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UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO

FACULDADE DE ARQUITETURA, ENGENHARIA E TECNOLOGIA


DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL

CARACTERIZAÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO RICO

Julyane de Souza Cruz


Lucas Olegário Bueno

CUIABÁ – MT
DEZ/2016
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
FACULDADE DE ARQUITETURA, ENGENHARIA E TECNOLOGIA
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL

CARACTERIZAÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO RICO

Julyane de Souza Cruz


Lucas Olegário Bueno

Relatório de aula prática apresentado à


disciplina de Hidrologia Aplicada do curso de
Engenharia Sanitária e Ambiental da
Universidade Federal de Mato Grosso, como
requisito parcial de avaliação.

Prof. Dra. Luciana Sanches

CUIABÁ – MT
DEZ/2016
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO.................................................................................................................2
2. OBJETIVO.........................................................................................................................2
3. MATERIAIS E MÉTODOS.............................................................................................5
3.1. Área de Estudo............................................................................................................5
3.2. Caracterização da Bacia Hidrográfica......................................................................6
3.2.1. Área da Bacia Hidrográfica...................................................................................6
3.2.2. Fator Forma (Kf)...................................................................................................6
3.2.3. Índice de Compacidade (Kc).................................................................................6
3.2.4. Índice de Circularidade (Ic)...................................................................................7
3.2.5. Índice de Conformidade (Fc)................................................................................7
3.2.6. Tempo de Concentração (Tc)................................................................................7
3.3. Caracterização da Rede Fluvial.................................................................................7
3.3.1. Comprimentos e Perfil Longitudinal.....................................................................7
3.3.2. Densidade de Curso D'água (D)............................................................................8
3.3.3. Densidade de Drenagem (Dd)...............................................................................8
3.3.4. Hierarquização de Rede de Drenagem..................................................................8
3.4. Informações Hidrológicas da Bacia Hidrográfica...................................................8
3.4.1. Padrão Sazonal de Precipitação............................................................................8
4. RESULTADOS E DISCUSSÕES.....................................................................................9
5. CONCLUSÃO..................................................................................................................12
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..........................................................................13
ANEXOS..................................................................................................................................14
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1. INTRODUÇÃO
A bacia hidrográfica é definida como uma área de captação natural da água da
precipitação que faz convergir os escoamentos para um único ponto de saída, seu exutório. É
composta basicamente de um conjunto de superfícies vertentes e de uma rede de drenagem
formada por cursos d’água que confluem até resultar um leito único no exutório [ CITATION
SIL01 \l 1046 ] considerando-se como perdas intermediárias os volumes evaporados e transpirados
e também os infiltrados profundamente [ CITATION TUC00 \l 1046 ].

A delimitação de uma bacia hidrográfica é um dos primeiros e mais comuns


procedimentos executados em análises hidrológicas ou ambientais. Os principais componentes –
solo, água, vegetação e fauna – coexistem em permanente e dinâmica interação, respondendo às
interferências naturais e antrópicas, afetando os ecossistemas como um todo. Nesses
compartimentos naturais – bacias hidrográficas – os recursos hídricos constituem indicadores das
condições dos ecossistemas, no que se refere aos efeitos do desequilíbrio das interações dos
respectivos componentes [ CITATION SOU021 \l 1046 ].

Segundo GUERRA & CUNHA, (1996) as bacias hidrográficas são consideradas


excelentes unidades de gestão dos elementos naturais e sociais, pois, nessa óptica, é possível
acompanhar as mudanças introduzidas pelo homem e as respectivas respostas da natureza. Ainda
de acordo com esses autores, em nações mais desenvolvidas a bacia hidrográfica também tem
sido utilizada como unidade de planejamento e gerenciamento, compatibilizando os diversos
usos e interesses pela água e garantindo sua qualidade e quantidade.

