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Prefeitura de Santos

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO

Plano de Curso Anual

Educação Infantil

2009
Prefeitura de Santos
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO

APRESENTAÇÃO

“(...) Protege-me das incursões obrigatórias que sufocam o prazer da descoberta


e com o silêncio ( intimamente sábio ) das tuas palavras e dos teus gestos
ajuda-me serenamente a ler e a escrever a minha própria vida.”
Ademar Ferreira. In: ALVES, Rubem. A escola com que sempre sonhei
sem imaginar que pudesse existir.

Caro(a) professor(a)/monitor(a),

Mais um ano letivo se inicia, trazendo novos desafios que nortearão sua prática docente.
Desse modo, com o intuito de auxiliar o planejamento de suas ações didático-pedagógicas, a curto,
médio e longo prazo, apresentamos o Plano de Curso de Educação Infantil. As sugestões de
alteração que vocês nos enviaram foram analisadas criteriosamente, pela Seção de Educação
Infantil e pelos Coordenadores Pedagógicos, e contempladas quando pertinentes.
Ressaltamos que este plano é anual, não dispondo, portanto, de uma divisão bimestral dos
conteúdos, visto tratar-se, como o próprio nome diz, de um plano, e não de um planejamento.
Dessa forma, caberá a você, professor(a)/monitor(a), após o período de conhecimento de seu grupo-
classe, o que compreende os diferentes procedimentos diagnósticos, estudar este plano e as
orientações didáticas e outros subsídios que o precedem, a fim de construir, com autonomia, o
melhor percurso pedagógico junto a seus alunos, ou seja, elaborar o “planejamento” propriamente
dito.
O Plano de Curso da Educação Infantil apresenta a seguinte estrutura:
• Objetivos gerais da Educação Infantil que apontam o que se espera que a criança domine
em longo prazo;
• Objetivos específicos de cada eixo de trabalho;
• Conteúdos dos eixos de trabalho, distribuídos em três categorias:
o Conteúdos Conceituais: que dizem respeito ao conhecimento de conceitos, fatos e
princípios;
o Conteúdos Procedimentais: referem-se ao saber fazer;
o Conteúdos Atitudinais: que estão associados a valores, atitudes e normas.
• Orientações Didáticas.
O trabalho na Educação Infantil está centralizado em conteúdos procedimentais devido às
especificidades da faixa etária; portanto, depende muito da postura e das situações didáticas
utilizadas pelo educador para que as competências infantis sejam estimuladas e as habilidades
desenvolvidas.
Um elemento que merece destaque é o aspecto lúdico, tão presente e necessário no universo
infantil. Uma prática pedagógica que muito favorece o referido desenvolvimento é o brincar, pois se
trata de um instrumento pedagógico que atende às necessidades tanto de aprendizagem como de
ensino.
Cabe ainda dizer que, em razão dos conteúdos conceituais, manteve-se a divisão por eixos
de trabalho, o que, no entanto, não invalida a abordagem interdisciplinar do trabalho em sala de
aula. Resguardadas as especificidades de cada área do conhecimento, o que, em sua maioria,
constrói-se por meio dos conteúdos conceituais, é por intermédio da aprendizagem dos outros
conteúdos – os procedimentais e os atitudinais – que a interdisciplinaridade ocorre. Certos
procedimentos também se aplicam com exclusividade a um eixo de trabalho, porém, em sua
maioria, assim como as atitudes a serem desenvolvidas pelas crianças, esses perpassam todas as
áreas do conhecimento, em maior ou menor escala, durante certa etapa de sua aprendizagem. É
nesse sentido, portanto, professor(a)/monitor(a), que seu planejamento deve se orientar, buscando
garantir a construção dos saberes próprios de cada eixo de trabalho, concomitantemente à dos que
se apreendem de uma forma transversal.
Importa dizer que, ao falarmos dos conceitos mais específicos de cada eixo, não estamos
dizendo que o vínculo entre esses saberes não possa ser estabelecido, até porque ele existe
naturalmente nos conhecimentos instituídos, mas sim que há conceitos próprios de Linguagem Oral
e Escrita, os quais não dizem respeito à Matemática e vice-versa. Portanto, não é necessário
“forçar” tal aproximação, criando situações de aprendizagem vazias de significado. Por outro lado,
há conceitos que pertencem a mais de um eixo, demandando, assim, que sejam construídos
interdisciplinarmente.
Desse modo, professor (a)/monitor(a), buscando auxiliá-lo no planejamento de suas ações e
intervenções em sala de aula e na elaboração de atividades significativas para a aprendizagem de
seus alunos, elaboramos algumas orientações didáticas para cada eixo de trabalho, em que se
abordam mais profundamente esses aspectos apresentados. Recomendamos a leitura dessas
orientações paralelamente à leitura do plano em si.
Indicamos também, no final deste documento, algumas sugestões de referências
bibliográficas para aprofundamento dos temas aqui expostos, assim como o endereço do site da
SEDUC, no qual você encontra subsídios teórico-práticos para download, além de outras
informações interessantes. Lembramos ainda que estamos à disposição para esclarecer eventuais
dúvidas, apontar sugestões, analisar coletivamente as dificuldades, a fim de colaborar na escolha
dos percursos pedagógicos mais adequados para a efetiva aprendizagem de nossas crianças.
Nossa intenção é fortalecer, cada vez mais, a parceria entre nós, educadores, cujo objetivo
comum é a excelência da qualidade de ensino e o desenvolvimento pleno e feliz das potencialidades
de nossos alunos.

Bom trabalho a todos!


Departamento Pedagógico.
Fevereiro de 2009.
OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

 Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais
independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas
limitações;

 Descobrir e conhecer progressivamente seu próprio corpo, suas


potencialidades e seus limites, desenvolvendo e valorizando hábitos de
cuidado com a própria saúde e bem-estar;

 Estabelecer vínculos afetivos e de troca com adultos e crianças, fortalecendo


sua autoestima e ampliando gradativamente suas possibilidades de
comunicação e interação social;

 Estabelecer e ampliar cada vez mais as relações sociais, aprendendo aos


poucos a articular seus interesses e pontos de vista com os demais, respeitando
a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração;

 Observar e explorar o ambiente com atitude de curiosidade, percebendo-se


cada vez mais como integrante, dependente e agente transformador do meio
ambiente e valorizando atitudes que contribuam para sua conservação;

 Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e


necessidades;

 Utilizar as diferentes linguagens (corporal, musical, plástica, oral e escrita)


ajustadas às diferentes intenções e situações de comunicação, de forma a
compreender e ser compreendido, expressar suas idéias, sentimentos,
necessidades e desejos e avançar no seu processo de construção de
significados, enriquecendo cada vez mais sua capacidade expressiva;

 Conhecer algumas manifestações culturais, demonstrando atitudes de


interesse, respeito e participação frente a elas e valorizando a diversidade.
Prefeitura de Santos
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO

Plano de Curso Anual

Educação Infantil

INFANTIL I

2009
INFANTIL I
IDENTIDADE E AUTONOMIA
OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Brincar;
 Experimentar e utilizar os recursos de que dispõem para a satisfação de suas necessidades
essenciais, expressando seus desejos, sentimentos, vontades e desagrados, e agindo com
progressiva autonomia;
 Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo, conhecendo progressivamente seus
limites, sua unidade e as sensações que ele produz;
 Relacionar-se progressivamente com mais crianças, com seus professores e com demais
profissionais da instituição, demonstrando suas necessidades e interesses.
ACOLHIMENTO:
 Estabelecer vínculos de afetividade, de confiança e de segurança;
 Criar ambiente que atenda a segurança física e emocional da criança;
 Planejar situações que ofereçam à criança, o aconchego, a atenção e os estímulos
necessários para o seu pleno desenvolvimento;
 Estabelecer vínculos entre a família e a escola, priorizando as necessidades das crianças.

CONTEÚDOS

Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
Participação em brincadeiras de “esconder e achar” e em
01
brincadeiras de imitação.
02 Escolha de brinquedos, objetos e espaços para brincar.
03 Higiene das mãos e dos dentes com ajuda.
Expressão e manifestação de desconforto relativo à
04
presença de urina e fezes nas fraldas.
Interesse em experimentar novos alimentos e comer com
05
ajuda.
Conteúdos Atitudinais 1º B 2º B 3º B 4º B
Comunicação e expressão de seus desejos, desagrados,
06 necessidades, preferências e vontades em brincadeiras e
nas atividades cotidianas.
Identificação progressiva de algumas singularidades
07 próprias e das pessoas com as quais convive no seu
cotidiano em situações de interação.
Interesse pelas brincadeiras e pela exploração de
08
diferentes brinquedos.
CONTEÚDOS

Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL I
IDENTIDADE E AUTONOMIA
Observação, Registro e
Importante Ler Orientações Didáticas Orientações Gerais
Avaliação Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 2 Volume 2 Volume 2 Volume 2
Páginas: 13 a 25 Páginas: 30 a 36 Páginas: 49 a 65 Páginas: 65 a 69
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO / TRANSFORMAÇÃO /
PROCESSUAL DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO / PORTFÓLIO
INFANTIL I

MOVIMENTO

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo;


 Explorar as possibilidades de gestos e ritmos corporais para expressar-se nas brincadeiras
e nas demais situações de interação;
 Deslocar-se com destreza progressiva no espaço ao engatinhar, andar, correr, pular etc.,
desenvolvendo atitude de confiança nas próprias capacidades motoras;
 Explorar e utilizar os movimentos de preensão, encaixe, lançamento etc., para o uso de
objetos diversos.

CONTEÚDOS
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
EXPRESSIVIDADE
Reconhecimento progressivo de segmentos e elementos
01 do próprio corpo por meio da exploração, das
brincadeiras, do uso do espelho e da interação com os
outros.
EQUILÍBRIO E COORDENAÇÃO
Exploração de diferentes posturas corporais, como sentar-
02 se em diferentes inclinações, deitar-se em diferentes
posições, erguer-se com ou sem apoio, manter-se de pé
com ou sem apoio, dar passos com ou sem apoio etc.
Ampliação progressiva da destreza para deslocar-se no
03 espaço por meio da possibilidade constante de arrastar-se,
engatinhar, rolar, andar etc.
Conteúdo Atitudinal 1º B 2º B 3º B 4º B
EXPRESSIVIDADE
04 Expressão de sensações e ritmos corporais por meio de
gestos, posturas e da linguagem oral.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL I
MOVIMENTO
Observação, Registro e
Importante Ler Orientações Didáticas Orientações Gerais
Avaliação Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 15 a 23 Páginas: 30 e 31 Páginas: 39 e 40 Páginas: 40 e 41
35 e 36
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO / TRANSFORMAÇÃO /
PROCESSUAL DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO / PORTFÓLIO
ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL I
INFANTIL I

LINGUAGEM ORAL E ESCRITA

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Participar de variadas situações de comunicação, para interagir e expressar desejos,


necessidades e sentimentos.

CONTEÚDOS

Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
FALAR E ESCUTAR
01 Uso da linguagem oral para comunicar-se nas diversas
situações de interação presentes no cotidiano.
PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA
Participação em situações de leitura com o
02 reconhecimento de imagens do cotidiano (pasta de
gravuras).
Participação em situações de leitura, feita por adultos, por
03
meio de livros com dobraduras e pequenas histórias.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL I
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
Observação, Registro e
Importante Ler Orientações Didáticas Orientações Gerais
Avaliação Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 117 Páginas: 134 a 136 Páginas: 151 a 156 Páginas: 157 a 159
119 a 123
125 a 129
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO / TRANSFORMAÇÃO /
PROCESSUAL DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO / PORTFÓLIO
INFANTIL I

MATEMÁTICA

OBJETIVO ESPECÍFICO

 Estabelecer aproximações a algumas noções matemáticas presentes no seu cotidiano, como


contagem, relações espaciais etc.

CONTEÙDOS

Conteúdo Procedimental 1º B 2º B 3º B 4º B
ESPAÇO E FORMA
Manipulação e exploração de objetos e brinquedos, para
01 descoberta de características, propriedades e suas
possibilidades associativas: empilhar, rolar, encaixar etc.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL I
MATEMÁTICA
Observação, Registro e
Importante Ler Orientações Didáticas Orientações Gerais
Avaliação Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 207 Página: 218 Páginas: 235 a 237 Páginas: 237 a 239
209 a 213
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO / TRANSFORMAÇÃO /
PROCESSUAL DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO / PORTFÓLIO
INFANTIL I

NATUREZA E SOCIEDADE

OBJETIVO ESPECÍFICO

 Explorar o ambiente, estabelecendo contato com pessoas, animais, plantas e objetos


diversos, manifestando curiosidade e interesse.

CONTEÚDOS

Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
ORGANIZAÇÃO DOS GRUPOS E SEU MODO DE SER,
VIVER E TRABALHAR
01 Participação em atividades que envolvam histórias,
brincadeiras, jogos e canções que digam respeito às
tradições culturais de sua comunidade e de outros grupos.
OBJETOS E PROCESSOS DE TRANSFORMAÇÃO
02 Exploração de diferentes objetos, de suas propriedades e
de relações simples de causa e efeito.
OS SERES VIVOS
Conhecimento do próprio corpo por meio do uso e da
03 exploração de suas habilidades físicas, motoras e
perceptivas.
04 Contato com pequenos animais e plantas.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL I
NATUREZA E SOCIEDADE
Observação, Registro e
Importante Ler Orientações Didáticas Orientações Gerais
Avaliação Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 163 Páginas: 178 e 179 Páginas: 195 a 201 Páginas: 203 e 204
165 a 167
169 a 173
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO / TRANSFORMAÇÃO /
PROCESSUAL DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO / PORTFÓLIO
INFANTIL I

MÚSICA

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Ouvir, perceber e discriminar sons diversos, fontes sonoras e produções musicais;


 Brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir sons.

CONTEÙDOS

Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
O FAZER MUSICAL
Exploração, expressão e produção do silêncio e de sons
01 com a voz, o corpo, o entorno e materiais sonoros
diversos.
02 Participação em brincadeiras e jogos cantados e rítmicos.
APRECIAÇÃO MUSICAL
03 Escuta de obras musicais variadas.
Participação em situações que integrem músicas, canções
04
e movimentos corporais.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL I
MÚSICA
Observação, Registro e
Importante Ler Orientações Didáticas Orientações Gerais
Avaliação Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 45 Páginas: 58 e 59 Páginas: 67 a 75 Página: 77
47 a 49 64
51 a 53
57
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO / TRANSFORMAÇÃO /
PROCESSUAL DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO / PORTFÓLIO
INFANTIL I

ARTES VISUAIS

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Ampliar o conhecimento de mundo que possuem, manipulando diferentes objetos e


materiais, explorando suas características, propriedades e possibilidades de manuseio e
entrando em contato com formas diversas de expressão artística;

 Utilizar diversos materiais gráficos e plásticos sobre diferentes superfícies para ampliar
suas possibilidades de expressão e comunicação.

CONTEÙDOS

Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
O FAZER ARTÍSTICO
Exploração e manipulação de materiais como brochas,
carimbo, gizão de cera, esponja, rolinho etc.; de meios, como
01 tintas, água, areia, terra, argila, massa de modelar etc.; e de
variados suportes gráficos, como jornal, papel, papelão,
parede, chão, caixas, madeiras etc.
APRECIAÇÃO
02 Observação e identificação de imagens diversas.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL I
ARTES VISUAIS
Observação, Registro e
Importante Ler Orientações Didáticas Orientações Gerais
Avaliação Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 85 Páginas: 97 a 99 Páginas: 107 a 112 Páginas: 112 e 113
87 a 89 103
91 a 93
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO / TRANSFORMAÇÃO /
PROCESSUAL DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO / PORTFÓLIO
Prefeitura de Santos
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO

Plano de Curso Anual

Educação Infantil

INFANTIL II

2009
INFANTIL II
IDENTIDADE E AUTONOMIA
OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Brincar;
 Experimentar e utilizar os recursos de que dispõem para a satisfação de suas necessidades
essenciais, expressando seus desejos, sentimentos, vontades e desagrados, e agindo com
progressiva autonomia;
 Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo, conhecendo progressivamente seus
limites, sua unidade e as sensações que ele produz;
 Interessar-se progressivamente pelo cuidado com o próprio corpo, executando ações
simples relacionadas à saúde e higiene;
 Relacionar-se progressivamente com mais crianças, com seus professores e com demais
profissionais da instituição, demonstrando suas necessidades e interesses.
ACOLHIMENTO:
 Estabelecer vínculos de afetividade, de confiança e de segurança;
 Criar ambiente que atenda a segurança física e emocional da criança;
 Planejar situações que ofereçam à criança, o aconchego, a atenção e os estímulos
necessários para o seu pleno desenvolvimento;
 Estabelecer vínculos entre a família e a escola, priorizando as necessidades das crianças.

CONTEÚDOS

Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
01 Escolha de brinquedos, objetos e espaços para brincar.
02 Higiene das mãos e dentes com ou sem ajuda.
Expressão e manifestação de desconforto relativo à presença
03
de urina e fezes nas fraldas.
Interesse em experimentar novos alimentos e comer com e
04
sem ajuda.
Reconhecimento progressivo do próprio corpo e das
05
diferentes sensações e ritmos que produz.
Realização de pequenas ações cotidianas ao seu alcance para
06
que adquira maior independência.
Desprender-se, progressivamente, das fraldas e utilizar o
07
vaso sanitário com ajuda.
08 Participação em brincadeiras dirigidas ou não.
CONTEÚDOS

Conteúdos Atitudinais 1º B 2º B 3º B 4º B
Comunicação e expressão de seus desejos, desagrados,
09 necessidades, preferências e vontades em brincadeiras e nas
atividades cotidianas.
Identificação progressiva de algumas singularidades próprias
10 e das pessoas com as quais convive no seu cotidiano em
situações de interação.
Interesse pelas brincadeiras e pela exploração de diferentes
11
brinquedos.
Iniciativa para pedir ajuda nas situações em que isso se fizer
12
necessário.
13 Respeito às regras simples de convívio social.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL II
IDENTIDADE E AUTONOMIA
Observação, Registro e
Importante Ler Orientações Didáticas Orientações Gerais
Avaliação Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 2 Volume 2 Volume 2 Volume 2
Páginas: 13 a 25 Páginas: 30 a 36 Páginas: 49 a 65 Páginas: 65 a 69
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO / TRANSFORMAÇÃO /
PROCESSUAL DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO / PORTFÓLIO
INFANTIL II

MOVIMENTO

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo;


 Explorar as possibilidades de gestos e ritmos corporais para expressar-se nas brincadeiras e
nas demais situações de interação;
 Deslocar-se com destreza progressiva no espaço ao engatinhar, andar, correr, pular etc.,
desenvolvendo atitude de confiança nas próprias capacidades motoras;
 Explorar e utilizar os movimentos de preensão, encaixe, lançamento etc., para o uso de
objetos diversos.

