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Matéria: Práticas de Ensino e Aprendizagem da Música 1 – PEAM 1

Professora: Andréa Matias Queiroz


Aluno (a): Pedro Mareco Santiago

QUADRO COMPARATIVO
TEXTO: PERMANECENDO FIEL À MÚSICA NA EDUCAÇÃO MUSICAL
(KEITH SWANWICK)

O PROFESSOR DE MÚSICA COMO CAIXA POSTAL

Nesta modalidade, o professor assumi a responsabilidade de apresentar


aos alunos os compositores mais renomados e importantes da história,
bem como, na medida do possível, conhecimento base sobre leitura,
teoria e talvez até fazer com que os alunos aprendam um instrumento
musical. Mas a essência é justamente a filtragem que ele faz a fim de
permitir que seu público tenho o contato com aquilo que por ele é
considerado bom e importante.
O PROFESSOR DE MÚSICA COMO JARDINEIRO

Nesta outra o professor estimula os alunos a serem criativos e se


envolverem mais diretamente com a música por meio da execução de um
instrumento, percepção musical, improvisos e por aí vai. Neste caso a
questão da leitura fica mais de escanteio dando espaço a imaginação.
Assim os alunos podem desenvolver suas próprias composições
musicais.
O PROFESSOR DE MÚSICA COMO AGENTE CULTURAL

Neste modelo, o professor se vê numa questão muito mais sociológica


que puramente musical ou artística. Diante de um cenário envolto na
imigração torna o trabalho do educador mais complexo, visto que os
padrões culturais são bem diferentes entre si. Porém isso não deve ser
encarado como um problema no sentido ruim do termo, mas sim
enxergar novas possibilidades, sabendo que é possível extrair o melhor
das culturas para aplicar no ensino.
O PROFESSOR COMO MÚSICO

Já neste último contexto temos dois pilares regentes: o princípio de


realização e o princípio da experiência musical direta. O texto trata da
questão de que o aluno precisa ter um aprofundamento musical para além
da técnica, da história ou de outras áreas dentro da música. Existe uma
necessidade maior que permeia a criatividade, a imaginação e auto
realização. Para isso é necessária certa imersão no que se propõe a fazer,
assim você passa a dar mais valor em um instrumento, uma cultura, um
estilo musical diferente do seu.
EM QUE TIPO DE PROFESSOR VOCÊ SE ENCAIXA?

Me encaixo 80 por cento na categoria Caixa Postal e 20 por cento na


categoria Jardineiro. Me vejo muito na primeira categoria visto que meus
alunos (atualmente) não possuem experiências com músicas e
compositores bases da história universal, mesmo que tais alunos sejam
muito novos acredito que seja um desperdício eles não conhecerem o
mínimo do mínimo da música universal. Por outro lado acredito ser o
Jardineiro pois em alguns momentos sei que é coerente deixar os alunos
mais livres para experimentarem novos sons, tocarem um instrumento e
de certa forma sentir verdadeiramente a música. Não faço isso com
frequência por alguns motivos, primeiro é que geralmente as instituições
de ensino não proporcionam o suporte necessário de equipamento e
instrumento musical, ou até mesmo um local apropriado. Segundo é que,
quando se trata de alunos pequenos, o domínio de turma fica muito mais
complexo e cansativo visto que se trata de turmas com dezenas de alunos
simultaneamente, tornando assim inviável. Os alunos precisam revezar e
esperar por muito tempo quando tem alguma dinâmica (por falta de
estrutura da escola) e isso os deixam impacientes.