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1.

Crenças limitantes
Ao longo da vida, recebemos algumas mensagens das pessoas e situações que acontecem ao
nosso redor, que, em muitos momentos, acabam sendo impregnadas em nossa mente e se
tornando verdades absolutas, as quais dificilmente conseguimos sequer perceber, ou
simplesmente modificá-las.

Conforme vamos nos desenvolvendo, no decorrer de nossa jornada, estas verdades vão, cada
vez mais regendo a nossa história e imprimindo marcas em nossos pensamentos,
comportamentos, atitudes, assim como nas relações que estabelecemos com as pessoas e na
forma como lidamos com as mais diversas situações que acontecem conosco.

O fato é, que da mesma forma que estas crenças podem ser positivas, elas também podem se
tornar negativas e acabar nos limitando e impedindo que cresçamos e alcancemos o sucesso,
seja no âmbito pessoal ou no profissional.

Diante disso, e para que você não caia nas armadilhas que a sua mente pode criar, hoje vou
falar um pouco sobre crenças limitantes, dando alguns exemplos de como elas acontecem em
nosso dia a dia, para que assim você consiga identificá-las e quebrá-las em definitivo, tendo,
com isso, a oportunidade de se tornar uma pessoa cada vez mais bem-sucedida em sua
jornada ao longo da vida.

Você sabe o que são crenças? Elas se tratam de todas as ideias que você viu, ouviu ou concluiu
pelos mais diversos motivos, e que acabaram se tornando uma verdade absoluta na sua vida.
Desde nossos primeiros anos, somos influenciados positiva e negativamente pelas pessoas à
nossa volta, como também pelas situações que experienciamos em nosso dia a dia.

Deste modo, vamos formando nossos modelos mentais e percepções do mundo, que,
entretanto, nem sempre correspondem à realidade. Além disso, as crenças são como ímãs,
você acredita em algo e isso logo se torna real (mesmo que não seja). Por exemplo, se você
acredita que a vida é difícil, de fato, ela se tornará difícil.

Mas isso só acontece porque você está conectado a essa verdade e, de forma automática, a
vida te trará situações que sejam compatíveis com esse pensamento, com essa crença. Assim
nascem as crenças limitantes, que são pensamentos, interpretações que você toma como
verdadeiros, mas que no fundo são falsas ou pelo menos não são verdades absolutas. Essas
crenças impedem a sua vida de se tornar melhor.

Ou seja, quanto mais somos submetidos a experiências ruins, mais acumulamos uma imagem
mental negativa sobre nós mesmos e demais pessoas. Na infância, por exemplo, se um pai diz
a seu filho que ele é fraco e incapaz, ou o compara com um irmão mais forte, muito
provavelmente esta atitude irá sabotar sua autoestima e o deixará mais inseguro em suas
ações.

Este patrocínio negativo, especialmente ao longo da infância, é determinante para a formação


da criança e da visão que ela tem de si mesma, uma vez que neste período, os pais são suas
principais referências e suas palavras e ações têm um peso muito grande.

A grande questão das crenças limitantes é que elas acabam sendo geradas de uma forma
inconsciente. Ao longo da nossa caminhada, não questionamos o que acreditávamos ou o que
nos era imposto e, por conta desse comportamento, não vemos o impacto negativo dessas
situações.
Existem crenças limitantes nos mais diversos setores de nossas vidas, independente da faixa
de idade. Podemos ver esses obstáculos na área da saúde, nos relacionamentos, no âmbito
pessoal e profissional. São questões que precisamos entender, trabalhar e combater para
seguirmos em crescimento.

Tipos de crenças limitantes


Existem alguns tipos crenças com as quais podemos nos deparar ao longo de nossa existência.
Veja quais são elas, a seguir:

Hereditárias: são aquelas que representam tudo o que a pessoa escuta dos pais e observa em
seu sistema familiar. Falas como “você não faz nada direito”, “você deixa tudo pela metade”,
“você nunca vai conseguir ninguém”, “seu irmão é muito melhor”, permanecem registradas ao
longo de toda a vida. A mesma coisa acontece quando uma pessoa experiencia situações de
traição, brigas por dinheiro, excesso ou ausência de regras, relação com comida e injustiças.

Pessoais: essas crenças são criadas com base nas experiências individuais de cada pessoa.
Apesar de terem origem hereditária, só se tornam verdade porque foram vividas. Por exemplo,
em casos nos quais uma pessoa é mandada embora do emprego ou não passou no vestibular,
podem desenvolver a crença de incapacidade. Ou quando uma pessoa tem seu
relacionamento interrompido pelo companheiro, é fácil acreditar que nunca alguém irá gostar
de você de verdade.

Sociais: são aquelas impostas pela mídia ou pela sociedade. Existem algumas crenças sociais
que são muito comuns a todos nós ou, pelo menos, a pessoas próximas a nós, como: “o
mundo é muito perigoso”, “só as pessoas ricas são felizes”, “a sociedade só vai te aceitar se
você for magro”, entre tantas outras coisas.

