O símbolo de PERIGO chama atenção a perigos e seu


manuseio bem como sua prevenção. Uma não observância
pode lever a morte, graves danos corporais ou consideráveis
perdas materiais.

ALERTA !

Se os alertas não forem observados, pode resultar a


destruição do Atuador bem como dos equipamentos a ele
conectados. Devem ser tomadas as respectivas medidas de
precaução.

ATENÇÃO !

Junto a este símbolo são feitas recomendações importantes


para a instalação, montagem e ligação dos equipamentos.
Por favor observar estas recomendações irrestritamente na
montagem do instrumento.

OBSERVAÇÃO

Indicações e outras recomendações ou complementações


como tabelas e listas são incorporados pelo símbolo “i”.
Estas se encontram na maioria no anexo.

Utilização funcional O Atuador só pode ser operado nos casos de aplicação descritos neste
manual. A operação segura deste produto pressupõe um transporte e
armazenamento adequado, instalação e montagem correta bem como
operação e manutenção cuidadosa.

4 Função do Atuador no Sistema


Atuadores Elétricos para válvulas, têm como características básicas:
Movimentar válvulas e outros elementos como comportas, dampers,
etc., através do acionamento feito por motores elétricos, trifásicos ou
monofásicos, de corrente alternada ou corrente contínua.
Comandar com segurança os movimentos para o conjunto
Atuador/Válvula, bem como para a instalação em geral, através de
módulos de controle de posição (mecanismos contadores de voltas) e
de sensores limitadores do torque de saída e, quando aplicável,
modular o posicionamento contínuo do conjunto, através de
rastreamento, normalmente com sinais de controle entre 4 a 20 mA e 0
a 10V.
Permitir o acionamento manual do conjunto, quando da impossibilidade
de fazê-lo eletricamente, seja pela falta momentânea de alimentação,
seja no comissionamento da obra. O acionamento manual deve
respeitar as condições ergonométricas de operação humana, e ser
compatível com o tempo esperado para movimentação nesta forma.
Todo o invólucro do atuador é fabricado em alumínio “Cooper Free”
permitindo sua utilização em ambientes de alta salinidade e peso
reduzido. Parafusos das tampas em aço inox a prova de perda.

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Deve também, e acima de tudo, garantir a integridade física no caso de


acionamento elétrico, acidental ou não, quando o movimento estiver
sendo executado pela mão humana através de volante apropriado.
Quando o motor entrar em funcionamento, mesmo que após a
movimentação manual, deve ter prioridade de acionamento o comando
elétrico.
Indicar a posição do conjunto Atuador/Válvula, através de mecanismo
apropriado de indicação local.
Promover o correto acoplamento com a válvula, absorvendo os
empuxos axiais presentes no acionamento de válvulas com haste
roscada, quando for o caso.
Pela descrição acima, fica claro que os atuadores elétricos são
máquinas simples, porém cercadas de grande responsabilidade
funcional.
O projeto em questão inova, além dos conceitos tecnológicos já
existentes (controle de torque de saída e de posição absoluta). Novos
conceitos como: Sistema de controle distribuído (Multiprocessamento),
Comunicação IrDA e Bluetooth, firmware de controle auto-adaptável ao
HARDWARE, Interface de entradas e saídas com duplicação de canais
analógicos, e mais adição de controle de 0 – 10V.
Todo o detalhamento destas implementações, será feito no manual:
Sistema de Controle.

