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CONSTRUÇÃO

PASSO-A-PASSO
• ESTRUTURA
• FÔRMAS
• ARMADURAS
• ALVENARIA
• DRYWALL
« CONTRAPISO
• IMPERMEABILIZAÇÃO
• TELHADOS
• INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
• INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS
• ESQUADRIAS
• FORROS
• PISOS
• REVESTIMENTOS
« PORTA PRONTA
CONSTRUÇÃO
PASSO-A-PASSO

PINI
2009
Construção Passo-a-Passo
O COPYSJGMT í D! TCHtA PINI ITOV

To<l<w os direitos rcscrv.idos.


l£ proibida ,i reproduzo total ou parcial deste
volume, de qualquer forüi.1 ou por qu.iiíquer
meios, sim o consentimento expresso d.i editora.

Cwnííiwfili) <k Mimuait Tititicoí


Jo*i:nli Souza

Revisito
Kieiirdo Sanovick Shiuiada
Dhi,crinmifiíc
Triall Composição Editorial Lida.
Rjfrií
Muccb Scaudaroli
Sofia Mattos

Ilustrares
Sergio Coloit»

Este livro foi catalogado na Câmara l l n ú k w do Livro,

Oados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)


{Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

Construção p,uso-a-]Kiy>n / orjfjiiiíJMçJo tia E d i t o « , - - Sfio 1'anlo ; Pini, 200^,

ISÜN y7tWK5.72<íMVl-l

I. Alvenaria 2. Construção cm concreto 3, iJigculiam de estruturas í.Título.

09-03033 CDD-624,I«3

índke p.irfl tatAfoqc iist#m ático;


I, Ktrrkwir.ii cm jkynjrii r cotii lem ihii|i1l*i:
Ett^iihuin 624.183

I'1 edição, 1J tiranem.aliriiyW


2J tiragem, tiovetiíbro/Oy

m m i y EDITORA PIMl L.TOA


01130-WO- Sio Paulo - SC - Brasil
C ^ " Taleíoií: (11) Ji 73-J300 Fw: H1) 21 »-24«
www.plníwetí.íoin - manuilí®plrH,Mm,br
• Apresentação

Esta p u b l i c a ç ã o traz u m a c o l e t â n e a revisada d e a r t i g o s t é c n i c o s ilustrados p u b l i c a d o s n o s 2 0 p r i m e i r o s


n ú m e r o s da revista E q u i p e d e O b r a , Lançada pela PINI e m 2 0 0 5 para a p o i a r a f o r m a ç ã o , o t r e i n a m e n -
t o e o a p e r f e i ç o a m e n t o d a s e q u i p e s q u e a t u a m rias o b r a s d o B r a s i l f o i d e s e n v o l v i d a para a t e n d e r às
n e c e s s i d a d e s d e m e s t r e s - d e - o b r a s , t é c n i c o s e m e d i f i c a ç õ e s , e n c a r r e g a d o s , su b e m p r e i t e i r o s e d i f e r e n -
t e s a p l i c a d o r e s da c o n s t r u ç ã o civil, A revista l o g o c h a m o u a a t e n ç ã o d e e n g e n h e i r o s civis, a r q u i t e t o s ,
p r o j e t i s t a s e e s t u d a n t e s i n t e r e s s a d o s e m consolidar, reciclar o u r e f e r e n d a r i n f o r m a ç õ e s s o b r e a e x e c u -
ção a d e q u a d a d e d i f e r e n t e s serviços relativos a a t i v i d a d e d e construir. Estruturas, f ô r m a s , a r m a d u r a s ,
i m p e r m e a b i l i z a ç ã o , drywatl, alvenaria, t e l h a d o s , r e v e s t i m e n t o s , pisos, caixas d ' á g u a , instalações elétri-
cas e hidráulicas são a l g u n s d o s t e m a s a b o r d a d o s . A a b o r d a g e m é d i d á t i c a , p r á t i c a e d i r e t a , O livro
" C o n s t r u ç ã o P a s s o - a - P a $ s o " c o n s o l i d a esse c o n h e c i m e n t o e o b e d e c e a a l g u n s p r i n c í p i o s f u n d a m e n -
tais, c o m o a b o a técnica e o r e s p e i t o às n o r m a s , o e s t í m u l o á i n o v a ç ã o t e c n o l ó g i c a e a d e f e s a d a se-
g u r a n ç a , s a ú d e e h i g i e n e nos c a n t e i r o s d e obras, T e m a f u n ç ã o d e auxiliar o s profissionais d a
c o n s t r u ç ã o civil nas tarefas d o d i a - a - d i a , c o n t r i b u i n d o para a m a n u t e n ç ã o da q u a l i d a d e nas o b r a s e a
e d u c a ç ã o c o n t i n u a d a d e nossos profissionais. Trata-se d e u m m a n u a l d e c o n s u l t a , u m a f e r r a m e n t a
para tirar d ú v i d a s e d e s c o b r i r o j e i t o c e r t o d e fazer as coisas. Enfim, u m livro q u e d e v e estar s e m p r e
perto d e q u e m constrói.

ERIC C O Z Z A
D i r e t o r d e Redação
PINI

abr/2009
• Sumário

capítulo 1
Contrapiso
Todas as dicas para executor
uma boa base de regularização

• 1
2 capítulo
Impermeabilização
de paredes
Veja como protegera alvenaria
com cimento polímérico
> 7
capítulo 3
Armadura para Pilar
Aprenda a preparar o material a
montar ferragens para pilares
• 11

4 capítulo
Paredes de Gesso
Acartonado
Veja como executar divisórias
internas com drywaü
> 15
capítulo 5
Kit Porta-Pronta
Veia como preparar o vão e colocar
o conjunto de porta que já vem
pronta da fábrica

6 capítulo
Alvenaria de Blocos
de Concreto
Veja como marear, fazer a primeira
liada e subir uma alvenaria de
Ijtocos vazados de concreto
• 29
capítulo 7
Bacias Sanitárias
Todas as dicas para instalar bacias
sanitárias a fazer as ligações
hidráulicas

• 36 8 capítulo
Revestimento de
Gesso Sarrafeado
Veja como executar acabamento
com gesso sobre blocos dc concroto
• 45
capítulo 9
Caixilho de Alumínio
Veja as dicas para instalar
janelas de alumínio
• 51

10 capítulo
Impermeabilização
com Manta Asfáltica
Veja as dicas para impermeabilizar
com manta atsfáltica
• 57
capítulo 11

Fôrmas
Como montar fôrmas para ostruturas
de concreto armado
• 67

1 2 capítulo
Instalação d o Piso Elevado
Veja como usar o sistema da piso
elevado
>74

capítulo 1 3
Telhado Cerâmico
Confira os cuidados necessários
para uma boa execução de
telhado cerâmico
SUMÁRIO Vil

capítulo 1 4

Execução de Textura
Tipo Graffiato
Aprenda a fazer o efeito riscado
em paredes e fachadas
y 86
1 5 capítulo
Assentamento de
Porcel a nato em Pisos
Acompanhe aqui as recomendações
para a execução correta

capítulo 1 6

Revestimento de
Argamassa
A execução de um bom revestimento
de argamassa exige cuidados. Veja
aqui todas as etapas necessárias
• tü3
1 7 capitulo
Como Assentar
Blocos de Vidro
Conheça os segredos para execução
e lie tente e rápida de paredes com
blocos de vidro
capítulo 1 8 • 111

Proteção de
Esquadrias de Madeira
Conheça os principais cuidados para
pintar ou envernizar janelas de
madeira
1 9 capitulo
• 119

Pastilhas Cerâmicas
Confira detalhas de como se faz um
bom assentamento de pastilhas
cerâmicas
• 125
capítulo 2 0
Como Fazer o Assentamento
de Pisograma
Fique do olho nas dicas para
instalar corretamente
• 130
capítulo 2 1
Como Executar
Subcoberturas em Telhados
Os procedimentos para aplicar
subcoberturas em telhados
y 136
2 2 capítulo
Montagem de Aço Pronto
em Estrutura
Aço pronto facilita a montagem das
armaduras antes da concretagem
> 142
capítulo 2 3
Como Fazer a Colocação
de Pisos Vinílícos
As técnicas e dicas para fazer uma
instalação perfeita de piso vindico
• 148
2 4 capítulo
Telhas de Concreto
Confira as dicas para executar
corretamente teíliados com telhas
de concreto
> 156
capítulo 2 5
Amarração de
Alvenaria em Pilar
Confira as etapas para fazer a
ligaçío de alvenaria e pilar
> 164
2 6 capítulo
Como Instalar Caixa D'água
Conheça todos os procedimentos
para fazer uma instalação rápida e
segura de caixa d'água de polietileno
• 171
capítulo 2 7
Execução de Aterramento
em Residências
Boa execução do sistema de
aterra mento exige atenção e
materiais adequados
> 176
SUMÁRIO IX

capítulo 2 8
Protensio em Lajes
Os procedimentos para executar o
serviço de pretensão não-aderente
• 183

2 9 capitulo
Instalações Hidráulicas
com Tubos PPR
instalação de Tubulação de PPR
para Condução de Água
• 191
capítulo 3 0
A Técnica do Concreto
Estampado
Conheça os procedimentos
necessários para executar piso de
concreto estampado
• 195
31 capítulo
Lajes Nervura d as com
Cubas Plásticas
A fôrma de poiipropileno é bem
leve e fácil de posicionar
• 200
capítulo 3 2
Escoramento Metálico
Acompanhe a montagem de um
escoramento metãiíco para vigas
• 205

3 3 capítulo
Muro com Blocos
de Concreto
Conlira todos os procedimentos para
construir um muro com alvenaria de
concreto, desde a escavação até o
capítulo 3 4 assentamento dos blocos e o
arremate
Instalação de Forro de PVC • 211

A fixação das placas é timpa e


rápida, mas as medidas devam
estar corretas para não prejudicar
o acabamento do forro
• 217
capítulo 3 5
Paredes de Blocos
Cerâmicos
Veja como construir paredes de
alvenaria com blocos cerâmicos com
furos verticais. Acompanhe as dicas
para um trabalho bem-feito, seguro o
3 6 capítulo
sem desperdício
Ramais de Gás com
• 225
Tubos de Polietileno
Veja como fazer instalações
domésticas para gás com tubos de
aço revestidos com polietileno
capítulo 3 7 unidos a quente, sem cola nem rosca
• 231
Instalações Elétricas
Veja como insta lar fios, conduites,
caixas de tomada c de interruptores
do uma residência. Confira o projeto,
escolha materiais certificados e use
equipamento de segurança
3 8 capítulo
• 235
Preparo de Armaduras
para Concretagem
Montagem correta das armaduras é
fundamental para assegurar bom
cobrimento do concreto e,
capitulo 3 9 consequentemente, a qualidade da
estrutura
Revestimento • 243
Texturizado Externo
De preparo e aplicação simples, a
argamassa decorativa mineral do
tipo bicapa pode ser aplicada sobre
o eniboço e dá a aparência de pedra 4 0 capítulo
talhada ás paredes externas, Veja
como fazer três tipos de acabamento:
Instalação de Banheira
liso, raspado e raspado alisado
de Hidromassagem
• 247 De tão simples, a instalação de
banheira ê comparada à de uma
máquina de lavar. Mas, para isso, a
mão de obra tem de ser boa e tomar
cuidados elétricos o hidráulicos
• 252

Normas Técnicas
1

Contrapiso

Giiolo Cíchinolti
Equipo do Obra ir 1, Aibri(/200S
* Apoio lienicc: Kallos Engenharia

Todas as dicas para executar uma boa


base de regularização
O contra piso é uma camada de argamassa lançada sobro uma base (laje estrutural ou lastro d o concreto} para
regularização. A espessura varia d e 2 a 6 cm, d e p e n d e n d o da função. Para contrapísos internos d e edifícios
habitacionais e comerciais, utilizam-se 200 a 250 kg/m'*de argamassa. Os traços d e cimento e areia úmida são
d e 1:5 a 1:7 (em média), mas o traço 1:6 é bastante usual.

PASSO 1


Após limpar a base e retirar todos os restos de argamassa, entulho ou qualquer outro material
aderido, o primeiro passo é fazer a transferência de nível com o auxilio de um nível de
mangueira (ou nível laser} a partir do nível de referência.
PASSO 2 PASSO 3

B •
Com o auxilio de uma trena, marque a altura do Sobre a superfície limpa, jogue uma mistura de água e
contra piso, bianco na área onde as taliscas serão executadas.

PASSO 4 PASSO 5

• B
Polvilhe cimento sobre a mistura. Com a ajuda de um vassourão, escove a massa. Essa
mistura serve do ponte de aderência entre a laje e o
contrapiso.
— •

Coloque a argamassa sobre a superfície- Depois de nivelar a argamassa, coloque a ta!isca (um
pedaço de cerâmica ou madeira}.

PASSO 8 OBSERVE O DETALHE


— •


Com o auxilio da trona e prevendo o caimento no
sentido dos ralos, conforme o projeto, confira a altura
do nível do contrapiso. Faça as outros taliscas do local.
PASSO 9


Com urn fio esticado, confira a altura das tal iscas. Aplique sobre toda a base a mistura de aditivo e água.

PASSO 11 PASSO 12
* *

Em seguida, polvilhe cimento sobr® toda a base, Com o auxílio do vassourão, escove toda a área.
Com a ajuda de uma enxada, preencha os intervalos entre
Jogue a farofa d o contrapiso. as taliscas, espalhando a argamassa em movimentos
contínuos, para que nao seque rápido demais.

PASSO 15 PASSO 16
*

A argamassa deve ser compactada com um soquete de Após compactar a argamassa, sarrafeie com movimento
madeiro. Esse processo deve ser feito até que a argamassa de vai o vemr apoiando a régua dc alumínio nas uiliséM.
de contrapiso chegue rio nívet marcado com o fio.
PASSO 17

Deve-se sarrafear a sobra até que a superfície alcance o Sobre falhas e pequenos buracos, coloque um pouco de
nível das faixas em todos os lados da área do contrapiso, argamassa e nivele a superfície até ficar totalmente lisa,

PASSO 19 PASSO 20

Depois de aproximadamente seis horas de cura, o


contrapiso está pronto para receber o revestimento
final.

Desempene a massa, alisando-a e dando o acabamento


final no trabalho com o auxílio de uma desempenodeira
do madeira [ou de alumínio, se necessário}.
2

Impermeabilização
cie paredes

Gis&lo Ciehinolli
Equipe de Obra n 1, Abtrl/2M5
Apoie téíníço: Otto Boumgort

Veja como proteger a alvenaria com


cimento polimérico
I Preparo do Material

O c i m e n t o p o l i m é r i c o é u m sistema b i c o m p o n e n t e (parte p ó + p a r t e l i q u i d a } q u e ,
a p l i c a d o s o b r e s u p e r f í c i e s d e alvenaria, c o n c r e t o , argamassa o u m e t a l , c o n f e r e exce-
lente aderência sem a necessidade d e chapisco ou primer.

PASSO 1

O cimento polimérico possui dois


componentes: um pó o uma resina líquida,
que é fornecida dentro da embalagem do pó.
PASSO 2 PASSO 3

0 B
Para preparar a mistura, despeje o componente da Em seguida, misture, aos poucos, o pó cinza na resina
resina no balde. liquida.

PASSO 4

AGITE POR
5 MINUTOS

Mexa-o por 3 minutos, com auxílio de um agitador


mecânico. Se usar uma pá ou mesmo um pedaço de
madeira, agite por 5 minutos, até obter uma posta
homogênea, como mostra a foto maior. Deve-se utilizar
essa mistura em até 40 minutos, na temperatura do 25"C.
PARTE II Preparo da Superfície e Aplicação

PASSO s PASSO 6

Lave a superfície com escova de aço c água ou jato Umedeça a superfície, sem encharcar, com o auxílio de
d'água de alta pressão para retirar totalmente partes uma trincha.
soltas, nata de cimento, óleos ou desmoldantes.

PASSO 7

DICA * • •

ONDE O CIMENTO POLIMÉRICO PODE SER USADO?

• Concreto
• Alvenaria
• Reservatórios enterrados
• Piscinas enterradas
• Poços de elevador
• Cortinas de subsolos
• Pisos de concreto em contato com o solo
• Baldrames
• Caixas d água
• Paredes externas e internas
• Rodapés

Sobre a superfície úmida, com a broxa ou a trincha,


aplique o cimento poliméríco. Comece pelo sentido
horizontal,
PASSO 8

PASSO 9


Depois de ó horas., aplique uma nova camada do cimento polimérico
no sentido vertical, Passar do 2 a 4 d e m i o s cruzadas.
3

Valontlna Figuorola
Equipe de Obra n" 2, Julho/2005
Apoio técnico: Marcelo Duarte, professor cía Escola Orlando
• La vi ero Ferro iv o lo, uri idade do S enai- SP

Aprenda a preparar o material e montar ferragens


para pilares
C o m p o s t a por barras d e aço, a armadura d e uma bitolas, o d i m e n s i o n a m e n t o e o p o s i c i o n a m e n t o
estrutura de concreto d e v e ser bem-executada das barras, As principais ferramentas utilizadas
para garantir a segurança d o edifício e evitar pro- são uma bancada d e madeira, dois cavaletes, te-
blemas, c o m o a corrosão, fissuras, manchas e de- soura para cortar aço, chave d e d o b r a r aço, ca-
formações. valete (para montar a armadura}, mesa (para
A armadura d e um pilar é feita d e estribos d o b r a r o estribo), torquês, manivela, e s q u a d r o ,
presos a vergalhões c o m arames recoztdos du- lápis, giz, metro, chave para desamassar aço e
plos. Tudo d e v e ser feito d e acordo c o m o proje- arame recozido. N ã o esqueça de usar óculos, ca-
t o da estrutura, que d e t e r m i n a o t i p o d e aço, as pacete e luvas.

PARTE I Preparação

PASSO 1


Corte as barras de aço nos comprimentos indicados no projeto de armadura. Use uma tesoura para cortar barras com
até 12,5 mm de diâmetro (foto à esquerda) e uma guilhotina para barras com diâmetros entro 18 o 25 mm (foto á
direita).
PASSO 2 OBSERVE O DETALHE

Para fazer o arame que vai prender os estribos, estique e torça o arame recozido com uma manivela até que se torne
duplo, Sc preferir, uso uma furadeira elétrica, caso haja ponto de energia próximo,

PARTE II Os Estribos

PASSO 3 PASSO 4

Com ajuda de uma chave para dobrar aço crie um gancho de 45 a na


extremidade da barra, Os pinos da mesa servirão de apoio para essa
operação.

Com auxílio de lápis e metro marque na superfície de madeira a largura


e o comprimento dos estribos. Esse gabarito ajuda a criar uma linha de
montagem que aumento o velocidade de produção das peças.
0 0
Sempre, de acordo com as marcai de lápis na mesa, Terminada a operação de dobra., verifique se as
dobre a largura e depois o comprimento do estribo dimensões de comprimento e largura d o estribo
em 90®. estão de acordo com as d o projeto.

PARTE Montagem do Pilar

PASSO 7

Posicione as barras de aço cortadas no cavalete. Com


metro e giz, marque no vergalbão os pontos onde serio
amarrados os estribos.

PASSO S OBSERVE O OETALHEJ

Pegue os rolos de arame recozido duplo em uma das mãos e usc-os para amarrar os estribos ás barras com auxílio
de uma torquès, Gire o arame ate prender bem. Com a própria torquès, corto a sobra d o aramo.
PASSO 9

• m
Para garantir que a ferragem vai ficar centralizada na Com cuidado, posicione a armadura do pilar na fôrma de
fôrma, coloque espaçadores de plástico em estribos madeira. O conjunto está preparado para a concretagem.
alternados.

D I C A ÚTIL • * »

A colocação de ospaçadores ou distanciadores garante que a armadura


fique bem-centralízada dentro da fôrma. Os espaçado res plásticos são
mais práticos d o que os de concreto e argamassa.
Lembre-se; os espaçadores de ferro sáo proibidos, pois podem provocar fer-
rugem na armadura,
4

Paredes de Gesso
Acartonado

Valentina Figutrela
Equipo da Obra n- 2, Juiho/2005
Apoio táííiiço: Placo do Brasil

Veja como executar divisórias internas com drywall

As paredes d e gesso acartona-


d o sac feitas c o m placas de
gesso revestido com lâminas
d e cartão duplex. Essas placas
são presas c o m parafusos a
estruturas de aço galvanizado.
Esse tipo de parede ó indicado
somente para uso interno, pois
o gesso nao resiste a água.
Depois de pronta, pode-se re-
vestir com qualquer tipo de
acabamento final.
As ferramentas que você
d e v e ter para realizar o servi-
ço são: trena, metro, furadei-
ra, parafusadeira, cordão para
marcação, estilete, serrote d o
ponta, serrote c o m u m , tesou-
ra, nível magnético (vertical e
horizontal), plaina, serra-copo
d e 60 m m , levantador d e placa, espátulas para acabamento (10 e 25 cm), desempenadelra d e lâmina curta
(28 cm}, agitador d e massa, finca-pino, martelo e puncionador.
PARTE 1 Colocação dos Perfis

PASSO 1 PASSO 2
*

A 1
Corri trena, lápis e metro, marque no piso alguns pontos
de referencia para fixar as guias que segurarão os perfis.

PASSO 3
— •

\A 2
Depois, com um cordão de marcação, desenhe a
espessura da parede.

CEI
Com uma furadeira, faça furos na guio metálica oté
atravessar o piso. Os furos deverão receber bucha e
parafuso.
Fixe os guias usando os parafusos compatíveis com as buchos escolhidos. Confira se a marcação e o tamanho da
guia estão corretos. Uma tesoura pode ser necessário para cortar os perfis e afustar medidos.

PASSO S

Para o teto, as marcações devem ser feitas da mesma


forma. Para garantir o prumo, coloque o nível
magnético no montante e faça marcações com lápis (á
esquerda). Fixe as guias (acima).
PASSO 6

Marque na guia (do piso e do teto) os


pontos para a fixação dos montantes que
serão fixados na vertical. Deve haver um
montante a cada óOO mm, no máximo.

PASSO 7 ATENÇÃO NA HORA DE FIXAR!

Os montantes devem ter a altura do pé-direito, com 8 a 10 m m dc folga. Fixe os montantes nas guias d o p i s o e do
teto e trave com um puncionador,
PARTE II Colocação das Placas

PASSO s


Depois de montar a estrutura, é hora do colocar as
placas. Use um levanta dor de placa para garantir a
folga de 1 cm entre a placa e o piso [acima). As placas
deverão ser parafusadas no montante de forma
vertical, A distância entre os parafusos deve ser de,
no máximo, 30 cm. É necessário deixar 3 cm de folga
nas extremidades e 1 cm na borda da placa.

PASSO 9


Se a altura da placa for menor d o que o pé-direito,
use outra placa para completara parede, Ê
importante que se faça a amarração das placas
mantendo as juntas alternadas.
PASSO 10 PASSO 11

O canto externo deve receber uma cantoneira perfurada As caixas de luz devem ser colocadas. Para isso, marque
como reforço. Aparafuse-a após a retirada das rebarbas com um nivel magnético, faça duas aberturas com a
das placas. serra copo de 60 mm e insira a caixa elétrica.

PASSO 12 PASSO 13

Antes de instalar a outra face da parede, passe todas as Cubra a outra face com placas de gesso. Mantenha
instalações elétricas, hidráulicas e reforços. 1 cm de folga entre a placa e o piso, com o auxilio d o
levantador de placas.
PASSO 15 OBSERVE O DETALHE DE ACABAMENTO!

Depois de fixar as placas na estrutura passe uma


camada de massa com auxílio de uma espátula fina nas
juntas horizontais.

ES
No caso das juntas verticais, as camadas de massa devem
ter cm torno de 50 cm. Após a aplicação da massa,
coloque sobre a junta uma fita de papel microperfurado
com o lado poroso voltado para a parede.

PASSO 16

Com o espátula grossa, passe mais massa nas juntas


horizontais. A camada deverá ser de 2 cm a 5 cm mais
larga d o que a anterior. Deve-se esperar 24 horas até a
aplicação da segunda e última camada, que devera ficar
com a aparência de trabalho acabado.
Passo uma camada sobre as cabeças dos parafusos. Se
necessário, aplique uma segunda camada após a
secagem,

PASSO 18 ATENÇÃO AO DETALHEJ

ES
Nos ângulos internos, aplique a massa cm cada uma das faces, Antes de ser aplicada, a fita necessita ser dobrada (já
há um vinco que facilita o processo).
Nos cantos externos, aplique a massa sobre a
cantoneira metálica. No dia seguinte, use a espátula
para nivelar a superfície.

B O L S A DE FERRAMENTAS * • *

Na hora de montar uma parede do gesso acartonado, Josó Mariano Dias taro
sempre ao seu lado uma bolsa de ferramentas presa ao cinto. Nela, guarda uten-
sílios, como trena, metro, parafusos s lápis. "Ela acelera em 30% a montagem
desse tipo do parede que, por si só, já ó rápida", explica Dias. A bolsa, segundo
ele, também evita peidas de materia!, que podem ser muito comuns durante a
oxecuçáo.
Kit Porta-Pronta

Valentins Figuorola
Equipo de Obra n6 3, Ouiubro/2005
Apoio Técnico: Ed&on Pedro, da G&cola Orlando
Lavioro Ferrai uolo, uni dg de do Sonai-SP
• O kiL Pcru-Ptoflia u*id& naüo iiMto-i-fiíiio foi a»ml!ffi«ivM
esdick psito Muhicr»f

Veja como preparar o vão e colocar o conjunto de


porta que já vem pronta de fábrica
O kit Porta-Pronta ê v e n d i d o conten-
d o os batentes, guarnições, dobradi-
ças e fechadura, t u d o m o n t a d o e
c o m acabamento. Apesar dessa faci-
lidade, è preciso seguir algumas re-
comendações; o sistema d e v e ser
m o n t a d o na fase final da obra, corm o
piso e o teto acabados e a pintura
das paredes c o m , no mínimo, uma
d e m l o d e tinta. O vão deverá ter as
medidas certas para um encaixe per-
feito. A porta é fixada c o m uma es-
p u m a expansiva d e poliuretano e é
preciso manter o kit intocado ató a
completa expansão da espuma, O
vao tem de estar chapiscado, e m b o -
ç a d o e limpo. N u m a parede de ges-
so (drywa/í, c o m o neste passo a passo, essa superfície deve ser a própria estrutura metálica e nunca a
chapa d e gesso. As ferramentas que você d e v e ter são: macete d e borracha, prumo, nível, cunhas d o ma-
deira, espuma expansiva d e poliuretano (adesivo de poliuretano), lápis para carpinteiro, metro ou trona,
esquadro o cola branca,
Com auxílio do um maceto de borracha, coloque as
cunhas nas extremidades superiores e inferiores e na parte
intermediária (na altura da fechadura). Aqui é importante
obter folgas iguais em todos os lados da porta.

Próximo ao local onde será feita a instalação, retire a


porta da embalagem com cuidado e encaixe-a no vao.

PASSO 3 ATENÇÃO AO DETALHE!

Com um nível de bolha, verifique o alinhamento da porta com a parede. Para isso, coloque o nível na diagonal,
jursto a uma das extremidades superiores. Se for preciso alinhar a porta com a parede, bata com um macete de
borracha na cunha superior.
PASSO 4

Com uma trena ou metro, confira o dimensão do pequeno


vão entre o batente e a parede. Esse espaço deve ter de
1 a 1,5 cm para a colocação da espuma de poliuretano.

Verifique o alinhamento vertical do batente com o


prumo de pedreiro. Faça o mesmo na face interna do
batente.

Agite bem a embalagem da espuma. Depois, conecte o bico d o aplicador na válvula da embalagem, conforme as
instruções do fabricante.
B •
Forre o piso com j o r n a l Coloque os óculos e a luva para Não deixe que o produto escorra ou respingue na
fazer a aplicação da espuma de poliuretano. A aplicação porta, caso contrário poderá manchá-la. O frasco
deve ser feita no centro da parede, em toda a extensão sempre deverá estar virado de cabeça para baixo,
d o batente.

