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PREPARATÓRIO

QOAM 2021

BEM VINDOS!!!
GEOGRAFIA ECONÔMICA
QOAM 2021
MÓDULO I (jan-fev)

Prof. Odilon LUGÃO


e-mail - olumon54@gmail.com

Olaria: 3885-0390/ Centro: 2263-0662


5.2 - Fatores de localização industrial: concentração e
desconcentração
5.2.1 - As transformações na indústria e nos espaços
Princípio básico - a industrialização modificou o espaço geográfico
profundamente: cidades e regiões inteiras se formaram e se
organizaram. A função comercial das cidades na Idade Média cedeu
lugar à função industrial, o que fortaleceu a divisão territorial do
trabalho não só entre o meio rural e o urbano, mas também entre as
cidades. Em alguns lugares, a produção em larga escala deu origem à
sociedade de consumo; em outros, a ampliou
1º momento - a industrialização restringiu-se aos países hoje
desenvolvidos - industrialização clássica
2º momento - passou a ocorrer ao longo do séc. XX, nos países
subdesenolvidos - industrialização tardia
Industrialização clássica - objetivou o mercado interno, contou com
recursos próprios, desenvolveu a sua base tecnológica (ainda que
inicialmente importasse do RU), protegeu o mercado interno da
concorrência externa....
Industrialização tardia- ocorreu ao longo do séc. XX em dois momentos
- a partir do entre guerras e pós-guerra. Foram dois modelos:
Substituição das importações - inicialmente na A. Latina, Índia e África
do Sul, objetivo é o mercado interno, grande dependência de capitais e
tecnologias (+ A. Latina), forte presença do Estado na economia,
elevado endividamento (A. Latina), mecanismos keynesianos
Plataformas de exportações - Ásia SE e China, objetivo é o mercado
externo, poupança interna expressiva, presença do Estado na economia,
endividamento externo razoável, mecanismos econômicos mais flexíveis
Regra básica - a melhor localização é a que possibilita a maior
rentabilidade.
. Etapa inicial da ind. moderna - ocorrida no séc. XIX na Europa
centro ocidental, EUA e Japão - os custos de transporte eram
extremamente elevados
. Carvão mineral - fonte de energia básica tanto para as indústrias de
base que produzem matéria-prima para outras indústrias como para as
indústrias de bens de consumo que produzem para o mercado
consumidor - as bacias carboníferas tornaram-se áreas de concentração
fabril - o mesmo ocorreu em áreas produtoras de minério de ferro
1ª metade do séc. XX - novos fatores começaram a influenciar a
decisão sobre a localização de novas indústrias
. Carvão mineral - foi perdendo o domínio que exercia sobre o suprimento
energético industrial
. O petróleo, o gás natural e a eletricidade - custos de transporte muito
menores, passaram a ser amplamente usados como fonte de força motriz ou
de energia térmica e os meios de transportes obtiveram desenvolvimento
espantoso
. Ainda assim, as velhas regiões fabris que haviam nascido associadas a jazidas
carboníferas ou a reservas minerais continuaram a responder pela maior parte
da produção industrial do mundo
. As linhas de montagens fabris e a emergência do sistema de produção em
série, dirigido para o consumo de massas, reafirmaram as vantagens
locacionais das grandes concentrações industriais
. As novas empresas e os setores ind. em ascensão beneficiaram-se do ambiente
ind. criado pelas ind. já instaladas – mercado, mão de obra, redes de transp. e
serviços - consequência economias de aglomeração
. O meio geográfico típico do regime fordista é o das grandes
aglomerações de fábricas, de mercados de consumo e de
trabalhadores INDÚSTRIAS TRADICIONAIS

