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Dimensionamento de pessoal de enfermagem Fernanda Maria Togeiro Fugulin
Dimensionamento de pessoal de enfermagem Fernanda Maria Togeiro Fugulin
Dimensionamento de pessoal de enfermagem Fernanda Maria Togeiro Fugulin

Dimensionamento de pessoal de enfermagem

Fernanda Maria Togeiro Fugulin

Instituições Hospitalares Serviço de enfermagem eficácia qualidade custo
Instituições Hospitalares Serviço de enfermagem eficácia qualidade custo
Instituições Hospitalares Serviço de enfermagem eficácia qualidade custo
Instituições Hospitalares Serviço de enfermagem eficácia qualidade custo
Instituições
Hospitalares
Serviço de enfermagem
eficácia
qualidade
custo

Avaliação dos Recursos Humanos

Introduzir novos modelos e processos assistenciais; Detectar necessidades de aperfeiçoamento e desenvolvimento de sua
Introduzir novos modelos
e processos assistenciais;
Detectar necessidades de
aperfeiçoamento e
desenvolvimento de sua
equipe;
Viabilizar a implantação
de novos programas,
métodos e
técnicas de trabalho;
Avaliar o impacto dessas
medidas no resultado da
assistência prestada.

Desconhecimento de critérios sistematizados para o planejamento e avaliação do quantitativo de recursos humanos de enfermagem

do quantitativo de recursos humanos de enfermagem Dificuldades para justificar necessidade de adequação
do quantitativo de recursos humanos de enfermagem Dificuldades para justificar necessidade de adequação
Dificuldades para justificar necessidade de adequação no quantitativo de recursos humanos
Dificuldades para
justificar necessidade
de adequação
no quantitativo
de recursos humanos

Melhoria da qualidade assistencial

Atendimento de novas demandas impostas pelos administradores

Dimensionamento de pessoal de enfermagem Etapa inicial do processo de provimento de pessoal que tem

Dimensionamento de pessoal de enfermagem

Etapa inicial do processo de provimento de pessoal que tem por finalidade a previsão do quantitativo e qualitativo de funcionários requerida para atender direta ou indiretamente, às necessidades de assistência de enfermagem da clientela.

(Kurcgant et al.1989)

Importância do dimensionamento de pessoal

A inadequação numérica e qualitativa dos recursos humanos de enfermagem lesa a clientela no seu direito de assistência à saúde livre de riscos;

Pode comprometer legalmente a instituição pelas falhas ocorridas na assistência.

(GAIDZINSKI 1991)

Competência do dimensionamento de pessoal

ENFERMEIRO
ENFERMEIRO

ADMINISTRAÇÃOADMINISTRAÇÃO

X

SERVIÇOSERVIÇO

DEDE

ENFERMAGEMENFERMAGEM

Custo

Benefício

Pessoal

Institucional

Capital

Trabalho

Técnico

Ético

Variáveis intervenientes Externas Externas Política de saúde vigente; Crise financeira; Código do consumidor;

Variáveis intervenientes

ExternasExternas

Política de saúde vigente; Crise financeira; Código do consumidor; Lei do Exercício Profissional; Política salarial do mercado de trabalho.

Variáveis intervenientes Internas Internas Política, filosofia, objetivos e propostas assistenciais da instituição e

Variáveis intervenientes

InternasInternas

Política, filosofia, objetivos e propostas assistenciais da instituição e do serviço de enfermagem; Recursos materiais e tecnológicos; Complexidade das atividades desenvolvidas pela equipe de enfermagem; Preparo técnico específico dos elementos da equipe de enfermagem; Método de trabalho (funcional, integral) utilizado na assistência de enfermagem; Planta física; Jornada diária de trabalho; Número de leitos.

Variáveis intervenientes Percentual de ausências previstas e não previstas; Perfil epidemiológico; dependência

Variáveis intervenientes

Percentual de ausências previstas e não previstas; Perfil epidemiológico; dependência dos pacientes em relação à equipe de enfermagem (SCP); tempo médio despendido pela equipe de enfermagem, nas 24 horas para atender as necessidades de cada paciente, segundo o grau de dependência em relação à equipe de enfermagem.

