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Documento do formando:

VECU e módulos do chassis, CW3/8


©201829 DAF Trucks N.V., Eindhoven,
Países Baixos.
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destinam-se apenas a formação, não podendo
ser utilizados para situações de "vida" real. A
informação contida neste documento está sujeita
a alterações. Para obter os dados técnicos
corretos específicos de determinado chassis, é
imperativo consultar a informação de serviço.

©
201829 DW63282202
ESTRUTURA

Estrutura

COMANDOS DA CABINA
1
VECU
2
VIC-3
3
PERGUNTAS E TAREFAS
4

©
201829
COMANDOS DA CABINA
Índice

ÍNDICE
Comandos da cabina

Página Data

1. INTRODUÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-1 . . . . . 201829


1.1 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-1 . . . . . 201829
1
2. COMANDOS E HARDWARE RELACIONADO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-1 . . . . . 201829
2.1 Comandos MUX . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-1 . . . . . 201829
2.2 Comandos pós-venda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-9 . . . . . 201829
2.3 Módulo do comando da cabina (P003) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-15 . . . . 201829
2.4 comando da luz interior . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-20 . . . . 201829
2.5 Painel de controlo da parede traseira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-22 . . . . 201829

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201829 1
COMANDOS DA CABINA
Índice

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2 201829
COMANDOS DA CABINA
Introdução

1. INTRODUÇÃO
1.1 INTRODUÇÃO

VECU P002

LIN C-CAN

CAN
CSM P003

E505718

Disposição dos comandos da cabina

A partir da semana de especificações 25-2017,


vai ser introduzido um novo conceito de
comandos da cabina nas séries de veículo XF e
CF. Os novos comandos não são compatíveis
com os comandos mais antigos.
O conceito inclui um novo design dos comandos
da cabina e a introdução do módulo do comando
da cabina (CSM). A maioria dos comandos estão
ligados à rede LIN e comunicam o seu estado em
vez de comutarem diretamente as cargas.
A maioria dos comandos está colocada num
suporte para serem ligados à cablagem LIN.
O suporte consegue acomodar três comandos,
enquanto as posições disponíveis estão cobertas
por um tampão.

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201829 1-1
COMANDOS DA CABINA
Introdução

O CSM é, principalmente, uma interface entre a


comunicação LIN dos comandos e a
comunicação CAN da restante rede do veículo. O
princípio da comunicação LIN (e CAN) é, por
vezes, referido como "multiplexagem". O nome
1 dos novos comandos é portanto abreviado para
"comandos MUX".
Os comandos MUX reduzem a quantidade, o
tamanho e o peso da cablagem necessária. Uma
vez que não são comutadas grandes correntes, a
vida útil dos contactos dos comandos é
prolongada.
A localização física dos comandos MUX na
cabina não fica limitada pelas cablagens ou pela
orientação (esquerda/central/direita). Isto
proporciona uma personalização abrangente da
disposição dos comandos.
São utilizados três tipos de comandos ligados à
rede LIN:
- Comandos MUX
- Comandos de ligação por cabo
- Comandos (de combinação) especiais
(comandos das luzes interiores e exteriores)
Para além dos comandos (de fábrica) padrão,
pode encomendar comandos adicionais para
aplicações especiais (comandos pós-venda). Ao
combinar um tipo de corpo de comando com um
balancim (com ou sem ícone), muitos comandos
diferentes ficam disponíveis. Todos os comandos
pós-venda têm ligações LIN, pelo que devem ser
colocados num suporte.
Os tipos de corpo de comando disponíveis são:
- com ou sem bloqueio
- com ou sem ligações por cabo
- posições momentâneas ou fixas do
comando
- único (ligar-desligar) ou comutação (ligar-
desligar-ligar)
NOTA: Por razões legais, o comando
das luzes de aviso de perigo
permanece um comando de ligação por
cabo convencional (sem ligação LIN).

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1-2 201829
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

2. COMANDOS E HARDWARE RELACIONADO


2.1 COMANDOS MUX

Introdução
Os comandos individuais encontram-se num 1
suporte que pode acomodar 3 comandos. As
posições disponíveis no suporte estão cobertas
por um tampão (proteção). Se não estiverem
configurados comandos, está instalado um
tampão triplo em vez de um suporte.
Quando um comando é inserido no suporte, os 3
contactos LIN do comando deslizam para dentro
de um conector do suporte. Os suportes estão
interligados através de uma cablagem LIN.

E505737

Comandos MUX, suporte e tampões

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201829 2-1
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

VECU P002

LIN C-CAN

CAN
CSM P003

E505718

Comunicação do estado dos comandos MUX

Três grupos de cablagens LIN ligam todos os


comandos MUX ao módulo do comando da
cabina (CSM). Este módulo converte a
informação LIN para a rede C-CAN (e vice-
versa). O estado dos comandos MUX é utilizado
diretamente pela VECU para o controlo de
funções e/ou é transferido para outros ramos da
rede (função de porta de ligação). A luz de
indicação da função e as luzes de fundo
(incluindo a regulação da intensidade) do
comando são controladas de forma inversa: da
rede CAN para a rede LIN. O CSM também
fornece alimentação de energia (12 V) e ligações
à massa para o sistema eletrónico interno MUX.
Cores da luz de indicação da função:
- Vermelho: função anulada/desligada/
desativada
- Verde: função ligada/ativada

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2-2 201829
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

Comandos MUX adicionais podem ser colocados


em qualquer ranhura do suporte disponível e as
posições dos comandos podem ser alteradas de
acordo com a preferência do cliente.
No máximo, podem ser configurados 15
comandos em 1 ramo da rede LIN. Estes
comandos podem ser divididos em mais de 5
1
suportes.
Construção dos comandos MUX
1 Balancim (tampa)
2 Caixa da transmissão 1
3 Placa de circuitos impressos
(processador LIN, iluminação de
pesquisa e luz de indicação da função,
pinos do conector LIN
4 Mecanismo de comandos
5 Conector de ligação por cabo (se
aplicável)

A tampa com mecanismo de balancim aciona os 2


comandos mecânicos localizados na parte
inferior da caixa dos comandos MUX. Estes
contactos elétricos são monitorizados pelo
sistema eletrónico na placa de circuitos 3
impressos (PCB). O estado dos comandos é
convertido em mensagens na rede LIN. Os LED
de iluminação de pesquisa e da luz de indicação
da função (se aplicável) estão também instalados
no PCB. Em caso de ligações por cabo, os pinos
fixos aos comandos internos prolongam-se até
ao conector.
4

5
E505738

Construção dos comandos MUX

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201829 2-3
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

O tipo de comandos MUX ilustrado sem ligações


por cabo é utilizado para a maioria dos 1
comandos da cabina padrão. A alimentação de
energia para o sistema eletrónico interno dos 0
comandos, a iluminação de pesquisa e (se
1
2
presente) a luz de indicação da função é também
fornecida através da cablagem LIN. Todas as
funcionalidades do comando são comunicadas
através da rede LIN. Nenhuns pinos se
prolongam até à área traseira do conector (para
ligações por cabo).
A ilustração apresenta um comando
(momentâneo) de retorno da mola de duas vias
(ligar-desligar-ligar). Diferenças dos comandos:
- número de posições
- com ou sem mecanismo de bloqueio
- posições de "retorno da mola" Micro
(momentâneo/comutação/impulso)
- posições de "manutenção"

+12V
LIN
Gnd
i405993

Diagrama dos comandos MUX

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2-4 201829
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

Comandos MUX de ligação por cabo


1, 2, 3 apenas ligações internas
4, 5, 6 ligações para cablagens convencionais

4
Por razões funcionais e legais, alguns comandos
da cabina padrão têm ligações por cabo 5 1
adicionais. Estes comandos permanecem
ligados à rede LIN para: 6
- receberem alimentação de energia (12 V) e
terra para o sistema eletrónico dos
comandos, a iluminação de pesquisa e a luz 1
de indicação da função.
- controlarem as luzes de pesquisa 2
(iluminação de fundo e regulação da 3
intensidade) e o indicador de função.
Exemplos de comandos de ligação por cabo de
fábrica:
- comando para desligar as luzes interiores, Micro
S129
- comando principal do ADR, S128
NOTA: O comando de aviso de perigo
(S015) é também de ligação por cabo,
contudo não é um comando MUX.

A função de iluminação de pesquisa


acende (com regulação de intensidade) +12V
o comando de aviso de perigo (S015).
Quando ativada, a iluminação dos LIN
comandos (sem regulação da Gnd
intensidade) segue a frequência de
impulsos das luzes indicadoras. Como G005469
ocorre este processo? Que ECU são
responsáveis pela função de
iluminação de pesquisa deste
comando?

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201829 2-5
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

ID do comando, comunicação e localização


O PCB contém um chip que traduz o estado do
comando em mensagens LIN. O chip também
contém o código de identificação (ID) do
comando. Esta ID é exclusiva e está diretamente
1 associada ao número de encomenda DAF do
comando (gravado a laser no corpo do
comando). A ID do comando não pode ser
alterada. Na fábrica (na primeira ativação), as ID
de todos os comandos ligados são verificadas e
armazenadas. Quando um comando é
reposicionado, removido ou adicionado, poderá
ser necessário realizar uma nova verificação dos
comandos.

LIN2 Painel de instrumentos e prateleira


superior
LIN1 Painel de controlo
LIN3 Consola central e painel de controlo da
parede traseira

A distribuição dos comandos MUX nos 3 ramos


LIN é explicada nesta descrição. A substituição
ou reposicionamento dos comandos num ramo
LIN é possível sem perda de funcionalidade (a ID
continua presente no ramo da rede). A adição de
um comando a um ramo da rede ou o
reposicionamento de outro ramo da rede requer
a realização de uma nova verificação de todos os
comandos.
Uma nova verificação é realizada:
- após a desativação do módulo do comando
da cabina (remoção do fusível E770 ou
desativação do comando principal) LIN 2 LIN 1 LIN 3
- com um comando do DAVIE E506051-3

NOTA: São gerados DTC quando são


detetadas ID duplicadas ou quando
uma ID do comando está em falta
(esperada pela função relacionada com
o comando).

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2-6 201829
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

Iluminação de pesquisa e luz de indicação da


função dos comandos MUX
Todos os comandos MUX recebem alimentação
de energia de 12 V e terra da rede LIN ligada.
Esta alimentação de energia alimenta o
microprocessador, a iluminação de pesquisa e a
luz de indicação da função (se presente) do
1
comando. A ativação e o nível de regulação da
intensidade da iluminação de pesquisa são
controlados por mensagens LIN. A iluminação de
pesquisa está divida por ID do comando em dois
grupos: "entrada" e "condução". Quando entrar
no veículo, a iluminação de pesquisa do grupo
"entrada" acende-se. Apenas estes comandos
podem ser acionados nessa situação (por
exemplo: comandos dos trincos das portas).
Quando a alimentação de energia após o
contacto é ligada e as luzes de presença são
ativadas, a iluminação de pesquisa do grupo
"condução" também é ativada. Todos os
comandos pós-venda pertencem ao grupo
"condução". A ativação da luz de indicação da
função é controlada por mensagens LIN e utiliza
a mesma alimentação de energia de 12 V.
Que componente do veículo controla a
iluminação de pesquisa dos
componentes da cabina que não são
MUX, como o comando de controlo do
menu e os interruptores de controlo dos
vidros?

Função de ativação
Quando a alimentação de energia após o
contacto é desligada, todas as ECU mudam
(eventualmente) para o modo de suspensão. O
condutor tem de ser capaz de ativar um número
limitado de funções com o veículo nesse modo.
Por conseguinte, alguns comandos MUX têm de
ser capazes de ativar a ECU do veículo para
ativarem uma função.
Os comandos MUX com capacidade de ativação
são:
- luz rotativa
- luzes interiores e holofotes
- fecho centralizado de portas
- teto de abrir
- controlo da temperatura do aquecedor
auxiliar
- (alarme de) deteção da cabina e do espaço
de carga desligado
NOTA: Os comandos pós-venda não
têm capacidade de ativação.

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201829 2-7
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

Diagnóstico
Para diagnosticar uma função do veículo, as
entradas e saídas são verificadas normalmente.
A entrada de um comando convencional inclui o
comando, os conectores (pinos) e a cablagem
1 para a ECU recetora. O estado do comando, a
cablagem e as ligações podem ser verificados
com um multímetro.
Quando os comandos MUX são uma entrada
para uma função do veículo, a funcionalidade do
comando apenas pode ser verificada com o
auxílio do DAVIE. Uma vez que os comandos
MUX comunicam o seu estado, o DAVIE tem de
ler esta comunicação. O DAVIE fornece
capacidades de teste para todos os comandos
MUX (monitorização de estado) e para o CSM
(alimentações de energia, DTC).
O estado dos comandos MUX é processado
pelo(s) módulo(s) que executa(m) a função de
controlo relacionada. Este pode ser o primeiro
módulo recetor (CSM/VECU), ou o estado do
comando é comunicado para os outros módulos
(função de porta de ligação). As mensagens
individuais LIN e CAN que contêm o estado de
um comando não são monitorizadas pelo DAVIE.
Em vez disso, a integridade da rede é
monitorizada e verificada constantemente
quanto a avarias pela maioria das ECU.
Espera-se que a comunicação LIN e CAN
funcione bem quando:
- todo o software está atualizado (atualização/
software do veículo)
- não estão presentes erros de rede
(verificação rápida/descrição de DTC)
As saídas dos módulos que controlam os
acionadores relacionados com a função do
veículo podem ser monitorizadas com o DAVIE.
Também podem ser utilizados testes funcionais
para verificar o desempenho de muitos
componentes relacionados com a função do
veículo.

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2-8 201829
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

2.2 COMANDOS PÓS-VENDA

Para fins pós-venda, está disponível uma


seleção de comandos. Os comandos pós-venda
destinam-se aos concessionários e construtores
de carroçarias, para adicionarem uma aplicação 1
do cliente ao veículo. Os comandos são
montados num suporte (posições disponíveis ou
suporte adicional). Tal como os comandos de
fábrica, as ligações LIN do suporte fornecem
alimentação de energia para o sistema eletrónico
interno, a iluminação de pesquisa e a luz de
indicação da função.
Todos os comandos pós-venda:
- não têm capacidade de ativação
- têm um indicador de estado verde
- têm uma iluminação de pesquisa que
pertence ao grupo "condução"
Podem ser criadas muitas variantes de
comandos do tablier através da combinação de
um tipo de corpo de comando (base) com um
balancim. Os corpos dos comandos diferem em
termos de tipo de comando, bloqueio e ID. Os
balancins diferem em termos de ícones e
bloqueio. Está também disponível um balancim
sem ícone para aplicar um ícone personalizado.
Quantos balancins diferentes podem
ser encomendados? Qual é o número
da peça DAF do balancim sem ícone?
E505723
Estão disponíveis dois tipos de comandos pós- Comandos MUX para construtores de
venda: carroçarias
- Comandos MUX: devem ser utilizados em
conjunto com as saídas e entradas do CMR
- Comandos de ligação por cabo: devem ser
utilizados em circuitos de ligação por cabo
convencionais

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201829 2-9
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

Base do comando MUX pós-venda


Número de ID (hexadecimal) Tipo de comando LIN/HW Base deslizante de blo-
peça DAF queio
2109646 037 manter ligado-desligado LIN Não
1 2109647 038 manter ligado-desligado LIN Não
2109648 039 manter ligado-desligado LIN Não
2109649 03A manter ligado-desligado LIN Não
2109650 037 manter ligado-desligado LIN Sim
2109651 038 manter ligado-desligado LIN Sim
2109652 039 manter ligado-desligado LIN Sim
2109653 03A manter ligado-desligado LIN Sim
2109654 03B ligado-desligado-ligado LIN Não
momentâneo
2109655 03C ligado-desligado-ligado LIN Não
momentâneo

NOTA: As listas de comandos pós-


venda são apenas indicativas; a
informação correta deve ser obtida
através da informação de serviço.

CMR
LIN SWITCH CSM VECU
F

LIN C-CAN F-CAN

I/O
E506309

No módulo do chassis traseiro (CMR), 4 saídas e


4 entradas estão reservadas para os comandos
MUX pós-venda. As ID dos comandos MUX
disponíveis estão exclusivamente associadas a
estas entradas e saídas.

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2-10 201829
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

ID do comando Pino do CMR Objetivo


(conector F)
037 F1 Saída: = 24 V quando ativado (carga máxima = 0,5 A)
F2 Entrada: alimentação de 24 V, para ativar a luz de indicação
da função 1
038 F3 Saída: = 24 V quando ativado (carga máxima = 0,5 A)
F10 Entrada: alimentação de 24 V, para ativar a luz de indicação
da função
039 F4 Saída: = 24 V quando ativado (carga máxima = 0,5 A)
F11 Entrada: alimentação de 24 V, para ativar a luz de indicação
da função
03A F5 Saída: = 24 V quando ativado (carga máxima = 1 A)
F12 Entrada: alimentação de 24 V, para ativar a luz de indicação
da função
03B F1, F3 Saídas: = 24 V quando ativado (carga máxima = 0,5 A)
F2 Entrada: alimentação de 24 V, para ativar a luz de indicação
da função
03C F4, F5 Saídas: = 24 V quando ativado (carga máxima = 0,5 A)
F11 Entrada: alimentação de 24 V, para ativar a luz de indicação
da função

As 4 saídas e as 4 entradas do CMR são


configuradas no conector F.
O concessionário ou construtor da carroçaria
pode utilizar as saídas do CMR para controlar
uma aplicação da carroçaria. A carga pode ser
ligada diretamente a uma destas saídas do CMR
quando a corrente permanece abaixo do máximo
indicado. Em cargas superiores, devem ser
utilizados relés. A alimentação de energia antes
e após o contacto, e as ligações à massa não são
fornecidas pelo CMR. Estas devem ser obtidas
através das localizações aprovadas pela DAF.
As entradas do CMR podem ser utilizadas para
controlar o indicador de função do comando
(feedback da aplicação da carroçaria).
As saídas e entradas do CMR também podem
ser utilizadas pelo módulo do construtor da
carroçaria opcional.
Uma vez que apenas 4 saídas do CMR podem
ser controladas com estes comandos, podem ser
configurados no máximo 4 comandos MUX
diferentes (4 ligados-desligados).
NOTA: Os comandos com as ID 03C e
03D são comandos de duas vias. Cada
ID tem, por conseguinte, 2 saídas do
CMR (mas apenas uma entrada, uma
vez que o comando tem apenas uma
luz indicadora da função).

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201829 2-11
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

Para auxiliar os construtores de carroçarias e


concessionários, estão disponíveis cablagens
especiais com um contra-conector para serem
ligadas ao CMR (conector F).

1 Quais são os números da peça destas


cablagens especiais? Verifique que
cabos estão incluídos e o comprimento
das cablagens.

Quando adicionar comandos pós-venda, tenha


em conta que:
- As ID estão associadas a um número da
peça DAF
- podem ser utilizados tipos de comandos
idênticos quando são selecionadas ID
diferentes
- As ID só podem ser utilizadas uma vez (não
são permitidas ID duplicadas)
- as ID são exclusivas para os comandos pós-
venda (não há duplicação com os comandos
de fábrica)
- a localização num suporte está disponível
(qualquer ranhura disponível num suporte)
- É necessário realizar uma nova verificação
de todos os comandos

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2-12 201829
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

Comandos de ligação por cabo pós-venda


Para além dos comandos MUX, estão
disponíveis 3 tipos de comandos de ligação por
cabo para o construtor da carroçaria e para fins
de pós-venda. Estão disponíveis comandos de
ligação por cabo para criar circuitos de ligação
por cabo convencionais. Os comandos podem
1
ser instalados com qualquer um dos balancins
disponíveis.
Estes comandos estão também instalados num
suporte para uma ligação LIN. A ligação LIN
fornece alimentação de energia e controlo para a
iluminação de pesquisa do comando de ligação
por cabo. A iluminação de pesquisa de todos os
comandos pós-venda pertencem ao grupo
"condução".
Ao utilizar comandos de ligação por cabo, o
estado dos comandos não é comunicado através
da rede do veículo. Por conseguinte, a luz de
estado destes comandos não pode ser
controlada pela LIN.
Para controlar a luz de indicação da função, o
construtor de carroçarias pode:
- fornecer um sinal de 24 V no pino 1
(controlado pela aplicação)
- ligar uma alimentação de energia de 24 V no
pino 2 (controlado pelo comando)
CUIDADO: As ligações de
alimentação de energia e terra (GND)
do bus LIN devem ser fornecidas
pelo CSM!

