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Substituição de Dormentes de Concreto – Fluxo Intermediário

PRO-029043, Rev.: 00-28/01/2021 - Classificação: Uso Interno


Diretoria Emitente: Diretoria Corredor Norte
Responsável Técnico: Bernardh Bermeu Mat. 01493037, Área: Gerência de Manutenção Mecanizada VP.
Público Alvo: Inspetores, Tecnicos, Auxiliar Tecnico, Operadores Mantenedores e Oficial de Via de Permanente.
Necessidade de Treinamento: ( X ) SIM ( ) NÃO

Resultados Esperados:

a
✓ Dormentes novos aplicados na linha com espaçamento padrão;

lad
✓ Fixados com grampo, isolador e palmilha resiliente;

✓ Dormentes inservíveis fora do gabarito e empilhados;

✓ Fixações e acessórios sucatas recolhidos.

1- REFERÊNCIAS:

tro
on
• PGS 012161 - Plano de Atendimento a Emergências – PAE EFC;
• PGS 002722 - Regulamento de Operação Ferroviária (ROF);
• PGS 002872 - Regulamentos de Processos para Manutenção Ferroviária;
• PGS 002876 - Regulamentos de Via Permanente para Manutenção Ferroviária;
oc

• PGS 002879 - Regulamento de S&S e Meio Ambiente para Manutenção Ferroviária;


• PGS 003123 - Diretrizes para o Gerenciamento de Riscos em Saúde, Segurança e Meio Ambiente;
PNR 000070 - Gerenciamento de Eventos de Saúde, Segurança, Meio Ambiente, Comunidade e
Operacional ;

• PGS 004204 - Gerenciamento de Eventos de Saúde, Segurança, Meio Ambiente, Comunidade e


Operacionais;
• PGS 013856 - Liberação e Devolução de Linhas (LDL);
• POL 0019-G - Política de Sustentabilidade Global;
• PTP-000773 – APR / LAIA – Avaliação Preliminar de Riscos e Levantamento de Aspectos e
ia

Impactos Ambientais;
• PRO-028051 - Ferramentas Formais de Análise de Riscos de SSMARO;
p

• PNR-00031 - Permissão de Trabalho Seguro;


• PNR-000006- Método de Verificação das Diretrizes Básicas de Operação e manutenção;

• PRO 023124 - Requisitos para Atividades Críticas na Logística Norte;


• PRO-022144 – Guia para Segregação, Armazenamento e Destinação de Resíduos Sólidos;
• PRO-027494 - Programa de Gestão de Produtos QuímicosPGS 003038 - Diretrizes para Gestão
de Produtos Químicos;
• PRO-020962 – Descarga de Brita EFC;
• PRO-028184 - Instruções de Ergonomia para Levantamento, Transporte e Descarga Manual de
Cargas – Corredor Norte;
• PNR 000069 – Requisitos de Atividades Criticas.
• Manual de Uso e Manutenção Geismar – KGT 4RS;
• Guia de Referência de Campo Miniescavadeiras Hidráulicas e Ferramentas de Trabalho;
• Equipamentos do KGT 4RS;
• Sistema de Locomoção e Implementos para Guindastes Ferroviário da Super Metal;

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2- DEFINIÇÕES

• VP: Via Permanente.


• EFC: Estrada de Ferro Carajás.
• ROF: Regulamento da Operação Ferroviária.
• RMF: Regulamento de Manutenção Ferroviária.

a
• LDL: Liberação e devolução de linha.
• MCP: Monitoramento e Controle da Produção.

lad
• MCM: Monitoramento e Controle da Manutenção.
• CCP: Centro de Controle de Pátio.
• MPP: Máquinas de Pequeno Porte.
• Jumper: Dispisitivo móvel utilizado para ligar duas partes de um circuito eletrônico.
• LAIA: Levantamento de Aspectos e Impactos Ambientais.

tro
• MID: Manifesto Interno de Descartados.
• Acessório/dispositivo de bloqueio: Recurso existente em equipamentos, instalações e/ou
circuito, instalados pelos fabricantes ou não, que possibilita o bloqueio de dispositivos de manobra
numa determinada posição, impedindo uma operação não autorizada – acidental ou proposital.

on
Aspecto Ambiental: Elemento das atividades ou produtos ou serviços de uma Organização que
pode interagir com o meio ambiente. (ABNT NBR ISO 14001:2004).
• Bloqueio: Ação de manter, por meio de cadeado, um dispositivo de manobra fixo numa
determinada posição, de forma a impedir uma operação não autorizada.
• Dano: Consequência de um determinado evento perigoso e especificado.
oc

• Impacto Ambiental: Qualquer modificação do meio ambiente, adversa ou benéfica, que resulte,
no todo ou em parte, dos aspectos ambientais da organização.
• Perigo: Uma fonte ou uma situação com potencial para provocar danos em termos de lesão,
doença, dano à propriedade, dano ao meio ambiente ou uma combinação destes.
• Risco: É a combinação da probabilidade de ocorrência e da consequência de um determinado

evento perigoso e especificado.