Exemplos de frases que não crenças limitantes e nem sequer


questionamos
Como as crenças são verdades absolutas, sem espaço para questionamentos, na maioria dos
casos, as pessoas sequer pensam sobre a própria fala. Porém, a ideia para “quebrar” esses
padrões é muito simples: se você acredita em possibilidades, isso é o que vai encontrar pelo
caminho. Se você acredita em limitações, isso é o que você vai encontrar pelo caminho. Sendo
assim, a escolha é só sua.

É comum ver pessoas deixando de fazer coisas que tanto querem ou desejam porque
acreditam que nunca vão conseguir alcançar os resultados almejados. E, por conta da
necessidade emocional de certeza, muitas vezes, é preferível acreditar que as nossas crenças
são as corretas. Observe bem, a maioria das crenças estão relacionadas a: dinheiro, pessoas,
oportunidades, aprendizado, capacidades, identidade, situações, tempo, vida, passado,
presente, futuro.

– Não é possível viver do que se ama;

– Não levo jeito pra fazer isso;

– Sou muito velho pra isso;

– As coisas precisam ser perfeitas para darem certo;

– Não sei tudo o que preciso;


– Não tenho tempo;

– Não consigo fazer isso;

– Não consigo aprender tal coisa;

– É impossível ganhar dinheiro fazendo o que se ama;

– Vou ser pobre para sempre;

– Nunca vou conseguir dinheiro suficiente;

– Não tenho dinheiro pra nada;

– Não sou bom o suficiente;

– É impossível me organizar;

– A culpa não é minha que as coisas só deem errado;

– Eu não mereço sucesso;

– Eu não mereço coisas boas;

– Meus sonhos são impossíveis de serem alcançados;

– Nunca vou conseguir alcançar meus objetivos;

– Não consigo resolver esse problema.

Mas...como resolver? Só a tomada de consciência não basta, é necessário


ressignificar
Um dos comandos cruciais para combater as crenças limitantes é o de ressignificar. Quando
não conseguimos ressignificar as experiências ruins, as palavras negativas proferidas por
pessoas que amamos e admiramos nos fazem criar bloqueios. E mais, alimentamos
estereótipos, tratamos de maneira pejorativa algumas pessoas e acabamos agindo de forma
pessimista em determinadas situações.

Isso se dá, em partes, pela exposição repetida a comportamentos negativos que nos fazem
introjetar em nossa personalidade outros comportamentos nocivos e, muitas vezes estendê-
los a outras pessoas.

Além disso, existem outros exercícios que são importantes e dão o primeiro passo para
eliminarmos essas crenças que tanto nos bloqueia:

 Tente identificar as suas crenças limitantes, especialmente aquelas que mais lhe
atrapalham no momento;

 Ao dispor essas crenças em sua frente, faça o possível para entender qual a causa de
cada uma delas. Relembre situações, busque na memória e tente encontrar a raiz do
problema;

 Defina, a seguir, os objetivos que pretende com esse processo. Qual será o destino que
você quer chegar ao eliminar essa crença limitante? Por que é fundamental que ela
deixe de existir? Motive-se!
 Tente criar, a partir desse ponto, uma crença fortalecedora. Troque aquela frase ou
situação negativa por uma que lhe dará forças para continuar lutando até atingir o
objetivo que você determinou.

 Vá insistindo nessa ideia, naquilo que você passou a acreditar, até que essa crença
fortalecedora se torne um hábito em sua vida!

Crenças limitantes x crenças fortalecedoras


"O que você não tem é porque não sabe, pois se soubesse já teria"
Crenças limitantes na dependência química
4 tipos de crenças centrais na dependência química
Um dos conceitos mais fundamentais da Psicologia Cognitiva é o conceito de crença. De
acordo com Beck e colaboradores “Crenças são estruturas cognitivas relativamente rígidas,
duradouras, que não são facilmente modificadas pela experiência. A psicologia cognitiva
defende a tese de que as crenças possuem um profundo impacto nos sentimentos e
comportamentos” (Beck et al. P. 292).

Sobre os transtornos por uso de substância – conforme a nomenclatura do atual DSM-5 – ou


simplesmente dependência química, as abordagens da psicologia elaboraram várias teorias
sobre as suas causas e a razão de serem tão prevalentes na população em geral e terem altos
índices de recaída.

O caminho teórico da psicologia cognitiva vai, portanto, especialmente na busca das crenças
que mantém o comportamento de consumo, seja de tabaco, álcool, maconha, cocaína, crack
ou outros tipos de substâncias.

Crenças na Dependência Química

Conforme descrito no texto de ontem, a crença de não ser amável ou ser incapaz, “no centro
do problema da dependência do indivíduo está um grupo de crenças que parecem ser
derivadas de crenças tais como ‘eu não sou digno de amor’, ou ‘eu sou vulnerável’” (Beck et al.
P. 292).