E506053

Tipos de comandos de ligação por cabo

©
201829 2-13
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

Comandos de ligação por cabo pós-venda


Número de ID (hexadecimal) Tipo de comando LIN/HW Base deslizante de
peça DAF bloqueio
2109656 03D manter ligado-desligado LIN/HW Não
1 2109657 03E manter ligado-desligado LIN/HW Sim
2109658 03F ligado-desligado-ligado LIN/HW Não
momentâneo

NOTA: Está planeada a adição de


variantes adicionais de ID à lista acima.

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2-14 201829
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

2.3 MÓDULO DO COMANDO DA CABINA (P003)

Introdução
O módulo do comando da cabina (CSM) foi
introduzido para comunicar com os comandos
MUX do interior da cabina (LIN) e com a VECU 1
(CAN). Basicamente, o CSM é um conversor
CAN-LIN.
O CSM funciona a 24 V. Os conversores DC/DC
fornecem 5 V ao sistema eletrónico e 12 V aos
componentes LIN ligados. O CSM dispõe de
funções de proteção de sobrecarga e proteção
de sobretensão.
O CSM está situado no espaço por baixo e por
trás da consola central do tablier.

E505721

Módulo do comando da cabina (P003, CSM)

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201829 2-15
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

Disposição do CSM

VECU P002

LIN C-CAN

CAN
CSM P003

E505718

Disposição do CSM

O CSM comunica com os comandos da cabina


(MUX) por 3 ramos separados da rede LIN. O
CSM também está ligado à rede C-CAN para
comunicar com a VECU e com o resto do veículo.

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2-16 201829
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

Procura da ID
Outra função do CSM é procurar por códigos de
identificação (ID) de todos os comandos MUX
ligados "quando a alimentação é ligada". Como o
CSM é ligado à alimentação de energia antes do
contacto, é preciso remover o fusível E770 ou
desligar as baterias para iniciar uma nova
1
procura.
Se a alimentação de energia do CSM não for
interrompida, as ID de todos os comandos são
recordados pelo CSM, incluindo a sua
distribuição pelos 3 ramos da rede LIN. Quando
a alimentação de energia após o contacto é
ligada, os novos comandos não são detetados.
Quando a alimentação de energia após o
contacto é ligada, o CSM verifica a comunicação
com todas as ID registadas. Como todos os
comandos em 1 ramo da LIN estão ligados em
paralelo, o CSM só pode determinar a presença
do comando, mas não a sua localização. Isto
permite voltar a colocar o comando dentro do
ramo da rede LIN sem consequências. Se os
comandos forem recolocados noutro ramo da
rede LIN ou forem introduzidos novos comandos,
será necessária uma nova procura de todas as
ID dos comandos.

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201829 2-17
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

Diagrama funcional
D400

E770
120 P002

1 B10 B3

8 11 12 13 14

120
CSM P003
16 7 9 6 5 10 4 3 1 2

LIN 3

A2 A1 A3 B2 B1 B3 A2 A1 A3 B2 B1 B3 A2 A1 A3 B2 B1 B3 A2 A1 A3 B2 B1 B3

P014 P015 P016 P017

LIN 2

A2 A1 A3 B2 B1 B3 A2 A1 A3 B2 B1 B3 A2 A1 A3 B2 B1 B3 A2 A1 A3 B2 B1 B3 A2 A1 A3 B2 B1 B3

P009 P010 P011 P012 P013

LIN 1

A2 A1 A3 B2 B1 B3 A2 A1 A3 B2 B1 B3 A2 A1 A3 B2 B1 B3 A2 A1 A3 B2 B1 B3 A2 A1 A3 B2 B1 B3

P004 P005 P006 P007 P008


E505722-2
LIN1 conjuntos de comandos da consola
central (painel E)
LIN2 conjuntos de comandos do painel de
instrumentos (painel I) e prateleira
superior
LIN3 conjuntos de comandos do painel de
controlo (painel K, entre o painel de
controlo e a consola central) e do painel
de controlo da parede traseira

©
2-18 201829
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

O diagrama funcional apresenta os 3 ramos da


rede LIN para os comandos MUX da cabina.
Tanto o CSM como a VECU incluem uma
resistência terminal para o ramo da rede C-CAN.
Um comando reposicionado num ramo da rede
LIN funciona diretamente. Os comandos
transferidos para outro ramo da rede LIN
1
requerem a procura da ID de todos os comandos.
NOTA: Se o CSM avariar, não pode
ocorrer nenhuma situação crítica de
segurança. O veículo pode ser
conduzido e as luzes exteriores
funcionam, contudo nenhuma das
funções relacionadas com os
comandos MUX estará disponível.

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201829 2-19
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

2.4 COMANDO DA LUZ INTERIOR

Introdução
O comando da luz interior (ILS) combina o
1 controlo da maioria das luzes interiores num
componente. O comando tipo LIN é denominado
"suporte de comando de 3 posições". Todas as
funções de comutação são controladas por LIN.
O comando encontra-se na consola central do
tablier.

E505720

Comando da luz interior (S127)

Funções
As funções do comando são:
- Controlar os grupos de luzes interiores
- Regular a intensidade do grupo de luzes
interiores
O comando da luz interior é também designado
por comando "ambiente". Ao selecionar um
ambiente, um grupo de luzes interiores é
selecionado e o ícone acende-se (a verde) no
comando. Quando estiver desligado (0), não são
selecionadas quaisquer luzes interiores.
Rodando o comando para a direita, podem ser
selecionados os seguintes ambientes de luzes
interiores:
- todos desligados
- condução noturna (laranja)
- descontração
- foco (todas as luzes ativadas: 100% de
intensidade)
Com os botões de regulação da intensidade (+/-
), a intensidade da luz do ambiente selecionado
pode ser alterada (à exceção de "foco"). As
definições são guardadas na VECU e são
recuperadas quando o ambiente for selecionado
de novo (também após um ciclo de chave). O
comando tem de ser rodado para a esquerda
para desligar todas as luzes interiores.
O funcionamento das luzes interiores é também
influenciado pelo seguinte:
- modo do veículo (principalmente, posição do
comando de contacto)
- estado dos outros comandos das luzes
interiores
- estado dos comandos convencionais
- entrada e comando de trancamento de porta

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2-20 201829
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

Controlo das luzes interiores no painel da


parede traseira
O controlo das luzes interiores também é
possível através de um comando no painel de
controlo da parede traseira. Com várias pressões
na parte superior do comando da luz interior, as
luzes interiores podem ser ativadas e alternadas
1
entre os três ambientes de luzes interiores. Em
qualquer altura, as luzes interiores podem ser
desligadas, premindo "0".

E506105

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201829 2-21
COMANDOS DA CABINA
Comandos e hardware relacionado

2.5 PAINEL DE CONTROLO DA PAREDE TRASEIRA

O painel da parede traseira acomoda os


comandos MUX, uma luz cobra e um visor.

1 A configuração dos comandos depende da série


do veículo, do tipo de cabina e das opções
instaladas. O visor é opcional. A luz cobra está
equipada com comando próprio.
Os comandos MUX estão ligados ao módulo do
comando da cabina (cablagem LIN). O visor está
ligado à unidade do aquecedor da cabina
(mesma LIN dedicada do painel de controlo de
climatização).
As luzes de estado dos comandos no painel da
parede traseira podem perturbar o condutor.
Por isso, o comando de climatização em
estacionamento (S104) não vem equipado com
luz de estado.

E505821

Painel de controlo da parede traseira

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2-22 201829
VECU
Índice

ÍNDICE
VECU

Página Data

1. INTRODUÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-1 . . . . . 201829


1.1 Introdução ao sistema . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-1 . . . . . 201829
1.2 Descrição do sistema . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-8 . . . . . 201829
1.3 Sistema elétrico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-11 . . . . 201829

2. COMPONENTES. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-1 . . . . . 201829


2.1 Módulos do chassis dianteiro e traseiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-1 . . . . . 201829
2
2.2 Comandos do Volante (SWS) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-7 . . . . . 201829

3. FUNÇÕES DE CONTROLO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-1 . . . . . 201829


3.1 Luzes interiores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-1 . . . . . 201829
3.2 Luzes exteriores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-7 . . . . . 201829
3.3 Verificação das luzes exteriores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-15 . . . . 201829
3.4 Avisos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-18 . . . . 201829
3.5 Bloqueios do diferencial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-21 . . . . 201829
3.6 Preparação para monta-cargas, teto de abrir e cortina . . . . . . . . . . . . . . . 3-22 . . . . 201829
3.7 Monitorização da temperatura ambiente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-24 . . . . 201829

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201829 1
VECU
Índice

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2 201829
VECU
Introdução

1. INTRODUÇÃO
1.1 INTRODUÇÃO AO SISTEMA

Introdução
A VECU (Unidade de controlo eletrónico do
veículo) é o centro de toda a comunicação de
dados do veículo e possui funções de controlo
importantes. O veículo não pode ser utilizado
sem uma VECU funcional. A VECU é introduzida 2
a partir da semana de especificações ≥ 2017-
25.
As principais funções da VECU são:
- funções de gestão de redes e dados E505716
- monitorização e gestão dos comandos da
VECU (P002)
cabina
- algumas funções do veículo para o controlo
da transmissão e da carroçaria
- funções das luzes exteriores e interiores
- controlo de acionadores, monitorização dos
sensores (diretamente ou através dos
módulos do chassis)

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201829 1-1
VECU
Introdução

A maioria dos comandos da cabina e muitas


funções de controlo dependem de uma VECU e
de componentes relacionados funcionais, como:
- módulo do comando da cabina
- módulo do chassis dianteiro (CMF)
- Módulo do chassis traseiro (CMR)
Muitas funções de controlo dependem das
entradas destes comandos, motivo pelo qual os
2 componentes relacionados estão incluídos neste
capítulo.
Outras funções de controlo muito importantes
como as funções de monitorização e gestão de
redes baseiam-se em software. As auto-
verificações integradas do software podem gerar
DTC. Não é possível realizar nenhum outro
diagnóstico destas funções com as ferramentas
disponíveis, motivo pelo qual estas funções de
controlo não são explicadas em maior pormenor.

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1-2 201829
VECU
Introdução

LIN 2
CSM

CAN

VECU

A B E506327-2
A ilustração apresenta o modo convencional de
comutar uma carga (A) e a nova situação (B). Os
comandos comunicam o seu estado através do
envio de uma mensagem LIN para o CSM. O
CSM converte esta mensagem numa mensagem
CAN para a VECU. A carga é comutada
diretamente pela VECU (conforme ilustrado) ou
indiretamente através do envio de mensagens
CAN para um módulo do chassis ou outras ECU.

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201829 1-3
VECU
Introdução

Localização na rede

Body Builder Body Builder AGC-A


Connector-Cabin Connector-Chassis EAS-4 Diagnosis
R R R
AGC-A
Selector
BB-CAN A-CAN
AGC-A
R
IMMO BBM PCC PCI TraXon
R R R

2
V-CAN1
R
V-CAN2
MTCO AEB-
R CAN
SWS DIP-5 DTCO Airbag-3 LDWS-3 AEBS-2 EBS-3 EST-54
R R
I-CAN
R
D-CAN
R
FMS HD-OBD
VECU Connector Connector DCM RWCP CCP ACH-WW VIC-3
R
CCC-CAN
Basic Radio LIN R
TI-2 TNR CAMERA CCC
C-CAN
R
R

BEM TPM EHS CDS-4 ALS-2 CSM

F-CAN
LIN
R R
LIN
CMF SAC ECAS-5 CMR CSC
RC-ECAS Cabin Switch Cluster

LIN
ILS Alternator

ELS
E505646-2

Códigos dos ramos da rede:


- V = Veículo
- A = Pós-tratamento
- C = Cabina
- D = Diagnóstico
- F = Estrutura
- I = Instrumento
- LIN = Rede de interligação local
A VECU está ligada à maioria dos ramos da rede
do veículo. Por esta razão, as funções de
monitorização da rede (por exemplo: porta de
ligação CAN) são administradas por esta ECU.
NOTA: O AEBS-3, a TPM e o EHS
serão lançados posteriormente.

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1-4 201829
VECU
Introdução

Localização no veículo

DIP-5 ECU Cluster

CMR

CMF
ECAS-5
E505764

Esquema de ECU no veículo

A VECU está localizada no conjunto da ECU da


cabina.
NOTA: As localizações das ECU
podem diferir em algumas
configurações de veículos (por
exemplo: LHD e FTG)

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201829 1-5
VECU
Introdução

1 2 3

4
2 5
6

11 10 7

12

13

14
8

E505714

Disposição da ECU da cabina na série XF


1 Splitter do GPS (D435)
2 Conector USB PCC (A206)
3 TI-2 (D405)
4 EBS-3 (D376)
5 ALS-2 (D384)
6 CDS-4 (D422)
7 TPM (P024)
8 PCC (D441)
9 VIC-3 (D358)
10 BBM (D424)
11 VECU (P002)
12 Conversor DC/DC 24/12 V (D895)
13 Caixa de silenciamento (D455
14 CSM (P003)

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1-6 201829
VECU
Introdução

1 2
3
4

5 2
6

7
11 10
12
13

9
14

E505715

Disposição da ECU da cabina na série CF


1 EBS-3 (D376)
2 TI-2 (D405)
3 Conector USB PCC (A206)
4 Splitter do GPS (D435)
5 VECU (P002)
6 CDS-4 (D422)
7 TPM (P024)
8 PCC (D441)
9 BBM (D424)
10 VIC-3 (D358)
11 ALS-2 (D384)
12 CSM (P003)
13 Conversor DC/DC 24/12 V (D895)
14 Caixa de silenciamento (D455

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201829 1-7
VECU
Introdução

1.2 DESCRIÇÃO DO SISTEMA

2
1 HW F-CAN
6

2 CDS-4

HW 7

LIN C-CAN
3
CSM VECU P002 8

9
M1 M2

M3 M4

LIN
4

10

V-CAN-1
V-CAN-2
CAN C-CAN
5 ALS-S D-CAN
F-CAN
I-CAN
E505773

Disposição da VECU

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1-8 201829
VECU
Introdução

1 Sinais do comando (com cabos)


2 Entrada do estado CDS-4
3 Estado dos comandos da cabina,
indicadores de função, iluminação de
pesquisa
4 Entradas da LIN a partir do ECAS-5 RC,
comando de luz exterior e comando de
luz interior
5
6
Entrada do estado ALS-2
Comunicação CMF/CMR 2
7 VIC-3 (saída com cabos)
8 Luzes, motores acionados por relés
9 Conectores de aplicação
10 Luzes interiores, luzes de presença,
conector do reboque

Verifique os diagramas elétricos


relacionados com a VECU: por que
razão a maioria dos comandos MUX
não está visível nestes diagramas?

Principais funções da VECU:


- Função de gestão de redes e dados (porta
de ligação CAN, ligar/desligar, interface do
FMS)
- Funções de controlo de cruzeiro, velocidade
do motor e velocidade do veículo
- Funções das luzes exteriores e interiores
- Gestão dos comandos da cabina, dos
sensores e dos acionadores (alguns deles
multiplexados)
- Gestão dos sensores do chassis, dos
acionadores e das luzes exteriores (através
dos módulos do chassis)
Ligação por cabo
- Luzes interiores
- Sensor de temperatura ambiente
- Bloqueio da cabina
- Sistema de travagem
- Buzina
- Teto de abrir e cortina
LIN
- Comando da luz exterior (ELS)
- Controlo remoto ECAS
- Comando da luz interior (ILS)

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201829 1-9
VECU
Introdução

Ativação
Quando a alimentação de energia após o
contacto é desligada, a VECU entra
eventualmente no modo de "suspensão". Isto
ocorre alguns segundos depois de toda a
comunicação CAN e LIN ter sido interrompida e
nenhuma das funções estar ativa. Durante o
modo de suspensão, a ECU consome uma
quantidade mínima de energia.
2 Por razões de segurança e de utilização prática,
a VECU deve ser retirada do modo de suspensão
para executar as funções de controlo vitais
quando necessário. Outras ECU também podem
ter de ser ativadas para executarem uma função
de controlo.
Exemplos de sinais que podem ativar a VECU:
- buzina
- Sistema de alarme
- comandos das portas
- fecho centralizado de portas
- teto de abrir
- alguns comandos da luz exterior
- alguns comandos da luz interior

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1-10 201829
VECU
Introdução

1.3 SISTEMA ELÉTRICO

D400 D400

E483 E484 E485 E753 E350 E703


C933

2
1 D400

E575
E703

6 2

A4 A9 E6 E3 D35 C34 D4

120 VECU P002


E7 E5 B22 B21 B17 B16 C43 C42 D40 D39 C32 C31 C44 C45 B10 B3

14 13 12 11

CSM P003
120

LIN

S076 S124
V-CAN 1 V-CAN 2 I-CAN D-CAN F-CAN F-CAN C-CAN

E505785

Sistema elétrico da VECU


S Comandos (MUX)
C933 Comando da ignição
E575 Comando da embraiagem

As ligações de alimentação de energia, à massa


e CAN para a VECU são bastante semelhantes
às do VIC-3.
A alimentação de energia para a VECU está
dividida em:
- alimentação de energia antes do contacto,
principalmente para as saídas da VECU, 4
fusíveis (E483, E484, E495 e E753)
- sinal de alimentação de energia após o
contacto, 1 fusível (E350)
- sinal de alimentação de energia de
acessórios, 1 fusível (E703)
Que saídas da VECU estão agrupadas
nos 4 fusíveis E483, E484, E495 e
E753? As respostas encontram-se na
informação de serviço disponível.

©
201829 1-11
VECU
Introdução

A rede C-CAN estabelece ligação ao módulo do


comando da cabina que, por sua vez, liga todos
os comandos (MUX) da cabina através de (3)
ramos da rede LIN. O CSM converte as
mensagens da rede LIN para a rede CAN e vice-
versa. Isto reduz drasticamente o número
necessário de ligações por cabo à VECU.

2
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1-12 201829
VECU
Componentes

2. COMPONENTES
2.1 MÓDULOS DO CHASSIS DIANTEIRO E TRASEIRO

Introdução
A figura representa um módulo do chassis. O
módulo do chassis dianteiro (CMF) e o módulo
do chassis traseiro (CMR) são diferentes no que
diz respeito à disposição dos conectores e pinos.
Para o CMF foi concebida uma tampa para 2
proteger os conectores (não ilustrados).
A principal função do módulo do chassis consiste
em fornecer uma interface entre a F-CAN e os
componentes do veículo (não controlados pela
CAN). O módulo do chassis atua como uma
"unidade secundária" da VECU (o módulo do
chassis não tem nenhuma lógica para configurar
uma saída; o módulo é instruído pela VECU).
Todas as saídas e entradas estão protegidas
contra curto-circuito à bateria/alimentação de
energia/terra, circuito aberto e sobrecarga.
O módulo do chassis está também protegido E505717
contra sub e sobretensão. Na maioria destes Módulo do chassis dianteiro/traseiro (P030/
casos de avaria, são registados DTC. Após a P031, CMF/CMR)
resolução da avaria, o módulo reinicia-se
sozinho.
Com a introdução de módulos do chassis, a
complexidade, comprimento e peso da cablagem
do veículo são reduzidos.
O CMF está instalado em frente à roda dianteira
direita no lado do acompanhante. O CMR está
instalado numa viga transversal na parte traseira
do chassis.
Os módulos do chassis:
- comunicam o estado dos componentes
ligados por cabo ao veículo (por meio da F-
CAN através da VECU)
- fornecem controlo dos componentes de
ligação por cabo
- fornecem funções limp home para algumas
luzes exteriores
- fornecem ativação ou desativação (com
base na alimentação de energia após o
contacto ou mensagens específicas na rede
CAN)

©
201829 2-1
VECU
Componentes

Disposição do CMF

2
B129
B130

2
LIN

A520

CMF P030 3

D376 B028

F-CAN

P002
B294
E505824

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2-2 201829
VECU
Componentes

1 Estado das entradas (comandos do


volante duplos, indicadores de desgaste
dos calços dos travões)
2 Luzes dianteiras
3 Conectores do reboque (se for FT)
A520 Ligação LIN ao alternador
D376 Sinal da luz de travagem do EBS-3
P002 Comunicação da VECU e sinal da luz de

B129
aviso de perigo
Motor, altura do farol dianteiro esquerdo 2
B130 Motor, altura do farol dianteiro direito
B028 Buzina
B294 Válvula de suspensão da cabina

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201829 2-3
VECU
Componentes

Disposição do CMR

1 3

F608
F724
4

CMR P031

5
D376

A152

P002

F-CAN

L170

E505823

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2-4 201829
VECU
Componentes

1 Estado das entradas (comandos do


ECAS, indicadores de desgaste dos
calços dos travões)
2 Comandos de estado de bloqueio do
diferencial
3 Luzes traseiras
4 Válvulas de controlo pneumático (ECAS,
bloqueios do diferencial)
5
F608
Conectores do reboque (em não for FT)
Sensor do nível de combustível 2
F724 Sensor do nível de combustível 2
D376 Sinal da luz de travagem do EBS-3
P002 Comunicação da VECU e sinal da luz de
aviso de perigo
A152 Superestrutura do conector de aplicação
(luz de travagem)
L170 Bomba do nível de combustível

Todos os componentes estão ligados ao CMR


através de uma cablagem convencional.
Alimentação de energia e terra
As ligações de alimentação de energia e à massa
do CMR são semelhantes às do CMF (ilustrado).
A alimentação de energia para as saídas do CMF
está dividida em 4 grupos de fusíveis. D400
As luzes exteriores ligadas às saídas estão
divididas em 4 grupos para garantir que uma luz E754 E755 E756 E757 E350
F-CAN

está sempre disponível no camião quando 1 dos


4 fusíveis funde. A ligação ao fusível E350
destina-se apenas ao estado de "alimentação de
energia após o contacto".
O módulo do chassis é fornecido com 2 ligações
à massa, onde cada uma permite controlar 2
grupos de saída. Em caso de perda de uma das
ligações à massa, as saídas dos outros 2 grupos C4 C5 C2 C1 E3 E11 E10

podem continuar a funcionar. 120

Todos os quatro grupos de fusíveis fornecem


Chassis Module Front P030
alimentação de energia ao sistema eletrónico
interno. O módulo do chassis deixa de funcionar
se todos os fusíveis dos 4 grupos estiverem com C8 C7
defeito.
Que fusível protege a saída ligada ao
médio do lado esquerdo? Encontre a E506060
resposta nas informações de serviço.
CMF: alimentação de energia e terra

©
201829 2-5
VECU
Componentes

Limp home
O desempenho do módulo do chassis é
monitorizado continuamente pelo processador
interno. Quando é detetada uma avaria (por
exemplo: limite de tempo de comunicação, DTC
proveniente de outros módulos ou erro interno de
hardware), o módulo entra no modo de
segurança. Tal também é designado por modo
"limp home". Quando um módulo do chassis se
2 encontra neste modo, o veículo pode ser
conduzido (relativamente) em segurança até ao
ponto de assistência mais próximo, uma vez que
o veículo está visível (luzes) e algumas funções
de luzes vitais permanecem disponíveis.
Todas as saídas de um módulo do chassis no
modo "limp home" são desligadas, exceto:
- saídas ativadas automaticamente
- saídas controladas de ligação por cabo
(cablagem redundante)
As seguintes saídas são ativadas
automaticamente:
- Médios (CMF)
- Luzes de presença
- Luzes traseiras (CMR)
As funções de luz de travagem e luz de perigo
podem ainda ser ativadas. Isto é conseguido
utilizando as entradas de ligação por cabo
(redundantes) nos módulos do chassis da VECU
("linha intermitente") e na EBS ECU ("sinal do
travão").
NOTA: Quando o condutor ativa um
indicador de direção, ambos os
indicadores de direção esquerdo e
direito são ativados (dianteiro se o CMF
se encontrar no modo "limp home",
traseiro se o CMR se encontrar no
modo "limp home").