3- PRÉ REQUISITOS
ia

Luva de segurança (Tipo vaqueta)


p

Protetor solar
Capacete com jugular

Casquete, ou chapéu australiano


01 EPI’S
Protetor auricular
Bota de segurança (cano longo com proteção de biqueira composite)
Óculos de segurança contra impacto
Perneira de pvc (quando necessário).

Macacão cor laranja (tecido de algodão)


Camisa manga longa cor laranja e calça (tecido de algodão) ou camisa
02 FARDAMENTO
operacional manga longa com colete refletivo
Calça Operacional (tecido de algodão).

Análise de Risco da Tarefa (ART)


FERRAMENTAS DE
Análise de Risco Local (ARL)
03 SAÚDE E
Liberação da atividade (LA)
SEGURANÇA
Permissão de Trabalho Seguro (PTS)

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Requisitos de Atividades Criticas 5 - Içamento de carga


PGS 002872 - Regulamentos de Processos para Manutenção Ferroviária (RMF)
TREINAMENTOS /
04
AUTORIZAÇÕES PGS 002722 - Regulamento de Operação Ferroviária (ROF)

PGS 013856 - Liberação e Devolução de Linhas (LDL)

a
OUTROS

lad
05 Check list dos equipamentos e ferramentas de uso controlado.
DOCUMENTOS
Guindaste rodoferroviário KGT

Mini escavadeira rodoferroviária

tro
Máquina fixadora CD-400

Máquina fixadora Robel

Máquina dormentadora PTC-02


on
EQUIPAMENTOS
06
E/OU FERRAMENTAS Caminhão Munck

Ferramenta de aplicação de grampos fastclip


oc

Ferramenta de extração de grampos fastclip

Macaco hidráulico

Ferramenta de limpeza de lastro - Forcado


EQUIPAMENTOS Alavanca (Feramenta de extração da ombreira)


06
E/OU FERRAMENTAS
Alavanca Lisa

Grupo de Socaria Autônomo - GSA


ia

Marreta 5kgs
p

Corrente plástica zebrada


Placas de sinalização (Homens trabalhando, Linha impedida e restrição)

Tenda e instalações sanitárias

OUTROS RECURSOS Extintor de incêndio – TIPO ABC


07
NECESSÁRIOS
Rádio de comunicação bidirecional

Cones – Quando necessário

Contêiner de combustível

RECOMENDAÇÕES Não usar relógio, aliança ou qualquer adorno ou material que possa servir
08
GERAIS como ponto de agarramento.

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4- REGRAS GERAIS E PARÂMETROS TECNICOS PARA SUBSTITUIÇÃO DE DORMENTES DE


CONCRETOS.

Antes de iniciar a execução da tarefa, verificar:

a
a) É obrigatorio a verificação da temperatura no trilho certificando que a faixa de temperatura
neutra- FTN (34° C a 44° C) fixando o termômetro de base magnética na alma do trilho, lado

lad
contrário ao sol;

b) É permitido uma tolerância de 4ºC abaixo da FTN para início da atividade, limitando-se a uma
temperatura mínima de 30 ºC (essa é a menor temperatura que o serviço pode ser iniciado).

tro
Não há tolerância para valor acima da Faixa de Temperatura Neutra (FTN = 34º a 44ºC), dessa
forma a etapa de retirada de dormente e fixação deve ser finalizada até a temperatura atingir
44ºC;
on
c) Para verificação da temperatura com pirômetro, aproximar o mesmo a uma distância 30 cm
na região da alma do trilho e efetuar leitura após estabilização da medida no mostrador
(importante ajustar a emissividade do pirômetro para o aço antes da medição da temperatura).
d) É obrigatório a verificação da Temperatura e monitoramento durante toda a execução da
oc

atividade (a cada 30 minutos);


e) Em caso de indicios de flambagem da linha, deve interromper imediatamente a atividade e
repor a fixação dos trilhos;

f) Para conclusão do serviços de retirada e aplicação fora da FTN, deve-se realizar o alívio de

