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FACULDADE FLORENCE

NÚCLEO INTEGRADO DE PRÁTICA JURÍDICA – NIPJ


CURSO DE DIREITO

BRUNO HENRIQUE SILVA DE OLIVEIRA (CA 17157044)

RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO EM PRÁTICA JURÍDICA l e ll

SÃO LUÍS – MA
2021
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FACULDADE FLORENCE
NÚCLEO INTEGRADO DE PRÁTICA JURÍDICA – NIPJ
CURSO DE DIREITO

BRUNO HENRIQUE SILVA DE OLIVEIRA

RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO EM PRÁTICA JURÍDICA l e ll

Relatório final de estágio apresentado ao


Curso de Direito da Faculdade Florence como
requisito parcial para a obtenção de nota da
disciplina de Pratica Jurídica l e ll
Local do estágio: Valdir Rubini Sociedade de
Advocacia. (CEP 65055)
Supervisor do local do estágio: Valdir Rubini,
advogado, matrícula/nº 11790.

SÃO LUÍS – MA
2021

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SUMÁRIO

1. IDENTIFICAÇÃO .................................................................................................. 04
1.1 Identificação do estagiário .................................................................................. 04
1.2 Identificação do estágio obrigatório .................................................................... 04
1.3 Identificação da concedente e do supervisor ....................................................... 04
2. ATIVIDADES REALIZADAS ...............................................................................05
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................. 07
3.1 Carga horária efetivamente cumprida ................................................................ 07
3.2 Infraestrutura do campo de estágio .................................................................... 07
3.3 Relação e trabalho com o Supervisor do local de estágio ................................... 07
3.4 Experiências e aprendizado nas atividades desenvolvidas .................................. 07
4. ANEXOS .................................................................................................................. 08
4.1 Anexo – Ficha de Frequência ............................................................................. 08
4.2 Anexo – Atas/Certificados e Relatórios de Audiências ...................................... 16
4.3 Anexo – Peças Elaboradas e/ou declaração do supervisor................................... 87
4.4 Anexo – Avaliação do Supervisor de Estágio ..................................................... 146

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1. IDENTIFICAÇÃO

1.1 Identificação do estagiário


Nome: Bruno Henrique Silva de Oliveira Matrícula: 17157044
Curso: Direito Período: 9º Turno: Noturno
1.2 Identificação do estágio obrigatório
Disciplina:
( X ) Prática Jurídica I ( X ) Prática Jurídica II ( ) Prática Jurídica III
Professor Orientador: Vanessa Pavão Ribeiro
Carga Horária: 60 horas Início: 22/01/2021 Término: 08/03/2021

Turno: Matutino Horário: 8:00 às 12:00 Dias:


Segunda - sexta
1.3 Identificação da concedente e do supervisor
Concedente:
Valdir Rubini Sociedade Advocatícia.
Endereço da Concedente:
São Cristóvão (Tirirical) Cep: 65055.170
Supervisor de estágio: Valdir Rubini, advogado, matrícula/nº 11790.
Área de atuação: Em especifico: Advogado Trabalhista (bem como atua dentro da área
cível em geral)

2. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

ITEM ATIVIDADE ESPECIFICAR

Mínimo de 08 peças.

2.1 Produção Obrigatória a) Replica a Contestação


b) Replica a Contestação: Espólio
(Peças/Pareceres)
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c) Petição Inicial: Desconsideração da
Personalidade Jurídica
d) Recurso Inominado
e) Impugnação aos Embargos de Declaração
f) Ação de Execução de honorários.
g) Manifestação acerca do despacho
h) Petição Inicial
i) Petição Inicial: inexistência de débito
j) Petição inicial: relação de consumo
k) Procuração
l) Petição Inicial: indenização
m) Petição inicial: danos morais
n) Petição Inicial: previdência
o) Petição Inicial: BPC (JHON)
p) Recurso Inominado:
Processo: 0805149-72.2016.8.12.0001conciliação
Atas/Certificados de
2.2 Processo: 0840675-03.2016.8.12.0001conciliação
audiências
Processo: 0809544-39.2018.8.12.0001conciliação
Processo: 0811075-05-2014.8.12.0001instrução
Processo: 0819314-32.2013.8.12.0001 instrução

Processo: 0825751-26.2012.8.12.0001 instrução


Processo: 0012101-76.2011.8.12.0001 instrução

Processo: 0826647-98.2014.8.12.0001 instrução


Processo: 0827246-37.2014.8.12.0001 instrução

Processo: 0834746-23.2015.8.12.0001 instrução


Processo: 0837480-15.2013.8.12.0001 instrução

Processo: 0827983-74.2013.8.12.0001 instrução


Processo: 0824484-48.2014.8.12.0001 instrução

Processo: 0805758-55.2016.8.12.0001 instrução


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Processo: 0839576-66.2010.8.12.0001 instrução

Processo: 0802996-37.2014.8.12.0001 instrução


Processo: 0800427-85.2014.8.12.0026 instrução

Processo: 0830211-22.2013.8.12.0001 instrução


Atas/Certificados de
Processo: 0808645-80.2014.8.12.0001 instrução
audiências
Processo: 0810876-80.2014.8.12.0001 instrução
Processo: 0807821-87.2015 instrução

Processo: 0011897-08.2006.8.12.0001 instrução


Processo: 0038693-60.2011.8.12.0001 instrução

Processo: 0813630-53.2018.8.12.0001 instrução

Atas/Certificados de
audiências

3. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A prática de Estágio possui um alto grau de importância para a vida do acadêmico,


pois é através dela que o aluno sairá do mundo das “fantasias” ou de sua visão teórica para a
realização prática, comigo não foi diferente, a prática no estágio me levou a conhecimentos

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que não seriam possíveis dentro de uma sala de aula, por um breve momento eu deixei de
aprender com meus professores em sala de aula para aprender com advogados em sua prática
diária de advocacia, com toda certeza todo e qualquer aprendizado é benéfico para a minha
vida profissional, o estágio não fica de fora.
Com o estágio foi possível aprender mais sobre a produção de peças e o
funcionamento do ordenamento jurídico, o que é necessário realizar a cada tipo diferente de
demanda, bem como as suas dificuldades, seja em relação ao defesa ou até no seu próprio
funcionamento.

3.1 Carga horária efetivamente cumprida


No período de estágio, que foi de 22 de janeiro a 08 de março de 2021, cumpri
efetivamente 60 horas de frequência no campo de estágio Prática Jurídica l e ll e 60 horas de
produção com o somatório de 120h em toda a carga horária de produção.

3.2 Infraestrutura do campo de estágio


Boa, sem muitos detalhes, silenciosa e de fácil pratica para estágio.

3.3 Relação e trabalho com o supervisor


Comum, com contato somente na carga horaria de estágio.

3.4 Experiência e aprendizado nas atividades desenvolvidas


A experiência que tive no estágio irei levar para o resto de minha vida, pois foi lá que
pude aprender – apesar do pouco tempo – algumas coisas que serão de grande ajuda na minha
carreira profissional.

4. ANEXOS
ANEXO 4.1 – FICHA DE FREQUÊNCIA

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ANEXO 4.2 – ATAS/CERTIFICADOS E RELATÓRIOS DE AUDIÊNCIAS

Nome: Bruno Henrique Silva de Oliveira CA 17157044

RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 12º Vara Cível

Comarca: Campo Grande MS

Audiência de conciliação.

Presidente do ato: José de Andrade Neto

Nº do processo: 0805149-72.2016.8.12.0001

Autor: Josue Castro Cabreira

Advogado do autor (nome/OAB): Fabiano Espíndola Pasini OAB/MS 13.279

Réu: ANDRÉ LUIZ DA SILVA TAVARES

Advogados do autor (nome/OAB): Rodrigo Giraldelli Peri OAB/MS 16.264 / Thiago


Pereira Gomes OAB/MS 18.002

Tema: Indenização por Dano Material

Procedimento: audiência de conciliação

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):

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É uma ação de danos morais e materiais onde o autor alugou um imóvel para
o réu, algum tempo decorrido o imóvel veio a pegar fogo causando inúmeros danos
a propriedade, o telhado, sistema elétrico e hidráulico foram danificados ao ponto de
serem inutilizados, o autor procurou o réu (no qual foi o responsável pela causa do
incêndio) para buscar uma forma amigável de resolução da situação, mas não
logrou êxito.

Em audiência

Houve tentativa de conciliação: (X) Sim () Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: (X) Sim () Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim (X)
Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (x) Não

O feito foi julgado em audiência: (X) Sim () Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim (X) Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

A audiência foi iniciada, houve propostas de conciliação e ao final houve o


êxito em acordos.

O presidente do ato iniciou buscando alternativas de resolução com o réu e


seu representante, porém os mesmos não tinham propostas, então o presidente
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passou para a parte ré, onde o autor da ação demonstrou seus prejuízos e após
conversas entre o autor e seu representante deu uma proposta de pagamento em
R$ 4,000 (quatro mil reais), feita a proposta o réu e seu representante realizaram
uma contra proposta de 4 (quatro) parcelas de R$ 500.00 (quinhentos reais), após
longa conversa as partes fecharam o acordo em 5 (cinco) parcelas de R$ 500.00
(quinhentos reais), totalizando em R$ 2,500.00 (dois mil e quinhentos reais),
encerrando assim a ação judicial e fechando o acordo na conciliação.

BRUNO HENRIQUE SILVA DE OLIVEIRA

Assinatura do (a) acadêmico (a)

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RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 14º Vara Cível

Comarca: Campo Grande - MS

Audiência de conciliação.

Presidente do ato:  Juiz José de Andrade Neto

Nº do processo: 0840675-03.2016.8.12.0001

Autor: SELMA DA SILVA DE SOUZA

Advogado do autor (nome/OAB): GRAZIELLE ALCOVA CAMPOS ADVª OAB/MS


13.756 / EDSON PEREIRA CAMPOS ADVº OAB/MS 4468

Réu: AILDA MOREIRA DE SOUSA LOPES

Advogados do autor (nome/OAB): EDGAR CALIXTO PAZ OAB/MS 8264

Tema: Despejo por falta de pagamento

Procedimento: Conciliação / Mediação

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):

A requerente há mais de (06) seis anos, locou verbalmente à requerida imóvel


de sua propriedade, a partir do mês de Agosto/2015, até a presente data, cuja
obrigação vence sempre no dia (7) sete do mês subsequente, a locatária de forma
injustificada deixou de honrar com as obrigações locatícias assumidas e seus

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acessórios, assim, encontra-se plenamente caracterizado o inadimplemento de
elementar obrigação locatícia assumida, e, o manifesto cometimento de infração
legal e contratual, em relação a norma reguladora das locações, especificamente
nos incisos II e III do artigo 9º da Lei nº 8.245/91

Em audiência

Houve tentativa de conciliação: (X) Sim () Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: (X) Sim () Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim (X)
Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (X) Não

O feito foi julgado em audiência: (X) Sim () Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim (X) Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

Aberta a audiência, foi tentada a conciliação, tendo sido realizado o seguinte acordo: "as
partes, de comum acordo, resolvem que, no prazo de 45 dias, a requerida irá desocupar o imóvel
descrito na inicial, deixando-o da forma como o mesmo se encontra atualmente; concordam que toda
e qualquer dívida de água, luz e IPTU, contraída durante o prazo da locação e até a data da
desocupação, será de responsabilidade da parte requerida; concordam que, em razão do acordo ora
efetuado e caso haja a desocupação no prazo concedido, a requerente perdoa toda a dívida cobrada
na inicial, nada mais havendo a exigir da requerida; concordam que, caso não haja a desocupação
até a data combinada, a requerente poderá pedir ordem de despejo ao juízo, a qual será concedida
independentemente da oitiva da parte contrária; concordam que, caso não haja a desocupação até a

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data combinada, a dívida cobrada no presente feito poderá ser exigida da requerida, através de
pedido de cumprimento de sentença; concordam que cada parte arcará com os honorários de seu
advogado e as custas serão pro rata. Pediram a homologação do pacto. Pelo juiz foi dito o seguinte:
"homologo o acordo feito entre as partes, para que possa surtir seus jurídicos e legais efeitos. Dou a
presente sentença por publicada em audiência e os presentes por intimados".

BRUNO HENRIQUE SILVA DE OLIVEIRA

Assinatura do (a) acadêmico (a)

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RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 14º Vara Cível

Comarca: Campo Grande - MS

Audiência de conciliação.

Presidente do ato:  Juiz José de Andrade Neto

Nº do processo: 0809544-39.2018.8.12.0001

Autor: CRISTOVAM RODRIGUES DIAS

Advogado do autor (nome/OAB): Dr. Ilton Pereira Barreto, Defensor Público

Réu: Démerson Vieira (sobrenome desconhecido) e Dayane Sulveira (sobrenome


desconhecido)

Advogados do autor (nome/OAB): Dr. Aparecido, Defensor Público

Tema: Reintegração de Posse

Procedimento: Conciliação / Mediação

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):

No mês de junho de 2017, a autor viajou para a cidade de Juazeiro-BA, na


companhia da sua mãe para acompanha-Ia em tratamento médico e visita à
familiares naquela localidade, ao chegar retornar ao seu imóvel, a autor constatou a

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invasão, e ao tentar conversar com o ocupante, foi ameaçado por aquele, sendo Ihe
dito que não iria sair do imóvel.

Deste modo, a autor se dirigiu até a delegacia de polícia, tato que gerou a
lavratura do boletim de ocorrência ora anexo.

Em audiência

Houve tentativa de conciliação: (X) Sim () Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: (X) Sim () Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim (X)
Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (X) Não

O feito foi julgado em audiência: (X) Sim () Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim (X) Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

Feito o pregão, certificou-se as seguintes presenças: o autor, acompanhado


do Dr. Ilton Pereira Barreto, Defensor Público; os requeridos Demerson Vieira e
Dayane Sulveira, acompanhados do Defensor Público, Dr. Aparecido. Presentes,
também, os acadêmicos Bruna Cotrin e Pedro Dias.

Aberta a audiência, foi proposta a conciliação, tendo as partes chegado ao


seguinte acordo: "os requeridos reconhecem que estão na casa do autor e que dela
devem sair; o autor resolve conceder um prazo de 45 dias para que os requeridos
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desocupem a casa e a entregue na forma como hoje se encontra; os requeridos
reconhecem que quando entraram na casa havia um armário e uma cama de casal,
objetos esses que se comprometem a devolver no prazo de 45 dias; as parte
resolvem que por conta do acordo, nada terão a exigir uma da outra; as partes
estabelecem que caso os requeridos não desocupem a cada no prazo estabelecido,
o autor poderá pedir o imediato despejo, mediante força policial. Pediram a
homologação do acordo.

BRUNO HENRIQUE SILVA DE OLIVEIRA

Assinatura do (a) acadêmico (a)

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RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 14º

Comarca: Campo Grande - MS

Audiência civil de instrução.

Presidente do ato: José Andrade Neto.

Nº do processo: 0811075-05-2014.8.12.0001

Autor: Alda Ferreira de Paula, Nilson Ferreira de Paula e Nelson Ferreira de Paula

Advogado do autor (nome/OAB): Anastácio Dalvo de Oliveira Ávila OAB-MS - 7463

Réu: Bradesco Auto/Companhia de Seguros.

Advogado do réu (nome/OAB): Edyen Valente Calepis OAB – MS - 8767

Tema: Ação de Cobrança de Seguro Obrigatório

Procedimento: Instrução e Julgamento

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):

É uma ação em relação a cobrança de Seguro Obrigatório, onde os três


autores adentraram perante o Bradesco para requerer os seus direitos.

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Em audiência

Houve tentativa de conciliação: () Sim (X) Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: () Sim () Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim (X)
Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (X) Não

O feito foi julgado em audiência: () Sim (X) Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim (X) Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

A parte autora desistiu da oitiva da terceira testemunha, o que foi


homologado. Pela parte requerida foi apresentado o seguinte requerimento: Reitero
a vossa excelência o pedido de ofício ao INSS para verificação de dependentes do
falecido. Sem mais". Indagados, os autores informaram que o falecido João não
tinha outros filhos. Pelo Juiz foi dito o seguinte: Para que não haja pagamento
indevido por parte do requerido, se o mesmo sair sucumbente na demanda,
determino que seja oficiado ao INSS, indagando a respeito de dependentes lá
cadastrados em nome de João Francisco de Paula. Vindo aos autos a aludida

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informação, intime-se as partes para apresentação de razões finais no prazo comum
de 10 dias. Os presentes saem intimados".

BRUNO HENRIQUE SILVA DE OLIVEIRA

Assinatura do(a) acadêmico(a):

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RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 12ª VARA CÍVEL

Comarca: CAMPO GRANDE/MS

Audiência de Instrução e Julgamento

Presidente do ato:  José Andrade Neto

Nº do processo: 0819314-32.2013.8.12.0001

Autor: Amélia Marcelo Cotrim

Advogado do autor (nome/OAB): Igor Vilela Perreira OAB/MS 9.714 e Marcelo


Ferreira Lopes OAB/MS 11.122

Réu: Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)

Advogados do réu (nome/OAB): Renato Ferreira Morettini OAB/MS nº 6.110

Tema: Ação para Concessão de Benefício Previdenciário

Procedimento: Instrução e Julgamento

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):

A parte autora é beneficiaria da previdência social na condição de dependente


do falecido companheiro José Alves de Souza, a parte autora pleiteou a concessão

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do beneficiário a que faz jus e teve seu pleito negado devido ao não reconhecimento
em união estável, mesmo com o relacionamento sendo de conhecimento público e
os mesmos possuindo um filho.

Em audiência

Houve tentativa de conciliação: () Sim (X) Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: () Sim () Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim (X)
Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (X) Não

O feito foi julgado em audiência: () Sim (X) Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim () Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

Feito o pregão, certificou-se as seguintes presenças: a parte autora,


acompanhada do Dr. Luiz Eduardo Ferreira Rocha; e o INSS, representado pelo
Procurador Federal Dr. Renato Ferreira Morettini. Aberta a audiência, foram ouvidas
as testemunhas presentes, conforme gravação em apartado. As partes pugnaram
prazo para a apresentação de memorais, o que foi deferido pelo prazo comum de 10
dias. Os presentes saíram intimados
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Bruno Henrique Silva de Oliveira

Assinatura do aluno:

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RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 12º vara

Comarca: Campo Grande - MS

Audiência de Instrução e Julgamento.

Presidente do ato:  José Andrade Neto

Nº do processo: 0825751-26.2012.8.12.0001

Autor: Flavio Antônio Souza

Advogado do autor (nome/OAB): Antônio Carlos dos Reis Cardoso

Réu: Flavio Renato de Oliveira Soares

Advogados do réu (nome/OAB): Antônio Cesar Jesuíno

Tema: Ação Monitória - Cheque

Procedimento: Instrução e Julgamento

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):

O demandante é credor do demandado em relação a um cheque na


importância de R$ 13.000,00 (treze mil reais), onde o requerido não devolveu a
quantia emprestada e devido aos anos a quantia está desatualizada.

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Em audiência

Houve tentativa de conciliação: () Sim (X) Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: () Sim () Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim (X)
Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (X) Não

O feito foi julgado em audiência: (X) Sim () Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim (X) Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

Alega o embargante que o embargado, através da presente ação monitória,


está lhe cobrando uma dívida inscrita em um cheque no valor de R$ 13.000,00.
Alude que o embargado exerce a atividade de agiota e que, como estava passando
por dificuldades financeiras, acabou pegando dinheiro emprestado com ele, dando o
cheque no valor de R$ 13.000,00. Afirma que a dívida não pode prosperar, visto que
reflete a cobrança de juros extorsivos, sem amparo jurídico. Ao final, pugna que seja
decretada a nulidade do título e a inexigibilidade do débito.

