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Semanário Regional de Informação Director: João Campos www.jornalnordeste.com n.º 753. 12 de Abril de 2011.
Semanário Regional de Informação
Director: João Campos
www.jornalnordeste.com
n.º 753. 12 de Abril de 2011. 0,75 €

Nesta edição:

n.º 753. 12 de Abril de 2011. 0,75 € Nesta edição: Franceses compram Cacovin Multinacional promete

Franceses compram Cacovin

Multinacional promete criar cerca

de 50 postos de trabalho e reforçar

a Agro-Indústria em Vinhais

de 50 postos de trabalho e reforçar a Agro-Indústria em Vinhais Colégio da residência para estudantes
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Colégio da

residência para estudantes

Torre

inaugura

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OPINIÃO

OPINIÃO

OPINIÃO
Luís Vale

Luís Vale

“A ideia é destruir o que tem so- bretudo valor de uso e favorecer a apropriação privada, a preço de sal- do, do que tem valor de uso e muito valor de troca.”

João Rodrigues

A anunciação de um pedido na-

cional para uma intervenção exter- na (curioso como alguns teimam em chamar-lhe ajuda…) da FEEF e do FMI não terá sido propriamente uma surpresa para a maioria dos portu- gueses. A dúvida que poderia restar seria o timming dessa iniciativa, o que

nos obrigou a viver os últimos meses numa espécie de limbo existencial, misto de ansiedade e de suspensão

pelos dias que hão-de vir, num futuro próximo.

É disparatada, quanto a mim, a

teimosia dos média em estabelecer comparações económicas e sociológi- cas com aquilo que aconteceu ao país em 1983, aquando da última inter- venção externa do FMI, pois não me parece razoável comparar o Portugal de então com aquele que hoje somos. Também não me preocupa serem “ou- tros” a fazer aquilo que “nós” não sou- bemos fazer. Aquilo que me preocupa é saber como poderão sobreviver os portugueses à pressão deste tornique- te transnacional, que transforma os indivíduos em números e, por isso, in- sensível é aos seus problemas e às suas

FMI e o Estado de Excepção

condições de vida. Nesta lógica, não importará até quando e até onde nos

vão retorcer para conseguirem aquilo que já há muito procuram. Convém não esquecer que se aqui chegamos é porque fizemos determi- nado caminho. Caminho esse que per- corremos, alegres e sorridentes, mas ignorantes do verdadeiro sentido e objectivo daqueles que nos conduziam por aí. Não terá sido por falta de avi- sos e alertas de alguns eminentes es- pecialistas, entretanto enxovalhados na praça pública e mediática, nem por falta de democracia que os portugue- ses teimaram em eleger os mesmos de sempre para nos governar. Tal como alguns afirmam, teremos aquilo que merecemos, mas não sejamos inocen- tes, pois não esteve propriamente nas mãos e nos votos dos portugueses a possibilidade de arrepiar caminho e escolher outro destino que não este. Senão vejamos:

A escalada globalizante acompa- nhou a apropriação da palavra “globa- lização”, que, supostamente, deveria explicar a dialéctica fragmentação/ /globalização. Esta palavra veio di- rectamente das teorias japonesas da gestão pós-fordista e, inicialmente, começa por ser utilizada pelos espe- cialistas de marketing para designar

a segmentação dos públicos-alvo ou a

divisão de grandes segmentos trans- fronteiriços de comunidades de con- sumidores com os mesmos sócio-esti- los, os mesmos modelos de consumo. Foram os “evangelistas do mercado” e os think tanks neoliberais, tais como o Adam Smith Institute, em Inglaterra, cujo objectivo consistiu em desenvol-

ver uma reflexão capaz de pesar sobre as políticas públicas, quem concorre- ram explicitamente para o sucesso da sociedade prometida pela “revolução neoliberal”, projecto de uma nova ordem em que o mercado se torna o principal árbitro de todas as transac- ções, quem trouxeram para primeiro plano um fascínio vanguardista pela figura do consumidor, relegando para planos inferiores a figura do cidadão. A doutrina do livre-câmbio da “sobe- rania absoluta do consumidor” reco- nheceu-se no perfil de um telespecta- dor que se tornou autónomo graças ao seu poder intangível de determinar o sentido dos programas. A marginalização do cidadão pe- lo consumidor realizou-se à custa da interrogação sobre os agentes de produção, o mercado, o Estado e a decomposição/recomposição do Es- tado-Nação, mas também sobre o novo estatuto do consumo, cada vez mais integrado nas matrizes indus- triais do pós-fordismo. O consumo torna-se ele próprio em produção de informações para o produtor. A rele- vância que irá ser gradualmente atri- buída ao termo “sociedade civil” ex- prime, igualmente, essa necessidade de uma “caixa-negra”, tapa-misérias de um vazio de problematizações. Mistificada como espaço liberto da diversidade, da pluralização das iden- tidades fragmentadas, esta sociedade civil surge como antítese do Estado- -Nação. Este culto da sociedade civil deslegitimou o próprio princípio de políticas públicas. Finalmente o esforço neoliberal parece ter alcançado o seu fim (!?)

com a desregulamentação total dos mercados, com o esvaziamento dos estados soberanos e com o despoja- mento da cidadania individual, na- quilo que Giorgio Agamben (2010)

designa de identidade sem pessoa. O mesmo autor tem razão quando afir- ma que as democracias ocidentais – a própria civilização ocidental contem- porânea – criaram voluntariamente um estado de emergência permanen- te que, progressiva e metodicamente, tem vindo a despir de cidadania os seus indivíduos. Paradigma vigente deste então e até ao presente. Mesmo perante a perspectiva bem realista de virmos a viver, durante um período ilimitado, num estado de excepção – com abolição ainda que provisória do poder legislativo e do poder executivo, num vazio de direito

e numa zona de anomia onde a dis-

tinção entre o que é público e o que é privado é desactivada, onde a norma se tornará indiscernível da excepção

e as liberdades individuais poderão

ser suspensas – prefiro acreditar que

a presença de forças estranhas e ilegí-

timas não determinará o nosso humi- lhante aprisionamento nesse estado de excepção. Não posso terminar sem antes referir o ridículo que esta infeliz si- tuação significa para todos aqueles que nos têm governado nas últimas décadas. É soberba a incompetência e

é também magnífica a desresponsabi-

lização desses ilustres intervenientes.

E engraçado seria, se não demasiado

triste e vergonhoso, todos eles não perderem a face e, qual imaculadas, apresentarem-se sempre impolutos e

como fazendo parte da solução, outra

e outra vez. Até quando vão os portu- gueses aturar isto?

Por um Portugal Melhor

Não haverá dúvidas de que todos, independentemente da ideologia po- litica, entre outras diferenças, parti- lhamos a vontade de passar a ter uma vida melhor para nós, para a nossa família e, em particular, procurando deixar um bom futuro para os nossos filhos e próximas gerações. Como tudo na vida, é importante traçar objectivos a nível pessoal, profis- sional, social, entre outros. O caminho pode ser mais ou menos difícil, mas

é importante saber aonde queremos

chegar, independentemente de termos de fazer um ou outro desvio. O impor- tante é, mesmo, seguirmos em frente. Porque não, então, interrogarmo- -nos relativamente a quais os objectivos nacionais a atingir por todos nós, portu- gueses, a curto, médio ou longo prazo? Lamentavelmente, até à data, ne- nhum governo o fez. É inaceitável não termos objectivos comuns como Povo, como Nação.

de: Isalina do Céu Miranda Telef.: 273 512 518 Rua Dr. Trigo de Negreiros, N.º

de: Isalina do Céu Miranda

Telef.: 273 512 518 Rua Dr. Trigo de Negreiros, N.º 56 –

V I M I O S O

Portugal vive hoje um clima de in- certeza, até mesmo, em alguns casos, de desespero social, que leva à saída de muitos de nós para outros países. Portugal está sem graça, está sem perspectivas de futuro, está sem rumo. Vivemos às custas de um ilusionismo da vida política, onde alguns pensam que são donos da nossa consciência, da nossa maneira de pensar e agir. Está na hora de chamarmos todos os Portugueses a este combate. O des- crédito em alguma classe política não pode pôr em causa o sistema politico em que vivemos, mas também cabe

aos partidos perceberem quais são as verdadeiras preocupações e aspira- ções dos Portugueses.

Não há democracia sem partidos, mas estes têm de perceber que a socie- dade mudou, tornou-se mais exigente

e quer respostas mais sérias aos seus problemas concretos. A própria so-

ciedade tem de ser mais participativa, tem de perceber que a escolha está nas suas mãos. Os tempos são de trabalho

e de empenho de todos, dos partidos e da sociedade.

Egídio Frias

de trabalho e de empenho de todos, dos partidos e da sociedade. Egídio Frias 2 12
Grupo francês compra Cacovin TERESA BATISTA Sócios privados já fecha- ram negócio. Câmara de Vinhais

Grupo francês compra Cacovin

TERESA BATISTA

Sócios privados já fecha- ram negócio. Câmara de Vinhais está a vender os 24% do capital social atra- vés de concurso público

A Cacovin Agroindústria, em Vi-

nhais, foi comprada por um grupo europeu de investidores, que preten- de apostar na transformação e co- mercialização de produtos agrícolas, criando dezenas de postos de traba- lho no concelho. Os sócios privados da Cacovin, nomeadamente a Cooperativa de Agricultores, com 55% do capital so- cial, a Arbórea, a Associação Nacional de Criadores de Suínos de Raça Bisa- ra e a Organização dos Produtores Pecuários do Concelho de Vinhais, todos com 7%, decidiram agarrar a oportunidade de vender o capital so- cial à multinacional de capitais fran-

ceses, que pretende valorizar a fileira da castanha no distrito de Bragança.

O presidente da Cooperativa dos

Agricultores de Vinhais, Carlos Silva, realça que se trata de um grupo forte, implantado no sector agro-industrial a nível mundial, o que se traduz numa mais-valia para a valorização da pro- dução de castanha da região. “A co- operativa procura o melhor para os

da região. “A co- operativa procura o melhor para os z Fábrica de transformação da castanha

z Fábrica de transformação da castanha vendida a grupo de investidores franceses

seus associados, que são os agricul- tores, e para o concelho de Vinhais. Em função da proposta apresentada, do grupo que pretende instalar-se no concelho e da estratégia delineada por esse mesmo grupo, a venda era o passo mais acertado para promover

a castanha no concelho de Vinhais”, justifica Carlos Silva. O responsável preferiu não reve-

lar os montantes envolvidos no negó- cio, mas adiantou que a estratégia e

o projecto de investimento assumido

pela Cacovin terá despertado o inte- resse dos investidores estrangeiros, que para além da castanha deverão apostar na transformação e comer-

cialização de outros produtos agríco- las.

Carlos Silva garante que o negó- cio já está fechado, com a realização do contrato de promessa de compra e venda, no passado mês de Fevereiro, faltando, apenas, a formalização da transferência da Cacovin para o gru- po de investidores através da elabo- ração da escritura pública. Para além dos privados, a Câ- mara Municipal de Vinhais (CMV), com um capital social de 24%, tam- bém abriu um concurso público para alienar a participação nesta empresa privada. “Entendemos que as Câmaras

Municipais são fundamentais para incentivar e fomentar a instalação de determinados negócios e de poten- ciar o desenvolvimento económico das regiões, mas uma vez concretiza- dos esses investimentos devem reti- rar-se, para que sejam os privados a gerir essas empresas e criar mais-va- lias”, defende o presidente da CMV, Américo Pereira. Além disso, o edil realça que quando as empresas em que as au- tarquias têm participações têm pro- blemas de saúde financeiros isso re- flecte-se nas contas dos municípios, acabando por ter reflexos negativos na gestão autárquica.

Câmara de Vinhais vende as quotas que detinha na Cacovin e na Ecolignum, para passar a gestão para entidades privadas

Por isso, a autarquia vinhaense também já abriu um concurso públi- co para a venda dos 14% do capital social que detém na empresa Ecolig- num- Madeiras Nobres de Vinhais. Américo Pereira avança, ainda, que também as Juntas de Freguesias de- cidiram vender a sua quota nesta em- presa de transformação de madeiras. Relativamente ao negócio da Ca- covin, o edil enaltece que foi uma excelente oportunidade para o con- celho de Vinhais, visto que vão ser criados entre 40 a 50 postos de tra- balho. “Quem vai beneficiar com este negócio é o concelho e toda a agricul- tura do concelho”, concluiu Américo Pereira.

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12 de Abril de 2011 JORNAL NORDESTE

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NORDESTE REGIONAL

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NORDESTE REGIONAL

“Ourense Centro” na mira dos comerciantes

Empresários de bragança foram conhecer o conceito de Centro Comercial a Céu Aberto que vão criar no dia 15

Um grupo de empresários de Bra- gança, Chaves e Viseu visitou o Cen- tro Comercial a Céu Aberto “Ourense Centro”, em Espanha, para conhecer o novo conceito que vai nascer nestas cidades, a partir de 15 de Abril. Esta visita, que decorreu no pas- sado dia 4, teve como proporcionar uma troca de experiências e opiniões que possa facilitar a adopção deste conceito de centro comercial em Cha- ves, Bragança e Viseu, como o projec- to Rede Gestus perspectiva. Na cidade de Ourense, os diri- gentes associativos e os cerca de 30 empresários participantes foram re- cebidos pelo Presidente do CCA de

participantes foram re- cebidos pelo Presidente do CCA de z Comerciantes de bragança foram conhecer a

z Comerciantes de bragança foram conhecer a realidade espanhola

Ourense, D. Emilio González Igle- sias, que depois de um almoço de confraternização, fez uma pequena

apresentação, do CCA “Ourense Cen- tro” no tocante à sua constituição, gestão e principais iniciativas. De se-

guida foi feita uma pequena visita a algumas ruas comerciais da cidade, onde a iniciativa está a ser imple- mentada. Os responsáveis pela Rede Ges- tus, que irão proceder ao lançamento dos CCA’s de Bragança e Chaves no

próximo dia 15 de Abril, pretendem, assim, sensibilizar os seus associados para as vantagens de implementação de um CCA e simultaneamente escla- rece-los sobre as respectivas meto- dologias de funcionamento e gestão, alertando para a importância da coo- peração empresarial na dinamização

e recuperação do comércio local.

A Rede Gestus, está já a dina-

mizar junto das empresas, o Cartão Gestus que dá vantagens aos clientes do comércio local e o Portal Gestus, uma plataforma de venda on-line para as lojas do comércio tradicio- nal, que em breve estará disponível ao público.