tensão após socaria de recalque;


g) O levante máximo do trilho permitido para substituição do dormente é de 70 mm;

h) Para evitar flambagem da via, deve-se retirar a fixação de no máximo 11 (onze) dormentes e
ia

manter no mínimo 3 (três) dormentes com fixação em bom estado e em condições de


retenção para abertura de outras frentes (como mostra a Figura 01 abaixo);
p

Figura 01 – Esquema de retirada de fixação permitido para o Modelo Tie Gang

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i) Para o modelo de trabalho “Tie Gang” (Figura 1), é OBRIGATÓRIO a Socaria Mecanizada
(MGP) após o término da substituição de dormente de concreto, com necessidade do uso do
DGS, após a conclusão da troca de todos os dormentes do segmentos, no último PASSE.
Caso não ocorra o uso do DGS se faz necessário realizar a socaria de recalque após a
passagem de 600.000 TBT (cerca de 13 trens de minério carregados de 330 vagões).

a
j) Na indisponibilidade de Correção Geométrica no trecho que já houve interveção de

lad
substituição de dormentes modelo Tie Gang a via deverá permanecer INTERDITADA até que
seja realizada Socaria Mecanizada ou o local pode ser socado (socaria dupla) com o GSA e a
linha liberada com velocidade máxima de 30 km/h.

tro
k) Para o modelo de trabalho “Normal” (Figura 02), deve ser adotada a retirada de blocos de 05
dormentes da via deixando blocos de 15 dormentes, para posterior retirada do próximo bloco
05 dormentes. Podendo ser retirada apenas as fixações dos 02 dormentes (anterior e
posterior) aos 05 dormentes a serem retirados
on
oc

Figura 02 – Esquema de retirada de fixação de dormentes de concreto permitido para o Modelo Normal

p ia

l) Para o modelo de trabalho “Normal” (Figura 2), Pode ser adotada a Socaria Mecanizada (GSA)
após o término da substituição de dormente de concreto, ficando a uma velocidade LIMITADA
a 30 km/h, podendo ser reduzida de acordo com a avaliação da condição de passagem dos
trens em campo até que seja realizada a Socaria Mecanizada (MGP). Sendo OBRIGATÓRIO,
a Socaria Mecanizada (MGP) após a conclusão dos serviços no último dia de trabalho de cada
semana;

m) É obrigatória a reposição da brita proveniente da abertura de cava, de forma a ficar distribuída


nos dormentes que foram aplicados, facilitando a correção geométrica e garantindo a
ancoragem da via;

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n) É necessário a presença de equipe de manutenção nas faixas de manutenção integrada (MI)


do modelo Tie Gang, para auxiliar na necessidade de interveções corretivas nos
equipamentos;

o) Para auxiliar na medição de profundidade de cavas é recomendado utilização do gabarito ou

a
outra medida que ajude na medição da cava (36 cm abaixo do patim do trilho);

lad
tro
on
oc

p ia

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5- DEFINIÇÃO DA CONDIÇÃO INICIAL ( PREPARAÇÃO )

d a
a
Premissas para condição inicial, inspeção prévia do local realizando levantamento dos pontos e ações para o desenvolvimento da atividade que são:

l
a) Verificar previamente condições de lastro do local da atividade e caso necessário programar descarga de brita;

o
t r
b) Dormentes novos distribuídos, sendo posicionados no sentido transversal a via, respeitando o gabarito de circulação; conforme figura 01;

n
c) Em locais com lastro colmatado, verificar a possibilidade de reposição do mesmo por lastro limpo;

vias de circulação;
co
d) É obrigatório o isolamento dos dormentes que estão preprarados com cerquite ou similar, quando estiverem posiscionados ao lado de acesso e

f)
ã o
e) Marcação com spray ou similar dos dormentes a ser retirados com marcação em cima da Ombreira; conforme figura 02;

Marcação do eixo do dormente obedecendo o espaçamento (0,61 metros) e enquadramento do dormente; conforme figura 03 e 04;

n
g) Para acesso de guindastes rodoferroviários na via, é necessário a construção de rampas de acesso obedecendo as condições de segurança e gabarito

a
i
de via; conforme figura 05;

i)
ó p
h) Na condição de acessos que nessecitem de regularização ou de roço, programar apoio de equipe de INFRA para atuação no local;

Ter na frente da atividade KITs de fixações (Palmilha, Grampo e Isolador) sobreçalentes;

j)
C
Para os equipamentos GRF/KGT (Guindaste Rodoferroviario) é necessário ter na frente da atividade os implementos tipo concha para auxiliar no
abertura/reposição do lastro;