Em resumo, o criador da Psicologia Cognitiva e colegas escrevem sobre as crenças no


transtorno por uso de substâncias:

“Estas crenças centrais interagem com os estressores da vida para produzir ansiedade
excessiva, disforia ou raiva. Estas situações ou estímulos estressantes não diretamente
‘causam’ fissura, mas ativam crenças relacionadas à droga que levam à fissura. Embora usemos
o termo ‘situação que estimula’, deve ser notado que a situação ela mesma é neutra. O
significado, derivado das crenças, que são vinculados à situação é o que causa a fissura do
indivíduo.

Indivíduos com a crença de que não podem tolerar a ansiedade, disforia, frustração, por
exemplo, tenderão a ser hiperatentos a estas sensações e podem vir a criar expectativas de
que podem aliviar as sensações apenas através do uso ou da bebida. Então, quando o afeto
desagradável surge, o indivíduo tenta neturalizá-lo usando ou bebendo” (Beck et al. P. 24).

4 Tipos de Crenças na Dependência Química

Em síntese, encontramos 4 tipos de crenças: antecipatórias, orientadas-ao-alívio, crenças


permissivas e crenças imperativas.

As crenças antecipatórias se referem às crenças de que o uso da substância – seja ela qual for
– trará algum tipo de benefício, recompensa ou prazer, de modo que há a expectativa de usar
e sentir certo tipo de sensação. Por exemplo, a pessoa pensa: “A festa hoje à noite vai ser
ótima. Eu não posso esperar para ir lá e beber!

As crenças orientadas ao alívio relacionam-se à ideia de que o uso vai eliminar um estado
desagradável. Uma pessoa que se sente ansiosa em um contexto de grupo (talvez na mesma
festa) pode fazer uso para ter alívio do desconforto das sensações de ansiedade.

Também é muito comum que o uso seja feito a partir de outros afetos negativos, como para
aliviar a tristeza ou raiva. Surgem pensamentos a partir das crenças como “Eu não posso
suportar o isolamento. Eu preciso de um tiro (cocaína)” ou “Hoje o dia está horrível, vou tomar
uma para melhorar” ou “Tô estressado… vou acender um cigarro para me acalmar”

As crenças orientadas ao alívio também podem estar ligadas ao alívio da fissura, criando
pensamentos de que a fissura é incontrolável e de que não há jeito de superá-la a não ser
consumindo.

As crenças permissivas são aquelas que defendem a ideia de que não dá nada usar ou de que
só uma vez – ou só mais essa vez – não haverá nenhum problema ou de que outras pessoas
podem ter problemas, mas não “eu”.

Segundo Beck: “Crenças permissivas também tem em comum com o que é conhecido como
‘racionalizações. Os pacientes têm pensamentos que parecem ‘justificar’ o uso de drogas, tais
como ‘eu tenho que usar cocaína ou eu não vou ser capaz de concentrar no trabalho’. Tais
pensamentos são equivalentes à auto decepção”

E finalmente, existem as crenças imperativas, que consistem em planos ou estratégias para a


obtenção da substância, por exemplo, emprestar dinheiro de alguém para poder comprar ou
juntar-se a um grupo com fácil acesso.
***Crenças na dependência química
*A crença de não ser amável e ser incapaz
Na Psicologia Cognitiva, encontramos duas crenças centrais que causam muitos problemas
psicológicos: a crença de não ser capaz (desamparo) e a crença de não ser digno de receber
amor. Neste texto, procuraremos explicar melhor sobre o funcionamento das crenças no
modelo cognitivo e como estas duas crenças principais aparecem.

Crenças e pensamentos automáticos

Na teoria da psicologia cognitiva, os problemas psicológicos são analisados em sua atualidade.


Quando um paciente relata ter algum tipo de sofrimento, este sofrimento relaciona-se a
pensamentos e sentimentos sustentados por crenças. Em certo sentido, crenças também são
pensamentos, a diferença é que tais pensamentos – chamados de crenças – organizam,
orientam, norteiam uma série muito grande de comportamentos e emoções.

Por exemplo, uma pessoa, ao fazer um exercício de matemática, pode ter o pensamento de
que o exercício é difícil. Ou o pensamento de que ela não sabe fazer aquele exercício. Antes ou
durante a tentativa, a mesma pessoa pode ter uma crença negativa de que é “fraca em
matemática” ou “de que é burra”. Essa crença em sua própria incapacidade talvez gere o
sentimento de tristeza ou uma atitude de desmotivação que a faz parar de tentar

Uma outra pessoa também pode pensar que o exercício é difícil ou de que não sabe fazer
aquele exercício, especificamente. Porém, se não tiver a crença negativa sobre sua
incapacidade, e mantiver a crença “sou inteligente”, “consigo aprender se me esforçar”, ela
pode continuar tentando e ir encontrando formas de entender o problema, e resolvê-lo.

Uma crença, portanto, vai nortear o comportamento. Na verdade, uma série de pensamentos.
A pessoa que tem a crença “eu sou burra” terá uma grande probabilidade de não querer
aprender, de sair da escola ou de não cursar uma faculdade. Razão pela qual a modificação de
uma crença fundamental vai impactar uma área inteira da vida e muitas vezes até várias áreas

Crença na não-amabilidade

Além da crença da incapacidade (de não ser inteligente ou capaz de fazer ou aprender algo),
encontramos frequentemente a crença de que o eu é “indigno de amor” ou “não merece
amor” ou é insuficiente e, portanto, não merece receber admiração, carinho, etc.