5 Modelos de Atuadores
Foram desenvolvidos 3 modelos básicos de atuadores, que associados
a redutores permitem multiplicar as opções para válvulas multivoltas
até 4.500 Nm de torque, e com redutores tipo ¼ de volta, multiplicar as
opções para válvulas com este curso, até 50.000 Nm. Os redutores
multivoltas proporcionam torques de saída até 5.000 Nm.
A concepção modular da nova linha permite a retirada de componentes
do atuador, mantendo o acionamento manual e a integridade do
atuador, proporcionando maior facilidade de montagem, manutenção e
atualização tecnológica.
Será descrito neste manual o atuador CSR25M. Os redutores são
construídos, mundialmente, dentro de tecnologia já consagrada e
tradicional e portanto, não serão detalhados nesta descrição.
A definição e dimensionamento dos respectivos atuadores para cada
válvula, seguem os critérios tradicionais onde os principais fatores
para definição de cada modelo são:
Tipo de válvula (define o atuador multivoltas ou ¼ de volta);
Classe de pressão e ∆P de trabalho (define a faixa de torque); Tempo
de operação (define as velocidades necessárias);Com estas variáveis
dimensionadas, gera-se a combinação de atuadores com as válvulas e
redutores se necessário.

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MECÂNICA

SEÇÃO 2
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1 Introdução
Este documento tem por objetivo descrever tecnicamente a parte
mecânica incorporada ao atuador da linha CSRM. - Modelo CSR25M.

2 Modelos de Atuadores
Para a linha CSRM foram desenvolvidos 03 modelos básicos de
atuadores, que associados a redutores tipo engrenagens paralelas,
permitem multiplicar as opções para válvulas multivoltas até 4.500N.m
de torque, e com redutores tipo ¼ de volta, multiplicar as opções para
válvulas com este curso, até 50.000N.m. (Ver TABELAS II, III e IV)
A TABELA I a seguir, mostra a lista do modelo básico e seu
desmembramento com os respectivos redutores. O modelo CSR25M,
É composto pelo mesmo conjunto mecânico, sendo as variações de
torque, combinadas com as rotações de saída que são obtidas pela
troca das engrenagens do conjunto mecânico conforme a tabela.

Faixa de Torque Modelo Redutor multivolta


100-250 N.m CSR25M
800 N.m CSR25M RR 10
1700 N.m CSR25M RR 20

Faixa de Torque Modelo Redutor ¼ de volta


12.000 N.m CSR25M RS 1825
18.000 N.m CSR25M RS 1825 G
30.000 N.m CSR25M RS 3030 G
50.000 N.m CSR25M RS 5035G
Tabela I
Atuadores Elétricos Multivoltas
Resumo das Performances - Motores Trifásicos - 440V/60Hz

Modelo Torque de ∅ Máx. Empuxo Velocidades MOTOR


Saída Haste Máximo De Saída Potência Rotação Corrente (A)
(N.m) (mm) (daN) (RPM) KW RPM NOM. BLOQUEIO
100 - 140 195 2,2 1800 4,3 29
120 - 200 100 2,2 1800 4,3 29
CSR25M 150 - 250 42 10000 82 1,1 1800 2,4 13
160 - 250 40 0,75 1800 1,8 11
180 - 250 20 0,55 1800 1,5 8,3
Tabela II
Atuadores com Redutores Multivoltas
Resumo das Performances - Motores Trifásicos - 440V/60Hz

Modelo Torque de ∅ Empuxo Velocidades MOTOR


Saída Máx. Máximo de Saída Potência Rotação Corrente (A)
(N.m) Haste (daN) (RPM) KW RPM NOM. BLOQUEI0
(mm)
CSR25M + 500 - 800 20 1,1 1800 2,4 13
RR10 500 - 800 60 15000 10 0,75 1800 1,8 11
600 - 800 5 0,55 1800 1,5 8,3
CSR25M + 800 - 1300 70 20000 12,5 2,2 1800 4,3 29
RR20 1,000 - 1700 10,25 1,1 1800 2,4 13
Tabela III

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Atuadores com Redutores ¼ VOLTA


