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Manual de

Utilização
da IHM

Nº DOC:. MAUTO-002 REV.: 03 DATA: 26/11/2015 1


Manual de utilização
da IHM
Cargill Paragominas-PA

Setta Nome Data


Elaborado por Higgor Olipe 28/10/2015
Verificado por Higgor Olipe 08/11/2015
Aprovado por Higgor Olipe 10/11/2015

Nº DOC:. MAUTO-002 REV.: 03 DATA: 26/11/2015 1


Nº Doc.: MAUTO-002
CONTROLE DE REVISÃO DO Rev.: 02
DOCUMENTO
Página: 30

Nº de págs. SETTA ENGENHARIA


Motivo da Revisão /
Rev. Data
Alteração feita Total Corpo
Elaborado Verificado Aprovado
do doc. principal

2 Atualização e melhora no 30 25 10/11/2015 Higgor Olipe Higgor Olipe Higgor Olipe


texto

Nº DOC:. MAUTO-002 REV.: 03 DATA: 26/11/2015 2


ÍNDICE
1 Tabela de Imagens ..................................................................................................................................... 4
2 Lista de Siglas ............................................................................................................................................. 5
3 Introdução ................................................................................................................................................. 6
4 Tela Inicial .................................................................................................................................................. 7
5 Tela de Sinóptico ....................................................................................................................................... 8
5.1 Ilustração de Motores ....................................................................................................................... 8
5.2 Janela de Motores ............................................................................................................................. 9
5.3 Acesso a Tela de CSD ....................................................................................................................... 10
5.4 Barra de Ferramentas ...................................................................................................................... 11
6 Tela do CSD .............................................................................................................................................. 13
7 Alarmes .................................................................................................................................................... 14
7.1 Reconhecimento de Alarmes........................................................................................................... 15
7.2 Calar sirene ...................................................................................................................................... 16
8 Rotas ........................................................................................................................................................ 18
8.1 Ligando uma Rota ............................................................................................................................ 21
9 Tela Usuário ............................................................................................................................................. 22
9.1 Configuração de usuários ................................................................................................................ 23
9.1.1 Adicionar: ........................................................................................ 23

9.1.2 Editar: ............................................................................................. 25

9.1.3 Excluir: ............................................................................................ 25

10 Histórico............................................................................................................................................... 25
11 Manutenção ........................................................................................................................................ 27
11.1 Manutenção Sensores ..................................................................................................................... 27
11.2 Manutenção para Falhas ................................................................................................................. 27
12 Sobre a empresa .................................................................................................................................. 29

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1 TABELA DE IMAGENS
Figura 1: Tela Inicial .............................................................................................. 7
Figura 2: Janela de Logon de Usuário ....................................................................... 7
Figura 3: Tela de Sinóptico de Armazenamento. ........................................................ 8
Figura 4: Ilustração de um Motor. ........................................................................... 8
Figura 5: Janela do motor de um Redler. .................................................................. 9
Figura 6: Janela de um motor de aeração. ............................................................... 10
Figura 7: Botão de acesso à Tela do CSD do EL-301 e da CT-201. .............................. 11
Figura 8: Barra de ferramentas. ............................................................................. 11
Figura 9: Botões adicionais da tela de sinóptico. ....................................................... 12
Figura 10: Tela CSD de um elevador. ..................................................................... 13
Figura 11: Tela de Alarmes .................................................................................... 15
Figura 12: Botão Calar Sirene. ............................................................................... 16
Figura 13: Rota inativa pois calar sirene está ativo. .................................................. 17
Figura 14: Liberar sirene. ...................................................................................... 17
Figura 15: Tela inicial de rotas. .............................................................................. 18
Figura 16: Rota definida para ligar.......................................................................... 19
Figura 17: Opção de rota 1. ................................................................................... 20
Figura 18: Opção de rota 2. ................................................................................... 21
Figura 19: Rota ligada. .......................................................................................... 21
Figura 20: Tela de Usuário ..................................................................................... 22
Figura 21: Tela logon de usuário. ........................................................................... 23
Figura 22: Display de Usuário ................................................................................ 23
Figura 23: Confirmar senha de novo usuário. ........................................................... 24
Figura 24: Opções de grupos de usuários. ............................................................... 24
Figura 25: Excluindo Usuário.................................................................................. 25
Figura 26: Arquivo de histórico de temperaturas e bypass criado................................ 26
Figura 27: Escopo arquivo histórico bypass sensor CT-201 ........................................ 26
Figura 28: Histórico de temperatura da CT-201. ....................................................... 26
Figura 29: Defeito de Sensores na IHM ................................................................... 27

