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Cálculos de Balanço de Massa e Energia Auxiliados por Computador

Sumário

1. A análise de graus de liberdade revisitada.....................................................................3

1.1.Uma Única Unidade de Processo..........................................................................3

1.2.Processos de Múltiplas Unidades..........................................................................4

1.3.Resolvendo equações algébricas...........................................................................6

2. Simulação sequencial modular......................................................................................8

2.1.Elementos de uma simulação modular..................................................................8

2.2.Sistemas cíclicos e o bloco de convergência.........................................................9

2.3.Especificações de projeto....................................................................................11

3. Simulação baseada em equações.................................................................................14

4. Referências....................................................................................................................15
1. A análise de graus de liberdade revisitada
Graus de liberdade de um sistema, n gl, é o número de variáveis do sistema cujos
valores devem ser especificados antes que as variáveis restantes possam ser
calculadas. Se um sistema é descrito por n e equações independentes emn vvariáveis,
então n gl =n v −ne .

Sen gl=0 (por exemplo, se há três equações independentes em três incógnitas),


então as variáveis desconhecidas do sistema podem, em princípio, ser calculadas.

Sen gl > ¿0 (por exemplo, três equações em cinco incógnitas, de forma que n gl=2),
então n gl variáveis devem ser especificadas como parte da definição do sistema, e as
variáveis desconhecidas remanescentes podem ser calculadas através das equações
do sistema. As variáveis que são especificadas externamente são chamadas de
variáveis de projeto, e as que são calculadas a partir das equações do sistema são
chamadas de variáveis de estado.

Sen gl < ¿0, existem mais equações do que variáveis, e o processo está
superespecificado: ou foram escritas mais equações do que as que são permitidas
(por exemplo, três balanços de massa em um sistema de dois componentes), ou
então foram contadas erradas as variáveis, provavelmente rotulando o fluxograma
de forma incompleta.

É possível a análise de graus de liberdade para sistemas de complexidade


crescente: primeiro uma única unidade de processo não-reativa, depois uma única
unidade reativa e finalmente um sistema de várias unidades interligadas.

1.1. Uma Única Unidade de Processo


O número de variáveis desconhecidas para uma única unidade é a soma das
quantidades ou vazões desconhecidas dos componentes para todas as correntes de
entrada e de saída, mais todas as temperaturas e pressões das correntes, mas as taxas
de transferência de energia na forma de calor e trabalho. As equações disponíveis
para determinar estas incógnitas incluem os balanços de massa para cada espécie
independente, um balanço ele energia, relações de equilíbrio químico e de fase, e
relações adicionais especificadas entre as variáveis do processo.
Considerando um misturador aquecido no qual uma corrente de oxigênio a 25°C
é misturada com uma corrente de oxigênio puro a 40°C, e a corrente combinada é
aquecida até 50°C.

Uma análise de graus de liberdade


neste processo simples seria como segue:

6 variáveis ( n 1 , . .. , n5 e Q )

3 relações ( 2 balanços de materiais e 1 balançode energia )

______________________________________________________________

3 graus de liberdade

Assim, três especificações teriam de ser fornecidas na definição do problema,


após as quais as equações do sistema poderiam ser resolvidas para todas as
incógnitas restantes. Especificar valores de três das variáveis seria suficiente, assim
como fornecer valores para duas das variáveis e uma relação entre as massas dos
dois fluxos de alimentação.

1.2. Processos de Múltiplas Unidades


Um processo que contém duas ou mais unidades interligadas tem menos graus
de liberdade do que a soma dos graus de liberdade das unidades individuais
desconectadas. Suponha, por exemplo, que uma corrente de saída da primeira das
duas unidades é a corrente de alimentação para a segunda unidade e que não há
reações químicas em nenhuma unidade.
Fazendo primeiro uma análise dos graus de liberdade para a unidade A. Contam-
se nove variáveis (três para cada corrente que entra ou que sai da unidade) e três
equações (balanços de massa para metano, etano e etileno) para obter seis graus de
liberdade. O mesmo resultado é obtido para a unidade B. Então existem
individualmente 12 graus de liberdade locais, onde local significa que se considera
cada unidade como isolada, ou seja, desconectada das outras.