Resumo das Performances - Motores Elétricos - 440V/60Hz

Modelo Torque Máx. de Saída Tempo de MOTOR


(N.m) Operação Potência Rotação Corrente (A)
Fech. 45° Abert. (Seg/90°) KW RPM NOM. BLOQUEI0
CSR25M 12000 7800 12000 12 2,2 1800 4,3 29
+RS1825 23 2,2 1800 4,3 29
28 1,1 1800 2,4 13
57 0,75 1800 1,8 11
114 0,55 1800 1,5 8,3
CSR25M 18000 12000 18000 35 2,2 1800 4,3 29
+RS1825G 69 2,2 1800 4,3 29
84 1,1 1800 2,4 13
172 0,75 1800 1,8 11
345 0,55 1800 1,5 8,5
Tabela IV

Somente será descrito o atuador, CSR25M. Os redutores são


construídos, mundialmente, dentro de tecnologias já consagradas e
tradicionais e portanto, não serão detalhados nesta descrição.
A definição e dimensionamento dos respectivos atuadores para cada
válvula, seguem os critérios tradicionais onde os principais fatores
para definição de cada modelo são:

➔ Tipo de válvula (define o atuador multivoltas ou ¼ de volta)


➔ Classe de pressão e ∆ P de trabalho (define a faixa de torque)
➔ Tempo de operação (define as velocidades necessárias)

Com estas variáveis dimensionadas, gera-se a combinação de


atuadores com as válvulas e a conseqüente composição apresentada
na parte inicial deste documento.

3 Detalhes Construtivos dos Atuadores


A representação esquemática a seguir, servirá para descrever o
funcionamento e os componentes do sistema de engrenagens
diferenciais que garantem aos atuadores da linha CSRM, auto-
travamento, alta capacidade de redução e acionamento manual
sempre disponível, sem necessidade de acoplamentos com
tradicionais alavancas, podendo inclusive auxiliar o motor
concomitantemente.

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O motor, é responsável pelo movimento do equipamento, a seguir, o


movimento no par coroa/sem-fim, aciona a engrenagem cônica inferior,
responsável pelo movimento das engrenagens planetárias, ligadas à
manga de saída. Este mecanismo, chamado de DIFERENCIAL
(Engrenagem cônica superior e inferior, e engrenagens planetárias),
tem duas características marcantes:
 Permite giro independente das rodas cônicas maiores, o que,
associado ao sistema anti-retorno, impede que o volante seja
movimentado através do motor, mas permite que o mesmo esteja
sempre disponível para movimento partindo dele.
 Permite uma redução extra de 1:2, pelo fato de que o princípio de
funcionamento deste tipo de mecanismo estar baseado em rodas
maiores com igual número de dentes.
O movimento da manga de saída, ligado à válvula acionada, oferece
maior ou menor resistência, transferindo uma carga correspondente
para o mecanismo anti-retorno(Durante a operação elétrica o volante
permanece imobilizado), ao qual está associado o eixo de comando do
sensor eletrônico de torque (Eixo ativador), que trabalha sempre sob
compressão, deformando proporcionalmente os strain gages ligados a
ele, informando para a placa controladora o valor da deformação, que
é processado como valor correspondente de torque.
Além disso, está associada à manga de saída, uma tomada de
movimento que devidamente reduzida, produz o giro do eixo do
sistema sensor de posição. Cada válvula, dependendo do curso, terá
um conjunto específico de redução, embora variações de curso
possam ser corrigidas depois de instalado quando houver necessidade
de mudanças nas posições de fim e início de curso através da rede ou
por configuração local dos limites. Esta característica é extremamente
vantajosa para o comissionamento de obras, onde o ajuste de curso
real é sempre demorado e requer pelo menos 04 operações completas
do elemento atuado. Se porém, o número de voltas, corresponder a
mais de 340° de curso do sensor de posição, será necessário trocar o
trem de engrenagens. Porém, o dimensionamento deste conjunto de
engrenagens, sempre deixa ampla margem para estas eventualidades.

