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NORMA ABNT NBR


15747-1
Primeira edição
11.08.2009

Valida a partir de
11.09.2009
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Sktemas solares térmicas e seus camporientes

- Solar collectors

ICS 91.140.30 ISBN 978-85-87-01682-3

Número de referência
ABNT NBR 15747-1:2009
II páginas

O ABNT 2009
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ABNT NBR i 5747-"12009


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ABIIIT NBR 4 5747-4 :2009

Su-n-ris Pagina

Prefacio ....................................................................................................................................................................... iv
1 Escopo ............................................................................................................................................................1
2 Referências normativas ................................................................................................................................ 1
3 Termos e d e f i n i ~ õ e s......................................................................................................................................1
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4 Durabilidade e confiabilidade ....................................................................................................................... 3


4.1 Materiais e concepcáo .................................................................................................................................. 3
...............................................................................3
.................................................. 4
.................................................. 4
4.3.2 Pressão interna d ...............................................................4
4.3.3 Resistência a alta .................................................. 4
4.3.4 Exposidáo ......... ....................................................... 4
4.3.5 Choque térmic .................................................. 4
4.3.6 Choque té ................................................... 5
4.3.7 Penetracá ................................................... 5
4.3.8 Ensaio de ................................................... 5
......................................................... 5
......................................................... 5
4.4 Procedime ......................................................... 5
......................................................... 5
..................................................
6
.................................................. 6
6 . H t i q u e t a ......... ...................................................
6.3 Nota de instr ...................................................7
Anexo A (informativo) D agão ..........................................i3
A.l Generalidades ...... .........................................................
i3
A.2 Absonredor ............. ...........................................................
i3
A.3 Coberturas transpare ..................................................
9
..................................................9
.................................................. 9
A.6 Barreiras de difusão ...................................................................................................................................... 9
Anexo E3 (informativo) Proteção ao meio ambiente ......................................................................................... 10
B.l Fluido de transferência de calor ................................................................................................................ 10
B.2 Materiais isolantes .......................................................................................................................................10
B.3 Reciclagern de materiais do coletor .......................................................................................................... 10
Anexo C (infornativo) Ensaios a serem repetidos devido a modifica~õesno projeto do coletar ...................11

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e neutros (universidade, laboratório e outros).
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A Associação Brasileira de Normas Tecni tenção para a possibilidade de que alguns dos
elementos deste documento podem ser patente. A ABNT não deve ser considerada
responsavel pela identi

A ABNT NBR 15747-1 foi e dicionado, Ventilação e


Aquecimento (ABNTICB-55), Sistemas para Aproveitamento
Termico da Energia Solar ( aciona1 conforme Edital n" 03,
de 04.03.2009 a 04.05.

Esta Norma e baseada n

Esta Norma cancela e s

A ABNT NBR 15747, s es - Coletores solares",


tem previsão de conter

- Parte I:Requisitos

- Parte 2: Métodos de e

O Escopo desta Norma Bras

Scspe

This pai? of ABNT NBR 15747 spedifies the ility (including mechanical resistance), reliability,
safeiy and thermal performance of Iiquid heating solar collectors. It includes also means for checking
for compiiance of these requirements.

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NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 45747-4 :2(3(39

Sistemas solares térmicos e seus componentes -= Coletores solares


PaYte "I Requisitos gerais

1 Escsps
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Esta parte da ABNT NBR 15747 especifica os requisitos de durabilidade (incluindo resistencia mecânica),
confiabilidade, segurança e desempenho termico dos coletores solares de aquecimento de líquidos.
Também inclui as disposições para a ava as conformidades com esses requisitos.

