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— Talvez seja porquê sou uma atriz pornô.

— Eu abro minha boca em


choque e ela sorri mais amplamente, caminhando em minha direção. A
mulher me agarra pela camisa e me joga contra a parede, eu estou
chocado pra caralho para reagir. Ela deve estar brincando. Eu não
poderei continuar vivendo aqui se ela for atriz pornô. — Sou
ninfomaníaca, por isso fiquei o observando.

Inverto a posição e agora é ela quem fica presa. A vejo engolir a seco
enquanto olha para a minha boca, essa mulher é um absurdo. Todo seu
semblante muda de audaciosa para receosa. Então ela sorri e eu estou
contra a parede novamente. Gato e rato.

Subimos nos encarando pelo espelho. Ela nunca desvia o olhar ou se


intimida. Ava é uma incógnita, um labirinto bastante intrigante.

Fico de pé e a puxo. Ela vem rindo e se joga em minhas costas. Saio


correndo com ela e vou ouvindo os sons de suas gargalhadas. Só paro
quando percebo algumas senhorinhas de idade, que veem a praia bem
cedo caminhar, nos encarando, como se fossemos malucos

A pego pelos cabelos quando está quase alcançando a maçaneta. Seu


corpo se choca contra o meu e ela geme como uma depravada perfeita,
sentindo meu pau em contato com sua bunda. A viro de frente e a jogo
na parede, enlaço suas pernas e elas rodeiam meu quadril, enquanto
tento encontrar passagem para deslizar em sua carne molhada. Não
demora muito até que eu consiga o ângulo perfeito, então Ava afasta
nossas bocas e me olha de um jeito incrível, incitando-me a continuar.
Ela é apertadinha e meu pau é grosso o bastante para sentir alargando
cada parte dela. Vou até o limite e espero ela se acostumar com a
invasão. Afasto seus cabelos do rosto e meu pau chega a pulsar quando
meus olhos deslizam pela maldita pintinha na boca. Meu ponto fraco
sobre essa mulher é essapinta. Seu rosto, tomado pelo prazer, merece
ser registrado em uma fotografia. Arrisco a mover um pouco, e a vejo
fechar os olhos, abrir a boca e soltar um som delicioso, que mexe com
todas as minhas terminações nervosas. Eu começo a arremeter firme,
forte, sem tirar meus olhos do seu rosto, apenas sorvendo cada detalhe,
para não perder absolutamente nada. Ela apoia suas mãos em meus
ombros e começa a movimentar-se junto, como se estivesse me
montando. Uma gota de suor desliza pela minha testa. Sustento a bunda
de Ava com as mãos e a levo de volta ao quarto. Deitome na cama,
decidido a deixá-la me montar ao seu modo. Isso permite que eu explore
um pouco dos seus seios. São grandes, um pouco pesados, seus
mamilos são pequenos, delicados, destoam da dimensão de todo o
restante. Os apertos em minhas mãos e ela rebola forte sobre mim. —
Isso aí... — incentivo a ouvindo gemer alto, desprovida de timidez ou
vergonha. É a imagem de uma fêmea bem decidida, que gosta de trepar
gostoso e desbravar os prazeres carnais da vida. Sinto sua carne
sugando tudo do meu pau e o indicativo de que ela está prestes a gozar
me deixa instável. Ela apoia as duas mãos em meu peitoral, fecha os
olhos, morde o lábio inferior, joga a cabeça para trás e me dá seu
primeiro orgasmo, da forma mais erótica que eu já vi. Meu coração até
falha umas batidas apreciando a cena e saber que sou eu o motivo disso
é a melhor de todas as sensações. — Oh! Meu Deus! — Ela tenta jogar
seu corpo ao meu, mas eu inverto a posição e fico por cima, deixando-a
se recuperar alguns segundos, antes de estocar com força, em busca de
mais um orgasmo dela. Abro bem suas pernas e deixo minha pélvis roçar
em seu clitóris enquanto arremeto forte. Dou a devida atenção a cada um
dos seus seios, seguro seu emaranhado de cabelos entre osdedos de
uma mão e uso a mão livre para deslizar em seu pescoço, como se fosse
estrangulá-la. — Oh Deus... você é incrível pra caralho, Piroca Baby...,
nada baby — ela diz e eu sorrio. Eu era idiota minutos atrás, agora sou
incrível e em alguns minutos voltarei a ser o idiota. Nós fazemos uma
dança sexual; ela arremetendo sua pélvis para cima e eu espremendo-a
sobre a cama. — Ai Deus... — Você fica linda desesperada, mas Deus
não irá defendêla, Atriz Pornô. — Goza comigo? Por favor — ela pede
ofegante e eu capturo seus lábios porque me tornei um viciado do
caralho. Giro meus quadris fazendo-a perder o fôlego em minha boca e
invisto forte, tomando cuidado para não deixá-la socar a cabeça na
madeira da cabeceira. Suas mãos deslizam pelas minhas costas, e ela
crava as unhas em minha bunda quando seu corpo explode sob o meu,
mais uma vez. Quem diria que esse mulherão também é sensível pra
caralho. Abro um amplo sorriso de satisfação e permito me entregar ao
prazer. Sinto meus testículos enrijecerem, assim como sinto um calafrio
na espinha. — Goza por mim, goza em mim... — Suas palavras me
levam ao frenesi completo e meu corpo responde, explodindo de maneira
épica dentro dela. Me torno ofegante, audível e instável, e a pego
mirando meu rosto como mirei o dela. Quando os tremores do meu corpo
se esvaem, carinhosamente ela desliza as mãos pelo meu rosto e me
beija. Isso me quebra em mil pedacinhos, porque eu nunca esperei
qualquer ato de carinho vindo dela. — Você é muito bom, Piroca Baby.
Eu quero abraçá-lo, mas também quero sua boca fazendo todas as
coisas. Suas duas mãos estão em meus seios, quando ele passeia com
a língua por cada um dos meus mamilos. Delicada e lentamente ele
distribui beijos em minha barriga, pela minha cintura, por meu quadril,
pela minha pélvis, então ofego quando o sinto explorar minha intimidade.
Ele me lambe de cima a baixo, deslizando de maneira precisa em minhas
partes mais sensíveis. Sua boca se fecha em meu clitóris e ele o beija
como se estivesse beijando a minha boca. Enquanto isso, eu apenas
agarro meus cabelos e tento evitar sons que poderiam assustar metade
da população. Ele pressiona sua língua na parte superior do meu clitóris
e move fazendo movimentos precisos, então desliza até embaixo
novamente e volta a repetir o ato. Eu me sinto mais molhada conforme
ele faz rotações com a língua e beija minha parte mais sensível. E,
quando sinto meu orgasmo se aproximar, ao invés de prendê-lo entre
minhas pernas, eu apenas as abro mais, porque o alívio é tudo que
posso querer. Chamando seu nome, eu gozo e é como se eu fosse
mandada diretamente para outra dimensão. Eu fico alguns bons
segundos numa viagem e só desperto quando o sinto me invadir,
trazendo-me de volta à realidade.