Stocks combatem crise

Pavilhão do NERbA volta a ser palco de um certame com preços de arromba

É já no próximo fim-de-semana que Bragança recebe mais uma Feira de Stocks, uma organização da Glo-

balFun, que decorrerá no pavilhão do NERBA. O certame realiza-se, este ano, em cenário de crise, mas o responsá- vel da empresa, Francisco Freixinho, espera manter o mesmo número de visitantes. “Vamos ver como s pessoas re-

mesmo número de visitantes. “Vamos ver como s pessoas re- z Francisco Freixinho confiante numa boa

z Francisco Freixinho confiante numa boa adesão ao certame

agem. Não será a euforia de outro anos, em que as pessoas até com- pravam artigos que não eram do seu

tamanho, só pelo prazer de comprar, mas estamos confiantes”, sublinha o empresário. Este ano haverá menos dez expo- sitores do que no ano passado, mas

a organização quer manter o mesmo

nível de volume de vendas, que pode superar os 120 mil euros.

Francisco Freixinho garante que ainda compensa comprar numa fei-

ra de stocks, onde a roupa, o calçado

os acessórios são o prato forte. “O que nós temos num evento destes é

e

a

possibilidade de entrar num espaço

e

comprar de tudo. E há pessoas que

praticam preços fantásticos, no míni- mo de 50 por cento e até os 80 por cento”. A organização promete marcas de renome a preços irresistíveis, nomea- damente de uma cadeia de vestuário moderno que já não se encontra no mercado, mas está presente neste tipo de feiras para escoar a mercadoria.

Bragança

Shopping em festa

feiras para escoar a mercadoria. Bragança Shopping em festa z bolo gitante assinalou aniversário O Bragança

z bolo gitante assinalou aniversário

O Bragança Shopping comemo-

rou 7 anos de vida com um bolo gi- gante e espumante oferecido a todos

os clientes, lojistas e funcionários. Apesar da crise que espreita a todo o momento, a data não passou despercebida e o shopping assinalou

o aniversário em ambiente de festa. Para tal contribuíram as centenas de balões que decoravam o tecto e

as paredes deste espaço comercial, bem como a actuação de palhaços e

a animação musical com grupos con- vidados.

FICHA TÉCNICA

FuNDADOR: Fernando Subtil | DIRECTOR: João Campos (C.P. Nº 4110) | SECRETáRIA DE REDACçÃO E ADmINISTRAçÃO: Cidália M. Costa mARkETING E PubLICIDADE: Bruno Lopes | ASSINATuRAS: Sandra Sousa Silva | PAGINAçÃO: João Paulo Afonso REDACçÃO: Bruno Mateus Filena (C.P. N.º 9088), Orlando Bragança, Teresa Batista (C.P. N.º 7576) e Toni Rodrigues CORRESPONDENTES: Planalto mirandês: Francisco Pinto | mirandela: Fernando Cordeiro e José Ramos | Torre de moncorvo: Vítor Aleixo FOTOGRAFIA: Rui Ferreira, Studio 101 e RC Digital Propriedade / Editor: Pressnordeste, Lda. – Contribuinte N.º 507 505 727 Redacção e Administração: Rua Alexandre Herculano, N.º 178, 1.º, Apartado 215, 5300-075 Bragança – Telefone: 273 329 600 • Fax: 273 329 601 REGISTO ICS N.º 110343 | Depósito Legal n.º 67385/93 | Tiragem semanal: 6000 exemplares Impressão: Diário do Minho – Telefone: 253 609 460 • Fax: 253 609 465 – BRAGA Assinatura Anual: Portugal – 25,00 € | Europa – 50,00 € | Resto do Mundo – 75,00 €

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email:geral@jornalnordeste.com

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Partidos escolhem candidatos

manuela Cunha é a cabeça de lista da CDu e Liliana Fernandes a candidata pelo bloco de Esquerda

A CDU e o Bloco de Esquerda já elegeram os candidatos a deputados nas eleições legislativas agendadas para 5 de Junho. Liliana Fernandes, que já foi candidata à Câmara Muni- cipal de Bragança, encabeça agora a lista do Bloco à Assembleia da Repú- blica (AR). Já Manuela Cunha, diri- gente do partido “Os Verdes”, é, pela segunda vez consecutiva, candidata a deputada pelo círculo eleitoral de Bragança. O processo de escolha dos can- didatos do CDS-PP também está fe- chado. Tal como nas últimas eleições legislativas, o líder distrital do parti- do, Nuno Sousa, será o cabeça de lista por Bragança, liderando uma equipa que também é composta por Manuel Cardoso (Macedo de Cavaleiros) e

é composta por Manuel Cardoso (Macedo de Cavaleiros) e z Distrito de bragança elege três deputados

z Distrito de bragança elege três deputados à Assembleia da República

Maria do Céu Angélico (Bragança). No PS o candidato ainda não foi anunciado pela Comissão Política Nacional, mas tudo indica que deverá avançar o deputado Mota Andrade. Aliás, o deputado à AR disse ao Jor- nal NORDESTE que está disponível para encabeçar a lista dos socialistas à Assembleia da República nas elei- ções legislativas.

A reunião

da Comissão

Política Distri- tal do PS para

a elaboração

da lista de can- didatos a nível

regional está agendada para a próxima se- gunda-feira. No PSD

a indefinição é maior, vis-

to que ainda

não são co-

nhecidos os nomes na corrida à Assembleia. O presidente da Comissão Polí- tica Distrital do PSD, José Silvano, avançou que só na quinta-feira é que vão ser definidos os cinco no- mes que vão ser enviados para a Comissão Política Nacional, que é a estrutura responsável pela orde- nação dos candidatos a deputados pelo círculo eleitoral de Bragança.

…Em flagrante Situa-se numa pequena localidade entre o Pinhão e S. João da Pesqueira e
…Em flagrante
Situa-se numa
pequena localidade
entre o Pinhão
e S. João da Pesqueira
e nesta altura da crise
promete ser local
de culto para
muita gente!
Envie-nos as suas sugestões para geral@jornalnordeste.com
TÊXTEIS LAR
TÊXTEIS LAR

CASOS DE POLÍCIA

 

Bragança

Idosa assaltada

Uma idosa, de 80 anos, foi assaltada em casa por uma jovem

que se fez passar pela sua filha. Os assaltantes roubaram algumas peças em ouro e agrediram a ví- tima, que mora sozinha na zona histórica de Bragança. Lurdes Henriques tem uma filha a morar perto de si. Por

isso, não estranhou quando na

madrugada do dia passado dia 5, por volta das cinco horas, alguém lhe bateu à porta a chamar por si. Abriu, pensando que era a filha. Afinal, eram dois ladrões. Ele, com 22 anos e ela com 18, que lhe entraram porta dentro. Os ladrões ainda lhe conse- guiram levar alguns objectos em ouro, depois de a terem agredido. Os assaltantes só fugiram de- pois de ouvirem passos da vizi- nha de cima.

A

PSP de Bragança já identi-

ficou três pessoas. Para além do casal que terá entrado na casa de Lurdes Henriques, deteve ainda um outro indivíduo, de 28 anos, e recuperou os objectos roubados.

Terra Quente

Tractores fatais

Um agricultor de 72 anos morreu, na passada quarta-feira, em Vilarinho da Castanheira, Carrazeda de Ansiães, quando o tractor que conduzia capotou. A mulher, de 64 anos, conseguiu escapar com vida, tendo sido as-

sistida no hospital de Mirandela.

A

mulher da vítima mortal se-

guia na caixa traseira do tractor e por isso teve melhor sorte. No dia seguinte, um outro acidente com um tractor deixou um homem de 88 anos grave- mente ferido, em Murçós, no con- celho de Macedo de Cavaleiros. A máquina capotou quando seguia num caminho, junto às antigas minas de volfrâmio, deixando o condutor e único ocupante da via-

tura preso debaixo da máquina.

JunTe10SenhASeTerádIreIToAuMALAvAGeMGráTIS Zona Industrial, Lote 214-B4 r/c Tel. 273328152 • Tlm. 962359345
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NORDESTE REGIONAL

NORDESTE REGIONAL

NORDESTE REGIONAL

Saúde em primeiro plano

NORDESTE REGIONAL Saúde em primeiro plano z Praça Cavaleiro Ferreira acolheu actividades BRUNO MATEUS FILENA Rastreios

z Praça Cavaleiro Ferreira acolheu actividades

BRUNO MATEUS FILENA

Rastreios gratuitos, ginástica e segurança preencheram Dia mundial da Saúde em bragança

A 7 de Abril, diversas actividades serviram para celebrar o Dia Mundial da Saúde. Na Praça Cavaleiro Ferrei- ra, uma pequena multidão pôde exer- citar-se, verificar o seu estado de saú- de ou, simplesmente, aprender algo de novo. De manhã fizeram-se tria- gens gratuitas (TA, Glicemia Capilar e IMC), os Bombeiros ministraram uma Cadeia de Sobrevivência, a PSP aludiu à Segurança Pessoal e houve mesmo ginástica para idosos. Apesar de, ainda, não estar ope- racional nas ambulâncias, o centro das atenções recaiu sobre o novo equipamento dos Bombeiros. Um Desfibrilhador Automático Externo (DAE) entregue pela elevada quan- tidade de ocorrências no concelho. “Vamos explicar aquilo que devemos

fazer no caso de termos uma pessoa inconsciente. Abordamos os temas de uma cadeira de sobrevivência e, também, o Suporte Básico de Vida”, elucidou Paulo Ferro, bombeiro da corporação de Bragança. À tarde, as comemorações trans- feriram-se para a Escola Superior de Saúde (ESE). Local onde decorreu uma conferência subordinada ao tema “Sem acção hoje, sem cura ama- nhã”. Sobre a mesa, estiveram dois tópicos principais: “Resistência Anti- microbiana e sua Disseminação Glo- bal” e “Resistência aos Fármacos”. “Sabemos que os portugueses consomem, em antibióticos, sete mi- lhões de euros por mês. E, portanto, tem toda a pertinência uma campa- nha de sensibilização para a utiliza- ção racional dos medicamentos”, re- velou o moderador do debate, Carlos Magalhães. Eis alguns conselhos defendidos pela própria Organização Mundial de Saúde e reiterados nesta acção cele- brativa, que pretendeu sensibilizar os presentes para uma atitude mais res- ponsável perante a vida.

para uma atitude mais res- ponsável perante a vida. Centros de Saúde sem vigilância TERESA BATISTA

Centros de Saúde sem vigilância

TERESA BATISTA

Seguranças foram dispensados, por telefone, das funções de vigilância nas unidades de saúde de bragança

Os Centros de Saúde de Bragança vão deixar de ter vigilância. Esta foi a informação avançada pelos respon- sáveis das unidades de saúde da ca- pital de distrito aos três seguranças que exercem funções de vigilância nos Centros de Saúde da Sé e de San- ta Maria. Na passada sexta-feira, os fun- cionários da Comansegur apresen- taram-se ao serviço, mas recusaram abrir as portas, o que apanhou de surpresa utentes e funcionários. Hugo Bragança, o segurança des- tacado para o Centro de Saúde da Sé, afirma que a empresa o avisou, por telefone, que o dispensava de exercer funções naquela unidade de saúde. “Vou comparecer ao trabalho porque se faltar cinco dias seguidos

sou despedido. Por isso vou continu- ar a vir enquanto não tiver uma res- posta formal da empresa”, acrescen- tou Hugo Bragança. O funcionário afirma que não abriu a porta por considerar que po- deria ser responsabilizado por este

acto, uma vez que foi informado que naquele dia já não exercia funções de segurança no centro de saúde. “Temos um contrato até ao início do próximo ano. Não recebemos ne- nhuma carta de despedimento da en- tidade empregadora, nem nenhuma comunicação oficial. Não sabemos o que se vai passar”, lamenta Bruno Correia, outro segurança.

O profissional afirma que foi in-

formado pelos responsáveis dos cen- tros de saúde de que o serviço iria ser extinto, pelo que teme pelo futuro.

O presidente do Agrupamento de

Centros de Saúde do Nordeste, Vítor Alves, confirma que a extinção da vi- gilância nos centros de saúde é uma medida da Administração Regional de Saúde do Norte para reduzir cus- tos, uma vez que nunca houve pro- blemas de segurança nestas unidades de saúde.

houve pro- blemas de segurança nestas unidades de saúde. z Seguranças dispensados dos Centros de Saúde

z Seguranças dispensados dos Centros de Saúde da Sé e de Santa maria

saúde. z Seguranças dispensados dos Centros de Saúde da Sé e de Santa maria 6 12
ENTREVISTA

ENTREVISTA

ENTREVISTA

“Os alunos merecem todo o nosso empenho”

FACTOS

Nomeado: Jorge Guerra

Naturalidade: Bissau – Guiné Portuguesa

Data de Nascimento: 28-06-59

Ofício: Professor 1º Ciclo

Cargo: Presidente da Casa do Professor de Bragança

Música ou banda sonora: The Doors, Pink Floyd e Deep Purple

Um Filme que o marcou: A Lis- ta de Schindler de Steven Spielberg

Um destino de férias: Moimen- ta – Vinhais

Um Livro: O Principezinho

Cor: Vermelho

e

Interesses:

Desporto (basquetebol)

Maior virtude: Trabalhador

Maior defeito: Pessimista

Cinema,

Música

BRUNO MATEUS FILENA

1 @ Quando e como surgiu o seu gosto pela docência? É de si próprio ou foi um interesse cul- tivado ao longo do tempo? R: O gosto pela docência surge, primeiro, por influência familiar, do lado materno (são oito professores). Outra das influências surge durante a minha juventude, enquanto traba- lhava nas Férias de Verão e participa- va no FAOJ (Instituto da Juventude) em ateliers de pintura e de teatro de fantoches com crianças dos 6 aos 10 anos. Gostei muito desses tempos, os quais recordo com saudade!

Gostei muito desses tempos, os quais recordo com saudade! z Jorge Guerra defende outro modelo de

z Jorge Guerra defende outro modelo de avaliação

2 @ Visto que leccionou a

diferentes ciclos, inclusive, no ensino superior, quem prefere ensinar? Os mais pequenos ou os mais graúdos? R: São dois mundos que se com- plementam. Ensinar é questionar, partilhar, criar… imaginar. Ensinar implica seleccionar tarefas que desa-

fiem as capacidades e a inteligência dos alunos, para que possam com- preender a vida, dar-lhe significado, para que usufruam da liberdade que

o conhecimento proporciona. Apre-

cio os dois níveis, pois são duas for- mas de partilha de conhecimento que

se cruzam e completam.

