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Engenharia Elétrica Prof.

Rocha
Técnicas Digitais raimundo.filho@unifran.edu.br

Aula 4
Flip Flops

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Metodologia desse encontro

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Metodologia raimundo.filho@unifran.edu.br

Estrutura das Aulas

• Elucidando, reforçando e aplicando os conteúdos


• Em três níveis Conceitos e Fundamentos Básicos

Conceitos Intermediários

Aprofundados

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Softwares Simuladores

Proteus

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CONCEITOS

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Combinacionais e Sequenciais

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Circuitos Lógicos
Circuitos lógicos podem ser classificados:
Circuitos Combinacionais Circuitos Sequenciais
Não precisa de informações do passado Precisa de informações do passado para
para determinar os resultados presentes, determinar os resultados presentes ou
ou seja, não precisa de memória futuros, ou seja, precisa de memória

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Circuitos Lógicos
Circuitos lógicos podem ser classificados:
Circuitos Combinacionais Circuitos Sequenciais
Não precisa de informações do passado Precisa de informações do passado para
para determinar os resultados presentes, determinar os resultados presentes ou
ou seja, não precisa de memória futuros, ou seja, precisa de memória

Na lógica combinacional, as células Na lógica sequencial, as células básicas


básicas para a construção dos circuitos são os circuitos biestáveis ou flip-flops, que
são as PORTAS LÓGICAS são UNIDADES DE MEMÓRIAS
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Flip Flops

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Flip Flops
Tipos de Flip-flops
Existem vários tipos de flip-flops,
classificados de acordo com a aplicação a
que se destinam:
• RS (Reset-Set);
• RS síncrono;
• JK;
• JK MS;
• T (Toggle)
• D (Data). 11
SIMULANDO
E
ANALISANDO
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Tipo RS

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Flip Flop RS
Flip-flop RS
- O flip-flop tipo RS (ou flip-flop set/reset) é um biestável básico porque dele
se derivam os outros tipos. Em seu funcionamento, ele pode ser comparado a
um sistema de partida de um motor onde existe o botão liga e o botão
desliga. Pode-se afirmar que o botão liga é o set e o botão desliga é o reset. A
saída, quando ativada, equivale ao motor em funcionamento.

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Flip Flop RS

Flip_Flop_RS

• Na condição S = 0 e R = 0, não se pode concluir o


valor de Q, pois isso dependerá de uma condição
anterior de S e R.

• O flip-flop RS mudará de estado no instante em que mudarem as variáveis de entrada. Esta característica torna-
o assíncrono, ou seja, não-sincronizado. Ele não opera simultaneamente com um sinal de temporização ou de
clock.

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Sinais de Clock

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Flip Flop RS com Clock

Flip_Flop_RS

• Para que o flip-flop SR básico seja controlado por uma sequência de pulsos de clock, basta
trocarmos os dois inversores do SR NAND-NOT por outras duas portas NAND, e nas outras
entradas destas portas, injetarmos o clock.
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Tipo D

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Flip Flop D
Flip-flop D
O flip-flop D (data ou dado, pois armazena o bit de entrada) possui
uma entrada, que é ligada diretamente à saída quando o clock é mudado.
Independentemente do valor atual da saída, ele irá assumir o valor 1, se
D = 1 quando o clock for mudado, ou o valor 0, se D = 0 quando o clock for
mudado.

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Flip Flop D

Flip_Flop_D

Nessa configuração, impede-se que as variáveis de entrada assumam valores idênticos, isto é, S = R = 0 ou S =
R = 1.
Assim, a entrada D também passa a ser única, e os pontos correspondentes a S e R, a assumir sempre valores
distintos:
• Se D = 1, então S = 1 e R = 0 e Qi = 1
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• Se D = 0, então S = 0 e R = 1 e Qi = 0
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Flip Flop D - Comercial

Flip_Flop_D

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Flip Flop JK

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Flip Flop JK
As palavras SET e RESET significam armazenar nível lógico 1 e
armazenar nível lógico 0, respectivamente.
Este fato nos dá margem a concluir que jamais poderíamos ativar os
dois sinais simultaneamente, pois não existe um nível lógico que seja 0 e 1 ao
mesmo tempo.
O Flip-Flop JK tem para o J a mesma função do SET e para o K a
mesma do RESET e permite que ativemos os dois simultaneamente, e se
fizermos isso ele complementa o nível lógico que está armazenando,
alternando-o. 23
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Flip Flop JK

Flip_Flop_JK

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Flip Flop JK – Mestre Escravo

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Flip Flop JK – Mestre Escravo

Esse dispositivo também possui duas entradas de dados (J e K) e tem


como característica principal seus dois estágios internos, denominados mestre e
escravo (figura abaixo) com a tabela verdade correspondente.

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Flip Flop JK – Mestre Escravo

O JK, como foi visto, resolveu o problema de ambiguidade


anteriormente visto, quando as entradas J e K forem iguais a 1.
Porém, este circuito apresenta uma característica indesejável: quando o
clock for igual a 1, teremos o circuito funcionando como um sistema
combinacional, pois as saídas-entradas J e K serão passadas diretamente para
a saída, além também da realimentação.
Isto significa que poderão ocorrer alterações no estado de saída, tantas
vezes quantas houver mudanças nos estados de J e K.
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Flip Flop JK – Mestre Escravo

Quando o clock for igual a 1, haverá a passagem das entradas J e K


(circuito mestre), mas não haverá passagem das saídas Q1 e Q'1 (entradas S e
R do circuito escravo), pois enquanto o clock do circuito mestre for igual a 1,
no circuito escravo será 0, bloqueando suas entradas.
Quando o clock passar para 0, as saídas Q1 e Q'1 ficarão desbloqueadas
no último estado assumido e entrarão em R e S desbloqueadas, mudando o
estado do circuito escravo e, consequentemente, das saídas Qi e Q'i.

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Flip Flop JK – Mestre Escravo

Flip_Flop_JK

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Flip Flop T

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Flip Flop T

Esta é uma variação do Flip-Flop JK, onde ambas entradas de


comando estão curto-circuitadas ao nível lógico 1.
A entrada de Clock passa a se chamar T (toogle) e é a única entrada
do circuito.

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Flip Flop T

Flip_Flop_T

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CONCEITOS

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Flip Flop comerciais

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Flip Flops comerciais

Flip Flop JK Flip Flop D Flip Flop RS

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Algumas Aplicações

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Contadores

Contador

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Registrador Sequencial

Registrador

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Avaliação

Parcial
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Avaliação Parcial

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