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2 LISTA DE SIGLAS
IHM – Interface Homem-Máquina
CSD – Critical Safety Device (Dispositivo Crítico de Segurança, em inglês)
CLP – Controlado Lógico Programável
I – In (entrada, em inglês)
I – Out (saída, em inglês)

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3 INTRODUÇÃO
O objetivo deste documento é descrever o modo de utilização da Interface Homem-
Máquina (IHM) que compõem o sistema de automação da Cargill, unidade de Paragominas. A
função básica da IHM é proporcionar aos operadores uma interface gráfica intuitiva e amigável
para o desempenho das seguintes operações:
• Ligamento e desligamento de rotas;
• Acionamento individual de equipamentos;
• Monitoração dos sensores de temperatura, velocidade e corrente que integram o CSD;
• Identificação de falhas e alarmes;
• Bypass de sensores;
• Bypass de motores;
• Alteração de parâmetros do sistema;
• Controle de acesso de usuários.
A IHM é um equipamento sensível à toques (touchscreen) e a sua operação se dá a
partir da navegação pelas diferentes telas. Nas próximas seções estas telas serão
apresentadas e uma descrição de seu funcionamento será realizada.

Contatos para suporte técnico:

Setta Engenharia
Telefone: (34) 3826-7800

Eng. Lucas Lopes Lemos


automacao@gruposetta.com.br
Celular: (34) 99909-5801

Eng. Higgor Olipe


automacao2@gruposetta.com.br
Celular: (34) 99923-3743

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4 TELA INICIAL
O sistema da IHM é iniciado com a Tela Incial como mostra a Figura 1. Ela possui um
único botão no canto inferior esquerdo (Entrar).

Figura 1: Tela Inicial

Ao pressionar o botão, a janela Logon (Figura 2) irá aparecer na tela para que o
operador possa entrar com seu usuário e senha. Apenas usuários previamente cadastrados
terão permissão para acessar aos recursos do sistema.

Figura 2: Janela de Logon de Usuário

Após inserir as informações de acesso, a janela de Logon será fechada, retornando-se à


Tela Inicial. Clicando novamente sobre o botão “Entrar”, a tela de sinóptico irá se abrir. Caso a
janela de Logon volte a surgir, significa que o usuário ou a senha fornecida estão incorretos.

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5 TELA DE SINÓPTICO
A Tela de Sinóptico (Figura 3) contém uma representação gráfica dos equipamentos do
armazém. Ela mostra para o operador os motores conectados a automação assim como seus
estados atuais. Na unidade de Paragominas temos três telas de sinóptico: Armazenamento,
Recebimento e Pré-Limpeza e Secagem e Expedição.

Barra de ferramentas

Figura 3: Tela de Sinóptico de Armazenamento.

5.1 ILUSTRAÇÃO DE MOTORES

A ilustração de um motor possui uma caixa de texto com seu identificador (tag) e um
retângulo ou círculo que apresenta seu estado por meio de cores, como exibido na Figura 4.

Figura 4: Ilustração de um Motor.

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O estado do motor é identificado a partir de cores, conforme descrito na tabela abaixo:

Tabela 1: Legenda de cores e estado dos motores.

Ilustração Cor Estado

Verde Desligado: motor parado e sem falha.

Vermelho Ligado: motor em operação e sem falha.

Amarela Falha: motor com falha e parado.

Bypass: motor está em modo Bypass e pode ser ligado e


Fundo azul desligado fora da rota. As cores do retângulo seguem a
regra estabelecida acima.

5.2 JANELA DE MOTORES

Cada motor possui uma janela que é mostrada na tela quando se clica sobre a sua
ilustração (Figura 5). A partir desta janela, é possível executar comandos no equipamento, tais
como: colocá-lo no modo Bypass, rearmar falhas e ligar/desligar.

Figura 5: Janela do motor de um Redler.