PASSO 9
m

B
Depois de 30 minutos as cunhas p o d e m ser retiradas
com cuidado. Só depois de ó horas, a espuma estará
completamente seca. Retire os travamentos com auxílio
da cunha e do macete de borracha. Eventualmente, um
martelo poderá ser usado para retirar os pregos.
PASSO 10 PASSO 11

EQ ED
Com um estilete, corto os excessos ou saliências da Passe a cola no macho das guarnições e encaixe-as no
espuma. batente. As guarnições verticais deverão ser cortadas
com serro para ajustar suas dimensões ao vão.
6

Alvenaria de Blocos
de Concreto

Valentina Fíquorda
Equipo do Obra nJ 3, Qutubro/2005
Apoio técnico: Marcqlo Duarto, profojsor da Escola Orlando Laviero
* Porraiolo, unidade Sersaií-$P

Veja como marcar, fazer a primeira fiada e subir uma


alvenaria de blocos vazados de concreto

Uma parede p o d e ser levantada


com blocos de concreto, tijolos ce-
râmicos ou de barro.
A n t e s d e iniciar a construção
da alvenaria é preciso garantir . y^efcÈ
uma fundação nivelada e imper- | (6^' ^ r ^ ^ ^ M ^
meabilizada, A argamassa d e v e / m m m
ter o traço a p r o p r i a d o para o bio ^ ^ ^ ^ í ^ ^ n f t m ^

pronta, a aplicação pode ser feita muá V M f / W TpW


com uma bisnaga. \W>.> (j^W ' f
É preciso mexer a argamassa /. J r ^ t t t f
na masseira d e forma correta, antes ^ ^ ^ ^ -íC^ML.
d e extrai-la para aplicação no bio- l ' ^
co. Nesse passo a passo, você verá ^ ^ ^ ^ ^ ^ f '
c o m o levantar uma parede c o m
blocos vazados de concreto e m
cima da marcação d o baldrame (sa-
pata corrida).
Aprenderá t a m b é m que verificar prumo e nivel a cada fiada é um d o s segredos para se fazer uma pa-
rede impecável. Fixados antes d o assentamento d o s blocos, os escantilhões deverão estar colocados no
prumo para um perfeito alinhamento da alvenaria. Para esse serviço, você vai precisar d e fratasso (pode ser
substituído por meia-cana), escantilhão, linha d e pedreiro, p r u m o d e pedreiro, argamassa, masseira e co-
lher d e pedreiro.
PARTE 1 Marcação e Primeira Fiada

PASSO 1 PASSO 2

Sem usar argamasso, posicione os blocos no inicio e no Para verificar o alinhamento horizontal dos blocos,
fim da parede ao lado dos escantilhões. Nosso caso, amarre uma linha nos escantilhões. A linha deverá estar
como a parede abrigará uma porta, foi colocado um bem-esticada e posicionada na marca da "P fiada.
bioco para demarcação d o vão.

PASSO 3 ATENÇÃO AO DETALHE PASSO 4

El D
Erga um dos blocos das extremidades c, com uma Assente o bloco no piso, sem apertá-lo.
colher de pedreiro, cotoque a argamassa no locai, A
camada de argamassa deverá ter, mais ou menos, 1 cm
de altura e ocupar a área de projeção d o bloco no piso.

Confira o alinhamento vertical d o bloco com prumo de pedreiro.

PASSO 6

PASSO 7


Assente os outros blocos da mesma maneira que o primeiro. Sove a Confira os prumos dos blocos.
argamassa sempre que for usá-la.
PASSO A

• B
Posicione um bloco na vertical e aplique os cordoes de Assente o bloco no piso. Esse procedimento e o anterior
fechamento. deverão ser repetidos com os blocos que faltam.

PASSO 10 PASSO 11

A 10 A 11

Se necessário, alinhe os blocos com Com a colher, tire os excessos de


o macete de borracha, argamassa e recotaque-a na
masseira.

PASSO 1 2

Faça o acabamento da primeira


fiada com a colher,
PARTE II Segunda Fiada

PASSO 13 PASSO 14 OBSERVE O DETALHE!


—-•

Nao se esqueça cie aplicar a argamassa ne sentido


transversal d o bloco.

« 13
Com ofratasso, coloque a argamassa em parte d o
bloco da extremidade da primeira fiada. Sobre esse
bloco, será assentado um meio-bloco para amarração.
PASSO 1 6

Desloque a Unha de pedreiro para uma marcação acima Novamente com a colher, tire o excesso de massa e faça
da primeira. o acabamento.

PASSO 16 PASSO 19

A 19

Aplique a argamassa em outro bloco da primeira fiada.

Com o prumo, cheque o alinhamento,


RI Kl
Faça o cordão de argamassa do bloco a ser aplicado o A parede está pronta para receber o revestimento,
assente-o. Os procedimentos deverão ser repetidos até
o levantamento completo da parede.

DICA ÚTIL * • •

Amarração e a posição certa dos blocos.


O objetivo da amarração (uma maneira de assentar com as juntas desencontradas) é manter a parede estável. Use
um meio-bloco no início da 2 J fiada. Na hora de assentar o bloco inteiro, observe a face vazada: aquela que tiver
orifícios menores deverá ficar para cima.

DICA • • •

FAÇA ASSIM!

Para evitar desperdícios e garantir a aplicação uniforme de argamassa no bloco todo evite fazer movimentos
aleatórios. Com o fratasso, faça movimentos regulares de vai e vem.
7

Bacias Sanitárias

Viilontlna Fíguorola
Equipo do Obra n " l , Mar/Abr/2GGi
Apoio técnico: Marçolo Duarte, professor do Escola Orlando Laviero Eerraiuoio,
unidade do Senaí-SP

Todas as dicas para instalar bacias sanitárias e fazer


as ligações hidráulicas
Simples e fácil, a instalação de bacias sanitárias requer alguns cuidados básicos para evitar problemas. O
primeiro é a colocação correta d o t u b o q u e liga a privada ao p o n t o de água na parede. É i m p o r t a n t e q u e o
t u b o esteja nivelado para evitar aquele gluglu, ruído característico da água retida no t u b o de ligação, Para
garantir q u e não aconteçam vazamentos, providencie boas vedações,
Vale lembrar q u e há três formas d e vedar a entrada da bacia: c o m bolsa plástica, anel expansor o u pa-
rafusos, A louça já v e m d e fábrica preparada para uma o u outra solução, nunca para todas, Mostraremos
t o d o s os detalhes d e instalação c o m cada um d o s m é t o d o s . Para esse serviço, serão necessárias uma fura-
deira, anel maleável d e vedação, bolsa preta, silicone ou massa d e rejunte, uma serra, vaselina {pare passar
no t u b o ponta azul), o t u b o de ligação c o m bolsa ou e s p u d c , buchas, parafusos, arruelas, porcas o uma
chave para rosquear.
So necessário, ajusto o comprimento do tubo do ligação Insira a bolsa de plástico em uma das extremidades d o
com uma serra. tubo de ligação.

PASSO 3 ATENÇÃO AO DETALHE] PASSO 4

A bolsa deverá ficar sempre voltada contra o fluxo de


água.


Encaixe o tubo na entrada d o vaso sanitário e desvire a
bolsa.
PASSO 5 PASSO ó

B
Coloque um pouco do vaselina no tubo ponta azul Espalhe com o dedo em todo o perímetro.

PASSO 7 PASSO 9

Insira a extremidade do tubo do ligação na ponta azul

FAÇA A S S I M !

PASSO 8

B
Desmonte tudo e deixe a privada livre novamente.


Se houver necessidade de nivelamento, serre o tubo
vertical.
— •

Vire a privada de ponta-cabeça. Separe o anel maleável


e a bolsa preta.

Molde o anel do vedação na saída do esgoto da bacia.

PASSO 12 PASSO 13
*

Insira a bolsa preta no ramal de descarga.


Coloque a bacia na posição de instalação.
ATENÇÃO!

PASSO 14

Com auxílio de um lápis ou caneta, marque no piso


dois pontos para fixação da privada. Utilize os
Afasto a privada c fure o piso com furadeira e broca do
orifícios da própria louça para isso.
8 mm.

PASSO 1 6 PASSO 17

EE3 Coloque a bacia na posíçio do instalação e insira os


Insira as buchas no piso. parafusos.
— •

Com auxílio de uma chave, aperte os parafusos,

Prepare a massa de rejunte, de acordo com as orientações


do fabricante, e aplique entre a privada e o piso.

PASSO 20


Se preferir, substitua a massa de rejunte pelo silicone
em bisnaga.
TUBO DE LIGAÇÃO COM ANEL EXPANSOR

PASSO 1 PASSO 2

PASSO 3

1. Insira o t u b o de ligação com anel expansor na en-


trada da privada,

2. Pressione para entrar.

3. Acople a outra extremidade no t u b o ponta azul. As


demais etapas são às mesmas da instalação com
bolsa.
TUBO DE LIGAÇÃO COM PARAFUSOS

PASSO 1

PASSO 2

fn&ira o disco no tubo do ligação,


TUBO DE LIGAÇÃO COM PARAFUSOS (Continuação)

PASSO 3

PASSO 4

PASSO S

3. Insira o t u b o d e ligação na entrada d o vaso.

4. C o m a chave, aparafuse.

5. Acoplo a outra extremidade no t u b o ponta


azul As demais etapas sao as mesmas da
instalação com bolsa,
8

Revestimento de
Gesso Sarrafeado

Valontina Flguorola
Equipo do Obro n- Ma»/Abr/2Q0ó
Apoio técnico: Marcelo Duarto, professor da Escola Orlando Savioro Perfaiulo,
• unidade do Se nai-SR

Veja como executar acabamento com


gesso sobre blocos de concreto
O b t i d o a partir d o processamento
d o mineral g i p s i t a , o g e s s o é u m ma-
terial b a s t a n t e utilizado na constru-
ção civil, Serve, p o r e x e m p l o , para
p r o d u z i r p e ç a s d e c o r a t i v a s , painéis,
placas para f o r r o e até m e s m o c o m o
r e v e s t i m e n t o para p a r e d e s d e alve-
naria, Q u a n d o u s a d o e m p a r e d e s , o
gesso substitui o chapi sco, o o m b o -
ç o , o r e b o c o e a massa c o r r i d a . Esse
tipo de revestimento é chamado de
gesso sarrafeado. Para e x e c u t a r esse
serviço são usadas mestras e canto-
neiras d e a l u m í n i o , q u e g a r a n t e m
um acabamento nivelado e apruma-
d o d a superfície. Por ser m u i t o p o r o -
so, o gesso r e q u e r a aplicação d e
u m s e l a d o r e s p e c í f i c o antes d a p i n t u r a . A l é m d e u n i f o r m i z a r o a c a b a m e n t o , o p r o d u t o p r o p o r c i o n a u m
r e n d i m e n t o m e l h o r d a tinta. Para fazer o r e v e s t i m e n t o c o m g e s s o , v o c ê vai precisar d e á g u a , p ó d e ges-
so, c a ç a m b a , d e s c r r t p e n a d e i r a d e PVC d e chapa d e 3 m m , d e s e m p o n a d e i r a d e aço p r ó p r i a para gesso,
lixa p a r a f o r r o 120, colher d e p e d r e i r o , c a n t o n e i r a s d e a l u m í n i o para s a r r a f e a m e n t o , r e q u a d r a ç o c s e es-
pátulas d e aço.
COMO FAZER AS MESTRAS

FIGURA A e S

As mestras - faixas verticais e contínuas de argamassa - servirão de apoio para aprumar o


revestimento. Devem ser feitas um dia antes para estarem totalmente secas, quando o serviço
de revestimento for iniciado. Para fazê-las, basta fixar as taliscas (Figura A), preencher o
espaço vertical com argamassa e sarrafear com régua de alumínio (Figura B),

PASSO 1

D
Coloque água na caixa de massa numa quantidade, que
corresponda à metade do volume total da mistura. Por
exemplo: se você colocou 10 litros de água, após a
adição d o gesso obterá 20 litros de massa pronta.
Distribua o pó sobre a água até saturar, ou seja, até que IJxc as bordas da desemponadeira de aço para eliminar
se forme uma camada fina e seca sobre a água. Para ferrugem.
que o pó caia de maneira lenta e uniforme sobre a
água, use as mãos como se fosse uma peneira.
PASSO S

PASSO 4

Coloque a massa sobre a cantoneira e espere endurecer


um pouco, para que a mistura não escorra quando a B
cantoneira for movimentada. Fixe a cantoneira rio vértice da parede.
PASSO 6 PASSO 7

m i i t i

• D
Alinhe as cantoneiras com as mestras, Para uma melhor fixação, preencha os vãos da
cantoneira.

PAS SO 8 ATE N ÇÀO AO DETALHE)


Com a dosempenadeira de PVC, aplique o revestimento em movimentos cruzados. Primeiro de baixo para a cima,
como mostra a foto maior. Depois, passe a desempenadeira da direita para a esquerda, como mostra o detalhe.
PASSO 9 N O S ESPAÇOS M E N O R E S

C o m desempenadeira d e aço, preenche o vao A massa endurecida que sobrou na caçamba deverá
f o r m a d o entre a cantoneira e a mestra. ser raspada para ser aproveitada no acabamento final
da parede.

PASSO 11 PASSO 12

Para deixar a massa fluída, adicione água c o m a Para o processo de q u e i m a ou alisamento final da
ponta dos d e d o s e misture na própria parede, deverá ser utilizada somente a nata d o gesso
desempenadeira. que escorre pela desempenadeira. A p l i q u e a nata
em movimentos cruzados.
D I C A ÚTIL • • *

Para acelerar a pega do gesso


Divida a massa da caçamba em duas partes e mexa
apenas uma delas, A porção mexida endurecerá
num tempo mais rápido d o que a outra metade e
poderá ser aplicada na parede mais rapidamente,
O tempo de aplicação do gesso na parede não
deverá ultrapassar o tempo de endurecimento da
outra metade, ou seja, 20 minutos.

FAÇA ASSIM!

O primeiro passo para uma boa aplicação é fazer com que o pó não caia na água em montes
e pelotas. Depois d e abrir o saco, afofe bem o pó.
9

Caixilho de Alumínio

Valantlna Figuorala
Equipe do Obra n- S, Miio/Juo/2006
Apoio técnico: Tolsntmo Soarei do Souza o Edson Pedro do Santana,
da Escola Orlando Lavàero Ferraiuolo, unidade do Senai-SP

Veja as dicas para instalar janelas de alumínio

O caixilho deverá ser instalado em um


vão bem-esquadrejado, c o m tamanho
a d e q u a d o à peça e ao tipo d e chumba-
mento escolhido, A argamassa requer
2 cm de espaçamento entre o caixilho e
a alvenaria, enquanto a espuma expan-
siva d e poliuretano necessita d e 1 cm,
Por exemplo: se for chumbada c o m ar-
gamassa, uma janela d e 60 cm x 60 cm
precisa ser instalada n u m vão d o 64 cm
x 64 cm. C o m espuma, no entanto,
seria necessário um vâo d e 62 cm x
62 cm, Manter as placas d e madeira da
e m b a l a g e m até o t é r m i n o d o acaba-
m e n t o final das paredes é fundamental
para poupar a peça d e danos. Janelas
d e alumínio, c o m o a deste passo a pas-
so, p o d e m manchar em contato com cimento, cal e tinta. Garantir o prumo e nivelamento da janela é uma
das etapas mais importantes para o sucesso da instalação. Por isso, antes d e chumbar a peça, verifique
b e m o posicionamento da janela c o m p r u m o de face e nível d e bolha. Para a instalação, você vai precisar
d e martelo, trena, lápis, linha d e pedreiro, cunhas, p r e g o c o m u m , nível d e bolha, serra-mdrmore, marreta,
talhadeira, espuma d e poliuretano, p r u m o d o face, mangueira d e nivel, desempenadeira, masseira, colher
d e pedreiro, balde e broxa, Não esqueça os óculos, luvas, capacete e máscara,
PASSO 1

O ângulo do encaixe pode variar de 45° a 120°,


conforme o produto. Nesse caso, optou-se pelo ãnguto
de 120°. Você deve seguir a recomendação do
fabricante.

Corte a alvenaria próxima aos vértices do vao para


desenhar os encaixes das grapas.

PASSO 3 PASSO 4

{ Y)ÍT| ri, I,I .•• t . i l l u i t i . - M , ! , III.: n : c .) i M i sol; m i t o i la | > o l n

corte.

Depois de quebrar a alvenaria, varra o piso para evitar


acidentes.
PASSOS FAÇA ASSIM! PASSO 6

• •
Com auxílio de uma mangueira de nível, transfira o
Com um nível do bolha, trace um risco a 1,10 m de
distância d o piso. Esse valor varia conforme o ambiente primeiro ponto para o segundo. Essa etapa deve ser
em que a janela será instalada. Banheiros, por exemplo, realizada por duas pessoas.
requerem janelas mais altas.

PASSO 7 PASSO 3

Faça um traço sobre cada um dos pontos superiores.

Com uma trena, transfira os pontos inferiores para a


parte superior, Nesse caso, os pontos superiores distam
55 cm dos inferiores, Para calcular, diminua 5 cm da
altura da esquadria.
PASSO 9

Insira um prego sobre cada um dos traços. Mão importa


o ponto, desde que seja sobre o traço.

Una os pregos horizontalmente com uma linha de


pedreiro. Para isso, faço um laço em um dos pregos,
estique a linha e a amarre no outro prego.

PASSOU ATENÇÃO! PASSO 12

Remova a proteção de papelão, mas mantenha as placas Antes de encaixar a esquadria, abra as §rapas no ângulo
de madeira da embalagem até a instalação completa da de encaixe do vão.
esquadria.
EB
Encaixe a esquadria no vão. A janela deve ser travada Verifique o nivelamento e o prumo. Se necessário, faça os
com auxílio do cunhas de madeira. ajustes no posicionamento da esquadria com as cunhas.

PASSO IS PASSO 16

Preencha os espaços entre alvenaria e a esquadria com


espuma de poliuretano; as grapas também. As cunhas As placas do madeira só deverõo ser retiradas dopois
p o d e r i o ser retiradas após 30 minutos. do acabamento final da alvenaria.
CHUMBAMENTO COM ARGAMASSA

PASSO 1 PASSO 2

RGURA A FIGURA B

Com a broxa embebida de água, molhe a região de Com desempenadcira o colher de pedreiro, chumbe as
encaixe das grapas. grapas e os espaços entre a janela e a alvenaria com
argamassa de areia e cimento (traço 3:1). Nesse tipo de
chumbamentc, as cunhas poderão ser retiradas após
24 horas.
10

Impermeabilização com
Manta Asfáltica

Valentina Flguerela
Equipo efe Obra n^ 5, Maio/Jun/200ú
Apoio táenieo: Er cio Thomaz, do Instituto de Pesquisas
• Tecnológicas do Estado de S5Q Paulo

Veja as dicas para instalar janelas de alumínio

A ritos d e iniciar esse serviço,, é preciso fazer a regu- impermeabilizados para evitar infiltrações. Neste
larização da superfície c o m argamassa d e c i m e n t o passo a passo, você verá todas as dicas para que o
e areia, Em rodapés, muros, paredes e jardineiras, sistema seja aplicado corretamente. Organize as
os cantos d e v e m ser arredondados e a argamassa ferramentas necessárias para a impermeabilização
d e regularização d e v e subir d e 30 a 40 cm. Essa c o m mantas: argamassa d e c i m e n t o e areia, maça-
etapa é importante, pois garante os caimcntos rico, manta asfáltica, tinta d e base asfáltica (pri-
adequados para a agua e minimiza as chances d e mor), colher d e pedreiro, roto d e lã, camada
perfuração da manta. Não esqueça d e tratar os separadora (filme de polietileno ou papei Kraft) e
p o n t o s problemáticos c o m o ralos, rodapés e tubu- os e q u i p a m e n t o s d e proteção individual - luva,
lações emergentes, que deverão ser d e v i d a m e n t e máscara, capacete e óculos.

PARTE I Impermeabilização de superfícies

PASSO 1

Após a regularização è limpeza d o local, aplique o primer na base


regularizada e limpa com auxílio de boneca ou rolo. Espere quatro
horas para começar a aplicar a manta.
PASSO 2


Aplique o primer no rodapé (meia-caná), sempre de
cima para baixo. Após a cura do primer - sempre partindo do iado mais
baixo - desenroie a primeira manta e verifique se o
encontro com a superfície vertical (parede, platibanda)
está perfeito. Se não estiver, enrole a manta novamente,
PASSO 4 ajeite a posição d o rolo e o desenrolo do novo.

PASSO 5

Acertada a posição da primeira manta, enrole-a


novamente. Com o maçarico, aqueça simultaneamente
o primer e o verso da manta. Enquanto aquece, vá desenrolando a manta o
pressionando-a firmemente contra a base.

PASSO 6 ATENÇÃO A O DETALHE!

Depois q u e a primeira manta já estiver soldada ao


primer, desenrole a segunda, ê preciso sobrepor
10 cm. Cuido para q u e a manta já aplicada e a nova
fiquem períeitamento paralelas. Enrole o desenrole
quantas vezes forem necessárias, até acertar.
PASSO a
* — •

C o m o maçarico, aqueça simultaneamente o primer, Aqueça a colher de pedreiro e a sobreposição d o


uma faixa d e 10 cm no início da manta já instalada e mantas simultaneamente,
o verso da manta nova. Enquanto aquece, vá
desenrolando a nova manta e pression ando-a
f i r m e m e n t e contra a base e o t o p o da monta já
instalada.

PASSO 10 ATENÇÃO!
PASSO 9
*

m
Deixe uma dobra de 20 cm no encontro das mantas
Pressione o encontro das duas mantas, até fundi-las. com superfícies verticais. N o caso de jardineiras e
banheiras encostadas c m paredes, ultrapasse em 20 cm
a altura em que a água poderá chegar.
PASSO 11

Corte uma faixa do manta c aplíque-a na parede como No caso de jardineiras c peitoris, cubra todo o topo da
foi feito no piso r de forma que se sobreponha á manta parede.
aplicada na base.

PASSO 13

Após o posicionamento da faixa


recortada, retire-a. Aqueça o primer, o
verso da faixa c a extremidade da manta
aplicada na base, Cole firmemente a
faixa de manta na parede e na manta já
aplicada na base,
PASSO 14 ATENÇÃO AO DETALHE!

N o caso da lateral o t o p o de paredes, faça da mesma


forma, iniciando pela base e arrematando na parEe
superior da parede (derafhe),

PASSO 1 5 PASSO 16

Pressione muito bem a manta contra a base e contra a Onde houver ralo, faça a soldagem para a aderência entre
manta já aplicada. as superfícies da nova manta e a manta d o recorte do ralo.
PASSO 1 7

EO
Com o estilete, corte um circulo que corresponda ao Com a colher do pedreiro aquecida, faça o acabamento,
tamanho d o ralo,

PASSO 19 FAÇA ASSIM! PASSO 20

Deixo a área impermeabilizada imersa em água por, no Antes do fazer o revestimento, coloque a camada
mínimo, 72 horas. separadora.

PARTE I! Impermeabilização de Ralos

PASSO 1

O ralo deve estar cercado de um rebaixo quadrado.


PASSO 3 ATENÇÃO AO DETALHE!

Corte um pedaço de manta de 20 cm x 10 cm. •


Com o estilete, faça cortes transversais, a cada 3 cm,
sempre até a metade da manta.

PASSO à PASSO 5

Solde um dos cantos opostos aos recontes.

EfcSïta l ï ^ y i K B v
luftHfe

I H »
Dobre a manta e cole, formando um rolinho.
PASSO 6

Coloque o cilindro no ralo, de forma que as tiras fiquem Com a ajuda do maçarico, solde as tiras sobre a base,
para fora, formando uma "margarida", nas laterais d o t u b o de queda.

PASSO 8 PASSO 9

Com a colher de pedreiro, pressione as tiras contra o piso. Corte uma faixa de manta com o tamanho do rebaixo.
PASSO 11
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çv-v., PPL

REiSBj
Oll ' É ^ r n

TOM 8BK-' ±

mSk • P SflBBníiBBfe^'vfgfflBfflflBi

Com a ajuda d o maçarico, solde a manta sobre a


xJèiM ~ • 'i-^r«^Jr/jií margarida e o primer da base.

PASSO 12

No lugar da abertura do ralo, faça dois cortes em forma de cruz.

PASSO 13

Solde os pedaços resultantes dos cortes em cruz no Use a colher de pedreiro para moldar a manta nas
interior d o tubo de queda. laterais d o tubo de queda.
PARTE III Impermeabilização da Tubulação Emergente

PASSO 1 PASSO 2

Repita o$ passos 1 e 2 da Impermeabilização de Ralos,


Mas na tubulação, coloque a manta com as tiras para
baixo e solde-as, fixando-as ao piso com auxílio dc
Coloque um pedaço de manta sobre o topo da
maçarico e colher de pedreiro.
tubulação e pressione.

PASSO 3 PASSO 4 FAÇA ASSIM!


Com estilete, corte a circunferência marcada na manta.
Insira o pedaço da manta a partir d o topo da tubulação
e cole-a sobre as tiras da margarida e a base, com o
auxílio do maçarico, Sempre coloque forte pressão.
11

Fôrmas

Valentina Figuorolfl
Equipe de Obra nfi 6, Jul/Ago/2006
Apoio tócnleo: Eduardo Viana, ongonhoifo do produção o
• Marcelo Vargas, técnico em Edificações, ambos da Gafsa.

Como montar fôrmas para estruturas de


concreto armado
As fôrmas servem c o m o m o l d e para as
estruturas d e concreto. P o d e m ser metá-
licas, d e madeira ou mistas - feitas d e
metal e madeira. Mostraremos, a seguir, a
m o n t a g e m d e uma fôrma industrializada
para pilar, c o m p o s t a por painéis de ma-
deira e algumas peças metálicas de en-
caixe, É importante q u e você faça a
aferição d o s prumos c o m p r u m o d e nível,
trena e aprumador. Essa é uma das partes
mais importantes d e t o d o o processo.
Antes d e começar, a armadura d e v e estar
pronta e os espaçadores - peças plásticas
q u e garantem o cobrimento correto - ins-
talados, Para trabalhar, separe os painéis
para fôrma, gasta lhos, rolo d o lã, martelo,
agulhas metálicas, prumo, trena, apruma-
dor para pilar, pedaços de vergalhão {para
fixar o aprumador no piso), desmoldante,
chavetas e porcas metálicas.
PASSO 1
— •

«ÍLVV
i ;
As fôrmas deverão ser lavadas antes d o uso. Em
seguida, faça a locação dos eixos a partir das
referências topográficas.

O s gastalhos deverão ser locados e fixados ao piso.

PASSO 3 FAÇA ASSIMJ PASSO 4

Faça assim! C o m um rolo, aplique o d e s m o l d a n t e nas


fôrmas que serão utilizados.

Posicione os primeiros painéis, a d o t a n d o c o m o


referência o gastalho preso ao piso,
Com auxilio de um martelo, encaixe as chavetas nos
orifícios das estruturas metálicas dos painéis, A chaveta
(detalhe) é urna peça usada para unir os painéis entre si.

PASSO 6 PASSO 7

Use a chaveta para uni-lo ao painel perpendicular,

C o l o q u e o painel lateral,
PASSO 8 PASSO 9

O painel lateral deverá ser preso aos recém-colocados


por moio de agulhas metálicas, com auxilio de um
martelo.

Essa agulha, que atravessara o painel lateral, será


travada por meio de uma porca.

PASSO 10 ATENÇÃO AO DETALHE!

i[i]
Coloque o tubo-guia de PVC, Eíe servirá para proteger e
orientar a trajetória da agulha, que deverá ser inserida dentro
d o tubo.
No lado oposto, trave a barra da agulha com uma porca

Observe o posicionamento das porcas e chavetas no


conjunto.

PASSO 13 PASSO 14 ATENÇÃO AO DETALHE!

Cheque o prumo na parto inferior.

ED
A trena ajuda no processo.
— *

15 A
Cheque o prumo na parte superior da fôrma.

PASS017
*

16 A
Após a montagem dos painéis, à instalado o aprumador
de pilar,

PASSO 18

17 A
A peça deverá ser fixada no piso,

Faça dois furos que correspondam aos do aprumador.


