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Confie em Deus
Se você possui alguns meses de cristão, certamente já ouviu algum incrédulo dizer algo do tipo “se
Deus existe porque ele não multiplica os pães lá em casa hoje mesmo”. Muitos dos que não creem em
Deus se prendem ao fato de só terem confiança em Deus se ver um milagre bíblico acontecer na sua
frente, na hora que querem. Desejam isso, no entanto, não para glorificarem Deus por livramento ou
grande poder, mas duvidam de sua capacidade e esperam o fracasso para zombarem dos que creem.
Se engana quem acha que isso não ocorria mesmo em tempos bíblicos. Confie em Deus sem fazer
disso moeda de troca.
Sempre que lemos ou vemos pregações sobre a tentação de Jesus – Mateus 4, Marcos 1: 12 e 13 e
Lucas 4 – devemos refletir sobre todas as vezes que colocamos o Senhor à prova. Certamente, muitos
cristãos, sem perceber, colocam Deus à prova. Quando queremos que Deus aja conforme nosso
entendimento, não aceitamos uma situação adversa como vinda de Deus, queremos ganhar mais
dinheiro, emprego melhor, curarmos instantaneamente de nossas doenças e outros milagres como
sinal de que Deus está conosco. Dessa forma estamos tentando Deus sem nos darmos conta. Assim
como incrédulos colocamos nossa confiança a Deus atrelada aos milagres apenas. Confie em Deus
mesmo quando os milagres não acontecem