Chamando seu nome, eu gozo e é como se eu fosse mandada


diretamente para outra dimensão. Eu fico alguns bons segundos numa
viagem e só desperto quando o sinto me invadir, trazendo-me de volta à
realidade. Seus cotovelos estão descansando acima dos meus ombros e
suas mãos estão em meu rosto, carinhosamente, enquanto seu corpo se
move contra o meu lentamente, sem qualquer pressa ou pressão. Forço
minha cabeça para cima e o beijo, então ele me beija da sua maneira
incrível e eu sinto meu coração bater forte dentro do peito. Nós atingimos
o prazer juntos, no mesmo instante, então tomamos banho e o noto
distante mais uma vez. Acho que ele é o tipo que só sabe ser mais ou
menos carinhoso no sexo. No pós ele é frio como uma geleira e isso me
deixa desapontada. Eu me achava a Elza, porém ele é um pouco pior

Quando chegamos no ambiente, ele não compreende nada. — Vamos


dançar — informo o pegando. Ele desliza as mãos pela minha cintura e
eu começo a guiá-lo nos passos. É uma dança quase erótica. Estamos
tão grudados, que se estivéssemos nus ele já estaria dentro de mim. Me
viro de costas para ele e dançamos um pouco assim. Mordo o lábio,
comprimindo um sorriso, ao perceber que ele está devidamente excitado.
Eu provoco mais, rebolando e esfregando minha traseira. Ele afasta
meus cabelos, beija meu pescoço e morde minha orelha. — Tem ideia do
que está fazendo comigo em um local público? — pergunta e eu me viro
de frente para ele, o puxando mais para o meu corpo e movendo ao ritmo
da música. — O que estou fazendo com você? — Estou tentado a levá-la
para o banheiro. Só não faço porque você merece infinitamente mais que
um banheiro sujo. É uma princesa, safadinha, mas uma princesa. —
Sorrio e beijo seu pescoço. — Luma... — adverte e eu apenas continuo.
Ele torna-se um pouco mais desesperado e suas mãos deslizam
furtivamente pela minha bunda. — Vamos embora daqui? — propõe em
meu ouvido e eu estou animada o bastante para torturá-lo um pouco
mais

Maldição! Eu não estou normal hoje, de forma alguma. Sinto que estou
prestes a ter um infarto fulminante ou algo parecido.
Eu só não compreendo o que está acontecendo comigo hoje. Eu estou
muito desesperado desde que amanheceu e Ava está fixada em minha
mente, mesmo estando ao meu lado. A sensação de frustração está
forte, talvez por eu saber que ela é geniosa e arisca. Por saber que, o
que estamos fazendo, provavelmente não nos levará a qualquer lugar.
Tornei-me um viciado que tem que se manter no controle para lidar com
ela. Sinto que não posso ser cem por cento eu quando estamos juntos.
Tenho que ficar podando um pouco meus atos, minhas palavras, minhas
ações.

— Está acontecendo alguma coisa? Está se sentindo mal? Nós podemos


voltar. — Ava surge ao meu lado e eu a observo. Como uma mulher
pode ser tão sexy e sensual naturalmente? Eu não conheço uma
resposta para essa questão e nem mesmo sei se existe. — Por que está
me olhando dessa maneira? Estou começando a ficar assustada. Onde
estamos indo? — Você vai gostar, tenho certeza. Está tudo bem, só
precisava de um pouco de ar puro. Estou um pouco ansioso hoje —
esclareço e ela balança a cabeça em compreensão. — Há algo
acontecendo? Algum problema familiar? Ansioso por algo? — Sorrio e
balanço a cabeça em negação. — Não há nada. Vamos? — Ofereço a
minha mão a ela, e ela a pega. Então caminhamos de volta ao carro,
onde abro a porta para ela entrar. Me acomodo, coloco o cinto, respiro
fundo e sigo meu caminho, um pouco mais calmo. Aliás, hoje já tive
dezenas de picos de calmaria, que duram poucos minutos. Conforme
combinado, paro na Casa do Alemão para lancharmos. Ava desce
animada, saltitante.
Me aproximo e inalo o cheiro dos seus cabelos. Os afasto de suas costas
e beijo sua nuca. O assustador é que todo meu corpo está tremendo
enquanto faço isso. — Little Girl. — Cochicho em seu ouvido e torno a
beijar sua nuca. — Fique nua para mim — peço e ela se vira de frente. —
Você está tremendo. Está sentindo algo? — Tesão, adrenalina,
frustração — confesso e ela avança para tirar minha blusa. Eu apenas
deixo, facilitando o processo. Chuto meu tênis e minhas meias para
longe, em seguida sou empurrado até a parede. Ela cai de joelhos diante
de mim, abre o zíper da minha calça e eu ajudo a retirá-la, chutando
apeça para longe. A próxima peça a ser retirada é minha cueca e meu
pau salta empinado, duro e extremamente necessitado. — Deus! Piroca
Baby, apenas pare de tremer, estou ficando preocupada. — Eu preciso
de uma dose de você. — Ela sorri e fica de pé. — Sou sua para o que
quiser. — Qualquer coisa que eu quiser? — pergunto com seriedade. —
Qualquer coisa. — Lembrarei disso e cobrarei. — Ela me puxa pelo
braço e me joga na cama. Como um strip-tease, a observo se despir. A
mulher é sofisticada até mesmo em suas lingeries, é visível que gosta de
se cuidar, que gosta de estar sempre com o melhor. Geralmente eu não
ligo para lingeries, mas as dela me atraem e estou percebendo estar
começando a me importar com o que era apenas um detalhe. Quando
está completamente nua, ela vem para cama, montando minhas pernas e
eu reivindico sua boca prontamente. Minha vontade de beijá-la nesse
momento, está gritando mais alto e mais forte que a vonta