Bruno Henrique Silva de Oliveira

Assinatura do aluno:

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RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 3º Vara Cível

Comarca: Campo Grande - MS

Audiência de instrução e Julgamento.

Presidente do ato:  Alessandro Meliso Rodrigues

Nº do processo: 0012101-76.2011.8.12.0001

Autor: Marco Polo Fejes

Advogado do autor (nome/OAB): Henrique Lima OAM/MS 9.979 e Rodrigo de


Oliveira OAB/MS 13.583

Réu: Cleusa Rosa de Oliveira

Advogados do réu (nome/OAB): Silvio Pedro Arantes OAB/MS 5017

Tema: Ação de Indenização por Acidente de Trânsito

Procedimento: Instrução e Julgamento

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):

No dia 26 de agosto de 2009 ocorreu um acidente envolvendo um automóvel


conduzido pela requerida e uma bicicleta conduzida pelo autor, a colisão aconteceu
quando a condutora deu a ré desrespeitando a preferencial da passagem da
bicicleta, acontecendo então um atropelamento que resultou em ferimentos graves

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para a parte autora sendo necessário o encaminhamento para a Santa Casa de
Campo Grande/MS.

Em audiência

Houve tentativa de conciliação: (X) Sim () Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: () Sim (X) Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim (X)
Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (x) Não

O feito foi julgado em audiência: () Sim (X) Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim (X) Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

Foi iniciada a audiência sem o sucesso da conciliação, o patrono da parte


autora foi manifestado o interesse de produção de prova pericial, e o pedido foi
deferido pelo MM, Juiz. Após a apresentação do laudo pericial manifesta-se as
partes no prazo de 10 dias.

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Em seguida do pedido de prova pericial ambas as partes manifestaram o
interesse na produção de prova oral com depoimento das partes e oitiva de
testemunhas, publicada em audiência saem os mesmos indicados.

Bruno Henrique Silva de Oliveira

Assinatura do aluno:

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RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 3º Vara Cível

Comarca: Campo Grande/MS

Audiência de Instrução e Julgamento

Presidente do ato:  Alessandro Meliso Rodrigues

Nº do processo: 0826647-98.2014.8.12.0001

Autor: Mário Márcio de Matos

Advogado do autor (nome/OAB): Tatiana Albuquerque Corrêa Kesrouani OAM/MS


5758 e Rosana Silva Pereira Canteiro OAM/MS 11100

Réu: Hospital Adventista do Pênfigo

Advogados do réu (nome/OAB): Emerson Ottoni Prado OAB/MS 3776

Tema: Ação de Reparação de Danos e Obrigação de Fazer

Procedimento: Comum

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):

O autor foi submetido a procedimento médico por problemas na coluna, sendo


necessário o procedimento cirúrgico, acontece que anos após a realização de tal
procedimento o autor voltou a sentir fortes dores na coluna e após uma ressonância
magnética foi possível ver que o parafuso que foi colocado na sua coluna havia

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quebrado, em razão disso o autor precisa realizar um novo procedimento e está
aguardando na fila para ser atendido sem previsão de realização.

Em audiência

Houve tentativa de conciliação: (X) Sim () Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: () Sim (X) Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim (X)
Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (X) Não

O feito foi julgado em audiência: () Sim (X) Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim (X) Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

Apenas uma testemunha foi ouvida visto o seu grau de importância, o mesmo
era técnico do hospital, foram realizadas perguntas sobre como era feita a compra e
a chegada dos materiais (no caso os pregos), e assim foi retirada a dúvida de quem
a comprava que no caso era o próprio plano de saúde ou o próprio paciente e que o
hospital apenas verificava a situação dos materiais, findada a audiência o MM, Juiz,
dispensou a oitiva das outras testemunhas e houve o pedido de realização de
perícia.

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Bruno Henrique Silva de Oliveira

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RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 3º Vara Cível

Comarca: Campo Grande – MS

Audiência Instrução e Julgamento

Presidente do ato: Alessandro Meliso Rodrigues

Nº do processo: 0834746-23.2015.8.12.0001

Autor: Joanderson de Oliveira dos Reis

Advogado do autor (nome/OAB): João Paulo Cunha OAB/MS 13.398

Réu: Operadora São Francisco Saúde.

Advogados do réu (nome/OAB): Aranhão Issa Neto OAB/SP 83286 e Daniel Branco
Brillinger OAB/SP 296405

Tema: Ação de Obrigação de Fazer contra Operadora de Plano de Saúde

Procedimento: Comum/Instrução e Julgamento

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):

O autor realizou a contratação de um plano de saúde com a requerida e após


um tempo verificou que possui um problema na sua mandíbula na qual causa
travamentos, após isso foi solicitada a cobertura do procedimento cirúrgico pelo
beneficiário, sendo autorizado. Porém após uma preparação para a cirurgia na
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véspera da realização da mesma o autor ficou sabendo que a requerida havia
negado a cobertura da cirurgia.

Em audiência

Houve tentativa de conciliação: () Sim (X) Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: () Sim () Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim (X)
Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (X) Não

O feito foi julgado em audiência: () Sim (X) Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim () Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

Aberta a audiência foi dispensada a oitiva de uma das testemunhas e a


negação de uma conciliação, após a oitiva de uma das testemunhas presentas o
MM. Juiz declarou o encerramento da instrução e deu os memoriais ao requerente
para as alegações finais.

Bruno Henrique Silva de Oliveira

Assinatura do aluno:

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RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 12º Vara Cível

Comarca: Campo Grande – MS

Audiência de Instrução e Julgamento

Presidente do ato:  José de Andrade Neto

Nº do processo: 0837480-15.2013.8.12.0001

Autor: Espólio de Dionizio Barbosa dos Santos

Advogado do autor (nome/OAB): Henrique Lima OAM/MS 9979 e Carlos Magno


Bagordakis Rocha OAB/MS 15392

Réu: Rosalina Rodrigues dos Santos

Advogados do réu (nome/OAB): Kátia Maria Souza Cardoso Defensora Pública

Tema: Ação de Reintegração de Posse com pedido liminar

Procedimento: Comum/Instrução e Julgamento

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):

Trata-se de uma lide que gira em torno de espólios e envolvimentos de


embates a herdeiros, no qual se trata de um lote onde mora a esposa do filho do
dono, ambos já morreram, a esposa se recusa a incluir a casa no inventario e
também de vender a parte do imóvel para partilha da cota-parte de cada herdeiro.
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Em audiência

Houve tentativa de conciliação: (X) Sim () Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: () Sim (X) Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim ()


Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (X) Não

O feito foi julgado em audiência: () Sim (X) Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim () Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

A audiência se iniciou com a tentativa de uma conciliação e propostas, porém


não obteve êxito visto que a parte ré não queria acordo, a audiência seguiu com a
oitiva da ré seguido por duas testemunhas de ambos os polos, sem mais novidades
o juiz encerrou a audiência dando prazo de 10 dias para apresentações de
memoriais.

Bruno Henrique Silva de Oliveira

Assinatura do aluno:
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RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 3º Vara Cível

Comarca: Campo Grande – MS

Audiência de Instrução e Julgamento

Presidente do ato:  Alessandro Carlo Meliso Rodrigues

Nº do processo: 0827983-74.2013.8.12.0001

Autor: Marinete Vieira dos Reis

Advogado do autor (nome/OAB): Victoriano de Menezes Villami

Réu: Julieta Saes Minari

Advogados do réu (nome/OAB): NÃO CONSTA

Tema: Instrução e Julgamento

Procedimento: Comum

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):

Trata-se de uma ação de usucapião no qual segundo a inicial da parte autora


a mesa citada possui o gozo da propriedade de forma mansa e ininterrupta em que a
origem da posse se dar desde 2005 pela autora.

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Em audiência

Houve tentativa de conciliação: () Sim (X) Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: () Sim () Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim (X)
Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (X) Não

O feito foi julgado em audiência: (X) Sim () Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim (X) Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

A audiência se iniciou prejudicada em relação a proposta de acordo das


partes, a parte requeria é revel, a audiência se iniciou com a oitiva das testemunhas
visto que o depoimento pessoal de ambos já foi realizado em uma audiência
anterior, findado a oitiva da única testemunha o juiz encerrou audiência e prolatou a
sentença em favor da parte autora, cedendo a usucapião para a mesma, e assim se
deu fim ao processo.

Bruno Henrique Silva de Oliveira

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RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 3ª VARA CÍVEL

Comarca: CAMPO GRANDE – MS

Audiência de Instrução e Julgamento

Presidente do ato:  Alessandro Carlo Meliso Rodrigues

Nº do processo: 0824484-48.2014.8.12.0001

Autor: Edgar Santos de Souza

Advogado do autor (nome/OAB): Fabiana Cantero e Oliveira OAB/MS 10.656 e


Adriano Cantero Mello OAB/MS 15.500

Réu: INSS Instituto Nacional de Seguridade Social

Advogados do réu (nome/OAB): Renato Ferreira Morettini Procurador Federal Matr.


1094994 – OAB/MS nº 6.110

Tema: Ação Acidentária contra o INSS

Procedimento: Comum/Instrução e Julgamento

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):

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O autor da ação sofreu um acidente de trabalho que resultou em sequelas em
seu tornozelo e pé com previsão de cirurgia pelo SUS, também informou que devido
a sua função o mesmo adquiriu uma doença fibroblastica CID 10 S 90, o transtorno
de tecidos moles por causa do uso excessivo e pressão, por esses motivos e pelo
nexo causal o requerente adentrou com essa lide

Em audiência

Houve tentativa de conciliação: () Sim (X) Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: () Sim () Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim (X)
Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (X) Não

O feito foi julgado em audiência: () Sim (X) Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim () Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

Aberta a audiência, nos termos do artigo 359, do Código de Processo Civil,


restou infrutífera a tentativa de conciliação entre as partes. Pelo MM. Juiz foi tomado
o depoimento pessoal da parte requerente e em seguida colhidos os depoimentos
das testemunhas presentes, cujos termos seguem anexos. Em seguida pelo
Procurador do Instituto requerido foi postulado a expedição de ofício para o órgão

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empregador da parte autora, a fim de que seja juntado aos autos o documento
relacionado ao Perfil Profissiográfico Previdenciário do autor, a fim de complementar
a produção da prova pericial já realizada, especialmente no tocante à comprovação
do nexo de causalidade. Oportunizada a manifestação da parte contraria, em
contraditório, a advogada da parte requerente concordou com a expedição do ofício
na forma requerida. Em seguida, pelo MM. Juiz foi proferido o seguinte despacho:
“Vistos etc. Com fundamento ao disposto no artigo 369, do CPC, fica deferido o
pedido para expedição do ofício na forma postulada, concedendo-se o prazo de 10
(dez) dias para efetivo cumprimento pela empresa empregadora. Com a juntada aos
autos da resposta, dê-se conhecimento ao perito judicial nomeado a fim de
complementação do laudo pericial já juntado aos autos, notadamente em relação
aos esclarecimentos necessários quanto à configuração do nexo de causalidade
entre o acidente narrado e a incapacidade constatada. Com a manifestação do
perito, nova conclusão para prosseguimento do feito." Às providências e intimações
necessárias.” Os presentes saem devidamente intimados.

Bruno Henrique Silva de Oliveira

Assinatura do aluno:

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Nome: Bruno Henrique Silva de Oliveira CA 17157044

RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 3ª VARA CÍVEL

Comarca: COMARCA DE CAMPO GRANDE/MS

Audiência de Instrução e Julgamento.

Presidente do ato: Alessandro Carlo Meliso Rodrigues

Nº do processo: 0805758-55.2016.8.12.0001

Autor: Vanessa Fernandes De Matos

Advogado do autor (nome/OAB): Marcelo Barbosa Martins OAB/MS 1931 e Neila


Cacemiro de Farias OAB/MS – E 7521

Réu: Gilmar Natalino Volpini-Me

Advogados do réu (nome/OAB): GUILHERME F. FIGUEIREDO CASTRO OAB/MS


10.647 e DIEGO DE OLIVEIRA ELOI OAB/MS 16.976

Tema: Ação de Indenização por Danos Materiais, Morais e Estéticos, decorrente de


Acidente de Trânsito

Procedimento: Comum

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):


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No dia 28.02.2013 por volta das 07:05 horas, a Autora trafegava com a
motocicleta marca Honda CG 150, placa HSW 8935, pela Rua Restinga, sentido
SulNorte, quando foi abalroada pelo Caminhão com placas HTP 2587, conduzido
pelo Sr. Mariolo Gonçalves, que vinha pela Avenida Nasri Siufi no sentido Norte - Sul
e no momento em que, ao efetuar a conversão à esquerda, de modo abrupto e
imprudente, colheu o veículo da Autora, ocasionando os danos.

Em audiência

Houve tentativa de conciliação: (X) Sim () Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: () Sim (X) Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim (X)
Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (X) Não

O feito foi julgado em audiência: () Sim (x) Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim (X) Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

Aberta a audiência, nos termos do artigo 359, do Código de Processo Civil,


restou infrutífera a tentativa de conciliação entre as partes. Pelo MM. Juiz foi tomado
o depoimento pessoal da parte requerente, bem como do representante legal da arte
requerida e em seguida colhidos os depoimentos das testemunhas Dalva Rezende
Vargas, Paulo Isidoro Gonçalves e Luiz Douglas Ortenzi, cujos termos seguem em
anexo. Pelas partes foram dispensadas as oitivas das testemunhas: José Pires de
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Sales e Wagner Oliveira Davalo, com a homologação do Juízo. Em seguida pelo
MM. Juiz foi declarado o encerramento da instrução processual, com relação à
produção de provas orais. Na sequência, pelo MM. Juiz foi proferido o seguinte
despacho: “Vistos etc. Aguarde-se a conclusão da perícia com a juntada do
respectivo laudo aos autos e a intimação das partes. Após, nova conclusão para
prosseguimento do feito. Às providências e intimações necessárias.” Os presentes
saem devidamente intimados.

Bruno Henrique Silva de Oliveira

Assinatura do aluno:

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RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 14ª VARA CÍVEL

Comarca: CAMPO GRANDE –MS

Audiência de Instrução e Julgamento.

Presidente do ato: José de Andrade Neto

Nº do processo: 0839576-66.2010.8.12.0001

Autor: Cleber Da Silva Teixeira

Advogado do autor (nome/OAB): Marcio Andlei de Souza OAB/MS 15394 e Michele


Aparecida Medina OAB/MS 16897

Réu: Maria Leda Pereira De Souza

Advogados do réu (nome/OAB): Moacir Scandola OAB/MS 1.174 e Rosely Coelho


Scandola OAB/MS 1.706

Tema: Ação Reivindicatória

Procedimento: Comum

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):

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O imóvel fora financiado pelo falecido Horácio Gomes Teixeira em 30 de
outubro de 1982, através de contrato de promessa de compra e venda firmado com
a Agência Estadual de Gestão de Empreendimento – AGESUL, ficando, na época,
hipotecado para a Caixa Econômica Federal – CEF. este fora quitado. O “de cuj us”
no ano de 1987 manteve relacionamento amoroso e afetivo com a Requerida, por
apenas 03 (três) meses, vindo a residirem juntos na casa dele. Com o término do
romance o “de cuj us”, em virtude de a Requerida naquela época possuir filhos
pequenos, através de Contrato de Comodato Verbal permitiu que ela continuasse a
residir ali até seus filhos ficarem maiores ou advindo a melhora de sua situação
financeira.

Em audiência

Houve tentativa de conciliação: (X) Sim () Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: () Sim (X) Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim (X)
Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (X) Não

O feito foi julgado em audiência: () Sim (X) Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim () Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

Aberta a audiência, foi tentada a conciliação. Todavia, as partes não entraram


em acordo. A parte autora desistiu de ouvir as testemunhas que havia arrolado.
Foram ouvidas as testemunhas Enilda e Maria Rute, conforme gravações em

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apartado. A parte requerida desistiu da oitiva das demais testemunhas que havia
arrolado. As partes postularam pela concessão de prazo para apresentação de
memoriais escritos. Pelo Juiz foi dito o seguinte: "Acolho o negócio processual feito
pelas partes, ficando estabelecido o prazo comum de 10 dias para memoriais. Os
presentes saem intimados"

Bruno Henrique Silva de Oliveira

Assinatura do aluno:

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RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 14º VARA CÍVEL

Comarca: Campo Grande/MS

Audiência de Instrução e Julgamento.

Presidente do ato: José de Andrade Neto

Nº do processo: 0802996-37.2014.8.12.0001

Autor: Marly Cristina Araújo da Costa

Advogado do autor (nome/OAB): Camila Maués dos Santos Flausino – Defensora


Pública

Réu: Vanderlei da Silva e Dayane Pereira de Almeida

Advogados do réu (nome/OAB): Aparecido Martinez Espínola – Defensor Público

Tema: Ação Possessória

Procedimento: Comum

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):

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A alguns anos a autora adquiriu o imóvel motivo da ação, onde os
demandados possuíam uma relação de amizade e confiança e inclusive conviviam
dentro da mesma casa em harmonia, porém a mais de 10 meses da demandante
tenta reaver através de pedidos de devolução, os réus negam-se a devolver a casa.

Em audiência

Houve tentativa de conciliação: (X) Sim () Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: () Sim (X) Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim ()


Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (X) Não

O feito foi julgado em audiência: () Sim (X) Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim (X) Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

Aberta a audiência foi tentada a conciliação, porém a mesma se mostrou


infrutífera, em seguida foi colhida a oitiva da única testemunha, após isso as partes
negaram a produção de novas provas, as partes pleitearam que as alegações finais
sejam apresentadas por meio de memoriais no prazo de 10 dias.

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Bruno Henrique Silva de Oliveira

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RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 14º VARA CÍVEL

Comarca: Campo Grande - MS

Audiência de Instrução e Julgamento.

Presidente do ato: José de Andrade Neto

Nº do processo: 0800427-85.2014.8.12.0026

Autor: Antônio Alberto Ribeiro Dos Santos

Advogado do autor (nome/OAB): Dennis Stanislaw Mendonça Thomazini OAB/MS


10.156 e João Paulo Mendonça Thomazini OAB/MS 13.777

Réu: ANA CRISTINA PEREIRA DA SILVA

Advogados do réu (nome/OAB): Gustavo Marques Ferreira OAB-MS: 7.863 e


Antônio Ferreira Júnior OAB-MS: 7.862 e Viviane Vicente Ferreira de Almeida OAB-
MS: 14.650

Tema: Protesto Indevido de Título

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Procedimento: Comum

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):

Conforme se verifica da Certidão expedida pelo 2º Cartório de Protestos de


Títulos de Campo Grande/MS, a requerida apresentou para protesto um título de
crédito onde alega ser credora do autor da quantia de R$ 27.600,00 (vinte e sete mil
e seiscentos reais). Ocorre Excelência, que o autor jamais manteve qualquer tipo de
negócio ou relação jurídica com a requerida ou jamais autorizou qualquer pessoa a
firmar compromisso em seu nome, a ponto de justificar a postura maléfica levada a
efeito pela demandada. Com efeito, o autor, que não foi notificado pessoalmente do
protesto do título em questão, tomou conhecimento de referida situação após tentar
fazer um empréstimo, em verdade um custeio rural, e foi impedido justamente por
constar contra seu nome o referido protesto.

