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ESTATÍSTICA I

AULA 1
O.G.E/G.R.H – IGS
Prof. FRANCISCO DE FREITAS, MSc
franfreitasjunior@hotmail.com

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
UNIDADE 1 – A ESTATÍSTICA
– 1.1. O que é estatística
– 1.2. A finalidade da Estatística e sua utilizaçã o
UNIDADE 2 – CONCEITOS BÁSICOS DA ESTATÍSTICA
– 2.1. Populaçã o e Amostra
– 2.2. Variá veis
– 2.3. Estatística Descritiva e Estatística Indutiva
– 2.4. Arredondamento numérico

UNIDADE 3 – DADOS ESTATÍSTICOS - SÉRIES ESTATÍSTICAS


– 3.1. Série Temporal
– 3.2. Série Geográ fica
– 3.3. Série Específica
UNIDADE 4 – GRÁFICOS ESTATÍSTICOS
– 4.1. Grá fico de Barras
– 4.2. Grá ficos de Linhas
– 4.3. Grá ficos de Setores

UNIDADE 5 – DISTRIBUIÇÃO DE FREQÜÊNCIA


– 5.1. Distribuiçã o de Frequência sem Classes
– 5.2. Distribuiçã o de Frequência com Classes
– 5.3. Histograma e Polígono de Frequência
UNIDADE 6 – CURVAS DE FREQÜÊNCIA
– 6.1. A Curva de Frequência
– 6.2. Formas das Curvas de Frequência

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UNIDADE 7 – MEDIDAS DE TENDÊNCIA CENTRAL
– 7.1. Média
– 7.2. Moda
– 7.3. Mediana

UNIDADE 8 – MEDIDAS SEPARATRIZES


– 8.1. Quartis
– 8.2. Decis
– 7.4. Percentis
UNIDADE 9 – MEDIDAS DE DISPERSÃO
– 9.1. Amplitude Total
– 9.2. Desvio Médio
– 9.3. Desvio Padrã o
– 9.4. Coeficiente de Variaçã o
– 7.5. Variâ ncia Relativa
UNIDADE 10 – MEDIDAS DE ASSIMETRIA E CURTOSE
– 10.1. Coeficiente de Assimetria
– 10.2. Coeficiente de Curtose

UNIDADE 11 – ELEMENTOS DE PROBABILIDADE


– 11.1. Conceitos fundamentais
– 11.2. Conceito Intuitivo de Probabilidade
– 11.3. Conceito axiomá tico
– 11.4. Probabilidade Condicional e Independência Estatística
UNIDADE 12 – VARIAVEIS ALEATÓRIAS DISCRETAS E
CONTÍNUAS
– 12.1. Funçõ es de Probabilidade
– 12.2. Funçã o Densidade de Probabilidade
– 12.3. Funçõ es de distribuiçã o acumulada

UNIDADE 13 – DISTRIBUIÇÕES DE PROBABILIDADE


– 13.1. Distribuiçã o de Bernoulli
– 13.2. Distribuiçã o Binomial
– 13.3. Distribuiçã o Hipergeométrica
– 13.4. Distribuiçã o de Poisson
– 13.5. Distribuiçã o Normal e Normal Padrã o
UNIDADE 14 – VETORES ALEATÓRIOS
– 14.1. Distribuiçã o Conjunta
– 14.2. Distribuiçõ es Marginais
– 14.3. Independência Estatística
– 14.4. Covariâ ncia e Correlaçã o de duas Variá veis Aleató rias

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– 14.5. Distribuiçã o Normal Bivariada

AVALIAÇÃO E BIBLIOGRAFIA BÁSICA


Avaliação:
A avaliaçã o será bimestral, e será constituída por uma prova (80%) e listas de
exercícios (20%).