3 @ Preside à Casa do Pro-

fessor de Bragança há quantos anos? Como é que nasceu essa ligação? R: Presido à Casa do Professor

de Bragança há sete anos.

A ligação aparece após um

convite para me tornar as-

sociado. Uma proposta fei-

ta por parte de um amigo e

colega, Francisco Padrão,

que, na altura, estava na di- recção. Mais tarde, perten-

ci à direcção presidida por

Carlos Silvestre.

4 @ A Casa do Pro- fessor tem desenvol- vido diversas activida- des em vários âmbitos, nomeadamente, cul- turais. Que iniciativas pensam organizar num futuro próximo? R: As próximas ini- ciativas são: um curso de

informática (estão abertas inscrições, as aulas vão de correr na Escola Paulo Quintela), a festa de Aniversário, dia 30 de Abril, com missa pelas 17 horas na Igreja de Santa Maria, seguida de jantar na Casa do Professor, o V Sarau de Poe- sia das Escolas, em Maio, os Santos Populares, em Junho, e uma viagem no mês seguinte (Julho), para a qual decorrem já as inscrições.

5 @ Têm, também, diversas actividades e alguns cursos de- senvolvidos regularmente. Que práticas são essas e estão aber- tas a quem? R: São ateliers que estão abertos

a todos os associados e familiares,

Pintura, Pintura em Cerâmica, Infor-

mática e, derivado do protocolo com

a Universidade Sénior do Rotary,

temos muitas outras actividades em que podem participar. Destaco o nos- so Contador de Histórias, o professor

Discurso Directo

“Iniciei funções em 1 de Outubro de 1982 em Urros – Torre de Moncorvo, passei pelos concelhos de Carrazeda de Ansiães, Alfândega da Fé, Vinhais, Mirandela, Bra- gança e, actualmente, estou no Agrupamento Vertical de Escolas de Macedo de Cavaleiros. Também leccionei, durante sete anos, a Cadeira de Desenvolvimento Curri- cular Métodos e Técnicas de Ensino na Escola Superior

de Educação do Instituto Politécnico de Bragança. Para além de ter trabalhado dois anos no Instituto Piaget de Macedo de Cavaleiros. Trabalhei, ainda, como Técnico no Instituto do Desporto em Bragança e em Coimbra, onde fui Director da Piscina de Celas, Director das Ins- talações Náuticas e Delegado Regional Interino designa- do pelo então Secretário de Estado Castro de Almeida.”

Carlos Genésio, que continua com a

agenda repleta de convites para Es- colas e jardins-de-infância.

6 @ Como é que analisa o

ensino em Trás-os-Montes? So- bretudo, em Bragança, por ser a realidade que melhor conhece.

“Um professor é avaliado todos os dias, pelos pais e pelos alunos”

R: Temos bons profissionais e instalações dignas. Infelizmente, falta-nos o principal, os alunos, que cada vez são menos.

7 @ E no País?

R: Portugal sofreu mudanças pro- fundas no campo da educação, pelo que, em jeito de reflexão, cito Goo- dlad (1984): “Eu permaneço optimis- ta, talvez porque é, para mim, uma contradição ser, simultaneamente, pessimista e educador”. Embora eu, normalmente, seja pessimista.

8 @ Concorda com a Avalia-

ção dos professores? R: Sou a favor da avaliação dos professores, mas não concordo com

este modelo de avaliação porque o acho injusto, redutor, arbitrário, ine- ficaz e muito burocrata. Um profes- sor é avaliado, todos os dias, pelo seu desempenho entre os seus pares, pe- los pais e pelos alunos. Aí sim, reside

a verdadeira avaliação.

9 @ Enquanto docente, como

é que descreve o cenário de cri- se política? E como é que a actu- al conjuntura económica pode influenciar o ensino no país? R: Preocupa-me duplamente como professor e como pai. Como professor, pela falta de alunos que vai resultar no fecho de mais escolas. Enquanto pai, preocupa-me o futuro profissional dos meus filhos.

10 @ Perante tantas dificul- dades, o que é que, ainda, o mo- tiva a dar aulas? R: Os alunos, que merecem todo

o nosso empenho e esforço para mi-

norar as faltas que possam vir a sen- tir.

o nosso empenho e esforço para mi- norar as faltas que possam vir a sen- tir.
NORDESTE REGIONAL

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Promessas escutistas em Bragança

Paróquia dos Santos márti- res reforça Agrupamento do CNE com novos elementos

No fim-de-semana passado, na Paróquia dos Santos Mártires, reali-

zaram-se as promessas de 23 escutei- ros e lobitos do Agrupamento XVIII do Corpo Nacional de Escutas.

As celebrações tiveram início na

noite de dia 2 de Abril, com a Velada

de Armas. Esta cerimónia que pre- para espiritualmente o grande dia da promessa, tem como referência as ce- lebrações medievais que antecediam as promessas dos Cavaleiros. Nesta celebração, os aspirantes e noviços são convidados a reflectir sobre o compromisso que estão prestes a as- sumir, bem como sobre a forma como

que estão prestes a as- sumir, bem como sobre a forma como z 23 escuteiros e

z 23 escuteiros e lobitos prometeram cumprir os ideais de baden-Powell

a promessa deve servir de orientação durante toda a sua vida.

A celebração da Promessa rea-

lizou-se no dia 3 de Abril, na Igreja dos Santos Mártires, tendo contado ainda com a presença de escuteiros

e

dirigentes do Agrupamento XVIII

e

de outros agrupamentos do país.

Durante as promessas lobitos e escu- teiros comprometeram-se a viver e dar testemunho dos ideais escutistas

e da fé cristã em todas as circunstân-

cias. Após a celebração eucarística, pais, familiares, escuteiros e lobitos participaram num almoço-convívio que decorreu no Centro Paroquial dos Santos Mártires. Estas Promessas asseguram a continuidade do movimento juve- nil católico mais antigo da região de Bragança, mostrando que se trata de uma organização ímpar, em que a longevidade e a vitalidade se conju- gam para proporcionar uma educa- ção e experiência de vida únicas aos jovens da região.

Bragança

Obra Padre Miguel reforça horticultura

A Câmara Mu-

nicipal de Bragan- ça cedeu cerca de 3 hectares de terreno para a Obra Social Padre Miguel au- mentar a área de cultivo de produtos agrícolas destinados à instituição. Trata-se de uma área onde a autar- quia ia instalar no- vos viveiros muni- cipais, um projecto

adiado devido à con- juntura económica. Com esta cedência, a Obra Social Padre Miguel conta com quatro pro- priedades de cultivo, num total de 27

hectares. “Vamos cultivar batatas, abóbo- ras, cereal para vender e ainda temos uma zona para criar galinhas”, refe- riu o presidente da Obra, Nuno Vaz,

criar galinhas”, refe- riu o presidente da Obra, Nuno Vaz, z Cmb cedeu área de terreno

z Cmb cedeu área de terreno à Instituição

em declarações à Rádio Brigantia.

A instituição já tem dois funcio-

nários para cuidar destas hortas, que permitem reduzir, em cerca de 40 por cento, os custos com a aquisição de produtos hortícolas. Além disso, alguns utentes tam- bém dão uma ajuda, mantendo-se mais activos.

Bilheteira a favor das escolas

Autarquia cede receitas aos participantes na mostra de Teatro Escolar

A Câmara Municipal de Bragança (CMB) vai doar a receita de bilhetei- ra da VIII Mostra de Teatro Escolar aos estabelecimentos que participam neste evento, que decorre de 1 a 7 de Maio. Além disso, a autarquia vai ceder o espaço do Teatro Municipal para a realização da Mostra, tendo já assi- nado protocolos neste sentido. Com este acordo, as seis escolas envolvidas na mostra arrecadam cerca de 900 euros, que será depois investi- do nos respectivos grupos de teatro, nomeadamente na construção de cenários, adere- ço e vestuário. “A autarquia cede-nos gratuita- mente a utilização do teatro munici- pal e a verba que se faz nesses dias

reverte a favor das

escolas. É uma ajuda para os clubes de teatro de cada escola”, refere a directora do Agrupamento Escolar Abade de Baçal, Teresa Sá Pires. O presidente da CMB, Jorge Nu- nes, explica as razões do apoio. “A re- ceita disponibilizada é uma pequena ajuda na organização da gala. Temos de assegurar a participação de alu- nos, pais, professores nesta activida- de, que leva ao Teatro mais de 3 mil pessoas no espaço de um mês”, recor- da o edil. No mesmo dia foi ainda assinado um protocolo com a Real Tuna Uni- versitária de Bragança, para a reali- zação da 13.ª edição do Festival In- ternacional de Tunas.

da 13.ª edição do Festival In- ternacional de Tunas. z Autarquia apoia escolas e associações 8

z Autarquia apoia escolas e associações

do Festival In- ternacional de Tunas. z Autarquia apoia escolas e associações 8 12 de Abril
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Colégio da Torre inaugura residência para estudantes

TERESA BATISTA

Director Regional de Educa- ção do Norte admite regime de financiamento de excep- ção para a Torre

O Colégio de Torre D. Chama

inaugurou, na passada segunda- feira, uma residência de estudantes, com 42 quartos, quatro dos quais para portadores de deficiência, e nove apartamentos integrados na re- sidência. Com a entrada em funcionamen- to das novas instalações, o Colégio pretende alargar a oferta a um maior número de alunos. “Pensamos tam- bém implementar campos de férias, fazer intercâmbios culturais com jo- vens de outros países de África e da Europa”, realça a directora pedagó- gica do Colégio de Torre D. Chama,

a directora pedagó- gica do Colégio de Torre D. Chama, z Residência alia o conforto à

z Residência alia o conforto à modernidade

Rosa Maria Carvalho.

A inauguração da residência e de

espaços desportivos surge numa al- tura em que o Ministério da Educa- ção tem em cima da mesa a proposta de revisão dos contratos de financia- mento ao ensino privado, que podem

resultar em cortes nas transferências para os colégios. No entanto, Rosa Maria Carvalho desdramatiza e sem revelar o montante investido na resi- dência de estudan- tes lembra que esta obra já foi pensada há 10 anos e demo- rou cerca de seis anos a concretizar. A responsável prefere realçar as

condições que o Colégio de Torre D. Chama oferece aos alunos. “Já rece- bemos alunos dos concelhos limítro- fes, que ficam mais perto da Torre do que das suas sedes de concelho. São os próprios alunos que optam por vir para cá pelas condições de estudo que aqui têm”, salienta a responsável. A directora pedagógica lembra, ainda, que as distâncias também são um factor importante a ter em con- ta. “ Se estão a 15 ou 20 minutos com transporte a horas próprias e não têm

Torre D. Chama

que acordar de madrugada para vir

para a escola, não vão para uma esco-

la

mais longe. É o colégio que garante

o

transporte dos alunos”, acrescenta

Maria Rosa Carvalho. Na inauguração da residência também esteve presente o director Regional de Educação do Norte, An- tónio Leite, que admitiu a possibili- dade do Colégio da Torre ser brinda- do com um regime de excepção no que toca ao financiamento da parte do Ministério da Educação.

Estudo elaborado pela Univer- sidade de Coimbra realça o facto do Colégio da Torre estar inserido num meio onde não há ensino secundário público

O responsável invoca o estudo que

foi pedido pelo Ministério à Universi-

dade de Coimbra, que salienta o facto da Torre estar inserida num meio em

que os alunos têm dificuldades em ir para escolas públicas. “O princípio do contrato de associação é existir nos locais onde a rede estatal não é sufi- ciente. Neste local o Estado não tem oferta de ensino secundário. No en- tanto, ainda não está tomada nenhu- ma decisão”, afirmou António Leite.

O responsável da DREN garantiu,

ainda, que a fusão do Agrupamento de Torre D. Chama com o Agrupamento de Escolas de Mirandela ainda não é para avançar no próximo ano lectivo.

CTT garantem serviços

Os CTT confirmam que estão em

conversações com a Junta de Fre- guesia de Torre de Dona Chama para criar um novo Posto de Correios na vila, transferindo os serviços da esta- ção actual. A empresa nega, contudo, quaisquer receios à volta do futuro de todos os serviços que estão a ser pres- tados no presente, nomeadamente o pagamento de vales de pensões de reforma, correio registado, cobran- ça de facturas de serviços públicos e a expedição e entrega de correspon- dência e encomendas. Em comunicado, a administra-

ção explica que o fecho da Estação de Correios decorre da fraca procura por

parte do público, que não justifica os meios existentes.

O objectivo da negociação é en-

contrar um parceiro local dos CTT, que poderá ser a Junta de Freguesia ou uma entidade privada, que assu- ma a gestão do novo Posto de Cor- reios. A empresa recorda, até, que a 200 metros da actual Estação, já existe um posto agenciado, pelo que, independentemente destas negocia- ções, os serviços estarão sempre as- segurados.

destas negocia- ções, os serviços estarão sempre as- segurados. 12 de Abril de 2011 JORNAL NORDESTE
destas negocia- ções, os serviços estarão sempre as- segurados. 12 de Abril de 2011 JORNAL NORDESTE
SAÚDE

SAÚDE

SAÚDE
SAÚDE 1 0 12 de Abril de 2011 JORNAL NORDESTE
SAÚDE 1 0 12 de Abril de 2011 JORNAL NORDESTE
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Mirandela

José Manuel Pavão lança livro

NORDESTE REGIONAL Mirandela José Manuel Pavão lança livro z médico e autarca também é escritor A

z médico e autarca também é escritor

A “Moira Encantada” é o título do mais recente livro lançado por José Manuel Pavão, médico e presidente da Assembleia Municipal de Mirandela. Os lucros desta obra destinam-se ao projecto de angariação de fundos para a construção da Ala Pediátri- ca do Hospital de S. João no Porto. Esta edição já foi adquirida por uma unidade da indústria farmacêutica e tudo indica que vai haver mais edi- ções. Da parte do autor há a deter- minação de não beneficiar com esta produção literária, pelo que a escri- tura de doação foi feita na passada quinta-feira passada , no Porto, a fa- vor do Projecto Joãozinho.

Miranda do Douro

Transporte de autocarro gratuito

Desde o passado 4 de Abril que está a funcionar a nova paragem de autocarros na central de camiona- gem de Miranda do Douro com liga- ção ao centro de saúde. Trata-se de um transporte gratui- to que se destina a todos aqueles que

se queiram dirigir ao centro de saúde,

é gratuito, com saída às 8h55m, de Se-

gunda a Sexta Feira, durante o perío- do lectivo (excepto feriados e férias). Esta medida resulta de uma preo- cupação da autarquia mirandesa com

a população, principalmente idosa e

com dificuldades de mobilidade, que

assim evita a deslocação a pé para a Unidade de Saúde. De ressalvar que este acordo re- sultou de uma parceria da Câmara Municipal de Miranda do Douro com

a Empresa Santos.