Em audiência

Houve tentativa de conciliação: () Sim (X) Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: () Sim (X) Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim (X)
Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (X) Não

O feito foi julgado em audiência: () Sim (X) Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim (X) Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

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Aberta a audiência, foi tentada a conciliação. Porém, não foi obtido acordo.
Foi colhido o depoimento pessoal do autor, conforme gravação no SAJ. Não houve
pedido de depoimento pessoal da requerida. Fora ouvidas duas testemunhas
arroladas pelo autor, conforme gravação no SAJ. Foi ouvida uma testemunha
arrolada pela requerida, conforme gravação no SAJ. Como a requerida deixou de
apresentar a outra testemunha que havia arrolado, restou precluso o direito de ouvi-
la. Em negócio processual, as partes pugnaram pelo prazo comum de 10 dias para
apresentar alegações finais, por memoriais. O Juiz homologou o negócio e
determinou: "Aguarde-se o prazo dos memoriais, conforme negócio processual feito
entre as partes. Após, venham em conclusão para sentença. Os presentes saem
intimados"

Bruno Henrique Silva de Oliveira

Assinatura do aluno:

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RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 14º VARA CÍVEL

Comarca: Campo Grande MS

Audiência de Instrução e Julgamento.

Presidente do ato: José de Andrade Neto

Nº do processo: 0830211-22.2013.8.12.0001

Autor: Tereza Gonçalves

Advogado do autor (nome/OAB): Fábio Rogério Rombi da Silva, Defensor Público

Réu: Delson Silva Oliveira e eventuais Herdeiros do Espólio de Mineo Ishikawa

Advogados do réu (nome/OAB): Aparecido Martinez Espínola, Defensor Público

Tema: Usucapião

Procedimento: Comum

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):


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A autora (documentos pessoais anexos – doc. 2) está na posse direta do Lote
n.º 29 da Quadra n.º 25 na Rua Minira Anache do Jardim Anache, nesta Capital,
desde o ano de 1989. A posse teve início no segundo semestre de 1989 quanto a
autora entabulou Contrato (verbal) de Compra e Venda com o requerido JASON,
que se apresentou na ocasião como sendo o legítimo proprietário do terreno, o
requerido JASON precisou ajuizar Ação de Sobrepartilha do Imóvel, que tramitou na
2.ª Vara de Família e Sucessões desta Comarca (autos código 957561-0, na
numeração da época), cujo julgamento lhe foi favorável reconhecendo que o imóvel
aqui em questão tinha sido adquirido exclusivamente por ele quando já separado de
fato, de modo que o imóvel pertencia por inteiro a ele. Diante de tudo isso a autora
acreditou que o requerido JASON era o proprietário do imóvel.

Em audiência

Houve tentativa de conciliação: () Sim (X) Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: () Sim () Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim (X)
Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (X) Não

O feito foi julgado em audiência: (X) Sim () Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim (X) Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

Aberta a audiência, foram ouvidas três testemunhas arroladas pela autora,


conforme gravação no SAJ. As partes informaram que não tinham outras provas a

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produzir. Em alegações finais, a autora reiterou os termos e pedidos da inicial. O
curador, da mesma forma, reiterou os termos da contestação por ele ofertada. O
patrono da requerida apresentou alegações orais, as quais foram gravadas no SAJ.
Pelo juiz foi determinada a conclusão dos autos, para sentença. Os presentes
saíram intimados.

Bruno Henrique Silva de Oliveira

Assinatura do aluno:

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RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 14º VARA CÍVEL

Comarca: Comarca De Campo Grande - MS

Audiência de Instrução e Julgamento.

Presidente do ato: José de Andrade Neto

Nº do processo: 0808645-80.2014.8.12.0001

Autor: Marlon Sgamatti Silva

Advogado do autor (nome/OAB): André Luiz de Oliveira Costa OAB/MS 11.324–A e


Wilson Crepaldi Junior OAB/MS 17.872

Réu: O Subcondomínio Do Centro Comercial Do Shopping Center Eldorado Campo


Grande

Advogados do réu (nome/OAB): Regina Colagrossi Paes Barbosa OAB/MS 2623/B

Tema: Indenização por Dano Material

Procedimento: Comum

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Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):

No dia 07 de setembro de 2013, aproximadamente às 17h30min, o Autor


juntamente com seus amigos Adílio Alves Dos Santos, Kevyn Rafael Mello Berttol,
Caique Bandeira de Souza e Diogo Henrique Carvalho Santana, se dirigiram ao
estabelecimento/réu para comprarem ingressos para a “Festa Noite do Branco”,
além de passear, lanchar, e eventualmente, proceder a outras compras, após saírem
da loja TNG, perceberam que um dos funcionários dessa loja os estava seguindo.
Os jovens foram então conduzidos escoltados através do Shopping Center pelos
seguranças, sob o olhar perplexo das pessoas que os julgavam como marginais
naquele local, até chegarem a uma sala próxima aos banheiros localizada ao lado
da loja Riachuelo.

Em audiência

Houve tentativa de conciliação: () Sim (X) Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: () Sim () Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim (X)
Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (X) Não

O feito foi julgado em audiência: () Sim (X) Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim () Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

Aberta a audiência, foi proposta a conciliação. Porém, não foi obtido acordo. A
parte requerida insistiu na tomada do depoimento pessoal do autor, que não se fez
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presente na audiência, mas que não foi intimado. Da mesma, o requerente insistiu
na oitiva do depoimento pessoal do representante da requerida. As partes
concordaram em realizar, nesta data, a colheita do depoimento pessoal do
representante da ré e a oitiva da testemunha arrolada pela requerida, sem prejuízo
de se designar uma nova data para a oitiva do depoimento pessoal do autor. Foi
colhido o depoimento pessoal do representante da ré. Foi ouvida uma pessoa
apresentada pela requerida. Antes dessa oitiva, o patrono da requerida manifestou-
se nos seguintes termos: "MM Juiz, consigno meus protestos visto que o Sr. Luiz
Felipe Lima, supervisor de segurança, sequer teve a chance de prestar o devido
compromisso e por tal razão deveria ter sido ouvido como testemunha, não sendo
praxe do requerido processar seus funcionários independentemente do motivo".
Como a requerida não apresentou em juízo a segunda testemunha que havia
arrolado, o juiz considerou precluso o direito de realizar a oitiva. O patrono da parte
requerida manifestou-se nos seguintes termos: MM Juiz, a requerida providenciou o
recolhimento das guias diligenciais para que a testemunha fosse intimada. Deste
modo, como não houve a expedição do mandado pela serventia, não há de se falar
em preclusão da prova. Nada mais.

Bruno Henrique Silva de Oliveira

Assinatura do aluno:

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RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 14ª VARA CÍVEL

Comarca: CAMPO GRANDE – MS

Audiência de Instrução e Julgamento.

Presidente do ato: José de Andrade Neto

Nº do processo: 0810876-80.2014.8.12.0001

Autor: Ângela Maria Da Silva

Advogado do autor (nome/OAB): Kriscia Cavalcante Nakasone Gusso, Defensora


Pública

Réu: Alessandro Ferreira Da Silva

Advogados do réu (nome/OAB): Faber Pereira Kamachi, Defensor Público em


substituição legal

Tema: Rescisão / Resolução

Procedimento: Comum

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):

A autora no mês de outubro de 2013, por contrato verbal, vendeu o veículo


que havia adquirido de ANTONIO DO ESPIRITO SANTO FILHO, ocorre que o réu,

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por sua vez, não cumpriu com sua obrigação. Pagou à autora somente a quantia de
R$ 600,00 (seiscentos reais) e não quitou as demais parcelas (11) restantes.

Em audiência

Houve tentativa de conciliação: () Sim (X) Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: () Sim () Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim (X)
Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (X) Não

O feito foi julgado em audiência: () Sim (X) Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim (X) Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

Aberta a audiência, restou prejudicada a conciliação, uma vez que o réu foi
citado por edital. O requerido desistiu do depoimento pessoal da autora. Foram
ouvidas duas pessoas arroladas pela requerente, conforme gravações no SAJ. Em
alegações finais, as partes reiteraram as manifestações anteriores. Pelo Juiz foi
determinada a conclusão dos autos, para sentença. Os presentes saíram intimados

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Assinatura do aluno:

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Nome: Bruno Henrique Silva de Oliveira CA 17157044

RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 14ª VARA CÍVEL

Comarca: Campo Grande - MS

Audiência de Instrução e Julgamento.

Presidente do ato: José de Andrade Neto

Nº do processo: 0807821-87.2015

Autor: Oronaldo Dell Vale Palhano

Advogado do autor (nome/OAB): Leonardo Ros Ortiz OAB/MS nº 15.695

Réu: Calpolli Brasil Inc Ltda Me

Advogados do réu (nome/OAB): Hilda Priscila Correia Araújo OAB/MS 16.597

Tema: Ação Monitória

Procedimento: Comum

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):

O Requerente é credor da empresa Requerida, do valor de R$ 100.000,00


(cem mil reais), o Requerente vem tentando a um bom tempo firmar acordo no
sentido do pagamento da dívida, porém não logra êxito, vez que, a Requerida está
se eximindo do pagamento. Sendo assim, não resta outra alternativa ao Requerente
a não ser bater às portas da justiça para ver seu direito de credor respeitado.

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Em audiência

Houve tentativa de conciliação: () Sim (X) Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: () Sim () Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim (X)
Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (X) Não

O feito foi julgado em audiência: (x) Sim () Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim (X) Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

Os embargos de declaração interpostos por Oronaldo Del Valle Palhano


devem ser acolhidos. De fato, analisando-se a sentença proferida, constata-se
contradição na condenação relativa à verba sucumbencial, na medida em que não
se constata valor atribuído à causa nos embargos apresentados. Não obstante, é
cediço que a verba honorária, de fato, deve ser fixada, num primeiro momento,
tomando-se por base o valor da condenação. No caso, vislumbra-se que a sentença
condenou o embargante ao pagamento de honorários em 10% sobre o valor da
causa. Todavia, conforme já mencionado, da simples análise dos termos do art. 85,
do CPC, percebe-se que a condenação deve incidir sobre o valor da condenação.
Assim, acolho os embargos apresentados, para o fim modificar a parte dispositiva da
sentença, fazendo constar, doravante, o seguinte teor: "Condeno o embargante ao
pagamento das custas dos embargos, bem como de honorários advocatícios em

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favor do patrono da parte embargada, fixando esses honorários em 10% do valor da
condenação, em especial pela baixa complexidade do feito e o tempo de duração do
processo". No mais, ficam mantidos todos os termos da sentença proferida.

Bruno Henrique Silva de Oliveira

Assinatura do aluno:

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RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 14º VARA CÍVEL

Comarca: Campo Grande - MS

Audiência de Instrução e Julgamento.

Presidente do ato: José de Andrade Neto

Nº do processo: 0011897-08.2006.8.12.0001

Autor: Rosalda Beatriz Colman

Advogado do autor (nome/OAB): Paulo Roberto Mattos – Defensor Publico

Réu: João Ramão e Jorcelina Coene Ramão.

Advogados do réu (nome/OAB): Aparecido Martinez Espinola – Defensor Público

Tema: Usucapião

Procedimento: Comum

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):

A parte autora da ação afirma que reside no terreno fruto da lide a mais de 23
anos de forma ininterrupta e pacifica, a mesma chegou a construir uma casa no
terreno onde fez a sua moradia, a mesma (autora) quer que seja reconhecida a
aquisição originária da propriedade do imóvel.

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Em audiência

Houve tentativa de conciliação: () Sim (X) Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: () Sim () Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim (X)
Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim X () Não

O feito foi julgado em audiência: () Sim () Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim (X) Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

Aberta a audiência foi ouvida as oitivas das testemunhas, em alegações finais


as partes rejeitaram as manifestações anteriores pelo juiz foi proferida a seguinte
sentença: “Rosalda Beatriz Colman, devidamente qualificada nos autos, ajuizou a
presente Ação de Usucapião, em desfavor de João Ramão e Jorcelina Coene
Ramão” “Compulsando os autos, posso adiantar que o pedido inicial merece ser
acolhido”.

Bruno Henrique Silva de Oliveira

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RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 14º VARA CÍVEL

Comarca: Campo Grande – MS

Audiência de Instrução e Julgamento.

Presidente do ato: Juiz José de Andrade Neto

Nº do processo: 0038693-60.2011.8.12.0001

Autor: Luiz Carlos dos Santos e Marcia Regina Cambiachi Saragoça.

Advogado do autor (nome/OAB): Eliana Etsumi Tsunoda Defensora Pública

Réu: Zacarias Vieira de Andrade – Empreendimentos Imobiliários LTDA.

Advogados do réu (nome/OAB): Leslie dos Reis Gonçalves – Defensora Pública em


substituição.

Tema: Usucapião

Procedimento: Comum

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):

Os autores possuem a posse do terreno motivo da lide desde 1995, tal posse
é feita de forma mansa, pacifica e ininterrupta, os mesmos nunca sofreram qualquer
forma de oposição quanto a sua posse, os mesmos querem o reconhecimento do
direito à propriedade.

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Em audiência

Houve tentativa de conciliação: () Sim (X) Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: () Sim () Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim (X)
Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (x) Não

O feito foi julgado em audiência: (x) Sim () Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim (x) Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

Aberta a audiência, foram ouvidas duas testemunhas, conforme gravações


em apartado. Os autores desistem das demais testemunhas arroladas. Em
alegações finais, as partes reiteraram as manifestações anteriores. Pelo juiz foi
proferida a seguinte sentença. Os confinantes do imóvel descrito na inicial foram
devidamente citados, sendo que não apresentaram qualquer manifestação nos
autos. O Município, o Estado e a União não alegaram interesse sobre o imóvel que a
autora pretende usucapir. Foram ouvidas duas testemunhas arroladas pela autora.
Em razões finais, o requerente reiterou os termos da inicial, pugnando pela
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procedência de seu pedido, no que foi contrariado pela curadoria especial. Relatei.
Decido. Compulsando os autos, posso adiantar que o pedido inicial merece ser
acolhido.

Bruno Henrique Silva de Oliveira

Assinatura do aluno:

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RELATÓRIO DE AUDIÊNCIA

Juízo: 12 VARA CÍVEL

Comarca: CAMPO GRANDE/MS

Audiência de Instrução e Julgamento.

Presidente do ato: Alessandro Carlo Meliso Rodrigues

Nº do processo: 0813630-53.2018.8.12.0001

Autor: Luzineth Barbara Aziz Pereira

Advogado do autor (nome/OAB): Cynthia Renata Souto Vilela OAB/MS 10.909 e


Paulo Belarmino De P. Júnior OAB/MS 13.328

Réu: Energisa Mato Grosso Do Sul – Distribuidora De Energia S/A.

Advogados do réu (nome/OAB): Edyen Valente Calepis – OAB/MS 8767

Tema: Obrigação de Fazer

Procedimento: Comum

Resumo da discussão de direito material (objeto da lide):

A Requerente é cliente da Concessionária Requerida, sendo que mantém


relação de consumo de cunho jurídico-financeiro. Ocorre que na data de 21/06/2017,
a Autora locou seu imóvel motivo da lide, entretanto não transferiu a conta de

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Energia Elétrica para o nome do locatário, com isso, o locatário deixou de cumprir
com a quitação das faturas no período em que se encontrou possuidor do referido
imóvel, fazendo com que gerasse uma dívida no montante de R$ 10.687,39 (dez mil
seiscentos e oitenta e sete reais e trinta e nove centavos), pelo não pagamento das
faturas. Ocorre que a Autora precisa voltar a residir no seu imóvel, no entanto a
Concessionaria Requerida se nega a religar o fornecimento de energia elétrica, por
causa dos débitos deixados pelo ex-inquilino.

Em audiência

Houve tentativa de conciliação: (X) Sim () Não

A tentativa de conciliação foi exitosa: () Sim (X) Não

O Juízo fixou os pontos controvertidos sobre os quais incidirão as provas: () Sim (X)
Não

Quais foram esses pontos?

A audiência foi adiada: () Sim (X) Não

O feito foi julgado em audiência: () Sim (X) Não

Algum dos advogados ou o membro do Ministério Público requereu que constasse


no termo de audiência alguma ocorrência especial: () Sim (X) Não

Qual?

Resumo dos fatos ocorridos em audiência:

Aberta a audiência, nos termos do artigo 359, do Código de Processo Civil, foi
apresentada pelo juízo a proposta de conciliação entre as partes (art. 3º, § 3º, do
CPC), sendo, no entanto, infrutífero o acordo. Pelo MM. Juiz, em decorrência, foi
dado início à instrução processual, sendo inquirida a testemunha presente, conforme
gravação em anexo.

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Em seguida, pelo MM. Juiz foi declarado o encerramento da instrução
processual e as partes postularam pelas alegações finais remissivas aos
fundamentos apresentados na petição inicial e de contestação. Por fim, foi proferido
o seguinte despacho: “Vistos etc. Voltem os autos em conclusão para a prolação da
sentença. Às providências e intimações necessárias.” Os presentes saem
devidamente intimados.

Bruno Henrique Silva de Oliveira

Assinatura do aluno:

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ANEXO 4.3 – PEÇAS ELABORADAS E/OU DECLARAÇÃO DO SUPERVISOR
CONFIRMANDO A ELABORAÇÃO DAS PEÇAS1.

AO DOUTO JUÍZO DA 2ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA DE SÃO LUÍS/MA

PROCESSO Nº 0810357-57.2017.8.10.0001

JOSÉ NONATO DE LIMA, já devidamente qualificado, vem, por meio de seu


advogado infra firmado, em atenção ao Ato Ordinatório de 06.07.20, oferecer RÉPLICA À
CONTESTAÇÃO, nos termos a seguir.

DAS ALEGAÇÕES DO ESTADO DO MARANHÃO

Inicialmente, destaca-se que a contestação da requerida é exaustivamente genérica,


desatualizada, mal formatada e desestruturada, aduzindo tão somente aspectos generalistas e
que pouco contestam, de fato, a tese inicial.

Nesta senda, a requerida se baseia em dois pontos principais, quer sejam: a não
comprovação do dever estatal de indenizar, decorrente da conduta do agente público e do
nexo de causalidade; e a quantificação do dano moral.

Ausência de dolo e nexo de causalidade

Aduz a contestante que inexiste nexo causal entre o evento danoso e a conduta
(c)omissiva do agente público que enseje a responsabilidade por ato ilícito.

1
Caso o supervisor não permita a juntada das peças, o aluno poderá entregar declaração simples, assinada pelo
supervisor, contendo a quantidade e tipos de peças elaboradas.
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Argumenta, ainda, que, na ocasião do evento danoso, quando o requerente acionou o
Corpo de Bombeiros para o local, este não podia se deslocar até lá no momento, pois possui
quadro de pessoal fixo, o que impossibilita atender a todos os chamados de uma só vez.

Por fim, atenta que o requerente não comprova a culpa ou o dolo da Administração
Pública que enseje a indenização por ato ilícito, nem tampouco existe nexo causal, pois não
houve conduta do Poder Público.

Pois bem, analisando-se a argumentação posta, o requerente mantém a posição


exarada na sua petição inicial.