Então o diabo o levou à Cidade Santa, colocou-o sobre o pináculo do templo e lhe
disse: Se és Filho de Deus, atira-te abaixo, porque está escrito: aos seus anjos
ordenará a teu respeito que te guardem; e: eles te sustentarão nas suas mãos para
não tropeçares nalguma pedra. Respondeu-lhe Jesus: Também está escrito: não
tentarás o Senhor, teu Deus.
Na ocasião, Jesus estava jejuando quando satanás tentou manipulá-lo por três vezes. No trecho acima,
satanás usou Salmos 91:11 e 12 para fazer com que Jesus pensasse algo do tipo “é verdade. Vou me
jogar daqui e nada me acontecerá e todos em volta crerão em Deus”. A resposta de Jesus Cristo foi
baseada em Deuteronômio 6:16, para demonstrar que ele não estava preocupado com provas e
milagres. Ele tinha certeza de quem era e do que faria. O inimigo de nossas almas nos desafia
diariamente nos intimando “confie em Deus nessa situação ruim que está vivendo”.
Vivendo à base de trocas
A saída do povo hebreu do Egito também tem inúmeras passagens que mostram como estamos
propensos a crer em Deus na base de milagres. Em Êxodo 15:22 a 27, por exemplo, podemos ler sobre
o povo que já havia saído do Egito e caminhava por três dias no deserto. Começaram a murmurar
contra Moisés porque não tinham o que beber. Em Êxodo 16:3 podemos ler que o povo já reclamava
de novo. Ora, este povo não tinha acabado de superar dez pragas, passaram pelo Mar Vermelho e
viram água amarga virar doce? Ainda assim continuavam murmurando. É como se tivessem se
acostumado com os milagres, quando eles não aconteciam, era o suficiente para não terem mais
confiança em Deus.
Da mesma forma, muitos cristãos continuam murmurando contra o Senhor mesmo
depois de viver seus milagres. Pois atrelam milagres com sua confiança em Deus.
Todos os dias somos tentados a viver um milagre sobrenatural. Queremos que a chuva pare no exato
momento que vamos sair de casa, que o ônibus se atrase só por nós, que o sorteio do carro seja em
nosso nome, que a gripe seja curada na hora, que acordemos com um problema resolvido. Quando as
coisas não acontecem como queremos ficamos frustrados e podemos achar que Deus não existe.
Ouvimos testemunhos de pessoas que viveram milagres de Deus, histórias de outras pessoas que
queremos viver para nós todos os dias. Por isso, confie em Deus por gratidão.
Buscar mais de Deus não é colocá-lo à prova
O cristão que verdadeiramente já passou por uma transformação de vida sempre vai querer mais de
Deus. É natural. Quem vive uma experiência com o Senhor vai querer novas experiências todos os dias,
mas não podemos firmar nossa fé nas experiências. Os milagres de Deus não são mais importantes
que o próprio Eterno.
No texto sobre a tentação de Jesus lemos como Jesus Cristo estava tranquilo, pois
ele sabia quem era e tinha certeza do que viveria. O ‘milagre por milagre’ não era
seu alvo. O termo ‘milagre por milagre’ que me refiro é ao milagre simplesmente
para nosso ego, sem um propósito de crescimento espiritual.
A fronteira entre buscar mais de Deus e colocá-lo à prova é estreita e muitas vezes caímos nesta
armadilha, por isso é importante a constate oração, leitura da palavra e comunhão com outros cristãos,
pois o Espírito do Altíssimo é o que vai confortar nosso coração nos dar sustento. O mestre nos disse
que “no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo” – João 16:33. Caso não fosse assim ele diria que
não encontraríamos dificuldades por viver confiando em seu poder. Jesus motiva você para que confie
em Deus mesmo nas aflições.
O dever do cristão é buscar a face de Deus e não suas mãos somente. Queremos as bênçãos do
criador, mas negligenciamos sua comunhão. Achamos que é mais importante para nossa fé o ‘milagre
urgente’ do que um momento de adoração, louvor, oração, leitura, comunhão com o Pai.
Queremos milagres para os outros verem
Outro erro comum do cristão é achar que um milagre a vistas de todos poderá converter vidas. A
confiança em Deus não se dá por um milagre, mas por transformação de vida. Quem sabe disso é
Deus. Como vimos, sobre a saída dos hebreus do Egito, o povo passou por milagres grandiosos, mas
ao encontrar a primeira dificuldade começou a murmurar. Algumas vezes, pensamos que temos o
mesmo conhecimento que o Eterno. Ele conhece cada vida e sabe que aquilo que seria impressionante
para nós, não será para os outros.
Em João 7: 1 a 9 lemos sobre os irmãos de Jesus (filhos de José com Maria), que duvidavam o
chamado de Jesus. Nos versículos 3 e 4 podemos ver que os próprios irmãos de Jesus desafiavam o
mestre e não acreditavam ser Jesus o Messias.
“Dirigiram-se a ele, pois, os seus irmãos e lhe disseram: Deixa este lugar e vai para
a Judéia, para que também teus discípulos vejam as obras que fazes. Porque
ninguém há que procure ser conhecido em público e, contudo, realize os seus feitos
em oculto. Se fazes estas coisas, manifesta-se ao mundo”.
Como podemos ver, os próprios irmãos de Jesus zombavam e desafiavam o poder de Jesus, mas o
mestre se manteve calado. Este é um bom texto para que você confiem em Deus. Assim, muitas vezes
desafiamos o poder de Deus e queremos que ele se manifeste ao mundo porque esta é NOSSA
VONTADE, mas não é a do Senhor, caso fosse, certamente já teria feito isso.
“Todavia seja feita a tua vontade”
Queremos muitos sinais e milagres. Sempre achamos que é por “uma boa causa”. Evidente que todo
cristão acredita que os milagres de Deus não podem render mal algum, mas quando formos tentados
por este pensamento devemos lembrar que os pensamentos de Deus são mais altos que os nossos,
mesmo quando nosso querer é bom. Querer uma cura para outra vida, por exemplo, é um bom motivo
para orar, mas não podemos exigir de Deus o agir que queremos, que imaginamos.
Quando lemos Mateus 26:39 podemos ver que mesmo o mestre passou pela
dificuldade de separar sua vontade carnal da do pai celestial. Pouco antes de ser
crucificado clamou ao Pai. “Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia,
não seja como eu quero, e sim como tu queres”.
Ele estava nos ensinando “confie em Deus” não importa a dor. Que a partir de hoje, tenhamos esta
postura de colocar a vontade de Deus acima da nossa mesmo quando nossa intenção for boa. Pedir
por milagres para provar aos outros o poder de Deus, por exemplo, só demonstram como nossa
confiança em Deus está baixa. Confie em Deus independentemente das circunstâncias

O que é apostasia e como evitar abandonar a



Alguns trechos bíblicos nos alertam sobre a apostasia da fé, o abandono da fé. Podemos abandonar
nossa fé por diversos motivos e em diferentes situações, mas sempre que passamos menos tempo em
companhia de cristãos e mais tempo preocupados com o que nos rodeia neste mundo, passamos a
agir conforme os valores deste mundo. Por isso não pode haver comunhão entre luz e trevas, não
conseguimos equilibrar os dois. Quando deixamos de andar na luz, evidentemente, nossa fé também
diminui, pois nossas referências mudam. Nesta devocional vamos refletir sobre o tempo que passamos
buscando as coisas santas e o tempo que passamos com coisas que não edificam.
Quando passamos mais tempo com pessoas que não possuem a mesma fé que nós, que não
defendem os valores cristãos, estamos mais propensos a cair na apostasia, pois passamos a ter mais
desejo de agir como nossas referências de mundo.
Podemos usar a velha analogia brasa retirada do fogo. Quando tiramos um pedaço de brasa do fogo e
a colocamos longe do fogo, com o tempo a brasa se esfria a ponto de não queimar mais nada.
Quando estamos longe do povo de Deus, também nos esfriamos em nossa fé, e abandonamos os
valores que acreditávamos quando tínhamos uma rotina de vida cristã.