A janela é composta dos seguintes elementos:

• Caixa de texto “Tag do motor”: caixa que contém a identificação do equipamento;


• Botão “Fecha Janela”: quando pressionado, a janela do motor para de ser exibida na
tela;

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• Botão “Rearme”: se o motor encontra-se com falha (coloração amarela), este deve
ser apertado para que se resete a mesma. O equipamento só irá partir novamente
quando o motor estiver sem falha;
• Botão “Bypass do motor”: serve para colocar o motor no modo “Bypass” ou
“Automático”. Em automático, o equipamento é ligado pelo sequenciamento das rotas e
os botões “Liga” e “Desliga” da janela não tem função. No modo “Bypass”, o motor é
acionado pelos botões “Liga” e “Desliga” e não mais pelas rotas. As janelas dos motores
que não pertencem a alguma rota não possuem este botão. Apenas usuários com nível
de acesso Supervisor tem permissão para colocar equipamentos em Bypass;
• Botões “Liga” e “Desliga”: destinados a ligar e desligar o equipamento. Para motores
que estão presentes em rotas, estes só terão ação quando o botão “Bypass do motor”
estiver no modo Bypass.
• Caixa de texto “Velocidade de rotação do equipamento”: tem a finalidade de
mostrar a velocidade de giro atual do equipamento em rotações por minuto (rpm). Esta
caixa existe apenas nas janelas dos equipamentos que possuem sensor de velocidade
instalado.
• Botão “Bypass do sensor de velocidade”: o sensor de velocidade faz parte do CSD
do equipamento e o desliga quando a sua velocidade é menor que um valor crítico. O
botão “Bypass do sensor de velocidade” tem por objetivo desativar o controle da
velocidade. Por se tratar de um item de segurança, apenas utilizadores com nível
Supervisor podem anular a ação de componentes do CSD.

A Figura 5 apresenta uma janela respectiva a motores de redlers. Esta é similar a todos
motores que pertencem a uma rota. Já motores que podem ser ligados individualmente,
independente de rotas, possuem uma janela como mostrada na Figura 6. Note que nesta
imagem, não há o botão “bypass de motor”. Ou seja, a função dos botões “Liga” e “Desliga”
sempre serão executadas, quando acionado.

Aer-02 X

Liga Desliga

Rearme

Figura 6: Janela de um motor de aeração.

5.3 ACESSO A TELA DE CSD

A Tela de CSD dos elevadores pode ser acessada a partir de um botão localizado na
parte superior do desenho do equipamento. Já para a tela da correia transportadora, basta

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clicar sobre sua representação gráfica no sinóptico, como ilustra a Figura 7. Estas telas
também são exibidas com o botão “CSD” da barra de ferramentas.

Figura 7: Botão de acesso à Tela do CSD do EL-301 e da CT-201.

5.4 BARRA DE FERRAMENTAS

Na parte inferior da tela há uma barra de ferramentas com informações sobre alarmes,
usuários, data e hora, além de um menu de botões (Figura 8). Esta barra é comum para todas
as telas, exceto as do sinóptico.

Figura 8: Barra de ferramentas.

Em sequência encontra-se uma descrição desta barra:

• Alarmes: caixa de texto que exibe informações sobre os alarmes gerados. Todo alarme
possui um número único (N.o), a hora em que ocorreu (Tempo), o estado, e a sua
descrição (Texto). O estado de um alarme é definido por duas letras: I e O. A letra I
(sigla de In, entrada em inglês) aparece no momento em que o alarme é gerado e a
letra O (sigla de Out, saída em inglês) sinaliza quando o evento desencadeador
termina;
• Menu de botões: conjunto de botões que servem para navegar para as outras telas da
IHM e realizar algumas ações, como explica-se a seguir:

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 Limpar: apaga as mensagens existentes na caixa de alarmes;
 Rotas: dá acesso à Tela de Rotas;
 CSD: leva à Tela de CSD;
 Alarmes: abre a Tela de Alarmes;
 Leituras Multimedid.: mostra as informações da rede elétrica geradas
pelo multimedidor;
 Usuários: abre a Tela de Usuários;
• Sair: desloga o usuário corrente e retorna à Tela Inicial.
• Informações de usuários: exibe o usuário conectado. Caso o utilizador tenha o nível
de acesso Supervisor, esta caixa irá mostrar também as contas cadastradas na IHM.
• Data e hora: caixa de texto que mostra a data e a hora do sistema.