Bibliografia Básica:
- BUSSAB, W.O.; MORETTIN, P.A. Estatística Básica. 4ª Edição. Atual
Editora. São Paulo, SP. 1987.
- COSTA NETO, P.L.O. Estatística. Editora Edgar Blucher Ltda. Sã o Paulo, SP. 1977.
- HOEL, P. G. – Estatística Elementar. Editora Atlas S/A. Sã o Paulo, SP. 1980.
- LIPSCHUTZ, S. Probabilidade. 3ª Ediçã o. McGraw-Hill. Sã o Paulo, SP, 1972.
- MEYER, P.L. – Probabilidade: Aplicaçõ es à Estatística – Ao Livro Té cnico S.A. – Rio
de Janeiro, RJ, 1969.
- SILVA LEME, R.A. Curso de Estatística. 3ª ediçã o. Ao Livro Té cnico S.A. Rio de
Janeiro, RJ. 1970.
- SPIEGEL, M.R. Estatística. Ao Livro Té cnico S.A. Rio de Janeiro, RJ. 1968.

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O QUE É ESTATÍSTICA?
Estatística é a ciência ou método científico que estuda os fenô menos Multicausais, coletivos ou de
massa e procura inferir as leis que os mesmos obedecem.
A estatística é a parte da Matemá tica aplicada que fornece métodos para a coleta, organizaçã o,
descriçã o, aná lise e interpretaçã o de dados e para a utilizaçã o dos mesmos na tomada de decisõ es.
Principais propó sitos:
– Estimaçã o de relaçõ es entre variá veis;
– Testar teorias econô micas;
– Avaliar e implementar decisõ es estratégicas.

MÉTODO ESTATÍSTICO
Método estatístico é um processo que deve ser seguido para se obter, apresentar e analisar
características ou valores numéricos para uma melhor tomada de decisã o em situaçõ es de
incerteza.
Os passos da metodologia estatística sã o os seguintes:
– Identificaçã o do problema de pesquisa;
– Formulaçã o de um plano para coleta das informaçõ es (coleta de dados);
– Coleta e síntese das informaçõ es;
– Aná lise dos resultados (grá ficos, resumos numéricos, tabelas, etc);
– Divulgaçã o de relató rio com as conclusõ es;
– A inferência estatística (formulaçã o de conclusõ es consistentes para orientar a tomada de
decisã o).
Problema de Pesquisa
Planeamento
Coleta de dados
Organização dos dados
Principais Conclusões
Análise dos Dados

DIVISÃO DA ESTATÍSTICA
Em geral, é aceita a divisã o da estatística em dois grandes grupos:
“Estatística Descritiva e Estatística Indutiva”.
ESTATÍSTICA DESCRITIVA: corresponde aos procedimentos relacionados com a coleta,
elaboraçã o, tabulaçã o, aná lise, interpretaçã o e apresentaçã o dos dados. Isto é, inclui as técnicas que
dizem respeito à síntese e à descriçã o de dados numéricos. O objetivo da estatística descritiva é
tornar as coisas mais fá ceis de entender, relatar e discutir.

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ESTATÍSTICA INDUTIVA (OU INFERENCIAL): parte de um conjunto ou subconjunto de
informaçõ es (subconjuntos da populaçã o ou amostra) e conclui sobre a populaçã o. Utiliza técnicas
como a teoria das probabilidades, amostragem inferência

POPULAÇÃO E AMOSTRA
Populaçã o e amostra referem-se ao conjunto de elementos cujas propriedades (características)
desejamos averiguar.
População Estatística ou Universo Estatístico: coleçã o de todos os elementos cujas
características (comuns) desejamos conhecer.
Amostra: subconjunto finito da populaçã o cujas características serã o medidas. A amostra será
usada para descobrir características da populaçã o. Como toda a aná lise estatística será inferida a
partir das características obtidas da amostra, é importante que a amostra seja representativa da
populaçã o, isto é, que as características de uma parte (amostra) sejam em geral as mesmas que do
todo (populaçã o

POR QUE UTILIZAR AMOSTRAS?