Nossas alianças
A apostasia começa quando queremos ficar mais tempo com amigos e afazeres que não nos edificam.
Claro que não é possível não ter contato com pessoas não cristãs ou situações que não edificam, mas
não podemos ter aliança com elas, não devemos nos aproximar dessas coisas que não nos trazem
benefícios.
Vamos tomar como base para esta devocional sobre apostasia o texto de Êxodo 34:15 e 16 – “Para que
não faças alianças com os moradores da terra, não suceda que, em prostituindo eles com os deuses e
lhes sacrificando, alguém te convide, e comas dos seus sacrifícios e tomes mulheres das suas filhas
para os teus filhos e suas filhas prostituindo-se com os sues deuses, façam que também os teus filhos
se prostituam com seus deuses”.
Esta é uma orientação para que o povo se mantenha unido com seu próprio povo.
O que falta para muitos cristãos, hoje, é este sentimento de união.
Começam a namorar quem não é cristão, aceita assistir um programinha de tv aqui (novelas, séries e
outros programas que cultuam a prostituição e a mentira), gostam de ir a uma festinha ali, falam mal
daquela igreja, daquela outra, criticam um cantor gospel, não concordam com o pastor X etc. E não se
mantêm unidos com seu povo e sim com o que o mundo oferece. A aproximação dessas coisas podem
nos levar à apostasia da fé.
Não podemos compactuar com aquilo que não condiz com nossa fé. Temos que nos mantermos longe
do pecado, ou do que pode nos levar a pecar.
O que Deus espera de seu povo, dos herdeiros de Abraão é a santidade, é manter-se longe do pecado,
como está escrito no primeiro versículo do livro de Salmos: bem-aventurado o homem que não anda
no conselho dos ímpios, que não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos
escarnecedores.
É assim que os cristãos devem se comportar. Mantendo sua fé, e zelando pelos outros cristãos
também. Quando olhamos para os irmãos como pessoas que podem nos ajudar e que também podem
receber nossa ajuda, combatemos a apostasia.
O que pode nos levar a pecar
Quando refletimos sobre o que pode nos levar a pecar, devemos lembrar de coisas que não são
pecado em si, mas que têm forte possibilidades de nos fazer pecar. Um exemplo claro são as novelas
(em especiais as da Globo). Assistir novela não é pecado, mas as cenas e enredos são tão mundanos
que fica difícil não termos pensamentos de sensualidade, vingança, justiça própria ou ganância,
enquanto assistimos a estes programas. Os programas de auditório, com dançarinas e apresentadoras
incentivando a lascívia  a sensualidade também podem servir de exemplo.
Ir a festas e encontros de amigos não é pecado, mas devemos dosar esses eventos e estudar bem o
local e as pessoas que ali estarão. Muitas pessoas iniciam sua apostasia porque se empolgam com essa
vida social.
Exemplo de união
Após a destruição de Jerusalém pelo império romano, algumas décadas após a morte de cristo, os
judeus se espalharam pelo mundo.  Alguns foram para a África, Etiópia, principalmente, outros para a
Ásia, região onde hoje é a Rússia, outros para Itália, Grã-Bretanha, enfim espalharam-se totalmente.
Ainda assim, mantiveram seus costumes, sua tradição, sua religião, e até o idioma hebraico.
Foram caçados pelos romanos, depois pela igreja católica, e finalmente pelos nazistas. Ainda assim, os
poucos sobreviventes sempre se mantiveram unidos, mesmo espalhados pelo mundo não
abandonaram a fé. Esse sentimento de união serve de referência para lutarmos contra a apostasia.
Nos anos quarenta, após a segunda guerra mundial, finalmente, através de inúmeros acordos e
reuniões, a região da Palestina foi destinada ao povo judeu.
Quase dois mil anos sendo constantemente massacrados, voltaram com os mesmos costumes, a
mesma religião, o mesmo idioma, mesmo vindo da Rússia, África, Estados Unidos, Itália, Espanha,
Alemanha, Polônia…
Nenhum outro povo ficou separado por tanto tempo e se reencontraram com os mesmo costumes, fé
e língua.
O grande segredo foi, mesmo espalhados pelo mundo, o povo judeu se manteve em comunidades
judaicas e em comunhão entre si. Esta história nos mostra que quando estamos com nosso povo, não
importa o que acontece ao redor, podemos manter nossa fé viva e forte.
Esperamos que, ao final desta devocional, você reflita sobre suas companhias, seus hobbies, para que
não caia na apostasia por falta de comunhão daquilo que traz edificação à sua vida, recordando o
texto de Hebreus 3:12 – Cuidado, irmãos, para que nenhum de vocês tenha coração perverso e
incrédulo, que se afaste do Deus vivo.
https://www.bibliaon.com/dinamicas_para_celulas/

3. Energizer com Comandos


Objetivo: Promover um ambiente interativo de descontração e atenção ao que se pede.
Materiais: Nenhum. Apenas será necessário algum espaço para as pessoas andarem.
Como se faz: Explique que todos deverão seguir as ações que o líder disser. 
 Andar - Parar