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Dormentes posicionados e isolados. Marcação com spray no sholder.

d a
Marcação do eixo com marcador industrial.

ol a
n t r
co
o
Figura 01 Figura 02 Figura 03

Marcação do eixo (foto pontual).

n ã
Rampa de acesso para KGT/GRF.

p i a
C ó
Figura 04 Figura 05

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a
6- DESCRIÇÃO SEQUENCIAL DOS PASSOS DA TAREFA

1. Passo da tarefa
2. Parâmetro aceitável
(ou variável crítica)
3. Possível desvio
operacional
4. Ação corretiva
imediata

l ad 5. Cuidado Ambiental ou S&S

1. Carregamento/Descarga
t r o 1. Respeitar o Alivie Carga

n
2. Descer e subir utilizando a escada e corrimão;
de ferramentas e Ferramentas estarem Não descer as
Descer ferramentas 3. Manter o guarda corpo do caminhão e não jogar
dispostas de acordo ferramentas

o
materiais do caminhão de faltantes material de cima do caminhão
com a atividade necessárias
4. Descer material de forma sequencial, obedecendo o

c
forma manual.
critério de utilização.

ã o 1. Inspecionar o local, garantir a sinalização e


isolamento do local, atentar para a circulação de
veículos próximo a área de vivência.

n
2. Montagem da área de Área de vivência 2. Instalação da barraca distante de redes energizadas
montada segundo Não atendimento ao Adequar conforme modelo e longe da vegetação alta.
vivência.
parâmento definido pela padrão definido; estabelecido; 3. Toda área de vivência deve dispor de banheiro
gerência;

p i a químico.
4. A área de vivência deve possuir estaiamentos nos 4
suportes, evitando desprendimento.

3. Solicitar LDL ao
MCP/CCP e Inserção do
Jumper da linha. C óComunicação Clara
conforme o PGS 2722
ROF.
Somente profissional
treinado no PRO e LDL
Falha na
comunicação com
Busca de um local com
melhor sinal e ter rádio
MCP/CCP/MCM/CCE portátil reserva.
1.Atentar para a circulação de trens, equipamentos
ferroviários, atenção durante deslocamento e não
correr.
Solicitante deverá 2. Inspecionar o Jumper se está em boas condições.
solicitar tempo ao MCP.

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d a
1. Manter mãos fora do raio de ação de peças e
equipamentos.
2. Descer e subir utilizando a escada e corrimão; manter

a
4. Descarregar máquinas e Considerar a ordem de o guarda corpo do caminhão e não jogar material de

l
Sequência errada na
equipamentos com auxilio descida das máquinas, Reorganizar as máquinas cima do caminhão
descida das

o
de caminhão guindauto. de acordo com o fluxo na ordem do fluxo 3. Seguir as determinações do RAC 05 - Içamento de
máquinas;

r
da atividade; Carga.

t
4. Realizar o plano de içamento Básico.
5. Utilizar a corda guia durante a movimentação de

o n carga
1- Eliminação:
2- Substituição:

o c 3- Engenharia: 1- Disponibilizar bacias de contenção


nas frentes de serviços; 1- Disponibilizar os recipientes
com bico abastecedor; 1- disponibilizar kit de
emergência ambiental.

5. Abastecimento de
equipamento de forma
n ã 4 - Sinalização: 1- Identificação dos recipientes de
acordo com a Rotulagem Preventiva.
5- Administrativo: 1- Realizar o registro do incidente
através do CECOM; 1- Utilizar o Kit Ambiental para

a
Equipamento Gerenciamento da rotina
Equipamentos mitigar os impactos; 1- Fazer a raspagem do Solo; 1-

i
manual com uso de desabastecido e falta de abastecimento dos
abastecidos antes de Segregar e acondicionar em coletor espécifico de
recipientes de inox de combustível na recipientes e

p
iniciar a atividade. acordo com o PRO 022144 - Guia de Segregação,
antiexplosivo. frente de trabalho. equipamentos.
Acondicionamento e Descarte de Resíduos | 1-

C ó Realização de DSSMA sobre a correta segregação dos


resíduos.
6 – EPIs;
fazer uso dos EPIs específicos: luvas de latex ou
similar; Oculos de segurança; Mascara com Filtro;
2- Manter disponível na frente da atividade a FISPQ de
1-

produto manuseado;
3- Fazer uso de recipientes apropriados e em boas
condições de uso;

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Placas de homens
Queda das placas/ MCP.