De fato, as unidades estão ligadas, de forma que na análise anterior foram


contadas variáveis demais: especificamente, as três variáveis associadas com a
corrente de produto da unidade A (n3 , x 3 e y 3 ¿ são idênticas às três associadas com a
alimentação da unidade B. A análise é como segue:

variáveis do sistema=18 locais−3 a mais=15

equações do sistema=3 balanços para cada unidade=6

______________________________________________________________

graus de liberdade=9

Então devem ser especificados nove valores de variáveis para as correntes do


processo no sistema dado, após o que os balanços podem ser usados para determinar
as restantes seis variáveis.

Em geral, o número de graus de liberdade de um sistema de unidades ligadas é


igual ao número de graus de liberdade das unidades individuais (os graus de
liberdade locais) menos o número de amarras (variáveis comuns a duas ou mais
unidades, e, portanto contadas a mais), menos o número de quaisquer relações
adicionais que não foram contadas na análise das unidades individuais.
O procedimento para realizar análises de graus de liberdade em um processo de
múltiplas unidades pode ser resumido como segue:

1. Desenhe e rotule completamente o fluxograma

2. Determine os graus de liberdade locais para cada unidade de processo,


ponto de mistura e ponto de separação de correntes no processo. Os graus de
liberdade locais são iguais ao número de variáveis desconhecidas envolvidas nas
equações da unidade menos o número de relações independentes entre estas
variáveis. As relações podem incluir balanços de massa, um balanço de energia,
relações de equilíbrio, e especificações de conversões, rendimentos, seletividades e
razões mássicas ou molares. No entanto, se uma relação envolve quaisquer variáveis
pertencentes a outras unidades, conte-a na próxima etapa.

3. Determine os graus de liberdade do processo total. Esta quantidade é igual à


soma dos graus de liberdade locais menos o número de relações independentes e
entre as variáveis do processo que não foram contadas na etapa 2 (tais como
conversões globais de reagente ou percentagens de recuperação) menos o número de
amarras (variáveis a mais) entre as unidades.

Se e o número de graus de liberdade determinado desta maneira é zero, em


princípio todas as variáveis desconhecidas podem ser determinadas. Se n gl é maior
do que zero então devem ser especificadas n glcomo variáveis de projeto, e as
variáveis de estado restantes podem então ser calculadas.

1.3. Resolvendo equações algébricas


Uma vez que especificados valores para as variáveis de projeto, enfrenta-se a
tarefa de resolver as equações do sistema para as variáveis de estado. Os processos
químicos raramente são simples. A maior parte dos problemas encontrados pode em
última instância ser reduzida a soluções de equações algébricas lineares.

0.21 nar =2015

n1 +n 2=100

0.96 n1 +0.05 n 2=50


No entanto algumas não podem ser reduzidas. Por exemplo, as equações de
estado:
^
P.V B C D E
=1+ + 2 + 4 + 5
R.T ^ V
V ^ V ^ V^

Resolver equações não-lineares pode ou não ser direto. Sugerem-se as seguintes


orientações para resolver n equações algébricas em n incógnitas.