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O giro máximo previsto na configuração do produto na fabrica é de


permitindo operação simultânea com o motor, sem o menor risco para
o operador.
A tabela a seguir, apresenta a relação entre o número de voltas no
volante para cada volta na manga de saída (eixo da válvula ou entrada
do redutor secundário) e outros dados associados.

TABELA DE REDUÇÕES E ESFORÇOS PARA ACIONAMENTO MANUAL

MODELO TORQUE MÁX. φ DO VOLANTE N°VOLTAS VOL FORÇA MÁX. PARA


mm. VOLTAS DA MANGA ACION. MANUAL
CSR25M 250 N.m 450 2 55 Kgf
TABELA V
Os Atuadores da linha CSRM, conforme descrito anteriormente,
apresentam duas reduções na cadeia cinemática entre o motor e a
manga de saída.

TABELA DE CONFIGURAÇÃO DO CONJUNTO DE REDUÇÃO

CSR25M
Coroa Sem fim Relação manga Relação total Motor Rotação saida
(dentes) (entradas) (relação/redução) (sem-fim X manga ) (rpm) (rpm)
33 3 1:2 1:22 1800 82
36 4 1:2 1:18 1800 100
37 8 1:2 1:9 1800 194
45 1 1:2 1:90 1800 20
45 2 1:2 1:45 1800 40
TABELA VI

4.1 Reduções Entre a Manga e o Sistema Sensor de Posição

Todos os atuadores da linha CSRM, utilizam o mesmo kit modular para


adequação do número de voltas, que inicia com a chamada redução N°
1, que se dá entre o sem-fim da manga (com duas entradas), e a coroa
da tomada de movimento (20 dentes), resultando numa taxa de
redução de 1:10.
As demais reduções, denominadas complementares, resultam de
projeto COESTER, visando tornar mais compacto o sistema de
redução, consistindo no agrupamento de tantas reduções quantas
forem necessárias para o determinado número de voltas.

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TABELA DE REDUÇÕES PARA NÚMERO DE VOLTAS DO ATUADOR

CSR25M
N° DE 6 10 15 25 34 53 75 126 197 277 468 732 1006 1281 1739 2739 3821
VOLTAS 9 14 24 33 52 74 125 196 276 467 731 1005 1280 1738 2728 2820 4700
ENGRENAGENS N° DE DENTES
B 45 35 24 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19
C 45 55 66 71 71 71 71 71 71 71 71 71 71 71 71 71 71
D 0 0 0 0 35 28 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19
E 0 0 0 0 55 62 71 71 71 71 71 71 71 71 71 71 71
F 0 0 0 0 45 45 45 35 28 19 19 19 19 19 19 19 19
G 0 0 0 0 45 45 45 55 62 71 71 71 71 71 71 71 71
H 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 35 28 24 19 19 19 19
I 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 55 62 66 71 71 71 71
J 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 45 45 45 45 35 28 24
L 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 45 45 45 45 55 62 66

TABELA VII

DESENHO DA TABELA – VII (ENGRENAGENS)

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4.2 Descrição do Mecanismo Anti-Retorno

O mecanismo anti-retorno, impede que o acionamento elétrico,


movimente o volante. Também é responsável pela transmissão da
carga para o sensor de torque.
O desenho abaixo (Fig.4.1), permite esclarecer estas características. O
anel externo, denominado de “ANEL ÂNCORA”, está ligado ao “EIXO
ATIVADOR”, que transfere a carga para o Sensor Eletrônico.
A engrenagem cônica superior, está ligada ao sistema anti-retorno,
através do “TAMBOR LOBULAR” que, pela sua geometria, comprime
os “ROLOS DE ATAQUE” contra a parede do “ANEL ÂNCORA”,
impedindo que os dentes do “PRATO DO VOLANTE”, sejam atingidos,
evitando com isso movimentos indesejados do volante.
Por outro lado, os dentes do “PRATO DO VOLANTE”, ao se
movimentarem, empurram os “ROLOS DE ATAQUE”, para uma região
de folga, até que encostem, 2 a 2, nos encostos do “TAMBOR
LOBULAR”, movimentando a engrenagem cônica superior, e por
conseqüência transmitindo movimento para a manga de saída,
movimento este que pode ser isolado caso o motor esteja desligado,
ou simultâneo no sentido de auxiliar o motor ou mesmo de retardar seu
trabalho.