Um fato é apenas um fato. Mas um fato é interpretado através de pensamentos automáticos e


sustentado por uma crença base. Imagine uma pessoa que acabou de terminar um
relacionamento. Milhões de pessoas terminam relacionamentos todos os dias, certo? Porém, a
forma de ver, de interpretar este fato vai se basear na crença. Didaticamente, podemos dividir
em crenças de que o eu é digno de amor e afeto, e crenças de que não é.

Uma pessoa que acredita que o seu ser ou seu eu não é digno de amor, ao terminar um
relacionamento, pode vir a ter uma série de pensamentos automáticos de que há algo errado
com ela, de que ela nunca encontrará alguém bacana para conviver, de que não adianta
tentar, etc.

Uma pessoa com uma crença mais positiva, por outro lado, entenderá que – embora o término
seja desagradável nos primeiros momentos – existe a possibilidade de encontrar alguém legal,
de amar e ser amada, de que, enfim, a sua personalidade e ser é interessante e estar
sozinho(a) é só uma fase.

Alguns exemplos de crenças limitantes


Crenças Centrais de Desamparo
Eu sou desamparado.
Eu sou impotente
Eu estou fora de controle
Eu sou fraco.
Eu sou vulnerável.
Eu sou carente.
Eu estou sem saída.
Eu sou inadequado.
Eu sou ineficiente.
Eu sou incompetente.
Eu sou um fracasso.
Eu sou desrespeitado.
Eu sou defeituoso (ou seja, não chego à altura dos outros).
Eu não sou bom o suficiente (em termos de conquista)
Crenças de Não ser Querido (falta de amor).
Eu não sou capaz de ser amado.
Eu sou capaz de ser querido.
Eu sou indesejável.
Eu não sou atraente.
Ninguém me quer.
Ninguém liga pra mim.
Eu sou mau.
Eu não tenho valor.
Eu sou diferente.
Eu sou imperfeito (ou seja, então os outros não irão me amar).
Eu não sou bom o suficiente (para ser amado pelos outros).
Eu estou a ponto de ser rejeitado.
Eu estou condenado a ser abandonado.
Eu estou a ponto de ficar sozinho

2. Pensar fora da caixa


O que é pensar fora da caixa?

Resumidamente, pensar fora da caixa é adotar novas atitudes e pensamentos, diferente do


que já é usualmente realizado. É observar as questões rotineiras com novos olhares e criar
soluções criativas e assertivas para elas

Sabe aquela sensação de “ideia genial” que você sente às vezes, em meio a um grande
problema que deve ser resolvido? Nada mais é do que o resultado de muitas referências
pessoais e profissionais acumuladas, que você imaginou nunca serem úteis.

Saia da sua zona de conforto

Para pensar fora da caixa, o seu cérebro busca informações armazenadas na mente. Sendo
assim, a resolução de determinado problema é efetivado junto ao poder do cérebro de buscar
caminhos que ele mesmo já conhece.

Se você realiza as mesmas atividades, ouve as mesmas músicas e frequenta os mesmos


lugares, as soluções propostas sempre acompanharão a mesma base de informação – o que
não resulta pensar fora da caixa e propor ações inovadoras.

Neste cenário, é válido realizar atividades novas e que seu cérebro ainda desconhece. E isso
vale tanto para novos cursos, de assuntos novos e que agreguem valor ao seu conhecimento,
quanto para o experimento de novos sabores, leitura de novos gêneros, audição de outros
estilos musicais, dentre outros.

O acúmulo destas novas informações é um passo e tanto para que você aprenda a pensar fora
da caixa.

Converse e troque novas ideias

Aprofundando os comentários do tópico anterior, conversar com pessoas pode ser o caminho
mais simples e rápido para compreender o poder de pensar fora da caixa.

Lembra que discutimos sobre a influência das referências de vida no processo de adotar novas
óticas sobre um mesmo problema? Se você conversa com um grupo de amigos no trabalho, no
ponto de ônibus ou na faculdade, imagine o volume de novos conhecimentos que pode ser
adquirido?

Todos nós podemos sofrer com os mesmos problemas. No entanto, cada pessoa possui formas
únicas de analisá-los, compreendê-los e enfrentá-los. Absorver novos “modi operandi’” pode
ser o incentivo que faltava para aplicar soluções mais criativas em seu dia a dia.

Anote as novas ideias

O tempo todo você é submetido a novas situações, acontecimentos e obstáculos. Sendo assim,
aproveitar estes momentos para observar e refletir sobre possíveis soluções é um dos
segredos para fomentar sua cartela de ideias.

Mantenha consigo um caderno de anotações. Ao observar algo que possa agregar valor a sua
vida, anote. Além disso, boas ideias não tem momento certo para surgir.