Câmara Municipal de Miranda do Douro com a Empresa Santos. Se a maior parte das peças

Se a maior parte das peças do seu automóvel são BOSCH, quem melhor poderá assegurar a reparação

e manutenção do mesmo?

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Izeda não desiste do Centro Multigerações

Apesar do clima de contenção financeira, a Junta de Freguesia quer mais para a vila

A requalificação da EN 217, que atravessa a vila de Izeda, é uma das obras mais marcantes dos últimos tempos. No entanto, o facto da in- tervenção só contemplar a faixa de rodagem não agrada à presidente da Junta de Freguesia, Rosa Galhardo, que pede uma reformulação urgen- te no projecto, da responsabilidade das Estradas de Portugal. “É preciso

construir os passeios. A estrada ficou em paralelo, devidamente nivelada, mas os peões não têm condições de circulação”, lamenta a autarca. Aproveitando a empreitada, a Câ- mara Municipal de Bragança substi- tuiu a rede de águas e saneamento, trabalhos que terão que ser comple- mentados com o reforço do sistema de iluminação. “É preciso embelezar

a principal entrada de Izeda”, consi-

dera Rosa Galhardo. Numa altura de crise e austeri- dade, a Junta de Freguesia não baixa os braços e continua a trabalhar na criação de um Centro Multigerações para albergar as actividades que se realizam na freguesia, como é o caso das aulas de Ginástica e do Grupo de Teatro, que actualmente têm lugar na Casa do Povo. “É um sonho e não va-

mos desistir de o concretizar”, garan- te a responsável. No contexto de uma eventual Reforma Administrativa, a autarca

é uma fervorosa adepta do agrupa-

mento de freguesias, como forma de fortalecer o poder local. “As aldeias já perderam quase tudo e pouco mais

terão a perder. Há que olhar para o futuro e encontrar novos modelos”, defende Rosa Galhardo.

Na vila não há sinais de perda de serviços. A farmácia volta em Junho

No caso da vila de Izeda, não há sinais de perda de serviços, seja ao nível da Escola EB2, ou no ramo dos cuidados primários, dado que a Ex- tensão de Saúde está a funcionar em pleno. O mesmo se aplica à Estação dos Correios, que foi alvo de um con- trato de exploração com uma entida- de privada e continua ao serviço da população. Situação inversa verifica-se ao nível da farmácia, que foi transferida

verifica-se ao nível da farmácia, que foi transferida z Rosa Galhardo, presidente da Junta de Freguesia

z Rosa Galhardo, presidente da Junta de Freguesia de Izeda

para a freguesia de Santa Maria, em Bragança. Contudo, no mês de Junho este serviço voltará a ser uma realida- de em Izeda, dado que o IFARMED

vai conceder o alvará de fun- cionamento à empresa que ficou em se- gundo lugar no concurso que foi aberto para a nova farmá- cia da capital de distrito. Até lá, a população tem que deslocar- se a Bragança e a Macedo de Cavaleiros para adquirir os seus medicamentos, ou contar com a ajuda dos vizi- nhos para fazer face à necessi- dades. Um dos contributos é o da própria pre- sidente da Jun- ta, que trabalha em Bragança,

mas reside em Izeda, pelo que diariamente é solici- tada para levar para a vila os medica-

mentos que lhe pedem vários mem- bros da população.

Junta assegura Censos

A Junta de Freguesia de Ize- da foi uma das autarquias do País que assegurou o recenseamento on-line da população. Até ao pas- sado dia 10, os dois postos recen- seadores instalados na sede da Junta receberam e trataram to- dos os dados solicitados na cam- panha Censos 2011, libertando a população da tarefa de preencher os tradicionais formulários. Terminado o processo on-li- ne, o recenseamento decorre até ao próximo dia 27, numa opera- ção que continuará a ser acompa- nhada pela Junta de Freguesia. Candidatámo-nos à Campanha dos Censos 2011 e fomos contem- plados com 2 postos recensea- dores, que em muito facilitaram a vida às pessoas”, recorda Rosa Galhardo. Este é um bom exemplo dos serviços que a autarquia pode prestar num cenário de descen- tralização ou agrupamento de freguesias, dada a dimensão des- te freguesia e o seu número de eleitores.

freguesias, dada a dimensão des- te freguesia e o seu número de eleitores. 12 de Abril
NORDESTE RuRAL
NORDESTE RuRAL
ESPECIAL FEIRA DO FOLAR DE IzEDA

ESPECIAL FEIRA DO FOLAR DE IzEDA

ESPECIAL FEIRA DO FOLAR DE IzEDA

Feira do Folar veio para fica

Ano após ano, o certame afirma-se na agenda de acontecimentos de carácter regional

Está aí mais uma edição da Fei- ra do Folar e Artesanato de Izeda, que decorre de 15 a 17 de Abril. Para marcar a 12ª edição do certame, a Associação de Desenvolvimento da Região de Izeda (ADRI) preparou um cartaz recheado de animação e só fal- ta o tempo ajudar para o certame ser um sucesso. O presidente da ADRI, Rui Simão, recorda que não é fácil organizar um evento desta envergadura com uma estrutura assente no voluntariado e na carolice, mas o certo é que a Feira do Folar de Izeda veio para ficar e é um nome a ter em conta no cartaz de certames da região, em especial da- queles que promovem os produtos de qualidade.

Estação de serviço da vila recebe concentração de Auto Caravanas

Em Izeda há muito e bom folar para provar e comprar, mas também pão, doçaria da Páscoa, produtos da

terra e artesa- nato de quali- dade. A anima- ção musical vai ser uma c o n s t a n t e , com grupos como “Los E r m a n o s (Leo e Jeka) e Júpiter, à noite, a pro- meter baile de arromba na noite de sexta-feira. Sábado é dia grande com a

inauguração

de sexta-feira. Sábado é dia grande com a inauguração z Cartaz da Feira do Folar promete

z Cartaz da Feira do Folar promete três dias recheados de animação

Vale da Porca. A fechar o programa, eis que o Rancho Folclórico de Mace- do de Cavaleiros protagoniza um es- pectáculo de música e dança. O certame decorre no pavilhão da Escola EB2 de Izeda, onde também funcionará uma serviço de restauran- te permanente. Paralelamente ao certame, decor- rerá uma concentração de Auto-Ca-

ravanas, numa organização conjunta da Junta de Freguesia de Izeda e do Núcleo Campista de Acampamentos Desportivos de Inverno (NCADI), que escolheu a estação de serviço da vila para montar a base de uma ver- dadeira excursão à região. Ao todo aguardam-se mais de 100 pessoas, que prometem engrossar os números de visitantes da Feira do Folar.

do

na

das individu-

alidades con- vidadas e à tarde destaque para a ac- tuação da Banda de Música de Izeda, que mostrará toda a sua qualidade. À noite, o arraial está a cargo do grupo Ritmo Jovem que, tal como o nome indica, não deixará ninguém quieto. Domingo começará com a Missa de Ramos e o Almoço da ADRI com os expositores, seguido de uma Ar- ruada com a Fanfarra de Bombos de

certame

presença

seguido de uma Ar- ruada com a Fanfarra de Bombos de certame presença 12 de Abril
CuLTuRA

CuLTuRA

CuLTuRA

“Dai-lhes, Senhor, o Eterno Repouso”

miguel miranda apresenta o seu novo livro em Alfândega da Fé

No âmbito do Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares – SABE - a Câ- mara Municipal de Alfândega da Fé proporcionou aos alunos do concelho mais um encontro com um escritor, desta vez com Miguel Miranda. A apresentação da mais recente obra do autor, “Dai-lhes, Senhor, o Eterno Repouso”, abriu a Semana da Leitura e serviu de pretexto para uma sessão sobre os prazeres da escrita, mas também da leitura. Recorde-se que Miguel Miranda

é médico

e

autor

vá-

rios

mances,

livros de

e

contos

ro-

de

livros in-

fantis.

O

policial

lhes

D

Se-

o

t e r n o e p o u -

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O policial “ lhes D Se- o t e r n o e p o u

z médico dá asas à imaginação em livros infantis

siastas alunos da Escola EB2,3/s de Alfândega da Fé. Ao longo da sua vida literária,

nhor,

E

R

so” é o seu sexto romance e foi apre-

sentado perante uma plateia de entu-

o autor recebeu o Grande Prémio

de Conto da APE, pelo livro Contos

à Moda do Porto (1996); o Prémio

Caminho de Literatura Policial pelo

livro O Estranho Caso do Cadáver

Sorridente (1977); o Prémio Fialho

de Almeida pelo livro A Maldição do

Louva-a-Deus (2001). Está traduzido em Itália e repre-

sentado em diversas colectâneas. Entre outros, publicou os romances Bailado de Sombras, Livrai-nos do Mal, Dois Urubus Pregados no Céu,

O Silêncio das Carpideiras e O Rei

do Volfrâmio, e os livros de contos A Mulher que Usava o Gato Enrolado ao Pescoço e Como se Fosse o Últi- mo.

OPINIÃO

OPINIÃO

Armando Fernandes

Armando Fernandes

No jornal Público edição do dia

oito, o museólogo Luís Raposo coloca

o dedo na buba em que se transforma-

ram os museus desqualificados, como

é o caso do Museu Abade Baçal. Esta

buba cujos contornos e profundidade são de molde a fundamentar as maio- res incertezas quanto à consistência da programação e vivência no futuro de tão importantes equipamentos cultu- rais, não estará a motivar instituições e personalidades no sentido de ser susti- da, atacada e reduzida a nada. Da novel Associação dos Amigos do Museu (a quem desejo perenidade, êxitos e ven- turas) aguardo veemente e exigente to- mada de posição contra as enganadoras posições do Ministério da Cultura, dos

cidadãos interessados actos em con- sonância, dos candidatos a deputados não espero grande coisa porque temem

O Museu e o osso da substância

a

cultura, além de ser um enfado, não

de rememorar negros períodos de fome

las gustativas, mesmo dos mais exigen-

proporciona arrecadanço de votos, e os aculturados nunca estão satisfeitos, sendo uns seres dados a questionarem tudo e todos. O dado fundamental, ine- gável, da atrofia do Museu ao depender dos burocratas regionais é representa- do pela ausência de uma política cul-

que conduziram à inacção, doença e morte muitos dos nossos ancestrais. Em Castilha, Leão e outras paragens de Espanha, até existiam proprietários de ossos de presunto e de vaca, que os transportavam em itinerância de aldeia em aldeia, estilo vendedores ambulan-

tes e conhecedores. A partir de agora o osso andará em bolandas ao capricho dos humores regionais, a um modo fa- risaico e arbitrário do comissário políti- co de serviço. Os tempos correm a favor da auto-censura, do conformismo taci- tista, do não me toques, também não te

tural clarificadora do essencial em de- trimento do acessório e acima de tudo uma questão de dinheiro, o osso da substância. Não estou a ser deseduca- do, ao trazer à colação o osso da subs- tância, infelizmente, muito conhecido

tes, alugando-os a troco de algumas moedas aos necessitados de concede- rem gosto à comida. Este exemplo do osso substancioso aplica-se como luva elástica nas nossas mãos aos museus e outros organismos similares portugue-

toco, além de imperar a técnica super- ficial de modular a realidade a favor da virtualidade. Vou continuar a dedicar atenção ao tema, tenho substanciais razões para o fazer, até de ordem senti- mental, pois o Museu tutelado pelo bo-

e

usado nas casas transmontanas onde

ses. Na altura de ser elaborada a sopa

nacheirão Senhor Abade era um ópti-

reinava a carência na maior parte do ano. O osso em causa, normalmente de presunto ido, estava dependurado num

da programação – não vou analisá-la, um dia o farei em relação ao de Bragan- ça –, o responsável pelo museu sabia

mo local de desabafo apaixonado com a consequente formulação gestual. Rapa- rigas e rapazes do meu tempo amantes

canto do lar, quando chegava a altura de dar gosto ao caldo imbuído de feijão, couves e batatas, nada mau, nada mau,

com que produtos principais, acompa- nhamentos e ingredientes podia contar, sem esquecer o referido osso, pois difi-

da arte nas suas múltiplas expressões o podem confirmar, isto se continuarem amantes da memória e não recearem

a

milagreira dona da casa desprendia

culdades financeiras sempre os Museus

aguçar a tristeza porque guloseimas

o

osso preso por um baraço, deixava-o

tiveram. No entanto, dado o osso estar

daquela época já não existem.

cair no pote e ali ficava uns minutos a fim de cumprir a sua missão. Esta prá- tica estendeu-se bem dentro do século

à mão de semear, quero dizer no corre- dor directo do poder a todo o tempo e transe sempre derramava gotas de gos-

PS - O Senhor Aquiles franzia o ce- nho quando nos via entrar, mas

passado, hoje ninguém admite ou gosta

to determinantes no satisfazer as papi-

nada podia fazer!

Os primeiros cinco leitores a apresentar o jornal NORDESTE, comprado na loja book.it de Bragança,
Os primeiros cinco leitores a apresentar o jornal
NORDESTE, comprado na loja book.it de Bragança,
recebem este livro de oferta.
NORDESTE RuRAL
NORDESTE RuRAL

Vilarinho de Agrochão cria cooperativa de agricultores

TERESA BATISTA Nova estrutura ainda se encontra em fase embrionária mas já tem a missão
TERESA BATISTA
Nova estrutura ainda
se encontra em fase
embrionária mas
já tem a missão
de certificar o folar

A freguesia de Vilarinho de Agrochão, no concelho de Ma- cedo de Cavaleiros, está a criar uma cooperativa de agriculto- res, que tem como objectivo criar as condições necessárias para comercializar os produtos agrícolas a preços mais van- tajosos para os produtores. O presidente da Junta de Fregue- sia de Vilarinho de Agrochão, Manuel Mico, enalteceu a cria- ção desta estrutura durante a

Feira do Folar da aldeia, que decorreu no passado fim-de-semana,

e afirmou que a cooperativa já tem a

missão de trabalhar na certificação do folar. O autarca salienta que a certifi- cação deste produto é um processo

complexo, mas garante que este é o caminho a seguir para que as aldeias possam ser dinamizadas. “O objecti- vo é que o folar seja produzido e ven- dido durante todo o ano”, enaltece o presidente da Junta. Manuel Mico afirma que a pró- pria Junta vai fazer parte da Coopera- tiva, uma estrutura que vai ser aberta

a outras freguesias. “Já foi aprovada

em Assembleia de Freguesia e vamos agora reunir com os agricultores. A escritura deverá ser feita no próximo mês”, acrescenta o autarca. A constituição da Cooperativa vai permitir criar uma marca própria

z A venda de folar e outros produtos regionais é um rendimento extra para as pessoas da aldeia

para a comercialização dos produtos agrícolas. “Temos muita produção de azeite, mas a azeitona é vendida a gra- nel, a um preço ridículo, porque não há comercialização e isso acontece por falta de organização. Os produtos são de qualidade, por isso temos que desenvolver a comercialização, que sempre falhou na nossa agricultura”, constata Manuel Mico.