PASSO 19

uvnvuv

IH
Use pedaços do vorgalhao e um martelo para fixar o
aprumador ao piso.

DICA ÚTIL • • *

Para peças de grandes dimensões e muito pesadas,


use equipamentos especiais para içar as fôrmas e
colocá-las no lugar.
12

Instalação de
Piso Elevado

Valorttlna Figuerolla
Equipo do Obra nJ ó. Jul/Ago/200ó
Apoio tócnieo: Alossandro Mondes, instrutor do Sonai

Veja como usar o sistema de piso elevado

Antes de iniciar a instalação d e


u m piso elevado, é preciso ga-
rantir um contropiso regulariza-
d o , som imperfeições. Isso é
ainda mais importante q u a n d o
os suportes são d e policarbona-
t o , sem a possibilidade d e ajuste
de regulagem d e altura para
compensar as irregularidades da
laje, Este passo a passo mostra a
instalação de piso elevado com
suportes metálicos que funcio-
nam c o m o macacos, permitindo
ajuste de altura para nivelamento
d o piso,Mas o ideal é ter o piso
totalmente regularizado. Depois
de tudo pronto, as placas p o d e m
receber revestimento. Para insta-
lar o piso, você precisará d e fura-
deira, serra mármore, martelo movido a pólvora, trena, marcador d e linha, broca, lápis, macaco (suporto), luva
de algodão, régua d e alumínio, nível metálico e chave do boca,
Antes do iniciar a instalação, verifique se o piso está
devidamente regularizado, O bom nivelamento é
fundamental para o desempenho adequado do sistema.

Com uma trena, confira o tamanho da placa. Essa


medida será usada para fazer a marcação no contrapiso.
PASSO 3

PASSO 4 ATENÇÃO*

Use o marcador de linha para assinalar as saídas das


placas e estabelecer a posição dos macacos.
Com trena e lápis, transfira as medidas para o piso.
PASSO 5
— •


Use o marcador de- tinha para assinalar no contrapiso
os eixos que irão corresponder às juntas das placas.
Com trena e lápis, marque, no eontrapiso, os pontos do Os pontos marcados no Passo 5 servirão de referência
acordo com a medida da placa. para isso,

PASSO 7 PASSO 8 FAÇA ASSIM!

;£ ^

• •
Macacos curtos [è direita) são ideais para instalações O macaco curto deverá ser posicionado no cruzamento
mais simples, Para grandes volumes de dutos o fios, use das linhas, de forma que os furos da peça fiquem sobre
suportes longos (á esquerda), elas. A fixação requer o uso de martelo movido à
pólvora e de pinos de aço.
Use a trena para definir a distância d o piso em relação
ao eontrapiso (altura) e encaixe a parte superior d o
macaco.

Posicione o macaco grande da mesma forma que o


pequeno. Sua fixação será feita com broca e furadeira.

PASSO 11 PASSO 12

Aperte com uma chave de boca.

M2 •
Encaixe a borracha antiderrapante na parte superior do
suporte.
PASSO 13 ATENÇÃO AO DETALHE!

Nivele os macacos entre si com o nível metálico. Em áreas grandes, poderá ser necessário o uso de nível a laser. Se
ficar em dúvida, siga as recomendações d o fabricante.

PASSO 14

Coloque a saída cias placas sobro o suporte,

PASSO IS

As placas próximas da parede poderão sofrer ajustes de


medidas para cobrirem totalmente o piso. Use trena e
lápis para marcar os pontos.
*

Passe a serra mármore sobre a linha desenhada na


ED etapa anterior. Encaixe as placas cortadas no local
Com uma régua do aíumínio, faça um risco sobre os determinado. O piso está pronto para receber o
pontos, revestimento.
13

Telhado Cerâmico

Valontina Figuorola
Equipo do Obra n 7, SoE/Out/2ífâ&
Apoio lâçnico ooxoçüção: instrutor ArUõnio Alvos Gouíart, do Sonai,

Confira os cuidados necessários para


uma boa execução de telhado cerâmico

A telha cerâmica tipo romana, usada neste exemplo, PASSO 1


dispensou amarração. " A amarração para fixação das
telhas cerâmicas é r e c o m e n d a d a s o m e n t e q u a n d o a
inclinação for superior a 4 0 % " , esclarece A n t ô n i o Al-
ves Goulart, instrutor d o Senai. O assentamento das
peças da cumeeira deverá ser feito no s e n t i d o con-
trário ao da ação d o s ventos dominantes, c o m arga-
massa de cimento, cal e areia no traço 1:1:8, Argamassas
industrializadas são uma alternativa para q u e m quer
ganhar t e m p o , d e s d e que apresentem traços pareci-
d o s c o m o r e c o m e n d a d o . " A d i c i o n e p ó xadrez da cor
da telha à mistura para q u e a t o n a l i d a d e d o e m b o ç o
nao d e s t o e d o c o n j u n t o " , aconselha Goulart. Depois
d o c o n c l u í d o o assentamento das telhas, retire o ex-
cesso d e e m b o ç o c o m esponja úmida e, para finali-
zar, use u m p a n o seco para tirar o pó.

Comece a colocação pelas telhas da primeira fiada,


sempre da direita para a esquerda.
Depois disso, o assentamento das telhas passa a ser A colocação deve começar pela faixa da direita.
feito por faixas verticais em vez de fiadas.

PASSO 4 PASSO 5

Coloque as telhas na faixa, sempre no sentido do beirai Verifique se estão paralelas à linha da cumeeira. Se não,
para a cumeeira (ponto mais alto). fazer a correção para garantir alinhamento.

PASSO 6


Prepare o emboço para assentamento das poças de
BBHs» cumeeira.
PASSO 7
— •

Com a colher de pedreiro, coloque o emboço nas


extremidades das telhas, de forma a criar duas linhas
contínuas, em toda a extensão da cumeeira.

PASSO 9

•N V i

Antes de ser fixada ria cumeeira, a peça devera ser Antes de assentar a peça seguinte, coloque o emboço
mergulhada por inteiro na água, no rebaixo da telha anterior,

PASSO 10

As tolhas deverão ser encaixadas e emboçadas eom


cuidado na cumeeira do telhado.
— •

EB
Alterno as camadas de cacos com camadas de emboço.

Cacos de telha são inseridos no emboço, depositados


sobro os canais, para preencher os vazios e evitar falhas.

PASSO 13 PASSO 14
* *

13 A
A última camada deverá ser de emboço.

Com a colher de pedreiro, dé acabamento ao emboço.


PASSO 15 PASSO 16

m
A camada de emboço deverá ficar rente à peça de Aguarde uma hora para dar nova compactada nas
cumeeira e nunca ultrapassá-la. juntas e inicie a limpeza das telhas.

PASSO 1 7 PASSO I a

EH ED
Retire o excesso de emboço com uma espuma Passe um pano soco para tirar o pó.
molhada.
Execução de Textura
Tipo Graffiato

Valontim Figuorol.i
Equipo do Obra n 7, Sol/Ou t/2036
m Apoia léoniço o oxocuçõo: arquitota Mireia Laizarin

Aprenda a fazer o efeito riscado em


paredes e fachadas
0 graffiato é um tipo d o textura q u e
proporciona um efeito "riscado"
em paredes e fachadas, A massa já
v e m pronta para ser aplicada e m al-
venarias. Mas, antes de iniciar a
execução, é necessário preparar
corretamente a superfície, remo-
v e n d o partículas soltas o u maladeri-
das com lixa e escova. N o caso de
alvenaria sem e m b o ç o , as juntas de-
verão ser niveladas com argamassa,
para dar acabamento. O passo se-
guinte é aplicar na parede o fundo
preparador ou seladora, que regula
a absorção d e base e garante maior
aderência d o p r o d u t o ã superfície.
Depois que o fundo preparador esti-
ver seco, é hora de aplicar a textura. "Para evitar emendas, o sen/iço deverá ser executado d e forma contí-
nua, sem pausa", explica a arquiteta Márcia Lazzarin, instrutora d o Senai. No entanto, ela reconhece que nem
sempre isso é possível. "Nesses casos, é preciso delimitar com antecedência a área q u e será trabalhada",
aconselha. Veja as "dicas d o e m e n d a " . O último passo é a aplicação d o gol envclhocedor ou tinta. Materiais:
tona d e plástico, seladora aerilica, textura e m lata, gel envelhecedor, desempenadeira d e aço, espátula d e
aço, roto de espuma, desempenadeira d e plástico branca, fita crepe, pano d e algodão, bandeja grande,
rolo d e espuma grande ou p e q u e n o .
u - m


Cubra o piso com a lona de plástico, fixando-a na Caso a textura seja aplicada diretamente sobre a alvenaria,
superfície com a fita crepe, nivele as juntas com argamassa, usando desempenadeira
e espátula para regularizar, O trabalho só deverá ser
retomado depois de oito dias, quando as juntas estiverem
secas.

PASSO 3

PASSO 4

Despeje a seladora na bandeja. Espalhe com o rolo.


PASSO 5
— •

Com a espátula de aço, retire a textura da lata, coloque


na desempenadeira de aço lisa e aplique na parede de
baixo para cima, nunca de cima para baixo.

Com o rolo de espuma, aplique a seladora na parede.


Aguarde quatro horas para secar.

PASSO 7 PASSO 8

0
Procure aplicar uma camada com espessura de 3 ou 4 Ainda com a desemponadeira de aço, sempre de baixo
mm (3 ou 4 "riscos") o pressiono bem, para que a massa para cima, tire o excesso de material da parede.
possa aderir na parede,
FAÇA ASSIM!

Retire o excesso com a do som penado ira ató que não Dopoísde retirar o excesso, a última passada deverá ser
saia mais massa. de cima para baixo.
PASSO 12

A dosempenadeira de plástico branca é usada em Se tiver de parar o serviço, delimite, com a fita crepe, o
movimentos verticais do vaivém, criando os riscos no trecho da emenda. O ideal é que isso seja feito antes de
revestimento. iniciar o passo a passo.

PASSO 14 PASSO 1S

B i M I í l í l

Nos bordas, faça a aplicação com a espátula em vez da Assim que terminar de aplicar a massa na área
desempcnadeira, delimitada, retire imediatamente a fita crepe.
*

m EB
O serviço só poderá ser retomado depois de 12 horas, Coloque a fita crepe sobre a textura já seca.
quando a massa estiver seca.

PASSO 1 a PASSO 19

Reinicie a aplicação da textura na parte oposta à da fita A aplicação deve ser finalizada com a espátula,
crepe até chegar ao ponto da emenda.
PASSO ao PASSO 21

Assim que terminar a aplicação, retire imediatamente a


fita crepe,

Com a desempenadoira de plástico, em movimentos de


vai e vem, execute os riscos da texturizaçao.
FAÇA ASSIM!

Com o canto do rolo, pressione as


reentrâncias da superfície. Isso facilitará
a penetração da cor nos vincos da
textura,

PASSO 24 PASSO 25

m m
Com um pano úmido, espalhe o gel sobre a superfície. A aplicação d o gel na textura devera ser feita por
trechos de 50 cm x 50 cm ou, no máximo, do 80 cm x
80 cm, É necessário prever espaços do alguns
centímetros entre esses trechos,
PASSO 26 PASSO 27

m m
Para "emendar" esses trechos use o pano úmido, em Depois da aplicação da textura e d o gel, a parede está
movimentos de baixo para cima. pronta,
15

Assentamento de
Porcelanato em Pisos

Valuntlna Figjorola
Equipo do Obra n- 6, Nov/Doz/ZÕDó
AplicaçAo o apoio técnico: Mnítinho da Silva Zacarias,
mslrutoí do Sonai Orlando Laviero Fcrraiuolo

Acompanhe aqui as recomendações


para a execução correta
Desenvolvido na Itália, o porcelanato é um produto cerâmico denso e vitrificado d e alta resistência à abra-
são (riscos), O contrapiso deve estar alinhado, nivelado, seco, curado e limpo (livre d e poeira e graxa). O
instrutor d o Senai, Martinho da Silva Zacarias, aconselha a aplicação d e placas de um mesmo lote de fabri •
cação, para evitar diferenças na tonalidade das peças, " N a hora de assentar, não se deve esquecer d e
posicionar as placas num único alinhamento de desenho", complementa Zacarias. Antes de iniciar a apli-
cação, verifique a modulação de assentamento e faça a demarcação das placas. Quando as placas tiverem
mais de 0,30 x 0,30 m a aplicação da argamassa d e assentamento deve ser feita nas costas da placa e no
piso, com auxílio da desempenadeira metálica dentada. O rejunte tem de ser da mesma cor do porcelana-
to para evitar contrastes,

Materiais: luva de borracha, flanela,


espuma, desempenadeira dentada de
aço (com dentes de 8 x B mm), de-
sempenadeira de borracha, macete
de PVC ou borracha, compasso de ma-
deira, martelo picadeira, torqués, sepa-
rador de placa cerâmica, espaçadores
ou distanciadores, lápis de pedreiro,
canela hidrográfica, esquadro metáli-
co, prumo, colher de pedreiro, riscador

/ '
de placa cerâmica (com ponta de tun-
gsténio), mangueira de nível, vassoura
de piaçava, linha do náilon, trena, ró-
gua de alumfnio, caixa para argamassa,
medidor cfo volume, joalheira, máscara
para pó, óculos, argamassa de assen-
tamento AC til, argamassa do rejunta-
mento á base do resina epóxi e caixote
(de metal ou de PVC).
PASSO 1 PASSO 2
— •

Coloque a argamasso em um caixote de metal ou PVC Acrescente água Jimpa o potável conforme a
previamente umedecido, recomendação do fabricante.

PASSO 3

Misture a argamassa com a colher de pedreiro até ela


ficar homogênea e consistente. Se for possível, use
misturador mecânico.

D I C A UTIL

Faça o que indica a figura ao lado: se a argamassa


não cair, está no ponto ideal.
PASSO 4 PASSO Ó
— •

Aguarde 15 minutos até a argamassa atingir o ponto de Com auxilio da mangueira de nível, marque o segundo
maturação. Enquanto isso, com uma esponja úmida ponto.
limpe a placa (o lado oposto ao esmaltado}.

PASSO S PASSO 7

B
Varra bem o piso antes de aplicar a argamassa. Se ele
estiver muito ressecado, umedeça ligeiramente.

PASSO 8

Verifique o nível d o contrapiso, Com o metro e o lápis


de pedreiro, marque um ponto a uma distância de 1 m
acima do contrapiso.

Espalhe o argamassa num trecho pequeno d o


contrapiso com o lado liso da desempenadeira (a
quantidade de argamassa espalhada depende do
rendimento de cada profissional},
PASSO 9
D I C A ÚTtL • • •

Dica (Teste de pega): Sove a massa novamente apôs o


tampo de msiuraçfio. Com os dedos, pressione a argamas-
Passe a dosempenadeira com o lado dentado na sa. Se ela grudar nos dedos, estará no ponto corto para
superfície, e m u m á n g u l o d e inclinação de 60° em aplicação.
relação ao contra-píso.

PASSO 10 PASSO 11

Com a colher de pedreiro, aplique a argamassa na parte Depois, passe a dosempenadeira metálica dentada cm
nâo esmaltada da placa. toda a extensão da placa.
PASSO 13
* — •

m
Assente a primeira placa conforme modulação, A peça Bata os cantos da placa com o martelo de borracha.
deve ser aplicada no local de maior visibilidade do Depois, bata no meio, até amassar os cordões da
ambiente, para evitar cortes nesse local. argamassa,

PASSO 1 4 PASSO 15

m ES
Coloque, sem assentar, uma placa de referência na Fixe um prego de aço no vértice da primeira placa.
outra extremidade da parede.
PASSO 1 6

Fixe uma linha perpendicular, verificando o esquadro


entre elas. A distância entre a linha e o vértice da placa
deve ser de um risco (1 mm}.
Fixe outro prego no vértice da placa do outro extremo
da parede. Amarre uma Sinha bem esticada entre os
pregos.

PASSO 1 S PASSO 19

m
Continue a aplicar argamassa no contrapiso, ao lado da Siga as linhas esticadas para assentar as placas
primeiro placa, corno nos passos anteriores. intermediárias.
PASSO 21

R I
Coloque espaçadores entre as placas seguindo as Coloque os espaçadores entre os vértices.
orientações da engenharia ou d o fabricante da Aguarde 72 horas para a aplicação d o rejunte.
cerâmica.

PASSO 22 PASSO 23

Depois disso, o piso está pronto para receber o rejunte. Prepare a argamassa de rej unta mento no caixote,
acrescentando água na quantidade recomendada pelo
fabricante.
102 CONSTRUÇÃO PASSO-A-PASSO

PASSO 24 PASSO 25

m E3
Coloque a argamassa sobre as juntas com a colher de Com a desempenadeira de borracha aplique o rejunte.
pedreiro.

PASSO 26 PASSO 27

m m
Continue a aplicar o rejunte no restante das peças. Aguarde 15 minutos (secagem do rejunte) antes de
iniciar a limpeza da superfície, com esponja úmida.
Em seguida, passe uma esponja seca para tirar o pó.
16

Revestimento de
Argamassa

Valentina Figuarsla
Equipe do Obra n- 6, Ndv/Doi/2ÖD6
Montagom o Apoio tdcniço: José Carlos Rocha, instrutor do Sünai
• Auxiliar: Francisco da Silva Almeida

A execução de um bom revestimento de argamassa


exige cuidados. Veja aqui todas as etapas necessárias
O revesti m o n t o c o m argamassa t o m o função d o regularizar e p r o t e g e r as paredes, além de servir d e base
para outros revestimentos, O primeiro passo é limpar b e m a base e aplicar o chapisco e m t o d a área, d e
forma a garantir a aderência cfo e m b o ç o . " O chapisco industrializado é mais fácil d e preparar o aplicar,
além d o atender melhor às solicitações das estruturas e b l o c o s " , explica José Carlos Rocha, instrutor d o
Senai. Depois são colocadas as taliscas, peças cerâmicas q u e t ê m a função d e definir o p r u m o da base,
c o m uma espessura previamente especificada na norma técnica, C o m auxílio das taliscas são feitas as mes-
tras, "guias" d e argamassa q u e garantem o b o m nivelamento d o revestimento. O distanciamento horizon-
tal m á x i m o entre taliscas deverá ser de 1,80 m, Neste passo a passo, a argamassa d e cimento, cal o areia
c o m o traço de 1 ;2;8 foi especialmente dosada e executada para o recebimento d e pintura. A textura lisa e
h o m o g ê n e a da superfície, ideal para pintura, foi o b t i d a c o m a c a b a m e n t o d e s e m p e n a d o feltrado.

%
Materiais: prumo (Te face. desem-
penadeira (de madeira ou PVC)r co-

m4 - - —
lher de pedreiro, brocha, caixote,
régua de alumínio, trena, enxada, pô,
martelo, piegos, desempersacJeira
de espuma ou feltro, fio efe náilon,
vassoura, taliscas (preferencialmen-
te, as de azulejo). = 1
PASSO 1

Prepare o chapisco com cimento e areia no traço 1:3. A superfície deve ser limpa e urmedecida com auxílio da
Pode ser utilizado o chapisco industrializado, que já vem brocha embebida em água
pronto para receber água (veja dica no boxe).

PASSO 3 PASSO 4

" • • • i i i i i i Ü ü i f f i


Aplique a argamassa com lançamento vigoroso,
utilizando a colher de pedreiro, até cobrir toda a base,
Aguarde 7Z horas e, sempre que possível, peio menos
uma vez por dia, umedeça o chapisco.
*

5 A
Com o martelo, fixe um prego na parede, com uma
linha de náilon amarrada em sua extremidade.

•a
Fixe mais três pregos, um na base e dois no t o p o da
parede, formando um quadrado amarrando a linha em
cada um deles. Os pregos inferiores deverão estar a
uma distância de 20 a 30 cm d o piso. Os superiores, de
40 a 50 cm do teto.

PASSO 7 PASSO 8
* — •

Posicione a linha nos pregos superiores de forma que


ela fique a 2 cm da parede.

Com auxilio do prumo, posicione a linha inferior com a


superior.
PASSO 9


Com auxílio da brocha, umedeça os trechos da parede Lance a argamassa nas regides onde as taliscas serão
que corresponderão às taliscas. Umedeça também a fixadas. Ao todo, serio quatro taliscas para fazer as
desempenadeira. duas mestras.

PASSO 11 PASSO 12

H l l l i i i n i
m u i p

Assente as taliscas na argamassa e pressione-as de Molhe os trechos que correspondem às mestras,


modo que elas fiquem no mesmo plano da linha. Arremesse a argamassa entre as taliscas inferiores e
superiores.
fcíiSW
! • •>-:

1
J •,

13 A 14 A
Espalho a argamassa numa quantidade suficiente para Molhe a régua de alumínio e apoie nas duas taliscas
sobrepor o nível das taliscas, Passe a colher de baixo para para "cortar" a argamassa do modo que a mestra fique
cima e retire o excesso de argamassa. Espere a argamassa no mesmo nível das taliscas, Ao sarrafear, a régua
"puxar" (1S a 30 minutos} antes de começar a sarrafear. deverá estar levemente inclinada.

PASSO 15
*

Com a colher de pedreiro, faça um corte chanfrado


(a 45®} nas bordas das mestras, Isso evitará que a
argamassa do emboço trinque na região de encontro
d o pano com a mestra,
108 CONSTRUÇÃO PASSO-A-PASSO

PASSO 1 6 PASSO 17

EB
Alise as mestras com a desempenadeira. E faça Depois do umedecer a base o a lateral chanfrada da
movimentos circulares de baixo para cima. Aguarde o mestra, encha o pano com argamassa, projetando com
endurecimento inicial da argamassa. vigor e apertando a argamassa contra a parede com a
colher.

PASSO 18

Apoie a régua nas duas mestras o, em um movimento


de baixo para cima, de um lado para o outro, tire o
excesso de argamassa. Sorrafeie t o d o o pano.
PASSO 19 PASSO 20

• 19
Assim que terminar de sarrafear, retfre as taliscas o
aplique argamassa nas reentrâncias.

E l
Com um feltro ou com a desempenadeira de espuma,
dê acabamento na argamassa com movimentos
circulares. Depois de 21 dias, a argamassa fica pronta
para receber pintura.
CHAPISCO INDUSTRIALIZADO

PASSO 1 PASSO 2

Depois de colocar a argamassa industrializada no caixote, Misture bem com o colher do pedreiro.
acrescente água {siga as orientações do fabricante para
dosagem correta da quantidade de agua).

PASSO 3 PASSO 4
*

Mergulhe o rolo no massa, em movimentos de vai o Limpe bem a base, umedeça ligeiramente, aplique o
vem. chapisco na alvenaria e aguarde sua cura (do acordo
com orientação d o fabricante],
17

Como Assentar
Blocos de Vidro

Valentina Figutrsla
Equipe do Obra n» 9, Jan/Fov/2037
Local do oxocução: Academia do Fachadas da Quartzolit, orn Jandira ($P)
• Montagem: üpliçadof Zecfil&on Vieira, funcionário da Quartzolit

Conheça os segredos para execução eficiente e


rápida de paredes com blocos de vidro
A p e s a r d e fáceis d e serem executadas, as paredes d e b l o c o s de v i d r o e x i g e m alguns c u i d a d o s para fica-
rem perfeitas. O p r i m e i r o deles é o a s s e n t a m e n t o d o s b l o c o s e m m o l d u r a s de perfis metálicos s o l d a d o s ,
revestidos i n t e r n a m e n t e c o m tiras de manta asfáltica. Isso d á e s t a b i l i d a d e e evita o s u r g i m e n t o d e d e f e i t o s
c o m o t e m p o . O u t r a dica é o uso d e espaçadores, necessários para garantir a largura u n i f o r m e das j u n t a s
d c assentamento. Por n i o ser estrutural, a p a r e d e d e blocos d e v i d r o deverá, o b r i g a t o r i a m e n t e , contar c o m
u m a amarração d c ferro (vegalhôes d o 4 a 5 mm). Caso a altura d a parede passe de 5 m, ou a área exceder
14 m ' , é preciso fazer reforço estrutural com vigas e pilares. O assentamento d e v e ser feito c o m argamassa
d e areia e c i m e n t o n o traço 1:3, o u c o m p r o d u t o s industrializados f o r m u l a d o s para esse fim. N o final, tam-
b é m d e v e ser utilizada massa própria para rejunte dos blocos.

Materiais: nível de bolha, martelo de


borracha, chave de lenda, colher de
pedreiro, desempenadeira de borra-
cha, argamassa colante para assenta-
mento 9 rej unia memo de blocos de
vidro, ou argamassa de areia e cimen-
to no traço 1:3, vergalhões, espaça-
dores, manta asfáltica, esponja para
limpeza dos biocos.
PASSO 1 PASSO 2
* •

Neste passo a passo, o assentamento é feito com Faça o requadro e fixe os perfis verticais e horizontais de
argamassa colante pronta, formulada para assentar e acordo com o projeto. Mos perfis verticais c horizontais, a
rejuntar blocos de vidro. Siga as orientações do distância entre os furos deve ser de 30 a 50 cm.
fabricante para preparar a argamassa.

PASSO 3 PASSO 4

Parafuse todos os pontos com auxílio de uma chave de


fenda.
Forre o interior dos perfis com tiras de manta asfáltica,
A manta deve ser colocada nos perfis horizontais e
verticais.
PASSO 6
* •

B
Com uma colher dc pedreiro, coloque o argamassa em Insira os espaçadores plásticos tendo como referência a
toda a extensão d o perfil horizontal e retire o excesso. medida d o bloco,

PASSO 7

A • >i.

Coloque um pouco de massa no local e assente o primeiro bloco.


PASSO B

Coloque a massa e m uma das faces menores d o


segundo bloco e assente, d e forma que a face c o m
massa fique cm contato com a face vertical d o
primeiro bloco,

PASSO 9 PASSO 10

U 10
Se for necessário, acerte o nivelamento c o m um
martelo d e borracha.

C o m o nível d e bolha, verifique o nivelamento d o s


dois blocos.
m ra
Repita os passos anteriores até terminar a Vfiada. Finalize a 1 a fiada preenchendo o espaço entre o
1" bloco e o perfil vertical com argamassa.

PASSO 13 PASSO 14

13 A
Insira os espaçadores entre todos os blocos da 1 a fiada,

14 •
Coloque os vergalhões verticais, dentro dos
espaçadores, entro os blocos,
PASSO 1 5
— •

Depois de fazer uma alça em uma das


extremidades, c o l o q u e o verga Ihâo horizontal
sobre a 1* fiada.

PASSO 16

C o l o q u e argamassa sobre o 1 ç bloco da 14 fia da e comece a assentar a 2' fiada.


Tire o excesso d e massa dos blocos com o d e d o Finalize a segunda fiada seguindo as orientações
indicador, t o m a n d o cuidado para não desalinharas anteriores.
peças.

PASSO 19 PASSO 20

ÍH
Sobre a segunda fiada, posicione o vergalhão c o m a Depois de assentar todas os fiadas, limpe os blocos
alça voltada para a parede, ou seja, no sentido contrário c o m uma esponja úmida, É importante que o
ao da alça d o primeiro vergalhão horizontal, As alças procedimento seja feito antes da secagem da
d e v e m sempre ficar posicionadas d e forma alternada. argamassa l o g o após a finalização da parede.
PASSO 21
— *

m
Assim que a argamassa estiver seca (depois de 24 Com uma desempenadeira de borracha, aptique o
horas}, quebre a "orelha" d o plástico d o espaçador rejunte entre os blocos 72 horas após o assentamento.
q u e ficou para fora da parede, com auxílio do cabo do
martelo de borracha.