2 Referências norma

8 s documentos relacion rnento. Para referências datadas,


aplicam-se somente a -se as edições mais recentes do
referido documento (i

ABNT NBR 15747-2, s solares Parfe 2 . Métodos de


ensaio

EN I" 9488, Solar

3 Termos e de

Para os efeitos deste d

3.1
absorvedor
componente de um coletor sol re essa energia na forma de calor para
um fluido

3.2
ângulo de inclinação
ângulo entre o plano horizontal e o plano da superfície especificada

3.3
ar ambiente
ar no espaço (seja interior ou exterior) em torno de um dispositivo de armazenamento de energia termica,
um coletor solar ou qualquer objeto a ser considerado

3.4
carga
calor fornecido para o usuário, por exemplo, sob a forma de água quente

3.5
coletor a vacus
coletor em que o espaço entre a absorção e a cobertura e evacuado

NOTA O desempenho deste coletor depende muito da pressão no interior do espaço em vácuo

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3.6
coletor com líquido de aquecimento
coletor solar que utilize um líquido como fluido de transferência de calor

3.7
coletor solar térmico
dispositivo projetado para absorver a radiação solar e transferir a energia térmica produzida para um fluido que
passa pelo equipamento

NOTA A utilização do termo "painel" é depreciada. para evitar potenciais confusões com menor painéis fotovoltaicos
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3.8
energia solar
energia emitida pe

NOTA 1 Energia

NOTA 2 Energia solar e geral


solar.

3.9
espectro solar
distribuição de comprim

3.1 0
estagna~go
condição de um coletor

3.1 1
fluido de transferência
fluido que é usado para tr

3.12
irradiação solar espectral (
irradiância solar por unidade d

NOTA lrradiância

3.13
radiação
emissão ou transferência da energia na forma de ondas eletromagnéticas ou partículas

3.14
radiação infraverrnelka
radiação eletromagnética de cornprirnento de ondas entre 780 nm a aproximadamente I mm

3.1 5
radiação solar direta
radiação incidente sobre um determinado plano, originado de um pequeno ângulo sólido centrado no disco solar

NOTA 1 Em geral, a radiação solar direta e medida por instrumentos com ângulo do campo de visão de ate 6".
Portanto, uma parte da radiação espalhada ao redor do disco do Sol (radiação circumsolar) é incluída, como o disco solar em si
tem um campo de visão com ângulo próximo de 0,5".

NOTA 2 A radiação direta é usualmente medida com incidência normal

NOTA 3 Aproximadamente 99 % da radiação solar direta recebida no chão está contido dentro do intervalo de comprimento
de ondas de 0,s pm a 3 pm.

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3.1 6
radia-ão solar global
radiação solar hemisferica recebida por um plano horizontal

NOTA1 Aproximadamente 99 % da radiação solar global incidente na superfície da Terra dentro do intewalo
de comprimento de ondas de 0,3 pm a 3 pm.

3.1 7
radia';ãs ultravioleta
radiação eletromagnética de comprimento de onda mais curta que a luz visível (mais curta que aproximadamente
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380 nrn) e mais longa que raio X

NOTA Radiação UVA tem um intervalo de comprimento de onda de 315 nm a 400 nm, radiação UVB tem um intervalo de
comprimento de onda de 280 nm a 315 nm; radiação UVC (intervalo de comprimento de onda de 280 nm a raio X) não pode
ser detectada pelas tecnologias de energia solar.

3.1 8
sistema solar de aquec
sistema composto de c01

3.1 9
sistema solar sem
sistema de aquecim

3.28
temperatura do c6
equivalente da rad s longas recebida
na superfície horizon

4 Durabilidade e

4.4 Materiais e concep

No anexo E3 são descritas in coletores solares, incluindo aspectos


de sua resistência a influên utilização, de forma a conservar sua
confiabilidade operacional.