Proposta metodológica para o dimensionamento de pessoal de enfermagem

Identificação do perfil dos pacientes quanto à complexidade assistencial (n j );

Determinação do tempo de assistência (h j ), de acordo com a categoria profissional (P kj );

Identificação do percentual de ausências previstas e não previstas da equipe de enfermagem (IST k );

Identificação da jornada efetiva de trabalho (t k .p k );

Aplicação da equação para dimensionar o pessoal de enfermagem.

Gaidzinski, 1998

Sistema de Classificação de Pacientes (SCP)

O Sistema de Classificação de Pacientes (SCP) pode ser entendido como uma forma de determinar o grau de dependência de um paciente em relação à equipe de enfermagem, objetivando estabelecer o tempo despendido no cuidado, bem como o qualitativo do pessoal, para atender às necessidades biopsicossocioespirituais do paciente.

(GAIDZINSKI 1994)

Sistema de Classificação de Pacientes origem:

Cuidado Progressivo ao Paciente (CPP)

Racionalizar o trabalho: RH e RM

ao Paciente (CPP) Racionalizar o trabalho: RH e RM Florence Nightingale Sec XIX Connor 1960 Método

Florence Nightingale Sec XIX

Connor 1960

Florence Nightingale Sec XIX Connor 1960
Florence Nightingale Sec XIX Connor 1960

Método de Organização do trabalho

Critério para dimensionar pessoal de enfermagem

Estudos de custos da assistência de enfermagem

Sistema de Classificação de Pacientes

“O SCP possibilita à enfermeira, em suas atividades de

“O SCP possibilita à enfermeira, em suas atividades de

“O SCP possibilita à enfermeira, em suas atividades de

gerenciamento, avaliar e adequar o volume de trabalho

gerenciamento, avaliar e adequar o volume de trabalho

gerenciamento, avaliar e adequar o volume de trabalho

requerido com o pessoal de enfermagem disponível.”

requerido com o pessoal de enfermagem disponível.”

requerido com o pessoal de enfermagem disponível.”

requerido com o pessoal de enfermagem disponível.” requerido com o pessoal de enfermagem disponível.” Alward, 1983

Alward, 1983

Sistema de Classificação de Pacientes:

conceitos

Forma de determinar o grau de dependência de um paciente em relação à equipe de enfermagem, objetivando estabelecer o tempo despendido no cuidado direto e indireto, bem como o qualitativo de pessoal, para atender as necessidades bio-psico- sócio-espirituais do paciente

GAIDZINSKI, 1994

Sistema de identificação e contribuição para o cuidado individualizado de enfermagem para grupos de pacientes com necessidades específicas

WILLIANS: ANDERSON,1992

S C P
S C P

Sistema de Classificação de Pacientes:

bases

Reorientação da equipe multiprofissional

Agrupamento de pacientes por complexidade assistencial

SS CC PP
SS CC PP

Realocação de recursos humanos e materiais

Distribuição dos leitos por grupos de pacientes

Detalhamento da dinâmica operacional

Sistema de Classificação de Pacientes:

vantagens

Menor tempo de permanência do paciente no hospital

Planejamento das necessidades de cada grupo de pacientes

SS CC PP
SS CC PP

Maior satisfação para a clientela

Melhoria na competência da equipe

Maior racionalização de recursos materiais e equipamentos

Favorecimento das ações educativas

Maior satisfação e envolvimento da equipe no desenvolvimento do trabalho e no alcance dos objetivos

Maior efetividade e produtividade do pessoal de enfermagem

Implantação na Unidade de Clínica Médica:

fatores determinantes

Alteração do perfil dos pacientes com agravamento da complexidade assistencial Distribuição dos pacientes de
Alteração do perfil dos
pacientes com
agravamento da
complexidade assistencial
Distribuição dos pacientes de
diferentes complexidades
por toda unidade
Dificuldade na distribuição
de recursos humanos para
atender pacientes com perfil
assistencial diversificado

SS

CC

Assistência de enfermagem, direcionada para as necessidades biológicas Situação de desconforto para pacientes e
Assistência de enfermagem,
direcionada para as
necessidades
biológicas
Situação de desconforto para
pacientes e familiares, convivendo
com pacientes em estado geral
mais comprometidos
Descentralização dos
recursos materiais na
unidade para atendimento
dos pacientes

PP

Implantação na Unidade de Clínica Médica:

avaliação

Aumento número internações

30%

Médica: avaliação Aumento número internações 30% Decréscimo coeficiente mortalidade Diminuição média