d a
1. Realizar a sinalização do trecho com autorização do

a
6. Sinalizar a via com Placas trabalhando 1000 m Fixar novamente a placa/
distância 2. Não correr, não pisar sobre o boleto do trilho, vãos,

l
de Homens Trabalhando; para cada lado, segundo Corrigir a distância/
inadequada/ Falta da cavas abertas e fixações/Caminhar entre trilhos.
o PRO de LDL Providenciar as placas;

o
placa; 3. Não acessar o gabarito da linha adjacente sem a
(item10.2);

r
devida autorização do MCP

n t 1. Isolar e sinalizar toda a área de movimentação de


carga,

co 2. Não colocar a mão sob carga suspensa, não


posicionar as mãos nos pontos de pensamento dos
pinos e das bases de sustentação, manter atenção para

o
7. Posicionar equipamentos Disposição dos
não cair,
na linha com auxilio de equipamentos de acordo Equipamentos fora Reestabelecer a condição

ã
3. Usar cintas de içamento de carga sem avarias,
caminhão guindauto. com o fluxo previamente da sequência; inicial;
4. O gancho do olhal deve possuir trava,

n
definido;
5. Manter fora do raio de ação da movimentação,
6. Utilizar corda guia com tamanho mínimo de 10m

a
7. Os rodeiros do equipamento estejam alinhados ao

i
trilho, antes de soltar a carga.
8. Respeitar sempre o limite de capacidade de carga do

ó p equipamento

1. ART de planejamento;

C
8. Posicionamento do
Subida na linha por Necessário construção de 2. Preencher checklist de verificação do
Guindaste Rodoferroviario Falta de PN ou
PN´s ou Rampa de Rampa; Conforme item equipamento;
(KGT, GRF) na via. rampa de acesso.
acesso; 5-g) deste PRO.

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a
Presença de equipe de
manutenção na 1. Operar o equipamento somente através de
9. Extrair grampo (Fast clip)
com Extratora de Grampo.
(Robel ou AP21).
Grampos extraídos dos
dormentes que foram
definidos.
Falha mecânica;
atividade.Na inoperância
do equipamento retirar os
grampos utilizando
ferramenta manual.
l ad
treinamento.
2. Não pisar sobre o boleto do trilho, vãos, cavas
abertas e fixações, não acessar o gabarito da linha
adjacente sem a devida autorização do MCP.
(Alavanca de extrair

t r
Grampo Fast clip);
o 3. Manter margem de segurança entre os equipamentos
de 5 metros

10. Extração da Ombreira


1-Presença de britas
na região da fixação;
As duas abas do sholder 2-Remoção do

o n
1-Realizar limpeza do
local com auxilio do
forcado. 1. Utilizar os EPIs adequados;

c
(Shoulder) com removidas sholder que não
2-Incluir esse dormente no 2. Realizar check e verificação da ferramenta;
ferramenta de remoção completamente dos estava mapeado;
fluxo para sua 3. Não improvisar ferramentas;
dormentes que foram 3-Não remoção do

o
Tork-33. substituição;
definidos. sholder que estava
3-Realizar rompimento da

ã
mapeado.
Ombreira para remoção.

11. Empilhamento de fixações

a n 1. Manter coluna ereta ao se abaixar para recolher

i
(grampos, abas da Acompanhamento da os resíduos;
Todas as fixações Empilhamento
atividade pelo Orientador

p
ombreira, palmilhas e empilhadas fora do realizado de forma 2. Cuidado ao andar sobre a brita/piso irregular;
verificando a qualidade da
isoladores). gabarito de circulação; parcial; 3. Fazer uso correto dos EPIs

ó
execução;

12. Retirada de dormentes


C Retirada de 100% dos
1-Falha mecânica;
2-Não remoção do
1-Utilizar a PTC reserva
ou Corretiva, presença de
equipe de manutenção na
atividade.
1. Realizar check list do equipamento;
2. Garantir cumprimento do plano de manutenção
preventivo;
3. Utilizar os EPIs adequados para execução da
com a PTC-02. dormentes a serem sholder que estava atividade;
2-Realizar rompimento da
substituídos mapeado; 4. Utilizar dispositivo antichicoteamento nas
Ombreira para remoção;
3-Excesso de Brita; mangueiras de saída de óleo hidráulico da
3-Realizar limpeza do
excesso de brita. Central Hidráulica;

