Você está na página 1de 2

PHD - 2301 LISTA DE PROBLEMAS DO CAPÍTULO DE ORIFÍCIOS, BOCAIS E VERTEDORES

1. Um orifício circular de paredes delgadas tem área S igual a 1 cm2, coeficiente de contração igual a 0,60 e está
submetido a uma carga de 5 m. Sabendo-se que nestas condições de funcionamento sua perda de carga é igual a
0,10 m, pede-se: 1) o valor da velocidade real do jato na seção contraída; 2) a vazão; 3) qual será a nova perda de
carga se a área do orifício for dobrada, admitindo-se os mesmos coeficientes de contração e de velocidade.
Respostas: 1) 9,8 m/s; 2) 0.59 l/s; 3) 0,10 m.
2. Na parede vertical de um reservatório A de grandes dimensões existe um orifício afogado (1) que deságua num
reservatório B. Este, por sua vez, possui também um orifício de paredes delgadas (2) que deságua livremente na
atmosfera. Supondo-se regime permanente e sabendo-se que o desnível entre a superfície livre do reservatório A e
o centro de gravidade do orifício 2 vale 5 m, calcular: 1) os valores de H1, desnível entre as superfícies livres dos
dois reservatórios e H2, a carga sobre o orifício 2; 2) a vazão em regime permanente. São dados: coeficientes de
velocidade e contração iguais dos dois orifícios, sendo respectivamente de 0,98 e 0,61; áreas S1 e S2 dos orifícios
de 2 cm2 e 4 cm2. Respostas: 1) H1 = 4 m e H2 = 1 m; 2) 1,06 l/s.
3. Na parede vertical de um reservatório existem dois orifícios de paredes delgadas e de pequenas dimensões.
Sabendo-se que o orifício inferior está a uma altura z acima do chão e que o outro está a uma altura x abaixo da
superfície livre da água, e ainda que seus jatos atingem o chão no mesmo ponto, pede-se determinar que relação
existe entre as medidas x e z. Supor que os coeficientes de velocidade dos orifícios sejam iguais. Resposta: x = z.
4. Um reservatório A deságua, através de dois orifícios verticais de parede delgada, 1 e 2, em outro reservatório B
que possui um orifício em seu fundo (3). Ambos os reservatórios tem o mesmo nível de fundo, sendo que o nível
da superfície livre da água no reservatório A está a uma altura de 2,5 m do fundo. Sabendo-se que as vazões dos
orifícios 1 (mais alto) e 2 (mais baixo) do reservatório A são iguais e que seus jatos caem no mesmo ponto da
superfície livre da água no reservatório B, pede-se: a) a vazão do orifício 1; b) a carga do orifício 2; c) a carga do
orifício 3; d) a área do orifício 3; e) a perda de carga do orifício 1. Admitir: S1 = 2 cm2, S2 = 1 cm2, a diferença de
cotas entre os orifícios 1 e 2 é de 1 m, os coeficientes de vazão e de velocidade dos três orifícios são iguais,
respectivamente, a 0,6 e 0,98. Respostas: a) 0,31 l/s; b) 1,33 m; c) 0,83 m; d) 2,53 cm 2; e) 1,32 cm.
5. Um bocal cilíndrico externo de área S igual a 2 cm2 e coeficiente de vazão igual a 0,85 produz um jato de água de
velocidade de 5 m/s. Nessas condições pede-se determinar: 1) a carga no bocal; 2) a vazão em escoamento; 3) a
perda de carga no bocal. Respostas: 1) 1,77 m; 2) 1,0 l/s; 3) 0,49 m.
6. Um bocal cilíndrico interno, funcionando com veia descolada, tem área igual a 2 cm2, coeficiente de velocidade de
0,98 e coeficiente de contração de 0,52 e está submetido a uma carga de 2 m. Nestas condições determinar: 1)
qual a área de um bocal externo com coeficiente de velocidade de 0,85 que com a mesma carga descarrega a
mesma vazão; 2) calcular a perda de carga em metros em cada uma destas peças. Respostas: 1) 1,2 cm2; 2) no
bocal interno: 0,08 m e no bocal externo: 0,56 m.
7. Um reservatório fechado possui numa de suas paredes um orifício circular de paredes delgadas de 1 cm2 de área,
de coeficiente de contração 0,61 e coeficiente de velocidade 0,98. Sabendo-se que a carga de água sobre o orifício
é de 2 m e que um manômetro acusa a pressão interna acima deste nível, pede-se calcular: 1) a vazão de água que
passa pelo orifício supondo pressão atmosférica no interior do reservatório; 2) a perda de carga neste orifício; 3)
substituindo-se o orifício por um bocal cilíndrico externo de mesma área e de coeficiente de vazão igual a 0,82,
determinar o valor da pressão efetiva a ser indicada pelo manômetro para que se tenha simultaneamente a mesma
vazão e a mesma posição do nível d’água; 4) a perda de carga no bocal neste caso. Respostas: 1) 0,37 l/s; 2) 0,08
m; 3) - 930 Kgf/m2; 4) 0,34m.
8. Um reservatório cúbico, tendo aresta igual a 1 m é provido de um orifício de fundo de área igual a 1 cm2 . Estando
o reservatório completamente cheio de água no instante inicial, calcular o tempo necessário para que o mesmo se
esvazie completamente, admitindo o coeficiente de vazão igual a 0,62. Resposta: 7286 s.
9. Um reservatório de seção quadrada de 1,0 m de lado possui um orifício circular de paredes delgadas de 2,0 cm2 de
área e de coeficientes de contração e velocidade iguais, respectivamente, a 0,63 e 0,97, situado na cota 2,0 m
acima do piso. Inicialmente com uma vazão de alimentação o nível do reservatório mantém-se estável na cota 4,0
m. Nestas condições pede-se: 1) a vazão; 2) a distância x da vertical passando pela seção contraída até o ponto
onde o jato toca o solo; 3) a perda de carga no orifício; 4) interrompendo-se bruscamente a alimentação num
determinado instante, determinar o tempo necessário para o nível baixar até a cota 3,0 m. Respostas: 1) 0,77 l/s;
2) 3,88 m; 3) 0,12 m; 4) 1531 s.
10. Durante um teste de aferição de um vertedor retangular de parede delgada, sem contrações laterais, a carga foi
mantida constante e igual a 30 cm. Sabendo que o vertedor tem 2,40 m de largura e que o volume de água
coletado em 38 s foi de 28,3 m3 pede-se determinar o coeficiente de vazão do vertedor. Resposta: 0,427.
11. Deseja-se construir um vertedor triangular de paredes delgadas, em ângulo reto, para medição de vazão de água
em um laboratório. Sabendo-se que a vazão máxima a ser medida é de 14 l/s, determinar: 1) a altura mínima do
vertedor, contada acima de seu vértice, para permitir a vazão pedida; 2) qual o erro de medição de vazão
produzido por um erro de 1 mm cometido na medição da carga, sendo a vazão próxima da máxima. Respostas: 1)
0,158 m; 2) 0,22 l/s.