Quando está completamente nua, ela vem para cama, montando minhas
pernas e eu reivindico sua boca prontamente. Minha vontade de beijá-la
nesse momento, está gritando mais alto e mais forte que a vontade de
me enterrar dentro dela. Deslizo minhas mãos pelas suas costas e ela
ofega em minha boca. Eu não consigo conter meus sentimentos e eles
estão claramente sendo expressos em sons de prazer. Geralmente sou
silencioso em momentos íntimos, mas apenas não estou conseguindo
controlar porra alguma hoje e eu gostaria de uma explicação lógica para
toda essa merda. Deixando de lado os pensamentos conflitantes, inverto
a posição, deixando-a por baixo.Quando nossos copos se conectam, sou
obrigado a afastar nossos lábios para respirar. — Meu Deus! — Nós dois
falamos juntos e eu capturo novamente seus lábios. Não quero
compreender essa merda de conexão que nos liga. Incrível, não sou o
único a tremer. Ava também está tremendo. Nós transamos nos olhando,
trocando sons e toques. E acordamos na manhã seguintes quase um
dentro do outro.
— Você está com ciúmes?— Nunca! É mais fácil eu raspar minha
cabeça ou tatuar todo meu corpo do que ter ciúmes de você. — Eu rio. —
Está com ciúmes sim. Posso te contar um segredo? — Pode. — Eu bati
no imbecil por ciúmes — confesso e ela engole a seco. — Você ficou
com ciúmes de mim? — Balanço a cabeça confirmando e ela ri. — Oh
meu Deus, Piroca Baby, tem ciúmes de mim! Nós nem... quer dizer... ok,
esqueça tudo. — Eu não me senti confortável o ouvindo chamar minha
Little Girl de gostosa. — Sua? Por que me chama de Little Girl? —
Minha. Porque você tem cara de Little Girl, de uma garotinha travessa.
Você faz uso de anticoncepcional? — O que é tudo isso? — pergunta
parecendo confusa, tanto quanto eu. — Eu e você. — Eu não sou sua e
não, não faço uso de anticoncepcional, mas tomei pílula e tomarei
novamente — ela diz olhando para o teto. — Você é minha e por isso irá
ao médico ainda essa semana, pílula do dia seguinte é muito agressiva
ao organismo, tanto que só deveria tomar 2 vezes ao ano, com intervalo
de seis meses. Não quero ser pai, ainda, e acredito que você não queira
ser mãe. Se queremos sexo sem proteção, temos que ser cuidadosos. —
Não quero ser mãe e não sou sua. Você é jovenzinho. — Você sabe que
é minha, sou mais maduro do que você pode imaginar. — Ela suspira. —
Se você não fosse minha, oumelhor, se não quisesse ser minha, estaria
em qualquer outro lugar, menos aqui. Você escolheu isso, enfrentou o
seu pai para estar comigo, não há como fugir. Basta enfrentar suas
escolhas. Você sabe muito bem tudo o que aconteceu essa madrugada.

Pode parecer tolice, poético ou que eu esteja na fase Luma de viver a


vida, porém, sabe quando você sente uma força te puxando, atraindo,
incitando e seduzindo? É isso. É uma situação que eu gostaria de fugir,
mas quanto mais me esforço para isso, mas me vejo infiltrada, mas me
vejo querendo. Eu apenas preciso tentar retomar o controle sobre mim
mesma e sobre a situação, porque estou perdendo tudo, inclusive minha
fama de ser fodona. Além de toda a merda citada acima, tornei-me
patética, porque estou sentada numa rede, secando o garoto que está
em pé, mexendo em seu celular. Ele é muito gostoso, tipo
excessivamente gostoso. E há todas essas tatuagens pelo seu corpo, os
piercings. Deus, eu nunca imaginei que um piercing em um nariz
masculino seria algo tão quente. Nunca imaginei que piercing e brincos
em uma orelha masculina era algo tão... tão simétrico. E há também essa
barba, que se encaixa tão bem nesse rosto que não consigo imaginá-lo
sem ela, NUNCA! E a boca dele? Essa boca certamente faz um estrago
em grandes proporções. É carnuda, desenhada, gostosa. Até as mãos
dele são lindas. Quando dou por mim, estou mais uma vez diante dele,
implorando silenciosamente para um pouquinho mais. Mas, então, eu
olho para o seu celular e vejo algo que definitivamente não gosto.

Quando dou por mim, estou mais uma vez diante dele, implorando
silenciosamente para um pouquinho mais. Mas, então, eu olho para o
seu celular e vejo algo que definitivamente não gosto. — Você não está
fazendo isso comigo — digo rindo de nervoso. — Eu devo estar vendo
errado. — Você apenas está entendendo errado, realmente. — Nós
estamos na porra de um hotel e você está vendo foto com a ex? É isso
mesmo? — questiono entrando de voltapara o chalé. Não tenho sangue
de barata e nem mesmo vocação para ser feita de idiota. — Ava, pegue
a merda do meu celular e veja o horário que eu recebi essa merda.
Apenas abri para ver do que se tratava e você chegou. Ela não é minha
ex, nunca foi minha namorada. — Eu estou brigando por ciúmes? Meu
Deus, eu cheguei no fundo do poço completo. — Por que você está
chorando? — Eu não estou chorando! — Você está. — Não estou,
inferno! Quero ir embora, agora! — grito e bato a porta do banheiro. Meu
choro é apenas por perder o auto controle que eu sempre possuí, apenas
isso. A pior sensação do mundo é perceber que você já não consegue
controlar a si mesma. — Ok, vá embora, Ava. Eu não estou indo, se
quiser pode ir em meu carro — avisa invocando todas as minhas forças
do mal. Passam alguns minutos até que ele volte. — Abra essa porta
Ava, nós precisamos ter uma conversa. — Não. — Porra! — ele diz
dando um murro na porta. — Você me deixa puto pra caralho quando
age como uma criança de três anos. Pare com essa porra, você tem 29
anos de idade, merda. Enfrente. Me sinto ainda mais patética, por isso
abro a porta e enfrento. Ele me entrega o celular dele e eu engulo a
seco, lutando entre ver ou entregar de volta. — Não foi a única foto que
recebi essa manhã. — A curiosidade vence após ele falar isso, então eu
vejo uma outra foto, do contato: Luana. Ou seja, essa manhã ele recebeu
foto de Renatinha e Luana. Minha raiva aumenta.

não consigo controlar os sentimentos das pessoas. Mal estou


conseguindo controlar os meus. A única certeza que tenho é de que
quero você, de uma forma insana, possessiva, desesperadora.

— Eu quero que seja minha e é a última tentativa, eu juro por Deus, Ava,
não pedirei isso novamente. Seja minha. — Sua o quê? — Minha. — Eu
o beijo, porque é como um vício beijá-lo. Quero mais disso, como uma
necessidade louca.— Sua. — Dou o veredito e ele sorri. — Toda minha?
— Toda. — Ava Albuquerque, prazer, eu me chamo Gabriel Salvatore, e
a partir de agora, minha missão na vida é torná-la a mulher mais amada,
saciada e feliz do mundo.