Tenha certeza que os novos conceitos adquiridos – e anotados – poderão ser utilizados para
vencer novos obstáculos a qualquer momento.

Analise a fundo o problema que deve ser resolvido

Uma das principais reflexões sobre a discussão de o que é pensar fora da caixa refere-se a
busca pelo problema real. No calor das emoções, quando é necessário encontrar uma solução
prática e de imediato, às vezes as pessoas buscam ferramentas que não são as melhores para
o problema.

Utilizando as soluções equivocadas, a questão não será resolvida. Se você não consegue
resolver, acredita que não sabe como pensar fora da caixa.

Antes de tomar qualquer decisão, entenda o seu problema e tente visualizar as possíveis
soluções disponíveis naquele momento. As respostas podem ser encontradas mais facilmente
ao utilizar perguntas simples, como “o quê”, “quando”, “onde”, “como” e “por quê”.

Reflita sobre seus sentimentos

Quando se fala em soluções inovadores, novos conceitos e perspectivas, a sua mente precisa
se abrir para novo. Isso é fato. No entanto, a recepção de determinada ideia ou conceito nem
sempre condiz com os seus valores pessoas e profissionais.

Sendo assim, ao receber uma nova informações, tenha plena certeza de que se sente
confortável para executá-la. Escutar o seu interior e avaliar como você se sente ao ser
submetido a determinada ideia é primordial.

Não basta saber como pensar fora da caixa. Você precisa ter certeza de que se sente
bem tomando determinada decisão. Priorize seus sentimentos.

Pratique meditação

Você acorda, confere o celular, começa a trabalhar, dá mais uma olhada nas redes sociais,
responde mensagens, acompanha vídeos no Youtube. Volta para o trabalho, almoça enquanto
conversa com um cliente e vai dormir respondendo mais mensagens no celular.

Essa chuva de informações que, muitas vezes, não agregam valor ao processo produtivo, é
uma das grandes inimigos do “pensar fora da caixa”. Para dar uma pausa no cérebro e ativá-lo
para novas ideias, é preciso descansar.
Neste sentido, praticar meditação é uma excelente oportunidade de relaxar, conectar-se com
o seu interior e reduzir a ansiedade.

A propósito, você sabia que a ansiedade é o grande motivo dos chamados “bloqueios
criativos”? Não pense duas vezes em desacelerar se quiser despertar o poder de pensar fora
da caixa.

3 Controle e inteligência emocional


Como ter mais controle emocional?
Essa é uma dúvida que, se você nunca teve antes, o momento atual deve ter despertado em
você. Nesse contexto de constantes mudanças e incertezas, a falta do controle emocional fica
mais evidente e as pessoas passam a entender, na prática, por que ele é tão importante.

O fato é que as emoções sempre estarão presentes e aprender a lidar com elas é uma tarefa
fundamental. Sejam elas positivas ou negativas, elas podem despertar reações inesperadas e
surpreendentes caso você não coloque em prática o seu controle emocional.

E se você ainda acha que o controle emocional é algo relacionado apenas ao trabalho, a
importância dele vai para muito além do aspecto profissional. Em momentos como o que
estamos vivendo, o controle emocional é um importante aliado para enfrentar as incertezas e
pressões.

Mas afinal, o que é controle emocional?

Ao falar sobre as emoções, muitas pessoas ainda pensam que ter controle sobre elas significa
anular aquilo que se está sentindo. Mas controle emocional não significa isso.

O controle emocional é a habilidade de lidar com os próprias emoções em momentos


intensos, sejam eles positivos ou negativos, controlando os sentimentos e expressando eles
de maneira adequada em cada situação. Ao entender suas emoções e sentimentos, a pessoa
que tem controle emocional consegue agir sem ser levado pelo impulso daquela emoção.

Para ter controle emocional é preciso ter inteligência emocional. Assim, em situações difíceis
ou até mesmo diante de sentimentos difíceis, quem tem controle emocional consegue reagir
de uma maneira mais assertiva.

Por que é importante ter controle emocional?

Seja no aspecto profissional ou até mesmo no pessoal, saber controlar as emoções é uma
habilidade muito importante para lidar com as mais diferentes situações que estamos
diariamente expostos.

A pessoa que sabe gerir suas emoções é reconhecida pela sua capacidade de ser transparente
com os seus sentimentos, ser resiliente e saber se adaptar sempre que for necessário.

E qual a relação do controle emocional com inteligência emocional?


No livro “Inteligência Emocional”, que popularizou o conceito de inteligência emocional em
1995, Daniel Goleman destacou os pilares que formam a inteligência emocional, que são
interligados e complementares. São eles:

 autoconhecimento

 controle emocional

 empatia

 sociabilidade

Isso significa que o controle emocional é um dos pilares da inteligência emocional. Ele vai
impactar justamente na maneira que pensamos nas nossas decisões e vai ajudar a ter mais
assertividade.

Aqui vale o reforço: a gestão das emoções não é sobre controlar como vamos nos sentir, e
sim sobre a capacidade de aprender a controlar as reações. Isso porque nem toda emoção
deve ser externalizada de maneira impulsiva ou sem alguma reflexão sobre os efeitos que ela
pode causar.