Com isso, infere-se que, é evidente que toda corporação possui quadro de pessoal
fixo, mesmo que seja uma só fração. E isso não é impeditivo para o Estado cumprir com suas
obrigações, nem tampouco se eximir de suas responsabilidades.

Sendo assim, nota-se que, se a Administração Pública, tendo conhecimento do seu


possível déficit no quadro de pessoal que possa acarretar lesão ou ameaça a direito, não
interfere de forma a reduzir ou extinguir tal possibilidade, esta é sim responsável,
objetivamente, por todo e qualquer evento danoso fruto de tal ato (c)omissivo.

É basilar. Se há assunção do risco administrativo da conduta, há a obrigação em


reparar evento danoso decorrente do que lhe deu causa, in casu, a ineficiência tanto em
segurança pública, quanto em prestação de socorro pelo Corpo de Bombeiros.

Com isso, tem-se, ainda, que a segurança pública é fator preponderante ao exercício
do poder estatal em prevenir, repreender e identificar os possíveis agentes de eventos do tipo,
para que a confiança entre o ente do Estado e a sociedade seja estabelecida.

Ressalta-se que aqui não se visa qualificar o Estado como autor do dano, mas sim
como responsável direto pelo conjunto de condutas omissivas e comissivas que ensejaram o
ocorrido e a amplitude que proporcionou de dano.

Portanto, comprovado o evento danoso e a conduta omissiva do Estado, tanto em


prevenção (que ocorreu em duas etapas: a segurança pública que devia impedir o agente

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causador do incêndio e a destruição do bem, que ocorreu com a morosidade do Estado),
quanto em repreensão, tem-se a caracterização do nexo de causalidade, devendo o ente estatal
responder objetivamente pelo ato ilícito perpetrado.

Da quantificação do dano moral

A contestante aduz que no arbítrio da condenação por danos morais o Juízo faça uma
ponderação de valores levando em consideração a gravidade da culpa e a extensão do dano,
para que se afaste possível enriquecimento ilícito.

Diante disso, é manifesto o sentimento de irreversível paz e conformidade que a


destruição do meio de trabalho e transporte do requerente acarreta, não podendo o requerido
intervir na quantificação do alcance desse dano moral.

Frisa-se que, ante a conjuntura atual, o valor pedido a título indenizatório moral se
adequa ao habitualmente concedido em situações semelhantes, não configurando, portanto,
enriquecimento ilícito.

Nesse ínterim, está o Juízo livre, operando-se nos moldes da razoabilidade e


proporcionalidade e aos níveis socioeconômicos das partes, a fixar os danos morais causados.

DOS PEDIDOS

Finalmente, diante toda a análise das contestações, o autor realça a manutenção dos
pedidos elencados na exordial, com a condenação dos requeridos ao pagamento das
indenizações por danos materiais e morais à requerente e honorários de sucumbência em 20%.

Assim, requer-se a total procedência dos pedidos elencados à inicial.

Nestes termos,

Pede deferimento.

São Luís/MA, 25 de September de 2021.

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AO DOUTO JUÍZO DA 2ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA DE SÃO LUÍS/MA

PROCESSO Nº 0813345-85.2016.8.10.0001

ESPÓLIO DE MICILEIA FURTADO, já devidamente qualificado, vem, por meio


de seu advogado infra firmado, em atenção ao Ato Ordinatório de Id 20762049, oferecer
réplica às contestações de Id 19193852 e Id 20749133, nos termos a seguir.

DAS ALEGAÇÕES DO ESTADO DO MARANHÃO

Da responsabilidade da concessionária e da responsabilidade subsidiária do


Estado

A contestante aduz que a responsabilidade pelos danos eventualmente causados a


usuários e terceiros é da empresa concessionária de serviço público, ante a responsabilidade
objetiva constitucional a ela atribuída e a assunção do risco inerente à atividade, conforme a
Lei de concessão (Lei nº 8.987/95).

Em virtude disso, defende que o Estado responde subsidiariamente, e não


solidariamente, pelos danos causados, arcando com tal responsabilidade somente na hipótese
real da concessionária não ser capaz de arcar com tal ônus.

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Pois bem, analisando-se a argumentação posta, o requerente mantém a posição da
sua petição inicial, destacando-se que, mesmo com a assunção dos riscos inerentes à atividade
pela concessionária, o poder concedente ainda é responsável, na forma solidária, aos danos
causados, visto que, in casu, o direito de segurança ao usuário está inserido no serviço público
concedido, havendo presunção de que a concessionária e o Estado, por meio de fiscalização,
contribuem para sua existência.

Entretanto, a segurança pública está distante dos moldes mínimos desejáveis,


ressaltando-se que, no caso concreto, no período noturno, nenhum dos requeridos propiciaram
condições capazes de prevenir tais danos, seja com um melhor policiamento do Estado,
monitoramento audiovisual (câmeras) nos ônibus, sistemas de alarme/segurança etc., visto
que a situação em comento impossibilitou que os passageiros se retirassem em segurança,
motivando, portanto, o salto da vítima pela janela do veículo em movimento, conforme
ocorrido.

Assim, tem-se que o fundamento da responsabilidade estatal é garantir uma


equânime repartição de ônus dos atos lesivos por ocasião de atividades desempenhadas no
interesse da coletividade, fundamentando-se, portanto, no princípio da isonomia, ante o risco
administrativo da atividade.

Das excludentes de responsabilidade – caso fortuito e culpa de terceiros

A contestante alega que o óbito da vítima ocorreu em decorrência da atuação dos


assaltantes, fato este imprevisível e alheio à atuação do ente estatal, configurando excludente
de responsabilidade por caso fortuito ou culpa de terceiros.

Entretanto, é notório que a situação de roubo, isoladamente, não configurou motivo


para a morte da requerida, visto que isso ocorreu devido ao salto pela janela do ônibus em
movimento, durante a relação de consumo.

Assim, na ausência de conduta hábil a minimizar os impactos decorrentes de


situações como essa, o que poderia ser feito também com a parada do ônibus durante o
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assalto, isso evidentemente não ocorreu, reduzindo a margem de defesa das vítimas do evento
em comento.

Ainda, não se pode configurar como fortuito no âmbito local um conjunto de


acontecimentos repetidamente ocorridos e não prevenidos pelos entes fiscalizadores e
executores, inexistindo imprevisibilidade, sendo, portanto, corriqueiro e passível de
responsabilização por quem deveria prevenir/repreender.

Nessa linha de raciocínio, em que pese alegação de que o Estado não deve ser punido
por fato inesperado e inevitável que não faz parte da atividade fim do serviço de condução de
passageiro, diante da constância de assaltos nos meios de transporte, o fato já se tornou
corriqueiro ante a inércia estatal, eliminando o elemento imprevisibilidade da excludente de
caso fortuito.

Portanto, a recorrência de tais eventos e a omissão ou ineficiência do Estado e das


concessionárias em proverem meios de prevenção e repressão, retiram a isenção que teriam
em eventual responsabilidade, descaracterizando o caso fortuito e a culpa exclusiva de
terceiros, levando-se em conta ainda o serviço público essencial do Estado.

Frisa-se que nem o Estado, nem a concessionária apresentaram provas que os


isentem da responsabilidade de reparar os danos causados, a saber que em relações desse
gênero, está implícita a cláusula de incolumidade, que atribui ao transportador a obrigação de
garantir aos passageiros uma viagem boa e segura, não permitindo que ocorra um fato
estranho que possa causar danos aos passageiros e deturpar o resultado esperado da relação de
transporte.

Dos parâmetros de fixação do pensionamento para os danos morais

A contestante alega que o autor não comprovou a dependência ou contribuição do de


cujus para o seu sustento, o que justificaria o pagamento da pensão.

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Aduz ainda que a indenização só seria possível se houver prova de que a vítima
exercia atividade remunerada e que contribuía para o sustento familiar, corroborando sua
argumentação por um conjunto de jurisprudências arcaicas e desatualizadas à realidade social.

Ainda, em relação ao parâmetro de fixação da indenização, argumenta que é


irrazoável a referência de expectativa de vida da de cujus para o valor total, devendo ser
aplicado o limite de 25 anos de idade dos filhos, possíveis dependentes, para a percepção de
2/3 do salário mínimo e 1/3 após tal idade até a expectativa de vida média do brasileiro, de
acordo com o IBGE.

Pois bem, quanto ao fato da dependência econômica dos filhos, o nosso sistema
jurídico considera a dependência econômica dos filhos aos pais como presumida, dado o
arcabouço de proteção e assistência integral.

Quanto ao fato de que a vítima possa não exercer atividade remunerada, tal
argumentação é um completo equívoco, visto que, mesmo na hipótese de a vítima não exercer
atividade remunerada, não se pode concluir que ela não contribuía para a manutenção do lar,
haja vista que os trabalhos domésticos prestados no dia a dia podem ser mensurados
economicamente, gerando reflexos patrimoniais imediatos.

Ainda, o exercício de efetiva atividade remunerada em carteira assinada não deve e


nem pode ser requisito de fixação da indenização, visto que, nesse caso, a responsabilidade
estatal de indenizar estaria vinculada ao exercício laboral da vítima, o que é impensável.

Assim, incursos estão o ente estatal e a concessionária a indenizarem o autor pelos


danos causados, conforme arts. 944 e seguintes do Código Civil.

Por fim, quanto ao parâmetro de fixação, por dever de justiça e equidade social,
deve-se estabelecer como delimitador, o valor da renda auferida pela vítima ou o do salário
mínimo vigente, este último foi o pedido da inicial, não se esvaindo da expectativa de vida
média da vítima no convívio e contribuição com a família.

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Da quantificação do dano moral

A contestante aduz que no arbítrio da condenação por danos morais, o Juízo faça
uma ponderação de valores, levando em consideração a dor e o sofrimento causado pelo dano,
para que se afaste possível enriquecimento ilícito.

Diante disso, é manifesto o sentimento de dor e sofrimento que a ausência da mãe


causa aos filhos ante a situação, não podendo a requerida intervir na quantificação do alcance
desse dano moral.

Frisa-se que, ante a conjuntura atual, o valor pedido a título indenizatório moral se
adequa ao habitualmente concedido em situações semelhantes, não configurando, portanto,
enriquecimento ilícito.

Nesse ínterim, está o Juízo livre, operando-se nos moldes da razoabilidade e


proporcionalidade e aos níveis socioeconômicos das partes, a fixar os danos morais causados.

DAS ALEGAÇÕES DA REQUERIDA EXPRESSO RODOVIÁRIO 1001


LTDA

PRELIMINARES

Da revogação do benefício da Justiça Gratuita

A requerida requer a revogação da gratuidade de justiça concedida, alegando que a


parte autora não comprovou sua hipossuficiência econômica.

Sustenta seu pedido pela transcrição de dispositivos legais e jurisprudenciais que, por
atecnia da contestante, ou estão revogados, ou por si só justificam a manutenção da gratuidade
de justiça, visto que, como prevê o CPC, presume-se verdadeira a alegação de insuficiência
econômica deduzida por pessoa natural, ainda mais no presente caso, onde, além da requerida
utilizar de tal alegação somente para impedir o acesso à justiça, é latente a hipossuficiência

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econômica dos filhos da de cujos, a observar, por exemplo, a fatura de energia elétrica nos
autos.

MÉRITO

Da excludente de responsabilidade por caso fortuito

A contestante alega o mesmo que o Estado do Maranhão, desenvolvendo, ainda, sua


argumentação por meio da narrativa constante nos B.O.’ s policiais e defendendo a exclusão
da responsabilidade do transportador.

A despeito disso, mantem-se o posicionamento exarado na inicial e replicado na


contestação do Estado do Maranhão.

Ainda, a título complementar, frisa-se que, o Tribunal de Justiça do Maranhão


decidiu, por meio do processo nº 0049758-67.2015.8.10.0001, em sede de apelação, que
tramitou na 4ª Câmara Cível, de relatoria do desembargador Marcelino Everton, que a
empresa, no caso a Viação Primor Ltda., deve responder pelos danos causados aos
passageiros, mesmo que causados por terceiro, não podendo caracterizar como imprevisível
situações das quais se pode prever, visto que, em momento anterior, o desembargador Paulo
Velten já havia levantado a necessidade das empresas de transporte conduzirem seus
passageiros com segurança.

Da excludente de responsabilidade por culpa exclusiva da vítima

Aduz a contestante que, ante o fatídico, a culpa pelo dano causado foi
exclusivamente da vítima, visto que ela se atirou do ônibus, junto com outros passageiros,
enquanto os que não fizeram tal ato, não se lesionaram.

Argumenta ainda, repetidamente, que a concessionária e o Estado se incluem na


teoria do risco administrativo e, o nexo de causalidade é determinante para atribuir a

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responsabilidade por evento danoso aos entes/órgãos públicos, o que, neste caso, inexistiu
ante a conduta da vítima de se atirar pela janela do veículo.

Entretanto, é latente e incontroverso que, nas prestações de serviços e relações de


consumo do gênero, a responsabilidade do transportador vai além de concluir o trajeto do
passageiro. A doutrina, jurisprudência e legislação já são assentes no entendimento de que
nessas relações o objeto fim do transporte deve englobar a segurança e o transporte digno dos
passageiros, sendo a responsabilização cível/consumerista a medida imposta em eventuais
danos ou desconformidades com o objeto contratado.

Sendo assim, o nexo de causalidade se inicia com o usufruto do meio de transporte


pelo usuário e só termina com a conclusão do trajeto em segurança, atraindo para a prestadora
do serviço público o dever de proteção e reparação de danos existentes.

Da ausência de dano moral

A despeito disso, mantem-se o posicionamento e a argumentação exarados na inicial


e replicados na contestação do Estado do Maranhão.

Do pedido de pensão vitalícia e dos parâmetros para fixação

Mantem-se o posicionamento e a argumentação exarados na inicial e replicados na


contestação do Estado do Maranhão.

DOS PEDIDOS

Finalmente, diante toda a análise das contestações, o autor realça a manutenção dos
pedidos elencados na exordial, com a condenação dos requeridos ao pagamento das
indenizações por danos materiais e morais à requerente e honorários de sucumbência em 20%.

Assim, requer-se a total procedência dos pedidos elencados à inicial.

São Luís/MA

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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DO 12º JUIZADO
ESPECIAL CÍVEL E DAS RELAÇÕES DE CONSUMO DE SÃO LUÍS

Autos do processo n.º 0800368-44.2015.8.10.0018


Francilio Gomes da Silva, já devidamente qualificado nos autos da execução em epígrafe,
que move em face de DALCAR VEICULOS LTDA, também já qualificada, vem por meio
deste, requerer de V. Ex.ª, com fulcro no § 5.º, art. 28 da Lei n.º 8.078/90,
a desconsideração da personalidade jurídica, pelos fatos e direitos a seguir:

Preliminarmente

Como foi demonstrado nas razões narradas na petição (ANEXAR ASSIM QUE
POSSIVEL OU CASO SEJA NECESSÁRIO, NÃO TIVE ACESSO AO QUE GEROU
O LITIGIO EM SI)
Assim tratados os fatos houve então a necessidade de prosseguimento do processo
com a busca nos órgãos do INFOJUD e RENAJUD para que fosse necessária a verificação de
possíveis bens para dar prosseguimento ao litigio, em caso de penhoras pertencente ao
executado, como resultado foram encontrados (ANEXAR) que no caso se tornam
insuficientes para a execução da penhora, segue-se então o pedido de desconsideração da
personalidade jurídica.

DO DIREITO

Como demonstrado OS BENS ENCONTRADOS (REALIZAR CORREÇÃO) após


o acesso ao INFOJUD e RENAJUD se mostraram insuficientes para o prosseguimento da
penhora, podendo causar danos monetários ao não pagamento pela parte executada, mostra-se
necessário a desconsideração da personalidade jurídica, sem a necessidade da exclusão da
mesma do polo passível do litigio.
A lei nº8.078 de 11 de setembro de 1990 trata sobre tal tema em seu artigo 28 § 5º, in
verbis:
Art. 28. O juiz poderá desconsiderar a personalidade jurídica da sociedade quando, em
detrimento do consumidor, houver abuso de direito, excesso de poder, infração da lei, fato ou ato
ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social. A desconsideração também será efetivada
quando houver falência, estado de insolvência, encerramento ou inatividade da pessoa jurídica
provocados por má administração.
§ 5º Também poderá ser desconsiderada a pessoa jurídica sempre que sua personalidade for, de
alguma forma, obstáculo ao ressarcimento de prejuízos causados aos consumidores.

Posto isso, vem o Exequente requerer que seja determinada a desconsideração da


personalidade jurídica para que sejam chamados à lide os sócios constituintes da empresa
executada, haja vista, o dano decorrido pela má administração e má-fé de seus constituintes.
Caso se faça necessária a penhora dos bens encontrados após a desconsideração
mostra-se necessário respeitar o trâmite processual dito no Art. 11 e seus incisos, da Lei de
Execução Fiscal.

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DOS PEDIDOS

9.  Por todo o exposto, REQUER a Vossa Excelência:

a) DEFERIR o pedido de Desconsideração da Personalidade Jurídica em detrimento da


Executada;

b) Seja efetivada a PENHORA online através do BACEN/JUD OU SISBAJUD, indicando


para tal fim o nome e o número CPF do sócio administrador e de seu sócio
Executado:

CPF n.º: _

Executado: _

CPF n.º: _

c) Seja OFICIADA a Junta Comercial do Estado do MARANHÃO, na Rua _, n.º _, Bairro


_, Cidade/UF, CEP _, para que seja fornecido o Contrato Social da empresa;

d) REQUER ainda, mesmo com a desconsideração da personalidade jurídica a DALCAR


VEICULOS LTDA não seja retirada do polo passivo da ação para que se possa evitar
futuros atrasos ou prejuízos a parte autora;

e) Seja OFICIADA a Delegacia da Receita Federal, para encaminhar as últimas três


declarações de renda da sócia-administradora e de seu sócio;

f) REQUER ainda que sejam realizadas pesquisas nos cartórios de móveis e ao mesmo
tempo nos registrados do Departamento de Trânsito do Estado _, visando que seja efetivada
a penhora caso positiva.

Nestes termos, pede deferimento.

Advogado/OAB n.º MA11790


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Dr.  VALDIR RUBINI

EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ FEDERAL


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Autos: 1030389-402020.4.01.3700 

DIEGO NOGUEIRA SILVEIRA, já qualificado nos autos em epígrafe, por intermédio de


seus advogados legalmente constituídos, vêm, respeitosamente, perante Vossa Excelência,
interpor RECURSO INOMINADO, nos termos do artigo 42 da Lei 9.099/95, pelas razões
anexas, requerendo desde já seu recebimento e posterior remessa à instância superior,
segundo as formalidades legais.

Informa desde já a Recorrente que o preparo não foi recolhido, pois o indeferimento dos
benefícios da assistência judiciária gratuita pela r. sentença recorrida é também objeto deste
recurso.

Pede deferimento.

XXXXXXXXXXXX/UF

VALDIR RUBINI - OAB MA11790

GUSTAVO ESROM SANTOS NOGUEIRA - OAB MA22174

RAZÕES DE RECURSO INOMINADO

 Autos: 1030389-402020.4.01.3700 

Recorrente: DIEGO NOGUEIRA SILVEIRA

Recorrida: CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CNPJ: 00.360.305/2637-09

EMPRESA DE TECNOLOGIA E INFORMACOES DA PREVIDENCIA - DATAPREV -


CNPJ: 42.422.253/0001-01

UNIÃO FEDERAL - CNPJ: 00.394.411/0001-09

Eméritos Julgadores

DOS FATOS

O recorrente, inconformado com a sentença proferida por este juízo não encontra outra
alternativa a não ser por este instrumento.