CONTEÚDOS

Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
EXPRESSIVIDADE
Reconhecimento progressivo de segmentos e elementos do
01 próprio corpo por meio da exploração, das brincadeiras, do uso
do espelho e da interação com os outros.
EQUILÍBRIO E COORDENAÇÃO
Exploração de diferentes posturas corporais, como sentar-se em
02 diferentes inclinações, deitar-se em diferentes posições, erguer-
se com ou sem apoio, manter-se de pé com ou sem apoio, dar
passos com ou sem apoio etc.
Ampliação progressiva da destreza para deslocar-se no espaço
03 por meio da possibilidade constante de arrastar-se, engatinhar,
rolar, andar, correr, saltar etc.
Conteúdos Atitudinais 1º B 2º B 3º B 4º B
EXPRESSIVIDADE
04 Expressão de sensações e ritmos corporais por meio de gestos,
posturas e da linguagem oral.

MOVIMENTO
Observação, Registro e
Importante Ler Orientações Didáticas Orientações Gerais
Avaliação Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 15 a 23 Páginas: 30 e 31 Páginas: 39 e 40 Páginas: 40 e 41
35 e 36
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO / TRANSFORMAÇÃO /
PROCESSUAL DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO / PORTFÓLIO
INFANTIL II

LINGUAGEM ORAL E ESCRITA

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Participar de variadas situações de comunicação oral, para interagir e expressar desejos,


necessidades e sentimentos por meio da linguagem oral, contando suas vivências;
 Interessar-se pela leitura de histórias;
 Familiarizar-se aos poucos com a escrita por meio da participação em situações nas quais
ela se faz necessária e do contato cotidiano com livros, revistas, histórias em quadrinhos
etc.

CONTEÚDOS

Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
FALAR E ESCUTAR
Uso da linguagem oral para conversar, brincar, comunicar e
01 expressar desejos, vontades, necessidades e sentimentos, nas
diversas situações de interação presentes no cotidiano.
PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA
Participação em situações de leitura de diferentes gêneros feita
02 pelos adultos, como contos, poemas, parlendas, trava-línguas
etc.
Participação em situações cotidianas nas quais se faz necessário
03
o uso da leitura e da escrita.
Observação e manuseio de materiais impressos, como livros,
04
revistas, histórias em quadrinhos etc.
Participação em situações de leitura com o reconhecimento de
05
imagens do cotidiano (pasta de gravuras).

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL II
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
Observação, Registro e
Importante Ler Orientações Didáticas Orientações Gerais
Avaliação Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 117 Páginas: 134 a 136 Páginas: 151 a 156 Páginas: 157 a 159
119 a 123
125 a 129
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO / TRANSFORMAÇÃO /
PROCESSUAL DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO / PORTFÓLIO
ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS

INFANTIL II

MATEMÁTICA

OBJETIVO ESPECÍFICO

 Estabelecer aproximações a algumas noções matemáticas presentes no seu cotidiano, como


contagem, relações espaciais etc.

CONTEÚDOS

Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
ESPAÇO E FORMA
Manipulação e exploração de objetos e brinquedos, para
01 descoberta de características, propriedades e suas
possibilidades associativas: empilhar, rolar, encaixar,
transvasar etc.
CONTAGEM
Por meio de jogos, brincadeiras e músicas, junto com o
02 professor e nos diversos contextos, utilizar a contagem oral, as
noções de quantidade, tempo e espaço.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL II
MATEMÁTICA
Observação, Registro e
Importante Ler Orientações Didáticas Orientações Gerais
Avaliação Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 207 Página: 218 Páginas: 235 a 237 Páginas: 237 a 239
209 a 213
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO / TRANSFORMAÇÃO /
PROCESSUAL DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO / PORTFÓLIO
INFANTIL II

NATUREZA E SOCIEDADE

OBJETIVO ESPECÍFICO

 Explorar o ambiente, estabelecendo contato com pessoas, animais, plantas e objetos


diversos, manifestando curiosidade e interesse.

CONTEÚDOS

Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
ORGANIZAÇÃO DOS GRUPOS E SEU MODO DE SER, VIVER
E TRABALHAR
01 Participação em atividades que envolvam histórias,
brincadeiras, jogos e canções que digam respeito às
tradições culturais de sua comunidade e de outros grupos.
OBJETOS E PROCESSOS DE TRANSFORMAÇÃO
02 Exploração de diferentes objetos, de suas propriedades e de
relações simples de causa e efeito.
OS SERES VIVOS
Conhecimento do próprio corpo por meio do uso e da
03 exploração de suas habilidades físicas, motoras e
perceptivas.
04 Contato com várias espécies de animais e plantas.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL II
NATUREZA E SOCIEDADE
Observação, Registro e
Importante Ler Orientações Didáticas Orientações Gerais
Avaliação Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 163 Páginas: 178 e 179 Páginas: 195 a 201 Páginas: 203 e 204
165 a 167
169 a 173
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO / TRANSFORMAÇÃO /
PROCESSUAL DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO / PORTFÓLIO
INFANTIL II

MÚSICA

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Ouvir, perceber e discriminar sons diversos, fontes sonoras e produções musicais;


 Brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais.

CONTEÚDOS

Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
O FAZER MUSICAL
01 Exploração, expressão e produção do silêncio e de sons
com a voz, o corpo, o entorno e materiais sonoros diversos.
02 Interpretação de músicas e canções diversas.
03 Participação em brincadeiras e jogos cantados e rítmicos.
APRECIAÇÃO MUSICAL
04 Escuta de obras musicais variadas.
Participação em situações que integrem músicas, canções e
05
movimentos corporais.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL II
MÚSICA
Observação, Registro e
Importante Ler Orientações Didáticas Orientações Gerais
Avaliação Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 45 Páginas: 58 e 59 Páginas: 67 a 75 Página: 77
47 a 49 64
51 a 53
57
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO / TRANSFORMAÇÃO /
PROCESSUAL DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO / PORTFÓLIO
INFANTIL II

ARTES VISUAIS

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Ampliar o conhecimento de mundo que possuem, manipulando diferentes objetos e


materiais, explorando suas características, propriedades e possibilidades de manuseio e
entrando em contato com formas diversas de expressão artística;
 Utilizar diversos materiais gráficos e plásticos sobre diferentes superfícies para ampliar
suas possibilidades de expressão e comunicação.

CONTEÙDOS

Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
O FAZER ARTÍSTICO
Exploração e manipulação de materiais como gizão de
cera, rolinho, pincéis de diferentes tamanhos, brochas,
01 carvão, carimbo, etc.; de meios, como tintas, água, areia,
terra, argila etc.; e de variados suportes gráficos, como
jornal, papel, papelão, parede, chão, caixas, madeiras etc.
APRECIAÇÃO
02 Observação e identificação de imagens diversas.
Conteúdo Atitudinal 1º B 2º B 3º B 4º B
O FAZER ARTÍSTICO
03 Cuidado com o próprio corpo e dos colegas no contato
com os suportes e materiais de artes.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL II
ARTES VISUAIS
Observação, Registro e
Importante Ler Orientações Didáticas Orientações Gerais
Avaliação Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 85 Páginas: 97 a 99 Páginas: 107 a 112 Páginas: 112 e 113
87 a 89 103
91 a 93
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO / TRANSFORMAÇÃO /
PROCESSUAL DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO / PORTFÓLIO
Prefeitura de Santos
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO

Plano de Curso Anual

Educação Infantil

INFANTIL III

2009
INFANTIL III
IDENTIDADE E AUTONOMIA
OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Brincar;
 Experimentar e utilizar os recursos de que dispõem para a satisfação de suas necessidades
essenciais, expressando seus desejos, sentimentos, vontades e desagrados, e agindo com
progressiva autonomia;
 Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo, conhecendo progressivamente seus
limites, sua unidade e as sensações que ele produz;
 Interessar-se progressivamente pelo cuidado com o próprio corpo, executando ações
simples relacionadas à saúde e higiene;
 Relacionar-se progressivamente com mais crianças, com seus professores e com demais
profissionais da instituição, demonstrando suas necessidades e interesses;
 Resgatar a história de vida do educando, tendo como fator primordial, elevar sua auto-
estima, possibilitando que ele se identifique como sujeito da história.
ACOLHIMENTO:
 Estabelecer vínculos de afetividade, de confiança e de segurança;
 Criar ambiente que atenda a segurança física e emocional da criança;
 Planejar situações que ofereçam à criança, o aconchego, a atenção e os estímulos
necessários para o seu pleno desenvolvimento;
 Estabelecer vínculos entre a família e a escola, priorizando as necessidades das crianças.

CONTEÚDOS
Conteúdo Conceitual 1º B 2º B 3º B 4º B
Reconhecimento progressivo do próprio corpo e das
01
diferentes sensações e ritmos que produz.
Reconhecimento e identificação de objetos pessoais e de uso
02
coletivo.
Conhecer a própria história e da família, sentindo-se
03
participante dela.
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
04 Escolha de brinquedos, objetos e espaços para brincar.
05 Higiene das mãos e dentes com ou sem ajuda.
Expressão e manifestação de desconforto, relativo à presença
06
de urina e fezes na fralda.
Interesse em experimentar novos alimentos e comer com e
07
sem ajuda.
Realização de pequenas ações cotidianas ao seu alcance para
08
que adquira maior independência.
09 Participação em brincadeiras dirigidas ou não.
Participação na preservação e organização dos objetos de uso
10
pessoal e coletivo.
Reconstrução da história do aluno, da escola, ajudando-o a
11 compreender que essas histórias devem ocorrer
simultaneamente.
Desprender-se, progressivamente, das fraldas e utilizar o
12
vaso sanitário com ajuda.
Conteúdos Atitudinais 1º B 2º B 3º B 4º B
Comunicação e expressão de seus desejos, desagrados,
13 necessidades, preferências e vontades em brincadeiras e nas
atividades cotidianas.
Identificação progressiva de algumas singularidades próprias
14 e das pessoas com as quais convive no seu cotidiano em
situações de interação.
Interesse pelas brincadeiras e pela exploração de diferentes
15
brinquedos.
Iniciativa para pedir ajuda nas situações em que isso se fizer
16
necessário.
Participação e interesse em situações que envolvam a relação
17
com o outro.
18 Respeito às regras simples de convívio social.
Identificação de situações de risco no seu ambiente mais
19
próximo.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL III
IDENTIDADE E AUTONOMIA
Observação, Registro e
Importante Ler Orientações Didáticas Orientações Gerais
Avaliação Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 2 Volume 2 Volume 2 Volume 2
Páginas: 13 a 25 Páginas: 30 a 36 Páginas: 49 a 65 Páginas: 65 a 69
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO / TRANSFORMAÇÃO /
PROCESSUAL DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO / PORTFÓLIO
INFANTIL III

MOVIMENTO

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo;


 Explorar as possibilidades de gestos e ritmos corporais para expressar-se nas brincadeiras e
nas demais situações de interação;
 Deslocar-se com destreza progressiva no espaço ao engatinhar, andar, correr, pular etc.,
desenvolvendo atitude de confiança nas próprias capacidades motoras;
 Explorar e utilizar os movimentos de preensão, encaixe, lançamento etc., para o uso de
objetos diversos.

CONTEÚDOS

Conteúdo Conceitual 1º B 2º B 3º B 4º B
EXPRESSIVIDADE
Reconhecimento progressivo de segmentos e elementos do
01 próprio corpo por meio da exploração, das brincadeiras, do
uso do espelho e da interação com os outros.
Conteúdo Procedimental 1º B 2º B 3º B 4º B
EXPRESSIVIDADE
Aperfeiçoamento dos gestos relacionados com a preensão, o
02 encaixe, o traçado no desenho, o lançamento etc., por meio
da experimentação e utilização de suas habilidades manuais
em diversas situações cotidianas.
Utilização do espaço externo, estimulando a coordenação
motora global, por meio de materiais, como: bambolê,
03
corda, centopéia, linha movimento etc, e brincadeiras com o
corpo, como: brincadeiras de roda, morto e vivo etc.
Conteúdo Atitudinal 1º B 2º B 3º B 4º B
EXPRESSIVIDADE
04 Expressão de sensações e ritmos corporais por meio de
gestos, posturas e da linguagem oral.
ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL III
MOVIMENTO
Observação, Registro e
Importante Ler Orientações Didáticas Orientações Gerais
Avaliação Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 15 a 23 Páginas: 30 e 31 Páginas: 39 e 40 Páginas: 40 e 41
35 e 36
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO / TRANSFORMAÇÃO /
PROCESSUAL DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO / PORTFÓLIO
INFANTIL III

LINGUAGEM ORAL E ESCRITA

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Participar de variadas situações de comunicação oral, para interagir e expressar desejos,


necessidades e sentimentos por meio da linguagem oral, contando suas vivências;
 Interessar-se pela leitura de histórias;
 Familiarizar-se aos poucos com a escrita por meio da participação em situações nas quais
ela se faz necessária e do contato cotidiano com livros, revistas, histórias em quadrinhos
etc.

CONTEÚDOS

Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
FALAR E ESCUTAR
Uso da linguagem oral para conversar, brincar, comunicar
01 e expressar desejos, necessidades e preferências, nas
diversas situações de interação presentes no cotidiano.
PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA
Participação em situações de leitura de diferentes gêneros
02 feita pelos adultos, como contos, poemas, parlendas,
trava-línguas etc.
Participação em situações cotidianas nas quais se faz
03
necessário o uso da leitura e da escrita.
Observação e manuseio de materiais impressos, como
04
livros, revistas, histórias em quadrinhos etc.
Participação em situações de leitura, com o
05 reconhecimento de imagens do cotidiano (pasta de
gravuras).

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL III
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
Observação, Registro e
Importante Ler Orientações Didáticas Orientações Gerais
Avaliação Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 117 Páginas: 134 a 136 Páginas: 151 a 156 Páginas: 157 a 159
119 a 123
125 a 129
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO / TRANSFORMAÇÃO /
PROCESSUAL DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO / PORTFÓLIO
ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL III

INFANTIL III

MATEMÁTICA

OBJETIVO ESPECÍFICO

 Estabelecer aproximações a algumas noções matemáticas presentes no seu cotidiano, como


contagem, relações espaciais etc.

CONTEÚDOS

Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
ESPAÇO E FORMA
Manipulação e exploração de objetos e brinquedos, para
01 descobertas de características, propriedades e suas
possibilidades associativas: empilhar, rolar, transvasar,
encaixar etc.
CONTAGEM
Por meio de jogos, brincadeiras e músicas, junto com o
02 professor e nos diversos contextos, utilizar a contagem
oral, as noções de quantidade, tempo e espaço.
Participação na resolução de situações-problema,
03
surgidos no dia-a-dia.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL III
MATEMÁTICA
Observação, Registro e
Importante Ler Orientações Didáticas Orientações Gerais
Avaliação Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 207 Página: 218 Páginas: 235 a 237 Páginas: 237 a 239
209 a 213
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO / TRANSFORMAÇÃO /
PROCESSUAL DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO / PORTFÓLIO
INFANTIL III

NATUREZA E SOCIEDADE

OBJETIVO ESPECÍFICO

 Explorar o ambiente, estabelecendo contato com pessoas, animais, plantas e objetos


diversos, manifestando curiosidade e interesse.

CONTEÚDOS

Conteúdos Conceituais 1º B 2º B 3º B 4º B
OBJETOS E PROCESSOS DE TRANSFORMAÇÃO
01 Exploração de diferentes objetos, de suas propriedades e
de relações simples de causa e efeito.
OS SERES VIVOS
Conhecimento do próprio corpo por meio do uso e da
02 exploração de suas habilidades físicas, motoras e
perceptivas.
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
ORGANIZAÇÃO DOS GRUPOS E SEU MODO DE SER,
VIVER E TRABALHAR
03 Participação em atividades que envolvam histórias,
brincadeiras, jogos e canções que digam respeito às
tradições culturais de sua comunidade e de outros grupos.
OS SERES VIVOS
04 Contato com várias espécies de animais e plantas.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL III
NATUREZA E SOCIEDADE
Observação, Registro e
Importante Ler Orientações Didáticas Orientações Gerais
Avaliação Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 163 Páginas: 178 e 179 Páginas: 195 a 201 Páginas: 203 e 204
165 a 167
169 a 173
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO / TRANSFORMAÇÃO /
PROCESSUAL DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO / PORTFÓLIO
INFANTIL III

MÚSICA

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Ouvir, perceber e discriminar sons diversos, fontes sonoras e produções musicais;

 Brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais.

CONTEÚDOS

Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
O FAZER MUSICAL
Exploração, expressão e produção do silêncio e de sons
01
com a voz, o corpo, o entorno e materiais sonoros
diversos.
02 Interpretação de músicas e canções diversas.
03 Participação em brincadeiras e jogos cantados e rítmicos.
APRECIAÇÃO MUSICAL
04
Escuta de obras musicais variadas.
Participação em situações que integrem músicas, canções
05
e movimentos corporais.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL III
MÚSICA
Observação, Registro e
Importante Ler Orientações Didáticas Orientações Gerais
Avaliação Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 45 Páginas: 58 e 59 Páginas: 67 a 75 Página: 77
47 a 49 64
51 a 53
57
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO / TRANSFORMAÇÃO /
PROCESSUAL DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO / PORTFÓLIO
INFANTIL III

ARTES VISUAIS

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Ampliar o conhecimento de mundo que possuem, manipulando diferentes objetos e


materiais, explorando suas características, propriedades e possibilidades de manuseio e
entrando em contato com formas diversas de expressão artística;

 Utilizar diversos materiais gráficos e plásticos sobre diferentes superfícies para ampliar
suas possibilidades de expressão e comunicação.