Qual é a localização mais fácil (código


do conector e número do pino) para
medir o sinal da "linha intermitente" de
ligação por cabo da VECU para o
CMF?

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2-6 201829
VECU
Componentes

2.2 COMANDOS DO VOLANTE (SWS)

Disposição do SWS
A B
1 3 5 5 3 1

2
2 4 6 6 4 2

E505822

Interruptores do volante (C916)

Comandos de "Informação e Entretenimento" (A)


Aumentar volume 1
Diminuir volume 2
Função de deslocamento para cima 3
Função de deslocamento para baixo 4
Comando para iniciar chamada 5
Comando para terminar chamada 6

Os comandos do volante no lado esquerdo do


mesmo são os comandos de "Informação e
Entretenimento" (A). As funções destes
comandos não mudaram (apenas o design).

Comandos de funções de velocidade (B)


Predefinições de velocidade do motor, controlo do 5 e 6
limitador da velocidade do veículo, +/-
Definições avançadas de velocidade 3
Controlo da velocidade do motor, controlo de cru- 1e2
zeiro, +/-
Todos os controlos desligados 4

Os comandos no lado direito (B) do volante


destinam-se às funções de velocidade. Diversas
funções de velocidade do motor e de velocidade
do veículo são combinadas para simplificar as
suas interações para o condutor. As funções dos
comandos variam consoante o estado do veículo
(parado ou em movimento). As definições
possíveis no menu de definições avançadas de
velocidade variam no modo de condução Eco
ligado ou Eco desligado.

©
201829 2-7
VECU
Componentes

Os comandos 5 e 6, e 1 e 2 reagem com


pressões demoradas/breves. A pressão breve
altera a definição selecionada em pequenos
passos, enquanto que a pressão demorada
altera rapidamente a definição.
NOTA: Nos veículos de aplicação
especial (como resposta de
emergência/todo o terreno), as
2 definições avançadas de velocidade
podem não estar disponíveis. Nesse
caso, o comando 3 não tem nenhuma
função e o ícone não está presente.

Funções de velocidade com o veículo parado


Com o veículo parado, apenas as funções de
velocidade do motor estão disponíveis:
- Com os comandos 5 e 6, as duas
velocidades do motor programadas (n.º 1,
n.º 2) podem ser selecionadas.
- Com os comandos 1 e 2, a velocidade do
motor variável pode ser definida
- O comando 4 (DESLIGAR) cancela todas as
seleções de velocidade do motor.
O menu avançado de velocidade do veículo está
disponível com o veículo parado e durante a
condução premindo o comando 3. A pré-seleção
da definição A é indicada através de uma
margem vermelha. Se premir novamente o
comando 3, as outras definições podem ser
selecionadas (função de comutação). Com os
comandos 5/6 ou 1/2, a definição selecionada
pode ser alterada. Se não forem realizadas
quaisquer alterações durante 5 segundos, o
menu avançado de velocidade do veículo é
fechado.

©
2-8 201829
VECU
Componentes

Modo Eco = LIGADO


A Definição da distância do ACC
B Definição de ultrapassagem da A B C
velocidade do veículo (PCC + DSC)
C Definição de desvio da velocidade do
veículo (PCC)
D Classificação de economia de
combustível

As definições ilustradas são as definições


2
máximas (predefinidas) para cada modo de
função de velocidade do veículo (Modo Eco =
LIGADO e DESLIGADO) ligado. A classificação
de economia de combustível (D) é também D
máxima (5 marcas verdes) com estas definições.

E506062

Menu avançado de velocidade do veículo

Quando definido para os valores mínimos:


- A = DESLIGADO (ACC desligado)
- B = +5 (DSC está definido para 5 km/h acima
da velocidade definida de CC)
- C = -6
Com estas definições mínimas, a classificação
de economia de combustível equivale a 3 marcas
verdes.

E506063

©
201829 2-9
VECU
Componentes

Modo Eco = DESLIGADO


Quando o modo Eco é desligado, pode ser
selecionada uma maior variedade de definições
(as definições máximas permanecem
inalteradas).
Quando definido para os valores mínimos:
- A = DESLIGADO (ACC desligado)
- B = +3 (DSC está definido para 3 km/h acima
2 -
da velocidade definida de CC)
C = DESLIGADO (PCC = desligado)
NOTA: As novas definições são aceites
após um curto período de tempo.

ATENÇÃO! Se o ACC for novamente


acionado depois de ter sido
desligado, a distância mais curta (1)
do veículo precedente é selecionada
E506064
em primeiro lugar. Se o trânsito não
permitir esta distância mais curta, o
condutor tem de selecionar uma
maior distância dentro do período de
tempo.

©
2-10 201829
VECU
Componentes

Funções de velocidade durante a condução


Durante a condução, nenhuma das funções de
controlo da velocidade do motor fica disponível.
Aplicam-se as mesmas definições máximas e
mínimas para as definições avançadas de
velocidade do veículo com o veículo parado.
Características:
- Quando o controlo de cruzeiro é ativado, o
PCC (Controlo de cruzeiro preditivo) e o
DCS (Controlo de velocidade em declive)
2
são acionados automaticamente.
- A velocidade definida do controlo de cruzeiro
é armazenada e fica disponível para ser
reutilizada, também após um ciclo de chave.
- As definições avançadas de velocidade do
veículo não são armazenadas: as
predefinições são carregadas após um ciclo
de chave.
O controlo de cruzeiro (CC) não é desativado
quando:
- o DSC está ativo e
- os travões de serviço são ativados e
- a velocidade do veículo não desce abaixo da
velocidade definida de CC
Durante a condução, apenas as funções de
velocidade do veículo ficam disponíveis. O
condutor pode escolher entre o limitador da
velocidade do veículo e o controlo de cruzeiro:
- Com os comandos 5 ou 6, a velocidade do
veículo atual é definida em primeiro lugar
como o limite de velocidade do veículo. O
uso repetido destes comandos permite que
o limite de velocidade do veículo seja
alterado.
- Com os comandos 1 ou 2, a velocidade atual
do veículo é definida como velocidade do
controlo de cruzeiro. O uso repetido destes
comandos permite que a velocidade definida
do controlo de cruzeiro seja alterada.
- O comando 4 (DESLIGAR) cancela todas as
seleções de velocidade do veículo.

©
201829 2-11
VECU
Componentes

Durante a definição do limitador da velocidade do


veículo ou da velocidade do controlo de cruzeiro,
a definição atual é apresentada no painel de
informação e no visor LCD segmentado do
velocímetro. As indicações no painel de
informação desaparecem após um curto período
de tempo.

E506065

Definição do limitador da velocidade do veículo

O princípio de funcionamento da função do


limitador da velocidade do veículo é apresentado
na ilustração.
A velocidade do veículo pode ser aumentada
através da potência do motor ou da condução em
descidas até à velocidade do limitador definida (=
LIM). A potência do motor é automaticamente
cortada acima dessa velocidade, e o travão do
motor é aplicado, quando necessário.

E506069

Diagrama de função do limitador da velocidade


do veículo

©
2-12 201829
VECU
Componentes

Ambos os visores também apresentam as


definições avançadas de velocidade do veículo
relevantes.
A classificação de economia de combustível é o
resultado das definições avançadas de
velocidade do veículo selecionadas. Em suma:
uma maior largura de banda de controlo para os
limites superiores e inferiores resulta numa
melhor classificação. Estas classificações não
são tidas em conta no cálculo da classificação da 2
assistência ao desempenho do condutor.
As funções desativadas podem ser reconhecidas
no visor segmentado:
- Nenhum camião/estrada visível:
ACC = DESLIGADO
- Nenhum limite superior visível:
DSC = DESLIGADO
- Nenhum limite inferior visível:
PCC = DESLIGADO
Quando o limitador da velocidade do veículo está
ativo, o ícone do limitador no visor segmentado
pisca (2 Hz).

E506066

Definições de controlo de cruzeiro

A Limite inferior = Influência do PCC


B Limite superior = Controlo de velocidade
em declive
C Velocidade definida A B
NOTA: Quando o limite superior está
definido para +10 e a velocidade do C
controlo de cruzeiro está definida para
80 km/h, o limite de velocidade legal
permanece aplicável. As definições de E506068
fábrica da velocidade máxima podem
Diagrama de função de controlo de cruzeiro
ser ajustadas com o DAVIE (auto-
mático/manual, controlo de cruzeiro/
pedal, Eco ligado e Eco desligado).

©
201829 2-13
VECU
Componentes

Controlo da velocidade do motor durante a


condução
Para as aplicações especiais (por exemplo:
camião do lixo), a velocidade do motor deve ser
definida durante a condução. Isto não é possível
com as funções padrão do comando do volante
(o controlo da velocidade do motor não fica
disponível durante a condução). Para estas

2
aplicações, foi introduzido um novo comando
para suportar esta função. Quando ativado, o
controlo da velocidade do motor fica disponível
durante a condução (aplicam-se condições).
Quando esta função está ativada:
- a velocidade do motor atual é mantida
- continua a ser possível conduzir
- a função de controlo da velocidade do motor
fica disponível com a utilização dos
comandos 5 e 6
- não se aplica nenhum limite de velocidade
do veículo (apenas o limite de velocidade
legal)
Os comandos do volante estão ligados à rede
I-CAN através da mola de relógio no volante.
A alimentação de energia para os comandos é
fornecida pelo VIC-3, contudo a mola de relógio
tem a sua própria ligação à massa.

E506071

C916 comandos do volante D358

P029 mola de relógio


D358 ECU do VIC-3 I-CAN

E6

SWS C916 120

4 2 3 1

A8 A4 A5 C4 C2 C3 C1

P029
A9

E506315

©
2-14 201829
VECU
Funções de controlo

3. FUNÇÕES DE CONTROLO
3.1 LUZES INTERIORES

D400 D400

E476 E475

D911
2
S127
5 2 A A

S129 E514 E515

6 4 B B B11 B10 2 3 4

C37 D32 D24 E1 D16 E2

VECU P002
C25 A7 F8 C26 A5 C12 C52 C38

7 4 4 7 7 4 7 4 1 C236 C237
C292 C293

1 1 1 1 2
C244 C327 C247 C328 C230

L1 L2

E505790
VECU, luzes interiores
A5 saída das luzes do teto (atrasada) E514 comando da porta do condutor
A7 saída das luzes do teto E515 comando da porta do acompanhante
C12 saída das luzes noturnas (apenas XF) F8 saída das luzes noturnas para o tejadilho
C25 saída dos holofotes do condutor L1 luzes interiores (comando manual
C26 saída dos holofotes do acompanhante interno)
C38 saída da luz do degrau da cabina do L2 luzes do teto (atrasadas)
acompanhante S129 comando para desligar as luzes interiores
C52 saída da luz do degrau da cabina do S127 comando da luz interior
condutor
D911 ALS-S

©
201829 3-1
VECU
Funções de controlo

O comando da luz interior (ILS) combina o


controlo da maioria das luzes interiores num
componente. O comando tipo LIN é denominado
"suporte de comando de 3 posições". Todas as
funções de comutação são controladas por LIN.
O comando encontra-se na consola central do
tablier.

E505720

Comando da luz interior (S127)

©
3-2 201829
VECU
Funções de controlo

Funções
As funções do comando são:
- Controlar os grupos de luzes interiores
- Regular a intensidade do grupo de luzes
interiores
O comando da luz interior é também designado
por comando "ambiente". Ao selecionar um
ambiente, um grupo de luzes interiores é
selecionado e o ícone acende-se (a verde) no
comando. Quando estiver desligado (0), não são
2
selecionadas quaisquer luzes interiores.
Rodando o comando para a direita, podem ser
selecionados os seguintes ambientes de luzes
interiores:
- todos desligados
- condução noturna (laranja)
- descontração
- foco
Com os botões de regulação da intensidade
(+/-), a intensidade da luz do ambiente
selecionado pode ser alterada (à exceção de
"foco"). As definições são guardadas na VECU e
são recuperadas quando o ambiente for
selecionado de novo (também após contacto
desligado). O comando tem de ser rodado para a
esquerda para desligar todas as luzes interiores.
O funcionamento das luzes interiores é também
influenciado pelo seguinte:
- estado do comando de desligar as luzes
interiores
- modo do veículo (principalmente, posição do
comando da ignição)
- estado dos outros comandos das luzes
interiores
- estado dos comandos convencionais
- entrada e comando de trancamento de porta
Quando o comando para desligar as
luzes interiores (S129) é ativado, o
contacto C37 da VECU recebe a
alimentação de energia. Por que
motivo tal é necessário?

©
201829 3-3
VECU
Funções de controlo

Controlo das luzes interiores no painel de


controlo da parede traseira
O controlo das luzes interiores também é
possível através de um comando no painel da
parede traseira. Com várias pressões na parte
superior do comando, as luzes interiores podem
ser ativadas e alternadas entre os 3 ambientes
de luzes interiores. As luzes interiores podem ser

2
desligadas, premindo "0".

E506105

©
3-4 201829
VECU
Funções de controlo

Luz dos instrumentos


A maioria da iluminação dos instrumentos é
controlada pela VECU. Estas luzes iluminam
componentes do veículo, quando necessário e,
em certas condições, estas luzes podem ser
reguladas. As luzes dos instrumentos de alguns
componentes são controladas pelo VIC-3.
As luzes dos instrumentos são ativadas
As luzes dos instrumentos são:
- Iluminação de pesquisa (por exemplo:
2
tablier/porta/comandos do volante, cinzeiro,
isqueiro)
- Retroiluminação do visor (por exemplo: DIP-
5, tacógrafo, rádio, cobrança de portagem)

Sxxx comandos do tablier


S127 Comando da luz interior
P020 Controlo remoto ECAS
LIN
P020 S127

CSM

1 4 2 2 3 4

LIN LIN C-CAN

VECU P002

E506324

©
201829 3-5
VECU
Funções de controlo

Regulação da intensidade das luzes dos


instrumentos
A intensidade das luzes dos instrumentos pode
ser alterada manualmente e/ou
automaticamente, dependendo de várias
condições, tais como:
- Modo de condução do veículo
- Estado da luz exterior

2
- Estado de aviso
- Estado do comando (regulador de
intensidade) das luzes dos instrumentos
- Estado das luzes dos instrumentos com
regulação de intensidade
- Estado do comando da porta
Com base nestas entradas, a intensidade
adequada das luzes dos instrumentos é definida.
Os componentes ligados aos ramos da rede LIN
da VECU recebem alimentação de energia e
mensagens LIN desta ECU (exceto o comando
da luz exterior). Os componentes ligados aos
ramos da rede LIN do CMS recebem mensagens
CAN da VECU.
As luzes dos instrumentos ligadas diretamente
ao VIC-3 recebem uma alimentação de energia
controlada por PWM (ciclo de serviço) para
regular a intensidade da luz. O controlo e o nível
de regulação da intensidade baseiam-se nas
mensagens CAN da VECU. O controlo de todas
as outras luzes dos instrumentos
(especialmente, da retroiluminação do visor)
baseia-se também nas mensagens CAN da
VECU.
Trata-se de uma função complexa e dinâmica.
A regulação manual da intensidade pode ser
(temporariamente) anulada quando, por
exemplo, for necessário apresentar uma
mensagem de erro ou a interface do telefone for
ativada. A regulação da intensidade da
iluminação dos instrumentos também pode ser
automaticamente ativada quando, por exemplo,
a marcha-atrás for engrenada (para reduzir o
reflexo das luzes dos instrumentos nos vidros
das portas e nos espelhos retrovisores). Além
disso, o comando de controlo do menu também
pode influenciar a retroiluminação do painel de
informação (sair = desligar).
Que ECU controla a iluminação de
pesquisa do comando da luz exterior
(S062)?

©
3-6 201829
VECU
Funções de controlo

3.2 LUZES EXTERIORES

Praticamente todas as luzes exteriores estão


ligadas ao(s) módulo(s) do chassis. A VECU
controla o(s) módulo(s) do chassis através de
mensagens na rede F-CAN.
As luzes exteriores incluem todas as soluções de
luzes dianteiras/traseiras/laterais e opcionais do
camião e do reboque. Estas luzes são
selecionadas através dos comandos e/ou 2
controladas automaticamente (por exemplo:
luzes de atividade diurna).
Os comandos que controlam estas funções de
luzes são:
- Comando da luz exterior (LIN)
- Comandos do tablier (MUX/ligação por
cabo)
- Comando da haste do volante (ligação por
cabo)
- Comandos (estado) da carroçaria e
transmissão (CAN/ligação por cabo)
(exemplos: comando da luz de travagem,
comando de marcha-atrás)
Comando da luz exterior
Possíveis posições do comando:
- Anulação das luzes de atividade diurna
(posição de retorno da mola).
- Desligado.
- Luzes de presença.
- Médios.
- Luzes de nevoeiro dianteiras (opcionais,
posição de pressão 1).
- Luzes de nevoeiro traseiras (posição de
pressão 2).
Mecanicamente, a posição das luzes de nevoeiro
só pode ser selecionada quando as luzes de
médios ou as luzes de presença estiverem
ligadas.
A VECU comunica com o comando da luz
exterior (S062) através de um ramo da rede LIN K103266

dedicado. O comando das luzes exteriores


transmite o estado do comando à VECU. Está
integrada uma unidade de controlo que traduz os
sinais para a comunicação LIN.
A VECU fornece 12 volts ao comando através da
LIN para o sistema eletrónico interno (2 cabos).
Um cabo LIN destina-se à comunicação entre a
VECU e o comando. A ligação para iluminação
de pesquisa (iluminação traseira do comando)
não está incluída no diagrama.
Que ECU controla a iluminação de
pesquisa (e a regulação da
intensidade) deste comando?

NOTA: Estão disponíveis quatro


versões do comando da luz exterior:
com/sem luzes de atividade diurna (LF)
e com/sem luzes de nevoeiro
dianteiras.