Fig 4.1

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Fig 4.2

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MANUSEIO E
INSTALAÇÃO

SEÇÃO 3
Revisão: 1

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1 Introdução
Este documento tem por objetivo descrever tecnicamente a parte
referente ao manuseio dos atuadores da linha CSR25M.

2 Manuseio dos Atuadores


O atuador Coester é um equipamento robusto e resistente, porém,
contendo acessórios de controle e indicação com funcionamento
sensível e natureza delicada. Como todo o equipamento eletro-
mecânico, o atuador Coester exige certos cuidados durante o
transporte, a instalação, a operação e a manutenção, sendo de vital
importância a observação dos procedimentos envolvidos nestas
operações.
As recomendações que se seguem relativas ao armazenamento,
manuseio e o deslocamento do atuador são fundamentais para
garantia da durabilidade e o perfeito desempenho do mesmo.
Durante a estocagem, os atuadores deverão estar em locais secos e
livre de intempéries. Todas as entradas de cabos , roscas e flanges
deverão estar devidamente tamponados, e os invólucros de polietileno,
fornecido com os equipamentos não deverão ser retirados até o
momento da entrada em serviço.
As manobras a que se imponha o atuador, desde a retirada da
embalagem até a instalação final, deverão ser feitas com a ajuda de
cabos de aço com ganchos e com cintas apropriadas, presos nos
olhais previstos no atuador (quando aplicável) e redutor conforme
figura 1.
Durante esta operação, deve-se ter o cuidado especial com os
seguintes componentes:

➢ Motor;
➢ Volante de acionamento manual;
➢ Tampas de compartimentos e;
➢ Botões de comando(quando aplicável)

Na ocasião do transporte do atuador já acoplado à válvula, deve-se


ter especial cuidado para que o içamento seja feito através da válvula e
nunca pelo atuador. O fabricante da válvula deverá recomendar os
melhores pontos de içamento do conjunto. No caso do içamento de
todo o conjunto pelos olhais disponíveis no atuador e/ou redutor, danos
irreparáveis podem ocorrer.
Para qualquer transporte externo, o atuador precisará estar
devidamente embalado em invólucro de madeira, conforme fornecido
pela fábrica. Nada impede que o atuador seja transportado em
conjunto com a válvula, desde que esteja devidamente protegido.

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FIGURA 1 – Conjunto Atuador / Redutor

3 Instalação dos Atuadores


3.1 Preparação:

Antes de proceder à instalação dos atuadores deve-se consultar toda a


documentação técnica.
Todos os atuadores e redutores Coester, são fornecidos com flange de
acoplamento segundo a norma ISO 5211, conforme a tabela abaixo.

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REDUTORES COESTER
REDUTOR ¼ DE VOLTA FLANGE (ISO 5211)
RS 50 F10
RS100 F12
RS600 F16
RS1825 e 1825G F25
RS 3030 e 3030G F30
RS 5035 e 5035G F35
REDUTORES MULTIVOLTAS FLANGE (ISO 5211)
RR 10 F16
RR 20 F25
RR 40 ESPECIAL
RR40E ESPECIAL
ATUADORES COESTER
MODELO FLANGE (ISO 5211)
CSR25M F14