27 expositores de todo o distrito fizeram negócio na Feira do Folar de Vilarinho de Agrochão

Para que esta estrutura possa ser construída, o autarca afirma que vão ser apresentadas candidaturas ao PRODER para garantir o financia- mento. Para já, os produtos da terra es-

tão aliados ao folar na feira anual que promove estes produtos. Este ano, o certame contou com a participação de 27 expositores do distrito de Bra- gança, entre os quais algumas cozi- nhas de fumeiro regional certificadas. O autarca afirma que esta feira é uma boa iniciativa para trazer gente de fora a Vilarinho de Agrochão e, ao mesmo tempo, contribui para a eco- nomia local, visto que para além das pessoas que vendem folar, artesanato

e outros produtos, os cafés também

enchem durante o fim-de-semana do evento. Este ano, a Junta de Vilarinho de

Agrochão voltou a contar com o apoio da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros. “Ficamos satisfeitos que

a Câmara nos tenha voltado a apoiar.

Enquanto eu for presidente a feira é

para manter”, garante Manuel Mico.

VOZES

 

Isabel Pereira

Santa Comba de Rossas

“É

o segundo ano que

participo nesta feira.

O

negócio está mais

fraco do que no ano passado. O que as pes- soas procuram mais é

fraco do que no ano passado. O que as pes- soas procuram mais é

o

folar. Também tenho fumeiro,

porque tenho uma cozinha regio-

nal certificada”.

m. Antónia borges

Vilarinho de Agrochão

“Participo nesta fei- ra desde a primeira edição. No ano passa- do correu um pouco melhor, mas mesmo assim correu bem. Só vendo folar e bolos económicos. Trouxe 30 folares para a feira, mas este ano há menos gente”.

assim correu bem. Só vendo folar e bolos económicos. Trouxe 30 folares para a feira, mas

marina martins

Vilarinho de Agrochão

“Participo nesta feira

10 anos. A feira cor-

reu muito bem. Só já

tenho um folar. Trou-

reu muito bem. Só já tenho um folar. Trou-

xe

mais de 30 folares

e vendi tudo. Também tenho aqui as rendas que faço, mas

as

pessoas procuram mais o folar”.

Associado à feira está, ainda, a re- alização de um passeio TT que contou com a participação de 26 jipes e 16 motas, num total de 80 participantes do distrito de Bragança e alguns es- panhóis. Esta iniciativa contou com o apoio da Associação Cultural das Ar- cas e do Clube Social e Recreativo de Vilarinho de Agrochão.

Cultural das Ar- cas e do Clube Social e Recreativo de Vilarinho de Agrochão. 12 de
ESPECIAL FEIRA DO FOLAR DE VALPAçOS

ESPECIAL FEIRA DO FOLAR DE VALPAçOS

ESPECIAL FEIRA DO FOLAR DE VALPAçOS

Certificação do folar de Valpaços na recta final

TERESA BATISTA Este ano, a autarquia investe 150 mil euros na promoção do certame que
TERESA BATISTA
Este ano, a autarquia
investe 150 mil euros
na promoção do certame
que valoriza os produtos
locais
Para que o folar e os produtos
da terra ganhem ainda mais visibi-
lidade no mercado, a Câmara Mu-
z A certificação do folar foi uma das novidades
z apresentadas pelo edil valpacense

z Folar e produtos da terra em exposição

edil valpacense z Folar e produtos da terra em exposição nicipal de Valpaços (CMV) investe, este

nicipal de Valpaços (CMV) investe, este ano, cerca de 150 mil euros na promoção da Feira do Folar, uma iniciativa que visa dinamizar a eco- nomia local. Em tempo de crise, o número de expositores que vão marcar presença na feira aumentou de 60, no ano pas- sado, para 72 inscritos este ano, o que demonstra que as pessoas do conce- lho têm vontade de vender e dar a co- nhecer os seus produtos. Apesar da conjuntura económica

desfavorável, o presidente da CMV, Francisco Tavares, acredita que o nú- mero de visitantes deverá chegar aos 50 mil, o número alcançado na edi- ção anterior. No que toca ao volume de vendas,

o edil afirma que no ano passado fo- ram vendidas cerca de 50 toneladas de folar, o que representou um vo-

lume de negócios na ordem dos 500 mil euros. Para além do folar, a venda directa de outros produtos represen- tou transacções no valor de 1,25 mi- lhões de euros. A certificação do folar é a grande aposta da autarquia para valorizar

o produto. O edil valpacense garan-

te que o processo está na fase final

e

afirma que tudo indica que para

o

ano já vai haver folar de Valpaços

certificado à venda na feira. “Aderimos à associação QUALI- FICA, o que representou um passo importante para a certificação do produto. Estamos neste momento a aguardar a aprovação das especifica- ções”, explica Francisco Tavares. Este é um passo fundamental para que os produtores possam co- locar o folar com o selo da certifica- ção no mercado. “Há indústrias que produzem folar durante todo o ano. Semanalmente saem daqui carrinhas carregadas de folar para outros pon- tos do País”, enaltece o edil.

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12 de Abril de 2011 JORNAL NORDESTE 1 9
LuGARES

LuGARES

LuGARES

Abreiro guarda memórias de Trigo de Negreiros

TERESA BATISTA

Casa do Cruzeiro é um dos marcos históricos que per- tenceu ao ministro do Inte- rior do governo de Salazar

Na aldeia de Abreiro, no concelho de Mirandela, os marcos históricos saltam à vista em cada passo que se dá à descoberta desta localidade, si- tuada aos pés do rio Tua. A Casa do Cruzeiro é um dos espaços que guar- da as memórias de Trigo de Negrei- ros, que foi Ministro do Interior do governo de Salazar. Este filho da ter- ra é recordado pelos idosos como um homem que sempre lutou pela aldeia que o viu nascer. “Aqui, antigamente, moravam muitas pessoas ricas”, enaltece Antó- nio Maria, um habitante de 77 anos. A população da aldeia reconhece o valor histórico do património, mas gostavam que esta localidade fosse

do património, mas gostavam que esta localidade fosse z Casa do Cruzeiro pertence aos herdeiros de

z Casa do Cruzeiro pertence aos herdeiros de Trigo de Negreiros

mais visitada por turistas. Num périplo pelas ruas de Abrei-

ro encontramos o cruzeiro, com uma beleza arquitectónica ímpar, que data do século XVIII. Ao cimo da rua er- gue-se o pelourinho, uma

construção em granito de 1514, que foi mandado erguer por D. Manuel I.

No entanto, Abreiro teve foral em 1225, concedido por D. Sancho II, tendo sido confirmado por D. Afonso III, em 1250, e renovado, em 1514, por D. Manuel I.

No largo do pelouri-

nho, Idalina Lima lem- bra que ainda há vestí- gios de postos de venda que remontam a tempos longínquos. “Há uma casa com as medidas na parede e, ao lado, en- contraram a palavra bo- tica na parede de outra

casa que foi recuperada”, conta esta habitante de Abreiro.

A imponência das

Casas Senhoriais tam- bém salta à vista de quem visita a aldeia. A Casa de Santa Luzia, a Casa da

D. Túlia, a Casa do Padre Amílcar,

a Casa do Cruzeiro e a Casa do Povo

são os edifícios históricos preserva- dos nesta localidade. “Dizem que a Casa do Povo, construída em 1950, é

a única com esta estrutura no País”, enaltece Idalina Lima.

Posto dos Correios mantém-se em Abreiro, facilitando a vida à população idosa

O valor histórico pode, ainda, ser apreciado na igreja matriz, que re- monta a 1953, tendo sido restaurada em 2003, bem como na escola primá- ria, um edifício que também se dis- tingue pela traça arquitectónica. No que toca a património ar- queológico destaque para a Anta da Arcã e para o cemitério dos Mouros, bem como para as ruínas da ponte de Abreiro. Esta aldeia tem, ainda, um pos- to dos CTT, onde as pessoas podem receber as reformas, pagar facturas, enviar correspondência ou encomen- das, fazer carregamentos de telemó-

veis, entre outros serviços. Idalina Lima enaltece a importância do pos- to de correios para facilitar a vida às pessoas idosas, evitando uma deslo- cação de cerca de 25 quilómetros até

evitando uma deslo- cação de cerca de 25 quilómetros até z Cruzeiro com uma beleza arquitectónica

z Cruzeiro com uma beleza arquitectónica peculiar

VOZES

 

Francisco machado

63

anos

“Sou natural de Abrei- ro e vivi sempre cá. A aldeia é rica em patri-

“Sou natural de Abrei- ro e vivi sempre cá. A aldeia é rica em patri- mónio, mas isso não chega para se poder viver aqui. Os jovens fogem todos, porque aqui não há trabalho”.

António maria

77

anos

“Aqui viveram pessoas ricas. Esta era a terra de Trigo de Negrei- ros. A aldeia

“Aqui viveram pessoas ricas. Esta era a terra de Trigo de Negrei- ros. A aldeia enaltece o nome dele, até há uma rua chamada Trigo de Negreiros”.

Idalina Lima

59

anos

“Esta aldeia é muito rica em património. Há dois anos fizeram cá as comemorações dos Monumentos e

“Esta aldeia é muito rica em património. Há dois anos fizeram cá as comemorações dos Monumentos

Sítios e as pessoas ficaram admi- radas com o património que temos cá”.

à sede de concelho. Mas se antigamente esta aldeia

se distinguia pela sua grandiosidade

e pessoas ilustres, hoje Abreiro pre-

cisa de gente. Nesta freguesia vivem cerca de 200 pessoas. Os jovens vão partindo para as cidades, visto que na aldeia não há empregos. No que toca a projectos para o futuro, o presidente da Junta de Fre- guesia de Abreiro, José Viriato, afir- ma que vai apresentar uma candida- tura para a requalificação da Casa do Povo e aguarda que a Santa Casa da Misericórdia transforme o Centro de Dia num mini-lar, tal como foi pro- tocolado. Relativamente à construção da barragem de Foz Tua, o autarca afir- ma que não vai trazer benefícios para Abreiro, visto que o espelho de água vai ficar mais abaixo. “Ficamos sem caminho- de- ferro e sem barragem”, lamenta José Viriato.

“Ficamos sem caminho- de- ferro e sem barragem”, lamenta José Viriato. 2 0 12 de Abril
Tierra, Giente i Lhéngua
Tierra, Giente i Lhéngua

“Tengo que pintar i screbir”

Porque pintas Adelaide Mon- teiro? L zeinho i la pintura fázen parte de mi zde nina, de quando mie mai me deixaba na scuola inda you era pequerrica, an beç de me lhebar pa la arada. Era a zenhar na piedra i más tarde a pintar cun las quelores que you me ambaie. Por rezones bárias nun segui Artes, mas essa eideia de pintar andubo siempre a martelhar-me na cabeça. Apuis, por rezones porfissionales i par- ticulares, fui siempre quedando para trás i ampecei yá cun más de quarenta anhos. Apuis que ampe- cei, nun passo sien eilha. Hai cousas que tengo que fazer para me mantener biba por dren- to, botar para fuora l que me bai n´alma, an lhibros ó an telas, ajun- tando l passado cun l presente i caminando a caras al feturo. Nien you a las bezes sei porque pinto. Ye ua paixon que a boziar me fai uas bezes tan bien, mas outras me dá ua grande angústia i antranqui- lidade. Assi i todo ye essa antran- quilidade que fai cun que you siga siempre pintando i siempre crati- cando l que crio i apuis amostro atrabeç de las pinzelhadas.

Puodes caratelizar la tue pin- tura? You cuido que la mie pintura ten que ser bida nun solo nun sentido stético mas tamien ne l sentido de se çcubrir l que stá para alhá de l que parece a la pormeira mirada, para antender ls símbolos que alhá pongo: porquei l biolino lebita i l bioloncelo ten l reissenhor anriba, la guitarra i la maçana que tanta beç stan persentes, las guitarras quedórun transparentes, l’alquitara

i l cántaro ténen ua cercadura. Solo assi se poderá sen- tir la mie pintura de modo a que se puodan çcubrir ls sonidos de l checharrar, de la niebe, de las fuo- lhas a caer, de l resfol- gar i bater de l cora- çon, etc. Ye ua pintura a las bezes cun un cierto ei- nigma i al- guas bezes surrialista puis cunta suonhos i de- nuncia matracas eiternas d’adonde medra un sufrir eiterno.

Que materiales usas? Pinto subretodo a ólio, cun materiales dibersos, mercados ó arranjados na natureza, para criar teisturas çfrentes. Hai bezes an que mais quiero l acrílico que dá ua grande lhibardade de pinzelha- da yá que se seca debrebe i eisi- ge mobimientos rápidos. L pastel uso-lo an pequeinhos studos de las telas mas ando cun gana de pintar zenhando cun l pastel.

Quales son ls temas de la tue pintura, puis bemos que nun ye ua pintura figuratiba? Gusto de pintar pessonas, ouje-

ye ua pintura figuratiba? Gusto de pintar pessonas, ouje- tos bários, cousas de la natureza, alguas

tos bários, cousas de la natureza, alguas bezes cun bistas por trás. Las bistas, se aparecíren, son ei- maginadas ó recriadas, de modo a que puoda ser un sítio que cada un querga, uas bezes mais rial, outras aparecendo solo an manchas de quelor.

Quieres passar algue mensai- ge cun la tue pintura? Solo puodo pensar an fazer pin- tura se fur para passar mensaiges. A las bezes nun sei se la mensaige passa, mas la pintura, cumo qual- quiera forma de arte, solo fazerá sentido se fur para passar mensai- ges, agradables ó zagradables, mas que deixe marcas. Ye amportante que la pintura seia anterbentiba i que ponga ls dedos nas feridas de

l sou tiempo. Hai muito na mie pintura men- saiges de lhibartaçon, de eimanci- paçon, an special de las mulhieres. Bibi la nineç i la mocidade an di- tadura, amposseblitada de medrar lhibremente i arrodiada de mulhie- res que éran outénticas scrabas. Cuido que fui essa la rezon para que, tanto na mie poesia cumo na pintura haba ua necidade de todo çprender. Esso manifesta-se an simbo- logies, tanto an oujetos cumo an quelores fuortes i bibas, spácios abiertos, lebitaçon a las bezes, cou- sas cun carga eirótica marcante.