PASSO 23 PASSO 24
*

m
Passe uma esponja úmida sobre as juntas para dar Finalize com uma esponja seca para tirar o pó. A parede
acabamento liso e uniforme. está pronta.
18

Proteção de Esquadrias
de Madeira

Daniele HIKI
Equipe de Obra n"9, Jan/JW2007
Apoio láctico: p»quis3doresGonï3ta Lopes, Mareio Nahy*, Maria Beatrií Monteiro
o Iikashi Vojo (Centro de Tecnologia de Produtos Florestais do IPT - Instituto de
• Pesquisas Tecnológicos do Estado do São Paulo) cr Osmar Riva (G ri foi Marcenaria)

Conheça os principais cuidados para pintar ou


envernizar janelas de madeira
Material n o b r e , a madeira, q u a n d o utilizada para fabricação d e janelas e portas, p o d e durar m u i t o se b e m -
p r o t e g i d a d o sol e d a chuva. Para isso, é i m p o r t a n t e q u e as esquadrias sejam pintadas o u envernizadas.
A s esquadrias d e m a d e i r a são m u i t o utilizadas pela facilidade d e m a n u t e n ç ã o , pintura, g r a n d e variedade
d o dimensões, boa vedação e isolamento contra ruídos e altas temperaturas. P o d e m ser mantidas na cor
natural d a madeira, apenas c o m p r o t e ç ã o d e verniz o u starn o u pintadas e m diversas cores. Para aumentar a
vida útil dessas portas e ja-
nelas, sujeitas às ações d o
sol e d a chuva, é necessário
escolher b e m a madeira,
além d e vernizes e tintas,
realizando todas as etapas
d e p r o t e ç ã o da madeira.

Materiais: lixa, avental, pano


seco, trinchas ou pincéis, bande-
jas, medidor, esmalte sintético,
verniz,stain (produto que prote
ge a maderra contra fungos, água
e raios solares}, aguarrás, luvas
descartáveis, espátula e óculos
de proteção.
Lixo na direção das fibras da madeira, utilizando grana
120 para tirar as imperfeições mais grosseiras e, em
seguida, com a grana 100 para deixar a superfície mais
lisa e uniforme.

Para obter um acabamento de qualidade, use lixas de


grãos de óxido de alumínio. Quanto mais alto o número
da lixa que, na verdade, indica a grana (o tamanho do
grão), mais fina eia será.

O staín é uma solução para


selar a madeira e protegéla
da umidade. Utilize-o no
lugar do óleo de linhaça,
que é menos indicado para
aplicação na madeira.
Embora esse óleo seja
tradicionalmente muito
utitizado para não deixar a
madeira secar o
Impermeabilizá-la, ele
encharca e pode causar
empenamento.
PASSO 4 PASSO 5

D
Aplique uma demão de staín em toda a superfície, O

Dica: Consulte o especialista antes de decidir se o
produto pode ser usado como opção de acabamento acabamento será apenas o sta/n; apenas com verniz; ou
(nesse caso, aplique duas demãos ou mais), pois não primeiro com sta/n e depois verniz; ou pintura com
altera as características da madeira e deixa sua esmalte sintético. Ele poderá indicar a melhor solução,
aparência natural. conforme o local de instalação, tipo de madeira, custo e
aparência final desejada.

PASSO 6


Se for usar verniz, aguarde o t e m p o de secagem d o
stafn, conforme as indicações d o fabricante. Depois,
para diluir o verniz, acrescente aguarrás utilizando o
medidor, na proporção de 10% d o volume da lata.
PASSO 7


Misture com a ajuda da espátula, despejo o verniz na O verniz forma uma película protetora e é indicado
bandeja e comece a aplicação. como acabamento, principalmente para madeiras de
lei, pois deixa aparente sua beleza natural, Para áreas
externas, o mais indicado é o verniz c o m filtro solar.

PASSO 9


A p ó s a primeira d e m l o , aguarde o t e m p o d e
secagem, conforme as orientações d o fabricante, e
finalize c o m a segunda d e m â o .
PENSE NO MEIO AMBIENTE QUANDO ESCOLHER A MADEIRA

Utilize espécies que sejam madeiras nativas legais, originadas em explorações aprovadas pelo Ibama [Instituto Brasileiro
do Meio Ambiente e dos Recursos Maturais Renováveis), ou madeiras de reflorestamento, certificadas pelos sistemas
FSC, do Conselho Brasileiro de Manejo Florestal, ou Cerflor (Certificação Florestal!.

Fique atento se a espécie utilizada tem resistência ao ataque de cupins e outras pragas.
Evite macieiras como pinho, peroba e mogno, que atualmente são escassas,

PASSO 10

Se for utilizar o esmalte sintético, inicie o processo apôs o


tempo de secagem do stain, conforme a recomendação
do fabricante. Para diluir a tinta, acrescente aguarrás na
proporção de 10% do volume da lata.
PASSO 11

A g u a r d e o processo d e secagem e inicie a segunda


d e m â o para acabamento final. Após a segunda dernâOj
a esquadria de madeira está pronta. Caso sobre tinta,
lembre-se de lacrar b e m o lata para reaproveitá-la
depois.

Inicie a primeira d e m ã o de tinta com movimentos de


ida e volta cobrindo toda a superfície.

PROTEÇÃO COIMTRA P R A G A S

Informe-se se a madeira cia esquadria recebeu tratamento contra brocas e cupins.


Se nâo, converse com o pessoal especializado em detíetízaçâo e controle de cupins para id&ntifiear a melhor forma de
tratamento contra brocas da madeira e fungos.
O tratamento de ctescupinliação deve ser feito com os poros da madeira abertos, antes de passar a seladora, para o pro-
duto ser bom absorvido.
Atenção: todo tratamento químico curativo ou preventivo contra o ataque de cupins deve, de preferência, ser planejado e
realizado por empresas especializadas, Não manuseie produtos químicos sem ter conhecimento sobre o assunto.
n
Maiiafl!!

V\ Pastilhas Cerâmicas

tílcuanny G o r o l l a

Equipo do Obra n 10, MarMbr/2007


Apoio técnico: Stop Roi/estimontos (Arquitotos, Marcelo Nazari o Andrí; Moral);
pastilhas cerâmicas, da Recosa Frsos e Azulejos

Confira detalhes de como se faz um bom


assentamento de pastilhas cerâmicas
Os diversos fabricantes d e pastilhas oferecem u m g r a n d e número d e opções d e tamanhos e cores. Em
princípio, o assentamento é similar ao d o s revestimentos cerâmicos comuns. Mas, c o m o t u d o e m constru-
ção civil, t e m o p u l o d o gato. E, nesse caso, para q u e m assenta, a tarefa é bater b e m o nível e prestar
muita atenção a colocação e ao alinhamento cie uma placa ao Iodo da outra. Assim, a distância entre as
telas deve seguir o alinhamento entre as pastilhas. A grande vantagem da pastilha cerâmica é que a arga-
massa colante já faz papel de rejunte, eliminando uma etapa da execução. Antes d e começar a colocação,
c o n t u d o , é preciso checar se a parede está n o p r u m o e curada, Se necessário, faça um e m b o ç a m e n t o de
regularização.

Materiais necessários: risea-


cleira, régua do alumínio, do-
sem penadeiras de aço e de
plástico, máquina de corte ou
torqu&s. esponja e panos lim-
pos e secos, esquadro, lápis,
trena, colher, espátula, luvas e
Óculos de proteção.
PASSO 1 • PASSO 2 •

Bata o nível cem a mangueira, observando a linha da Trace uma linha cem o lápis e a régua,
água.Tirar bem o nível é importante, pois garante
alinhamento das peças em relação ao piso.

PASSO 3 PASSO 4

Prepare a argamassa: ela já vem pronta. É só misturar Aplique a argamassa colante já pronta sobre a
água na proporção indicada na embalagem. superfície, espalhando com a parte lisa da
desempenadeira de aço.
PASSO 6
* •

Não so esqueça de seguir a linha demarcada. Utilize Depois, vire a desempenadeira e aplique a face dentada
primeiro a face lisa da dosem penadeira. sobre a massa na parede, isso ajuda a formar cordões
que oferecem maior aderência às pastilhas,

PASSO e

í V ».' «
J .-


Aplique a pastilha telada sobre a cola, seguindo Pressione a pastilha na cola com a desem penadeira de
exatamente a linha inferior demarcada, plástico. Tome cuidado para não removê-la da linha de
nível.
PASSO 9

• B3
Espere secar (mínimo de 12 horas) para que as telas não
Repita a operação ao colocar a segunda tela de pastilhas,
verificando os alinhamentos verticais e horizontais das se desloquem na finalização do rejunte.
placas e a separação entre elas {a emenda das placas n l o
pode ficar visível). O ajuste manual deve ser cuidadoso,

PASSO 11 PASSO 12

ED
Para recortar as pastilhas, use primeiro a riscadeira para
Para rejuntar, aplique a mesma cola com espátula delimitar a linha de corte. Quebre as peças com o
plástica sobre as emendas. Não use espátula metálica, torquês cuidadosamente. O u use a máquina do corte,
pois poderá riscar as pastilhas cerâmicas, sem esquecer das luvas e óculos de proteção,
Faça a limpeza com esponja macia o pano soco.
20

Como Fazer o
Assentamento
de Pisograma

Romano, Eicnico de desenvolvimento de mercado, ambos da ABCP (Associação


Brasiloira do Cimento Portland).
Colaboração: Bloco Brasil {Associação Brasileira da Indústria de Blocos de Concreto)

Fique de olho nas dicas para instalar corretamente

Pisograma é u m piso f e i t o d o c o n c r e t o , c o m f o r m a t o d e grelha, para aplicação e m áreas externas. Ele


amplia a área v e r d e d o residências e edifícios, pois c o n t ê m espaço para plantio d e g r a m a , e ê bastante
utilizado e m e s t a c i o n a m e n t o s de veiculos e passagens d e pedestres, As principais v a n t a g e n s d o seu uso
são a criação d e áreas permeáveis q u e a j u d a m a água a escoar para a terra e a redução d o calor, já q u e
sua superfície r e t é m p o u c o os raios solares. A l é m disso, p o r conter g r a m a evita a f o r m a ç ã o d e poças d e
lama. O resultado final é u m a ó t i m a aparência. Há diversos m o d e l o s d e p i s o g r a m a no m e r c a d o e a aplica-
ção á fácil e rápida. N o e n t a n t o , para garantir o alinhamento correto das peças, é necessário cercar a área
o n d e as placas serão encaixadas, c o m tábuas d e madeira, N o trecho d o percurso d e pedrestres o preenchi-
m e n t o d o vão é f e i t o c o m meia-peça d e piso intertravado,

Materiais: Para fazer a instalação, é


necessário ler em mãos esquadro,
martelo de borracha, trena, machadi-
nha de jardinagem, róguíi de alumínio,
nível de bolha, linha de pedreiro, co-
lher de pedreiro, vassoura, enxada, so-
quete e carrinho de mâo.
PASSO 2
*

Utilize o esquadro para conferir se o ângulo das tábuas Com a ajuda da enxada, tire o excesso de terra do local
de madeira que cercam a área forma 90" nos quatro G comece a uniformizar o terreno.
lados, Certifique-se também da firmeza das tábuas para
que as peças d o pisograma nao se desloquem durante
o assentamento.

PASSO 3 PASSO 4

Para compactar a terra em áreas pequenas pode-se usar Em seguida, despeje a areia no local de instalação do
o soquete. Em áreas maiores, é preciso o auxílio de pisograma.
placas vibratórias.
PASSO 5
— •

Inicie o espalhamento da areia com a colher de Com a régua de alumínio, finalize o nivelamento da
pedreiro. areia.

PASSO 7

DETALHE IMPORTANTE!

A etapa do nivelamento só estará completa quando o


nivel de bolha marcar que a base está uniforme.
PASSO 10 PASSO 11
*

m eu
Preste atenção na junção das peças ao formar os Verifique o nível novamente e ajuste as peças com o
quadrados. martelo de borracha.
PASSO 12
— »

m
Preencha com uma camada de terra os vãos que conterão a grama. Ajeite as mudas de grama nos vãos do
pisograma, conforme as indicações d o
projeto.

PASSO 14

eq
Forre com areia os vãos que serio preenchidos com a me ia-peça do inter travado, utilizada no trocho de percurso de
pedrestres,
PASSO 16

Eü EB
Nivele as peças com o auxílio do martelo de borracha. Aplique uma camada fina de areia para
melhorar a aderência entre as peças de
concreto.

PASSO 17

CONFIRA O RESULTADO FINAL DO PISOGRAMA!

ES
Retire o excesso com uma vassoura limpa
21

Como Executar
Subcoberturas em
Telhados

Juliana Nakamera
Equipe de Obra n- 11, Mato/Ju n/2007
Apoio técnico: Escola Sonaí Orlando Laviero Forrai uolo
* Jrislrulor: Antônio Alves Goulart

Os procedimentos para aplicar subcoberturas


em telhados
Infiltrações, goteiras o m o f o são alguns dos problemas q u e p o d e m ser evitados com a instalação correta
d e u m sistema de subcobertura, q u e t a m b é m cumpre o papel de reduzir a radiação solar, garantindo maior
conforto térmico á construção. Geralmente revestidas com uma película d e alumínio refletora, as mantas
são leves, fáceis d e manusear e p o d e m ser grampeadas diretamente sobre os caibros d e madeira, C o m o
o b o m d e s e m p e n h o d o sistema de subcobertura está diretamente associado à instalação bem-feita, t o d a
atenção aos detalhes é necessária durante a fixação da manta e d o s contracaibros. Outro p o n t o delicado
é o nivelamento d o ripamento, d o qual d e p e n d e o encaixe perfeito das telhas. Para o profissional que
executará esse tipo d e serviço, recomenda-se sempre estar a c o m p a n h a d o d e u m ajudante. A l é m disso, os
procedimentos d e v e m ser feitos p o r fiadas, iníciando-se pelo beiral o prosseguindo até a cumeeira.

Materiais necessários: capacete, luvas,


calçado de segurança, furadeira, serrote,
martelo, metro, esquadro, lápis, estilete,
linha, galga para ripa, sargento para linha,
grosa, cinto para ferramentas de carpintei-
ro e grampeador de lapeceiro.
PASSO Z
* *

&
O processo de execução da subcobertura começa com Com o madeiramento pronto, o passo seguinte e a
a instalação dos caibras (ou tesouras) no madeira mento instalação da testeira (também conhecida como
d o telhado. Isso deve ser feito com a fixação de peças tabeira), que deve ser feita com pregos e ficar nivelada
paralelas, sempre no sentido vertical, O espaçamento com os caibros.
adequado entre os caibros é de 30 a 50 cm,
aproximadamente.

PASSO 3 PASSO 4
*

El
Em seguida, instale a calha do beiral com pregos e Desenrole a subcobertura sobre os caibros
ganchos metálicos. horizontalmente, sempre de baixo para cima.
PASSO 5

Deixe uma sobra da manta de aproximadamente 10 cm


para dentro da calha. Essa sobra deve ser dobrada, 0
como se a manta estivesse "embrulhando" o telhado. Grampeie a manta nos caibros do madeiramento, Ê
importante que a manta n l o fique totalmente esticada, de
maneira que forme pequenas calhas entre os caibros. Isso
deve ser feito para garantir a formação de um colchão de
arr necessário para garantia do desempenho térmico da
subcobertura.

PASSO 7 OBSERVE O DETALHE!

Para fixar a segunda fiada da subcobertura, tome cuidado para sobrepor, no mínimo 10 cm da manta, sobre a
primeira fiada, Faça o mesmo com as demais fiadas até concluir toda a superfície a ser coberta.
PASSO 10

Na primeira fiada, torne o cuidado de fixar duas ripas


(uma sobre a outra). Isso é necessário para manter o
caimento adequado ao telhado.

Cole todas as emendas das mantas com fita adesiva


antigoteira própria para subcoberturas,

PASSO 9 PASSO 11

• eu
Em seguida, parta para a fixação dos contracaíbros A execução das duas primeiras ripas exige maior
{também conhecidos como recaibros) nos caibros. Inicie atenção, pois disso dependera t o d o o alinhamento das
sempre pela fixação das poças verticais.Os telhas. Meça com cuidado o local de fixação da
contracaíbros são importantes para criar um segunda ripa, de acordo com a telha a ser utilizada, No
distanciamento entre a telha e a manta e permitir a caso de telhas de concreto, por exemplo, a distância
circulação do ar o a passagem de água, caso alguma entre a primeira e a segunda ripa deve ser de 29 cm,
telha se quebre. Nas demais fiadas, a distância deve ser de 32 cm,
PASSO 1 2
— •

IH es
Para garantir 100% de nivelamento nessa primeira fiada, Para as demais fiadas, você pode trabalhar com um
antes do pregar a ripa, fixe o sargento na madeira e dispositivo de alinhamento de ripas (uma espécie de
utilize a linha como referência. esquadro especifico para esse tipo de trabalho) ou
produzir uma galga (gabarito de madeira) no próprio
canteiro.

PASSO 1 4

m
Pronto. Agora você já pode iniciar a colocação dás
tolhas.
IMPORTANTE!

Esse passo a passo foi realizado


numa das salas de aula da Escola
Senai Orlando Laviero Ferraiuolo.
Portanto, é preciso lembrar que
numa situação real de trabalho em
altura, como é o caso de telhados,
é imprescindível utilizar os EPIs
adequados. Para serviços em
telhados, como montagem de
subcobertura, é obrigatória a
instalação de cabo-guia de aço
para fixação de cinto de segurança
d o tipo paraquedista. Outra
recomendação importante é o uso
de sinalização e isolamento, no
J chão próximo ã obra, para evitar
que outros trabalhadores ou
transeuntes sejam atingidos por
uma eventual queda de materiais
e/ou equipamentos.

DICAS • * *

• Ê fundamental que haja uma distância mínima de


6 cm entre a manta da subcobertura e a telha.

• Como a manta normalmente possui revestimento


de alumínio (brilhante), recomenda-se que o insta-
lador utilize óculos escuros, sobretudo em dias de
sol forte,

• Se a manta apresentar a película de alumínio ape-


nas em uma de suas faces, o alumínio deve ser
posicionado para baixo Ipara otimizar o desempe-
nho térmico da cobertural

• Fique atento à sua segurança durante a instalação.


Além dos EPIs è cabo-guia, é muito importante a
utilização de uma tábua de prolegio adequada se-
bre o telhado, de forma que o instalador possa an-
dar sobre ela e, ainda, ler um ponto do apoio para
o recebimento das Lelhas. Essa tábua deve ter de-
graus de 40 cm de distância entre eles a estar
apoiada, no mínimo, em irês terças.
Montagem de Aço
Pronto em Estrutura

Alino Alvos
Equipo do Obra n* 11, MaioAJun/2007
Apoio técnico: Votoranlim M e t i i i i o Hernâni Fernandes Afonso, gerente do
* contra» da obra e engenheiro da Construtora Maiec

Aço pronto facilita a montagem das


armaduras antes da concretagem

O aço pronto é recurso para aumentar á produtividade na obra. Ele chega cortado e d o b r a d o no canteiro,
reduzindo o t e m p o d e m o n t a g e m das forragens e fôrmas da estrutura, facilitando o trabalho d o concreta-
g e m . Mas, antes disso, o tamanho, a forma e quantidade d e peças para a armadura d e v e m ser definidos
p o l o projeto d o engenheiro d e estruturas. Assim, basta seguir os desenhos d o projeto para sabor quais as
medidas e c o m o montar as peças de aço pronto, d e maneira a c o m p o r as armaduras especificadas. Outro
i t e m q u e necessita d e atenção é a armazenagem. Para que não sofra processo d e corrosão é muito impor-
tante q u e o aço pronto fique n u m local sem u m i d a d e e longe da água. Precisa t a m b é m estar organizado
por medidas, e m local fácil de visualizar e manusear, O aço só sorá armado no local d e execução da estru-
tura, seja ela laje, pilar ou viga. Durante a m o n t a g e m é preciso ficar atento ao nível, prumo e alinhamento
d e t o d a armadura da estrutura. As aferições d e v e m ser feitas c o m régua d e nível, trena e aprumador.

PASSO 1

Antes d o início da montagem, é


necessário verificar no projeto o
que está determinado para ser
feito em cada etapa,
0
As peças efe aço pronto são os estribos e os
vergalhões. Conforme o projeto, os armaduras
devem ser unidas com fios de aço recoiido, Para
isso, se utiliza um torquês. Prepare-se para a tarefa,
colocando luvas de segurança (de raspa) para
proteger as m i o s e evitar cortes.

PASSO 3


Esta obra é composta por lajes nervuradas,. que
utiliiam cubetas plásticas como fôrma. O
resultado, visto por baixo, é uma laje parecida
com uma colmeia.
PASSO 4

B
As peças de aço pronto, que formarão as armaduras,
são montadas entre as cubetas, antes da concretagem,
para que a laje alcance a resistência necessária prevista
As cubetas são apoiadas em estrutura executada
em projeto.
anteriormente (assoalho e chapas compensadas ou
vigas do escoramento) e solidarizadas umas nas outras.

PASSO 6 PASSO 7

Verifique o espaçamento na montagem das peças de Monte as gaiolas usando os vergalhões e os estribos
aço pronto. Deve ser o previsto em projeto, especifico unindo-os com arame reco;ido,
para cada obra. Quanto maior a resistência exigida da
laje, mais aço é utilizado na montagem da armadura,
PASSO 8


Não deixe a armação negativa (superior) sair fora de
posição. Isso compromete a estrutura,

PASSO 9 OBSERVE O DETALHE!


A colocação dos espaçadores é feita na parte inferior e
lateral da armadura montada, Isso serve para manter a
camada de proteção de concreto na armadura (2 cm de
acordo com a norma). Procure usar espaçadores
treliçados, que garantem maior qualidade e
uniformidade de espaçamento.

PASSO 10

Depois de montadas todas as armaduras da laje, é hora


da lavagem o limpeza das fôrmas. Isso evita sujeira
entre concreto e aço, que pode prejudicar a aderência
entro os materiais.
PASSO 11
— •

A concretagem começa i medi a (amento após a lavagem.

12 •
É importante lançar e adensar bem o concreto entre os
espaços das armaduras, cuidando para que não
ocorram vazios de concretagem,

PASSO 13
*

m
O concreto devo ser bem-espalhado e nivelado
com a pá.

m
Depois, a laje tem de ser sarrafeada e nivelada.
PASSO 16
— • — •

es
Ao final do etapa, é preciso cobrir a laje com uma manta Assim que houver suficiente endurecimento d o
umededda [sacos de estopa, manta geotêxtil ou bidim) concreto, é hora do passar a máquina acabadora para a
para que ocorra o processo dc cura, que dura cerca de laje ficar pronta.
72 horas.
23

Como Fazer a Colocação


de Pisos Vinílicos

GísúID CIEHINELLO
Equipo do Obra n* 12, Juf/Ago/2007
* Apoio técnico: Mordo Di Crocê, do departamento técnico da Fadernac

As técnicas e dicas para fazer uma


instalação perfeita de piso vinílico
O revestimento vinílico deste passo a passo foi e x e c u t a d o c o m placas semi flexíveis feitas ã base d e resinas
d e PVC, plastificantes, cargas minerais e p i g m e n t o s . O s pisos vinílicos servem para revestir a m b i e n t e s in-
ternos, c o m t r á f e g o m é d i o e intenso, c o m o escolas, hospitais, lojas d e varejo, escritórios e residências,
entre outros. Entre as suas principais vantagens estão a facilidade e rapidez d e instalação, a l é m da elimi-
nação d e sujeira e e n t u l h o na obra. Apesar d e simples, u m d o s maiores erros na aplicação é a p r e p a r a ç ã o
i n a d e q u a d a d o contrapiso, Se mal p r e p a r a d o p o d e ocasionar d e f o r m a ç õ e s , d e v e n d o , p o r t a n t o , estar b e m
üiso e nivelado. O u t r a g r a n d e v a n t a g e m é q u e piso vinílico p o d e ser instalado s o b r e pisos já existentes, tais
c o m o cerâmicos, grani li te, e p ó x i , m á r m o r e s e granitos, painel waJ1! (em mezanino], c o n t r a p i s o d e argamas-
sa, concreto industrial e s o b r e o p r ó p r i o p i s o vinílico. A p a g i n a ç ã o d e v e ser s e m p r e c o n c e b i d a antes, p e l o
a r q u i t e t o o u p e l o cliente, e e x i g e muita atenção p o r parte d o instalador, para q u e o corte das peçãs e a
transferência dos d e s e n h o s saiam d e a c o r d o c o m o p r o j e t o original.

Materiais: Desempenadeira lisa,


desempenadoira com lâmina A-4,
giz de linha, espátula, lápis de car-
pinteiro, trana, linha do náilon, esti-
lete, separador térmico, lixa GO,
vassoura de pelo, rolo de espuma,
régua de aço, lixadeira, soprador,
óculos, luvas, máscara, protetor au-
ricular e bolas de borracha.
PASSO 2

D B _
Prepare a argamassa misturando, para cada quilo de Com o auxílio de uma vassoura de pelo, retire o excesso
cola, 4 litros de agua. Adicione o cimento até dar o de pó e de sujeira da superfície.
ponto do pasta.

A P L I C A Ç Ã O DA A R G A M A S S A

PASSO 3 PASSO 4
*

Despeje a argamassa sobre o substrato e como auxílio


da desempenadeira lisa espalhe-a a partir da parede
contrária à porta. Aplique no mínimo duas dernãos, com
intervalo de três horas entro cada uma. Lixe a superfície

Passadas 12 horas da última aplicação de argamassa,
antes de cada aplicação. lixe a superfície.
PASSO 5 PASSO 6

Lixe o rodapé (onde a lixadeira não alcança) com uma Por último, varra novamente,
lixa óQ e, com o auxílio de uma espátula, retire o
excesso de argamassa seca.

D E M A R C A Ç Ã O D O PISO

PASSO 7

Com o auxilio da trena e d o lápis de carpinteiro, comece


a tirar o esquadro, marcando o posição das faixas do
desunho.

"Bata" o giz do linha no chao a fim de demarcar o traço


na superfície,
PASSO <? PASSO 10

n
A colocação cío piso vindico deve ser iniciada a partir do Cheque o esquadro, distribuindo as placas pela linha
uma linha predeterminada. Para marcá-la, considere central.
qualquer tipo de ambiente como um quadrado ou um
retângulo, desprezando as reentrâncias e saliências.
Meça os dois lados menores d o retângulo imaginário e,
com um lápis de carpinteiro, marque o meio de cada
lado r traçando com o giz a linha central.

PAGINAÇÃO E COLAGEM

PASSO 11 PASSO 12
• •

Distribua as placas sobre a superfície.

Com o auxílio de um estilete, corte as placas decorativas, Dobre-as para baixo


para so soltarem com maior facilidade. Depois, junte até quatro peças, no máximo,
e lixe as bordas que foram cortadas para finalizar o acabamento das emendas,
PASSO 13 PASSO 14

Ainda sem a aplicação do adesivo, simule a paginação Inicie os recortes pela peça que serve como base do
d o desenho no chão. Isso facilitara a visualização dos desenho,
cortes que deverão ser feitos.

PASSO 15

m
Corte as piai as que estão embaixo, usando as de < ima como guia. I m seguida, retire pla< a por placa, tomando
muito cuidado para transferir corretamente a paginação do desenho paro o lado. Depois de transferidas, lixe as
bordas das peças cortadas.
PASS016 DETALHE!

O ideal é colocar as pfacas alternando as posições do efeito riscado, na horizontal o na vertical, Essa disposição
ajuda a manter a homogeneidade dos tons e disfarça problemas com o esquadro.

PASSO 17 PASSO 18

Limpe bem o local, removendo as rebarbas das placas e Recorte as placas que recobrirão a volta d o piso,
o excesso de pó.
PASSO 19

A partir do eixo central, aplique o


adesivo acrílico usando a
de sem pena dei ra com lâmina A-4, Com
o rolo previamente molhado de cola,
uniformize a superfície, eliminando,
desse modo, as estrias d o dente da
desemponadeira que poderiam ficar
no piso. Espere de 10 a IS minutos
(assim que o adesivo estiver
transparente) para iniciar 8 colocação
das placas na sua posição final.

PASSO 20

m
Seguindo a linha traçada no chão, transfira os recortes
sobre o adesivo, apertando-os para que fiquem
benvajustados.

PASSO 21

m
Inicie o recorte das placas que daráo
o acabamento das bordas, Com o
auxílio de uma placa e usando a
parede como referência, meça o
recorte que cada peça necessitará.
PASSO 23

A 23
Uso o soprador para aquecer e amolecer as placas,
facilitando a retirada das peças.

rwn
Use a régua de aço e o estilete para medir e cortar a
parte excedente das laterais do piso instalado,

PASSO 24 PASSO 25

Aplique a cola de contato na parede e no rodapé.