— Eu quero que seja minha e é a última tentativa, eu juro por Deus, Ava,
não pedirei isso novamente. Seja minha. — Sua o quê? — Minha. — Eu
o beijo, porque é como um vício beijá-lo. Quero mais disso, como uma
necessidade louca.— Sua. — Dou o veredito e ele sorri. — Toda minha?
— Toda. — Ava Albuquerque, prazer, eu me chamo Gabriel Salvatore, e
a partir de agora, minha missão na vida é torná-la a mulher mais amada,
saciada e feliz do mundo.

Por que as garotas ficam em torno dele na faculdade? Eu,


definitivamente, não tenho sangue de barata. Gabriel está visivelmente
incomodado, mas ele é tão educado que parece não conseguir sair da
situação. Mas eu sei. Aqui não é como nos Estados Unidos onde os
professores são condenados por se envolverem com alunos. Não
háqualquer termo em meu contrato que explicite isso, portanto, eu não
meço minhas ações quando caminho na direção dele. Eu fico possessa
quando vejo que as duas garotas das fotos dessa manhã estão na roda:
Luana e Renatinha. É preciso respirar fundo para manter a classe. A
parte boa é que ele sai da roda assim que me vê e vem caminhando em
minha direção. — Você deveria ser menos sexy, Atriz Pornô. — Ele sorri
e o puxo pela camisa, colando minha boca na dele. Demora um pouco
até que relaxe e retribua, mas quando acontece, eu quase esqueço onde
estamos. — Meu Deus! Piroca Baby, sua boca é um vício maldito! —
Vamos para casa? Por que está com os olhinhos um pouco inchados?
Andou chorando novamente? — questiona passando os polegares em
minha bochecha. — Meu pai foi embora, agora sou motorizada, tenho um
quase namorado, algumas novidades no dia de hoje — explico sorrindo.
— Poxa, eu tinha esperança de conquistar seu pai, sabe, possuo o dom
de convencimento, sou muito bom advogado. — Sorrio. — Será que é
tão bom assim? — Meu tom de provocação não passa despercebido. —
Quer que eu te mostre? — Um sorriso cresce em meu rosto e ele aperta
minha cintura. — Me convença a passar a noite com você, então eu darei
a sentença. Ele se aproxima mais de mim, enfia uma mão entre meus
cabelos, os puxa com força e chega em meu ouvido:— Se você aceitar
dormir comigo pode ser bem ruim, porque não vou deixá-la dormir. Há
uma piroca baby bem grossa e dura querendo que você sente nela parte
da noite. Minha boca também está salivando para explorar esse corpo e
essa delícia apertadinha que você tem entre as pernas. Eu quero você
me montando, então depois a quero de pernas bem abertas para eu
meter gostoso meu pau em você, depois quero pegá-la de quatro e dá
uns tapas nessa bunda incrível. Quero você na minha cama essa noite
Ava, porque você é minha, para eu cuidar, amar e foder. — Eu solto um
gemido alto e Gabriel suspira frustrado. — Você precisa aprender a lidar
com algumas situações em público. — Você precisa aprender a não me
excitar em público. — Eu vou testá-la em diversas ocasiões, e bom que
comece a se acostumar — diz em meu ouvido. — Agora que você já
provou para todas as garotas que é minha dona, podemos ir embora? —
Que ódio! — Não estou satisfeita ainda — digo, já que ele percebeu
minhas intenções eu vou até o fim. Pego sua mão, entrelaço nossos
dedos e seguimos, passando por uma manada de vacas. Nenhuma delas
ousa dizer nada, nem mesmo responder o adeus de Gabriel. A parte ruim
é que ele também veio de carro, a parte engraçada é ir apostando
corrida, de forma maneirada, até em casa, a parte excitante é quando ele
começa a se despir ainda no elevador. A parte louca vem pela manhã,
quando descubro mais uma coincidência. Os pais de Gabriel têm um
abrigo para crianças carentes, assim como os meus pais e toda a minha
família. Eu não sei mais se é destino, coincidência ou algo mais. Só sei
que a cada dia eu fico mais assustada com os acontecimentos e com
meus sentimentos

PUTA QUE PARIU, essa mulher é meu destino

Nós passamos todos os dias juntos, e todas as noites após a faculdade.


Restabelecemos nossa rotina de acordar, correr, acrescentamos o sexo
pós corrida, almoçar juntos, dormir juntos. Simplesmente deu certo, sem
forçarmos nada. Nos encaixamos um ao outro e Ava até mesmo
melhorou seu modo mimada de ser. Acabamos tornando um quarteto,
eu, ela, Davi e Luma, mesmo Luma sendo altamente descompensada.
Agora há algo sobre Ava que é necessário dizer e é bastante assustador:
o apetite sexual. Não é uma reclamação, obviamente, mas tenho
agradecido muito por ser um homem atlético, cheio de disposição e com
um excelente preparo físico. Satisfazê-la tem sido uma missão do
caralho. Quanto mais sexo eu dou a ela, mais sexo ela quer.

— Luma é como eu — Ava explica. — Então você está fodido mesmo,


Davi — alerto meu irmão. — Eu acho melhor pararmos em alguma
drogaria e comprarmos Viagra, eu estou falando sério. — Luma até se
engasga de tanto rir e Ava me lança um olhar ameaçador novamente. —
Se eu bater de carro, você será a única culpada. — Não transamos hoje
— justifica. — Já, já faremos isso. — Pego sua mão e a beijo. — Se
depender da Luma eu já fico de pau duro agora. — Davi exprime sua
“revolta”.

— A partir de agora eu e Ava só transaremos em um outro cômodo que


tem no meu apartamento — decreto e Davi ri. — Vai bobo, depois ela
gosta dessa merda e vai querer dominá-lo com força. — Que outro
cômodo? — a curiosa questiona. — No meu quarto há um outro quarto
secreto. Meu pai o fez com isolamento acústico e tudo mais, há nele
alguns itens deBDSM. É bastante luxuoso, até mais do que meu quarto.
— E por que você ainda não me mostrou isso? — Porque eu não sou
amante da prática, mas podemos utilizar a cama que tem lá, e um sofá.
— Eu amaria ser chicoteada com força. — Puta merda! Eu nem
respondo, porque ela é muito mais que louca, apenas balanço a minha
cabeça em negação.