O objetivo da amostragem é permitir fazer inferências sobre uma populaçã o apó s inspeçã o de
apenas parte dela.
Fatores como: custo, tempo, e tamanho da populaçã o tornam a amostragem preferível a um estudo
completo (censo).
CUSTOS: por motivos prá ticos ou econô micos (reduçã o de custos) é mais conveniente trabalhar
com a amostra do que com a populaçã o inteira (censo), ou seja, é mais eficiente.
TEMPO: a limitaçã o de tempo para a execuçã o da pesquisa inviabiliza a aná lise da populaçã o
inteira.
TAMANHO DA POPULAÇÃO: geralmente trabalham com pesquisas em que a totalidade dos dados
é de difícil acesso e, somos obrigados a utilizar apenas parte dos dados.

TIPOS DE AMOSTRAGEM
Os principais tipos de amostragem utilizados sã o os probabilísticos, onde todos os indivíduos da
populaçã o têm a mesma chance de serem selecionados.
Os planos de amostragem probabilística sã o delineados de tal modo que se conhece todas as
combinaçõ es amostrais possíveis e suas probabilidades, podendo-se entã o determinar o erro
amostral.
Os métodos mais comuns de amostragem probabilística sã o:
– Amostragem Aleatória Simples;
– Amostragem Estratificada;
– Amostragem Sistemática;
– Amostragem por Conglomerados;

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TIPOS DE AMOSTRAGEM
– Amostragem Aleatória Simples: os elementos de uma população são escolhidos de tal forma que todos
tenham a mesma chance de serem escolhidos. Pode-se utilizar uma tabela de nú meros aleató rios ou
um programa de geraçã o de nú meros aleató rios.

TIPOS DE AMOSTRAGEM
– Amostragem Estratificada: subdivide-se a populaçã o em, no mínimo, dois estratos (subpopulaçõ es) que
compartilham a mesma característica e em seguida escolhe-se uma amostra de cada. Exemplo: homens e
mulheres.

TIPOS DE AMOSTRAGEM
– Amostragem Sistemática: escolhe-se um ponto de partida e entã o, sistematicamente, selecionam-se os
outros. Por exemplo: o 3°, 403°, 803°, 1203°,... Indivíduos.

TIPOS DE AMOSTRAGEM
– Amostragem por Conglomerados: divide-se a populaçã o em conglomerados (á reas), em seguida sorteiam-
se algumas á reas e analisam-se todos os elementos dos conglomerados escolhidos. Por exemplo: bairros.

CLASSIFICAÇÃO DAS VARIÁVEIS


Variável Qualitativa
Quantitativa
Nominal
Ordinal
Discreta
Contínua

Qualitativa: quando seus valores sã o expressos por atributos (características), de


forma nã o numérica.
– Exemplo: sexo (M ou F), cor da pele (branca, preta, amarela.), estado civil (solteiro, casado,),
profissã o (empregado ou desempregado), escolaridade (fundamental, médio ou superior), etc.
Quantitativa: quando seus valores sã o expressos por nú meros.
– Exemplo: idade, salá rio, volume, etc.

As variá veis qualitativas ainda sã o classificadas como:


Ordinais: é possível atribuir alguma ordem aos indivíduos depois de atribuída a
característica.
Ex.: Escolaridade (Grau de Instruçã o); classe social.
Nominais: nã o é possível fazer nenhuma classificaçã o depois das realizaçõ es.
Ex.: profissã o; procedência.

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As variá veis quantitativas ainda sã o classificadas como:
Discretas: quando os seus valores podem ser enumerados.
Ex.: de contagem: do nú mero de pessoas numa sala (1, 2, 3, …….)
Contínuas: quando os seus valores pertencem a um intervalo dos nú meros reais.
Ex. de mediçõ es: volume de uma caixa d’agua (1 m 3, 1.1 m3, 1.01 m3, : : :),
temperatura,...