 Palma - Nome

 Dançar - Pular
Ao som do comando: "Andar!", as pessoas deverão começar a andar de um lado para o outro, a
seguir, quando disser "Parar!" elas devem parar imediatamente. Depois, faça o mesmo com os
outros comandos: "Palma!" Devem bater uma palma; "Nome!" devem dizer o nome; "Dançar!"
devem dançar no lugar e "Pular!" dar um salto.
Variação: Inversão dos comandos para dificultar. Ex. quando disser "Nome"- devem bater uma
palma e quando disser "Palma"- devem dizer o nome. Poderá fazer a sequência normal dos
comandos e depois ir alternando com comandos trocados.

Veja a seguir como coordenar essa dinâmica (vídeo em inglês):

Aplicação bíblica: Êxodo 19:8;Deuteronômio 26:17-19 ("Faremos tudo que o Senhor


mandou..."). Obediência aos mandamentos que Deus deu através da Bíblia Sagrada.

4. Jogo da memória - (Nome e o que gosta)


Objetivo: Memorizar nomes e coisas que os participantes gostam. Essa dinâmica ideal para
grupos novos ou com novos integrantes. 
Materiais: Nenhum.
Como se faz:
1. Posicione os participantes em círculo, de modo que todos consigam ver uns aos outros.
2. Explique que cada pessoa deverá se apresentar ao grupo dizendo o seu nome e uma coisa que goste
muito de fazer, de comer ou admire muito, etc. (peça que não repitam o que já tiver sido dito).
3. Na sequência, a pessoa ao lado (direito) de quem acabou de falar terá que repetir a informação que
ouviu e acrescentar o seu nome e aquilo que gosta. E assim por diante...
4. Ex.: "Ele é Fulano que gosta muito de dormir, ela é Beltrana e gosta de chocolate, eu sou
Sicrano e gosto do mar...".
5. O último ficará preocupado pois terá que se lembrar de todos que o antecederam, mas você pedirá para
que o primeiro participante (que tinha dito apenas o seu nome e gosto) faça a sequência de todo o
grupo.  
Variação 1: Você poderá pedir, que em vez do gosto, digam: uma coisa que não gostem, ou
uma qualidade que os definam, ou um personagem bíblico que mais gostem, ou um super
herói que admiram, etc.
Variação 2: Caso o grupo não seja muito grande, insira um outro elemento para dificultar um
pouco mais a memorização. Faça a sequência normal dos participantes, do 1º até o 3º. Mas o
participante 3 (6, 9, 12...) deverá incluir o "Pi" (personagem interessante da Bíblia). Então, a cada
3 participantes (1, 2, 3-Pi, 4, 5, 6-Pi, 7, 8, 9-Pi...) deverão dizer depois da sua apresentação, um
personagem bíblico que gostem e uma característica ou qualidade. Ex:  "Ele é Fulano que gosta
muito de futebol, ela é Beltrana e gosta de dançar, eu sou Ciclano e gosto de estudar  e Pi é João
Batista que comia gafanhotos..."
Aplicação Bíblica: Mateus 20:16 ("Os últimos serão os primeiros e os primeiros serão os
últimos..."). Ser o primeiro (ganhar vantagem inicialmente) nem sempre é o melhor.
5. Quem vê cara não vê coração
Objetivo: Desenvolver a interação e descontração entre participantes através de um
ambiente criativo. 
Materiais: Música animada, folhas de papel (A4 ou metade) e canetas (canetinhas coloridas, giz
ou lápis, etc).
Como se faz:
1. Distribua uma folha de papel para cada participante e peça para que escreva o seu nome num cantinho
do papel.
2. A seguir, peça que os participantes andem aleatoriamente pela sala e parem quando a música parar
(ou quando o líder disser).
3. Ao sinal de parar, deverão trocar os papéis com as pessoas que estiverem mais perto. Isso deve
acontecer 5 vezes.
4. Peça que desenhem: primeiro, os olhos, depois, a boca, o nariz, orelhas, contorno do rosto e cabelos
da pessoa que tem o nome na folha.
5. A cada vez que param devem trocar e desenhar apenas uma das partes do rosto. Se as pessoas não
se conhecerem, deverão perguntar, antes de desenhar, por quem tem o nome escrito na folha. O
desenho não deve ser mostrado ao "dono" até que esteja completo.
Variação 1: A pessoa que inicia o desenho, ou quem faz os olhos deverá fazer um auto-retrato,
no verso da folha. Enquanto a música toca, as pessoas vão trocando as folhas entre si, de modo
que já não seja possível saber quem desenhou a si mesmo. O dono da folha terá no fim, duas
imagens: o seu desenho feito por 5 pessoas diferentes mas terá que descobrir quem foi que
desenhou os olhos e fez o auto-retrato. 