As telas de sinóptico apresentam três botões adicionais na barra de ferramenta,


permitindo o acesso a todas elas. Veja a imagem abaixo.

Figura 9: Botões adicionais da tela de sinóptico.

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6 TELA DO CSD
O item 3.3 deste documento contém o explicativo de como acessar a tela de CSD dos
equipamentos. Portanto segue na figura abaixo a tela de CSD do elevador.

Figura 10: Tela CSD de um elevador.

Em sequência encontra-se uma descrição desta tela:

• Botão “Bypass” e campo de texto “leitura do sensor”: O botão bypass está


localizado junto a seu sensor correspondente assim como o campo de leitura, em
tempo real, do mesmo.
• Acesso a telas de CSD: Os botões permitem navegar nas telas dos equipamentos que
possuem CSD. Nesta planta temos os elvadores (EL) 301, 302, 303, 304 e os correias
transportadoras (CT) 201 e 202.
• Acesso aos gráficos: Dois gráficos são utilizados para mostrar os dados de todos os
sensores. Eles são justapostos e são exibidos de acorodo com o botão pressionado. São
divididos por região: acionamento – contemplando os sensores da “cabeça” do
elevador; e retorno – contemplando os sensores do “pé” do elevador.
• Grafico: (de linha): Apresenta a leitura dos valores dos sensores em tempo real, com
um tempo de mostragem de 30 minutos. Cada sensor possui a sua cor correspondente
assim como sua legenda, situada na tabela inferior ao gráfico.
• Botão “Gráficos do histórico”: Botão que da acesso a tela do gráfico do histórico de
cada sensor dos últimos 15 dias. Os dados são extraídos do banco de dados criado e
será melhor explicado no item 8. É semelhante ao gráfico apresentado na Figura 10.

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• Campo de texto “Ajuste Vel.”: Campo editável apenas para usuários Supervisores
para ajustar a velocidade mínima que o motor pode rodar. Este campo jamais será
menor que 90% da velocidade nominal do equipamento.
o Por exemplo: Para um motor que gira a 100rpm, o campo de ajuste de
velocidade não será menor que 90rpm. Acima deste, qualquer valor é permitido.
• Status do motor: Representação utilizada para mostrar o estado do motor. Veja a
tabela abaixo os status possíveis e suas ilustrações.

Tabela 2: Tabela status do motor para tela CSD


Ilustração Cor Estado

Verde Desligado: motor parado.


Desligado

Vermelho Ligado: motor em operação.


Ligado

7 ALARMES
A tela de alarmes é acessada pelo botão “Alarmes” na barra de ferramentas. Nela são
exibidas todas as informações do sistema como: falhas de sensores, falha de motores,
problemas de comunicação de rede, etc.

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Figura 11: Tela de Alarmes

Em sequência encontra-se uma descrição sobre os constituintes desta tela:

• Caixa de alarmes: Nesta caixa são exibidos todos os alarmes do sistema. Assim como
já descrito no item 3.4 deste documento, temos o número do alarme, a hora em que
ocorreu, o estado, e a sua descrição.

7.1 RECONHECIMENTO DE ALARMES

A sirene indica uma falha no sistema relacionada aos dispositivos CSD. Se for uma falha
de sensor, ou de motor destes equipamentos, basta identificá-lo no sinóptico e retirá-la. Caso
seja um problema de comunicação de rede Profinet, um cabo rompido por exemplo, ou uma
falta de fase da rede, a sirene soará constantemente, até que o problema seja corrigido. Para
que os responsáveis possam trabalhar na solução do problema com mais harmonia, foi criado
o botão “Calar Sirene”.

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7.2 CALAR SIRENE

O botão calar sirene aparece, sempre que ocorre um alarme, nas telas de sinóptico e
nas telas de CSD, (Figura 12). Ao ser pressionado a sirene desliga e assim permanece até que
seja liberada.

Observação: Calar a sirene desliga todas as rotas que estiverem em


funcionamento e impede que qualquer uma delas seja religada. Isso ocorre para
impedir que os operadores não recebam a notificação sonora de um problema
enquanto estiverem operando.