CONTEÚDOS

Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
O FAZER ARTÍSTICO
Exploração e manipulação de materiais como lápis e pincéis
de diferentes texturas e espessuras, brochas, carvão, carimbo,
01 etc.; de meios, como tintas, água, areia, terra, argila etc.; e de
variados suportes gráficos, como jornal, papel, papelão,
parede, chão, caixas, madeiras etc.
Exploração e reconhecimento de diferentes movimentos
02
gestuais, visando a produção de marcas gráficas.
APRECIAÇÃO
03 Observação e identificação de imagens diversas.
Conteúdos Atitudinais 1º B 2º B 3º B 4º B
O FAZER ARTÍSTICO
04 Cuidado com o próprio corpo e dos colegas no contato com
os suportes e materiais de artes.
Cuidado com os materiais e com os trabalhos e objetos
05
produzidos individualmente ou em grupo.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL III
ARTES VISUAIS
Observação, Registro e
Importante Ler Orientações Didáticas Orientações Gerais
Avaliação Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 85 Páginas: 97 a 99 Páginas: 107 a 112 Páginas: 112 e 113
87 a 89 103
91 a 93
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO / TRANSFORMAÇÃO /
PROCESSUAL DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO / PORTFÓLIO
Prefeitura de Santos
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO

Plano de Curso Anual

Educação Infantil

INFANTIL IV

2009
INFANTIL IV
IDENTIDADE E AUTONOMIA
OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Brincar;
 Participar de situações nas quais as crianças escolham os parceiros, os objetos,
os temas, o espaço e as personagens;
 Ter uma imagem positiva de si, ampliando sua autoconfiança, identificando
cada vez mais suas limitações e possibilidades, e agindo de acordo com elas;
 Identificar e enfrentar situações de conflitos utilizando seus recursos pessoais,
respeitando as outras crianças e adultos e exigindo reciprocidade;
 Valorizar ações de cooperação e solidariedade, desenvolvendo atitudes de
ajuda e colaboração e compartilhando suas vivências;
 Adotar hábitos de autocuidado, valorizando as atitudes relacionadas com a
higiene, alimentação, conforto, segurança, proteção do corpo e cuidados com a aparência;
 Identificar e compreender a sua pertinência aos diversos grupos dos quais
participam, respeitando suas regras básicas de convívio social e diversidade que os compõe;
 Resgatar a história de vida do educando, tendo como fator primordial, elevar
sua auto-estima, possibilitando que ele se identifique como sujeito da história;
ACOLHIMENTO:
 Estabelecer vínculos de afetividade, de confiança e de segurança;
 Criar ambiente que atenda a segurança física e emocional da criança;
 Planejar situações que ofereçam à criança, o aconchego, a atenção e os
estímulos necessários para o seu pleno desenvolvimento;
 Estabelecer vínculos entre a família e a escola, priorizando as necessidades das
crianças.

CONTEÚDOS
Conteúdo Conceitual 1º B 2º B 3º B 4º B
Conhecimento, respeito e utilização de algumas regras
01
elementares de convívio social.
Reconhecimento e identificação de objetos pessoais e de
02 uso coletivo.
Conhecer a própria história e da família, sentindo-se
03
participante dela.
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
CONTEÚDOS
Iniciativa para resolver pequenos problemas do cotidiano,
04
pedindo ajuda se necessário.
05 Escolha de brinquedos, objetos e espaços para brincar.
Participação de meninos e meninas igualmente nas
06
diversas brincadeiras.
Participação em pequenas tarefas do cotidiano que
07 envolvam ações de cooperação, solidariedade e ajuda na
relação com os outros.
Higiene das mãos, dentes e uso dos sanitários, com ou
08
sem ajuda.
Interesse em experimentar novos alimentos e comer com
09
e sem ajuda.
Procedimentos básicos de prevenção a acidentes e auto-
10
cuidado.
Participação em situações que envolvam a combinação
11
de algumas regras de convivência.
Participação na preservação e organização dos objetos de
12
uso pessoal e coletivo.
Reconstrução da história do aluno, da escola, ajudando-o
13 a compreender que essas histórias devem ocorrer
simultaneamente.
Conteúdos Atitudinais 1º B 2º B 3º B 4º B
Expressão, manifestação e controle progressivo de suas
14 necessidades, desejos e sentimentos em situações
cotidianas.
Identificação progressiva de algumas singularidades
15
próprias e das pessoas com as quais convive.
Uso do diálogo como uma forma de lidar com os
16
conflitos.
Respeito às características pessoais relacionadas ao
17
gênero, etnia, peso, estatura etc.
18 Valorização da limpeza e aparência pessoal.
Respeito e valorização da cultura do seu grupo de origem
19
e de outros grupos.
20 Respeito às regras simples de convívio social.
Identificação de situações de risco no seu ambiente mais
21
próximo.
Valorização dos cuidados com os materiais de uso
22
individual e coletivo.
ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL IV
IDENTIDADE E AUTONOMIA
Observação, Registro
Orientações
Importante Ler Orientações Gerais e Avaliação
Didáticas
Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 2 Volume 2 Volume 2 Volume 2
Páginas: 13 a 25 Páginas: 37 a 47 Páginas: 49 a 65 Páginas: 65 a 69
DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO /
AVALIAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO / DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO /
PROCESSUAL
PORTFÓLIO
INFANTIL IV

MOVIMENTO

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Ampliar as possibilidades expressivas do próprio movimento, utilizando gestos diversos e


o ritmo corporal nas suas brincadeiras, danças, jogos e demais situações de interação;
 Explorar diferentes qualidades e dinâmicas do movimento, como força, velocidade,
resistência e flexibilidade, conhecendo gradativamente os limites e as potencialidades de
seu corpo;
 Controlar gradualmente o próprio movimento, aperfeiçoando seus recursos de
deslocamento e ajustando suas habilidades motoras para a utilização em jogos,
brincadeiras, danças e demais situações;
 Utilizar os movimentos de preensão, encaixe, lançamento etc., para ampliar suas
possibilidades de manuseio dos diferentes materiais e objetos;
 Apropriar-se progressivamente da imagem global de seu corpo, conhecendo e
identificando seus segmentos e elementos e desenvolvendo cada vez mais uma atitude de
interesse e cuidado com o próprio corpo.

CONTEÚDOS
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
EXPRESSIVIDADE
01 Utilização expressiva do movimento nas situações cotidianas
e brincadeiras otimizando os espaços.
Percepção do ritmo para expressar-se corporalmente por meio
02
da dança, brincadeiras e de outros movimentos.
Ampliação dos movimentos pela utilização de diferentes
03
modalidades de dança.
04 Percepção das sensações do próprio corpo.
EQUILÍBRIO E COORDENAÇÃO
Participação em brincadeiras e jogos que envolvam correr,
05 subir, descer escorregar, pendurar-se, movimentar-se, dançar
etc., para ampliar gradualmente o conhecimento e controle sobre o
corpo e movimento.
Manipulação de materiais, objetos e brinquedos diversos para
06
aperfeiçoamento de suas habilidades manuais.
Conteúdo Atitudinal 1º B 2º B 3º B 4º B
EQUILÍBRIO E COORDENAÇÃO
07 Valorização de suas conquistas corporais.
ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL IV
MOVIMENTO
Observação, Registro
Orientações
Importante Ler Orientações Gerais e Avaliação
Didáticas
Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 15 a 23 Páginas: 32 e 35 Páginas: 39 e 40 Páginas: 40 e 41
37
DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO /
AVALIAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO / DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO /
PROCESSUAL
PORTFÓLIO
INFANTIL IV

LINGUAGEM ORAL E ESCRITA

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Ampliar gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão, interessando-se


por conhecer vários gêneros orais e escritos e participando de diversas situações de
intercâmbio social nas quais possa contar suas vivências, ouvir as de outras pessoas,
elaborar e responder a perguntas;
 Familiarizar-se com a escrita por meio do manuseio de livros, revistas e outros portadores
de texto e da vivência de diversas situações nas quais seu uso se faça necessário;
 Apreciar a leitura, feita em voz alta, pelo professor;
 Interessar-se pelo mundo da leitura e da escrita;
 Reconhecer seu nome escrito, sabendo identificá-lo nas diversas situações do cotidiano.

CONTEÚDOS

Conteúdos Conceituais 1º B 2º B 3º B 4º B
FALAR E ESCUTAR
Conhecimento e reprodução oral de jogos verbais, como
01 trava-línguas, parlendas, adivinhas, quadrinhas, poemas e
canções.
PRÁTICAS DE LEITURA
02 Reconhecimento do próprio nome dentro do conjunto de
nomes do grupo.
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
FALAR E ESCUTAR
Uso da linguagem oral para conversar, brincar, comunicar, e
03 expressar desejos, necessidades, opiniões, ideias,
preferências e sentimentos e relatar suas vivências nas
diversas situações de interação.
Reconto de histórias com auxílio de material e ajuda do
04
professor.
Elaboração de perguntas e respostas de acordo com os
05
diversos contextos de que participa.
Participação em situações que envolvam a necessidade de
06
expor suas ideias e ponto de vista.
PRÁTICAS DE ESCRITA
07 Participação em situações cotidianas nas quais se faz
necessário o uso da escrita.
Construção da escrita do próprio nome , em situações em
08
que isso se faz necessário.
CONTEÚDOS

CONTEÚDOS

Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B

Produção de textos coletivos ditados oralmente ao professor


09
para diversos fins.
Prática de escrita de próprio punho, utilizando o
10 conhecimento de que dispõe, no momento, sobre o sistema
de escrita.
PRÁTICAS DE LEITURA
Participação nas situações em que os adultos leem textos de
11 diferentes gêneros, como contos, poemas, notícias de jornal,
informativos, parlendas, trava-línguas etc.
12 Participação em situações de leitura espontânea
Uso de diferentes fontes de leitura: livros, revistas, histórias
13 em quadrinhos, jornais e informes como proposta de lazer e
conhecimento da língua.
Conteúdos Atitudinais 1º B 2º B 3º B 4º B
PRÁTICAS DE ESCRITA
14 Respeito pela produção própria e do outro.
Valorização da leitura como fonte de prazer e
15
entretenimento.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL IV
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
Observação, Registro
Orientações
Importante Ler Orientações Gerais e Avaliação
Didáticas
Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 117 Páginas: 137 a 150 Páginas: 151 a 156 Páginas: 157 a 159
119 a 123
125 a 129
DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO /
AVALIAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO / DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO /
PROCESSUAL
PORTFÓLIO
INFANTIL IV

MATEMÁTICA

OBJETIVO ESPECÍFICO

 Estabelecer aproximações às noções matemáticas presentes no cotidiano;


 Ter confiança em suas próprias estratégias e na sua capacidade para lidar com situações
matemáticas novas, utilizando seus conhecimentos prévios.

CONTEÚDOS
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
NÚMEROS E SISTEMA DE NUMERAÇÃO
Utilização da contagem oral nas brincadeiras e em
01 situações nas quais as crianças reconheçam sua
necessidade.
Comunicação de quantidades, utilizando a linguagem oral,
02
a notação numérica e/ou registros não convencionais.
Participação na resolução de situações-problema, surgida
03
no dia-a-dia.
GRANDEZAS E MEDIDAS
04 Marcação do tempo por meio de calendários.
ESPAÇO E FORMA
Manipulação e exploração de objetos e brinquedos, para
05 descoberta de características, propriedades e suas
possibilidades associativas: empilhar, rolar, transvasar,
encaixar, etc.
Representação da posição de pessoas e objetos, utilizando
06 vocabulário pertinente nos jogos, nas brincadeiras e nas
diversas situações.
Exploração e identificação de propriedades geométricas de
07
objetos e figuras.
Identificação de pontos de referência para situar-se e
08
deslocar-se no espaço.
Identificação da posição de pessoas e objetos, utilizando
09 vocabulário pertinente nos jogos, brincadeiras e diversas
situações.
ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL IV
MATEMÁTICA
Observação, Registro
Orientações
Importante Ler Orientações Gerais e Avaliação
Didáticas
Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 207 Páginas: 220 a 233 Páginas: 235 a 237 Páginas: 237 a 239
209 a 213
DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO /
AVALIAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO / DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO /
PROCESSUAL
PORTFÓLIO
INFANTIL IV

NATUREZA E SOCIEDADE

OBJETIVO ESPECÍFICO

 Estabelecer algumas relações entre o modo de vida característico de seu grupo social e de
outros grupos;
 Explorar o ambiente, estabelecendo contato com pessoas, animais, plantas e objetos
diversos, manifestando curiosidade e interesse.

CONTEÚDOS
Conteúdos Conceituais 1º B 2º B 3º B 4º B
FAMÍLIA E ESCOLA
01 Identificação dos elementos que constituem os diversos grupos
familiares (composição, nome e características dos membros).
02 Identificação da escola e dos seus diversos espaços.
Identificação de algumas pessoas que trabalham na escola e as
03
funções que desempenham.
OBJETOS E PROCESSOS DE TRANSFORMAÇÃO
04 Exploração de diferentes objetos, de suas propriedades e de
relações simples de causa e efeito.
O SER HUMANO
05 Conhecimento do próprio corpo por meio do uso e da
exploração de suas habilidades físicas, motoras e perceptivas.
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
FAMÍLIA E ESCOLA
06 Conhecimento da origem de sua Escola.

Identificação de alguns papéis sociais existentes em seus


07
grupos de convívio.
Participação em atividades que envolvam histórias,
08 brincadeiras, jogos e canções que digam respeito às tradições
culturais de sua comunidade e de outras.
09 Participação em atividades que envolvam histórias do nome.
BAIRRO E CIDADE
10 Observação das características da paisagem local.
ANIMAIS E PLANTAS
11 Observação de algumas espécies de animais e vegetais.
PRESERVAÇÂO DO MEIO AMBIENTE, RECICLAGEM E
REUTILIZAÇÃO
12 Participação em ações que mantenham o meio ambiente
saudável e preservado.
HIGIENE, ALIMENTAÇÃO E SAÚDE
13 Identificação dos procedimentos necessários para a higiene
corporal adequada.
Conhecimento de ações relacionadas à boa saúde (alimentação,
14
descanso,lazer e esporte).
DIVERSIDADE CULTURAL E DATAS COMEMORATIVAS
15 Participação em atividades, jogos, canções, histórias e
brincadeiras pertencentes às tradições de nossa cultura.
FENÔMENOS NATURAIS
16 Observação das estações do ano e condições climáticas no dia-
a-dia.
Conteúdos Atitudinais 1º B 2º B 3º B 4º B
FAMÍLIA E ESCOLA
17 Respeito e valorização da família e da escola.
ANIMAIS E PLANTAS
18 Valorização da vida nas situações que impliquem cuidados a
animais, plantas, pessoas e ambientes.
HIGIENE, ALIMENTAÇÃO E SAÚDE
19 Cuidados no uso dos objetos do cotidiano, relacionados à
segurança e prevenção de acidentes e à sua conservação.
DIVERSIDADE CULTURAL E DATAS COMEMORATIVAS
20 Valorização do patrimônio cultural do seu grupo social e
interesse por conhecer diferentes formas de expressão cultural.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL IV
NATUREZA E SOCIEDADE
Observação, Registro
Orientações
Importante Ler Orientações Gerais e Avaliação
Didáticas
Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 163 Páginas: 182 e 193 Páginas: 195 a 201 Páginas: 203 e 204
165 a 167
169 a 173
DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO /
AVALIAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO / DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO /
PROCESSUAL
PORTFÓLIO
INFANTIL IV

MÚSICA

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Ouvir, perceber e discriminar sons diversos, fontes sonoras e produções musicais;


 Brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais.

CONTEÚDOS

Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
O FAZER MUSICAL
01 Exploração, expressão e produção do silêncio e de sons com a
voz, o corpo, o entorno e materiais sonoros diversos.
Participação em jogos e brincadeiras sonoras que envolvam
02
canto, danças, silêncio e ritmos diferentes.
03 Repertório de canções para desenvolver a memória musical.
04 Utilização de instrumentos musicais e materiais sonoros.
APRECIAÇÃO MUSICAL
05 Escuta de obras musicais variadas.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL IV
MÚSICA
Observação, Registro
Orientações
Importante Ler Orientações Gerais e Avaliação
Didáticas
Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 45 Páginas: 60 a 63 Páginas: 67 a 75 Página: 77
47 a 49 65
51 a 53
57
DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO /
AVALIAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO / DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO /
PROCESSUAL
PORTFÓLIO
INFANTIL IV

ARTES VISUAIS

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Interessar-se pelas próprias produções, pelas de outras crianças e pelas diversas obras
artísticas com as quais entrem em contato, ampliando seu conhecimento cultural;
 Produzir trabalhos de arte, utilizando a linguagem do desenho, da pintura, da modelagem,
da colagem, da construção, desenvolvendo o gosto, o cuidado e o respeito pelo processo de
produção e criação.