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13. Reaplicação manual das


fixações nos dormentes
Aplicação de 100% das
1-Remover fixação e

d a
1-Inspeção visual da ferramenta (verificar encaixe da

a
anteriores e posteriores à 1-Isolador preso ajustar isolador na posição ferramenta no grampo, desgaste da ferramenta, etc);
fixações dos dormentes,

l
cava com auxilio do debaixo do trilho; correta; 2-Manter postura correta durante a aplicação do grampo
aplicando somente do
guindaste rodoferroviario 2-Abertura de bitola; 2-Utilizar alavanca lisa (manter pé de apoio);

o
lado externo destes.
para corrigir a bitola; 3-Não expor mãos e dedos em pontos de prensamento;

r
(KGT, GRF).

n t 1-Manter distância entre demais equipamentos e


pessoas (10 metros);
14. Empilhamento dos
dormentes inserviveis com
uso do guindaste
rodoferroviario (KGT,
Dormentes velhos
empilhados fora do
gabarito de circulação
c
1-Falha mecânica;o Realizar corretiva com
apoio da equipe de
manutenção;
2-Profissional com rádio de comunicação junto ao
operador;
3-Respeitar limite da capacidade de carga do
equipamento;
GRF). da via.

ã o 4-Cumprimento do plano de manutenção preventiva do


equipamento;
5-Somente profissional treinado, habilitado e autorizado

a n 1- Realizar corretiva com


apoio da equipe de
a operar o equipamento;
1-Manter distância entre demais equipamentos e

i
15. Abertura da cava Cava com profundidade pessoas (10 metros);
manutenção;
utilizando o KGT com suficiente para aplicação 2-Profissional com rádio de comunicação junto ao
1-Falha mecânica; 2- Utilizar o gabarito de

p
dos dormentes novos operador;
implemento tipo concha 2-Cava inferior ao profundidade (toda
com passagem livre da 3-Cumprimento do plano de manutenção preventiva do

ó
dupla. permitido. medição o KGT deve
Ombreira (shoulder) equipamento;
permanecer com a concha
(0,36 m). 4-Somente profissional treinado, habilitado e autorizado

C
apoiada e equipamento
a operar o equipamento;
parado).

16. Aproximar o dormente Dormente posicionado e 1. Ficar fora do raio de ação da máquina,
1-Falha mecânica; 1-Realizar corretiva com
novo e realizar a inserção alinhado na marcação 2. Utilizar rádio de comunicação
2-Cava com altura apoio da equipe de
definida na preparação, 3.Manter margem de segurança entre os equipamentos,
parcial com a Mini insuficiente; manutenção;
inserir o dormente até considerando distância de 10 dormentes (5 Metros).
Escavadeira adaptada. 3- Descarrilhamento 2- Realizar novamente o
ultrapassar a primeira 4.Respeitar a capacidade de carga do equipamento.
da Mini escavadeira; passo 15;
Ombreira (sholder). 5.Movimentar apenas 1 dormente por vez.

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Dormente inserido até


as duas ombreiras
estiverem alinhadas
1-Falha mecânica;
1-Realizar corretiva com
apoio da equipe de
a
1. Ficar fora do raio de ação da máquina,

d
2.Manter margem de segurança entre os equipamentos,

a
17. Inserção dos dormentes 2-Excesso de lastro manutenção; considerando distância de 10 dormentes (5 Metros).
com o patim do trilho

l
com auxilio da PTC-02. dificultando a 2-Utilizar o macaco 3.Respeitar a capacidade de carga do equipamento.
(lado esquerdo e direito)
passagem da hidráulico da máquina 4. Manter extintor de incêndio (Tipo ABC) nas

o
dentro do espaçamento
segundo ombreira; para auxiliar na inserção proximidades da atividade.

r
seguindo a marcação
do dormente; 5. Inserir apenas 1 dormente por vez.

t
definida na preparação;

1-Falha mecânica;

o manutenção;
n
1- Realizar corretiva com
apoio da equipe de

c
2-Inexistência de 2-Solictar apoio do
Dormentes sapremados
marcação do eixo; Orientador da atividade
com a Mini escavadeira 1-Inspeção visual da ferramenta (verificar encaixe da
18. Sapremar dormente com e fixações aplicadas dos 3- Kit de fixação para medição e marcação

o
ferramenta no grampo, desgaste da ferramenta, etc);
auxílio da Miniescavadeira dormentes novos ausentes (Palmilha, do eixo;
2-Manter postura correta durante a aplicação do grampo