Figura 12: Botão Calar Sirene.

Assim como já informado, ao calar a sirene é impossível ligar uma rota, e esta
mensagem é exibida na IHM para que o operador compreenda o que o está impedindo. Veja a
figura abaixo.

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Figura 13: Rota inativa pois calar sirene está ativo.

Em sequência encontra-se uma descrição sobre os constituintes desta tela:

• Mensagem de alerta: A mensagem exibida alerta o usuário o motivo de não poder


ligar a rota desejada. Esse informativo permanecerá em todas as telas de rota até que
a sirene seja libera. Para ativá-la novamente basta clicar no retangulo vermelho como
pede o alerta mostrado.
• Botão liga – invisível: Em todas as telas de rotas o botão “Liga” ficará invisível, até
que o usuário libere a sirene.

Ao clicar sobre o retangulo vermelho, outra mensagem é exibida, confirmando toda a


liberação do sistema para funcionamento. Veja a imagem abaixo.

Figura 14: Liberar sirene.

• Botão “Fechar tela”: Para reiniciar o sistema basta clicar no botão para fechar a tela
exibida, assim o religamento da sirene será confirmado e as rotas serão liberadas.

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8 ROTAS
A tela de rotas pode ser acessada pelo botão “Rotas” na barra de ferramentas. A página
inicial exibe todas as opções de rotas disponíveis da planta. Veja a imagem a abaixo.

Figura 15: Tela inicial de rotas.

Ao selecionar uma das 13 (treze) opções, o usuário é redirecionado para a respectiva


rota, mostrando seu fluxograma, onde a representação dos motores é mostrada com o fundo
verde caso estejam desligados, ou com fundo vermelho caso estejam ligados. A Figura 16
mostra um exemplo.

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Figura 16: Rota definida para ligar.

Em sequência encontra-se uma descrição sobre os constituintes desta tela:

• Representação dos motores: A elipse representa o estado do motor. Seu fundo


verde representa o motor desligado e o fundo vermelho representa o motor ligado.
• Liga/Desliga rota: Botões utilizados para ligar ou desligar a rota. No item 6.1 há uma
descrição detalhada para o ligamento de uma rota.
• Botão voltar: Retornar para a tela inicial de rotas.
• Indicação de rota desligada: Para melhor compreensão do sistema, há sempre uma
indicação no canto inferior direito referente ao estado da rota. São eles:

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Tabela 3: Indicação do status da rota.
Ilustração Estado

É exibido quando todos os motores da rota


Rota Desligada estão desligados.

É exibido quando todos os motores da rota


Rota Ligada estão ligados.

É exibido quando a rota está sendo


desligada. Neste momento há alguns
Desligando rota
motores ligados e alguns motores
desligados.
É exibido quando a rota está sendo ligada.

Ligando rota Neste momento há alguns motores ligados e


alguns motores desligados.

• Opções da rota: Quando há mais de um caminho disponivel em uma rota as opções


ficam no canto superior esquerdo. Ao marcar/desmarcar uma delas, automaticamente o
motor é incluido/retirado do fluxograma. Veja o exemplo abaixo.
o Na Figura 17 foram marcadas as opções: passar pela pré-limpeza e pela CT-201.

Figura 17: Opção de rota 1.

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o Na figura 18 foram retiradas as opções marcadas.

Figura 18: Opção de rota 2.

8.1 LIGANDO UMA ROTA

Selecionando a rota desejada, o operador poderá confirmar visualmente todos os


equipamentos utilizados.
Ao liga-la os motores partirão automaticamente seguindo o fluxo inverso do processo,
para garantir que nenhum equipamento seja sobrecarregado e também, garantir que todo o
maquinário esteja em funcionamento quando o produto for enviado.
Conforme os motores são ligados, o fundo das suas indicações no fluxograma passa de
verde para vermelho e uma caixa de informação é exibida no canto inferior direito alertando
que a rota está ligada. Veja a Figura 19.

Figura 19: Rota ligada.

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No desligamento os motores são desativados no sentido direto do fluxo do produto,
fazendo com que toda a linha esteja limpa quando o maquinário estiver parado. Isso evita
também que um equipamento pare carregado, ocasionando uma sobre corrente, podendo
chegar ao desarme do motor.