Marque a área da parede que receberá a cola de


contato,
24

Telhas de Concreto

úísato tlehlrialll
Equipe do Obra n- 12, Jul/Ago/5007
Apoio técnico: Marcolo Vorda, instrutor orientador do
* Senai Orlando Lavi&iío Ferraíuolo

Confira as dicas para executar corretamente


telhados com telhas de concreto
As telhas de c o n c r e t o usadas neste passo a passo são d o t i p o resinadas e, p o r isso, nao precisaram ser
m o l h a d a s d u r a n t e a fase d e e m b o ç a m e n t o d a cumeeira. " A v a n t a g e m desse t i p o d e telha é q u e a pintura
e m resina reduz a absorção d e água, s o b r e c a r r e g a n d o m e n o s o c o n j u n t o e m i n i m i z a n d o o calor ao refletir
a luz d o s o l " , explica M a r c e l o Verde, instrutor o r i e n t a d o r d o Senai. Se a telha n a o for resinada, n l o se es-
q u e ç a d e molha-la antes d e iniciar o a s s e n t a m e n t o da cumeeira, q u e d e v e ser feito c o m argamassa de ci-
m e n t o , cal e areia n o traço 1:1:8. A argamassa d e v e descansar d e 10 a 15 m i n u t o s e, e m s e g u i d a , ser
misturada até atingir a consistência de u m a " f a r o f a " , Q u a n d o for necessário usar corantes, utilizar os fabri-
c a d o s a base de ó x i d o d e ferro. D e a c o r d o c o m A n t o n i o Alves G o u l a r t , instrutor d o Senai, e m t e l h a d o s c o m
telhas d e c o n c r e t o c o m inclinações d e até 4 5 % , a amarração das telhas p o d e ser dispensada d e s d e q u e os
beirais sejam parafusados n o ripão.

Materiais: Serrote de carpinteiro ?A


polegadas); trona metálica retrôtil (ou
metro articulado); martelo; cinto de car-
pinteiro; colher do pedreiro; martele do
borracha; esponja; cinto paraquedista;
óculos de proteção contra impacto; ca-
pacete com protetor facial e protetor
auricular tipo condia; luva de algodão;
luva de látex: esquadro; serra olóirica
circular; lápis para marcação
DICAS • • •

Soa aplicação da manta térmica estiver prevista no projeto, Para evitar deformações na superfície do telhado, o assenta-
esta deverá ser colocada horizontal mente, entre os caibros e mento das telhas deve ser feilo sobre uma trama de caibros
os recaibros, e grampeada nos exiremos do conjunto do ma- de secção quadrada, 5 x G cm, e por ripões. No beiral, use
deiramento do telhado. sempre dois ri pões para manter o nível.

PASSO 1 PASSO 2

Antes de iniciar a colocação, confira o alinhamento Inicie a colocação das telhas da primeira fiada d o beiral
vertical com a ajuda de um esquadro. sempre da direita para a esquerda.
PASSO 3

Antes de iniciar o preenchimento da cumeeira, meça


verticalmente o encaixe da telha, d o ponto de
recobrimento até a linha central d o espigão.

z n
Depois de colocada a fiada d o beiral, distribua as telhas
em faixas verticais, começando sempre pela direita.

PASSO 5 PASSO ó


Em seguida, meça horizontalmente. Transfira as medidos para a tolha, laça as marcações
horizontais e verticais e una os pontos traçando um
triângulo.
PASSO a
— • — •


Durante o corte, molhe bem o disco da serra elétrica Inicie o corte petas saliências da telha, sempre
com água. molhando o disco da serra elétrica enquanto estiver
executando o serviço.

PASSO 9 PASSO 1 o

• Separe a peça,
Em seguida, vire a telha de cabeça para baixo e finalize
o corte, também pelas saliências.
PASSO 11

A 12
Prepare o emboço para o assentamento da cumeeira.

Encaixe-a no espigão.

PASSO 13 PASSO 14
#

A 13
Com a ajuda da colher do pedreiro, distribua a
argamassa no encaixe da telha de forma a criar uma
linha contínua-

Em seguida, aplique a peça cortada sobre a telha.


ATENÇÃO!

M i r ,<;-..'-''

Não preencha o vão livre com argamassa entre as


telhas cortadas.

Para evitar falhas, os vazios dos canais da cumeeira


deverão ser preenchidos com cacos de telha, aplicados
sobre a primeira camada de emboço.

PASSOU PASSO 17

Aplique uma nova camada de emboço nas


extremidades, agora já preenchidas com os cacos de
telha, de maneira a criar duas linhas contínuas.

Encaixe a telha na cumeeira do telhado com cuidado.


PASSO 18 PASSO 19

Antes de assentar a peça seguinte, coloque o emboço


no rebaixo da telha.

Com a cother de pedreiro, inicie o arremate d o emboço.

PASSO 20 PASSO 21

R I
A camada de acabamento do emboço deve ficar 90% Com uma esponja úmida, remova o excesso de emboço
inclinada em direção à cumeeira, eliminando, dessa das juntas.
forma, a área de absorção de água da argamassa.
25

Amarração de
Alvenaria em Pilar

J u l i a n a N a k a m u r a

Equipo do Obra n 1 V3r Sot/0ut/i007


Apoio lôenieo: Teeno Logys (engenheiro ftoclrigo Andolfato}
Local de cxecuçüo: obra do condomínio residencial Vereda Ipiranga em S3 o Paulo

Confira as etapas para fazer a ligação de


alvenaria e pilar
Fissuras e outros problemas nas alvenarias de paredes costumam gerar altos custos de recuperação e, ainda,
causam grande insatisfação aos proprietários de imóveis. Para escapar disso, uma etapa importante a ser
considerada é a união entre a alvenaria e o pilar A solução mais recomendada para evitar trincas nessa liga-
ção é o uso d e tola galvanizada de fios do 1,65 mm, com malha d o 15 x 15 mm. O tamanho da tela deve ser
proporcional ã largura da parede. Mas o comprimento total da tela padrão é d e 50 cm, ficando com dobra
d e 10 cm para cima junto ao pilar e outra dobra de 40 cm assentada na junta horizontal entre os blocos. A
colocação das telas deve seguir orientação d o projeto de alvenaria de vedação e obedecer alguns cuidados
para garantia da amarração. O objetivo é criar uma ligação que impeça o descolamento da alvenaria e m
relação ao pilar e, ao mesmo tempo,
reduza as tensões na argamassa de
assentamento.

Materiais o ferramentas; leias metáli-


cas para amarração cte paredes; elemen-
tos de fixação da tela (pinos); unidades
de alvenaria: argamassa de assentamen-
to; pistola para chumba mento da tela
(finca-pinos); colher de podreiro; carrinho
de pedreiro; andaime-mesa; bisnaga para
aplicação de argamassa; esponja de lim-
peza; prumo e nIvoI; marreta de borracha;
tesoura para cortar a tela, Equipamentos
de proteção individual: capacete, prote-
tor auricular, óculos e luvas.
Antes de iniciar a execução da alvenaria prepare a
superfície do pilar que vai ser "amarrado" às fiadas.
Lave-o com máquina de alta pressão para retirar todo o
desmoldante que eventualmente tenha ficado no pilar
após a retirada das fôrmas.

PASSO 2

Em seguida,
prepare argamassa
para chapiscaro
pilar com traço que
contenha resina
PVA, para melhorar
a aderência.
Aplique o cha pisco
com o rolo para
textura, como
na foto.

PASSO 3

Depois do fazer todas as medições necessárias com


prumo e tinha, umedeça a superfície e aplique o
chapisco também na laje, antes de inserir a primeira
fiada de blocos,
PASSO 4
— •

Comece a assentar a primeira fiada de blocos. Faça isso após conferir atentamente o projeto de execução. A família
de blocos a ser utilizada vem especificada no projeto, assim como a dimensão o o posicionamento das paredes.

PASSO 5 PASSO ó

Apôs concluir o assentamento da primeira fiada, use um Coloque o escantilhão que será usado para prender a
gabarito para marcar, no pilar, os pontos que serão linha posteriormente,
furados para recebimento da tela metálica do amarração.
H •
Chumbe as telas metálicas nas marcas feitas na estrutura. Prenda a linha no escantithio para checar o prumo,
Para isso, use uma pistola finca-pinos. Mantenha a tela antes de levantar a parede,
sem dobrar, encostada no pilar, até o momento de sua
dobra sobro a argamassa, para evitar acidentes com as
pontas dos arames.

PASSO 9 PASSO 10

• Em seguida, comece a colocares blocos,


Aplique a argamassa. Na obra da foto, preferiu-se a
aplicação com bisnaga para melhorar a produtividade
no canteiro.
PASSO 11
— •

-d

Prossiga com o assentamento dos blocos, Como regra gorai, a tola é dobrada a cada duas fiadas,
de forma que fique 10 cm para cima, junto ao pilar, e
40 cm embutida na junta horizontal, entre os blocos.
Para fazer o assentamento da tela sobre a alvenaria,
deposite a argamassa e empurre a ponta da tela sobre a
massa, Abaixe a tela contra a cantoneira fazendo um
ângulo de 9 0 ' penetrando bem a tela nos cordões de
argamassa. Esse cuidado ó fundamental para garantir
que a tela trabalhe no meio da junta.

D SC A • • *

0 primeiro bloco deve ser colocado e pressionado forte-


mente contra o pilar, com uma junta de 15 a 25 m m [de
acordo com o projeto). Note que a argamassa deve ser
colocada no bloco em toda a sua face. Ropifa esse proce-
dimento nos primeiros blocos (os que se ligam ao pilar)
em todas as fiadas,
*

Coloque o tubo que recebera a instalação elétrica no vão do bloco específico e embuta as caixas de tomadas,
Dispense esse procedimento se o projeto não prever alvenaria com tubulação embutida.

PASSO 14

PASSO 1 5

Antes de finalizar,, retire o excesso de argamassa com Limpe toda a superfície que foi trabalhada com ajuda
colher de pedreiro. de uma esponja.

ATENÇÃO!

• Não se esqueça de verificar o preenchimento com argamassa de todo o encontro da alvenaria com o pilar.
t l É impor (ante que a mão-de-obra a ser utilizada saiba interpretar desenhos do proieto de alvenaria de vedação e o corpo
técnico da obra (engenheiro, mestre, encarregado) efetue a devida verificação.
• O assentamento das alvenarias deve ocorrer somente em estruturas já desenformada o sem escoramento
• Para a cravaçAo dos pinos (lixação da tela metálica no pila ri, recomenda-se o uso de finca-pinos de baixa velocidade (a
pistão) acionado com cartucho de pólvora, Para essa operação, é obrigatório o uso de óculos e protetor auricular pelo
operèrio.
26

Como Instalar
Caixa D'água

Julian? Nakamura
Equipo do Obra n" 13, So!/Olí1/2Q07
Apoio técnico: Dar is do Freitas Rodrigues, supervisor do produção.
Instalação da cai «a d'igua de SOO I: Orlando Viduam, da Tinabras Amanco

Conheça todos os procedimentos para fazer uma


instalação rápida e segura de caixa d'água de polietileno
As caixas d r á g u a plásticas, em espocia! as d e polietileno, v ê m c o n q u i s t a n d o participação cada vez maior
n o mercado, e m substituição às caixas d e f i b r o c i m e n t o . Isso se deve, p r i n c i p a l m e n t e , 3 características
c o m o leveza, resistência aos raios UV e á facilidade d e m a n u t e n ç ã o , E t a m b é m p e l o fato desses reservató-
rios serem p r o d u z i d o s a partir d o material atóxico. O f o r m a t o e as d i m e n s õ e s das caixas p o d e m variar do
a c o r d o c o m o fabricante, mas a forma d e instalação é a mesma. Deve s e m p r e atender aos requisitos da
n o r m a da ABNT, a N BR 562ó - Instalação predial d e água fria e IMBR 14300 - Reservatório políolefínico para
água p o t á v e l . A l é m disso, é i m p o r t a n t e seguir o p r o c e d i m e n t o indicado pelo fabricante e m relação aos
locais q u e d e v e m ser furados, para evitar a p e r d a a n t e c i p a d a da garantia d o p r o d u t o ,

Material: Furadeira, serra-copo para flanges de


W e U " , tubos de PVC nas mesmas bitolas dos
flanges, fixa, chave de grifo, fila veda-rosca, cola
de PVC, pano de limpeza e kit torneira de boia,
Antes de iniciar a instalação, leia o manual de ins-
trução que vem com o produto,
PASSO 1
*

Há fabricantes que oferecem suporte metálico para


base de apoio da caixa d'água, para garantir a
pianicidade em superfícies irregulares.Verifique se o
local está limpo e sem qualquer relevo ou objetos
pontiagudos, como pedras e pregos.

Retire a tampa para começara instalação da caixa


d'água, O assentamento deve ser feito sobre uma
superfície plana e nivelada, Se for necessário apoiar a
caixa d'água sobre perfis ou vigas, estes devem ter mais
que 10 cm. A distância entre as vigas ou perfis deve ser
menor que 20 cm. As caixas dc 1,750 I, 2.500 I e ó.OQO I
deverão ser instaladas apenas sobre bases pfanas.

PASSO 3 PASSO 4

II
Inicie a furaçlo da caixa nos pontos indicados pelo Faça pelo menos três furos; um para a entrada, outro
fabricante. Para isso, utlliM serra-copo compatível com para a saida de água (descarga) e um terceiro para o
o diâmetro dos flanges. extra vasor (ladrão).
Em seguida, inicie a fixação dos flanges.

Com uma chave de grifo, aperte os flanges rosqueáveis
pelo lado interno da caixa. Faça isso com cuidado, de
forma a garantir a junção perfeita das peças sem
danificá-las. O uso de flanges com vedação dc borracha
dispensa vedação adicional, com silicone, por exemplo.

PASSO 7 PASSO 3

Em seguida, inicie a instalação do encanamento


utilizando tubos de bitolas equivalentes aos dos flanges.
Para aumentar a aderência, lixo os flanges.

Em seguida, faça o mesmo com a ponta dos tubos que


irão entrar em contato com a caixa d'água.
PASSO 9 PASSO 10
— •

I
B E3
Passo cola do PVC nos flanges e nos canos quo serão Em seguida, conecte os canos aos flanges.
conectados,

PASSO 11

CD
Do lado interno da caixa d'água, instale a torneira de
bóia junto ao flange de entrada de água. Para tanto,
fixe a torneira separada da boia, Não se esqueça do
usar fita veda-rosca para instalar a torneira de boia.
Na sequência, fixe a boia rosqucável na haste, Antes cte concluir, limpe toda a caixa d'água corri um
pano úmido, em especial o lado interno, para garantir a
retirada de cavacos e outros resíduos da instalação.

PASSO 14
— •

DICAS • • •

• A instalação da caixa d'4gua sob o telhado deve prever


aberturas de ventilação para a circulação do ar.
• A caixa d'água do polietileno deve -ser limpa a cada seis
meses. Mas atenção: &vite escova ou outro objeto
abrasivo.

4 14
Após ser fechada com a tampa, a caixa d'água estará
pronta para ser conectada à rede hidráulica o utilizada.
27

Execução de Aterramento
em Residências

Gisele Ciehinelli
Equipo do Obra rv 14, Ngv/Doz/200?
Apoio técnico: Hílton Moreno, consultor do Procobre o presidente da Associação
Nema Brasil; Osmar de Souia, instrutor de eletricidade do Senai Tatuapé e Francisco
José Nogueira Freire, auxiliar de serviços do Senai Tatudpé

Boa execução do sistema de aterramento exige


atenção e materiais adequados
O s sistemas d e a t e r r a m e n t o residenciais t ê m c o m o o b j e t i v o garantir a segurança d o s m o r a d o r e s contra
c h o q u e s elétricos. Para q u e seja e f i c i e n t e , é i m p r e s c i n d í v e l q u e t o d o o circuito e l é t r i c o d i s p o n h a d e con-
d u t o r d e p r o t e ç ã o ( n o m e oficial d o fio terra} e m t o d a a sua extensão. A e x e c u ç ã o d o a t e r r a m e n t o é sim-
ples, mas e x i g e alguns c u i d a d o s especiais. Q u a l q u e r falha nas c o n e x õ e s p o d e p ô r c m risco a i n t e g r i d a d e
d o sistema. O sucesso da instalação t a m b é m d e p e n d e r á d o uso d e materiais a d e q u a d o s . A haste reco-
berta c o m c o b r e d e v e ter c o m p r i m e n t o m í n i m o d e 2,40 m, d i â m e t r o m í n i m o d e 15 m m e ser revestida
c o m c o b r e na espessura m é d i a d e 254 micra (alta camada) exigidas pelas n o r m a s brasileiras A B N T NBR
5 4 1 0 ; 2 0 0 4 - Instalações elétricas d e baixa tensão e A B N T NBR 13571: 199é - Haste d o a t e r r a m e n t o aço-
c o b r e a d a e acessórios. Se a c a m a d a d o c o b r e
d a haste for m u i t o fina, p o d e se q u e b r a r facil-
m e n t e n o m o m e n t o em q u e se faz sua coloca-
ção n o solo. " O aço, e m c o n t a t o d i r e t o c o m a
u m i d a d e , enferrujará r a p i d a m e n t e , c o m p r o m e -
t e n d o o s i s t e m a " , explica H i l t o n M o r e n o , con-
sultor d o Procobre, O u t r a dica valiosa é prestar
muita a t e n ç ã o n o t i p o d e solo o n d e sera exe-
c u t a d a a fixação da haste. O ideal é q u e ele
seja a d e q u a d o para receber a descarga elétrica
p r o v e n i e n t e d o circuito. Solos mais ú m i d o s são
m e l h o r e s e os mais secos e rochosos são os
mais c o m p l i c a d o s , e x i g i n d o t r a t a m e n t o s espe-
cíficos. Por fim, vale l e m b r a r q u e o fio d e pro-
t e ç ã o nas cores v e r d e o u v e r d e - a m a r e l a d e v e
ser instalado d e a c o r d o c o m a AI3NT NBR

5410-2004 Já as t o m a d a s d o corrente fixa das Materiais: Caixa de inspeção, baste cobreada com diâmetro
instalações d e v e m ser d o t i p o c o m c o n t a t o d e 5/B "{15 m m ) e 2 f m' do ^ hajto o u d o
. . . . r . tipo grampo, condutor na cor verde-a mareia ou verde, termi-
a t o r r a m e n t o <do.s p o i o s + terra). ng| à p r e s 3 â o ba1de c o m ^ u m peciaço d e caibf0i marre.

ta, eliave de boca 13 mm, caruveie, colher de pedreiro,


cavadeira, brita e EPiJs (luvas, éeulos o capacete!.
PASSO 2

Acomode a caixa de inspeção no solo aplicando terra


ao seu redor d e m o d o a deixá-la firme e encaixado
no chão.

Com o auxílio da caçadeira, abra uma vala com


diâmetro e profundidade suficientes para o encaixe da
caixa de inspeção.

PASSO 3

H
Preencha a vala com água para umedecer o solo. Isso
facilitará a aplicação da haste cobreada dc 2,40 m,
PASSO 4

Retire a haste e repita os passos três e quatro até


conseguir introduzi-la quase por completo no solo.
Complete a cravação com golpes de marreta,
interpondo entre ela e a haste um pedaço de madeira,

^ 4
Utilizando muita força nas mãos, exerça pressão para
cravar a haste cobreada no centro do diâmetro da caixa
de inspeção,

PASSO ó

EL
A haste deverá ser fixada até a metade da altura da
caixa de inspeção.
D •
Passe o condutor de aterramento (fio terra) pelos tubos Coin uma chave de boca 13 mm, faca a conexão d o
(eletrodutos) até chegar á caixa de inspeção, cabo à haste, Se necessário, use o canivete para
de ca par o condutor.
PASSO 9
*

Preencha a caixa de inspeção com brita até uma altura onde ainda seja possível visualizar o conector, O uso da brita
evitará que alguém inadvertidamente jogue concreto dentro da caixa, tornando o acesso ao conector e à haste
impossíveis, Além disso, a brita ajudará a manter a umidade d o solo próximo à haste.
PASSO 1 0 PASSO 11

Finalize fechando a caixa de inspeção com a tampa. Com o auxilio da chave de boca e do canivete, faça a
conexão d o condutor de aterramento à caixa de entrada
(caixa do medidor). O fio azul (condutor noutro da
concessionária) também será ligado ao mesmo ponto.

PASSO 12 PASSO 13

m EB
A partir desse ponto, derive um novo condutor (que No quadro de distribuição, conecto o condutor do
agora passa a se chamar condutor de proteção) para ser proteção no barramento de terra de onde sairão os
conectado ao barramento d o quadro de distribuição. demais fios terra a serem conectados aos pontos de
eletricidade distribuídos pela residência.
PASSO 14

Com o auxílio da chave de boca, finalize o serviço


conectando o fio terra no terminal de terra das tomadas
e soquetes.

DICAS IMPORTANTES • • •

Jamais bata diretamente a marreta sobre a liaste cobreada I


Além de retirar a película de cobre que a reveste, usar a mar- Para condutores com bitola acima de 3S mm?, use o conec-
reta sem o auxilio do caibro danificará a cabeça da haste, tor do tipo grampo.
impedindo a colocação do conector ou a sua substituição.

Os conectores do tipo cabo haste devem ser usados para


condutores de secção Bté 35 m m ! e os do tipo grampo, pare Um dos pontos mais importantes do sistema de aterramento
condutores do secçfio acima de 35 mm 1 . são as conexões que deverão ser perfeitamente executadas.
28
, •• i •,


Protensão em Lajes

Juliana Maltanim
Equipo do Obra n- 14. Wov/Dez/2007
Apoio técnico: Sislrcl Lajes e Pré-fabricados ípfotonsio em edifício residencial em
Indaiatuba - SP).
Instrutores: Cairo Samuel Lima e Fronósgleuson Almeida Souza, Informações técnicas
» odicionais: Eng. Eugênio Couduro (ArcelorMittal <JeIgo)

Os procedimentos para executar o serviço


de protensâo náo-aderente
A pretensão nào-aderente, executada com cordoalhas en- Materiais necessários
graxadas e plastificadas, é u m a t e c n o l o g i a cada vez mais
utilizada e m edificações residenciais, comerciais e e m fun-
d a ç õ e s t i p o radier, O o b j e t i v o é evitar d e f o r m a ç õ e s e fissu-
ras e m estruturas d e c o n c r e t o . Isso p e r m i t e a e x e c u ç ã o d e
peças estruturais mais leves e finas e maiores vãos livres.
Nesse passo a passo são usadas c o r d o a l h a s e n g r a x a d a s
(cobertas c o m uma g r a x a p r o t e t o r a c o n t r a corrosão) e re-
vestidas c o m u m a b a i n h a plástica d e p o l i e t i l e n o d e alta
d e n s i d a d e . A p r e p a r a ç ã o das c o r d o a l h a s , a a n c o r a g e m e a
execução da p r o t e n s â o e m si são o p e r a ç õ e s bastante sim-
ples e r e l a t i v a m e n t e rápidas. Mas e x i g e alguns c u i d a d o s .
O p r i m e i r o e mais i m p o r t a n t e é seguir à risca as instru-
ções fornecidas p e l o projetista estrutural. A l é m disso, r e c o -
Para preparo dos cabos: cordoalha engraxada, mesa ou
m e n d a - s e a t e n ç ã o às a n c o r a g e n s ( t a n t o n o m o m e n t o d e
base de apoio para corte, lixadeiia, macaco hidráulico,
instalação, q u a n t o d u r a n t e a c o n c r e t a g e m ) , já q u e são elas tinta o pincel para identificar cabos, trena, estilete, mesa
as g r a n d e s responsáveis pela i n t e g r i d a d e do p r o t e n s â o . de pré-btocagem.
E m quase t o d o s os p r o c e d i m e n t o s é r e c o m e n d á v e l q u e o
t r a b a l h o seja realizado e m duplas. Por fim, não d e i x e d e
ficar a t e n t o aos e q u i p a m e n t o s e p r o c e d i m e n t o s d e s e g u -
rança pessoal.

Pitra instalação dos cabos: lorquôs, trona, broca de 1" (paia fazer o
furo que vai receber a ancoragem!, broca de 6 m m (para fazer o furo
na fôrma e prender o aramei, furadeira, maçarico, macaco hidráuli-
co, arame 18 recozido. estilete, cadeira para apoio dos cabos, gaba-
rito cie madeira, tinta spray de secagem rápida. •
PASSO 1

O procedimento deve ter início com o preparo dos


cabos de protensâo. Comece medindo o tamanho d o
cabo que deverá ser cortado, de acordo com as
especificações do projeto estruturai. Após checar as
medidas, corte o cabo no tamanho necessário. Cada cabo, de acordo com o seu tamanho, exerce um
papei estrutural. Por isso, um cuidado importante i
identifica-los para que não haja confusão. Cada
combinação de cores deve corresponder a um
PASSO 3 comprimento diferente de cabo. Apôs checar as
orientações d o projeto, pinte um pedaço de bainha
(40 cm). Posteriormente, essa bainha pintada será
inserida no cabo de pretensão.

PASSO 4

SgfltBm íiWW ' l 1

Com a ajuda do um estilete, corte a bainha do cabo de


pretensão antes do fazer a pré-biocagem. Esse corte insira o cabo identificador (aquele que foi pintado
deverá ser proporcional ao tamanho d o macaco. Nesse anteriormente) sobre o trecho em que foi retirada a
caso, usou-se a medida de 40 cm. bainha,
PASSO 5 PASSO 6
— •

B
Inicie a pré-blocagem, Esse procedimento tem a função
de cravar a ancoragem em uma das pontas d o cabo. Introduza a ancoragem passiva no cabo.
Coloque o cabo no macaco hidráulico.

PASSO 7 PASSO e
*

Estique bem o cabo.

Posteriormente, encaixe as cunhas.


PASSO 9

• t n

Só então ligue a bomba d o macaco hidráulico para Finalizada a fixação do ancoragem passiva, o cabo está
travar a ancoragem, Fique atento à força necessária pronto para ser enrolado para transporte. Isso é importante,
para isso, Nesse caso, foram utilizadas 15 toneladas. sobretudo para permitir o transporte dos cabos nos
elevadores de obras e facilitar a logística no canteiro.

PASSO 11 PASSO 12

Após o devido posicionamento das fôrmas e da


armadura passiva inferior, fure a fôrma de borda com
furadeira no local que irá receber a ancoragem ativa, Em seguida, prenda a ancoragem ativa na fôrma de
Atenção; o espaçamento entre as ancoragens deve se borda. Amarre com um arame, dô um nó e corte, Para
basear nos desenhos detalhados no projeto! isso, use otorquês.
Desenrole o cabo sobre a fôrma onde será concretada a Seguindo as determinações do projeto, faca o trancamento
laje, começando da extremidade passiva em direção ã dos cabos. Observe atentamente o posicionamento dos
extremidade ativa, Lembre que a ancoragem ativa é a cabos em relação à laje, sobretudo a altura.
que será pretendida- Já a passiva è a que fica sob a
concretagem.

PASSO 1 5 PASSO 16
— »

m
Retire a bainha plástica da extremidade ativa e conecte Permita que um mínimo de 30 cm de cordoalha
o cabo na ancoragem. Somente o comprimento transpasse a fôrma do borda para que se possa fazer a
suficiente de bainha plástica deve ser removido para pretensão. Dê um nó com arame para fixar o cabo na
introduzir a cordoalha na ancoragem. posição certa da ancoragem.
PASSO 17

Coloque as cadeiras de apoio dos cabos nos locais


determinados. O tamanho/altura das cadeiras também
Uma voz fixada a ancoragem ativa, prenda a ancoragem varia de acordo com o projeto. Por isso, atenção para
passiva na fôrma com arame, seguir as orientações do projetista.

