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ESTRUTURAS

HIPERESTÁTICAS
Profº MSc. Nilton Santos Paes Junior

e-mail:
niltons.junior@educadores.net.br

1
Pré-Aula
Assistir ao vídeo:

“Tipos de estruturas: Hipostática, Isostática e Hiperestática | RL”

Link:
https://www.youtube.com/watch?v=VnBel53lrag

“Estruturas Hiperestáticas - Parte 01”

Link:
https://www.youtube.com/watch?v=mu3OVCh-2CI

“Estruturas Hiperestáticas - Parte 02”

Link:
https://www.youtube.com/watch?v=IJac0bs8Zfg
2
Metodologia de Aula

EXPOSITIVAS

Projetor Multimídia Quadro

RESOLUÇÃO DE EXERCÍCIOS EM SALA

LISTA DE EXERCÍCIOS

3
Metodologia de Aula

Levantar a mão e
DÚVIDAS aguardar a autorização

DÚVIDAS DE EXERCÍCIOS

Exercícios de aula ou
Lista
conteúdo

Início da Aula Fim da Aula

4
Critério de avaliação
Avaliação Continuada

COLA !!! ZERO !!! (SEM DIREITO A DISCUSSÃO)


5
Critério de avaliação
Avaliação Continuada

COLA !!! ZERO !!! (SEM DIREITO A DISCUSSÃO)


6
Critério de avaliação
Avaliação Continuada

7
Critério de avaliação

CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES À SEREM ENTREGUES


Disciplina: Estruturas Hiperestáticas Semestre: 2021-2
Semana 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16
Dia 16/ago 23/ago 30/ago 06/set 13/set 20/set 27/set 04/out 11/out 18/out 25/out 01/nov 08/nov 15/nov 22/nov 29/dez
PROVA SEMANA Aula 7 Aula 8 Aula 11 PROVA
Aula 1 Aula 2 Aula 3 Aula 4 Aula 5 Aula 6 Aula 7 Aula 8 Aula 10 Aula 11
1º BIM. PALESTRAS Aula 8 Aula 9 Aula 12 2º BIM.
Aula *
ITENS FERIADO FERIADO
Exercícios Pós-Aula 100 Ptos 100 Ptos 100 Ptos 100 Ptos 100 Ptos 200 Ptos 200 Ptos 200 Ptos 200 Ptos
Print Print Print Print
Print da Unidade Unid. 1 Unid. 2 Unid. 3 Unid. 4
150 Ptos 150 Ptos 200 Ptos 200 Ptos
7000 Ptos
Print DNM 2500 Ptos 20% 9000 Ptos 20%
c 300 Ptos c
Certif. ED
Certificado ED
200 Ptos
TOTAL 1000 Ptos 200 Ptos 1500 Ptos * AP 400 Ptos

8
Critério de avaliação

ATENÇÃO

9
Critério de avaliação

O ALUNO DEVERÁ
ADMINISTRAR SUAS NOTAS E
FREQUÊNCIA...!!!

...E NÃO O
PROFESSOR!!!

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Critério de avaliação e PEA

Conteúdo (matéria) n livros e n sites !!!

Vou avaliar o raciocínio e a desenvoltura de vocês !!!

Objetivos do PEA:
•Calcular os esforços de estruturas em geral (vigas,
treliças e pórticos planos) aplicando os métodos
apresentados.

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Conteúdo Programático do PEA
1. Estruturas Hiperestáticas
Introdução e Conceitos.

2. Analogia da Viga Conjugada


Introdução, Conceitos e Exercícios.

3. Princípio dos Trabalhos Virtuais


Introdução, Conceitos e Exercícios.
4. Método das Forças
Conceituação, aplicação e considerações
5. Método dos Deslocamentos
Conceituação, aplicação e considerações 12
Estruturas Hiperestáticas

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Estruturas Hiperestáticas

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Conteúdo Programático do PEA

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Bibliografia
• MARTHA, L. F. Análise de Estruturas – Conceito e Métodos
Básicos. 1ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.

• SORIANO, H. L., LIMA, S. S. Análise de Estruturas – Método das


Forças e Método dos Deslocamentos. 2ª ed. Rio de Janeiro: Ed.
Ciência Moderna, 2006.