Variação 2: Para grupos de crianças, poderá usar a música "Cabeça, ombros, joelho e pé", nos
momentos em que andam pela sala. Poderão desenhar partes do corpo todo durante o jogo em
vez de ser o rosto somente.
Aplicação Bíblica: 1º Samuel 16:7 ("O homem vê a aparência, mas o Senhor vê o coração...")
6. Bingo Humano
Objetivo: Desenvolver a comunicação e conhecimento interpessoal de forma divertida. 
Materiais: Cartelas (elaboradas previamente) e canetas.

Modelos de cartelas:
Como se faz:
1. Distribua cartelas e canetas entre os participantes (faça cartelas diferentes, como nos modelos acima).
2. Ao seu sinal, eles deverão perguntar uns aos outros e encontrar pessoas que correspondam a cada
item da cartela. Não deve haver repetição de nomes na mesma cartela, nem se deve escrever nomes
aleatórios, sem confirmação.
3. A pessoa que preencher primeiro todas as lacunas com nomes, deverá gritar: "BINGO!" e mostrar a
cartela ao facilitador.
4. Se estiver tudo completo e sem repetições, tal participante poderá ser declarado como vencedor, mas
antes, deverá confirmar se as informações são verdadeiras.
5. Chame as pessoas que aparecem na cartela do vencedor e peça para que confirmem a veracidade dos
dados. Ex. peça a quem sabe cantar o hino nacional que cante (ao menos um trecho); a quem sabe
falar inglês, que diga uma frase ou um versículo em inglês; quem consegue fazer flexões, que as faça
ali mesmo, etc. 
Variação: Poderá fazer também o bingo fracionado. Primeiro, deve dizer "Bingo!" quem
preencher a coluna vertical. Depois quem fizer a coluna horizontal e por último, quem tiver toda a
cartela completa. Assim, o jogo poderá ter 3 vencedores diferentes. Não deixe de confirmar as
informações no final, para que mais pessoas participem na brincadeira.
Dica: Poderá preparar um prêmio (brinde, chocolate, pirulito) para o(s) vencedor(es) do jogo.
Aplicação Bíblica: Efésios 4:25 ("cada um fale sempre a verdade com o seu próximo...")
7. Mensagem secreta
Objetivo: Possibilitar partilha de ideias e mensagens entre os integrantes do grupo. 
Materiais: Folhas, canetas (canetinhas, lápis, giz, etc), fita dupla face, fita crepe ou durex.
Como se faz:
1. Entregue uma folha para cada participante. Peça que coloquem o nome no canto superior e lhe
devolvam.
2. Fixe a folha nas costas da respectiva pessoa, utilizando a fita crepe ou dupla face. Peça a ajuda de 1 ou
2 pessoas para agilizar o processo.
3. Quando todos tiverem as folhas com seus nomes fixados nas costas, entregue as canetas.
4.  Peça que escrevam nas folhas uns dos outros (em todos ou no máximo possível, consoante o tempo
disponível) uma qualidade que aprecia naquela pessoa ou alguma mensagem, versículo que queiram
partilhar. 
5. Em princípio, as mensagens devem ser anônimas. No fim, cada pessoa poderá ler a sua própria folha
as mensagens escritas pelo grupo.
Aplicação Bíblica: 2ª Coríntios 3:2 ("vocês são cartas, escritas em nosso coração, conhecida e
lida por todos"). Todo o mundo lê as nossas vidas e conhece quem temos sido de verdade...
8. Retrato Falado
Objetivo: Desenvolver mais interação entre os integrantes do grupo, de modo que aprendam
a ouvir melhor orientações. 
Materiais: Folhas, canetas (canetinhas, lápis, giz, etc), mesa de apoio, quadros ou cavaletes de
pintura/desenho.
Como se faz:
1. Prepare algumas imagens abstratas e aleatórias, relacionadas ou não com a temática abordada no dia.
2. Divida o grupo em 2 ou mais equipes (conforme a quantidade de participantes).
3. Peça que os grupos elejam um desenhista para a sua equipe. Dê folhas e canetas ao desenhista, que
ficará de costas para o restante do grupo, num lugar apropriado para desenhar.
4. Entregue as imagens às equipes. A tarefa é descrever a imagem para o desenhista, sem que este a
veja. Cada equipe deverá estabelecer estratégias de como fazê-lo melhor.
5. Estabeleça um tempo limite para a realização da tarefa. Ao fim, vence a equipe que tiver o desenho
mais parecido com a imagem original.
Variação: Em vez de desenhar, poderá usar Lego ou massinha colorida para construir
determinado objeto ou imagem. Nessa versão, o desenhista será o construtor. Ele também não
poderá ver o que irá construir, apenas se guiará pelas dicas do grupo. 
Aplicação Bíblica: Tiago 1:22 (Sejam praticantes da Palavra, e não somente ouvintes..."). É
importante saber ouvir mais e falar menos, sobretudo ouvir e praticar a Palavra de Deus.
9. Ninja, Rato e Urso
Objetivo: Desenvolver uma maior participação e interação entre os integrantes do grupo. 
Materiais: Nenhum
Como se faz: Esse jogo é uma variação do "Pedra, papel e tesoura"