A quantificação da disponibilidade hídrica serve de base para o projeto de planejamento


dos recursos hídricos. Para isso, é necessário expressar quantitativamente, todas as características
de forma, de processos e de suas inter-relações. É importante ressaltar que nenhum desses
índices, isoladamente, deve ser entendido como capaz de simplificar a complexa dinâmica da
bacia, a qual inclusive tem magnitude temporal [ CITATION TON05 \l 1046 ].

Sendo assim, o presente trabalho teve como objetivo determinar e analisar as


características da bacia hidrográfica do córrego Rico, próximo ao município de Nova Olímpia,
na bacia do Paraná, Mato Grosso - Brasil. Foram avaliados índices de drenagem, compacidade,
forma, densidade e dados pluviométricos.
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2. OBJETIVO
O trabalho teve como objetivo a delimitação da bacia hidrográfica do córrego Rico,
através de estudos da área de drenagem desenvolvidos a partir da caracterização e levantamento
de dados hidrológicos, além de levantamento pluviométrico realizado com a sazonalidade da
precipitação.

3. MATERIAIS E MÉTODOS
3.1 Área de Estudo
O estudo foi realizado na bacia hidrográfica do córrego Rico, que tem aproximadamente
12 km de comprimento e está localizado nas proximidades do município de Nova Olímpia – MT.
Sua nascente está localizada na latitude 14°48’46,29” S e longitude 57°14’05,73” O, e seu
exutório localiza-se na latitude 14°53’40,47” S e longitude 57°9’47,99” O (Figura 1).

Figura 1 - Localização da nascente e exutório do córrego Rico (Fonte: Google Earth)

Encontram-se na bacia de contribuição do córrego Rico, 8 (oito) cursos d’água, que


totalizam uma área de 52,72 Km², e o mesmo apresenta um desnível topográfico de 48 m, desde
a nascente com 212m até o exutório com 164m (Anexo 1), no ponto de deságue no rio Branco.
6

3.2. Caracterização da Bacia Hidrográfica

Para a caracterização morfométrica desta bacia, foram necessárias as delimitações de


atributos básicos como: áreas, perímetros, comprimentos axiais. Sendo assim, iniciou-se o estudo
baseado nas informações da carta Nova Olímpia (SD-21-Y-B-VI) extraída do IBGE Mapas, e
curvas de nível da região. Utilizou-se coordenadas geográficas fornecidas pelo Google Earth.

Realizou-se a localização geográfica e delimitação da rede de drenagem através do


programa AutoCad 2017 – considerando os divisores superficiais topográficos – e caracterizou-
se a bacia através dos cálculos de área e dos índices de formas, traduzidos nos valores de: fator
de forma (Kf), índice de compacidade (Kc), índice de circularidade (Ic), índice de conformação
(Fc) e tempo de concentração (Tc).

3.2.1. Área da Bacia Hidrográfica

A área é definida pela projeção horizontal do divisor superficial de águas, definindo a


potencialidade hídrica da bacia através da delimitação que passa pelos pontos de maior cota entre
duas bacias vizinhas.

3.2.2. Fator de Forma (Kf)

O Fator de forma é a relação entre a largura média e o comprimento axial da bacia – da


foz ao ponto mais longínquo do espigão. Segundo VILLELA & MATTOS (1975), uma bacia
com um fator de forma baixo é menos sujeita a enchentes que outra de mesmo tamanho, porém
com fator de forma maior. Calcula-se a partir da equação:

B
Ff = Onde B é a largura média da bacia (m), calculado com a média de várias retas
L
traçadas perpendicularmente ao L que é o comprimento axial da bacia (m).

3.2.3. Índice de Compacidade (Kc)

O índice de compacidade (Kc) constitui a relação entre o perímetro da bacia e a


circunferência de um círculo de área igual à da bacia. Quanto mais irregular for a bacia, maior
será o coeficiente de compacidade [ CITATION VIL75 \l 1046 ]. Calcula-se a partir da equação:

P
Kc=0,28 Onde P é o perímetro da bacia (km) e A é a área da bacia em
√A
(km²).
7

3.2.4. Índice de Circularidade (Ic)

O índice de circularidade tende para a unidade à medida que a bacia se aproxima da


forma circular e diminui à medida que a forma torna-se alongada [ CITATION TON05 \l 1046 ].
Calcula-se a partir da equação:

A
Ic=12,57 Onde, A é a área da bacia (km²) e P é o perímetro

(km).