• SÜSSEKIND, J. C. – Curso de Análise Estrutural. Vol. 1 -


Estruturas Isostáticas - 6ª ed. Porto Alegre: Ed. Globo, 1981.

• SÜSSEKIND, J. C. – Curso de Análise Estrutural. Vol. 2 –


Deformações em Estruturas - Método das Forças - 4ª ed. Porto
Alegre: Ed. Globo, 1980.

• SÜSSEKIND, J. C. – Curso de Análise Estrutural. Vol. 3 – Método


das deformações – Processo de Cross - 7ª ed. Porto Alegre : Ed.
Globo, 1981.
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Bibliografia

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Estruturas Hiperestáticas

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Estruturas Hiperestáticas

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Estruturas Hiperestáticas

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Estruturas Hiperestáticas

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Estruturas Hiperestáticas

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Estruturas Hiperestáticas

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Estruturas Hiperestáticas

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Estruturas Hiperestáticas
São estruturas cujos esforços internos e externos não podem ser
determinados apenas pelas condições de equilíbrio.

O valor da reação H é indefinido se considerarmos somente as condições de equilíbrio.


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Estruturas Hiperestáticas

Para resolver uma estrutura hiperestática, é sempre necessário


considerar os três grupos de condições básicas da análise estrutural:
Condições de equilíbrio
Condições de compatibilidade entre deslocamentos e deformações
Condições impostas pelas leis constitutivas dos materiais

Resolução dessas estruturas mais complexa !!!

Apesar dessa desvantagem da estrutura hiperestática (resolução mais


complexa), a maioria das estruturas é estaticamente indeterminada
(hiperestática).

Isso se deve a alguns motivos:

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Estruturas Hiperestáticas - Vantagens

• Algumas formas estruturais são intrinsecamente hiperestáticas


Esqueleto de um edifício
Casca de uma cobertura
Treliça espacial

• Os esforços internos em uma estrutura hiperestática, tem em geral,


uma distribuição mais otimizada ao longo da estrutura, podendo levar
a menores valores para os esforços máximos (figura do slide 16)

• Na estrutura hiperestática, há um controle maior dos esforços


internos por parte do analista estrutural.

Figura do próximo slide O quadro hiperestático dessa figura


apresenta três situações para a rigidez
relativa entre a viga e as colunas.
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Estruturas Hiperestáticas
•Colunas mais rígidas que a viga

Rotações das extremidades da


viga sejam muito pequenas

~ caso viga engastada

•Situação intermediária

•Viga mais rígida que as colunas

Colunas não impedem a


rotação das extremidades

~ caso viga apoiada

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Estruturas Hiperestáticas
• Os vínculos excedentes podem induzir uma segurança adicional
Se por algum motivo, parte da estrutura hiperestática perder sua
capacidade resistiva, a estrutura ainda pode ter estabilidade.

Redistribuição de esforços

Inicialmente, pode-se concluir que as estruturas isostáticas deveriam


ser evitadas, porem:
•Ter seu esforços internos calculados pelas
cargas aplicadas e pela geometria da estrutura

Vantagens •Não gerar esforços adicionais por conta de


pequenos deslocamentos

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Teoria de Vigas de navier
Deformações Axiais

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Teoria de Vigas de navier
Deformações Normais por Flexão

31
Teoria de Vigas de navier
Equilíbrio entre tensões e Esforços Internos

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Teoria de Vigas de navier
Lei Constitutiva dos Materiais

Lei de Hooke

Teoria da Elasticidade

σx=E.εx
σx Tensão Normal
εx Deformação Normal
E Módulo de Elasticidade (Propriedade do material)

Com base nas relações entre deformações e deslocamentos em


barras, nas relações das leis constitutivas dos materiais e nas relações
de equilíbrio em tensões na seção transversal e esforços internos, é
possível estabelecer relações entre os deslocamentos relativos internos
e os esforços internos.

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Teoria de Vigas de navier
Deslocamentos Relativos Internos provocados por Esforços

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Teoria de Vigas de navier

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Teoria de Vigas de navier

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Teoria de Vigas de navier

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Pós-Aula

Resolver as questões:

Páginas 65 à 67 do livro texto.

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BOA NOITE!!!

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