Personagem /  Som /  Gesto


 Ninja / Grita - Yaaahh! / Faz um golpe, estilo karatê.
 Rato / Dá um grito agudo - Mi-mimimi! / Dá um pulinho, com os braços dobrados para frente e os
dedos em frente da boca, como se fossem os dentes do roedor.
Urso / Berra - Uhhhh! Dá um salto, com os braços esticados para cima, como se fosse
um enorme urso.
1. Convide duplas de participantes para virem à frente. Eles deverão estar de costas um para o outro.
2. Demonstre como cada personagem deve fazer antes de iniciar o jogo 
3. Combine um sinal para dar início ao jogo: Ex. conte até 3 e Já! Todos precisam se virar exatamente ao
mesmo tempo.
4. Ao sinal do líder (1, 2, 3 e Já!) os participantes deverão virar-se, ficando frente à frente, e fazer
imediatamente o som e o gesto do personagem escolhido.
5. Cada dupla jogará 3 vezes. Vence quem for o melhor nas 3 tentativas.
Variação: Divida os participantes em 2 equipes.O vencedor da primeira dupla poderá
disputar com os vencedores de outras duplas, fazendo uma espécie de campeonato. Inclusive
"perdedores" poderão tentar uma nova chance jogando contra outros "perdedores", até que
restem apenas 2 participantes vencedores para a grande final entre as equipes. Que vença o
melhor!
Dica: Poderá preparar um prêmio (brinde, chocolate, pirulito) para o(s) vencedor(es) do jogo.
Aplicação Bíblica: Eclesiastes 3:1-8 ("Há tempo de ganhar e tempo de perder...")
10. Duas verdades e uma mentira 
Objetivo: Possibilitar partilhas pessoais de forma divertida e abordar a temática da verdade e
mentira. 
Materiais: Nenhum
Como se faz:
1. Disponha os participantes em círculo, para que todos possam ver e ser vistos.
2. Peça que os participantes pensem em acontecimentos interessantes da sua vida, coisas estranhas,
gostos, viagens etc.
3. Cada participante deve dizer duas verdades e elaborar um situação ou gosto que não seja verdadeiro.
4. Os participantes devem pensar em coisas inusitadas para que haja dúvidas em relação às opções que
disser. p.ex: 1) Gosto de comer abacate com farinha; 2) já viajei num navio transatlântico e 3) tenho
umas botas cor de rosa (outros: já caí de elevador, tive um porco de estimação, li a Bíblia toda 3 vezes,
já quase pisei numa cobra, gosto de dormir sentado, consigo correr 15 km seguidos, já li 30 livros num
ano, etc)
5. Todo o grupo tentará descobrir quais são as verdades e qual é a mentira. No fim, o participante
explicará qual é a mentira.
Aplicação Bíblica: Atos 2:44 ("Os que criam mantinham-se unidos e tinham tudo em
comum.") e Efésios 4:25 ("deixem a mentira e falem a verdade com o seu próximo..."). É
importante estarmos unidos com a família da fé, buscando conviver em paz uns com os outros. A
segunda abordagem é sobre a mentira: seguimos ao Deus que é a Verdade (João 14:6). Quando
vivemos uma vida de mentiras estamos adotando um outro pai (João 8:44).
11. Objetos da Bíblia
Objetivo: Desenvolver memorização e maior envolvimento com passagens bíblicas.
Materiais: Bíblias (não digitais), papel, canetas e objetos escolhidos previamente (Ex.: pedra,
folha, lâmpada, mel, lençol, pão, panela, vara, ou outros objetos que apareçam na Bíblia)
Como se faz:
1. Divida os participantes em dois grupos iguais. Peça que desliguem os celulares. Deverão consultar
somente a Bíblia em papel.
2. Convide um componente de cada grupo para retirar aleatoriamente um dos objetos expostos ou
escondidos dentro de uma caixa ou saco, até que todos fiquem com a mesma quantidade. Ex. 4 objetos
para uma equipe e 4 para outra.
3. Ao sinal do líder, os grupos deverão começar a procurar versículos bíblicos que constem os objetos
do grupo.
4. Marque um tempo de duração para as buscas ( 5 ou 10 minutos), os grupos devem anotar os versículos
numa folha.
5. Vence a equipe que encontrar a maior quantidade de versículos.
Variação: Em vez de se ter os objetos, poderá fazer o jogo utilizando apenas as imagens dos
objetos, em papéis dobrados e retirados de uma caixinha.
Dica: Poderá preparar um prêmio (brinde, chocolate, pirulito) para o(s) vencedor(es) do jogo.
Aplicação Bíblica: 2 Pedro 3:18 ("cresçam na graça e no conhecimento...")
12. Passa ou repassa Bíblico
Objetivo: Possibilitar maior envolvimento com diferentes passagens bíblicas.
Materiais: Bíblias (não digitais), papel, canetas.
Como se faz: Trata-se de um jogo de perguntas e repostas bíblicas. Prepare perguntas
Bíblicas com grau de dificuldade diferenciados.
1. Divida os participantes em 2 grupos. Poderá dar nomes ou cores aos grupos para facilitar a
identificação.
2. Peça que os grupos elejam 5 pessoas (mais ou menos) para responderem às perguntas.
3. Numere os participantes eleitos de 1 a 5 aleatoriamente. Assim o número 1 de um grupo será o
oponente do número 1 do outro grupo e assim por diante.
4. Sorteie entre a dupla quem irá começar respondendo as perguntas. 
5. Para cada dupla serão duas perguntas, uma para cada time. Atenção: mantenha o nível de dificuldade
igual para os dois oponentes. Não é justo fazer uma pergunta fácil para o grupo X e outra difícil para o
grupo Y na mesma rodada.
6. Ao fazer as perguntas, o líder deverá acrescentar:
 Responde ou Passa? - ao participante do grupo sorteado para iniciar. Este poderá responder ou
passar a pergunta ao oponente; (vale 3 pontos, se responder certo aqui / respostas erradas -1 ponto)
 Responde ou Repassa? - ao oponente, este poderá responder ou, se não quiser, poderá repassar ao
outro grupo; (vale 2 pontos / respostas erradas -1 ponto)
 Responde ou Paga? - a pergunta volta ao primeiro participante, e então terá mesmo que responder ou
pagar (através de uma prova). (vale 1 ponto, resposta certa ou prova cumprida/ respostas erradas -1 ponto)