ã
e aplicar grampos com Isolador, grampo); 3-Ter na frente da
somente pelo lado (manter pé de apoio);
4-Residuos embaixo atividade KITs de fixação

n
Ferramenta manual externo da via, com 3-Não expor mãos e dedos em pontos de prensamento;
do patim (brita, sobreçalentes para
(alavanca de aplicar Fast ferrameta manual minério); reposição;
4-Não expor membros inferiores (pés e pernas) no raio
clip). (alavanca de aplicar de ação do dormente;

a
5-Isolador preso 4-Utilizar o Soprador para
Fast clip) seguindo a 5- Uso obrigatório do calço de segurança se hover

i
debaixo do trilho; limpeza do local;
marcação definida na necessidade de elevar o trilho.
6-Abertura de bitola 5-Remover fixação e

p
preparação.
ajustar isolador na posição

ó
correta;
6-Utilizar alavanca lisa
para corrigir a bitola;
19. Aplicação total das
fixações com auxílio da
Aplicadora de grampos
(Robel, AP21) e/ou
C
Aplicação de 100% de
todos os grampos
1-Falha mecânica;
2- Kit de fixação
1-Realizar corretiva com
apoio da equipe de
manutenção;
2- Ter na frente da
1. Operar o equipamento somente através de treinamento.
2. Não pisar sobre o boleto do trilho, vãos, cavas abertas e
fixações, não acessar o gabarito da linha adjacente sem a
devida autorização do MCP.
3. Manter margem de segurança entre os equipamentos de 5
metros
Ferramentas manuais pedentes no decorrer da ausentes (Palmilha, 4-Inspeção visual da ferramenta (verificar encaixe da
atividade KITs de fxação
(alavanca de aplicar Fast atividade. Isolador, grampo); ferramenta no grampo, desgaste da ferramenta, etc);
sobreçalentes para
clip). reposição; 5-Manter postura correta durante a aplicação do grampo
(manter pé de apoio);

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20. Reposição de lastro com


Reposição da brita
proveniente da abertura
de cava, de forma a ficar 1-Realizar corretiva com a
1-Manter distância entre demais equipamentos e

d
pessoas (10 metros);
2-Profissional com rádio de comunicação junto ao

a
auxílio do Guindaste
distribuída nos apoio da equipe de operador;

l
Rodoferroviario 1- Falha mecânica;
dormentes de foram manutenção; 3-Cumprimento do plano de manutenção preventiva do
(KGT/GRF).

o
aplicados, facilitando a equipamento;

r
regularização do lastro 4-Somente profissional treinado, habilitado e autorizado

t
pela equipe de CG. a operar o equipamento;

o n 1. Não colocar a mão sob carga suspensa, não


posicionar as mãos nos pontos de pensamento dos
pinos e das bases de sustentação, manter atenção para

c
não cair,
21. Retirada das máquinas, 1-Manutenção corretiva
2. Usar cintas de içamento de carga sem avarias,
1- Quebra de que possibilite a retirada;
ferramentas e materiais Via livre de máquinas, 3. O gancho do olhal deve possuir trava,

o
máquinas; 2-Utilizar outro caminhão
da frente de serviço ferramentas e materiais 4. Isolar e sinalizar toda a área de movimentação de
2-Quebra do Munck para retirar as máquinas

ã
carga,
da via;
5. Manter fora do raio de ação da movimentação,

a n 6. Utilizar corda guia com tamanho mínimo de 10m;


7. Respeitar o limite da capacidade de carga do
equipamento;

22. Liberação da via para


inicio da atividade de Comunicação

p i 1-Falha de
1-Equipe de CG/Trem de
Brita apenas adentrar ao
circuito mediante

ó
estabelecida com 1. Manter-se fora do gabarito de circulação da Via;
Correção comunicação; autorização do
equipe de CG/Trem de 2. Cuidado ao andar sobre a brita/piso irregular;
Geométrica/Descarga de 2-Pessoas sobre a coordenador;

C
Brita e via livre de
Brita (PRO-020962) via; 2-Inspecionar a via antes
pessoas
de autorizar a passagem
de MGP;

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a
1-Realizar corretiva com
23. Acompanhamento da 1- Falha mecânica; apoio da equipe de

d 1. Manter-se fora do gabarito de circulação da Via;


2- Dormente manutenção;
Correção Geometria da via dentro 2- Realizar corretiva saprema

a
danificado durante o 2. Cuidado ao andar sobre a brita/piso irregular;
Geométrica/Regularização dos parâmetros técnicos

l
e fixação do dormente ou
processo de socaria; programar a substituição do 3. Cuidado ao subir e descer a escada, e sempre
de Lastro e Inspeção de de Via Permanente
3- Geometria da Via se poscionar de frente para o equipamento;

o
(EFC). dormente danificado para
qualidade. fora dos padrões

r
próximas interveções;
técnicos;

t
3- Orientar nova atuação da
equipe de CG na região.