9 TELA USUÁRIO
A tela de usuário pode ser acessada pelo botão “Usuários” na barra de ferramentas.
Através desta tela é possível cadastrar, remover e editar as pessoas autorizadas a operar o
sistema. Apenas usuários com nível de acesso Supervisor tem permissão para realizar as
tarefas citadas.

Figura 20: Tela de Usuário

Em sequência encontra-se uma descrição sobre os constituintes desta tela:

• Botão “Trocar usuário”: Este botão permite que seja feita a troca do usuário que está
logado ao sistema. Ao clicar sobre este, a tela de logon será exibida para que os novos
dados sejam digitados. A Figura 21 mostra a representação.

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Figura 21: Tela logon de usuário.

• Botão “Sair usuário”: O usuário é deslogado do sistema e automaticamente


redirecionado para a tela incial.
• Visualizador de usuários: O usuário com nível de acesso Supervisor poderá ver neste
campo todos as pessoas cadastradas no sistema. Neste campo também, poderá ser
realizado a edição, remoção e adição de novos membros. Estes pontos serão
detalhadamente descritos no item 7.1.
• Botão voltar: Retorna a tela de sinóptico.

9.1 CONFIGURAÇÃO DE USUÁRIOS

9.1.1 Adicionar:

O Supervisor é o único responsável por adicionar, remover ou alterar senhas dos


usuários.
Para adicionar um novo utilizador, o Supervisor deverá clicar no ”Display de usuários”
(Figura 22). No campo de dados ele deverá preencher como o exemplo abaixo:

Figura 22: Display de Usuário

• No campo de Utilizador, adicione o nome do usuário clicando no espaço em branco e


escreva o nome desejado;

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• No campo Palavra-Chave, escolha uma senha para o usuário. Clicando no espaço em
branco aparecerá uma janela como mostra a imagem abaixo:

Figura 23: Confirmar senha de novo usuário.

• No campo Grupo selecione o nível de acesso do usuário. Tem-se quatro opções que são
hierarquicamente da seguinte forma:
o Administrator group: Possui acesso a todos os recursos do sistema. Nível
supervisor.
o Users: Possui acesso restrito ao sistema. É impedido de bypassar sensores e
motores. Nível operador.
o Group_1: Não possui acesso ao sistema.
o Não autorizado: Não possui acesso ao sistema.

Figura 24: Opções de grupos de usuários.

• O campo Hora do fim de sessão é utilizado para ajustar o tempo em que será efetuado
o logoff automático após o último toque na tela. É recomendado utilizar essa função
para usuários supervisores, para que não se perca o controle de segurança do sistema.
Para que não haja o logoff automático insira o valor zero (0) no campo.

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9.1.2 Editar:

Para editar um usuário, o mesmo procedimento descrito no tópico anterior (7.1.1)


deverá ser seguido, com uma única diferença: em vez de clicar sobre um campo em branco, o
supervisor deverá clicar sobre o campo o qual deseja editar.

9.1.3 Excluir:

Para excluir um usuário o supervisor terá que clicar no nome que deseja-se excluir.
Assim, uma tela será exibida como mostra a Figura 25.

Figura 25: Excluindo Usuário

Em sequência encontra-se uma descrição sobre os constituintes da imagem acima:

• Deleta usuário: Apague o nome do usuário escolhido.


• Botão de confirmação: Clique no botão enter para confirmar a exclusão do usuário.

10 HISTÓRICO
O sistema supervisório é capaz de armazenar alguns dados considerados importantes
para o processo, por um prazo de 12 meses. Além dos alarmes exemplificados no Item 5, o
histórico é capaz de salvar o valor de temperatura e todo bypass realizado dos sensores
respectivos a CSD, presentes em correias transportadoras e elevadores.
Três arquivos do tipo planilha (.csv) são criados em um disco removível, instalado na
parte traseira da IHM. Um arquivo guarda os valores de temperatura do equipamento durante
o último ano, o segundo guarda o valor de temperatura dos últimos 15 dias (usado para
mostrar os dados do gráfico explicado no item 4) e o terceiro salva o bypass de seus sensores

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(Figura 26). Estes arquivos podem ser abertos pelo Microsoft Excel ou Planilha Google, por
exemplo.