CONTEÚDOS

Conteúdo Conceitual 1º B 2º B 3º B 4º B
APRECIAÇÃO
Conhecimento da diversidade de produções artísticas, como
01 desenhos, pinturas, esculturas, construções, fotografias,
colagens, ilustrações, cinema etc.
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
O FAZER ARTÍSTICO
02 Criação de desenhos, pinturas, colagens, modelagens a partir
da realidade do cotidiano infantil.
Exploração e utilização de alguns procedimentos necessários
03
para desenhar, pintar, modelar etc.
Exploração e aprofundamento das possibilidades oferecidas
04 pelos diversos materiais, instrumentos e suportes necessários
para o fazer artístico.
APRECIAÇÃO
Apreciação das suas produções e das dos outros, por meio da
05 observação e leitura de alguns elementos da linguagem
plástica.
Apreciação de obras de arte a partir da observação, narração,
06
descrição e interpretação de imagens e objetos.
07 Observação e identificação de imagens diversas.
Conteúdos Atitudinais
O FAZER ARTÍSTICO
08 Organização, cuidado e preservação do material produzido e
do espaço utilizado.
Respeito e valorização da produção individual, coletiva e das
09
obras de arte em geral.
Cuidado com o próprio corpo e dos colegas no contato com
10
suportes e materiais de arte.
ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL IV
ARTES VISUAIS
Observação, Registro
Orientações
Importante Ler Orientações Gerais e Avaliação
Didáticas
Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 85 Páginas: 100 e 101 Páginas: 107 a 112 Páginas: 112 e 113
87 a 89 104 e 105
91 a 93
DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO /
AVALIAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO / DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO /
PROCESSUAL
PORTFÓLIO
Prefeitura de Santos
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO

Plano de Curso Anual

Educação Infantil

INFANTIL V

2009
INFANTIL V

IDENTIDADE E AUTONOMIA

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Brincar;
 Ter uma imagem positiva de si, ampliando sua autoconfiança, identificando cada vez mais
suas limitações e possibilidades, e agindo de acordo com elas;
 Identificar e enfrentar situações de conflitos utilizando seus recursos pessoais, respeitando
as outras crianças e adultos e exigindo reciprocidade;
 Valorizar ações de cooperação e solidariedade, desenvolvendo atitudes de ajuda e
colaboração e compartilhando suas vivências;
 Adotar hábitos de autocuidado, valorizando as atitudes relacionadas com a higiene,
alimentação, conforto, segurança, proteção do corpo e cuidados com a aparência;
 Identificar e compreender a sua pertinência aos diversos grupos dos quais participam,
respeitando suas regras básicas de convívio social e diversidade que os compõe;
 Participar de situações nas quais as crianças escolham os parceiros, os objetos, os temas, o
espaço e as personagens.
ACOLHIMENTO:
 Estabelecer vínculos de afetividade, de confiança e de segurança;
 Criar ambiente que atenda a segurança física e emocional da criança;
 Planejar situações que ofereçam à criança, o aconchego, a atenção e os estímulos
necessários para o seu pleno desenvolvimento;
 Estabelecer vínculos entre a família e a escola, priorizando as necessidades das crianças.

CONTEÚDOS
Conteúdo Conceitual 1º B 2º B 3º B 4º B
Conhecimento, respeito e utilização de algumas regras
01
elementares de convívio social.
Reconhecimento e identificação de objetos pessoais e de
02
uso coletivo.
Conhecer a própria história e da família, sentindo-se
03
participante dela.
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
Iniciativa para resolver pequenos problemas do cotidiano,
04
pedindo ajuda se necessário.
Participação em brincadeiras com escolha de amigos,
05
objetos, temas e espaço.
Participação em pequenas tarefas do cotidiano que
06 envolvam ações de cooperação, solidariedade e ajuda na
relação com os outros.
Realização de pequenas ações cotidianas ao seu alcance
07
para que adquira maior independência.
08 Uso do diálogo como uma forma de lidar com os conflitos.
Higiene das mãos, dentes e uso dos sanitários, com ou sem
09
ajuda.
Interesse em experimentar novos alimentos, comer com e
10
sem ajuda.
Procedimentos básicos de prevenção a acidentes e auto-
11
cuidado.
Conteúdos Atitudinais 1º B 2º B 3º B 4º B
Comunicação e expressão das necessidades, desejos, e
12
sentimentos em situações cotidianas.
Identificação progressiva de algumas singularidades
13
próprias e das pessoas com as quais convive.
Respeito às características pessoais relacionadas ao gênero,
14
etnia, peso, estatura etc.
15 Valorização da limpeza e aparência pessoal.
Respeito e valorização da cultura do seu grupo de origem e
16
de outros grupos.
17 Respeito às regras simples de convívio social.
Identificação de situações de risco no seu ambiente mais
18
próximo.
Valorização dos cuidados com os materiais de uso
19
individual e coletivo.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL V
IDENTIDADE E AUTONOMIA
Observação, Registro
Orientações
Importante Ler Orientações Gerais
e Avaliação
Didáticas
Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 2 Volume 2 Volume 2 Volume 2
Páginas: 13 a 25 Páginas: 37 a 47 Páginas: 49 a 65 Páginas: 65 a 69
DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO /
AVALIAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO / DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO /
PROCESSUAL
PORTFÓLIO
INFANTIL V

MOVIMENTO

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Ampliar as possibilidades expressivas do próprio movimento, utilizando gestos diversos e


o ritmo corporal nas suas brincadeiras, danças, jogos e demais situações de interação;
 Explorar diferentes qualidades e dinâmicas do movimento, como força, velocidade,
resistência e flexibilidade, conhecendo gradativamente os limites e as potencialidades de
seu corpo;
 Controlar gradualmente o próprio movimento, aperfeiçoando seus recursos de
deslocamento e ajustando suas habilidades motoras para utilizá-las em jogos, brincadeiras,
danças e demais situações;
 Utilizar os movimentos de preensão, encaixe, lançamento etc., para ampliar suas
possibilidades de manuseio dos diferentes materiais e objetos;
 Apropriar-se progressivamente da imagem global de seu corpo, conhecendo e identificando
seus segmentos e elementos e desenvolvendo cada vez mais uma atitude de interesse e
cuidado com o próprio corpo.

CONTEÚDOS
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
EXPRESSIVIDADE
01 Utilização expressiva do movimento nas situações
cotidianas e brincadeiras, otimizando os espaços.
Percepção do ritmo para expressar-se corporalmente
02
por meio da dança, brincadeiras e de outros movimentos.
Ampliação dos movimentos pela utilização de
03
diferentes modalidades de dança.
04 Percepção das sensações do próprio corpo.
EQUILÍBRIO E COORDENAÇÃO
Participação em brincadeiras e jogos que envolvam
05 correr, subir, descer escorregar, pendurar-se,
movimentar-se, dançar etc., para ampliar gradualmente o
conhecimento e controle sobre o corpo e movimento.
Manipulação de materiais, objetos e brinquedos
06 diversos para aperfeiçoamento de suas habilidades
manuais.
Conteúdo Atitudinal 1º B 2º B 3º B 4º B
EQUILÍBRIO E COORDENAÇÃO
07 Valorização de suas conquistas corporais.
ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL V
MOVIMENTO
Observação, Registro
Orientações
Importante Ler Orientações Gerais e Avaliação
Didáticas
Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 15 a 23 Páginas: 32 e 35 Páginas: 39 e 40 Páginas: 40 e 41
37
DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO /
AVALIAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO / DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO /
PROCESSUAL
PORTFÓLIO
INFANTIL V

LINGUAGEM ORAL E ESCRITA

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Ampliar gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão, interessando-se


por conhecer vários gêneros orais e escritos e participando de diversas situações de
intercâmbio social nas quais possa contar suas vivências, ouvir as de outras pessoas,
elaborar e responder a perguntas;
 Familiarizar-se com a escrita por meio do manuseio de livros, revistas e outros portadores
de texto e da vivência de diversas situações nas quais seu uso se faça necessário;
 Apreciar a leitura, feita em voz alta, pelo professor;
 Interessar-se pelo mundo da leitura e da escrita;
 Reconhecer seu nome escrito, sabendo identificá-lo nas diversas situações do cotidiano.

CONTEÚDOS
Conteúdos Conceituais 1º B 2º B 3º B 4º B
FALAR E ESCUTAR
01 Relato de experiências vividas e narração de fatos em
sequência temporal e causal.
Conhecimento e reprodução oral de jogos verbais, como
02 trava-línguas, parlendas, adivinhas, quadrinhas, poemas e
canções.
PRÁTICAS DE LEITURA
03 Reconhecimento do próprio nome dentro do conjunto de
nomes do grupo.
Reconto de histórias com auxílio de material e ajuda do
04
professor.
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
FALAR E ESCUTAR
Uso da linguagem oral para conversar, brincar, comunicar
05 e expressar desejos, necessidades, opiniões, ideias,
preferências e sentimentos e relatar suas vivências nas
diversas situações de interação.
Elaboração de perguntas e respostas de acordo com os
06
diversos contextos de que participa.
Participação em situações que envolvam a necessidade de
07
explicar e argumentar suas ideias e pontos de vista.
PRÁTICAS DE ESCRITA
08 Participação em situações cotidianas nas quais se faz
necessário o uso da escrita.
Escrita do próprio nome em situações em que isso é
09
necessário.
Produção de textos individuais e/ou coletivos ditados
10
oralmente ao professor para diversos fins.
Prática de escrita de próprio punho, utilizando o
11 conhecimento de que dispõe, no momento, sobre o sistema
de escrita.
PRÁTICAS DE LEITURA
Participação nas situações em que os adultos leem textos
12 de diferentes gêneros, como contos, poemas, notícias de
jornal, informativos, parlendas, trava-línguas etc.
Participação em situações de leitura espontânea (não
13 convencional).
Uso de diferentes fontes de leitura: livros, revistas,
14
histórias em quadrinhos, jornais e informes.
Conteúdos Atitudinais 1º B 2º B 3º B 4º B
PRÁTICAS DE ESCRITA
15 Respeito pela produção própria e do outro.
PRÁTICAS DE LEITURA
16 Valorização da leitura como fonte de prazer e
entretenimento.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL V
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
Observação, Registro
Orientações
Importante Ler Orientações Gerais e Avaliação
Didáticas
Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 117 Páginas: 137 a 150 Páginas: 151 a 156 Páginas: 157 a 159
119 a 123
125 a 129
DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO /
AVALIAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO / DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO /
PROCESSUAL PORTFÓLIO
INFANTIL V

MATEMÁTICA

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Reconhecer e valorizar os números, as operações numéricas, as contagens orais e as noções


espaciais como ferramentas necessárias no seu cotidiano;
 Comunicar idéias matemáticas, hipóteses, processos utilizados e resultados encontrados em
situações-problema relativas a quantidades, espaço físico e medida, utilizando a linguagem
oral e linguagem matemática;
 Ter confiança em suas próprias estratégias e na sua capacidade para lidar com situações
matemáticas novas, utilizando seus conhecimentos prévios.

CONTEÚDOS
Conteúdos Conceituais 1º B 2º B 3º B 4º B
NÚMEROS E SISTEMA DE NUMERAÇÃO

01 Comunicação de quantidades, utilizando a linguagem oral, a


notação numérica e/ou registros não convencionais.
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
NÚMEROS E SISTEMA DE NUMERAÇÃO
02 Utilização da contagem oral nas brincadeiras e em situações
nas quais as crianças reconheçam sua necessidade.
Utilização de noções simples de cálculo por meio de jogos,
03
brincadeiras e materiais diversos .
Identificação da posição de um objeto ou número numa
04
série, explicitando a noção de sucessor e antecessor.
Identificação de números nos diferentes contextos em que se
05 encontram.
GRANDEZAS E MEDIDAS
06 Exploração de diferentes procedimentos para comparar
grandezas.
Introdução às noções de medida de comprimento, peso,
07 volume e tempo, pela utilização de unidades convencionais
e não convencionais.
08 Marcação do tempo por meio de calendários.
ESPAÇO E FORMA
09 Identificação de pontos de referência para situar-se e
deslocar-se no espaço.
Identificação e nomeação da posição de pessoas e objetos,
10 utilizando vocabulário pertinente em jogos, brincadeiras e
diversas situações.
Exploração e identificação de formas geométricas de
11
objetos e figuras.
Manipulação e exploração de objetos e brinquedos para
descoberta de características, propriedades e suas
12
possibilidades associativas: empilhar, rolar, transvasar,
encaixar, etc.
Noções de cálculos por meio de jogos, brincadeiras e
13
materiais concretos
Participação na resolução de situações-problema, surgidas
14 no dia-a-dia.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL V
MATEMÁTICA
Observação, Registro
Orientações
Importante Ler Orientações Gerais e Avaliação
Didáticas
Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 207 Páginas: 220 a 233 Páginas: 235 a 237 Páginas: 237 a 239
209 a 213
DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO /
AVALIAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO / DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO /
PROCESSUAL PORTFÓLIO
INFANTIL V

NATUREZA E SOCIEDADE

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Interessar-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social e natural, formulando perguntas,


imaginando soluções para compreendê-lo, manifestando opiniões próprias sobre os
acontecimentos, buscando informações;
 Estabelecer algumas relações entre o modo de vida característico de seu grupo social e de
outros grupos.

CONTEÚDOS
Conteúdos Conceituais 1º B 2º B 3º B 4º B
ANIMAIS E PLANTAS
Estabelecimento de algumas relações entre diferentes
01 espécies de seres vivos, suas características e suas
necessidades vitais.
02 Conhecimento de algumas espécies da fauna e da flora.
Conhecimento dos cuidados básicos de pequenos animais e
03
plantas.
FAMÍLIA E ESCOLA
Identificação dos elementos que constituem os diversos
04 grupos familiares (composição, nome e características dos
membros).
Identificação de algumas pessoas que trabalham na escola e
05 as funções que desempenham.
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
FAMÍLIA E ESCOLA
06 Identificação de alguns papéis sociais existentes em seus
grupos de convívio.
07 Identificação da escola e de seus diversos espaços.
08 Conhecimento e origem de sua Escola.
BAIRRO E CIDADE
09 Observação das características da paisagem local
Utilização, com ajuda dos adultos, de fotos, relatos e outros
10 registros para a observação das mudanças ocorridas nas
paisagens ao longo do tempo.
PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE, RECICLAGEM E
REUTILIZAÇÃO
11 Participação em ações que mantenham o meio ambiente
saudável e preservado.
Identificação e participação de ações para aproveitamento,
12 reutilização e reciclagem do lixo.
HIGIENE ALIMENTAÇÃO E SAÚDE
13 Percepção dos cuidados com o corpo, necessários para a
prevenção de acidentes e saúde de forma geral.
Identificação dos procedimentos necessários para a higiene
14
corporal adequada.
Conhecimento de ações relacionadas à boa saúde
15
(alimentação, descanso, lazer, esporte).
DIVERSIDADE CULTURAL E DATAS COMEMORATIVAS
16 Conhecimento de modos de ser, viver e trabalhar de alguns
grupos sociais do presente e do passado.
Participação em atividades que envolvam histórias,
17 brincadeiras, jogos e canções que digam respeito às
tradições culturais de sua comunidade e de outras.
Participação em atividades, jogos, canções, histórias e
18
brincadeiras pertencentes às tradições de nossa cultura.
Conhecimento de algumas características de objetos
19 produzidos em diferentes épocas e por diferentes grupos
sociais.
FENÔMENOS NATURAIS
20 Observações das estações do ano e condições climáticas no
dia-a-dia.
ANIMAIS E PLANTAS
21 Percepção do ciclo vital das plantas, por meio de
experiências.
Percepção das características de diferentes animais, por
22
meio de pesquisas, vídeos e estudos do meio.
1º B 2º B 3º B 4º B
Conteúdos Atitudinais
FAMÍLIA E ESCOLA
23 Respeito e valorização da família e da escola.
ANIMAIS E PLANTAS
24 Valorização da vida nas situações que impliquem cuidados
a animais, plantas, pessoas e ambientes.
PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE, RECICLAGEM E
REUTILIZAÇÃO
25 Valorização de atitudes de manutenção e preservação dos
espaços coletivos e do meio ambiente.
HIGIENE, ALIMENTAÇÃO E SAÚDE
26 Cuidados no uso dos objetos do cotidiano, relacionados à
segurança e prevenção de acidentes, e à sua conservação.
Valorização de atitudes relacionadas à saúde e ao bem-estar
27
individual e coletivo.
DIVERSIDADE CULTURAL E DATAS COMEMORATIVAS
Valorização do patrimônio cultural do seu grupo social e
28 interesse por conhecer diferentes formas de expressão
cultural.
ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL V
NATUREZA E SOCIEDADE
Observação, Registro
Orientações
Importante Ler Orientações Gerais e Avaliação
Didáticas
Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 163 Páginas: 182 e 193 Páginas: 195 a 201 Páginas: 203 e 204
165 a 167
169 a 173
DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO /
AVALIAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO / DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO /
PROCESSUAL
PORTFÓLIO
INFANTIL V

MÚSICA

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Ouvir, perceber e discriminar sons diversos, fontes sonoras e produções musicais;

 Brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais;


 Perceber e expressar sensações, sentimentos e pensamentos, por meio da música.

CONTEÚDOS
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
01 Interpretação de músicas e canções diversas.
02 Participação em brincadeiras e jogos cantados e rítmicos.
Participação em jogos e brincadeiras sonoras que envolvam
03
canto, danças, silêncio e ritmos diferentes.
04 Repertório de canções para desenvolver a memória musical.
05 Utilização de instrumentos musicais e materiais sonoros.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS ESPECÍFICAS DO EIXO


INFANTIL V
MÚSICA
Observação, Registro
Orientações
Importante Ler Orientações Gerais e Avaliação
Didáticas
Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 45 Páginas: 60 a 63 Páginas: 67 a 75 Página: 77
47 a 49 65
51 a 53
57
DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO /
AVALIAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO / DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO /
PROCESSUAL
PORTFÓLIO
INFANTIL V

ARTES VISUAIS

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Interessar-se pelas próprias produções, pelas de outras crianças e pelas diversas obras
artísticas com as quais entrem em contato, ampliando seu conhecimento cultural;
 Produzir trabalhos de arte, utilizando a linguagem do desenho, da pintura, da modelagem,
da colagem, da construção, desenvolvendo o gosto, o cuidado e o respeito pelo processo de
produção e criação.