Decréscimo

coeficiente

mortalidade

Diminuição média permanência 2,85 dias

Sistema de Classificação de Pacientes

(FUGULIN et al. 1994)

de Classificação de Pacientes (FUGULIN et al. 1994 ) Pacientes recuperáveis, com risco iminente de vida,

Pacientes recuperáveis, com risco iminente de vida, sujeitos

à instabilidade de funções vitais, que requeiram assistência

de enfermagem e médica permanente e especializada.

de enfermagem e médica permanente e especializada. Pacientes recuperáveis, sem risco iminente de vida,

Pacientes recuperáveis, sem risco iminente de vida, sujeitos

à instabilidade de funções vitais que requeiram assistência

de enfermagem e médica permanente e especializada

Sistema de Classificação de Pacientes (FUGULIN et al. 1994) Pacientes crônicos que requeiram avaliações médicas

Sistema de Classificação de Pacientes

(FUGULIN et al. 1994)

Sistema de Classificação de Pacientes (FUGULIN et al. 1994) Pacientes crônicos que requeiram avaliações médicas e

Pacientes crônicos que requeiram avaliações médicas e de

enfermagem, estável sob o ponto de vista clínico, porém com

total dependência das ações de enfermagem quanto ao

atendimento das necessidades humanas básicas.

Sistema de Classificação de Pacientes

(FUGULIN et al. 1994)

Sistema de Classificação de Pacientes (FUGULIN et al. 1994) Pacientes estáveis sob o ponto de vista

Pacientes estáveis sob o ponto de vista clínico e de enfermagem

que requeiram avaliações médicas e de enfermagem, com parcial

dependência de enfermagem para o atendimento das necessidades

humanas básicas.

para o atendimento das necessidades humanas básicas . Pacientes estáveis sob o ponto de vista clínico

Pacientes estáveis sob o ponto de vista clínico e de enfermagem que

requeiram avaliações médicas e de enfermagem, mas fisicamente

auto-suficientes quanto ao atendimento das necessidades humanas

básicas.

ÁREA DE

GRADAÇÃO DA COMPLEXIDADE ASSISTENCIAL

 

CUIDADO

4

3

2

1

Estado Mental

Inconsciente

Períodos de

Períodos de

Orientação no tempo e

 

inconsciência

desorientação no tempo e no espaço

no espaço

Oxigenação

Ventilação mecânica (uso do ventilador a pressão ou a volume)

Uso contínuo de máscara ou cateter de oxigênio

Uso intermitente de máscara ou cateter de oxigênio

Não depende de oxigênio

Sinais Vitais

Controle em intervalos menores ou iguais a 2 horas

Controle em intervalos de 4 horas

Controle em intervalos de 6 horas

Controle de rotina (8 horas)

Motilidade

Incapaz de movimentar

Dificuldade para

Limitação de

qualquer segmento corporal Mudança de decúbito e movimentação passiva programada e realizada pela enfermagem

movimentar segmentos corporais Mudança de decúbito e movimentação passiva auxiliada pela enfermagem

movimentos

Movimenta todos os segmentos corporais

Deambulação

Restrito ao leito

Locomoção através de cadeira de rodas

Necessita de auxílio para deambular

Ambulante

Alimentação

Através de cateter central

Através de sonda nasogástrica

Por boca com auxílio

Auto suficiente

Cuidado corporal

Banho no leito, higiene oral realizada pela enfermagem

Banho no chuveiro, higiene oral realizada pela enfermagem

Auxílio no banho de chuveiro e/ou na higiene oral

Auto suficiente

Eliminação

Evacuação no leito e uso de sonda vesical para controle de diurese

Uso de comadre ou eliminações no leito

Uso de vaso sanitário com auxílio

Auto suficiente

Terapêutica

Uso de drogas vasoativas para manutenção de P.A.

E.V. contínua ou através de sonda nasogástrica

E.V. intermitente

I.M. ou V.O.

Sistema de Classificação de Pacientes

(FUGULIN et al. 2002)

Complexidade

Pontuação

assistencial

Intensivo

Acima de 31

Semi-intensivo

27-31

Alta dependência

21-26

Intermediário

15-20

Mínimo

9-14

Sistema de Classificação de Pacientes (SCP)

INDICADORESINDICADORES CRÍTICOSCRÍTICOS

estado mental e nível de

cuidado corporal;

consciência;

eliminações;

oxigenação;

terapêutica;

sinais vitais;

educação à saúde;

nutrição e hidratação;

comportamento;

motilidade;

comunicação;

locomoção.

integridade cutâneo-mucosa.