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O autor ajuizou esta demanda visando o recebimento do auxílio emergencial como já é
tratado na inicial, porém por decisão foi indeferido.

O motivo do indeferimento foi claro pelo juiz, com o motivo de que “Membro familiar
pertence à família do Cadastro Único já contemplada com o Auxílio Emergencial”, porém há
um erro demonstrado nos autos, pois como já foi alegado a parte autora é distinta da que está
no banco de dados do Poder Público.

A comprovação está junto ao recurso (ANEXAR POSTERIORMENTE).

Como informado na exordial, a parte autora não tem ligação com a família já
comtemplada com o auxílio emergencial, dessa forma se faz comprovada o direito de
recebimento.

DA SENTENÇA

Em sentença a recorrente teve a o seu pedido parcialmente, tornando da mesma forma


extinto parcialmente sem resolução de mérito, ainda com a exclusão da Dataprev e da Caixa
Econômica Federal, e também a negativa dos danos morais.

Todavia a sentença proferida merece reforma, uma vez que agora a decisão proferida
contraria as provas anexadas neste recurso.

Como já noticiado nos autos a parte autora NÃO faz parte do membro familiar já
contemplado com o auxílio emergência, fazendo jus ao seu recebimento.

DOS DANOS MORAIS

Como demonstrado nos autos, os danos morais ficam claros visto ao não recebimento
do auxílio.

A renda do autor já estava comprometida com o aparecimento da corona vírus, o


mesmo fez planos com esse dinheiro “extra” e os mesmos foram frustrados graças a negativa
da Caixa Econômica Federa.

DOS PEDIDOS

Exposto os fatos requer:

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l - Conceder o benefício do auxílio emergencial em razão da comprovada argumentação nos
autos;

ll – Alternativamente em caso de entendimento contrário, a anulação da sentença proferida,


assim como a determinação da inclusão das partes excluídas na decisão;

lll – conceder o pedido de danos morais pelos fatos expostos nos autos.

Termos em que pede deferimento.

2021

VALDIR RUBINI - OAB MA11790

GUSTAVO ESROM SANTOS NOGUEIRA - OAB MA22174

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EXCELENTÍSSIMO (A) SENHOR (A) DOUTOR (A) DESEMBARGADOR (A) RELATOR (A)
DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO MARANHÃO.

Autos nº 0801467-84.2019.8.10.0058

JOSÉ RENATO PEREIRA DUTRA, já devidamente qualificado nos autos de AÇÃO


REVISIONAL DE CONTRATO c/c TUTELA ANTECIPADA DE URGÊNCIA, movida
contra BANCO BRADESCO S.A, já identificada no processo, vem respeitosamente à
presença de Vossa Excelência, apresentar;

IMPUGNAÇÃO AOS EMBARGOS DECLARAÇÃO

I – DOS FATOS

Tal lide se iniciou contra o requerido pelos fatos da necessidade da revisão contratual
entre as partes – objeto já citado na inicial – acontece que o contrato firmado antes passou a
ser exorbitante visto a diminuição dos valores pagos pelo INSS ao requerente; os valores do
desconto da aposentadoria passaram a ser altos e as parcelas da forma que estavam passaram a
ficar insustentáveis, na forma da lei, os valores pagos ao banco passou dos 30% do valor do
benefício, contrariando a lei regulamentadora citada na inicial.

A decisão foi julgada procedente para a parte ativa, sendo estas no 1º (primeiro) e 2º
(segundo) grau, porém a parte alegou que tal decisão foi julgada monocraticamente por vossa
Eminência consistindo “na necessidade de reforma da sentença para afastar a condenação em
honorários com base no valor da causa, a fim de aplicar como base a condenação”.

II- DAS RAZÕES DA IMPUGNAÇÃO

As alegações da parte Embargante são desprovidas de qualquer fundamento jurídico, pois


analisando-se os embargos percebe-se que NÃO HOUVE OMISSÃO, OBSCURIDADE E
CONTRADIÇÃO a serem sanadas na decisão impugnada.

O Embargante apenas tenta procrastinar o feito e rediscutir a matéria já analisada, o que é de


total impertinência processual.

O juízo analisou e definiu que:

DISPOSITIVO

Ante o exposto, no mérito, julgo PARCIALMENTE


PROCEDENTES os pedidos da inicial, na forma do que
dispõe o art. 487, inc. I, do CPC, para determinar ao réu que
mantenha a totalidade dos descontos no limite de 30% (trinta

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por cento) do valor do benefício da parte autora, devendo
proceder ao recálculo do empréstimo, se for o caso, apenas
transportando a diferença para o final do contrato, abatendo-se
as quantias já pagas.

Custas e honorários advocatícios pelo réu, estes no


importe de 15% (quinze por cento) sobre o valor da causa.

A irresignação da parte embargante deve ser feita através de recurso especifico, quando
cabível, e não por meio dos embargos de declaração.

Conforme entendimento o E. Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo:

“.... O juiz não está obrigado a responder todas as alegações das


partes, quando já tenha encontrado motivo suficiente para fundar a
decisão, nem se obriga a ater-se aos fundamentos indicados por elas e
tampouco a responder um a um todos os seus argumentos” (RJSP, vol.
104, p 340).”

Na verdade, sob o calor dos Embargos de Declaração em liça, pretendeu-se basicamente


reavivar a discussão sobre pontos da lide e modificar a decisão, o que, como cediço,
transborda o escopo de tal recurso.

Os embargos de declaração são cabíveis apenas quando houver na sentença ou no acórdão,


obscuridade, contradição, omissão ou dúvida, conforme previsto no artigo 1022, incisos I, II e
III do Código de Processo Civil:

Art. 1022. Cabem embargos de declaração contra qualquer


decisão judicial para:

I- esclarecer obscuridade ou eliminar contradição;

II- suprir omissão de ponto ou questão sobre o qual devia se


pronunciar o juiz de ofício ou a requerimento;

III – corrigir erro material.

No caso em tela, pela clareza da decisão não é permitido entende que houve qualquer
omissão, contradição, obscuridade ou dúvida e os embargos de declaração se revelam
meramente procrastinatórios, criando empecilhos e afrontando a legislação processual
vigente, que visa acelerar e facilitar a prestação jurisdicional.

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Requer, portanto, que seja mantida a decisão embargada e que o embargante seja condenado
nas penas de litigância de má-fé, aplicando se o artigo 1.026, § 2º, do Código de Processo
Civil, no valor de 2% (dois por cento) do valor da causa.

III- DOS PEDIDOS

a) QUE SEJA MANTIDA A DECISÃO PROLATADA POR ESTE JUÍZO.

b) QUE O EMBARGANTE SEJA CONDENADO POR LITIGÂNCIA DE MÁ FÉ, NO


VALOR DE 2% DO VALOR DA CAUSA.

Nestes Termos,

Pede Deferimento.

____________-___, ___ de _________ de 20__.

Advogado

OAB- ___Nº _______

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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO 4ª CÂMARA CÍVEL DO TJMA

Processo nº 0801467-84.2019.8.10.0058

       JOSE RENATO PEREIRA DUTRA, devidamente qualificado nos autos da ação
em epígrafe, vem, muito respeitosamente à presença de Vossa Excelência, instaurar o presente
CUMPRIMENTO DE SENTENÇA, com fulcro no art. 513, § 1º do Código de Processo Civil, contra
BANCO BRADESCO SA, agencia também qualificado nos autos principais, para que se cumpra a
determinação imposta pelo d. Juízo.   
       Extrai-se da respeitável sentença proferida às fls. XX a condenação em honorários
sucumbenciais, arbitrados em 15% sobre o valor da causa, isto é, R$ 4.277,61 (quatro mil e duzentos
e setenta e sete e sessenta e um centavo), assim como deverá pagar o valor sucumbencial ao 1º grau
também em 15% sobre o valor da causa isto é, R$ 4.277,61 (quatro mil e duzentos e setenta e sete e
sessenta e um centavo), a ser atualizado a partir de sua fixação e com juros do trânsito em julgado
até o seu efetivo pagamento.

Diante de todo o exposto, requer-se seja o executado intimado ao pagamento do


débito exequendo e, caso não o deposite em quinze dias, roga-se desde já pelo arbitramento de
multa e fixação de honorários em fase de execução, com previsão legal no § 1º, do artigo 523 do
Código de Processo Civil.

    

Legislação de apoio
Procuração:
- Art. 105. § 4º: Salvo disposição expressa em sentido contrário constante do próprio instrumento, a procuração
outorgada na fase de conhecimento é eficaz para todas as fases do processo, inclusive para o cumprimento de
sentença.
Planilha de cálculos e certidão do trânsito em julgado:
*Súmula nº 517* do STJ: "São devidos honorários advocatícios no cumprimento de sentença, haja ou não
impugnação, depois de escoado o prazo para pagamento voluntário, que se inicia após a intimação do advogado
daarttte executada".
*Súmula nº 14* do STJ: “Arbitrados os honorários advocatícios em percentual sobre o valor da causa, a
correção monetária incide a partir do respectivo ajuizamento”.
Multa do art.. 523* e honorários de execução:
-Artt. 523*. No caso de condenação em quantia certa, ou já fixada em liquidação, e no caso de decisão sobre
parcela incontroversa, o cumprimento definitivo da sentença far-se-á a requerimento do exequente, sendo o
executado intimado para pagar o débito, no prazo de 15 (quinze) dias, acrescido de custas, se houver.
§ 1º Não ocorrendo pagamento voluntário no prazo do caput, o débito será acrescido de multa de dez por cento
e, também, de honorários de advogado de dez por cento.

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Nestes termos, pede-se deferimento.

                 São Luís, 04 de fevereiro de 2021.

             Valdir Rubini

             OAB/SP XX.XXX

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EXCELENTÍSSIMO DR. JUIZ DA 3ª VARA DO TRABALHO DE SÃO LUÍS –MA

Processo nº 0017950-85.2016.5.16.0003

MARCIA CRISTINA PEREIRA, já devidamente qualificada nos presentes autos vem à


presença de Vossa Excelência manifestar-se sobre o despacho de ID 8dacf2a nos seguintes
termos:

O despacho de ID 8dacf2a diz:

Indefiro o requerido, uma vez que o oficial de justiça entendeu que há meros
bens de cunho residencial. 

Como é possível visualizar tal despacho se torna obscuro, pois o mesmo carece de
detalhes mais profundos, a mera nomeação de “bens de cunho residencial” é drasticamente
simples para demonstrar se realmente há bens internos da residência que podem ser
penhorados.

A lei nº 8.009/1990 é clara ao citar os bens que são impenhoráveis, como descrito no
artigo 833 da supracitada lei:

Art. 833.  São impenhoráveis:

II – Os móveis, os pertences e as utilidades domésticas que guarnecem


a residência do executado, salvo os de elevado valor ou os que
ultrapassem as necessidades comuns correspondentes a um médio
padrão de vida;

O despacho realizado por V. Exª foi baseado nesse artigo, porém o mesmo traz
ressalvas quando diz “

“Salvo os de elevado valor ou os que ultrapassem as necessidades


comuns correspondentes a um médio padrão de vida”

A realização da visita do oficial de justiça não adentrou em detalhes sob tal destaque, é
visível o desleixo em uma realização mais apurada visando a resolução mais rápida da lide,
bem como diminuir a perca de tempo por parte dos envolvidos, inclusive do próprio
judiciário.

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É demonstrado tal interesse do oficial de justiça que na reiteração de diligencia ID
2375784 foram feitos pedidos de questionamentos para que o oficial de justiça realizasse no
momento da investigação do bem, afim de auxiliar na diligencia, questionamentos esses que é
possível perceber que não foram feitos.

É estranho que tal procedimento fora realizado de forma desleixada, trazendo


prejuízos a reclamante devido à demora, pois a mesma afirma existir inúmeros bens de valor
que guarnecem o local, vez que seu tempo de contrato de trabalho foi naquela casa.

Portanto, a reclamante requer a reiteração da diligência, devendo nessa oportunidade,


ser penhorados tantos bens quantos necessários a garantia da execução, ainda que esses bens
estejam guarnecendo a residência da casa.

REQUER também que a requerente acompanhe a diligencia para que dessa vez o
procedimento seja realizado de forma mais apurada, bem como, o seu acompanhamento
auxilie na diligencia pois a mesma é conhecedora dos bens do requerido devido ao seu tempo
de contrato na residência.

N. Termos

P. Deferimento

São Luís

Dr. Valdir Rubini

OAB/MA nº 11.790

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Rua Rio Branco, nº 308, Centro, São Luís – Maranhão, CEP: 65.020 – 180.
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EXCELENTISSIMO (A) SENHOR (A) DOUTOR (A) JUIZ (A) DE DIREITO DO
JUIZADO ESPECIAL CIVEL

ADRINEIDE DE JESUS COSTA AMORIM, brasileira, portador da cédula de identidade


RG nº 055493412015-8 SSP/MA e do CPF/MF nº 920.519.443-34, residente e domiciliada
nesta Cidade, a Rua Zélia Campos, nº 7-1, no bairro São Cristóvão, São Luís MA, CEP nº
65010-00, por seu procurador, que ao final subscreve, vem, respeitosamente, à presença de
Vossa Excelência, propor:

AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS, MORAIS E LUCROS


CESSANTES c/c JUSTIÇA GRATUITA

Em face de EQTLMARANHAO, sociedade anônima aberta, inscrita no CNPJ sob nº


05.510.080/0001-49, com sede a rua Tenente Silveira, 162, Centro, Florianópolis/SC, CEP nº
06.272.793/0001-84, com sede a rua ALAMEDA A, QUADRA SQS, 100, bairro loteamento
quitandinha altos do calhau, São Luís MA , CEP: 65070-900, pelas seguintes razões de fato e de
direito:

INICIALMENTE,

DA JUSTIÇA GRATUITA

O Autor postula a Justiça Gratuita, com fulcro nos artigos 98 e 99, do Novo CPC e artigo 5º,
inciso LXXIV, da CF/88, pois é pessoa pobre na acepção jurídica do termo, não tendo
condições de arcar com as custas e despesas processuais, sem prejuízo do próprio sustento,
conforme declaração em anexo. Por cautela, traz ao conhecimento de Vossa Excelência a
cópia dos documentos que comprovem.

Logo, diante da dificuldade financeira do Autor, no momento, impossibilitado de arcar com


os custos da presente demanda, única exigência legal para comprovação da isenção, requer a
concessão do benefício da JUSTIÇA GRATUITA.

DOS FATOS

No dia 19/09/20, exatamente as 14:30 horas, a requerida EQTLMARANHAO realizou o


desligamento da loja da requerente, o corte foi realizado durante a realização da atividade
profissional da autora, tal corte ilegal impossibilitou que os empregos das suas atividades fossem
realizados.

A fatura havia sido paga horas antes no mesmo dia do corte, os funcionários da requerida
não buscaram verificar se o debito havia sido pago ou não, somente realizaram o procedimento de
forma abrupta e sem informar a proprietária do imóvel.

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A energia só foi religada próximo das 14:00 horas do dia seguinte (20/09/2020), além de seus
trabalhos ficarem impossibilitados de serem realizados no dia do corte, na manhã do dia 20 a loja
ainda estava impedida de funcionar.

FUNDAMENTAÇÃO JURÍDICA DOS PEDIDOS

Em síntese dos fatos expostos, a Autora foi vítima de negligência e imperícia por parte
da demandada, causando danos em sua loja e no funcionamento da mesma.

É sabido e já está pacificado nesta corte que as pessoas jurídicas de direito público e as
de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes,
nessa qualidade, causarem a terceiros, conforme prescreve o § 6º, do artigo 37 da Constituição
Federal de 1988.

Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos

Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios


obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade,
publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: (Redação dada pela
Emenda Constitucional nº 19, de 1998)

[...]

§ 6º - As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado


prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus
agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito
de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.
(Destacou-se).

Portanto, impende registrar que a responsabilidade objetiva do prestador do serviço público


nasce da própria disposição da Constituição Federal.

Quanto ao dano fica cristalino mediante as fotos anexadas na exordial, bem como, o
orçamento apresentado para a reparação dos danos causados.

A pessoa jurídica de direito público responde objetivamente pelos danos decorrentes de


evento lesivo originado por omissão específica sua, ou seja, por omissão a um dever legal de
agir concreta e individualizadamente de modo a impedir o resultado danoso.

Segundo a resolução normativa da ANEEL nº 417/10 em seu artigo 176 incisos lll:

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A distribuidora deve restabelecer o fornecimento nos seguintes prazos,
contados ininterruptamente:

(...)

III – 4 (quatro) horas, para religação de urgência de unidade consumidora


localizada em área urbana

Tal resolução não foi RESPEITADA como é possível ser demonstrado no lapso
temporal entre o desligamento da energia e o seu religamento, foram quase 24 horas para que
o seu restabelecimento acontecesse, desrespeitando tal normativa da Agencia Nacional de
Energia Elétrica.

Diante do exposto, pede e espera que a Ré seja também condenada a reparar os danos morais,
representados pela angústia vivenciada, em valor pecuniário, a ser arbitrado por este juízo,
com valor mínimo de R$ 5.000,00 (cinco mil reais).

LUCROS CESSANTES

Com já foi mencionado, a loja na qual houve o desligamento de energia é de


propriedade da requerente, a mesma funciona par o sustento da mesma e de todos que estão
sobre a sua tutela, o dia no qual a mesma ficou impossibilitada de realizar seus trabalhos
gerou danos aos lucros de sua empresa.

O Código Civil trata em seu artigo 402 sobre os lucros cessantes:

Art. 402. Salvo as exceções expressamente previstas em lei, as perdas


e danos devidas ao credor abrangem, além do que ele efetivamente
perdeu, o que razoavelmente deixou de lucrar.

Veja-se que o artigo apreciado em momento algum seleciona uma categoria ou outra
para legitimar o ressarcimento da quantia não lucrada e, tampouco, exclui qualquer gama de
sujeitos do enquadramento nesta possibilidade. Dessarte, interpreta-se o artigo extensivamente
a todos aqueles que consigam provar a previsão de lucro prejudicado em função
exclusivamente do acidente sofrido.

Salienta-se que a Autora é autônoma, segundo o orçamento em anexo, as horas nas


quais a loja deixou de funcionar geraram a perda de rendimentos, estes que alcançam o valor
de R$XXXXXX (XXXXXX).

Ressalte-se que não pode haver responsabilidade sem a existência do dano, por força
do raciocínio lógico de que, sendo a responsabilidade civil, uma obrigação de fazer
ressarcimento, de modo a regressar à situação anterior à ofensa, impossível seria reparar
danos inexistente. Acresce-se que o dano é lesão a interesse juridicamente tutelado. Se um

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bem garantido pelo direito é atacado, surge desse fato um prejuízo para o detentor desse
direito e consequentemente à obrigação do agente repará-la.