CONTEÚDOS
Conteúdos Conceituais 1º B 2º B 3º B 4º B
APRECIAÇÃO
Conhecimento da diversidade de produções artísticas,
01 como desenhos, pinturas, esculturas, construções,
fotografias, colagens, ilustrações, cinema etc.
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
O FAZER ARTÍSTICO
02 Criação de desenhos, pinturas , colagens, modelagens a
partir da realidade do cotidiano infantil.
Exploração e utilização de alguns procedimentos
03
necessários para desenhar, pintar, modelar etc.
Exploração e aprofundamento das possibilidades
04 oferecidas pelos diversos materiais, instrumentos e
suportes necessários para o fazer artístico.
Exploração bidimensionais e tridimensionais na
05
realização de suas atividades artísticas.
APRECIAÇÃO
Apreciação das suas produções e das dos outros, por
06 meio da observação e leitura de alguns elementos da
linguagem plástica.
Observação dos elementos constituintes da linguagem
07
visual:formas, cores e texturas.
Apreciação de obras de arte a partir da observação,
08
narração, descrição e interpretação de imagens e objetos.
09 Observação e identificação de imagens diversas.
CONTEÚDOS
Conteúdos Atitudinais 1º B 2º B 3º B 4º B
O FAZER ARTÍSTICO
10 Organização cuidado e preservação do material
produzido e do espaço utilizado.
Respeito e valorização da produção individual e
11
coletiva e das obras de arte em geral.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL V
ARTES VISUAIS
Observação, Registro
Orientações
Importante Ler Orientações Gerais e Avaliação
Didáticas
Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 85 Páginas: 100 e 101 Páginas: 107 a 112 Páginas: 112 e 113
87 a 89 104 e 105
91 a 93
DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO /
AVALIAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO / DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO /
PROCESSUAL PORTFÓLIO
Prefeitura de Santos
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
Departamento Pedagógico
Seção de Educação Infantil

Plano de Curso Anual

Educação Infantil

INFANTIL VI

2009
INFANTIL VI

IDENTIDADE E AUTONOMIA

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Brincar;
 Ter uma imagem positiva de si, ampliando sua autoconfiança, identificando cada vez mais
suas limitações e possibilidades, e agindo de acordo com elas;
 Identificar e enfrentar situações de conflitos utilizando seus recursos pessoais, respeitando
as outras crianças e adultos e exigindo reciprocidade;
 Valorizar ações de cooperação e solidariedade, desenvolvendo atitudes de ajuda e
colaboração e compartilhando suas vivências;
 Adotar hábitos de autocuidado, valorizando as atitudes relacionadas com a higiene,
alimentação, conforto, segurança, proteção do corpo e cuidados com a aparência;
 Identificar e compreender a sua pertinência aos diversos grupos dos quais participam,
respeitando suas regras básicas de convívio social e diversidade que os compõe;
 Participar de situações nas quais as crianças escolham os parceiros, os objetos, os temas, o
espaço e as personagens.
ACOLHIMENTO:
 Estabelecer vínculos de afetividade, de confiança e de segurança;
 Criar ambiente que atenda a segurança física e emocional da criança;
 Planejar situações que ofereçam à criança, o aconchego, a atenção e os estímulos
necessários para o seu pleno desenvolvimento;
 Estabelecer vínculos entre a família e a escola, priorizando as necessidades das crianças.

CONTEÚDOS
Conteúdo Conceitual 1º B 2º B 3º B 4º B
Conhecimento, respeito e utilização de algumas regras
01
elementares de convívio social.
Reconhecimento e identificação de objetos pessoais e de
02
uso coletivo.
Conhecer a própria história e da família, sentindo-se
03
participante dela.
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
Iniciativa para resolver pequenos problemas do cotidiano,
04
pedindo ajuda se necessário.
Participação em brincadeiras com escolha de amigos,
05
objetos, temas e espaço.
Participação em pequenas tarefas do cotidiano que
06 envolvam ações de cooperação, solidariedade e ajuda na
relação com os outros.
Realização de pequenas ações cotidianas ao seu alcance
07
para que adquira maior independência.
08 Uso do diálogo como uma forma de lidar com os conflitos.
Higiene das mãos, dentes e uso dos sanitários, com ou sem
09
ajuda.
Interesse em experimentar novos alimentos, comer com e
10
sem ajuda.
Procedimentos básicos de prevenção a acidentes e auto-
11
cuidado.
Conteúdos Atitudinais 1º B 2º B 3º B 4º B
Comunicação e expressão das necessidades, desejos, e
12
sentimentos em situações cotidianas.
Identificação progressiva de algumas singularidades
13
próprias e das pessoas com as quais convive.
Respeito às características pessoais relacionadas ao gênero,
14
etnia, peso, estatura etc.
15 Valorização da limpeza e aparência pessoal.
Respeito e valorização da cultura do seu grupo de origem e
16
de outros grupos.
17 Respeito às regras simples de convívio social.
Identificação de situações de risco no seu ambiente mais
18
próximo.
Valorização dos cuidados com os materiais de uso
19
individual e coletivo.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL VI
IDENTIDADE E AUTONOMIA
Observação, Registro
Orientações
Importante Ler Orientações Gerais e Avaliação
Didáticas
Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 2 Volume 2 Volume 2 Volume 2
Páginas: 13 a 25 Páginas: 37 a 47 Páginas: 49 a 65 Páginas: 65 a 69
DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO /
AVALIAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO / DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO /
PROCESSUAL
PORTFÓLIO
INFANTIL VI

MOVIMENTO

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Ampliar as possibilidades expressivas do próprio movimento, utilizando gestos diversos e


o ritmo corporal nas suas brincadeiras, danças, jogos e demais situações de interação;
 Explorar diferentes qualidades e dinâmicas do movimento, como força, velocidade,
resistência e flexibilidade, conhecendo gradativamente os limites e as potencialidades de
seu corpo;
 Controlar gradualmente o próprio movimento, aperfeiçoando seus recursos de
deslocamento e ajustando suas habilidades motoras para utilizá-las em jogos, brincadeiras,
danças e demais situações;
 Utilizar os movimentos de preensão, encaixe, lançamento etc., para ampliar suas
possibilidades de manuseio dos diferentes materiais e objetos;
 Apropriar-se progressivamente da imagem global de seu corpo, conhecendo e identificando
seus segmentos e elementos e desenvolvendo cada vez mais uma atitude de interesse e
cuidado com o próprio corpo.

CONTEÚDOS
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
EXPRESSIVIDADE
01 Utilização expressiva do movimento nas situações
cotidianas e brincadeiras, otimizando os espaços.
Percepção do ritmo para expressar-se corporalmente
02
por meio da dança, brincadeiras e de outros movimentos.
Ampliação dos movimentos pela utilização de
03
diferentes modalidades de dança.
04 Percepção das sensações do próprio corpo.
EQUILÍBRIO E COORDENAÇÃO
Participação em brincadeiras e jogos que envolvam
05 correr, subir, descer escorregar, pendurar-se,
movimentar-se, dançar etc., para ampliar gradualmente o
conhecimento e controle sobre o corpo e movimento.
Manipulação de materiais, objetos e brinquedos
06 diversos para aperfeiçoamento de suas habilidades
manuais.
Conteúdo Atitudinal 1º B 2º B 3º B 4º B
EQUILÍBRIO E COORDENAÇÃO
07 Valorização de suas conquistas corporais.
ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL VI
MOVIMENTO
Observação, Registro
Orientações
Importante Ler Orientações Gerais e Avaliação
Didáticas
Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 15 a 23 Páginas: 32 e 35 Páginas: 39 e 40 Páginas: 40 e 41
37
DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO /
AVALIAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO / DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO /
PROCESSUAL
PORTFÓLIO
INFANTIL VI

LINGUAGEM ORAL E ESCRITA

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Ampliar gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão, interessando-se


por conhecer vários gêneros orais e escritos e participando de diversas situações de
intercâmbio social nas quais possa contar suas vivências, ouvir as de outras pessoas,
elaborar e responder a perguntas;
 Familiarizar-se com a escrita por meio do manuseio de livros, revistas e outros portadores
de texto e da vivência de diversas situações nas quais seu uso se faça necessário;
 Apreciar a leitura, feita em voz alta, pelo professor;
 Interessar-se pelo mundo da leitura e da escrita;
 Reconhecer seu nome escrito, sabendo identificá-lo nas diversas situações do cotidiano.

CONTEÚDOS
Conteúdos Conceituais 1º B 2º B 3º B 4º B
FALAR E ESCUTAR
01 Relato de experiências vividas e narração de fatos em
sequência temporal e causal.
Reconto de histórias conhecidas com aproximação às
características da história original no que se refere à
02
descrição de personagens, cenário e objetos, com ou sem
ajuda do professor.
Conhecimento e reprodução oral de jogos verbais, como
3 trava línguas, parlendas, adivinhas, quadrinhas, poemas e
canções.
PRÁTICAS DE LEITURA
4 Reconhecimento do próprio nome dentro do conjunto de
nomes do grupo.
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
FALAR E ESCUTAR
Uso da linguagem oral para conversar, brincar, comunicar
05 e expressar desejos, necessidades, opiniões, ideias,
preferências e sentimentos e relatar suas vivências nas
diversas situações de interação.
Elaboração de perguntas e respostas de acordo com os
06
diversos contextos de que participa.
Participação em situações que envolvam a necessidade de
07
explicar e argumentar suas ideias e pontos de vista.
PRÁTICAS DE ESCRITA
08 Participação em situações cotidianas nas quais se faz
necessário o uso da escrita.
Escrita do próprio nome em situações em que isso é
09
necessário.
Produção de textos individuais e/ou coletivos ditados
10
oralmente ao professor para diversos fins.
Prática de escrita de próprio punho, utilizando o
11 conhecimento de que dispõe, no momento, sobre o sistema
de escrita.
PRÁTICAS DE LEITURA
Participação nas situações em que os adultos leem textos
12 de diferentes gêneros, como contos, poemas, notícias de
jornal, informativos, parlendas, trava-línguas etc.
Participação em situações de leitura espontânea (não
13 convencional).
Uso de diferentes fontes de leitura: livros, revistas,
14
histórias em quadrinhos, jornais e informes.
Conteúdos Atitudinais 1º B 2º B 3º B 4º B
PRÁTICAS DE ESCRITA
15 Respeito pela produção própria e do outro.
PRÁTICAS DE LEITURA
16 Valorização da leitura como fonte de prazer e
entretenimento.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL VI
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
Observação, Registro
Orientações
Importante Ler Orientações Gerais e Avaliação
Didáticas
Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 117 Páginas: 137 a 150 Páginas: 151 a 156 Páginas: 157 a 159
119 a 123
125 a 129
DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO /
AVALIAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO / DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO /
PROCESSUAL PORTFÓLIO
INFANTIL VI

MATEMÁTICA

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Reconhecer e valorizar os números, as operações numéricas, as contagens orais e as noções


espaciais como ferramentas necessárias no seu cotidiano;
 Comunicar idéias matemáticas, hipóteses, processos utilizados e resultados encontrados em
situações-problema relativas a quantidades, espaço físico e medida, utilizando a linguagem
oral e linguagem matemática;
 Ter confiança em suas próprias estratégias e na sua capacidade para lidar com situações
matemáticas novas, utilizando seus conhecimentos prévios.

CONTEÚDOS
Conteúdos Conceituais 1º B 2º B 3º B 4º B
NÚMEROS E SISTEMA DE NUMERAÇÃO
01 Comunicação de quantidades, utilizando a linguagem oral, a
notação numérica e/ou registros não convencionais.
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
NÚMEROS E SISTEMA DE NUMERAÇÃO
02 Utilização da contagem oral nas brincadeiras e em situações
nas quais as crianças reconheçam sua necessidade.
Utilização de noções simples de cálculo por meio de jogos,
03
brincadeiras e materiais diversos .
Identificação da posição de um objeto ou número numa
04
série, explicitando a noção de sucessor e antecessor.
Identificação de números nos diferentes contextos em que se
05 encontram.
GRANDEZAS E MEDIDAS
06 Exploração de diferentes procedimentos para comparar
grandezas.
Introdução às noções de medida de comprimento, peso,
07 volume e tempo, pela utilização de unidades convencionais
e não convencionais.
08 Marcação do tempo por meio de calendários.
ESPAÇO E FORMA
09 Identificação de pontos de referência para situar-se e
deslocar-se no espaço.
Identificação e nomeação da posição de pessoas e objetos,
10 utilizando vocabulário pertinente em jogos, brincadeiras e
diversas situações.

Descrição e representação de pequenos percursos e trajetos,


11
observando pontos de referência.
12 Exploração e identificação de formas geométricas de
objetos e figuras.
Manipulação e exploração de objetos e brinquedos para
descoberta de características, propriedades e suas
13
possibilidades associativas: empilhar, rolar, transvasar,
encaixar, etc.
Noções de cálculos por meio de jogos, brincadeiras e
14
materiais concretos
Participação na resolução de situações-problema, surgidas
15 no dia-a-dia.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL VI
MATEMÁTICA
Observação, Registro
Orientações
Importante Ler Orientações Gerais e Avaliação
Didáticas
Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 207 Páginas: 220 a 233 Páginas: 235 a 237 Páginas: 237 a 239
209 a 213
DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO /
AVALIAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO / DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO /
PROCESSUAL PORTFÓLIO
INFANTIL VI

NATUREZA E SOCIEDADE

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Interessar-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social e natural, formulando perguntas,


imaginando soluções para compreendê-lo, manifestando opiniões próprias sobre os
acontecimentos, buscando informações;
 Estabelecer algumas relações entre o modo de vida característico de seu grupo social e de
outros grupos;
 Valorizar a importância da preservação das espécies para a qualidade da vida humana.

CONTEÚDOS
Conteúdos Conceituais 1º B 2º B 3º B 4º B
ANIMAIS E PLANTAS
Estabelecimento de algumas relações entre diferentes
01 espécies de seres vivos, suas características e suas
necessidades vitais.
02 Conhecimento de algumas espécies da fauna e da flora.
Conhecimento dos cuidados básicos de pequenos animais e
03
plantas.
FAMÍLIA E ESCOLA
Identificação dos elementos que constituem os diversos
04 grupos familiares (composição, nome e características dos
membros).
Identificação de algumas pessoas que trabalham na escola e
05 as funções que desempenham.
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
FAMÍLIA E ESCOLA
06 Identificação de alguns papéis sociais existentes em seus
grupos de convívio.
07 Identificação da escola e de seus diversos espaços.
08 Conhecimento e origem de sua Escola.
BAIRRO E CIDADE
09 Observação das características da paisagem local.
Utilização, com ajuda dos adultos, de fotos, relatos e outros
10 registros para a observação das mudanças ocorridas nas
paisagens ao longo do tempo.
PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE, RECICLAGEM E
REUTILIZAÇÃO
11 Participação em ações que mantenham o meio ambiente
saudável e preservado.
Identificação e participação de ações para aproveitamento,
12 reutilização e reciclagem do lixo.
13 HIGIENE ALIMENTAÇÃO E SAÚDE
Percepção dos cuidados com o corpo, necessários para a
prevenção de acidentes e saúde de forma geral.
Identificação dos procedimentos necessários para a higiene
14
corporal adequada.
Conhecimento de ações relacionadas à boa saúde
15
(alimentação, descanso, lazer, esporte).
DIVERSIDADE CULTURAL E DATAS COMEMORATIVAS
16 Conhecimento de modos de ser, viver e trabalhar de alguns
grupos sociais do presente e do passado.
Participação em atividades que envolvam histórias,
17 brincadeiras, jogos e canções que digam respeito às
tradições culturais de sua comunidade e de outras.
Participação em atividades, jogos, canções, histórias e
18
brincadeiras pertencentes às tradições de nossa cultura.
Conhecimento de algumas características de objetos
19 produzidos em diferentes épocas e por diferentes grupos
sociais.
FENÔMENOS NATURAIS
20 Observações das estações do ano e condições climáticas no
dia-a-dia.
ANIMAIS E PLANTAS
21 Percepção do ciclo vital das plantas, por meio de
experiências.
Percepção das características de diferentes animais, por
22
meio de pesquisas, vídeos e estudos do meio.
Conteúdos Atitudinais 1º B 2º B 3º B 4º B
FAMÍLIA E ESCOLA
23 Respeito e valorização da família e da escola.
ANIMAIS E PLANTAS
24 Valorização da vida nas situações que impliquem cuidados
a animais, plantas, pessoas e ambientes.
PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE, RECICLAGEM E
REUTILIZAÇÃO
25 Valorização de atitudes de manutenção e preservação dos
espaços coletivos e do meio ambiente.
HIGIENE, ALIMENTAÇÃO E SAÚDE
26 Cuidados no uso dos objetos do cotidiano, relacionados à
segurança e prevenção de acidentes, e à sua conservação.
Valorização de atitudes relacionadas à saúde e ao bem-estar
27
individual e coletivo.
DIVERSIDADE CULTURAL E DATAS COMEMORATIVAS
Valorização do patrimônio cultural do seu grupo social e
28 interesse por conhecer diferentes formas de expressão
cultural.
ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL VI
NATUREZA E SOCIEDADE
Observação, Registro
Orientações
Importante Ler Orientações Gerais e Avaliação
Didáticas
Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 163 Páginas: 182 e 193 Páginas: 195 a 201 Páginas: 203 e 204
165 a 167
169 a 173
DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO /
AVALIAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO / DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO /
PROCESSUAL
PORTFÓLIO
INFANTIL VI

MÚSICA

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Ouvir, perceber e discriminar sons diversos, fontes sonoras e produções musicais;

 Brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais;


 Perceber e expressar sensações, sentimentos e pensamentos, por meio da música.

CONTEÚDOS
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
01 Interpretação de músicas e canções diversas.
02 Participação em brincadeiras e jogos cantados e rítmicos.
Participação em jogos e brincadeiras sonoras que envolvam
03
canto, danças, silêncio e ritmos diferentes.
04 Repertório de canções para desenvolver a memória musical.
05 Utilização de instrumentos musicais e materiais sonoros.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS ESPECÍFICAS DO EIXO


INFANTIL VI
MÚSICA
Observação, Registro
Orientações
Importante Ler Orientações Gerais e Avaliação
Didáticas
Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 45 Páginas: 60 a 63 Páginas: 67 a 75 Página: 77
47 a 49 65
51 a 53
57
DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO /
AVALIAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO / DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO /
PROCESSUAL
PORTFÓLIO
INFANTIL VI

ARTES VISUAIS

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Interessar-se pelas próprias produções, pelas de outras crianças e pelas diversas obras
artísticas com as quais entrem em contato, ampliando seu conhecimento cultural;
 Produzir trabalhos de arte, utilizando a linguagem do desenho, da pintura, da modelagem,
da colagem, da construção, desenvolvendo o gosto, o cuidado e o respeito pelo processo de
produção e criação.