(PERROCA 1996)

Fatores intervenientes no tempo de assistência de enfermagem

Planta Planta física física
Planta Planta física física
Política Política de de RH RH Dinâmica Dinâmica Institucional Institucional
Política Política de de
RH RH
Dinâmica Dinâmica
Institucional Institucional
Tecnologia Tecnologia
Tecnologia Tecnologia
Perfil Perfil da da equipe equipe de de enfermagem enfermagem
Perfil Perfil da da
equipe equipe de de
enfermagem enfermagem

Horas de assistência de enfermagem

Equipe Equipe de de saúde saúde Acompanhante Acompanhante
Equipe Equipe de de
saúde saúde
Acompanhante Acompanhante
Proposta Proposta assistencial assistencial Perfil Perfil da da clientela clientela
Proposta Proposta
assistencial assistencial
Perfil Perfil da da
clientela clientela
Resolução COFEN 189/96 Estabelece parâmetros para dimensionamento do quadro de profissionais de enfermagem nas

Resolução COFEN 189/96

Estabelece parâmetros para dimensionamento

do quadro de profissionais de enfermagem nas

instituições de saúde.

Horas médias de assistência de enfermagem

Resolução COFEN 189/96

3,0 horas de enfermagem, por cliente, na assistência mínima; 4,9 horas de enfermagem, por cliente, na assistência intermediária; 8,5 horas de enfermagem, por cliente, na assistência semi-intensiva; 15,4 horas de enfermagem, por cliente, na assistência intensiva.

Distribuição percentual do total de profissionais

Resolução COFEN 189/96

Assistência mínima e intermediária: 27% de enfermeiros (mínimo de seis) e 73% de técnicos e auxiliares de enfermagem;

Assistência semi-intensiva: 40% de enfermeiros e 60% de técnicos e auxiliares de enfermagem;

Assistência intensiva: 55,6% de enfermeiros e 44,4% de técnicos de enfermagem.

Horas médias de assistência de enfermagem

Resolução COFEN 293/04

3,8 horas de enfermagem, por cliente, na assistência mínima; 5,6 horas de enfermagem, por cliente, na assistência intermediária; 9,4 horas de enfermagem, por cliente, na assistência semi-intensiva; 7,9 horas de enfermagem, por cliente, na assistência intensiva.

Distribuição percentual do total de profissionais

Resolução COFEN 293/04

Assistência mínima e intermediária: 33 A 37% de enfermeiros e 67 a 63% de técnicos e auxiliares de enfermagem;

Assistência semi-intensiva: 42 a 46% de enfermeiros e 58 a 54% de técnicos e auxiliares de enfermagem;

Assistência intensiva: 52 a 56% de enfermeiros e 48 a 44% de técnicos de enfermagem.

Levantamento das ausências por folga semanal

E% = percentual de acréscimo de pessoal para cobertura das folgas semanais

e

= número de dias de folgas semanais por trabalhador da equipe de enfermagem

d

= dias da semana (7 dias)

E% = ⎜

e

d

e

. 100

1 folga semanal E% = 16,6% 2 folgas semanais E% = 40%;

Levantamento das ausências por folgas referentes aos feriados não coincidentes com os domingos

F %

= ⎜

f

⎟ ⎞ . 100

D

f

F% = percentual de acréscimo de pessoal para cobertura das folgas referentes aos feriados não coincidentes com os domingos f = número de dias de feriados não coincidentes com o domingo, durante o período de um ano. d = dias do ano (365 dias)

F médio % = 3,6%. para F médio = 12,8 ± 0,98 dias feriados por ano.

