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Formação Econômica do

Brasil
Prof(a). Dra. Ariane Maria Machado de Oliveira
ECONOMIA DE TRANSIÇÃO PARA O
TRABALHO ASSALARIADO

• Problemas de mão de obra


• Nível de renda e ritmo de crescimento na
segunda metade do século XIX
• Fluxo de renda na economia de trabalho
assalariado

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OS PROBLEMAS DA MÃO-DE-OBRA

 Em 1830, o Brasil era a maior economia escravista do mundo


 Brasil dependia da importação de mão-de-obra:
- haviam muito mais homens do que mulheres escravas no Brasil.
- os escravos brasileiros eram mantidos com saúde era
comprometida, reduzindo ainda mais a taxa de natalidade dos
escravos.
- a expectativa de vida de um brasileiro escravo era de apenas
dois terços da expectativa de um homem branco brasileiro

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“Em 1826, a Grã-Bretanha pressionou o Brasil a
assinar um tratado concordando em acabar com o
comércio de escravos dentro de três anos. Os
sucessivos governos brasileiros lidaram com o
problema simplesmente negligenciando a aplicação
do tratado de 1826” (SKIDMORE, 1999).
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Fonte: www.nossacausa.com
NÍVEL DE RENDA E O RITMO DE CRESCIMENTO
NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX
A economia brasileira estava dividida em três setores principais.

1. formado pelo açúcar e algodão e pela vasta zona de


economia de subsistência a eles ligado no Norte.
2. formado pela economia principalmente de subsistência do
sul do país.
3. tendo como centro a economia cafeeira na região Sudeste.

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FLUXO DE RENDA NA ECONOMIA
DE TRABALHO ASSALARIADO

▰ Crescimento do setor ▰ a renda dos assalariados, era


assalariado - pode ser revertida praticamente apenas para
considerado o principal seu autossustento e a renda dos
acontecimento na economia da proprietários, cujo excedente era
segunda metade do século XIX. destinado ao acúmulo de capital.
▰ Promoveu um mecanismo de Desta forma, o fluxo de renda
geração de renda gerado pelo setor exportador
impulsiona de forma ampla a
economia interna.
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FLUXO DE RENDA NA ECONOMIA
DE TRABALHO ASSALARIADO

▰ Um aumento no impulso externo levava a um aumento de ganhos


salariais e consequentemente no aumento de itens de consumo
movimentando ainda mais a economia. Ou seja, os salários seriam o
núcleo da economia de mercado interno.

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LEITURA COMPLEMENTAR

MARQUESE, Rafael de Bivar. Capitalismo, escravidão e a economia


cafeeira no Brasil no longo século XIX. Sæculum - Revista de
História, João Pessoa, n. 29, p. 289-321, 2013. Disponível em:
http://periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/srh/article/view/19825

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Obrigada!
Ariane Maria Machado de Oliveira
Contatos: ariane_maria@hotmail.com

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