CONTEÚDOS
Conteúdos Conceituais 1º B 2º B 3º B 4º B
APRECIAÇÃO
Conhecimento da diversidade de produções artísticas,
01 como desenhos, pinturas, esculturas, construções,
fotografias, colagens, ilustrações, cinema etc.
Conteúdos Procedimentais 1º B 2º B 3º B 4º B
O FAZER ARTÍSTICO
02 Criação de desenhos, pinturas , colagens, modelagens a
partir da realidade do cotidiano infantil.
Exploração e utilização de alguns procedimentos
03
necessários para desenhar, pintar, modelar etc.
Exploração e aprofundamento das possibilidades
04 oferecidas pelos diversos materiais, instrumentos e
suportes necessários para o fazer artístico.
Exploração bidimensionais e tridimensionais na
05
realização de suas atividades artísticas.
APRECIAÇÃO
Apreciação das suas produções e das dos outros, por
06 meio da observação e leitura de alguns elementos da
linguagem plástica.
Observação dos elementos constituintes da linguagem
07
visual:formas, cores e texturas.
Apreciação de obras de arte a partir da observação,
08
narração, descrição e interpretação de imagens e objetos.
Apreciação da Arte Visual e estabelecimento de
09
correlação com experiências pessoais.
CONTEÚDOS
Conteúdos Atitudinais 1º B 2º B 3º B 4º B
O FAZER ARTÍSTICO
10 Organização, cuidado e preservação do material
produzido e do espaço utilizado.
Respeito e valorização da produção individual e
11
coletiva e das obras de arte em geral.

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
INFANTIL VI
ARTES VISUAIS
Observação, Registro
Orientações
Importante Ler Orientações Gerais e Avaliação
Didáticas
Formativa
Referencial Referencial Referencial Referencial
Volume 3 Volume 3 Volume 3 Volume 3
Páginas: 85 Páginas: 100 e 101 Páginas: 107 a 112 Páginas: 112 e 113
87 a 89 104 e 105
91 a 93
DIAGNÓSTICO / ACOLHIDA / AÇÃO / INTERVENÇÃO /
AVALIAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO / DECISÃO / OBSERVAÇÃO / REGISTRO /
PROCESSUAL PORTFÓLIO
Prefeitura de Santos
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
Departamento Pedagógico
Seção de Educação Infantil

Orientações Didáticas

Educação Infantil

2009
Prefeitura de Santos
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
DEPARTAMENTO PEDAGÓGICO

ORIENTAÇÕES DIDÁTICAS
EDUCAÇÃO INFANTIL

Aprendizagem e Desenvolvimento

As Unidades Municipais de Educação Infantil devem se caracterizar como ambientes


que possibilitem à criança ampliar suas experiências e se desenvolver em todas as dimensões
humanas: afetiva, motora, cognitiva, social, imaginativa, lúdica, estética, criativa, expressiva e
linguística. Isto implica considerar que essas instituições são contextos de aprendizagens e de trocas
de significações a partir de linguagens diversas. Daí ser importante refletir sobre como entendemos
atualmente o processo de aprender e qual é o papel do professor/monitor nesse processo.
A compreensão que se tem hoje de aprendizagem supera a fragmentação cabeça-corpo e
cognição-afeto socialmente elaborada e incorporada por muitos educadores. Outras definições de
aprendizagem formuladas no passado também se mostram inadequadas para explicar o que se passa
com as crianças pequenas. Entendemos a aprendizagem como uma construção social que envolve a
pessoa como um todo e se fundamenta nas múltiplas interações entre os parceiros, infantis e
adultos, nos contextos educativos.
Dados de pesquisa sobre o desenvolvimento infantil (particularmente os analisados
numa perspectiva sóciohistórica elaborada com base nos trabalhos de Vygotsky e Wallon, e
ampliados a partir dos apontamentos trazidos pela Antropologia, Sociologia, Linguística e outras
ciências) apontam que a criança nasce com condições para interagir com parceiros mais experientes
– seus pais, outros familiares, os educadores, outras crianças mais velhas – que lhe apresentam
continuamente novas formas de se relacionar com o mundo a fim de compreendê-lo e transformá-
lo. Ela tem voz própria e deve ser ouvida, pois é produtora de conhecimento, de cultura e de uma
identidade pessoal. Por meio dos relacionamentos que a criança estabelece, não só com os adultos,
mas também com outras crianças, ela nomeia objetos, imita pessoas ou outros elementos que
observou, traça desenhos, formula perguntas, elabora respostas, constantemente significando o
mundo a sua volta, influenciando-o e sendo influenciada por ele. Tal perspectiva conhecemos
como sociointeracionista.
As experiências vividas no espaço de Educação Infantil devem possibilitar à criança o
encontro de explicações sobre o que ocorre à sua volta e consigo mesma, enquanto desenvolvem
formas de sentir, pensar e solucionar problemas. Nesse processo é preciso considerar que as
crianças necessitam envolver-se com diferentes linguagens e valorizar o lúdico, as brincadeiras,
bem como, as culturas infantis.
Devemos considerar também que, quando interagem com companheiros de infância, elas
aprendem coisas que lhe são muito significativas e que são diversas das coisas que elas se
apropriam no contato com os adultos ou com crianças já mais velhas.
A organização e o planejamento de situações pelos professores e outros educadores das
Unidades Municipais de Educação Infantil devem considerar que a educação das crianças de 0 a 6
anos possui especificidades que não se caracterizam pelo processo ensino-aprendizagem pautado
em um modelo centrado no comando único do professor/monitor, preparatório, estruturado em
“disciplinas” que fragmentam o conhecimento, modelo preponderantemente cognitivista e voltado à
reprodução.
Muitos educadores que trabalham com crianças pequenas costumam valorizar ações
copiadas de modelos escolares tradicionais nas tarefas cotidianas que lhes propõem: atividades
dirigidas usando apenas papel, tinta e lápis. Eles conhecem apenas o modelo de organização do
ambiente para ações centradas no professor/monitor e por ele controladas e acreditam que elas têm
maior resultado pedagógico. Uma coisa é certa: se as interações das crianças se concentrarem
apenas no professor/monitor por várias horas, ele sairá cansado das Unidades de Educação Infantil e
as crianças terão poucas oportunidades de estabelecer interações com os companheiros, fator vital
para seu desenvolvimento.
A concepção descrita corresponde a fragmentos de um modelo de educação escolar
construído no passado para orientar o ensino de crianças mais velhas e de adolescentes. Ela persiste
no imaginário e orienta a prática de muitos professores/monitores que desconhecem outras formas
mais adequadas de organizar situações de vivência, aprendizagem e desenvolvimento para as
crianças pequenas, particularmente quando se trata de bebês.
Aprender deve ser uma experiência significativa para a criança e deve também integrar
o que ela já conhece com aquilo que é novo para ela. As experiências, vivências, saberes e
interesses infantis são pontos de partida para que novos conhecimentos sejam por ela apropriados
em situações que lhe despertem o interesse frente ao inexplorado, ao desconhecido, ajudando-a a
descobrir o desejo envolvido na investigação. Isso se dá conforme parceiros mais experientes
apresentam recursos, sugestões, explicações, perguntas, apoios emocionais que interagem com os
motivos, os saberes e as capacidades das crianças. Dá-se, também, quando a criança, mesmo
sozinha ou com parceiros de sua idade, utiliza formas já vividas com parceiros adultos na
exploração do ambiente e na construção de significações.
As crianças se apropriam do patrimônio cultural de seu grupo social e têm acesso a itens
significativos da produção histórica e cultural da humanidade, à medida que o professor/monitor
garanta no cotidiano da Unidade Municipal de Educação Infantil que elas vivenciem diferentes
situações nas quais tenham constante oportunidade de escolha, exercitem sua autonomia e
conheçam as próprias necessidades, preferências e desejos ligados à construção do conhecimento e
do relacionamento interpessoal.
A concepção apresentada nos remete a pensar na própria organização do trabalho
pedagógico na Educação Infantil no que se refere aos tempos, espaços e atividades nas quais as
crianças se inserem.

O Brincar na Educação Infantil

Brincar é uma atividade essencialmente humana, principal modo de expressão da


infância. É marcada por um diálogo que o ser humano estabelece consigo próprio, com o outro ou
com um ou mais objetos, não se restringindo, então, somente às brincadeiras orientadas ou aos
jogos de regras. É a ferramenta por excelência para a criança aprender a viver, revolucionar sua
experiência e criar cultura. Brincando, a criança se humaniza e se constitui como sujeito histórico-
social.
Brincar, para a criança, é uma atividade imaginativa e interpretativa que compreende o
corpo e a mente e revela experiências que envolvem os sentidos de modo a favorecer que o mundo
ganhe significados próprios para a criança.
A forma como se organizam, inventam, conversam, criam papéis, transformam os
cenários é um modo particular de instaurar uma nova realidade e novos contextos e, portanto, um
novo mundo repleto de sentimentos e expressividade.
A criança como ser “brincante” não brinca por ter uma “energia excedente”, tampouco
para relaxar ou como forma de recreação, em que regras inventadas e dirigidas pelos adultos podem
enfatizar um desejo de domínio e competição. A brincadeira para a criança possui sentido próprio,
portanto, o ato de brincar deve ser preenchido pelo prazer e pelo divertimento, de forma espontânea
e criativa.
O aspecto lúdico de que tanto falamos não está presente somente nas brincadeiras, mas
no jeito de a criança pensar e representar o que conhece, fazendo diversas conexões com o que está
vivendo e aprendendo sobre o mundo, os objetos, as pessoas e suas relações com o outro. Dessa
forma, o papel do professor/monitor na instituição de Educação Infantil é fundamental. O professor/
monitor se faz presente como observador e organizador das brincadeiras e jogos que as crianças
gostam e conhecem. Outro aspecto da tarefa do educador é ampliar o repertório das brincadeiras e
incrementar, cada vez mais o conhecimento e a elaboração das mesmas, dando autonomia às
crianças, criando novas regras, tornando mais ricas suas experiências.
Brincar, como a principal linguagem da infância, compreende práticas que envolvem
jogos, brinquedos e brincadeiras que garantem o direito às crianças de se comunicarem e
interagirem.
A brincadeira constitui um contexto em que se produz um tipo de comunicação rica em
matizes e que possibilita às crianças indagar sobre seus próprios pensamentos e pôr à prova seus
conhecimentos no uso interativo de objetos e conversações. O jogo simbólico, ou de faz-de-conta, é
governado por regras da imaginação, o que limita as crianças e, ao mesmo tempo, as libera, ou seja,
ajuda-as a dominar impulsos imediatos e a controlar-se.
Assim, no jogo simbólico, a criança recombina elementos perceptuais, cognitivos e
emocionais, cria novos papéis para si mesma e reorganiza cenas ambientais. Não é apenas
reprodução do que já existe, mas oportunidade para a construção do novo.
Por essas e outras razões, espera-se que a brincadeira infantil ocupe lugar privilegiado
nas rotinas das Unidades Municipais de Educação Infantil. Isso requer superar a concepção de
muitos educadores de que o tempo de brincar nas instituições de educação infantil é uma exceção à
norma do trabalho, ou uma atividade para preencher o tempo de espera, ou um prêmio em caso de
bom comportamento. Em vez de mediar as ações, criar propostas mais lúdicas, organizar espaços e
materiais, o adulto comumente assume o papel de fiscal da ‘desordem’, pedindo silêncio à exaustão
(WAJSKOP, 2001:58).
O tempo de brincar, para a criança, “não é o tempo dos relógios, não é o tempo
planejado, não é o tempo consciente. É simplesmente um tempo especial e precioso” (FRIEDMAN,
2000). Isso significa, entre outras coisas, assumir que a criança brinca no seu dia-a-dia, não apenas
nos minutos destinados ao parque, o que vai exigir do professor um planejamento que considere o
caráter essencialmente lúdico das vivências infantis.
Como as diferentes linguagens podem ser trabalhadas na Educação Infantil?

“Para melhor conhecer a criança é preciso aprender a vê-la. Observá-la


enquanto brinca: o brilho dos olhos, a mudança de expressão do rosto, a
movimentação do corpo. Estar atento à maneira como desenha o seu
espaço, aprender a ler a maneira como escreve sua história”.
(MOREIRA apud MORAES DIAS, 2003, p. 237)
Antes de ser uma necessidade individual, a apropriação da linguagem é uma necessidade
criada no coletivo, nas relações que permeiam a vida das crianças, desde o nascimento. Por isso,
podemos dizer que falar, ler, ouvir e contar histórias são modos muito especiais de cuidar da
imaginação, da inteligência, dos afetos, das relações e das memórias das crianças. De modo bastante
singular, cabe ao professor/monitor alimentar junto às crianças novos desejos, necessidades e
interesse pelo conhecimento, reconhecendo que o mundo no qual estão inseridas, por força da
própria cultura, é amplamente marcado por imagens, sons, falas e escritas. Por isso, Unidades
Municipais de Educação Infantil também devem considerar, em seus planejamentos, ações que
garantam que as crianças tenham experiências variadas com as diversas linguagens.
Para a criança, as linguagens se inter-relacionam, por exemplo, as garatujas ou rabiscos
são expressões do gesto ao mesmo tempo em que já se delineiam em combinação de linhas e cores.
Nas cirandas ou nas brincadeiras cantadas, a criança explora as possibilidades expressivas de seus
movimentos, ao mesmo tempo em que brinca com as palavras. Quando se envolve em estudos sobre
a natureza, sobre os homens em sociedade e as notícias do cotidiano, a criança elabora suas
capacidades linguísticas e cognitivas envolvidas na explicação, na argumentação e outras, ao
mesmo tempo em que amplia seus conhecimentos sobre o mundo. Por esse motivo, ao planejar o
trabalho, é importante não tomar as linguagens de modo isolado ou disciplinar, mas sim,
contextualizadas, a serviço das interações, da criação e da expressão infantil, da curiosidade por
conhecer-se e conhecer o mundo, portanto, de significativas aprendizagens.
.
COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO GESTUAL

O movimento humano constitui-se em linguagem que possibilita às crianças atuar no


ambiente e significá-lo. Desde o nascimento, a criança desenvolve seu corpo e os movimentos que
com ele pode realizar:
1. locomove-se com ele, arrastando, rolando, engatinhando ou andando, correndo,
pulando, girando ou saltando;
2. assume posturas e se comunica por gestos e expressões faciais;
3. controla seu próprio corpo e seus gestos, manuseios e posturas corporais, processo
fundamental para a construção da identidade, autonomia e independência.
É por meio dos gestos que a criança manifesta suas primeiras intenções comunicativas. A
primeira linguagem que a criança pequena tem contato é marcada, sobretudo, pelos gestos e
expressões faciais e corporais dos adultos que se relacionam com ela. O tempo que dedicamos aos
bebês e compartilhamos significações – quando os ninamos, pegamos no colo, damos banho,
alimentamos, conversamos com eles, oferecemos objetos e brincamos de esconder, organizamos os
espaços, fazemos caretas, brincamos com sons e gestos – é uma ocasião para a apropriação da
linguagem. Esse contato dá espaço para as iniciativas de comunicação, que se inicia pela imitação:
ao observar os gestos, sons e expressões dos adultos e das crianças que os cercam, nas relações
cotidianas de cuidado, os bebês vão significando e apropriando-se da fala. Ao imitar e criar
movimentos, as crianças se apropriam do repertório da cultura corporal na qual estão inseridas.
Contudo, é importante ressaltar que a função expressiva não é exclusiva do bebê. Ela
continua presente nas crianças maiores e mesmo na idade adulta, nos mais diferentes contextos de
expressão: no faz-de-conta, na dança, no teatro e nos jogos de improvisação e em outras
manifestações que colocam em destaque o corpo e o movimento. Por tudo isso, são importantes os
momentos nos quais os adultos podem interagir com os bebês, criando com eles brincadeiras de
imitar caretas, sons, movimentos.
Na Educação Infantil, as crianças têm grande necessidade de explorar o espaço, de
exercitar o movimento de seu corpo e de conhecer os objetos que existem a sua volta.
Para isso, haverá um cuidado em relação ao espaço e materiais, evitando possíveis
perigos. Serão propostos momentos de jogos espontâneos, brincadeiras livres e também situações
em que os professores/monitores conduzirão a atividade, tais como:
 Oficinas de Percurso Lúdico Motor: são os movimentos e brincadeiras exploratórias
(saltar, correr, arremessar) desenvolvidas pelas próprias crianças que podem
ocorrer tanto de forma individual como em pequenos ou grandes grupos. O foco
desta proposta está no trabalho com autonomia e escolha, para que o aluno possa
desenvolver um percurso lúdico e criador. Um dos aspectos essenciais deste eixo de
trabalho está relacionado ao fato das crianças hoje possuírem poucos momentos
para se movimentar e brincar livremente.
 Circuitos Motores: são o conjunto ou série de habilidades relacionadas com o
deslocamento, o equilíbrio e a manipulação realizadas pelas crianças com diversos
materiais, na intenção de repetir um trajeto previamente determinado. É realizado
com a colocação de materiais como mesas, bancos, colchões e também com
materiais que foram adquiridos especialmente para os circuitos.
No circuito, a criança percebe o seu corpo e o movimento com precisão, e utiliza-os de
múltiplas formas no espaço. Quem realiza um circuito se depara com desafios em obstáculos, às
vezes fáceis ou não, que aos poucos constroem suas habilidades, ao mesmo tempo em que se depara
com situações de insegurança, respeito e cooperação com o outro, controlar o medo, esperar a vez
sem empurrar, ajudar o outro etc.