©
201829 3-7
VECU
Funções de controlo

Modo de erro
Quando, por qualquer motivo, a comunicação
entre a VECU e o comando da luz exterior falhar,
a VECU muda as luzes exteriores para o modo
de erro. Tal também é designado por função
"Limp home". No modo de erro, algumas luzes
exteriores são ativadas automaticamente. Isto
permite uma condução segura até a um ponto de
assistência para corrigir o problema.
2 Que luzes devem ser ativadas quando
a função de luzes exteriores se
encontra no modo de erro?

©
3-8 201829
VECU
Funções de controlo

D400 D400 D400

E700 E351 E466

S062
9 13 5 B1

14 8
R
7 6
L
12
C832

2 3 4
P

A1
E511
2

D29 D30 D1 D12 D23 E1 D19 E2 B23

VECU P002
F17 D3 C32 C31

D400

E440

1 3

G350 CMF P030


CMR P031
2 4 5

E465

F-CAN
L

A095 A001
D333 A058
A152
E505786

VECU, luzes exteriores


L A maioria das luzes exteriores
C832 Comando da coluna de direção esquerda
G350 Relé da luz de marcha-atrás
P030 módulo do chassis dianteiro
P031 módulo do chassis traseiro
E511 Comando das luzes dos travões
S062 Comando da luz exterior
A001 Conector do reboque (7 pinos)
A058 Conector do reboque (15 pinos)
A152 Conector de aplicação
A095 Conector do camião do lixo
D333 ECU do sistema de câmara

Praticamente todas as luzes exteriores estão


ligadas ao(s) módulo(s) do chassis. A VECU
controla as saídas do(s) módulo(s) do chassis
através de mensagens na rede F-CAN. As
entradas de ligação por cabo e as mensagens
CAN recebidas são entradas para as funções de
controlo das luzes exteriores da VECU.

©
201829 3-9
VECU
Funções de controlo

Um exemplo de uma entrada de ligação por cabo


é o comando da haste da coluna de direção do
lado esquerdo (C832): os comandos de entrada
dos máximos/médios e dos indicadores de
direção permanecem ligados
convencionalmente.
NOTA:
- as entradas dos comandos MUX
2 são realizadas através da
comunicação (através do CSM)
com a VECU: já não se encontram
nos diagramas elétricos
- comando de marcha-atrás da
caixa de velocidades manual:
ligação por cabo ao VIC-3 e
comunicado através da rede CAN
com a VECU
- comando de marcha-atrás da
TraXon: comunicado através da V-
CAN2 para a VECU (e VIC-3 para
o controlo DIP)

©
3-10 201829
VECU
Funções de controlo

Indicadores de direção, luzes de aviso de


perigo e luzes de trabalho
D400

E700

D911 D422

2
1 5 6

S015

2 3 7 4 8 A8 A9 B16 13

D34 C46 C47

VECU P002
F11 F18 B20 F16

D400

86 30

G462
85 87A 87

E052

E4 D14
1 6

C290 C291 P030 P031 A155 A152 C071 C142

A B
E505791
VECU, indicadores de direção, luzes de aviso de perigo e luzes de trabalho
A no caso de 2ª luz de trabalho
B no caso de aplicação de camião do lixo
C290 indicador de direção montado na cabina E
C291 indicador de direção montado na cabina D
D400 caixa central
D422 ECU CDS-4
D911 ECU da ALS-2
P030 módulo do chassis dianteiro
P031 módulo do chassis traseiro
S015 Comando das luzes de aviso de perigo

©
201829 3-11
VECU
Funções de controlo

Os indicadores de direção são controlados por:


- saídas diretas da VECU: montadas na
cabina C290, C291
- Mensagem CAN para o CMF: dianteira e
reboque (FTx)
- Mensagem CAN para o CMR: traseira e
reboque (não FTx)
Para sincronizar a intermitência dos indicadores
2 de direção, uma "linha intermitente" de ligação
por cabo está ligada entre a VECU e os módulos
do chassis.
Se um módulo do chassis receber um sinal na
"linha intermitente", mas não receber nenhuma
mensagem CAN para ativação do indicador de
direção, o módulo do chassis ativa os
indicadores de direção do lado esquerdo e
direito. Esta função de segurança serve para
avisar os outros veículos, tal como as luzes de
aviso de perigo.
O comando das luzes de aviso de perigo,
o CDS-4 e o ALS-2 têm entradas na VECU para
controlar as luzes indicadoras (E+D). As
entradas do comando das luzes de aviso de
perigo e o estado CDS-4 têm capacidade de
ativação. Quando estas entradas estão ativas (e
a alimentação de energia após o contacto está
desligada), a VECU é acionada e ativa
automaticamente os indicadores de direção.
NOTA:
- As luzes de trabalho são
controladas diretamente pela
VECU (não através do CMF/CMR)
- C290 e C291 são indicadores de
direção montados na cabina que
são controlados diretamente pela
VECU
- todos os outros indicadores de
direção são controlados pelos
módulos do chassis

©
3-12 201829
VECU
Funções de controlo

Luzes de estrada auxiliares


As luzes de estrada auxiliares são opcionais. O
condutor realiza uma pré-seleção dos faróis de
máximos normais ou das luzes auxiliares de
condução com o comando dos máximos no
tejadilho (S105). Quando os máximos são D400
central box
necessários, apenas um conjunto destas luzes é E008

ativado. A ativação ao mesmo tempo de ambos


os conjuntos de luzes é proibida.
2
VECU P002
B19

2 6
30 85
G299
relay driving light auxiliary
87A 87 86
5 8 4

E506318

©
201829 3-13
VECU
Funções de controlo

Luzes de presença

VECU P002
A8 D28 E8 D27

2
E440

D400

E000 E001

86 30 86 30

R027 R028
85 87A 87 85 87A 87

A000 A000
A058 1 1 1 A058 1 A2 A6 1
A152 C156 A152 C157
A155 C154 A154 C158 A155 C155 D318 D413 C159
C211 C212
C213 C214
2 2 2 2 2

E505793

VECU, luzes de presença

Algumas luzes de presença são ligadas através


dos módulos do chassis. A ilustração apresenta
as saídas das luzes de presença controladas por
relé da VECU.
As saídas destas luzes de presença destinam-se
(por exemplo) a saídas para:
- as ligações do reboque
- os conectores de aplicação da
superestrutura
- as luzes de presença auxiliares
- as luzes da matrícula
Qual é a finalidade das ligações da
VECU nos pinos D27 e D28?

©
3-14 201829
VECU
Funções de controlo

3.3 VERIFICAÇÃO DAS LUZES EXTERIORES

Por razões de segurança e facilidade de


utilização, a VECU está instalada com funções
de verificação das luzes exteriores.
As funções de verificação das luzes exteriores
são:
- monitorização das luzes: monitoriza todas
as funções de luzes importantes do camião
durante o funcionamento do veículo
2
(monitorização da carga)
- verificação manual das luzes: permite ao
condutor efetuar uma verificação visual às
luzes exteriores do camião e do reboque
Monitorização das luzes
A função de monitorização das luzes está
disponível apenas para o camião. Uma vez que a
VECU não é informada relativamente à
configuração das luzes de um reboque acoplado,
os dados de monitorização não fornecem
qualquer conclusão sobre o seu estado. Apenas
as luzes indicadoras de direção laterais
montadas na cabina são monitorizadas
diretamente pela VECU durante o
funcionamento. As outras funções de luzes
exteriores são monitorizadas pelos módulos do
chassis (CMF/CMR).
A função de monitorização das luzes mede a
corrente nos circuitos de cablagens das luzes
exteriores importantes. Quando um circuito é
ativado e é detetada uma corrente fora do limite
programado, é gerado um código de anomalia de
diagnóstico (DTC). Este DTC resulta num aviso
no DIP-5 para informar o condutor.
NOTA: Os limites de deteção
programados baseiam-se numa
configuração do veículo conhecida.
Para evitar falsos avisos, todas as
adições e alterações realizadas no
sistema de luzes do camião são
comunicadas e o software é atualizado
em conformidade.

NOTA: O estado da função de


verificação das luzes depende da
configuração do veículo, do tipo de
veículo e das definições.

NOTA: Todas as saídas da VECU e


dos módulos do chassis estão
protegidas contra a sobrecarga, curto-
circuito à terra e curto-circuito à
alimentação de energia (quando não
estão ativadas). As avarias detetadas
resultam na geração de um DTC.

©
201829 3-15
VECU
Funções de controlo

Verificação manual das luzes exteriores


A função de verificação manual das luzes
permite ao condutor e ao técnico verificar as
luzes exteriores do camião e do reboque
enquanto anda em torno do veículo. Por razões
de segurança, a verificação manual das luzes
exteriores apenas está disponível quando a
alimentação de energia após o contacto está 1
desligada.
2 A verificação manual das luzes exteriores pode
ser ativada após pressão longa (2 segundos) no
2
botão das luzes no controlo remoto (3). O 3
controlo remoto está disponível como padrão em
todas as séries de veículo.

E504226

1 Botão de trancagem
2 Botão de destrancagem
3 Botão de verificação das luzes

Quando ativada, a verificação manual das luzes


exteriores executa 4 passos de ciclo. Para cada
passo do ciclo, as luzes dos grupos de luzes em
questão são ativadas durante 2 segundos,
seguindo-se a desativação, durante 1 segundo,
antes da continuação da verificação com o
próximo passo do ciclo.
A verificação manual das luzes exteriores ativa
as lâmpadas do lado esquerdo e direito, em
simultâneo, na seguinte sequência:
Passo de Camião Reboque
ciclo
1 Todas as luzes indicadoras de direção Todas as luzes indicadoras de
direção
2 Luzes de médios (dianteiras) Luzes de travagem
Luzes de travagem
3 Luzes de máximos e luzes de tejadilho/auxiliares Luzes de marcha-atrás
Luzes de marcha-atrás
4 Luzes de nevoeiro dianteiras ou luzes de médios* Luzes de nevoeiro traseiras
Luzes de nevoeiro traseiras

*observação: se o estado do parâmetro do


cliente para a verificação manual das luzes de
nevoeiro dianteiras/luzes de médios for igual ao
dos médios, as luzes de médios são ativadas em
vez das luzes de nevoeiro dianteiras.

©
3-16 201829
VECU
Funções de controlo

Durante a sequência de verificação manual das


luzes, as luzes de presença (incluindo as luzes
de posição) estão continuamente ativas. Isso
significa que as saídas DRL não serão ativadas
durante a sequência de verificação manual das
luzes.
A verificação manual das luzes exteriores é
desativada por qualquer um dos seguintes
eventos:
- No final da verificação manual das luzes 2
exteriores;
- Uma pressão longa (1 segundo) no botão
das luzes do controlo remoto;
- Ao premir o botão de bloqueio no controlo
remoto;
- Ao premir o botão de desbloqueio no
controlo remoto.
- Quando a alimentação de energia após o
contacto for ativada (em seguida, é ativada a
função de verificação de luzes no arranque).
A função de verificação manual das luzes
exteriores pode ser reiniciada quando não estiver
ativa.
É possível configurar várias funções
de verificação das luzes com definições
dos parâmetros do cliente. Verifique
com o DAVIE para determinar quais os
parâmetros do cliente disponíveis no
veículo de formação.

Circuitos Monitorização das luzes Verificação manual das luzes


Camião Reboque Camião Reboque
Luzes de travagem Sim Sim Sim Sim
Indicadores de mudança de Sim Sim Sim Sim
direção traseiros
Luzes de nevoeiro, traseira Sim Sim Sim Sim
Luzes de presença Não Não Sim Sim
Luzes traseiras Sim Não Sim Sim
Luzes de marcha-atrás Sim Não Sim Sim
Luzes de atividade diurna Sim Não
Médios Sim Sim
Máximos Sim Sim
Luzes auxiliares do tejadilho Não Sim
Luzes de nevoeiro/viragem Sim Sim
dianteiras
Indicadores de direção dianteiros Sim Sim

©
201829 3-17
VECU
Funções de controlo

3.4 AVISOS

A finalidade das diversas entradas da VECU


consiste em gerar avisos para o condutor.
Os avisos importantes estão relacionados com:
- Travão de estacionamento
- Desgaste dos calços dos travões

2 -
-
-
Bloqueio da cabina
Anti-roubo
Luzes acesas
D400 D400

E483 E475

D911 D422
1 A A

F616 E514 E515

3 2 B B B11 B10 11 24

C41 D32 D24

VECU P002
D15 C32 C31

D358

B5

CMF P030 CMR P031

B1

F000
F107 F109 F113
A1 F108 F110 F114
F-CAN F111 F136
F112 F137

E506323
F616 Sensor de bloqueio da cabina
E514 Comando da porta do lado do condutor
E515 Comando da porta do lado do
acompanhante
CMF módulo do chassis dianteiro
CMR módulo do chassis traseiro
F000 Comando do travão de estacionamento
Fx Indicadores de desgaste dos calços dos
travões, eixo(s) dianteiro(s) e traseiro(s)

©
3-18 201829
VECU
Funções de controlo

Travão de estacionamento
A ativação do travão de estacionamento é
realizada pneumaticamente. O manípulo do
travão de estacionamento está instalado com o
comando do travão de estacionamento (F000).
O comando do travão de estacionamento está
ligado por cabos ao VIC-3 e à VECU.
A VECU utiliza esta entrada para gerar um aviso
(acústico e aviso no DIP-5) quando:
- a porta do condutor é aberta e
2
- o motor é desligado e
- o travão de estacionamento não é ativado
Desgaste dos calços dos travões
Os comandos de desgaste dos calços dos
travões estão ligados individualmente aos
módulos do chassis. O estado destes comandos
é comunicado através da VECU. Se algum
destes circuitos dos comandos for interrompido,
a VECU envia uma mensagem CAN ao VIC-3
para gerar um aviso para o condutor no DIP-5.
Verifique os diagramas elétricos: os
comandos de desgaste dos calços dos
travões estão ligados em série ou em
paralelo?

Bloqueio da cabina
A VECU e o VIC-3 monitorizam o estado do
sensor de bloqueio da cabina (F616). O sensor
de bloqueio da cabina reage à inclinação da
cabina.
O sensor de bloqueio da cabina (F616) é um
sensor de proximidade ativo integrado no
bloqueio da cabina.
- Quando a cabina é bloqueada, uma peça
metálica desloca-se para o campo
magnético do sensor. As entradas da VECU
e do VIC-3 estão abertas.
- Quando a cabina está inclinada, não existe
metal no campo magnético do sensor. As
entradas da VECU e do VIC-3 estão ligadas
à terra.

©
201829 3-19
VECU
Funções de controlo

Quando a cabina não está trancada, o VIC-3


envia uma mensagem para o DIP-5, e é exibido
um aviso vermelho de "cabina não bloqueada" ao
condutor.
Se o veículo estiver equipado com uma
suspensão pneumática de cabina, a VECU
controla a válvula da suspensão da cabina
(B294). Esta válvula está ligada ao módulo do
2 chassis dianteiro. Quando ativado, o fluxo de ar
de/para os foles de suspensão da cabina é
bloqueado.
A VECU ativa a válvula da suspensão da cabina
quando:
- a cabina não está trancada.
- as luzes de travagem estão ativadas
(durante a condução).
Por que razão a válvula da suspensão
da cabina é ativada quando a cabina
não está trancada?

Anti-roubo
A VECU está ligada à ECU do ALS (sistema de
alarme) e à ECU do CDS (fecho centralizado de
portas). Esta ligação por cabo é utilizada para
comunicar informações de estado (codificadas)
entre si. Estas ECU também estão ligadas ao
ramo da rede C-CAN.
A VECU consegue responder às mensagens e
às informações de estado:
- através da ativação das luzes de aviso de
perigo (alarme acionado)
- através da ativação temporária dos
indicadores de direção (E+D): feedback
visual para o condutor no que se refere ao
CDS/estado do alarme durante a utilização
do controlo remoto
Luzes acesas
A VECU aciona um aviso acústico do DIP-5
quando uma porta da cabina é aberta com as
luzes exteriores acesas. Este aviso não é gerado
quando estão ativadas apenas as luzes de
presença.

©
3-20 201829
VECU
Funções de controlo

3.5 BLOQUEIOS DO DIFERENCIAL

B243 Válvula de bloqueio do eixo cruzado


B244 Válv. bloqueio longitud. 2 2

F006 Comando de bloqueio do eixo cruzado F006 F007

F007 Comando de bloqueio longitudinal 1 1


P031 módulo do chassis traseiro

A ilustração apresenta uma possível A5 A14 A7 A16


2
configuração dos bloqueios do diferencial. Os
bloqueios do diferencial são controlados pelo CMR P031
condutor através dos comandos do tablier.
A8 A17 A9 A18

Tal como a maioria dos comandos do tablier, a


mensagem LIN com o estado do comando é
recebida pelo CSM. O CSM converte a
1 1

mensagem numa mensagem CAN para a VECU. B243 B244

O software da VECU processa esta mensagem e 2 2


(em determinadas condições) envia uma
mensagem CAN para o CMR, para ativar uma E506325
saída para uma válvula do bloqueio do
diferencial.
A válvula pneumática controla o bloqueio do
diferencial. Quando (totalmente) bloqueado, o
comando de bloqueio do diferencial fornece
feedback ao CMR sobre o estado mecânico do
bloqueio do diferencial. O CMR envia este estado
como uma mensagem CAN para o CSM através
da VECU. O CSM converte esta mensagem
numa mensagem LIN para ativar o indicador de
estado no comando do tablier.
NOTA: As entradas e saídas no CMR
podem ser verificadas de forma
convencional (com uma caixa de
ligações elétricas e multímetro) ou com
o DAVIE. O estado do comando do
tablier apenas pode ser verificado com
o auxílio do DAVIE. Quando não estão
presentes falhas na rede e o software
correto está instalado, espera-se que o
tráfego e as conversões de mensagens
estejam em bom estado.

©
201829 3-21
VECU
Funções de controlo

3.6 PREPARAÇÃO PARA MONTA-CARGAS, TETO DE ABRIR E CORTINA

VECU P002
2
B2 B1 B14 B13 C27 C30

D420
B14
D400 D400

E487 E482

G814 G815 G816 G817 R059


1 5 4 1 5 4 1 5 4 1 5 4 1 3

2 3 2 3 2 3 2 3 2 4 5

A088
1 3 1 1 4 7

M M
B175 L047

2 4 2

E505792
VECU, preparação para monta-cargas, teto de abrir e cortina.
G814 Relé do teto de abrir para cima
G815 Relé do teto de abrir para baixo
G816 Relé da cortina do teto de abrir aberta
G817 Relé da cortina do teto de abrir fechada
R059 Relé do monta-cargas para baixo
A088 conector do monta-cargas
B175 Motor do teto de abrir
L047 Motor da cortina do teto de abrir
D420 PCI

©
3-22 201829
VECU
Funções de controlo

NOTA: Os códigos ECN e a cablagem


diferem consoante o tipo de cabina e a
configuração do veículo.

Está disponível como opção uma preparação


para monta-cargas, ao fornecer ao construtor de
carroçarias o conector A088. Um sinal de monta-
cargas para baixo pode ser fornecido à VECU a

2
partir da aplicação do monta-cargas. A VECU
processa este sinal e pode (aplicam-se
condições) ativar o relé R059 para fornecer
feedback (sinal de ativação) à aplicação do
monta-cargas. Ao mesmo tempo, o PCI é
informado sobre este sinal. O PCI utiliza este
sinal para evitar o arranque do motor nestas
circunstâncias.
NOTA: Consulte as diretrizes para
construtores de carroçarias para obter
informações sobre os comandos, a
cablagem, as especificações e o
software.

Os motores do teto de abrir e da cortina são


controlados pelos comandos (MUX) da cabina.
A VECU recebe o estado destes comandos como
mensagens CAN do CSM. As saídas da VECU
controlam os relés das funções da escotilha e da
cortina.