Figura 26: Arquivo de histórico de temperaturas e bypass criado.

• Histórico de Bypass: Os dados são armazenados quando há um bypass de sensor. A


imagem abaixo mostra o escopo do arquivo e um exemplo de um dado salvo.

Figura 27: Escopo arquivo histórico bypass sensor CT-201

• Histórico do último ano: Neste caso os dados são armazenados ciclicamente por um
período determinado, salvando o valor de temperatura de todos os sensores. Veja a
imagem abaixo.

Figura 28: Histórico de temperatura da CT-201.

Muito importante realçar que o pen drive não deverá ser removido de seu local pois isso
impossibilita a gravação dos dados.

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11 MANUTENÇÃO
Para auxiliar na manutenção dos sensores instalados pela SETTA, um breve descritivo
dos problemas recorrentes, bem como sua resoluções serão apresentados em seguida.

11.1 MANUTENÇÃO SENSORES

Caso os displays de temperatura velocidade e/ou corrente não mostre mais os valores
reais na IHM (Figura 29) o responsável deverá fazer os seguintes procedimentos:

Figura 29: Defeito de Sensores na IHM

• Verificar se não há fusiveis queimados:


Os fusíveis ficam localizados nos bornes dentro das remotas. Os projetos de cada
remota são disponibilizados ao cliente para melhor identificação do seu local. Os cabos
também foram identificados com o respectivo nome do sensor. Os fusíveis indicados para
sensores analógicos – temperatura, são de 500mA e os indicados para sensores digitais –
velocidade, são de 100mA.

• Verificar se todas as conexões estão devidamente conectadas e apertadas:


Seguindo o mesmo procedimento acima, localizar a conexão do sensor na remotas e
reapertar os bornes onde estão conectadas.

• Verificar se os sensores não estão estragados ou com fios rompidos:


Sensores agredidos bruscamente pelos envolvidos na operação ou com umidade podem
apresentar defeitos. Um responsável elétrico é indicado nesse caso para testar se a tensão
necessária está chegando ao sensor e também medir a saída do transdutor de corrente (sinal 4
a 20mA) que está localizado dentro do conjunto PT-100. Para uma temperatura ambiente –
24º, a corrente deverá estar em torno de 8mA.

• Verificar se a rede está funcionando corretamente.


Conferir a ligação dos cabos de rede Profinet.

11.2 MANUTENÇÃO PARA FALHAS

Caso ocorra alguma falha no processo e como consequência o desligamento automático


de motores faça os seguintes procedimentos:

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• Identifique na tela da IHM e/ou no CCM qual motor deu falha (Amarela é a cor
representada por falhas);
• No caso de Elevadores ou redlers verifique se o CSD foi atuado na tela de alarmes.
Caso tenha ocorrido verifique qual sensor atuou e corrija-o;
• Verifique se houve alguma sobrecarga de motor. Para isso analise se a gaveta do
respectivo maquinário apresenta a luz de defeito acesa (amarela). Para rearmá-la basta
desligar e religar novamente após alguns segundos. Se o motor fizer parte da
automação, seu rearme deverá ser feito também na tela de sinóptico.

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12 SOBRE A EMPRESA

GRUPO SETTA

Com o aumento da capacidade técnica para atender grandes empresas, houve a


consolidação do negócio, cujo marco foi o nascimento da Setta Energy em 2010 (que
incorporou a Setta Engenharia). Assim, o Grupo Setta passou a atender grandes obras,
fornecendo projetos, painéis, materiais/equipamentos, montagens e instalações elétricas de
baixa e média tensão.

AUTOMAÇÃO

Serviços de automatização inteligente que ligam em rede as tecnologias industriais,


oferecendo segurança eletrônica, eficiência de processo, redução no consumo de energia,
flexibilidade na infraestrutura e conforto aos usuários.
A Setta Energy oferece opções completas de automação industrial, com configurações
personalizadas que atendem à demanda por soluções universais, sem problemas de
coordenação, ou que gerem custos adicionais.

• Otimização de processos para adquirir o ponto ótimo de produção.


• Programas para automatização de plantas industriais e sistemas supervisórios,
permitindo integrar diversas tecnologias de fabricantes diferentes.

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