. Últimas décadas do séc. XX - esgotamento do fordismo e a


emergência da revolução tecnocientífica, os novos padrões
locacionais passaram a apontar no sentido da desconcentração
espacial das indústrias, ou seja, da busca de novas áreas de
localização e da emergência de novos polos produtivos, afastados das
aglomerações tradicionais INDÚSTRIAS DINÂMICAS
- Fatores Locacionais - são as diversas vantagens que determinado lugar
pode oferecer para atrair indústrias. No momento de optar por uma
localidade para instalar uma ind., os empresários levam em consideração
quais fatores são mais importantes para aumentar a sua taxa de lucro
. Principais fatores locacionais que atraem indústrias:
• matérias-primas: minerais e agropecuárias;
• energia: petróleo, gás, eletricidade, etc.;
• mão de obra: pouco qualificada ou muito qualificada;
• tecnologia: parques tecnológicos, incubadoras, universidades, centros de
P&D;
• mercado consumidor: tamanho e renda;
• logística: disponibilidade e custos de transp. e armaz.;
• rede de telecomunicações
• complementaridade: proximidade de indústrias afins;
• incentivos fiscais
. Importante - os custos com transporte são um dos principais fatores
locacionais para as indústrias pesadas - exemplo, a maioria das
refinarias de petróleo se localiza próxima aos grandes centros
consumidores de seus produtos. PQ?
. Em contrapartida, a proximidade das jazidas de minérios, como ferro,
manganês, etc., constituem um dos principais fatores para a localização
das indústrias siderúrgicas, como as do Quadrilátero Ferrífero (Minas
Gerais). PQ?
. Entretanto, nas últimas décadas, um fator determinante para a
localização de qq tipo de ind. é a existência de uma boa logística de
transportes e armazenagem que possibilite o recebimento de matérias-
primas e o escoamento das mercadorias produzidas a custos
competitivos
. Por isso, muitos centros industriais importantes desenvolveram-se
próximos a portos ou ainda em entroncamentos rodoviários e / ou
ferroviários.
. Centros industriais mais modernos - que produzem bens de alto
valor agregado, como os da área de informática - tendem a se localizar
perto de aeroportos - a mobilidade do capital e das mercadorias pelo
mundo, a logística ganha importância determinante na alocação dos
investimentos produtivos no espaço geográfico
. O desenvolvimento tecnológico e o consequente barateamento dos
transportes, as indústrias, mesmo as que utilizam muita matéria-prima,
já não precisam se localizar perto das reservas - Japão, por exemplo,
grande produtor de aço, importa todo o minério de ferro e o carvão
utilizados em suas indústrias
EXEMPLOS
. Canadá - grande produtor de alumínio, importa toda a alumina (óxido
de alumínio, resultante do processamento da bauxita) necessária à sua
produção
. As siderúrgicas japonesas e as metalúrgicas canadenses localizam-se
em áreas onde os navios carregados de minérios podem atracar
. Japão - não é grande produtor de alumínio, porque o que mais conta
no funcionamento dessa indústria é a energia elétrica, da qual o
Canadá, por sua vez, é grande produtor
. A produção de alumínio a partir da alumina consome muita energia e
tende a se localizar em países que têm grande disponibilidade de
energia hidrelétrica, caso do Canadá e também do Brasil
. Anteriormente, a disponibilidade de mão de obra e a proximidade do
mercado consumidor eram fatores fundamentais para a localização de
muitas indústrias, sobretudo as de bens de consumo, como
eletrodomésticos, alimentos e roupas. É por isso que o fenômeno
industrial esteve inicialmente ligado às grandes concentrações urbanas,
como Londres, Paris, Nova York, Tóquio, Munique, São Paulo, Cidade
do México e Seul
. Muitas vezes, a instalação de uma indústrias ou de um distrito industrial
promove o crescimento das cidades em seu entorno, enquanto em outros
casos as cidades atraem indústrias, que por sua vez promovem seu
crescimento e as transformam em polos de atração de novos
estabelecimentos industriais
. As cidades e as indústrias se influenciaram de maneira recíproca.
Isso ocorreu principalmente até meados do século XX
. Incentivos fiscais - ganham muita importância na hora da decisão sobre
onde implantar uma nova fábrica - em geral fazem essas concessões a
indústrias que têm efeito multiplicador..........
Exemplo, o governo de um estado concede incentivos fiscais para atrair
uma indústria automobilística - como fez o governo da Bahia com a
Ford, inaugurada em 2001, em Camaçari -, que atrai várias indústrias de
autopeças para seu entorno
. Os incentivos fiscais têm de complementar outros fatores locacionais;
isoladamente não conseguem atrair indústrias
. É comum também a cessão de terrenos para a instalação de unidades
produtivas, muitas vezes até mesmo com a infraestrutura básica já
implantada
. Em qualquer país, quando uma grande empresa anuncia o
projeto de uma nova fábrica, começa uma “guerra” fiscal entre
suas unidades políticas internas (estados, províncias, departamentos,
etc.) e entre municípios com o objetivo de atraí-la, para aumentar a
geração de empregos e a arrecadação de impostos, entre muitos outros
benefícios
5.2.2 - Concentração Industrial
. Indústrias tradicionais - as primeiras a se formar e que empregavam
muita mão-de-obra procuravam se instalar em áreas que ofereciam o
maior número ou a melhor combinação possível de fatores necessários
à produção e à comercialização dos produtos. Procuravam assim obter
o menor custo de produção e distribuição possível, para ter o máximo
de lucro - geralmente, encontravam essas condições nas proximidades
dos grandes centros urbanos
. Primeira Revolução Industrial (séc. XVIII e 1ª metade do XIX),
inúmeras cidades industriais surgiram nas proximidades de regiões
carboníferas da Inglaterra (Yorkshire, Lancashire, Midlands), da
Alemanha (Vale do Ruhr), da França (Alsácia, Lorena), da Rússia
(Donetz) e da Polônia (Silésia)
. Segunda Revolução Industrial - com o desenvolvimento de novos
meios de transporte e o surgimento de novas fontes de energia,
surgiram, assim, novas áreas industriais
2ª metade do séc. XX - as concentrações de indústrias tradicionais
eram importantes polos econômicos, constituindo verdadeiros
complexos, tal sua quantidade e variedade - exemplos: o
manufacturing belt (cinturão das indústrias) do NE dos EUA e as
concentrações industriais da Europa Ocidental e do Japão