©
201829 3-23
VECU
Funções de controlo

3.7 MONITORIZAÇÃO DA TEMPERATURA AMBIENTE

O diagrama CF é semelhante (apenas os


códigos de ligação são diferentes). A
temperatura ambiente é medida pelo sensor da
VECU P002
temperatura ambiente (F651). Trata-se de um
sensor do tipo NTC (coeficiente de temperatura D3 D13

negativo). A VECU "calcula" a temperatura


2 ambiente com base no valor do sensor. A VECU
distribui esta informação a vários ramos da rede
CAN (por exemplo, rede I-CAN para o DIP-5).
O sensor situa-se no espelho de visão lateral A11 A12
superior, no lado do acompanhante (XF/CF).
Os dados de verificação e as informações de T
localização atuais têm de ser obtidos a partir da R

informação de serviço. F651


sensor ambient
temperature

E506320

Sensor da temperatura ambiente (F651, XF/CF)

O diagrama de resistência à temperatura mostra 60


um exemplo do comportamento do NTC deste 50
sensor.
40
30
20
10
0
-10
-20
-30
-40
10000 20000 30000 40000 50000 60000 70000

K102886

©
3-24 201829
VIC-3
Índice

ÍNDICE
VIC-3

Página Data

1. INTRODUÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-1 . . . . . 201829


1.1 Introdução ao sistema . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-1 . . . . . 201829
1.2 Descrição do sistema . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-5 . . . . . 201829
1.3 Sistema elétrico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-8 . . . . . 201829
1.4 Software . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-12 . . . . 201829

2. COMPONENTES. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-1 . . . . . 201829


2.1 ECU do VIC-3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-1 . . . . . 201829
2.2 DIP-5 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
2.3 Comando de controlo do menu, MCS-2 (D904) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
2-2 . . . . .
2-5 . . . . .
201829
201829 3
2.4 Comandos do volante e mola de relógio . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-7 . . . . . 201829
2.5 Sensor do nível de líquido do limpa para-brisas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2-10 . . . . 201829

3. FUNÇÕES DE CONTROLO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-1 . . . . . 201829


3.1 Controlo do DIP-5 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-1 . . . . . 201829
3.2 Condução económica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-2 . . . . . 201829
3.3 Sistema de limpeza e limpa para-brisas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-11 . . . . 201829
3.4 Iluminação dos instrumentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-15 . . . . 201829
3.5 Proteção da embraiagem e caixa de velocidades: XF/CF. . . . . . . . . . . . . 3-16 . . . . 201829
3.6 Monitorização de ritmo do SAC . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-25 . . . . 201829
3.7 Monitorização do nível de líquido de arrefecimento . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-26 . . . . 201829
3.8 Reconhecimento e avisos do ABS/EBS do reboque . . . . . . . . . . . . . . . . . 3-29 . . . . 201829

©
201829 1
VIC-3
Índice

©
2 201829
VIC-3
Introdução

1. INTRODUÇÃO
1.1 INTRODUÇÃO AO SISTEMA

VIC-3 é a abreviatura de centro de comando do


veículo versão 3.
As funções principais do VIC-3 são:
- receber, enviar, processar e trocar
mensagens entre as redes CAN ligadas.
- monitorizar e processar (converter em
mensagem CAN) informação de
diagnóstico, sinais de estado e informação
do sensor. 3
- controlo do DIP-5: fornecer informação ao
condutor.
- controlo de funções dedicadas do veículo.

E504453-2

©
201829 1-1
VIC-3
Introdução

Localização do VIC-3 na rede: XF, CF

Body Builder Body Builder AGC-A


Connector-Cabin Connector-Chassis EAS-4 Diagnosis
R R R
AGC-A
Selector
BB-CAN A-CAN
AGC-A
R
IMMO BBM PCC PCI TraXon
R R R
V-CAN1
R
V-CAN2
MTCO AEB-
R CAN
SWS DIP-5 DTCO Airbag-3 LDWS-3 AEBS-2 EBS-3 EST-54

3 R
I-CAN
R R

D-CAN
R
FMS HD-OBD
VECU Connector Connector DCM RWCP CCP ACH-WW VIC-3
R
CCC-CAN
Basic Radio LIN R
TI-2 TNR CAMERA CCC
C-CAN
R
R

BEM TPM EHS CDS-4 ALS-2 CSM

F-CAN
LIN
R R
LIN
CMF SAC ECAS-5 CMR CSC
RC-ECAS Cabin Switch Cluster

LIN
ILS Alternator

ELS
E505646-2

O VIC-3 está ligado à maioria das redes CAN.


O VIC-3 também funciona como uma porta de
ligação (tal como a VECU) para a troca de
mensagens entre as diferentes redes.
Quando necessário, as mensagens provenientes
da rede A-CAN são enviadas através do PCI
para as redes V-CAN.
As abreviaturas para os sistemas CAN no
diagrama são:
- A = pós-tratamento
- C = cabina
- D = diagnóstico
- F = estrutura
- I = informação
- LIN = Rede de interligação local
- V = veículo
Localização do VIC-3 no veículo
A unidade VIC-3 situa-se na caixa central do lado
do acompanhante.

©
1-2 201829
VIC-3
Introdução

Posição do VIC-3, série XF


1 2 3

4
5
6
3

11 10 7

12

13

14
8

E505714

VIC-3 (D358): posição 9 no veículo XF


1 Splitter do GPS (D435)
2 Conector USB PCC (A206)
3 TI-2 (D405)
4 EBS-3 (D376)
5 ALS-2 (D384)
6 CDS-4 (D422)
7 TPM (P024)
8 PCC (D441)
9 VIC-3 (D358)
10 BBM (D424)
11 VECU (P002)
12 Conversor DC/DC 24/12 V (D895)
13 Caixa de silenciamento (D455
14 CSM (P003)

Os itens 12, 13 e 14 estão localizados na parte


inferior da consola central.

©
201829 1-3
VIC-3
Introdução

Posição do VIC-3, série CF


1 2
3
4

3
6

7
11 10
12
13

9
14

E505715

Conjunto da ECU da cabina na série CF


1 EBS-3 (D376)
2 TI-2 (D405)
3 Conector USB PCC (A206)
4 Splitter do GPS (D435)
5 VECU (P002)
6 CDS-4 (D422)
7 TPM (P024)
8 PCC (D441)
9 BBM (D424)
10 VIC-3 (D358)
11 ALS-2 (D384)
12 CSM (P003)
13 Conversor DC/DC 24/12 V (D895)
14 Caixa de silenciamento (D455

©
1-4 201829
VIC-3
Introdução

1.2 DESCRIÇÃO DO SISTEMA

Estrutura do VIC-3: XF, CF

C968
C977
P002 3

D904

D420 D366

VIC-3 D358 I-CAN

I-CAN

C916

V-CAN-1 4
V-CAN-2 CAN
C-CAN
D-CAN
I-CAN
E505780-2

©
201829 1-5
VIC-3
Introdução

1 Entradas (sensores, comandos,


estado do monta-cargas, impulso
SAC
2 Caixa de velocidades manual
(entrada de comandos, válvula de
proteção da caixa de velocidades)
3 Saídas (limpa e lava-para-brisas,
silenciamento áudio, motor em
funcionamento
4 Luzes dos instrumentos
(iluminação de pesquisa),
componentes não LIN e comando
3 de luz exterior
C968, C977 Comandos da haste do lado direito
da coluna de direção
D904 Comando de controlo do menu
D420 PCI (aviso vermelho do motor)
P002 VECU (estado do travão de
estacionamento)
D366 DIP-5
C916 SWS (alimentação de energia)

O VIC-3 é uma unidade de controlo eletrónico


que recolhe e envia informação, e controla várias
funções do veículo (tal como a VECU). O VIC-3
recebe e envia informação através das redes
CAN ligadas. O VIC-3 também recebe
informação através de entradas analógicas e
digitais. Esta informação é proveniente de
sensores, comandos e de outros componentes
do veículo.
A unidade VIC-3 está ligada ("por cabos" e pela
rede CAN) a outros componentes do veículo para
efetuar as suas funções. Além disso, são
fornecidas várias fontes de alimentação e
ligações à massa à unidade VIC-3.
Todas as entradas e saídas do VIC-3 estão
protegidas contra curto-circuito à terra e curto-
circuito à tensão da bateria.
O VIC-3 tem diferentes tipos de entradas e
saídas:
- alimentação de energia e terra (entradas e
saídas)
- alimentação de energia regulada (saídas
controladas por PWM)
- entradas digitais (tensão da bateria ou sinais
de terra)
- entradas analógicas (sinais de sensor)
- Entrada e saída de dados (CAN)
As funções principais do VIC-3 são:
- Controlo do DIP-5 (mensagens, menu,
mostradores, indicadores de aviso, sons)
- Limpa e lava pára-brisas
- Gestor de Configuração do Veículo (VCM)
- Proteção da caixa de velocidades e proteção
da embraiagem (XF/CF)

©
1-6 201829
VIC-3
Introdução

- Comunicação CAN com outras ECU do


sistema e função de porta de ligação
- Retroiluminação (iluminação de pesquisa)
para instrumentos e comandos, e regulador
de intensidade da luz
- Luz de indicação da função (indicadores
"ativos" em comandos ligados)
- Monitorização de sensores e comandos
ligados
Diagnóstico
O VIC-3 monitoriza entradas, saídas, mensagens
CAN e o seu próprio desempenho. Em caso de
erros detetados, o VIC-3 determina qual erro tem
a prioridade mais alta e controla o DIP-5 para
3
apresentar o aviso adequado.

.....................................................................................................................................................

.....................................................................................................................................................

.....................................................................................................................................................

.....................................................................................................................................................

.....................................................................................................................................................

.....................................................................................................................................................

©
201829 1-7
VIC-3
Introdução

1.3 SISTEMA ELÉTRICO

D358 ECU do VIC-3


D400* caixa central
E350 fusível, sistemas elétricos
E437 fusível, comando de contacto, acessórios
E483 fusível, VIC, 1º D400
central box
E484 fusível, VIC, 2º
E485 fusível, VIC, 3º E437 E350 E483 E484 E485

O VIC-3 é alimentado com tensão direta da


3 bateria de três fusíveis. Se um ou dois destes
fusíveis estiverem avariados, o
microprocessador do VIC-3 continua a funcionar C13 E1 A2 E3 A9

(mas o respetivo grupo de funções ligado falha).


O sistema VIC-3 apenas deixa de funcionar se os VIC-3 D358
três fusíveis estiverem avariados. A5 E5
As duas ligações com fusíveis para "alimentação
de energia após o contacto" e "alimentação de
energia de acessórios" são sinais de entrada
apenas para o VIC-3.
São disponibilizadas duas ligações à massa para E504627

o VIC-3 nos conectores. Estas ligações


proporcionam a ligação à massa do sistema VIC-
3, tal como algumas funções (consulte a tabela
abaixo).

©
1-8 201829
VIC-3
Introdução

Grupos de fusíveis

A alimentação de energia para funções do VIC-3


está dividida em três grupos, cada qual com o
seu próprio fusível. Se um fusível de grupo
estiver avariado, perde-se a alimentação de
energia para esse grupo.
Grupo Função Pino Tipo Fusível
Bomba dos esguichos do para-brisas (XF, CF)/sinal A01 Saída de alimentação
sonoro de marcha-atrás (LF)
Iluminação de pesquisa ("entrada") A04 Saída de alimentação

3
1 PWM E483
Saída PTO-1 (apenas LF) A07 Saída de alimentação
Para-brisas aquecido (apenas LF) A08 Saída de alimentação
Proteção de gama baixa da caixa de velocidades B19 Saída de alimentação
Proteção da porta da caixa de velocidades B21 Saída de alimentação
Hill Start Aid (LED de estado) B23 Saída de alimentação
Relé de ventilação do dispositivo auxiliar de tração B24 Saída de alimentação
(XF/CF)/compressor do ar condicionado (LF)
Comando de controlo do menu C22 Saída de alimentação
Comando de ativação do DPF (LED de estado) C40 Saída de alimentação
Motor em funcionamento C42 Saída de alimentação
2 E485
Comando todo-o-terreno do ASR (XF/CF, LED de C44 Saída de alimentação
estado)/motor de arranque (LF)
Comando ligar/desligar ACC (LED de estado) C46 Saída de alimentação
(interrompida desde a
sem. 13, 2013)
Velocidade redundante do EMAS (XF/CF) C47 Saída de alimentação
Esguichos dos faróis, relé (XF/CF) C48 Saída de alimentação
Iluminação de pesquisa (posição do acessório) C49 Saída de alimentação
PWM
Sobresselente (XF/CF)/sinal BBM 1 (LF) E04 Sobresselente
Comandos do volante E06 Alimentação
3 Sobresselente (XF/CF)/sinal BBM 2 (LF) E07 Sobresselente E484
Sobresselente (XF/CF)/sinal BBM 3 (LF) E08 Sobresselente
Sobresselente (XF/CF)/sinal BBM 4 (LF) E09 Sobresselente
Relé do motor do limpa para-brisas C50 Saída de ligação à
massa
* --
Silenciamento áudio C51 Saída de ligação à
massa

* ligação à massa fornecida (o motor do limpa


para-brisas é ligado ao fusível na respetiva linha
de alimentação de energia).

©
201829 1-9
VIC-3
Introdução

Modos de funcionamento
Para reduzir o consumo de potência do VIC-3 e
de outras ECU, várias das funcionalidades são
desligadas, quando possível. Várias diferentes
ocorrências devem iniciar as ECU e disponibilizar
as respetivas funções, quando necessário. As
condições e os tempos destes processos são
complexos. Os modos de funcionamento listados
abaixo são, assim, uma simplificação das
interações do software e hardware atuais.
O VIC-3 pode estar nos seguintes estados e/ou
modos de funcionamento:
3 -
-
suspensão
ativo
- iniciação
- encerramento
- erro
Modo de suspensão
Quando a alimentação de energia após o
contacto é desligada e não for detetada atividade
da rede CAN (durante, aproximadamente, 30
segundos), o VIC-3 entra no modo de
suspensão. No modo de suspensão, a maioria
das funções do VIC-3 são desativadas para
reduzir o consumo de potência do VIC-3. Neste
estado, a função principal do VIC-3 é a de ficar
alerta quanto a mensagens C-CAN recebidas
(especialmente, a partir do ELC).
Ativação
Mensagens C-CAN específicas de outras ECU
do sistema, o acionamento interno (despertador)
e a atividade nas entradas do VIC-3 são capazes
de ativar o VIC-3. Estes denominam-se sinais de
ativação. Este sinal não é utilizado para o
comportamento funcional do VIC-3. O VIC-3
demora algum tempo a iniciar após receber a
mensagem CAN de ativação. Os pedidos de
função apenas serão processados após a
iniciação do VIC-3 (quando o VIC-3 se encontrar
no modo ativo). A primeira ação desempenhada
pelo VIC-3 é a de ativar o DIP-5, para que a
"informação" possa ser exibida ao condutor.
O VIC-3 sai do modo de suspensão quando é
ativado um dos seguintes sistemas ou
componentes:
- CDS (sistema de fecho centralizado de
portas)
- comandos das portas
- sistema de alarme
- comando para as luzes de aviso de perigo
- despertador
- comando da ignição
- comando da luz exterior

©
1-10 201829
VIC-3
Introdução

Modo ativo
O processador do VIC-3 está em funcionamento
e todas as suas funções estão disponíveis.
O VIC-3 permanece neste estado desde que a
alimentação de energia após o contacto esteja
ligada (sem procedimentos de encerramento
iniciados).
Encerramento
Quando não existirem condições de ativação e a
alimentação de energia após o contacto estiver
desligada, o VIC-3 inicia uma sequência de
encerramento após um período definido de
tempo. Durante este período de transição, a
comunicação e as funções são devidamente
3
terminadas. O VIC-3 entra, agora, no modo de
suspensão.
Modo de erro
Quando é detetado um erro interno, o VIC-3
entra no modo de erro (DTC armazenado).
Todas as funções do VIC-3 são terminadas e,
visto serem fundamentais para o funcionamento
do veículo, o veículo fica fora de serviço. Desligar
e voltar a ligar as baterias do veículo força o VIC-
3 a reiniciar. O mais provável é o erro continuar
presente.
NOTA: Não se encontra disponível
qualquer modo "limp home", visto que o
funcionamento correto do VIC-3 não
pode ser garantido.

©
201829 1-11
VIC-3
Introdução

1.4 SOFTWARE

Vários software básicos, variantes de software e


quadros de parâmetros foram lançados para o
VIC-3. As variantes de software estão
associadas a um tipo e configuração específicos
do veículo. As variantes de software são
inspecionadas e podem ser atualizadas
utilizando o DAVIE.
Parâmetros do cliente
Os parâmetros do cliente são definições de
3 software opcionais que podem ser alteradas,
mediante pedido do cliente, utilizando o DAVIE.
A disponibilidade destes parâmetros depende da
configuração do veículo (se um parâmetro não
estiver disponível no DAVIE, o veículo não
suporta tal função).
Os parâmetros do cliente que podem estar
disponíveis para definição são:
- Intervalo de serviço (km/milhas,
apresentação da data)
- Aplicações especiais (dispositivo auxiliar de
tração de mola)
- Monitorização da carga dos eixos
- cor de aviso do travão de estacionamento
- Contador de horas da PTO
- Assistência ao desempenho do condutor
O software deve ser atualizado quando são
realizadas alterações ao hardware ou quando as
ECU são substituídas.
ATENÇÃO! Apenas as ECU VIC-3
com a versão de software correta
instalada podem ser ligadas a um
veículo. Se não o fizer, poderá
provocar danos ou avarias no
hardware ligado.

No Service Rapido, onde se podem


encontrar os parâmetros do cliente
disponíveis para o VIC-3?

Que configurações de parâmetros do


cliente podem ser selecionadas no
grupo de assistência ao desempenho
do condutor?

©
1-12 201829
VIC-3
Componentes

2. COMPONENTES
2.1 ECU DO VIC-3

A unidade VIC-3 dispõe de uma caixa de plástico


e está segura com três parafusos.
A caixa é fechada com grampos e com um
parafuso, estando protegida por um autocolante.
A unidade não deve ser aberta. Se o autocolante
estiver danificado, a garantia já não é válida.

7 8 9 19 24 40 52 31 40 7 8 9
13 18 27 39 21 30
4 5 6 4 5 6
7 12 14 26 11 20
1 2 3 1 2 3
1 6 1 13 1 10
A B C D E
K101987
A unidade está equipada com um bloco de
contacto (macho) para cinco conectores
separados (A-E). Os conectores (fêmea) apenas
encaixam numa posição e num sentido.

©
201829 2-1
VIC-3
Componentes

2.2 DIP-5

O DIP-5 recebe alimentação de energia antes do


contacto de um fusível dedicado.
Todas as funções do DIP-5 são controladas por
mensagens provenientes das redes I-CAN e
V-CAN 1.
Apenas algumas funções são controladas pela
V-CAN 1:
- Desempenho
- Velocidade do veículo
3 -
-
Distância total
Distância da viagem
- Velocidade do motor
- Aviso de colisão à frente
Todas as outras funções do DIP-5, indicadores
de aviso, informações do painel de informação,
mostradores, luzes e sinais sonoros são
controlados através do VIC-3 pela I-CAN.

©
2-2 201829
VIC-3
Componentes

Descrição do DIP-5:

A B C

D E F
E506072

XF/CF
A Sistemas de assistência ao condutor
B Painel de informação
C Transmissão
D Controlo da velocidade do veículo
E Estado do veículo e das luzes
F Transmissão

NOTA: Consulte o manual do condutor


para obter uma explicação sobre os
indicadores de aviso do painel de
informação do DIP-5.

Onde pode encontrar o manual do


condutor na informação de serviço?

Todos os menus no painel de informação são


controlados pelo comando de controlo do menu
(MCS-2, D904) através do VIC-3 e da rede I-
CAN.

©
201829 2-3
VIC-3
Componentes

O comando de controlo do menu tem um botão


com a função de retorno.
Com a ativação curta desta função, retrocede um
ecrã.
Com a ativação longa desta função, sai da
mesma.

3
E504311

Funções do menu principal DIP-5


A Informação relativa ao veículo F A B
B Apoio à condução
C Informação de serviço
D Telefone Vehicle info
E Settings (Definições)
F Informação sobre a viagem

NOTA: A disponibilidade e a posição


dos ícones nos submenus dependem
das especificações do veículo e dos
parâmetros do cliente.
Por exemplo: se não estiver instalada
qualquer interface do telefone, o ícone
do telefone não é apresentado no
menu principal.

E D C
K103322

©
2-4 201829
VIC-3
Componentes

2.3 COMANDO DE CONTROLO DO MENU, MCS-2 (D904)

Comando de controlo do menu, MCS-2 (D904)


O comando de controlo do menu (botão MCS)
está ligado ao VIC-3. Este comando controla o
menu do ecrã de informação do DIP-5. Este
comando está instalado com um botão rotativo
de pressão que permite uma navegação rápida
nos menus.
Funções do botão MCS:
- Rode o botão para a esquerda ou para a
direita para selecionar a informação no ecrã
principal 3
- Prima o botão para entrar na função
- Prima rapidamente o botão de retrocesso
para recuar na função
- Prima demoradamente o botão de
retrocesso para sair da função E504311

D358 ECU de VIC-3 D904

D904 Comando de controlo do menu

1 2 3 4 6 7 5

C22 C24 C23 C25 C26 D25

E504628

D358 D904 Função


C22 1 Alimentação de energia do comando de controlo do menu
C23 3 Terra do comando de controlo do menu
C24 2 Comando de controlo do menu, esquerda
C25 4 Comando de controlo do menu, direita
C26 6 Acesso ao comando de controlo do menu
D25 7 Sair ou voltar ao comando de controlo do menu
C49 5 Iluminação do comando (iluminação de pesquisa e instrumento)

©
201829 2-5
VIC-3
Componentes

Sinais
O botão MCS é um comando ativo que gera
sinais de onda quadrada para informar o VIC-3
relativamente ao comando que está ativo. A
alimentação de energia e a ligação à massa para
o comando são fornecidas através do VIC-3.
Os sinais provenientes do comando são
processados pelo VIC-3 e tratados com uma
prioridade definida. Com base nestes sinais, o
VIC-3 controla o menu do ecrã de informação do
DIP-5 (alguns comandos do volante também têm
influência sobre este ecrã).