Caso o flange da válvula, ou de outro dispositivo onde será instalado o


atuador não tenha flange similar, podem ser adaptados flanges
intermediários para o devido interfaceamento entre atuador e válvula.
Outro procedimento que deve anteceder a instalação dos
atuadores/redutores é a usinagem das mangas de acionamento (no
caso de redutores de ¼ de volta ou atuadores com unidade de
adaptação) ou das porcas de acionamento (no caso de
atuadores/redutores para válvulas de haste com rosca ascendente).
Ainda que, nos comandos de hastes ascendentes, o diâmetro e a
rosca do fuso estejam intimamente ligados ao dimensionamento do
atuador, a porca acionadora é fornecida somente com um furo guia. O
fabricante da válvula ou instalador é quem deverá proceder à
usinagem da rosca.
A usinagem da porca de acionamento deve ser realizada de acordo
com o eixo da válvula, e sua retirada se faz pela parte inferior do
atuador, retirando-se dois parafusos allen e tampa do flange.
As ferramentas utilizadas para esta operação são as seguintes:

Modelo do Atuador Parafuso Chave Allen utilizada


CSR25M M6 5mm

No caso de redutores, os modelos RS50 e RS100 podem ser


fornecidos com as mangas com um furo guia, ficando a usinagem por
conta do fabricante da válvula.
Para os redutores maiores, a usinagem é feita pela Coester, mediante
dimensional dos eixos das válvulas que são informados pelo cliente ou
levantados em campo.

3.2 Instalação e Fixação

Para instalar um atuador/redutor sobre uma válvula de haste com


rosca ascendente, é necessário que se retire do atuador/redutor sua
unidade de empuxo.

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A unidade de empuxo deve ser colocada sobre a haste da válvula e


deve-se rosquear a porca de bronze na mesma até que haja o
acoplamento entre flanges da válvula e do atuador/redutor, tomando-se
o cuidado de fazer coincidir a furação de ambos, fixando novamente a
unidade de empuxo ao atuador.
Após esta etapa, o atuador/redutor deve ser içado e colocado sobre a
haste, tomando-se o cuidado de fazer com que os dentes de
acionamento A e B coincidam, conforme a figura 2.

Figura 2 - Acoplamento do Atuador

Para o acoplamento do atuador/redutor em válvulas com eixo


chavetado, o equipamento deve ser içado sobre a válvula e
posicionado de forma que haja coincidência entre a furação dos
flanges e da posição da chaveta da válvula com o respectivo rasgo no
atuador.
A fixação do conjunto nos dois casos é feita através de parafusos
conforme a tabela a seguir.
Para maior facilidade durante a instalação, recomenda-se que o
atuador e a válvula estejam posicionados em um extremo do curso.

REDUTORES COESTER
MODELO FLANGE PARAFUSO QUANTIDADE CHAVE USADA
RS50 F10 M10 4 8mm
RS100 F12 M12 4 10mm
RS600 F16 M20 4 17mm
RS1825 e 1825G F25 M16 8 14mm
RS3030 e 3030G F30 M20 8 17mm
RS 5035 e 5035G F35 M30 8 22mm
RR10 F16 M20 4 17mm
RR20 F25 M16 8 14mm
RR40 ESPECIAL M16 8 14mm
RR40E ESPECIAL M30 8 22mm
ATUADORES COESTER
MODELO FLANGE PARAFUSO QUANTIDADE CHAVE USADA
CSR25M F14 M16 4 14mm

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4 Conexões Elétricas
Antes de iniciar a instalação elétrica, é de grande importância a
verificação de compatibilidade da tensão de alimentação do
equipamento com a tensão da rede de alimentação.
As conexões elétricas dos atuadores devem ser executadas conforme
os diagramas elétricos, específicos de cada modelo, sendo que para
os circuitos de comando recomenda-se a utilização de cabos com
secção nominal de 0,75mm2 e isolação de 600V.
Para sinais de corrente, em atuadores com (transmissor 4-20mA),
deve ser utilizado cabos próprios para instrumentação.
Para circuitos de força é recomendado cabos com secção nominal de
2,5mm² para motores de 2,2kW e, 4mm² para os demais, com
isolação de 750V.
Os atuadores dispõem de entradas para cabos tipo, Polegada: (1“NPT,
3/4“NPT e 1/2“NPT) e também entrada de rosca métrica: (M25x1,5 e
M20x1,5), para cabos de força e comando, devidamente tamponadas,
próprias para instalação de eletrodutos. Opcionalmente podem ser
fornecidos com prensa cabos.