Nessa etapa da RI foram formadas a grande maioria das


concentrações dos países desenvolvidos e parte em países em
desenvolvimento industrializados
5.2.3 - Desconcentração industrial (!!!!)
. Muitas das tradicionais regiões industriais já não são os polos industriasi
mais importantes
. Nos EUA a indústria moderna situa-se nos estados do sul (Texas,
Louisiana, Mississipi) e na Califórnia
. No SE brasileiro, o setor de serviços já ultrapassa o setor industrial
. A Europa ocidental e o Japão têm exportado muitas indústrias para os
chamados "países emergentes" da América Latina e da Ásia
. No pós-guerra, empresas transnacionais EUA, europeias e,
posteriormente, japonesas estiveram à frente do processo de
estabelecimento de modernas regiões industriais em países dos
continentes africano, asiático e latino-americano - aproveitando-se da
variedade de recursos naturais, da mão de obra e energia baratas e
abundantes, dos incentivos governamentais e da falta ou ineficiência de
legislações de proteção ao meio ambiente
Atualmente - a desconcentração industrial tem-se acentuado e as indústrias
abandonam áreas tradicionais (com custos de produção elevados) em busca de
localizações mais vantajosas, principalmente em áreas que ofereçam mão-de-
obra barata, mercado consumidor expressivo, atuação sindical fraca ou
inexistente, isenções de impostos, concessões, incentivos fiscais etc
DESECONOMIA DE AGLOMERAÇÃO