Conjugando-se a norma contida no art. 186, com aquela do art. 402, ambos do Código
Civil, infere-se que a indenização abrange perdas e danos, além daquilo que o credor da
obrigação deixou de lucrar. Visa reparar o mal causado e deve ser a mais ampla possível,
dando nascimento a uma nova situação que há de se aproximar daquele estado anterior do
dano. De modo imaginário considerar-se-á satisfatoriamente resolvido o problema da
reparação quando alcançada situação idêntica à frustrada com a provocação do acontecimento
danoso.

Art. 186 do Código Civil Brasileiro.

“aquele que por ação ou omissão voluntária, negligente ou


imprudente violar direito e causar dano a outrem ainda que
exclusivamente moral, comete tato ilícito”.

Art. 402 do Código Civil Brasileiro.

“salvo as exceções expressamente previstas em lei, as perdas e danos


devidas ao credor abrangem, além do que ele efetivamente perdeu, o
que razoavelmente deixou de lucrar”.

Diante do exposto, deverá o Réu ser condenado a concretizar o pagamento do valor de


R$XXXX (XXXXXXX), a título de lucros cessantes, por uma questão de Justiça.

DA APLICAÇÃO DOS JUROS

Na espécie dos autos, aplicáveis as normas contidas no art. 398 do Código Civil e Súmula 54
do STJ, senão vejamos:

Art. 398 - “Nas obrigações provenientes de ato ilícito, considera-se o devedor em mora,
desde que o praticou”.

Súmula 54.do STJ - “Os juros monetários fluem a partir do evento danoso, em caso de
responsabilidade extracontratual”.

DOS REQUERIMENTOS FINAIS

Pelo exposto: NECESSARIO A ATENÇÃO PARA REALIZAR OS AJUSTES.

a) A citação da Ré, nos termos do artigo 249, NCPC, por carta com Aviso de Recebimento, e,
em caso de citação por Oficial de Justiça, com os benefícios do artigo 212, do NCPC, para,
querendo, vir contestar a presente ação, sob pena de revelia e confissão;

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b) Os depoimentos pessoais das Requeridas, por seus representantes legais e depoimento
pessoal do Requerido;

c) Pede e espera, ainda, seja processada e julgada procedente a presente ação, condenando a
Ré a reparar os danos materiais, conforme orçamento e fotos em anexo, no valor de R$
4.960,74 (quatro mil e novecentos e sessenta reais e setenta e quatro centavos).

d) A condenação da Ré a concretizar o pagamento do valor de R$4.500,00 (quatro mil e


quinhentos reais), a título de lucros cessantes, por uma questão de Justiça.

e) Pede e espera que a Ré seja também condenada a reparar os danos morais, representados
pela angústia vivenciada, em valor pecuniário, a ser arbitrado por este juízo, com valor
mínimo de R$20.000,00 (vinte mil reais).

f) A correção de todos os valores na forma da lei.

g) O Autor provara o alegado por todos os meios em direito admitido;

h) Requer, ainda, os benefícios da Justiça Gratuita, em razão de o Requerente ser pobre na


acepção jurídica do termo, sem prejuízo do seu sustento e de sua família, conforme declaração
de insuficiência e comprovante de renda, artigos 98 e 99, do Novo CPC.

i) Por fim, requer, a condenação das Requeridas no pagamento das custas processuais e
honorários advocatícios (Artigo 85, § 19, Novo CPC);

Dá-se à causa, o valor de R$29.460,74 (vinte e nove mil e quatrocentos e sessenta reais e
setenta e quatro centavos).

Pelo Deferimento.

XXXXX, 08 de fevereiro de 2021.

XXXXXXXXXXX

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DOUTO JUÍZO DE DIREITO DA VARA CÍVEL DA COMARCA – MA

PRIORIDADE NA TRAMITAÇÃO - PESSOA IDOSA

ARISTON DE OLIVEIRA SANTIAGO, brasileiro, casado, motorista, portadora da carteira


de Identidade nº 0613879202017-4, SSP/MA, sem endereço eletrônico, inscrito no CPF nº
147.434.168-33, residente e domiciliado na 2º travessa da rua Codozinho, São Luís – MA,
CEP: 65055-120, vem, perante Vossa Excelência, por meio de seu advogado que a esta
subscreve, propor a presente:

AÇÃO DE DECLARAÇÃO DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITO C/C OBRIGAÇÃO DE


FAZER C/C INDENIZATÓRIA POR DANOS MATERIAIS E MORAIS COM
PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA

Em face do Banco Itaú, inscrita no CNPJ 60.701.190/0001-04, no endereço Rua EGYDIO DE


SOUZA ARANHA, 100, PARQUE... JABAQUARA - SÃO PAULO - São Paulo, CEP
43440-30, pelos motivos abaixo aduzidos.

PRELIMINARMENTE

Requer-se a concessão da gratuidade de justiça ao requerido, por hipossuficiência de


recursos para custear as despesas processuais, nos moldes dos artigos 98 e seguintes do
Código de Processo Civil.

DOS FATOS

No dia 28/01/1999 o demandante realizou uma compra no cartão de crédito cuja o


número de contrato é 98040-134932660000 no valor de R$ 3.195,75 (três mil cento e noventa
e cinco e setenta e cinco centavos), dívida na qual foi findada, acontece que mesmo após mais
de vinte anos a dívida voltou a ser cobrada de forma indevida, pois a mesma já se faz
inexistente. A dívida inexistente vem causando prejuízos ao demandante, visto que seu nome
foi inserido no Serasa pelo Banco ITAU (demandado) de forma injusta, dificultado a
aquisição de credito e de novas compras em seu nome.

DO DIREITO

Fica clara a relação de consumo entre o demandante e o demandado, causando entre


os dois uma relação consumerista, a inscrição indevida do nome em órgão de proteção ao

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crédito acarreta a responsabilidade objetiva do fornecedor dos serviços pelos danos
eventualmente causados, ao teor do previsto no art. 14 do CDC, in verbis:

Art. 14. O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela


reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços,
bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos.

Fica claro também a legalidade do pedido de retira da inscrição indevida do nome em órgão
de proteção ao crédito vigente no CDC em seu Art 43 §3:

Art. 43. O consumidor, sem prejuízo do disposto no art. 86, terá acesso às
informações existentes em cadastros, fichas, registros e dados pessoais e
de consumo arquivados sobre ele, bem como sobre as suas respectivas
fontes.

(...)

§ 3° O consumidor, sempre que encontrar inexatidão nos seus dados e


cadastros, poderá exigir sua imediata correção, devendo o arquivista, no

prazo de cinco dias úteis, comunicar a alteração aos eventuais

destinatários das informações incorretas.

DA INEXISTÊNCIA DE DÉBITO E REPETIÇÃO DO INDÉBITO

Procede também a incidência do Art. 42 parágrafo único do CDC em que se faz a cobrança
indevida e leva ao constrangimento a parte autora pela sua inclusão no Serasa e a
impossibilidade de aquisição de crédito:

 Art.42. Na cobrança de débitos, o consumidor inadimplente não será


exposto a ridículo, nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento
ou ameaça.

Parágrafo único. O consumidor cobrado em quantia indevida tem direito à


repetição do indébito, por valor igual ao dobro do que pagou em excesso,
acrescido de correção monetária e juros legais, salvo hipótese de engano
justificável.

Indenização por dano moral e da nulidade da negativação

O Código Civil é bem claro na relação de responsabilidade civil por dano causado a outrem,
segundo a doutrina (Gediel Claudino de Araújo Júnior, 2016), os pressupostos para a
responsabilidade civil são: (I) ação ou omissão ilegal do agente; (II) culpa do agente; (III)
relação de causalidade; (IV) dano experimentado pela vítima.

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O agente que realiza uma atitude na qual causa danos a outra pessoa fica impelido de repara-
lo em razão dos seus atos ilícitos, tal fato incide no Art. 932 do CC, in verbis:

Art. 927. Aquele que, por ato ilícito (arts. 186 e 187), causar
dano a outrem, fica obrigado a repará-lo.

O agente causador deverá reparar os danos independente de sua culpa, assim como é
especificado em lei ou quando a atividade normalmente desenvolvida pelo autor do dano
implicar, por sua natureza, risco para os direitos de outrem. Com efeito, ao agente do ato
ilícito é imposta a obrigação de indenizar a vítima, ressarcindo-a de todos os prejuízos por ela
experimentados (dano). O Código de Defesa do Consumidor, por sua vez, prevê ao
consumidor o direito à reparação de danos patrimoniais e morais, decorrentes de práticas
abusivas, dito assim por seu Art. 6º, inciso VI, do CDC:

Art. 6º São direitos básicos do consumidor:

(...)

VI - a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais,


individuais, coletivos e difusos;

Fica claro ainda a necessidade de inclusão do indébito, visto que o demandado cobrou uma
dívida já paga, tal pedido se apoia no enunciado no artigo 876 do Código Civil. Segundo ele:

Art. 876. Todo aquele que recebeu o que lhe não era devido fica obrigado
a restituir; obrigação que incumbe àquele que recebe dívida condicional
antes de cumprida a condição.

O indébito simples fica caracterizado diante a não repetição do pagamento por parte do
demandante, caracterizado pelo Art. 940 do CC:

Art. 940. Aquele que demandar por dívida já paga, no todo ou em parte,
sem ressalvar as quantias recebidas ou pedir mais do que for devido, ficará
obrigado a pagar ao devedor, no primeiro caso, o dobro do que houver
cobrado e, no segundo, o equivalente do que dele exigir, salvo se houver
prescrição.

Dos pedidos:

As partes autoras vêm à presença de Vossa Excelência para requerer o seguinte

1) Que seja concedido os benefícios da justiça gratuita, uma vez que a parte autora se
declara pobre no sentido jurídico do termo, conforme declarações em anexo;
2) Uma vez comprovados os requisitos autorizadores, que seja concedido o pedido de
tutela de urgência, para a imediata exclusão do nome da parte requerente dos órgãos

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de proteção ao crédito (SPC, SERASA etc.) sobre quaisquer débitos relacionados à
empresa requerida, nos termos do art. 300 e ss. do CPC;
3) Que seja determinada a citação da requerida para que, em querendo, apresentem
defesa no prazo legal, sob pena de sujeitar-se aos efeitos da revelia;
4) Que seja concedido o pedido de indébito, uma vez que foi comprovado legalmente a
sua existência, fica fixado no valor de R§ 3.195,75 (três mil cento e noventa e cinco e
setenta e cinco centavos).
5) Que seja declarado o reconhecimento da relação de consumo e determinada a inversão
do ônus da prova em desfavor da requerida, determinando-se, inclusive, que a
requerida: (I) comprove a regularidade da cobrança do valor de R$ 3.195,75
ensejadora da negativação e o respectivo negócio jurídico; (II) comprove a
legitimidade da negativação junto aos órgãos de restrição ao crédito SPC/SERASA,
referente ao débito de R$ 3.195,75 (três mil cento e noventa e cinco e setenta e cinco
centavos).
6) que sejam julgados PROCEDENTES os pedidos formulados nos quais, com o objetivo
de: (I) declarar a responsabilidade civil objetiva da parte requerida pelo evento danoso
(inscrição/manutenção indevida em órgão de proteção ao crédito), nos termos do art.
144 do CDC; (II) que seja confirmada a tutela de urgência requerida, para declarar a nulidade
da dívida e determinar a exclusão da inscrição/manutenção do nome da parte requerente nos
órgãos de proteção ao crédito; (III) condenar a parte requerida ao pagamento de indenização
por dano moral in re ipsa no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais), nos termos do art. 144
do CDC e dos Arts. 186 e 927 do CC
7) Que a parte requerida seja condenada ao pagamento de custas e despesas processuais, bem
como honorários advocatícios na base de 20% (vinte por cento), sobre o valor da condenação,
que deve ser corrigida de acordo com os índices fixados por lei e acrescida de juros legais.
8) Dá-se à causa o valor de R$ 8.195,75 (oito mil cento e noventa e cinco e setenta e
cinco centavos).

Nestes termos,

Pede deferimento.

São Luís/MA, 25 de September de 2021.


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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DO 12ª JUIZADO
ESPECIAL CÍVEL E DAS RELAÇÕES DE CONSUMO DA COMARCA DE SÃO
LUÍS/MA

LUAN MENDES SOUSA, brasileiro, solteiro, Comerciário, com Cédula de identidade


nº 045538382012-7 SSP MA e CPF nº 611.499.913-48, residente e domiciliado à Rua 30 – Casa 48 –
Quadra 53 – Conjunto São Raimundo - São Luís/MA – CEP 65.057-774 , por seus advogados, vem
respeitosamente à V. presença, por seu advogado infra-assinado, com endereço profissional na
Av. Guajajaras, nº 1960 – Sala 101 – Bairro São Cristóvão – São Luís – MA- CEP 65.055-
285, propor a presente.

AÇÃO DECLARATÓRIA c/c INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS e


TUTELA PROVISÓRIA,

em desfavor de OI MOVEL S/A - pessoa jurídica de direito privado, inscrita no


CNPJ nº 05.423.963/0004-64, estabelecida na BR 153, KM 06 – Bloco 03 – 1º andar – Vila
Redenção – Goiânia – GO - CEP: 74.845-090, pelos fundamentos e fatos de direito a seguir
expostos:

DOS FATOS
Em janeiro de 2019, ao tentar contratar junto a uma loja, nesta capital, o
reclamante teve seu credito negado por ter seu nome incluído no banco de dados de maus
pagadores, mantido pelo SERASA Experian.
Constrangido, consultou pelo aplicativo de celular como estava seu perfil de
consumidor junto ao SERASA.
Nele, identificou, não só a “divida” existente, como uma proposta de acordo
pendente, no valor total de R$ 532,67 (quinhentos e trinta e dois reais e sessenta e sete
centavos), correspondente a 4 supostos débitos pela contratação de telefonia móvel (um deles

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no valor de R$ 112,85 data de ......... e três em R$ 139,94) cada, datados dos meses de
fevereiro, março, abril e maio de 2019.
Ao consultar em seu sítio eletrônico as 4 (quatro) faturas emitidas pela OI Móvel
S.A. e anexas aos autos, constata-se como endereço de cobrança, uma residência na cidade de
Goiânia – GO, localidade distinta do real domicílio do requerente.
Ressalta-se a inconveniência que a inclusão do suposto débito influencia na
negativa ao usufruto de crédito e operações financeiras em nome do requerente.
É o breve relato.

DO DIREITO
Conforme relatado, a empresa requerida cobra do autor dívidas que totalizam R$
532,67 (quinhentos e trinta e dois reais e sessenta e sete centavos), incluindo o seu nome em
órgão restritivo de crédito.
No entanto, o autor não contratou o objeto da dívida supracitada, nem sequer sabia
da sua existência até então, quando foi impedido de realizar transação de crédito em um
estabelecimento comercial nesta cidade.
Irresignado com tal cobrança, o requerente entrou em contato com o Serviço de
Atendimento ao Cliente (SAC) da OI, mas não obteve êxito em justificarem a origem do
débito no sistema da empresa, nem fornecerem documento hábil que comprove a existência
do contrato, evidenciando tão somente um contrato unilateral para a prestação de serviço com
total desconhecimento do autor.
Tal prática abusiva, além de gerar aborrecimento, enseja constrangimento, pessoal
e público, na tentativa de usufruir de qualquer operação creditícia, o que exige a retirada do
nome do autor dos órgãos restritivos, bem como a declaração de inexistência do débito, com a
respectiva reparação pelos danos causados.

Da Antecipação de Tutela Provisória


Conforme arts. 294 e seguintes do Código de Processo Civil, a tutela provisória
antecipada, in casu, é cabível; dada a enorme probabilidade de existência da pretensão
autoral; bem como considerando que a negativação do autor em órgãos restritivos de créditos,

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aliada ao longevo tempo de duração do processo, constituem dano de difícil reparação, que
abalam o prestígio gozado até então pelo requerente.
Não obstante a isso, a sua reversibilidade é real, podendo retornar ao status quo
ante tão logo se constate eventual inconsistência nos pedidos ou a prova por parte da
demandada de sua regularidade na cobrança.
Assim, sendo arbitrária e descabida a atitude da requerida, frisando-se, ainda, que
a retirada prévia do nome do autor do SERASA não acarretará prejuízo nenhum à outra parte,
mas tão somente ao negativado, requer-se de imediato, o fim da negativação do nome do
requerente, com a sua consequente retirada dos órgãos restritivos de crédito.

Responsabilidade Objetiva e Falha na Prestação do Serviço


A responsabilidade da requerida em reparar eventual dano ou falha na prestação
do serviço decorre de previsão constitucional, conforme §6º do art. 37 da Constituição Federal
(CRFB).

Aliado a isso, o Código de Defesa do Consumidor, protegendo o direito básico à


adequada e eficaz prestação dos serviços públicos em geral ao consumidor, aduz em seu
art. 14 que “o fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa,
pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos
serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e
riscos.”.

Quanto à sua isenção de culpa, o mesmo artigo do CDC dispõe:

Art. 14 (...)

§ 3° O fornecedor de serviços só não será responsabilizado quando provar:

I - que, tendo prestado o serviço, o defeito inexiste;

II - a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiros.

Assim, a concessionária de serviço público, ao cobrar por serviço não contratado e


nem disponibilizado (telefonia móvel), inscrevendo o requerente em órgão restritivo de
crédito, atentou aos direitos do consumidor, causando, ainda, danos de natureza
extrapatrimonial, pelos quais se recorre ao Judiciário para satisfazer a justa reparação, não
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devendo, a empresa demandada, se eximir de sua responsabilização, visto que não há causa
que a isente de culpa.

Do Dano Moral

Conforme já exposto, houve a cobrança equivocada de produto não contratado


pelo requerente, o qual, por não pagar dívida injusta e de existência desconhecida, teve o seu
nome incluído no SERASA.

Nesse ínterim, se configura a existência de danos à moral do autor, visto que,


conforme jurisprudência consolidada no STJ, a falha na prestação do serviço público (que
ocorreu com a cobrança indevida de objeto não contratado), bem como a negativação
indevida do nome gera o direito à compensação, sendo dispensável a comprovação dos
prejuízos suportáveis, visto que são presumíveis.

Assim, em atenção à aplicação do método bifásico, largamente utilizado pelo STJ,


destacando-se a recorrência e a reincidência da requerida em prestar seus serviços
irregularmente, como de conhecimento público, bem como à extensão do dano e à sua
capacidade econômica, fixa-se, como valor justo, a compensação por danos morais no importe
de R$ 10.000,00 (dez mil reais).

DOS PEDIDOS

Ante o exposto, requer-se:


a) A concessão da gratuidade de justiça ao requerente, para fim recursal, nos
termos do art. 54 da Lei nº 9.099/95 e do art. 98 do Código de Processo Civil;
b) A citação da OI Móvel para integrar a demanda e responder, sob pena de
revelia e confissão, pela total procedência desta ação;
c) A concessão da tutela antecipada para excluir imediatamente o nome do
autor de todos os órgãos restritivos de crédito, SPC/SERASA;
d) A total procedência desta ação, com a confirmação da tutela antecipada,
bem como com o reconhecimento e declaração da inexistência do débito, e condenando a

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requerida a compensar o autor, pelos danos morais ocasionados, no importe de R$
10.000,00 (dez mil reais);
e) A produção de todas as provas admitidas em direito, incluindo as que este
Juízo entender necessárias;
f) A condenação do réu ao pagamento de custas processuais e honorários
advocatícios, para fim recursal, nos termos dos arts. 84 e 85, §2º, NCPC;
Dá-se à causa o valor de R$ R$ 10.000,00 (dez mil reais).
Nestes termos, pede deferimento.