3 Qual é o valor da alimentação de


energia na ligação C22?

©
2-6 201829
VIC-3
Componentes

2.4 COMANDOS DO VOLANTE E MOLA DE RELÓGIO

Descrição geral
Os comandos do volante (C916) no lado
esquerdo do mesmo são os comandos de A B
1 3 5 5 3 1
Informação e Entretenimento (A). O veículo
poderá não dispor de todos os comandos
ilustrados; tal depende do tipo de veículo e das
opções instaladas. Os comandos no lado direito
do volante destinam-se às funções de velocidade
(B). O funcionamento destes comandos controla 2 4 4 2
a função ligada e a informação apresentada no 6 6
ecrã de informação do DIP-5.
E505822 3
XF/CF
Comandos à esquerda (A)
1 Aumentar volume
2 Diminuir volume
3 Função de deslocamento para cima
4 Função de deslocamento para baixo
5 Comando para iniciar chamada
6 Comando para terminar chamada

Comandos à direita (B)


Predefinições do controlo de limitador direto e de 5e6
velocidade do motor (PTO)
Definições avançadas de velocidade 3
Controlo da velocidade direto 1e2
Todos os controlos desligados 4

©
201829 2-7
VIC-3
Componentes

Mola de relógio (D429)


A mola de relógio tem duas funções principais:
- fornecer ligações elétricas flexíveis
- sensor do ângulo do volante (opcional com
luzes de viragem e programa de controlo de
estabilidade do veículo)

D429

G001429

ATENÇÃO! A mola de relógio


também liga o airbag do volante ao
sistema Airbag-3 (se existir). Os
módulos do airbag e os tensores do
cinto de segurança são sistemas
pirotécnicos e contêm uma carga
explosiva. Quaisquer trabalhos
nestes componentes e respetiva
cablagem apenas poderão ser
realizados por funcionários de
concessionários autorizados DAF
ou por oficinas DAF com a formação
adequada sobre estes sistemas.

©
2-8 201829
VIC-3
Componentes

A comunicação entre o VIC-3 e os comandos do


volante é suportada pela rede I-CAN. Esta rede
também é encaminhada pela mola de relógio.
Nota: a alimentação de energia é fornecida a
partir do VIC-3, mas a mola de relógio dispõe da
sua própria ligação à massa.

C916 comandos do volante D358

P029 mola de relógio


D358 ECU de VIC-3 I-CAN

E6

SWS C916 120 3


4 2 3 1

A8 A4 A5 C4 C2 C3 C1

P029
A9

E506315

.....................................................................................................................................................

.....................................................................................................................................................

.....................................................................................................................................................

.....................................................................................................................................................

.....................................................................................................................................................

.....................................................................................................................................................

©
201829 2-9
VIC-3
Componentes

2.5 SENSOR DO NÍVEL DE LÍQUIDO DO LIMPA PARA-BRISAS

D358 ECU do VIC-3


F861 sensor de nível depósito dos esguichos 2

F861
Este sensor muda a entrada para ligação à
massa quando o nível de líquido do limpa para-
1

brisas for baixo. O VIC-3 envia uma mensagem


ao DIP-5 para avisar o condutor. A série LF não
tem sensor do nível de líquido do limpa para-
brisas.

3
C10

- Qual é a função da resistência (R)


paralela interna no sensor do nível
de líquido (F861)?
- Qual é o valor da resistência?
- Onde, no bus CAN do veículo,
pode medir este valor mais
facilmente? (utilize o diagrama
elétrico na informação de serviço) K103196

Qual é a localização do sensor do nível


de líquido do limpa para-brisas (F861)
para as séries CF e XF?

E504459-2

Sensor de nível do líquido do limpa-para-brisas


(F861)

©
2-10 201829
VIC-3
Funções de controlo

3. FUNÇÕES DE CONTROLO
3.1 CONTROLO DO DIP-5

O DIP-5 é ligado a uma alimentação de energia


dedicada (com fusível) e a uma ligação à massa.
O DIP-5 recebe mensagens de ativação e de
encerramento do VIC-3 para controlar os
respetivos modos de funcionamento. Os visores,
indicadores e funções de aviso do DIP-5 são
controlados por duas redes.

D366 ECU DIP-5


D400 caixa central
D400
central box
3
E458 fusível, DIP E458
I-CAN V-CAN 1

A maioria das funções do DIP-5 é controlada L H H L L H H L

através do VIC-3 (através de mensagens I-CAN).


Apenas algumas funções do DIP-5 recebem
dados de outras ECU (através de mensagens
V-CAN 1).
As principais funções de controlo do DIP-5 no 1 11 14 13 12 6 7 16 15

VIC-3 são:
- Arranque e encerramento
- Indicadores de nível, mostradores e 10

manómetros
- Informações nos visores
- Indicadores de aviso E505796
- Iluminação e regulação da intensidade da
luz
- Sons
O VIC-3 recolhe a informação (interna, ligação
por cabos e mensagens CAN) necessária para
estes controlos. O VIC-3 também define
prioridades para determinar a informação que é
exibida pelo DIP-5 e quando. É armazenado um
número de sons padrão no DIP-5, mas o VIC-3
emite os pedidos de som e trata da arbitragem
(para determinar prioridades e para reproduzir
apenas um som de cada vez).
Os exemplos de dados do veículo que o DIP-5
recebe de outras ECU por mensagens V-CAN 1
são:
- Tacógrafo: velocidade do veículo, distância
total do veículo, distância da viagem
- PCI: velocidade do motor
- ACC: aviso de colisão à frente
É possível testar várias funções do DIP-5
utilizando o DAVIE.

©
201829 3-1
VIC-3
Funções de controlo

3.2 CONDUÇÃO ECONÓMICA

A condução económica é uma função do VIC-3


que pode ser selecionada no menu de apoio ao Driving support
condutor, no painel de informação do DIP-5. A
função de condução económica ajuda o condutor
a saber mais sobre a forma como o veículo é
utilizado. O objetivo é melhorar o tipo de
condução do condutor e reduzir o custo de
propriedade do veículo.

3
E504592

Para alcançar estes objetivos, o condutor recebe


feedback sobre a condução do veículo e o Economic driving
consumo de combustível através de:
- resultados de condução (marcas de
verificação e percentagens) Fuel consumption
- ecrãs pop-up com mensagens de orientação
Current fuel 1.5 litres/h
- dados de consumo de combustível (atual, consumption
médio, abaixo ou acima do objetivo, de
viagem, total) Recent 15 25.0 l/100km
- sugestões e informações minutes
ECO
35.0 settings
Quando selecionado, o condutor tem a opção de Average fuel l/100km

visualizar a informação sobre o desempenho no Fuel target 30.0


1/100km
modo Eco ou consumo de combustível durante a Distance 123.4km
condução (painel de informação do DIP-5). ECO Reset ECO --,-
ECO driving
0 performance
%

Total 75%
Coaching On
AUTO

Anticipation 80%

Efficient
wear

Average fuel 35.0 l/100km

E504431-2

©
3-2 201829
VIC-3
Funções de controlo

Pontuações
As respostas do condutor a situações de trânsito
são avaliadas pelo VIC-3. Trata-se de uma
função complicada com base num grande
volume de dados do veículo, informações de
estado e pontos de acionamento definidos.
Os resultados calculados são apresentados ao
condutor sob a forma de pontuações (gráficos de
barras, marcas de verificação, percentagens).
O resultado do desempenho no modo Eco "Total"
(média ponderada) é apresentado no painel de
informação quando não está selecionado

3
nenhum menu.
75%
E504593

O painel de informação quando não está


selecionado nenhum menu.

O ecrã do desempenho no modo Eco mostra


quatro gráficos: ECO performance
- O gráfico de travagem eficiente mostra um
resultado médio calculado da poupança dos Total 75%
travões (de serviço). A utilização do travão
do motor e do intarder terá uma influência
positiva sobre o resultado. Um condutor que 80%
utiliza o travão de serviço com muita Anticipation
frequência e/ou que trava sempre muito a
fundo receberá uma pontuação baixa nesta Efficient
categoria. braking
- O gráfico de antecipação mostra uma
impressão média sobre a qualidade da 35.0 l/100km
resposta do condutor perante diferentes Average fuel
situações de trânsito. Soltar o pedal do
acelerador numa fase inicial e utilizar a E504591-2

massa do veículo para avançar em roda livre


(marcha por inércia) numa situação de
trânsito (por exemplo, um semáforo
vermelho ou uma obstrução) constitui um
bom comportamento do condutor. Manter o
acelerador pressionado até ao último
instante e utilizar os travões de serviço a
fundo para reagir em situações de trânsito
semelhantes constitui um mau
comportamento do condutor. Um condutor
que esteja atento ao trânsito (que antecipe)
aumenta a pontuação nesta categoria.
- O gráfico do total mostra uma média
(ponderada) dos resultados de antecipação
e travagem eficiente (consumo de
combustível não incluído nos cálculos). A
barra do total também se encontra visível no
painel de informação quando não está
selecionado nenhum menu.
- O gráfico de consumo médio de combustível
exibe os resultados desde a última
reposição. A cor do gráfico de barras é verde
ou vermelho, consoante o resultado em
relação ao objetivo definido de consumo de
combustível.

©
201829 3-3
VIC-3
Funções de controlo

Os resultados do desempenho no modo Eco


baseiam-se em dados obtidos durante os
chamados "eventos". Um evento tem um início e
um fim. Quando o evento é declarado válido, este
é registado e os resultados para esse evento são
calculados. Com base nestes resultados, o
condutor pode obter feedback sob a forma de
mensagens de orientação sobrepostas. Após
serem apresentadas durante alguns segundos, o
visor regressa ao ecrã de desempenho no modo
Eco, onde os resultados atualizados do
desempenho no modo Eco são exibidos (novas
médias desde a última reposição).
3 Evento de antecipação
Um evento de antecipação é uma combinação de A B C D
tempo em marcha por inércia e, possivelmente, v
tempo de travagem. O evento começa com a
libertação do pedal do acelerador (A) ou quando
o controlo de cruzeiro é desativado. O veículo
começa com a "marcha por inércia" quando E
os travões não são aplicados (A-B). A
desaceleração aumenta quando os travões são
aplicados (travões de serviço e travão do motor
F
e, se necessário, intarder) (B-C). O tempo de
t
marcha por inércia pode recomeçar novamente.
O evento termina quando o pedal do acelerador E504988
é pressionado ou quando o controlo de cruzeiro
Evento de antecipação
é ativado (E), ou quando é atingida uma
velocidade do veículo mínima (F).
O evento é declarado válido quando:
- a velocidade do veículo for superior a 40 km/
h no início do evento
- a velocidade do veículo diminuir 10 km/h ou
mais (LF = 5 km/h)
- a velocidade do veículo diminuir menos de
10 km/h (LF = 5 km/h) mas a ativação do
travão demorar mais de 10 segundos
- não tiverem ocorrido ativações do travão do
sistema do veículo (por exemplo: VSC, ACC,
AEB)
O tempo de marcha por inércia começa quando
o pedal do acelerador é libertado. O tempo de
marcha por inércia termina quando os travões de
serviço são ativados, ou quando o acelerador ou
CC é novamente aplicado. O tempo de travagem
começa quando os travões são aplicados (pedal
de travão e hastes) e termina quando os travões
são libertados
O resultado de antecipação pode variar entre 1 e
100 pontos, o que significa que um condutor
médio deve ser capaz de obter um resultado
médio entre 60 e 70. O resultado de antecipação
é a média de todos os eventos de antecipação
válidos desde o último comando de reposição de
condução no modo Eco.

©
3-4 201829
VIC-3
Funções de controlo

É calculado um novo resultado de antecipação


durante todo o evento, sendo baseado em:
- tempo em marcha por inércia (maior =
melhor)
- desaceleração média (menor = melhor)
- desaceleração máxima (maior = pior)
Evento de travagem
Geralmente, um evento de travagem faz parte de
um evento de antecipação. Durante um evento
de travagem (B-C), é observada a utilização dos
sistemas de travagem disponíveis por parte do
condutor.
Um evento de travagem começa quando um
condutor ativa um dos sistemas de travagem
3
(travões de serviço, intarder, travão do motor).
O evento de travagem termina quando o pedal do
acelerador é pressionado, quando o controlo de
cruzeiro é ativado ou quando é atingida uma
velocidade do veículo mínima (F).
O cálculo do resultado de poupança dos travões
é complexo. Envolve, por exemplo:
- o tempo em marcha por inércia em relação
ao tempo de travagem
- o binário do travão e/ou desaceleração
média
- o tempo em que diferentes sistemas de
travagem são utilizados em conjunto
- a gama de velocidades do veículo durante a
qual o sistema de travagem é utilizado
- o tempo em que um sistema de travagem é
utilizado
- correções em função da carga do camião e
da inclinação da estrada
- fatores de peso, penalizações e bónus
NOTA: As ações do travão de
emergência (desacelerações acima do
limite) não são pontuadas: são
consideradas necessárias devido a
situações de trânsito.

NOTA: Para incentivar a utilização da


função de controlo de cruzeiro, o
condutor pode ganhar até 10 pontos de
bónus (além do resultado do
desempenho no modo Eco) quando
esta função é ativada por um período
de tempo prolongado. O condutor irá
perder esses pontos de bónus
gradualmente quando a função está
desativada.

©
201829 3-5
VIC-3
Funções de controlo

NOTA: A utilização prevista de um XF/


CF é em trânsito (inter) nacional. A
função de um LF é, principalmente, o
transporte urbano e o transporte de
distribuição. Devido a esta outra função
e à configuração do veículo (sem
intarder), são aplicados diferentes
cálculos e parâmetros para os
resultados do desempenho no modo
Eco do LF.

Orientação

3 As mensagens de orientação são ecrãs pop-up


no painel de informação que fornecem sugestões
ou elogios ao condutor, com base na condução
do veículo (por exemplo: utilização dos travões e
de retardador, antecipação).
Estas mensagens também são exibidas quando
o menu de desempenho no modo Eco não está
selecionado. As mensagens de orientação são
apresentadas, geralmente, após cada evento
válido. Well anticipated!
A frequência da apresentação das mensagens
de orientação diminui quando:
- forem registados resultados muito baixos E504546

(mau condutor)
- forem registados resultados muito altos (o
condutor é bom, precisa de menos
orientação)
Consumo de combustível
Para o cálculo do consumo de combustível real,
médio e total, o VIC-3 utiliza dados internos (por
exemplo, quilometragem, informação sobre a
viagem) e informação CAN, como:
- velocidade do veículo
- velocidade do motor
- quantidade injetada de combustível
(pressão da calha e tempo de injeção)
- tempo
Os cálculos apresentam uma indicação do
consumo de combustível; não se trata de uma
medição calibrada. Os dados de consumo de
combustível não são utilizados para os
resultados de condução económica.
Por que motivo os dados de consumo
de combustível não são incluídos nos
resultados de condução económica?

Pode ser definido um valor alvo para o consumo


de combustível no menu "Definições do modo
Eco".

©
3-6 201829
VIC-3
Funções de controlo

Explicação dos gráficos de barras no menu de


consumo de combustível: Fuel consumption
- Consumo atual: este gráfico de barras
apresenta o consumo de combustível real Current fuel 1.5 litres/h
- Recente: este gráfico de barras apresenta o consumption
consumo de combustível médio nos últimos
15 minutos. A média é apresentada tendo Recent 15 25.0 l/100km
em conta o objetivo definido pelo condutor minutes
no submenu de definições. Se o consumo se
mantiver abaixo da meta, o gráfico de barras 35.0 l/100km
surge a verde. Se o consumo ultrapassar a Average fuel
meta definida, o gráfico de barras surge a
vermelho.
- Média: este gráfico de barras apresenta o
consumo de combustível médio durante
Distance 123.4km 3
toda a distância percorrida desde a última E504589

reposição. A média é apresentada tendo em


conta o objetivo definido pelo condutor no
submenu de definições. Se o consumo de
combustível se mantiver abaixo do objetivo
definido, o gráfico de barras surge a verde.
Se o consumo de combustível ultrapassar o
valor predefinido, o gráfico de barras surge a
vermelho.
- Distância: aqui, é apresentada a
quilometragem total desde a última
reposição do modo Eco.
Por que motivo poderia um condutor
querer definir um objetivo de consumo
de combustível e a que valor o quereria
definir?

Os valores de consumo de
combustível estão relacionados com o
combustível injetado pelos injetores do
motor. O combustível consumido
durante as seguintes situações
influenciará o resultado do consumo de
combustível médio? (consulte também
o manual do condutor)
- Motor em ralenti
- Utilização da PTO
- Aquecedor auxiliar

©
201829 3-7
VIC-3
Funções de controlo

Recomendações de mudança de velocidades


As recomendações de mudança de velocidades
são, também, uma função da condução
económica do VIC-3, apenas disponível para
caixas de velocidades manuais.
As recomendações de mudança de velocidade
(1 velocidade para cima/baixo) é fornecida no
visor segmentado do mostrador de velocidade do
motor. A recomendação de mudança para
velocidade superior é dada assim que a potência
do motor solicitada possa ser fornecida, de modo
mais eficiente, a uma velocidade superior. A

3
recomendação de mudança para velocidade
inferior é dada se o condutor exigir um binário do
motor (substancialmente) elevado, que possa ser
fornecido de modo mais eficiente a velocidades E504994
do motor superiores. Assim, o condutor é
informado que uma mudança de velocidade pode
reduzir o consumo de combustível.
As recomendações de mudança de velocidades
são calculadas pelo VIC-3. Exemplos de
entradas para estes cálculos são:
- tipo de motor (propriedades de binário,
potência e eficiência de combustível)
- tipo de caixa de velocidades (número de
velocidades e relações de transmissão)
- tipo de eixo (reduções), tamanho dos pneus
e das rodas
- velocidade do motor (máxima e mínima ou
atual)
- velocidade do veículo
- velocidade atual
- peso total do veículo
- binário do motor solicitado
- funcionamento do acelerador (pressão
rápida do acelerador)
- velocidade do motor prevista após mudança
de velocidade
Em que casos deve a entrada
"velocidade do motor prevista após
mudança de velocidade" impedir uma
recomendação de mudança de
velocidades?

©
3-8 201829
VIC-3
Funções de controlo

Se a "recomendação de mudança de
velocidades" for negligenciada durante,
aproximadamente, 30 segundos, é exibido um
ecrã pop-up (Sugestão de condução) no painel
de informação para alertar o condutor.
NOTA: O objetivo da função
"recomendações de mudança de
velocidades" é utilizar a potência do
motor o mais eficientemente possível.
A resposta do condutor à Please shift-up to save
recomendação dada (ainda) não é fuel
incluída no cálculo dos resultados do
desempenho no modo Eco. 3
E504993

Sugestões sobre o veículo


As sugestões sobre o veículo são mensagens
exibidas no painel de informação. Estas apenas Vehicle tips
podem ser selecionadas quando o veículo estiver
parado. As sugestões informam o condutor sobre
como reduzir o consumo de combustível. Esta
informação é estática e não tem por base o
consumo de combustível real nem o
desempenho do condutor.
Vehicle tips

Spoiler settings
Vehicle tips

Incorrect spoiler settings


consume 0,6% fuel for every
6 cm too high or too low
Spoiler settings

E504849

©
201829 3-9
VIC-3
Funções de controlo

Definições do modo Eco


No menu de definições do modo Eco, a função de
orientação pode ser desligada temporariamente. ECO settings
Quando a ignição é desligada e novamente
ligada, a função é novamente ativada. Fuel target 30.0
1/100km
Para desligar permanentemente a função de
apoio à condução, é necessário mudar um ECO Reset ECO --,-
parâmetro do cliente no VIC-3, utilizando o 0 driving %
DAVIE. No DAVIE, a função de desempenho do
modo Eco denomina-se DPA (assistente de
desempenho do condutor). Coaching On
AUTO

3 Os dados nos ecrãs de condução económica


podem ser repostos no menu de definições do
modo Eco.
E504590
NOTA: Os ecrãs reais podem diferir
dos apresentados acima, consoante as
opções instaladas e a série e o tipo de
veículo.