 Para equações lineares com n ≤ 3 ou para uma única equação não-linear


simples, resolva manualmente usando métodos algébricos do segundo
grau.
 Para uma única equação não-linear complexa da forma f(x)=0, use uma
planilha ou um programa de resolução de equações. Usando uma
planilha, coloque um valor estimado de x em uma célula e a fórmula f(x)
em uma segunda célula, e use então a ferramenta “atingir meta” para
ajustar o valor na segunda célula a zero variando o valor na primeira
célula. O valor final da primeira célula é a solução desejada.
 Para a equações lineares com n> 3 ou equações não-lineares com n ≥ 2,
use um programa de resolução de equações.
2. Simulação sequencial modular
Existem duas abordagens amplas para a solução automatizada elas equações de
balanço para um sistema de processo: a abordagem seqüencial modular e a
abordagem baseada em equações. As equações de balanço (e quaisquer outras
equações que possam aparecer a partir das especificações do processo ou de
considerações físicas) para cada unidade são esc1itas e resolvidas. Se não há
correntes de reciclo, o cálculo se move de uma unidade à outra, até que todas as
unidades tenham sido cobertas. Se há um ciclo (o termo convencional para um laço
de reciclo em um fluxograma de processo), é necessário um procedimento de
tentativa e erro: admitem-se valores de uma ou mais variáveis da corrente no ciclo;
as equações de balanço para as unidades no ciclo são resolvidas, uma de cada vez,
até que os valores admitidos das variáveis sejam recalculados; novos valores são
admitidos; e o procedimento é repetido até que os valores admitidos e calculados
coincidam.

2.1. Elementos de uma simulação modular


O primeiro passo ao montar um processo para a abordagem sequencial modular
é reconstruir o fluxograma do processo em termos de blocos ou módulos (unidades
de processo ou operações) e as correntes que os conectam. Vários tipos de blocos e
os nomes que eles podem receber aparecem abaixo:

 MIX: misturar adiabaticamente várias correntes de entrada para formar uma


corrente de produto.
 SPLIT: dividir urna única corrente de entrada em duas ou mais correntes de
produto com a mesma composição e temperatura.
 COMPRESS: elevar a pressão de um gás por uma quantidade especificada.
 PUMP: elevar a pressão de um líquido por uma quantidade especificada.
 FLASH : converter uma corrente líquida a uma pressão em correntes de
vapor e líquido a uma pressão menor.
 DISTILL, EXTRACT, CRYSTAL, ABSORB: simular os processos de
destilação, extração, cristalização e absorção.
 REACT: simular um reator químico.
O programa de simulação contém um subprograma embutido correspondente a
cada tipo de bloco. Para simular um processo, usa-se o programa de simulação para
construir um fluxograma e depois insere os valores das variáveis conhecidas de
bloco e de corrente nas formas apropriadas de cada programa. Quando depois se
roda a simulação, uma série de chamadas às sub-rotinas de bloco leva à solução das
equações de balanços de massa e energia.

Por exemplo, supondo que duas correntes rotuladas Sl e S2 são misturadas


adiabaticamente para formar uma terceira corrente S3. Um bloco MIX pode ser
usado para simular esta operação.

O passo no programa que faria os cálculos de balanços de massa e energia para


esta unidade seria iniciado com um comando equivalente ao comando de programa.

M1 é um rótulo, identificando a unidade que


tem as correntes S1 e S2 como entradas e a corrente S3 como saída. No
subprograma, S1, S2 e S3 seriam vetores, os elementos de cada um contendo
informação suficiente para especificar a vazão, composição e temperatura de cada
corrente. Antes deste comando de programa, os valores dos vetores S1 e S2
deveriam ter sido especificados ou determinados como as saídas de outros blocos. O
subprograma calcularia as vazões dos componentes da corrente S3 resolvendo as
equações de balanço de massa e, se necessário, a temperatura da corrente resolvendo
a equação do balanço de energia.

2.2. Sistemas cíclicos e o bloco de convergência.


Suponha que o diagrama de um processo tem a seguinte aparência:

Suponha também que os valores das variáveis associadas com as correntes S1


sejam conhecidas e deseja calcular as variáveis das correntes restantes.
Para resolver as equações do bloco B1 é preciso conhecer os valores das
variáveis das correntes S1 e S5, mas não se pode conhecer S5 até resolver B3, para o
qual se necessita de S3 e, portanto, da solução de B2, que por sua vez requer o
conhecimento de S2 e, portanto, da solução de B1, que leva ao ponto onde se
começa.