4.2 Ensaios requeridos

Q coietor deve ser submetido a seguinte serie de ensaios:

a) pressão interna do absorvedor (ver 5.2 da ABNT NBR 15747-2:2009);

b) resistência a alta temperatura (ver 5.3 da ABNT NBR 15747-2:2009);

c) exposição (ver 5.4 da ABNT NBR 15747-2:2009);

d) choque termico externo. Pode estar combinado com o ensaio de resistência a alta temperatura ou de
exposição (ver 5.5 da ABNT NBR 15747-2:2009);

e) choque termico interno. Pode estar combinado com o ensaio de resistência a alta temperatura ou de
exposição (ver 5.6 da ABNT NBR 15747-2:2009);

f) penetração de chuva, somente para os coletores fechados (ver 5.7 da ABNT NBR 15747-2:2009);

g) carga mecânica (ver 5.9 da ABNT NBR 15747-2:2009);

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h) eficiência tkrmica (ver Seção 6 da ABNT NBR 15747-2:2009);

i) resistência ao congelamento, somente em casos especificados em 5.8 da ABNT NBR 15747-2:2009;

j) resistência ao impacto (ver 5.10 da ABNT NBR 15747-2:2009), somente se for solicitado;

k) inspeção final (ver 5.1 1 da ABNT NBR 15747-2:2009);

NOTA Alguns ensaios são realizados duas vezes. Em 5.1 da ABNT NBR 15747-2:2009 encontra-se definida a seqüência
de ensaios e outros detalhes.
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4.3 Critérios de aceita~go

4.3.1 Generalidades

a) vazamentos no absor contatos permanentes entre


o absorvedor e a cobe

b) dano ou deformaça

c) dano ou deformaçã

d) perda de vácuo de possam mais ser classificados


como tais, de aco icado para coletores a vácuo
ou subatmosféricos)

e) acúmulo de umidade

4.3.2 Pressáo interna do

A pressão de ensaio deve ser a

falhas graves descritas em 4.3.1.

4.3.3 Resistência a alta temperatura

Quando ensaiado de acordo com 5.3 da ABNT NBR 15747-2:2009, o coletor não deve apresentar nenhuma das
falhas graves descritas em 4.3.1.

Quando ensaiado de acordo com 5.4 da ABNT NBR 15747-2:2009, o coletor não deve apresentar nenhuma
das falhas graves descritas em 4.3.1 e nenhum dos problemas que constituam falhas graves devem ser de grau 2
na escala dada em B.5.5 da ABNT NBR 15747-2:2009.

4.3.5 Choque térmico externo

Quando ensaiado de acordo com 5.5 da ABNT NBR 15747-2:2009, o coletor não deve apresentar nenhuma das
falhas graves descritas em 4.3.1.

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4.3.6 Choque térmico interno

Quando ensaiado de acordo com 5.6 da ABNT NBR 15747-2:2009, o coletor n l o deve apresentar nenhuma das
falhas graves descritas em 4.3.1.

4.3.7 Penetra-ão de chuva

NOTA Este ensaio se aplica apenas para coletores fechados

Quando ensaiado de acordo com 5.7 da ABNT NBR 15747-2:2009, o coletor não deve apresentar nenhuma das
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falhas graves descritas em 4.3.1.

Na ocorrência de indício de água dentro do coletor, devem ser atendidos os seguintes requisitos:

a) a quantidade de água, deter

b) a mediçáo da

4.3.8 Ensaio de ca

positiva de 1 000 Pa
na cobertura do col :2009, para uma pressáo negativa
de 1 000 Pa nas fi irn como nos suportes do coletor,
o coletor n l o deve Cada fabricante pode estabelecer

4.3.9 Desempenho

Quando ensaiado de não deve apresentar


nenhuma das falhas gra

Este ensaio deve ser realizado c s casos especificados


falha grave conforme
definido em 4.3.1, depois de três (3) ciclos de congelamento e descongelamento.

4.4 Procedimento

Deve ser disponibilizado um coletor para o ensaio. O coletor deve ser ensaiado de acordo com 4.2.
O coletor e considerado conforme a Norma apenas se satisfizer todos os criterios de aceitaçlo.

A resistência ao congelamento deve ser ensaiada em coletores cujo fabricante declare que estes podem suporiar
congelamentos e ciclos de congelamentoldesconcjelamentos, e não estejam previstos para a sua utilização com
fluidos anticongelantes.