©
3-10 201829
VIC-3
Funções de controlo

3.3 SISTEMA DE LIMPEZA E LIMPA PARA-BRISAS

D400 D400
central box central box

E351 E025

2
F861
sensor
washer level 1

1 2 B002
M pump
B001
headlamp
M pump
washer
windscreen washer 2

2 4 5
R064
1

2 4 5 G238
relay
3
relay headlamp washer
1 3
1 3 windscreen washer
pump

C10 A1 C48

VIC-3 D358

D33 D37 D9 D32 C50

D400
central box
D782
diode wiper

G236 G237
11 1 2 3 1 3 3 1
relay relay
C832 windscreen windscreen
steering wiper wiper
column (speed 1or 2) 2 4 5 4 5 2 (0 position)
left
4 13 10

5 6 2 3
B000
M motor
windscreen wiper
31

E504980
A com esguichos dos faróis

O sistema de limpeza do para-brisas inclui as


seguintes funções:
- Limpa-para-brisas, velocidade I
- Limpa-para-brisas, velocidade II
- Limpa para-brisas, intermitente
- Limpeza do para-brisas
- Sistema de limpeza dos faróis
- Monitorização do nível de líquido do limpa
para-brisas

©
201829 3-11
VIC-3
Funções de controlo

Limpa para-brisas, velocidade I (baixa


velocidade)
Quando o comando do limpa para-brisas é
definido para a posição de velocidade baixa, o
VIC-3 é informado através de um sinal no pino
D09 (alimentação de energia a partir do fusível
E351). Como resultado, o VIC-3 liga o pino C50
à terra e o relé G237 é ativado. A alimentação é
agora fornecida a partir do fusível E025, através
dos contactos dos relés G237 e G236, para o
pino 5 do motor do limpa para-brisas. Quando o
comando das escovas do limpa para-brisas está

3 desligado e o motor do limpa para-brisas não


está na posição zero, os seus contactos internos
fornecem a alimentação de energia até ser
atingida a posição zero.
Limpa para-brisas, velocidade II (alta
velocidade)
Quando o comando das escovas do limpa-para-
brisas é definido para a posição de alta
velocidade, o VIC-3 não é informado. Ambos os
relés G236 e G237 são ativados devido ao pino 3
do motor do limpa para-brisas fornecer, agora, a
ligação à massa. A alimentação a partir do fusível
E025 é fornecida ao pino 6 do motor do limpa
para-brisas, novamente através dos contactos
dos relés G237 e G236. O controlo do VIC-3 é
contornado nesta posição.
Por que motivo é o VIC-3 contornado
para a função de limpa-para-brisas de
alta velocidade?

Qual será a reação do sistema de


limpa-para-brisas quando o fusível
E351 estiver avariado?

Limpa para-brisas, limpeza intermitente


Quando o comando das escovas do limpa para-
brisas é definido para intermitente, o VIC-3 é
informado através de um sinal no pino D37
(alimentação de energia a partir do fusível E351).
O VIC-3 liga o pino C50 à terra, o relé G237 é
ativado e o motor do limpa para-brisas arranca
(velocidade baixa). O VIC-3 é informado de que
o motor do limpa para-brisas já não se encontra
na "posição 0" quando o pino D32 for desligado
da terra e for ligado à alimentação de energia de
E025. O VIC-3 remove então a ligação à massa
do pino C50, o que desativa o relé G237. O motor
do limpa para-brisas continua a funcionar até que
a posição zero seja alcançada (alimentação
fornecida através deste comando), onde irá
parar.
Quando o pino D32 for novamente ligado à terra
através do comando de "posição 0", o VIC-3 liga
novamente o pino C50 à terra após alguns
segundos, o que volta a iniciar o ciclo. O intervalo
padrão é de 2 segundos.

©
3-12 201829
VIC-3
Funções de controlo

Aumentar/diminuir o intervalo:
- Rode para a posição intermitente
- Aguarde até que as escovas do limpa para-
brisas se encontrem na posição neutra
- Rode o comando das escovas do limpa
para-brisas para a posição zero entre 1 e 20
segundos
- Rode para a posição intermitente
- (Se desligado durante mais de 20 segundos,
o tempo de intervalo regressa ao valor
padrão)
Sistema de limpeza do para-brisas
Se um sinal estiver presente, por breves
instantes, no pino D33 através do comando das
3
escovas do limpa para-brisas, o VIC-3 liga o pino
C50 à terra, por um breve período de tempo.
Consequentemente, o relé G237 é brevemente
ativado e os limpa-para-brisas efetuam 1 curso
de limpeza.
Se o sinal estiver presente por um período maior
(aproximadamente, 2 segundos), o VIC-3
fornece alimentação na saída A1, o que ativa a
bomba dos esguichos do para-brisas. Após,
aproximadamente, 1 segundo, o VIC-3 liga o pino
C50 por um período de tempo específico.
Consequentemente, o relé G237 é ativado e o
motor do limpa para-brisas é utilizado.
NOTA:
- Se um sinal estiver presente no
VIC-3 para a posição de
velocidade baixa ou posição
intermitente e o motor do limpa
para-brisas não funcionar (por
exemplo, devido a escovas do
limpa para-brisas congeladas), a
saída C50 é desativada após,
aproximadamente, 1 segundo.
- Se o controlo do limpa para-brisas
do VIC-3 falhar por qualquer
motivo, a velocidade alta do limpa
para-brisas pode ainda estar
disponível.

De que modo é o VIC-3 informado de


que o motor do limpa para-brisas está a
funcionar?

©
201829 3-13
VIC-3
Funções de controlo

Sistema de limpeza dos faróis


Os esguichos dos faróis apenas podem ser
ativados quando os médios ou os máximos
estiverem ligados.
Se um sinal estiver presente (durante,
aproximadamente, 3,5 segundos) no pino D33, o
VIC-3 ativa o relé G238 por um período
específico de tempo, durante o qual a bomba dos
esguichos dos faróis é ativada.
Para garantir uma limpeza mínima dos faróis,
independentemente de como o condutor ativa o
comando, os esguichos dos faróis também são
3 ativados nas seguintes circunstâncias:
- Quando o comando do limpa para-brisas é
ativado, pela primeira vez, após a ligação do
contacto.
- A cada três ativações do comando do limpa
para-brisas. Isto é independente da forma
como o comando do lava-vidros é utilizado
pelo condutor (o tempo de presença da
tensão no D33). O contador de operações "1
em 3" só é reiniciado quando o comando é
ativado durante mais de 3,5 segundos ou
quando o contacto é desligado.
De que modo é o VIC-3 informado
sobre o estado dos médios e dos
máximos?

Monitorização do nível de líquido do limpa


para-brisas
O nível de líquido do limpa para-brisas é
monitorizado pelo sensor do nível de líquido.
Se o nível de líquido do limpa para-brisas for
baixo, é ativado um indicador de aviso amarelo
no DIP-5.

©
3-14 201829
VIC-3
Funções de controlo

3.4 ILUMINAÇÃO DOS INSTRUMENTOS

A função de iluminação dos instrumentos está


dividida entre a VECU e o VIC-3. A VECU detém
o controlo enquanto que o VIC-3 recebe as
mensagens CAN para ativar (e regular) as luzes
dos instrumentos ligadas. As luzes dos
instrumentos iluminam os componentes do
veículo, quando necessário e, em certas
condições, estas luzes podem ser reguladas.
Luzes dos instrumentos ligadas ao VIC-3:
- Iluminação de pesquisa (por exemplo:
comando de controlo do menu, cinzeiro, 3
isqueiro, comandos dos vidros)
- Retroiluminação do visor (por exemplo:
rádio básico, cobrança de portagem)
NOTA: A iluminação do DIP-5 é
controlada pelas mensagens CAN
recebidas através da VECU.

Que saída(s) do VIC-3 fornece(m)


alimentação para a iluminação de
pesquisa ligada?

.....................................................................................................................................................

.....................................................................................................................................................

.....................................................................................................................................................

.....................................................................................................................................................

.....................................................................................................................................................

.....................................................................................................................................................

©
201829 3-15
VIC-3
Funções de controlo

3.5 PROTEÇÃO DA EMBRAIAGEM E CAIXA DE VELOCIDADES: XF/CF

Transmissões manuais
O VIC-3 controla diretamente a válvula de
proteção da porta (pino B21) e a válvula de
proteção do grupo (mudança para velocidades
inferiores de gama baixa) (pino B19). Estas
válvulas electropneumáticas são combinadas
numa válvula de proteção da caixa de
velocidades (B465) situada no repartidor
pneumático da caixa de velocidades. Os
comandos de estado da caixa de velocidades
3 (por exemplo, R, 1, 3/4, 3, desmultiplicação H/L,
grupo H/L) e as mensagens CAN (por exemplo,
velocidade do veículo) são entradas para o
VIC-3.

D400 D400
central box central box

E485 E499

1 4 1 1 4

2 2 2 2 2
F120 F118 F120 F144 F118
switch gate switch switch gate switch switch
3/4 detection splitter 3/4 detection 1st gear splitter
status status

B15 B20 A9 B15 D39 B20

VIC-3 D358

B19 B21 C11 C36 B19 B21 C11

4 3 2 4 3
B465 B465
valve gearbox valve gearbox
protection protection
2 1 1 2 1

E592 1
switch reverse
position E612
P switch pressure
gate protection

1 1
E595 E595
switch range switch range
group low group low

2 2

E504569-2
E no caso de caixa de velocidades manual (8, 9 ou 16 velocidades)
F no caso de proteção contra utilização indevida da embraiagem
G no caso de desmultiplicador
H no caso de caixa de 12 velocidades manual
I no caso de proteção contra utilização indevida da embraiagem

©
3-16 201829
VIC-3
Funções de controlo

As seguintes funções de proteção da caixa de


velocidades são implementadas no VIC-3 para
caixas de velocidades manuais:
- Proteção contra utilização indevida da
embraiagem
- Proteção de mudança para velocidades
inferiores de gama baixa
- Proteção da porta
Proteção contra utilização indevida da
embraiagem
Esta função opcional impede o desgaste
excessivo da embraiagem. Se o condutor quiser
arrancar numa velocidade demasiado elevada, o
binário do motor é reduzido. Além disso, o pedal
3
do acelerado é desativado e é apresentado um
aviso no DIP-5 ("Velocidade de arranque
demasiado elevada"). A redução do binário do
motor é obtida ao enviar uma mensagem CAN
para o PCI.
A proteção contra utilização indevida da
embraiagem é ativada quando estão reunidas as
seguintes condições:
- A velocidade do veículo é inferior a 5 km/h.
- O pedal da embraiagem é pressionado.
- A caixa de velocidades está em posição de
velocidade de arranque não permitida.
- Pedal do acelerador em utilização.
O VIC-3 consegue detetar as posições de
mudanças engrenadas com informação
proveniente de:
- Comando de proteção da mudança na porta
3/4 (F120), (apenas deteta a 3.ª velocidade
numa caixa de 12 velocidades)
- Comando da 1.ª velocidade (F144), (apenas
para caixa de 12 velocidades): deteta a 1.ª
velocidade
- Comando de estado do desmultiplicador
(F118): deteta a desmultiplicação H/L
- Comando de grupo de gama baixa (E595):
deteta a gama H/L
- Comando de posição de marcha-atrás
(E592): deteta a marcha-atrás
Caixa de 8, 9 e 16 velocidades
O arranque apenas é permitido nas posições das
velocidades 1, 2 e R (não consoante a posição do
desmultiplicador de gama alta ou baixa).
Caixa de 12 velocidades
O arranque apenas é permitido nas posições das
velocidades 1 (desmultiplicador de gama alta ou
baixa), 2 (apenas com desmultiplicador de gama
baixa) e R (desmultiplicador de gama alta ou
baixa).

©
201829 3-17
VIC-3
Funções de controlo

De que modo é detetada a 2.ª


velocidade numa caixa de 12
velocidades?

NOTA: Semana de especificações


aplicável ≥ 2017-25: a caixa manual
de 12 velocidades já não está
instalada.

Quando é detetado um estado do comando não


lógico (por exemplo, a porta 3/4 e a 1.ª
velocidade são ambas detetadas), a função de

3 proteção da embraiagem é desativada. Neste


caso, é armazenado um DTC no VIC-3 e é
possível arrancar em qualquer velocidade.
Proteção de mudança para velocidades
inferiores de gama baixa
A mudança para a gama de velocidades baixas
ou altas é feita por meio de um comando de
gama baixa existente à frente da alavanca de
mudança de velocidade. Vire o interruptor para
baixo para utilizar a gama baixa, ou para cima
para utilizar a gama alta.
A proteção de mudança para velocidades
inferiores evita a retrogradação a partir da gama
de velocidade alta para a baixa quando o veículo
circula a velocidade demasiado alta. Mudar da
gama alta para gama baixa quando a velocidade
do veículo é demasiado alta pode causar danos
graves. A proteção é ativada quando a
velocidade do veículo excede um valor pré-
programado. Esta velocidade do veículo é
programada no VIC e depende do tipo de motor
e do modelo da caixa de velocidades. O VIC-3
recebe informação da velocidade do veículo a
partir do tacógrafo através de mensagens CAN.
- Se a velocidade do veículo for inferior ao
valor programado, a válvula de proteção de
mudança para velocidades inferiores (B465)
é ativada. Desta forma, é possível mudar
para uma velocidade da gama baixa.
- Se a velocidade do veículo exceder o valor
programado, a válvula de proteção de
mudança para velocidades inferiores não é
ativada pelo VIC-3 e a mudança para uma
velocidade da gama baixa fica bloqueada.
- Quando a velocidade do veículo e a
velocidade pré-selecionada descerem
abaixo do valor programado, a gama baixa é
selecionada assim que se passa a posição
de ponto-morto.
Qual é a reação da caixa de
velocidades quando a gama baixa é
selecionada, o veículo está parado, a
caixa de velocidades está na posição
de ponto-morto e o condutor desliga o
contacto?

©
3-18 201829
VIC-3
Funções de controlo

22 21
H H

L L
GV GP
1
A
6 3
L H

26 25

VIC

A26 A25 E6
R1 R2

D C
L

C
H a
P1

9
V
N
V301047-3

©
201829 3-19
VIC-3
Funções de controlo

1 Válvula seletora da alavanca de mudança


de velocidade
6 Cilindro de mudança de gama
9 Repartidor pneumático
9a Aceleração
9A Válvula de posição do ponto-morto
9C Válvula do grupo de gama
9D Válvula de proteção de mudança para
velocidades inferiores (parte de B465)

Se o comando de gama baixa (1-GP) na

3
alavanca de mudança de velocidade for
movimentado para a gama baixa "L", a pressão
de ar será ligada ao ponto de ligação 21. A
pressão de ar encontra-se então no ponto de
ligação E6 do repartidor (9). O ar no repartidor é
encaminhado para a válvula de proteção de
mudança para velocidades inferiores (9D -
B465).
Se a velocidade do veículo for superior a um
determinado valor, o VIC não ativará a válvula de
proteção de mudança para velocidades inferiores
(9D - B465). A pressão de ar não poderá exercer
pressão sobre a válvula do grupo de gama (9C)
para que se movimente para a posição de gama
mais baixa, através da válvula de proteção de
mudança para velocidades inferiores (9D -
B465).
Apesar do comando pneumático do comando de
gama baixa (1-GP), não é possível mudar uma
pressão de ar através do ponto de ligação A26 do
repartidor pneumático para a ligação 26 da gama
alta/baixa do cilindro de engate da velocidade (6)
e, por conseguinte, para a gama baixa.
A válvula de proteção de mudança para
velocidades inferiores (9D - B465) apenas é
ativada quando a velocidade do veículo desce
abaixo do valor programado. Recorrendo à
pressão de comando do comando de gama baixa
(1-GP), pode aplicar-se pressão de ar à válvula
do grupo de gama (9C), através da válvula de
proteção de mudança para velocidades inferiores
(9D - B465). A válvula do grupo de gama (9C) é
pressionada para a posição de gama baixa.
NOTA: O fornecimento de ar à válvula
do grupo de gama (9C) apenas ocorre
se a válvula de posição de ponto-morto
(9A) se encontrar na posição de ponto-
morto "N".

Proteção da porta
A proteção da porta da caixa de velocidades
permite evitar a mudança da terceira ou quarta
velocidades (porta 3-4) para a primeira ou
segunda velocidades (porta 1-2), se o veículo
estiver a circular a demasiada velocidade. Este
sistema de proteção apenas funciona na gama
baixa e acima de uma determinada velocidade

©
3-20 201829
VIC-3
Funções de controlo

do veículo, programada no VIC-3. Quando a


proteção da porta está ativa, um cilindro
pneumático na caixa de velocidades "bloqueia" a
porta 1/2 da alavanca de mudança de
velocidade.
Este erro na mudança de velocidades ocorre
quando o condutor não muda o comando de
gama baixa para gama alta antes de deslocar a
alavanca de mudança de velocidade para a porta
5-6 (a qual continua a ser a porta 1-2). Se o
comando de gama baixa estiver fechado (gama
baixa selecionada) e a velocidade do veículo for
superior o valor programado, o VIC-3 ativa a
válvula de proteção da porta, impedindo que a
alavanca de mudança de velocidade mude para
3
a porta 1-2.

VIC

10

H L

R1 P2

P1

B 9

V301048-2
9 Repartidor pneumático
9B Cilindro de bloqueio da proteção da porta
9E Válvula de protecção da caixa de
velocidades (B465)
10 Comando de gama baixa (E595)

A válvula de proteção da porta (9E - B465) é


acionada sob as seguintes condições:
- A velocidade do veículo encontra-se acima
do valor programado
- O comando de gama baixa (10 - E595) está
fechado (caixa de velocidades na gama
baixa)

©
201829 3-21
VIC-3
Funções de controlo

É enviada pressão de ar para o cilindro de


bloqueio (9B) através da válvula de proteção da
porta (9E - B465). Desta forma, a grelha 1-2 não
pode ser engatada. No entanto, se a gama alta
for selecionada, a válvula de proteção da porta
(9E - B465) não pode ser ativada, pois o
comando de gama baixa (10 - E595) foi aberto. É
possível voltar a engatar a grelha 5-6 (1-2). O
repartidor pneumático está integrado na caixa de
velocidades.

2 1 3 4 13 12 5 10 6 7 11 8 9

R600925-2
1. Linha de comandos do punho da alavanca das mudanças da gama
2. Fornecimento de ar para o cilindro de embraiagem secundário
3. Ligação elétrica da válvula de proteção de mudança para
velocidades inferiores e da válvula de proteção da porta (B465)
4. Pino de controlo da válvula de posição do ponto-morto
5. Pino de controlo do comando da posição de ponto-morto
6. Alavanca da válvula do cilindro de bloqueio da proteção da porta
7. Cilindro de bloqueio da proteção da porta
8. Pino de controlo do comutador de marcha-atrás
9. Estrutura de seleção
10. Comando da posição de ponto-morto (E593)
11. Comando de posição de marcha-atrás (E592).
12. Repartidor pneumático

©
3-22 201829
VIC-3
Funções de controlo

Quando a proteção da porta é ativada, a


alavanca da válvula do cilindro de bloqueio da
proteção da porta (6) roda para a esquerda. A
alavanca é empurrada contra o veio seletor de
velocidades, bloqueando a posição da porta 1-2
do veio.
NOTA: Por razões de segurança,
deverá ser sempre possível efetuar a
retrogradação. Ao aplicar força
adicional à alavanca de mudança de
velocidade (contra a pressão de ar no
cilindro de bloqueio da proteção da
porta), é possível engrenar a porta 1-2. 3
Apenas para caixa de 12 velocidades:
- O bloqueio está ativo quando a velocidade é
mudada de 3 para 4 sem seleção do grupo
alto, e a velocidade do veículo é superior ao
valor programado.
- Quando o condutor pré-seleciona a gama
alta (GP), o interruptor de pressão de
proteção da porta (E612) abre-se e a válvula
de proteção da porta (B465) é
prematuramente desativada. Desta forma, é
possível mudar rapidamente para uma
velocidade superior (sem aguardar que a
caixa de velocidades esteja em gama alta),
melhorando a facilidade de condução do
veículo. Trata-se do oposto à caixa de 8/9/16
velocidades, cuja proteção da porta está
desligada quando a caixa de velocidades
está na gama alta. Apenas a caixa de 12
velocidades está equipada com um
interruptor de pressão de proteção da porta.