Se os cálculos fossem feitos manualmente, os balanços nos subsistemas e no


processo global por fim produziriam n equações com n incógnitas, e as equações
poderiam, em princípio, ser resolvidas para todas as variáveis desejadas do processo.
No entanto, seria difícil escrever um programa sequencial modular para
implementar este método para um processo arbitrário. Em vez disso, pode ser usada
a seguinte abordagem iterativa.

1. Admita valores das variáveis para uma corrente d entro do ciclo (isto é
conhecido como abrir o ciclo).

2. Resolva as equações de balanço do sistema trabalhando dentro do ciclo de


unidade em unidade até que as variáveis da corrente aberta sejam recalculadas.

3. Se as variáveis admitidas e calculadas da corrente aberta coincidem dentro de


uma tolerância especificada, a solução está completa; se não, use os novos valores
ou alguma combinação dos valores novos e os velhos para iniciar outra volta ao
longo do ciclo. Itere desta forma até que a convergência seja atingida.

Supondo, por exemplo, que no processo descrito acima S5 é escolhida como a


corrente aberta. O fluxograma apareceria então da seguinte maneira:

O cálculo começaria com uma suposição dos valores das variáveis associadas
com a corrente S5. As equações para os blocos B1, B2 e B3 poderiam então ser
resolvidas sequencialmente. A solução para B3 forneceria as variáveis calculadas
para a corrente S5. Novos valores para as variáveis admitidas seriam de terminados
por um de vários métodos a serem descritos, e o procedimento continuaria até que
os valores admitidos e calculados das variáveis de S5 coincidissem dentro de uma
determinada tolerância.

A aplicação deste procedimento a uma única variável de corrente aberta é


equivalente a resolver uma equação da forma x=f(x), onde f(x) é a “função” que
gera um novo valor para a variável de corrente aberta x ao longo do ciclo. As
técnicas de substituição sucessiva e o algoritmo de Wegstein podem ser usados para
realizar este cálculo.

A maior parte dos simuladores tem um bloco, chamado de bloco de


convergência, que realiza estes cálculos usando o algoritmo de Wegstein. A corrente
de saída deste bloco contém o conjunto admitido de variáveis da corrente aberta, e a
corrente de entrada contém os valores calculados pela resolução ao longo do ciclo.
O diagrama de blocos para este processo simulado seria como segue:

É uma convenção mostrar o bloco de convergência usando linhas tracejadas, já


que não corresponde a uma operação física no processo.

2.3. Especificações de projeto.


Até então, nas simulações de processos a direção ou fluxo de informação
coincidiu com a direção ou fluxo das correntes do processo, das alimentações até os
produtos e em torno dos ciclos. Este tipo de fluxo de informações é apropriado se o
objetivo é calcular a saída de um processo a partir de um conjunto de parâmetros do
processo (temperaturas, pressões, etc.) e de uma entrada determinada; no entanto,
acontece com freqüência que é especificada uma saída desejada e devem ser
calculados os parâmetros da entrada ou das unidades do processo necessários para
atingir esta saída. Um recurso dos programas de simulação de processos chamado
especificação de projeto é usado para cálculos deste tipo.

Considerando, por exemplo, um único evaporador flash adiabático para o qual a


vazão, a composição, a temperatura e a pressão da corrente de alimentação são
conhecidas.
Se a pressão do evaporador é especificada, uma simples chamada ao
subprograma FLASH, que contém correlações aplicáveis do equilíbrio líquido-
vapor, fornece as vazões dos componentes nas duas correntes de produto, bem como
a temperatura do evaporador. No entanto, suponha que é especificada uma das
vazões de componente em uma das correntes de saída, por exemplo, ṅ av = 65,0
mol/s, e é preciso determinar o valor de P necessário para atingir a separação
desejada. O programa FLASH sozinho é incapaz de fazer este cálculo, pois ele é
configurado apenas para o cálculo direto. A abordagem é montar um ciclo artificial,
variando o valor de P, que é a variável manipulada, até que a variável calculada na
saída, a variável amostrada, esteja dentro de uma tolerância especificada do valor
desejado. Por exemplo, pode se especificar:

|ṅ av −65,0 mol A /s|≤ 0,001mol A /s


(i .e .64,999mol A /s ≤ ṅ av ≤65,001 mol A / s)

Esta desigualdade é chamada de especificação de projeto para o processo.