São Luís, MA

Dr. Valdir Rubini


OAB/MA nº 11.790

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EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ DE DIREITO 04º JUIZADO ESPECIAL CÍVEL
E DAS RELAÇÕES DE CONSUMO DE SÃO LUÍS

DOMINGOS JOSÉ FONTINELE BRITO, brasileiro, SOLTEIRO,


Autônomo, com Cédula de identidade nº 017933632001-7 SSP/MA e CPF nº 998.066.573-49,
sem endereço eletrônico, residente e domiciliado na Rua 10, nº 224, Vila J LIMA, nº 14, São
José de Ribamar, CEP NÃO INFORMADO, vêm, respeitosamente à presença de Vossa
Excelência, por seu advogado infra-assinado, propor a presente.

AÇÃO INDENIZATÓRIA POR VÍCIO DO PRODUTO


Em face da Empresa de nome J GONCALVES DOS SANTOS FILHO & CIA LTDA
nome fantasia CENTRO ELETRICO, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ sob
o número 07.049.976/0004-40 [FILIAL], situada à Av. Avenida Guajajaras, 416, TIRIRICAL,
Campo Encantado/RS, CEP 65055-285, pelos fatos e fundamentos a seguir expostos.

DOS FATOS
No dia 26/08/2020 o requerente realizou a compra de um Motor bomba FAMAC
120/220 V, no valor de R$ 1.476,21 (um mil quatrocentos e setenta e seis e vinte um) como
demonstrado na nota fiscal anexada;
acontece que após o primeiro mês da compra o citado produto começou a apresentar
problemas de funcionamento com relação a um superaquecimento seguido da queima do
motor.
O requerente deu entrada na assistência de nome Pontual Serviços e a mesma se
declarou inapta para o conserto, após isso o mesmo foi direcionado pela Eletromecânica
Alternativa para resolução, a mesma direcionou o eletrodoméstico ao fabricante que elaborou
um laudo técnico,

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o requerente teve que pagar o valor de R$ 392,80 (trezentos e noventa e dois e
oitenta centavos) para a resolução do vício, a mesma não devolveu as peças defeituosas do
produto.
Visto o grau de mal atendimento e a necessidade de pagamento do requerente pela
necessidade de ter o produto funcionando, o demandante requer tais pedidos com base no
Código de Defesa do Consumidor.

DO DIREITO

Do Vício Do Produto

A relação entre as partes é nitidamente de consumo.  

Dispõe o artigo 18 do Código de Proteção e Defesa do Consumidor:

Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem


solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou
inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor, assim como
por aqueles decorrentes da disparidade, com a indicações constantes do recipiente,
da embalagem, rotulagem ou mensagem publicitária, respeitadas as variações
decorrentes de sua natureza, podendo o consumidor exigir a substituição das partes
viciadas.
§ 1° do citado diploma legal prevê que não sendo o vício sanado no prazo
máximo de trinta dias, pode o consumidor exigir, alternativamente e à sua
escolha: I - a substituição do produto por outro da mesma espécie, em perfeitas
condições de uso; II - a restituição imediata da quantia paga, monetariamente
atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e danos; III - o abatimento
proporcional do preço.

A bomba auto aspirante objeto da ação tem um vício oculto de qualidade que não
permite o seu funcionamento perfeito, sendo, portanto, inadequado ao fim a que se destina já
que o consumidor não pode utilizá-lo normalmente.  

Responsabilidade Objetiva e Falha na Prestação do Serviço


Código de Defesa do Consumidor, protegendo o direito básico à adequada e eficaz
prestação dos serviços públicos em geral ao consumidor, aduz em seu art. 14 que “o
fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação
dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem
como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos.”.
Quanto à sua isenção de culpa, o mesmo artigo do CDC dispõe:

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Art. 14 (...)
§ 3° O fornecedor de serviços só não será responsabilizado quando provar:
I - que, tendo prestado o serviço, o defeito inexiste;
II - a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiros.

Ainda,
Art. 20. O fornecedor de serviços responde pelos vícios de qualidade que os tornem
impróprios ao consumo ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles
decorrentes da disparidade com as indicações constantes da oferta ou mensagem
publicitária, podendo o consumidor exigir, alternativamente e à sua escolha:
II - a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo
de eventuais perdas e danos;

Em relação às práticas abusivas:


CDC
Art. 39. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas
abusivas:   
IV - prevalecer-se da fraqueza ou ignorância do consumidor, tendo em vista sua
idade, saúde, conhecimento ou condição social, para impingir-lhe seus produtos ou
serviços;

Atinente ao indébito:
CDC
Art. 42. Na cobrança de débitos, o consumidor inadimplente não será exposto a
ridículo, nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça.
Parágrafo único. O consumidor cobrado em quantia indevida tem direito à
repetição do indébito, por valor igual ao dobro do que pagou em excesso,
acrescido de correção monetária e juros legais, salvo hipótese de engano justificável.

Como foi visto o requerente teve que pagar a manutenção da bomba, pois a
própria assistência se declarou inapta para a resolução do problema, o mesmo pagou o valor
de R$ 392,08 (trezentos e noventa e dois e oito centavos) para a Eletromecânica Alternativa
LTDA, para que pudesse fazer o uso do produto, sentindo-se lesado pelo péssimo
posicionamento da assistência.

DO DANO MORAL SUPORTADO PELO CONSUMIDOR

A moral é reconhecida como bem jurídico, recebendo dos mais diversos diplomas
legais a devida proteção, inclusive, estando amparada pelo art. 5º, inc. V da Carta Magna/88.

Ocorre que o dano moral, como sabido, deriva de uma dor íntima, uma comoção
interna, um constrangimento gerado naquele que o sofreu e que repercutiria de igual forma em
uma outra pessoa nas mesmas circunstâncias; esta relação, que é de consumo, tendo em vista
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XXXII e (98) 3878-2105.
– o Estado promoverá, E-mail:
na forma da coord.nipj@superior.florence.edu.br
lei, a defesa do consumidor;
vulnerabilidade e a hipossuficiência técnica e econômica, deve ser promovida pelo Estado,
como reza a CF/88, verbis:

De acordo com Theodoro Júnior [17], “não há dúvida de que, nas relações de
consumo, o fornecedor responde pelos danos materiais como morais acarretados ao
consumidor”

O CDC é bem claro no que tange a defesa do consumidor, é dito em seu artigo 6º
assim como no inciso VI, in verbis:

Art. 6º São direitos básicos do consumidor:


VI - a efetiva prevenção e reparação de danos patrimoniais e morais, individuais,
coletivos e difusos;
Assim, em atenção à aplicação do método bifásico, largamente utilizado pelo STJ,
destacando-se a recorrência e a reincidência da requerida em prestar seus serviços
irregularmente, bem como à extensão do dano e à sua capacidade econômica, fixa-se, como
valor justo, a compensação por danos morais no importe de R$ 8.000,00 (oito mil reais)

Ainda, requer-se a devolução do valor pago para adquirir o produto, pois o mesmo se
sente lesado na prestação de serviços, o valor pago foi de R$ 1. 476,21 (um mil quatrocentos e
setenta e seis e vinte e um) acrescidos de correção monetária.

DOS PEDIDOS

Ante o exposto, requer-se:


g) A concessão da gratuidade de justiça ao requerente, para fim recursal, nos
termos do art. 54 da Lei nº 9.099/95 e do art. 98 do Código de Processo Civil;
h) A citação da requerida para integrar a demanda e responder, sob pena de
revelia e confissão, pela total procedência desta ação;
i) A total procedência desta ação, condenando a requerida a revestir em prol
do autor o valor pago de R$ 1. 476,21 (um mil quatrocentos e setenta e seis e vinte e um)
acrescidos de correção monetária.
j) A condenação da requerida em compensação pelos danos morais causados no
importe de R$ 8.000,00 (oito mil reais).

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k) A produção de todas as provas admitidas em direito, incluindo as que este
Juízo entender necessárias;
l) A condenação do réu ao pagamento de custas processuais e honorários
advocatícios no limite máximo da lei, para fim recursal, nos termos dos arts. 84 e 85, §2º,
NCPC;

Dá-se à causa o valor de R$ 9.476,21 (nove mil quatrocentos e setenta e seis e vinte
um)
Nestes termos, pede deferimento.

São Luís, MA - 25 de September de 2021

Gustavo Esrom Santos Nogueira


OAB/MA nº 22.174

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AO DOUTO JUIZO DE DIREITO DO 2ª JUIZADO ESPECIAL CÍVEL E DAS
RELAÇÕES DE CONSUMO DA COMARCA DE SÃO LUÍS/MA

GERSON CARDOSO CARVALHO, brasileiro, união estável, autônomo, com Cédula de


identidade nº 023336302002-0 SSP/MA e CPF nº 025.119.853-73, sem endereço eletrônico, residente
e domiciliado na Rua 7, Quadra 1, Bl N, nº 14, Bairro Cidade Olímpica, São Luís/MA, CEP 65.058-
502, vêm, respeitosamente à presença de Vossa Excelência, por seu advogado infra-assinado,
propor a presente

AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS

Em desfavor de MULTIMARCAS ADMINISTRADORA DE CONSÓRCIOS


LTDA, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ nº 04.124.922/0001-61, matriz
estabelecida na Av. Amazonas, nº 126, Centro, Belo Horizonte/MG, CEP 30.180.001, pelos
fundamentos e fatos de direito a seguir expostos.

DOS FATOS
Em 20.07.2020, o autor firmou contrato de participação em grupo de consórcio para
com a requerida MultiMarcas.
O valor do objeto consorciado foi de R$ 57.284,81 (cinquenta e sete mil duzentos e
oitenta e quatro reais e oitenta e um centavos), com parcelas mensais de R$ 439,70.
Ocorre que, no ato da pactuação, o autor foi enganado, vítima de estelionato/abuso
de confiança, por parte da vendedora da empresa requerida, a sra. Jocinete Martins da Rocha,
a qual afirmou que só aprovaria a carta de crédito, na 1ª assembleia, se o autor fizesse o
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pagamento de R$ 2.168,00 no ato da adesão, o qual foi pago, conforme comprovantes
juntados.
E que, o autor, não deveria comunicar a terceiros, nem a outros funcionários da
empresa acerca do pactuado, pois colocaria em risco a contemplação imediata no consórcio.
Afirmara, ainda, que o requerente deveria aguardar 3 (três) dias para a liberação da
carta de crédito.
Com a negativa posterior da sua contemplação imediata, por parte de outra
funcionária, o requerente se dirigiu ao Procon para buscar orientações a seguir.
Com o feito, buscou-se o cancelamento do consórcio, pela lesão material e moral
com a conduta da empresa requerida.
Desta feita, busca-se do Judiciário, singelamente, a devolução do valor pago, em
dobro, bem como indenização por não cumprimento do contrato e compensação por danos
morais.
Ante os fatos, requer-se o provimento dos pedidos a que tem direito.
É o breve relato.

DO DIREITO
Responsabilidade Objetiva e Falha na Prestação do Serviço
Código de Defesa do Consumidor, protegendo o direito básico à adequada e eficaz
prestação dos serviços públicos em geral ao consumidor, aduz em seu art. 14 que “o
fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação
dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem
como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos.”.
Quanto à sua isenção de culpa, o mesmo artigo do CDC dispõe:

Art. 14 (...)
§ 3° O fornecedor de serviços só não será responsabilizado quando provar:
I - que, tendo prestado o serviço, o defeito inexiste;
II - a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro.

Ainda,
Art. 20. O fornecedor de serviços responde pelos vícios de qualidade que os tornem
impróprios ao consumo ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles

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decorrentes da disparidade com as indicações constantes da oferta ou mensagem
publicitária, podendo o consumidor exigir, alternativamente e à sua escolha:
II - a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo
de eventuais perdas e danos;

Em relação às práticas abusivas:


CDC
Art. 39. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras
práticas abusivas:   
IV - prevalecer-se da fraqueza ou ignorância do consumidor, tendo em vista
sua idade, saúde, conhecimento ou condição social, para impingir-lhe seus
produtos ou serviços;
V - exigir do consumidor vantagem manifestamente excessiva;
X - elevar sem justa causa o preço de produtos ou serviços.  

Atinente ao indébito, em dobro:


CDC
Art. 42. Na cobrança de débitos, o consumidor inadimplente não será
exposto a ridículo, nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento
ou ameaça.
Parágrafo único. O consumidor cobrado em quantia indevida tem direito
à repetição do indébito, por valor igual ao dobro do que pagou em
excesso, acrescido de correção monetária e juros legais, salvo hipótese de
engano justificável.

Assim, a requerida, ao enganar o cliente com a promessa de contemplação na 1ª


assembleia do consórcio, condicionando ao pagamento do valor descrito acima, incorre em
violação ao Código de Defesa do Consumidor, causando, danos de natureza extrapatrimonial,
pelos quais se recorre ao Judiciário para satisfazer a justa reparação, não devendo, a empresa
demandada, se eximir de sua responsabilização, visto que não há causa que a isente de culpa.

Dos Danos Moral e Material


Conforme já exposto, houve a prevalência da empresa à fraqueza e á ignorância
do autor, exigindo, ainda, vantagem manifestamente indevida.
Tais fatos constituem ofensa à honra objetiva do cliente, visto que buscava
adquirir um veículo para realizar atividades laborais e da vida cotidiana.
Nesse ínterim, se configura a existência de danos à moral do autor, visto que,
conforme jurisprudência consolidada no STJ, a falha na prestação do serviço público (que

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ocorreu com a prática abusiva perpetrada, gera o direito à compensação, sendo dispensável a
comprovação dos prejuízos suportáveis, visto que são presumíveis.
Assim, em atenção à aplicação do método bifásico, largamente utilizado pelo STJ,
destacando-se a recorrência e a reincidência da requerida em prestar seus serviços
irregularmente, como de conhecimento público, bem como à extensão do dano e à sua
capacidade econômica, fixa-se, como valor justo, a compensação por danos morais no importe
de R$ 10.000,00 (dez mil reais).
Ainda, requer-se a devolução do valor pago no início do contrato, quer seja R$
2.168,00 dois mil cento e sessenta e oito reais), em dobro, totalizando o valor de R$ 4.336,00
(quatro mil trezentos trinta e seis reais).

DOS PEDIDOS

Ante o exposto, requer-se:


m) A concessão da gratuidade de justiça ao requerente, para fim recursal, nos
termos do art. 54 da Lei nº 9.099/95 e do art. 98 do Código de Processo Civil;
n) A citação da requerida para integrar a demanda e responder, sob pena de
revelia e confissão, pela total procedência desta ação;
o) A total procedência desta ação, condenando a requerida a revestir em prol
do autor o valor pago de R$ 2.168,00, em dobro, totalizando R$ 4.336,00 (quatro mil
trezentos trinta e seis reais); e, alternativamente ao indébito em dobro do dano material,
requer-se o pagamento do valor de R$ 2.168,00;
p) A condenação da requerida em compensação pelos danos morais causados no
importe de R$ 10.000,00 (dez mil reais).
q) A produção de todas as provas admitidas em direito, incluindo as que este
Juízo entender necessárias;
r) A condenação do réu ao pagamento de custas processuais e honorários
advocatícios no limite máximo da lei, para fim recursal, nos termos dos arts. 84 e 85, §2º,
NCPC;

Dá-se à causa o valor de R$ 14.336,35 (quatorze mil trezentos e trinta e seis reais).
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Nestes termos, pede deferimento.

São Luís, MA - 25 de September de 2021

Gustavo Esrom Santos Nogueira


OAB/MA nº 22.174

EXCELENTÍSSIMO (A) SENHOR (A) DR (A). JUÍZ (ÍZA) FEDERAL DA ____ VARA
FEDERAL DO JEF DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO.

AÇÃO PREVIDENCIÁRIA

Maria Helena do Nascimento Silva Gomes, casada, desempregada, com o endereço eletrônico
beneditopereira_2013@hotmail.com, domiciliada na Travessa Preciosa, bairro: Diamante, CEP
65.020-470, vem, por seu advogado que esta subscreve, com escritório profissional na Rua do
Engenho – 20 - A, São Cristóvão –Tirirical, São Luís - MA, onde recebe intimações e notificações,
contra o INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL, CNPJ: 29.979.036/0074-04, localizada
no Anel Viário, São Luís/MA, pelos fatos e motivos que a seguir passa a expor, propor a Vossa
Excelências a seguinte:
AÇÃO DE CONCESSÃO DE BENEFICIO ASSISTENCIAL AO IDOSO C/C PEDIDO DE
TUTELA ANTECIPADA E JUSTIÇA GRATUITA

PRELIMINARMENTE

I - DA JUSTIÇA GRATUITA

A Autora postula a Justiça Gratuita, com fulcro nos artigos 98 e 99, do Novo CPC e artigo 5º,
inciso LXXIV, da CF/88, pois é pessoa pobre na acepção jurídica do termo, não tendo condições de
arcar com as custas e despesas processuais, sem prejuízo do próprio sustento, conforme declaração em
anexo. Por cautela, traz ao conhecimento de Vossa Excelência a cópia dos documentos que
comprovem.

Logo, diante da dificuldade financeira do Autor, no momento, impossibilitado de arcar com os


custos da presente demanda, única exigência legal para comprovação da isenção, requer a concessão
do benefício da JUSTIÇA GRATUITA.

I – DOS FATOS

A PARTE autora requereu junto ao INSS no dia 26/07/2018 o benefício de Amparo Social ao
Idoso, por completar os requisitos necessários.

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Ocorre que, o benefício pleiteado não obteve êxito pela Autarquia Previdenciária sob o
fundamento (quais?), conforme documento em anexo.

Contudo, tais motivos revelam-se um total desrespeito com a dignidade da pessoa humana,
pois, em verdade, o requerente vive em condições precárias, não tendo a menor condição financeira de
manter a si e à sua família, conforme testifica declaração de composição e renda familiar acostada aos
autos.

Assim, a parte autora necessita do amparo do Estado para que lhe seja oportunizado seus
direitos sociais, restando ajuizar a presente ação previdenciária ao Judiciário para ter a concessão do
respectivo benefício assistencial.

II. DA TRAMITAÇÃO PRIORITÁRIA

A Autora é pessoa idosa, 68 (sessenta e oito) anos, razão pela qual requesta a
prioridade da tramitação da presente demanda, nos termos do Estatuto do Idoso – Lei nº
10.741/2013 e nos termos do art. 1.048, inciso I, do CPC/2015.

III - DO DIREITO

II.1 - DOS REQUISITOS PARA A CONCESSÃO DO AMPARO ASSISTENCIAL AO IDOSO

Conforme depreende-se do artigo 203, inciso V, da Constituição Federal, para a obtenção do


direito ao Amparo Assistencial ao Idoso é necessária a comprovação de 2 requisitos, quais sejam:

• · Ser pessoa IDOSA;


• · Não possuir meios de prover a própria manutenção ou tê-la provida por sua família.
Ora, a requerente preenche todos os requisitos solicitados, tais como idade e insuficiência
econômica, conforme documentação em anexo.

Nada obsta reiterar que a mesma teve de ser amparada por sua filha na residência da mesma visto
que a autora está separada de fato mas não de direito, não recebendo nenhum rendimento fixo
mensal, além da ajuda de alguns familiares, fato esse que a capacita para receber o benefício.