Levantamento das ausências por férias

V % =

v

D - v

. 100

V% = percentual de acréscimo de pessoal para cobertura de férias anuais

v

= média dos dias de férias anuais

d

= dias do ano (365 dias)

V max % = 9% para 30 dias de férias anuais

Levantamento das ausências não previstas

(faltas, licenças e suspensões)

k % = ⎜

⎜ ⎝

k

k

D - a

A

a

. 100

A% = percentual de acréscimo de pessoal para cobertura das ausências não previstas

a k = média anual dos dias de ausências não previstas da categoria k

A médio % = 7,06 para 24 dias de ausências não previstas por ano

Ausências AUSÊNCIAS DA EQUIPE DE ENFERMAGEM UNIDADE: PERÍODO: AUSÊNCIAS NÃO PREVISTAS QTDE. MÉDIA DE PESSOAL

Ausências

AUSÊNCIAS DA EQUIPE DE ENFERMAGEM

UNIDADE:

PERÍODO:

AUSÊNCIAS NÃO PREVISTAS

QTDE.

MÉDIA DE

PESSOAL

CATEGORIA

PROFISSIONAL

LICENÇA

MÉDICA

LICENÇA

MATERNIDADE

LICENÇA

ACIDENTE

OUTRAS

LICENÇAS

LICENÇA

INSS

FALTAS

SUSPENSÕES

TOTAL

ENFERMEIRO

TÉCNICO/AUXILIA

TOTAL

Índice de produtividade PRODUTIVIDADE AVALIAÇÃO < 60% Insatisfatória > 60% - < 75%

Índice de produtividade

PRODUTIVIDADE

AVALIAÇÃO

< 60%

Insatisfatória

> 60% - < 75%

Satisfatória

> 75% - < 85%

Excelente

> 85%

Suspeita

t efetivo

=

t . p

Equação para dimensionar o pessoal de enfermagem

Q =

K

j

P

(

.

kj

100

n . h

j

j

)

+

e

+

v

k

⎞ ⎛

+

f

+

a

k

 

t . p

k

k

.

1

 

d

e

.

1

D v

k

1

.

⎠ ⎝

D f

.

1

D a

k

⎞ ⎤

⎠ ⎦

⎟ ⎟

Q = quantidade total de pessoal de enfermagem; P kj = proporção percentual da categoria k , de acordo com o tipo de cuidado j; n j = quantidade média diária de pacientes que necessitam do tipo de cuidado j; h j = horas de assistência de enfermagem por paciente que necessita do cuidado j; t k = tempo diário de trabalho de cada profissional da categoria k; p k = produtividade (tempo diário de trabalho dedicado ao cuidado ao paciente) da categoria k;

INSTITUIÇÃO: HOSPITAL R Cálculo do pessoal de enfermagem, segundo tempo médio diário de cuidado preconizado
INSTITUIÇÃO: HOSPITAL R Cálculo do pessoal de enfermagem, segundo tempo médio diário de cuidado preconizado
INSTITUIÇÃO: HOSPITAL R
Cálculo do pessoal de enfermagem, segundo tempo médio diário de cuidado preconizado pela Resolução do COFEN nº 189/96.
UNIDADE: CM
ANO: 2002
PARTICIPAÇÃO NO TEMPO DE CUIDADO
CARGA MÉDIA DIÁRIA DE TRABALHO PO
MÉDIA DIÁRIA
TIPO DE CUIDADO
TEMPO MÉDIO
DIÁRIO DE CUIDADO
CARGA MÉDIA DIÁRIA DE TRABALHO
DE PACIENTES
Enfermeira
Aux./Téc.
Enfermeira
j
P
(
n
)
(
h
)
(
n
⋅ h
)
(
P
)
(
P
)
j
en f
j
(
n
⋅ h
)
j
j
j
j
j en f
j
au x / tec
j
j
100
INTENSIVO
0,04
15,4
0,62
20
80
0,1
SEMI-INTENSIVO
0,04
8,5
0,34
20
80
0,1
ALTA DEPENDÊNCIA
0,00
8,5
0,00
15
85
0,0
INTERMEDIÁRIO
5,92
4,9
29,0
15
85
4,4
MÍNIMO
12,73
3
38,2
15
85
5,7
SOMA
18,73
-
68,2
-
-
10,3
DIAS DE
CATEGORIA
DIAS DE FOLGA
NA SEMANA
DIAS FERIADOS
ÍNDICE DE
ÍNDICE DE FOLGAS
ÍNDICE DE FÉRIAS
AUSÊNCIA NO
ÍNDICE DE ABSENTEIMO
PROFISSIONAL
NO ANO
FERIADOS
DIAS DE FÉRIAS NO
ANO
ANO
e
a
v
a
e
f ⎞
v
k
k
E
=
f
V
= ⎜
A
= ⎜
k
F
= ⎜
k
k
k
k
D
e
D
v
D a
D
− f
k
k
ENFERMEIRA
1 0,17
14
0,04
30
0,09
14,0
0,04
AUXILIAR/TÉCNICO
1 0,17
14
0,04
30
0,09
22,0
0,06
TOTAL DA
ÍNDICE DE
QUADRO DE
CATEGORIA
CARGA DIÁRIA
JORNADA DIÁRIA DE
TRABALHO
QUADR
PRODUTIVIDADE
SEGURANÇA
PESSOAL EM
PESSOAL PARA COBERTURA
PROFISSIONAL
DE TRABALHO
TÉCNICA
ATIVIDADE
CALCULADO
C
C
C
k
k
k
C
t
ρ
IST
k
K
k
k
k
k
k
k
⋅ IST
(1
+ IST
)
k
k
K
t
ρ
t
ρ
t
ρ
k
k
k
k
k
k
ENFERMEIRA
10,3
6
85
0,37
2,0
0,8
2,8
AUXILIAR/TÉCNICO
57,9
6
85
0,41
11,3
4,6
16,0
SOMA
68,2
-
-
13,4
5,4
18,7
Referências bibliográficas Fugulin FMT, Silva SHS, Shimizu HE, Campos FPF. Implantação do sistema de classificação