— Ok, então vamos só levar nossa bagagem para os quartos e


descemos para começar tudo. Sem rapidinhas, dona Luma. Temos a
noite toda para transar. — Luma deve ser muito descompensada para
Ava ter que dar um aviso desse porte. Subimos um lance de escadaria e
Ava caminha rumo a um quarto. Há dezenas deles e estou
impressionado. Ela me dá um sorrisinho maquiavélico e abre a porta de
um. Assim que entro, ela fecha a porta, me joga na cama e me monta. —
Qual é a do “Luma, sem rapidinhas, temos a noite toda para transar”? —
questiono enquanto ela retira o vestido.— Por favor Piroca Baby, só uma
bem rapidinha, para o meu prazer e não o seu — fala abrindo minha
bermuda. — Ava, você acha que meu pau fica duro automaticamente? —
Estou certa disso. — Sorri e meu pau salta duro para ela, porque é quase
no automático mesmo. Ela afasta sua calcinha para o lado e desliza pela
minha extensão lentamente. Eu sorrio, coloco minhas mãos atrás da
cabeça e me torno um vibrador humano, deixando ela fazer o que quiser
em cima de mim. — Ai meu Deus! — Ela começa a recitar seu mantra
como todas as vezes que fazemos sexo. Eu devo ser incrível, devo fazer
milagres, maravilhas, porque ela fica muito louca. — Gabriel... — Sua
voz chamando meu nome me faz querer reagir. Ela é linda demais,
principalmente quando está com tesão. Retiro minhas mãos da cabeça e
toco em minha garota, impulsionando seu corpo ao meu e buscando seu
orgasmo. — Vem para mim, meu amor — digo movimentando abaixo
dela e trazendo sua boca para mim. Bem rápido mesmo, ela goza e eu
fico extremamente satisfeito. Estou com fome pra caralho, e uma
rapidinha é tudo que posso aguentar. — Foi bom para você, Ava? — Eu
gostaria que você gozasse — diz fazendo biquinho. — Mais tarde, meu
amor. Nós temos a noite toda. Estou com fome. Vá se lavar para
descermos. — Ela não gosta. Salta de mim puta de raiva, pelo simples
fato de odiar ser contrariada. Mimadinha do caralho! A porra do banheiro
é de vidro, eu sou obrigado a vê-la tomando um banho rápido e
provocativo o bastante. Porém, não cederei agora. A vida não gira em
torno de sexo. A retiro de lá, quando o show se torna insuportável o
bastante, e a seco. Ela fica quietinha como uma garotaobediente e
permite que eu vista até mesmo sua roupa. Quando está devidamente
pronta, enlaço sua cintura e beijo sua boca.

— Você está feliz? — pergunto. — Muito. — Então eu estou no caminho


certo. — Sorrio e ela me abraça tão forte como nunca abraçou antes. —
Eu gosto muito de você, muito, imensamente. — Eu deito minha testa em
seu ombro e sinto seu perfume natural. Eu também gosto dela, muito,
imensamente. — Você é minha e eu quero que continue sendo por muito
tempo. — Eu quero ser sua por muito tempo — diz. — Como você diz
para mim “eu estou um pouco louca por você.” — Eu estou um pouco
louco por você, Ava Albuquerque. — Ela sorri. — Muito louco, nada
pouco. — Muito? — Gigante louco por você. — Então eu estou no
caminho certo — fala roubando minhas frases. — Feche os olhos, eu
tenho um presente para você. — Eu amo presentes! — ela diz batendo
as mãos e então fecha os olhos. Vou até minha mochila e pego a
caixinha, retiro o cordão delicado e me aproximo, a pegando por trás.
Jogo seus cabelos para o lado e deslizo a peça em seu pescoço,
fechando-a em sua nuca. — Um cordão? — questiona e corre até o
espelho. — Oh meu Deus, é lindo!!!!— Eu estou muito louco por você,
então esse cordão simboliza um pedacinho do meu coração. — Ela sorri
e se joga em meus braços. — Eu amei muito, seu coração está comigo e
eu nunca irei tirá-lo do meu pescoço. — Nem para... — Ela balança a
cabeça negando. — Nem... — Sorrio. — Linda demais, minha princesa
mimadinha, Atriz Pornô, Little Girl. — Meu Piroca Baby. — A beijo e
então decidimos encarar a realidade.

Eu sinto muito, muito, muito forte. E não consigo encontrar uma


explicação lógica para sentir tanto, tão intenso e tão rápido. Eu sinto e
sinto com todas as minhas forças. Eu sinto de uma maneira que nunca
senti. Apenas sinto, com a simplicidade e a humildade de reconhecer que
não há como fugir do sentir, não há como fugir de Gabriel.
A intensidade entre nós dois é tão forte, que nos faz esquecer que existe
vida fora de nós dois. Bem assim, quando estamos juntos é como se
fossemos uma única pessoa, um único lugar, é tão louco.

— Eu estou com sono, exausta psicologicamente. — Você sabe o que


fazer. — Sorrio e levantamos juntos para escovarmos os dentes. Nosso
ritual da noite é sempre esse: escovar os dentes, deitar e dormir
abraçados. É isso o que fazemos.

r. Eu te olhava e imaginava qual era o sabor dos seus lábios, o gosto do


seu beijo. Se seus lábios eram macios, se você era receptiva ou contida.
Eu imaginava como seria ter suas mãos envolvidas em meus cabelos. E
eu juro, não era em sexo que pensava, mesmo que eu te achasse uma
gostosa do caralho. Minha sede maior era de beijar essa sua boca. —
Sorrio emocionada. — Então, fodida Sadgirl do meu caralho, eu te beijei.
Um beijo no meio daquele shopping e você me fodeu para todas as
outras garotas. Nós tomamos um ritmo descontrolado, já fomos para o
sexo logo de cara e caralho Vic, você nasceu para ser minha. Nossos
corpos se conectavam de uma forma tão absurdamente boa, que nublou
toda a quantidade excessiva de sexo que eu já tinha tido na vida. Eu quis
namorar quando nunca na vida me imaginei namorando qualquer outra
garota.

Como conversar com os sogros estando com a calcinha levemente


molhada, um calor que não é desse mundo e contrações involuntárias
em minha intimidade? Sinceramente, eu acho que nunca senti tanto
tesão em toda a minha vida, porque sempre que eu estive com tesão e
tive momentos interrompidos, o desejo passava muito rápido. Hoje não.
Eu permaneço excitada diante dos meus sogros e estou tendo que atuar,
fingindo plenitude e que está tudo sob controle. Acho que pior que é isso
é o fato de Gabriel estar com sua armadura trabalhando intensamente
diante dos pais. Juro que estou nervosa. Essa situação é extremamente
desconfortável.