Porquei le chameste a la spo- siçon Sonidos de l Silenço? Sonidos de l Silenço ye un tema abstrato, poético i pa l passar pa la pintura dou-me cubradeiros de ca- beça. Parece que sonidos ne l si- léncio solo eisísten na cabeça de poetas, mas hai sonidos que solo se óuben ne l siléncio, hai sonidos que nun somos capazes de agarrar se nun fur ne l siléncio. Esse siléncio puode ser an ter- mos riales, nun termo, nua sala an que ls sonidos dua música mos chégan de loinge: de checharras, de grilhos i mouchos, de ls caste- lhanos an lhuitas no lhume a arder, mas tamien sonidos de l nuosso própio siléncio, sonidos eimagi- nados nas situaçones que stamos a bibir, yá bibidas, ó deseadas. Son esses siléncios ls que son mais si- léncios i esses sonidos ls que son mais sonidos de l siléncio, que mos ban chegando a modo que sonhamos, sien lhemites al punto

(Continua na página seguinte)

Máquinas e equipamentos industriais
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Assistência técnica autorizada e certificada interna e externa, com técnicos especializados e oficina móvel
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e externa, com técnicos especializados e oficina móvel Zona Industrial das Cantarias, lote 167 • 5300-678
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Zona Industrial das Cantarias, lote 167 • 5300-678 (Bragança) PORTUGAL • Tel. 273 312 371 • Fax: 273 327 466 • Email: info@bricofel.com • Website: www.bricofel.com

p R O T e C ç ã O

e

s e G U R A N ç A

LA FUOLHA mIRANDESA

LA FUOLHA mIRANDESA

LA FUOLHA mIRANDESA

(Continuação da página anterior)

de ser capazes de traer pa l Prai- no un mar golsiado por un búzio, refrescando-lo de sue secura. Spe- ro que las pessonas, puls siléncios de la mie pintura çcubran ls sous própios siléncios i sonidos.

Yá faziste outras sposiçones i até yá tubiste quadros tous cin- çurados. Fala-mos de l porble- ma de la lhibardade na arte. Isso fui un acuntecimiento lha- mentable, dous quadros cinçura- dos por ua bareadora, porque, si- gundo eilha, éran amprópios para ser bidos por ninos. Claro que nun éran amprópios, mas anque fús- sen, tenie que ls ber antes i ende you fazie ó nó la sposiçon. Assi fui falta de respeito pul miu tra- balho. Un de ls quadros bai a star nesta sposiçon. An arte nun puode haber lhemites i, an democracie, muito menos se puode tolerar la cinçura.

Cumo ye que la tue bibéncia na aldé, apuis an Moçambique i por fin an Sintra passa pa ls tous quadros? Ampeço por Moçambique, zde ls dezanuobe anhos, adonde todo era grande, i fui essa gran- dura, un mar sien fin, un termo sien paredes, ua tierra quelorida a cuntrastar cun l Pertual cinzen- to que me dórun cundiçones para medrar lhibre i repunsable. Nun hai palabras para falar de la nuite ne l mato a caçar, a la borda dun pai abintureiro, sonhador, caçador guia de çafaris. Guardo d’África çponeres, quelores, cheiros, lhi- berdade. La Speciosa stá alhá siempre, mesmo cuncientemente, raiç que me prende al chano. Nas gientes, ne l termo cun bibéncias de buei- ra, ne ls oujetos, nas oupresso- nes, nas lhibartaçones, cumo se fura ua lhuna miruolha ne l més de agosto. Sintra fui la bida porfissional bibida cun amor i paixon, de por- sora de l ansino secundairo. Sintra ye belheza, romantismo, mar tras- pariente i brabo, sierra fresca. Ir a Sintra ye ir a tener cun un mana- tial d’anspiraçon, a saber d’auga capaç de salir dun morredeiro, ye cumo buer auga fresca na poçan- quita de la mano, ne l chafariç de l Forno.

Tamien scribes i yá publi- queste un libro de poemas. De quei gustas mais i qual dessas dues formas de arte te premite spressares-te melhor?

Si, publiquei an 2010, an mi- randés, l libro Antre Monas i Sbo- lácios. Gusto de dambas a dues de

la mesma maneira. Na scrita ye fá- cele botar l que sinto porque scri- bo de rumpante, la pintura dá-me muita lhuita, uas bezes cun pin- zelhadas lebes, outras, bigorosas

i delgeiras. Apuis hai l prazer de

la mirar an sous uolhos i an sues quelores i sentir alhá ls gemidos, ls cheiros, ls bózios, las risicas. Cumo tu deziste, Amadeu, ne l poema Dues Lhénguas, “nun pas- so sien dambas a dues”.

Cumo situas la pintura na cultura mirandesa? La pintura, a la par doutras artes, ye amportantíssema para qualquiera cultura, nun solo por

registros de l passado mas tamien

i sobretodo de l presente para que

este persente faga stória ne l fetu- ro. Feliçmente muita giente stá a pintar i isso ye buono. Ye na di-

bersidade que la riqueza cultural medra, cada un a pintar ls sous te- mas, cun sue técnica i caratelísti- cas çfrentes. A la par de la música tradecio- nal, de la scrita an mirandés, de

l folclore, la pintura ajuda a que

téngamos la nuossa personalida- de cultural, la nuossa eidentidade cumo pobo. You cuido que quien se dedica a ua arte, ten que tener la ousadie de amostrar l que faç, puis de outro modo, cunciente ó ancuncientemente, stá a cometer un ato de eigoísmo.

Que sentido ten esta sposiçon ser feita an Miranda? Inda la bás a fazer an outros sítios? Alguns destes quadros yá stu-

bírun astanho nua coletiba an Sin- tra, mas eilhes fúrun feitos para Miranda. Ye eiqui que l más mana

i ye eiqui que an pormeiro bén a

znougar. Miranda stá siempre an pormeiro, al menos quando ls qua- dros chéiran a Praino. Ye cierto que, se pintar un manhuço de telas cun temas de mar nun será Miran-

da l pormeiro çtino, mas apuis ben porque ls temas son ounibersales. Esta sposiçon bai para Sendin ne ls dies de l Festibal Antercéltico

i quedará alhá por todo l més de Agosto.

Yá penseste ajuntar la poesie cula pintura? Eilhas ándan juntas yá quantá. An 2002, quando spus an Miranda you tenie un poema, an que cada strofe correspundie a un quadro subre la mulhier de l Praino. Assi ten cuntinado. Hai poemas que yá fúrun pintados i hai pinturas de que yá screbi poemas. Cuido que la eimaginaçon que pongo nua passa pa la outra, son armanas mielgas. Nesta sposiçon hai casos desses tamien, cumo “Sien Lhemi- tes”, feito a partir dun testo publi- cado ne blogue Froles Mirandesas (http://frolesmirandesas.blogspot. com) ne l agosto atrasado.

Anterbista feita por Amadeu Ferreira

Adelaide Monteiro ye porsora aposentada, de la ária de cunta­ blidade i geston, nacida na Spe­

ciosa (1949), Miranda de l Douro.

A

la scrita i a la pintura dedica­le

l

mais de l sou tiempo, passado

antre la sue Speciosa natal i Sin­ tra. An 2010 eiditou l sou pormeiro lhibro de poesie, Antre Monas i Sbolácios, an mirandés, la sue purmeira lhéngua. Sonidos de l silenço y l tema de la pintura que agora apersenta, tema tan abstrato cumo poético, nacida de cenários de biaiges de suonho

a las sues raízes, al sou mundo, rial ó eimaginário, cumbidando

l ouserbador a buscar ne las

manchas i traços de las sues pincelhadas, ls sonidos que solo de l silenço puoden nacer. Sposiçones coletibas: zde 1993

al fin de cada anho letibo, na

Scuola Gama Barros, Cacém; zde

1998 a 2011 – muostras de Arte

de Porsores, organizadas pela Cámara de Sintra. Sposiçones andebiduales: 2000 – Galeria Nova Foco, Cacém; 2002­ Museu de la Tierra de Mi­ randa; 2005 – Centro Cultural de Chabes; 2005­ Spácio Cultural de Mirandela, adonde obras sues

fúrun cinçuradas por ua Bareadora i, por esso, lhebantou la sposiçon;

2005 – Spital de Mirandela, a

cumbite de l’admenistraçon;

2011 – Biblioteca Munecipal de

Miranda do Douro.

de l’admenistraçon; 2011 – Biblioteca Munecipal de Miranda do Douro. 2 2 12 de Abril de
NORDESTE DESPORTIVO
NORDESTE DESPORTIVO

3

   

Campeonato Nacional da II Divisão

 

BRAGANçA MACEDO 2

Jogo no Estádio municipal de bragança

 

á

rbitro: Pedro Ferreira (A. F. Braga)

Clássico com sal

golos e uma vantagem, na al-

tura, muito justa. O principal responsável por todas estas movimentações da turma da casa vieram da classe de Tia- go André, que está no passe do primeiro golo para Litcha

depois o próprio completa

e

Estádio a possibilidade da equipa de Ilídio Monteiro chegar a uma goleada. Na 2ª parte, a expulsão de Luís Gancho por ter visto o segundo amarelo numa si- mulação de penalti, colocou

a equipa num sobressalto, mas não há nada melhor do que ter no banco um treina- dor com boa leitura de jogo, que mexeu rapidamente na equipa. Jogou a toda a lar- gura do campo, marcou o golo por Rambé e, logo de seguida, sofreu o terceiro de penalti, mas não se rendeu à equipa forasteira e dominou. O Bragança não soube tomar conta da bola e Car-

   
E Q U I PA S
E Q U I PA S
   

Ximena Pedrinha Da Silva Xavier Badará Kapelo (Luís Rodrigues, 59´) Rui Gil (Cap) (Jaime, 18´) Tiago André Litcha Valadares Carlitos (Móbil, 81´)

Tiago Gil

   

Cláudio

Wivisson (Toninho,

Na primeira parte, o G D Bragança controlou com

um jogo rápido, agressivo e muito objectivo. Vieram dois

46´)

 

Didácio (Nuno Meia,

 

51´)

 
z bragança pôs travão à onda de vitórias do macedo

z bragança pôs travão à onda de vitórias do macedo

Corunha Eurico (Cap.) Ricardo Luís Gancho Rambé (Adriano, 79´) Luís Carlos Carlitos

com um golão a fazer o 2-0.

A criatividade deste jo- gador não tinha limites e ninguém da equipa de Rui Vilarinho se entendia com a marcação ao jogador minho-

to, que foi quase sempre bem acompanhado pela equipa e em especial por Carlitos, Pe- drinha e Fabien Capello. Nesta altura, o guardião da casa tinha pouco trabalho

 
T R E I N A D O R E S
T R E I N A D O R E S
T R E I N A D O R E S
T R E I N A D O R E S
T R E I N A D O R E S
T R E I N A D O R E S

T R E I N A D O R E S

  T R E I N A D O R E S  
  T R E I N A D O R E S  
  T R E I N A D O R E S  
  T R E I N A D O R E S  
  T R E I N A D O R E S  
 

Ilídio Monteiro

Rui Vilarinho

Golo: Litcha 3´, Tiago André 18´, Rambé 63´, Badará 64´, Carlitos 85´).

Disciplina: Luís Gancho (36´, 48´), Cláudio (37´), Xavier (37´), Rambé (61´), Luís Carlos (64´), Badará (87´), Litcha (90´), Ximena (93´). Vermelho: Luís Gancho (48´acumulação de amarelos)

e

os visitantes não consegui-

litos ainda fez o 3-2, mas os locais perderam por Marco Móbil um golo cantado.

ram arrancar oportunidades de golo. Chegou a pairar no

Campeonato Nacional da III Divisão

 

2 MIRANDELA

 

2

 

VIANENSE

       

Estrelinha dançou Vira do Minho

   

Jogo no Estádio de S. Sebastião árbitro: Ângelo Correia (A. F. C. Branco)

Princesa do Tua a conseguir criar excelentes situações sem- pre que aceleravam. Num trico- tar de bola dentro da área de Rui Borges, Pedro Coentrão evita o pior cortando com a mão e ori- gina o castigo de 11 metros que Paulo Roberto materializa no 2-1. Um golpe de sorte permite a Tiago Lenho empatar, contra a corrente do jogo, a mesma sorte que lhe permitiu ficar impune a um outro penalty cometido em lance com Djibril Djaló aos 82’… O empate acaba por se acei- tar pelo que ambas as equipas produziram no seu melhor pe- ríodo, podendo cada uma delas ter resolvido a partida.

   
E Q U I PA S
E Q U I PA S
   

Armando Jonas Rui Borges Rui Lopes Vaz Tê Tijane Paulo Roberto Ramalho (Nana K 71’) Rondinele Nelo Dally (Djibril Djaló)

Paulo Cunha Nuno Gomes Jorge Humberto Marcos (Cristiano 60’) Tiago Lenho Pedro Coentrão Israel Gomes B. Graça (Luizinho 66’) Luís Coentrão Nandinho (Feiteira 75’)

Entrada muito forte dos ho- mens do Alto Minho abrindo o marcador aos 3’ e com oportuni-

dades flagrantes de aumentar a vantagem aos 4’ e 12’ num quar- to de hora em que foram muito

aos 3’ e com oportuni- dades flagrantes de aumentar a vantagem aos 4’ e 12’ num

fortes e tudo lhes saiu bem, para mal aos anfitriões. Um roubo de bola a meio campo de Rui Lopes seguido de jogada individual e disparo a subir milímetros do travessão, falhando o golo aos 13’, marca o final da supremacia forastei- ra sucedendo-se um período de equilíbrio que os 10’ finais de assédio à baliza do Vianense terminaram. Quase a abrir o tempo com- plementar golão da trilogia Ti- jane - Rui Borges - Rui Lopes empatando a partida, a que se seguiu um período de relativo equilíbrio com os homens da

 
T R E I N A D O R E S
T R E I N A D O R E S
T R E I N A D O R E S
T R E I N A D O R E S
T R E I N A D O R E S
T R E I N A D O R E S

T R E I N A D O R E S

  T R E I N A D O R E S  
  T R E I N A D O R E S  
  T R E I N A D O R E S  
  T R E I N A D O R E S  
  T R E I N A D O R E S  
 

Luís Guerreiro

Rogério Brito

Golos: 0-1 Jorge Humberto 3’, 1-1 Rui Lopes 51’, 2-1 Paulo Roberto 63’ g.p., 2-2 Tiago Le- nho 76’.