PASSO 1 9 PASSO 20

Ri]
Aguardado o tempo de cura do concreto, meça o
alongamento da cordoalha. Para isso, use um gabarito
de madeira e tinta spray de secagem rápida para
estabelecer a referência para as medições. Atenção: a
Depois de todos os cabos estarem devidamente protensâo jamais deve ser iniciada sem que os corpos-
posicionados, poderá ser iniciada a concretagem. de-prova curados nas condições do canteiro tenham
Apenas tome cuidado para que os cabos não sejam sido devidamente testados o atingido resistência
deslocados durante o lançamento d o concreto. mínima à compressão.
m EU
An tos de iniciar a pretensão, verifique o macaco hidráulico, Com cuidado, insira o par de cunhas lado a lado dentro
É importante que tanto o macaco, quanto o manómetro da placo de ancoragem ativa. As cunhas devem ser
da bomba nunca sejam separados. Isso porque cada espaçadas igualmente e inseridas dentro da cavidade
macaco e manómetro são calibrados em conjunto. da placa de ancoragem.

PASSO 23 PASSO 24

m
Protenda com a pressão requerida conforme gráfico de Em seguida, remova o macaco de protensõo da
aferição fornecido pela empresa de pretensão. Crave as cordoalha. Meça e registre o alongamento comum a
cunhas e retraia o macaco de pretensão. tolerância de ± 3 mm.
m
Submeta os registros de pressões, alongamentos e
respectivos desvios percentuais ao responsávei pela
obra ou ao projetista estrutural, Só depois de obter
aprovação, corte a cordoalha com um maçarico. O corte
precisa ser feito de forma a permitir o devido
cobrimento da armação.

OUTRAS DICAS m mm

Coloque ioda a armadura efe reforço conforme indicado


nas plantas da armação e plantas estruturais. Os cabos
tôm preferência em ralação às armaduras convencionais
e eletrodutos, quando ocorrerem interferências com a
armadura de pós-tração;
Não se esqueça de que insertes para sustentação de ins-
talações elétricas, hidráulicas e arquitetônicas devem ser
colocados nas fôrmas antes do lançamento do concreto;
Cuidado deve ser tomado para não supçr/subvibrar o
concreto na zona das ancoragens dos cabos;
Uma ôrea apropriada ou um andaime seguro deve ser
preparado para os trabalhadores que vâo executar a pre-
tensão.
A t e n d o aosEPIs obrigatórios! bolas, luvas, capacete,
óculos, protetor auricular (para os serviços de corte) o
cinto tipo paraquadista.
Instalações Hidráulicas
com Tubos PPR

Juliana Nakamurg
Equipe do Obra n- 15, Jan/Fcv/20Q6
Apoio técnico: engenheira Maria Ronata Quintal, líony do Amaral (Amanco);
engenheiros Agnaldo Holanda da Cosia e Rafael Basile (Construtora Company)

Instalação de Tubulação de PPR para


Condução de Água
A procura por um sistema d e condução d e água que suportasse altas temperaturas e pressões e, DO mes-
mo tempo, garantisse a estanqueidade das junções foi o que motivou o desenvolvimento dos tubos PPR
na Europa. Produzido no Brasil já há alguns anos, e utilizado tanto em água quente quanto fria, o sistema
é composto por tubos e conexões de polipropileno copoiímero random tipo 3, resina plástica atóxica e de
baixa condutividade térmica Isso evita a transmissão de calor para a parte externa d o t u b o , dispersando
a necessidade de isolamento térmico. Esse tipo de tubulação dispensa roscas, soldas e colas. A instalação
dos tubos de PPR utiliza o processo de termo fusão, em que o material se fundo a 260 o C, passando a for-
mar uma tubulação continua. Para isso é preciso usar o termo fusor, ferramenta específica para o processo.
A tecnologia PPR facilita a instalação, já que bastam alguns segundos para a fusão acontecer. De acordo
com os fabricantes, a velocidade d e execução é, cm média, de 4,5 m h/h. A facilidade de instalação, con-
tudo, não dispensa alguns cuidados. O principal deles é o respeito ao tempo necessário para a termo fusão,
indicado pelos fabricantes, Outra tarefa que requer precisão é a marcação da profundidade da bolsa d e co-
nexão, Além disso, não descuide da limpeza, pois rebarbas o poeiras p o d e m comprometer o desempenho
da fusão.

Ferramentas necessárias: Termo-


fusor com se LIS lespeotivos bocais,
pano ou estopa, álcool em gel para
limpeza, tubos o conexões PPR, te-
soura para cortar os tubos, fâpis, tre-
na (opcional}, tabela dada pelo
fornecedor tio sistema com os tem
pos de aquecimento a resfriamento.
PASSO 1

0
instale os bocais que serão utilizados no termofusor. Há
máquinas que podem trabalhar com vários bocais ao
mesmo tempo. Fique de olho, pois o bocal deve ser
correspondente ao diâmetro dos tubos que serão usados.
Uma dica: procure deixar o furo do bocaí para o lado de
cima. Assim será mais fácil apertá-lo.

Limpo os bocais com um pano embebido c m álcool-gel


antes de iniciar a termofusão, Use flanela, estopa ou
pano que não deixe fiapos,

PASSO 3

B
Corte os tubos no comprimento determinado pelo
projeto do instalações, com tesoura apropriada. Se você
não possuir essa ferramenta, os tubos poderão ser
cortados com serra-arco. Fique atento para efetuar o
corte perpendicular e eliminar todas as rebarbas,
PASSO 5
— * — •

• •
Limpo cuidadosamente a ponta dos tubos o a bolsa das Com o auxílio de um lápis, marque na extremidade do tubo
conexões que serio submetidas à termo fusão com em a profundidade da bolsa da conexão. Esse procedimento
pano umedecido com álcool-gel. serve para certificar que a ponta do tubo não ultrapassará o
final da bolsa da conexão. Para esse passo, você poderá
usar uma trena, régua ou mesmo aproveitar a marcação que
já vem gravada nas conexões de fábrica,

PASSO ó PASSO 7
* *


Depois de observar a pequena luz do termo fusor, Sustente o tubo e a conexão de forma perpendicular à
indicação de que o equipamento atingiu os 2óO°C placa do termofusor. O tempo de aquecimento deve ser
necessários para a fusão, introduza simultaneamente o contado somente após a introdução da ponta/bolsa nos
tubo e a conexão em seus respectivos lados d o bocal.O bocais, O tempo mínimo de aquecimento tem de ser
tubo deve entrar no lado fõmea do bocal. Já a conexão respeitado, Geralmente, osso período vai de cinco
deve ser inserida no lado macho. Atenção! A conexão segundos {para tubos de 20 m m de diâmetro] a 40
deve cobrir toda a face macho do boca! e, em hipótese segundos (tubos de 90 mm), Fique de olho na tabela de
alguma, o tubo deve ultrapassar a marcação feita tempo oferecida pelo fornecedor dos tubos.
anteriormente.
PASS O 8

EL
Decorrido o tempo correto de aqueci me rito, retire o Segure firme a junção por 20 a 30 segundos. Durante
t u b o e a conexão do termo fusor. Em seguida, introduza um intervalo de três segundos, existe a possibilidade de
imediatamente a ponta d o t u b o ria bolsa da conexão alinhar a conexão em até 15 graus, Mas não faça
até chegar ao anel da conexão formado polo movimentos bruscos, nem gire a conexão. Isso poderá
aquecimento d o termo fusor. Procure faier isso o mais comprometer a eficiência do sistema o provocar
reto (perpendicular) possível. vazamentos futuros.

PASSO 10

EH
Deixe a conexão repousar até esfriar, Isso leva apenas
dois minutos para tubos de 20 mm e seis minutos para
tubos de 90 mm, Após uma hora, a tubulação já poderá
ser submetida ao teste de pressão.

OUTRAS RECOMENDAÇÕES

a) Para bitolas acima de S0 mm, recomenda-se trabalhar com o termo fusor de bancada.
b) Nunca use lixa para eliminar rebarbas após o corte dos tubos. Afinal, ao lixar, você pode levar resíduos para a
parte interna do tubo, comprometendo a termofusão. Para eliminar rebarbas, prefira usar um estilete ou cani-
vete,
c) É fundamental que o termofusor atinja 2ó0 a C para garantir o termofusão correta,
d) Jamais faça a termofusão em presença de água. Os tubos e conexões devem estar devidamente limpos e
secos.

Instaladores Pedro F. Píiixfio, PeiJro Domzetu Hesser e Vairrur dos Santos Silva (Barretos Insolações» Oöra: Flórido Ponilwuses, São Paulo (SP)
30

A Técnica do Concreto
Estampado

Juliana Nakamura
Equipe do Obra o' 1S, Jan/Fov/20L)6
Apoio técnico: Associação Brasileira do Cimento Porllantí (ABCI3), Associado
Brasileira de Concreto Estampado (Abraço) e Creie Systems.
* Obra executada: Praça Mossa Senhora de Aparecida, em Sflo Paulo (SP)

Conheça os procedimentos necessários para


executar piso de concreto estampado
Indicado para áreas externas, s o b r e t u d o calçadas, parques, praças e caiçadões, o piso d e concreto estampa-
d o t e m sido bastante utilizado p o r sua durabilidade, mesmo e m áreas d e tráfego intenso.Outra característica
é o reduzido custo d e manutenção e a ampla variedade d e p a d r õ e s e cores, t a n t o peio uso d e m o l d e s q u e
p o d e m simular pedras naturais, c o m o p o l o uso d e endurecedores coloridos d e superfície e sefantes, q u e
g a r a n t e m múltiplas possibilidades d e a c a b a m e n t o . A l é m disso, dispensa contrapiso, o q u e possibilita maior
v e l o c i d a d e d e execução, Tais vantagens, c o n t u d o , d e p e n d e m d e u m a correta aplicação, p r o d u t o s específi-
cos para a execução e ferramentas especiais, c o m o desempenadeiras d e magnésio. T a m b é m são d e t e r m i -
nantes para o b o m resultado a correta previsão e execução das juntas e a qualidade d o concreto utilizado.
Tanto q u e se r e c o m e n d a a utilização d e concreto usinado e s u b m e t i d o a r í g i d o controle t e c n o l ó g i c o .

Ferramentas necessárias: pá,


desempenadeira, rolo rebaixa-
dor de agregado, desempena-
deiras (de magnésio e do aço),
moldes batedor, sarrafos de
madeira, lápis, serra para corte
de concreto.
PASSO 1

B
Em alguns casos, a etapa de preparo da superfície pode
exigir tetas de aço. A utilização ou não dessa armadura,
bem como sua bitola, é definida de acordo como
Antes do iniciar a execução d o piso dc concreto tráfego. Normalmente utiliza-se armadura para evitar
estampado, a superfície deve estar nivelada, compactado fissuras de retração ou em locais que terão tráfego de
e devidamente coberta com lastro de brita. Em seguida veículos.
devem ser instalados os sarrafos perinnetrais, seguindo
sempre as orientações do projeto de paginação.

PASSO 3 PASSO 4

H
Uma vez que a superfície esteja preparada é feito o Com o auxílio de um sarrafo o aplicador deve, então,
lançamento do concreto, que deve apresentar iniciar o nivelamento [sarrafo a mento) do concreto.
resistência de 20 MPa no mínimo e ser distribuído
uniformemente por toda a área ser trabalhada.
"* -Y

ps^ítf-

H
Na sequência, com uma ferramenta específica (rolo A tarefa seguinte é o desempeno com de sem per a de ira
rebaixador), executa-se o rebaixamento do agregado. A de magnésio, alumínio ou de madeira. O objetivo é
finalidade desse procedimento é garantir maior permitir a homogeneização e abertura dos poros d o
adensamento do concreto e trazer a argamassa para a concreto antes da aplicação d o endurecedor de
superfície, evitando o afloramento dos agregados e superfície, pó que garante maior resistência superficial
aumentando a resistência superficial d o concreto. ao piso o a coloração d o concreto.

PASSO 7

O endurecedor colorido é lançado manualmente do maneira a cobrir uniformemente toda a superfície, Atenção:
para a execução desse passo, é necessário que o aplicador utilize máscara de proteção.
0
A etapa seguinte é a queima, procedimento que garante Pára executar detalhes do acabamento, como as bordas
a penetração e fixação do endurecedor colorido na boleadas nas áreas periféricas, devem ser utilizadas
superfície- Para isso, utiliza-se dosempenadoira de aço. desempenadeiras pequenas e especiais.

PASSO 1 0 PASSO 11
* *

m
Após a fixação do endurecedor, aplique o desmoldante Agora já ê possivel dar início à estampagem, que é feita
para cobrir por completo a superfície já queimada. A com moldes semiflexíveis e flexíveis. Não se esqueça de
função desse componente é isolar a superfície do seguir ã risca o projeto de paginação.
concreto.
PASSO 13
— •

Utilize um batedor para pressionar o molde contra a Em um intervalo de no máximo 24 horas as juntas
superfície, Após a estampagem, o piso deverá ficar poderão ser executadas. Há dois tipos de juntas: as de
isolado e intransitável ate completar a secagem. trabalho, que separam os diversos panos de trabalho; e
as juntas induzidas, criadas para reduzir fissuras. Para
isso, os locais dos cortes são definidos em proj'eto e
marcados com régua e lápis na superfície.
PASSO 14

OUTRAS DICAS • • *

üTt-*'5
l i Ao loncjodo tempo, em função da intensidade de tráfe-
go sobre a superfície e dos agentes abrasivos, faz-se
necessária uma nova aplicação de resina (manutenção
preventiva).
• Atenção: a espessuia de concreto para estampagem
deve variar de 5 cm a 6 cm em locais de tráfego de
pedestres e de 3 cm a 10 cm em áreas cie fluxo ds
veículos leves.
* Antes de iniciar a estampagem, è importante que o apli-
cador saiba reconhecer o ponto exato de moldagem
fpsga}. O inicio antecipado pode acarretar afloramento
do nata. Já o retardamento poderá comprometer a im-
pressão dos moldes.
Executar os cortes com serra para concreto. Depois, * Para evitar quebras, mui los prontos de piso do con-
retirar o excesso de desmoldante lavando a superfície creto estampado jé preveem faixas de se/viço. Tra-
com água o detergente dcsengraxante- Após a tam-se de caminhos prédelinídos para abrigar toda a
secagem completa da superfície, aplica-se uma demão inf raestrulura de serviço {tubulação de hidráulica, elé-
de resina seladora e uma demâo da resina acrílica. trica, telefonia etc). Sobre essas faixas, ao invés de
executar o concreto estampado de forma convencio-
nai, utilizam-se placas pré-fnbricadas de concreto que
OBSERVAÇÃO recebem pigmentos posteriores para se adequar ao
padrão adotado.
Para garantir a precisão e a qualidade da execução
dos pavimentos do concreto estampado, as empresas
costumam oferecer cursos e credenciar instaladores.
Fique atento!
31

Lajes Nervuradas com


Cubas Plásticas

Juliana Na k amura
Equipe de Obra nu 16, Mor/Abr/2008
Apoio técnico: Asiro, Impacto Protensòo e Via Engenharia (engenheiro Dêtc«o
Fernandes., Diubor Antônio Ferreira e equipe)

A fôrma de polipropiíeno é bem leve e fácil de


posicionar. O resultado é uma laje com menos
materiais, rápida de fazer e também muito leve
Lajes nervuradas são indicadas s o b r e t u d o q u a n d o os d o n o s das obras, as empresas, q u e r e m amplos vãos
livres (sem muitos pilares], c o m o nos estacionamentos e edifícios d e escritórios. Pode-se fazer a laje nervu-
rada armada simplesmente c o m vergalhões ou protendidas, q u e tem sido o m o d o mais executado pelas
construtoras, C o m o esse tipo d o laje deixa nichos (ver passo 12), è muito mais leve e economiza no concre-
to e t a m b é m nas armaduras em comparação com as lajes maciças, Em algumas obras é possível reduzir e m
até 20% o consumo desses materiais. Há dois m é t o d o s de instalação das cubetas, Em um, as cubas são
distribuídas sobre as fôrmas d e madeira, apoiadas sobre vigas e escoras metálicas. N o outro m é t o d o as
fôrmas se apoiam em vigas metálicas montadas sobre cabeçotes deslizantes. Apesar d e leves - cada peça
pesa cerca d e 3,3 kg - esses moldes aguentam a sobrecarga d o concreto fresco, o peso da armadura, de
e q u i p a m e n t o s e d e homens andando sobre sua superfície. O sistema permite m o n t a g e m c d e s m o n t a g e m
rápida, dispensa a fixação c o m pregos e utiliza poucos componentes. Além disso, o formato das cobertas
(retangular ou quadrado) facilita o empilhamento, p e r m i t e a estocagem em áreas reduzidas e ajuda a de-
sinformar. Isso, aliás, é muito importante para evitar danos às peças, já q u e elas são fornecidas por aluguel
e, p o r t a n t o , reaproveitadas.

PASSO 1

Antes de t u d o é preciso que o escoramento e o


vigamento estejam montados de acordo com as
orientações d o projetista, Só então é possível dar início
à instalação das cubetas plásticas, Para executar esse
tipo de laje, use um sistema de escoramento metálico,
que permite remover as fôrmas com facilidade, som
retirar as escoras.
PASSO 3

Em seguida, inicie a montagem da chapa de apoio das


cubetas (tablado do madeira} sobre as escoras. Nesta Distribua as fôrmas sobre os painéis, Jamais utiiiie
obra foi utilizado painel específico para lajes, composto pregos para fixar as cubas plásticas, pois eles danificam
de chassi de alumínio forrado com compensado as peças, impedindo a reutilização. Em vez disso,
plastificado. Observe que o painel tem seus quatro apenas coloque as cubas lado a lado.
cantos encaixados nas escoras metálicas.

PASSO 4 PASSO S

Para que as fôrmas plásticas não saiam d o lugar,


atinhe-as com o auxílio de um sarrafo de madeira. Em
seguida, prenda uma faixa de madeirite na beirada da O passo seguinte será a colocação das armaduras.
laje, A maior altura dessa tábua em relação à base das Lembre-se sempre de consultar o projeto estrutural para
fôrmas ajuda a manter as peças em suas devidas verificar o posicionamento das armaduras.
posições.
ATENÇÃO! * • *


Antes de cada uso, aplique nas fôrmas líquido desmotdan- Prenda os vergalhôes e os estribos conforme indicação
10, para ôvitar a deterioração da peça e obiei urna desen- d o projetista. Não se esqueça de colocar corretamente
forma fácil, com um melhor acabamento, isso pode ser
os espaçadores para garantir o cobri mento ideal d o
leito tanto por meio de aspersão, quanto por aplicação
concreto.
com rolo, como mostra a foto.

PASSO 7 PASSO 8
* *


Não amontoo o concreto sobre as fôrmas para garantir
bom acabamento da laje, Por isso, as concretagens
U
devem ser feitas por camadas. A<ém disso, para o
Após instalar todos os elementos da laje, pronto, eta
adensamento do concreto, o vibrador n i o pode ter
pode ser concretada.
diâmetro com mais de 25 mm.
PASSO 10
— *

Agora você dove sarrafear e nivelar a laje.

A desenforma é uma etapa muito importante da laje


nervurada c r por isso, requer atenção. Depois de três
dias da concretagem (quando o concreto atinge a
resistência de 25 fvIPa) é possível iniciar a retirada do
escoramento o d o tablado de apoio das cubetas,
deixando o reescoramento a cada 1,5 m ? .

PASSO 11

A próxima etapa será a retirada das cubetas. Faça isso com cuidado. Force levemente um dos lados da cubeta para
ela se soltar.
PASSO 12
DICAS IMPORTANTES * * •

• Fique atento ao projeto estrutural, tudo deve ser obe-


decido exatamente como foi projetado,
• Náo use espátulas ou escovas de aço para retirar o
concreto após a desenforma. Para evitar que o con-
creto agarre, basta usar desmoldante,
• Quando for desenformar a cubeta, use cunha de ma-
deira e martelo de torracha, Outras ferramentas e pe-
ças podem estragar o plástico.
• Não se esqueça: para fazer serviços a mais de 2 m do
cháo, é preciso usar o cinto paraquedista.

Depois de retirar as fôrmas, ainda será preciso esperar a


cura completa d o concreto, que geralmente ocorre após
28 dias. Só então ê possivel retirar o raescora mento,
A laje está pronta.
32

Escoramento
Metálico

Juliana Maltainiira
Equipo da Obra n 16, ÍVIarMbr^2008
Apoio lócnieoi £H Fôrmas, engenhairo Mauro Roberto 2anelün, Jurandir Aparecido de
Oliveira e Ance!mo Marcelino da Silva, instaladores.
Agradecimento: Construtora Dectro

Acompanhe a montagem de um escoramento metálico


para vigas: resultado é uma laje com menos materiais,
rápida de fazer e também muito leve
O escoramento metálico é c o m p o s t o por peças de PASSO 1
aço galvanizado o u alumínio e é uma solução c o m
g r a n d e capacidade d e suportar cargas. O sistema
chega pronto ao canteiro para ser m o n t a d o , dimi-
n u i n d o o t e m p o d e instalação o o desperdício d e ma-
teriais. Para escorar vigas, por e x e m p l o , utilizam-se
poucos itens, que se encaixam facilmente, sem exigir
muito força nem o uso d e ferramentas adicionais. São
cruzetas, quadros, cornetas, forcados reguláveis, c o -
nectores, pinos e perfis fornecidos a partir de u m pro-
j e t o q u e leva e m conta as condições da obra e a carga
q u e as torres terão d e suportar. Em c o m p a r a ç ã o c o m
o sistema d e madeira, esse tipo de escoramento é
mais durável, preciso e não é necessário improvisar
nada. Por isso, uma recomendação importante é se-
guir à risca as orientações d o fornecedor, principal-
m e n t e sobre a carga q u e suporta por área. Q u a n d o
for necessário modificar o escoramento durante a ins-
talação, deve-se buscar orientação d o fornecedor. Da
mesma maneira, embora as peças q u e c o m p õ e m o
sistema sejam m u i t o resistentes, ó importante t o m a r Uma torre de escoramento estável e segura depende
c u i d a d o q u a n d o for guardá-las, para evitar perder ou de uma base nivelada e firme. Antes de começar, é
preciso preparar o terreno. Isso pode ser feito
estragar alguma peça. Os c o m p o n e n t e s costumam
dlstribuindo-se uniformemente brita sobre a área, Em
ser alugados para as construtoras e, concluído o ser-
seguida, sobro essa base, devem ser colocados os
viço, d e v e m ser t o d o s devolvidos. O q u e estiver fal-
pranchões de madeira. As dimensões dos pranchões
tando é cobrado.
precisam seguir as orientações do fornecedor do
escoramento, que considera a carga sobre o terreno.
PASSO 2
*

B O
Os pranchões precisam ficar alinhados entro si. Além Com a própria corneta, o montador pode dar algumas
disso, devem estar distantes, um dos outros, a mesma batidos contra o pranchão para que ele fique mais
largura do quadro que será instalado. Use a corneta bern-assentado sobre o piso.
para checar se os pranchões estio devidamente
posicionados,

PASSO 4 PASSO 5

• H
Inicie a montagem conectando as cornetas aos quadros. Em seguida, fixe as cruzetas de acordo com as
Faça isso prendendo o pino próprio para essa função (com especificações do projeto de escoramento. Prendo as
alço para trava mento) fornecido pelo fabricante do sistema. Cruzetas no encaixe existente no quadro.
ATENÇÃO! * * •

Não se esqueça de travar o encaixe da cruzeta com o


II quadro.
Uma clica para montagem das cruzetas: depois de fazer
as conexões de um dos lados, tome o cuidado de
conectar a cruzeta externa antes da interna. Isso facilita
bastante o serviço.

PASSO 7 PASSO 8


• Antes de iniciar o trabalho no segundo andar dâ torre,
Em seguida, cheque se a torre está estável, Se houver encaixe os conectores aos quadros já instalados.Mas
instabilidade, pregue as cornetas na madeira do não se esqueça da segurançai Antes de subir, coloque o
pranchão com prego c martelo. cinto de segurança tipo paraquedista.
Os mesmos procedimentos paro fixação do quadro e
das cruzetas devem ser repetidos nos andares
superiores,

Coloque dois ou mais pranchões sobre a estrutura já


montada, para que o instalador possa se locomover.
Em seguida, inicie a montagem do segundo andar da
torre, Para isso, prenda novamente os quadros aos
conectores,

PASSO 11

No chão, faça o alinhamento dos forcados reguláveis,


As roscas dessas peças permitem o ajuste fino da altura
das torres.
m
Urna vez alinhados, os forcados (peças sobre as quais os Logo depois, coloque os perfis sobre os forcados, N o
perfis serão apoiados) devem ser inseridos nos quadros coso dessa obro, foram utilizados perfis C7, A
superiores. necessidade de suporte de carga e o que determinará o
perfil a ser utilizado.

PASSO 14 PASSO 15

Coloque os perfis menores sobre os perfis já instalados Por f«m, cheque o alinhamento da estruturo montada
perpendicularmente. Na obra mostrada na foto, foram com auxílio de mangueira ou treno. Se necessário, faça
usados perfis C5. O distanciamento entre esses perfis os devidos ajustes nos forcados. Depois disso, a torre
também é determinado em projeto de acordo com os de escoramento estará pronta para receber a estrutura
cálculos de cargas. para montagens das vigas.
OUTRAS DICAS * • *

• Não se esqueça que um escoramento bem projetado e montado é fundamental para a execução de uma estrutura de
concrelo.
• Os fabricantes oferecem tamanhos variados de quadros e cruzetas para possibilitar que o escoramento suporte cargas e
condições de uso diferentes. Por isso, fique de olho m projeto de escoramento para garantir uma montagem perfeita.
l A montagem das torres deve ser feita por pelo menos duas pessoas. Assim, um dos instaladores pode passar as
peças para o outro, encarregado de fazer as instalações no alto.
• EPIs - Para a montagem de escoramento metálico, os equipamentos de proteção individua! necessários sáo: luva,
bota, protetor auricular, óculos, capacete e cinto de segurança tipo paraquedas ipara trabalhos realizados em locais
com mais de 2 m de altura).
33

Muro com Blocos


de Concreto

Juliana N a k a m u r a
Equipe de Obra n" 17, Mai/Jur»/2008
* Apoio técnico: AEJCP {Aüociaçao Brasileira de Cimento Poftland)

Confira todos os procedimentos para construir um


muro com alvenaria de concreto, desde a escavação
até o assentamento dos blocos e o arremate

Construir um muro divisório c o m blocos o concreto c uma tarefa relativamente simples. Porém, essa facili-
d a d e não significa que você d e v e deixar d e lado alguns cuidados c o m a escolha e proparo dos materiais,
assim c o m o c o m o processo d e execução. A estabilidade necessária para garantir vida longa e segurança
ao muro d e p e n d e , antes de tudo, d e um b o m assentamento, Os blocos d e v e m estar apoiados sobre fun-
dações adequadas, Em terrenos com solo firme, a execução d e um baldrame armado com blocos d o t i p o
canalota p o d e ser suficiente, Já em solos instáveis, p o d e ser preciso executar fundações mais profundas,
Embora não precisem assumir função estrutural, os blocos d e concreto t a m b é m requerem atenção c o m a
compra o o recebimento. Descarte peças quebradas, trincadas ou c o m deformações. Lembre-se t a m b é m
q u e o concreto utilizado deve ter traços específicos, d e acordo com a situação d e aplicação. Antes d e le-
vantar os muros d e divisa, não se esqueça d e consultar a Prefeitura para saber os alinhamentos corretos e
se existem exigências a serem atendidas, c o m o , por exemplo, em relação à altura d o muro.

Ferramentas 0 materiais necessá-


rios; carrinho poria-ma ssa, colher de
pedreiro, colher meia-cana, escanti-
lhão, nível, prumo, esquadro, enxada
ou pá, bisnaga, broxa, palheta, mar-
telo do borracha, trena, torquôs, ara-
me de aço recozido.
PASSO 1

A profundidade do vala dependerá da altura do muro.