Chego em casa em tempo recorde, e ele chega junto. Entro no elevador,


e ele quase não consegue entrar. Então eu sorrio, maquiavelicamente, e
ele me ataca do jeito que eu gosto, esquecendo até mesmo que há
câmeras no elevador. Suas mãos deslizam pela minha bunda e ele gruda
nossos corpos. O elevador chega ao nosso destino e sou pega nos
braços dele, de mala e cuia. Sou jogada contra a primeira parede que
encontro, deixando minha bolsa cair no chão para ter as mãos livres. A
boca de Gabriel desliza pelo meu pescoço e desce rumo ao meu decote,
eu sorrio e puxo seus cabelos, fazendo com que ele traga a boca até a
minha. Ele me beija alucinadamente e roça seu membro duro em minha
intimidade. Enlouquecida pelo tesão, puxo seus cabelos e dou um tapa
forte em seu rosto. O estalo é quase tão alto quanto o grito assustado de
uma mulher. — Credo!!!! — O som ecoa pelo corredor e Gabriel me
coloca no chão. Eu arrisco o olhar para encontrar os pais dele. — Que
maravilha hein?! Não é mesmo, Senhor Gibi? Eles curtem um pouco de
violência, genética talvez explique. — É... estou bastante impactado com
essa demonstração pública de afeto. É costume de vocês? Ou apenas...
às vezes é difícil segurar, compreendo. Eu e Analu transamos nessas
escadarias algumas dezenas de vezes, porque dez passos para dentro
de casa, parecia insuportável e longe demais. — Acho que nessa parede
também já transamos — Analu diz. — Ok, não estamos interessados em
saber da performance sexual de vocês dois — Gabriel fala e eu estou
mortificada, nãopela performance deles, mas pela performance que
acabei de dar diante dos pais do meu namorado. — Não precisa ficar
com vergonha, vocês são jovens, e tal... — a pai dele comenta. — Ao
menos não os pegamos na ação final. Estão vestidos e dignos. É normal,
acredite. Só uns pegas sinistros. — Muito normal. Apenas tenha cuidado
com as câmeras de segurança, então vocês podem transar livremente —
a mãe dele diz com naturalidade. — Onde está a bolinha? — Gabriel
questiona me colocando à frente dele, para cobrir sua ereção viva em
suas calças. — Com Davi e Luma. A propósito, os dois combinam, não?
Combinam bastante.
Sua boca avança sobre a minha de uma maneira que me faz sorrir entre
o beijo. A fome dele por mim é a mesma que fome que nutro por ele. Ele
sai me arrastando pela casa, sem parar nosso beijo, um tanto
desesperado, mais do que estava no corredor, quando fomos
interrompidos. Na porta do quarto, suas mãos deslizam pela minha
bunda de maneira fervorosa. Sua boca deixa a minha a desce para meu
pescoço, num beijo que me deixa de pernas bambas. Eu agarro a barra
de sua camisa e ele se afasta permitindo que eu a retire. Eu amo esse
corpo incrível e tatuado. É a imagem da perfeição diante de mim. Suas
mãos tornam a reivindicar meu corpo e eu me entrego a ele, por
completo, para que seja feito o que ele bem entender comigo. Qualquer
coisa. Eu darei a ele qualquer coisa que queira de mim. Ele desliza o
fecho do meu vestido e a peça cai aos meus pés. Como de costume, se
afasta e analisa minha lingerie, enquanto me livro do sapato. Meu Piroca
Baby, gosta muito disso. — Meu Deus, Ava! Você ainda irá me matar —
ele diz e desliza um dedo indo do meu decote até a minha calcinha. —
Cada pedacinho de você é meu.— Sim. — Eu quero deitá-la na cama,
abrir as suas pernas, sentir seu corpo sob o meu, tocar você. Quero
sentir nossos corpos unidos, quero estar enterrado em você Ava, bem
fundo. — O puxo pela calça e ele sorri. Abro o botão e deslizo o fecho,
enquanto ele chuta o tênis para longe, juntamente com as meias. Ele
permite que eu deslize a calça dele para baixo e então desliza a cueca,
ficando completamente nu. Eu sinto meu coração tomar um novo ritmo,
ao mesmo tempo que um arrepio percorre minha espinha. Tesão. O mais
puro tesão que pode existir. Ele desliza meu body pelos meus braços
delicadamente enquanto beija a minha boca e eu me desvencilho da
peça rapidamente. Estou nua, não apenas por estar sem roupa, mas por
estar cem por cento entregue. Gabriel me despe o corpo e a alma com
seu jeito intenso de ser. Suas mãos deslizam pela minha cintura e ele me
vira, guiando-me até a cama. Sinto a beirada dela bater atrás dos meus
joelhos e sou pega em seus braços para ele me conduzir até o centro da
cama. Ele me deita delicadamente e eu jogo meus braços para trás, o
observando deslizar seus olhos por todo meu corpo. — Você é perfeita,
Ava. Eu gostaria de registrar essa imagem, tem ideia do quão linda você
está com esses lábios vermelhos, esse rosto que exprime luxúria, esse
corpo feito para me enlouquecer? — Ele traz suas mãos aos meus seios
e os aperta cuidadosamente, eu engulo a seco, tentando não me
contorcer ou me mostrar no mais alto nível de desespero. — Olha esses
seios, eu sou completamente apaixonado por eles. São tão grandes, sob
medida. — Ele aperta meus mamilos entre seus dedos e eu ofego. —
Que tesão, Ava. Você me deixa com tanto tesão, meu amor. — Essa
atenção completa aos meus seios, envia ondas de calor por todo meu
corpo. — Eu quero você em mim

— Você está com tesão, meu amor? Muito tesão, não é mesmo? —
Balanço a minha cabeça afirmando e ele desliza dois dedos pela minha
barriga e alcança minha intimidade. Ofego quando ele toca meu clitóris e
ele sorri. — Até aqui é linda. Linda, delicada e quente — elogia e então
lentamente desliza seus dedos para dentro de mim, soltando um gemido
em apreciação. — Deus, você é tão apertada meu amor. Olha como
aperta meus dedos. Tem ideia de como me sinto quando tenho meu pau
em você? — Misericórdia, Gabriel. Você deveria parar de me testar. —
Abre mais essas pernas para mim? Quero brincar com você — pede. —
Não pressione, deixe vir, meu amor. Deixa-me tocar você. — Ele força e
eu me abro mais para ele. Levo minhas mãos em meus cabelos e fecho
os olhos, ficando irritada por ter meu desejo de tê-lo adiado por alguns
minutos. Mas ele me toca tão bem... tão deliciosamente, que me pego
gemendo e pedindo mais. Ele leva seus dedos tão fundo e toca num
ponto tão delicado, que todo meu corpo começa a tremer. — Abra os
olhos para mim Ava, vamos lá meu amor, quero ver seus olhos. Eu os
abro e é uma imagem bastante erótica observar o desejo em seu rosto
enquanto ele me toca. Tudo piora quando ele retira os dedos e passa a
fazer movimentos circulares em meus clitóris. Eu agarro meus cabelos, o
lençol da cama, eu enlouqueço. — Para, por favor... vem dentro de
mim... — peço com lágrimas nos olhos. Eu estou chorando de tesão,
merda, chorando... — Diga o que você quer que eu faça, eu quero ouvi-la
me pedindo. — Eu quero que você me foda, Gabriel, bem forte