5 Aterramento
Os atuadores Coester apresentam pontos de aterramento individual.
Na linha CSRM o terminal de aterramento é localizado na parte externa
do atuador, assim como nos paineis de comando remoto (quando
aplicável). Para circuitos de aterramento recomenda-se a utilização de
cabos de seção nominal de 25mm².

6 Montagem Mecânica – Ajustes

ATENÇÃO !

O Atuador é normalmente fornecido na posição fechado.


Verificar a correta posição da válvula, damper ou comporta
quando efetuar o acoplamento entre ambos, para que os
mesmos estejam nas mesmas posições..

6.1 Ajuste dos Limites de Posição do Atuador:

Efetuado o acoplamento do atuador à válvula e a instalação, deve ser


efetuado o ajuste dos limites de curso do atuador.
O ajuste dos fim de curso elétrico é efetuado através dos parâmetros
de programação:
Ver manual: Eletrônica Modular (Árvore de programação). OK
Ver manual: Eletrônica Modular (Configuração do atuador)

Fim de Curso de Fechamento

• Através do volante manual, fechar totalmente o atuador;

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• Entrar no modo de programação conforme citado no manual:


Eletrônica Modular (Modo de programação);
• Proceder conforme os itens da parte do Fim de Curso fechamento -
Parâmetros de programação.

Fim de Curso de Abertura

• Através do volante manual, abrir totalmente o atuador;


• Entrar no modo de programação conforme citado os itens da parte
do Fim de Curso abertura - Eletrônica Modular (Modo de
programação);
• Proceder conforme - Parâmetros de programação, e sueus sub-itens.

6.2 Ajuste dos Limites de Posição do Atuador/Redutor:

Além dos limites de elétricos, todos os redutores e os atuadores com


curso de 90° são equipados com fim de curso mecânicos, tanto para o
fechamento quanto para abertura.
Este sistema evita que o curso seja excedido através do comando
manual e, protége as chaves de fim de curso.
O ajuste fino destes batentes de fim de curso pode ser efetuado
através de parafusos instalados no próprio redutor.
O curso de 90° deve ser sempre limitado pelas chaves de fim de curso,
de forma que o corte do motor seja realizado ligeiramente antes do fim
de curso mecânico.
O ajuste é realizado da seguinte forma:
• Solte os parafusos de fim de curso mecânico do redutor em
aproximadamente 2,5 voltas;
• Com os fim de curso elétrico (atuador), devidamente ajustados
comande o atuador para a posição fechado;
• Aperte o parafuso até obter contato mecânico e, solte-o novamente
cerca de 1 volta;
• Trave-o com a contra porca;
• Comande o atuador para a posição aberto;
• Repita o procedimento para abertura.

6.3 Ajuste dos Limites de Torque do Atuador:

Todos os modelos de atuadores fornecidos pela Coester saem de


fábrica com os torques ajustados conforme especificação do cliente
porém, durante a instalação pode ser necessário um novo ajuste.

ATENÇÃO !

O valor de torque de fábrica é ajustado em bancada de testes


apropriada.
É importante salientar que o parâmetro “ programa parâmetro
da célula de carga para fechamento e para abertura “ não deve
ser alterado no campo pois perde-se a referência do valor de
torque ajustado.

O ajuste de torque nos atuadores, é efetuado através dos parâmetros


de programação:

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Manual Eletrônica Modular (Árvore de programação).


Manual Eletrônica Modular (Configuração do atuador)

Torque de Fechamento e Abertura

• Entrar no modo de programação conforme citado no manual:


Eletrônica Modular (Modo de programação);
• Proceder conforme - Parâmetros de programação, e seus sub-itens.