ESTATÍSTICA DESCRITIVA
Coleta de Dados
Tabelas Gráficos
Análise dos Resultados
Crítica dos Dados
Apresentação dos Dados

COLETA DE DADOS
Apó s a definiçã o do problema a ser estudado e o estabelecimento do planeamento da pesquisa
(forma pela qual os dados serã o coletados; cronograma das atividades; custos envolvidos; exame
das informaçõ es disponíveis; delineamento da amostra etc.), o passo seguinte consiste na coleta de
dados, que consiste na busca ou compilaçã o dos dados das variá veis, componentes do fenô meno a
ser estudado).
A coleta de dados pode ser feita de forma direta ou indireta:
– DIRETA (Fonte Primária): ocorre quando os dados sã o obtidos na fonte original, estes sã o chamados de
dados primá rios.
Ex.: nascimentos, casamentos e ó bitos registrados no cartó rio de registros civil; opiniõ es obtidas em pesquisas
de opiniã o pú blica; vendas registradas em notas fiscais da empresa etc.
– INDIRETA (Fonte Secundária): ocorre quando os dados obtidos provêm da coleta indireta obtidas de
fontes diretas de informaçõ es, estes sã o denominados de dados secundá rios.
Ex.: cá lculo do tempo de vida média, obtido pela pesquisa, nas tabelas demográ ficas publicadas pela Fundação
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Quanto ao tempo a coleta de dados pode ser classificada em:


– CONTÍNUA: quando realizada permanentemente;
– PERIÓDICA: quando é feita em intervalos de tempo; e
– OCASIONAL: quando é efetuada sem época preestabelecida.

CRÍTICA DOS DADOS


Objetivando a eliminaçã o de erros capazes de provocar futuros enganos de
apresentaçã o e aná lise, procede-se a uma revisã o crítica dos dados, suprimindo os
valores estranhos ao levantamento.

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APRESENTAÇÃO DOS DADOS
Os dados devem ser organizados de maneira prá tica, sistemá tica, sintética e
racional, para o melhor entendimento do fenô meno que se está estudando.
Estes podem ser organizados sob a forma de:
– Tabelas; e/ou – Grá ficos.

APRESENTAÇÃO DOS DADOS


(TABELAS)
TABELA: A elaboraçã o de tabelas obedece á resoluçã o nº 886, de 26 de outubro de
1966, do Conselho Nacional de Estatística.
Tabela e grá ficos devem apresentar: o cabeçalho, o corpo; e o rodapé.
– CABEÇALHO: deve conter o suficiente para que sejam respondidas as seguintes questõ es – O quê?
(referente ao fato);
Onde? (relativo ao lugar); e, Quando? (correspondente à época).
– CORPO: é representado por colunas e subcolunas dentro das quais serã o registrados os dados.
– RODAPÉ: é reservado para as observaçõ es pertinentes, bem como a identificaçã o da fonte dos
dados.
Conforme o critério de agrupamento, as séries classificam-se em:
– Séries Cronológicas, Temporais, Evolutivas ou Históricas;
– Séries Geográficas ou de Localização;
– Séries Específicas;
– Distribuição de Frequência.

APRESENTAÇÃO DOS DADOS (GRÁFICOS)


A representaçã o grá fica das séries estatísticas tem por finalidade dar uma idéia, a mais imediata
possível, dos resultados obtidos, permitindo chegar-se a conclusõ es sobre a evoluçã o do fenô meno
ou sobre como se relacionam os valores da série.
Nã o há apenas uma maneira de representar graficamente uma série estatística. A escolha do grá fico
mais apropriado ficará a critério do analista.
Para a elaboraçã o de um grá fico deve-se levar em conta os elementos “simplicidade, clareza e
veracidade”.
Sã o elementos complementares de um grá fico:

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– Título geral, época e local;
– Escalas e respectivas unidades de medida;
– Indicação das convenções adotadas (legenda);
– Fonte de informação dos dados.