3.2.5. Índice de Conformação (Fc)

O índice de conformação é definido como a relação entre a área e o comprimento axial


da bacia, comparando a área da bacia com a área do quadrado de lado 1 ao comprimento axial.
Bacias com valores de Fc próximos a 1 se aproximam a forma de um quadrado e maior
potencialidade de picos de cheias. Calcula-se a partir da equação:

A
Fc= Onde, A é a área da bacia em (km²) e L é o comprimento axial da bacia em

(km).

3.2.6. Tempo de Concentração (Tc)

O tempo de concentração equivale ao tempo necessário para que toda a área da bacia
contribua para o escoamento superficial na secção de saída. Calcula-se a partir da equação:

0,385

Tc=57 ( )
∆H
Onde L é o comprimento do curso d’água principal (km) e∆ H é a

diferença de declive (m). Tc é dado em minutos.

3.3. Caracterização da Rede Fluvial

Caracterizou-se a rede fluvial calculando os comprimentos dos cursos d’água e perfil


longitudinal, apresentando densidade dos cursos d’água (D), densidade de drenagem (Dd) e
hierarquização dos mesmos.

3.3.1. Comprimentos e Perfil longitudinal


8

Os comprimentos reais e axiais dos cursos d’água foram identificados através do


programa AutoCad 2017. Identificou-se o sentido de escoamento do curso d’água principal
através do perfil longitudinal, que foi baseado nos pontos de altitude máxima e mínima, e
posteriormente dividiu-se em dez trechos iguais de 1,2km através do Google Earth.

3.3.2. Densidades do Curso D’água (D)

Ao avaliar a densidade de drenagem é possível conhecer o potencial da bacia e de suas


sessões em permitir maior ou menor escoamento superficial [ CITATION TOR12 \l 1046 ].

A densidade do curso d’água é o número de cursos d’água por unidade de área. Calcula-
se a partir da equação:

N
D= Onde, N é o número de cursos d’água e A é a área da bacia (km²).
A

3.3.3. Densidade de Drenagem (Dd)

A densidade de drenagem é o resultado da divisão entre o comprimento total dos cursos


d’água pela área da bacia. Esse índice pode variar de 0,5 km/km² em bacias com drenagem pobre
a 3,5 km.km² ou mais em bacias bem drenadas (VILLELA & MATTOS, 1975). Calcula-se a
partir da equação:

Σt
Dd= Onde Σ t é a somatória dos trechos dos corpos d’água (km) e A á a área da
A
bacia (km²).

3.3.4. Hierarquização da Rede de Drenagem

A hierarquia fluvial consiste no processo de estabelecer a classificação de determinado


curso d’água no conjunto total de uma bacia hidrográfica, no qual se encontra. Esta
hierarquização é realizada com a função de facilitar e tornar mais objetivo os estudos
morfométricos sobre as bacias hidrográficas[ CITATION CHR80 \l 1046 ].

3.4. Informações Hidrológicas da Bacia Hidrográfica


3.4.1. Padrão Sazonal de Precipitação

A elaboração do padrão sazonal de precipitação foi baseada em dados extraídos do


banco de dados da HidroWeb – pertencentes a estação pluviométrica 66375100 - Fazenda Santa
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Rosa –em formato Microsoft Office Acess e posteriormente tabelados em Microsoft Office
Excel e apresentados em forma de gráfico para melhor entendimento.

4. RESULTADOS E DISCUSSÕES
De acordo com os resultados das características físicas (Tabela 1), a área de drenagem
encontrada na bacia foi de 52,72 km² e seu perímetro, de 33,45 km.