24. Retirada da Sinalização

o n
Verificação do
1. Retirar a sinalizaçõa do trecho somente após a

c
Placas retiradas e finalização da atividade e entrega da LDL;
de Via com Placas de Não retirada da coordenador da atividade
acondiciondas 2. Não correr, não pisar sobre o boleto do trilho, vãos,
Homens Trabalhando placa. garantido o trecho livre
devidamente; cavas abertas e fixações/Caminhar entre trilhos.

o
das placas de sinalização;
3. Cuidado ao andar sobre a brita/piso irregular;

n ã
25. Devolução de LDL ao
MCP/CCP e Retirada do
Jumper da linha. LDL.

p i a
Comunicação objetiva e
clara conforme PRO de
Falha de
comunicação e
Oscilação de sinal de
Posicionamento em um
local com melhor sinal de
rádio;
1. Atentar para a circulação de trens, equipamentos
ferroviários.
2. Cumprir o PRO 13856 – LDL

ó
rádio;

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ATENÇÃO: Ao fim da atividade os resíduos provenientes da substituição devem:

▪ Sucatas metálicas (Grampos, Ambas de Obmbreiras, Tirefonds e Placas de apoio) -


Empilhados em pontos de acesso fora do gabarito, e recolhidos ao fim da atividade ou ao fim da
interveção do trecho de trabalho e segregados de forma correta;

a
Indicação: Manualmente ou com implemento do tipo eletroímã do KGT-4RS.

lad
▪ Sucatas de Plastico Rigído (Isoladores e Palmilhas) - Empilhados em pontos de acesso fora do
gabarito, e recolhidos ao fim da atividade ou ao fim da interveção do trecho de trabalho e
segregados de forma correta;
Indicação: Manualmente.

tro
▪ Sucatas de Dormentes de madeira - Empilhados em pontos de acesso fora do gabarito em
pilhas de 16 dormentes e recolhidos ao fim da atividade ou ao fim da interveção do trecho de
trabalho e segregados de forma correta;
on
Indicação: Mini escavdeira, KGT-4RS ou GRF.

▪ Sucatas de Dormentes de Concreto - Empilhados em pontos de acesso fora do gabarito em


pilhas, isolados com cerquites e sinalizados.
oc

Indicação: Mini escavdeira, KGT-4RS, GRF e Pá de garfo.

7- CAPACIDADE DO EQUIPAMENTO

Item Equipamento Capacidade (KG)

01 KGT Vide anexo 01 – Manual do Equipamento


ia

02 GRF Vide anexo 02 – Manual do Equipamento

03 Mini escavadeira Vide anexo 03 – Manual do Equipamento


p

8- ANEXO

• Anexo 01 - Manual de Uso e Manutenção Geismar – KGT 4RS;


• Anexo 02 - Sistema de Locomoção e Implementos para Guindastes Ferroviário da Super Metal;
• Anexo 03 - Guia de Referência de Campo Miniescavadeiras Hidráulicas e Ferramentas de
Trabalho;
• Anexo 04 - Equipamentos do KGT 4RS;
• Anexo 05 – ART - Substituição de Dormentes de Concreto – Fluxo Intermediário

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9- ELABORADORES

Nome Matrícula Gerência (por extenso)


Felipe Leonardo da Silva Costa 01602870 Manuteção Mecanizada de Via Permanente
Douglas de Jesus Campos Ferreira 01520515 Manuteção Mecanizada de Via Permanente

a
Kelleton Chaves dos Santos 01536975 Manuteção Mecanizada de Via Permanente
Matheus de Araujo Azzi Lacerda 81011122 Manuteção Mecanizada de Via Permanente

lad
Agda Tigre de Souza 81001470 Via Permanente Regional 3
Jose Erlanio Monteiro batista 01519260 Manuteção Mecanizada de Via Permanente
Joaquim Dutra 01651604 Confiabilidade de Via Permanente
Marcos Azevedo 01512448 Confiabilidade de Via Permanente
Rosilene Ciriaco 01529836 Segurança Ocupacional Corredor Norte

tro
Ana Paula Marques 01472157 Meio Ambiente EFC / PORTO
Paulo Ricardo de Almeida Souza 01487664 Meio Ambiente EFC / PORTO
Washington M. Pereira 81005142 Seguraça Ocupacional EFC / PORTO
on
oc

p ia

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