Modelos:

Perguntas:
1. O barco foi um importante meio de transporte no período bíblico. Cite o nome de 3
personagens bíblicos e comente as histórias em que viveram relacionadas a algum
BARCO.
2. As mulheres tiveram um papel muito importantes na narrativa bíblia. Diga o nome de
3 mulheres do Antigo Testamento e 3 mulheres do Novo Testamento. 
3. A Bíblia ensina que devemos abandonar a idolatria. Nela vemos o nome de vários
falsos deuses que se tornaram ídolos do povo de Deus, quando as pessoas se
afastavam do Senhor. Mencione o nome de 3 dessas falsas divindades.
4. A luz é um tema importante em toda a Bíblia. Cite 4 versículos que mencionam
algum instrumento (objeto ou astro) que emite luz. Vale parafrasear ou comentar a
passagem.
5. A jumenta (ou variações: jumento ou jumentinho) é um animal que apareceu tanto no
Antigo quanto no Novo Testamento. Mencione 3 personagens e as passagens nas quais
este animal aparece na Bíblia.  

Tarefas cronometradas:
 Prova de corrida com saco (de linha, ou tipo saco de lixo), num circuito com
obstáculos.
 Prova de equilíbrio: com a colher na boca com ovo cozido, andar com copos d'água
na cabeça (ou boca) para encher uma garrafa, carrinho de mão humano, etc.
 Prova de resistência (15 flexões, posição de prancha durante 30 segundos, 20
abdominais, etc)
 Prova de conhecimentos gerais - responder a 5 perguntas em uma folha à parte
 Prova de conhecimentos Bíblicos - responder a 5 perguntas bíblicas em uma folha à
parte
 Prova de talento: fazer alguma apresentação, cantar, tocar instrumento, dança,
mímica, improviso, etc

Dica: Prepare os cartões com perguntas e as provas para cada


rodada antecipadamente. Poderá preparar também um prêmio (brinde, chocolate, pirulito) para
o(s) vencedor(es) do jogo.
Aplicação Bíblica: 2 Timóteo 2:15 ("procura apresentar-te aprovado...")
13. Qual é o versículo?
Objetivo: Estimular um maior envolvimento com a Bíblia e melhorar a memorização de
versículos.
Materiais: Bíblias (não digitais), papel, canetas, projetor ou imagens em cartaz
Como se faz:
1. Divida os participantes em 2 grupos. Distribua Bíblias, papel e canetas.
2. Prepare sequências de imagens que contenham elementos encontrados num determinado trecho ou
versículo. Convide 2 participantes, um de cada grupo. Eles deverão fazer mímicas de cada uma das
imagens. Os grupos que forem descobrindo ganham pontos.
3. Depois do jogo da mímica, apresente as sequências de imagens, através de projeção, impressos em
papel ou desenhados num quadro.
4. Os grupos deverão descobrir as referências bíblicas para cada sequência.
5. Vence a equipe que descobrir maior quantidade de versículos.