. A modernização dos meios de comunicação permite vender produtos e


serviços com mais facilidade (via internet, por exemplo) para qualquer parte
do mundo, sem estar fisicamente próximo dos grandes centros de consumo
ou das fontes de matérias-primas
. As redes de comunicação permitem administrar e controlar, simultaneamente,
empresas em todo o mundo
. Indústria têxtil, a siderúrgica e a de bebidas - por exemplo, têm transferido
suas fábricas para os países subdesenvolvidos, em busca de mão-de-obra
mais barata
. Indústrias de base - tradicionalmente situadas em locais ricos em matéria-
prima, de modo a reduzir gastos com transporte, nas últimas décadas
afastaram-se desses locais e, em muitos países centrais, aproximaram-se do
litoral
. China - maior produtor têxtil mundial, mas também a Índia, o Paquistão e a
Indonésia vêm incrementando a produção e as vendas no mercado externo.
. Ind. têxteis dos EUA e da UE? Passaram a investir em novas tecnologias,
tais como fibras químicas, tornando-se cada vez mais intensivas em capital
e especializando-se em prod. de maior valor agregado. Os países ricos e
seus estilistas continuam a ditar os padrões da moda e da elegância
. Modernização das comunicações e dos transportes - matérias-primas
provenientes do interior ou de outros países podem chegar rapidamente
aos portos, nas proximidades dos quais se instalam siderúrgicas,
petroquímicas etc - é possível exportar mercadorias com a mesma
facilidade
. As indústrias já não precisam mais se localizar nos corredores das áreas
produtoras, o que dificultava muito o transporte até o mercado de
consumo espalham pelos continentes em busca de vantagens

. Escala global - tendência de desconcentração é resultante da industrialização


de vastas regiões do mundo subdesenvolvido, em especial no SE Asiático e
na América Latina, que ocupam fatias significativas da produção industrial
mundial em muitos setores
No setor automobilístico, o peso das indústrias situadas em países
subdesenvolvidos tem aumentado expressivamente.

. Atraídas pelos menores custos de mão-de-obra, a Volkswagen, a Ford, a


Chrysler, a Citröen e a Peugeot passaram a fabricar motores em suas
filiais mexicanas
. Além disso, várias fábricas de montagem final de automóveis para
exportação foram implantadas na cidade de Monterrey, enquanto a
Volkswagen se instalou em Puebla e a Nissan em Águas Calientes - EUA
são o destino final de grande parte dessa produção mexicana.
. América do Sul - Brasil é considerado estratégico no mapa das grandes
transnacionais do automóvel: nesse caso, elas são atraídas não só pelos
baixos salários, mas também pela grande dimensão do mercado interno
(ATÉ QUANDO???)
. Coréia do Sul - representa um caso singular - desenvolveu uma ind.
automobolística própria, que concorre em muitos mercados com as
montadoras sediadas nos países desenvolvidos
. Nos setores considerados de alta tecnologia, como o de informática, passam
por uma desconcentração, ainda que seletiva, no plano internacional
. O setor de pesquisa e de concepção de novos produtos e equipamentos
permanece fortemente concentrado nos EUA, no Japão e na UE; parte da
linha de produção chips e microprocessadores, da montagem final dos
equipamentos e a prod.de alguns tipos de software migraram para países
ind. semi-periféricos, em especial para a Índia
Na escala nacional, também ocorre uma tendência à desconcentração.
As velhas concentrações industriais dos países desenvolvidos vêm
perdendo terreno para novas regiões produtivas, marcadas pelo uso de
tecnologias modernas, pelo baixo consumo energético e pela forte
integração com as universidades e os centros de pesquisa e
desenvolvimento