©
201829 3-23
VIC-3
Funções de controlo

22 21
H H
VIC

L L
10
GV GP
1
A

3 H L

E6
R1
P2

P1

G 9

V301440
1 Válvula seletora da alavanca de mudança
de velocidade
9 Repartidor pneumático
9B Comando de pressão de proteção da
porta (E612)
9E Válvula de protecção da caixa de
velocidades (B465)
9G Cilindro de bloqueio da proteção da porta
10 Comando de gama baixa (E595)
22 GV = comando do desmultiplicador na
alavanca de mudança de velocidade
21 GP = comando de gama na alavanca de
mudança de velocidade

NOTA: Quando o desmultiplicador


estiver na gama baixa (comando de
estado do desmultiplicador fechado), o
VIC-3 ativa um indicador de aviso no
painel de instrumentos através da rede
I-CAN.

©
3-24 201829
VIC-3
Funções de controlo

3.6 MONITORIZAÇÃO DE RITMO DO SAC

O XF e o CF estão equipados com o controlo de


fornecimento inteligente de ar (SAC). A VECU
comunica, geralmente, com o SAC através de
mensagens F-CAN. Caso seja detetada uma
situação perigosa, o VIC-3 gera avisos
(vermelho/amarelo/painel de informação/sons)
no DIP-5.
Visto o estado do SAC estar relacionado com
segurança (por exemplo, pressão de ar para
travões), é instalada uma ligação por cabos entre
o SAC e o VIC-3, de modo a dispor de um sinal
de reserva em caso de falha, por qualquer 3
motivo, da comunicação da rede F-CAN. Este
cabo informa o VIC-3 sobre o estado do SAC.
Este cabo transporta um sinal "ritmado", gerado
pelo SAC. O sinal baseia-se na informação de
diagnóstico interno do SAC.
O sinal ritmado não contém, diretamente,
informações do sensor: essa informação é
comunicada pela F-CAN.
Se o SAC estiver a funcionar corretamente, o
sinal alterna entre Ubat e a ligação à massa, com
uma frequência de 0,5 Hz.

Ubat

SAC heartbeat

E504573

Se ocorrer um erro crítico no SAC (por exemplo,


a pressão de ar no circuito 1 for demasiado
baixa), esta entrada é constantemente ligada à
massa. Assim, o VIC-3 sabe que tem de ativar
um aviso vermelho no DIP-5 para informar o
Ubat
condutor. Se o VIC-3 não conseguir detetar o
sinal ritmado durante mais de 2 segundos, este
aviso é ativado. Assim que o sinal ritmado for
novamente detetado, o aviso vermelho é
cancelado. SAC heartbeat

E504584

©
201829 3-25
VIC-3
Funções de controlo

3.7 MONITORIZAÇÃO DO NÍVEL DE LÍQUIDO DE ARREFECIMENTO

XF/CF
D358 ECU de VIC-3
F656 sensor do nível do líquido de
arrefecimento
D15
O VIC-3 monitoriza o nível de líquido de
arrefecimento no reservatório de expansão de
líquido de arrefecimento verificando a resistência
do sensor do nível de líquido de arrefecimento

3 (F656). Este sensor é composto por duas


resistências em série, com contactos paralelos
de lâminas sobre cada uma. Os contactos de 1
F656
3
lâminas são fechados quando sujeitos a um
campo magnético. É colocado um flutuador
magnético no interior do reservatório de
expansão, em redor do sensor. A posição (altura)
do flutuador magnético no reservatório K103232
determina, consequentemente, quais dos
comandos no interior do sensor do nível de
líquido de arrefecimento é fechado.
Localização do sensor
O sensor do nível de líquido de arrefecimento é
colocado na parte inferior do reservatório de
expansão e pode ser removido sem ser
necessário drenar o líquido de arrefecimento. No
interior do reservatório, é montado um flutuador
magnético circular em redor do sensor. O sensor
dispõe de um conector de 3 pinos (apenas são
usados dois pinos).

E501433

Estados do sensor
O VIC-3 consegue detetar quatro estados
diferentes, com base na informação recebida do
sensor do nível do líquido de arrefecimento:
- Normal
- Verificação diária
- Baixa
- Falha no sensor

©
3-26 201829
VIC-3
Funções de controlo

Nível "normal"
Se o comando S1 estiver fechado, a resistência
ligada em paralelo fica em curto-circuito. Isto
indica ao VIC-3 que o nível do líquido de
arrefecimento é suficientemente elevado. O VIC- S1

3 usa o valor de resistência para detetar o estado


dos microinterruptores. 100 Ohm

S2

270 Ohm
3
D15

K102180

Nível "verificação diária"


Se os comandos S1 e S2 estiverem abertos, tal
indica ao VIC-3 que é necessário adicionar
líquido de arrefecimento.
S1
A "verificação diária" apenas é realizada durante
o arranque do veículo. O VIC-3 ativa um aviso 100 Ohm
amarelo no DIP-5 para o condutor.
Abastecimento do líquido de arrefecimento
necessário (mas não absolutamente
necessário). Este aviso desaparece após 20
segundos ou quando a velocidade do veículo S2

exceder os 3 km/h. Ao arrancar novamente, a


verificação diária é realizada mais uma vez, não 270 Ohm

sendo apresentado nenhum aviso quando é


detetado um nível normal.
D15

K102181

Nível "baixo"
Se apenas o comando S2 estiver fechado, o VIC-
3 deteta "Nível baixo" e ativa um aviso vermelho
no DIP-5. Tem de se adicionar líquido de
arrefecimento. Ao reiniciar, o sensor é S1

novamente verificado pelo VIC-3.


100 Ohm

S2

270 Ohm

D15

K102182

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201829 3-27
VIC-3
Funções de controlo

Falha no sensor
Quando o VIC-3 deteta uma leitura não lógica do
sensor do nível de líquido de arrefecimento, é
detetada uma falha no sensor. O VIC-3 ativa um
aviso no DIP-5 e é armazenado um código de
anomalia de diagnóstico. Nenhuma das leituras
lógicas dispõe de qualquer valor de resistência
que não os valores medidos nos três exemplos
acima mencionados (aplicam-se tolerâncias).
Curto-circuito a Ubat, curto-circuito à terra e
circuito aberto são, consequentemente, também
detetados como uma falha no sensor.

3 Qual o valor de resistência que será


medido pelo VIC-3 num sensor
desligado? O VIC-3 deteta que o
sensor está desligado?

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3-28 201829
VIC-3
Funções de controlo

3.8 RECONHECIMENTO E AVISOS DO ABS/EBS DO REBOQUE

O VIC-3 tem 3 entradas para sinais de aviso do


reboque:
- D27: Reconhecimento do ABS/EBS do
reboque D421
central box

- C33: Sinal ritmado de EBS-3 do camião


- C32: Aviso do reboque E043
A004
trailer ABS/EBS
connector 7-pin

D376
1 5 3 4 2

D421
3
central box
EBS-3 ECU

4 5 2
E282

3 1
A18 A15

G497
9 5
ABS/EBS trailer relay

1 4
F758
trailer recognition sensor

C33 C32 D27

VIC-3 D358

E504850

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201829 3-29
VIC-3
Funções de controlo

Reconhecimento do ABS/EBS do reboque


A VECU verifica se é detetado um reboque e
informa o VIC-3 sobre este estado por
mensagem CAN. A VECU deteta um reboque
ligado ao monitorizar os indicadores de direção
do reboque através do conector de "luz" (A000 ou
A058) do reboque.
O pino 2 do conector do ABS/EBS do reboque
(A004) fornece alimentação para a ECU do ABS/
EBS do reboque (se existir). É possível verificar
a presença desta ECU e a ligação adequada do
conector do ABS/EBS do reboque ao monitorizar

3
a corrente neste circuito. Tal é efetuado através
do sensor de reconhecimento do reboque (F758
= sensor de corrente). O sinal proveniente deste
sensor é monitorizado pelo VIC-3.
NOTA: O nome ECN para o F758 é
"sensor de reconhecimento do
reboque". Este sensor não deteta um
reboque ligado mas reconhece o tipo
de reboque (reboque convencional:
sem ECU/sem corrente, reboque com
ABS/EBS: corrente detetada)!
As funções de "deteção do reboque" e
"reconhecimento do reboque" são
divididas entre a VECU e o VIC-3!

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3-30 201829
VIC-3
Funções de controlo

As possíveis saídas do sensor de


reconhecimento do reboque são:
- Sinal por impulsos de 24 volts (0,5 Hz):
Quando o sensor mede uma corrente
superior ao limite definido. Assim, o VIC-3 é
informado sobre a presença e ligação
adequada à ECU de ABS/EBS do reboque.
O VIC-3 informa a unidade EBS-3 por
mensagem CAN sobre este estado.
- Continuamente "BAIXA": Quando o sensor
mede uma corrente inferior ao limite definido
(atraso de 2 segundos). Quando é recebida
uma mensagem de "reboque detetado" a
partir do ELC e a saída de F758 é
continuamente "Baixa", o VIC-3 ativa o
3
indicador de aviso "ABS/EBS do reboque
desligado" no painel de informação do DIP-
5. Este aviso está sempre ativo quando um
reboque com um sistema de travagem
convencional (sem ABS/EBS) estiver ligado E504863
ao camião. O aviso é desativado quando o Saída do sensor de reconhecimento de ABS/
sinal por impulsos é detetado ou o conector EBS: sinal por impulsos de 24 volts
de "luz" do reboque (A000 ou A058) é
desligado.
- Continuamente "Elevada": isto indica uma
falha no sensor (DTC, s/c para 24 volts,
atraso de 2 segundos)
Sinal ritmado do EBS-3
Geralmente, as ECU de EBS-3 (camião e
reboque) informam o VIC-3 sobre avisos de EBS-
3 por mensagens CAN. Estas mensagens são
importantes. Caso a comunicação CAN falhe,
está disponível um sinal ritmado de reserva. A
ECU de EBS-3 (D376) do camião gera,
normalmente, um sinal por impulsos de 24 volts
(0,5 Hz = sinal ritmado) para informar o VIC-3 (no
pino C33) que os sistemas de EBS-3 estão ativos
e que não existem valores críticos ou falhas. Se
este sinal não mudar entre baixo e elevado no
período de 2 segundos, o VIC-3 envia uma
mensagem CAN para ativar o aviso vermelho de
ABS do camião no DIP-5.

E504873

Sinal ritmado do EBS-3 (camião)

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201829 3-31
VIC-3
Funções de controlo

Aviso de reboque
Os reboques equipados com apenas um sistema
ABS não têm comunicação CAN com o camião.
Quando a ECU de ABS do reboque deteta uma
falha, pode ativar o "aviso de ABS do reboque"
amarelo no DIP-5. Nesse caso, a ECU do ABS do
reboque liga o pino 5 à terra. Isto ativa o relé de
aviso do reboque (G497) do camião, o qual liga o
pino C32 do VIC-3 à terra. O VIC-3 converte este
sinal numa mensagem CAN para ativar o aviso
no DIP-5. De modo a informar a ECU (D376) do
EBS do camião sobre este estado de aviso do

3
reboque, o sinal de terra do relé de aviso do
reboque é, também, ligado a esta ECU.
NOTA: A ECU do EBS do reboque
também pode ligar o pino 5 à terra para
ativar o aviso do reboque, mas a
ativação de avisos por mensagens
CAN é prioritária.

Porque são as entradas em C33 e D27


sinais por impulsos e não, por exemplo,
ligações à terra ou tensão da bateria?

Quando o engate de "luz" do reboque


(A000/A058) e ambas as mangueiras
de ar estão ligados, mas o conector
A004 de ABS/EBS do reboque está
desligado, quais as funções do
reboque que se perdem?

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3-32 201829
PERGUNTAS E TAREFAS
Índice

ÍNDICE
Perguntas e tarefas

Página Data

1. PERGUNTAS E TAREFAS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-1 . . . . . 201829


1.1 Perguntas e tarefas 1 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-1 . . . . . 201829
1.2 Perguntas e tarefas 2 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-3 . . . . . 201829
1.3 Perguntas e tarefas 3 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-5 . . . . . 201829
1.4 Perguntas e tarefas 4 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-6 . . . . . 201829
1.5 Perguntas e tarefas 5 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-8 . . . . . 201829
1.6 Perguntas e tarefas 6 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-10 . . . . 201829
1.7 Perguntas e tarefas 7 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1-11 . . . . 201829

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201829 1
PERGUNTAS E TAREFAS
Índice

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2 201829
PERGUNTAS E TAREFAS
Perguntas e tarefas

1. PERGUNTAS E TAREFAS
1.1 PERGUNTAS E TAREFAS 1

Topologia de rede
A topologia da rede ilustrada é a arquitetura dos
ramos da rede CAN e da rede LIN do veículo.
Mostra como a comunicação entre as diferentes
ECU está disposta.

Body Builder Body Builder AGC-A


Connector-Cabin Connector-Chassis EAS-4 Diagnosis
R R R
AGC-A
Selector
BB-CAN A-CAN
AGC-A
R

V-CAN1
IMMO
R
BBM PCC
R
PCI
R
TraXon
4
R
V-CAN2
MTCO AEB-
R CAN
SWS DIP-5 DTCO Airbag-3 LDWS-3 AEBS-2 EBS-3 EST-54
R R
I-CAN
R
D-CAN
R
FMS HD-OBD
VECU Connector Connector DCM RWCP CCP ACH-WW VIC-3
R
CCC-CAN
Basic Radio LIN R
TI-2 TNR CAMERA CCC
C-CAN
R
R

BEM TPM EHS CDS-4 ALS-2 CSM

F-CAN
LIN
R R
LIN
CMF SAC ECAS-5 CMR CSC
RC-ECAS Cabin Switch Cluster

LIN
ILS Alternator

ELS
E505646-2

Códigos dos ramos da rede:


- V = Veículo
- A = Pós-tratamento
- C = Cabina
- D = Diagnóstico
- F = Estrutura
- I = Instrumento
- LIN = Rede de interligação local
NOTA: Utilize a informação de serviço
para responder às seguintes
perguntas.

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201829 1-1
PERGUNTAS E TAREFAS
Perguntas e tarefas

Que rede CAN é utilizada para


comunicar com as ECU localizadas
(principalmente) no chassis?

Qual é o código do conector da


localização mais fácil para realizar
medições na rede V-CAN1?

Qual é o código do conector da


localização mais fácil para realizar
medições na rede F-CAN?

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4 .....................................................................................................................................................

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1-2 201829
PERGUNTAS E TAREFAS
Perguntas e tarefas

1.2 PERGUNTAS E TAREFAS 2

Comandos MUX
A ilustração mostra como a comunicação de
dados entre os comandos MUX e o veículo é
organizada.

4
VECU P002

LIN C-CAN

CAN
CSM P003

E505718
NOTA: Utilize a informação de serviço
para responder às seguintes
perguntas.

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201829 1-3
PERGUNTAS E TAREFAS
Perguntas e tarefas

É possível determinar em qual dos 3


ramos LIN está ligado um comando?

Anote os passos a tomar quando um


comando é reposicionado noutro ramo
da rede LIN.

Um (novo) comando adicional é


instalado na cabina. Anote os passos,
incluindo os passos relacionados com
o DAVIE, a tomar para que a função
relacionada com este comando
funcione.

Devem ser instalados comandos


4 adicionais na cabina, pelo que é
igualmente necessário instalar um
suporte adicional. Como se liga este
suporte à rede LIN (a que ramo da rede
LIN, cablagem adicional e números de
encomenda, localização do suporte no
tablier, introdução de novos
comandos)?

É solicitada à oficina a adição de um


comando pós-venda para uma
aplicação da carroçaria.
Realize um plano passo-a-passo para:
- obter informações sobre a
aplicação prevista
- selecionar as peças corretas (tipo
de comando, balancim, cablagem,
conectores, números da peça)
- instruir o construtor de carroçarias
sobre como proceder com as
entradas e saídas do conector F do
CMR

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1-4 201829
PERGUNTAS E TAREFAS
Perguntas e tarefas

1.3 PERGUNTAS E TAREFAS 3

VECU
A VECU (Unidade de controlo eletrónico do
veículo) é o centro de toda a comunicação de
dados do veículo e possui funções de controlo
importantes. O veículo não pode ser utilizado
sem uma VECU funcional. A VECU é introduzida
a partir da semana de especificações ≥ 2017-
25.
NOTA: Utilize a informação de serviço
para responder às perguntas. E505716

Qual é a localização da ECU VECU no


XF e CF? 4
Desenhe um diagrama principal para a
luz de trabalho. O diagrama deve
apresentar o comando, as linhas de
comunicação e os componentes
envolvidos.

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201829 1-5
PERGUNTAS E TAREFAS
Perguntas e tarefas

1.4 PERGUNTAS E TAREFAS 4

Modo limp home do CMF e CMR


A VECU, o CMF e o CMR estão instalados com
um modo "limp home" para as funções
relacionadas com segurança. A figura representa
uma descrição dos componentes envolvidos.

DIP-5 ECU Cluster

CMR

CMF
ECAS-5
E505764
NOTA: Utilize a informação de serviço
para responder às seguintes
perguntas.

©
1-6 201829
PERGUNTAS E TAREFAS
Perguntas e tarefas

Que componentes controlam os


indicadores de direção dianteiros
(XF FT)?
Que componentes controlam os
indicadores de direção traseiros?
Finalmente, que componentes
controlam os indicadores de direção
laterais montados na cabina (no arco
da roda)?

Que rede CAN transporta as


mensagens relacionadas com os
indicadores de direção?

O que acontece aos indicadores de


direção quando qualquer uma das
unidades de controlo envolvidas perde
a comunicação CAN (relacionada com 4
os indicadores de direção)?

O que acontece aos indicadores de


direção quando ocorre um curto circuito
à massa nesta ligação de alta
velocidade à rede CAN?

E se isto ocorrer com (apenas) a


ligação de baixa velocidade CAN?

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201829 1-7
PERGUNTAS E TAREFAS
Perguntas e tarefas

1.5 PERGUNTAS E TAREFAS 5

Proteção da caixa de velocidades


Nas caixas de velocidades manuais, as funções
de proteção estão integradas na ECU do VIC-3.
Estas funções são compostas por:
- Proteção da porta
- Proteção de mudança para velocidades
inferiores de gama baixa
- proteção da má utilização da embraiagem
(opcional)

4 D400
central box
D400
central box

E485 E499

1 4 1 1 4

2 2 2 2 2
F120 F118 F120 F144 F118
switch gate switch switch gate switch switch
3/4 detection splitter 3/4 detection 1st gear splitter
status status

B15 B20 A9 B15 D39 B20

VIC-3 D358

B19 B21 C11 C36 B19 B21 C11

4 3 2 4 3
B465 B465
valve gearbox valve gearbox
protection protection
2 1 1 2 1

E592 1
switch reverse
position E612
P switch pressure
gate protection

1 1
E595 E595
switch range switch range
group low group low

2 2

E504569-2
E no caso de caixa de velocidades manual
(8, 9 ou 16 velocidades)
F no caso de proteção contra utilização
indevida da embraiagem
G no caso de desmultiplicador
H no caso de caixa de 12 velocidades
manual
I no caso de proteção contra utilização
indevida da embraiagem

©
1-8 201829
PERGUNTAS E TAREFAS
Perguntas e tarefas

NOTA: Utilize a informação de serviço


para responder às seguintes
perguntas.

A que tipo de situações se destinam as


funções de "proteção da caixa de
velocidades"?

Como é que o VIC-3 reconhece a


velocidade selecionada?

Que sinais dos sensores são


necessários para a função de proteção
da porta?

Que sinais dos sensores são


necessários para a função de proteção
4
de mudança para velocidades
inferiores de gama baixa?

Onde se encontram estes sensores na


caixa de velocidades?

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201829 1-9
PERGUNTAS E TAREFAS
Perguntas e tarefas

1.6 PERGUNTAS E TAREFAS 6

Luzes de travagem
A figura representa parte do diagrama funcional
do CMR.
NOTA: Utilize a informação de serviço
para responder às perguntas.
CMR P031

As luzes de travagem do camião estão B9

ligadas em paralelo (por exemplo ao


componente G791)?
6

Que componente ativa as luzes de G791

travagem de um reboque ligado a um


4 veículo FT?
7 8

Por que razão está um sinal do travão 8


de ligação por cabo (entrada) ligado ao
CMF e ao CMR? C021

E506319

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1-10 201829
PERGUNTAS E TAREFAS
Perguntas e tarefas

1.7 PERGUNTAS E TAREFAS 7

Monitorização do desgaste dos travões


A ilustração apresenta um diagrama funcional de
um comando de aviso de desgaste dos calços
dos travões (F108) ligado ao CMF. A quantidade
de comandos de aviso de desgaste dos travões
depende da configuração dos eixos do veículo.

NOTA: Utilize a informação de serviço


para responder às perguntas.
CMF P030

Em que eixo e em que lado do veículo B5 B8

se encontra o F108?

Por que razão a VECU consegue 3 1


4
detetar a posição (eixo e lateral) do F108

revestimento dos travões gasto? G005576

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201829 1-11
PERGUNTAS E TAREFAS
Perguntas e tarefas

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1-12 201829

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