Disciplina: Dally 18’, Vaz Tê 21’, Marcos 32’, Rui Lopes 39’, Luís Coentrão, Pedro Co- entrão g.p., Tijane 72’, Rondinele 81’, Paulo Roberto 82’, e Gomes 83’.

z Empate acaba por se aceitar

Fernando Cordeiro

21 23 38 47 50 2 6 Sorteio de quarta-feira: N.º Sorte 2 20 38
21 23 38 47 50
21
23
38
47
50
2 6
2
6
Sorteio de quarta-feira: N.º Sorte 2 20 38 43 44 12 Sorteio de sábado: N.º
Sorteio de quarta-feira:
N.º Sorte
2
20
38
43
44
12
Sorteio de sábado:
N.º Sorte
16
39
43
46
47
3
Convenções com: ADSE | GNR | PSP | MJ SAMS | SAMS QUADROS EDP |
Convenções com:
ADSE | GNR | PSP | MJ
SAMS | SAMS QUADROS
EDP | CGD | BV | ACISB
Consultas de segunda a sábado
das
9:00
horas às
20:00
horas

BRAGANÇA: Rua Almirante Reis, N.º 6, 1.º Andar B | Tel. 273 326 466 MACEDO DE CAVALEIROS: Rua Alexandre Herculano, N.º 2, 1.º | Tel. 278 428 482

DE CAVALEIROS: Rua Alexandre Herculano, N.º 2, 1.º | Tel. 278 428 482 12 de Abril
NORDESTE DESPORTIVO

NORDESTE DESPORTIVO

NORDESTE DESPORTIVO
Liga Zon Sagres   Classificação 26.ª JORNADA Pontos Jogos FC Porto 74 26 Benfica 55

Liga Zon Sagres

 

Classificação

26.ª JORNADA

Pontos

Jogos

FC Porto

74

26

Benfica

55

26

Sp. Braga

43

26

Sporting

42

26

Nacional

35

26

V.

Guimarães

34

26

Rio Ave

33

26

P.

Ferreira

33

26

Marítimo

32

26

Beira-Mar

32

26

U.

Leiria

30

26

Académica

28

26

Olhanense

28

26

V.

Setúbal

27

26

Naval

23

26

Portimonense

19

26

Resultados

P.

Ferreira

1-6

Rio Ave

Marítimo

1-1

Nacional

Sp. Braga

3-1

V.

Guimarães

V.

Setúbal

4-1

U.

Leiria

Sporting

2-0

Académica

Portimonense

2-3

FC Porto

Beira-Mar

1-0

Olhanense

 

Naval

2-1

Benfica

Próxima Jornada

Académica

15/04

V.

Setúbal

V. Guimarães

16/04

Marítimo

Nacional

18/04

Sp. Braga

Olhanense

16/04

P.

Ferreira

Rio Ave

17/04

Naval

Benfica

17/04

Beira-Mar

U.

Leiria

17/04

Portimonense

FC Porto

17/04

Sporting

II Divisão – Z. Norte

 

Classificação

27.ª JORNADA

Pontos

Jogos

U.

Madeira

58

27

Tirsense Chaves Fafe Camacha Lousada Macedo de Cavaleiros Vizela Marítimo B AD Oliveirense Ribeirão Merelinense Caniçal Andorinha Bragança Pontassolense

51

27

44

27

43

27

41

27

40

27

39

27

38

27

37

27

37

27

35

27

33

27

30

27

27

27

17

27

14

27

Resultados

Andorinha

0-1

Fafe

Merelinense

0-1

U.

Madeira

Tirsense

4-1

Camacha

AD Oliveirense

1-1

Marítimo B

Bragança

3-2

Macedo de Cavaleiros

Ribeirão

2-0

Caniçal

Pontassolense

0-0

Vizela

Chaves

0-1

Lousada

Próxima Jornada

U. Madeira

17/04

Fafe

Camacha

17/04

Merelinense

Marítimo B

17/04

Tirsense

Macedo de Cavaleiros

17/04

AD Oliveirense

Caniçal

17/04

Bragança

Vizela

17/04

Ribeirão

Lousada

17/04

Pontassolense

Chaves

17/04

Andorinha

Futsal Distrital

Classificação

16.ª JORNADA

Pontos

Jogos

Sp. Moncorvo Águia Vimioso Vila Flor Pioneiros/Habinordeste Torre D. Chama GD Poiares FC Mirandela GDC Roios Stº Cristo CA Carviçais UD Felgar

41

16

36

15

30

15

27

15

26

16

26

16

25

15

16

15

9

15

6

16

3

16

Resultados

FC Mirandela

5-3

Torre D. Chama

GDC Roios

10-8

UD Felgar

Sp. Moncorvo

5-1

Stº Cristo

CA Carviçais

0-12

Vila Flor

GD Poiares

2-2

Águia Vimioso

Próxima Jornada

Torre D. Chama

15/04

Pioneiros/Habinordeste

UD Felgar

16/04

FC Mirandela

Stº Cristo

15/04

GDC Roios

Vila Flor

15/04

Sp. Moncorvo

Águia Vimioso

15/04

CA Carviçais

C L A S S I F I C A Ç Õ E S

15/04 CA Carviçais C L A S S I F I C A Ç Õ E

A. Futebol Bragança

Classificação

 

21.ª JORNADA

 

Pontos

 

Jogos

Torre Moncorvo

   

60

 

21

Morais FC

58

21

FC Vinhais

41

21

Argozelo

39

21

Alfandeguense

38

21

Águia FC Vimioso

26

21

Mirandês

26

21

Talhas

21

21

CCR Lamas

18

21

Rebordelo

15

21

GD Sendim

15

21

Carção

5

21

Resultados

 

Argozelo Alfandeguense Talhas FC Vinhais

2-0

CCR Lamas

 
 

9-0

Carção

4-2

GD Sendim

 
 

3-0

Rebordelo

Mirandês

0-4

Morais FC

Águia FC Vimioso

0-4

Torre Moncorvo

Próxima Jornada

Carção

01/05

Argozelo Alfandeguense Talhas FC Vinhais Mirandês

GD Sendim

01/05

Rebordelo

01/05

Morais FC

01/05

Torre Moncorvo

01/05

CCR Lamas

01/05

Águia FC Vimioso

III Divisão Campeonato Subida

 

Classificação

 

3.ª JORNADA

 

Pontos

 

Jogos

Mirandela

   

27

 

3

Vianense

24

3

Limianos

24

3

Esposende

20

3

Fão

20

3

Melgacense

19

3

 

Resultados

 

Esposende

2-0

Melgacense

 

Mirandela

2-2

Vianense

Limianos

2-2

Fão

Próxima Jornada

 

Limianos

17/04

Melgacense

 

Vianense

17/04

Esposende

Fão

17/04

Mirandela

Futsal – I Divisão

Classificação

24.ª JORNADA

Pontos

Jogos

Benfica Sporting

66

24

60

24

Belenenses

54

24

Inst. D. João V

41

24

Modicus

38

24

Boticas

38

24

AD Fundão

38

24

Freixieiro FJ Antunes AMSAC Vit.Olivais Rio Ave Mogadouro Alpendorada

35

24

33

24

28

24

24

24

21

24

4

24

4

24

Resultados

Inst. D. João V

6-1

AMSAC

Mogadouro

3-8

Boticas

Sporting

1-4

Benfica

AD Fundão

18-2

Alpendorada

Rio Ave

4-4

Belenenses

Modicus

5-1

FJ Antunes

Vit.Olivais

2-8

Freixieiro

Próxima Jornada

Inst. D. João V

16/04

Freixieiro

AMSAC

16/04

Mogadouro

Boticas

16/04

Sporting

Benfica

16/04

AD Fundão

Alpendorada

16/04

Rio Ave

Belenenses

16/04

Modicus

FJ Antunes

16/04

Vit.Olivais

Futsal – III Divisão

Classificação

20.ª JORNADA

Pontos

Jogos

Macedense

44

20

Desp. Aves

42

20

Piratas de Creixomil

41

20

Fundação MC

39

20

CCDAT EPB

38

19

Paredes

33

19

Valpaços Futsal

28

20

Gualtar

27

19

Contacto

25

19

Carrazeda de Ansiães

23

20

CF Nogueirense

16

20

Ambos os Rios

6

19

Amigos De Cerva

3

19

Resultados

Ambos os Rios Paredes CF Nogueirense Contacto Fundação MC Piratas de Creixomil

0-9

4-6

5-3

12-5

2-2

0-0

CCDAT EPB Gualtar Amigos De Cerva Carrazeda de Ansiães Valpaços Futsal Macedense

Próxima Jornada

Gualtar Amigos De Cerva Desp. Aves Valpaços Futsal Macedense

16/04

CCDAT EPB Paredes CF Nogueirense Contacto Fundação MC

16/04

5-2

16/04

16/04

Piratas de Creixomil

16/04

Ambos os Rios

Campeonato da AFB: Águias FC, 0 – GD Moncorvo, 4

A uma vitória do título

O GD Moncorvo tinha

mesmo que vencer em casa

do Águia de Vimioso, mas

embora a equipa forasteira

tenha entrado melhor em

campo, o primeiro tempo não

foi produtivo em termos de

golos. O 0-0 ia persistindo até ao intervalo. Na segunda parte, foi tudo diferente e o Moncorvo entrou a colocar muita pres- são sobre o adversário. Pouco tempo depois, André Pinto

viria a inaugurar o marcador para a festa dos muitos adep- tos do Moncorvo, que se des- locaram até Vimioso. Depois do primeiro golo,

a equipa da casa perdeu a organização e surgiram mais golos. A partir dos 70 minu- tos, os moncorvenses foram

trocando a bola e gerindo o resultado, conquistando três importantes pontos e ficando

a apenas uma vitória do título de campeão distrital.

Boa arbitragem.

Vítor Aleixo

Juniores A: ARA, 0 – Bragança, 13

Acabar antes do tempo

Aos 65”, a turma local viu um jogador expulso e, mais tarde, vários atletas lesiona- dos, o que obrigou o juiz Sá Carneiro a terminar o jogo por inferioridade numérica dos locais. Na altura, o G D Bragança ganhava por 13-0, com 4 golos de Zé Pedro, 3

dos quais com remates ha-

bituais de meia distância,

pelo que já foi apelidado de

bombardeiro. Este jovem fez,

ainda, mais três assistências

para completar o resultado

final. Entretanto, marcaram,

para completar o resultado final. Entretanto, marcaram, z zé Pedro, o ‘bombardeiro’ ainda, Padrão (3), Eddas

z zé Pedro, o ‘bombardeiro’

ainda, Padrão (3), Eddas (3), Henrique (2) e David (1).

Já a equipa local viu-se

privada dos seus jogadores e espera-se agora a sua rápida recuperação, caso isso não aconteça a equipa fica numa situação complicada e vai ter que faltar aos seus compro- missos. Com a derrota sensacio-

nal do Cachão, em casa, fren-

te ao Macedo, por 1-0, o G D

Bragança está agora em pri- meiro lugar, com o Macedo bem perto.

Mãe d´Água- -Mirandela adiado

o Mãe

d`Água e o Mirandela foi adiado mesmo em cima do

O jogo

entre

joelho, porque a equipa tri- color ficou desfalcada após o jogo com o G D de Bragança, com dois jogadores castiga- dos e 5 lesionados. A partida decorreu na sexta feira, mas a Associa- ção de Futebol de Bragança (AFB) não tinha um dirigente ao fim- de- semana para pres- tar informações e houve mes- mo quem desse como resulta- do do jogo adiado a vitória do Mirandela por 3-0, sinal da má gestão de quem anda no futebol. Por isso, nestas situações

a AFB devia estar preparada para enviar um comunicado a

explicar o que se tinha passa- do e consequente adiamento do jogo.

Estimados Leitores e Anunciantes: Informamos que transferimos os nossos serviços para a Av. Sá Carneiro
Estimados Leitores e Anunciantes:
Informamos que transferimos os nossos serviços para a Av. Sá Carneiro –
Edifício
Celas (instalações da Rádio Brigantia).
Mais informamos que mantemos os mesmos contactos telefónicos e endereço electrónico.
Em caso de dificuldade, por favor contacte-nos pelo telefone 273 329 600 ou 273 300 500.
Desde já agradecemos a sua compreensão
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NORDESTE DESPORTIVO

Iniciados:

Vimioso, 0 Mãe d’Água, 8

Speaker brilha em casa

Vimioso, 0 Mãe d’Água, 8 Speaker brilha em casa z mãe d’água arrastou multidão O jogo

z mãe d’água arrastou multidão

O jogo já era esperado como mais

uma vitória para os tricolores, que levam meia centena de pessoas fora do seu campo. Logo ao 60 segundos,

Paulo Nunes fez o 1-0 e, a partir desse momento, o que se esperava era saber onde parava o marcador, que ficou nos 8-0. Já se viu o Vimioso com mais gala com a bola nos pés, mas é preciso des- tacar dois craques, nomeadamente o guarda- redes Leo e o médio Altino, que vai muito longe . Boa escola e bom ambiente. Dica, ainda, uma nota para Rudra , infantil do Mãe d` Água, que foi transportado pelo INEM para o hospital de Bragança, mas felizmen- te a clavícula foi ao lugar. Já o jogador Paulo Nunes, que es- teve no Manchester Unidet durante 15 dias, trouxe o seu diploma da aca- demia do clube inglês e já sonha com outros voos.

