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C

Leias as afirmações de “a” a “d” e responda as questões de 1 a 5, confirmando


se cada uma destas é VERDADEIRA ou FALSA.
a) Sistemas funiculares, de catenárias ou de forma-ativa dizem respeito às
composições estruturais onde haja predominância de materiais não
rígidos e ancorados em extremidades fixas capazes de suportarem
cargas cobrindo vãos. Conhecer esta modalidade estrutural é essencial
para a compreensão de outros sistemas. Está representado pelo cabo
de suspensão vertical, que transmite a carga diretamente ao ponto de
suspensão, e a haste vertical, que inversamente transfere a carga
diretamente ao ponto da base.
b) O cabo de suspensão vertical e a haste vertical são representativos de
sistemas estruturais de forma-ativa. Transmitem somente cargas
oriundas de esforços normais simples: de tração e de compressão. Dois
cabos com diferentes pontos ligados de ancoragem formam um sistema
de suspensão que deve ser capaz de suportar seu peso próprio e
transferir cargas lateralmente através de simples esforços elásticos.
c) Um cabo de suspensão invertido forma um arco funicular. A forma ideal
de um arco para certa condição de carga é a linha de tração funicular
correspondente a esta mesma carga. Portanto, a característica
fundamental dos sistemas estruturais de forma-ativa é desviar as forças
externas por meio de esforços normais simples: o arco, por compressão;
e o cabo suspenso, por tração. Os sistemas estruturais de forma-ativa
desenvolvem em suas extremidades esforços horizontais. A absorção
desses esforços constitui o maior problema nesses sistemas. O
mecanismo de suporte dos sistemas funiculares (ou de forma) reside
essencialmente na forma material.
d) O desvio da forma correta pode pôr em risco o funcionamento do
sistema ou exigir mecanismos adicionais que compensem tal desvio

Julgue se as alternativas das questões abaixo, escolhendo se cada uma delas


é VERDADEIRA ou FALSA.
1ª parte (diz respeito às questões de 1 a 5 – 1 ponto):
De acordo com o texto básico de autoria de Heino Engel (bibliografia do curso
de leitura obrigatória Engel, Heino in Sistemas Estruturais Ed. G Gili), se pode
afirmar que:
1. Todas as alternativas são falsas.
2. Todas as afirmativas são verdadeiras;
3. Somente as alternativas “a” e “c” estão corretas;
4. Somente a alternativa “a” está correta;
5. Somente as alternativas “c” e “d";

2ª parte (diz respeito aos demais temas previstos para esta avaliação – 4
pontos):