— Você quer forte? — pergunta se encaixando entre minhas pernas. —


Sim — digo em concordância enquanto ele brica de passear com sua
ereção em minha entrada. Levo minhas mãos para seus quadris e ele
sorri quando tento puxá-lo. Ele empurra de uma só vez, deslizando e
então para. Eu o sinto pulsar dentro de mim e isso é enlouquecedor. —
Você sente isso? — Sim, sinto. — É por você. É assim que você me
deixa – fala e sai de mim. — Você está tão molhada, olha como deixou
meu pau. — Gabriel, você não é tão falante e provocador — repreendo
choramingando e ele torna a me penetrar e me deixar vazia. Eu começo
a chorar. As lágrimas escorrem dos meus olhos livremente e ele volta a
penetrar e retirar. Eu luto para conter o soluço e ele apenas não me dá o
que quero. — Você está chorando de tesão, amor. — Ele enfia
novamente e eu contraio meus músculos, tentando mantê-lo dentro,
preso. — Puta merda, se você fizer isso novamente eu vou gozar. — Por
favor, pare de me torturar — peço e ele inclina seu corpo sobre o meu,
apoiando os cotovelos acima dos meus ombros e completamente dentro
de mim, até a última extremidade. Ele balança seus quadris e eu
impulsiono minhas pélvis para cima. Sua boca reivindica a minha, num
beijo alucinante que combina perfeitamente com o novo ritmo da
brincadeira. Eu mantenho minhas pernas bem abertas para recebê-lo e
contraio a cada fricção deliciosa que seu pau faz dentro de mim. Nem
mesmo o ar passa entre nós. Meu noivo. Ele me dá tudo o que eu
precisava, eu senti tanta falta de tê-lo em mim

A cada estocada eu sinto a pressão dentro de mim crescer e meu corpo


se preparar para um orgasmo. Movimento abaixo dele, buscando o alívio,
buscando tudo que ele pode me dar. Gabriel captura minhas mãos, e
entrelaça nossos dedos acima da minha cabeça. — Eu te amo — diz em
minha boca. — Eu te amo. — Me dá o que quero — pede girando seus
quadris mais fortemente, arremetendo fundo, duro e rápido. — Me dá,
Ava. Eu quero que goze agora, meu amor. Bem gostoso. Geme e goza.
— Deus... você... — Eu me sinto em plena queda livre, como se
estivesse sendo jogada de um penhasco gigantesco. Eu tenho um
orgasmo avassalador que me faz perder a mente. Fecho os meus olhos,
aperto suas mãos e deixo meu corpo explodir de todas as maneiras
possíveis, em um dos orgasmos mais intensos que já tive em toda minha
vida. Gabriel é dono do meu prazer. Ele parece saber exatamente como
manipular meu corpo. Ele torna-se mais frenético e morde meu ombro,
indo fundo e rápido, até obter seu próprio prazer. O meu orgasmo parece
infinito. Todo meu corpo treme, em compasso com o dele. Eu não sei o
que é mais incrível: senti-lo pulsar em mim ou ouvi-lo gemer, ofegar, de
tesão. Ele me beija, um beijo sem língua, apenas para tentar conter as
sensações. Isso foi devastador, intenso, incrível. Demora um pouco para
as sensações diminuírem e, quando acontece, ele descansa o corpo
sobre o meu, e eu brinco em seus cabelos. Eu quero chorar novamente,
mas, ao invés disso, o abraço tão forte quanto consigo. — Eu te amo
muito, Piroca Baby. Muito. Nunca duvide disso

Gabriel me encontra e sorri amplamente. — Bom dia — fala vindo até


mim e eu o puxo pela bermuda. — Ei, ei, ei, calma. — Esbraveja e eu
continuo o puxando até o quarto. Chuto a porta com o pé e o jogo na
cama. — O que te deu Ava? — ele questiona rindo enquanto me desfaço
da camisa, ficando nua.Deslizo pela cama e puxo a bermuda, juntamente
com a cueca dele. Então sorrio, com todas as intenções melhores na
mente. É hora de acordar o que quero e preciso, e é exatamente isso
que faço quando o levo em minha boca. Gabriel se mantém silencioso
enquanto o chupo. Ele enfia as duas mãos entre meus cabelos,
contribuindo assim para um melhor desempenho meu. Meu Piroca Baby,
apenas observa eu fazer a mágica em seu corpo, sem expressar
qualquer som. Isso me faz pegar mais pesado, porém Gabriel sabe ser
genioso quando quer e ele decidiu que hoje vai fingir não estar
impactado o bastante. Apenas o corpo dele que está demonstrando o
tesão. Quando ele está grande, duro o bastante, eu deslizo beijos pela
sua barriga e seu peitoral, indo rumo à sua boca, então ele solta meus
cabelos. Alcanço sua boca, suas mãos deslizam pela minha cintura, em
um aperto firme, capaz de deixar marcas. Nossas partes necessitadas se
encontram e eu me esfrego em sua ereção como uma devassa
descontrolada. Não sei o que deu em mim essa manhã, mas eu gostaria
de passar o dia inteiro nessa cama com Gabriel, transando
incansavelmente. Eu senti falta dele, definitivamente eu senti. Nada que
estou tendo dele parece o suficiente. Ele guia meu corpo ao dele, e a
conexão fantástica acontece. Eu levo minhas mãos em minha cabeça,
fecho os olhos e solto um som de apreciação, tamanho prazer que sinto
em tê-lo dentro de mim. Todo o meu poder se esvai e Gabriel é quem
passa a controlar, porque eu estou mais interessada no sentir agora. A
boca dele desliza pelo meu pescoço e alcança um dos meus seios, eu
apoio as mãos em seus ombros e observo como sua boca fica fantástica
em torno do meu mamilo.Após dar a devida atenção aos meus seios,
seus olhos encontram os meus e sua boca captura a minha, num beijo
deliciosamente quente. Ele me abraça e apoia suas mãos em meus
ombros, impulsionando meu corpo para baixo e transformando uma
fricção deliciosa. Não demora muito para que eu esteja gozando e,
quando acontece, ele me vira, deixando-me de quatro e se apossa
novamente do meu corpo, dessa vez de uma maneira mais selvagem e
menos delicada. Eu fico com meu rosto na cama, minhas mãos
agarrando os lençóis e completamente empinada para ele, da maneira
como ele gosta. E quando ele me preenche com seu prazer, eu sorrio ao
sentir jogando seu corpo contra o meu. Eu simplesmente amo isso,
porque ele beija minhas costas, alcança meu rosto e sua respiração
ofegante fica diretamente em meu ouvido. Eu relaxo meu corpo, então,
deitado sobre mim ele torna a movimentar-se. Arregalo os olhos ao
perceber que ele está completamente rijo novamente, dentro de mim. Ele
geme em meu ouvido e eu respondo com um gemido, completamente
perdida. Esse homem não pode ser de Deus... ele afasta meus cabelos e
beija minha nuca enquanto me fode com vigor, me dando um outro
orgasmo e gozando em seguida. Eu permaneço deitada como estava,
incapaz de mover. Estou bamba e até mesmo sonolenta agora. Gabriel
exterminou com a minha energia. Ele beija minhas costas e então está
fora de mim. Só tenho forças para virar a cabeça de lado a observá-lo de
pé ao lado da cama. — Vamos, Ava, banho. — Convida me oferecendo
uma mão. — Não... quero dormir. — Há uma bagunça dupla dentro de
você, vamos lá. Um banho na hidro, então trocarei o lençol para você
poder voltar adormir. — Eu cubro a minha cabeça com um travesseiro e
ele me pega em seus braços, como se eu fosse um bebê. Ele me coloca
dentro da hidro e então a liga. Jatos de água surgem para todos os lados
e ele ri do meu desespero. Quando há água o suficiente eu mergulho,
tentando manter meus olhos abertos e espantar a moleza. Quem
espanta é Gabriel, ao entrar na hidro com sabão e começar a me levar.
— Apenas não faça isso, Piroca Baby — peço. — Isso entre nós está
começando a ficar doentio. — Só estou te dando banho. — Não, você
sabe disso. — Ele morde meu ombro e beija meu pescoço. — Sou
viciado em você, Atriz Pornô. — Me viro de frente para ele e sorrio antes
de beijá-lo intensamente, de maneira que fazem calafrios deslizarem por
todo meu corpo. Só para quando estou sem fôlego, entorpecida pela
magia do meu Piroca Baby. — Te amo. — Prova — digo brincando e ele
arqueia a sobrancelha. — Provarei. — Sorri enquanto bagunço os
cabelos dele. — Hoje à tarde iremos ver nosso bebê pela primeira vez,
estou ansioso. — Também estou ansiosa. — Será que teremos gêmeos?
— questiona beijand