Jogos e Brincadeiras

Os jogos e brincadeiras são atividades que através de vários movimentos: gestos, saltos,
corridas, lançamentos, equilíbrios, chutes etc estimulam o desenvolvimento do corpo.
Consideramos esses jogos importantes para a produção do conhecimento, para o
desenvolvimento da moralidade, da afetividade, do corpo e do movimento das crianças, além de
serem situações desafiadoras e significantes. Os professores/monitores deverão estar preocupados
em construir um ambiente sóciomoral e afetivo positivo, não privilegiando a competição, não
selecionando e excluindo os participantes nos jogos. Haverá também muito cuidado em não propor
jogos que ponham em risco a integridade física da criança.

A COMUNICAÇÃO VERBAL
A fala representa em nossa cultura uma das mais importantes possibilidades de
comunicação. Ao falarmos com as crianças, fazemos uso do nosso repertório linguístico de forma
contextualizada e legitimada pela própria cultura. Por isso, constitui-se uma importante orientação
para qualquer trabalho que se pretenda fazer a partir desta linguagem, a utilização com as crianças
da mesma linguagem que os adultos usam em suas vivências comunicativas, orientadas por
diferentes usos e funções. Não se deve falar com os bebês e demais crianças usando apenas palavras
simples ou frases curtas, ou traçar sequências orais ordenando-as de acordo com sua complexidade:
letras, sílabas e palavras.
Os usos e funções da comunicação, tal como se apresentam em nosso meio, é a
referência também para as situações que ocorrem na instituição educacional. Na medida em que as
crianças participam de situações comunicativas com muitos parceiros, têm a possibilidade de
ampliar seu repertório, expressar idéias, sentimentos, desejos e necessidades.
As diferentes situações criadas nas Unidades Municipais de Educação Infantil são
oportunidades para a criança apropriar-se de formas culturais de perguntar, contar um caso, de
justificar uma ação, fazer um pedido, trazer um argumento, narrar uma história, dentre outros usos
da língua.
Quando a criança fala, ouve, elabora enredos próprios no jogo de faz-de-conta, escuta a
leitura de história, a reconta ou narra algo, ela faz aproximações sucessivas na tentativa de buscar as
regularidades e as diferenças entre as linguagens empregadas pelos adultos quando conversam,
contam histórias ou leem.
Em todas essas situações, é necessário que o professor/monitor tenha um olhar e uma
escuta para estas formas de expressão e comunicação, principalmente quando se trata de bebês e
crianças menores que dependem dele para emprestar voz às suas intenções comunicativas.
Para mediar o desenvolvimento da linguagem oral, o professor/monitor necessita:
 dar oportunidade para as crianças terem participação constante e significativa, não
apenas das práticas discursivas orais – ao observar e participar de conversas com
outras crianças ou com o professor/monitor, como também de momentos de ouvir
histórias que o educador conta e lê para elas e produzir suas próprias narrativas,
alimentadas por tudo quanto pode ter acesso nas unidades de Educação Infantil;
 possibilitar momentos para as crianças brincarem com palavras com os adultos ou
com outras crianças, criando rimas, usando novas entonações, fazendo criativas
associações de significados;
 ampliar o repertório das crianças em relação a cantigas, joguetes e demais
brincadeiras da tradição oral brasileira;
 estimular as conversas informais e cotidianas de comunicação entre pares;
 considerar o contexto de jogo simbólico como um dos mais relevantes ambientes
estimuladores de discursos das crianças;
 realizar rodas de conversa – momento destinado exclusivamente ao bate-papo sobre
assuntos diversos, tanto os levados pelas crianças como os escolhidos
criteriosamente pelos professores/monitores que se colocam para ouvir as crianças
e apoiá-las no ouvir os companheiros.

Apropriação da Leitura e da Escrita

As experiências cotidianas das crianças trazem para seu universo, constantemente, a


presença da escrita: o caminho que a criança percorre de casa até a Unidade Municipal de Educação
Infantil é povoado de informações escritas como placas de trânsito, outdoors, nomes de lojas,
cartazes de ofertas do dia, números das casas, itinerário dos meios de transporte, isso sem falar nas
logomarcas de muitos produtos conhecidos pela criança: brinquedos, refrigerantes, alimentos. É
possível negar a forte presença desta linguagem? Como ajudar a criança a entender o que se
esconde por trás desse misterioso código, que permite aos adultos pronunciarem sempre o mesmo
conjunto de palavras diante das mesmas marcas?
É função das Unidades Municipais de Educação Infantil assegurar o direito das crianças
de manter contato com a escrita, sobretudo do nome próprio e também dos escritos presentes em
seu cotidiano. Entretanto, esse contato não deve ocorrer pela criação de contextos didáticos
artificiais, mas em situações que tornem significativos seus diferentes usos e funções. Nesse
processo, não deve haver expectativa de um alcance homogêneo e simultâneo por parte das crianças
de uma apropriação da leitura e da escrita. Mais adequado é criar situações e apoiar cada criança a
estabelecer em seu próprio ritmo uma relação produtiva com esses produtos culturais e facilitar-lhe
o acesso a diferentes materiais gráficos e escritos, não somente nos momentos dirigidos pelos
adultos.
Considerando os interesses infantis, a necessidade de contextualizar a comunicação, a
apropriação da linguagem escrita, o planejamento da Unidade Municipal de Educação Infantil deve
tratá-las na sua abrangência, realizando um trabalho que promova a qualidade e a constância das
relações das crianças com as práticas sociais de comunicação em contextos em que a leitura e a
escrita se mostrem necessárias e significativas.
O trabalho com a leitura e a escrita pode envolver, dentre outras ações, a organização de:
 momentos em que o professor/monitor apresenta aos bebês álbuns e caixas de
imagens, visando ampliar o repertório de conhecimento de mundo e de
possibilidade de comunicação;
 rodas de histórias na rotina das instituições educacionais com momentos em que o
professor/monitor conta e lê histórias (posto que são ações diferentes), desde muito
cedo;
 oportunidades de uso do nome próprio da criança – leitura e escrita – para marcar
seus pertences e suas produções, bem como leitura dos nomes dos amigos da mesma
turma;
 momentos de explorar e experimentar de modo interativo e significativo alguns
textos mais empregados na gestão do dia-a-dia: agenda do dia, calendário, bilhetes
que circulam entre as salas, cardápio das refeições, listas, lembretes, entre tantos –
nos seus diferentes usos e funções sociais, ampliando assim seus horizontes
comunicativos;
 momentos de leitura compartilhada de outros textos que não as histórias, tais como
os jornais, revistas, as receitas favoritas da turma, o repertório de músicas mais
apreciado, poesias, entre outros.
Para tanto, é preciso que o planejamento das Unidades Municipais de Educação Infantil
considere os seguintes aspectos:

MATERIAIS DISPONÍVEIS

 Assegurar às crianças menores o contato com diferentes materiais para que possam
explorá-los em relação a diferentes aspectos, incluindo aí objetos portadores de
textos e narrativas, como forma de construção de um conhecimento prazeroso e
lúdico sobre a língua escrita. Na escolha desses objetos, é preciso evitar que os
temas trabalhados nos textos contribuam para a construção de estereótipos e
preconceitos, de etnia ou de gênero, e tratar as visões de mundo apresentadas de
modo ético e de uma forma estética;
 Utilizar diversas tecnologias - retroprojetor, computador, vídeo, DVD, máquina
fotográfica - como meio ou suporte para a escrita e a leitura com as quais as
crianças estão envolvidas. Embora o velho e familiar mimeógrafo possa ser usado
pelas crianças para reproduzir seus registros, se assim o desejarem, isso nunca pode
ser uma forma de homogeneizar e estereotipar as marcas infantis.

INTERAÇÕES

 Assegurar que todas as crianças sejam chamadas por seu nome (e não por apelidos
dados pelos adultos), favorecendo, assim, a construção da identidade pessoal e sua
identificação em um grupo;
 Acolher a forma como as crianças interpretam as histórias, considerá-las como
capazes de fazer suas próprias interpretações e inferências;
 Escutar a criança, dar atenção ao que ela diz, reconhecendo que suas expressões –
fala, gesto, riso, entre outras – querem dizer algo, valorizando assim a intenção
comunicativa;
 Interagir com a criança e dar-lhe condições para ela estabelecer interações com
outras crianças e com adultos, tendo possibilidade de expressar seus afetos,
opiniões, desejos e necessidades;
 Possibilitar diferentes trocas entre os diversos grupos de crianças de uma mesma
turma;
 Observar a necessidade das crianças vivenciarem situações de leitura e de escrita
com diferentes pares, em agrupamentos autonomamente organizados por elas e não
só nos planejados pelo professor/monitor;
 Criar condições para que as crianças compreendam os propósitos envolvidos
nas situações de leitura e de escrita, fundamental para a significação dessas ações
pelas crianças. Dessa forma, além de aprenderem a ativar uma série de estratégias,
as crianças podem descobrir que a leitura, a escrita e a fala servem para muitos
fins.

REFERÊNCIAS PARA A ORGANIZAÇÃO DO TEMPO E DO ESPAÇO


 Criar diariamente momentos de leitura, de escrita e de manifestações da oralidade
em espaços nos quais as crianças possam escolher espontaneamente os livros e
manuseá-los, sem o controle do adulto;
 Favorecer que as crianças experimentem diferentes papéis neste processo: ora leitor,
ora narrador, ora personagem, ora escritor, ora observador;
 Possibilitar cotidianamente brincadeiras em que o uso da leitura e da escrita seja
necessário e tenha significado para as crianças, entendendo essas práticas como
ponto de partida para a apropriação destas linguagens;
 Criar oportunidades contextualizadas para que a criança possa visualizar,
manipular e, no caso das crianças maiores, arriscar escritas de seu nome próprio,
entre outras escritas, mesmo que ainda não o faça convencionalmente.

LINGUAGEM MATEMÁTICA

O trabalho no âmbito da matemática, na idade pré-escolar, ajuda a criança a


compreender, a ordenar a realidade (as características e as propriedades dos objetos) e também a
compreender as relações que se estabelecem entre os objetos (semelhança, diferença,
correspondência, inclusão etc).
As noções matemáticas (contagem, relações quantitativas e espaciais etc) são
construídas pelas crianças a partir das experiências proporcionadas pelas interações com o meio,
pelo intercâmbio com outras pessoas que possuem interesses, conhecimentos e necessidades que
podem ser compartilhados.
Diversas ações intervêm na construção dos conhecimentos matemáticos, como recitar a
seu modo a seqüência numérica, fazer comparações entre quantidades e entre notações numéricas e
localizar-se espacialmente. Essas ações ocorrem fundamentalmente no convívio social e no contato
das crianças com histórias, contos, músicas, jogos, brincadeiras etc.
O pensamento lógico matemático e a linguagem matemática que serão desenvolvidos na
Educação Infantil são:
 a análise das propriedades dos objetos e das relações que podemos estabelecer;
 a ordenação, classificação e comparação de objetos - as crianças aprendem
conceitos, semelhanças, diferenças; começam a identificar e perceber diferentes
atributos quanto às formas, às cores e às propriedades dos objetos;
 o início da quantificação;
 conhecimento dos quantificadores (tudo, nada, nenhum, pouco, etc.);
 conhecimento da série numérica;
 a resolução de situações-problema;
 a medida do espaço (longe, perto, aqui, ali) e a medida do tempo (ontem, hoje,
antes, depois, etc.);
 a representação do espaço - nesta idade as crianças já começam a identificar as
formas geométricas e a identificá-las no espaço imediato.
Os bebês e as crianças pequenas estão começando a conhecer o mundo e a estabelecer as
primeiras aproximações com ele. As situações cotidianas oferecem oportunidades privilegiadas para
o trabalho com a especificidade das idéias matemáticas. As festas, as histórias e, principalmente, os
jogos e as brincadeiras permitem a familiarização com elementos espaciais e numéricos, sem
imposição. Assim os conceitos matemáticos não são o pretexto nem a finalidade principal a ser
perseguida. As situações deverão ter um caráter múltiplo para que as crianças possam interessar-se,
fazer relações sobre várias áreas e comunicá-las.
Os jogos e as brincadeiras são fundamentais porque:
 permitem a construção gradativa de conceitos dentro de um contexto significativo,
ampliando experiências, como, por exemplo, a construção de circuitos de obstáculos
com cadeiras, mesas, pneus, módulos de espuma etc, por onde as crianças possam
engatinhar ou andar, subir, descer, passar por dentro, por cima, por baixo...;
 possibilitam representar o espaço numa outra dimensão como, por exemplo,
construir torres, pistas para carrinhos e cidades, com blocos de madeira ou
encaixe;
 aproximam a criança com a função dos números, como, por exemplo, manusear,
nas brincadeiras de faz-de-conta, nos brinquedos como
telefone, calendários, máquina de calcular, relógio etc; trabalhar o
calendário para que possa acompanhar a passagem do tempo; reconhecer, no
quadro de aniversários, a data em que faz aniversário, assim como, com a ajuda do
professor, contar os dias que faltam para o seu aniversário; pular amarelinha,
caracol, pular corda, acompanhada de música de contagem, jogar boliche, jogar
dominó e tantos outros jogos e brincadeiras que a colocam em contato com os
números, sua grafia e o seu valor estabelecendo relações entre número e quantidade.
São muitas as formas possíveis de se realizar o trabalho com a Matemática nessa faixa
etária, mas ele sempre deve acontecer inserido e integrado no cotidiano das crianças.

Números e Sistemas de Numeração


Os números estão presentes no cotidiano e servem para memorizar quantidades, para
identificar algo, para antecipar resultados, para contar, para numerar, para medir e para operar.
Alguns desses usos são familiares às crianças desde pequenas e outros nem tanto.
Contar é uma estratégia fundamental para estabelecer o valor cardinal, que designa
quantidade, de conjuntos de objetos.
A contagem é realizada de forma diversificada pelas crianças, com um significado que se
modifica conforme o contexto e a compreensão que desenvolvem sobre o número. Desde muito
pequenas, as crianças aprendem a recitar sequência numérica, muitas vezes, sem se referir a objetos
externos.
Exemplos de situações que envolvem contagem:
 jogos de esconder ou de pega-pega;
 cantigas que incluem diferentes formas de contagem: “a galinha do vizinho bota ovo
amarelinho, bota um, bota dois ... bota dez”; “um, dois feijão com arroz; três,
quatro feijão no prato ...nove, dez comer pastéis”; “um, dois, três indiozinhos,
quatro, cinco...dez indiozinhos num pequeno bote...”.
Ler os números, compará-los e ordená-los são procedimentos indispensáveis para
compreensão do significado da notação numérica (sistema de representação).
Há diversos usos de números presentes nos telefones, nas placas de carro e de
ônibus, nas camisas de jogadores, nas etiquetas de preço, nos códigos de endereçamento postal, nas
contas de luz etc., para diferenciar e nomear classes ou ordenar elementos e com os quais as
crianças entram em contato, interpretando e atribuindo significados.
São muitas as possibilidades de a criança investigar as regras e as regularidades do
sistema numérico, como, por exemplo:
 na leitura de livros, coletâneas, enciclopédias ou outros, incluir leitura de índice,
numeração das páginas, procurando desafiá-los a criar este sistema em livros
confeccionados pelo grupo;
 colecionar álbum de figurinhas, pedindo-se que se abra em determinada página;
compare o número da figurinha com o número que está no álbum; que se
confeccione uma tabela para registro e acompanhamento das figurinhas que já
foram coladas e quais faltam;
 trabalhar o calendário em folhinhas anuais, mensais e semanais, para leitura e
registro da data em que se encontram no momento, para confecção de quadro de
aniversariantes, para organizar a rotina, datas de passeios e outros compromissos
do grupo, para contagem e situações-problema como “quantos dias ou meses faltam
para...?”;
 realizar e registrar pesquisas entre as crianças que envolvam informações
numéricas como idade, altura, número do calçado, tamanho da roupa etc. e, ainda,
criar situações-problema com perguntas como: “quantos vestem determinado
tamanho de roupa?”, “ de calçado?” ,“têm a mesma altura?” ,“quanto você
precisa crescer para ficar do tamanho de seu amigo?”;
 utilizar jogos de baralho, de adivinhação ou dados oferecem inúmeras situações
para que as crianças pensem e utilizem a seqüência ordenada dos números,
considerando o antecessor e o sucessor, registrem e comparem resultados;
 em jogos como amarelinha, boliche, pular corda, mercadinho ou lanchonete as
crianças trabalham contagem, comparam resultados e realizam operações que
podem ser registrados em tabelas;
 confeccionar fichas que indiquem a ordinalidade - primeiro, segundo, terceiro - para
as crianças usarem nas brincadeiras de faz-de-conta, formando filas em diferentes
lugares por diferentes situações como no posto de saúde, na bilheteria do teatro; em
jogos ou campeonatos.

