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TRABALHO DE EDUCAÇÃO FÍSICA

Baixa umidade do ar, cuidados e riscos a saúde

Manoele Dominic Lira e Sousa


Baixa umidade do ar, cuidados a serem tomados e riscos a saúde
Colégio objetivo DF, unidade QI
Mentor André Luiz Laurentino De Araújo
Índice

Introdução----------------------------------------------------------------------------1

Desenvolvimento --------------------------------------------------------------------2-3

Conclusão------------------------------------------------------------------------------4

Bibliografia------------------------------------------------------------------------------5
Introdução
Neste trabalho, será abordado as questões da baixa umidade, os cuidados a serem
tomados e os riscos corridos sobre o tema. Nisso, vale ressaltar que principalmente
no estado do DF o calor anda prejudicando muitas pessoas que tem problemas de
saúde e precisam de um maior suporte. Também, porque ela representa uma variável
meteorológica que pode afetar o organismo de todos os seres vivos, tempo seco
demais e baixa umidade do ar causam danos maiores para a população
Desenvolvimento

Baseado na previsão do tempo, os meteorologistas chamam sempre a atenção para


a umidade do ar relativa, ou seja, sobre a quantidade de vapor d’água contido na
atmosfera em relação à quantidade máxima que poderia suportar nessa mesma
temperatura. Então, seguindo essa lógica, o nível ideal para o organismo humano gira
entre 40% e 70%. Acima desses valores, o ar fica praticamente saturado de vapor
d’água, o que interfere no nosso mecanismo de controle da temperatura corporal
exercido pela transpiração. Quanto maior a temperatura e mais umidade do ar, mais
lento será a liberação de suor, que ajuda a dissipar o calor e a resfriar o corpo.

O horário crítico, em geral, ocorre entre 15h e 16h. Quando o nível cai para menos de
30%, os prejuízos para a saúde se tornam mais evidentes: dor de cabeça, rinites
alérgicas, sangramento nasal, garganta seca e irritada, sensação de areia nos olhos
que ficam vermelhos e congestionados, ressecamento da pele, cansaço.

Nisso, é importante também destacar que, um dos maiores causadores de danos ao


clima é o próprio ser humano, queimando os biomas e fazendo descaso com a
natureza. Nessa mesma lógica, a floresta Amazônica é a que faz o controle de chuvas
para todo o Brasil, mas sua queima e desmatamento altera nos fatores climáticos,
sendo eles colaborando para baixa umidade do ar.

Mas, já que consequentemente temos que lidar com este quesito, medidas precisam
ser tomadas para nesse mesmo tempo podermos amenizar o calor e mantermos os
cuidados necessários, principalmente aqueles que tem problemas de saúde, referindo
se a pessoas com doenças respiratórias, de pele, etc. Dentre esses cuidados, é
importante;

Lavar as mãos com frequência e evitar colocá-las na boca e no nariz, pois pode haver
sangramento

Procure manter o corpo sempre bem hidratado. Portanto, beba bastante água, mesmo
sem sentir sede. Na hora do lanche ou da sobremesa, dê preferência a frutas ricas
em líquidos, como melancia, melão e laranja, por exemplo. Em especial, fique atento
à hidratação das crianças, idosos e dos doentes;

Aplique soro fisiológico no nariz e nos olhos para evitar o ressecamento;

Evite a prática de exercícios físicos entre 10h e 16 h;

Use produtos para hidratar a pele do rosto e do corpo, pelo menos depois do banho e
na hora de deitar;

Coloque chapéus e óculos escuros para proteger-se do sol;

Aproveite o vapor produzido pela água quente durante o banho para lubrificar as
narinas.

Todas essas medidas devem ser tomadas como cuidados pessoais, para que em
outro caso, não se transforme em uma doença ou acarrete problemas de saúde.
Porém, entrando nessa área de riscos a saúde, também deve ser observado os riscos
que passamos nesse período de seca. O calor contribui para o agravamento de
diversas doenças neurológicas como a enxaqueca, que atinge 75% das pessoas em
todo o mundo, segundo pesquisa da OMS (Organização Mundial da Saúde), desmaios
por conta de desidratações, alucinações, doenças desmielinizantes, miastenia gravis,
neuropatias, pele, olhos, nariz e gargantas secos, cabelos secos, indisposição,
incêndios: algumas manifestações típicas de baixos índices referentes à umidade
relativa do ar, entre outros que com a intensidade do calor pode ser preocupantes.

No entanto, por esses e vários outros fatores é importante procurar uma ajuda médica
para que ajam soluções para quem sofre os danos desse clima. Há um significativo
aumento de buscas por atendimento médico, principalmente por pessoas alérgicas.
Isso acontece porque as mucosas costumam ressecar e inflamar nestes períodos.
Conclusão

Em vista do que foi discutido, é evidente que precisamos cuidar do meio ambiente, a
fim de melhorar as condições climáticas, pois é difícil aguentar fortes temperaturas
de calor, principalmente como no cenário atual, onde os biomas brasileiros estão
sendo queimados. Os cuidados necessários devem ser tomados dentro de casa,
como mencionado, e para saber lidar com essa época visando evitar problemas de
saúde, a nossa missão é fazer cada um a sua parte, afim de um dia conseguirmos
viver em meio ambiente agradável para moradia.
Bibliografia

https://mundoeducacao.uol.com.br/saude-bem-estar/problemas-decorrentes-baixa-umidade-ar.htm

https://eshoje.com.br/o-calor-intenso-do-verao-pode-agravar-doencas-neurologicas/

https://drauziovarella.uol.com.br/otorrinolaringologia/veja-dicas-para-amenizar-efeitos-da-baixa-
umidade-do-ar/

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