Para demonstrar a importância do controle emocional, é só imaginar o que acontece quando


ele não existe. Quantas decisões tomadas apenas pelo seu lado emocional foram 100%
assertivas?

Isso porque quando estamos no calor da raiva ou no auge da empolgação ou animação, por
exemplo, as decisões podem ser diferentes daquelas que tomaríamos com um maior controle
das emoções.

Além disso, as situações extremas exigem um controle emocional ainda maior. No momento
em que estamos vivendo grandes pressões, por exemplo, é muito importante saber lidar com
as emoções, mantendo uma relação saudável consigo e com as pessoas ao seu redor.

Como ter controle emocional

Agora que você sabe o que é controle emocional e percebeu a sua importância, chegou o
momento de entender como é possível fazer a gestão das suas emoções.

 Resista ao impulso

No seu livro “Inteligência Emocional”, Daniel Goleman traz o teste do marshmallow como
exemplo de controle da impulsividade. Imagine que uma criança de 4 anos recebe a seguinte
proposta: se ela conseguir esperar a pessoa voltar, ela ganha 2 marshmallows de presente.
Caso não consiga, ela ganha apenas um - porém, imediatamente.

Esse é um exemplo de um grande desafio: o impulso geraria uma satisfação imediata, porém
mais breve. Por outro lado, a contenção faz com que se guarde a satisfação para depois, só
que ela seria mais duradoura.

Para Goleman, a raiz do autocontrole emocional é justamente a capacidade de resistir ao


impulso. Pela sua natureza, as emoções levam a um ou outro impulso para a ação. Por isso, ser
resistente ao impulso para agir é um princípio fundamental para se ter controle sobre as
próprias emoções.
 Autoconhecimento

Além do controle dos impulsos - sejam aqueles que surgem de emoções negativas ou positiva -
, o controle emocional só vai acontecer com autoconhecimento. Somente você sabe quais
são os disparadores de emoções positivas ou negativas, aquilo que você sabe que
rotineiramente causa algum sentimento ruim, etc.

É por isso que as chances de você controlar as suas emoções aumentam significativamente
quando você conhece a si mesmo.

 Dê nome às suas emoções

O autoconhecimento é um fator importante também para nomear as suas próprias emoções.


Você só consegue lidar com o que conhece - por isso, busque identificar as suas emoções com
nomes, algo que vai ajudar você a lidar melhor com elas.

 Permita-se sentir emoções negativas

Ao nomear suas emoções, é fundamental que você acolha as negativas também. É normal que
todos os seres humanos sintam emoções negativas e positivas e, por isso, não sinta-se culpado
por estar sentindo ela.

Ao negar aquela emoção negativa, mais tempo ela estará presente naquela situação e por
mais tempo ela persistirá.

 Comunique-se bem

Além de ser uma habilidade que deve estar em constante desenvolvimento, uma boa
comunicação sempre pode te ajudar. Em uma situação que algo está te desagradando no
trabalho, por exemplo, ao invés de você ser dominado pela raiva, você pode se comunicar de
maneira clara e assertiva e assim resolver aquela situação.

Como desenvolver o seu controle emocional

Para otimizar a sua gestão das emoções, é essencial que você aumente o seu tempo de
resposta e reação diante das situações, avaliando todas as possibilidades de reação de acordo
com o que você deseja para aquele momento e, eventualmente, buscando reações
alternativas.

Para isso, uma dica bem prática e que você pode fazer ainda hoje é a chamada PROR:

 P: pare

 R: respire

 O: observe

 R: responda

Antes de reagir no calor da emoção, seja ela positiva ou negativa, é importante parar e
respirar. Nesse exercício, você pode contar até 10, tomar um gole d’água ou apenas respirar
profundamente.

Depois de fazer isso, observe a situação e entenda exatamente o que está acontecendo. Isso
faz com que você observe a situação com um outro olhar, sem as lentes daquela emoção que
foi despertada. Depois dessas 3 etapas, você consegue tomar uma decisão para responder
àquela situação de maneira mais assertiva.

O processo de parar, respirar, observar e então responder permite que você possa agir de uma
outra forma que não seja por impulso. Isso traz inteligência às suas emoções: seja raiva,
tristeza, frustração ou tantas outras emoções, você passa por esse processo para assim reagir
de uma maneira consciente.

Além disso, isso evita o arrependimento de ter reagido apenas no calor da emoção e de criar
mal estar consigo mesmo e com as pessoas ao seu redor. Ao reagir no ímpeto, pode acontecer
de você perceber que aquela reação não era necessária e que a situação não era tão negativa
quanto, a princípio, parecia.

O conceito de Inteligência Emocional

Goleman define a inteligência emocional como a “capacidade de identificar os nossos próprios


sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e
nos nossos relacionamentos.”

Auto-Conhecimento Emocional – reconhecer um sentimento enquanto ele ocorre. Controle


Emocional – habilidade de lidar com seus próprios sentimentos, adequando-os para a
situação.