A temperatura máxima do fluido considerada no projeto de um coletor solar ou uma instalaçáo solar e a
temperatura de estagnaçáo. Os materiais usados na fabricaçáo de coletores ou nos componentes de instalações
que incorporem o coletor (depósitos de expansáo, válvula de segurança etc,) devem ser escolhidos levando-se em
consideraçlo esta temperatura.

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A temperatura de estagnação deve ser calculada de acordo com 6.3 da ABNT NBR 15747-2:2009 (metodologia 2),
sob os seguintes parsmetros climaticos:

a) radiação global no plano do coletor: 1 000 Wim2;

b) temperatura do ar ambiente: 30 "C.

8 coletor deve permitir uma instalação e montagem segura. Devem-se evitar arestas cortantes, conexões móveis
e outras características pontencialmente perigosas. Se o peso do coletor vazio exceder 60 kg, deve ser incluída
urna ancoragem, exceto para coletores que sejam instalados no telhado. Os coletores que são preenchidos com
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um fluido de transferência de calor que contenha aditivos que provoquem irritação a pele e olhos ou que sejam
tóxicos devem ter uma etiqueta de aviso,

6 ldentificaclo do coletou

6 . e s q u e r n a s e fichas tée

0 coletor sujeito a en descrevendo as dimensões


do coletor e da estrutura, uas principais características
físicas e ópticas, assim ABNT NBR 15747-2:2009.
0 s esquemas devem ter

NOTA O fabricante esta ob

6.2 Etiqueta

0 s coletores devem pos

a) nome do fabricante;

b) tipo;

c) número de série;

d) ano de fabricação;

e) superfície total do coletor, em metros quadrados;

f) pressão máxima de trabalho, em quilopascals;

g) temperatura de estagnação a 1 000 wlm2 e 30 "C;

h) volume do fluido de transferência de calor, em litros;

i) peso do coletor vazio, em quilogramas.

NOTA E possível a emissão de uma declaração de conformidade a favor do fabricante de que o produto cumpre
os requisitos desta Norma. A precisão da declaração e unicamente responsabilidade do seu emitente. Esta declaração não
deve ser confundida com um certificado de conformidade de terceira parte.

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6.3 Nota de inçtruçh de inçtalaç'o

Se comercializados como componentes separados, os coletores solares devem ser acompanhados de um manual
de instrução de instalação. Quando formam parte de um sistema completo, o manual de instalação do sistema
pode cobrir o sistema completo. Neste caso não deve requerer nenhum manual separado para o coletor,
8 manual de instruções deve conter ao menos as seguintes informações:

a) dimensões e peso do coletor, instruções sobre transporte e manipulação do coletor;

b) descrição do procedimento de montagem;


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c) recomendações sobre proteções contra raios;

d) instruções sobre associação de coletores e associaçgo de baterias de coletores,

e) recomendaçõ nham aditivos que podem ser usados


enchimento, operação

g) requisitos de m

Se o coietor for co nte aos consumidores.


toda a documenta o e manipulação do produto deve
estar disponível na

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Anexo A
(informativo)

Descriq5o dos materiais dos coletores sarares e fabricaqso


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A.4 Generalidades

OS coletores solares podem ser


combustíveis.

Convem que a caixa ext


coletor e que altere sua que o coletor esteja
convenientemente projet

Convem que a constr idas na caixa externa, inclusive


na máxima temperatu componentes do coletor sejam
selecionados e constr

sejam resistentes a exp ateriais selecionados nao sejam


resistentes, estejam prot

as conexões do coletor sejam


reparo durante a montagem.
Convém que o projeto do or e a caixa externa.

Convem que os materiais e compone


dos aquecimentos e resfriamentos do iderar resistências a tensões ambientais
do clima exterior causadas por fatores , granizo, vento, alta umidade e poluição
do ar.

Convem que os absorvedores sejam construídos com materiais apropriados, adaptados aos requisitos mecânicos,
térmicos e químicos de sua aplicação. Convem que seja considerado o efeito dos processos de fabricaç-o como
corte, solda, soldas especiais etc. nas propriedades do absorvedor.