6. Vão amplos têm condição limitada no caso dos dolmens ou pórticos e


outras estruturas lineares basicamente por causa do fenômeno da
tração axial. F.
7. Vão amplos têm condição limitada no caso dos dolmens ou pórticos e
outras estruturas lineares basicamente por causa do fenômeno da
compressão axial. F.
8. Sob o ponto de vista técnico, cavernas habitáveis podem ser
consideradas estruturas arquitetônicas primitivas. F.
9. Estruturas arquitetônicas naturais se apresentam em condições de
serem utilizadas mediante interferência mínima do Homem. F.
10. Depois da Antiguidade Clássica o aperfeiçoamento do arco se deu com
as construções dos aquedutos romanos. F.
11. Depois da Antiguidade Clássica o aperfeiçoamento do arco se deu com
as construções das grandes catedrais de estilo gótico. V.
12. Arcos trabalham praticamente à tração e à flexão, mas há casos desse
trabalho à compressão. F.
13. Elementos de tração são apenas acessórios aos arcos quando não há
presença de contrafortes. V.
14. Na História, os arquitetos utilizando os materiais disponíveis
encontraram literalmente uma forma de eliminar a flexão alterando a
geometria da cumeada do vão, “invertendo a flecha”. V.
15. “Tornando inversa a linha catenária ou funicular” significa, na prática, a
“obtenção de um arco”. V.
16. Arcos trabalham praticamente à compressão, mas há casos desse
trabalho à tração ou à flexão. V.
17. Quando se trata de sistemas estruturais em Arquitetura os arcos têm sua
concavidade voltada para baixo, devem ser autoportantes e constituir
um vão entre seus apoios. V.
18. Arcos chamados abatidos ou rebaixados; abaulado ou ferradura têm raio
 = 180 . F.
19. Arcos chamados abatidos ou rebaixados; abaulado ou ferradura têm raio
 < 180 . V.
20. Mesmo que se aumente a curvatura da estrutura em oposição ao
diagrama de esforços de momento fletor  á =   ⁄8, o feito da
flexão nunca tende a ser anulado. F.
21. As formas ideais dos arcos devem ser as que anulam os momentos
fletores. V.
22. O desenho ideal de um arco comprimido seria o da imagem espelhada,
o desenho inverso do eixo de arco funicular correspondente. V.
23. O desenho ideal de um arco comprimido é o desenho do seu próprio
arco funicular. F.
24. Arco sobrelevado tem altura maior que o raio. V.
25. Arco sobrelevado tem altura menor que o raio. F.
26. O comportamento estrutural do arco independe se os apoios são
isostáticos ou hiperestáticos. F.
27. Arcos sempre tenderão a apresentar flechas ou corcovas quando
submetido a cargas variáveis e acidentais. V.
28. Para cada situação haverá uma única forma de eixo funicular capaz de
resistir a esforços combinados de compressão, o que é praticamente
muito difícil de estabelecer. V.
29. O emprego do arco na Arquitetura vale à pena, pois para cada situação
haverá uma única forma de eixo funicular capaz de resistir a esforços
combinados de compressão, o que é praticamente muito fácil se
estabelecer. F.
30. A flexão nos arcos e estruturas similares somente será nula quando o
eixo do arco coincidir com as linhas de pressão equivalente ao reflexo
da curva catenária das forças atuantes no sistema. V.
31. A única maneira de algum arco estar sujeito somente à compressão será
quando o eixo do arco coincidir com as linhas de pressão equivalente ao
reflexo da curva catenária das forças atuantes no sistema. V.
32. Ainda que os arcos tendam a ser abatidos, seu comportamento não se
aproximará ao das vigas porque estas são tipicamente elementos
resistentes à flexão. F.
33. As barras são fixadas aos nós de transição por diversos meios: soldas a
quente, arrebites ou parafusos e, mais recentemente, a frio, também por
meio de colas. Mesmo nestes casos, são consideradas articuladas. V.
34. As barras são fixadas aos nós de transição por diversos meios: soldas a
quente, arrebites ou parafusos e, mais recentemente, a frio, também por
meio de colas. Nestes casos, são consideradas engastadas. F.
35. As treliças podem ser classificadas pela suas formas, mas não pelas
características de suas junções. F.
36. As treliças podem ser classificadas pela suas formas ou pelas
características de suas junções. V.
37. Quanto à forma, as treliças podem ser consideradas "bidimensionais" ou
"tridimensionais". V.
38. Uma das grandes vantagens das treliças é o fato de que uma pequena
deficiência em barras ou em nós não comprometerá a estabilidade do
sistema. F.
39. Qualquer deficiência numa peça de treliça seja em barras ou em nós
fará com que todo o sistema pode ficar em risco. V.
40. É denominada TRELIÇA a estrutura formada por "barras" articuladas em
suas junções, estas denominadas "nós de transição de forças" ou,
simplesmente, "nós". V.
41. É denominada TRELIÇA a estrutura formada por "barras" engastadas
em suas junções, estas denominadas "nós de transição de forças" ou,
simplesmente, "nós". F.
42. Barras e mesmo nós costumam ser ocos, de maneira a se obter
resistência com menor massa.
43. Barras de treliças são teoricamente consideradas "perfeitamente
articuladas" em suas extremidades, limitadas pelos nós. V.
44. As barras são consideradas submetidas apenas a esforços axiais de
tração ou de compressão simples. V.
45. Barras são consideradas como elementos que eventualmente podem se
submeter a esforços de flexão. F.
46. As cargas, no caso das treliças, são sempre aplicáveis nas barras. F.
47. As cargas, no caso das treliças, são sempre aplicáveis nos nós. F.
48. Uma característica da treliça, que lhe confere a propriedade de
constituir-se num sistema estável é o fato de as barras (e nós) formarem
triângulos. V.
49. Estruturas espaciais formadas por tetraedros são menos rígidas por isto
as de módulo piramidal são mais populares. F.
50. Embora o módulo ou célula geradores da treliça seja o triângulo,
estruturas espaciais podem apresentar módulo espacial formado por
uma pirâmide. V.

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