O juiz nem se deu por ele dentro

do campo.

com outros voos. O juiz nem se deu por ele dentro do campo. •  Doçaria Artesanal de Amêndoa • 
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Futsal Iniciados:

Escola Arnaldo Pereira, 4 – Macedense, 6

Resultado enganador na 1. a parte

Polémicas ou queixas à parte, o jogo começou com 4-0 na primeira

parte, pelo porte físico do adversá- rio, que na 2ª parte deixou de existir pela simples razão de que a equipa do benfiquista Arnaldo Pereira acre- ditou que podia dar a volta ao texto, com mais técnica. O resultado não é mais curto ou apertado para os visitantes, porque a equipa de arbitragem cometeu dois erros, um

dos quais anulou um golo à equi- pa da casa, numa situ- ação daque- las em que “o algodão não enga- na”. Luís Garcia esta- va isolado, estica a per- na, joga na bola, esta ressalta e, na recarga, faz golo, tendo sido

obrigatório chocar com o guarda- re- des que vai ao seu encontro. No caso, o árbitro decidiu fora de jogo, mas podia ser o 6-5 e daí até ao empate era uma questão de sorte em tempo corrido, sem cronometrista. O res- saltado final deu a vitória a quem, na primeira parte, foi mais forte e à equipa que perdeu fica a sensação de receio perante o “cabedal” adversá- rio.

sensação de receio perante o “cabedal” adversá- rio. z Escola Arnaldo Pereira joga em todas as

z Escola Arnaldo Pereira joga em todas as frentes

rio. z Escola Arnaldo Pereira joga em todas as frentes Bragança VII Maratona de Hidroginástica z

Bragança

VII Maratona de Hidroginástica

todas as frentes Bragança VII Maratona de Hidroginástica z Oitenta adeptos dos desportos aquáticos participaram na

z Oitenta adeptos dos desportos aquáticos participaram na maratona

A Piscina Municipal acolheu, no dia 7 de Abril, a VII Maratona de Hi- droginástica, sob o tema “Combinar, Coreografar e Inovar”, durante a qual 80 adeptos da modalidade pratica- ram exercícios no tanque de aprendi- zagem e numa aula de “Deep Water”. Com o objectivo de sensibilizar a população em geral para a prática de actividade física e estilos de vida saudáveis, combatendo o sedentaris- mo, através da Maratona de Hidrogi- nástica pretendeu-se, também, que os participantes contactassem com formatos de aula diferentes e mais

evoluídos que os podem de- safiar na busca de uma melhor performance. Estilos mu- sicais, coreo- grafia, lideran- ça e condução de aula, exe- cução técnica e sentido esté- tico foram os ingredientes fundamentais para que a ac- tividade decor-

resse num am- biente descontraído, onde foi evidente asatisfaçãoealegriadosparticipantes. Esta iniciativa, enquadrada no Plano Anual de Actividades e no “Projecto Bragança Saudável – Bra- gança Solidária”, ministrada pelo professor convidado, Emanuel Perei- ra, promoveu uma jornada dinâmica e divertida, que contou com a pre- sença dos alunos das Classes Orien- tadas da Piscina Municipal, alunos de Ciências do Desporto da Escola Superior de Educação de Bragança e, ainda, de profissionais ligados à área do Desporto.

de Bragança e, ainda, de profissionais ligados à área do Desporto. 2 6 12 de Abril
NORDESTE DESPORTIVO

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NORDESTE DESPORTIVO

Veteranos:

Clube Bragança, 0 Penafiel, 0

Nem à mesa desempataram!

Clube Bragança, 0 Penafiel, 0 Nem à mesa desempataram! z Veteranos em forma Apesar das várias

z Veteranos em forma

Apesar das várias oportunida- des de golo, o guardião penafidelen- se acabou por ser o grande herói do jogo, com 3 soberbas defesas. Pelo lado visitante, o seu joga- dor mais velho, Sá Pereira, de 72 anos, mostrou que sabe o que faz, que a idade não diz quase nada e que o amor ao seu clube com quem tem uma ligação de mais de 50 anos su- pera tudo. Houve tempo para reviver jogadores que mediram forças com os três grandes de Portugal e, acima de tudo, com o ex- internacional Jo- aquim Jorge, defesa central ex-F C Porto, V Guimarães e Penafiel, e ago- ra treinador.

Bragança, 2 Abambres, 0

O G D Bragança recebeu, no cam- po do IPB, os vizinhos de Abambres, do distrito de Vila Real. Foi um bom jogo e, acima de tudo, com equilíbrio como nota dominante. A classe de al- guns jogadores traduziu-se nos golos da equipa da casa, primeiro por To- mané e depois por Pedro Espanha. Estes jogos começam, agora, a fluir, como forma de convívio. Depois vem a parte mais interessante e como diz o ditado “ mais vale não falhar do que esperar que os outros aproveitem os nossos erros”.

falhar do que esperar que os outros aproveitem os nossos erros”. Primavera 12 de Abril de
Primavera
Primavera
RODAS & mOTORES

RODAS & mOTORES

RODAS & mOTORES

Mercedes-Benz e Smart

MCoutinho inaugurou concessão

A Mcoutinho inaugurou, no dia

31 de Março, a concessão Mercedes-

Benz em Bragança num evento que contou com a presença do presiden- te da Mercedes-Benz em Portugal, Carsten Oder.

O jantar de inauguração reuniu

ainda várias individualidades e re- presentantes da sociedade brigan- tina, como o presidente da Câmara,

Jorge Nunes, o governador civil, Jor-

ge Gomes, e o Bispo de Bragança-Mi-

randa, D. António Montes Moreira.

Numa noite de glamour e elegân-

cia, foram ainda apresentados dois novos modelos da gama Mercedes- Benz, a nova geração Classe C e o novo SLK.

ção Classe C apresenta dez novos sis- temas de assistência para maior se- gurança, como o Attention Assist e o Distronic Plus, bem como monitori- zações mais eficientes que permitem uma maior economia de combustível e menores emissões de CO 2 . O novo SLK, o mais bem sucedido automó- vel desportivo de seu segmento entra agora na sua terceira geração. Este pequeno roadster eleva a condução dinâmica a um nível completamente novo. Com inúmeras inovações tec- nológicas, entre elas o tecto panorâ- mico, o novo SLK confirma uma vez mais o seu papel de estabelecedor de tendências.

Há mais de três déca- das que o Classe C é s i n ó
Há mais de
três
déca-
das
que
o
Classe
C
é
s i n ó n i m o
de seguran-
ça, conforto
e agilidade.
Aliado
a
estes
atri-
butos
está
um
design
dinâmico. A
nova
gera-

z Presidente da mercedes Portugal marcou presença na inauguração

No final da noite os con- vidados pude- ram assistir ao espectáculo “Sou do Fado”, da Companhia de Dança Con- temporânea de Sintra, que sur- preendeu com a junção do fado com dança con- temporânea.

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Vende-se por motivos de força maior.

Resposta pelo telefone 935 202 114

Jornal nordeste – semanário regional de informação

n.º 753 de 12 de abril de 2011

CARTÓRIO NOTARIAL DE MOGADOURO NOTÁRIA: FÁTIMA MENDES EXTRACTO PARA PUBLICAçÃO Certifico, para efeitos de publicação, que no dia onze de Abril de dois mil

e onze, no Cartório Notarial de Mogadouro, sito no Palácio da Justiça, na

freguesia e concelho de Mogadouro, de fls. 19 a fls. 20, verso, do livro de

notas para escrituras diversas número Oitenta e Um, foi lavrada uma escri- tura de justificação, na qual compareceram como outorgantes, ANTÓNIO MANUEL CORDEIRO, NIF 195 013 727, e mulher MARGARIDA DO NASCIMENTO MORENO CORDEIRO, NIF 224 287 818, casados sob o

regime da comunhão de adquiridos, naturais, ele da freguesia de Meirinhos,

e ela da freguesia de Castelo Branco, ambas do concelho de Mogadouro,

residentes na Rua da Galiza, na mencionada freguesia de Meirinhos, tendo

o outorgante marido declarado:

Que é dono e legítimo possuidor, com exclusão de outrem, do seguinte

prédio:

Rústico, sito em Eirinha, na freguesia de Meirinhos, concelho de Mo- gadouro, composto de cultura arvense e amendoal, com área de dez mil e trezentos metros quadrados, a confrontar de norte com José Matos Esteves, de sul e nascente com Ribeiro e a poente com Francisco Joaquim Moreno, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 67 da secção K, com o valor patri- monial de 26,02 €, e o atribuído de setecentos euros, não descrito na Conser- vatória do Registo Predial de Mogadouro, a cuja área pertence.

do Registo Predial de Mogadouro, a cuja área pertence. Queoreferidoprédioveioàpossedelejustificante,

Queoreferidoprédioveioàpossedelejustificante, aindanoestadodesoltei-

ro, por voltadoanodemil novecentosenoventa, por comprameramenteverbal

feitaaAbílioAugustoMarcos,emulherCândidaAugustaMarcos,residentesna

freguesiadeMeirinhos,sendoeleactualmentefalecido,nuncatendoporémsido

formalizada a competente escritura de compra e venda. Que assim e não obstante a falta de título, o justificante desde logo entrou na posse do dito prédio, pelo que possui o mesmo há mais de vinte anos em nome próprio, na convicção de ser o único dono e plenamente convencido

de que não lesava quaisquer direitos de outrem, à vista de toda a gente e sem

a menor oposição de quem quer que fosse desde o início dessa posse, a qual

sempre exerceu sem interrupção, gozando todas as utilidades por ele propor- cionadas, com o ânimo de quem exerce direito próprio, nomeadamente, nele lavrando, plantando, limpando, tratando e colhendo os respectivos frutos, como azeitona, amêndoa e lenha, procedendo a diversos actos de limpeza, praticando assim os demais actos de uso, fruição e defesa do mesmo, à vista de toda a gente e portanto de eventuais interessados, tudo como fazem os verdadeiros donos, sendo por isso uma posse de boa fé, pacífica, contínua e

pública, pelo que, dadas as enumeradas características de tal posse, adquiriu por usucapião o identificado prédio, figura jurídica que invoca, por não po- der fazer prova do seu direito de propriedade pelos meios extrajudiciais nor- mais, dado o referido modo de aquisição, tendo a outorgante mulher decla- rado que confirma as declarações prestadas por seu marido e que lhe presta

o necessário consentimento para a prática e inteira validade deste acto. Está conforme o original, na parte transcrita, o que certifico. Mogadouro e Cartório Notarial, em 11 de Abril de 2011.

A Notária,

Fátima Mendes

Jornal nordeste – semanário regional de informação

n.º 753 de 12 de abril de 2011

CARTÓRIO NOTARIAL DE MOGADOURO NOTÁRIA: FÁTIMA MENDES EXTRACTO PARA PUBLICAçÃO Certifico, para efeitos de publicação, que no dia oito de Abril de dois mil e onze, no Cartório Notarial de Mogadouro, sito no Palácio da Justiça, na fre- guesia e concelho de Mogadouro, de fls. 14 a fls. 15, verso, do livro de notas para escrituras diversas número Oitenta e Um, foi lavrada uma escritura de justificação, na qual compareceram como outorgantes, AVELINO AU- GUSTO MACHADO, NIF 174 241 470, e mulher LUCINDA AUGUSTA BIOR, NIF 170 563 391, casados sob o regime da comunhão de adquiridos, naturais, ele da freguesia de Brunhozinho, e ela da freguesia de Travanca, ambas do concelho de Mogadouro, residentes na Avenida Trindade Coelho, número 87, na referida freguesia de Travanca, os quais declararam:

Que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, dos seguintes bens imóveis, ambos sitos na freguesia de TRAVANCA, concelho de Mogadouro:

Um – Prédio rústico, sito em Escovas, na dita freguesia de Travanca, composto de cultura arvense, com área de setecentos e trinta e três metros quadrados, a confrontar de norte com Centro de Dia de Travanca, de sul com Avelino Augusto Machado, a nascente com Afonso Eduardo, e a po- ente com Caminho Público, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 373 da secção I, com o valor patrimonial de 5,16 €, e o atribuído de cento e cinquenta euros; e Dois – Prédio rústico, sito em Escovas, na mencionada freguesia de Tra- vanca, composto de cultura arvense, com área de trezentos e doze metros quadrados, a confrontar de norte e nascente com Avelino Augusto Machado, de sul com Zéfiro Augusto Pires e Eduardo Afonso e de poente com Cami- nho Público, inscrito na respectiva matriz sob o artigo 376 da secção I, com

na respectiva matriz sob o artigo 376 da secção I, com valor patrimonial de 2,26 €

valor patrimonial de 2,26 € e o atribuído de cem euros. Que nenhum dos identificados prédios se encontra descrito na Conser- vatória do Registo Predial de Mogadouro, a cuja área pertencem, somam

o valor patrimonial global de 7,42 € e o atribuído de duzentos e cinquenta euros.

Que os referidos prédios vieram à posse dos justificantes, já no estado de casados, por volta do ano de mil novecentos e oitenta e nove, por compra meramente verbal que fizeram a Zéfiro Rodrigues e esposa Maria de Fátima Fernandes Rodrigues, residentes em Coimbra, nunca tendo porém sido rea- lizada a competente escritura de compra e venda. Que assim, e não obstante a falta de título, os justificantes desde logo entraram na posse dos ditos prédios, pelo que os possuem há mais de vinte anos em nome próprio, na convicção de serem os únicos donos e plenamente convencidos de que não lesavam quaisquer direitos de outrem, à vista de toda a gente e sem a menor oposição de quem quer que fosse desde o início dessa posse, a qual sempre exerceram sem interrupção, gozando todas as utilidades por eles proporcionadas, com o ânimo de quem exercita direito próprio, nomeadamente limpando-os, neles lavrando, plantando, tratando

e

colhendo os respectivos frutos, como batatas, feijão, couves, forragens

e

outros produtos agrícolas, neles apascentando animais e procedendo a

diversos actos de limpeza, praticando assim mais diversos actos de uso, fruição e defesa dos mesmos, à vista de toda a gente e portanto de eventuais interessados, tudo como fazem os verdadeiros donos, sendo por isso uma posse de boa fé, pacífica, contínua e pública, pelo que, dadas as enumeradas

características de tal posse, adquiriram por usucapião os identificados bens imóveis, figura jurídica que invocam, por não poderem fazer prova do seu direito de propriedade pelos meios extrajudiciais normais, dado o referido modo de aquisição. Está conforme o original, na parte transcrita, o que certifico. Mogadouro e Cartório Notarial, em 8 de Abril de 2011.

A Notária,

Fátima Mendes

Academia Morandos Bragança Rua Estrada de Vale d’Álvaro • Lote E, R/C Lateral Dto. –
Academia Morandos Bragança
Rua Estrada de Vale d’Álvaro • Lote E, R/C Lateral Dto. – 5300-274 Bragança
Contactos:273381326/ 914772320•braganca@morangos.pt•www.morangos.pt
Grupo de Comunicação Social Regional pretende recrutar 3 colaboradores(as) para a área de Trás-os-Montes e
Grupo de Comunicação Social Regional pretende
recrutar 3 colaboradores(as) para a área de Trás-os-Montes e
Alto Douro (distritos de Bragança, Guarda, Vila Real e Viseu).

AJornalista

A

Designer gráfico/eDitor MultiMéDia

Arepórter De iMageM

Os candidatos deverão reunir as condições necessárias para realizar um Estágio Profissional, ao abrigo das normas do IEFP.

Enviar currículo vitae, acompanhado de fotografia, para:

pressmeios@hotmail.com

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