Tabela 1 - Características físicas da bacia hidrográfica do córrego Rico.

Características Físicas Resultados Unid.


Área de Drenagem (A) 52,72 Km²
Perímetro (P) 33,45 Km
Fator Forma (Ff) 0,327
Índice de Compacidade (Kc) 1,29
Índice de Circularidade (Ic) 0,592
Índice de Conformação (Fc) 0,34
Tempo de Concentração (Tc) 226,27 Min
Comprimento do curso d'água principal
(L) 11,99 Km
Comprimento axial do curso d'água (Lx) 11,31 Km
Comprimento axial da Bacia (L) 12,40 Km
Densidade dos cursos d’água (D) 0,17
Km/Km
Densidade de Drenagem (Dd) 0,50 ²

Pode-se afirmar que a bacia hidrográfica do córrego Rico mostra-se pouco suscetível a
enchentes em condições normais de precipitação, ou seja, excluindo-se eventos de intensidades
anormais, pelo fato de o índice de compacidade apresentar o valor de 1,290, afastado da unidade
e, quanto ao seu fator de forma (Anexo 2) exibir um valor baixo de 0,327.

Tabela 2 - Largura média da bacia hidrográfica

Reta Largura(m) Reta Largura(m)


1 3073,66 14 4070,57
2 916,86 15 3962,62
3 4924,89 16 3988,94
4 5814,16 17 4175,39
10

5 5952,12 18 4189,16
6 5384,63 19 3701,05
7 4838,63 20 3358,62
8 4933,43 21 3392,52
9 4740,09 22 3481,94
10 4800,34 23 3601,35
11 4960,52 24 3445,41
12 4767,47 25 3031,19
13 4297,56 26 1558,24
Largura
Média 4052,36 m

Tal fato pôde ainda ser comprovado pelo índice de circularidade, possuindo um valor de
0,592. Assim, há uma indicação de que a bacia não possui forma circular, possuindo, portanto,
uma tendência de forma alongada e menos sujeita a picos de enchente.

O índice de conformação, que compara a bacia com a área do quadrado de lado 1 ao


comprimento axial, resultou no valor de 0,34, apresentando baixa potencialidade de picos de
cheia. Pois de acordo com GRANELL-PÉREZ (2001), em bacias alongadas, o escoamento é
mais bem distribuído temporalmente, apresentando menor risco de enchentes.

A densidade de curso d’água foi de 0,17 canais/Km² e a densidade de drenagem


encontrada na bacia foi de 0,50 km/km2 conforme Anexo 2, considerada como drenagem
regular.

A declividade do córrego Rico, conforme gráfico 1, nota-se maior declive entre os


trechos de 6km e 7,2km, apresentando declividade de 15 metros. O tempo de concentração – de
acordo com a Equação de Kirpich – para que toda a água precipitada sobre a bacia contribua para
a vazão da secção de saída, é de 226,27 minutos.
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Declividade do córrego Rico


250

200
Altitudes (m)

150 Altitudes (m)


Linear (Altitudes (m))
100

50

0
0 1.2 2.4 3.6 4.8 6 7.2 8.4 9.6 10.8 11.99

Gráfico 1 - Declividade do córrego Rico com equidistâncias de 1,2km.

De acordo com a hierarquia de Strahler, a bacia de drenagem do córrego Rico possui


ramificação de terceira ordem (Anexo 3), indicando que o sistema de drenagem da bacia é pouco
ramificado. De acordo com o gráfico 2 identifica-se que a bacia de contribuição é constituída em
sua maioria por canais de 1ª ordem, que não recebem nenhum afluente.
12

Número de canais por ordem


12
10
10

8
N° de Canais

Número de Canais
6 5

4 3

0
1ª Ordem 2ª Ordem 3ª Ordem

Gráfico 2 - Número de canais por ordem de hierarquização, segundo Strahler.