Referências bibliográficas

Fugulin FMT, Silva SHS, Shimizu HE, Campos FPF. Implantação do sistema de classificação de pacientes na clínica médica do hospital universitário da USP. Rev de Med HU-USP 1994; 4(1/2):

63-8.

Fugulin FMT. Sistema de classificação de pacientes: análise das horas de assistência de enfermagem. [dissertação] São Paulo (SP): Escola de Enfermagem da USP; 1997. Fugulin FMT, Gaidzinski RR. Sistema de classificação de pacientes: análise das horas de assistência de enfermagem. Nursing 1999; 2(11): 27-34. (edição brasileira) Fugulin FMT, Gaidzinski RR. Sistema de classificação de pacientes: relação entre horas de assistência de enfermagem e indicadores de produtividade e qualidade hospitalar. Rev Med HU-USP 1999;9(2):29-36.

Referências bibliográficas Gaidzinski RR. O dimensionamento do pessoal de enfermagem segundo a percepção de

Referências bibliográficas

Gaidzinski RR. O dimensionamento do pessoal de enfermagem segundo a percepção de enfermeiras que vivenciam esta prática. [tese] São Paulo (SP): Escola de Enfermagem da USP;

1994.

Gaidzinski RR. Dimensionamento de pessoal de enfermagem em instituições hospitalares. [tese] São Paulo (SP): Escola de Enfermagem da USP; 1998. Kurcgant P, Cunha K, Gaidzinski RR. Subsídios para a estimativa de pessoal de enfermagem. Enfoque 1989; 17(3): 79-81. Connor RJ. A hospital inpatient classification systems: a dissertation submitted to the advisory Board of Engineering of Johns Hopkins University in conformity with the requirements for degree of Doctor of Engeneering. Baltimore: The Johns Hopkins University; 1960.

Referências bibliográficas Willians GH, Anderson JJ. Developing a labor and delivery patient classification systems.

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validação clínica.[tese] São Paulo (SP): Escola de Enfermagem da USP; 2000. Perroca MG. Sistema de classificação de pacientes: construção e validação de um instrumento.[dissertação] São Paulo (SP):

Escola de Enfermagem da USP; 2000.

Referências bibliográficas Conselho Federal de Enfermagem. Resolução 189/96. Estabelece parâmetros para

Referências bibliográficas

Conselho Federal de Enfermagem. Resolução 189/96. Estabelece parâmetros para dimensionamento do quadro de profissionais de enfermagem nas instituições de saúde. In:

Conselho regional de Enfermagem. Documentos básicos de enfermagem: enfermeiros, técnicos e auxiliares. São Paulo;2001. P.144-51. Conselho Federal de Enfermagem. Resolução 293/2004. Fixa e estabelece parâmetros para dimensionamento do quadro de profissionais de enfermagem das unidades assistenciais das instituições de saúde e assemelhados [on line]. Disponível em <http://www.corensp.org.br/resoluções/resoluções.html>

(25/11/2004).