Modelos:

Respostas: 1) Isaías 55:1; 2) Jeremias 23:29; 3) Apocalipse 3:18; 4) Salmos 119:105


Dica: Prepare as imagens antecipadamente. Poderá preparar também um prêmio (brinde,
chocolate, pirulito) para o(s) vencedor(es) do jogo.
Variação: Qual a história? Para grupos de crianças, poderá apresentar apenas imagens que
representem histórias bíblicas e pedir que descubram a qual história se refere. 
Aplicação Bíblica: Oseias 6:3 (Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor...") É
importante buscarmos conhecer mais a Bíblia e cada vez mais profundamente.
14. Qual é o animal?
Objetivo: Estimular um maior envolvimento com a Bíblia e melhorar a memorização de
passagens bíblicas.
Materiais: Bíblias (não digitais), papel, canetas
Como se faz:
1. Divida os participantes em 2 ou mais grupos. Distribua bíblias, papéis e canetas.
2. Explique que cada grupo receberá listas contendo passagens ou temáticas bíblicas que se relacionam
com algum animal. Eles deverão descobrir quais são os animais nos assuntos previamente definidos.
Modelo de Lista para a dinâmica
3. Entregue a(s) lista(s). Os grupos deverão descobrir quais são os animais de cada tópico da lista.
4. Vence a equipe que descobrir maior quantidade de animais em menos tempo ou a que descobrir todos
primeiro.
Dica: Prepare as listas com as referências antecipadamente. Prepare também um prêmio
(brinde, chocolate, pirulito) para o(s) vencedor(es) do jogo.
Variação 1: Qual evento ou personagem? Dessa vez, dê os animais (projeção, papeizinhos
com nomes ou imagens) e os grupos deverão relacioná-los com passagens ou personagens
bíblicos:

Modelo dinâmica sobre animais

Variação 2: Nos dois casos, poderá pedir que os grupos descubram também as referências para
cada item. 
Aplicação Bíblica: Oseias 6:3 (Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor..." É
importante buscarmos conhecer mais a Bíblia e cada vez mais profundamente.
Respostas: 1. Leão (Juízes 14:8); 2. Galo (João 18:27 e outros): 3. Carneiro (Gênesis 22:13); 4.
Grande peixe / baleia (Jonas 1:17); 5. Porcos (Lucas 8:33); 6. Lobos (Mateus 7:15); 7.
Jumentinho (Lucas 19:35 e outros); 8. Bezerro (Lucas 15:23-24 e outros); 9. Traça ( Mateus 6:20);
10. Pomba (Marcos 1:10 e outros); 11. Ursas (2 Reis 2:23-24); 12. Víbora (Atos 28:3); 13.
Corvos (1 Reis 17:6); 14. Gafanhotos (Mateus 3:4) e 15. Camelos (Gênesis 24:46).
Respostas Variação 1- Multiplicação de pães e peixes (Marcos 6:41 e outras); Jonas no ventre
do peixe grande (Jonas 1:17); Pesca e chamado de Pedro (Lucas 5:9); Davi defende o rebanho
de um urso e leão (1 Samuel 17:34-35); duas ursas matam 42 meninos zombadores (2 Reis
2:24); como urso feroz é o ímpio que governa necessitados (Provérbios 28:15).
Aplicação Bíblica: Oseias 6:3 (Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor...")
Conhecer mais histórias e relaciona-las com outras.
15. Que personagem é este?
Objetivo: Estimular a identificação de personagens e relacioná-los com histórias bíblicas.  
Materiais: Bíblias (não digitais), papel, canetas
Como se faz: Este é um típico jogo de associação. Poderá ser jogado em equipes ou
individualmente. Os participantes deverão identificar os personagens de acordo com as
referências citadas:
Exemplos:
1. Colocou fogo nos rabos de raposas e incendiou plantações. 
2. Morreu após reinar 40 anos em Jerusalém.
3. Foi destruída juntamente com Sodoma e Gomorra.
4. Estavam com Jesus no monte, no momento da transfiguração.
5. Aproximando-se a sua morte aconselhou ao filho: "Esforça-te, pois e sê homem."
6. Morreu após dar a luz a um filho.
7. Foi despido por Moisés e, em seguida, morreu no alto do monte Hor.

Respostas: 1. Sansão (Juízes 15:4-5); 2. Salomão (1 Reis 11:42-43); 3. a mulher de Ló (Gênesis


19:26); 4. Pedro, Tiago e João além de Moisés e Elias (Mateus 17:1-8); 5. Davi (1 Reis 2:1-2);
Raquel (Gênesis 35:16-19); Arão (Números 20:27-29)

Aplicação Bíblica: Oseias 6:3 (Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor...")


Conhecer mais histórias bíblicas e relaciona-las com outras.

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