Para muros de até 1m de altura, por exemplo, a
profundidade deve ser de pelo menos 20 cm {veja
tabela),Recomenda-se, ainda, que a vala escavada tenha,
pelo menos, 30 cm de largura, A profundidade da vala
deve ser proporcional á altura do muro a ser construído.
Veja na tabela o quanto será preciso escavar:
A construção de muros divisórios com blocos de concreto
começa com a escolha e depois com a limpeza em edição Altura do Profundidade
do local onde será construído o muro. A região onde será muro (m) d o alicerce (cm)
erguido o muro deve estar sem lixo e livre de vegetação. até 1,0 20
Após esses procedimentos r inicia-se a abertura de uma até 1,5 30
vala de fundação, Para isso utilize picareta ou enxadão. até 2,0 40
até 2,5 50

PASSO 3 PASSO 4
*


O fundo da vala deve ser compactado e receber uma
camada de concreto magro de 5 cm, Após secagem
dessa primeira camada, serão assentados os blocos tipo •
canaleta (baldrame), que serão posteriormente O traço recomendado para o concreto é: uma lata {18 I)
preenchidos com concreto. de cimento, duas latas de areia e três latas de pedrisco.
PASSO 5
— •


Continue assentando os blocos da primeira fiada da
fundação. Todos devem ser preenchidos com
argamassa, inclusive nas laterais.


DETALHE

Assento o primeiro bloco sobre a argamassa- Preparar a


argamassa de assentamento com uma lata de cimento,
meia lata de cal e seis latas de areia.

DICAS * • •
Para a execução de baldrames, a boa prática reco-
menda o uso de bloco tipo canafeta.

PASSO 7

Prenda um fio-guia nas duas pontas da vala para aju-


dar a orientá-lo na hora de assomar os blocos. Com a fiada de marcação pronta, é hora de armá-la. Então,
meça os vergalhões e corte-os no tamanho exato da íiada.
PASSO 8

Os blocos de concreto têm 40 cm de comprimento. Por


isso, a cada sete blocos, ou seja, a cada 2,8 m, deve ser
deixado um espaço de 20 cm para fazer um pÜarete de
Posicione os vergalhões já cortados dentro dos blocos concreto armado, para o travamento d o muro.
tipo canaleta, Com o auxilio de uma torquês, prenda-os
com arame. £ importante que a barra vertical esteja no
centro da fiada.
ATENÇÃO!

A armação dos pilaretes (teve seguir orientação do proje-


tista. Em geral, recomenda-se que cada pilarete leve qua-
tro barras de ferro de 8 m m de bitola, amarradas com
estribos de 6 mm de bitola.

PASSO 11

Após os ferros estarem devidamente posicionados, já ê


possível lançar o concreto dentro dos blocos, É
importante que todos os vãos dos blocos tipo canaleta
estejam preenchidos, O concreto dos pilaretes deve ser
lançado em camadas de 60 cm, ou seja, a cada três Compacte com uma barra de forro. Cuidado: os ferros
fiadas. não devem encostar nas laterais dos blocos.
Continue depositando o concreto nos vãos dos blocos Prossiga com o assentamento dos demais blocos,
de forma a cobrir toda a armadura horizontal. Comece o serviço pelos cantos onde estão os pílaretes.

PASSO 14 PASSO 15

Use a colher de pedreiro para posicionar os blocos e Não se esqueça de verificar o nível e o prumo
raspo a argamassa que sobrar, para ser reaproveitada. de cada fiada.
PASSO 16
ATENÇÃO!

Para os pilareies, o concreto também deve ter um tra-


ço especial. A recomendação é utilizai um saco (50 kg)
de cimento para quatro latas (181 I de areia, seis latas
de pedra e uma lata e meia de Agua (mesmo traço in-
dicado paia o baldrame).

Passadas 24 horas da concretagem, é possível finalizar o


muro. Mas, atenção: para muros com mais de 2 m de altura,
será preciso fazer uma cinta de concreto armado, a meia
altura do muro, em toda a sua extensão, armada com duas
barras de ferro do 8 mm dc bitola, Como os baldrames,
essa cinta pode ser feita com blocos tipo eanaleta.

OUTRAS DICAS • • *

• Para garantia de qualidade da obra, utilize blocos de concreto certificados e que atendam às normas técnicas.
• Se nâo houver terreno firme até 60 cm de profundidade, sera necessário apoiar o baldrame sobre brocas (estacas).
• Os muros e divisórias do concreto podem ser revestidos com um simples chapisco de cimento e areia ou com arga-
massas, cimentado liso ou azulejos,
• Para (azer 1 m s de muro são necessários 13 blocos. Então, um muro de 20 m de comprimento por 2 m de altura
(40 m') vai consumir 520 blocos MO ma x 13 blocos).
• A fiada inicial (baldrame) precisa ser armada com dois vergalhóes de 6 mm de bitola. Mo entanto, recomenda-se que
a especificação da armação siga orientação de um projetista,
• O topo do muro deve ser finalizado com cinta de amarração, também executada com blocos tipo eanaleta, concreto
e dois ferros de bitola 6 mm ou 9 mm.
34

Instalação de
Forro de PVC

Giovanny úorolla
Equipe do Obra n* 17, Maio/Jun/2006
Apoio tócfiico: íigro a Magnus Forros, Divisórias o Pisos

Afixação das placas é limpa e rápida, mas as medidas


devem estar cor retas para não prejudicar o acabamento
do forro
Os forros cio PVC (policloreto d o vinila) são utilizados para o acabamento d o tetos e servem t a m b é m para
ocultar redes elétricas e hidráulicas em obras prediais. Plásticos, os forros resistem à umidade e nao são
atacados por cupins. A execução é limpa e rápida, desde que as medidas sejam feitas com muito capri-
cho. Tudo começa na medição d o pé-direíto, a partir d o piso, de preferência com o auxilio d e um ajudan-
te. Qualquer milímetro d e erro na medida poderá prejudicar o desempenho e bom acabamento d o
material. Outra etapa que merece cuidado é a de fixação das estruturas que, por serem cruzadas, tam-
bém d e v e m ter medidas e apresentar nivelamento exato, Só assim, depois d e encaixados os lambris de
PVC, se evitam as "barrigas" d o forro, que aparecem q u a n d o há falta de sustentação, pela estrutura, no
p o n t o certo. O material ainda apresenta outra facilidade: p o d e ser desmontado em segundos para refor-
mas ou manutenção das instalações. Sem sujeira, o próprio recorte do PVC é rápido e simples. Os lambris
têm tamanhos variados e há medidas especiais que p o d e m ser encomendadas aos fabricantes. O único
aspecto que exige qualificação do instalador é o uso da pistola finca-pino, que representa o passo mais
barulhento da colocação. Por isso, a proteção auricular é necessária, assim como uma habilitação com-
provada para o uso da ferramenta. Q u e m não tiver feito o treinamento para manuseio da pistola, poderá
optar pela furadeira elétrica.

Ferramentas: Providencie os equipamen


tos. Além dos EPIs - luvas, capacete, ócu-
los e prote toros aurieu lares - , a s fe rra mentas
o materiais necessários íl instalação do lor-
ros de PVC são: furadeira, para fusa deira,
batedor da nível, serrinha, martelo, estilete,
tesoura de aviação, trena, tôpis, mangueira
de nivel, extensão, lixadeira, parafusos e pi-
nos. além de pistola finca-pino (que requer
habilitação) ou da furadeira elétrica.
PASSO 1 PASSO 2

* /

Antes de bater o nível com a mangueira, confira se não


há bolhas dentro dela. Todas as medidas partem do
pé-direito, por isso ele deve ser exato.

PASSO 3

Comece pelo medição do pé-direito, a partir do chão,


que está definido no projeto e é indicado pelo
engenheiro responsável ou pelo próprio cliente.

m
PASSO 4 O nível é marcado com a linha.

t Antes de medir o comprimento dos ferros da estrutura


(aço galvanizado), é preciso checar, no projeto, como
será a colocação do forro. Os primeiros ferros são
fixados a 15 cm ou 20 cm das paredes laterais. Entre
eles e por toda a extensão do vão, a cada 70 cm no
máximo, serão fixados os ferros inferiores da estrutura,

Serre parle da ponta a
ser dobrada.

Para preparar a ponta do ferro de aço galvanizado a ser PASSO S


fixada, meça o seu comprimento.

PASSO 7
*

0
Amasse com o martelo a ponta em recorte. Dobre em " L " o
pedaço amassado.
PASSO 9


Fixo o ferro e m " L " na marcação da parede, com auxílio da pistola finca-pino. Em direção cruzada, o espaçamento
entre os ferros estruturais varia de 1,30 m a 1,40 m e o primeiro é fixado junto ã parede de onde parte a colocação do
forro.

PASSO 10 PASSO 11
*

Se a base d o forro tiver um comprimento maior que


6 m, haverá emendas nos ferros da estrutura, que
também deverão ser parafusadas em suas duas pontas.

Depois de pronta a estrutura nas paredes (inferiores e


superiores), parafuse os ferros em suas intersecções, por
baixo, com parafusos GN 25 ou GN 35,
Para nivelamento da estrutura superior, é necessário usar Depois estique a linha no sentido da estrutura inferior,
a linha dc pedreiro. Mas primeiro faça uma marca na de uma parede á outra.
parede com o ferro e o lápis, para delimitar a espessura
d o ferro, que determina o ponto de fixação da linha.

PASSO 14 PASSO 15
*

Para fixar a cantoneira na parede de onde parte a


colocação do forro, recorte antes as suas pontas em
45 a , com auxilio d o esquadro.

Para finalizara estrutura metálica, fixo a cada 1,20m


reforços, chamados de estrutura auxiliar ou pendurai,
pregados verticalmente, d o teto até o ferro superior.
Com a parafusadeira, fixe a cantoneira diretamente sob A primeira placa é encaixada pelo lado "fêmea", que é
o ferro inferior, junto à parede. parafusado 30 ferro, por baixo.

PASSO 18

PASSO 19

EB EB
Antes de iniciar a colocação das placas de PVC, é Por cima, faz-se o encaixe d o lado "macho", sem
preciso medi-las e recortá-las, com 50 mm a menos que parafusar.
a distância entre as duas paredes laterais.
INSTALAÇÃO DE FORRO DE PVC 223

m
Novamente, o lado "fêmea" é parafusado por baixo b Nas laterais, posicione as cantoneiras, que não precisam
estrutura. A sequência é repetida por toda a extensão ser fixadas à parede, Elas recebem o recorte d e 45® em
d o forro. suas pontas e ficam encaixadas às placas de PVC,

PASSO 22
*

B3
A colocação da última placa é a mais difícil. Primeiro, é preciso tirar a diferença com o lápis e um pedaço pequeno de
placa, sobre o penúltimo lambri, Já colocado.

PASSO 23
*

E l
Recorte com estilete a peça que foi marcada com o lápis.
PASSO 24

Não parafuse a última placa do forro de PVC. Ela


deve ser prensada com a mao ou com a ajuda de
uma espátula ou chave de fenda. O forro está
pronto.
35

Paredes de Blocos
Cerâmicos

Juliana Nakamurg
Equipe do Obra n- 10, Jul/Àgo/2008
Apoie téeniço: engenheiro Márcia Melo (Selecto - Grupo Ejlrutural) e Senai (Coleção
Tecnologia Senai Mestre-de-Obras)

Veja como construir paredes de alvenaria com blocos


cerâmicos com furos verticais. Acompanhe as dicas para
um trabalho bem-feito, seguro e sem desperdício

Fazer u m a p a r e d e de b l o c o s d e v e d a ç ã o p o d e pare- argamassa. N o canteiro, as peças precisam ficar p r o t e -


cer fácil em um p r i m e i r o m o m e n t o . N o e n t a n t o , o q u e gidas de água e u m i d a d e excessiva, d e preferencia,
m u i t o s não s a b e m é q u e m e s m o serviços básicos p r ó x i m a s ao local o n d e serão utilizadas.
c o m o esse precisam d e a t e n ç ã o às técnicas corretas
d e execução. Caso c o n t r á r i o , corre-se o risco d e , ao
final d o trabalho, ter uma p a r e d e desnivelada, mal po-
sicionada, fora d e p r u m o , instável e insegura. É i m p o r -
t a n t e t a m b é m respeitar os p r o c e d i m e n t o s para não
d e s p e r d i ç a r materiais e fazer o serviço c o m a g i l i d a d e .
Essa é u m a e t a p a crítica da o b r a e a experiência d o
p e d r e i r o conta m u i t o . Vale lembrar q u e a e t a p a d e ve-
d a ç ã o vertical, e m quase t o d a s as obras, é a etapa e m
q u e mais sc d e s p e r d i ç a materiais e q u e , d e p o i s , apre-
senta mais defeitos. Por isso, t o d a a t e n ç ã o é p o u c a ao
escolher os blocos, q u e d e v e m ser certificados, b e m
c o m o as argamassas e outros insumos. Para iniciar o
serviço é necessário t a m b é m respeitar a l g u m a s c o n d i -
ções básicas. A laje d o p a v i m e n t o d e v e ter s i d o con-
cretada há, p o l o m e n o s , 4 5 dias. Já o e s c o r a m e n t o
precisa ser r e t i r a d o c o m , n o m í n i m o , 15 dias d e ante-
cedência, antes d e prosseguir c o m a vedação, Tanto a Ferramentas e instrumentos necessários: colher efe pedreiro,
m o l d a g e m c o m o a q u e i m a dos b l o c o s cerâmicos são palheta, bisnaga, broxa, esticador do linha, fio traçador do linha,
m u i t o i m p o r t a n t e s . O b l o c o sem i m p e r f e i ç õ e s vai pro- caixote para argamassa, trena, nível, escantilhão, régua-prumo,
esquadro, linha de náilon, esponta e pano para limpeza, tela me-
porcionar uma p a r e d e a p r u m a d a e plana. E o b l o c o
tálica para amarração, pinos para fixação tia tola, pistola de
b e m q u e i m a d o é i m p o r t a n t e , pois evita q u e a p a r e d e chumbamento, marreta do borracha, tesoura e equipamentos
" p u x e " muita á g u a e c o m p r o m e t a o r e v e s t i m e n t o d e de proteçÉio individual (bolas, luva, capacete, protetor auricular).
PASSO 1
— •

Prepare a área d o serviço. Os pontos de ligação


alvenaria - concreto devem sor jateados com água. Esse
A construção das paredes pode começar 45 dias depois procedimento é para remover a poeira e resíduos de
de concretada a laje. Esse tempo é necessário para a desmoidante, por exemplo, que impedem a boa
estrutura se "acomodar". Caso seja feita antes, pode aderência da argamassa. Outra recomendação
sofrer deformações e até fissurar. Verifique no projeto a importante: as peças da estrutura devem ser
exata localização de cada parede. chapiscadas três dias antes,

PASSO 3 PASSO 4

Comece fazendo a marcação conforme determinado na


planta de primeira fiada. É nesse momento que se
definem as posições das paredes, para garantir o
nivelamento da primeira fiada, o esquadro entre as
Verifique o nivelamento da laje. Se forem identificados paredes e as dimensões dos ambientes. Use como
pontos com desnivelamento superior a 2 cm em relação referência para a demarcação o próprio bloco a ser
ao projeto, será preciso corrigir esses pontos. usado e chapisque toda a superfície da laje.
PASSO 6
* — •

Inicie o assentamento da primeira fiada pelos blocos


das extremidades. 6 recomendável que a junta vertical
desses blocos seja feita em toda a superfície lateral dos
blocos e com um "aperto" maior

PASSO A

A argamassa de assentamento da primeira fiada deve


ser amesma definida para a elevação da alvenaria.
A espessura da camada de argamassa na fiada de
marcação pode ser de 10 mm a 30 mm.

PASSO 7


Comece a elevação das fiadas seguintes c tonha o
cuidado dc preencher com argamassa as juntas verticais
e horizontais entre os blocos, É importante manter o
mesmo nível entre as fiadas de blocos para possibilitar a
amarração das paredes.

M PORTANTE

Outros procedimentos
• Em dias quentes e/ou com muito vento, molhe antes
os blocos com a broxa para melhorar a aderência da
argamassa.
• Antes de iniciar qualquer procedimento, verifique se
Em seguida, prossiga com o assentamento dos demais todas as peças necessárias (bloco,meio-bloco etc) es-
blocos da primeira fiada. Ao posicionar o bloco, tome tão disponíveis no canteiro.
cuidado para que ele fique na sua posição definitiva, • Caso as dimensões dos blocos sejam diferentes da-
evitando muita movimentação e, com isso, a perda de quelas de fabricação, corie-os previamente, de prefe-
aderência do bloco à argamassa. rência com disco de corte refrigerado.
PASSO 9
TOLERÂNCIAS

Preste atenção nas tolerâncias máximas cia alvenaria


• prumo das paredes: 3 mm/2 m
• prumo das laterais dos vãos; S mm/2 m
• nivela me n lo das fiadas: 5 mm/2 m
• nivelamento da última fiada edas liadas inferior e supe-
rior dos vãos: 5 mm/2 m
l i planicidade da parede: 5 m m do llecha

PASSO 10

B
Após fazer as medições necessárias e antes de iniciar a
segunda fiada, fixe as telas de aço no pilar. Use pistola de
chumbamento e pinos adequados para esse serviço, Não
se esqueça de usar protetor auricular durante essa etapa.

Fazer a ligação entre alvenaria e pilar é simples. Basta


deitar a tela metálica já fixada sobre a parte superior do
bloco cerâmico com argamassa. Em seguida, continue o
assentamento da fiada.

PASSO 11

Atenção: ao elevar as fiadas, observe quando chegar a


vez dos blocos das calhas elétricas. A posição deve ser
indicada no desenho das paredes. Fique atento para
evitar retrabalhos.
KÉÜ É na última fiada que se faz o anounhamento/fixaçlo da
alvenaria com lajes e vigas. O enchimento do vão deve ser
feito de cima para baixo, após o conclusão de toda a
Quando atingir a sétima fiada, monte um andaime para alvenaria. Para evitar fissuras e outras patologias, utilize
prosseguir com o assentamento. argamassa "podre", com traço 1:3:12 (cimento, cal e areia}.

PASSO 14

P t l i
EKtó
J *

Após subir todas as fiadas, execute o rejunte da


alvenaria preenchendo os v5os restantes entro os blocos
com argamassa.
Antes de finalijar a parede, retire todo o excesso de
argamassa com colher de pedreiro.

ARMAZENAMENTO

• Faça pilhas amarradas e nunca superior a 2 m de altura.

• Coloque os biocos sobre paletes, em área plana, prefe-


rencialmente próximo ao local de transporte.

• Guarde os blocos separados por lipo (largura, compri-


mento e espessura).
i Se armazenar sobro laje, verifique se tem capacidade do
suportar essa carga extra.

• Os blocos nào devem ficar sujeitos à umidade excessiva


nem à chuva,
36

Ramais de Gás com Tubos


de Polietileno

Valantlna Fig lio rola


Equipe do Obra n* 10, Jul/Ago/2008
Apoio Iòcuígoi Thaiiafia Gregiamn, comunicação e marketing do grupo Doma
Instalação; Petrick Martini Ribeiro, técnico em materiais e montagem do Grupo Dema
Auxiliar; Mancslo Alvas Santos, promotor técnico do Grupo Doma

Veja como fazer instalações domésticas para gás com


tubos de aço revestidos com polietileno unidos a quente,
sem cola nem rosca

Para conduzir o gás e n c a n a d o d e n t r o d a casa o u escri- p o r t a n t e é observar b e m a c o l o c a ç ã o d o s t u b o s e


t ó r i o , antes só se utilizavam t u b o s c conexões d o co- conexões nos bocais d o s t e r m o fusores. Diferentes d o s
bre, mas hoje |á é possível fazer a instalação c o m outro bocais d e 25 m m , os bocais de 32 m m não a p r e s e n t a m
t i p o d e t u b o , feito d e aço e revestido d e p o l i e t i l e n o . O ranhura de demarcação, o q u e facilita introdução d o
aço interno g a r a n t e g r a n d e resistência, e n q u a n t o o t u b o n o termofusor. Assim, para q u e a penetração es-
plástico p r o t e g e o t u b o e evita corrosão. O s ramais teja d e a c o r d o c o m a tabela d e p r o f u n d i d a d e d e inser-
para o a q u e c e d o r assim c o m o para a cozinha e d e m a i s ção, a marcação (da p r o f u n d i d a d e ) deverá ser feita
locais da casa o u da edificação, p o d e m utilizar esse p r e v i a m e n t e c o m o pincel a t ô m i c o antes d a c o l o c a ç ã o
matéria! já c o n s a g r a d o em outros países e que agora d o t u b o no bocal (Veja "dica i m p o r t a n t e ' 7 . O processo
t a m b é m está disponível n o Brasil Nesse sistema, os d e m o n t a g e m d o sistema d e t e r m o fusão c u m p r e as
canos, c o t o v e l o s e outras derivações são u n i d o s sem n o r m a s alemãs D I N 8077 (dimensões d o s tubos), D I N
cola. O c a n o é levemente a q u e c i d o p o r u m difusor d e 8073 (especificações e m é t o d o s ) , D I N 16962 (dimen-
ar q u e n t e , e m seguida encaixa-se uma peça na outra. sões e ensaios das conexões); e a n o r m a argentina
Q u a n d o o cano e x p a n d e n o v a m e n t e , ele adere na ou- Iram 13471 (ensaios). Para o Brasil, o sistema a t e n d e às
tra peça g a r a n t i n d o uma solda perfeita. U m a dica im- n o r m a s NBR Só2ó (Água Fria) e 7198 (Água Quente).

Ferramentas: Termofusor, chave Allen, pinça, Material: conexões de polielileno,


eorta-frío, (rena, caixa de ferramentas, pano, válvula esférica, cotovelo de 90 ü de
álcool e EFis (luvas, óculos e capacete). 25 mm e tubos de polielileno.
PASSO 1
*


Com um pano embebido em álcool, limpe bem as
peças de polietileno antes de começar o trabalho. H
Girando o corta-frio, corte o tubo no ponto previamente
demarcado com o pincel atômico e parta o tubo.
PASSO 3

DICA IMPORTANTE • • *


Assinale com um pincel atômico até onde o acessório
deve ser introduzido no tubo. A junção não deve ficar
muito curta nem o cano entrar demais no acessório.
Com auxilio de uma trena, meça a profundidade compatí-
Diâmetro do tubo e Profundidade de inserção vel com o diâmetro do bocal e tubo iver tabela ao lado).
conexões no bocal (mm) Isso é necessário somente quando o bocal não apresen-
20 12 tar ranhura para visualização da extremidade do tubo,
25 13
32 14,5
40 16
50 18
ó3 24
Insira a conexão e o tubo no termofusor até enxergar a
ponta do tubo na ranhura do bocal de 25 mm.

Ligue o termofusor e espere a temperatura atingir entre


2óÜ°C e 270 G C, antes de iniciar os procedimentos.

PASSO 6 PASSO 7

Cole as peças e segure-as pressionadas por alguns


Pressione t u b o e conexão nos bocais d o termofusor segundos.
durante sete segundos (veja tabela para diâmetros
diferentes).
Diâmetro do tubo Tempo mínimo de Intervalo máximo Tempo para
e conexões aquecimento (s) para encaixe (s) esfriamento (min)

20 5 4 2

25 7 4 2

32 e 6 4

40 12 & 4

50 18 6 4

63 24 e ò
37

Instalações Elétricas

Simone Sayogh
Equipo de Obra n- 19. Sat/Oüt/2056
Apoio técnico: Steel Construções

Veja como instalar fios, conduites, caixas de tomada e de


interruptores de uma residência. Confira o projeto, escolha
materiais certificados e use equipamento de segurança

O s p r o c e d i m e n t o s para fazer a instalação elétrica d e g e m . Em cada c ô m o d o , o c a m i n h o d o s c o n d u i t e s é


u m a casa são p r a t i c a m e n t e os m e s m o s , q u a l q u e r q u e d e f i n i d o e m p r o j e t o . A t é m d e passar pelas paredes,
seja o n ú m e r o d e c ô m o d o s . Tudo c o m e ç a no p r o j e t o eles atravessam o t e t o o u o piso. Para passar pela laje
d e elétrica, q u e d e v e definir o t i p o e a bitola d o s con- d o piso, n o e n t a n t o , é necessária uma b o a espessura
d u i t e s utilizados, seu e n c a m i n h a m e n t o e a fiação es- d e contrapiso, q u e garanta c o m f o l g a a p a s s a g e m d a
pecífica para cada p o n t o . O p r o c e d i m e n t o d e v e sor t u b u l a ç ã o . Os c o n d u i t e s p o d e m ser c o r r u g a d o s o u li-
c o o r d e n a d o p o r um eletricista c a p a c i t a d o , para evitar sos, o u d o t i p o m a n g u e i r a , mais utilizado e m aparta-
a instalação d e fiação errada e possíveis acidentes e m e n t o s , E m geral, os c o n d u i t e s e m p r e g a d o s d e n t r o
p r o b l e m a s c o m f o r n e c i m e n t o . Primeiro, são instala- d e cada c ô m o d o t ê m bitolas entre 3 A" até 1 " , e os q u e
das as caixas o c t o g o n a i s nas lajes, d e p o i s é f e i t o o levam t o d a a fiação até a caixa d e distribuição d e v e m
e n c a m i n h a m e n t o d o s c o n d u i t e s pelas paredes até as apresentar d i â m e t r o s maiores.
caixas 4 x 2 ou 4 x 4 das t o m a d a s e interrup-
tores, Em s e g u i d a , sao instalados os fios, e
d e p o i s t o d a a fiação d e cada c ô m o d o segue
j u n t a , d e n t r o dos conduites, até os q u a d r o s
d e distribuição. Se essa distância é m u i t o
g r a n d e o u se houver derivação, terá necessi-
d a d e d e uma caixa d e recepção d e c o n d u i t e s
intermediária, c h a m a d a d e caixa d e passa-

Ferramentas: são necessárias ferramentas sim-


ples como martelo, talhadeira, ponteiro, colher de
pedreiro, alicate, canivete, voltímetro, amperíme-
tro, chave de fenda e chave Philips, além de equi-
pamentos de proteção individual.
n
De acordo com o projeto, é feita a marcação na laje
para instalação da caixa octogonal do distribuição dos
conduites, em geral inserida no ponto central da laje.

PASSO 2

Depois da colocação dos conduites, fixe a caixa com argamassa, o chamado chumbamento.
a
Dependendo do comprimento d o caminho, os
conduítes podem precisar de emendas, feitas por meio
de luvas que unem as partes da tubulação.

Os conduítes atravessam a parede até encontrar as


caixas 4 x 4 ou 4 x 2 de tomadas e interruptores, sempre
de acordo com o projeto.

PASSO 5

Depois de instalados nos paredes, cubro os conduites com massa e


nivele a parede. Os conduítes podem ser embutidos com o auxilio de
uma talhadeira, ainda na fase em que os tijolos estão aparentes
(processo mais rápido, a parede não fica com emenda) ou quando as
paredes já receberam a massa grossa (processo mais demorado, mas
garante maior precisão e estabilidade na colocação dos conduites}.
PASSO 6
— •

Encaixe dos conduites nas caixas e correto Inicie o chumbamento da caixa com o auxílio de uma
posicionamento das caixas nas paredes. colher de pedreiro,

PASSO E PASSO 9


Com a desempenadeira, retire o excesso de massa e A fiação definida em projeto deve ser inserida dentro
nivele perfeitamente a parede para evitar ondulações. dos conduites conforme os circuitos, Amarre com fita
Após a parede nivelada e seca, a caixa está pronta para isolante os fios em uma guia rigida, chamada do
receber a fiação, passa-fio, que vai "levar" os fios no interior dos
conduites de um ponto a outro,
O passa-fio pode começar a ser embutido dentro dos Depois de chegar na outra ponta do conduite, a guia
conduites encaixados na caixa d o teto ou nas caixas de deve ser totalmente puxada, até que a fiação apareça,
tomadas e interruptores, Não importa por onde de maneira a garantir que todos os fios estejam
começar a embutir, o importante é levar a fiação pelo embutidos no conduite certo. A guia então pode ser
caminho certo, retirada e utilizada em outro conjunto de fios.

PASSO 1 2

EB
Para a inserção dos fios dentro do acabamentos
como tomadas e interruptores, corte a ponta da
capa dos fios, cerca do 2 cm, instalo os fios
desencopados nos locais apropriados dos
acabamentos o aparafuse-os.
PASSO 1 3

EB
Depois de os fios serem aparafusados na tomada, complete a instalação com o encaixe do acabamento
na caixa específica e termine colocando o espelho correspondente.

