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Tema da Música America Latina(País onde concentra a música Brasil)

História,urbanização,povos e cultura)

Portugal foi o primeiro,


A conquistar essa nação.
E depois veio a Espanha,
Brigar por este chão.

Não sei se por acaso,


Ou mesmo intencional.
O que eles queriam,
Era lucro afinal.

Sabe o que aconteceu,


Nesta terra, nesse céu anil?
Nos primeiros trinta anos,
Exploraram o pau-brasil!

E o índio, coitado!
Teve até que trabalhar!
E na colonização.
Teve briga e confusão.
Com piratas...
De outras três grandes nações.
Que queriam tomar posse,
E fazer a demarcações.

Com 12 capitanias,
Estava pronta a divisão.
E as terras dominadas,
Num Acordo Colonial.
Deram aos donatários,
Problemas sem igual.

Transformando a Bahia,
Na sede do Governo Geral.
O primeiro,
Governador,
Até não fez muito mal.

Com o terceiro é que veio,


A escravidão e a dor.
Que horror!
Conseqüentemente,
A riqueza aumentou.
E na plantação de açúcar,
O negro trabalhou.
Desvalorizando,
O índio escravizado,
O ouro ainda era explorado.

Mas o roubo era tão grande,


Que a Derrama obrigou.
Pague!
A soma de 100 arrobas,
Do ano em vigor.

Dos 610 quilos,


Do diamante encontrado.
Somente alguns eram roubados,
Mesmo assim:
Muitos homens mutilados.

O Brasil tinha estrutura colonial.


Ela tratava o povo muito mal,
E o desperdício com o luxo.
Na corte de Don João,
Baixou até o preço,
Do açúcar e do algodão.
Chegando a faltar na mesa,
O sabor do pão.

Lá em Pernambuco,
Só queriam,
Acabar com a dominação.
Que os portugueses trouxeram,
Ao povo da nação.
E então:
Liberdade,
Igualdade,
Fraternidade.
Era o lema de Revolução.
Que na repressão,
Muito sangue derramou.
Para o governador,
Manter a todo custo seu valor.
Depois de muito insistir,
D. João teve que partir.

A hierarquia se cumpria,
D. Pedro agora assumia,
O trono do seu pai.
Recolonizar era o que queria,
A corte de Portugal.
Exigindo seu retorno a terra natal.
Mas o povo organizado,
Formou até um partido nacional.
Oito mil assinaturas pediam:
Não retorne. Não nos faça mal.

Depois de tudo,
Que já se passara,
D. Pedro fala,
Muito comovido:
Se, é para o bem de todos,
A segurança da nação,
Aqui eu vou ficar,
Para lá não volto não.

D. Pedro I,
O Imperador, homem muito gentil,
Não mais servir ao reino português.
Foi ele que proclamou,
A independência do Brasil.
Para orgulho de todos vocês.

De Portugal agora estava livre.


Mas para a Inglaterra,
Passou sua tutela.
E constituição!
O que ela garantia?
Liberdade individual,
Direito a terra,
Que coisa bela.
Mas para o escravo,
Nenhum direito,
Constitucional!
E isso era mal.

Agora eu vou falar sobre um novo costume

Da nova américa: O que é folclore,


Você sabe?
Você, não sabe não?
Folclore é tradição.

Folclore é história.
Folclore é Paixão.
É a dança de um povo.
É muita ilusão.

Que muita gente sabe.


Ninguém esquece não!
É o povo que repassa,
A muita geração.

Folclore é brincadeira.
Folclore é amizade.
É a dança da cadeira.
No sítio ou na cidade.

Folclore é cultura.
Folclore é saber.
Conhecer sua história.
Sua luta, seu viver.
O povo, sua raça.
A esperança de crescer.

Folclore é magia.
Fascina qualquer um.
Se convidar pra brincar,
Não sobra nenhum.

Folclore é lazer.
É fazer um pé de lata.
Todos brincam com prazer,
Vendo a Lua cor de prata.

Folclore é união.
Folclore até é moda.
Enrolando a fieira,
E jogando pião.
Entre outras brincadeiras.
Andar sem pés no chão.

(2 x)Tudo isso é folclore!


Tudo isso e muito mais.
Folclore é desejo.
Que todos vivam a Paz.

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