Um diagrama de blocos para a simulação com esta especificação de projeto


incorporada seria o seguinte:
Inicialmente é admitido um valor da variável manipulada (P) e as equações do
bloco do flash são resolvidas para gerar as variáveis associadas com as correntes S2
(incluindo ṅ av ¿ e S3. O valor da variável amostrada (ṅ av ¿ é substituído na

especificação de projeto (|ṅav −65,0 mol A / s|≤ 0,001mol A /s). Se a especificação


não é satisfeita, o bloco de convergência gera um novo valor de P e o cálculo é
repetido. Quando o valor da variável amostrada satisfaz a especificação de projeto, o
valor da variável manipulada é aceito e a simulação avança para os blocos seguintes.
As variáveis amostradas em uma especificação de projeto (pode haver várias delas)
podem estar associadas com as correntes de produto da unidade para a qual a
variável manipulada está sendo ajustada, como no caso deste exemplo, ou podem
estar associadas com correntes bastante distantes da mesma.

Qualquer número de especificações de projeto pode ser embutido na simulação,


fornecendo ao projeto do processo uma considerável flexibilidade. No entanto,
deve-se lembrar que sempre que os blocos de convergência fazem parte da
simulação não há garantia de que a convergência será atingida, e que quanto maior o
número de blocos de convergência, menor a probabilidade de atingi-la. Em geral,
quanto melhores são as suas estimativas iniciais dos valores das variáveis
manipuladas, maior a probabilidade de atingir a convergência e de atingi-la
rapidamente.
3. Simulação baseada em equações.
A abordagem sequencial modular para a simulação de processos resolve as
equações do sistema em blocos correspondentes às operações unitárias que
constituem o processo. O diagrama de blocos para o processo é muito parecido com
o diagrama de fluxo tradicional. Já que os engenheiros estão acostumados a ver
processos químicos como uma sequência de operações unitárias, estes tendem a se
sentir confortáveis com esta abordagem.

Na abordagem baseada em equações, as equações para todas as unidades são


agrupadas e resolvidas simultaneamente. Portanto, a decomposição natural do
sistema nas suas operações unitárias constituintes é perdida. Além disso, a solução
simultânea de um grande número de equações, algumas das quais podem ser não-
lineares, pode ser um problema que demanda tempo, mesmo para um computador
potente.

No entanto, existem desvantagens associadas com o método seqüencial modular.


As sub-rotinas de blocos para simular unidades específicas de processo estão
projetadas para operar apenas em cálculos de forma direta: quer dizer, elas calculam
variáveis das correntes de produto a partir de valores dados das variáveis das
correntes de alimentação e das condições do processo. Frequentemente, os
problemas que os engenheiros de processo querem resolver se enquadram em uma
de duas categorias: (a) dadas as condições do processo e as variáveis das correntes
de produto, calcular as variáveis das correntes de entrada; (b) dadas as variáveis das
correntes de alimentação e de produto, calcular as condições do processo. Em ambos
os casos são necessários cálculos iterativos que usam especificações de projeto e
blocos de convergência para resolver os problemas usando um programa sequencial
modular.

Estas dificuldades desaparecem se as equações do sistema são simplesmente


agrupadas e resolvidas para todas as variáveis desconhecidas. Vários algoritmos
poderosos de resolução de equações estão disponíveis, em programas comerciais
como Maple®, Mathematica®, Matlab®, Mathcad® e E-Z Solve®, que tornam
competitiva a abordagem baseada em equações comparada à abordagem sequencial
modular.
4. Referências
FELDER, Richard M. Princípios elementares dos processos químicos. 3ª Ed. Rio
de Janeiro LTC. 2011. ISBN 8521614292

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