A precipitação foi estudada de acordo com dados da estação da Fazenda Santa Rosa,
extraído do banco de dados da HidroWeb. Porém, precisou-se desconsiderar dados de 1983 à
1993 por estarem incompletos – com falha de dados de 10 anos consecutivos. Desta forma,
optou-se por analisar os dados entre janeiro de 1994 à dezembro de 2014, totalizando 20 anos.
Calculou-se a média de cada mês (janeiro à dezembro) e posteriormente realizou-se soma das
médias de cada mês.

De acordo com o gráfico 3, nota-se que o período de junho à setembro classifica-se


como período de estiagem por estarem abaixo da média anual de precipitação (472mm), ao
contrário de setembro à maio, período chuvoso.

Padrão Sazonal de Precipitação


700
600
500 472
Precipitação (mm)

400
300
200
100
0
iro iro ço il o o o s to o ro o o
ar br ai nh lh br ub br br
ne er
e A M J u Ju go m ut em em
Ja v M A te ez
Fe Se O ov D
N

Ppt Media

Gráfico 3 – Padrão Sazonal de Precipitação da Estação Faz. Santa Rosa – Período de 20 anos.
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5. CONCLUSÃO
Quando se conhece as características naturais de uma determinada bacia hidrográfica,
consegue-se gerenciar, por exemplo, atividade de uso e de conservação dos recursos naturais,
principalmente nas situações de grande pressão sobre o meio ambiente em função do
crescimento populacional e do desenvolvimento. Além disso, ter conhecimento hídrico sobre a
região é de fundamental importância para implantação de inúmeros projetos, como por exemplo:
o de abastecimento ou construções de PCH.

Por meio do estudo da bacia hidrográfica do córrego Rico, conclui-se que o sistema de
drenagem é regular, de acordo com o seu índice de densidade de drenagem, pois a bacia
apresenta susceptibilidade ao escoamento – por ter forma mais alongada – menor risco de
grandes cheias em condições normais de pluviosidade anual e características topográficas muito
favorável ao escoamento superficial.
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6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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Fonte: HidroWeb: http://hidroweb.ana.gov.br/HidroWeb.asp?
TocItem=1080&TipoReg=7&MostraCon=true&CriaArq=false&TipoArq=0&SerieHist=true

CHRISTOFOLETTI, A. (1980). Geomorfologia. São Paulo: Edgard Blucher.

GRANELL-PÉREZ, M. C. (2001). Trabalhando Geografia com as cartas topográficas. Unijuí.

GUERRA, A., & CUNHA, S. B. (1996). Degradação ambiental. . Em S. B. CUNHA,


Geomorfologia e meio ambiente. (pp. 337-339). Rio de Janeiro: Bertrahnd Brasil.

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Estatística: http://biblioteca.ibge.gov.br/

SILVEIRA, A. L. (2001). Ciclo hidrológico e bacia hidrográfica. Em C. E. TUCCI, Hidrologia:


ciência e aplicação. (pp. 35-51). São Paulo: EDUSP.

Silvino, A. N. (Julho de 2008). AVALIAÇÃO E MODELAGEM DA QUALIDADE DA ÁGUA


DA BACIA DO RIO COXIPÓ, NO MUNICÍPIO DE CUIABÁ - MT. Programa de Pós-
graduação em Física Ambiental.

SOUZA, C. G. (2002). Caracterização e manejo integrado de bacias hidrográficas. Belo


Horizonte: EMATER.

TONELLO, K. C. (2005). Análise Hidroambiental da Bacia Hidrográfica da Cachoeira das


Pombas, Guanhães, MG. Dissertação de Mestrado, UFV.

TORRES, F. T. (2012). Introdução à hidrogeografia. São Paulo: CengageLearning.

TUCCI, C. E. (2000). Hidrologia: Ciência e Aplicação. Sao Paulo: ABRH.

VILLELA, S., & MATTOS, A. (1975). Hidrologia Aplicada. São Paulo: McGraw-Hill do
Brasil.
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ANEXOS

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