Goleman dividiu a inteligência emocional em cinco espécies que são:

Autoconhecimento emocional: é fundamental conhecer as próprias emoções o que


proporciona um maior domínio da própria vida sem deixar levar pelas emoções;

Controle emocional: é preciso usar a razão para dominar nossas emoções e saber manejá-las
de acordo com cada ocasião;

Automotivação: é importante para quando em momentos difíceis ou quando o desanimo bater


o indivíduo possa buscar forças para continuar;

Reconhecimento das emoções em outras pessoas: permite saber o que outro sente, deseja,
anseia e precisa possibilitando relações com mais empatia e condescendência;

Relacionamentos interpessoais: são importantes para agregar relacionamentos e desenvolver


ainda mais suas habilidades sociais.

4 Motivação, reflexão, elaboração de projetos, objetivos, sonhos


Refletir sobre onde está no aqui e agora, objetivos e como alcança-los

A motivação é um dos fatores mais importantes na realização dos objetivos de uma pessoa.
Sem ela, provavelmente será muito mais difícil encontrar que seu coração ou sua mente
encontre inspiração para atingir suas metas. Na psicologia motivação é a condição
do organismo que influencia a direção (orientação para um objetivo) do comportamento. Em
outras palavras é o impulso interno que leva à ação.

Felizmente, quando a motivação começa a diminuir, podemos seguir algumas orientações e


técnicas para trazê-la de volta.

Aqui estão algumas dicas para ficar motivado e no manter-se no caminho certo para alcançar
seus objetivos:

1. Visualize seus objetivos.

A visualização é uma poderosa e cientificamente testada ferramenta que funciona em um nível


subconsciente. Quando você definir um objetivo, tente visualizar as coisas que você pode ver,
sentir e ouvir quando você atingir seu objetivo (por exemplo, os aplausos e os cumprimentos
de seus colegas depois de ter apresentado uma excelente apresentação). Muitos atletas de
sucesso usam esta técnica para se motivar. Eles conseguem visualizar o seu desempenho com
antecedência. Eles o fazem de forma tão detalhada, que chegam asentir o cheiro do suor
pingando de seu rosto quando chegam à linha de chegada. Em um experimento foi conduzido
com atletas, alguns atletas foram convidados a correr, e outros foram convidados a visualizar
‘como se’ eles estivessem correndo. Surpreendentemente os músculos dos atletas que
visualizaram, responderam da mesma maneira que as pessoas que realmente correram,
mostrando que o cérebro não pode claramente diferenciar entre realidade e visualização
forte! O cérebro percebe que a experiência visualizada é real e organiza a química e a fisiologia
do corpo para reagir de acordo. Portanto, sempre mantenhaseus objetivos em mente. Lembre-
se de visualizar a conclusão do seu projeto. De visualizar seu sorriso e alegria ao alcançar a
meta. De celebrar!

2. Examine as razões da sua motivação

Conheça as razões específicas pelas quais você deseja atingir um objetivo específico. Escreva
essas razões em uma agenda ou papel. Por exemplo, se você quer alcançar algo para seus
entes queridos, este pode ser um motivador poderoso. Já que você não está apenas motivado
pelo interesse próprio. Embora o interesse pessoal seja um bom motivador, querer realizar um
objetivo que não esteja relacionado apenas ao interesse próprio pode ter mais impacto em
sustentar sua motivação por um longo tempo.

Algumas perguntas a fazer são:

Quais são os maiores benefícios para mim se eu atingir o meu objetivo?

O que mudará positivamente na minha vida se eu atingir essa meta?

Como minha vida mudará quando eu conseguir isso?

Como vou me sentir e como será o meu futuro se eu conseguir isso?

Que tipo de pessoa posso me tornar se eu conseguir isso?

3. Aceite seus erros

O caminho para alcançar o sucesso pode não ser fácil. Haverá obstáculos ao longo do caminho.
Você provavelmente vai cometer erros durante o processo. Em vez de ser muito crítico por
conta desses erros, use o processo como oportunidade de aprendizado. Não permita que um
pequeno erro comprometa o atingimento da sua meta e gere estresse. Use-os como
oportunidades para aprender o que não fazer no futuro. Todo mundo comete erros! Na
verdade, os campeões falham ainda mais porque eles estabelecem metas mais elevadas do
que qualquer outra pessoa que escolhe estar na zona de conforto. A única diferença é como
eles tratam suas falhas – pessoas de sucesso aprendem com eles, a se tornar mais forte e
continuar. No mundo empresarial é sabido que muitos nomes de sucesso já passaram pela
falência, erraram em suas primeiras tentativas e quebraram literalmente. Recomeçaram,
usando seus erros iniciais como fonte de sabedoria e construíram negócios brilhantes no
futuro. Honre sua história, seus erros e use-os a seu favor.

4.Estabeleça metas menores

Estabelecer objetivos muito grandes pode comprometer o atendimento e gerar ansiedade.