Os grá ficos mais comumente utilizados em aná lises estatísticas sã o:


– Gráfico em Colunas;
– Gráfico em Barras;
– Gráfico em Setores;
– Gráfico Polar;
– Gráfico de Linhas;

Gráfico em Colunas: Um grá fico de colunas mostra as alteraçõ es de dados em um


período de tempo ou ilustra comparaçõ es entre itens. As categorias sã o
organizadas na horizontal e os valores sã o distribuídos na vertical.
Gráfico em Barras: é semelhante ao grá fico em colunas, porém os retâ ngulos sã o
dispostos horizontalmente, como segue.
Gráfico em Setores: é representaçã o grá fica de uma série estatística, em um
círculo, por meio de setores. É utilizado principalmente quando se pretende
comparar a proporçã o de cada valor da série com o valor total
(proporçõ es).

Gráfico Polar: é a representaçã o grá fica de uma série estatística por meio de um polígono. Geralmente presta-
se para a representaçã o de séries temporais. Para construí-lo, divide-se uma circunferência em tantos arcos
iguais quantos forem os dados a representar. Pelos pontos de divisas traçam-se raios. Em cada raio é
representado um valor da série, marcando-se um ponto cuja distâ ncia ao centro é diretamente proporcional a
esse valor. A seguir unem-se os pontos.

Gráfico de Linhas: Um grá fico de linhas mostra tendências nos dados em


intervalos iguais.

DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA
Constitui-se no tipo de tabela mais importante para a estatística descritiva.
Distribuiçã o de frequência é constituída por uma tabela resumida, na qual os dados sã o organizados
em grupos de classe ou categorias convenientemente estabelecidas e numericamente ordenadas.
Constitui-se num tipo de apresentaçã o que condensa uma coleçã o de dados conforme as
frequências ou repetiçõ es de seus valores.
As distribuiçõ es de frequências sã o séries heteró grafas, isto é, séries na qual o fenô meno ou fato
apresenta graduaçõ es ou subdivisõ es. Embora fixo, o fenô meno varia de intensidade.

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A construçã o da distribuiçã o de frequência depende do tipo de dados com os quais se está lidando:
contínuos ou discretos.
Alguns procedimentos comuns devem ser adotados para a representaçã o da distribuiçã o de
frequência, que representa diferentes maneiras de sumarizar os valores de uma variá vel discreta
ou contínua.
Dados Brutos: o conjunto dos dados numéricos obtidos apó s a crítica dos valores coletados
constitui-se nos dados brutos.
– Ex.: 21, 23, 22, 28, 35, 21, 23, 33, 34, 24, 21, 25, 36, 26, 22, 30, 32, 25, 26, 33, 34, 21, 31, 25, 31, 26,
25, 35, 33, 31.
Rol: corresponde ao arranjo dos dados brutos em ordem de frequência crescente ou decrescente.
– Ex.: 21, 21, 21, 22, 22, 22, 23, 23, 24, 25, 25, 25, 26, 26, 26, 28, 30, 31, 31, 31, 32, 33, 33, 33, 34, 34,
34, 35, 35, 36.
Amplitude Total ou Range (R): é representado pela diferença entre o maior e o menor valor
observado.
– Ex.: R = 36 – 21 = 15.
Frequência Absoluta (Fi): representa o nú mero de vezes que o elemento aparece na amostra, ou o
nú mero de elementos pertencentes a uma classe.
– Ex.: F(21) = 3; F(22) = 2;...........; F(36) = 1.
Distribuição de Frequência: representa o arranjo dos valores e suas respectivas frequências.

DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA
Distribuição de Frequência para Dados Discretos:
Ex.:

– Xi representa a variá vel;


– ΣFi = n
– n = tamanho da amostra

DISTRIBUIÇÃO DE FREQUÊNCIA
Xi Fi
21 3
22 2
23 2
24 1
25 4
26 3
28 1
30 1
31 3
32 1
33 3
34 3
35 2
36 1
Σ 30

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