Convem que os tubos do absorvedor que guiam o fluxo do fluido de transferência de calor, incluídas as linhas de
conex30, sejam construídos de tal forma que possa efetuar-se a purga de ar durante a operação, assegurando
a capacidade funcional do coletor.

Convém que os absorvedores estejam dimensionados sobre a base de uma pressão correspondente
a sobrepressão de trabalho admissivel especificada pelo fabricante, levando em conta o fator de segurança
de 1,5. As propriedades do fluido transportador também deveriam ser consideradas.

Convem que seja considerado o efeito da maxima temperatura (temperatura de estagnação) do absorvedor
na seleçao do material.

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Em caso de materiais com características resistentes que variem consideravelmente com a temperatura
eiou a exposição a radiação UV, convém que os critérios de avaliação estejam determinados em cada caso
individualmente.

Convém que a parte do absorvedor em contato direto com o fluido de transferência de calor suporte a corrosão
sob condições normais de operação, levando-se em conta a mistura de possíveis aditivos. As paredes dos
coletores que podem ter contato com água de piscina deveriam ser resistentes aos aditivos usados para o seu
tratamento.

Convem que os recobrimentos dos absorvedores mantenham suas propriedades ópticas a alta temperatura,
alta umidade e condensação, e em um ambiente corn alta umidade contendo dioxido de enxofre.
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A.3 Coberturas transparentes

resistência dos polímero o efeito combinado de radiação UV


e temperatura pode ser p mpo e, em caso em que ocorra uma
redução da transmissã reduzir o desempenho do coietor.
Uma redução na re a pode ocasionar urna ruptura
na cobertura do colet

Gonvem que a tran


e que as cobertur poluição do ar, a alta umidade
e a condensação, as

A.4 Materiais is

Convem que os mate


estagnação do coletor.
de vapores com as co nem redução do desempenho do
absowedor, nem corro ras do desempenho do coietor.

Dados os diferentes coeficientes de expansão térmica, convem que se leve em consideração a expans" termica
do material usado no coletor devido a ampla variação de temperatura. Por outro lado, materiais transparentes de
isolamento ou capas de teflon utilizados não deveriam deteriorar apreciavelmente, nem mecânica nem
opticamente, durante a vida útil do coletor, por radiação ultravioleta (UV), alta temperatura e umidade.

Os refletores difusos ou especulares são superfícies refletoras usadas para incrementar a radiação incidente no
absowedor. A superfície refletora deveria ser resistente as influências ambientais como a poluiçáo do ar e a
corrosão por chuva ou umidade. Fora da caixa externa do coletor os refletores deveriam resistir tambem as cargas
mecânicas por vento, neve e granizo, entretanto, por dentro, os refletores deveriam suportar as altas temperaturas.

A.6 Barreiras de difusão

As barreiras de difusão são materiais usados entre os absorvedores e o material isolante para prevenir difusões
fora do material isolante. Deveriam ser capazes de resistir, sem contrações, as altas temperaturas do absorvedor
e a radiação UV. Deveriam tambem resistir a alta umidade ou condensações acumuladas, mantendo-se estanques.

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Anexo B
(informativo)

Proteg-o ao meio ambiente


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-3.4 Fluido de transferência de calor

Convem que o fluido de transferência de calor não seja tóxico, não irrite seriamente a pele ou olhos, não seja
contarninante da sgua, e seja totalmente bio

B.2 Materiais isolantes

Para o isolamento do col rn sido fabricados usando ou


contendo CFC. Os mate temperatura de estagnação
especificada na Seção 5,

B.3 Recielagern de

Convem que o proleto d riais utilizados ern sua fabricação.


Deveria evitar-se ou red

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Anexo C
(Írifsrnativs)

Ensaios a serem repetidos devido a modificag6es no projeto do coietov

No caso de alteração no projeto de coletores, a Tabela C.1 pode ser usada como guia para avaliar a necessidade
de repetição de um ou mais ensaios.
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Tabela 6.1 -- Ensaios que deveriam ser repetidos devido à modificação


respectiva no projeto do coletor

- Não se deve considerar a repetição do ensaio

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