Quebre seu objetivo principal em metas menores. Defina um prazo para cada um. Por
exemplo, se seu objetivo for começar a correr e completar uma corrida de 10km, comece
estabelecendo metas como caminhar 3x por semana, correr 3km sem caminhar, completar
uma prova de 5km, até chegar aos 10km. Quebrar uma enorme tarefa em menores tornará o
processo mais gerenciável e ajudará a evitar os níveis de estresse que podem prejudicar a
motivação. Transformar um grande objetivo em etapas menores faz com que o sonho grande
torne-se mais viável e mensurável. Documente o progresso. Mensure os pequenos sucessos. O
processo de evolução o ajudará manter a motivação em alta.

5. Compita com você mesmo

Comparar-se aos outros não é saudável, pois cada ser humano é único. Buscar no outro o seu
espelho é limitar-se. Há momentos em que você tende a se comparar com os outros e tentar
alcançar a perfeição. Isto torna mais difícil o alcance dos seus objetivos. Comparar-se com
outros pode ter um enorme impacto sobre a sua motivação. Esse tipo de comparação pode
sabotar seu projeto, ao invés de ajudá-lo a avançar e alcançar o sucesso. Faz sentido para você
que a melhor competição é com você mesmo? Competir consigo mesmo é uma excelente
motivação para treinar, melhorar, ter mais disciplina e foco. Competir com você mesmo faz
bem, te motiva a não abandonar os objetivos, a não desistir nas adversidades e recompensa
seu esforço.

6. Faça um planejamento e reflita sobre seus grandes objetivos

Estamos próximos do início de um novo É uma prática muito interessante e produtiva, reservar
alguns minutos ou horas no ano anterior para pensar o ano que está prestes a começar.
Experimente anotar seus objetivos e metas para 2017. Escolha 3 principais objetivos que você
queira cumprir no próximo ano. Escolha um dos 3 objetivos e reflita sobre algumas perguntas:

Quando você quer atingir essa meta? Quais são os recursos que você já possui para alcançá-la?
Quais são as ferramentas, habilidades ou conhecimentos que você já possui para alcançar seu
objetivo? O que você ainda precisa desenvolver? Você já fez algo semelhante? O que vai
mudar em sua vida quando você atingir a meta? Seu comportamento atual está ajudando ou
atrapalhamento o cumprimento?

Sustentar a motivação pode ser difícil, mas com a mentalidade correta e treinamento
motivacional, você pode manter sua motivação em alta, aproveitá-la e sustentá-la.

Diferença entre sonhos e objetivos


 Objetivos são aquilo nos qual nós estamos atuando. Os sonhos são algo em que
estamos apenas pensando. Objetivos precisam de ação. Sonhos ocorrem sem que
você precise mexer um dedo.

 Objetivos possuem prazos. Sonhos são apenas sonhos. Os objetivos e metas precisam
ter um deadline, um limite de tempo para acontecer. Os sonhos podem viver para
sempre. De fato, muitas pessoas cultivam sonhos durante toda a vida sem nuca
alcançá-los.

 Sonhos são grátis. Objetivos têm preço. Apesar de sonharmos de graça, os objetivos
possuem um custo alto. Tempo, dinheiro, esforço e trabalho árduo.

 Objetivos produzem resultados. Sonhos não. Quer mudar de vida? De emprego? De


cidade? Os objetivos podem fazer isso. Existem pessoas aí fora ganhando dinheiro
fazendo o que gostam. Elas fizeram acontecer. Se tivessem ficado apenas sonhando,
suas vidas estariam como sempre estiveram.

 Sonhos são imaginários. Objetivos se baseiam na realidade. Você pode sonhar em ser
o Super-Herói, mas isso provavelmente não vai acontecer. Os objetivos são baseados
em tudo aquilo que você consegue realizar. Eles são fixados na realidade do nosso
mundo. Os objetivos podem ser grandes, mas não sobrenaturais.

 Objetivos possuem uma linha de chegada. Sonhos não precisam ter fim. Você pode
sonhar para sempre. Os sonhos não têm um ponto final. Já os objetivos precisam ter
um resultado específico.

 Sonhos inspiram. Objetivos mudam sua vida. Os sonhos podem nos dar motivação,
eles nos inspiram. Mas só os objetivos podem mudar nossa vida para sempre.

 Objetivos precisam de foco. Sonhos não. Os sonhos podem viajar para longe, com
pensamentos em constante mudança. Já os objetivos precisam ter um foco. Eles
precisam ser específicos e devem estar sempre em nossa mente.

 Objetivos exigem trabalho árduo. Sonhos precisam apenas da sua imaginação.


Sonhar é fácil. Todos nós temos sonhos, mas poucas pessoas possuem metas. Os
objetivos são difíceis e exigem muito trabalho duro.

 Sonhos ampliam sua imaginação. Objetivos ampliam você. Sonhar nos leva a sonhos
grandiosos, eles extrapolam os limites da imaginação. Já os objetivos extrapolam a nós
mesmos. Eles ampliam nossas habilidades, nossos conhecimentos e nos mudam para
sempre.

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