6.4 Ajuste do sinal 4 a 20mA (quando aplicável):

Após efetuada a regulagem (programação) dos fim de curso, o sinal de


4-20mA assume automaticamente os novos valores de corrente.
Caso seja necessário algum ajuste, proceder como segue:

• Retirar a tampa dos bornes e, se haver cabos conectados nos bornes


71 e 72 retirá-los;
• Colocar um multimetro ( na escala de corrente DC) entre os bornes
71 e 72; (71=Comum, 72= Saída)
• Verificar o valor da corrente de saída, medido entre os bornes 71 e
72. Deve indicar 20mA (se ATUADOR aberto). Caso o valor indicado
seja diferente, ajustar através do modo de programação do atuador.
• Segurar o botão FECHAR por 5 segundos, entrar na programação,
correr até a tela de entrada ''4 a 20mA'', entrar com a corrente indicada
na tela 4 ou 20 mA e setar de acordo.
• Verificar o valor da posição (percentual) e corrente(mA) de saída, na
tela do display;
• Funcionamento: 4 mA é 0% aberto e 20mA é 100% aberto.
Ex.: Se o atuador estiver 25% aberto, a corrente de saída será 8mA.

ATENÇÃO !

Os valores de corrente já saem ajustados de fábrica e


assumem automaticamente os novos valores quando se
programam os fim de curso.
Portanto só devem ser alterados quando realmente houver
necessidade.
Os bornes 71 e 72 deverão ser ligados somente à
instrumentos com saída passiva (livre de potencial).

7 Montagem Mecânica – EPI’s


Para instalação e manutenção de atuadores, redutores e painéis de
comando, são necessários cuidados habituais tomados em toda obra,
com atenção especial à movimentação dos equipamentos e o
manuseio dos cabos de energia.
É aconselhável o uso de equipamentos de segurança pessoal como
luvas, capacetes, óculos de proteção e cinto de segurança quando o
local da instalação for elevado.

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8 Montagem Eletromecânica – Cuidados Especiais


Durante a instalação e montagem do equipamento deve-se tomar
cuidado com o manuseio do equipamentos para não danificá-lo.
As tampas retiradas durante a instalação devem ser protegidas,
evitando batidas que comprometam a vedação do equipamento.
Quando recolocar as tampas verifique se os anéis oring’s estão na
posição correta, evitando danificá-los. Certifique-se que todos os
parafusos sejam colocados nos seus devidos lugares e devidamente
apertados.
Verifique se os eletrodutos estão colocados de maneira correta e
devidamente fixados e vedados.

ATENÇÃO !

O atuador é normalmente fornecido para válvulas, damper’s e


comportas com fechamento no sentido “horário”, padrão na
maioria dos fabricantes destes equipamentos.
Caso haja necessidade de inverter o sentido de fechamento
(anti-horário), deve-se ter especial cuidado pois será
necessário entrar no modo de programação e proceder
conforme Sistema de Controle.

ALERTA !

O acionamento no sentido inverso pode danificar o Atuador


ou o equipamento a ele conectado por excesso de torque.
Como precaução o Atuador deve estar no meio do curso para
o teste de sentido de rotação.

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DIAGRAMAS E
DESENHOS

SEÇÃO 4
Revisão: 0

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1 – Diagrama elétrico CSRxxM

2 – Atuador Elétrico CSR12M_25M Forma “E”

3 – Atuador Elétrico CSR12M_25M Forma “B”

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Histórico das revisões/versões

Nº Revisão Nº Versão Data Comentários


0 0 15/06/2009 Primeira versão do documento
Inserido Seção 4 Diagramas e Desenhos.
- 1 11/12/2009
1 - 11/12/2009 Substituido RR8000 por RR40E nas páginas 19 e 20.

Manual Atuador CSR25M Pag.: 30