A requerente possui problemas de saúde graças a sua idade já avançada, onde se encontra com
câncer e depressão.

Dessa forma, resta evidente que a requerente faz jus e necessita da concessão do Amparo
Assistencial ao Idoso, uma vez que, não possui capacidade para o trabalho em razão da idade, bem
como, como não possui condições de prover seu próprio sustento.

II.2 – DO AMPARO LEGAL - PLENO DIREITO

A Lei nº 8.742/93 (conhecida como Lei da Assistência Social, ou LOAS), com as devidas
alterações trazidas pela Lei nº 12.435/2011, estabelece no art. 20, que:

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Art. 20. O benefício de prestação continuada é a garantia de um salário-mínimo
mensal à pessoa com deficiência e ao idoso com 65 (sessenta e cinco) anos ou mais
que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção nem de tê-la
provida por sua família.

§ 1o Para os efeitos do disposto no caput, a família é composta pelo requerente, o


cônjuge ou companheiro, os pais e, na ausência de um deles, a madrasta ou o
padrasto, os irmãos solteiros, os filhos e enteados solteiros e os menores tutelados,
desde que vivam sob o mesmo teto.

§ 2º Para efeito de concessão deste benefício, considera-se:

I – pessoa com deficiência: aquela que tem impedimentos de longo prazo de


natureza física, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas
barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade com as
demais pessoas;

II – impedimentos de longo prazo: aqueles que incapacitam a pessoa com


deficiência para a vida independente e para o trabalho pelo prazo mínimo de 2 (dois)
anos

§ 3º Considera-se incapaz de prover a manutenção da pessoa com deficiência ou


idosa a família cuja renda mensal per capita seja inferior a 1/4 (um quarto) do salário
mínimo.

Diz ainda o art. 34, da Lei 10.741/2003:

Aos idosos, a partir de 65 (sessenta e cinco) anos, que não possuam meios para
prover sua subsistência, nem de tê-la provida por sua família, é assegurado o
benefício mensal de 1 (um) salário mínimo, nos termos da Lei Orgânica da
Assistência Social – Loas.

Nesse sentido, a concessão do benefício é devida bastando o requerente ser idoso e não
possuir meios de prover seu próprio sustento.

Extrai-se ainda da legislação o reconhecimento de que a renda mínima necessária para garantir
dignidade a um idoso é a de um salário mínimo.

Assim, constata-se que a parte autora é legitima para recebimento do benefício, pois possui os
requisitos necessários.

Portanto, conclui-se que a pretensão da autora deve ser acolhida, pois preenche todos os
requisitos legais, quais sejam ser uma pessoa com mais de 68 (sessenta e oito) anos e a
impossibilidade de prover sua subsistência, posto a falta de mercado de trabalho nessa idade, não
havendo recebimento de renda de familiares.

Assim, espera-se do judiciário a concessão do benefício assistencial do LOAS à parte autora,


por ser medida da mais inteira justiça.

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III – DA CONCESSÃO DA TUTELA ANTECIPADA

O art. 300 do CPC permite que seja concedida Tutela de Urgência quando houver elementos
que evidenciem a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo.

Os requisitos de evidencia do direito estão consumados em razão da documentação acostada


aos autos, como o atestado de pobreza, bem como, a falta de êxito administrativo de concessão do
benefício.

Da mesma forma, encontram-se os requisitos de perigo de dano irreparável ou risco ao


resultado útil do processo por se tratar de verba de natureza alimentar essencial para subsistência da
requerente e de sua família, com base na sua condição de miserabilidade, posto que em virtude da
idade e sua saude, encontra-se rejeitado do mercado de trabalho.

Não obstante, ainda percebe-se no caso em apreço, a lesão e violação ao direito do


impetrante, pois a mesma já vem sendo prejudicada, conforme explanado trata-se de verba de
natureza alimentar, o qual encontra-se sob o pálio da legalidade, do direito adquirido, do ato jurídico
perfeito, da prescrição administrativa e da segurança jurídica.

No mais, não há óbice de concessão de tutela antecipada para a concessão de benefício


assistencial do LOAS, dado o seu caráter alimentar.

Em sendo assim, tendo em vista a necessidade de URGÊNCIA, requer que seja concedida a
ANTECIPAÇÃO DOS EFEITOS DA TUTELA INALDITA ALTERA PARS.

IV - DOS PEDIDOS

Ante ao exposto, requer que Vossa Excelência se digne de:

a) Conceder a TUTELA DE URGÊNCIA para que o INSS conceda imediatamente o BENEFÍCIO


ASSISTENCIAL AO AUTOR;

b) Conceder a requerente o benefício da Justiça Gratuita, nos termos da Lei nº. 1060/50, por ser pessoa
pobre e não possuir condições financeiras de arcar com as despesas processuais sem prejuízo do seu
próprio sustento;

c) Ao final, julgar totalmente procedente a presente ação, para:

c.1) conceder o BENEFICIO ASSISTENCIAL DE AMPARO AO IDOSO à parte autora, por


preencher todos os requisitos e

c.2) Condenar o INSS ao pagamento das parcelas vencidas e vincendas, DESDE O


REQUERIMENTO ADMINISTRATIVO, OU SEJA, DESDE/10/2020 , acrescidas de juros e
correção monetária, incidentes até a data do efetivo pagamento, com a condenação dos requeridos ao
pagamento das indenizações por danos materiais e morais à requerente e honorários de sucumbência
em 20%.

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Protesta alegar por todos os meios probatórios em direito permitido o ora alegado;

Dá-se à causa o valor de XXXXX.

Termos em que,

Pede deferimento.

Data XX/XX/XXXX

DR. Gustavo Esrom Santos Nogueira

OAB/MA 22.174

AO JUIZO ___ VARA DE FAMILIA DA COMARCA DE SÃO LUIS-MA

Haroldo, menor impúbere, representado por seu pai, João Matos Costa, autônomo, divorciado,
Brasileiro, residente e domiciliado a Rua do corujá, S/N, Bairro Cutim, CEP: 65045380, representada
por seu advogado, conforme instrumento de mandato em anexo, vem, respeitosamente, à
elevada presença de Vossa Excelência, propor a presente

MODULAÇÃO DOS EFEITOS DA GUARDA


Nos termos do Art. 1586 do Código Civil, que faz pelos seguintes
fundamentos.

I - DOS FATOS
A guarda está sendo dividida pela mãe Antônia Costa Rêgo e pelo requerente João Matos
Costa, trata-se de um fato superveniente que tem como origem a pandemia do novo COVID-19,
sendo assim há orientações e decretos governamentais para o isolamento social para evitar a
proliferação do Corona Vírus.

A parte que esta sendo solicitada no caso a mãe do menor não pode seguir as
recomendações do decreto governamental visto que a mesma é medica e atua na linha de frente
no combate a nova pandemia, tornando assim a sua presença um risco para o menor visto que
não há certeza de que crianças não são afetadas pelo vírus.

Por sua mãe está convivendo diariamente com enfermos sua chance de contaminação
aumenta drasticamente, chances essas que também aumentam para o menor, colocando em risco
a sua saúde e até a sua própria vida.

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Diariamente a mãe retorna do seu serviço trazendo consigo um alto risco de contagio ou no
mínimo, trazendo o vírus consigo, expondo a criança à um risco de grandes proporções.

Está claro que mesmo com a aprovação da guarda unilateral a requerida não poderá fazer
visitas ao menor, pois fazendo, colocará não só a saúde do menor, como também a saúde do
requerente e de seus familiares que vivem junto com o mesmo.
O requerente por outro lado está cumprindo o isolamento social, trabalhando via Home
Office, não o colocando em risco assim como não expondo a criança ao risco de contaminação,
além de aumentar o grau de desenvolvimento do menor.

Portanto, configurado fato grave e excepcional a motivar a modulação dos efeitos da guarda.

- DO DIREITO

O direito busca sempre resguardar os direitos e interesses do menor. A legislação


brasileira mais especificamente no Código Civil em seu artigo

1.586 deixa claro a possibilidade de alteração supervenientes dos efeitos da guarda, in verbis:

Artigo 1586. Havendo motivos graves, poderá o juiz, em qualquer caso, a


bem dos filhos, regular de maneira diferente da estabelecida nos artigos
antecedentes a situação deles para com os pais.

Assim demonstrado a superveniente alteração das condições da guarda, em especial pelo


risco de contagio ao menor envolvido, tem-se pela necessária reavaliação da guarda, para que
seja unilateral e também a suspensão das visitas por parte da mãe, enquanto perdurar o
período de decreto e/ou até que a pandemia seja controlada.

II - DA TUTELA DE URGÊNCIA

Nos termos do Art. 300 do CPC/15, “A tutela de urgência será concedida quando houver
elementos que evidenciem a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil
do processo”.

Os fatos demonstrados até mesmo por documentos em anexo, comprovam tal elementos,
demonstrando tal probabilidade de direito que o atual regime de guarda, mesmo que temporário,
confere risco ao menor.

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O risco da demora fica caracterizado no fato em si, onde a criança passa a correr risco a cada
dia e minuto que se passa

Diante de tais circunstancias é inegável a existência de receio de dano irreparável por


parte do menor, sendo imprescindível a TUTELA DE URGÊNCIA ANTECIPADA, nos termos
dos Arts. 294 e 300 do CPC.

III - DOS PEDIDOS


Por todo exposto, REQUER:

a) O deferimento da tutela antecipada, para determinar inversão de


guarda e suspensão de visitas enquanto durar a epidemia;

b) A produção de todas as provas admitidas em direito;

c) Intimação do Ministério Público para intervir no feito, nos moldes do


artigo 698 do CPC;

d) A intimação da parte adversa para responder, querendo;

e) A total procedência do pedido para determinar a inversão de guarda e suspensão das


visitas;

Dá-se a presente o valor da causa em R$ 1.064,00 (mil e sessenta e quatro reais).

Nestes termos pede o deferimento.


São Luís-MA

DR. Gustavo Esrom Santos Nogueira

OAB/MA 22.174

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AO DOUTO JUIZO DE DIREITO DO 2ª JUIZADO ESPECIAL CÍVEL E DAS
RELAÇÕES DE CONSUMO DA COMARCA DE SÃO LUÍS/MA

FLAVIO AMOROSO SOUSA, brasileiro, viúvo, autônomo, com Cédula de identidade nº


024446322002-0 SSP/MA e CPF nº 725.129.753-73, sem endereço eletrônico, residente e domiciliado
na Rua 14, nº 3, Bairro Cidade Olímpica, São Luís/MA, CEP 65.058-502, vêm, respeitosamente à
presença de Vossa Excelência, por seu advogado infra-assinado, propor a presente

AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS

Em face da Empresa de nome J GONCALVES DOS SANTOS FILHO & CIA LTDA
nome fantasia CENTRO ELETRICO, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ sob
o número 07.049.976/0004-40 [ FILIAL ], situada à Av. Avenida Guajajaras, 416,
TIRIRICAL, Campo Encantado/RS, CEP 65055-285, pelos fatos e fundamentos a seguir
expostos.

DOS FATOS
No dia 26/08/2020 o requerente realizou a compra de uma máquina de lavar roupas
Consul 120/220 V, no valor de R$ 1.000,00 (um mil) como demonstrado na nota fiscal
anexada;

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Ocorre que, no sexto mês de uso a maquina apresentou problemas, o autor levou até
a autorizada de nome não informado pela mesma para a realização dos reparos, a mesma
direcionou o eletrodoméstico ao fabricante que elaborou um laudo técnico.
Tal laudo constava que o defeito era no motor da maquina e que o autor deveria
desembolsar um valor de R$ 450,00 (quatrocentos e cinquenta reais) para a manutenção do
aparelho.
Visto o grau de mal atendimento e a necessidade de pagamento do requerente pela
necessidade de ter o produto funcionando, o demandante requer tais pedidos com base no
Código de Defesa do Consumidor.
Ante os fatos, requer-se o provimento dos pedidos a que tem direito.
É o breve relato.

DO DIREITO
Responsabilidade Objetiva e Falha na Prestação do Serviço
Código de Defesa do Consumidor, protegendo o direito básico à adequada e eficaz
prestação dos serviços públicos em geral ao consumidor, aduz em seu art. 14 que “o
fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação
dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem
como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos.”.
Quanto à sua isenção de culpa, o mesmo artigo do CDC dispõe:

Art. 14 (...)
§ 3° O fornecedor de serviços só não será responsabilizado quando provar:
I - que, tendo prestado o serviço, o defeito inexiste;
II - a culpa exclusiva do consumidor ou de terceiro.

Ainda,
Art. 20. O fornecedor de serviços responde pelos vícios de qualidade que os tornem
impróprios ao consumo ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles
decorrentes da disparidade com as indicações constantes da oferta ou mensagem
publicitária, podendo o consumidor exigir, alternativamente e à sua escolha:
II - a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo
de eventuais perdas e danos;

Em relação às práticas abusivas:


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CDC
Art. 39. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras
práticas abusivas:   
IV - prevalecer-se da fraqueza ou ignorância do consumidor, tendo em vista
sua idade, saúde, conhecimento ou condição social, para impingir-lhe seus
produtos ou serviços;
V - exigir do consumidor vantagem manifestamente excessiva;
X - elevar sem justa causa o preço de produtos ou serviços.  

Atinente ao indébito, em dobro:


CDC
Art. 42. Na cobrança de débitos, o consumidor inadimplente não será
exposto a ridículo, nem será submetido a qualquer tipo de constrangimento
ou ameaça.
Parágrafo único. O consumidor cobrado em quantia indevida tem direito
à repetição do indébito, por valor igual ao dobro do que pagou em
excesso, acrescido de correção monetária e juros legais, salvo hipótese de
engano justificável.

Assim, a requerida, ao enganar o cliente com a promessa de contemplação na 1ª


assembleia do consórcio, condicionando ao pagamento do valor descrito acima, incorre em
violação ao Código de Defesa do Consumidor, causando, danos de natureza extrapatrimonial,
pelos quais se recorre ao Judiciário para satisfazer a justa reparação, não devendo, a empresa
demandada, se eximir de sua responsabilização, visto que não há causa que a isente de culpa.

Dos Danos Moral e Material


Tais fatos constituem ofensa à honra objetiva do cliente, visto que buscava o
melhor funcionamento da sua máquina para realizar atividades laborais.
Nesse ínterim, se configura a existência de danos à moral do autor, visto que,
conforme jurisprudência consolidada no STJ, a falha na prestação do serviço público (que
ocorreu com a prática abusiva perpetrada, gera o direito à compensação, sendo dispensável a
comprovação dos prejuízos suportáveis, visto que são presumíveis.
Assim, em atenção à aplicação do método bifásico, largamente utilizado pelo STJ,
destacando-se a recorrência e a reincidência da requerida em prestar seus serviços
irregularmente, como de conhecimento público, bem como à extensão do dano e à sua
capacidade econômica, fixa-se, como valor justo, a compensação por danos morais no importe
de R$ 10.000,00 (dez mil reais).

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Ainda, requer-se a devolução do valor pago no início do contrato, quer seja R$
2.168,00 dois mil cento e sessenta e oito reais), em dobro, totalizando o valor de R$ 4.336,00
(quatro mil trezentos trinta e seis reais).

DOS PEDIDOS

Ante o exposto, requer-se:


a) A concessão da gratuidade de justiça ao requerente, para fim recursal, nos
termos do art. 54 da Lei nº 9.099/95 e do art. 98 do Código de Processo Civil;
b) A citação da requerida para integrar a demanda e responder, sob pena de
revelia e confissão, pela total procedência desta ação;
c) A total procedência desta ação, condenando a requerida a revestir em prol
do autor o valor pago de R$ 450,00, em dobro, totalizando R$ 900,00 (novecentos reais); e,
alternativamente ao indébito em dobro do dano material, requer-se o pagamento do valor de
R$ 900,00;
d) A condenação da requerida em compensação pelos danos morais causados no
importe de R$ 10.000,00 (dez mil reais).
e) A produção de todas as provas admitidas em direito, incluindo as que este
Juízo entender necessárias;
f) A condenação do réu ao pagamento de custas processuais e honorários
advocatícios no limite máximo da lei, para fim recursal, nos termos dos arts. 84 e 85, §2º,
NCPC;

Dá-se à causa o valor de R$ 11.800,00 (onze mil e oitocentos reais).


Nestes termos, pede deferimento.

São Luís, MA

Gustavo Esrom Santos Nogueira


OAB/MA nº 22.174
´

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EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO 2ª CÂMARA CÍVEL DO TJMA

Processo nº 0801467-84.2019.8.10.0058

       FLAVIO AMOROSO SOUSA, devidamente qualificado nos autos da ação em epígrafe,
vem, muito respeitosamente à presença de Vossa Excelência, instaurar o presente CUMPRIMENTO
DE SENTENÇA, com fulcro no art. 513, § 1º do Código de Processo Civil, contra J GONCALVES DOS
SANTOS FILHO & CIA LTDA nome fantasia CENTRO ELETRICO, também qualificado nos autos
principais, para que se cumpra a determinação imposta pelo d. Juízo.   
       Extrai-se da respeitável sentença proferida às fls. XX a condenação em honorários
sucumbenciais, arbitrados em 15% sobre o valor da causa, isto é, R 11.800,00 (onze mil e
oitocentos reais), assim como deverá pagar o valor sucumbencial ao 1º grau também em 15% sobre
o valor da causa isto é, 11.800,00 (onze mil e oitocentos reais), a ser atualizado a partir de sua
fixação e com juros do trânsito em julgado até o seu efetivo pagamento.

Diante de todo o exposto, requer-se seja o executado intimado ao pagamento do


débito exequendo e, caso não o deposite em quinze dias, roga-se desde já pelo arbitramento de
multa e fixação de honorários em fase de execução, com previsão legal no § 1º, do artigo 523 do
Código de Processo Civil.

Legislação de apoio

Procuração:
- Art. 105. § 4º: Salvo disposição expressa em sentido contrário constante do próprio instrumento, a
procuração outorgada na fase de conhecimento é eficaz para todas as fases do processo, inclusive para
o cumprimento de sentença.
Planilha de cálculos e certidão do trânsito em julgado:

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*Súmula nº 517* do STJ: "São devidos honorários advocatícios no cumprimento de sentença, haja ou
não impugnação, depois de escoado o prazo para pagamento voluntário, que se inicia após a intimação
do advogado daarttte executada".
*Súmula nº 14* do STJ: “Arbitrados os honorários advocatícios em percentual sobre o valor da
causa, a correção monetária incide a partir do respectivo ajuizamento”.
Multa do art.. 523* e honorários de execução:
-Artt .. 523*. No caso de condenação em quantia certa, ou já fixada em liquidação, e no caso de
decisão sobre parcela incontroversa, o cumprimento definitivo da sentença far-se-á a requerimento do
exequente, sendo o executado intimado para pagar o débito, no prazo de 15 (quinze) dias, acrescido de
custas, se houver.
§ 1º Não ocorrendo pagamento voluntário no prazo do caput, o débito será acrescido de multa de dez
por cento e, também, de honorários de advogado de dez por cento.

Nestes termos, pede-se deferimento.

Gustavo Esrom Santos Nogueira


OAB/MA nº 22.174

ANEXO 4.3 – AVALIAÇÃO DO SUPERVISOR DE ESTÁGIO

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