A maior parte das antigas regiões industriais formadas em torno das


bacias carboníferas da Europa e dos EUA, por exemplo, apresenta
diminuição das atividades produtivas, perda de dinamismo e elevadas
taxas de desemprego
5.3 - Ciclos tecnológicos da Revolução Industrial
A RI divide a história das civilizações em duas épocas nitidamente
diferentes. Antes dela, a economia repousava sobre uma base técnica que
evoluía apenas muito lentamente. Depois dela, a transformação
tecnológica transformou-se no fundamento da vida econômica. Do ponto
de vista social e cultural, as civilizações pré-ind. norteavam-se pela
tradição, enquanto a civilização industrial orienta-se pela mudança.
A economia ind. desenvolve-se, desde o nascimento das primeiras
fábricas, através de ciclos longos que começam com uma fase de rápido
crescimento e acumulação de capital, atravessam uma fase de
estabilização e, em seguida, conhecem uma fase descendente
caracterizada pela redução do crescimento e dos lucros empresariais.
. Nikolai Krondatieff – pioneiro nos anos de 1920 a – pesquisando
dados de produção industrial, consumo, preços, juros e salários da
GB, EUA e França, foi o primeiro a registrar esses ciclos longos
. Mais tarde, o economista austríaco Joseph Schumpeter estudou-os
em profundidade, conseguindo associá-los à marcha da inovação
tecnológica e os seus impactos
. Esta abordagem tem sido atualizada e é considerada muito
importante para entender e explicar a evolução dos ciclos
tecnológicos.
5.3.1 - A "destruição criadora"
. “Destruição Criadora” - segundo teoria elaborada pelo economista
Schumpeter, nos anos 1930, a economia mundial se desenvolve por meios
de ciclos ou ondas de inovações tecnológicas
. (...) Schumpeter estabeleceu que a economia evolui por meio da
“destruição criadora”
. Quando um conjunto de novas tecnologias encontra aplicações produtivas,
as tecnologias tradicionais são “destruídas”, deixando de criar produtos
capazes de competir no mercado econômico
. Nesse momento as empresas que estão inserindo as inovações tecnológicas
obtém lucros de monopólio - porque não há concorrentes ou muito pouca
concorrência, até o momento em que começa a ocorrer a inflexão no
comportamento dos preços
. A economia evolui com a introdução de produtos ou serviços que
adotam tecnologias cada vez mais baratas e que atendem as
finalidades das primeiras passa a ocorrer a diminuição da
lucratividade devido ao aumento da oferta
. A lucratividade diminui de tal forma que a concorrência tira dos
mercados as empresas que não conseguem trabalhar com margem
tão pequena de lucros. Ou, então, as empresas financeiramente
mais fortes adquirem (compram) as mais fracas, incorporando
suas parcelas nos mercados concentração de capitais -
ocorrem na fase final das ondas de inovação e antecedem o,
possível, início de uma nova onda
5.3.2 - Ondas de inovação tecnológica da economia industrial
- Fase inicial de cada onda de inovação - época de ouro dos empreendedores
- adaptando pioneiramente as novidades tecnológicas à produção,
empreendedores ousados conquistam vastos mercados
. Quase do nada, surgem empresas de grande porte, que se tornam símbolos do
seu tempo - grandes empresas baseadas em padrões tecnológicos superados
entram em crise e acabam se reformulando ou simplesmente desaparecem

. É na fase inicial que ocorre a "destruição criadora“


. Quando a onda de inovação atinge a fase de estabilização, as novidades
tecnológicas consistem em aperfeiçoamentos do padrão tecnológico
estabelecido
. Essa é a época de ouro das grandes empresas, que dominam mercados já
plenamente configurados.
. Os pequenos empreendedores, que não dispõem de recursos financeiros
vultosos, são incapazes de concorrer com as grandes empresas
. Freqüentemente, seus empreendimentos e suas inovações são incorporados
pelas empresas dominantes – ou tecnologias melhores são rejeitadas, pois
um padrão menos eficiente adquiriu aceitação geral


- Fase descendente da onda de inovação - os mercados estão saturados
. A economia registra superprodução
. Inúmeras empresas revelam-se incapazes de sustentar a concorrência, cada
vez mais feroz, e são incorporadas por conglomerados mais poderosos
. É a época de ouro da centralização de capitais
. Uma nova onda se inicia, surgem mercadorias revolucionárias
. Sob o impacto da "destruição criadora", a superprodução é eliminada pois
os consumidores dirigem-se, ansiosamente, para os novos produtos
disponíveis
. O ciclo recomeça, em novas bases tecnológicas.

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