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trabalho de sociologia sobre preconceitos sexual

preconceito sexual, ou seja, homofobia. Mas o que é homofobia? É o ódio irracional, o medo ou
aversão aos homossexuais, pessoas que têm atração afetiva e sexual pelo mesmo sexo. A
homofobia é a causa principal da discriminação e violência contra essas pessoas, um ato que
gerou e ainda gera muitas injustiças e exclusão social. Só no Brasil, esse tipo de preconceito
causou a morte de 2.403 gays, lésbicas e travestis nos últimos 20 anos.
Hoje, para combater essa descriminação contra homossexuais é necessário começar pela
educação em escolas de todo país, com aulas que orientem os alunos sobre os direitos
homossexuais, sobre gênero e identidade sexuais, pois muitas crianças e adolescentes estão
cheios de dúvidas a respeito, estão descobrindo seus próprios corpos e precisam ser orientados
sobre homossexualidade. Essa educação é fundamental para que, desde o início da vida, as
pessoas aprendam a entender a diversidade e a aceitá-la, fazendo com que não haja mais
homofobia nas escolas e em nenhum outro lugar. Só assim, ensinando a juventude, é que nosso
país formará pessoas melhores e verdadeiros cidadãos.

outros textos

A homofobia (homo= igual, fobia=do Grego φόβος "medo"), é um termo utilizado para
identificar o ódio, a aversão ou a discriminação de uma pessoa contra homossexuais e,
consequentemente, contra a homossexualidade, e que pode incluir formas sutis, silenciosas e
insidiosas de preconceito e discriminação contra homossexuais.

Origem e significado

O termo é um neologismo criado pelo psicólogo George Weinberg, em 1971, numa obra
impressa, combinando a palavra grega phobos ("fobia"), com o prefixo homo-, como remissão à
palavra "homossexual".

Phobos (grego) é medo em geral. Fobia seria assim um medo irracional (instintivo) de algo.
Porém, "fobia" neste termo é empregado, não só como medo geral (irracional ou não), mas
também como aversão ou repulsa em geral, qualquer que seja o motivo.

Etimologicamente, o termo mais aceitável para a idéia expressa seria "Homofilofóbico", que é
medo de quem gosta do igual.

Origem e significado

O termo é um neologismo criado pelo psicólogo George Weinberg, em 1971, numa obra
impressa, combinando a palavra grega phobos ("fobia"), com o prefixo homo-, como remissão à
palavra "homossexual".

Phobos (grego) é medo em geral. Fobia seria assim um medo irracional (instintivo) de algo.
Porém, "fobia" neste termo é empregado, não só como medo geral (irracional ou não), mas
também como aversão ou repulsa em geral, qualquer que seja o motivo.

Etimologicamente, o termo mais aceitável para a idéia expressa seria "Homofilofóbico", que é
medo de quem gosta do igual.

Motivos para a homofobia

Alguns estudiosos e indivíduos comuns atribuem a origem da homofobia às mesmas motivações


que fundamentam o racismo e qualquer outro preconceito. Nomeadamente, uma oposição
instintiva a tudo o que não corresponde à maioria com que o indivíduo se identifica e a normas
implícitas e estabelecidas por essa mesma maioria, nomeadamente a necessidade de
reafirmação dos papéis tradicionais de género, considerando o indivíduo homossexual alguém
que falha no desempenho do papel que lhe corresponde segundo o seu género.

Algumas pessoas consideram que a homofobia é efetivamente uma forma de xenofobia na sua
definição mais estrita: medo a tudo o que seja considerado estranho. Esta generalização é
criticada porque o medo irracional pelo diferente não é, aparentemente, a única causa para a
oposição à homossexualidade, já que esta atitude pode também provir de ensinamentos
(religião, formas de governo, etc.), preconceito, informação ou ideologia (como em comunidades
machistas), por exemplo.

Manifestações homofóbicas

Ver também: Homossexualidade no Brasil#Homofobia.

Campanha homofóbica em Ohio, Estados Unidos.

O insulto homofóbico pode ir do bullying, difamação, injúrias verbais ou gestos e mímicas


obscenos mais óbvios até formas mais subtis e disfarçadas, como a falta de cordialidade e a
antipatia no convívio social, a insinuação, a ironia ou o sarcasmo, casos em que a vítima tem
dificuldade em provar objetivamente que a sua honra ou dignidade foram violentadas.

Alegadamente, um tipo desses ataques insidiosos mais largamente praticado pelos homófobos
(pode dizer-se que em nível mundial, mas com particular incidência nas sociedades
mediterrânicas, tradicionalmente machistas)[13] e que funciona como uma espécie de insulto
codificado e impune, é o de assobiar, entoar, cantarolar ou bater palmas (alto ou em surdina,
dependendo do atrevimento do agressor) quando estão na presença do objecto do seu ataque,
muitas vezes perante terceiros. Esta forma de apupar, humilhar, amesquinhar ou intimidar
alguém parece ter raízes muito antigas. A Bíblia refere, a respeito do atribulado Job: "O vento

Manifestações homofóbicas

Ver também: Homossexualidade no Brasil#Homofobia.

Campanha homofóbica em Ohio, Estados Unidos.

O insulto homofóbico pode ir do bullying, difamação, injúrias verbais ou gestos e mímicas


obscenos mais óbvios até formas mais subtis e disfarçadas, como a falta de cordialidade e a
antipatia no convívio social, a insinuação, a ironia ou o sarcasmo, casos em que a vítima tem
dificuldade em provar objetivamente que a sua honra ou dignidade foram violentadas.

Alegadamente, um tipo desses ataques insidiosos mais largamente praticado pelos homófobos
(pode dizer-se que em nível mundial, mas com particular incidência nas sociedades
mediterrânicas, tradicionalmente machistas)[13] e que funciona como uma espécie de insulto
codificado e impune, é o de assobiar, entoar, cantarolar ou bater palmas (alto ou em surdina,
dependendo do atrevimento do agressor) quando estão na presença do objecto do seu ataque,
muitas vezes perante terceiros. Esta forma de apupar, humilhar, amesquinhar ou intimidar
alguém parece ter raízes muito antigas. A Bíblia refere, a respeito do atribulado Job: "O vento