PASSO 1 4 PASSO 15

EB
Para a instalação de luminárias, os fios que pendem do Os fios soltos devem ser enrolados entre si, emendados
teto também devem ser desencapados. o recobertos com uma fita isolante, É muito importante
que osso serviço seja feito por um profissional
capacitado para evitar erros na junção dos fios.
Para a instalação de uma lâmpada, insira dentro do soquete os fios emendados de acordo com os circuitos.

* PASSO 17
*

Enquanto a fiação é passada e ligada dentro dos


cômodos, os conduítes de maior bitola já podem
ser instalados no encaminhamento até o quadro
de distribuição, juntamente com o conjunto de fios
vindos dé cada cômodo. Esses fios serão ligados a
disjuntores específicos, de acordo como projeto
dos circuitos que irão regular o fornecimento de
energia a todos os cômodos da casa,
m
Depois de todos os conduites e fios passados e ligados
dentro dos ambientes da casa, é feita a ligação entre a
caixa de luz localizada fora da residência e a fiação
principal que leva a energia até o quadro de
distribuição.

DICAS * • *

• É importante que o eletricista busque a certificação pela norma NR-10, que trata do segurança em instalações e serviços
em eletricidade,
• Toda a fiação utilizada na obra deve ser certificada pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualida-
de Indu stria II, OrgSo que avalia a qualidade do produto,
• A instaiaçae elétrica deve ser foíta com equipamento de proteção individual, principalmente óculos de proteção, sapatos
com sola de borracha e capacete. As luvas de pelica garantem a firmeza e segurança para executar cones, emendas e
passagem dos fios no conduite,
• Deve-se observar o tocai correto da instalação dos fios fase, terra e neutro das tomadas.
• Na montagem do quadro de distribuição, uma parte dos disjuntores deve ser formada por disjuntores do proteção conira
choque.
• 0 eletricista e ajudante devem conhecer @ respeilar cada cor de fio dei in ida em projeto.
38

Preparo de Armaduras
para Concretagem

Juliana Nakamura
Equipo do Obra iv 19, Sot/Out/ÍOOs9
Apoio Ujonico: Coplis, construtora MAC e Senai. Obra: Edifício Ventura, SantoAndrò(SP}.
Colaboração: Rsnato Luiz Pereira {Coplàs) <? ítairnundo Júlio (MAC)

Montagem correta das armaduras é fundamental


para assegurar bom cobrimento do concreto e,
consequentemente, a qualidade da estrutura

N a s estruturas d e c o n c r e t o , a perfeita c o b e r t u r a das ar-


m a d u r a s é um d o s fatores q u e g a r a n t e m a d u r a b i l i d a d e
d a edificação, Q u a n t o mais p r o t e g i d a a a r m a d u r a , me-
lhor. Por isso é uma e t a p a q u e d e v e r e c e b e r a t e n ç ã o d o -
brada. Se a a r m a d u r a se m o v i m e n t a r e, n u m a laje, p o r
e x e m p l o , levantar, u m a parte p o d e ficar e x p o s t a e, d e -
pois, c o m o t e m p o , sofrer corrosão. Utilizar os vergialhões
c o m b i t o l a e q u a n t i d a d e certas é o p r i m e i r o passo. De-
pois, e preciso amarrar c o r r e t a m e n t e as barras d e aço,
q u a n d o se faz s m o n t a g e m das armaduras. O u t r o p r o c e -
d i m e n t o necessário é garantir o e s p a ç a m e n t o c o r r e t o
d a s armaduras, o b e d e c e n d o a o d e s e n h o d o projetista.
Para isso utilizam-se espaçadores, t a m b é m c h a m a d o s d e
distanciadores. São peças, quase s e m p r e d e material
plástico, q u e m a n t ê m os ferros na p o s i ç ã o certa m e s m o
sob o p e s o d o c o n c r e t o fresco, Q u a n d o o c o n c r e t o é j o -
g a d o , às vezes b o m b e a d o , a força e o p e s o são t ã o g r a n -
d e s q u e p o d e m tirar as a r m a d u r a s d o lugar. O s
d i s t a n c i a d o r e s d e v e m ser c o l o c a d o s n o lugar c o r t o e e m
q u a n t i d a d e para ficar b e m distribuídos, Existem espaça-
d o r e s para cada aplicação: nas lajes são usados distancia-
d o r e s d o t i p o " c a d e i r i n h a " ; nas v i g a s e pilares, o m o d e l o
è o u t r o , o circular " S " , Existem ainda os m o d e l o s multia-
p o i o , q u e s u p o r t a m g r a n d e s cargas e são indicados pára
f u n d o d e vigas e lajes m u i t o pesadas. A seguir, v e r e m o s
c o m o p o s i c i o n a r os d i s t a n c i a d o r e s c o r r e t a m e n t e nas la-
jes, vigas e pilares.
Materiais necessários: armaduras, torquÈs, arame de
aço recozido, distanciadores plásticos.
PASSO 1

Nossa obra fotografada foram utilizadas fôrmas do


compensado do madeira produzidas na própria obra,
No entanto, o bom posicionamento das armaduras nâo O
depende do material que compõe a fôrma, O mais Hoje as construtoras têm optado por realizar esse
importante é que as fôrmas n i o deixem o concreto serviço em uma central de armaduras, para controlar
escapar e estejam no prumo e nivel certos. melhor o trabalho. Outras construtoras preferem
comprar o aço já cortado o dobrado, para diminuir o
desperdício e aumentar a rapidez do serviço.

PASSO 3
PASSO 4

Marque o vergai hão com giz no ponto onde deverão


A montagem das amaduras deve ser realizada sobre um ser amarrados os estribos. Em seguida, com o auxilio de
cavalete ou, no caso dc lajes, diretamente sobre as uma torquês, amarre os estribos ao vergalhão da
fôrmas, após o corte das barras nas medidas indicadas armadura eom arame rocoiido, girando até que fique
no projeto. bem preso.
PASSO 6
* — •

a
Com a própria torquês, corto a sobra d o aramo.
H
O passo seguinte é colocar os espaçadores. Em vigas e
pilares, usam-se os modelos circulares. As peças, cujos
tamanhos variam de acordo com o cobrimonto, devem
ATENÇÃO
ser posicionadas com o raio de abertura paralelo à forma.

PASSO S

É importante q u e todas as ligações frquem


firmes e b e m presas!

PASSO 7

D
Da mesma forma, com as ferragens prontas, distribua os
espaçadores d o tipo cadeirinha nas lajes. Nesse caso,
Encaixo a peça cm estribos alternados, do forma a com ajuda dc uma barra e ferro ou de um pé-do-cabra,
obter uma distribuição uniforme das peças por tode o levante as armaduras e coloque o espaçador
elemento estrutural. centraliíado no encontro de ferragens,
A T E N Ç Ã O A O DETALHE]

Existem modelos de "cadeirinha" que permitem


apoiar as ferragens em alturas diferentes, pro-
porcionando espessura de cobrimento também •
diferentes. Por isso, fique atento ao que o proje- Com a armadura e os espaçadores devidamente
tista da obra determinou. colocados, pode-se iniciar a concretagem, de acordo
com a determinação do projeto estrutural.

IMPORTANTE

Outros cuidados importantes:

• Não se esqueça de embutir antes as instalações elétricas e hidráulicas.


• Cuidado para não deslocar as armaduras. Providencie plataformas de madeira para os operários caminharem durante a
concretagem.
• Lance o concreto em camadas e de forma cuidadosa para nâo desfocar as ferragens.
• Para garantir homogeneidade e evitar falhas, ó importante que os espaçadores sejam distribuídos uniformemente, Siga as
práticas indicadas pelo fornecedor
• É obrigatório usar o cinto de segurança do tipo paraquedista quando a altura passar de 2 m.

A norma de estruturas 6118 determina quanto deve ser o cobrimento mínimo das amaduras. A camada de concreto
aumenta conforme a agressividade do local. Por exemplo, uma obra á beira-mar ou exposta a produtos químicos, coma
um armazém, tem mais risco de corrosão do que outra construída numa área rural. Veja a tabela com os cobrimentos
recomendados:
Classe de agressividade
Tipo do estrutura
t Il lit IV
Cobrimento nominal (mm)
Concroto armado Laje 20 25 35 45
Viga/pilar 25 30 40 50
Concreto pretendido Todos 30 35 45 55

Classes do agressividade ambiental


I - Fraca - com risco de deterioração da estrutura insignificante. Ex, ambiente rural
II - Moderada - com risco pequeno de deterioração da estrutura Ex.: ambiente urbano
III - Forte - com risco grande de deterioração da estrutura. Ex.: ambiente marinho e/ou industrial
IV - Muilo loite - com risco elevado de deterioração da estrutura. Ex,: ambiente industrial ou sujeito a respingos ds maré
Fonte: N BR 6118
39

Revestimento Texturizado
Externo

Flávia SiquoirVl
Equipe do Obra n* 20, Nov/Doz/200S
Apoio técnico: Wober Guartzolit.
Caleboraçlo: André Albieito e Ecilio Fsrreiía Lirn;j
(Academia de Tachadas da Guortzolit)

De preparo e aplicação simples, a argamassa decorativa


mineral do tipo bícapa pode ser aplicada sobre o emboço
e dá a aparência de pedra talhada às paredes externas.
Veja como fazer três tipos de acabamento: liso, raspado e
raspado alisado

A argamassa t e x t u r i z a d a p e r m i t e criar e f e i t o s d e c o - d e argamassa, A q u a n t i d a d e d e á g u a utilizada n o


rativos e d e r e l e v o e m fachadas. P o d e ser acrílica p r e p a r o d o p r o d u t o e a espessura d a c a m a d a d e ar*
( c o m p o s t a p o r ligarttes sintéticos) o u mineral (de gamassá d e c o r a t i v a v a r i a m d e a c o r d o c o m o acaba-
c o m p o s i ç ã o cimentícia). A argamassa d e c o r a t i v a mi- m e n t o a ser feito.
neral d o t i p o b i c a p a p o d e ser a p l i c a d a s o b r e o e m -
b o ç o o u sobre c o n c r e t o t r a t a d o c o m c h a p i s c o r o l a d o .
A n t e s da a p l i c a ç ã o , é necessário deixar a argamassa
d e e m b o ç o curar p o r 14 dias. A superfície d e v e ser
sarrafoada o u d o s o m p e n a d a . E m dias d o calor o ven-
tos fortes, a superfície d e v e ser u m e d e d d a c o m água
antes d a aplicação,corri c u i d a d o p a r a não encharcar.
O e x c e s s o d e u m i d a d e prejudica a a d e r ê n c i a d o ma-
t e r i a l e p o d e causar a f o r m a ç ã o d e m a n c h a s n o re-
v e s t i m e n t o . Por isso, o p r o d u t o n a o d e v e s e r a p l i c a d o
c m d i a s chuvosos, explica o a r q u i t e t o A n d r é A l b i e i r o ,
c o o r d e n a d o r da a c a d e m i a d e fachadas da G u a r t z o l i t .
O r e v e s t i m e n t o d e c o r a t i v o d o t i p o minera! c o n t é m
coloração e dispensa pintura. A manutenção p o d o
ser feita c o m lavagens p e r i ó d i c a s d e água, u t i l i z a n d o
jatos e m leque. O s e f e i t o s d e a c a b a m e n t o p o d e m Ferramentas: Para aplicação do produto; masseira, desom-
ser d o t i p o liso, t r a v o r t i n o , c h a p i s c a d o , e s t r i a d o , gra- penadôira de aço, colher do pedreiro. Para os efeitos de tex-
fiato, r o l a d o e r a s p a d o . D e p e n d e n d o d o e f e i t o q u e tura; do sem portado ira plástica, raspador, frisador, vassoura,
nivol, Equipamentos do proteção: capaceto, luvas, óculos,
se deseja, é necessário usar um s u b t i p o específico
máscara,
PASSO 1

Para o preparo, a massa deve ser misturada com agua


limpa. Verifique a proporção adequada na embalagem
d o produto. Para que a mistura fique homogênea,
recomenda-seo uso de um misturador. Utilize máscara e
óculos nesse processo.

Deixe a massa bater por um período de dois a cinco


minutos. Ela estará no ponto quando tiver uma
aparência uniforme, sem bolhas ou grumos secos.
Depois de preparada, a argamassa deve ser aplicada
em, no máximo, duas horas o meia.

PASSO 3

PASSO 4

H
Em dias quentes ou de muito vento, umedeça com Use uma desempenadeira de aço, madeira ou PVC para
água toda a superfície do emboço. Atenção para não aplicara argamassa,
deixá-lo encharcado,
Aplique uma primeira de mão, com espessura de 1 m m
a 2 mm, pressionando na base de maneira uniforme.
Faça a aplicação de baixo para cima, A aplicação do
produto deve ser feita entre frisos, por panos, para que
n i o haja emendas,

PASSO 6

Em seguida, complete com uma segunda demão, com espessura também de 1 mm a 2 mm.
PASSO 7
— •

Faça a aplicação por faixas ató completar o pano.

Use a colher de pedreiro para acertar detalhes e


preencher os cantos e as laterais da parede.

PASSO 9


Utilize a desempenadeira para corrigir irregularidades e
deixar a massa uniforme.Tente obter o máximo de
planeza possível. Espero o produto atingir o ponto para
a aplicação do efeito de acabamento. O ponto varia de
acordo com o acabamento desejado e o umidade e a
temperatura no momento da aplicação.
REVESTIMENTO TEXTURIZADO EXTERNO 251

— «

Terminado o efeito do acabamento, verifique o projeto


e execute os frisos decorativos e executivos com a ajuda
de um nível, uma régua e umfrisador.

EXECUÇÃO D O A C A B A M E N T O

EH22niIH!E3 ACABAMENTO RASPADO AUSADO|


Com a desempe nadei ra plástica, faça movimentos circulares Para obter o efeito raspado alisado,faça a raspagem e, de-
sobre a superfície da argamassa até atingir o eleito desejado, pois, use a desempenadeira plástica para alisar a superfície.
Faça movimentos retos e uniformes.

EXECUÇÃO DO ACABAMENTO RASPADO


Utilize uma lerramenta denteada {raspador,
serrote, serrinha) para raspar levemente a su-
perfície. Faça a raspagem em um único senti-
do, para que o efeito fique uniforme. Ao final
da raspagem, use uma vassoura de cordas
macias para tirar os excessos.
40

Instalação de Banheira de
Hidromassagem

Leonardo Pessoa
Equipo do Obra n 20, NqWDuz/2008
Apoio lécniço: Empresa Instaladora Lar e Serviços
Colaboração: PrettyJet

De tão simples, a instalação de banheira é comparada à


de uma máquina de lavar, Mas, para isso, a mão-de-obra
tem de ser boa e tomar cuidados elétricos e hidráulicos

A instalação d o u m a b a n h e i r a d e h i d r o m a s s a g e m q u e o p r o d u t o c h e g u e até iá. O u t r o d e t a l h e i m p o r -


p o d e ser c o n s i d e r a d a s i m p l e s , m a s a b o a m ã o - d e - t a n t e é q u e o e s p a ç o q u e a b r i g a r á a b a n h e i r a seja
o b r a é f u n d a m e n t a l para e v i t a r erros nesses e q u i p a - a d a p t a d o p a r a a c o m o d a r o e n c a n a m e n t o . São ne-
m e n t o s q u e utilizam á g u a pressurizada e a q u e c i d a . cessárias u m a e n t r a d a e u m a saída d e á g u a para a
A l é m d i s s o , é i m p o r t a n t e t e r c o n h e c i m e n t o d e hi- b a n h e i r a e, se e m b u t i d a , o ideal é c o n s t r u i r p a r e d e s
d r á u l i c a e e l é t r i c a . A instalação d a s b a n h e i r a s p o d o d e alvenaria e u m p i s o h o m o g é n e o à b a s e d e ci-
levar d e d u a s a seis h o r a s , c o n f o r m e o t i p o e as di- m e n t o o areia,
f i c u l d a d e s q u e p o s s a m existir
t a n t o n o local q u a n t o n a p r ó p r i a
e x e c u ç ã o . S e j a h o u v e r u m a pre-
v i s ã o d e instalação n o p r o j e t o
arquitetônico, o processo acaba
sendo mais rápido. A l é m disso,
os p r ó p r i o s f a b r i c a n t e s a u x i l i a m
a v i d a d o instalador, p r o d u z i n d o
a c e s s ó r i o s q u e f a c i l i t a m a insta-
lação, c o m o o uso d e s u p o r t e s
(pezinhos) e m b a i x o da banheira,
e x c l u i n d o a n e c e s s i d a d e d o uso
d e a r g a m a s s a . É m e n o s sujeira e
r a p i d e z na e x e c u ç ã o d o t r a b a -
lho. A n t e s d a instalação, é im-
p o r t a n t e fazer u m a avaliação
prévia d a residência para m e d i r
os lugares p o r o n d e a b a n h e i r a
t e r á d e passar até c h e g a r ao ba- E q u i p a m e n t o s e materiais necessários: chave cie fenda, alicate, trena, nível de
bolha, lixa, cola para tubo de água fria e água quente, serrinha, chave do boca, ali-
n h e i r o , e se há o b s t á c u l o s p a r a
cate bico de papagaio, fita veda-rosca e luvas.
«

ATENÇÃO!

Na pré-instaiaçâo, observe na parte elétrica a necessi-


dade de um disjuntor de 5QA e um DR de 63A como
proteção obrigatória.

Faça uma visita de orientação ao local, Nessa ocasião,


meça todos os lugares em que a banheira terá de
passar até chegar ao seu destino final. Avalie onde será
instalada e o encanamento. Veja se ha os pontos de
entrada de água, saida e elétrica, Se for preciso fazer o
rebaixo, já passe as orientações para a sustentação de
alvenaria ao cliente,

ATENÇÃO!

O espaço onde ficam os equipamentos elétricos da banheira necessita de uma porta para manutenção. A fiação deve
chegar próxima de onde o motor será instalado.

PASSO 2 PASSO 3

Se o projetista da obra não tiver preparado o local para a


banheira, faça o rebaixo, observando as medidas da banheira.
Normalmente, a execução é definida previamentecom o
contratante. São raros os casos em que a instalação exige
rebaixo. Normalmente, são realizadas no piso reto.

Com o espaço pronto, confira se o pedreiro colocou o registro da entrada de


água. Caso nSo o tenha feito, providencie os materiais para Instalá-lo. Mesmo
que a banheira tenha um sistema de enchimento automático, esse item é
necessário para dividir a água quente da fria. Normalmente, há um único ponto
de instalação, embora existam dois na foto ao lado, já que um aquecedor de
passagem foi ligado para alimentar a banheira e a duchinha.
254 C O N S T R U Ç Ã O PASSO-A-PASSO

PASSO 4

ESI
Verifique, ria parte elétrica, se a passagem da fiação foi
realizada corretamente para que a instalação ocorra
com total segurança. Observe o que o manual da
banheira pede na área do instalação na área elétrica,
pois há diferenças entre um produto e outro.

EK3
Agora é hora de inserira banheira no espaço reservado
para a instalação. A peça é apoiada na base e nas
paredes de- alvenaria, já feitas pelo pedreiro para dar
sustentação.

PASSO 6


Nivele a banheira na base onde será instalada. Nesse
caso, não foi preciso fazer assentamento com
argamassa, pois um suporte acompanha a banheira. Só
faça a regulagem, caso seja necessário.
INSTALAÇÃO DE BANHEIRA DE HIDROMASSAGEM 255

Várias tubulações já vêm prontas de fábrica, É preciso, Instale o misturador/ladrão e assegure-se de que não há
porém, conectar a banheira às instalações elétrica e qualquer vazamento. Aperte-o com alicate bico de papagaio
hidráulica, com saída de água quente e fria. depois de vedar o sistema de isolamento com silicone.

ATENÇÃO!

Em alguns modelos de banheiras de hidromassagem o motor não vem acoplado e será necessário sustentar o motor
nivelado com uma sucção. A insolação deve ser feita na mesma altura ou pouco acima da banheira.

PASSO 9

B
Corte os canos que faraó a conexão das tubulações d e
entrada e saída de água conforme as medidas jâ tiradas.
Tire a rebarba com lixa e limpe a tubulação.
PASSO 10
— •

Com o uso de veda-rosca e cola, encaixe ia tubulação


para a entrada e saída de água. A saída sempre deve
ser conectada à caixa sifonada, e não diretamente no
esgoto, para impedir o mau cheiro.

PASSO 11

Por fim, conecte a ducha na tubulação, caso o modelo


da banheira a possua. Antes de iniciar os fechamentos
laterais com alvenaria, faça um teste com a banheira em
funcionamento para verificar possíveis vazamentos e
corrigi-los a tempo.

DICAS • * •

• Se o morador tiver um aquecedor central, a banheira deve manter a temperatura entre 40 e 60 minutos, Para ga-
rantir a manutenção dessa temperatura, podo-se também instalar outro aquecedor na banheira
• Nunca transporte a banheira pela lubuiaçSo, pois poderá provocar vazamento. E alente para a proteção dessa tubu-
lação na hora de fazer o fechamento: se usar muita massa poderá fechar o motor e diiieultar sua retirada caso ne-
cessite no futuro.
• impermeabilize toda a área antes da instalação.
* Normas Técnicas

Cap Descrição Norma Descrição Data de


Publicação

1 Contrapíso • •

NBR9575 Impermeabilização - Seleção e projeto 31^10/2003


2 Impermeabilização de paredes

NBR6118 Projeto de estruturas de concreto - 21/5/2007


Procedimento
3 Armadura de pilar NBR7480 Aço destinado a armaduras para 3/9/2007
estruturas de concreto armado -
Especificação

NBR1471S Chapas de gesso acartonado - 1/7/2001


Requisitos
4 Paredes de gesso acartonado
NBR15217 Perfis de aço para sistemas de gesso 29/4/2005
acartonado - Requisitos

NBR8037 Porta de madeira de edificação 1/6/1983


5 Kit porta-pronta NBR8052 Porta de madeira de edificação - 1/9/1936
Dimensões

NBR6136 Blocos vazados do concreto simples 10/12/2007


Alvenaria de blocos de
6, para alvenaria - Requisitos
concreto

NBR15099 Aparelhos sanitários de material 30/6/2004


cerâmico - Dimensões padronizadas

NBR15097 Aparelho sanitário de material cerâmico 30/6/2004


7 Bacias sanitárias - Requisitos e métodos de ensaio

NBR1S491 Caixa de descarga para limpeza de 4/6/2007


bacias sanitárias - Requisitos e métodos
de ensaio

NBR 13207 Gesso para construção civil 30/10/1994

NBR138Ó7 Revestimento interno de paredes e 1/5/1997


a Revestimento de gesso
sarrafeado tetos com pastas de gesso - Materiais,
preparo, aplicação e acabamento

9 Caixilho do alumínio NBR10821 Caixilhos para edificação - Janelas 30/8/2000

Impermeabilização com manta NBR9952 Manta asfáltica para impermeabilização 9/4/2007


10
asfática NBR9575 Impermeabilização - Seleção e projeto 31/10/2003

11 Fôrmas - -
Cap Descrição Norma Descrição Data de
Publicação

NBR11802 Pisos elevados 1/02/1991

12 Instalação do piso elevado NBR1251Ó Pisos elevados 1/02/1991

NBR12544 Pisos elevados 1/02/1991

13 Telhado cerâmico NBR15310 Componentes cerâmicos • Telhas • 20/02/2009


Terminologia, requisitos e métodos de
ensaio
NBR8039 Projeto e execução de telhados com 30/6/1983
telhas cerâmicas tipo francesa

14 Execução de textura tipo


graffiato - 1 - 1
E ' 1

15 Assentamento de porcelanato NBR154Ó3 Placas cerâmicas para revestimento • 19/02/2007


em pisos Porcelanato

16 Revestimento de argamassa NBR13231 Argamassa para assentamento e 30/9/2005


revestimento de paredes e tetos -
Requisitos

1? Como assentar blocos de vidro NBR14899-1 Blocos de vidro para a construção civil 1/9/2002
- Parte 1: Definições, requisitos e
métodos de ensaio

18 Proteção de esquadrias de
madeira 9

19 Pastilhas cerâmicas _ _ - -

20 Como fazer assentamento de NBR9781 Peças de concreto para pavimentação 30/3/19B7


pisograma

21 Como executar subcoberturas


em telhados i-. - -

22 Montagem do aço pronto om


estrutura - 1 1 | 1 - 1

23 Como fazer a colocação de NBR7374 Placa vinilica semiflexível para 30/4/2006


pisos vinilrcos revestimento de pisos e paredes -
Requisitos e métodos de ensaio

24 Telhas de concreto NBR138S8-1 Telhas de concreto - Parte 1: Projeto e 30/4/1997


execução de telhados

25 Amarração de alvenaria em NBRÓ118 Projeto de estruturas de concreto • 21/5/2007


pilar Procedimento

26 Como instalar caixa d água I " 1 |'


27 Execução do aterramçnto em
resistência r i - -

28 Protensão em lajes NBR6118 Projeto do estruturas de concreto - 21/5/2007


Procedimento
Cap Descrição Norma Descrição Data de
Publicação

29 Instalações hidráulicas com NBR7193 Projeto e execução de instalações 2/9/1993


tubos PPR prediais de água quente

30 A técnica do concreto NBR7583 Execução de pavimentos de concretos 1/8/1986


estampado simples por meio mecânico

31 Lajes nervuradas com cubas NBRÓ118 Projeto de estruturas de concreto - 21 /S/2007


plásticas Procedimento

32 Escoramento metálico MBR6113 Projeto de estruturas de concreto - 21/5/2007


Procedimento

33 Muro com blocos de concreto NBR6136 Blocos vazados de concreto simples 10/12/2007
para alvenaria - Requisitos

34 Instalação de forro de PVC NBR14371 Forros de PVC rígido para instalação em 1/9/1999
obra - Procedimento

NBR15270-1 Componentes cerâmicos - Parte 1 - 31/8/2005


Blocos cerâmicos para alvenaria de
vedação - Terminologia e requisitos
35 Paredes de blocos cerâmicos
NBR15270-2 Componentes cerâmicos - Parte 2: 31/8/2005
Biocos cerâmicos para alvenaria
estrutural - Terminologia e requisitos

36 Ramais de gás com tubos de NBR15S26 Redes de distribuição interna para 12/01/2009
polietileno gases combustíveis em instalações
residenciais e comerciais - Projeto e
execução

37 Instalações elétricas NBR5410 Instalações elétricas de baixa tensão 30/9/2004

38 Preparo do armaduras para NBR6113 Projeto de estruturas de concreto • 21/5/2007


concretagem Procedimento

39 Revestimento textu rizado


11
externo - -

40 instalação de banheira de NBR5410 Instalações elétricas de baixa tensão 30/9/2004


hidromassagem

O leitor deve ficar atento para revisões, cancela mentos ou publicação de novas normas.
E sta publicação traz uma coletânea revisada de artigos técnicos ilustrados publicados nos
20 primeiros números da revista Equipe de Obra. Com uma linguagem didática, prática
e direta, o livro "Construção Passo a Passo" é um manual de consulta e unia ferramenta para
tirar dúvidas e aprender a maneira correta de executar os serviços de construção. Veja alguns
dos assuntos abordados;

Contra piso Subcobertiiras em telhados


Impermeabilização de paredes Montagem de aço pronto em estruturas

Armadura para pilar Colocação de pisos vinílioos

Paredes drywall Telhas de concreto

Kit porta-pronta Amarração de alvenaria e pilar

Alvenaria de blocos de concreto Como instalar caixa d'água

Bacias sanitárias Execução de aterramento em residências

Revestimento de gesso sarrafeado Protensão em lajes

Caixilho de alumfnio Instalações hidráulicas com tubos PPR

Impermeabilização com manta asfáltica Concreto estampado

Fôrmas Lajes nervuradas com cubas plásticas

Instalação de piso elevado Escoramento metálico

Telhado cerâmico Muro com blocos de concreto

Execução de textura tipo graffiato Instalação de forro de PVC

Assentamento de p ore ela na to em pisos Paredes de blocos cerâmicos

Revestimento de argamassa Ramais de gás com tubos de polietileno


Como assentar blocos de vidro instalações elétricas
Proteção de esquadrias de madeira Preparo de armadura para concretagem
Pastilhas cerâmicas Revestimento texturizado externo
Assentamento de pisograma Instalação de banheira de hidromassagem

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