— Caralho, ela tem tido esses ataques do nada. Por exemplo: no meio
do supermercado ela para e diz que quer transar. Será que ela pensa
que eu vou colocar o pau para fora e fodê-la? Estou emagrecendo, Ava
está me sugando.

— Você quer sofrer junto comigo, Luma? — pergunto e ela balança a


cabeça afirmativamente. — Ok, minha sofrência envolve comer um
hambúrguer gigante do Bob's, beber CocaCola e comer chocolates de
sobremesa enquanto assisto séries. É isso que você quer? — Se for
Bob's picanha gourmet eu animo. — Suspiro frustrado e abro a porta
para que ela possa entrar. Ela retira a sandália, corre até meu quarto e
então volta com dois travesseiros e meu edredom. Ela fecha as cortinas,
apagasas luzes e se joga no sofá, fica me esperando como uma criança
e é tão bonitinha. Balanço a minha cabeça, sentindo o quão fodido estou
e faço pedido. Então me junto a ela, um pouco afastado. — Que série
vamos assistir? Podemos assistir Sense 8? — Ok, nunca assisti — digo
concordando e coloco na série. Nós dois realmente sofremos juntos, nos
entupimos de hambúrguer, batata, Coca e por fim detonamos uma caixa
de bombom. Quando tudo se torna silencioso demais, ela vai até a
adega, pega um vinho e duas taças, então bebemos até ela estar
chorando, bêbada. A maneira feminina de sofrer é diferente mesmo... —
Eu te amo, não me deixeee... — ela diz me puxando pela blusa. — Foi
você quem me deixou, basicamente. — Mas eu... eu não quero te perder.
Eu não quero... — Ok Luma, você está bêbada, é o momento de tomar
um banho frio e dormir — digo tentando levantar e ela me escala como
se eu fosse uma parede. — Luma... — Você é meu nenenzinho, meu
bebê, meu príncipe. — Amanhã você não vai se lembrar dessa merda,
Luma. Bora tomar banho. — Eu vou te pedir em casamento. — Eu rio,
porque ela é uma bêbada engraçada. — Vou pedir sua mão. — Está
bem, Luma, você pode pedir, quando estiver sã. — Já tenho tudo na
minha mente. — Ela sorri entre lágrimas e eu a pego em meus braços.
Logo suas pernas estão rodeando meu corpo e eu a conduzo até o
banheiro. — Vou te propor..
Eu acordo de um afogamento, completamente desesperado. Estou
completamente molhado, como se tivesse acabado de tomar banho. E
tomei. Eu só vejo Ava com a porra de um balde em mãos e uma carinha
de quem sabe que está fodida. — Que merda você acabou de fazer? —
Eu tentei te acordar de todas as maneiras possíveis e você não
colaborou, não tive opção — ela explica. — Nós temos o jantar em uma
hora... eu... eu acho que vou me arrumar lá no meu apartamento. —
Você tem 5 segundos para sumir daqui, caso contrário vamos testar
nossas habilidades no Jiu-jitsu. — Ela deixa o balde e sai correndo. Eu
salto da cama e saio correndo atrás dela. A pego por trás e a rodo
enquanto ela ri. — Você foi uma garota muito malvada. — Eu te amo,
mereço o perdão — diz e a coloco no chão. Ela tem parecido cada vez
mais como uma garota travessa, bagunceira para caralho. — Você está
nu, tem cinco segundos para correr antes que eu te ataque sexualmente

— Vá se arrumar. Já, já chego em seu apartamento — aviso dando um


tapa em sua bunda. — Te amo — ela diz se jogando em meus braços e
a pego. — Eu te amo mais, Atriz Pornô ninfomaníaca. — São os
hormônios — explica rindo. — Até o final da gravidez eu morro. — Sorrio.
— Vá. A coloco no chão novamente e ela se vai, então vou tomar um
banho frio, para acordar de uma vez por todas. Eu juro para vocês, até
tomo um relaxante muscular. Estou acostumado a malhar pra caralho,
mas malhar para caralho e fazer triatlo sexual com Ava, está me
fodendo. Eu sou mais forte que isso e irei dar a volta por cima, fé em
Deus sempre! Quanto exagero! Puta merda! De qualquer forma, saio do
banho revigorado, talvez eu aguente outra maratona. Visto uma roupa,
bebo um copo de iogurte e vou até Ava. Ela atende, usando um
vestidinho e perfeita pra caralho.

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