Quando as crianças contam de dois em dois ou de dez em dez agregando uma


quantidade de elementos a partir de outra ou contam tirando uma quantidade de outra, estão
realizando ações de acrescentar, agregar, segregar e repartir relacionadas a operações matemáticas.
O cálculo é, portanto, aprendido junto com a noção de número e a partir do seu uso em jogos e
situações-problema.
As soluções encontradas podem ser comunicadas pela linguagem informal ou por
desenhos (representações não convencionais). Comparar os seus resultados com os dos outros,
descobrir o melhor procedimento para cada caso e reformular o que for necessário, permite que as
crianças tenham maior confiança em suas próprias capacidades. Existem diferentes sentidos da
adição e da subtração. Esses problemas podem propiciar que as crianças comparem, juntem,
separem, combinem grandezas ou transformem dados numéricos.
Grandezas e Medidas

As medidas estão presentes em grande parte das atividades cotidianas e as crianças,


desde muito cedo, têm contato com certos aspectos das medidas. O fato de que as coisas têm
tamanhos, pesos, volumes, temperaturas diferentes e que tais diferenças frequentemente são
assinaladas pelos outros (está longe, está perto, é mais baixo, é mais alto, mais velho, mais novo,
pesa meio quilo, mede dois metros, a velocidade é de oitenta quilômetros por hora, etc) permite que
as crianças informalmente estabeleçam esse contato, fazendo comparações de tamanhos,
estabelecendo relações, construindo algumas representações nesse campo, atribuindo significado e
fazendo uso das expressões que costumam ouvir.
O professor/monitor deve partir dessas práticas para propor situações-problema em que a
criança possa ampliar, aprofundar e construir novos sentidos para seus conhecimentos.
As atividades de culinária, por exemplo, possibilitam um rico trabalho, envolvendo
diferentes unidades de medida, como o tempo do cozimento e a quantidade dos ingredientes: litro,
quilograma, colher, xícara, pitada etc.
As crianças aprendem sobre medidas, medindo. A ação de medir inclui: a observação e a
comparação sensorial e perceptiva entre objetos; o reconhecimento da utilização de objetos
intermediários como fita métrica, balança, régua etc., para quantificar a grandeza (comprimento,
extensão, área, peso, massa etc).
O uso de uma unidade padronizada, porém, deve aparecer como resposta às necessidades
de comunicação entre as crianças.
O tempo é uma grandeza mensurável que requer mais do que a comparação entre dois
objetos e exige relações de outra natureza. Ou seja, utiliza-se de pontos de referência e do
encadeamento de várias relações, como dia e noite; manhã, tarde e noite; os dias da semana; os
meses; o ano etc. Presente, passado e futuro; antes, agora e depois são noções que auxiliam a
estruturação do pensamento.
O dinheiro também é uma grandeza que as crianças têm contato e sobre a qual podem
desenvolver algumas idéias e relações que articulam conhecimentos relativos a números e medidas.
O dinheiro representa o valor dos objetos, do trabalho, etc. As cédulas e moedas constituem-se em
rico material didático, pois permitem fazer trocas, comparar valores, fazer operações, resolver
problemas e visualizar características da representação dos números naturais e dos números
decimais.
Espaço e Forma

As crianças exploram o espaço ao seu redor e, progressivamente, por meio da percepção


e da maior coordenação de movimentos, descobrem profundidades, analisam objetos, formas,
dimensões, organizam mentalmente seus deslocamentos. Aos poucos, podem estabelecer relações
diversas por meio de desenhos, utilizando relações de contorno e vizinhança. Essas ações
possibilitam a construção de sistemas de referências mentais mais amplos que permitem às crianças
estreitarem a relação entre o observado e o representado.
Nesse terreno, a contribuição do adulto, as interações entre as crianças, os jogos e as
brincadeiras podem proporcionar a exploração espacial em três perspectivas: as relações espaciais
contidas nos objetos, as relações espaciais entre os objetos e as relações espaciais nos
deslocamentos.
As relações espaciais, contidas nos objetos, podem ser percebidas pelas crianças por
meio do contato e da manipulação, que possibilitam a identificação de atributos, quantidade,
tamanho e forma. É possível, por exemplo, realizar um trabalho com as formas geométricas por
meio da observação de obras de arte, de artesanato, de construções de arquitetura, pisos, mosaicos,
vitrais de igrejas, ou ainda formas encontradas na natureza, em flores, folhas, casas de abelha,
teias de aranha etc. A esse conjunto podem ser incluídos corpos geométricos, como
modelos de madeira, de cartolina ou de plástico, ou modelos de figuras planas que possibilitam um
trabalho exploratório das suas propriedades, comparações e criação de contextos em que a criança
possa fazer construções.
As relações espaciais entre os objetos envolvem noções de orientação, como
proximidade, interioridade e direcionalidade.
Para coordenar as informações que percebem no espaço, as crianças precisam ter
oportunidades para observá-las, descrevê-las e representá-las, como nos desenhos, em que podem
expressar suas ideias e registrar informações.
Exemplos de situações que envolvem a exploração de espaço e de formas
tridimensionais:
 jogos de construção com blocos lógicos, lego, monta tudo, pinos mágicos e
similares;
 jogos e brincadeiras em espaço amplo aberto como os de circuito, contendo objetos
variados como referência da ordem do jogo, como peças do mobiliário, pneus, peças
de jogos com diferentes formas e cores, por onde as crianças têm que percorrer,
saltar, rodear etc;
 brincadeiras no parque com escorrega, gangorra, balanço, trepa-trepa etc.
O trabalho com o espaço pode ser feito também a partir de situações que permitam o
uso de figuras, desenhos, fotos e certos tipos de mapas para a descrição e representação de
caminhos, itinerários, lugares, localizações etc. Pode-se aproveitar, por exemplo, os passeios feitos
com as crianças, pela região, à praia, à feira, ou outro lugar, para incentivar a pesquisa sobre
localização, caminhos a serem percorridos etc.
É preciso lembrar que os jogos de construção e de regras são atividades permanentes que
propiciam o trabalho com a Matemática.
Incentivar coleções para contagem e comparações, idealizar e modificar regras de jogos
em pequenos ou grandes espaços, realizar projetos como organização de festas ou construção de
maquetes, propiciam à criança um contato direto com o universo da matemática, com as diferentes
possibilidades de registros e respostas à solução de um problema.
A partir dos quatro até os seis anos, uma vez que tenham tido muitas oportunidades na
instituição de educação infantil de vivenciar experiências envolvendo aprendizagens matemáticas,
pode-se esperar que as crianças utilizem conhecimentos de contagem oral, registrem quantidades
de forma convencional ou não convencional e comuniquem posições relativas à localização de
pessoas e objetos.

CRIAÇÃO PLÁSTICA E VISUAL

Os desenhos que as crianças produzem são, a princípio, marcas da gestualidade,


resultado de um fazer interessado e não necessariamente comprometido com um resultado, um
produto final. Inicialmente, têm um caráter de exploração e de experimentação: esses fazeres,
quando mediados por bons problemas a resolver, vão revelando olhares para as marcas que se fixam
no papel, ganhando outros significados construídos pela criança que cria.
Para as crianças bem pequenas, a possibilidade de desenhar, pintar, modelar em
diferentes superfícies, permite que elas explorem e experimentem os seus movimentos e os
materiais em si e vivenciem novas experiências, ainda que não estejam necessariamente
representando algo, como é o caso das garatujas. A necessidade de nomear as produções, tais como
desenhos, é muito mais do adulto ou das crianças maiores já preocupadas em figurar. A exigência de
compreender as garatujas e o que dizem pode levar a criança “precocemente a figurar, para atender
aos apelos veementes que partem do mundo adulto” (DERDYK, 1989, p. 97).
Entre as atividades das crianças pequenas e das maiores não existe uma categorização ou
uma hierarquia de valor: as produções infantis são legítimas em si, seja pela experiência que
propiciam, seja pela forma de expressão humana, carregada de significados, que revelam o contexto
histórico percebido pela criança, sendo também, nesse caso, o registro de um tempo. Tais produções
não podem ser reduzidas a interpretações fragmentadas ou sofrer interferências de outras pessoas
que as modifiquem na condição de caminho expressivo. Por isso, não se pode determinar a
prioridade de determinados materiais em função da faixa etária – salvo os casos em que a falta de
autonomia pode causar riscos à criança.
O desenho aparece não em função da idade, mas, sim, quando a criança bem pequena
imprime traços, formas e cores ao deslizar gravetos na areia, marcar superfícies com pincéis, cores,
barbantes, entre tantas possibilidades.
Mais tarde, essas marcas se constituem como fragmentos de um texto que a criança
realiza com linhas, cores, movimentos, texturas: casas, flores, árvores, pássaros, borboletas,
nuvens. Também rabiscos de muita ou nenhuma cor. No início, prazer; no processo, desafio. E
no fim? No fim, de novo um começo para revisitar, compartilhar, brincar e reconstruir.
Assim, a criança vai construindo experiências interiores sobre o mundo exterior,
elaborando suas próprias vivências em um texto aberto, compartilhando com o expectador suas
produções, que são carregadas de sentimentos, emoções, pensamentos, gestos e expressão.
Vários tipos de manifestações acompanham o ato de desenhar: além dos gestos,
silêncios, risadas, conversas. O ato de desenhar é ainda integrado à oralidade das crianças: ao
realizar suas marcas, sejam bi ou tridimensionais, as crianças constroem narrativas próprias. Os
objetos desenhados podem pertencer a um universo temático que lhes permita contar histórias,
então, desenham formas que servem de apoio a sua narrativa, ou seja, como “uma forma de
comunicação que serve para dizer o que as palavras não dizem” (ALBANO, 2004, p. 31).
Como em todos os demais casos, a produção plástica na infância também sofre
influências de seu meio: o acesso a diferentes modelos, não apenas às mesmas imagens
estereotipadas trazidas pela indústria cultural, dá às crianças a chance de conhecer outras
possibilidades de criação de imagens, de composição de cores, de efeitos das texturas, ampliando
assim suas próprias referências. Por isso, é muito importante que se reflita não só sobre o que e
como as crianças produzem, mas também sobre a cultura visual que a alimenta, ponto que remete o
professor/monitor a avaliar a estética que está presente no ambiente da Unidade Municipal de
Educação Infantil.
Essas considerações implicam em uma reflexão que pode se iniciar com as seguintes
questões: as escolhas e a decisão sobre como desenvolver um trabalho com as linguagens plásticas
com as crianças vão depender do projeto a ser realizado, da intencionalidade das ações do professor/
monitor e das ideias e iniciativas das crianças. Tudo se inicia com a observação dos processos e dos
produtos infantis, necessária ao planejamento e às intervenções que propiciem avanços tanto em
relação à exploração de materiais, quanto em relação ao desenvolvimento e à elaboração de suas
produções, ampliando assim a expressividade de suas marcas.
O trabalho com as linguagens plásticas pode envolver, dentre outras ações do professor/
monitor, a organização de:
 momentos de desenho, pintura, modelagem, que não sejam apenas organizados e
dirigidos pelos adultos;
 sequências didáticas que possibilitem a vivência de percursos de criação (no
desenho, na pintura, na modelagem, na escultura e na colagem), posto que a
regularidade é uma das condições para a apropriação e avanços nas propostas com
materiais que apresentam desafios específicos;
 momentos de fruição do próprio percurso e produção (para que as crianças
acompanhem a evolução de seu traçado, rememorando-o) e da produção de seus
pares (para aprimoramento do senso estético, troca e ampliação de seu repertório);
 Rodas de apreciação e discussão sobre as produções expostas nos murais e paredes,
compartilhando idéias e sugestões;
 Oportunidades para apreciação da natureza, de objetos, de obras artísticas,
passeios nos arredores da unidade, visitas a museus, parques, exposições diversas,
visitas a outras unidades;
 Oficinas que permitam que a criança explore diferentes materiais e combine-os
segundo suas próprias iniciativas.
Na organização dessas atividades, alguns critérios podem servir de referência:

MATERIAIS DISPONÍVEIS

 Organizar e deixar disponíveis materiais de maneira que a criança possa utilizá-los


autonomamente, sem a dependência constante dos adultos, tanto nas situações
planejadas pelo professor, quanto nos diferentes momentos do dia;
 Colecionar com as crianças e deixar disponíveis um repertório de imagens e
produções visuais diversas, que possa ampliar o olhar e a curiosidade das crianças,
trazendo-lhes referências pouco conhecidas;
 Oferecer materiais que possibilitem uma exploração e representação bidimensional
e tridimensional, tais como esculturas feitas com materiais pouco estruturados:
caixas, garrafas, papelão, argila, gesso, latas e lacres de refrigerantes, massinhas,
jornal, arame, gravetos, folhagens, retalhos de papéis e tecidos, e.v.a., rolos de
papelão, tubos de tecido e linhas, pedaços de mangueiras, lixas, canos de PVC, mais
diversas embalagens de formatos e texturas diferentes.

INTERAÇÕES

 Criar oportunidades para que as crianças produzam na interação com outras


crianças, inclusive de outras idades, compartilhando projetos ou contribuindo
mutuamente para a iniciativa do outro;
 Promover interações com outros adultos interessados em compartilhar com as
crianças experiências de produção: artistas e artesãos locais, familiares;
 Favorecer exposições de produções infantis fora da Unidade de Educação Infantil,
de modo que outras pessoas possam descobrir como as crianças veem a sociedade
em que vivem.

REFERÊNCIAS PARA A ORGANIZAÇÃO DO TEMPO E DO ESPAÇO

 Explorar espaços para desenhar e pintar em diferentes posições – sentado, em pé,


sobre a mesa, sobre a parede, sobre o chão, em pranchetas, em cavaletes –
experimentando outras perspectivas de olhar e posturas para produzir;
 Considerar uma flexibilidade de tempo para que as crianças possam decidir quando
seus desenhos, pinturas, esculturas, entre outras produções, estão finalizados, posto
que nem todas concluem seus trabalhos ao mesmo tempo;
 Organizar espaços favoráveis ao trânsito das crianças na busca por materiais,
assegurando o acesso aos locais para lavar e guardar pincéis, esponjas e outros
instrumentos utilizados por elas, de maneira autônoma ou acompanhadas e
orientadas por adultos, quando necessário;
 Pensar em espaços na sala para que as crianças guardem suas produções e possam
retornar a elas para apreciá-las, finalizá-las ou modificá-las de forma autônoma;
 Usar permanentemente murais e paredes dos diferentes espaços das Unidades
Educacionais como apoio para a exposição das atividades realizadas pelas
crianças, para que elas possam apreciar suas próprias produções, bem como a de
outros colegas ao longo do ano.
A DANÇA E A MÚSICA

A música e a dança nem sempre são vistas nas Unidades Municipais de Educação
Infantil como atividades que têm um fim em si mesmas. As apresentações em datas comemorativas,
que enfocam a reprodução de músicas prontas, bem como de coreografias ensaiadas – bem
diferentes da expressividade da dança com seus jogos de improvisação - ainda são práticas muito
presentes, assim como a utilização de música ambiente, não necessariamente oferecida para a escuta
atenta e a fruição das crianças.
No entanto, música e dança compreendem significados muito mais abrangentes. Tal
como os cheiros e os gostos, as músicas nos convidam a reviver momentos marcantes, enriquecendo
nosso imaginário desde a mais tenra idade. Ao ouvir certas músicas, ao longo de nossas vidas,
muitos são os sentimentos revividos, marcando momentos felizes ou tristes. Não só as memórias
são ativadas, mas também o corpo: as crianças, mesmo as pequeninas, sabem que dançar é uma
atividade que está associada à música e buscam produzir, com seus corpos, movimentos que
acompanhem os ritmos e as melodias sugeridas nas canções que escutam. Por isso, cantam, batem
palmas, mexem os braços, os quadris e as pernas de forma alegre e entusiasmada se a melodia assim
as convidar e for desejo delas se expressarem desta forma. Quanto mais o ambiente sonoro da
criança puder ser expandido e diversificado, favorecendo múltiplas experiências, mais intenso e
significativo serão seu contato e o conhecimento de seu corpo como fonte de expressão de
sentimentos e idéias.
A criação de contextos em que a música e a dança sejam significadas pelas crianças pode
envolver, dentre outras ações do professor/monitor, a organização de:
 pesquisa sonora e oficinas de exploração de sons que as crianças produzem e
percebem nos ambientes e nas próprias produções artísticas, sejam eles
provenientes da voz, do corpo, de objetos sonoros e dos instrumentos musicais
convencionais;
 pesquisa sobre danças populares, entre outras, ampliando as referências das
crianças para além das tradicionais músicas infantis sempre acompanhadas de
gestos simplórios e repetitivos;
 construção de objetos sonoros com diversos materiais;
 exploração e observação dos sons da natureza, seus ritmos, seus contextos;
 roda de fruição musical, individual e coletivamente, de diferentes gêneros musicais,
bem como diferentes apresentações de dança, do clássico ao contemporâneo;
 composição de acervos e coletâneas das músicas favoritas de um grupo;
 oficinas de criação de pequenas peças musicais, bem como jogos corporais, a
partir dos motivos sonoros desenvolvidos pelas crianças, em grupo ou
individualmente.

MATERIAIS DISPONÍVEIS
 Selecionar criteriosamente os CDs, Vídeos e DVDs de músicas e apresentações,
tanto musicais quanto de dança, de modo a ampliar o repertório das crianças para
além das músicas exaustivamente veiculadas pelos meios de comunicação de massa,
antes valorizando a multiculturalidade e levando-se em conta aspectos regionais ou
étnicos;
 Deixar disponíveis tecidos, fitas, adereços e materiais diversos para a criação de
figurinos para dançar e brincar;
 Garantir o acesso das crianças às coletâneas construídas pelo grupo (livros com as
letras das músicas ou fita cassete e outras mídias).
INTERAÇÕES
 Criar contextos de escuta e de produções musicais – seja por meio da voz ou de
instrumentos musicais – entre crianças de diferentes grupos, compartilhando
repertórios construídos coletivamente;
 Ampliar os horizontes musicais das crianças, promovendo encontros culturais dos
familiares e outros membros da comunidade, de modo que todos possam
compartilhar preferências e surpreender-se com o diferente.

REFERÊNCIAS PARA A ORGANIZAÇÃO DO TEMPO E DO ESPAÇO


 Organizar espaços favoráveis à movimentação das crianças em diversos planos,
aproveitando a diversidade de pisos como a grama e a terra;
 Cuidar da qualidade de propagação dos sons, evitando ambientes estressantes para o
ouvido, com música muito alta, por exemplo;
 Assegurar a regularidade das atividades infantis, da exploração e da experimentação
da música e da dança, necessárias à vivência de percursos de criação e de fruição
dessas linguagens;
 Favorecer as crianças que já aprenderam a lidar com os equipamentos eletrônicos, o
acesso aos aparelhos de som e CDs bem como aos encartes, sempre que possível,
para que possam escolher e executar suas faixas preferidas, e mediar as ações das
crianças que ainda não o fazem autonomamente, criando canais de manifestação de
seus desejos e gostos, desde cedo.
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